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Conheça as vantagens e as desvantagens de trabalhar em casa

Prática cada vez mais adotada pelas empresas, home office é uma boa alternativa para as companhias, considerando os cortes de custos fixos, e para os funcionários que ganham mais autonomia e trabalham com horários flexíveis. Segundo pesquisa realizada em 2016 pela Home Office Brasil, houve um aumento de 50% no número de empresas que adotaram a atividade, de 15% das que estão estudando a implantação e 28% na formalização da medida.

A Eureca!, consultoria especializada em conectar a energia jovem com o mundo trabalho, optou pelo home office a ter escritório tradicional. Todos os funcionários trabalham do local de preferência e, por isso, possuem colaboradores de diferentes cidades. A escolha foi pensada devido ao alto custo de aluguel nos grandes centros do Brasil. Outros motivos como qualidade de vida, trânsito e rotina cansativa são pesados na hora de adotar a prática . Além disso, muitas empresas também levam em consideração o acesso a talentos globais, que podem colaborar de qualquer lugar do mundo. “Com o Home Office, conseguimos atrair talentos até então impensáveis para nossa realidade e isso é muito positivo”, explica Fábio Procópio, CMO da Eureca!

Atualmente, com a tecnologia cada vez mais inserida no dia a dia dos brasileiros, é possível colaborar em tempo real com as empresas ao redor do mundo e entregar projetos de alta qualidade. Ao economizar com a estrutura física, pode-se investir recursos nas pessoas, tornando cada vez mais capazes e com as ferramentas certas para executar seu trabalho.

Apesar de não possibilitarem o trabalho exclusivamente em home office, muitas empresas estão adotando o meio termo, possibilitando os funcionários de escolherem trabalhar em casa em algum dia da semana. Esse é o caso da Octadesk, startup desenvolvedora de sistemas voltados para gestão de relacionamento com os clientes. “Nosso modelo de negócio é todo online, então, não há necessidade da presença física, o que possibilita um trabalho remoto. Às vezes, as pessoas têm necessidades e vale mais a pena elas fazerem o trabalho de casa, nós entendemos isso.”, diz Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk.

Trabalhar em casa tem mais prós do que contras, porém é preciso estar atento a algumas desvantagens que podem aparecer no caminho, como a maturidade necessária para fazer seu próprio horário e administrar o tempo corretamente. O trabalho em equipe também pode ser prejudicado, pois o tempo de resposta e a resolução de conflitos entre o time demandam mais tempo. “Caso a empresa não seja capaz de criar um bom ambiente de colaboração virtual e cobrança mútua, o home office torna-se uma opção possivelmente prejudicial”, complementa Fábio, da Eureca!

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E se fosse possível prever uma doença fatal?

Por Peter A. L. Bonis, MD

Como seria se computadores pudessem prever quais pacientes possuem maior propensão a desenvolver uma doença terminal? E o que o médico e o paciente deveriam fazer ao receberem tal previsão? Essa é uma realidade de alguma forma já possível? A resposta é sim. Com os algoritmos matemáticos ficando cada vez mais precisos, tudo nos leva a crer que estaremos em breve enfrentando esses desafios.

Recentemente, pesquisadores da Universidade da Flórida extraíram dados dos prontuários eletrônicos relacionados a um grupo de pacientes que cometeram tentativas de suicídio. Com base em técnicas avançadas de análises de dados e aprendizagem de máquina (machine learning,) foi possível identificar, por meio da combinação de fatores, pessoas com tendências a cometerem suicídio.
Este tipo de modelagem preditiva não é novo, porém as funcionalidades, que permitem que uma máquina reconheça complexas interações entre variáveis e resultados que possam interessar, avançaram muito nos últimos anos. Além de analisar grandes volumes de dados, a tecnologia permite ler e interpretar textos livres, como por exemplo, uma nota ditada pelo médico, e combinar múltiplas fontes de informação para promover previsões avançadas. Utilizando o conceito de machine learning, esses sistemas são desenvolvidos para aprenderem sozinhos e serem continuamente aprimorados à medida que ganham experiência com base nas suas próprias descobertas e mensurações. Os resultados, por sua vez, dão origem a informações oportunas que excedem a capacidade dos seres humanos.

Desta forma, os algoritmos de aprendizagem de máquina desenvolvidos pelos pesquisadores da Universidade da Flórida são capazes de prever tentativas de suicídio com 80 a 90% de precisão, até dois anos antes. Outras instituições estão desenvolvendo abordagens similares para uma série de outras predisposições, como depressão, insuficiência e ataques cardíacos, demência, doenças de Parkinson e renal crônica.

A indústria da saúde está inundada com dados que podem alimentar esses modelos computacionais, tornando as descobertas ainda mais precisas. Mas, será que estamos rapidamente nos aproximando de um tempo em que as máquinas estão tão confiantes em suas previsões, que nos induzem a considerar que já temos determinada doença ou o que somos doentes de risco? Esse estágio pode ser chamado de “proto-doença”.

