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Camila Porto chega do Vale do Silício e reflete: “toda empresa vende, na verdade, um serviço”

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De volta ao Brasil, a especialista em Internet Marketing divide com todos o que aprendeu na viagem, transformando em prática um dos principais aprendizados: prestar serviços

A empreendedora Camila Porto, autora do livro Facebook Ads e especialista em marketing digital, passou uma temporada no Vale do Silício, nos Estados Unidos, onde visitou grandes empresas e participou de apresentações e discussões sobre o mercado digital. A empreendedora, que lança o curso Facebook Ads 2.0 a partir do dia 15 de setembro, no qual já aplicará novos conceitos aprendidos e adequados para a proposta do curso. “Além de trazer as principais tendências atuais, as novas ferramentas e os segredos sobre a segmentação. Estamos muito focados na metodologia do curso e em facilitar ao máximo a absorção pelo cliente, garantindo que ele tenha autonomia para definir estratégias e executar as campanhas na rede social”.

Na bagagem de retorno a especialista trouxe muitos aprendizados, que já está compartilhando com outros empreendedores e profissionais através de suas redes sociais. Entre os principais, destaca uma cultura que é fomentada pelas empresas do Vale: independente do segmento todas as empresas vendem um serviço. “Mesmo vendendo produtos, as marcas precisam estar presentes na vida das pessoas e oferecer uma experiência ao consumidor completa ao consumidor antes, durante e depois da compra. Isso pode ser feito independentemente do tamanho da marca. Uma marca de eletrônicos pode fazer das redes sociais uma forma de atender o cliente o mais rápido possível para consertar ou trocar um produto com defeito”, afirma. “As empresas que fazem parte do Vale do Silício vivem essa cultura e geram um sentimento de fidelização por meio do sentimento de pertencer a um grupo”.

Outra reflexão importante destacada por Camila Porto é a compreensão do poder de impacto de empresas como Google e Facebook na vida das pessoas. “Para trabalhar com o digital, é importante entender a dimensão do alcance das ações, que vão muito além da tela do computador”, analisa. “Precisamos nos questionar o quanto estas grandes empresas mudaram nossas vidas. Lá no Vale do Silício, eles não só sabem disso, como possuem missões empresariais muito ousadas que passam justamente pela ideia de mudar o mundo e as nossas vidas”, explica.

Camila, que já apresentou um webinar para seus seguidores, lembra que nem tudo que é feito nos Estados Unidos precisa ser feito da mesma forma no Brasil. “Todo aprendizado relacionado às redes sociais e à forma como se trabalha por lá pode e deve ser transformado para a realidade brasileira”, destaca a empresária. Por ser uma das poucas mulheres a atuar com ênfase na área do marketing digital, com esta viagem Camila Porto se destaca ainda mais no mercado ao representar a força feminina no meio empresarial brasileiro.

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10 Lições que as startups ensinam para a vida

Muito se fala sobre a cultura de startups e como fazer uma empresa dar certo. Mas o caminho inverso também é válido e pode agregar conhecimentos e práticas valiosas para a vida de quem não está na onda do empreendedorismo, mas gostaria de acelerar seu desenvolvimento. O coordenador geral da Pós-Graduação da Universidade Positivo, de Curitiba (PR), Leandro Henrique Souza, listou alguns conceitos e dicas muito comuns entre a nova geração de empreendedores e que podem ser adaptados para potencializar o sucesso da sua vida pessoal. Confira.

1. Haja rapidamente e quebre paradigmas (move fast and break things)

Esse é o mantra que Mark Zuckerberg, CEO do Facebook prega até hoje. A ideia é que a velocidade da criação é a chave para o sucesso, mesmo que algumas coisas não estejam 100% certas ou ainda precisem de ajustes. É preciso agir rápido, sair na frente e estar em constante movimento para ir em busca do sucesso.

2. Pivotar

O termo vem do inglês – pivot -, que significa girar ou mudar. É bastante usado no mundo de startups e representa a flexibilidade que é preciso ter para mudar a direção, se for preciso. O erro está mais perto do acerto que do fracasso. Pivotar não significa um fracasso, mas sim um ajuste de trajetória e uma nova visão ou perspectiva de algo.

3. Tenha um olhar periférico

Uma boa dica de leitura é o artigo “Restrições são libertadoras”, de Fábio Akita. O argumento do autor é válido não só para o mundo dos negócios, mas também para a vida pessoal. Ficar esperando que surjam melhores opções, um cenário mais promissor ou uma oportunidade melhor não vai levar ninguém a lugar algum. Já o contrário se prova verdadeiro, pois a necessidade é a mãe da inovação e da criatividade.

4. Correr riscos inteligentes

Essa dica é muito simples e direta: arrisque mais! Tente novos projetos, ouse tirar ideias do papel, experimente novos caminhos e maneiras de fazer coisas diferentes. Ao sair da tão falada zona de conforto, você se depara com diferentes necessidades e situações que podem te surpreender. Corra riscos inteligentes. E, afinal de contas, o não você já tem.

5. Empreenda pelas razões certas

Seja significativo. Buscar a solução de um problema ou elevar a qualidade de vida das e não apenas o lucro, com certeza é mais recompensador e pode render até mais financeiramente, pois seu produto ou serviço se venderá sozinho. Além disso, se você conseguir identificar e criar algo que resolva um problema que você tem, com certeza estará ajudando centenas de outras pessoas. Então, ao adotar a filosofia de agir pelas razões certas, o dinheiro acaba sendo uma consequência natural.

6. A boa aleatoriedade

Ver e ser visto, conhecer novas pessoas e interagir são recomendações que trazem benefícios tanto para sua vida pessoal como profissional. Se seu interesse é por inovação, por exemplo, confira os eventos que estão acontecendo em sua cidade e participe. Aproveite para conhecer pessoas que compartilhem do mesmo ideal ou sonho que você, troque ideias e multiplique conhecimento. É aquela velha história: ninguém arruma um novo namorado ficando em casa.

7. Colabore informalmente

Viu um link interessante na internet? Leu uma matéria que pode interessar a alguém? Então envie a informação para a pessoa e colabore com o interesse dela. Isso é chamado de colaboração informal e faz bem, tanto à sua imagem pessoal, quanto à sua rede de amizades e conhecidos, pois você se mostra ser alguém que compartilha informações úteis e significantes para a rede de relacionamentos.

8. Sentimento de urgência

Não deixe nada para depois! É sério! Sempre quis fazer aquele curso de gastronomia? Então faça. Sempre sonhou em aprender como se desenvolve aplicativos para celulares? Então procure uma instituição de ensino e se matricule ou pesquise por conta e seja autodidata, já que as opções são inúmeras. Quem vive a realidade das startups sabe que tempo é importante e vale mais do que dinheiro. Então o importante é não ficar parado acumulando sonhos e deixar as realizações para depois.

9. Seja enxuto

Essa dica vem do conceito de lean startup e envolve a eliminação de desperdícios para maximizar a performance. Ou seja, otimize suas ações para ter o melhor resultado possível, tanto no tempo, como com os recursos e sem perder qualidade. Esse conceito é ideal para quem tem uma meta, mas ainda não tem certeza de como alcançá-la. A sugestão é descrever o passo a passo inicial e aí tentar enxugar e otimizar cada ação. Isso vale para uma empresa, para uma viagem de férias ou para a construção de uma casa.

10. Se permitir – viver a vida fora do escritório

Por fim, depois de tantas dicas, a mensagem final é: permita-se um pouco. Se tem algo que todos podem aprender com a cultura startup é que a vida não acontece somente dentro das paredes de um escritório, durante o horário comercial. Ao afrouxar um pouco as linhas que dividem a vida pessoal e a profissional, pode ser possível aproveitar um pouco mais os dois lados. Ir trabalhar em um café no centro da cidade ou tirar umas horinhas para você durante a semana, já que aquela ideia surgiu no meio do fim de semana e você aproveitou para adiantar o projeto, pode ser uma forma de tirar o melhor proveito das situações.

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Estudo da IDC Brasil revela que mercado de smartphones caiu 13% no segundo trimestre

Apesar da venda de 11.3 milhões de aparelhos inteligentes – aproximadamente 86 por minuto – queda foi de 13% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Cenário piora a cada trimestre e a expectativa é de que em 2015 haja uma retração de 8% em relação a 2014

Entre abril e junho de 2015, mais de 11.3 milhões de smartphones foram vendidos no Brasil – média de 86 por minuto. O volume representa queda de 13% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando mais de 13 milhões de celulares inteligentes foram vendidos. Os dados fazem parte do estudo Mobile Phone Tracker Q2, feito pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Em relação aos feature phones, o levantamento mostra que houve queda de 78%, com 936.725 aparelhos comercializados.

