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Private label continua forte e DMCard deve bater novo recorde neste ano

A DMCard encerrou o primeiro semestre de 2017 acumulando R$ 618 milhões em vendas nos cartões próprios de loja (private label) administrados pela empresa, um crescimento de 33% em comparação com o mesmo período de 2016. Após ultrapassar a marca de R$ 1 bi em valor movimentado no ano passado, a projeção para este ano é ultrapassar R$ 1,3 bi.

Esse crescimento representa uma aceleração em relação ao crescimento do ano anterior, 23%, e está acima da média dos últimos cinco anos, 30%.

Os números se destacam ainda mais considerando que o consumo no comércio em geral registrou uma queda de 1,5% de acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio.

“Dados públicos mostram que nos últimos doze meses dois grandes bancos cortaram mais de oito milhões de cartões de clientes que eles julgam ser de maior risco. Para outros clientes, os cartões não foram cortados, mas tiveram seus limites reduzidos. Por outro lado, cerca de 2% das transações de cartões nos caixas são negadas pelos emissores por limite insuficiente, e são vendas perdidas pelos supermercados se eles não tiverem alternativas. Nesse cenário, aumentou mais ainda a procura por cartões próprios, tanto por parte de consumidores como por parte de varejistas”, explica Maurício Meneghetti, Gerente Comercial da DMCard.

Alta taxa de aprovação e baixa inadimplência

Os bons resultados da empresa não se limitam apenas aos valores movimentados. “Como somos focados em um único negócio, cartões de loja, com o tempo nossa equipe conseguiu montar modelos e processos muito sofisticados de análise de crédito, detecção de fraudes e aumentos de limite. Com isso, conseguimos manter uma aprovação alta, de 54%, e aumentar 37% o limite de 30% dos clientes a cada semestre, enquanto mantivemos indicadores conservadores de risco, como FPD 7% e PDD 3%”, comemora Wanderson Aires, Gerente de Risco.

Novos parceiros e outros números DMCard

O primeiro semestre de 2017 também foi marcado pelas novas redes que passaram a ter seus próprios cartões administrados pela DMCard. Entre eles, os destaques foram o Ricoy Supermercados com 80 lojas em 21 cidades do Estado de São Paulo, e o HiperBom com seis lojas, que marcou a entrada da DMCard no estado de Santa Catarina. Além disso, mais de 100 novas lojas de materiais de construção escolheram a DMCard como parceira, nos estados de SP, PR, SC e MG.

As novas parcerias colaboraram para o crescimento acentuado e bons resultados, também verificados nos números abaixo referentes ao primeiro semestre de 2017.

– 58% de crescimento das propostas cadastradas
– 61% de aumento do número de cartões aprovados
– 70% de aumento no número de novas contas ativas

Canais digitais e planos de expansão

“Além de sermos a única empresa do segmento com o selo RA1000 de excelência de atendimento, registramos um crescimento exponencial no uso de canais digitais, como site e aplicativo, que já são a forma de contato mais usada pelos nossos clientes, mesmo os mais populares”, comenta Meneghetti. “Nosso foco principal de expansão este ano continua sendo crescimento orgânico e novos parceiros no segmento supermercadista. “Muitas redes de supermercados tiveram más experiências com cartões de bancos e hoje estão sem cartão próprio. Nossa proposta de valor para varejistas é simples: Custos menores que os outros cartões e aumento de vendas – com poder de compra, vínculo emocional, tráfego na loja para pagar faturas e uso de ferramentas de CRM. E cuidamos de tudo, inclusive funding, promotoras e risco”.

Além disso, para os novos planos de expansão, dos R$ 100 milhões em aportes previsto para 2017, R$ 80 milhões já foram captados em debêntures públicas por meio de uma operação estruturada pela XP Investimentos. Os recursos serão destinados para quitação da segunda debênture emitida em 2014 e para suportar o crescimento orgânico da empresa este ano, previsto em 35%. Além de fortalecer seu caixa para prováveis aquisições de carteiras de cartão de credito que estão no horizonte estratégico da empresa para o ano de 2017.

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FEBRAVA 2017 traz oportunidades para tomadores de decisão

Principal feira de negócios do setor de climatização reúne executivos de todo país que estão em busca de novos produtos e soluções para seus negócios

Em sua 20ª edição a FEBRAVA, importante feira do setor para América Latina, que acontece pela primeira vez simultaneamente à Equipotel, feira destinada ao setor de hospitalidade e food service, no São Paulo Expo, o mais moderno pavilhão da capital paulista, destaca novas soluções e produtos destinado ao público tomador de decisão, que representa 37% dos visitantes. A feira reúne sócios, presidentes, diretores e gerente de vários setores, como frigoríficos, indústria alimentícia, shoppings e hospitais, que veem o evento como fundamental para fechar novos negócios.

Por todo pavilhão, que ocupará uma área de 50 mil m², empresas irão expor novidades nos segmentos de tratamento do ar, ventilação e aquecimento. Para Diógenes Alberto de Souza, gerente de marketing da Linter Filtros, a FEBRAVA é essencial para apresentar soluções inovadoras para o mercado. “Nosso objetivo, dentro da principal feira de AVAC-R da América Latina, é oferecer nossa linha de filtros e equipamentos para o tratamento do ar”, destaca o executivo da Linter Filtros.

Para Qualitas, empresa especializada em ventilação, a FEBRAVA é fundamental para lançamento de novos produtos de soluções em ventilação. “Enxergamos a feira como uma estratégia de crescimento”, revela Fernanda Neira Stivalli, gerente comercial da Qualitas.

