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Frost & Sullivan North America Summit Navigates Imminent Digital Transformation set to Disrupt Manufacturing Workforce

The manufacturing industry as we know it is set to undergo a radical transformation as a result of digitization. From top to bottom, digital transformation, known within the industry as Manufacturing 4.0, will require advanced and atypical skill sets for both leadership and line workers alike. Forward thinkers and companies looking to prepare for the workforce of tomorrow are welcome to attend Frost & Sullivan’s annual event, Growth, Innovation and Leadership (GIL): North America – Digital Disruption: Realizing Growth Potential, taking place September 17 to 20, 2017 at the Hyatt Regency Lost Pines Resort and Spa in Austin, TX.

Throughout the hands-on Think Tank titled, Smart Manufacturing: Rethinking Organizational Roles & Leadership to Leverage the Factory of the Future, participants will discover first-hand the impact of Manufacturing 4.0 and prepare for the inevitable effects digitization will have on the manufacturing workforce.

“This inexorable trend will change how companies are organized, how they are led, how they build products, and how they engage with customers and suppliers,” said Co-Founder of Frost & Sullivan’s Manufacturing Leadership Council David R. Brousell. “Perhaps most importantly, digitization will spur the creation of new job roles, requiring up-to-date abilities and expertise from all levels of the factory of the future.”

Participants of the interactive Think Tank can expect to depart understanding:

Why there is a low level of comprehension about Manufacturing 4.0
What technologies will require the development of knowledge and expertise
How companies are adjusting their current job classification structures to align with Manufacturing 4.0 requirements
The session will provide participants the opportunity to hear from Brousell during his Executive Bulletin, Manufacturing 4.0: Bridging the Gap and a separate panel discussing strategies from the front lines of manufacturing featuring the following industry leaders:

Caralynn Nowinski Collens, Chief Executive Officer – UI Labs
Brad Heath, Chief Executive Officer & Owner – VirTex
Rebekah Kowalski, VP Workforce Strategy & Solution Integration – ManpowerGroup
James Regenor, Business Unit Director, Additive Manufacturing & Innovation – Moog
Danny Smith, Principal, Manufacturing Strategy – SAS

GIL 2017: North America is an opportunity to gain new insight and perspective on business and technology issues that matter most, now and in the future. It is where participants will collaborate in real time with other innovative and visionary thinkers, and push beyond their personal and organizational boundaries to create the future. Join us, and be a part of what makes GIL a powerhouse of ideas and meaningful connections: Its participants!

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Campinas recebe Hackathon AGI#TECH

Se o seu lance é programar, agende-se para participar do AGI#TECH, Hackathon promovido por meio de uma parceria entre as empresas Agillitas, Sensedia e Visa, que acontece nos dias 26 e 27 de agosto, em Campinas (SP). Na ocasião, os candidatos terão 24 horas seguidas para desenvolver soluções inovadoras e criativas que contribuam para fomentar o uso do #TeenCard Agillitas, um cartão mesada pré-pago específico para a galera mais jovem. As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de agosto, no site www.agillitas.com.br/agitech. As equipes que apresentarem as soluções mais inovadoras receberão os prêmios de R$ 12 mil para o primeiro lugar, R$ 5 mil para o segundo colocado e R$ 3 mil para o terceiro lugar.

Com a expertise no mercado em soluções de pagamento da Visa e serviços de emissão de cartões da Agillitas, somado ao conhecimento de estratégias de APIs da Sensedia, o Hackathon quer promover a criação de uma solução utilizando as APIs da Agillitas, disponíveis no Portal API Nucleus e as APIs da Visa, disponíveis no Visa Developer Platform. Para a criação das soluções os candidatos deverão usar pelo menos uma API de cada uma das empresas.

Segundo o Diretor de Produtos da Visa, Marcelo Sarralha, o trabalho em conjunto com a Agillitas perdurou alguns meses para que o emissor ofertasse seus serviços por meio de APIs para desenvolvedores externos. “Esse projeto faz parte de uma iniciativa da Visa no Brasil de desenvolver o futuro das tecnologias e inovação na indústria de pagamento ao possibilitar que os emissores abram suas APIs em um movimento conhecido mundialmente como inovação aberta”, conta Sarralha.