“Os problemas na economia, a inflação acima de 9%, a taxa de desemprego crescente e o índice de confiança do consumidor, que está em um patamar pior do que durante a crise de 2009, são os fatores responsáveis pelo mau desempenho. O cenário piora a cada mês e acredito que não haverá recuperação breve. Em 2015, teremos apenas o primeiro trimestre com alta nas vendas”, afirma Leonardo Munin, analista de pesquisas da IDC Brasil. Segundo ele, a única questão positiva do levantamento é a queda de apenas 7% na receita. “Isso mostra que o consumidor brasileiro não está mais tão sensível aos preços e compra produtos mais caros também. As fabricantes estão investindo e colocando aparelhos cada vez melhores no mercado”, completa Munin. Porém, o analista da IDC Brasil pontua que smartphones melhores têm um ciclo de vida maior, o que também impacta o resultado das vendas.

O estudo revela, ainda, que o estoque em toda a cadeia de produção, seja de insumos ou de aparelhos prontos, nunca foi tão grande como no segundo trimestre deste ano. “A alta do dólar obrigou o mercado a adiantar as compras para fugir do repasse de preços. Agora, para o mercado girar, fabricantes, canal e varejo tiveram que usar estratégias agressivas de preço para comercializar os produtos. Não há uma referência de valores aplicados e muitas empresas fizeram verdadeiras loucuras para conseguir cumprir suas metas. Além disso, neste momento, as operadoras concentram esforços na renovação dos aparelhos de seus clientes, ou seja, observam em seus bancos de dados os usuários que adquiriram smartphones há algum tempo e propõem atualização. Se não houvesse essa movimentação, a queda no volume de vendas seria ainda maior”, alerta o analista da IDC.

De acordo com o estudo, o cenário para o restante do ano não deve ser diferente. Apenas a Black Friday e o Natal podem dar algum fôlego ao mercado. Se o dólar continuar alto, um novo repasse de preços pode acontecer nos próximos meses. A expectativa da IDC Brasil é de que 50 milhões de smartphones sejam vendidos até o fim de 2015, número que é 8% menor do que o volume comercializado em 2014. Já o mercado total, somando feature e smartphone, deve cair 24%.

Tendências e outras informações do segundo trimestre:

– As fabricantes estão investindo cada vez mais em celulares dual-sim com tecnologias 3G e 4G embarcadas.

– O ticket médio dos aparelhos aumentou R$ 78. Passou de R$ 789 (primeiro trimestre) para R$ 867 (segundo trimestre).

– Os phablets, aparelhos com telas acima de 5.5 polegadas, corresponderam a apenas 3% das vendas.

– Dispositivos de 5 a 5.5 polegadas já são os que representam a maior fatia do mercado de smartphones.

– 34% dos aparelhos vendidos no segundo trimestre têm tecnologia 4G.

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Dez empresas com selo MPS.BR estão na lista do Great Place to Work

Dez das melhores empresas para se trabalhar no ramo de Tecnologia da Informação no Brasil possuem o selo de qualidade (Melhoria de Processos do Software Brasileiro), emitido pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex). A lista foi divulgada pela Great Place to Work, que também avalia companhias nos setores de Comunicação, Empreendedores Endeavor, Franquias, Melhores Práticas, Saúde e Varejo.

O ranking é elaborado anualmente para analisar empresas que possuam a partir de 50 funcionários, produzam HW, SW ou Serviços de Tecnologia da Informação ou Telecomunicações. Dextra, Radix, Metadados Assessoria e Sistemas Ltda, Elotech Informatica e Sistemas Ltda, IVIA, Lumis, Ifactory Solutions, Shift Consultoria e Sistemas, ETEG Tecnologia e BHS figuraram na lista das 100 melhores empresas de TI para se trabalhar em 2015. As empresas têm em comum o fato de também constarem no cadastro do Programa MPS.BR.

O programa foi criado no início dos anos 2000 para aumentar a maturidade dos processos de software nas empresas brasileiras, pois as empresas favoreciam a certificação ISO 9000, genérica, em detrimento de outras normas e modelos especificamente voltadas para a melhoria de processos de software.

A certificação é direcionada a melhoria da capacidade de desenvolvimento de software e serviços nas empresas nacionais, além de impulsionar a competitividade para a indústria nacional. O cadastro conta com 683 avaliações publicadas desde setembro de 2005, incluindo oito no exterior.

“Além do aumento da qualidade de software nas empresas, a pesquisa ‘MPS Cidadão’, com foco nos impactos socioeconômicos do MPS-SW no Brasil, conduzida pela Softex de Nov2014-Mai2015, e apresentada em primeira mão em forma de artigo no último dia 18 de agosto, no XIV Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software (SBQS 2015) em Manaus/AM, mostra que os resultados são favoráveis para todas as variáveis selecionadas para análise (empregos de nível superior e salário médio, inovação, dispêndios de P&D, apoio do governo etc), o que indica contribuições expressivas deste modelo do ponto de vista dos patrocinadores de avaliações vigentes”, comenta o gestor do programa Nelson Franco.

Adequado, tanto sob o ponto de vista técnico como de custos, à realidade das companhias de TI de qualquer porte, públicas e privadas, o selo se baseia nas normas ISO/IEC 12207 e ISO/IEC 15504 e é compatível com o CMMI.

Desenvolvido pela Softex, o programa tem apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia, da FINEP e do Banco Interamericano de Desenvolvimento e de universidades. Um dos objetivos do programa é replicar o modelo na América Latina, já iniciado na Argentina, Colômbia, México, Peru e Uruguai, e com resultados apresentados em congressos internacionais.

A Softex é parceira do Congresso Mundial de Tecnologia da Informação – WCIT. Além de contribuir com a experiência do certificado, a Associação apoia a rodada de negócios, que abrirá as portas do mercado brasileiro para a exportação de produtos e serviços em TI.

O Congresso ocorrerá nos dias 3,4 e 5 de outubro de 2016, em Brasília. Será a primeira edição na América do Sul, o que representa oportunidade inédita para a indústria de TI fechar negócios, parcerias, receber investimentos e promover a inovação brasileira para o mundo.

Fonte: Softex e WCIT

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Crise gera boa opção de negócios para startups

Gerente da aceleradora pernambucana Jump participará do comitê de TI da Amcham Recife para falar sobre empreendedorismo e aceleração

Economizar e tornar o negócio mais eficiente. Tais medidas além de serem uma necessidade para as empresas no atual momento de crise são também uma oportunidade de negócio para as startups. De acordo com o gerente de aceleração da aceleradora pernambucana JUMP, Pedro Souza, diante de um momento de contingenciamento de gastos as startups com projetos capazes de promover economia e otimização para os negócios têm boas chances de conseguirem a preferência dos investidores. Para falar sobre o processo de aceleração no atual momento, Souza participa no dia 15 deste mês do comitê de TI da Amcham Recife, às 8h, no Amcham Business Center, Pina.

Souza cita o exemplo da Teslabit (acelerada pela Jump), que oferece serviço de gestão energética, fornecendo em tempo real dados relativos à energia consumida e à sua qualidade. Ele comenta também o caso da startup Flowup, cujo serviço permite acompanhar o custo-benefício de cada projeto em andamento na companhia em termos de dinheiro e eficiência.
Ele lembra que, embora algumas aceleradoras no país estejam de fato sentindo os efeitos da crise e reduzindo investimentos, no geral ainda há muitos recursos sendo aplicados em empresas inovadoras. Segundo dados do clube de investimento Fundacity, o ritmo de investimentos das aceleradoras permaneceu estável em comparação com o ano passado, atingindo o montante de R$ 170 milhões no primeiro semestre de 2015.

“Startups trabalham com inovação, que é algo necessário em tempos de crise e em tempos de bonança. Boas ideias sempre vão contar com investimentos”, diz Souza. Levantamento da Fundacity mostrou que nos próximos 12 meses as áreas em que as aceleradoras brasileiras mais planejam investir são Educação e saúde, sendo apontadas por respectivamente 85% e 77% das aceleradoras.

O gerente da Jump comenta que a expectativa da aceleradora pernambucana é acelerar cerca de 100 empresas nos próximos 5 anos, esperando que pelo menos 10% delas emplaquem no mercado.