Os visitantes também terão a oportunidade de aprofundar conhecimento e entrar em contato com novas técnicas, soluções e tendências por meio de espaços temáticos espalhados por todo pavilhão da FEBRAVA.

Na Ilha da Sala Limpa, o visitante entrará em contato com ambiente limpo de qualquer tipo de contaminação, muito necessitado na indústria farmacêutica, alimentícia e veterinária. Demonstrações, técnicas de limpeza e processo de certificação serão abordados nesta ilha. Já na Ilha do Aquecimento Solar o visitante terá contato com novas soluções e produtos que contribuem para o meio ambiente por se tratar de uma fonte energética renovável e limpa. Além da Ilha do Meio Ambiente, que nesta edição vai apresentar tecnologia de recolhimento, reciclagem e regeneração dos fluidos refrigerantes e destinação correta de cilindros e outros insumos ligados ao setor seguindo a legislação de resíduos.

Já a Arena do Conhecimento consistirá em palestras gratuitas e exclusivas e que visam ampliar o conhecimento profissional dos visitantes, além de conferir apresentação de cases de sucesso. A programação da Arena do Conhecimento será divulgada em breve no site do evento, www.febrava.com.br.

Lembrando que os profissionais do varejo têm entrada gratuita na FEBRAVA, basta fazer o credenciamento pelo link www.febrava.com.br/Credenciamento e imprimir sua credencial.

FEBRAVA 2017 – 20ª EDIÇÃO

Data: 12 a 15 de setembro de 2017
Horário: Terça a Sexta das 13h às 20h
Local: São Paulo Expo, São Paulo – SP
Informações: www.febrava.com.br
Credenciamento: www.febrava.com.br/Credenciamento

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Canal de denúncias é o novo impulso nas instituições financeiras – Por Cassiano Machado

f716c95c7a93b0dd3cb835751f6b3a31 Diante do cenário atual de denúncias de corrupção e desvios nos mais diversos setores, é cada vez mais evidente a necessidade de ações de controle que venham resguardar a integridade e a segurança das instituições públicas e privadas.

A implantação de um canal de denúncias que receba relatos de desvios de conduta dentro e fora das instituições se torna necessária, reforçando à efetividade das ações de compliance como um todo. É neste contexto que, recentemente, uma portaria veio estabelecer a exigência da implementação do canal de denúncias para instituições financeiras.

A Resolução 4.567, de 27 de abril de 2017, estabelecida pelo Banco Central do Brasil, dispõe sobre a necessidade de instalação de um canal de comunicação disponível para colaboradores, clientes, parceiros e fornecedores sem a necessidade de identificação para receber relatos a respeito de atos ilícitos relacionados às atividades das organizações financeiras e demais instituições cujo funcionamento é autorizado pelo Banco Central do Brasil.

O canal de denúncias deve viabilizar o registro e reporte à autarquia do Banco Central do Brasil de informações que afetem a reputação dos controladores e detentores de participação qualificada e de membros de órgãos estatutários ou contratuais.

As instituições, por sua vez, devem designar uma equipe especializada para o acolhimento e encaminhamento dos relatos para o devido tratamento às denúncias. Vale lembrar que esta equipe pode ser interna, desde que seja resguardada a segurança e confidencialidade das informações, com total isenção e imparcialidade.

Esta nova resolução ratifica a necessidade de evolução dos programas de ética e compliance nas empresas e instituições de todo o País, que ganham impulso nos últimos anos a partir das revelações de ações antiéticas e atos ilícitos decorrentes da operação Lava-jato.

A obrigatoriedade de um canal efetivo para denúncias proporciona uma oportunidade para que as instituições financeiras reavaliem e atualizem suas práticas neste tema, adotando formatos mais modernos já empregados por empresas de outros segmentos, como, por exemplo, o modelo de operação terceirizada, que agrega confiança e segurança para quem manifesta, além de dar consistência e melhor alocação dos recursos das organizações no tratamento e prevenção das eventuais irregularidades.

A atual crise ética vivenciada no Brasil, a exemplo de outros países que já passaram por situações semelhantes, promove reflexões e mudanças na sociedade, que gradualmente conduzem para um patamar mais consciente e maduro em queo ganho coletivo se sobrepõe ao individual e a conduta ética é valorizada e em todas as instituições, sejam elas financeiras na esfera privada ou pública conquistada no âmbito corporativo.

Se bem implementado, o canal de denúncias será um grande aliado nessa empreitada.

Cassiano Machado é sócio-diretor da ICTS Outsourcing, empresa de serviços relacionados à gestão de riscos e compliance.

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upLexis lança solução para barrar conflito de interesse nas empresas

A upLexis, empresa especializada em tecnologias para busca e estruturação de informações retiradas de grandes volumes de dados (big data), anuncia o lançamento de mais uma solução que auxilia a tomada de decisão das empresas.

O upMatch foi desenvolvido a partir de demandas dos próprios clientes da upLexis, para cruzar CPF/CNPJs (fornecedores/empregados) de qualquer prestador de serviço e encontrar quaisquer relacionamentos entre eles apresentando ao tomador de decisão de maneira simplificada. O principal objetivo desta nova solução é barrar e até mesmo acabar com o problema de conflitos de interesse e benefícios a familiares nas corporações, buscando maior transparência e igualdade nos processos de escolha e contratação de fornecedores ou prestadores de serviços.