Processo seletivo

Participarão 8 equipes compostas por 4 a 5 pessoas. As inscrições estarão abertas de 27 de julho a 14 de Agosto e serão aceitas tanto equipes completas ou individuais. Para o segundo caso, as equipes serão formadas pela Comissão Organizadora, que, entre os dias 15 e 16 de Agosto, fará a avaliação e a seleção dos candidatos e equipes que participarão da maratona. Depois da seleção, os candidatos classificados deverão efetivar sua inscrição definitiva mediante o pagamento de R$ 50,00, que serão utilizados para carregar os cartões pré-pagos que os participantes ganharão, iguais aos que eles deverão fomentar o uso, durante o Hackathon.

Os protótipos

As soluções poderão ser construídas em qualquer plataforma, desde sistemas web, até aplicativos mobile para Android, iOS ou qualquer outro dispositivo. Ao final das 24 horas de programação, as equipes demonstrarão seus protótipos, apresentando utilidade, originalidade, inovação, experiência de uso, potencial de mercado e informações que julgarem necessárias.

Programação

Data: 26 e 27 de Agosto (final de semana)

Horário: Das 08h do dia 26 de agosto às 13h do dia 27

Local: Sensedia – Parque II do Polo de Alta Tecnologia, Campinas – SP, 13086-902

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Bahia recebe o maior evento de empreendedorismo jovem do mundo

Entre os dias 16 e 19 de agosto, Porto Seguro (BA) receberá o 24º Encontro Nacional das Empresas Juniores (ENEJ). Com o tema “Nós: Aqui e agora”, o objetivo do evento é unir empresários juniores de diferentes estados e representantes de grandes empresas para trocar experiências, aprender e discutir sobre a atuação do Movimento Empresa Júnior na sociedade.

Realizado pela Brasil Júnior, instância que representa Empresas Juniores brasileiras, e organizado pela Federação das empresas juniores do estado da Bahia (UNIJr-BA), o evento retorna ao Estado pela quarta vez. “O objetivo do ENEJ 2017 é inspirar, capacitar e conectar os estudantes universitários de todo País, além de contribuir diretamente com a educação empreendedora brasileira e tornar os jovens mais conscientes do papel que eles possuem de transformar nosso País em um lugar melhor”, diz Andrei Golfeto, presidente da Brasil Júnior.

Durante os quatro dias de programação, os cerca de 4.000 empresários juniores terão acesso a palestras, workshops e cases, além de participar de rodas de discussão e minicursos com grandes nomes. Entre o rol de palestrantes estão Luiza Trajano, fundadora da rede de lojas de varejo Magazine Luiza, o jornalista Caco Barcellos e Vicente Falconi, especialista em gestão que atuou em empresas como Ambev e Votorantim. Os organizadores estimam que o ENEJ irá movimentar cerca de 280 mil reais para a economia local.

”O ENEJ vai fortalecer o empreendedorismo na Bahia, além de impactar a economia do Estado e contribuir para que os jovens sejam a mudança que o país precisa. Mais que isso, o evento criará um ambiente favorável para o desenvolvimento de talentos e negócios locais, com empresas melhores, educação melhor e mais oportunidade na prestação de serviços pelas empresas juniores”, diz Alanna Marzola, presidente da UNIJr-BA. Os empresários juniores de todo o Brasil que quiserem participar do encontro podem se inscrever no site oficial do ENEJ.

Atualmente, o Movimento Empresa Júnior conta com mais de 490 empresas juniores e cerca de 16 mil empresários juniores em 113 universidades, que colocam em prática os aprendizados da universidade junto a micro e pequenas empresas, sob a supervisão de professores renomados, em mais de 100 áreas. Em 2016, o Movimento Empresa Júnior movimentou cerca de 11 milhões de reais na economia brasileira.

