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RFID é solução para otimizar estoque, logística e operação, minimizando perdas

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Aplicação de etiquetas de identificação por radiofrequência pode auxiliar no controle de produção, processo de entrega, conferência e vendas

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Durante os períodos de crise e recessão, ganham em competitividade as empresas que investem em táticas e soluções para evitar o desperdício e otimizar os recursos disponíveis. Em sintonia com esta necessidade dos empresários brasileiros, a iTAG – empresa especializada em etiquetas RFID – foi além e se especializou em oferecer soluções completas e customizadas, de acordo com as necessidades de cada cliente.

Esta tecnologia, das chamadas etiquetas inteligentes, permite que os produtos sejam rastreados desde a origem, em cada fase do processo, inclusive durante a venda e, até mesmo, no pós-venda. Segundo Sérgio Gambim, fundador da iTAG, esse controle maior transforma a administração da empresa. “As etiquetas com a tecnologia RFID contribuem para reduzir drasticamente o desperdício, limitar roubos, gerir o inventário com mais facilidade, simplificar a logística, aumentar a produtividade, entre outros benefícios, sempre visando o aumento da renda e mais segurança para o contratante”, explica.

Pioneira neste mercado, a iTAG conquistou o posto de líder no Brasil em automação através de etiquetas inteligentes com a tecnologia RFID (Identificação por Radiofrequência) ao enxergar a necessidade de oferecer uma solução que fosse completa a seus clientes.

“Fomos a primeira empresa do segmento a oferecer soluções completas em projetos RFID. Quando o cliente adquire nosso serviço analisamos o perfil e desenvolvemos uma estratégia para ele. Todo o processo é executado por nós. Isso diminui em muito os custos envolvidos, pois disponibilizamos todas as ferramentas e equipamentos necessários, desde a fabricação das etiquetas até a programação comunitária contra violação, sem intermediários ou terceirizados”, esclarece Gambim.

Nascida em Cianorte (PR), no ano de 2007, e estabelecida em São Paulo, a iTAG tem o 2º maior case de automação por RFID do mundo no setor de vestuário e vem ampliando sua atuação para chegar ao final deste ano com um crescimento de 30%, representando um faturamento próximo a R$ 8 milhões.

Além do segmento de vestuário, a iTAG é reconhecida por atuar nos setores de joias, medicamentos, itens de saúde, sapatos, pneus, relógios, logística, documentos, movimentação de itens, entre outros setores. Mas, além de ser responsável por todas as partes do processo, a iTAG tem foco total no atendimento ao cliente, oferecendo aos contratantes todo o suporte necessário para entenderem os benefícios que o RFID traz aos diferentes departamentos da empresa.

Com uma carteira atual de clientes formada por cerca de 40 nomes, a iTAG investe R$ 1 milhão por ano no lançamento de novos produtos, como o sistema de beacons para o varejo.

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Feira tecnológica é destaque na 5ª edição do Congresso TI & Varejo

Inovação e tecnologia são palavras-chave para vencer o cenário desafiador que o ano de 2016 impõe aos varejistas brasileiros. Com o objetivo de aprender, compartilhar experiências e discutir os rumos da transformação digital no setor que CIOs e especialistas se reunirão na 5ª edição do Congresso TI & Varejo, que será realizado no dia 18 de agosto no WTC, em São Paulo.

O evento contará com a Feira Tecnológica com estandes dos principais players de TI e o Consumer Experience, espaço de demonstração de soluções que fomentam o engajamento do consumidor. Nesse ambiente, serão apresentadas várias tecnologias que já são aplicáveis no varejo brasileiro, tais como self checkout e outras soluções para integração da loja física com digital.
Confira abaixo algumas novidades que serão expostas no Congresso TI & Varejo.

A BT vai mostrar o conjunto de soluções que oferece para o varejo, integrando lojas físicas e digitais. Para isso, a empresa montará em seu estande uma loja-conceito da marca fictícia Alexander Black, replicando no evento o que a marca demonstra aos clientes nas lojas Alexander Black que mantém em Nova Iorque, Londres, Milão e Madri. Nick Catero, diretor de Desenvolvimento de Negócios da BT, abordará a transformação digital e como isso pode melhorar a experiência do cliente nos pontos de venda e trazer novas fontes de receita ao lojista.

Para atender às demandas de Segurança da Informação do setor, a Fortinet apresentará no TI & Varejo 2016 a solução FortiPresence, que combina a análise de dados, segurança e tecnologia Wi-Fi. “O FortiPresence proporciona ao varejista um levantamento do perfil dos usuários do seu estabelecimento. É possível saber onde o consumidor está, quanto tempo permaneceu em cada ambiente e até identificar as prateleiras que menos atraem clientes”, explica Carlos Cortizo, da Fortinet.

A VMware apresentará tecnologias para apoiar o pequeno e médio varejista a entrar na era digital. A solução para gestão de dispositivos móveis garante, ao mesmo tempo, a produtividade dos funcionários e a segurança das informações. Além disso, a tecnologia da empresa ajuda a tornar os data centers mais eficientes e apoia provedores de nuvem pública a oferecerem segurança e robustez aos seus clientes.

A StiboSystems irá apresentar o STEP, uma solução Master Data Management (MDM) end-to-end que centraliza, organiza, classifica, sincronizar e enriquece informações de produtos e clientes de acordo com as regras de negócio de cada empresa. “Entre os benefícios, temos a redução de tempo para adicionar novos produtos ou categorias, agilidade e consistência nas informações de produtos de fornecedores e redução da taxa de devolução, resultando em melhorias operacionais”, acrescenta Ricardo Fornari, country manager da StiboSystems.

A SonicWALL apresentará o melhor caminho para proteger os negócios de ameaças sem dizer NÃO à transformação digital. A empresa exibirá seu portfólio de soluções incluindo o novo SonicWALL Capture Advance Threat Protection Service, que oferece inspeção, identificação de ameaças e veredito para que o gateway tome a devida ação necessária.

A Oracle Retail vai apresentar os dados da pesquisa “Consumidores da melhor idade e millenials: o poder da compra e da influência”, abordando o varejo omnichannel e a experiência exigida por cada faixa etária e como interagem com a marca. A empresa também participará do painel de debates “Retail Labs: como deixar a inovação no foco?”, que trará uma reflexão relevante para os CIOs, além de trazer uma visão sobre o “Varejo na Nuvem: Equilíbrio entre Inovação e Continuidade das Operações”.

A Level 3 apresenta às 15h a palestra “Conectando o Varejo à nuvem”. O palestrante Cristiano Maciel, gerente de Tecnologia da Level 3, falará sobre os desafios do ambiente e experiência da companhia na construção de arquiteturas seguras, flexíveis, integrando recursos dedicados e em nuvem para suportar demandas do mercado de varejo.

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Potencial econômico do lixo eletrônico na pauta do Porto Digital

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Parque tecnológico recebe palestrantes internacionais para a quinta edição do SIREE, Seminário Internacional sobre Resíduos Eletroeletrônicos

A gestão dos resíduos eletroeletrônicos é um problema global que será abordado pelo Porto Digital, com a participação de palestrantes da Bélgica, Índia e Argentina, durante o V Seminário Internacional sobre Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos (SIREE), entre os dias 18 e 19 de agosto, no Recife, em Pernambuco. O fórum de debates é uma das atividades permanentes do ITgreen, que abarca os projetos de inovação e sustentabilidade do parque tecnológico e traz o tema “Economia Circular: um Mundo sem resíduos Eletroeletrônicos”.