“Todos os dias nos deparamos nos noticiários com problemas envolvendo empresas e familiares de políticos, empresários e empregados envolvidos em investigações ligadas a benefícios e conflitos de interesse nas corporações. Com o lançamento da nova solução, nossa intenção é ajudar a acabar com esse problema visto em diversos setores da economia, como o de saúde, construção civil, governo e outros segmentos que sofrem com essa situação”, explica Eduardo Tardelli, CEO da upLexis.

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GVces e Apex-Brasil apresentam empresas que exportam serviços e produtos inovadores e sustentáveis made in Brazil

O Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Fundação Getulio Vargas (FGV) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) apresentarão na quinta-feira, dia 3 de agosto, em São Paulo, os resultados do projeto ICV Global (Inovação e Sustentabilidade nas Cadeias Globais de Valor), que qualificou micro e pequenas empresas (MPEs) com produtos e serviços inovadores e sustentáveis para a exportação.

Os resultados referentes ao ciclo 2 do ICV Global, que passou de 10 para 30 empresas participantes em relação ao ciclo anterior, estarão reunidos na publicação “Do Brasil para o mundo: exportação de soluções inovadoras e sustentáveis”, que será lançada no dia do evento e estará disponível para download no link. A publicação apresentará produtos e serviços diferenciados como, por exemplo, resíduos de tilápia usados para a produção de ração animal; e poliuretano à base de óleo de soja – originalmente processado a partir do petróleo.

“A inserção de micro, pequenas e médias empresas nas cadeias de valor internacionais é uma oportunidade não só de abrir novos mercados para elas, mas também para oferecer soluções inovadoras e sustentáveis a grandes companhias. Essa é a segunda edição do projeto e vemos que há bastante espaço para quem se prepara e oferece produtos e serviços que realmente sejam criativos, inovadores e sustentáveis”, afirma Christiano Braga, gerente de Exportação da Apex-Brasil.

O objetivo do projeto é, por meio da formação e aprimoramento de ferramentas de gestão de negócios, contribuir para a maturidade exportadora de micros e pequenas empresas, fortalecendo seus atributos de inovação e sustentabilidade. Nesse ciclo, os empreendedores realizaram imersão no Vale do Silício, onde participaram de mentoria no Google, visitaram as Universidades da Califórnia em Berkeley e de Stanford, além de conversar com empresários e investidores sobre temas como venture capital para empresas verdes, empreendedorismo feminino e sustentabilidade urbana.

“Certamente, o mercado interno desaquecido e a alta do dólar estimulam empresas a olharem para a exportação com maior interesse”, diz Ana Coelho, gestora de projeto do GVces. “No entanto, para pequenas empresas que desejam faturar com clientes internacionais, é preciso desenvolver uma estratégia de longo prazo que implica profundas transformações na gestão empresarial, como desenvolvimento de equipe ou profissional de vendas, e adequações a requisitos legais e certificações para exportação.”

Dados mais recentes do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), referentes ao biênio 2014/2015, apontam que as médias e as grandes empresas registraram retração nas exportações e foram as MPEs que tiveram aumento. Estas últimas tiveram uma variação relativa positiva, em US$ FOB, de 7,27% e 5%, contra perdas de -2,72% e -15,79% das médias e grandes.

RODADAS DE CONVERSA

Como parte do evento, ainda estão programadas duas rodadas de conversa com representantes das MPEs e de empresas parceiras no ICV Global que vão propor temas de reflexão para quem tem planos ou já exporta, comentar o cenário atual das exportações e as dificuldades e soluções que estão sendo encontradas para levar serviços e produtos inovadores e sustentáveis brasileiros para o mercado externo.

Além disso, 18 MPEs que participaram do ciclo 2 do ICV Global vão apresentar seus produtos em uma feira expositora que será montada na FGV, compreendendo as áreas de cosméticos, construção civil, saúde, alimentos e bebidas, agronegócio e têxtil.

Serviço

Data: 3 de agosto (quinta-feira)

Horário: das 16h às 20h (credenciamento terá início às 16h)

Local: Auditório Nove de Julho Economia da FGV

Endereço: Av. 9 de Julho, 2.029, térreo (entrada também pela Rua Itapeva, 432)

Inscrição: Acesse aqui fazer sua inscrição

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Novo programa da Alphaville Urbanismo selecionará startups para parcerias comerciais

O período de inscrições para as startups interessadas em participar do Alpha Inova, organizado pela Alphaville Urbanismo, em parceria com a Innoscience e a Startse, vai até o dia 14 de agosto. Podem se inscrever startups que possuam MVP estruturado e que atuem nos segmentos de Construção e Sustentabilidade, Relacionamento e Atendimento, Processos Internos, Crédito e Cobrança, Marketing e Vendas, além de Comunidade e Serviços.

O Alpha Inova é um projeto inovador no mercado imobiliário brasileiro, onde a maior urbanizadora do país selecionará startups com projetos nos seis segmentos para conectarem-se com suas áreas de negócios e testarem as suas soluções, podendo gerar parcerias comerciais. No dia 1º de setembro aproximadamente 15 startups selecionadas poderão se apresentar em formato de pitch no Alpha Inova Day, para executivos, líderes e colaboradores da Alphaville Urbanismo em São Paulo.

Após a divulgação das selecionadas, ocorre a Semana da Conexão, entre os dias 11 e 14 setembro, quando as startups entenderão os desafios enfrentados no dia a dia dos negócios. No dia 15, elas apresentarão as propostas de projeto piloto, que serão selecionadas pelos líderes da Alphaville Urbanismo para execução a partir de outubro. O programa termina no dia 18 de dezembro, resultando na seleção de startups para se tornarem fornecedoras ou parceiras da Alphaville Urbanismo.

