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Dez respostas para entender o que é e como funciona o certificado digital

Cada vez mais utilizada, a assinatura online revela a disposição do brasileiro para realizar tarefas sem a necessidade de deslocamento, com maior segurança e custo reduzido. Se, por um lado, o governo vem incentivando o uso da assinatura eletrônica para as empresas e tornando-a uma obrigatoriedade, por outro, os serviços disponíveis relacionados à assinatura online também vêm aumentando gradativamente, tornando o usuário mais receptivo ao uso da tecnologia. “A certificação digital permite abrir contas em bancos, assinar contratos, elaborar procurações, solicitar remotamente cópias de documentos como certidões ou escrituras de imóveis, movimentar o FGTS, retificar imposto de renda, entre uma infinidade de serviços”, afirma o diretor de comunicação da Autoridade Certificadora DOCCLOUD, Renato Teixeira.

Hoje, são mais de sete milhões os certificados digitais válidos. Entre profissionais liberais e empreendedores, o uso da assinatura digital é recorrente. Mas uma parcela da população ainda está distante dessa tecnologia. Para dirimir dúvidas e entender o que é a certificação digital, como ela funciona e como pode trazer benefícios no dia a dia, um guia rápido pode ajudar:

O que é?

O certificado digital é uma identidade eletrônica com dados protegidos por chaves criptografadas que comprovam quem fez uma determinada transação, podendo ser utilizada por empresas e pessoas físicas.

Para que serve o certificado digital?

Para efeito de controle fiscal, o Governo é quem mais incentiva o uso da assinatura eletrônica. No entanto, não é só o Estado que tem benefícios com a adoção da certificação. O certificado digital serve para assinar e enviar documentos remotamente, cumprir com as obrigações fiscais e acessórias, no caso de uma empresa, realizar transações bancárias on-line, entre outras funcionalidades.

Quais os benefícios?

Os benefícios estão relacionados à segurança e celeridade operacionais, além da redução de custos, principalmente relativos a deslocamentos e autenticações. A assinatura digital dispensa o reconhecimento de firmas e como o envio dos documentos pode ser feito remotamente, não há necessidade de gastos com motoboys, por exemplo. Tudo o que é assinado, inclusive e-mails, passa a ter validade jurídica.

Quem precisa?

A certificação digital é obrigatória para empresas do Simples Nacional (SN) com mais de cinco funcionários. Empresas que emitem nota fiscal eletrônica (NF-e) e estão no regime de tributação de lucro real ou lucro presumido também precisam da certificação. Caso a empresa não atenda a obrigatoriedade, fica impedida de declarar as obrigações acessórias e pagar tributos, incorrendo no risco de multa.

Quais os tipos de certificação existentes?

Os certificados diferenciam-se por representar a assinatura digital de um CPF ou de um CNPJ. Podem ser instalados no computador, mantendo vínculo com o hardware (modelo A1) ou podem ser móveis (modelo A3), disponíveis em tokens ou cartões. A validade dos modelos A1 é de um ano. Os modelos A3 podem ter validade de um ano a três anos, dependendo do modelo adquirido.

Quanto custa?

Os custos de aquisição variam de cerca de 100 reais a 500 reais. O certificado e-CPF modelo A3, com validade de três anos, é o mais usado por profissionais de entidades de classe (OAB, Crea) e o e-CNPJ modelo A3, trianual, por empresas.

Como adquirir um certificado digital?

Escolhido o modelo de certificado que satisfaz as necessidades da pessoa ou empresa junto à Autoridade Certificadora DOCCLOUD (www.doccloud.com.br), é preciso ir até um dos estabelecimentos físicos da rede com os documentos pessoais e/ou empresariais para uma validação presencial. O certificado é emitido no momento da validação.

O profissional contábil pode utilizar seu certificado digital?

Sim, desde que seja feita uma procuração eletrônica dando poderes específicos a ele. É importante ressaltar que qualquer problema com o certificado digital é de responsabilidade de seu titular. Por isso a necessidade de discriminar quais serão as responsabilidades do profissional contábil quanto ao uso do certificado digital da empresa ou profissional liberal.

O que fazer no caso de perda ou roubo do certificado digital?

A primeira coisa a fazer é solicitar a revogação do certificado digital. Isso pode ser feito pessoalmente, em um estabelecimento físico, por carta ou e-mail (no site da DOCCLOUD). O processo de revogação do Certificado Digital é definitivo e uma vez realizado não é possível reverter, sendo necessária uma nova validação presencial.

Há outras razões para cancelar o certificado digital?

Sim. É necessário revogar o certificado quando houver alterações nos dados da pessoa física ou jurídica. A mudança da razão social de uma empresa ou de nome da pessoa física depois de um divórcio, por exemplo, requer revogação do certificado. A revogação também será necessária se houver esquecimento ou bloqueio de senha do cartão ou token e suspeita de acesso indevido, com comprometimento da chave privada.

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Google dá desconto de 30% em seu pacote de aplicativos para trabalhar na nuvem

Promoção é válida apenas para novos clientes e por prazo limitado

Boa parte da magia tecnológica que sustenta a produtividade e a colaboração dentro do Google acontece dentro dos aplicativos que são usados pelos seus quase 65 mil funcionários diariamente. É essa mesma tecnologia que o Google oferece para pequenas e médias empresas no mundo todo com seu pacote de Google Apps for Work.

A partir de hoje, os empreendedores brasileiros poderão contratar esse serviço com um desconto de 30% no preço original do plano básico, pagando apenas 3,50 dólares por funcionário/mês, durante 12 meses. Isso representa uma economia de 360 dólares em um ano para empresa com 20 funcionários.

O empreendedor que fizer a assinatura terá direito a:

• email profissional com domínio próprio e a mesma tecnologia do Gmail;
• armazenamento online com o Drive;
• calendários compartilhados;
• ferramentas para videoconferências; e
• todos os aplicativos de edição que uma empresa necessita, como Documentos, Planilhas e Slides.

É possível acessar de forma segura a todos os serviços e arquivos de trabalho a partir do computador, tablet ou celular das plataformas Android, iOS e BlackBerry. Como os aplicativos funcionam na nuvem, é possível se manter produtivo a partir de qualquer lugar, seja esperando aeroporto, preso no trânsito dentro de um táxi ou do conforto de casa.

Disponível 99,9% do tempo, sem períodos de inatividade programada e com suporte 24 horas por dia, sete dias da semana, Google Apps for Work proporciona às PMEs toda a segurança e respaldo necessários. Além dos ganhos de produtividade advindos da colaboração e mobilidade proporcionados pelas ferramentas do Google, estudos da Deloitte apontam que empresas que utilizam ferramentas online crescem mais rápido que as competidoras.

“O objetivo desta promoção é tornar o produto ainda mais acessível às PMEs brasileiras e permitir que elas usem a tecnologia para aumentar sua produtividade, além de reduzir custos, claro, em um momento de crise econômica. Isso vai possibilitar que as empresas foquem no que importa que é inovar e crescer”, explica Izabelle Macedo, diretora de marketing do Google Apps for Work.