Acontece no ENEJ

A Eureca!, consultoria especializada em conectar a energia jovem com o mundo do trabalho, terá um stand exclusivo no evento para desenvolver os estudantes, e aproximá-los ainda mais das experiências propostas pela empresa. Entre as atividades do stand, o destaque é para o “Papo Reto” – bate-papos mais próximos com os grandes líderes que estarão nos palcos do evento. Por dia, acontecerão três edições do “Papo Reto”, para 12 jovens cada – impactando diretamente mais de 100 jovens ao final dos três dias de evento. Para se inscrever, o jovem deverá participar de mini desafios – que incluem visitas em outros stands – e garantir uma senha, que será trocada no Stand da Eureca pelo ingresso para o bate-papo.

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Infracommerce dobra de tamanho em 2017 e segue contratando

A Infracommerce, empresa líder em soluções full service para e-commerce da América Latina, deu início a uma nova fase em 2017 com foco na expansão de atuação. A empresa cresceu 107% apenas no primeiro semestre do ano e contratou, nesse período, 204 novos funcionários, contando agora com um quadro de mais de 500 profissionais.

De acordo com Ednei Souza, CFO da Infracommerce, o crescimento escalonado da empresa oferece grandes oportunidades de ascensão profissional. “Aqui nós gostamos de reter nossos talentos, por isso proporcionamos sempre possibilidades de crescimento dentro da empresa, além de diferenciais muito atrativos. Temos diversos casos de funcionários que entraram como estagiários e hoje já atuam como gerentes”, conta Ednei.

As contratações fazem parte do plano de expansão da empresa que abandonou o status de startup e hoje ocupa lugar entre as gigantes do e-commerce no Brasil. A empresa já expandiu atuação para o México e prevê para os próximos 12 meses unidades na Argentina, Colômbia e Chile.

De acordo com Kai Schoppen, CEO da Infracommerce, a empresa pretende triplicar a movimentação em 2017. “Nossa expectativa é encerrar este ano com um faturamento 200% superior ao de 2016”, conta Kai.

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Mudanças no sistema bancário impulsionam a criação das fintechs

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O setor financeiro tem passado por muitas transformações nos últimos anos. A internet e a mobilidade têm tornado as agências bancárias quase que indispensáveis, já que hoje é possível fazer diversas transações online, de forma prática e segura.

Junto com tantas mudanças surgiram as fintechs, empresas que usam a tecnologia de maneira intensiva para oferecer serviços financeiros de forma fácil e inovadora para o usuário, mas que representam um grande desafio para as instituições bancárias se manterem no mercado.

Um bom exemplo é a startup Cobre Fácil Online, criada para aprimorar o serviço de emissão de boletos, tradicionalmente oferecido pelas instituições financeiras. A empresa oferece o serviço com um valor mais acessível, sem burocracias e com um sistema completo de gestão, o que facilita ainda mais a vida do usuário.

“Os bancos enxergaram a internet como uma plataforma de redução de custo. As fintechs têm outra visão, que é a de melhorar a experiência do usuário e oferecer mais praticidade e agilidade nas transações. Agora, com a implantação do boleto com registo, o cliente terá ainda mais trabalho, além de aumentar suas despesas. A Cobre Fácil Online veio para descomplicar e reduzir custos”, explica Paulo Henrique, CEO e Cofundador do Cobre Fácil Online.

O CEO conta que criou um sistema completo que faz a emissão do boleto online, de qualquer lugar, sem a necessidade de envio de remessa para o banco, além de realizar a emissão de boletos em lote, emissão de segunda via, alertas de cobranças, personalização de faturas, entre outras funcionalidades. O cliente paga apenas o valor de R$ 4,70 quando o boleto for pago e ainda pode transferir os recebidos para sua conta jurídica, pessoal ou poupança. Nas instituições financeiras este valor pode chegar há mais de R$ 20,00 por título, além das taxas de liquidação, baixa manual e protesto.

O síndico, João Santana, utiliza o sistema há mais de 1 ano e, para ele as principais vantagens em relação ao banco é a economia e a otimização de tempo. “Estamos economizando mais de R$ 3 mil por mês com o Cobre Fácil Online. Antes, levávamos 5 dias para gerar 450 boletos. Com o sistema, fazemos todo o trabalho em apenas 2 horas”, relata.