Os interessados podem realizar suas inscrições gratuitamente no site http://alphainova.com/

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Dynatrace é contratada pela Celepar para ampliar eficiência e qualidade na experiência do cliente

 Roberto de Carvalho, Presidente da Dynatrace no Brasil

Roberto de Carvalho, Presidente da Dynatrace no Brasil

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia que foi contratada para fornecer sua solução de DPM (Digital Performance Monitoring) para a Celepar (Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná). A implementação da ferramenta permitirá que a empresa paranaense aumente a eficiência e a qualidade da experiência dos clientes, agilize a detecção de problemas e melhore sua performance digital, além de promover uma melhor prestação de serviços para a população do Estado.

“Por sermos uma companhia pública, toda aquisição deve passar por um processo de licitação. Por meio de provas de conceito realizadas com diversas soluções do mercado, verificamos que a ferramenta da Dynatrace era uma das principais que poderiam atender nossas demandas, extremamente ágil na realização de diagnósticos, com configuração intuitiva e facilidade na comunicação e trabalho entre todas as equipes envolvidas no ciclo de vida de uma aplicação. Além disso, a administração e a otimização dos recursos que possibilitam a melhora na eficiência operacional da organização foram características que se destacaram”, afirma Vanessa Ferreira, Analista de TI da Celepar e responsável pelo projeto de aquisição e implementação.

Na licitação foram adquiridas licenças para monitoramento de aplicações Java e da experiência do usuário final, além de instâncias Web Server PHP. “Estamos em processo de implantação. A ferramenta nos ajudou na detecção de erros e falhas de programação, mostrando de maneira rápida e exata onde estava o problema. Além disso, auxiliou na análise de códigos, fornecendo indicadores de desempenho das aplicações, monitoramento e consumo de recursos dos servidores, o que ajuda no gerenciamento e dimensionamento do ambiente. Os benefícios almejados após o final de todo o processo de implantação são a redução do número de incidentes, o aumento da produtividade e rapidez para disponibilizar aplicações para a produção”, ressalta a Analista.

Consciente de que as aplicações e os serviços estão cada vez mais complexos em virtude da constante evolução da tecnologia, a Dynatrace busca simplificar o processo de monitoramento com uma solução fácil de usar, intuitiva e que fornece insights operacionais completos e prontos para utilização. Por meio do monitoramento de performance oferecido pela empresa, é possível identificar rapidamente a causa do problema com apenas uma notificação, sem o incômodo de receber centenas de alertas com os sintomas do problema. A ferramenta automatizada da companhia é analítica, unificada, redimensionável, de implementação flexível e capaz de identificar a causa raiz baseada na inteligência artificial.

A tecnologia da Dynatrace é de fácil utilização, flexível e possui dashboards intuitivos, o que permite acompanhar os acontecimentos em cada camada de transação, identificar as causas que geram demora nas respostas, localizar exceções que podem atrapalhar o funcionamento e monitorar de ponta a ponta o desempenho de toda a aplicação.

“Nossa solução simplifica a análise da performance de ambientes complexos em Nuvem. Estudos de mercado apontam que o monitoramento digital de aplicações é uma prática extremamente importante, mas apenas 30% das empresas mundiais investem nessa solução. Vivemos em uma época em que a lentidão ou falha em um serviço na web pode trazer sérias consequências para uma organização”, afirma Roberto de Carvalho, Presidente da Dynatrace no Brasil.

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Wi-Fi pode definir escolha de companhia aérea por passageiro, aponta pesquisa

Banda larga a bordo está mudando a indústria de aviação e revolucionando as expectativas de passageiros sobre a experiência a bordo. Esta é a conclusão da terceira versão da Pesquisa de Conectividade a Bordo, publicada hoje pela Inmarsat (LSE: ISAT.L), fornecedora líder mundial de serviços globais de comunicações móveis por satélite, em associação com a companhia de pesquisa de mercado GfK.

Para uma vasta maioria dos entrevistados, os passageiros, agora, esperam ter os mesmos níveis de conectividade e acesso a serviços online que recebem no solo enquanto estão a 30 mil pés. Por esta razão, 53% de passageiros brasileiros dizem que ter Wi-Fi a bordo agora é uma necessidade em vez de um luxo. A maioria (52%) dos passageiros brasileiros que tem experimentado Wi-Fi de alta qualidade a bordo o valorizam mais do que entretenimento a bordo ao escolher uma companhia aérea.

Com companhias aéreas em todos os mercados correndo para instalar ou atualizar sua oferta de Wi-Fi, passageiros terão a opção de escolher uma companhia aérea que ofereça banda larga de alta qualidade e, em breve, virarão as costas às companhias aéreas que não oferecem este serviço. Quase a metade dos entrevistados globalmente (44%) revelou que deixariam de usar sua companhia aérea preferida durante o próximo ano caso essa não passe a oferecer conectividade que os permita navegar online sem interrupção.

A habilidade de conectar dispositivos pessoais como smartphones, laptops e tablets agora situa-se entre as três primeiras prioridades de 40% dos passageiros que tem experimentado Wi-Fi de alta qualidade quando escolhem uma companhia aérea, atrás apenas do preço da passagem (53%) e horário dos voos (44%).

Esta pesquisa reflete as respostas de 9 mil passageiros aéreos de 18 países da Europa, do Oriente Médio, da Ásia Pacífico, da América do Norte e da América Latina. Esta é a maior pesquisa mundial do seu gênero.