Para contratar o serviço, basta acessar este site, seguir os cinco passos necessário para criar uma conta e informar um cartão de crédito internacional para fazer o faturamento. A promoção é válida apenas para clientes novos, com empresa aberta no Brasil, e para os 99 primeiros funcionários registrados.

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Valores aplicados em projeto de financiamento coletivo não ativado devem ser devolvidos

Por Vinicius Maximiliano Carneiro

Outro ponto que não poderíamos deixar de lado em relação ao financiamento coletivo, são os projetos que não atingem o número mínimo de apoiadores para serem financiados, além de fazermos algumas reflexões sobre o formato adotado pelos sites na “devolução” dos valores enviados a esses projetos.

Assim, se admitirmos que os valores enviados pelos apoiadores aos projetos que não foram ativados, permanecem em poder do site, tecnicamente esses valores se tornam faturamento do site. Os argumentos atinentes à devolução trataremos mais a frente, mas nesse ponto vamos falar somente do fluxo financeiro.

Inegável perceber que a transferência dos valores para os sites, por parte dos sistemas de pagamento, é operação financeira acobertada, em tese, pelo contrato existente entre site e sistema de pagamento, como meio facilitador da atividade fim do site, que é a intermediação de negócios. Como estamos falando dos projetos não financiados, o site em si fatura (em tese), mesmo que o projeto não decole.

Do outro lado, os sites divulgam uma política de devolução dos valores em forma de crédito, daqueles projetos que não foram ativados, para que o apoiador possa usar em um outro projeto do mesmo site, o valor então já repassado. Aqui precisamos analisar alguns detalhes especiais.

A figura do crédito, pela legislação brasileira, comporta diversas interpretações. Na prática, se entendermos que a relação entre o apoiador e o site é de consumo (em razão da prestação do serviço de intermediação), esse condicionamento de uso dentro do próprio site se mostra abusiva. Se analisarmos sob o prisma comercial, a iniciativa é meramente de marketing, por se tratar de um processo “forçado” de fidelidade.

O maior problema aqui está nos casos em que o apoiador quer a devolução efetiva do dinheiro pago, seja porque não quer mais apoiar nenhum projeto, seja porque não aceita esse condicionamento, haja vista que ele não sabe quando pode aparecer outro projeto que lhe interesse nos mesmos moldes ou valores. E nesse caso, a maioria dos sites condiciona ao apoiador que abra uma conta dentro de um sistema de pagamentos online, para, ARCANDO COM OS CUSTOS DESSE SISTEMA, receba o reembolso dos valores. Só que, justamente em razão desses custos, o valor recuperado não será o valor pago.

Outro problema: imaginemos que um site esteja a pleno vapor, com dezenas de projetos, milhares de apoiadores, mas que a maioria desses projetos não atinja o mínimo para ativação. Digamos ainda que o empreendedor, por algum motivo, sinta-se desmotivado de continuar sua empresa e resolva fechá-la simplesmente. E digamos ainda que eu, apoiei com mil reais um projeto “x” o qual não foi ativado e, portanto eu tenho um crédito. E nesse meio tempo o site simplesmente sai do ar, fecha-se a empresa e meu crédito “cai em descrédito”.

Novamente voltaríamos a necessidade premente de se ter uma contabilidade bem estruturada (e devidamente informada aos órgãos oficiais eletronicamente), a qual viabilizaria ao apoiador demonstrar seu crédito e ter de quem receber. Além disso, em uma contabilidade completa, o próprio site que pretende encerrar suas operações, teria condições em due dilligence de informar ao mercado e aos credores tudo que tem a reembolsar de créditos não utilizados.

Percebam que o assunto é delicado! Alguns meios de pagamento possuem meios de controle para não repassar o valor aos sites sem que o projeto seja ativado. Porém, da mesma forma, esses meios de pagamento retêm esses valores dos apoiadores, aguardando o uso do crédito, ou o processo chamado de “transferência de projetos”, onde o apoiador volta ao site e indica para onde deve ir aquele valor que ele tem disponível.

A coisa não parece tão grave, desde que estejamos falando de pequenos valores. Mas existem diversos projetos na rede onde as cotas de apoio (ou até mesmo chamadas de “patrocínio”) estão na casa dos 20 mil reais por exemplo. Imagine uma empresa ou pessoa na qual o projeto não foi ativado, fique com um crédito de 20 mil para novos projetos? Comercialmente, isso se mostra altamente negativo ao modelo de negócio, apesar de financeiramente atrativo.

O problema é relevante na medida em que o PayPal, um conhecido meio de pagamento, já instituiu políticas específicas fora do Brasil para a conclusão de projetos de crowdfunding em sites dessa natureza, com a preocupação de que, aqueles que sejam ativados, realmente ocorram. Na prática, qualquer escândalo de projetos que arrecadem milhões e simplesmente não gerem nada, cria um grande desconforto comercial, além das dezenas, quando não milhares de operações de devolução (refund) ocasionadas por esse tipo de acontecimento.

Não podemos esquecer ainda que no Brasil, a intenção legislativa está navegando a margem da realidade de algumas empresas do segmento, de maneira que, dependendo da forma adotada, pode acabar estendendo responsabilidades por não execução dos projetos aos sites e aos meios de pagamento, que a bem da verdade, nada tem relação com essa efetividade. Afinal, tanto site quanto meio de pagamento, são custos do idealizados do projeto, sendo este em última instância responsável integral pelo cumprimento daquilo que ele divulga.

Por fim, a legislação do Consumidor no Brasil trata com severidade campanhas que sejam consideradas “enganadoras” ou que levem o consumidor a erro. Você pode até estar se questionando se nesse caso de financiamento coletivo seria uma relação de consumo? Meu entendimento é simples: se o projeto inclui o desenvolvimento e pré-venda e entregue de um produto ou serviço, se aplicaria sim a lei consumidora. Nos demais casos, cada órgão atuante em sua esfera de competência seria cabível de analise, mas no caso de produtos e serviços, o risco de problemas extensivos aos sites é muito grande, seguindo-se a tradição legal brasileira.

Com base nisso, entendemos que a melhor forma de evitar riscos potenciais está no desenvolvimento de uma equipe interna ou terceirizada de auditores especializados na análise de projetos que serão divulgados no site. Posteriormente, aos ativados, acompanhamento do desenvolvimento do projeto. Aos que não foram ativados, implantar uma política simples e eficiente de reembolso e devolução aos financiadores. Simples assim!

*Este artigo é parte integrante do e-book Vinicius Maximiliano Carneiro “Dinheiro na Multidão” – Oportunidades x Burocracia no Crowdfunding Nacional. A obra tem como missão ser a primeira do segmento no país, destacando-se pela objetividade, pelos detalhes práticos e pela análise concisa de uma inovação financeiramente incomparável. Para ler na integra, acesse http://viniciuscarneiro.adv.br/. Quem se cadastrar no site, gratuitamente, receberá informações sobre o mercado de crowdfunding e conferir vídeos explicando todo o funcionamento burocrático de uma transação de crowdfunding.