A grande aposta no que diz respeito à possibilidade de termos previsões bastante precisas está em seu potencial de permitir intervenções que podem reduzir ou eliminar a probabilidade das doenças que ainda estão por ocorrer, de fato ocorrerem. Infelizmente, a capacidade de prever está avançando mais rapidamente do que a habilidade de prevenir. Imagine que seu médico durante uma consulta diga que, segundo um programa de computador, você desenvolverá diabetes mellitus nos próximos dois anos. Ele prescreve uma série de conselhos sobre uma vida saudável (os quais você provavelmente seguirá dado ao fato de ser uma advertência de um computador), mas por outro lado, ele não tem muito mais do que isso para oferecer ou a fazer. Pois, de fato, estudos que avaliaram a prevenção de diabetes com medicamentos disponíveis não foram muito conclusivos. Isso significa que você, sem dúvida, deixará o consultório bastante mal-humorado e com o fardo de ter uma “proto-doença”.

Para complicar ainda mais a questão, pode não ser seu médico a pessoa a revelar essa notícia a você. A extração de dados pode também ser realizada pelas instituições que têm acesso às suas informações, como por exemplo, sua seguradora de saúde. No melhor dos cenários, essas operadoras de saúde utilizarão essas informações para ajudar a mantê-lo saudável, mas, como observado anteriormente, as intervenções efetivas ainda não estão completamente evoluídas.

No entanto, também podem existir aplicações com outro tipo de finalidade e que não são tão positivas assim. Uma seguradora de saúde pode, por exemplo, usar as informações a respeito dos riscos de saúde que sua carteira de clientes apresenta para tirar vantagens comerciais, a favor dos seus interesses e sem benefício nenhum dos usuários dos planos e seguros de saúde. Afinal, conhecimento é sinônimo de poder – especialmente neste mercado.

Ou seja, essas empresas saberão antecipadamente e de forma precisa quem em sua carteira desenvolverá alguma doença, e por consequência, apresentará maiores custos. Esse tipo de informação trará a eles uma vantagem incontestável nas negociações dos valores de seus contratos.

Em paralelo a isso, surgem também questões éticas, morais e legais. Essa informação de que você desenvolverá uma doença deve ser compartilhada pela seguradora de saúde – ou o que é mais adequado, pelo médico – com o paciente? Caso isso não ocorra, pode ser considerado um tipo de negligência?

O desafio em curto prazo é confirmar a precisão destas previsões e encontrar formas de inseri-las no fluxo de trabalho dos já sobrecarregados profissionais da saúde. As previsões serão preferencialmente acompanhadas por informações baseadas em evidência que ajudam a orientar o médico a respeito de qual ação tomar. As instituições de saúde já comprometidas com a saúde da população, que inclusive organizam seus pacientes por grupos de risco de acordo com a propensão por alguma doença, como por exemplo, diabetes, podem incorporar mais essa informação para as suas ações. De certa forma, essa evolução na disponibilidade de dados poderá inclusive levar a mudanças na prevenção, com foco na “proto-doença” ou doentes em grupos de riscos.

Os avanços no sentido da aprendizagem por máquina e na antecipação de doenças já estão bem encaminhados. É só uma questão de tempo até que as previsões tenham se tornado um fator importante para determinar como tratar cada um dos pacientes. O principal desafio será priorizarmos que intervenções realmente eficazes acompanhem as previsões – ou não.
Peter Bonis, MD é CMO (Chief Medical Officer) de Efetividade Clínica na Wolters Kluwer

Professor da FGV analisa o papel da Inteligência Artificial no mercado de trabalho

A discussão sobre Inteligência Artificial (I.A.) voltou após o Facebook encerrar seu projeto que criou uma linguagem própria que não pode ser compreendida por humanos. Com isso volta à pergunta: devemos temer o cenário que o cinema costuma relatar com a aniquilação da humanidade pelos robôs? Para o coordenador acadêmico do MBA em Marketing Digital e do Post-MBA em Digital Business da FGV, André Miceli, isso não deve acontecer, mas teremos problemas.

De acordo com o professor da FGV, o problema é como a população vai lidar com a Inteligência Artificial. Miceli alerta para o fato de que robôs diminuíram de tamanho, tiveram sua capacidade de aprendizado ampliada nos últimos anos, deixaram de ser usados apenas para atividades físicas e passaram para as intelectuais.

“Esse movimento trará grande impacto para as economias e deverá impulsionar a automação. Muitos profissionais serão substituídos por máquinas. Essa automação está a poucos passos de ganhar uma escala que vai mexer com todos nós”, afirma o especialista.

André Miceli, no entanto, diz que a medicina pode ser uma das beneficiadas. “Muito provavelmente será possível checar uma radiografia ou exame de sangue logo após a coleta, e relacionar todos os testes com desdobramentos de doenças, até mesmo prevendo o que vai acontecer com o paciente no futuro”, acredita.

O professor da FGV, porém, salienta que o processo de transformação acelerada da automação também vai mudar a estrutura organizacional das empresas e desconstruir a relação milenar que temos com o trabalho. Miceli cita o exemplo dos critérios usados pelos agentes “tomadores de decisões”. “Que tipo de decisão que a máquina vai tomar? Ela pode criar formas excludentes de tratamento, como a diminuição de mulheres em cargos específicos ou elaborar relatórios com discursos hegemônicos sobre determinado tema”, expõe Andre Miceli.