Paulo Henrique salienta que as startups do ecossistema fintech são empresas que se caracterizam pela agilidade e pelo relacionamento dinâmico e interativo que tem com seus clientes, por isso, a tendência é que conquistem cada vez mais o mercado. “Os produtos e serviços da empresa são desenvolvidos a partir das necessidades específicas do usuário e nas formas como a tecnologia pode ser usada para atendê-las”, finaliza.

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Hikvision e EY firmam parceria para o desenvolvimento de modelos de gestão de segurança da informação

A Hikvision, fornecedora global de soluções e produtos de videovigilância e segurança eletrônica, e a consultoria EY China, líder global em serviços de segurança, impostos, transações e assessoria, firmaram uma parceria para o desenvolvimento do projeto de segurança da informação que irá reforçar a proteção das soluções da fabricante por meio do desenvolvimento de modelos de gestão em resposta aos crescentes riscos de segurança cibernética. O apoio da equipe de projeto especializada da EY irá ajudar a Hikvision na realização da avaliação de segurança da informação para equipe técnica e na área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).

Além disso, a consultoria compartilhará continuamente práticas de liderança industrial para auxiliar ainda mais a Hikvision na superação dos desafios encontrados nas transformações de risco de cibersegurança.

“Como uma fabricante líder mundial de equipamentos de CFTV e vigilância por vídeo, a Hikvision entende muito bem a importância de entregar um produto seguro aos usuários e está comprometida com a implementação de medidas eficazes para aumentar a segurança dos seus produtos e serviços. Os esforços de garantia de segurança da informação da Hikvision são fundamentados no ciclo de vida útil, incluindo o desenvolvimento, verificação, fabricação, entrega e serviços. O trabalho com a EY, organização de serviços de consultoria líder no mundo, irá auxiliar no aprendizado de técnicas avançadas de gerenciamento de cibersegurança”, comentou Weiqi Wu, VP da Hikvision.

A Internet das Coisas (IoT) tem desempenhado um papel importante no novo ciclo de transformação do mercado, como ‘Indústria 4.0’, ‘Smart City’ e ‘Internet +’. O rápido desenvolvimento do mundo da IoT está gerando cada vez mais preocupações quanto ao possível aumento de nossa exposição às ameaças cibernéticas. Para atender à crescente demanda, a Hikvision tem planos de longo prazo e considerações cautelosas em relação ao estabelecimento do próprio sistema de gestão de segurança da informação.

“A EY está muito satisfeita em auxiliar a Hikvision no desenvolvimento deste projeto. Ao integrar nossos recursos globais, incluindo credenciais bem-sucedidas, práticas industriais, conhecimento profissional e especialistas locais em cibersegurança, a EY ajudará a Hikvision a enfrentar os desafios de riscos crescentes de cibersegurança e a obter uma cooperação mutuamente benéfica e vantajosa.” afirma Keith Yuen, parceiro de serviços de cibersegurança da EY Grande China.

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Boleto registrado: conheça as principais mudanças

Desde o início de julho, boletos bancários com valores superiores a R$ 50 mil passaram a ser, obrigatoriamente, registrados.

O registro dos boletos bancários vai alterar a rotina tanto de consumidores, quanto das empresas, pelo fato do boleto ser uma das principais formas de pagamento dos brasileiros. De acordo com a Febraban, cerca de 3,6 bilhões destes documentos são emitidos anualmente no país.

Um dos principais motivos da popularidade do boleto é a simplicidade de emissão e pagamento. Um exemplo disso é que cerca de 50 milhões de pessoas economicamente ativas o utilizam para realizar compras no e-commerce, mesmo sem possuir contas em banco.

Mas como essa mudança irá atingir as empresas e os consumidores? Especialistas da Sage, além de explicar a diferença entre o boleto registrado e sem registro, apontaram as principais vantagens e desvantagens da medida.

O que muda?

