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Shazam eleva produtividade ao usar Salesforce

Cliente da Salesforce (NYSE: CRM), líder global em CRM, o Shazam, um dos apps mais populares da atualidade, aumentou significativamente a produtividade de executivos e da liderança de vendas depois de implementar o Salesforce Einstein Analytics. O app foi baixado mais de 1 bilhão de vezes e tem mais de 20 milhões de acessos ao dia em 190 países. Com o Einstein Analytics, ele melhorou a qualidade dos dados de sua enorme base de usuários, direcionou esforços a segmentos de consumidores mais específicos e reduziu a solicitação de relatórios da sua principal equipe de análise.

Segundo estudo da Nucleus Research, o Shazam aumentou em 752% seu retorno sobre investimento (ROI) em pouco mais de seis semanas após a implementação do Einstein Analytics, que foi realizada sem a necessidade de suporte de consultores externos. A produtividade e agilidade conquistadas pela empresa com a solução representam uma economia média de US$ 246.896 ao ano.

Anteriormente, o Shazam apresentava relatórios e gerenciava as vendas por meio de planilhas. Ou seja, a organização tinha seus dados segmentados em diversos documentos diferentes que não se integravam. Além disso, a equipe de análise enfrentava atrasos para atender às solicitações de relatórios feitas por executivos e pelo departamento de vendas.

“Com o Einstein Analytics, substituímos a geração manual de relatórios semanais enviados à liderança por painéis de controle dinâmicos de autoatendimento que estão disponíveis aos nossos funcionários no mundo todo e a qualquer hora”, diz Pete Miles, VP de operações de marketing do Shazam.

Ao usar o Einstein Analytics, a equipe de vendas pode gerar seus próprios relatórios para obter informações relacionadas ao seu canal de vendas, segmentação de clientes e otimização de preços. Além disso, o Chief Revenue Officer (CRO) obtém um panorama diário sobre a posição da empresa, oportunidades e onde os times devem focar seus esforços. Os usuários corporativos contam com um painel de controle de autoatendimento fácil de usar para acessar informações práticas, enquanto os analistas dedicam o tempo antes gasto compilando dados em relatórios semanais (cerca de 15% das horas de trabalho) com análises complexas de dados e tendências. O Shazam ainda identifica padrões mais granulares entre os consumidores, permitindo às equipes de vendas direciorem seus esforços com mais precisão.

“O Einstein Analytics oferece recursos prontos para uso. Com eles, os usuários geram análises avançadas imediatamente”, diz Ketan Karkhanis, diretor geral de Salesforce Analytics. “O Shazam expandiu o uso da lógica analítica. Além da sua importância para a retaguarda da empresa, agora ela também é essencial à linha de frente. Quando todos os seus funcionários têm acesso a informações relevantes, eles trabalham melhor, oferecem experiências mais personalizadas aos clientes e, consequentemente, ajudam a companhia a crescer”.

A Nucleus Research concedeu ao Shazam o prestigiado ROI Award de 2017 por sua implementação do Einstein Analytics. O prêmio homenageia as 10 empresas cuja implementação de soluções de TI produziram o maior impacto sobre o ROI.

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Startup ajuda brasileiros que tiveram voos atrasados, cancelados ou perda de bagagem

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Voos são adiados ou cancelados a todo o momento nos principais aeroportos do Brasil, porém poucos passageiros sabem que a partir de 1 hora de atraso já é possível reivindicar assistência das companhias aéreas. E os que vão atrás de seus direitos enfrentam grande burocracia e falta de interesse das companhias aéreas para resolução do problema. Pensando nisso, foi lançada em junho a NãoVoei.com , startup que busca reparações de danos a passageiros que passaram por situações de voo atrasado ou cancelado, bagagem extraviada ou overbooking nos últimos três anos.