Raymundo Villar, Diretor Regional da América Latina na Inmarsat Aviation, comenta: “Wi-Fi de alta qualidade a bordo está mudando a maneira de pensar das pessoas ao voar e como elas passam seu tempo no ar. Seja usando o tempo online a bordo para trabalhar, se conectar com a família e amigos, fazendo compras ou assistindo entretenimento, a disponibilidade da banda larga a bordo se tornou um fator importante na escolha de uma companhia aérea.”

E complementa: “A Pesquisa Anual de Conectividade a Bordo tem se tornado um barômetro para os sentimentos dos passageiros. A pesquisa deste ano revela que 53% de passageiros brasileiros acreditam que ter Wi-Fi a bordo é uma necessidade e não mais um luxo. Isto somente vai aumentar à medida em que mais pessoas experimentem a conectividade a bordo. Está claro que a oportunidade que a conectividade proporciona para as companhias aéreas não pode ser subestimada.”

Os destaques da pesquisa do Brasil:

• Mais da metade (53%) dos passageiros brasileiros agora considera ter Wi-Fi a bordo uma necessidade e não um luxo. 52% dos passageiros que tem experimentado um bom Wi-Fi a bordo o considera mais importante do que o entretenimento a bordo ao escolher uma companhia aérea.

• Quase dois terços (62%) dos passageiros brasileiros pagariam por conectividade a bordo nos voos de curta distância. Este número sobe para 80% quando se trata de voos de longa distância (em 2016, apenas 64% dos passageiros no Brasil pagariam por conectividade a bordo nos voos de qualquer duração).

• 41% dos usuários brasileiros de conectividade a bordo que viajam com crianças têm usado mais de um dispositivo quando se conectam com o Wi-Fi a bordo.

• Mais da metade (54%) dos passageiros brasileiros concordam que o Wi-Fi a bordo tira a ansiedade de voar porque podem ficar em contato com as pessoas no solo.

A pesquisa também incluiu entrevistados do restante da América Latina. Para a região, os principais destaques são:

• Os usuários de conectividade latino-americanos consideram ter Wi-Fi a bordo o segundo critério mais importante ao selecionar uma companhia aérea, colocando-o a frente do tempo de voo e do nome da companhia aérea.

• Mais da metade (54%) dos usuários de conectividade latino-americanos, agora, considera ter Wi-Fi a bordo uma necessidade e não um luxo. A mesma porcentagem (54%) dos passageiros latino-americanos que tem experimentado um bom Wi-Fi a bordo o considera mais importante do que o entretenimento a bordo ao escolher uma companhia aérea.

• A maioria (58%) dos pais latino-americanos concordam que “o Wi-Fi a bordo seria como salva-vidas quando viajo com meus filhos”.

• Mais da metade (56%) dos usuários de conectividade latino-americanos que viajam com crianças usam mais de um dispositivo e 40% tem conectado vários dispositivos com o Wi-Fi a bordo.

• A metade (50%) dos usuários da América Latina satisfeitos com a conectividade concordam que a disponibilidade em ter Wi-Fi online melhorou significativamente seus voos de lazer. Essa porcentagem aumenta para 52% nos voos de negócios.

• A maioria (53%) dos passageiros latino-americanos que experimentaram uma conectividade de boa qualidade a bordo o recomendariam a um amigo.

• 54% dos passageiros latino-americanos concordam que “o Wi-Fi tiraria a ansiedade de voar porque poderia ficar em contato com as pessoas no solo”. A porcentagem aumenta para 57 quando os respondentes têm filhos em casa.

A Inmarsat está transformando a indústria global de aviação ao trazer conectividade completa a todas as aeronaves e percurso de voo no mundo. Ela é a primeira e única fornecedora com uma rede de satélite de última geração (da sigla em inglês HTS ─ High-Throughput Satellite) completa de nova geração que atravessa o mundo. A Inmarsat também é a única fornecedora de banda larga da aviação capaz de conectar completamente a aeronave, da cabine ao cockpit. As soluções líderes mundiais de passageiros da Inmarsat são complementadas por seus serviços de segurança de padrão industrial comprovados e serviços operacionais. Os passageiros podem navegar na Internet, transmitir vídeos, checar suas redes sociais durante os voos com uma experiência de conectividade a bordo que está no mesmo nível dos serviços de banda larga disponíveis no solo.

Metodologia: 9 mil passageiros de 18 países da Europa, do Oriente Médio, da Ásia Pacífico, da América do Norte e da América Latina foram entrevistados em fevereiro de 2017. Todos os entrevistados haviam feito um voo durante o ano passado por motivos de negócios ou lazer.

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Conheça quatro startups que apostam no modelo SaaS e suas soluções inovadoras

Lançado recentemente, o estudo Brazil SaaS Landscape Research, uma iniciativa conjunta entre a SaaSholic, Rock Content, Signal Hill e Redpoint eVentures, revela que as startups SaaS brasileiras são incrivelmente eficientes em capital. Segundo a pesquisa, hoje 60% das empresas recuperam seu CAC (Custo de Aquisição de Clientes – o quanto é gasto para conquistar cada cliente) em menos de 6 meses. Para efeito de comparação, em países que o ecossistema de SaaS é maduro, como nos EUA, é preciso 1 ano para obter o retorno do CAC. Além disso, as startups do Brasil são financeiramente saudáveis: 67% delas têm uma relação de LTV (Lifetime Value) /CAC superior a 3.