Sobre Vinicius Maximiliano Carneiro

O autor é advogado e escritor. Com MBA em Direito Empresarial pela FGV, é Especialista em Direito Eletrônico pela PUC/MG, atuou como advogado de Propriedade Intelectual no Brasil para a Motion Picture Association (MPA), Associação de Defesa da Propriedade Intelectual (ADEPI) e também para a União Brasileira de Vídeo (UBV). Foi gestor de projetos especiais na Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) – e da Business Software Alliance (BSA). Também ocupou lugar na Comissão de Mercado de Capitais e Governança Corporativa da OAB/SP. Focado no mercado de financiamento coletivo nacional, apaixonado por Internet, novos mercados e Economia Digital, agora Vinicius se lança no mercado editorial com a obra “Dinheiro na Multidão” –Oportunidades x Burocracia no Crowdfunding Nacional.

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Parceria entre Huawei e Qualityware aposta em oferta de Data Center modular e em contêiner no sul do Brasil

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Mercado corporativo é alvo das empresas, que focam em soluções de infraestrutura de TI

Como em todas as áreas da Tecnologia da Informação e Comunicações, a infraestrutura de TI avança para atender a demandas por projetos mais ágeis e com implantações em prazos mais curtos. Para acompanhar o cenário de transformação digital dos negócios, as empresas buscam soluções que fiquem rapidamente disponíveis para colaboradores e clientes.

Essa é a aposta da empresa curitibana Qualityware ao firmar parceria com a gigante chinesa Huawei. Para Marcelo Piuma, diretor de marketing da Qualityware, o data center modular ou em contêiner, atende justamente essa nova demanda: “As obras convencionais podem durar mais de um ano e correm até o risco de ficar obsoletas quando prontas. Agora, é possível entregar muita velocidade na instalação e na operação em pouco tempo”.

Rômulo Horta, diretor de marketing da Huwaei, explica que a parceria com a Qualityware, no sul do Brasil, favorece a percepção regional da imagem da empresa como referência no fornecimento de soluções para projetos que demandam convergência de TI e Comunicações não só para operadoras de telecom e em produtos para o consumidor final, mas, principalmente, no segmento corporativo, combinando serviços e armazenamento robustos com preços mais competitivos. “Quem já possui legado de tecnologia está buscando eficiência nos investimentos. E o custo geral da tecnologia Huwaei é mais interessante”, ressalta Rômulo.

Para reforçar o interesse pelo sul do Brasil, a Huwaei formalizou, recentemente, uma cooperação institucional com a Prefeitura de Curitiba e o Instituto Smart City Business para apresentar produtos e ideias de projetos de cidades inteligentes.

Rômulo Horta também destaca os investimentos em inovação da Huwaei: “A empresa foi a que mais aplicou patentes no mundo em 2015 e traz o que há de mais moderno para o Brasil”.

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Gera planeja acelerar expansão com apoio de novos investidores

Alencar de Carvalho e Fábio Piastrelli, sócios da Gera

Alencar de Carvalho e Fábio Piastrelli, sócios da Gera

A Gera, líder em soluções na nuvem para o mercado de venda direta e omnichannel, está analisando potenciais parcerias que agreguem expertise, apoio estratégico e contribuam para acelerar a sua expansão nos mercados nacional e internacional. Para assessorá-la neste processo, a empresa contará com a assessoria do banco Credit Suisse Hedging-Griffo. A companhia, que já vinha sendo abordada por fundos de investimento, pretende tomar esta decisão estratégica já no segundo semestre de 2016.

Com uma solução embarcada em um modelo de negócio 100% cloud e comercializada no formato SaaS (software como serviço), capaz de gerenciar operações de venda direta e omnichannel, a Gera destaca-se por seu potencial de mercado no Brasil e América Latina. Presente em sete países da região, a Gera responde atualmente por cerca de 12% do market share de soluções para o mercado de vendas diretas do Brasil e 3% da região latino-americana (fonte: Gera). Mercado esse que, mesmo com o cenário econômico desfavorável, continua em pleno crescimento. Em 2015, o mercado mundial cresceu 7,7% e a América Latina registrou um incremento de 4,4% (receita em dólares no mesmo período). O Brasil destaca-se como o sexto maior mercado no ranking mundial da WFDSA (World Federation of Direct Selling Associations), com 5% de participação e mais de 4,6 milhões de revendedores.

Por meio do GeraSGI, mais de 1,6 milhão de revendedores são gerenciados, 217 mil pedidos são processados diariamente e mais de 70 milhões de produtos são distribuídos por mês. Em 2015, a plataforma emitiu o equivalente a US$ 2 bilhões de faturamento para seus clientes.

De acordo com os sócios Fábio Piastrelli e Alencar de Carvalho, após crescimento acelerado nos últimos anos, a partir desse ano, a companhia irá aumentar o investimento em inovação e na expansão para novos mercados. “Nossa previsão é crescer três vezes até 2020 e tornar nossa plataforma a melhor ferramenta para a gestão comercial das Américas”, ressalta Piastrelli. Para alcançar as ambiciosas metas, a Gera traçou um plano de internacionalização com foco na América Latina, e planeja atingir 30% de market share em número de revendedores em 2020.

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Braspag e Cielo apresentam primeira solução brasileira de IoT para compras no Fórum E-commerce Brasil 2016

A tecnologia, que permite realizar compras por meio de botão conectado, estará em demonstração durante todo o evento

A Cielo, empresa de tecnologia e serviços para o varejo, líder em pagamentos eletrônicos na América Latina, e a Braspag, empresa do grupo Cielo, fazem demonstração da primeira tecnologia brasileira de Internet of Things voltada para o comércio eletrônico durante o Fórum E-commerce Brasil 2016, principal evento do setor da América Latina e o terceiro maior evento de comércio eletrônico do mundo, de acordo com a Forrester Research, que acontece em 26 e 27 de julho, em São Paulo.

Lançada neste ano e ainda em fase de testes, a solução funciona como um botão conectado que permite realizar compras a partir de qualquer objeto com apenas um clique e sem sair de casa, incorporando o conceito de Internet das Coisas (IoT).

A tecnologia estará em demonstração durante todo o evento no estande da Braspag. A partir do segundo semestre, o botão conectado entra em piloto com cerca de 100 consumidores cariocas da Organomix, empresa distribuidora de produtos orgânicos. Até o final do ano, estará disponível para todo o mercado brasileiro, podendo ser disponibilizada por meio de botão físico ou aplicativo para smartphone.