A proposta do seminário é debater um novo ciclo de produção, no qual os produtos passam por um fluxo de desenvolvimento positivo e contínuo, de maneira a possibilitar um melhor aproveitamento de recursos e componentes. Questões como a legislação e a implementação da logística reversa, iniciativas inovadoras e experiências de empreendedorismo na área serão abordadas ao longo de seis painéis, palestras e mesas redondas. “O Porto Digital tem consciência da importância da gestão do lixo eletrônico em ambientes de inovação e, por isso, protagoniza o debate para que melhores práticas sejam implementadas no ecossistema local”, explica Joana Sampaio, coordenadora do SIREE.

“O atual modelo industrial de economia linear no estilo ‘extrai, produz, utiliza e descarta’ não tem se mostrado sustentável. O consumo rápido, o impulso de compra e a obsolescência programada agravaram problemas ambientais diretamente ligados aos resíduos eletrônicos. É imperativa a implementação de ecodesign de produtos, sistemas de logística reversa e tratamento ambientalmente adequado do e-lixo. No SIREE, vamos debater os diversos aspectos da economia circular, na qual um produto antigo vira parte da produção de um novo”, explica Joana.

As inscrições já estão abertas no endereço eletrônico www.siree.org, com valor especial até o final do mês de julho. O público-alvo do SIREE são especialistas, gestores, professores e estudantes, além de profissionais da iniciativa privada; centros de pesquisa, desenvolvimento e inovação, órgãos governamentais e instituições do terceiro setor.

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Portfólio Invest Tech atinge investimentos de R$ 220 milhões em 12 empresas

A Invest Tech, gestora de fundos de Venture Capital e Private Equity para empresas inovadoras, atingiu um montante de R$ 220 milhões investidos em 12 empresas, por meio dos fundos Capital Tech I (de 2008) e Capital Tech II (de 2014).

A gestora ainda tem R$ 40 milhões do fundo Capital Tech II para serem investidos no curto prazo, e procura empresas do mercado de TI e Telecomunicações com faturamento anual entre R$ 30 milhões e R$ 300 milhões para disponibilizar os recursos. Além disso, prepara um novo fundo para investimento em empresas iniciantes, com faturamento anual de até R$ 20 milhões e que tem capital estimado de R$ 80 milhões.

O foco de atuação da Invest Tech é auxiliar empresas e empreendedores inovadores a maximizar o valor do seu negócio, profissionalizar sua gestão e melhorar processos com o objetivo de maximizar resultado e perenizar seus negócios. Mesmo com o atual cenário macroeconômico, as investidas da Invest Tech apresentam crescimento acima de dois dígitos e desenvolvem interessantes projetos de fusão e compra de concorrentes.

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Reputação da empresa faz a diferença na contratação

O nome de uma empresa pode ser considerado tão importante quanto o trabalho que ela realiza. Muitas vezes a reputação influencia não só os clientes como também os funcionários e até mesmo os interessados em trabalhar em determinada companhia. A reputação de uma corporação faz com que ela cresça e se mantenha no mercado. Além de possuir uma central de atendimento a seus clientes, a empresa precisa possuir um canal de feedback, geralmente administrado pelo RH, de seus colaboradores, para aprender a construir sua marca e atrair novos talentos.

A construção da imagem da marca empregadora e a visibilidade das organizações serão abordados no CONARH 2016, o maior evento sobre Gestão de Pessoas da América Latina e o segundo maior do mundo, por Luciana Caletti, cofundadora e CEO do Love Mondays e Sofia Esteves, fundadora do grupo DMRH e da CIA de Talentos.

Luciana reforça que uma marca empregadora de sucesso consegue atrair talentos pela metade do custo de outras empresas. “Uma organização que é conhecida por respeito com seus funcionários, bom ambiente e condições de trabalho, tem mais chances de conseguir o profissional que ela procura” diz a palestrante.

Na era digital, a informação, que antes era restrita, se encontra de maneira pública e acessível para todos. Essa mudança na circulação informativa também altera a forma de estruturar um processo seletivo, uma vez que os candidatos conseguem encontrar detalhes que não são passados pela empresa que realiza a seleção.

O Love Mondays é uma variação de rede social para as pessoas terem mais informações sobre as empresas. Por meio das postagens podem ser encontrados depoimentos de colaboradores, salários das empresas e identificação de suas reputações. Em complemento, os visitantes podem se candidatar a vagas disponíveis. Para ter acesso a essas informações é necessário se cadastrar e postar um depoimento para contribuir com o acervo do portal.

CONARH 2016

A 42ª edição do evento ocorre de 15 a 18 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. Confira a programação completa e as informações sobre inscrições em www.conarh.com.br.

Serviço

Local: Transamerica Expo Center
Endereço: R. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo – SP
Data: 15 a 18 de agosto
Horário: 9h às 20h

Palestras

Como a sua marca empregadora está sendo construída na internet
17 de agosto
16h30 às 17h00
Luciana Calleti – Cofundadora e CEO da Love Mondays

Atração e seleção na era digital
17 de agosto
16h30 às 17h00
Sofia Esteves – Fundadora do Grupo DMRH e da CIA de Talentos

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Movimento apresenta lista final de 100 open startups brasileiras boas para investimento

O movimento “100 Open Startups” divulga a relação final das 100 startups brasileiras mais inovadoras e boas para investimento na opinião de quem atua no mercado. Elas foram selecionadas a partir de um processo que teve cinco fases e que durou, ao todo, um ano.

Foram classificadas as startups que mais despertaram interesse ou fecharam contrato com as grandes empresas participantes do projeto – como Grupo Fleury, 3M, Abbott, Natura, Bradesco, IBM, J&J, Estácio e outras. Para se ter uma ideia, quase mil startups de 23 Estados que se inscreveram no movimento.

Cada startup recebeu pontos de acordo com suas conquistas ao longo do processo, que teve cinco etapas. No topo do ranking, estão as startups que mais despertaram interesse das grandes empresas e aquelas que conseguiram fechar contratos.

O interesse pela startup manifestado por uma empresa do movimento, por exemplo, vale um ponto. Já contratos de serviços e/ou pilotos estabelecidos valem dez pontos (ou 20 pontos, se o contrato envolver participação societária). Para se ter uma ideia, no top 10, as startups receberam uma média de 100 pontos cada.

“A vibração dos empreendedores ajuda executivos a driblar o desânimo causado pela atual crise econômica, o que é um passo muito importante”, diz o investidor Bruno Rondani, investidor e mentor do movimento.

O movimento conseguiu ao todo:

# 30 avaliações foi a média recebida por cada startup participante do movimento em todo o processo

# 75 grandes empresas se conectaram ao movimento

# 25 fundos de investimento ou redes de investidores-anjo participam das avaliações

# 53 contratos já foram firmados entre empresas e startups desde a conclusão do ciclo anterior

# 30 startups captaram investimentos em até 2 meses após o fim do ciclo anterior

# 692 parcerias estão em negociação

E O QUE ACONTECE AGORA?

O movimento 100 Open Startups está com inscrições abertas para qualquer startup do Brasil e do mundo que queira participar de uma rede de conexão que envolve 120 grandes empresas do Brasil –o triplo do número de empresas no lançamento da edição do ano passado. A novidade é que, agora, o movimento sai do Brasil e chega também a outros países na America Latina, EUA, Europa e Ásia.

Neste ano, o 100 Open Startups parte com 20 desafios temáticos propostos pela rede de grandes empresas das mais diversas áreas.

Para entrar para o movimento, a startup deve se inscrever e escolher o desafio que tem mais sinergia com sua solução e em qual “Capital da Inovação” do programa pretende se apresentar. O processo acontece em cinco etapas. Inicialmente, as avaliações da startup são feitas online pela rede de especialistas e executivos das grandes empresas que participam do movimento. As propostas com mais combinações com executivos de grandes empresas são convidadas a participar de um pitch pessoalmente na Capital escolhida – são 12 no país e 9 no exterior.

As inscrições das startups devem ser feitas pelo site http://www.openstartups.org.br/ até 15 de agosto.