Funciona assim: os passageiros relatam seu caso no site, por chat on-line ou telefone. O especialista em reparação de danos, então, coleta detalhes do ocorrido e valida se é passível ou não de indenização. Se sim, ele reúne a documentação necessária para buscar uma solução amigável junto à companhia aérea. Se não for possível um acordo, o caso é transferido à rede de prestadores de serviços jurídicos da empresa para adoção das medidas judiciais cabíveis. Geralmente, cada caso demora de três a quatro meses para se resolver e o valor das indenizações, em média, fica entre R$ 2 mil e R$ 8 mil a título de danos morais, além do ressarcimento de eventuais danos materiais que o passageiro tenha arcado (alimentação, hospedagem, transporte, etc.).

Segundo análise dos últimos dados divulgados pela Anac, do mês de março, 8% dos voos atrasam pelo menos 30 minutos. “Quem usa bastante o transporte aéreo sabe que os atrasos são comuns, porém, muitos deixam de correr atrás de seus direitos ou não estão preparados para resolver o problema sozinhos. Nosso objetivo é agilizar o atendimento, promovendo o contato direto com profissionais qualificados. Em última instância, estamos contribuindo também para a melhoria da prestação de serviços das empresas aéreas”, conta Alexandre Monteiro, sócio-fundador da NaoVoei.com.

A startup só cobra se houver alguma reparação de danos – neste caso, fica com uma taxa de 30% do valor efetivamente recebido pelo passageiro. A ideia partiu da experiência de um dos sócios, que teve prejuízos profissionais quando seu voo de Curitiba a São Paulo sofreu atraso de cinco horas. “Ele perdeu reuniões e outros compromissos que poderiam render novos clientes”, relata Monteiro. Em seu primeiro mês, a NaoVoei.com prevê faturamento de R$ 30 mil e, até o final de 2017, a meta é chegar aos R$ 300 mil, somando R$ 1 milhão em indenizações.

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Aivo lança o Live, plataforma de chat humano assistido por Inteligência Artificial

Com o intuito de melhorar constantemente a relação entre as empresas e seus clientes ao oferecer ferramentas de atendimento automatizado, a Aivo acaba de lançar a solução de chat humano LIVE, que consiste em um chat omnichannel assistido por meio de Inteligência Artificial.

A nova plataforma permite que as empresas dialoguem com seus clientes em todos os seus canais criando um único perfil digital e possui uma ferramenta de sugestões de respostas inteligentes que ajudam aos operadores a resolver as necessidades dos clientes logo no primeiro contato, oferecendo um atendimento personalizado e automatizado, para que o consumidor tenha a melhor experiência durante o processo. De acordo com estudo da Microsoft, 27% dos brasileiros querem resolução do problema no primeiro contato e 57% da primeira comunicação com marcas ou organizações começam no online. Além disso, 98% esperam que as marcas tenham algum canal de autoatendimento e 88% que utilizaram assistentes virtuais encontraram as informações que procuravam através do canal.

Entre as principais características do LIVE, a omnicanalidade é um dos destaques. As mensagens adaptam-se de acordo com os canais escolhidos pelos clientes, seguem uma coerência contextual e promovem uma continuidade mesmo quando o cliente altera o canal de comunicação. A solução utiliza Inteligência Artificial e Machine Learning para aprender com as interações de seus melhores operadores e entregar sugestões de respostas nas próximas conversações, melhorando a gestão, reduzindo o tempo de atendimento e ajudando a concentrar o suporte humano para assuntos mais complexos.

O LIVE tem uma variedade de ações automáticas que tem como objetivo reduzir o tempo de operação dos atendentes, ajudando-os a se tornarem mais eficientes e resolvendo suas necessidades de forma rápida e eficaz. A solução ainda gera relatórios e resultados em tempo real, possibilitando o monitoramento de desempenho dos operadores e atendimentos, além de possibilitar a criação de Grupos de Atendimento, de acordo com as habilidades e capacidades de cada operador e Filas inteligentes de atendimento. “Dessa maneira LIVE vai se transformar no melhor assistente para os operadores de atendimento. Desenvolvemos esta plataforma visando economizar mais de 30% do tempo dos operadores, a fim de resolver o problema do cliente de forma ágil e assertiva”, completa Martín Frascaroli, CEO da Aivo.