Fórum E-commerce Brasil 2016

Quando: 26 e 27 de julho (terça e quarta)
Das 9h às 20h
Onde: Transamérica Expo Center
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Halls C e D – Santo Amaro, São Paulo – SP
Informações: www.ecommercebrasil.com.br/forum2016/

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Professor também precisa saber usar tecnologias

Por Pavlos Dias*

O blended learning, conhecido no Brasil como ensino semipresencial ou híbrido, não é uma novidade. Usado há quase 20 anos, o termo foi ouvido pela primeira vez foi no mundo corporativo para definir um tipo de curso que permitia a trabalhadores continuarem seus estudos sem prejudicar a rotina. Com a popularização no Ensino Superior, por trazer a mesma flexibilidade para a educação – de profissionais que podem continuar estudando, ou de estudantes que podem trabalhar –, o semipresencial está presente em diversas instituições de ensino brasileiras.

Misturar o EaD com encontros presenciais trouxe uma nova experiência para estudantes, principalmente no que se refere à qualidade da educação. E é comprovado: o semipresencial traz resultados mais efetivos que o tradicional. Um estudo conduzido pela Atilim University, em 2015, na Turquia, com um grupo de 110 estudantes mostrou isso. Os estudantes realizaram as aulas de Introdução a Computação no presencial e online e disseram ter aprendido mais no EAD, por causa do compartilhamento de informações nos fóruns, vídeos e imagens que apoiavam os exercícios facilitavam a retenção do conteúdo. Diferente do presencial, em que o professor expõe o conteúdo, fomenta uma discussão (em que nem todos precisam participar) e os alunos vão para casa pesquisar e fazer seus trabalhos, no EAD, o estudante acessa o material em qualquer hora e lugar, e do mesmo modo, inicia seus trabalhos e projetos; além de ter mais interação com o educador. No entanto, por melhor que seja o curso a distância, ainda é preciso vencer os preconceitos sobre a qualidade dos cursos, conteúdos e docentes.

Cada vez mais as instituições brasileiras oferecem cursos na modalidade para atender um gap da sociedade – de pessoas que moram longe das universidades, trabalham em horário comercial, têm família, e dispõem de horários alternativos para se dedicar aos estudos. Além disso, as instituições conseguem centralizar o ensino no estudante, promover debates no ambiente online, e os alunos podem seguir o próprio ritmo de estudos. Diferente do presencial, onde as aulas acontecem no horário marcado e a aprendizagem é mensurada pelo desempenho do grupo e não do indivíduo, o EAD permite acompanhar de perto o desenvolvimento do aluno. Mas, para que os resultados aconteçam, o professor/tutor precisa ter familiaridade com novas tecnologias para estar mais próximo do estudante.

O Ensino a Distância traz um debate amplo sobre a necessidade contínua de qualificação do corpo docente. Quando se fala em adoção de Tecnologias da Informação para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o treinamento de professores precisa ser visto como uma necessidade tão comum quanto a especialização dele na sua área de atuação. Afinal, eles serão a vitrine do investimento da instituição no ambiente virtual de aprendizagem, e, se souberem usar bem a tecnologia, os alunos também serão motivados a fazer o mesmo. Gerando, assim, resultados reais de aprendizagem.

Não tem como fugir de tecnologia quando se fala em EaD – seja 100% online ou híbrido. E, embora as instituições de ensino tenham um papel fundamental em oferecer capacitação, o corpo docente também pode tomar algumas iniciativas para investir na própria aprendizagem sem depender 100% da instituição de ensino. Alguns exemplos são os cursos online, formação de grupos de estudos com colegas mais ‘heavy users’, e leituras sobre como integrar as TICs com as novas metodologias ativas de aprendizagem.

Por fim, é preciso ressaltar que o docente tem um papel fundamental na educação a distância, e não é só de mediar discussões e compartilhar conteúdos, mas de enxergar o estudante como um indivíduo que tem dúvidas, certezas e incertezas. Por isso, o seu papel não será substituído pela máquina, pelo contrário. Da mesma forma que quadro negro e o livro complementaram o seu papel em sala de aula, a tecnologia fará o mesmo. E, ela precisa ser enxergada como um meio de trazer qualidade à educação, que é a ponte para a conquista de objetivos profissionais e pessoais dos alunos.

Pavlos Dias é Gerente Nacional da Blackboard Brasil

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Seis passos para alcançar seu cliente via mobile

Veja as dicas dos especialistas da Serasa Experian Marketing Services para uma estratégia de marketing assertiva. 35% dos acessos às lojas virtuais são via smartphone ou tablet

O uso de dispositivos mobile cresce em ritmo acelerado no mundo inteiro. Mais do que facilitar a comunicação e nos manter conectados 24 horas por dia, os dispositivos móveis revolucionaram a forma de fazer negócios.

Estudos recentes nos Estados Unidos (UPS Pulse of the Online Shopper) mostram que as compras online já superaram as compras em lojas físicas e, além disso, 77% dos usuários de aparelhos móveis têm usado seus dispositivos durante o processo de compras. No Brasil, de acordo com o relatório Webshoppers, do E-bit, 35% dos acessos a lojas virtuais em 2015 foi via mobile. Ou seja, mais de um terço do tempo em que visitam um e-commerce, esses consumidores o fazem por um dispositivo móvel. Em dezembro de 2015, 14% do volume de compras em lojas virtuais foi feito por um smartphone ou tablet.

Para o gerente da Serasa Experian Marketing Services, Fernando Rosolem, entender as necessidades dos clientes é o maior desafio do marketing. “O marketing em canais como tablets e smartphones oferece oportunidades únicas, já que normalmente este é um momento de total atenção do usuário, onde ele está em busca de entretenimento, informação ou serviço”.

Especialistas da Serasa Experian Marketing Services elegeram seis dicas para uma estratégia de mobile marketing assertiva:

1) Design responsivo: hoje em dia é esperado pelos consumidores que a experiência no computador/notebook, tablet e celular sejam igualmente agradáveis e fluídas. Independentemente do dispositivo que seu cliente esteja utilizando, o site deve se adequar ao tamanho da tela, e não o contrário;

2) Identificação: apesar de navegar em diferentes dispositivos, a transição entre esses canais deve ser orgânica para o consumidor. Ou seja: quanto mais integradas forem as plataformas, maiores as chances de reter e fidelizar aquele cliente. Se o seu consumidor comprou uma televisão na loja física, quando ele fizer login no seu site já espera que o seu sistema tenha aquela informação. E lhe ofereça, por exemplo, acessórios para integrar o ambiente em que instalou sua televisão, e não um novo aparelho igual ao que ele acaba de adquirir;

3) Personalização: com as tecnologias disponíveis é possível criar um conteúdo específico para cada um dos consumidores. Quanto mais informações você tiver sobre aquele cliente, mais assertiva será sua comunicação. Hoje em dia, existem ferramentas que auxiliam na segmentação da audiência, que garantem oferecer o produto certo, na hora – e no device – certos para cada consumidor;

4) Redes Sociais: o acesso às redes sociais via mobile é cada vez maior. Algumas redes, como Instagram e Snapchat são de uso exclusivo em smartphones. Por isso, a presença digital nestes canais é essencial para falar e atrair o consumidor para o seu site e também para que ele compartilhe com seus amigos/seguidores sobre a experiência com sua marca;

5) SEO: Assim como nos desktops, o Google é a principal ferramenta de busca por informações. Por isso é necessário trabalhar o SEO do seu site também para as buscas por mobile. Palavras-chave para a mesma busca podem variar de acordo com o dispositivo utilizado, por isso a estratégia de SEO deve ser dedicada para este tipo de navegação;

6) Publicidade: além da segmentação por comportamento é possível também direcionar a publicidade de acordo com o tipo de aparelho que a pessoa esteja utilizando. Sendo assim, desenvolver uma estratégia própria para cada tipo de device aumenta as chances de atrair o cliente e concluir uma venda.