Nos boletos registrados, o banco toma ciência do boleto a partir da geração, isto é, há um código registrado no sistema do cliente e do banco que o identifica. Isso possibilita o acompanhamento detalhado das transações que utilizam esse meio de pagamento, assim como o documento pode servir como título de protesto, no caso de inadimplência.

Os boletos sem registro são passíveis de fraude, pois o banco toma conhecimento do documento após o pagamento, dificultando a associação do valor com o cliente que o emitiu, abrindo margem para fraudes na geração ou adulteração dos códigos de barras por terceiros.

A obrigatoriedade do registro dos boletos seguirá a seguinte progressão.

Fonte: https://portal.febraban.org.br/pagina/3150/1094/pt-br/servicos-novo-plataforma-boletos

Vantagens do boleto registrado:

– Gestão da carteira. É possível saber quem pagou, o que pagou e quando pagou.
Conciliação e relatórios de gestão.

– Maior segurança e entrega eletrônica por meio do DDA – Débito Direto Autorizado.

– Uso dos boletos como lastro em operações de crédito (sujeito a análise de crédito nos bancos).

– Maior comodidade, pois permite o pagamento vencido em qualquer banco pelo DDA ou pela atualização do boleto no site do banco emissor.

Desvantagens:

– Processo gera burocracia para o empresário e custos adicionais.

– Consumidor pode ser protestado automaticamente se não pagar o boleto no prazo.

– O cancelamento do boleto gera cobrança.

– Cerca de 75% dos consumidores preferem pagar através do boleto bancário por causa das baixas taxas, segundo uma pesquisa feita pela E-commerce Brasil em parceria com o Sebrae. Com o aumento dos tributos, pagamento via boleto pode passar a ser menos interessante, tanto para o consumidor, quanto para os comerciantes.

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Gartner aponta que soluções digitais têm transformado o cenário de segurança

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta que as empresas estão cada vez mais dependentes da tecnologia digital e que a Internet das Coisas (IoT) tornou a segurança ainda mais complexa. Os líderes de segurança e gestão de risco precisam agora desenvolver programas flexíveis baseados na confiança digital. Durante a Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco, que acontece nos dias 8 e 9 de agosto, em São Paulo (SP), analistas mostrarão como esses executivos estão criando programas de segurança para os negócios digitais e os desafios que eles precisam estar preparados para enfrentar.

“Os negócios digitais estão relacionados diretamente a acesso e colaboração. As empresas precisam permitir a participação de parceiros externos e clientes. O usuário final foi frequentemente considerado como o elo mais fraco da cadeia de segurança. Em um mundo digital, ele faz parte da função de segurança e de uma solução voltada para as pessoas”, diz Tom Scholtz, Vice-Presidente e Fellow do Gartner. É por essa razão que os líderes de segurança e gestão de risco estão desenvolvendo programas baseados na confiança. “No lugar de uma abordagem de segurança negativa por padrão (do inglês, default-deny), estamos vendo a abordagem de permissão por padrão (do inglês, default-allow). Essa é uma mudança importante em como os programas de segurança estão sendo criados.”

Certas tecnologias precisam estar no radar dos líderes de segurança e gestão de risco. As ferramentas de Análise de Comportamento de Usuários e Entidades (UEBA, na sigla em inglês) são importantes, assim como entender e institucionalizar a arquitetura de segurança adaptativa. A inteligência artificial (IA) consegue oferecer inteligência sobre a situação baseada no contexto para melhorar a tomada de decisão em relação à segurança. O Blockchain está transformando o comércio digital e tem valor potencial para a segurança como forma de apoiar uma confiança mais distribuída.

O problema é que novas tecnologias criam novos riscos. A IA gera propriedade intelectual que deve ser protegida, como os algoritmos e conhecimento institucionalizado que definem o que é normal para os sistemas de uma empresa. A invasão assertiva poderia ter efeitos muito graves sobre o sistema de produção de uma companhia. A inteligência artificial também abre as portas para formas mais sutis de disrupção. Por exemplo, um hacker pode fazer ajustes que não derrubem o sistema inteiro, portanto, pequenas falhas vão passar despercebidas.