CONFIRA A LISTA DAS 100 OPEN STARTUPS SELECIONADAS

1 – Lean Survey

2 – Beenoculus

3 – Nexxto

4 – Seekr

5 – Standout

6 – Nama

7 – VRMonkey

8 – Bliive

9 – StoryMax

10 – CRIO

11 – ColOff Industrial

12 – Conteúdo sob Demanda

13 – Educacross

14 – Virtual Care

15 – Broou

16 – Encontre um Nerd

17 – Tippz Mobile

18 – JáTá Chegando

19 – Leva Eu

20 – Aliado

21 – Pin People

22 – PickMeApp

23 – Solides Tecnologia

24 – Step.Box

25 – Wearable Sun Block

26 – Reachr

27 – RFIDBRASIL

28 – PROSUMIR

29 – Meerkat

30 – Omnize

31 – Soluz Energia

32 – Ubivis

33 – LogPyx

34 – Beenergy

35 – POP Recarga

36 – DICOM Grid Brasil

37 – Joy Street

38 – PrintGreen3D

39 – Eventplatz

40 – Me Passa Aí

41 – Droneng

42 – TracknMe

43 – Netbee

44 – Sou Genial

45 – Treevia Forest Technologies

46 – Woole

47 – Screens

48 – Nearbee

49 – Dropo

50 – Confirm8

51 – Carona Phone

52 – FindMe

53 – Dunning

54 – VisiLog

55 – Dr CUCO

56 – Ti.Mob

57 – Vineo

58 – Blue Mind

59 – SaleSIM

60 – Bluelux

61 – ASAPP

62 – iPlantão

63 – Escola de Inventor

64 – Outclass

65 – Previseme Suporte Inteligente

66 – CellSeq

67 – BBroker

68 – DSPGeo

69 – Intelectron

70 – Construct App

71 – Atestados.Med

72 – LIVRE

73 – Matere Educacional

74 – Portal Workbook

75 – Controly

76 – Setupmyteam

77 – Go Touch

78 – Estoks

79 – Opifex

80 – easySubsea

81 – Genoprimer

82 – Farmácia Agora

83 – Pluga

84 – Youper

85 – Noiga

86 – LeadLovers

87 – Eduapps

88 – Agrosmart

89 – Intcom

90 – Fleeber

91 – Maxprotein

92 – Agropixel

93 – RankMyApp

94 – I.Systems

95 – Litma

96 – ZapIn Tecnologia e Informação

97 – CropWatch

98 – Moxchat.it

99 – Exotraje NSA1

100 – Edudream

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Oxigênio Aceleradora inicia segundo ciclo de programa de aceleração

A Oxigênio Aceleradora encerra o processo seletivo, iniciado em abril deste ano, com o anúncio das sete empresas que irão participar do 2º Ciclo de Aceleração. Ao todo foram 1.300 empresas cadastradas para participar do programa.

“O primeiro ciclo de aceleração trouxe ótimos resultados para a Porto Seguro, gerando mais de 20 projetos em andamento com as cinco startups selecionadas”, afirma Italo Flammia, diretor da Oxigênio Aceleradora, “por isso acreditamos no potencial da Oxigênio e dos nossos parceiros para dar continuidade a esse projeto e trazer cada vez mais soluções integradas para o mercado”.

Durante os três primeiros meses de aceleração, os empreendedores contarão com mentoria, palestras e workshops compreendendo várias especialidades com executivos da Porto Seguro e profissionais renomados do mercado. Após esse período, as startups completarão o processo de aceleração na sede da Plug and Play Tech Center, aceleradora localizada no Vale do Silício nos Estados Unidos.

Nesta segunda fase, a companhia optou por acelerar sete startups – duas a mais que no ciclo anterior. A novidade é que as empresas Atendente Virtual e BemCombinado são comandadas por colaboradores da Porto Seguro, que terão investimento e apoio da Oxigênio para seguir em frente com o desenvolvimento de seus negócios. “Ficamos extremamente felizes em ver que pessoas de dentro da companhia estão ousando e inovando, principalmente por termos a chance de ajudá-los a realizar o sonho do empreendimento próprio”, diz Flammia.

Conheça as startups selecionadas:

• Automobi (https://www.automobi.com.br/) – plataforma que auxilia proprietários de veículos a manter a saúde do carro em dia, conectando os usuários a mais de 100 mil oficinas e concessionárias no Brasil.

• Evnts (http://evnts.com.br/) – ferramenta de hospedagem para eventos para grupos, que oferece descontos de até 40% em hotéis parceiros, além de benefícios para organizadores e participantes.

• InvesteApp (http://investeapp.com/) – aplicativo de investimento que busca aproximar as pessoas dos seus sonhos, usando uma linguagem financeira acessível a todos.

• KickSIM (http://www.kicksim.com/) – ferramenta que fornece roaming celular grátis, por meio de direcionamento de chamadas para planos pré-pagos ilimitados e custo zero roaming internacional.

• Nexoos (https://www.nexoos.com.br/) – plataforma de empréstimos peer-to-peer para pequenas e médias empresas, que conecta empresas em busca de crédito com pessoas dispostas a financiá-las, proporcionando taxas de juros mais baixas e retornos mais expressivos aos investidores.

• Atendente Virtual – sistema de inteligência artificial que interage em linguagem natural com o cliente ao se integrar com sistemas e recursos corporativos e aprende diferentes roteiros de atendimento num curto espaço de tempo.

• BemCombinado (http://bemcombinado.com/) – plataforma que conecta usuários que têm a necessidade de resolver uma tarefa com uma outra pessoa disposta a resolvê-la.

O 2º ciclo do programa de aceleração da Oxigênio teve início nesta segunda-feira, 1º de agosto, na sede da empresa localizada na Rua Conselheiro Nébias, no bairro de Campos Elíseos em São Paulo.

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O DevOps possibilita mais agilidade e diminui os riscos do seu negócio – Por Eduardo Floriano

A oferta de AMS (Application Management Services) proporciona à empresa, através do DevOps, mais agilidade, um ambiente de desenvolvimento padronizado e automação de processos operacionais na produção de softwares e serviços. Fato consumado.

Para entender melhor, o DevOps é a relação de interdependência entre desenvolvimento de software e operação de TI. Ou seja, é um trabalho colaborativo e harmônico entre esses dois times. O resultado desta junção é a entrega de aplicações, conhecidos por releases, mais rapidamente, com maior frequência e com aumento da qualidade do software implantados nos ambientes de infraestrutura. Consequentemente, atrelados a estes benefícios, há um aumento significativo na satisfação dos usuários e TI, bem como no atendimento do time to market e melhoria na eficiência do negócio.

O time de desenvolvimento ágil possui o foco na geração de novas aplicações ou releases ininterruptamente para atender as necessidades do negócio, enquanto o time de operação de TI foca na estabilidade e disponibilidade das aplicações para o usuário. A grande dificuldade encontrada pelas empresas é fazer com que esses dois times, com funções tão dispersas, consigam trabalhar juntos em prol de um mesmo objetivo.

Para isso, é necessária a mudança de cultura da companhia como um todo, envolvendo processos e práticas, como integração e entregas contínuas, que por meio de processos automatizados de teste unitários e funcionais, qualidade do código, liberações de novas versões de software nos ambientes de infraestrutura, e monitoramento proativo e constante por ambos os times, traz, além do ganho de produtividade percebida pelo usuário final e de TI, a garantia de um produto estável e com alta disponibilidade dos sistemas no ambiente produtivo.

Há ainda a questão da eficiência dos custos operacionais da TI, redução do TCO (Total Cost of Ownership), atingida durante o processo de desenvolvimento, na identificação de defeitos com antecedência, na redução do tempo de implementação e testes, bem como na manutenibilidade, que devido à aderência das boas práticas de desenvolvimento do código do software e da necessidade de um menor tempo para adequar o software a novos requisitos, por exemplo, proporciona economia.