É importante ter em mente também que a experiência física e a virtual são complementares e igualmente fundamentais para a decisão de compra. Isso porque enquanto estão dentro da loja, assistindo a um comercial na TV ou caminhando por um shopping center, os consumidores utilizam seus dispositivos para consultar e comparar preços, verificar especificações técnicas e checar a reputação da loja e dos produtos.

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Como lidar com a resistência à mudança organizacional

Considerada um dos maiores desafios no engajamento de profissionais, a resistência às mudanças no ambiente organizacional pode desestruturar as relações entre um determinado profissional e sua equipe, ou ainda entre um gestor e outras pessoas da empresa em que trabalha. A resistência pode ser reconhecida por atitudes como críticas imediatas, negação, sabotagem, consentimentos mal intencionados, silêncios e críticas abertas.

De acordo com Ana Pliopas, sócia do Hudson Institute of Coaching no Brasil, “essas atitudes não constroem diálogos. Não há sinergia, e ambientes de medo e desconfiança acabam por aumentar ainda mais a resistência”, explica. Para Ana, um bom modelo para lidar com a resistência que encontramos nas organizações é o apresentado por Rick Mauer em seu livro “Beyond the wall of resistance”. O gestor deve ter curiosidade, estar aberto ao diálogo e atento aos sinais de seu interlocutor para identificar uma das seguintes posturas de resistência à mudança:

1) “Não entendo”. Nesse caso, o profissional não entende os detalhes ou discorda das implicações da mudança. Isso requer que o gestor explicite os pontos positivos da mudança, e antes de falar sobre como ela será implementada, saliente os motivos pelos quais ela deve existir.

2) “Não gosto disso”, que indica o medo do impacto ocasionado pela mudança. Nessa situação, o gestor deve mostrar o potencial para que a equipe se beneficie e ser honesto quanto a possíveis consequências negativas para neutralizar os temores.

3) “Não confio em você”. Essa postura requer que o gestor invista na relação, reestabelecendo laços de confiança entre ele, o funcionário e a empresa. Esse relacionamento se fortalece quando o líder cumpre o que promete e se posiciona aberto a ouvir às ideias de sua equipe.

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Pokémon Go chega ao mercado imobiliário com o VivaReal

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Os brasileiros aguardam ansiosos a febre que tomou conta do mundo, o Pokémon Go. No mercado imobiliário brasileiro, o VivaReal, plataforma digital que conecta imobiliárias, incorporadoras e corretores com consumidores que buscam um imóvel, é a primeira empresa a integrar a experiência de encontrar a casa dos sonhos com o jogo. Ao fazer uma busca no aplicativo, os consumidores poderão ver se perto do imóvel onde querem morar existem Ginásios Pokémons e PokéStops. Ao encontrar esses locais no Pokémon Go, os jogadores podem batalhar e pegar itens que os ajudarão durante o jogo.

“Na hora de comprar um imóvel é comum as pessoas buscarem por locais como parques, hospitais e escolas na vizinhança. Agora o aplicativo do VivaReal possibilita a busca por outros locais, como Ginásios Pokémons e Pokéstops, trazendo a realidade virtual ao mundo real. Esta tendência já acontece em diversas partes do mundo e pode representar uma mudança comportamental na forma como as pessoas se relacionam com a localização na hora de comprar o imóvel”, afirma Mariana Ferronato, Diretora de Marketing do VivaReal. Para ver se a casa ou apartamento é perto de Ginásios Pokémons ou PokéStops, os consumidores precisam apenas entrar no anúncio do imóvel e clicar no mapa de localização. Junto com pontos de interesse como transporte público, parques, museus, farmácias, hospitais, mercados e padarias, aparecerão os Ginásios Pokémons e PokéStops.

Para os profissionais do mercado imobiliário, a novidade pode ajudar na hora de fechar o negócio. Pesquisas feitas pelo VivaReal indicam que metade das pessoas que buscam imóveis procuram via mobile. A localização é um dos fatores que consideram mais relevantes na hora de escolher uma casa ou apartamento. Só perde para o preço. Imóveis com o endereço completo geram 83% a mais de contatos. “Os corretores e construtoras devem ficar atentos às novidades como o Pokémon Go. O mercado pode usar o jogo para realizar ações de marketing que chamem a atenção dos consumidores e assim atrair mais interesse aos anúncios”, completa Mariana. Com a novidade do VivaReal, profissionais do mercado imobiliário também adicionaram aos anúncios informações de quantas PokéStops e Ginásios Pokémons existem próximos aos imóveis. A atualização do aplicativo do VivaReal com o filtro Pokémon já está disponível na versão para Android e nos próximos dias será lançada para iOS. Pokémon Go estreará em breve no Brasil.

Veja no vídeo como o VivaReal integrou o Pokémon Go no seu app:

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Avianca Brasil é eleita a companhia aérea mais inovadora do país pelo quarto ano consecutivo

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A Avianca Brasil, membro brasileiro da aliança global Star Alliance, foi eleita pela quarta vez consecutiva a aérea mais inovadora do país, em estudo realizado pela revista Consumidor Moderno e conduzido pela Dom Strategy Partners. A pesquisa “Empresas Mais Inovadoras na Prestação de Serviços ao Cliente no Brasil” avaliou o empenho e o compromisso de empresas em oferecer serviços de qualidade, capazes de superar as expectativas dos seus consumidores.

“Receber esse reconhecimento pela quarta vez respalda nossos investimentos contínuos em novidades que agreguem ainda mais qualidade e valor aos produtos e serviços oferecidos aos clientes”, avaliou Tarcísio Gargioni, vice-presidente da Avianca Brasil.

Segundo o executivo, a inovação é um valor corporativo que pauta diretamente as ações ligadas ao atendimento aos passageiros da empresa. Um exemplo recente é o fato de a Avianca Brasil ter sido a primeira companhia aérea nacional certificada e autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar voos domésticos na Categoria III (A) do sistema de aproximação por instrumentos, que prevê pousos em condições visuais mais restritas.