Na Conferência, os analistas do Gartner debaterão os maiores desafios enfrentados hoje pelos líderes de segurança e gestão de risco. Os CISOs (Chief Information Security Officers) são responsáveis pelo planejamento estratégico em um ambiente digital em que a agilidade e a prática bimodal são fundamentais para o sucesso das empresas. Eles também precisam adquirir talentos para gerenciar a IoT e a integração da tecnologia operacional.

As equipes de segurança precisam se manter atualizadas e proativas. Elas devem ficar atentas às novas tecnologias e ao panorama dos fornecedores para determinarem o que adotar em seus programas de segurança. Esses times também precisam entender as ameaças mais recentes à segurança porque o cenário está evoluindo rapidamente e se tornando mais complexo.

O General Data Protection Regulation (GDPR), nova lei da União Europeia sobre privacidade e proteção de dados pessoais que vai entrar em vigor em 2018, apresenta mais um desafio para os responsáveis por risco e compliance porque eles vão precisar garantir a conformidade das suas empresas, evoluir e mudar o foco sobre compliance para gerenciar os riscos de forma efetiva para proteger a organização. Esses líderes terão que garantir que suas empresas entendam os riscos e responsabilidades associadas às novas tecnologias conforme investem em iniciativas de negócios digitais.

Os responsáveis por Gestão de Continuidade de Negócios (BCM) precisam continuar a criar operações de TI e de negócios ao mesmo tempo em que enfrentam as ameaças mais sérias e as disrupções mais frequentes. Eles devem se proteger contra falhas e também planejar como as empresas irão superá-las e minimizar seu impacto. A flexibilidade, não só a recuperação, tem que estar presente nos sistemas do negócio digital. A infraestrutura básica deve ser maleável o suficiente para enfrentar um ciberataque e se recuperar de um problema grave, se possível, sem interrupções.

Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco 2017

Data: 8 e 9 de agosto de 2017 (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel
Endereço: Av. das Nações Unidas, nº 12.559

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Brasil deve voltar ao radar das empresas de Private Equity

Depois de passar por um período de um grande boom de crescimento e, logo na sequência, de dois anos de correção econômica, o Brasil está no caminho da estabilização e se tornando atrativo para empresas de Private Equity (PE) que querem se diversificar em mercados emergentes. A recuperação contínua, as reformas pró-negócios e o crescimento em indústrias-chave estão criando uma clara oportunidade para empresas de PE. Essas conclusões são apresentadas pelo The Boston Consulting Group (BCG) em seu relatório Private Equity Strategies for Brazil’s New Economic Reality, que está sendo lançado hoje.

A economia do Brasil está mais madura que a de outros mercados emergentes. Com cerca de um terço da população da América Latina, o Brasil atraiu quase a metade de todos os investimentos de Private Equity na região entre 2008 e 2015. Em comparação com mercados desenvolvidos, como os EUA, ainda há espaço para crescimento. “Essa combinação de fatores coloca o Brasil no ponto ideal para empresas dispostas a investir em economias emergentes”, diz Heitor Carrera, sócio do BCG e um dos autores do relatório. “Durante a próxima década, o país vai oferecer uma oportunidade rara para empresas globais que desejam adicionar mercados emergentes em suas carteiras e também para empresas locais que querem intensificar os seus investimentos aqui.”

Crescimento Estável e Melhora no Clima para os Negócios

A maioria dos economistas prevê que, apesar de alguma volatilidade no primeiro semestre de 2017, o PIB do Brasil vai estabilizar em um período de crescimento lento, mas constante – cerca de 1,8% ao ano até 2021, o que ainda é mais rápido do que a dos países do G7. Além disso, o governo do Brasil introduziu uma série de reformas – como a redução da burocracia necessária para arquivar alguns impostos ou iniciar uma nova empresa – que visa promover um ambiente mais favorável às empresas.