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Fraudes na internet podem aumentar até 11% em 2015

Estudo revela que invasão a aparelhos com acesso à internet deve superar o ano anterior
Atualmente, as novas tecnologias estão aliadas ao cotidiano das pessoas. Através de aparelhos conectados à internet é possível realizar diversas ações, entre elas, serviços bancários e compras.

O consumidor que utilizar o seu dispositivo para adquirir produtos ou acessar a sua conta bancária deve ter cuidado. Segundo estudo feito pela ClearSale, empresa especializada em soluções de prevenções à fraude, as tentativas de golpes via aparelho móvel devem chegar a 18% neste ano. Em 2014, o número foi bem menor, cerca de 7%. Comparando os períodos, o crescimento pode atingir 11%.

O especialista em e-commerce e CEO da Rebellion Digital, Fernando Mansano alerta que o usuário deve se precaver. “Primeiramente, nunca clique em links ou baixe arquivos de e-mails desconhecidos. Estes, normalmente, chegam com conteúdos dizendo que o internauta ganhou algo ou aproveita o nome de alguma instituição conhecida pedindo para validar informações pessoais”, sinaliza.

Ainda segundo o consultor, os internautas devem comprar sempre em sites confiáveis. Pesquisar sobre a página em endereços eletrônicos como o Google, Reclame Aqui, E-bit, Procon, entre outros. É importante verificar se a empresa realmente existe e o que dizem sobre ela. Na dúvida, não compre. É preferível usar formas de pagamento que asseguram a compra ou devolvam o dinheiro caso o produto não seja entregue dentro do prazo.

“Evite adquirir mercadorias, entrar no site de bancos ou digitar dados sigilosos quando estiver em computadores públicos ou compartilhados, pois pode ser que o aparelho já esteja contaminado com aplicativos maliciosos que roubam seus dados para a prática de fraudes online. Não se esqueça, os antivírus devem estar sempre instalados”, explica Mansano.

As fraudes pela internet não ocorrem necessariamente por meio de invasão a dispositivos, mas podem ser efetuadas por sites fraudulentos, e-mails falsos e também com o roubo de informações de outras fontes as quais o titular da conta não autorizou a operação.

Se você caiu em um golpe e não sabe o que fazer. Siga as dicas:

1- Se você utilizou cartão de crédito ou débito no aparelho, providencie o cancelamento imediatamente

2 – Registre um boletim de ocorrência pois o invasor poderá estar com todos os seus dados pessoais e utilizar as informações para fazer cadastros falsos em seu nome

3 – Caso não tenha algum sistema de segurança instalado, como por exemplo, antivírus, instale e faça uma varredura completa no dispositivo

4 – Troque todas as senhas utilizadas no computador, até a do internet banking

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Brasil exporta tecnologia que reduz perdas na montagem de placas eletrônicas

A Air Liquide, líder mundial em gases, tecnologias e serviços para a indústria e saúde, criou um moderno e eficaz sistema de solda que já substitui o tradicional na produção de diferentes produtos. O sistema ALIX Control, como é comercialmente conhecido, fruto de técnica 100% brasileira, já é utilizado pela indústria de telefonia e eletrônica de grandes mercados consumidores, como Europa e Ásia.

O sistema ALIX Control faz a regulagem automática da incidência de oxigênio no processo de soldagem, mantendo o nível do gás dentro dos limites considerados aceitáveis para evitar a rápida oxidação dos metais. O sistema é responsável ainda por fazer o controle do nitrogênio envolvido no processo, diminuindo o desperdício.

O principal benefício do uso do Sistema ALIX é observado nos ganhos em eficiência operacional dos fabricantes de equipamentos eletrônicos, que: reduzem perdas causadas por placas eletrônicas mal soldadas; e reduzem a necessidade de destinar um maior número de profissionais para reparos de defeitos de solda e, consequentemente, aumentam sua produtividade.

Além de Europa e Ásia, unidades da Air Liquide na Argentina e no México também já demonstram interesse em utilizar a tecnologia da filial brasileira em seus processos.

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Quantum é nova marca de smartphones que nasce no Brasil

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Acaba de ser anunciada a criação da Quantum, nova marca de dispositivos móveis do mercado brasileiro. Seu primeiro smartphone, o Quantum GO, começou a ser vendido à meia-noite do dia 2 de setembro no site www.meuquantum.com.br. Os responsáveis por esse novo negócio são os jovens empreendedores Marcelo Reis, Thiago Miashiro e Vinicius Grein, que iniciaram o projeto pesquisando a fundo a revolução gerada por companhias com modelos de negócios totalmente digitais mundo afora.

Desde o início, o plano era lançar dispositivos móveis que levassem o usuário a outro nível de experiência. Para isso, buscaram entender o que mais era preciso melhorar não somente nos smartphones, mas também na forma de comercializar para que viabilizassem sua chegada a milhares de brasileiros, respeitando os seus valores e a sua forma de interagir com a tecnologia. O foco em entregar mais por menos determinou a escolha da marca: na física, o mínimo de energia necessária para que um átomo passe de um nível para outro é chamado Quantum, palavra que vem do latim e que significa Quanto. “Traduzindo este conceito para a nossa realidade, com a Quantum, permitiremos que nossos consumidores atinjam níveis superiores de tecnologia com o menor investimento necessário”, sintetiza Marcelo Reis, general manager da Quantum.

Os engenheiros trabalharam durante oito meses no desenvolvimento do dispositivo inteligente Quantum GO, focados em extrair tudo o que hardware e software podem oferecer e que interessa, de fato, ao usuário, baseado em estudos com consumidores brasileiros. Em paralelo, coube ao time de Negócios analisar profundamente a cadeia de valor dos smartphones para identificar em quais elos era possível obter ganhos de produtividade. “Para viabilizar nosso posicionamento de entregar mais por menos, decidimos pelo modelo de vendas diretas, eliminando intermediários. Com isso, somos mais enxutos, dinâmicos e eficientes. Nosso produto sai da fábrica direto para a casa dos consumidores, gerando o melhor custo-benefício entre os smartphones da mesma faixa de preço”, completa Marcelo.

Alinhada ao seu posicionamento, a Quantum se propõe a falar com o consumidor que busca uma compra inteligente. “Nosso slogan, Smart é Você, reflete exatamente isso. Vamos falar com todos os que gostam da tecnologia e que comparam antes de comprar. A Quantum é para o consumidor que escolhe o que vai adquirir, não é escolhido. É uma marca on-line, e os jovens são o público mais conectado. Porém, acreditamos que o consumidor da Quantum, aquele de atitude, pode estar em todas as faixas de idade. Nós estamos bastante confiantes que quem comparar optará pelo Quantum GO, por ter sido concebido para atender o que o consumidor brasileiro gosta e quer comprar”, afirma Marcelo.

Para entender o que o público local desejava em seu smartphone, a Quantum foi às ruas para realizar estudos de comportamento do consumidor que norteassem e inspirassem o time de desenvolvimento. Já havia o entendimento que a venda direta era o modelo de negócios para viabilizar um preço competitivo. Mas o que não podia faltar no próximo smartphone do brasileiro? “Fomos entender quais eram os principais usos para definir a configuração e os serviços que poderiam realmente gerar valor para o nosso público. Podemos citar diversos exemplos de decisões que tomamos baseadas nas nossas pesquisas. O brasileiro tem a necessidade de experimentar os dispositivos antes de efetivar a compra. Inclusive, significativa parte dessas compras via internet são efetuadas depois que o consumidor visitou uma loja física. Por isso, tivemos a preocupação de ofertar espaços de degustação, que proporcionam a experiência com a marca em shoppings de todo o país. Outro ponto é a preocupação com roubos e danos ao smartphone, que nos motivou a criar o Quantum Care e vai permitir que o Quantum GO saia de fábrica com seguro para proteger os usuários dessas situações. São questões importantes e que nos possibilitam arrancar na frente da concorrência”, destaca Thiago Miashiro, head of Business da Quantum.

QUANTUM UNE JOVENS E EXPERIENTES PROFISSIONAIS DE TECNOLOGIA

Voltando a outubro do ano passado, Marcelo, Thiago e Vinicius já haviam começado a estudar o modelo de negócios ideal para colocar no mercado um dispositivo móvel realmente inteligente por um preço imbatível. No entanto, precisavam encontrar um investidor que desse suporte para que o projeto saísse do papel. Como todos já haviam trabalhado na Positivo Informática, decidiram procurar o presidente, Hélio Bruck Rotenberg, para apresentar sua ideia. “Conversamos muito sobre a revolução que propunham para o modelo de negócios, vendendo direto ao consumidor final, sem intermediários. Eles também me mostraram sua visão sobre qual seria o smartphone perfeito para o brasileiro, que combinasse serviços agregados de primeira a um preço imbatível. Fui atraído de imediato por essas ideias e pela garra destes três jovens. Por isso, decidimos apoiá-los”, relata Hélio. Desta forma, a Quantum nasce como uma unidade de negócios da Positivo Informática, com gestão autônoma e independente. “Acredito nestes jovens, como um dia os sócios do Grupo Positivo acreditaram na minha ideia e possibilitaram que construíssemos uma história que já completa 26 anos com a Positivo”, afirma Hélio.