“Essa inovação reduziu a necessidade de alternarmos ou cancelarmos voos em função do mau tempo, como já ocorreu em junho deste ano, em Guarulhos. Quando mantemos a programação original das operações, garantimos a melhor experiência de viagem aos passageiros, que não precisam descer em outros aeroportos ou enfrentar atrasos ou cancelamentos por meteorologia”, destacou Gargioni.

Foram objeto do estudo as 1.000 maiores empresas do país, em seus diferentes setores, e aquelas com maior interação com clientes, analisadas por meio de informações primárias (como press releases, relatórios ao mercado, informações para investidores) e secundárias (reportagens da imprensa, estudos e pesquisas publicadas nos últimos 12 meses).

Durante três meses, a Avianca Brasil foi submetida a um processo de apuração e análise de critérios como oferta de produtos e serviços inovadores, qualidade da gestão do relacionamento com o cliente, colaboração e interação online, sustentabilidade, mobilidade e tecnologias. A companhia aérea se destacou, principalmente, em três itens: serviços de valor agregado, proposta e disponibilidade.

Para Roberto Meir, especialista internacional em relações de consumo e varejo e CEO do Grupo Padrão, a eleição da Avianca Brasil demonstra o acerto da estratégia da companhia em sua proposta. “O fato é que a empresa se destacou pela qualidade e atenção ao passageiro. O título atesta a precisão e o acerto da proposta de valor da instituição. Neste momento extremamente desafiador de nossa economia, é gratificante poder reconhecer quem se preocupa em inovar e aprimorar a qualidade dos serviços prestados aos consumidores”.

A pesquisa “Empresas Mais Inovadoras na Prestação de Serviços ao Cliente no Brasil”, realizada há seis anos, foi publicada na íntegra esta semana na revista Consumidor Moderno.

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Ecritel participa do Fórum E-commerce Brasil 2016

A Ecritel, líder em serviços de hospedagem gerenciada, web performance e segurança para e-commerce, participa pela primeira vez do Fórum E-commerce Brasil, evento que acontece no Transamérica Expo Center, nos dias 26 e 27 de julho.

Com 30 anos de experiência e presença em quatro continentes: América do Norte, Europa, Ásia e América do Sul, a Ecritel oferece infraestrutura global para as necessidades dos clientes – no Brasil a empresa foi fundada em 2011. Possui 10 data centers localizados estrategicamente em todo o mundo. Os centros de dados estão em Nova York (EUA), Montreal (Canadá), Paris (França), Xangai (China), Hong Kong (China) e São Paulo (Brasil).

No evento, a Ecritel apresentará o seu portfólio de serviços para rede, performance, serviços gerenciados e segurança. “Podemos hospedar qualquer solução de e-commerce. Mais de US$ 4 bilhões de transações são processadas através da nossa infraestrutura por ano”, diz Alexandre Salmon, fundador e sócio da Ecritel do Brasil.

Entre os clientes da Ecritel no Brasil estão empresas como: Arezzo, DPaschoal, Cantu, Carrefour, Hering, Leroy Merlin, Decathlon, O Boticário.

Evento: Fórum E-commerce Brasil 2016

Data: 26 e 27 de julho
Local: Transamérica Expo Center (Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – SP)
Inscrições e mais informações: https://www.ecommercebrasil.com.br/forum2016

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Startup seleciona passagens aéreas até 65% mais baratas

Após o sucesso do Baixou, Patrick Nogueira lança site que promete ajudar o consumidor a viajar com economia

A plataforma inovadora lançada recentemente, PassagensAéreas.com.br, promete mudar a forma de encontrar promoções de passagens para diversos destinos, e fazer com que o viajante economize até 65%.

Anteriormente, Patrick Nogueira foi o responsável por uma outra grande inovação online, o site Baixou, que encontra os preços mais baratos de diversos produtos.

A nova Startup surgiu com o desenvolvimento de um algoritmo que interage com as informações dos bancos de dados das principais companhias aéreas do mundo, capaz de selecionar as melhores promoções. “A economia é real e baseada nas informações das próprias companhias aéreas”, explica o CEO da empresa.

Além de buscar no próprio site, o usuário pode se cadastrar e receber por e-mail os destinos mais baratos, saindo das principais cidades do país e com opção de diversas datas. Além disso, as ofertas já são apresentadas na moeda Real, facilitando para o consumidor no cálculo dos gastos com a viagem.

Inovação promete aquecer mercado

Em um cenário de crise, economizar na compra de passagens aéreas faz com que mais pessoas viajem, mantendo o mercado mais aquecido. “Antes de desenvolver essa plataforma, eu viajava uma vez por ano. Agora viajo três vezes com o mesmo valor”, revela Patrick Nogueira, que descobriu esse método “por acaso” e hoje trabalha para levar essa economia a outras pessoas.

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Estratégia e execução devem andar de mãos dadas

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Por Luiz Melo

Um artigo que me chamou muito a atenção, escrito por Stephen Kanitz, em 1998, intitulado “Iniciativa e o poder da acabativa”, dizia que para o Brasil começar a dar certo seria preciso procurar valorizar mais os brasileiros com a capacidade de implantar ideias. Era uma reflexão sobre as pessoas com capacidade de gerar ideias (iniciativa), mas que quando o assunto era implantá-las (acabativa) suas limitações vinham à tona. E isso nunca esteve tão atual no cenário brasileiro.

Tomaria a liberdade ainda, de fazer algumas inserções que ajudariam a deixá-lo um pouco mais realista. É fato que sobram “pensadores” nas empresas e que estes ficam pouco à vontade quando o assunto é colocar a mão na massa, pois o trabalho do fazer, relegado ao segundo escalão das empresas, é considerado um trabalho menos nobre do que o trabalho do pensar. Via de regra, sabe-se muito sobre a criação da estratégia, mas muito pouco sobre o seu real funcionamento.

Já trabalhei em empresas em que constatei que haviam sido gastos algumas centenas de milhares de reais com consultorias preocupadas em focar na revisão da estratégia, posicionamento, missão, visão, valores, em realizar convenções com apelos motivacionais, mas que praticamente nada havia deixado de legado de como implantar a estratégia que eles mesmos haviam redesenhado.

Na verdade não é uma crítica às consultorias, mas apenas uma constatação de como parece ser difícil escrever as páginas do livro dedicadas à ação do como se deve executar aquilo que se fala ou se escreve. Observei por lá que havia muito pensamento abstrato e praticamente nada dedicado à parte que une a implantação ao processo contínuo de monitoramento da implantação da estratégia. Se execução é essencial para o sucesso, por que as organizações não dedicam tempo suficiente quando se trata em desenvolver uma abordagem pragmática que as conduzam na direção de resultados estratégicos importantes?