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Rede de escola de programação e empreendedorismo expande negócio pelo Brasil

Uma escola de robótica que teve suas primeiras aulas ministradas dentro de um apartamento virou um case de sucesso. A Buddys teve sua história iniciada em 2013 e hoje a rede já fatura R$ 1,5 milhão por ano. A ideia de jovens empreendedores agora busca alcançar novos mercados, como os das regiões sul, sudeste e centro oeste. A expectativa é abrir 50 unidades até o final do ano.

“Esse modelo tende a ser o futuro das escolas. O aluno se desenvolve de forma individual. O legal é que se valoriza muito mais a interação entre professor e aluno, com isso potencializa o aprendizado em um ambiente colaborativo e que estimula a criatividade”, conta Marlon Wanderllich, CEO da empresa, sobre o modelo de negócios da rede.

Para atrair interessados em investir em uma franquia da Buddys, os irmãos prezam pelo diferencial das escolas. “Se for olhar o mercado, observará a enorme quantidade de concorrência para franquias de escola de idiomas, por exemplo. De tecnologia, são poucas! Além disso contamos com um modelo de negócio enxuto com alta lucratividade e baixo ponto de equilíbrio.”, explica Wanderllich.

Atualmente, a rede conta com três unidades próprias e dez franqueadas. Para ajudar no processo de expansão da Buddys, os irmãos contaram com a ajuda do primo Breno Leles. O objetivo é alcançar as 50 unidades pelo Brasil em 2018. “Nosso plano é abrir unidades nas regiões sul, sudeste e centro oeste. Por isso, buscamos empreendedores que acreditam que podem transformar a educação no país com tecnologia”, explica Breno.

Raio X da Franquia

Investimento total: 140 a 190 mil

Taxa de franquia: 30 mil já incluso no investimento total

Prazo de retorno do investimento: de 24 a 30 meses

Faturamento médio mensal: 40 a 50 mil

Lucro mensal: 30 e 40%

Capital de giro: 30 mil já incluso no investimento total

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Belém recebe 1o Encontro de Inovação AmazonLaunch

Belém irá sediar no próximo dia 4 de setembro o maior encontro de inovação e empreendedorismo da Amazônia. Batizado de AmazonLaunch, o evento será realizado pela consultoria Kyvo Design-Driven Innovatione e pela agência SIM, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Minério e Energia do Estado do Pará (SEDEME).

Atualmente, as maiores empresas brasileiras, assim como de outros países, estão debruçadas em entender como podem incrementar seus resultados com um planejamento focado em inovação. Ao trazer especialistas e profissionais que são referências para empreendedores e grandes corporações do país, o AmazonLaunch abre uma oportunidade relevante para que se discuta a importância da economia criativa e seus benefícios para o Estado do Pará e toda a região Norte.

“Costumamos dizer que todos querem lançar o novo Uber. Até para não correrem o risco de serem Uberizados, movimento que já aconteceu, por exemplo, com o setor de transporte de passageiros mundo afora”, diz Hilton Menezes, sócio-fundador da Kyvo.

Neste sentido, a realidade do Estado mostra quão necessária é a disseminação da discussão e o incentivo a novos negócios que tenham potencial disruptivo. Ou seja, transformador. De acordo com o último relatório do Endeavor sobre a vocação empreendedora das 32 principais cidades do país, Belém ocupa apenas a 26ª posição do ranking. Sem dúvida, um resultado negativo para a capital de um Estado com enorme potencial econômico, seja na agricultura, indústria e serviços, ou na extração mineral.