O projeto conta com o suporte de outro renomado executivo do setor de tecnologia, Pedro Ripper, CEO e sócio da Bemobi – recentemente adquirida pela Opera Software – e conselheiro da Positivo e GlobeNet, cujo currículo também conta com atuações como presidente da Cisco, do iG e VP da Oi. Com sua experiência, o papel de Ripper é ser o coach dos responsáveis pela Quantum. “Está sendo uma honra conduzir o processo de mentoring desses jovens empreendedores, ajudando-os a se prepararem para os desafios associados à criação de algo novo e revolucionário no país, como é a proposta da Quantum. Do desenvolvimento à implementação, todos os processos foram estudados e planejados detalhadamente, o que me faz acreditar que a Quantum está no caminho certo”, ressalta Ripper.

Vinicius, Miashiro e Marcelo integram a primeira geração de empreendedores que nasceu e cresceu com a internet. E, em linha com o espírito do nosso tempo, a Quantum nasce sem as tradicionais estruturas hierárquicas: os três empreendedores dividem a gestão da empresa, cada um deles respondendo pela área com a qual tem mais afinidade e contribuindo com o trabalho dos demais. “Nós usamos a web para estudar, para pesquisar, para sonhar e para fazer este projeto se tornar realidade. Agora, por meio da mobilidade e da conectividade que um smartphone oferece, queremos criar as condições necessárias para que milhares de brasileiros possam ter acesso a um produto fantástico, que lhes permita vivenciar uma experiência mais ampla e profunda da miríade de possibilidades que a tecnologia oferece. Nosso objetivo é integrar esse movimento que está fazendo do celular a porta preferida pelas pessoas para avançar pelo mundo”, declara Marcelo.

APOSTA DA QUANTUM NO E-COMMERCE CONFIRMA TENDÊNCIA DO CANAL PARA PRODUTOS DE TECNOLOGIA

Os smartphones continuam entre os principais dispositivos de desejo do consumidor brasileiro, tanto que, segundo os institutos de pesquisa, quase 60 milhões de unidades foram vendidas no ano passado. “Cada vez mais pessoas passam a enxergar o smartphone como um dispositivo indispensável no dia a dia, que os coloca em contato com o mundo. Acreditamos que, além dos novos consumidores, podemos esperar por uma constante e significativa substituição dos produtos já vendidos, especialmente por aqueles que buscam smartphones com melhores recursos”, analisa Miashiro, head of Business da Quantum.

Dentro do segmento de tecnologia, o e-commerce ganha cada vez mais relevância, à medida que os consumidores se tornam mais experimentados com os smartphones e, assim, se sentem mais preparados para comprá-los via internet. Esse aumento substancial do interesse em comprar on-line, base para viabilizar o projeto Quantum, é registrado no comércio eletrônico em geral. Em 2014, as vendas on-line geraram receita de R$ 35,8 bilhões, resultado dos 103,4 milhões de pedidos feitos, sendo 17% maior que o volume do ano anterior, segundo a E-Bit. Ao todo, o Brasil somou 61,6 milhões de e-consumidores únicos, sendo 10,2 milhões de entrantes. A expectativa da E-bit é que, para 2015, o e-commerce alcance um faturamento de R$ 43 bilhões, 20% maior que no último ano.

De olho nesta tendência de mercado, a Quantum criou uma plataforma de e-commerce simples e amigável. Pelo www.meuquantum.com.br, o consumidor acessa todas as informações e esclarece suas dúvidas sobre o Quantum GO com o time de atendimento antes de adquiri-lo, além de contar com a opção de acrescentar serviços, como seguro, e acessórios, entre eles capas protetoras e películas para proteger o dispositivo. “Especialmente no segmento de tecnologia, vemos players internacionais que revolucionam mercados e conquistam fãs, ao utilizar a internet como único canal de vendas e de interação com seu público. Nos perguntamos: por que não trazer este modelo ao país? Fomos adiante, mas sempre com o cuidado de perguntar ao nosso público, o brasileiro, o que não poderia faltar em seu próximo dispositivo”, explica o responsável por Negócios.

Alinhada à opção por vender exclusivamente pela web, a Quantum vai investir no marketing digital, cuja estratégia é composta pela exposição em mídia on-line, comunicação da marca por personalidades da internet e fomento de buzz nas redes sociais. A estratégia foi construída com base em pesquisas que mostram que o brasileiro quer conhecer a fundo o que é ofertado antes de fazer a sua escolha, trocando ideias e experiências com as pessoas mais próximas e com as personalidades que o inspiram. “Nosso objetivo é que o público se identifique com uma marca construída por pessoas que foram atrás de seu sonho e fizeram acontecer. Sabemos que essa atitude e essa garra fazem parte de quem somos: somos brasileiros. Todos nós precisamos batalhar muito para ter o que queremos, por isso, entendemos o quão importante é levarmos ao mercado um produto com uma relação custo-benefício absolutamente atraente e competitiva”, afirma Vinicius Grein, head of Products. “Acreditamos na tecnologia, e é o melhor dela que queremos tornar acessível”, conclui.

QUANTUM GO CHEGA PARA DISPUTAR O TOPO DE SUA CATEGORIA

A Quantum é uma marca que veio para mudar o Status Quo do mercado de smartphones no Brasil, ao oferecer mais por menos, sem abrir mão do design e de nenhuma funcionalidade, uma escolha inteligente e refletida no slogan Smart é Você. De olho em um público antenado e experimentado, que usa o dispositivo constantemente e para as mais diversas finalidades, o Quantum GO chega ao mercado como a melhor opção para quem leva em consideração a relação custo-benefício. O aparelho desembarca com o intuito de ocupar uma posição de destaque entre os dispositivos intermediários em preço e com design de topo de linha.

“O Quantum GO é a realização do nosso sonho de tornar acessível ao brasileiro um smartphone de alta performance. Fizemos um trabalho intenso e detalhado para desenvolver um produto que o atendesse nos momentos de entretenimento e produtividade, com a melhor experiência de uso, sem deixar em nenhum momento de levar em conta também o design, para que se orgulhasse de mostrar a beleza de Quantum por aí. Estamos muito satisfeitos com o resultado alcançado porque conseguimos chegar em um produto de desempenho surpreendente, estética top e preço incrível na comparação com os concorrentes diretos”, ressalta Vinicius Grein.

O Quantum GO está disponível nas cores Champagne Gold, Steel Gray e Frozen White. Em relação ao design, além de elegante, conta com linhas pensadas para quem busca sofisticação com usabilidade, já que seu formato possibilita fácil manuseio do aparelho. As bordas ligeiramente arredondadas tornam a “pegada” mais confortável, e os botões de força e volume, na lateral direita, são posicionados de forma a possibilitar o acionamento rápido sem que seja preciso mudar a empunhadura, diminuindo o risco de queda do aparelho. Com 0,65cm de espessura, é fino e um dos mais leves entre os smartphones de sua categoria, com apenas 115g. “O uso constante do smartphone gera desconforto quando o produto é mais pesado, por isso, optamos pelo desenvolvimento de um dispositivo de boa ergonomia, cujo peso não incomoda seu usuário”, explica Vinicius. Contrariando o senso comum, isso não torna o produto mais vulnerável. O uso de Corning® Gorilla® Glass 3 na tela e na parte traseira aumentam sua resistência. “Os testes de homologação provaram que o GO apresenta uma robustez significativa e é bastante resistente a quedas”, completa.