Um planejamento frágil gera um processo de implantação frágil. A execução de uma estratégia e de um planejamento insuficientes são a garantia de que o resultado final será desastroso. Parte dessa história, com o fim já conhecido no início, pode ser atribuída ao vicio intrínseco de se pensar estratégia, planejamento e execução como partes e não como a própria essência do trabalho. É até mesmo comum em certas empresas uma forte cultura da departamentalização; ou seja, cada um em sua caixinha num processo que combina má comunicação com mau gerenciamento da implantação.

A má comunicação começa com a cúpula da empresa, que se incumbe em formular a estratégia e repassá-la adiante em um processo contínuo de repasses para os departamentos envolvidos na implantação. E como executar não é algo que os pensadores das empresas estejam acostumados a fazer…

Execução é algo que se aprende na “escola da vida real”, e os caminhos que levam a resultados bem-sucedidos vêm acompanhados de erros e frustrações como disse Lawrence Hrebiniak no livro “Execução – Fazendo a Estratégia Funcionar”.

O saber fazer é algo tão importante quanto o saber pensar e se faz necessário, para o bem dos negócios, que haja uma maior integração dos “fazedores” e dos planejadores com aqueles responsáveis pela formulação da estratégia, pois um projeto que não é aplicável na prática se assemelha muito àquele ditado chinês que diz que “Quem sabe e não faz, no fundo, não sabe”. Muito apropriado para os dias de hoje.

Luiz Melo, especialista em Gestão de Produtos & Supply-Chain e sócio-diretor da 360 Varejo

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SEMRush aponta os 11 erros mais comuns em SEO

A SEMRush, líder global em marketing digital, divulga estudo que aponta os onze erros mais comuns em SEO. A análise foi feita de forma anônima, utilizando a ferramenta Site Audit da SEMrush em mais de 100 mil sites e 450 milhões de páginas.

“Meu objetivo era provar a importância da técnica do monitoramento com uma frequência constante, não apenas avaliações anuais. Para tal, decidimos pesquisar quais seriam os erros mais comuns em todo o website ou em pelo menos uma das páginas do site. E, como esperávamos, os resultados demonstraram a importância de se ter uma avaliação técnica constante nas tabs de SEO do site” afirma Maria Belkina, Product Owner, Site Audit and SEO Ideas da SEMrush.

As principais conclusões do estudo são:

– A questão mais comum que afeta o SEO dos sites é o conteúdo duplicado: encontrado em 50% dos sites analisados pela SEMRush;

– 45% dos sites analisados tem problemas na otimização de imagens;

– Questões de SEO nas páginas dos sites estão entre os erros mais comuns. 35% dos sites tinha tags duplicadas no, e outras questões, tais como tags enormes no título que foram encontrados em 15% dos sites. Em 30% da base analisada tinham páginas com meta descriptions duplicados e 25% dos sites tinha páginas sem meta descriptions.

Para mais detalhes do estudo, acesse a versão completa aqui (em inglês).

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Twitter anuncia novas maneiras de descobrir e assistir transmissões no Periscope

O Twitter anuncia três novas funcionalidades para encontrar e assistir vídeos transmitidos por meio do Periscope, seu aplicativo de transmissão de vídeo ao vivo. Os novos recursos permitem assistir aos melhores momentos já registrados no Periscope, acompanhar transmissões diretamente de Tweets incorporados na web e visualizar automaticamente vídeos em tempo real ao redor do mundo. As novidades estão disponíveis a partir de hoje e contarão com funcionalidades adicionais nas próximas semanas.

Os usuários terão a possibilidade de acessar um carrossel com as transmissões do Periscope em destaque do último dia em seus feeds, sejam elas de qualquer perfil ou melhores momentos de determinadas buscas. Esta novidade gerará automaticamente um breve trailer de cada transmissão. A nova guia de exibições do aplicativo Periscope mostrará automaticamente transmissões ao vivo, em formato maior e mais imersivo, permitindo ao usuário ver instantaneamente o que está acontecendo no mundo.

O lançamento das transmissões incorporadas em Tweets fará com que seja possível assistir vídeos do Periscope em qualquer lugar da web ao incorporar um Tweet com o link da transmissão. Além disso, produtores de conteúdo têm agora a oportunidade de incluir conteúdo de transmissões do Periscope em suas páginas, enquanto os usuários poderão facilmente descobrir e assistir vídeos ao vivo ou replays.

“Temos visto um incrível crescimento do Periscope durante o último ano”, diz o CEO e co-fundador do aplicativo, Kayvon Beykpour. “É difícil acompanhar todo o conteúdo compartilhado por usuários do Periscope ao redor do mundo. Por isso, criamos uma forma de facilitar o acesso aos melhores momentos de cada transmissão gerados automaticamente. Pensando nos produtores e disseminadores de conteúdo, nós também estamos simplificando a incorporação de transmissões em qualquer lugar da web. Muitas vezes vemos matérias citando transmissões específicas com imagens ou gravações manuais. Agora, os editores podem facilmente incorporar os Periscopes apenas ao embedar um Tweet.”

Disponibilidade

A capacidade de assistir a transmissões do Periscope dentro do Twitter ou em Tweets incorporados na web já está disponível. Os melhores momentos das transmissões também já podem ser visualizados nas plataformas Android e iOS. A exibição automática será disponibilizada primeiro na versão do aplicativo para o sistema Android e nas próximas semanas para iOS.

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Empresas precisam investir em tecnologia de proteção contra paralisia de operações e perda de faturamento

Por Francisco Munhoz

É impensável, hoje em dia, qualquer operação de negócio nas empresas que não esteja minimamente relacionada à tecnologia. A forte relação de dependência trouxe melhorias incontáveis, mas também uma questão inquietante: até que ponto as empresas estão preparadas para enfrentar eventualidades e interrupções não planejadas sem que isso coloque em xeque a operação do negócio corporativo e o faturamento da empresa?

Com a facilidade de produzir e compartilhar informações, as empresas estão cada vez mais vulneráveis a vazamentos e perdas de dados. Por parte dos funcionários, é comum comportamentos que colocam em risco os dados e ativos da empresa, como baixar aplicativos não-autorizados, fazer download de músicas, compartilhar senhas, utilizar o computador para acesso a e-mails pessoais.

Por parte das empresas, a gestão da segurança da informação também é precária. Os erros mais comuns são a falta de backup, servidor mantido dentro das instalações físicas da empresa e não na “nuvem”, desproteção da rede wi-fi ou uso de senhas frágeis, como “senha123”.

A falta de investimentos em tecnologia e de uma política de segurança da informação pode colocar em xeque as operações e o faturamento da empresa. Soluções técnicas, que permitem a recuperação de sistemas informatizados, de forma a assegurar que, diante de uma eventualidade, a condição operacional de uma empresa seja restabelecida em um prazo aceitável a suas funções de negócios estão disponíveis no mercado e não podem ser negligenciadas.