No AmazonLaunch, serão discutidos os seguintes temas: Indústria 4.0, Como o Empresariado Paraense pode se preparar para a Economia Do Futuro; Como a empresa de meios de pagamento Visa está trabalhando com Inovação; Segurança e Aspectos Jurídicos para Investimentos em Startups; e Porquê e Como Investir em Startups e Economia Criativa. A organização já selecionou profissionais com histórico de sucesso nos temas, além de empresários locais, que poderão tratar dos desafios e oportunidades da região. Entre eles, Hilton Menezes, da Kyvo, Érico Fileno, head de inovação da Visa, Antônio Castilho, sócio da Vector Capital, e Afonso Lobato, sócio do Silveira, Athias, Soriano de Mello, Guimarães, Pinheiro &Scaff Advogados.

Os ingressos para o AmazonLaunch custam R$ 250,00 e podem ser encontrados no site http://www.amazonlaunch.com.br/. O AmazonLaunch conta também com o apoio da Federação das Indústrias do Pará (FIEPA), PRODEPA, SECTET, SEBRAE, SETUR, ADVB/PA, ACP, CONJOVE e CME.

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Leonardo da Costa assume unidade de BPO da Indra no Brasil

Leonardo da Costa assumiu a Diretoria Executiva da unidade de BPO (Business Process Outsourcing) da Indra no Brasil. Com sua incorporação a companhia global aumentará a excelência dos serviços prestados nesta área além de dinamizar sua estratégia comercial, uma vez que o executivo passa a integrar a equipe com o desafio de estruturar as ofertas, otimizar as operações e acelerar o processo de saída ao mercado junto aos setores de atuação da empresa, focando principalmente em projetos de BPO de Transformação e Serviços Digitais, apoiando as diretorias de mercado a conquistarem novos negócios de BPO tanto em novas contas, como em clientes já existentes.

Leonardo é Bacharel em Matemática com pós-graduação em Gestão Empresarial pela FAAP e MBA em Gestão de Tecnologia da Informação pela FIA/ USP. Possui mais de 18 anos de experiência profissional nos setores de Tecnologia da Informação e Gestão de Processos de Negócio, tendo atuado em grandes empresas como UOLDIVEO e CSU CardSystem. Anteriormente a se juntar ao time da Indra, Leonardo atuou por 11 anos na TIVIT como Diretor de Vendas, Consultoria e Produtos na unidade de gestão de processos de negócio (BPM) da empresa.

O novo diretor da Indra atuará reforçando a presença e experiência da companhia como parceiro estratégico de empresas na área de BPO: “A Indra possui excelência global, importante base de clientes e casos de sucesso com grande representatividade neste segmento de mercado. Um dos principais objetivos é replicar no Brasil, geografia que representa o principal mercado internacional para a Indra, e onde a empresa investe fortemente para aumentar sua participação no mercado de BPO, o modelo de sucesso de outros países. A meta é ampliar nossa carteira de clientes e introduzir novos serviços e produtos voltados para BPO de Transformação já customizados para o mercado brasileiro” afirma Leonardo da Costa.

Na área de BPO a companhia aporta uma ampla oferta que vai desde os serviços de frontoffice especializado, passando pelo centro de serviços compartilhados (CSC) e backoffice de negócios verticais em vários setores. “Identificamos um importante potencial no setor de BPO para crescer e inovar, onde nosso perfil misto de companhia com capacidades em consultoria e tecnologia mostra-se como um elemento chave para ajudar nossos clientes, que somado a nossa oferta para o processo de transformação digital representa um importante conjunto de ferramentas para o mercado”, completa o executivo.

O conhecimento e experiência nestes serviços são apoiados por uma capacidade tecnológica própria por meio de soluções especialmente desenhadas para melhorar a eficiência das empresas clientes. A companhia aporta ao mercado ferramentas robustas que abarcam a automatização e planejamento de tarefas visando a redução de custos, gestão e distribuição da demanda com mensuração da produtividade individual e em grupo, gestão e processamento documental, além do atendimento multicanal ao cliente, entre outras.