Por fim, o especialista afirma que será necessário pensarmos em alternativas econômicas, pelo simples fato de que não haverá emprego para todos nesse novo cenário que se aproxima. “Precisaremos nos adaptar a um mundo novo e estar dispostos a abraçar as inovações tecnológicas, uma vez que quem não estiver liderando a mudança, poderá ser atropelado por ela”, avalia o professor da FGV.

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DCD Brasil apresenta novas tendências para o setor de data centers

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O DatacenterDynamics Converged Brasil – DCD Brasil, maior evento do País direcionado ao setor de data centers, está de volta a São Paulo para apresentar e debater temas centrados na infraestrutura tecnológica e na Transformação Digital. A 9ª edição do congresso acontece nos dias 30 e 31 de outubro, em São Paulo, e reunirá mais de 1.200 profissionais e especialistas do setor de TI para discutir as questões mais críticas relacionadas à infraestrutura, sem deixar de lado as novas tendências.

A programação completa do Congresso já está disponível e pode ser consultada no site: https://goo.gl/SEKDYJ. A abertura do evento ficará a cargo de Gustavo Caetano, fundador e CEO da Samba Tech, empresa que fornece soluções para a distribuição de vídeos online. O especialista apresentará a palestra “Pense Simples”, que leva o nome de seu livro. Considerado o “Mark Zukerberg” brasileiro, Gustavo contará o que as empresas devem fazer para conseguirem inovar de forma simples e, assim, se diferenciarem num mercado cada vez mais competitivo.

O Congresso também contará com a participação de especialistas de empresas brasileiras como Vale, Santander, Saraiva, General Motors e B3, além de palestrantes internacionais, como Mohammad Shokoohi-Yekta, da Apple; Yiseul Cho, do HSBC; e Ileana Aquino-Otero, do LinkedIn.

Chefe da Interpol Brasil falará sobre cybersegurança

Devido aos ataques cibernéticos ocorridos em escala global em 2017, a cybersegurança também será um dos temas de destaque no evento. Valdecy Urquiza, chefe da Interpol Brasil, falará sobre a evolução dos ataques e como a agência internacional está tratando essa questão.

Impactos da Transformação Digital nas empresas

O DCD Brasil também se posiciona como ponto de encontro para debater e refletir sobre o impacto da Transformação Digital nas organizações brasileiras, sejam elas públicas ou privadas. Nesse sentido, o evento contará com uma sala específica sobre esta temática e os melhores especialistas nacionais da área.

Ricardo Cancela, vice-presidente da Agência Brasil de Inovação e Desenvolvimento Sustentável, fará uma “viagem ao futuro” com os participantes para mostrar as tendências de inovação para os próximos 20 anos. Na sequência, Cezar Taurion, Partner & Head of Digital Transformation da Kick Ventures, discutirá sobre o novo papel dos líders de TI e Ruy Shiozawa, CEO da Great Place to Work Brasil, abordará as mudanças no clima organizacional na atual conjuntura tecnológica.

Líderes de grandes empresas e órgãos públicos já estão convidados para mostrar como a Transformação Digital está mudando o dia a dia e a direção dos negócios.

DCD Brasil 2017

Quando: 30 e 31 de outubro

Onde: Centro de Eventos Pro Magno

Endereço: Rua Samaritá, 230 – Casa Verde – São Paulo (SP)

Mais informações: http://dcd.events/conferences/brasil2017/

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Mercado de segurança prevê crescimento em 2017

A Intelbras, presente no país há mais de 40 anos nas áreas de segurança, redes e telecom, fechou 2016 com um faturamento acima da inflação. O bom cenário abre para a empresa novas perspectivas em parceria, como a da multinacional líder em Internet das Coisas, Telit, tendo em vista que o mercado de segurança prevê triplicar o valor em 2017, segundo pesquisa da Secutiry Industry Association (SIA).

“A expectativa é que o mercado brasileiro de segurança continue aquecido. Isso porque há no Brasil uma alta demanda por investimentos em infraestrutura. A nossa premissa é continuar crescendo acima da inflação este ano”, revela Edson Valdir Machado, gerente do segmento de Alarmes da Intelbras. A companhia conta com mais de 230 distribuidores e um total de 80 mil revendedores cadastrados. São cinco unidades de negócio, com a proposta de garantir transparência na entrega de soluções completas e que funcionem de forma integrada.

A empresa investe na área de segurança com o lançamento do GPRS Universal (General Packet Radio Service), que possui tecnologia de ponta da Telit embutida. “Por meio de nossa tecnologia foi possível trazer conectividade às centrais de alarme, pois os dados de monitoramento são realizados em tempo real, com entrada digital e programação totalmente remota via dispositivo móvel. Contribuímos com a Intelbras a trazer mais segurança para seus clientes”, diz Ricardo Simon, VP para América Latina da Telit, multinacional líder em Internet das Coisas.

O GPRS é uma tecnologia de transmissão de dados, que permite aos clientes acesso à internet pública e, também, a todas as transmissões de dados através do equipamento móvel baseando em protocolos IP na rede. Edson explica que se o cliente não tem linha telefônica, a central de alarme se comunica com o GPRS universal, enviando-lhe todas as informações. “Se o cliente ligou o alarme, desligou ou se existe algum problema de energia elétrica, bateria ou, ainda, se houve algum disparo, a central de alarme disca para o dispositivo de GPRS Universal que, por sua vez, vai para a empresa de monitoramento. Lá na ponta há um software responsável por fazer a gestão de todas as centrais instaladas por meio do GPRS”.