Para ficar de olho nesse mercado, conheça quatro empresas SaaS que já estão consolidadas no mercado:

Samba Tech – plataforma de vídeos online

Eleita pela FastCompany como uma das companhias mais inovadoras da América Latina em 2014, a Samba Tech ajuda centenas de empresas a se comunicarem melhor com sua audiência por meio de vídeos online. Suas soluções de Educação a Distância, Comunicação Corporativa, Transmissão ao Vivo e TV na Internet, cuidam de ponta a ponta, desde o momento que o vídeo sai da câmera até ele ser distribuído para qualquer aparelho conectado à internet. Por meio da tecnologia de streaming, a empresa leva o conteúdo de seus clientes a milhares de pessoas, tornando mais democrático o acesso a uma mensagem de qualidade.

Iugu – plataforma de automação financeira

A iugu surgiu depois de seus criadores, Patrick Negri e Marcelo Paez, perceberem as dificuldades para gerar cobranças num serviço de assinatura (SaaS). Em 2014, a empresa apostou nesse segmento e foi na contramão do mercado de pagamentos online tradicional, que mira o varejo online como o principal mercado em potencial. Neste ano, projeta um volume transacionado de mais de meio bilhão de reais.

Cobli – sistema de gestão de frotas

SaaS de gestão de frotas, a Cobli proporciona um sistema capaz de fornecer, em tempo real, mais de cinco mil informações sobre o veículo. Por meio de inteligência artificial, a empresa monitora e entrega relatórios que avaliam a logística, rastreamento de veículos, roteirização e acompanhamento do modo de condução dos motoristas. Com um bilhão de quilômetros monitorados, a Cobli está presente em 27 estados brasileiros, conta com centenas de clientes e carros monitorados, gerando uma economia de 30% em quilômetros rodados e 25% em tempo.

FullFace – solução de biometria fácil

Startup brasileira que criou um sistema de reconhecimento facial que facilmente se integra a hardwares e softwares facilitando processos de autenticação biométrica facial web e mobile. A tecnologia desenvolvida pelos engenheiros da FullFace garante 99% de precisão no reconhecimento biométrico individual a partir de 1024 pontos da face em menos de um segundo. A startup tem investimentos próprios e atende clientes como GOL Linhas Aéreas Inteligentes, Cubo, Serasa Experian, Itaú e Motorola.

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Exportação além da Exportação – Reduzir custos para ser competitivo

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Por Rogério Borili
Vice-Presidente da Becomex

Inegavelmente o Brasil tem despertado para as exportações. A tecnologia na comunicação entre países facilitou os negócios no mundo globalizado. As exportações tem sido uma aposta dos empresários brasileiros nos últimos anos para inserir o País no comércio internacional definitivamente. Além disso, exportar é uma alternativa para minimizar os impactos da crise econômica que o País atravessa, ocupando a capacidade produtiva, elevando a qualidade e inovação das empresas aqui instaladas.

Segundo divulgação do MDIC (Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio), as exportações brasileiras cresceram 19% nos seis primeiros meses do ano em relação ao mesmo período de 2016. No ano, as exportações totalizam US$ 103,081 bilhões e as importações, US$ 68,722 bilhões, com superávit de US$ 34,359 bilhões.

O caminho da internacionalização está tornando as empresas brasileiras mais atentas às exigências do mercado externo, o que tem obrigado o empresariado investir em mais tecnologia para aumento da produtividade e qualidade do produto final. Além de todo investimento feito, é fundamental que sejam aproveitados todos os incentivos fiscais disponibilizados pelo Governo aos exportadores, sem os quais se perde muito em termos de competitividade. Na prática, isso significa tornar a operação brasileira mais atrativa para novos mercados, já que é possível reduzir uma boa parcela dos custos nas exportações.

Enquanto o mercado brasileiro possui pouco mais de 200 milhões de consumidores, o mercado global ultrapassa 7 bilhões, tornando muito mais atrativo exportar. Para competir em pé de igualdade com outros países mais globalizados, a produção brasileira tem que ser muito mais competitiva e, neste cenário, a redução dos custos deixa de ser uma estratégia e passa a ser uma questão de sobrevivência.

Essa redução da carga tributária ajuda a minimizar o efeito do denominado Custo Brasil, tornando o produto fabricado aqui mais equiparado em termos de preço ao dos concorrentes externos, permitindo desta forma conquistar uma fatia maior do mercado.

Enquanto na venda ao mercado externo o exportador goza de imunidade de pagamento do Imposto de Produtos Industrializados (IPI) e fica isento da incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), nas compras dos insumos para a produção, sejam estes nacionais ou importados, há toda uma taxação de tributos federais e estaduais cuja desoneração só ocorrerá de forma adequada se a empresa utilizar corretamente os regimes especiais disponibilizados.

Mas, quais são esses regimes afinal?

Ao longo dos anos o Governo foi desenvolvendo legislações específicas que procuram remediar a complexa legislação tributária brasileira, cujo objetivo é criar mecanismos que permitam ao exportar não “exportar” impostos. Dentre os vários regimes destacam-se o Drawback para uso geral das empresas, os entrepostos aduaneiros como Recof, Recap, Repetro cuja finalidade é mais específica para empresas de maior porte ou de segmentos específicos. Também temos legislação específica como a que trata empresas predominantemente exportadoras. Mais recentemente o governo instituiu um prêmio exportação denominado Reintegra cuja finalidade é devolver uma parcela dos impostos cobrados na cadeia de fornecimento dos produtos exportados. Além destes mecanismos que são comuns em outros países, temos outros programas como o INOVAR-AUTO que foi criado para incentivar a indústria automotiva local. Este programa vem sendo duramente criticado no âmbito da OMC, sendo que o Brasil terá que rever o mesmo a partir de 2017.