Olhando para as especificações do Quantum GO, o resultado de oito meses de pesquisa e desenvolvimento é um dispositivo com tela de 5” AMOLED com resolução HD (720 x 1280 pixels), processador octacore de 1,3GHz, 2GB de memória RAM e 16 ou 32GB de memória interna, com entrada para cartões Micro SD que suporta até 32GB. Aliado a isso, o sistema operacional é o Android 5.1 Lollipop com modificações mínimas, visando um melhor aproveitamento do usuário, pois embarca apenas configurações e aplicativos de fábrica que podem aprimorar a experiência de uso. O aparelho é Dual SIM e tem suporte a Bluetooth 4.0 e porta Micro USB no topo com suporte ao padrão USB On-The-Go (também conhecido como USB OTG), o que permite conectar pendrives compatíveis diretamente ao smartphone e acessar seu conteúdo sem a necessidade de um PC. Os recursos de Rádio FM e TV digital estão disponíveis em todas as configurações. Para conectividade, há opções 3G e 4G. Os modelos Quantum GO 4G suportam todas as frequências de redes LTE já em operação no Brasil, 1800 e 2600MHz (Bandas 3 e 7), bem como a frequência de 700MHz (Banda 28), que será liberada para uso a partir de novembro de 2015 e promete maior velocidade de acesso e melhor cobertura de sinal.

Em relação às câmeras, o sensor traseiro é de 13MP, equipado com a tecnologia BSI (Backside Illumination), que aumenta a sensibilidade à luz, resultando em melhores fotos, mesmo em locais pouco iluminados. A lente com 5 elementos garante fotos mais nítidas, e a abertura f/2.0 possibilita que mais luz chegue ao sensor, melhorando a qualidade das imagens. Conta também com um flash LED para garantir as fotos noturnas. “Não nos esquecemos dos modos especiais de fotografia, como o Multi-Ângulo, que permite fotografar um objeto de vários ângulos de uma só vez, e o HDR, que produz imagens com melhor equilíbrio entre luz e sombra, revelando detalhes que, de outra forma, seriam perdidos. E completamos o pacote com o modo Quantum Resolution, que faz fotos de 24MP, com um nível de detalhes ainda maior do que uma foto comum”, destaca Vinicius. A câmera frontal vem com sensor de 5MP e lente grande-angular – ângulo de visão de 84o – que permite enquadrar uma área maior da cena numa mesma foto, reduzindo a necessidade do “pau de selfie”.

Na hora de gravar vídeos, é possível escolher entre várias resoluções, até Full HD, pausar e retomar a gravação quando o usuário quiser, usar zoom e até tirar fotos enquanto grava, sem prejudicar o vídeo. A funcionalidade para gravação de vídeos deve ser ainda mais utilizada no Quantum GO graças à oferta do exclusivo software Quantum Drive. O aplicativo funciona como uma câmera de segurança para carros. Pode ser utilizado ao mesmo tempo em que o consumidor usa seu serviço de GPS preferido e tem capacidade de gravar sempre os últimos 20 minutos da viagem. Um de seus acessórios será um suporte especialmente desenvolvido para carros, que possibilita ampla visão da câmera traseira para a frente do automóvel. O vídeo, gravado do Quantum Drive, pode ser assistido do próprio smartphone ou compartilhado com outros dispositivos ou usuários, direto nas redes sociais. “Nosso intuito foi desenvolver essa dash cam para trazer mais inovação e segurança para os usuários. Nos inspiramos no fato que, fora do país, há uma ampla adesão a soluções como esta, cujos vídeos são especialmente úteis em caso de acidentes. Os mais curiosos, inclusive, acabam na internet, com cenas inusitadas no trânsito ou do meteoro que caiu na Rússia, por exemplo. Não existia no mercado um aplicativo como o nosso, embarcado de fábrica no smartphone”, comenta Vinicius.

Junto com o Quantum GO, os usuários podem adquirir uma linha de acessórios exclusivos. O principal destaque é o DuoCase (ao lado), capa protetora em seis cores diferentes, que podem ser misturadas, gerando dezenas de combinações possíveis. Quem prefere manter o visual original do aparelho poderá optar pelo Crystal Case, completamente transparente. Para proteger a tela, também disponibiliza em seu site películas transparentes de alta qualidade, feitas sob medida para o Quantum GO. Pensando na segurança de quem escolhe o dispositivo, em breve, será possível adquirir um serviço para que já saia de fábrica com seguro para perda ou roubo, garantindo a tranquilidade de seus usuários.

QUEM SÃO OS JOVENS CRIADORES DA QUANTUM

Conheça mais sobre os responsáveis pela estratégia da nova marca.

Thiago Miashiro – Head of Business: É administrador internacional de negócios, graduado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), e pós-graduado em Marketing pela FGV. Ingressou na Positivo em 2010, na qual passou pelas áreas de Produto, Procurement, Marketing e Novos Negócios. Thiago trabalhou no desenvolvimento de negócios com empresas nacionais e multinacionais e foi um dos líderes na internacionalização da companhia para a Argentina. O resultado foi a criação da joint venture com a BGH que, em seis meses de operação, atingiu a liderança do mercado local.

Marcelo Reis – General manager: Graduado em Engenharia de Produção pela Universidade Mackenzie, com cursos de gerenciamento na Harvard Business School, iniciou sua carreira profissional como trainee na Positivo em 2010. Acumulou experiências conduzindo projetos estratégicos da área de Novos Negócios, como na implantação da companhia na Argentina. Em 2013, decidiu empreender ao fundar sua empresa de desenvolvimento de apps mobile, que recebeu aportes e é reconhecida, atualmente, por marcas como Vitrina e MobFirst.

Vinicius Grein – Head of Products: Graduado em Engenharia de Computação e pós-graduado em Engenharia e Gestão de Projetos pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), é mestrando em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Trabalha há mais de dez anos com desenvolvimento de produtos, com passagens pela Positivo, Siemens, Exxon Mobil e LG Electronics, nas quais contribuiu ativamente na melhoria de processos/produtos. Foi co-fundador da Tices Inovação em Tecnologia, startup de desenvolvimento de produtos para agricultura.

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Programa de pré-aceleração Lemonade promove Demo Day

Objetivo do encontro é captar investimentos para as empresas finalistas

Segundo levantamento da Fundacity, multinacional que conecta startups e investidores, os investimentos em empresas iniciantes no Brasil somaram R$ 170,8 milhões no primeiro semestre de 2015. A grande maioria (92%) dos recursos é proveniente de fundos de capital de risco, os chamados venture capitals. Pensando nesse mercado, o Lemonade promove Demo Day numa oportunidade de apresentar as 8 equipes finalistas da primeira edição do programa de pré-aceleração e promover o encontro entre as empresas e investidores em potencial.

O Demo Day será no dia 9 de setembro, às 17h, no Auditório do Sebrae-MG, na avenida Barão Homem de Melo, 329, bairro Nova Granada. São esperados investidores nacionais e internacionais. Durante o evento também serão anunciadas as duas startups vencedoras do Lemonade (lemonademg.com), que apresentaram maior evolução durante o processo de pré-aceleração. As grandes finalistas receberão quase R$200 mil em investimentos, sendo R$40 mil em recursos financeiros, participação no Programa de Aceleração da Techmall – avaliado em R$ 120 mil – além de benefícios oferecidos por parceiros. “Estamos muito felizes com a evolução dos projetos e equipes durante o programa”, diz Ramon Azevedo, diretor da Fundepar. A inscrição para participar do Demo Day pode ser feita através do endereço:
https://www.sympla.com.br/demoday-lemonade__41416

Esta é a etapa final da primeira edição do Lemonade, que teve 67 empresas inscritas e selecionou 27 ideias para passar pelo processo de pré-aceleração. Ao final da fase 1 de conteúdo oito empresas foram escolhidas para permanecer no programa e passar mais três semanas recebendo palestras e mentorias voltadas para a área de desenvolvimento de mercado e financeiro.

O Lemonade tem como objetivo promover o trânsito de ideias no setor do empreendedorismo entre as universidades e o mercado e foi desenvolvido para cobrir esse gap, apostando no talento de estudantes somado a expertise de profissionais do mercado. O programa é uma iniciativa da Fundepar co-realizada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Minas Gerais por meio do SIMI – Sistema Mineiro de Inovação, Sebrae MG e pela Techmall, aceleradora de startups. O programa ainda conta com diversas instituições de ensino superior, formando um time de apoiadores de peso. São elas: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), IBMEC, Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), CEFET MG, CTIT Empreender, Endeavor, Senai Minas e Núcleo UFMG Jr.

Saiba mais sobre os oito negócios finalistas do Lemonade:

EyeSignal: equipamento não invasivo que fará a aquisição dos sinais biológicos humanos por meio da eletrooculografia para mover o cursor de um mouse.

Kornerz: assistente de compras baseado em geo-localização para facilitar a busca por produtos na vizinhança considerando o perfil do usuário.

I-Care: pulseira destinada ao cuidado e bem estar de pessoas idosas que moram ou ficam sozinhas parte do tempo.

Estima: localização fácil dos pets e monitoramento da saúde dos animais de estimação por meio de microchip e geo-localização.