Embora a recente correção econômica tenha atingido fortemente alguns setores, muitos outros – particularmente em segmentos de consumo, como de alimentos e saúde – continuaram expandindo em taxas de dois dígitos, com perspectiva de manter o crescimento. Esses setores são agora os principais candidatos para o tipo de estratégias de criação de valor que as empresas de PE podem aplicar.

Cinco Estratégias de Adaptação para Prosperar

Para se obter sucesso no Brasil, é necessária uma profunda compreensão dos aspectos únicos do seu mercado de PE. Por exemplo, o tamanho médio de negócios no Brasil é menor do que em muitos outros mercados, e até mesmo grandes empresas globais competem para fechar negócios menores. Além disso, IPOs são relativamente escassos, e as empresas são mais propensas a vender suas empresas de portfólio para os compradores estratégicos, não financeiros.

Tendo em conta estes fatores, o BCG identificou cinco estratégias cruciais para empresas de PE que pretendem competir no Brasil:

Olhar além de alvos convencionais – onde a concorrência é forte – e considerar o investimento em empresas em estágio inicial, ou até mesmo o lançamento de novas empresas a partir do zero.
Renovar o processo de triagem para um ambiente de crescimento lento. Identificar pequenos bolsões de crescimento, ou comprar ativos de empresas em dificuldade.
Explorar todas as opções para criação de valor. Dado que o crescimento global será mais difícil no futuro, as empresas deverão se concentrar em margens de lucro e outras abordagens.
Trazer conhecimentos específicos do setor para a mesa. Em um mercado onde a experiência local é crítica, as empresas precisam construir equipes fortes, que podem fazer as melhorias operacionais necessárias para criar valor em suas empresas de portfólio.

Proteger-se contra a volatilidade da taxa de câmbio da moeda brasileira, definindo, potencialmente, períodos de investimento de longo prazo.

“O Brasil deu aos investidores uma aventura turbulenta na última década”, diz Carrera. “Mas agora, com a entrada de um período de crescimento mais lento, oferece fortes desafios e oportunidades para firmas PE. As empresas que constroem a base certa, entendem o mercado local e adotam uma visão de longo prazo vão se estabelecer e saberão tirar vantagem do momento.”

O estudo completo pode ser acessado aqui.

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Seguranca digital das organizações

Por César Cernuda, Presidente da Microsoft América Latina

A Microsoft trabalha assim há 15 anos, quando, em 2002, os problemas de segurança ameaçavam a confiabilidade dos softwares. Então, repensamos as estratégias relacionadas ao desenvolvimento de produtos para que fossem tão disponíveis, confiáveis e seguros como os serviços comuns de energia elétrica, água e telefone. Não se trata de uma moda passageira, mas da missão da empresa. A Microsoft é uma empresa de segurança.

No entanto, nosso trabalho contínuo também é fornecer soluções para que as pessoas e as organizações tenham suas informações e ativos de tecnologia protegidos. Para tanto, ao proteger, detectar e reagir, nos concentramos em quatro pontos:

Alertar sobre a proteção de identidade. Muito além de senhas, buscamos abranger os riscos relacionados à identidade com acesso condicional e autenticação multifatorial de forma automática e, antes que causem algum problema, potenciais violações de segurança são identificadas.

Proteger aplicativos e dados. O uso de computação em nuvem não deve ser um impedimento para explorar a produtividade, uma vez que a informação está segura. Por essa razão, os privilégios de acesso e a criptografia de informações são fundamentais. O gerenciamento de direitos, a identificação e o bloqueio de aplicativos não regulamentados e o cuidado contra riscos como o phishing são muito importantes, bem como detectar e impedir acessos não autorizados, anormalidades e outras ameaças em tempo hábil.

Ampliar o controle de dispositivos. Hoje, a produtividade ocorre tanto nos dispositivos da empresa, como nos pessoais dos funcionários. Todos devem estar protegidos para preservar a organização. As atividades suspeitas desses equipamentos devem ser detectadas, e os ataques devem ter resposta rápida. Portanto, tanto um computador pessoal como ou um telefone celular deve ter criptografia de informações e, no caso de um risco potencial, ser bloqueado, colocado em quarentena ou excluídas as informações nele contidas que possam comprometer a organização.