Todo produto lançado é analisado pelo laboratório, onde são realizados diversos testes para a garantia da qualidade em seus produtos. O GPRS, por exemplo, possui regulamentação da Anatel. “Com o relatório em mãos, encaminhamos imediatamente para a Anatel e para a Telit que, por sua vez, nos ofereceu todo o suporte para prosseguir com os ensaios, nos orientando dos melhores caminhos para trazer a homologação de nosso produto”, completa Edson.

Além disso, a empresa possui o Circuito Fechado de TV para Sistemas de Vigilância (CFTV), que corresponde ao maior segmento de mercado: o de videovigilância. A companhia possui diversas soluções em alarmes, sensores, cercas elétricas e unidade de alarme de incêndio. “Nós sempre garantimos o controle em tempo real do sistema para que o cliente tenha não só um equipamento, mas todo o serviço associado ao aparelho que ele possui dentro de casa”, finaliza Edson.

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Da computação de alto desempenho à Inteligência Artificial

Vivemos em um mundo no qual a inteligência artificial (AI pela sigla em inglês) já faz parte do nosso dia a dia. Esta é uma imensa mudança ocorrida nos últimos anos. Enquanto crescíamos, costumávamos pensar em muitas das capacidades que possuímos atualmente como material de ficção científica. Hoje, muitas dessas mesmas coisas já são realidade ou estão a menos de uma década de distância.

Quando utilizamos assistentes digitais e mecanismos de navegação, normalmente não percebemos que estamos usando uma inteligência artificial. Podemos nos concentrar em viver nossas vidas, enquanto a inteligência artificial age ao fundo, dando às máquinas a capacidade de sentir, raciocinar, agir e adaptar-se com base nas experiências.

Enquanto as atuais soluções AI estão tornando nossas vidas melhores de diversas maneiras, elas não são o destino final, elas fazem parte de uma jornada contínua. Já existe um imenso potencial para a computação de alto desempenho acelerar a aprendizagem de máquinas e torna-la prática para qualquer empresa ou projeto de negócio, embarcando análises avançadas a fim de criar um mundo mais inteligente para todos nós.

Uma das principais peças da tecnologia que está por trás de muitos dos atuais serviços de inteligência é o reconhecimento de fala com processamento de linguagem natural embarcado. O reconhecimento de fala percorreu um longo caminho desde quando dividia a palavra em seus fonemas até permitir, hoje, que uma poderosa workstation “aprenda” um vocabulário de centenas de palavras da noite para o dia. Hoje, quando falamos para os nossos assistentes digitais, a nossa expectativa é que eles nos entendam sem termos que limitar o nosso vocabulário ou termos que usar o mesmo sotaque usado na criação do modelo de reconhecimento de fala.

Ao mesmo tempo em que isso é um ótimo avanço, também apresenta um desafio: a necessidade de construir modelos sofisticados para reconhecer o que dizemos aumentou consideravelmente. Felizmente, e graças à Lei de Moore, que ajuda a compactar o ciclo de inovação com uma série de soluções criadas especificamente para conduzir a inovação no segmento, agora possuímos capacidade computacional para lidar com as intensas demandas da inteligência artificial. Com o aprendizado de máquina por meio da computação de alto desempenho, estamos pavimentando o caminho para interagir com nossos agentes digitais da mesma maneira que falamos com nossos colegas.

Para construir um modelo de fala, são necessários milhares de horas de gravações. Há experimentos que demonstram que em um sistema que usa menos de 100 horas de dados de fala, seu treinamento levará cerca de meio dia em um computador de última geração. Nesse ritmo, podemos dizer que um modelo mais elaborado que formula repostas consistentes levaria semanas para ser desenvolvido. Imagine esperar semanas para ver se você foi bem-sucedido no seu treinamento e então começar novamente com dados adicionais.

Se o cálculo por trás de qualquer uma das técnicas de inteligência artificial puder ser dividida em pedaços que possam ser processados simultaneamente, temos uma maneira para acelerar as coisas. E isso acontece ao usar múltiplas redes de computadores para resolver um único problema, que por definição é como funciona a computação de alto desempenho.

Na Intel, a visão é levar a escalabilidade e os benefícios aprendidos pela indústria por meio da computação de alto desempenho (HPC na sigla em inglês) tradicional – de workstations a supercomputadores – para qualquer aplicativo de inteligência artificial. E atualmente, muitas organizações estão tentando embarcar nessa. Algumas empresas são abertas quanto a usar supercomputação para que lhes forneçam uma vantagem competitiva.

Por exemplo, organizações como PayPal, Baidu e o Serviço Postal dos Estados Unidos (USPS) já estão usando HPC para processar dados e aplicativos que exigem processamento intenso e formam a espinha dorsal de seus negócios. Mais especificamente:

• O PayPal usa o processamento HPC em suas transações de pagamentos online para identificar padrões de fraude e prever a fraude em tempo real. Isso estimula táticas de ação e prevenção em tempo real.

• O Baidu está usando a aprendizagem de máquina, em conjunto com a HPC, em um esforço para aumentar a precisão do reconhecimento de fala em ambientes barulhentos.