A união de uma operação fundamentada e operada seguindo as boas práticas, uma boa governança sobre os ambientes de infraestrutura e equipes movidas pela cultura do DevOps permite à empresa maior crescimento, mais agilidade e qualidade no seu negócio. Fique atento.

Eduardo Floriano é diretor da área de AMS (Application Management System) da Sonda IT, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação.

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Sete importantes considerações sobre Governança de Dados – Por Cynthia Bianco

Se a possibilidade de estar lidando com dados incorretos, mesmo que hipoteticamente, estremece sua estrutura, você não está sozinho. É preciso ter claro que, sem uma governança, qualquer organização que decida ampliar suas aplicações self-service deparar-se-á com o mesmo problema.

Na verdade, a corrupção dos dados é uma consequência da não verificação da origem do que se tem em mãos ou, mais do que isso, de não se saber como se chegou àquela informação. Desconsiderar ou desconhecer os filtros que foram aplicados ao transformar cada dado em uma informação é um risco inerente a qualquer ambiente corporativo e que é resultado, na maioria das vezes, da descentralização das soluções.

Este modelo pode até funcionar em equipes menores, com menos pessoas envolvidas, mas em locais com centenas de usuários e dezenas de linhas de negócios as consequências de se confiar nesse método podem ser muito negativas e o cenário certamente será caótico.

Além disso, é preciso atentar-se ao fato que embora todos dentro de uma empresa estejam em busca de um mesmo objetivo, ou seja, tornar o negócio bem sucedido, equipes diferentes têm prioridades distintas. A TI foca principalmente na gestão de processos e em assegurar dados confiáveis. Já as áreas de negócio, geralmente enxergam a segurança e a governança como obstáculos na tomada de decisão. Com prioridades tão conflitantes, é obvio que aumentam as dificuldades para se colocar em prática uma aplicação self-service de analytics capaz de funcionar para todos. Porém, algumas medidas podem ajudar as equipes a trabalharam juntas de maneira eficiente:

1. Engajar

Como é mandatório em qualquer projeto, o engajamento é crucial. A organização como um todo precisa reconhecer o valor de uma iniciativa corporativa de governança de dados – seja por meio de padronização de tecnologia, revisões sistemáticas ou designando administradores de dados. É preciso que o empenho vá além do patrocinador do projeto. Os líderes de negócios devem comprometer-se em traçar objetivos e diretrizes e, ainda, estabelecerem de maneira muito transparente e direta as responsabilidades de cada uma das equipes.

2. Identificar os principais stakeholders

Cada unidade de negócio precisa disponibilizar um representante dentro do projeto, que funcione como um porta-voz. Idealmente, os diálogos entre as equipes devem ter uma rotina pré-estabelecida para garantir que todos estejam na mesma página. É responsabilidade de cada um dos envolvidos assegurar que seus times adaptem-se aos processos estabelecidos, construindo assim um ambiente mais colaborativo.

3.TI e Negócios precisam conversar de maneira direta

Criar um canal de comunicação e promover a colaboração entre as equipes de TI e de negócios são os melhores caminhos para garantir que as demandas sejam totalmente atendidas. A área de negócios precisa ser transparente em relação às suas necessidades e tratar a equipe de tecnologia como uma aliada. Ao mesmo tempo em que a TI precisa soltar-se um pouco e ser mais flexível, porém sem forçar-se a extremos. A plataforma analítica selecionada para o projeto deve ser capaz de oferecer funcionalidades de monitoramento que preencham esta lacuna, mas a tecnologia por si só não levará o projeto tão longe quanto se imagina. Para viabilizar isso, os processos de governança precisam ser abertos e fluídos e a área de TI precisa estabelecer uma rotina de monitoramento contínua, trabalhando para que os principais indicadores estejam estruturados com governança e preparados para mudanças recorrentes.

4. Nomear um administrador de dados

É ingênuo pensar que os dados de maior criticidade estão armazenados em um único local. Normalmente, encontram-se espalhados por toda a empresa, em planilhas pessoais e em aplicações na nuvem, e é preciso que alguém os administre. É aí que entra o CDO (Chief Data Officer) ou gerente de dados. De acordo com o Gartner, nos próximos três anos, esta posição estará preenchida em 90% das grandes empresas, o que é uma boa notícia. O CDO surge da interseção das áreas de TI e de negócios com a missão de zelar pelas informações e promover a comunicação entre as equipes.

5. Padronizar tecnologias

Padronize, padronize, padronize. Imagine que você use determinado editor de apresentações e em sua equipe exista um grande número de pessoas que não utilizam esse tipo de tecnologia, fazendo com que cada slide construído, precise ser adaptado para a ferramenta adotada pelo restante da equipe. O tempo de execução do trabalho com certeza aumentaria. Agora, se houver uma padronização da tecnologia, embora isso possa significar abdicar de uma preferência pessoal, tudo poderia ser concluído duas vezes mais rapidamente. Com o analytics, assim como em todas as outras implementações tecnológicas, a padronização entre todas as áreas ajuda consideravelmente.

6. Dar pequenos passos

A verdade é que a governança de dados não ocorre de um dia para outro. Com as necessidades de negócios mudando com frequência, é preciso estabelecer um processo de identificação de lacunas repetitivo e cíclico, priorizando as aplicações e dados mais importantes. O ideal é começar pequeno. Escolha um e comece por ele. Lembre-se que mesmo que você seja capaz de certificar ou impulsionar uma aplicação por mês, serão 12 implementações críticas ao longo do ano.

7. Não deixar que vitórias de curto prazo impactem em estratégias de longo prazo

Para alcançar verdadeiramente a governança, você precisa investir em uma estratégia de longo prazo que inclua uma visão de crescimento e de mudanças. Correções pontuais trabalham no sentido contrário. Focar em objetivos em curto prazo e adotar a primeira ferramenta gratuita de análise com a qual se deparar, dificulta a colaboração entre as equipes e torna a governança ainda mais árdua. Então, quando estiver selecionando uma ferramenta, certifique-se de que ela seja escalável; possa ser acessadas através de diversos dispositivos e que tenha futuro garantido no que diz respeito à velocidade e reutilização.

Lembre-se, que dados estão sempre mudando e evoluindo.

Cynthia Bianco é presidente da MicroStrategy no Brasil, empresa líder mundial no fornecimento de plataformas de software empresarial, que atende com sua solução inovadora MicroStrategy 10 Secure Enterprise tanto as necessidades de implementações departamentais self-service como de âmbito corporativo

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São Paulo concentra maioria absoluta das maiores empresas de TI, confirma Censo do setor

O Estado de São Paulo reúne a maioria absoluta das maiores empresas de TI, é o que reforça o Censo de TI de 2015, realizado pela Assespro (Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação), em parceria com a Aleti (Federação Iberoamericana de Entidades de Tecnologia da Informação e Comunicação).

Em todo o território paulista, as companhias que operam com TIC contam com o suporte da Assespro-SP, Regional que representa o Estado que detém 65% do mercado de TI no país.

“Os números falam por si quando se tratam de mercados do Estado de São Paulo”, diz o presidente da Assespro-SP, Arildo Constantino. Conforme ele, a indústria paulista de fabricação de equipamentos de informática e periféricos concentra 40% de todo pessoal ocupado do segmento no país.

Com relação às atividades de serviços de tecnologia da informação e comunicação, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, São Paulo abriga 32% das unidades locais do país, respondendo por 44% do total dos vínculos empregatícios nacionais do setor, concentrados nas Regiões Metropolitanas de São Paulo e Campinas, com 72% e 4% dos empregos, respectivamente.