Como pode ser visto, temos inúmeros regimes, programas, leis e mecanismos que ajudam o exportador a ser mais competitivo, porém os benefícios ainda são subutilizados por falta, talvez, de uma gestão tributária eficiente. Uma análise bem-feita pode indicar o caminho para o melhor aproveitamento dos regimes para benefícios do exportador e ir além, estendendo esses benefícios por toda a sua cadeia produtiva. Sim, isso é possível.

Antes de sair usando determinado benefício a empresa precisa saber exatamente onde quer chegar. Somente um estudo apurado, realizado por especialistas, pode desenvolver um projeto para beneficiar a empresa e reduzir seus custos de produção diretos e indiretos. Aí está um ponto de atenção. Esse estudo deve incluir não só a empresa propriamente dita, mas toda a sua cadeia de valor.

Por exemplo, quando sua empresa fornece peças, componentes e serviços para integrar um produto que será exportado pelo seu cliente, isso também é uma exportação que pode ser beneficiada pela redução de impostos em parceria com seu cliente. Ou seja, os benefícios não atingem somente a empresa exportadora, estes ultrapassam seus portões e se estendem pela cadeia produtiva.

É o caso do Drawback Intermediário, um regime aduaneiro especial criado com este objetivo específico, que pode trazer uma redução dos impostos pagos pelo fornecedor nas compras dos insumos utilizados nos componentes que serão incorporados nos produtos exportados do seu cliente.

Estudos da Becomex apontam que existem mais de R$ 300 milhões em créditos a serem recuperados somente no setor automotivo por meio do Drawback Intermediário. Este valor considera as exportações de 2015-2016 e deverá crescer em virtude do aumento do volume de exportações do segmento. Ainda assim, apesar do enorme valor a ser reduzido, a complexidade da operação de recuperação acaba desmotivando as empresas a solicitar os benefícios, exigindo muito conhecimento, paciência e empenho para tornar viável a redução.

Outro regime denominado Reintegra também previa uma devolução de valores na ordem de R$ 19 bilhões. Mas, mesmo em tempos de crise, deste valor apenas metade (R$ 9,5 bilhões) foi resgatada até o final do ano passado. A outra metade ainda está lá na Receita, esperando as empresas exportadoras requisitarem algo que tem direito.

Finalmente, mais recentemente o Governo repaginou o RECOF, Regime de Entreposto Industrial sob Controle Aduaneiro Informatizado, criando uma nova modalidade denominada RECOF SPED. Esta mudança veio sintonizada com os avanços dos controles implementados pela Receita Federal como o SPED FISCAL e BLOCO K, devendo se tornar nos próximos anos um dos regimes mais utilizados pelas empresas. Por enquanto ainda há muita dúvida no mercado sobre os mecanismos de controle e gestão que serão exigidos pela fiscalização uma vez que um dos alicerces do regime, o Bloco K, vem sendo postergado.

Em resumo, não importa qual regime será utilizado pela empresa, o que importa é que seja utilizado de maneira correta, dentro da legislação vigente, de forma consciente, obtendo desta forma um dos poucos diferenciais competitivos que podemos ter. As empresas não podem se dar ao luxo de perder clientes no exterior por não conseguir utilizar os incentivos que estão disponíveis.

Mãos à obra e comecem hoje mesmo a procurar aquilo que melhor atende ao seu negócio.

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Modelos de negócios digitais: o caminho da inovação – Por Alexandre Morais

A agilidade de decisão, a capacidade de inovação e o baixo custo de operação de uma startup combinados à disciplina, expertise e à capacidade de entrega de uma megacorporação. Esse é o principal desafio imposto às organizações atualmente, numa época em que empresas como Uber e Airbnb se destacam, entre outros motivos, por uma efetiva interação B2C, colocando uma pressão significativa sobre os negócios tradicionais de táxis e hotéis.

Nesse cenário, é fundamental que os gestores questionem constantemente o status quo e façam da inovação parte de sua cultura organizacional de forma pragmática. Para companhias bem-sucedidas no passado, pode ser mais difícil enxergar a necessidade de combinar o digital a um modelo tradicional de negócios. O processo exige uma mudança significativa da cultura empresarial, mas é absolutamente viável.

Várias das abordagens por trás das empresas digitais podem ser aplicadas com sucesso às companhias tradicionais para ajudar a acelerar sua transformação digital, por exemplo:

1. As empresas digitais têm bases de custos mais baixas, flexíveis, concentrados unicamente em custos mínimos de material, Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) ou infraestrutura de escritório.

2. As técnicas de negócios digitais permitem a simplificação do negócio. A digitalização e a automação de processos de negócios ajudam a obter mais produtividade, repetibilidade e redução de custos, levando as empresas tradicionais ao próximo nível de excelência operacional e experiência do cliente.

3. As empresas digitais aprendem rapidamente através de uma cultura de tentativa e erro. Enquanto isso, a aversão ao risco dentro das empresas tradicionais pode dificultar a mudança. No cenário atual, as empresas devem se comportar mais como investidores: devem tentar, experimentar, e falhar rapidamente e com frequência.