• E a USPS está usando um supercomputador para realizar análises avançadas para classificação e encaminhamento em mais de 15.000 agências de correio e unidades de entrega. O objetivo é reduzir erros e fornecer otimização dinâmica do encaminhamento que tenha um impacto muito real no serviço.

Diante de tantos exemplos de aplicações, é possível dizer que a AI tem um potencial ilimitado, sobretudo, quando for possível aplicar análises avançadas para empoderar máquinas com inteligência parecida com a humana. Dessa maneira, poderemos ter um efeito real e útil para a pessoas.

Fonte: Intel

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Um novo mercado de computadores

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Por Francisco Ferreira, Diretor de Varejo da DATEN

O mercado de desktops e notebooks vive nos últimos anos um período de poucos holofotes. A proliferação de smartphones, compactos e com múltiplas funções, fez com que os computadores dividissem o reinado absoluto que tinham no mercado de tecnologia em termos de novidade e inovação.

Isso significa que os smartphones estão mais avançados que desktops e notebooks atuais? De maneira alguma! Sabemos que a tecnologia vem se aprimorando a cada dia não só nos dispositivos móveis e que muitas das nossas tarefas atuais – em especial no segmento corporativo – não podem se limitar ao uso dos smartphones.

Nessa nova jornada dos PCs e notebooks no mercado atual, os fabricantes estão trazendo novidades que satisfazem e antecipam as demandas do mercado em termos de novas tecnologias de memória, velocidade e alcance do Bluetooth, design do teclado, assistentes virtuais e capacidade gráfica da tela, por exemplo, tornando os produtos ainda mais eficientes e competitivos.

Uma pesquisa recente prevê que o Brasil deva ter um computador para cada habitante entre 2020 e 2022, quando o número será de 210 milhões de computadores. Hoje, eles estão com 80% dos brasileiros. A utilização de computadores no País ainda fica muito abaixo do que ocorre nos Estados Unidos, que chega a 151% em relação ao número de habitantes.

Atualmente, temos 162,8 milhões de notebooks, tablets e desktops no Brasil, um crescimento de 5% na base instalada com relação ao levantamento de 2015. Até o final do ano, serão 166 milhões de computadores em uso – número que inclui cerca de 33 milhões de tablets.

Além disso, houve uma queda no dólar e, com isso, estima-se que o preço médio dos computadores registrado em 2016 teve diminuição de 22%. Como consequência, no primeiro semestre de 2017, esses pontos se refletiram nas vendas de PCs com uma recuperação de aproximadamente 5% em relação aos anos anteriores. A taxa é pequena, porém expressiva diante do mercado como um todo.

Há ainda quem diga que os PCs e notebooks vão sumir em breve. Eu não acredito nisso. Quando a TV foi lançada, na primeira metade do século passado, acharam que o rádio deixaria de existir. Hoje, vemos que ambos convivem bem. Há espaço para todos e o mercado de computadores mantém seu potencial.

A utilização de notebooks deve seguir forte. No mercado corporativo, muitos colaboradores já trabalham em modelo home office, que demanda dispositivos de alta capacidade. Em comparação com um smartphone de alta tecnologia, por exemplo, a compra de um notebook ou PC se mantém essencial.

A adoção dos computadores nas residências do Brasil também tem potencial de progresso com produtos que se encaixam com mais precisão às necessidades do consumidor final. Por exemplo, jogadores de games precisam de máquinas com memórias que suportem o peso dos jogos e que tenham telas com maior capacidade gráfica, entre outros diferenciais. O mercado de games segue em constante crescimento (aumentou 8,5% de 2015 para 2016, com faturamento global de US$ 99,6 bilhões) e os computadores representam a maior fatia (32%) desse setor.

Com tecnologias cada vez mais inovadoras e com potencial de crescimento nos segmentos pessoal e corporativo, enxergo um futuro promissor. Dispositivos móveis, desktops e notebooks continuarão a fazer parte do nosso dia a dia. A escolha de compra entre eles depende da necessidade e pretensão do usuário. O ponto crucial desse mercado é que fabricantes de notebooks e desktops mantenham seus papéis de protagonistas dos mercados de tecnologia de ponta e de inovação.

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Ranking apresenta as principais inovações do varejo no mundo

A Affinion, líder global em soluções de retenção e engajamento de consumidores, divulgou recentemente o Digital Innovations Report. Essa é a quarta edição do estudo, realizado pela Retail Insider, portal de varejo de grande reconhecimento internacional, com colaboração da Affinion. A análise tem como objetivo destacar as inovações tecnológicas mais importantes para a indústria do varejo e apontar as tendências globais do setor.

O estudo foi liderado por Glynn Davis, fundador da Retail Insider, e Guy Chiswick, Managing Director da Webloyalty, empresa da Affinion Group, e, para alcançar o seu alto nível de credibilidade, contou com uma metodologia robusta e com um comitê de análise formado por experts da indústria de varejo, como Daniel Heaf – SVP de Comércio Digital da Burberry, Paul Wilkinson – Head de Pesquisas em Tecnologia da Tesco Labs e Miya Knights – Head Global de Tecnologia de Varejo da Planet Retail.