A Indra oferece um modelo diferenciado para a externalização de processos baseado em uma gestão flexível e global, combinando especialização setorial e capacidade tecnológica. A companhia é fornecedora líder de serviços de BPO para os distintos mercados nos quais atua e conta com 38 centros especializados distribuídos em 11 países. No Brasil mantém centros de BPO em várias regiões incluindo Maracanaú no Ceará, São Paulo Capital e em sites remotos como Rio de Janeiro, Goiânia e Fortaleza, onde desempenha atividades para grandes empresas das áreas de serviços financeiros, energia e utilities e companhias aéreas.

A companhia foi reconhecida em 2016 com o prêmio da Associação Brasileira de Teleserviços (ABT), nas categorias “Case do Ano” e “Gestão de Pessoas”, pelos projetos de BPO desenvolvidos para a Caixa Econômica Federal.

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Conheça as vantagens e as desvantagens de trabalhar em casa

Prática cada vez mais adotada pelas empresas, home office é uma boa alternativa para as companhias, considerando os cortes de custos fixos, e para os funcionários que ganham mais autonomia e trabalham com horários flexíveis. Segundo pesquisa realizada em 2016 pela Home Office Brasil, houve um aumento de 50% no número de empresas que adotaram a atividade, de 15% das que estão estudando a implantação e 28% na formalização da medida.

A Eureca!, consultoria especializada em conectar a energia jovem com o mundo trabalho, optou pelo home office a ter escritório tradicional. Todos os funcionários trabalham do local de preferência e, por isso, possuem colaboradores de diferentes cidades. A escolha foi pensada devido ao alto custo de aluguel nos grandes centros do Brasil. Outros motivos como qualidade de vida, trânsito e rotina cansativa são pesados na hora de adotar a prática . Além disso, muitas empresas também levam em consideração o acesso a talentos globais, que podem colaborar de qualquer lugar do mundo. “Com o Home Office, conseguimos atrair talentos até então impensáveis para nossa realidade e isso é muito positivo”, explica Fábio Procópio, CMO da Eureca!

Atualmente, com a tecnologia cada vez mais inserida no dia a dia dos brasileiros, é possível colaborar em tempo real com as empresas ao redor do mundo e entregar projetos de alta qualidade. Ao economizar com a estrutura física, pode-se investir recursos nas pessoas, tornando cada vez mais capazes e com as ferramentas certas para executar seu trabalho.

Apesar de não possibilitarem o trabalho exclusivamente em home office, muitas empresas estão adotando o meio termo, possibilitando os funcionários de escolherem trabalhar em casa em algum dia da semana. Esse é o caso da Octadesk, startup desenvolvedora de sistemas voltados para gestão de relacionamento com os clientes. “Nosso modelo de negócio é todo online, então, não há necessidade da presença física, o que possibilita um trabalho remoto. Às vezes, as pessoas têm necessidades e vale mais a pena elas fazerem o trabalho de casa, nós entendemos isso.”, diz Rodrigo Ricco, CEO da Octadesk.

Trabalhar em casa tem mais prós do que contras, porém é preciso estar atento a algumas desvantagens que podem aparecer no caminho, como a maturidade necessária para fazer seu próprio horário e administrar o tempo corretamente. O trabalho em equipe também pode ser prejudicado, pois o tempo de resposta e a resolução de conflitos entre o time demandam mais tempo. “Caso a empresa não seja capaz de criar um bom ambiente de colaboração virtual e cobrança mútua, o home office torna-se uma opção possivelmente prejudicial”, complementa Fábio, da Eureca!

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E se fosse possível prever uma doença fatal?

Por Peter A. L. Bonis, MD

Como seria se computadores pudessem prever quais pacientes possuem maior propensão a desenvolver uma doença terminal? E o que o médico e o paciente deveriam fazer ao receberem tal previsão? Essa é uma realidade de alguma forma já possível? A resposta é sim. Com os algoritmos matemáticos ficando cada vez mais precisos, tudo nos leva a crer que estaremos em breve enfrentando esses desafios.