Essas soluções levam em conta uma análise de riscos inerentes à própria atividade e a riscos internos, como um curto-circuito, ou externos, a exemplo de distúrbios cíveis, acidentes, alagamentos. A partir disso, avalia-se a probabilidade de ocorrência de um evento inesperado e a vulnerabilidade da empresa. Só então, de forma customizada e de acordo com o tamanho do negócio, são oferecidas soluções preventivas, como um Plano de Continuidade de Negócios (PCN) ou de Recuperação de Desastres, que prevê a sobrevivência às interrupções ou falhas.

O empreendedor não pode tratar a segurança da informação sem o profissionalismo necessário. Afinal, ela representa a própria sobrevivência do negócio. O processo de planejamento e a elaboração de um plano contingencial para evitar prejuízos decorrentes de um incidente inesperado minimizam as perdas e podem ser a diferença entre continuar no mercado ou não.

Francisco Munhoz, consultor da ENW, empresa que oferece o serviço de PCN na cidade de Manaus.

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Dez formas de melhorar a gestão de uma rede varejista

A Bluesoft é pioneira em Sistema de Gestão Integrados para o Varejo na Nuvem, estamos no ar há mais de 14 anos e temos profissionais com mais de 30 anos de experiência no Varejo. Veja 10 formas de melhorar a gestão de sua Rede Varejista, e como a Bluesoft pode te ajudar.

1. Reduzir Drasticamente a Ruptura e Estoque Virtual

Você sabia que o Índice de Ruptura dos Supermercados é maior que 10%? E que o de Estoque Virtual é quase 6%? Numa situação assim, muitas vendas são perdidas, e, por isso, ter um sistema de gestão integrado feito para o varejo é essencial para você implantar processos que diminuam ambos a ruptura e o estoque virtual.

O Bluesoft ERP oferece um módulo completo de Prevenção de Perdas, com o qual você poderá fazer auditoria de presença dos itens na área de venda de suas lojas através de dispositivos móveis, reduzindo assim a ruptura de presença, e corrigindo o estoque virtual.

Com o estoque sempre correto e com nossa sugestão de compra com base da demanda de venda, sua equipe de compras fará um trabalho ainda mais eficiente não deixando mercadorias faltarem e reduzindo assim drasticamente a ruptura de estoque (a venda não acontece porque não há estoque disponível).

2. Comprar melhor e gerir fornecedores

Comprar e Vender é o que faz o coração do varejo bater. É por isso que ao longo de todos esses anos nosso pedido de compra nunca parou de evoluir. Oferecemos para o comprador um painel completo com todas as informações necessárias para a melhor tomada de decisão, desde a sugestão de quantidade e mix a ser comprado, até a formação do preço de venda. Além disso no próprio pedido de compra é possível gerenciar trocas, bonificações, acordos comerciais e muito mais.

3. Reduzir a Quebra de Estoque

É comum que a maior parte do ativo de varejistas esteja no Estoque, por isso é essencial que seja feita uma gestão de estoque eficiente. Com o Bluesoft ERP você poderá realizar contagem de estoque através de dispositivos móveis, e realizar estudos sintéticos e analíticos através de relatórios de investigação para acompanhar as perdas e quebras de seus estoques ao longo do tempo, também identificar os principais focos de quebra, e agir para resolver o problema na raiz. Além disso você vai comparar quebras por categoria, setor de compra e produtos de diferentes períodos e diferentes filiais para encontrar casos que necessitem de investigação.

4. Reduzir Custo de Operação do Financeiro (EDI Bancário e de Cartões)

Através do EDI Bancário sua equipe poderá fazer pagamentos de títulos, realizar transferências (DOC/TED), emitir boletos, pagar tributos e consultar extratos bancários através do Bluesoft ERP. Você poderá centralizar todos as suas contas bancárias no sistema, e não vai mais precisar utilizar o site do seu banco para nada, e seus colaboradores não precisaram mais ter acesso direto à conta corrente.

Através do EDI de Cartões, você poderá consultar diariamente o extrato de transações de cartões de crédito e débito realizados nas suas lojas. Quando todas as vendas do dia forem conciliadas automaticamente e a administradora enviar por EDI o comprovante de depósito, o sistema fará a baixa dos cartões automaticamente para você.

5. Proteção contra Desvios Financeiros e Fraudes

Todos já ouvimos diversas histórias de desvios financeiros, não faz muito tempo que ouvimos de uma empresa que um funcionário desviava o valor exato da guias de PIS/COFINS e deixava de pagar os tributos, para que ninguém notasse a falta desse dinheiro. Tenho certeza que você conhece muitos outros casos como esse. Com o Bluesoft ERP você estará protegido contra esse tipo de cilada, porque você poderá centralizar todas as operações bancárias no sistema e toda as operações financeiras realizadas devem ter com lastro um documento fiscal ou um contrato devidamente autorizado.

6. Cadastro de Produtos e Tributação Atualizados Automaticamente

O Bluesoft ERP é integrado ao Cosmos, uma das maiores bases de dados de produtos do mundo. Com essa integração você poderá reduzir em horas o tempo de cadastro de produtos e inclusão de novos itens em linha, basta informar o GTIN/EAN do produto, e o Bluesoft ERP se conecta ao Cosmos para buscar todas as informações relevantes como descrição, peso, fabricante, marca, NCM, PIS, COFINS, ICMS e até mesmo a foto do produto.

7. Reduzir Custo com TI

Quando você compra uma solução On Premisse (aquelas que você mesmo instala nos seus próprios servidores) há uma série de custos escondidos que você precisa pagar. Além do custo da licença do software que você já conhece, esses custos escondidos podem chegar a representar mais de 90% do custo do seu software On Premisse.

8. Acompanhar as vendas da sua empresa em tempo real

O Sistema Bluesoft ERP é integrado ao Sistema de Frente de Caixa e recebe e apresenta os dados de vendas em tempo real para que você possa acompanhar tudo o que está acontecendo agora em suas lojas a qualquer hora e de qualquer lugar. Através dessas informações você poderá acompanhar em tempo real resultado de ofertas, jornais e promoções e tomar decisões otimizando as vendas do dia.

9. Atender a todas as obrigações Legais e Fiscais do Varejo

Utilizando o Bluesoft ERP sua empresa será um verdadeiro exemplo de Compliance Tributário, você será capaz de gerar em poucos minutos todas as obrigações fiscais municipais, estaduais e federais, desde a emissão de NF-es até a geração de obrigações complexas como SPED ICMS/IPI, SPED Contribuições (PIS/COFINS), SPED ECD, SPED ECF, etc.

Construímos um sistema que consegue lidar com grandes volumes de informações, e por isso, diferente de nossos concorrentes, conseguimos gerar os arquivos de obrigações fiscais como o SPED ICMS/IPI, por exemplo, com milhões de cupons fiscais e itens vendidos em poucos minutos em vez de horas ou dias.

10. Aumentar a Segurança das informações

Sabemos o quando a segurança e controle de dados é importante para o seu negócio. Por isso, a Bluesoft trabalha em parceria com a empresa de Cloud Computing mais respeitada, segura e flexível do mercado, a Amazon Web Services (AWS).

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