“Diversos fatores contribuem para essa liderança do setor de TIC em relação aos outros estados, dentre eles destaco a diversificação da economia, a localização, a infraestrutura, a mão de obra qualificada, além do fato de que nenhum outro estado tem um mercado consumidor como o nosso”, ressalta Constantino.

A quarta edição do levantamento abordou informações fornecidas por 950 empresas, de 23 países – espalhadas por quatro continentes. As companhias brasileiras correspondem a 55% do total das participantes, possibilitando uma comparação do cenário nacional em âmbito regional e global.

Entre as constatações, possível reflexo da instabilidade econômica do mercado brasileiro, o Censo aponta que houve uma queda no número de empresas com crescimento no faturamento, já que 67% das companhias registraram aumento nas receitas em 2015, um índice dez pontos percentuais menor do que o obtido no ano anterior.

O Brasil acompanha a tendência ruim do exterior, tendo em vista que apenas 59% das companhias registraram crescimento em 2015, enquanto no Censo anterior este número era de 77%. O levantamento releva ainda que 20% das empresas mencionaram que ficaram estagnadas no ano passado.

O censo de TI 2015 também mostra que em um setor que valoriza startups, são as empresas maduras que compõem grande parte do mercado de Tecnologia da Informação – 55% das empresas foram fundadas ainda no século 20, ou seja, possuem mais de 15 anos de atuação na área. No Brasil, este número é um pouco maior: 60% estão nesta categoria.

Para mais informações sobre o Censo 2015, acesse: http://www.mbi.com.br/mbi/biblioteca/eventos/2016-02-26-apresentacao-resultados-iniciais-censo-setor-ti-edicao-2015/

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Twitter prepara ações especiais para a Olimpíada Rio 2016

O Twitter anuncia nesta terça-feira (2), em todo o mundo, as iniciativas preparadas especialmente para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Entre os destaques estão ações na cidade do Rio de Janeiro, cobertura especial do Moments Brasil e o lançamento de mais de 200 emojis relacionados ao uso de hashtags específicas, além de uma série de parcerias de mídia.

“As ações do Twitter voltadas ao período dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro unirão fãs do mundo todo para acompanhar o que acontece com as equipes antes, durante e depois de os melhores atletas competirem pela vitória”, diz Leslie Berland, CMO do Twitter. “O Twitter, o Vine e o Periscope oferecerão aos fãs informações dos bastidores, comentários, destaques e conversas ao longo dos jogos.”

O espírito olímpico será espalhado também pelo Twitter em todo o Rio de Janeiro: Tweets do mundo inteiro serão projetados em monumentos famosos da cidade, como os Arcos da Lapa, e um ônibus de turismo personalizado, apelidado de Twitter Buzz, circulará por pontos estratégicos do Rio exibindo, nas telas instaladas no lugar das janelas, Tweets e transmissões de Periscope. O ônibus também oferecerá acesso a wifi grátis para facilitar a navegação dos usuários que estiverem por perto.

Os Jogos Olímpicos contam, a partir desta terça-feira (2), com a aba especial Rio 2016 no Moments Brasil, que fará uma cobertura ao vivo dos principais jogos e eventos durante a Olimpíada. O conteúdo especial do Moments, ferramenta de curadoria do Twitter que busca os melhores Tweets e assuntos mais relevantes todos os dias, também está disponível na Austrália, Canadá, México, Reino Unido e Estados Unidos. Já usuários em países como Alemanha, França e Japão poderão seguir e receber Tweets sobre os jogos na linha do tempo. Os fãs também podem se atualizar sobre o que perderam a partir de Moments que destacarão os resultados, contagem de medalhas e outras informações sobre o dia que passou. A seção de Moments dedicada à Olimpíada já está disponível.

Fãs de todo o mundo poderão compartilhar a paixão por seus times favoritos no Twitter com 207 emojis. Ao Tweetar a hashtag com as letras que formam o código do país (ex. #BRA), é possível visualizar o emoji da respectiva bandeira, incluindo o time olímpico de refugiados (#ROT). Os usuários também terão a oportunidade de visualizar emojis dos mais de 50 jogos olímpicos e modalidades no Twitter. As hashtags que exibem os emojis estarão disponíveis em inglês, francês, português e espanhol. Já as hashtags que trarão os emojis de esportes, assim como #Rio2016 e #Olympics, também estarão disponíveis em japonês, coreano e árabe. Será possível conferir todos os emojis no decorrer dos próximos dias.

Através do Twitter Amplify, fãs em locais como Austrália, Brasil, França, Alemanha, Japão, Estados Unidos, entre outros, poderão ver destaques de vídeos de seus eventos favoritos ao longo dos Jogos. O Periscope e o Vine também aproximarão os fãs das competições. No Periscope, será possível acessar um canal com transmissões ao vivo relacionadas aos Jogos Olímpicos. Já no Vine, os conteúdos sobre o evento estarão disponíveis na seção “explorar”. Além disso, ao clicar duas vezes em um Vine da conta @Olympics ou de diversos times, os usuários poderão visualizar uma chama Olímpica ao invés de um coração – como de costume em uma curtida.

Parcerias

Integrações com parceiros de mídia serão parte importante da estratégia do Twitter durante os Jogos Olímpicos. Emissoras como SporTV, Record e ESPN farão diversas ativações no Twitter no decorrer de todo o evento, incluindo alertas de disputa e conquista de medalhas, notificações sobre o início de competições e da participação de atletas específicos nas partidas, transmissões de bastidores via Periscope, enquetes e emojis especiais, entre outras ações de interação com a audiência. Portais de notícias como VEJA, G1, UOL, Estadão e Folha também participarão das integrações.

“Em um mercado de mídia sofisticado como o que temos no mundo hoje, o segredo está em fazer com que os diversos meios trabalhem em conjunto. Todas as mídias devem se complementar para atrair a atenção do consumidor da melhor forma possível. Dentro desse contexto, o Twitter cumpre um papel específico, único e claro: o Twitter é a conexão em tempo real com o que está acontecendo no momento. Essa vocação da plataforma fica ainda mais evidente quando estamos falando em esporte, especialmente em um evento do porte das Olimpíadas, com tantas transmissões ao vivo. O engajamento é ainda maior”, afirma Carlos Moreira, diretor executivo de mídia do Twitter para a América Latina.

O Twitter também estará presente nos arredores das disputas olímpicas: grandes telas apresentarão Tweets do mundo todo em tempo real. Também serão distribuídos painéis em áreas comuns frequentadas pelos atletas com mensagens de apoio e incentivo enviadas pelos fãs a partir do uso das hashtags #EuSouTimeBrasil e #TimeBrasil. Essas mensagens poderão ser respondidas pelos atletas aos torcedores a partir da conta do @TimeBrasil.

Influenciadores

Influenciadores também participarão do papo olímpico. Entre eles está Gabriel Bohm (@Kamizeon), mais conhecido como Kami, um dos maiores jogadores de League of Legends (LoL). Ao lado de seu treinador, Gabriel Lucas (@GbrMiT), Kami fará transmissões diárias ao vivo pelo Periscope, de 6 a 20 de agosto, sempre às 16h30. Kami e Gabriel falarão sobre a semelhança entre os e-sports e os esportes olímpicos.

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Startup Marmotex cresce mais de 130% em vendas e bate recorde de entrega diária de pedidos

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Com menos de 1 ano de atuação, a Marmotex, plataforma de entrega de almoço executivo que se difere do tradicional delivery, cresceu mais de 130% em vendas, atingindo a média de 100 entregas diárias. O recorde de vendas bateu a marca de 180 pratos.

Antes restrito à região da Vila Olímpia e das avenidas Faria Lima e Brigadeiro Luís Antônio, o serviço de entrega inicia uma nova operação na Chácara Santo Antônio, que deve ter início em agosto. Para que isso fosse possível, os gestores avaliaram e cadastraram restaurantes na região para que tivessem condição de atender a demanda. O passo seguinte é atingir a Avenida Paulista até o final desse ano.