Entre os rankings apresentados no Digital Innovations Report está o Top 10 International Innovations, que aponta para as principais novidades globais do varejo, e para as tendências da indústria. Veja as dez iniciativas mais interessantes do ano:

1 – Macy’s Go! / Hointer
A loja de departamento dos Estados Unidos, Macy’s, trabalhou com a Hointer, loja de Seattle especializada em moda, para renovar os provadores de uma de suas lojas na Califórnia. O cliente pode buscar os produtos no aplicativo da Macy’s, em seu celular, ou em um tablet disponibilizado pela empresa, escolher o tamanho, e o item será enviado diretamente para o provador. O aplicativo ainda oferece dicas de assessórios que combinem com cada produto selecionado.

2 – Operator / UberRUSH
A Uber e o assistente de compras Operator trabalharam juntos para que os clientes comprem mercadorias por meio de chat com especialistas. Eles irão comprar o produto, em nome do consumidor, e será entregue em até uma hora, por UberRUSH. O serviço funciona, inicialmente, na Califórnia.

3 – Volumental / Nordstrom
A loja de departamentos dos Estados Unidos Nordstorm se tornou a primeira no varejo a utilizar a solução da Volumental para o tamanho dos pés. Utilizando o Retail Sensor Platform da Intel, a solução tira um scan volumétrico 3D de cada pé do cliente para capturar com exatidão o formato e indicar o calçado perfeito para cada consumidor.

4 – Kroger app
A rede de supermercados norte-americana Kroger teve uma série de upgrades significativos em seu aplicativo, buscando melhorar a experiência de seus clientes. O app salva automaticamente qualquer lista de compras feita pelo usuário, além de oferecer uma experiência melhor nas lojas, ao mostrar a localização exata de cada produto nos corredores e reorganizar a lista, a cada nova inclusão de itens, para que os clientes façam as compras da forma mais rápida e eficiente.

5 – ThirdLove / Bloomingdales
Para ajudar as mulheres que não encontram um sutiã ideal satisfatório, a ThirdLove desenvolveu um software que mede a forma de cada corpo, para encontrar o sutiã perfeito para ele, analisando duas selfies – uma frontal e uma lateral – tiradas com top ajustado ao corpo. A empresa fez uma parceria com a Bloomingdales, que permite às consumidoras provarem o modelo na loja.

6 – Relay Robot
Desenvolvido no Vale do Silício, pela Savioke, o Relay Robot vem sendo utilizado em redes de hotéis, como a Starwood Hotels & Resorts Aloft e a InterContinental Hotels, para serviço de quarto. Ele cria um mapa do hotel, por GPS, e utiliza seus sensores para evitar colisões e fazer entregas nos quartos. A próxima geração irá incluir reconhecimento de voz, para responder dúvidas dos hóspedes.

7 – Sonae / WiiGo
Testado nas lojas Sonae, em Portugal, o carrinho de compras da WiiGo usa sensores de movimento para seguir os consumidores pela loja. Inicialmente desenvolvido para clientes com mobilidade reduzida, o WiiGo pode ser útil para todos os consumidores que buscam melhorar sua experiência de compras.

8 – Ainz&Tulpe
A loja de Tóquio da Ainz&Tulpe, empresa japonesa de cosméticos, instalou telas interativas em suas vitrines para encorajar os turistas que não falam japonês a entrar na loja para consultoria de beleza. As vitrines digitais mostram mulheres com diferentes looks e, ao tocar no seu preferido, a cliente recebe um cupom para uma sessão de maquiagem. A iniciativa representou alta de 40% no número de turistas na loja e de 10% nas vendas, por dia.

9 – Kaufland / FindBox
A FindBox é uma solução para clientes que buscam trocar itens antigos por similares, utilizado nas lojas da Kaufland, na Alemanha. O cliente coloca o item na FindBox, que usa um sistema multicâmera para criar uma imagem 3D. Uma vez que o item é identificado pela FindBox, o consumidor é direcionado para o item similar na loja.

10 – NYX / Olapic
A marca de maquiagens norte-americana NYX utiliza selfies de mídias sociais, que os clientes enviam para a comunidade da empresa, para mostrar às consumidoras seus produtos em pessoas normais, não modelos. Essas fotos são incluídas em vídeos em telas maiores da loja, ou em telas pequenas, posicionadas perto dos produtos. Os clientes podem usar o código do produto, para ver como ele realmente fica nas pessoas. Todas as imagens são analisadas pelo algoritmo da Olapic, que identifica as mais adequadas para anúncio, antes de irem para as lojas.

O estudo completo pode está disponível no site da Retail Inside.

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F(x) participa do Fintouch

A fintech F(x) – leia-se FdeX –, que conecta empresas que buscam crédito a fontes de financiamento, participará do Fintouch, evento realizado pela Associação Brasileira de Fintechs, em parceria com o StartSe, que vai reunir as maiores startups do mercado financeiro. Durante a feira, a F(x) contará com um estande em conjunto com as empresas eGenius e BeeTech.

O evento, que é o primeiro da América Latina voltado para esse segmento, acontece no dia 15 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo. Como público-alvo, o Fintouch busca atingir fintechs, bancos, corretoras, gestoras, seguradoras e outras empresas interessadas na área. O objetivo é realizar a maior conferência de fintechs, para que estas consigam se apresentar no mercado e trocarem ideias e experiências.