Salvaguardar a infraestrutura. Devem-se gerir as políticas que mantêm recursos e ambientes de nuvem e híbridos seguros. Os servidores e as cargas de trabalho ganham importância na segurança de uma organização, sendo vital o seu monitoramento constante. É também relevante a análise de comportamentos para identificar situações que comprometam a infraestrutura, enquanto ameaças são atacadas desde o princípio.

O sucesso de uma empresa certamente inclui a segurança, que deve ser prioridade, agora que as informações corporativas são “um grande pote de ouro”, em que o fluxo de dados circula entre diferentes dispositivos, graças à nuvem.

Diante desse cenário, é importante que esses desafios sejam sempre levados em conta da perspectiva da segurança, indo além da construção de muros e se concentrando em abordar a proteção de várias frentes, além de antecipar os ataques. Sempre com uma visão holística da visão corporativa.

A segurança é um hábito que deve estar integrado à visão da organização e não ser apenas um plano de curto prazo para tirar o problema do caminho ou reagir às consequências de um ataque. Ela deve ser uma disciplina permanente, para proteger verdadeiramente uma organização. Deve ser algo rotineiro, em todos os sentidos e sempre vinculada à transformação digital.

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Agrosmart é premiada no Forbes AgTech Summit

A Agrosmart, plataforma de agricultura digital para países em desenvolvimento de agricultura tropical, representou a América Latina no Forbes AgTech Summit que aconteceu em Salinas, na Califórnia. O evento reuniu mais de 600 líderes do setor agro no mundo.

Durante a ocasião aconteceu o Thrive AgTech Demo Day, evento organizado pela Thrive, principal aceleradora de AgTech do Vale do Silício. A startup brasileira foi a única empresa da América Latina a se apresentar para líderes do setor e investidores, onde recebeu o troféu de Operational Excellence, empresa referência em operações no agronegócio.

“Ficamos muito honrados em representar nosso continente em um evento muito importante do setor agro e ainda mais felizes por recebermos o reconhecimento do nosso trabalho por parte da Thrive, uma das principais aceleradoras e apoiadoras do agronegócio no mundo”, afirma Mariana Vasconcelos, CEO da Agrosmart.

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Centrais multimídia Honda reproduzem o aplicativo Waze

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O Google anunciou a habilitação do aplicativo de navegação Waze para operar no sistema Android Auto. Com isso, as centrais multimídia presentes no Civic EXL e Touring, bem como no Accord, estão aptas a espelharem o conhecido aplicativo de navegação de forma muito intuitiva, fácil e segura.

O aplicativo de navegação Waze traça rotas de acordo com a condição de trânsito, informando situações adversas, como buracos, acidentes e veículos parados na pista. No aplicativo, é possível fazer a busca dos endereços por comando de voz. O usuário pode, além de receber os alertas de trânsito, reportá-los ao sistema, via a tela do sistema multimídia, de forma simples e segura.

As centrais multimídia de 7″ multi touchscreen presentes no Civic (EXL e Touring) e do Accord já oferecem, desde seu lançamento, a compatibilidade com o Android Auto e, também, com o sistema Apple CarPlay. Essa conectividade permite a operação fácil de aplicativos e funções de smartphones de diversos fabricantes na tela central. Possibilita ainda a reprodução de músicas e o uso de assistentes comandados por voz, como o sistema Google Now, do Google, ou Siri, da Apple. O aplicativo Waze, no entanto, só está disponível para usuários do sistema Android Auto.

Em breve, a Honda irá oferecer a tecnologia em novos produtos do seu portfólio.

Conexão fácil

A conexão com os sistemas Android Auto e Apple CarPlay é simples. Basta baixar o aplicativo Android Auto (no caso de dispositivos com sistema operacional Android) ou Apple CarPlay e usar o cabo USB para conectá-lo ao automóvel. De forma automática, irá apresentar os aplicativos compatíveis, que trazem versões otimizadas para o uso em automóveis. A tela do aparelho, enquanto conectada, permanece bloqueada, para a segurança do motorista.

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