Segundo Peter Chun, co-fundador da Marmotex, o processo de crescimento teve início em abril, quando entraram para o ecossistema da Move2, um Venture Builder que coloca a mão na massa de todo o processo de desenvolvimento e gestão de uma startup. “A profissionalização do serviço, aliada às estratégias implantadas, deram suporte para fazer diferente e melhor cada ação”, declara Peter Chun.

Atualmente, a startup conta com mais de 245 grupos de empresas cadastradas e possui uma lista de espera com mais de 140 grupos, que aguardam a liberação para fazer parte da plataforma e usufruir das vantagens do serviço.

Criada para atender o segmento corporativo, a Marmotex iniciou o trabalho com a entrega de almoço, cujos pedidos são feitos até às 10h para serem entregues a partir das 12h no horário mais conveniente para cada grupo. Os pedidos são feitos no site https://www.marmotex.com/ e podem ser programados com antecedência. No cardápio estão à disposição mais de 250 pratos, além das promoções diárias, sempre variadas.

Recentemente, a empresa inseriu também a opção de snacks para atender o público adepto ao lanche da tarde. O pedido pode ser feito junto com o almoço ou individualmente, sempre até às 15h. No cardápio estão incluídas mais de 50 opções de lanches. Em média, o almoço tem preços a partir de R$ 15,00 com opções tradicionais, light e veganas, e os snacks custam a partir de R$ 2,00.

Outra novidade é a ‘Fruta Feira’, que consiste numa embalagem com duas frutas da época, sempre higienizadas, que podem ser entregues diariamente, de segunda a sexta, ou 3 vezes por semana, por um custo fixo, através da assinatura do serviço. Também é possível fazer o pedido individual, quando quiser, pelo preço de R$ 5,90 por dia.

Como todo o serviço é online, o pagamento segue a mesma linha, através do cadastro de um cartão de crédito ou até mesmo do próprio Vale Refeição, inserindo crédito no valor mínimo de R$ 100,00, que é descontado a cada pedido.

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UView360 e O Globo fazem uma das primeiras transmissões ao vivo em 360° do Brasil

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No final de abril o YouTube lançou a tecnologia que permitiu vídeos ao vivo em 360 graus para todo o mundo. E logo depois o Brasil realiza uma das primeiras transmissões deste tipo, com duração de 9h, passando conteúdo imersivo sobre revolução digital, inovação e tecnologia. E isso só foi possível graças à parceria entre o jornal O Globo e a startup carioca UView360, no evento de aniversário de 20 anos do Globo Online. Para conseguir realizar a transmissão ao vivo em 360°, a startup carioca usou uma câmera canadense, mais propícia para o livestream, além de uma boa iluminação e conexão com a internet.

Essa tecnologia ainda é pouco conhecida no país, conta Charles Boggiss, diretor da UView360:

“Realizar esta transmissão está sendo um divisor de águas para o país e, claro, para nós da UView360. Muitos ainda desconhecem que existe a possibilidade de vídeos ao vivo em realidade virtual; e ser um dos primeiros a fazer isso no Brasil é incrível”, revela o criador da UView360, empresa pioneira em realidade virtual e na produção de conteúdo imersivo em esportes, jornalismo, entretenimento e publicidade.

Novos site e aplicativo da UView360 – O evento de O Globo marcou também o lançamento do novo site da startup carioca: www.uview360.com.br. O aplicativo da UView360 também permitiu a transmissão ao vivo do evento. Disponível para iOS, conta com conteúdo exclusivo de vídeos interativos em 360 graus, além de possuir suporte para Cardboard.

Baixe o app da UVIEW360 – itunes.apple.com/br/app/uview360/id1075693158?mt=8

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80% dos internautas brasileiros fazem downloads de filmes, séries e shows

O CONECTA, por meio da 3ª onda do CONECTAí Express, pesquisa nacional online, identificou que 80% dos internautas brasileiros realizam downloads de filmes, séries e shows. Os aparelhos mais usados para fazer esses downloads são, em ordem de utilização, computador/notebook, smartphone, tablet e smartv.

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Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas em junho de 2016 por meio do CONECTAi Express, pesquisa trimestral, online, multiclientes, com cobertura nacional, que permite responder a qualquer tipo de pergunta, de forma exclusiva, rápida e econômica.

Sobre o CONECTA

CONECTA é a plataforma web do IBOPE Inteligência. Seu foco está na fusão do melhor da pesquisa online tradicional, tecnologia para gestão de painéis online – CONECTAí – e soluções interativas e inovadoras de marketing digital. Acesse nosso site e cadastre-se! Acumule pontos, troque por prêmios e concorra a sorteios. Transforme o mundo com a sua opinião e com as suas ideias! www.conectaibrasil.com.br

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Retail Labs no Brasil é destaque do Congresso TI & Varejo 2016

5ª edição do Congresso TI & Varejo que acontece dia 18 de agosto no WTC, em São Paulo, vai discutir como desenvolver essa inovação nos varejistas brasileiros

Poucos assuntos estão tão em alta no mercado de Varejo quanto os Retail Labs. Seja pela novidade em contar com um time especializado em pensar novos negócios ou pela urgência na adoção junto às estratégias, a questão desperta interesse por ser mais um caminho de inovação no setor.

Pensando na importância do assunto, a 5ª edição do Congresso TI & Varejo – que vai acontecer no dia 18 de agosto no WTC, em São Paulo – contará com o painel que vai falar justamente desse tema com foco na inovação. O painel será das 13h30 às 14h30 e terá como tema: “Retail Labs: como deixar a inovação no foco”. A mediação será feita pela diretora editorial da revista Decision Report, Graça Sermoud, e por Eduardo Terra, presidente da SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo). Graciela Kumruian Tanaka, COO da Netshoes; Nicolas Simone, CIO do Grupo Boticário, Vitor Sena, IT Senior Manager da Livraria Cultura; e Mendel Szlejh, CIO de grande rede Varejista estarão presentes no painel.

Nos Estados Unidos o conceito de Retail Labs já é mais difundido, principalmente no Vale do Silício, na Califórnia. E esse ecossistema desenvolvido despertou o interesse de uma comitiva brasileira que visitou os labs americanos em junho. Liderado por Eduardo Terra e Alberto Serrentino, fundador da Varesse Retail Boutique de Varejo que também participará do Congresso TI & Varejo, as impressões na volta foram de urgência no desenvolvimento dessa cultura no Brasil. Essa jornada será o tema central do painel.

Segundo Eduardo Terra as empresas que querem seguir o caminho da adoção dos retail labs precisam, em primeiro lugar, refletir quais as tecnologias podem melhor cuidar das necessidades dos seus diversos setores e públicos, sejam elas de grandes empresas de TI quanto de startups. E as pequenas podem levar vantagem nessa hora por já nascerem preparadas para novas realidades. “Muitos projetos de inovação são realizados a quatro mãos, em formato de parceria com todo ecossistema do mercado”, explica.

E para atingir esse objetivo diversos modelos podem ser utilizados: contar com um time interno focado nessas inovações, contratar um lab terceirizado ou via parcerias com startups. “O Retail Labs pode ser um grande guarda-chuva dessas demandas, tudo pode ser trabalhado em conjunto, desde que a empresa tenha em mente um planejamento de retorno de investimento focando na transformação digital”, comenta Eduardo Terra.

Mais sobre a 5ª. edição do TI & Varejo

Para estar na vanguarda da inovação e engajamento do cliente, o Varejo precisa desenhar e colocar em prática uma estratégia para essa jornada. E engana-se quem acredita que esse processo é simples. Com o objetivo de aprender, compartilhar experiências e discutir os rumos da transformação digital no setor que CIOs e especialistas se reunirão na 5ª edição do Congresso TI & Varejo, que será realizado no dia 18 de agosto no WTC, em São Paulo.