EatUp: integração de mídias sociais, ferramentas de promoção e outras soluções para instituições de entretenimento e turismo.

Untrash: otimização logística do processo de recolhimento de resíduos.

Nappo: conheça novas pessoas que estão no mesmo lugar que você.

Quero Comprar: aumente o seu poder de compra no e-commerce por meio da concorrência entre os varejistas e negociação.

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MercadoLivre detém mais da metade da audiência do varejo na internet, aponta estudo

Site registrou também recorde em visitas no mês de julho, com 140 milhões – 13 milhões a mais do que em junho

O MercadoLivre registrou em julho um alcance de mais da metade da audiência do varejo na Internet. De acordo com o último relatório da comScore Media Metrix (NASDAQ : SCOR), dos 58,2 milhões de visitantes únicos do segmento de varejo, 30,6 milhões navegam no MercadoLivre. Isso significa uma audiência de 52,5% do varejo online. Com este resultado, o MercadoLivre bateu seu próprio recorde de audiência, que era de 27,1 milhões de visitantes únicos – resultado de junho passado. A participação do MercadoLivre também é expressiva quando comparada ao total da audiência da web brasileira – alcance de 39,6% do total de 77,3 milhões de internautas.

Visitas – O MercadoLivre também registrou um crescimento expressivo em visitas no mês de julho: 140 milhões de visitas ante as 127 milhões recebidas em junho.

Abaixo, o ranking dos 10 primeiros colocados em número de visitantes únicos no mês de julho/2015, segundo a comScore.

Captura de Tela 2015-09-03 às 09.57.37

Abaixo, o ranking de visitas:

Captura de Tela 2015-09-03 às 10.04.24

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Ex-Responsável pela Segurança da Informação da Casa Branca confirma participação na Primeira Brasil Datacenter Week

Alissa Johnson, Diretora de TI da sede do governo americano durante três anos, participará de evento que ocorre em novembro ao lado de especialistas do Brasil e do exterior
A primeira edição da Brasil Datacenter Week, evento que será realizado de 9 a 13 de novembro em São Paulo, terá entre seus palestrantes a ex-Responsável pela Segurança da Informação da Casa Branca, Dra. Alissa Johnson, que chefiou o setor entre março de 2012 e fevereiro de 2015. A CIO (Chief Information Officer) se unirá a especialistas do Brasil e do exterior que também já estão confirmando participação no encontro, como o CEO da Ascenty, Chris Torto; o vice-presidente de Tecnologia Digital da Natura, Agenor Leão de Almeida Júnior; o Diretor de Tecnologia da MetLife para a América Latina, José Isern; e o Chefe de Segurança Global do BTG Pactual, Robert Sullivan.

Ao todo, mais de 90 especialistas devem participar da Brasil Datacenter Week, evento organizado pela DatacenterDynamics e que acontecerá no Transamerica Expo Center. As palestras abordarão temas variados, como eficiência energética, avanços em engenharia de TI, cloud, entre outros. Os participantes poderão obter formação certificada internacionalmente.

Para viabilizar o encontro, a DatacenterDynamics vem fechando parcerias com empresas de diferentes áreas. A agência de viagens oficial será a El Corte Inglés. As linhas aéreas ficarão sob responsabilidade da Latam Airline Group e a Rede Novotel é a escolhida para ser o hotel do evento.

Agenda

Primeira Brasil Datacenter Week
Quando: 9 a 13 de novembro
Onde: Transamérica Expo Center – São Paulo (SP)
Mais informações: www.brasildatacenterweek.com / e-mail: brasil@datacenterdynamics.com Fone: (11) 3711-9202

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Qual o impacto do aumento nas alíquotas da desoneração da folha para as empresas?

O Governo Federal alterou radicalmente as regras relacionadas a desoneração da folha, com a sanção presidencial da lei que revê esse benefício na folha de pagamento concedida a 56 setores da economia, aumentando as alíquotas incidentes sobre a receita bruta das empresas.

A medida, também tornou facultativa a adesão à desoneração. Entretanto, a lei entra em vigor em 1º de dezembro deste ano, sendo que a legislação estabelece um prazo de 90 dias para a mudança na tributação, porém a opção por aderir ou não só poderá ser feita em 2016. A expectativa do Governo é aumentar a arrecadação em cerca de R$ 10 bilhões, contudo, o impacto nas empresas promete ser devastador.

“Infelizmente, no meio de uma crise, isso representará em mais um aumento nos gastos, o que com certeza tornará as empresas menos competitiva. Além disso, o fato de ser facultativa a adesão faz com que seja necessária a realização de uma análise tributária”, explica o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

Ainda segundo Domingos: “as regras da desoneração foram mudadas no meio de jogo, restando para os empresários e suas contabilidades correrem para ver qual o impacto que esse aumento de alíquota terá e qual será a melhor opção. Contudo, é certo que para grande porcentagem dos negócios não será mais vantajosa a opção pela desoneração”, explica.

Entenda melhor a desoneração

Para entender melhor, a desoneração da folha de pagamentos consiste na substituição (eliminação) da CPP (Contribuição Previdenciária Patronal) de 20% incidente sobre a folha de pagamentos dos funcionários e contribuintes individuais (sócios e autônomos) pela CPRB (Contribuição Previdenciária sobre Receita Bruta).

Contudo, antes da sanção da nova lei, a alíquota era de 1% ou 2% sobre o faturamento mensal, com a mudança, a partir de 1º de dezembro de 2015 (competência 06/2005) as alíquotas da CPRB serão aumentadas de 1% para 2,5% ou de 2% para 4,5%. Além disso, a desoneração da folha passará a ser “facultativa”. Portanto, se não for vantajoso, o contribuinte pode simplesmente deixar de optar pela desoneração da folha.

Contudo, existem algumas exceções da regra, como é o caso do setor de carnes, peixes, aves e derivados que estão isentos do aumento (continua 1% sobre a receita bruta). E setores com aumentos diferenciados como setores de call center e de transportes rodoviários, ferroviários e metroviários de passageiros, a taxa passou de 2% para 3% e empresas jornalísticas, de rádio e TV; o setor de transporte de cargas; o de transporte aéreo e marítimo de passageiros; os operadores de portos; o setor calçadista; e a produção de ônibus e de confecções, que passou de 1% para 1,5%.

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Quais características os profissionais de TI devem ter para encantar os recrutadores?

Por Ana Claudia S. Reis*

Mesmo com o turbulento período de crise e a recessão que o País atravessa, alguns setores continuam mantendo índices satisfatórios de contratação. O mercado de TI é uma das áreas que segue aquecida e operando intensamente.

As vagas da área de TI sempre foram motivo de debates, visto que esse setor no Brasil já sofreu muito com os gaps nas contratações. A demanda sempre foi alta e a mão de obra não cobria a procura. Faltavam profissionais qualificados para vagas não tão comuns. Há não muito tempo, acompanhamos até a migração de mão de obra de fora do País para suprir essa necessidade.

Com o passar dos anos e com a aceleração do ensino e preparo de profissionais especializados, o cenário vem adquirindo uma nova perspectiva – bem mais otimista que em outros setores. As empresas de tecnologia que desembarcam no Brasil, ou até mesmo as nacionais, já possuem em seu comando profissionais com excelente formação e experiência. Porém, mais do que um bom curso preparatório, vivência na área, fluência em outras línguas e um bom currículo, o profissional de TI deve apresentar características que transcendam a todos esses requisitos, tais como:

1. Conhecimento

Entre as características que nós buscamos nesses profissionais está a paixão pela tecnologia e a constante sede de aprendizado e conhecimento. Pode parecer óbvio, mas um candidato que sabe demonstrar que tem conhecimento e expertise para aplicá-lo, já no momento da entrevista, pode ganhar alguns pontos em relação aos seus concorrentes.

2. Domínio sobre o negócio

Mais do que o conhecimento de suas funções específicas, as empresas desejam profissionais cada vez mais conscientes sobre o negócio da companhia. Por isso, é interessante que os candidatos possuam domínio sobre a organização como um todo, e não apenas no que diz respeito à sua área. Integrar as áreas da empresa pode agilizar a entrega dos projetos, o que é um ponto positivo ao profissional.

3. Comunicação

Outra característica importante é ter alta capacidade de comunicação. Uma boa comunicação no momento da entrevista é imprescindível, e também pode ser a chance para o sucesso e crescimento dentro da empresa, já que o profissional poderá atuar em parceria com outras lideranças. Ruídos podem comprometer projetos e acarretar danos difíceis de reverter.