No entanto, os modelos antigos também têm suas particularidades e vantagens. Muitas interações com clientes digitais dependem de cadeias de fornecimento de ponta a ponta que incorporam relações B2B mais tradicionais, por exemplo. Além disso, os orçamentos de marketing são a grande exceção na comparação de vantagem de custos, já que empresas digitais são mais jovens e muitas vezes o orçamento necessário para publicidade e marketing excede o orçamento da própria implementação e operações.

O futuro será das empresas que combinam capacidades existentes com novas técnicas de negócios digitais

Nos próximos 3 a 5 anos, o equilíbrio empresarial digital/tradicional será enfim estabelecido e palpável aos consumidores, conforme prevê a publicação Journey 2020, desenvolvida pela Comunidade Científica da Atos na Europa. Muitas indústrias tradicionais sofrerão mudanças regulares de fusões e aquisições com startups para manterem o ritmo de inovação; as fontes de dados serão facilmente adquiridas; os algoritmos obterão um novo valor substancial e os dados em si se tornarão cada vez mais uma commodity.

Apenas fornecer o melhor serviço não será mais suficiente: as empresas deverão fornecer a melhor experiência. À medida que os produtos se transformam em serviços, as empresas de commodities se tornarão ecossistemas totalmente automatizados – desde a negociação até a entrega.

Por causa do digital, estamos apenas a um microssegundo de distância, todo tipo de interação se aproxima de acontecer em tempo real, além da marginalização de custo, que pode chegar a zero em várias frentes de atividade. Portanto, depois de aprimorados os negócios existentes aplicando princípios digitais, o próximo passo natural será inventar e apresentar os próprios serviços digitais, não apenas inovando, mas reinventando modelos de negócio.

Novamente, uma mente aberta é mais do que esperada – É vital.

Alexandre Morais é graduado em Processamento de Dados pela Universidade São Judas Tadeu, e com MBA em Business Management na HEC Paris e Fundação Getúlio Vargas. Atua há mais de 20 anos no setor de Tecnologia da Informação, sendo os últimos seis na empresa Atos América do Sul. Atuou como head de integração de sistemas na Siemens, companhia na qual esteve por 14 anos. Nesta função, foi responsável pelas operações e entregas de integração de sistemas. Atualmente, é head de Transformação Digital e Consulting da Atos América do Sul e SAP da Atos Brasil, sendo responsável pelo gerenciamento de consultoria de TI, incluindo desenvolvimento de negócios, propostas, análise de bid, entregas e profit and loss.

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Startup facilita criação de portfólio profissional na internet

Com tanta inovação disponível, parece que desenvolver um site profissional é tarefa fácil, mas a realidade mostra o contrário. Principalmente para fotógrafos, artistas, freelancers e empreendedores criativos – que precisam de uma página com forte impacto visual para apresentar seu portfólio de forma simples, com rápida atualização e a um preço acessível.

É esta a lacuna no mercado que a startup Alboom (www.alboom.com.br) vem preenchendo desde a sua criação, em 2015. Após diversas tentativas de ter um site profissional que realmente suprisse sua necessidade, veio a ideia de empreender. O famoso fotógrafo de casamento Rafael Bigarelli se uniu a um amigo programador e um publicitário e tornou a Alboom uma das maiores referências em tecnologia web para fotógrafos e autônomos no Brasil, com milhares de clientes.

De acordo com o fotógrafo, é muito importante ter um portfólio profissional estratégico para divulgar o trabalho. “Cerca de 80% dos novos fotógrafos desistem da área por não tratarem a sua atividade como uma empresa. Para o fotógrafo se destacar ele precisa profissionalizar sua atividade e isso tem acontecido cada vez mais com ajuda da tecnologia. Hoje conseguimos fechar mais orçamentos, atualizar as fotos do site pelo celular e estar disponível na minha própria vitrine virtual para captar e fidelizar meus clientes. Além disso, a conexão direta com as redes sociais otimiza todo fluxo de trabalho”, explica.

Criação de Portfólio

A plataforma de criação de sites da Alboom é escalável, na nuvem e com capacidade para armazenar milhares de fotos. Mais de 90% dos clientes da startup são fotógrafos, que conseguem atualizar seu portfólio até pelo celular logo após uma sessão de fotos.

Outra vantagem da plataforma é o algoritmo de ranqueamento em sites de busca, o que ajuda a encontrar o profissional mais facilmente na web. “Hoje a internet é um dos principais canais para atrair novos clientes e a plataforma facilita divulgar o trabalho em diversos meios, como site, redes sociais e mobile”, explica Marcelo Moscato, CEO da Alboom – ex Vice-Presidente da SAP América Latina, com mais de 20 anos na indústria de software – que acaba de chegar ao time.

Super plataforma

Além da criação de sites, a empresa investe em uma “super plataforma”, que integra diversos serviços para ajudar o profissional a crescer. Após atrair o cliente pela web, a Alboom disponibiliza soluções para facilitar o fechamento do negócio. Entre elas, um aplicativo gratuito que será lançado este ano e vai organizar a demanda de serviços, auxiliar na aprovação e seleção dos trabalhos, além da criação de galerias compartilhadas com outros fornecedores. Todo esse processo será extremamente simples, para gerar mais networking e oportunidades de negócios aos usuários.

“Nossa meta é ser a solução que resolve todos os problemas dos fotógrafos e empreendedores criativos, desde engajamento de clientes em diversos canais, divulgação e captação de leads, até a área comercial e financeira”, explica Moscato. Em cinco anos, a empresa pretende chegar a 200 mil usuários e mais de 1 bilhão de fotos armazenadas.

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