O evento contará com a presença de Giovanni Montoneri, CIO da Decathlon, Jesus Garcia, CIO da Livraria Cultura, Joaquim Garcia, CIO Global da IMC, João Pedro Serra, Country Manager do Groupon, Júlio Baião, diretor de TI do GPA, Paulo Farroco, CIO da Riachuelo e Mendel Szlejh, CIO de grandes redes varejistas, além de outros grandes líderes.

O Congresso também terá uma agenda paralela chamada Jornada Digital. Nessa programação, serão apresentadas palestras de 30 minutos com cases de sucesso, workshops, soluções tecnológicas e etc.

O evento contará ainda com a Feira Tecnológica com estandes de exposição dos principais players de TI e o Consumer Experience, espaço de demonstração de soluções que fomentam o engajamento do consumidor. Nesse ambiente, serão apresentadas várias tecnologias que já são aplicáveis no varejo brasileiro, tais como self checkout e outras soluções para integração da loja física com digital.

Outra novidade deste ano é o Prêmio Líderes TI & Varejo, que está com as inscrições abertas. Em parceria com a IDC, a premiação reconhecerá o trabalho dos líderes de TI e e-commerce das redes varejistas. Para se inscrever, os líderes poderão entrar no link:
http://www.surveygizmo.com/s3/2112939/TI-e-Varejo-2016

As inscrições para a 5ª edição do Congresso TI & Varejo estão abertas e podem ser feitas no site do evento: www.congressotievarejo.com.br

5ª edição do Congresso TI & Varejo
Quando: 18/08
Horário: 8h às 18h30
Onde: WTC
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 12551, Brooklin Novo, São Paulo – SP

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Potencial de sinergia entre grandes empresas e PMEs – Por Ralph Schweens

É inegável a importância e relevância das pequenas e médias empresas para a evolução econômica de qualquer país. No Brasil não é diferente. Apesar do desafiante cenário político e econômico nacional, as pequenas e médias empresas representam uma porcentagem relevante para a economia brasileira – mesmo que tenham espaço para crescer ainda mais. Segundo a última pesquisa realizada pelo Sebrae e pela Fundação Getúlio Vargas, as mais de 9 milhões de pequenas e médias empresas representavam 27% do PIB nacional. Esse número, em valores absolutos, soma um total de R$ 599 bilhões (quatro vezes mais do que o resultado da última década).

Ainda nesse estudo, se comprovou que as micro e pequenas empresas são as principais geradoras de riqueza no Comércio no Brasil, uma vez que respondem por 53,4% do PIB deste setor. Para o setor de Serviços o resultado também é relevante, representando 36,3% da produção nacional, ou seja, mais de um terço da produção total. Os dados demonstram a importância de incentivar e qualificar os empreendimentos de menor porte. Quando vista de forma isolada, uma empresa representa pouco para o País. Mas juntas, elas são decisivas para o desenvolvimento de nossa economia.

As PMEs ainda representam apenas 1% das exportações brasileiras e esse cenário pode ser alterado com o auxílio de associações de classe e outras entidades. Existem muitas coisas que podem ser feitas para melhorar o desempenho das pequenas e médias empresas no País, e as grandes corporações podem ser de grande ajuda e referência para esta parcela da cadeia produtiva brasileira. A integração entre empresas de portes diversos é necessária para melhorar sua competitividade e produtividade, além de incentivar o aumento da exportação por parte das pequenas e médias empresas.

Na BASF enxergamos muitas oportunidades de interação com as PMEs, seja como clientes, parceiros ou fornecedores. Sempre que possível procuramos estender o nosso conhecimento para estas empresas por meio de programas de relacionamento e, principalmente, nosso sistema de gestão de fornecedores. Com esta iniciativa, estabelecemos padrões rigorosos de avaliação que motivam o desenvolvimento e a qualificação das pequenas e médias empresas que estão com a BASF no dia a dia de nossas operações.

Pelos últimos três anos, a BASF é associada ao Integrare, instituição especializada na aproximação de grandes corporações e micro e pequenas empresas (MPEs), cujos donos sejam negros, indígenas ou pessoas com deficiência. Com isso, a BASF fomenta a diversidade na cadeia de valor e aumenta suas opções de fornecedores, fortalecendo, ainda, a relação com as pequenas e médias empresas.

Vejo na volatilidade do cenário econômico atual oportunidades para o desenvolvimento sustentável tanto das grandes corporações quanto das pequenas e médias empresas. Precisamos buscar cada vez mais sinergia para juntos alcançar os melhores resultados para nossas organizações e País.

Ralph Schweens é presidente da BASF para a América do Sul

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Samsung e Anprotec graduam startups da primeira edição do Programa de Promoção da Economia Criativa

A Samsung Electronics e a Anprotec acabam de concluir a primeira etapa do Programa de Promoção da Economia Criativa. O término dessa etapa consolida o processo de cooperação tecnológica iniciado entre os governos brasileiro e sul-coreano por meio dos Ministérios de Ciência, Tecnologia e Inovação dos dois países em 2015. As startups selecionadas na primeira edição foram aceleradas pelo programa entre janeiro e julho de 2016, recebendo investimentos diretos, acesso à tecnologias móveis, mentorias e capacitação para introdução no mercado.

Graduaram-se nessa primeira edição as startups Mind The Graph e Sinapse Virtual, incubadas na Incubadora Tecnológica de Campina Grande no Estado da Paraíba (ITCG), DEV Tecnologia, VRMonkey e Doutor Recomenda, incubadas no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia da USP em São Paulo (CIETEC), Reminds e Oobj Tecnologia, incubadas no Centro de Empreendedorismo e Incubação da Universidade Federal de Goiás (PROINE), e Optix Imagens Médicas, da incubadora de empresas da PUCRS no Rio Grande do Sul (RAIAR).

Segundo Antonio Marcon, gerente de pesquisa e desenvolvimento da Samsung e responsável pelo programa no Brasil, a iniciativa contribui significativamente para o aperfeiçoamento dos mecanismos e ferramentas de colaboração entre as grandes empresas e as pequenas startups de base tecnológica, um exemplo a ser seguido.

“Esta primeira edição do Programa de Promoção da Economia Criativa materializou empreendimentos inovadores em áreas como Educação Digital, Saúde Digital, IoT, Realidade Virtual e Convergência, e demonstrou o efeito catalisador da colaboração para impulsionar o desenvolvimento de tecnologias emergentes e aperfeiçoar modelos de negócios no Brasil. A grande empresa é um poderoso canal de acesso a tecnologias e mercados, e contribui para potencializar rapidamente os resultados dos empreendimentos mais jovens”, afirma Marcon.

Para o presidente da Anprotec, Jorge Audy, a parceria da Associação com a Samsung é estratégica para o Brasil. “Eu vejo as ações da Samsung como alguns dos principais ambientes de inovação da Europa e da Ásia, além da própria Coréia, e percebo a importância desse projeto que desenvolvemos juntos, compartilhando experiências e aprendendo com eles, uma empresa de classe mundial que surge numa das economias mais inovadoras do mundo que é a coreana”, explica.

Audy afirma ainda que o programa estabelece um novo tipo de parceria possível, utilizando os recursos da Lei de Informática brasileira. “Esse projeto é um marco. Abre um novo caminho de parcerias para fomentar o surgimento de startups, de empresas inovadoras, na área de economia criativa principalmente, gerando emprego, renda e desenvolvimento para o país”, acrescenta o presidente da Anprotec.