4. Ser o administrador das mudanças

A tecnologia é o campo da transformação e, por isso, os processos da área de TI mudam com frequência. Quem atua nessa área deve estar preparado para administrar as mudanças que acontecem com o dia a dia. Ser ousado e propor alterações na rota também são sinais de que o profissional pensa além, e pode auxiliar no crescimento da empresa.

5. Ser o rei do Big Data

Big Data é um dos assuntos mais comentados nos últimos tempos. Um profissional com formação e estratégia para administrar e analisar os dados de uma empresa ou mercado se sobressai em relação aos demais aspirantes à vaga. A formação no conceito sobre o tema deve ser exemplar, e a experiência em governança de dados, imprescindível.

6. Poder de decisão

Mais do que uma boa formação acadêmica, o profissional deve apresentar forte poder de resolução e controle. Uma visão ampla sobre o negócio ajudará exatamente na tomada de decisões, que terão muito mais chances de serem assertivas.

7. Relacionamento

Não é somente o que o profissional diz sobre si mesmo que levamos em consideração. O que o mercado diz sobre sua trajetória profissional pode traduzir quem o candidato é ajudando o recrutador a definir os traços de sua personalidade e comportamento. Por isso, manter um bom relacionamento é de extrema importância, e, portanto, essa é uma característica muito valorizada nesse profissional.

8. Inovação

O novo perfil do profissional de TI pede uma pessoa muito mais arrojada, pouco presa às estruturas conhecidas dentro desse setor. Ele deve possuir visão empreendedora, criando novos portfólios de serviços para a empresa e melhorando os serviços já ofertados. Inovação deve sair do papel e ir para a prática na mão desse profissional. Para isso, o domínio da equipe é também fundamental.

*Ana Claudia S. Reis é sócia da The Caldwell Partners, uma das principais empresas de recrutamento e seleção de altos executivos do mercado.

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Acabar com a Lei do Bem é condenar o país ao atraso e o grande prejudicado será o consumidor

Nota do Presidente da Abinee, Humberto Barbato

Dia após dia, temos sido surpreendidos por diferentes tentativas do governo em cada vez mais onerar a produção, tendo como justificativa alimentar sua sanha por arrecadação, embora pouco faça para controlar o seus gastos correntes de forma efetiva.

Com a publicação da MP 690 elimina os efeitos do Programa de Inclusão Digital contido na Lei do Bem, que isenta de PIS/Cofins as vendas no varejo ao consumidor de tablets, computadores e smartphones, o governo opta pela volta da informalidade na economia, com a diminuição de empregos formais e da arrecadação de outros impostos na cadeia.

Além disso, o grande prejudicado será o consumidor, para quem a isenção do PIS/Cofins é totalmente repassada, através da redução dos preços dos produtos. A indústria, por sua vez, continuou recolhendo o tributo.

Como é de conhecimento público, a Lei do Bem foi uma medida determinante para reduzir o mercado cinza de equipamentos de informática. Um ano antes da implementação da medida, o panorama do mercado de computadores pessoais era alarmante. Em 2004, os montadores ilegais abocanhavam 73% das vendas no país. A partir da Lei do Bem, verificou-se uma acentuada diminuição na participação dos computadores comercializados no mercado cinza, que hoje é inferior a 20%.

Além do combate ao mercado informal, a Lei do Bem também tem sido essencial para o programa de inclusão digital do governo, que, embora bem sucedido até aqui, ainda tem muito a avançar, principalmente, considerando todas as oportunidades que surgem no horizonte próximo, com a internet das coisas, onde a tecnologia estará cada vez mais presente na vida de toda a sociedade.

Os números são incontestes e não deixam dúvidas de que os brasileiros estão cada vez mais conectados. Segundo a Anatel, o Brasil encerrou 2014 com 280 milhões de linhas ativas em telefonia móvel. O número de computadores em uso triplicou em sete anos. Era de 50 milhões de aparelhos em 2008, devendo atingir 152 milhões no final de 2015.

Os efeitos desta política pública para todo o conjunto da economia são inestimáveis e devem ser considerados pelo Congresso Nacional ao apreciar a MP 690, corrigindo a proposta apresentada pelo governo, pois acabar com um importante estímulo como a Lei do Bem é condenar o país ao atraso e impedir o seu desenvolvimento no médio e longo prazo.

Fonte: Abinee

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Os 8 cargos que estão surpreendendo na crise

A Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup, acaba de realizar levantamento sobre os trabalhadores que estão conseguindo se recolocar rapidamente no mercado de trabalho. A consultoria identificou oito cargos onde há demanda por profissionais, apesar do momento de instabilidade e de aumento de desemprego.

“Diante do cenário desafiador, as empresas estão procurando profissionais que possam trazer resultados mais efetivos e imediatos aos seus negócios. A relação de especialistas que identificamos mostra realmente isso, seja pela busca de redução de custos ou melhoria nas operações. Os profissionais que têm um perfil nessa linha podem ter uma oportunidade para um novo desafio, algo que pode ser extremamente positivo em sua carreira”, analisa Ricardo Ribas, gerente-executivo da Page Personnel.

Confira abaixo as oito profissões listadas pela Page Personnel por área, cargo, setor de atuação e motivos pela procura por esses cargos:
Marketing

1 – Executivo de Vendas – Marketing de Perfomance e Mídia Digital

O que faz: profissional de prospecção e relacionamento com as principais agências de publicidade e relacionamento com empresas de todos os portes e setores. Venda consultiva de ações de publicidade e marketing aliadas a alta tecnologia, com foco em resultados assertivos e mensuração concreta de resultados.

Setor: multinacionais de tecnologia para segmento de Publicidade e Marketing Digital

Motivo: Utilização massiva da tecnologia na divulgação de informações, produtos e serviços. Além da busca incessante por mensuração de resultados precisos e taxa de assertividade no impacto do público-alvo. Mercado em alta e carente de profissionais com experiência na área.
Remuneração: R$ 5.000 a R$ 8.000

2 – Analista de Marketing Digital

O que faz: responsável por todo o desenvolvimento, execução e mensuração de toda a estratégia online. Isso inclui website, e-commerce, redes sociais, além de todas as plataformas online. Esse profissional tem bastante contato com agências de publicidade e conhecimento de ferramentas como Google adwords, Google analytis, SEO, SEM, CRM, entre outros.

Setor: Empresas de qualquer segmento que tenham uma estratégia online.


Motivo: As pessoas estão cada vez mais antenadas ao mundo online. Por esse motivo, as empresas têm percebido que, para estarem mais próximas de seus públicos-alvo, precisam investir na área digital.
Remuneração: Salário: R$4.000 a R$6.000

Finanças

3 – Analista de Planejamento Financeiro Sênior


O que faz: responsável pela elaboração e acompanhamento do orçamento na empresa. Também consolida os resultados de cada área para o balanço final da empresa. Esse profissional também pode atuar como Business Partner financeiro em áreas específicas como vendas / marketing / RH em empresas de maior porte. É importante lembrar que as melhores oportunidades para esses profissionais exigem alta capacidade de comunicação e inglês altamente avançado.

Setor: Principais empresas que estão contratando esse profissional são do segmento de bens de consumo.
Motivo: Empresas estão concertando os erros de contratações feitas com pouca assertividade nos anos anteriores; como o resultado do trabalho desse profissional pode ser medido a médio e longo prazo, alguns dos erros cometidos tiveram reflexos nos resultados de 2014/15 – motivando a substituição dos mesmos. Esse profissional tem a capacidade de ser um “coringa” para áreas de planejamento e controladoria; além de contato direto com áreas de custos, vendas, relações com investidores e planejamento estratégico. Com isso, é um bom investimento em tempos de crise.
Remuneração: R$ 6.000 a R$ 9.000

TI

4 – Coordenador de IT *generalista

O que faz: profissional responsável pela área de TI envolvendo gestão dos profissionais, gestão de projetos, melhorias da estrutura e também se envolve na operação, quando necessário.
Setor: Empresas nacionais e multinacionais de grande, médio ou pequeno porte.
Motivo: Substituição de volume de analistas por um coordenador capaz de coordenar e “colocar a mão na massa”.
Remuneração: R$8.000 a R$10.000

Engenharia & Manufatura

5 – Técnico de Manutenção

O que faz: profissional que atua com manutenção preventiva e corretiva de equipamentos e máquinas.
Setor: Industrial.
Motivo: Garantia de manter a funcionalidade de máquinas e equipamentos para mitigar altos investimentos na compra de novos.
Remuneração: R$3.500 a R$7.000