Recentemente, pesquisadores da Universidade da Flórida extraíram dados dos prontuários eletrônicos relacionados a um grupo de pacientes que cometeram tentativas de suicídio. Com base em técnicas avançadas de análises de dados e aprendizagem de máquina (machine learning,) foi possível identificar, por meio da combinação de fatores, pessoas com tendências a cometerem suicídio.
Este tipo de modelagem preditiva não é novo, porém as funcionalidades, que permitem que uma máquina reconheça complexas interações entre variáveis e resultados que possam interessar, avançaram muito nos últimos anos. Além de analisar grandes volumes de dados, a tecnologia permite ler e interpretar textos livres, como por exemplo, uma nota ditada pelo médico, e combinar múltiplas fontes de informação para promover previsões avançadas. Utilizando o conceito de machine learning, esses sistemas são desenvolvidos para aprenderem sozinhos e serem continuamente aprimorados à medida que ganham experiência com base nas suas próprias descobertas e mensurações. Os resultados, por sua vez, dão origem a informações oportunas que excedem a capacidade dos seres humanos.

Desta forma, os algoritmos de aprendizagem de máquina desenvolvidos pelos pesquisadores da Universidade da Flórida são capazes de prever tentativas de suicídio com 80 a 90% de precisão, até dois anos antes. Outras instituições estão desenvolvendo abordagens similares para uma série de outras predisposições, como depressão, insuficiência e ataques cardíacos, demência, doenças de Parkinson e renal crônica.

A indústria da saúde está inundada com dados que podem alimentar esses modelos computacionais, tornando as descobertas ainda mais precisas. Mas, será que estamos rapidamente nos aproximando de um tempo em que as máquinas estão tão confiantes em suas previsões, que nos induzem a considerar que já temos determinada doença ou o que somos doentes de risco? Esse estágio pode ser chamado de “proto-doença”.

A grande aposta no que diz respeito à possibilidade de termos previsões bastante precisas está em seu potencial de permitir intervenções que podem reduzir ou eliminar a probabilidade das doenças que ainda estão por ocorrer, de fato ocorrerem. Infelizmente, a capacidade de prever está avançando mais rapidamente do que a habilidade de prevenir. Imagine que seu médico durante uma consulta diga que, segundo um programa de computador, você desenvolverá diabetes mellitus nos próximos dois anos. Ele prescreve uma série de conselhos sobre uma vida saudável (os quais você provavelmente seguirá dado ao fato de ser uma advertência de um computador), mas por outro lado, ele não tem muito mais do que isso para oferecer ou a fazer. Pois, de fato, estudos que avaliaram a prevenção de diabetes com medicamentos disponíveis não foram muito conclusivos. Isso significa que você, sem dúvida, deixará o consultório bastante mal-humorado e com o fardo de ter uma “proto-doença”.

Para complicar ainda mais a questão, pode não ser seu médico a pessoa a revelar essa notícia a você. A extração de dados pode também ser realizada pelas instituições que têm acesso às suas informações, como por exemplo, sua seguradora de saúde. No melhor dos cenários, essas operadoras de saúde utilizarão essas informações para ajudar a mantê-lo saudável, mas, como observado anteriormente, as intervenções efetivas ainda não estão completamente evoluídas.

No entanto, também podem existir aplicações com outro tipo de finalidade e que não são tão positivas assim. Uma seguradora de saúde pode, por exemplo, usar as informações a respeito dos riscos de saúde que sua carteira de clientes apresenta para tirar vantagens comerciais, a favor dos seus interesses e sem benefício nenhum dos usuários dos planos e seguros de saúde. Afinal, conhecimento é sinônimo de poder – especialmente neste mercado.