Na prática

A Optix Imagens Médicas foi uma das empresas participantes da primeira etapa do programa. A startup desenvolveu um produto de tele radiologia capaz de compactar imagens médicas, reduzindo custos e agilizando a emissão de laudos médicos nas plataformas web e mobile, inclusive em situações de emergências médicas. Segundo Paulo Aguiar, diretor da startup, o apoio do programa foi fundamental para o crescimento e aperfeiçoamento da empresa. “Todo o design do produto e os fluxos da solução foram muito discutidos com a equipe da Samsung. Isso ajudou muito para tornar o produto maduro e com qualidade para chegar ao mercado agora”, afirma Paulo.

Outra startup participante é a Sinapse Virtual Tecnologia e Serviços, que desenvolve soluções tecnológicas para ajudar crianças com dificuldades de aprendizagem a superarem suas limitações cognitivas e pedagógicas. Segundo um dos sócios da empresa, Glenny Gurgel, a ideia do projeto, antes limitada a auxiliar professores, foi significativamente ampliada durante o programa, ficando aberta a todas as crianças, dentro e fora do ambiente escolar, por meio de um aplicativo de jogos educativos, desenvolvido em parceria com a Samsung. Com isso, a expectativa de faturamento da empresa passou de R$ 100mil para R$ 1 milhão por ano. “Uma startup paraibana conseguir fazer uma parceria com uma multinacional e ter a perspectiva de distribuir seus produtos pra toda América Latina é incrível”, avalia Gurgel.

Segunda etapa

A Anprotec e a Samsung anunciam também que já foi iniciada a segunda rodada do programa, abrindo novas oportunidades para os empreendedores. O sucesso da primeira fase promoveu o aumento de 5 para 12 incubadoras distribuídas em todo o território nacional. O número de vagas para empreendimentos foi ampliado para 10 startups. Além disso, o valor do apoio financeiro aumentou, podendo agora chegar até a R$ 250 mil por empreendimento, e ainda não será mais exigido o tempo mínimo de operação das empresas candidatas. “Assim, os projetos mais jovens, dispostos a acelerar seu desenvolvimento e sua introdução no mercado, encontram conosco uma ótima oportunidade de desenvolvimento”, destaca Marcon.

“A expectativa mais importante de resultados do programa é que as empresas possam vir a gerar resultados positivos do ponto de vista de desenvolvimento econômico e desenvolvimento de inovação para elas próprias e para a região e os ecossistemas de inovação onde elas estão instaladas”, avalia Jorge Audy.

Gradução

O encerramento da primeira etapa do programa foi realizado em 28 de julho, na sede regional da Samsung em São Paulo (SP). As oito startups aceleradas pelo programa fizeram uma pitch session para os participantes e investidores. O evento contou ainda com a participação de diretores e gestores da Samsung, da Anprotec, das Incubadoras, do Centro de Economia Criativa e Inovação de Daegu Coreia do Sul, além de representantes do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, investidores e agências nacionais de apoio ao empreendedorismo e inovação.

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Bulgari Vault: aplicativo de grife protege dados pessoais

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De uma forma totalmente inesperada, a Bulgari licenciou a WiSeKey, a empresa suíça que é líder mundial em segurança, para desenvolver e oferecer no mercado, o BULGARI VAULT: um aplicativo móvel para o armazenamento seguro de todos os tipos de dados pessoais. Já disponível, o aplicativo é uma versão personalizada do Wiseid, aplicativo que se encontra no topo do ranking da WiSeKey, com layout, design e cores exclusivas da Bulgari, e pode ser baixado no Google Store e na Apple App Store.

A Bulgari é a única marca de luxo que conecta o mundo dos produtos de luxo de alto valor agregado com a realidade digital de hoje. Mais do que o debate em torno do chamado “objetos de pulso”, conectados, a verdadeira questão principal que a evolução tecnológica aplicada a relógios terão de enfrentar no futuro é o da proteção de dados digitais e sua total segurança. Na sua própria maneira inimitável, normas existentes externas e conformismo vigente, a Bulgari, com o BVLGARI Vault, deu o primeiro passo para preencher a lacuna entre o mundo do artesanato da BVLGARI e o mundo digital de seus clientes e amantes da marca.

O funcionamento intuitivo do aplicativo permite aos usuários proteger seus dados com facilidade. Assim que a informação é enviada para o aplicativo, ela é criptografada instantaneamente, graças a uma tecnologia altamente avançada, desenvolvida pela WISeKey, sem dúvida, líder da indústria nesta área. O usuário também pode arquivar e sincronizar os dados em uma “nuvem”, que depois são armazenados fisicamente em um depósito enterrado nos Alpes suíços. Durante a transferência de dados na internet, quando o risco de hackers é mais elevado, a tecnologia de criptografia da WISeKey alcança um nível “assimétrico” inigualável, normalmente utilizado por agências governamentais.

Este aplicativo é destinado a uma ampla gama de usuários, já que é completamente público e, consequentemente, aberto a todos. No entanto, o BULGARI VAULT também tem como alvo um círculo mais restrito de consumidores: clientes e fãs da Maison que, no futuro, descobrirão serviços personalizados diretamente relacionados com a marca, seus serviços e produtos, que podem incluir serviços relacionados a pós-venda, certificado de autenticidade, ativação da garantia, etc.

A WISeKey tem levado o desenvolvimento do seu conceito a um altíssimo nível ao expandir as chaves de acesso ao Vault através de vários campos que podem ser combinados para segurança adicional: o uso de uma senha, e também através do reconhecimento de impressões digitais, reconhecimento facial, assim como o modo de desbloqueio em que é preciso deslizar o dedo na tela do telefone celular para interligar os 4 pontos.

“Na Bulgari, nos esforçamos para estar à beira de compreender e antecipar experiências de luxo. A 4ª revolução industrial irá modificar a nossa relação com o luxo. É por isso que oferecer aos nossos clientes exigentes uma solução inteligente para proteger seu patrimônio virtual, graças à tecnologia de ponta dos nossos parceiros da WISeKey, é um momento de orgulho e uma experiência inovadora e enriquecedora para nós “, comentou Jean-Christophe Babin, CEO do Grupo Bulgari.

“Este é um novo marco na nossa colaboração com a Bulgari, para oferecer aos clientes comunicações móveis e transações mais seguras e confiáveis, com uma edição de cyber-resiliência do aplicativo BVLGARI Vault, que bloqueia os dados pessoais, tais como contas de usuários e senhas, números de cartões de crédito e PINs em um organizador seguro de dados pessoais, criando identidades responsáveis para as atividades on-line, enquanto os dados continuam protegidos em um cofre seguro na nuvem. Ameaças à segurança móvel estão aumentando em número e sofisticação, com hackers procurando formas de sequestrar celulares para a mineração de Bitcoins, ou para enganar os usuários móveis para que entreguem suas informações de identidade pessoal e contas bancárias. Apesar de sistemas operacionais móveis oferecerem desenvolvedores de aplicativos com recursos de segurança importantes, os hackers ainda têm sido capazes de explorar a enorme base instalada dos dispositivos Android e iOS, usando vários vetores de infecção diferentes para colocar malware “, disse Carlos Moreira, fundador e CEO da WISeKey.

As funções de armazenamento fornecidos pelo aplicativo são potencialmente tão vastas quanto o universo digital pode ser em relação aos dados: diversos códigos, bem como cartões de crédito, documentos (incluindo documentos de viagem), mensagens seguras de envio, assinatura digitalizada, etc. A inserção de dados é fácil e intuitiva, pode ser feita com a utilização de arquivos ligados às plataformas de internet mais utilizadas atualmente, um navegador de internet seguro, e um scanner para cartão de crédito integrado.

Além das plataformas nas quais o aplicativo pode ser baixado, ele também está acessível no site dedicado especificamente a ele: https://www.bulgarivault.com.

Baixe o aplicativo móvel BULGARI Vault diretamente na Apple Store e no GooglePlay.

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