Logística

6 – Especialista de Compras

O que faz: profissional atua na área de compras de materiais diretos/ indiretos ou contratação de serviços.
Setor: Indústria/ Varejo/ Serviços
Motivo: profissional já era bastante requisitado pelo mercado, no entanto houve um aumento ainda maior por ser uma área com foco em otimização.
Remuneração: R$6.000 a R$10.000

Secretariado

7 – Secretária Jr

O que faz: gestão de agenda, organização de reuniões, traduções, reserva de salas, contato com clientes, logística de viagem e assessoria particular.
Motivo: Com o intuito de diminuir custos, as empresas estão enxugando o pool de secretárias e substituindo as secretárias sêniores, que acompanham o mesmo executivo por anos, por secretárias recém-formadas e juniores. Apesar de não terem a mesma maturidade profissional, as secretárias juniores são capazes de desempenhar as funções básicas do secretariado.
Remuneração: R$3.000 a R$4.000

Vendas

8 – Coordenador/Supervisor de Vendas – B2C

O que faz: coordenação de equipe de vendas para médias contas do varejo

Setor: Industrias de bens de consumo
Motivo: Devido ao cenário econômico atual, a indústria de bens de consumo está modificando o perfil do profissional da área de vendas. As empresas estão substituindo o famoso “tirador de pedido” por perfis mais estratégicos, com visão de negócio e com bastante pré-disposição a fazer negociações de maneira mais estratégica, consultiva e criativa.
Remuneração: R$4.000 a R$6.000

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Cencosud escolhe Unisys como provedor de serviços de Help Desk para seus usuários em toda a América Latina

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia que suas subsidiárias na América Latina firmaram um contrato regional com o grupo chileno Cencosud, uma das maiores empresas do setor varejista na região, para fornecer serviços de Service Desk aos usuários internos da Cencosud em cinco diferentes países da América Latina: Colômbia, Chile, Peru, Brasil e Argentina.

Firmado no primeiro trimestre do ano, o contrato tem duração de cinco anos e se trata do primeiro acordo em âmbito regional firmado pela Cencosud com um provedor de tecnologia, o qual marca o início de importantes esforços de integração e padronização de processos da companhia.

A Unisys planeja atender a mais de 70.000 chamados por mês a partir de seus Centros de Serviços e Operações de TI em Bogotá, na Colômbia, para atender aos países de língua hispânica, e em Campo Grande, no Brasil, para dar suporte aos usuários em língua portuguesa. Além disso, a Unisys fornecerá serviços a partir de seu Centro de Delivery em Shanghai os usuários da Cencosud baseados na China.

“Com base em sua reconhecida experiência global, incluindo o gerenciamento de altos volumes de chamados, grande cobertura regional e apoio contínuo, a Unisys oferece a Cencosud uma solução eficiente e que se ajusta a nossas atuais necessidades, permitindo que nos concentremos na essência de nossos negócios”, explica Sebastián Cabrera, Líder Regional do Centro de Atenção ao Usuário da Gerência de Operações de TI da Cencosud.

“Por meio deste projeto, a Unisys pode oferecer a Cencosud desde o primeiro ano de implementação, uma solução de suporte a seus usuários de TI de alta qualidade, além de uma ampla cobertura para toda sua operação na América Latina, com pessoal altamente especializado e fluente em idiomas como espanhol, português e inglês”, afirma Helcio Beninatto, Presidente da Unisys para América Latina.

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AGCO anuncia aplicativo móvel Go-Task

A AGCOCorporation (NYSE: AGCO) anunciou hoje que lançará uma nova solução para a transferência sem fio de dados de tarefa. O Go-Task™ será uma das soluções da AGCO para a transferência sem fio de dados de tarefa entre máquinas AGCO selecionadas e programas compatíveis de software de informações de gestão agrícola (Farm Management Information Software, FMIS).

O aplicativo móvel Go-Task será um produto-chave do Fuse® Technologies, a abordagem de próxima geração da AGCO para gestão de agricultura de precisão e maquinário de precisão. O Go-Task permitirá que os agricultores tomem melhores decisões reduzindo o tempo e o esforço necessários para mover e gerenciar os dados de tarefa gerados e utilizados por suas operações.

Estão entre as características e os benefícios do aplicativo Go-Task:

Permite transferência sem fio de dados de tarefa entre a sua máquina AGCO e um FMIS compatível.

– Elimina o risco de perda de dados de tarefa incompletos, que poderia ser ocasionado com a perda de pen drives ou outras complicações associadas à transferência manual de dados.

– Movimento e gerenciamento mais fáceis de dados, permitindo melhores decisões operacionais que, por sua vez, proporcionarão mais eficiência e produtividade.

O Go-Task utiliza o servidor existente da AGCO de intercâmbio de dados de tarefa para a transferência dos dados.

– Os dados de tarefa são enviados do servidor de intercâmbio de dados de tarefa diretamente ao seu software FMIS compatível. Isso garante que você tenha controle completo sobre quem pode visualizar os seus dados.

– O servidor de intercâmbio de dados de tarefa da AGCO está atualmente conectado a vários programas FMIS. Como parte da abordagem aberta da AGCO, a quantidade de programas FMIS conectados ao servidor continuará crescendo.

O Go-Task pode ser utilizado com o seu sistema iOS 7.0 e versões posteriores, incluindo iPod, iPhone e iPad.

– Transfira arquivos utilizando um plano de dados existente.

– Configure o aplicativo para ser utilizado somente em redes Wi-Fi e reduza o uso do plano de dados.

– O modo exclusivo Wi-Fi pode ser utilizado em dispositivos que não tenham uma conexão com operadoras de celular.

O Go-Task sincroniza-se automaticamente com os dados de tarefa no terminal quando uma tarefa é concluída ou pausada.

– Reduz o risco de perda de dados de tarefa em um FMIS, que pode ocorrer se um operador deixar de baixar os dados após a conclusão de um trabalho.

O aplicativo móvel Go-Task da AGCO pode ser utilizado em qualquer máquina que use um terminal C1000, C2100 ou C3000 para acessar dados de tarefa (utilizando a versão de software compatível). Você só precisa de um dongle USB sem fio compatível e de uma assinatura de acesso ao servidor de intercâmbio de dados de tarefa da AGCO. O Go-Task pode ser baixado gratuitamente da loja de aplicativos iTunes. Preços e outras informações sobre assinatura e requisitos de hardware estarão disponíveis a partir de janeiro de 2016 com o lançamento oficial no mercado do aplicativo Go-Task.

“O novo aplicativo móvel Go-Task proporcionará aos agricultores um nível maior de conectividade em suas operações ao permitir-lhes movimento e gerenciamento mais simples e contínuo dos dados de tarefa utilizados e produzidos por suas operações”, disse Carla Gasparin, gerente de Produto da área de Tecnologias Off-board Globais da AGCO. “A meta da AGCO para os nossos clientes com relação a seus dados de tarefa é facilitar ao máximo que os clientes movimentem seus dados entre suas máquinas, programas FMIS ou prestadores de serviços de sua preferência.”

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Startup desenvolve guias empresariais para ajudar pequenos negócios a vencerem a crise

A crise que assombra o Brasil tem sido cruel com muitas empresas. E aquelas menos estruturadas, especialmente as pequenas empresas, acabam por sentir o peso dos tempos difíceis de modo muito mais contundente do que negócios cuja gestão é realizada de modo mais profissional.

Pensando nesse público, a Negocioteca – empresa que oferece consultoria e treinamento para PMEs – desenvolveu um conjunto de 4 guias empresariais para auxiliar os pequenos empresários a estruturarem seus negócios nas áreas de marketing e vendas, gestão financeira, gestão de pessoas e atendimento ao cliente.

“Procuramos desenvolver os guias empresariais com um formato bem didático. Todos os ebooks foram estruturados com um passo a passo simples para que o empresário pudesse colocá-lo em prática o mais rápido possível”, afirma Victor Santos.

Os guias são oferecidos gratuitamente aos empresários interessados no material. E para poder acessar o conteúdo basta acessar http://blog.negocioteca.com e efetuar um cadastro grátis informando nome e sobrenome, e-mail, telefone e cargo atual.

De acordo com Santos, a iniciativa de oferecer ebooks gratuitos tem por objetivo proporcionar as condições necessárias para que pequenos negócios possam se fortalecer e superar um momento conturbado onde apenas as empresas mais estruturadas sobreviverão.

“A crise cria uma seleção natural em diversos segmentos do mercado, ou seja, enquanto as empresas que priorizam uma gestão mais profissional acabam por vencer os tempos difíceis, as demais tendem, infelizmente, a fechar as portas”, explica Santos.

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