Ou seja, essas empresas saberão antecipadamente e de forma precisa quem em sua carteira desenvolverá alguma doença, e por consequência, apresentará maiores custos. Esse tipo de informação trará a eles uma vantagem incontestável nas negociações dos valores de seus contratos.

Em paralelo a isso, surgem também questões éticas, morais e legais. Essa informação de que você desenvolverá uma doença deve ser compartilhada pela seguradora de saúde – ou o que é mais adequado, pelo médico – com o paciente? Caso isso não ocorra, pode ser considerado um tipo de negligência?

O desafio em curto prazo é confirmar a precisão destas previsões e encontrar formas de inseri-las no fluxo de trabalho dos já sobrecarregados profissionais da saúde. As previsões serão preferencialmente acompanhadas por informações baseadas em evidência que ajudam a orientar o médico a respeito de qual ação tomar. As instituições de saúde já comprometidas com a saúde da população, que inclusive organizam seus pacientes por grupos de risco de acordo com a propensão por alguma doença, como por exemplo, diabetes, podem incorporar mais essa informação para as suas ações. De certa forma, essa evolução na disponibilidade de dados poderá inclusive levar a mudanças na prevenção, com foco na “proto-doença” ou doentes em grupos de riscos.

Os avanços no sentido da aprendizagem por máquina e na antecipação de doenças já estão bem encaminhados. É só uma questão de tempo até que as previsões tenham se tornado um fator importante para determinar como tratar cada um dos pacientes. O principal desafio será priorizarmos que intervenções realmente eficazes acompanhem as previsões – ou não.
Peter Bonis, MD é CMO (Chief Medical Officer) de Efetividade Clínica na Wolters Kluwer

Professor da FGV analisa o papel da Inteligência Artificial no mercado de trabalho

A discussão sobre Inteligência Artificial (I.A.) voltou após o Facebook encerrar seu projeto que criou uma linguagem própria que não pode ser compreendida por humanos. Com isso volta à pergunta: devemos temer o cenário que o cinema costuma relatar com a aniquilação da humanidade pelos robôs? Para o coordenador acadêmico do MBA em Marketing Digital e do Post-MBA em Digital Business da FGV, André Miceli, isso não deve acontecer, mas teremos problemas.

De acordo com o professor da FGV, o problema é como a população vai lidar com a Inteligência Artificial. Miceli alerta para o fato de que robôs diminuíram de tamanho, tiveram sua capacidade de aprendizado ampliada nos últimos anos, deixaram de ser usados apenas para atividades físicas e passaram para as intelectuais.

“Esse movimento trará grande impacto para as economias e deverá impulsionar a automação. Muitos profissionais serão substituídos por máquinas. Essa automação está a poucos passos de ganhar uma escala que vai mexer com todos nós”, afirma o especialista.

André Miceli, no entanto, diz que a medicina pode ser uma das beneficiadas. “Muito provavelmente será possível checar uma radiografia ou exame de sangue logo após a coleta, e relacionar todos os testes com desdobramentos de doenças, até mesmo prevendo o que vai acontecer com o paciente no futuro”, acredita.

O professor da FGV, porém, salienta que o processo de transformação acelerada da automação também vai mudar a estrutura organizacional das empresas e desconstruir a relação milenar que temos com o trabalho. Miceli cita o exemplo dos critérios usados pelos agentes “tomadores de decisões”. “Que tipo de decisão que a máquina vai tomar? Ela pode criar formas excludentes de tratamento, como a diminuição de mulheres em cargos específicos ou elaborar relatórios com discursos hegemônicos sobre determinado tema”, expõe Andre Miceli.

Por fim, o especialista afirma que será necessário pensarmos em alternativas econômicas, pelo simples fato de que não haverá emprego para todos nesse novo cenário que se aproxima. “Precisaremos nos adaptar a um mundo novo e estar dispostos a abraçar as inovações tecnológicas, uma vez que quem não estiver liderando a mudança, poderá ser atropelado por ela”, avalia o professor da FGV.