Além da novidade de participar como expositora da feira, a F(x) também está lançando em seu blog uma seção de notícias sobre o mercado de crédito. Chamado de Credit Leaks, os textos dão dicas de mercado para facilitar o dia a dia dos usuários e deixá-los ainda mais por dentro dos assuntos sobre crédito.

A fintech conta com mais de 100 alternativas de financiamento cadastradas pelos mais variados tipos de financiadores entre bancos médios, fundos de investimento, financeiras, cooperativas de crédito, entre outros. Através de tecnologia de matching e inteligência artificial desenvolvidos pelo time da plataforma, os algoritmos da F(x) não somente identificam as melhores combinações entre a necessidades de financiamento das empresas e os financiadores cadastrados, como também fazem sugestões para que as empresas aumentem suas chances de sucesso em uma captação.

Fintouch

Data: 15 de agosto de 2017
Horário: 9h às 20h
Local: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo/SP
Mais informações: www.fintouch.com.br

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ABES: Investimentos em Software e Serviços no Brasil atinge US$ 19 bilhões e adoção de Computação em Nuvem cresce cerca de 50% em 2016

O estudo anual “Mercado Brasileiro de Software – Panoramas e Tendências” da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) em parceria com o IDC (International Data Corporation) mostra que o Mercado Mundial de Software e Serviços atingiu, em 2016, o valor de US$ 1.096 bilhões. Os investimentos em Softwares e Serviços no Brasil alcançaram a marca de US$19 bilhões, em 2016, colocando o país na 9ª posição no ranking mundial. Quando avaliados separadamente, o mercado doméstico de Software obteve um crescimento de 0,2%, em relação a 2015, com US$ 8,475 bilhões. Já o mercado doméstico de Serviços registrou um aumento de 2%, com um total de US$ 10,227 bilhões.

Pela primeira vez, o estudo traz a análise e evolução percentual de utilização das três principais tendências do setor de Tecnologia da Informação: Computação em Nuvem, Internet das Coisas (IoT) e Big Data. “Com a Transformação Digital impactando tão fortemente os negócios, achamos importante trazer para o estudo dados das principais tecnologias e seus impactos no Mercado”, afirma Jorge Sukarie, presidente do conselho da ABES.

Em 2016, o mercado de computação em nuvem teve expansão de 47,4%, tendo como base os dois principais serviços do setor (SaaS e PaaS). Os investimentos nesse tipo de licenciamento passaram de US$ 506 milhões, em 2015, para US$ 746 milhões no ano seguinte.

De acordo com a pesquisa, o modelo de utilização que mais cresceu foi o de Aplicações Colaborativas, onde a utilização em nuvem ultrapassou o licenciamento tradicional representando em 2016, 53,3% do mercado – aumento de 133% em comparação ao número registrado em 2013. As aplicações que apresentaram segundo maior crescimento foram as de CRM, onde, apesar do licenciamento tradicional representar a maioria do mercado, a utilização em nuvem saltou de uma participação de 20,8%, em 2015, para 27,5%, em 2016.

APLICAÇÃO DE DADOS

Outro destaque é a ampla expansão da Internet das Coisas (IoT), que apresentou crescimento de 27,8% e atingiu investimentos de US$ 6 bilhões, sendo que, no Brasil, os principais casos de uso estão em Monitoramento de Frota, que investiu US$856 milhões, seguido por Smart Grid, com US$ 631 milhões. “IoT está intrinsecamente conectada com a reinvenção dos negócios como conhecemos hoje. Esse é um tema tão relevante que há discussões no governo para identificar áreas em que o Brasil pode se destacar dentro de IoT e, com isso, poder estabelecer formas de apoio à pesquisa, desenvolvimento e inovação”, comenta Jorge Sukarie.

Na outra ponta desse processo está a análise dos dados para que possam ser usados em aplicações nas mais diversas áreas. Apesar do crescimento de Big Data e Analytics seguir em velocidade mais lenta com aumento de 3,2%, somou US$ 809 milhões, em 2016. “Dificilmente, quando se vai a uma empresa de qualquer setor da economia, não se consegue identificar uma aplicação em que não se encaixe uma solução de Big Data e que se consiga gerar resultados que possam agilizar a tomada de decisões, tornando-as mais assertivas e trazendo maior produtividade e competitividade”, aponta Sukarie.

INVESTIMENTOS POR SETORES DA ECONOMIA

O setor da economia que mais investiu em Software, em 2016, foi de Serviços e Telecomunicações (investimento de US$2,5 bilhões e crescimento de 3,6%, em relação ao ano anterior), enquanto o que mais reduziu investimentos foi o de Finanças, com queda de 2,9%, mas que ainda é responsável por 24,5% da participação do mercado frente a 26,6% de Serviços e Telecomunicações. Em terceiro lugar, vem a Indústria que, com investimentos na ordem de US$ 2 bilhões, tem participação de 21%, seguida por Comércio, Governo e Óleo/Gás, representando 11,9%, 4,5% e 3,9%, respectivamente. Já a Agroindústria apresentou redução de 1,5% nos investimentos em Software, mas a coleta recorde de grãos prevista para 2017 deve reverter esse quadro neste ano.

AS EMPRESAS DO SETOR

Atualmente, o Mercado de Software e Serviços conta com 15.707 empresas, sendo 11.237 delas dedicadas ao desenvolvimento e à comercialização de software e 4.470 dedicadas aos serviços de TI. Dentre as 4.872 empresas dedicadas ao desenvolvimento de software, mais de 95% são consideradas de micro ou pequeno porte, ou seja, com menos de 99 colaboradores.

Abaixo, confira os gráficos com os principais indicadores do estudo. Para obter o estudo completo, acesse o site.

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Plataforma digital une paciente e médico por geolocalização

O Brasil atualmente abriga cerca de 160 milhões de pessoas que não possuem convênio médico e dependem 100% da saúde pública. Este cenário tornou possível o nascimento da plataforma Vida Class, que está no mercado para unir o paciente e o médico por geolocalização.

Com a proposta de oferecer acesso a serviços de saúde a preços competitivos para essa população que não possui convênio médico, a Vida Class disponibiliza serviços das mais diversas especialidades, bem como exames de imagens e laboratoriais, sem que o usuário tenha que pagar qualquer mensalidade ou uma taxa de adesão. O cliente só paga uma taxa administrativa quando efetivamente adquirir uma consulta ou um procedimento.

Para Vitor Moura, CEO da startup, a criação da Vida Class também ajuda a diminuir as filas do Sistema Único de Saúde (SUS), onde a população chega a esperar até seis meses para agendar uma consulta ou exame. “Você passa de meses a anos para ser atendido e enquanto isso acontece, as doenças estão se agravando e esses brasileiros são esquecidos e morrem nas filas. Portanto, dar acesso rápido a um exame e uma consulta acelera diagnóstico”, alerta o CEO, dando ênfase ao impacto social que a Vida Class gera.

Por oferecer serviços médicos a preços acessíveis para o paciente, a Vida Class torna a saúde democrática, popular, no qual o indivíduo é cada vez mais empoderado e decisor de suas próprias escolhas. É uma relação win-win em que paciente e médicos são beneficiado pela velocidade no serviço, agendamentos em tempo real, diminuição da usual burocracia brasileira, antecipação de diagnóstico e facilidade no pagamento/recebimento.

A plataforma funciona pelo site ou por meio de um aplicativo. “O usuário realiza o cadastro de forma gratuita, e pode fazer a busca pelo serviço que precisar: consultas médicas ou exames à sua escolha e ainda com filtro por preço ou proximidade”, diz Vitor. São, ao todo, três diferentes serviços: agendamento de consultas, agendamento de exames e descontos em farmácias por intermédio do Vida Class Farma, (atualmente em mais de 22 mil farmácias em todo o país, com descontos de até 60% em 95% dos medicamentos comercializados no Brasil). Para este serviço, é necessário aderir a uma mensalidade de R$ 7,99, que tem como contrapartida um bônus mensal de R$ 8,00 nos celulares pré-pagos.

Com mais de 10 mil parceiros cadastrados, para consultas e exames, a expectativa da startup é aumentar para 50 mil o número de prestadores e 500 mil usuários cadastrados até o final de 2018. A Vida Class realiza todas as suas transações a partir do site (www.vidaclass.com.br/) ou pelo próprio aplicativo disponível gratuitamente na Apple Store e no Google Play. “A nossa ideia é fazer com que toda a população brasileira se beneficie de ótimos serviços, como os oferecidos em clínicas particulares, com o diferencial do preço acessível”, finaliza Vitor.

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Sidemis fecha parceria com Siemens PLM

Com o intuito de prover aos seus clientes a integração de ferramentas em busca de maior produtividade e maximização da performance, a empresa Sidemis Tecnologia encontrou nas soluções da Siemens PLM Software o caminho ideal para auxiliar seus clientes a obterem um resultado de excelência.

A Sidemis é uma empresa especializada em soluções CAD/CAM e inspeção 3D com escritórios em Joinville, Santa Catarina, e Pinhais, Paraná, com mais de 20 anos de experiência, trabalhando com a implantação e suporte técnico de sistemas CAD/CAM.

O principal mercado da Sidemis é o de ferramentaria, e, de acordo com Helio Ueda, engenheiro mecânico e gerente comercial da empresa, um dos maiores objetivos dessa parceria é atingir outros mercados, como o automotivo, o de transformadores de termoplásticos e metais e o de empresas desenvolvedoras de produtos. “Nesta direção, aliando o atendimento profissional e personalizado da Sidemis à excelência dos softwares da Siemens, nosso principal objetivo será prover ao nosso cliente a integração destas ferramentas em busca de maior produtividade e maximização da performance”, contou.

“A Siemens é uma renomada empresa onde tradição, competência e reputação se integram para o desenvolvimento de produtos de tecnologia de ponta, os quais fazem parte de um portfólio de altíssima qualidade, consagrados em nosso mercado de atuação, e profissionais de elevada competência para suporte técnico e comercial para atendimento de clientes”, completou o gerente comercial. Os softwares NX, Solid Edge e Teamcenter agora farão parte do catálogo de produtos ofertados da líder em vendas de soluções de desenvolvimento, manufatura e inspeção de produtos e ferramentas com formas complexas, auxiliando na otimização dos mais diversos processos do mercado.

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