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DCD Brasil apresenta novas tendências para o setor de data centers

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O DatacenterDynamics Converged Brasil – DCD Brasil, maior evento do País direcionado ao setor de data centers, está de volta a São Paulo para apresentar e debater temas centrados na infraestrutura tecnológica e na Transformação Digital. A 9ª edição do congresso acontece nos dias 30 e 31 de outubro, em São Paulo, e reunirá mais de 1.200 profissionais e especialistas do setor de TI para discutir as questões mais críticas relacionadas à infraestrutura, sem deixar de lado as novas tendências.

A programação completa do Congresso já está disponível e pode ser consultada no site: https://goo.gl/SEKDYJ. A abertura do evento ficará a cargo de Gustavo Caetano, fundador e CEO da Samba Tech, empresa que fornece soluções para a distribuição de vídeos online. O especialista apresentará a palestra “Pense Simples”, que leva o nome de seu livro. Considerado o “Mark Zukerberg” brasileiro, Gustavo contará o que as empresas devem fazer para conseguirem inovar de forma simples e, assim, se diferenciarem num mercado cada vez mais competitivo.

O Congresso também contará com a participação de especialistas de empresas brasileiras como Vale, Santander, Saraiva, General Motors e B3, além de palestrantes internacionais, como Mohammad Shokoohi-Yekta, da Apple; Yiseul Cho, do HSBC; e Ileana Aquino-Otero, do LinkedIn.

Chefe da Interpol Brasil falará sobre cybersegurança

Devido aos ataques cibernéticos ocorridos em escala global em 2017, a cybersegurança também será um dos temas de destaque no evento. Valdecy Urquiza, chefe da Interpol Brasil, falará sobre a evolução dos ataques e como a agência internacional está tratando essa questão.

Impactos da Transformação Digital nas empresas

O DCD Brasil também se posiciona como ponto de encontro para debater e refletir sobre o impacto da Transformação Digital nas organizações brasileiras, sejam elas públicas ou privadas. Nesse sentido, o evento contará com uma sala específica sobre esta temática e os melhores especialistas nacionais da área.

Ricardo Cancela, vice-presidente da Agência Brasil de Inovação e Desenvolvimento Sustentável, fará uma “viagem ao futuro” com os participantes para mostrar as tendências de inovação para os próximos 20 anos. Na sequência, Cezar Taurion, Partner & Head of Digital Transformation da Kick Ventures, discutirá sobre o novo papel dos líders de TI e Ruy Shiozawa, CEO da Great Place to Work Brasil, abordará as mudanças no clima organizacional na atual conjuntura tecnológica.

Líderes de grandes empresas e órgãos públicos já estão convidados para mostrar como a Transformação Digital está mudando o dia a dia e a direção dos negócios.

DCD Brasil 2017

Quando: 30 e 31 de outubro

Onde: Centro de Eventos Pro Magno

Endereço: Rua Samaritá, 230 – Casa Verde – São Paulo (SP)

Mais informações: http://dcd.events/conferences/brasil2017/

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Mercado de segurança prevê crescimento em 2017

A Intelbras, presente no país há mais de 40 anos nas áreas de segurança, redes e telecom, fechou 2016 com um faturamento acima da inflação. O bom cenário abre para a empresa novas perspectivas em parceria, como a da multinacional líder em Internet das Coisas, Telit, tendo em vista que o mercado de segurança prevê triplicar o valor em 2017, segundo pesquisa da Secutiry Industry Association (SIA).

“A expectativa é que o mercado brasileiro de segurança continue aquecido. Isso porque há no Brasil uma alta demanda por investimentos em infraestrutura. A nossa premissa é continuar crescendo acima da inflação este ano”, revela Edson Valdir Machado, gerente do segmento de Alarmes da Intelbras. A companhia conta com mais de 230 distribuidores e um total de 80 mil revendedores cadastrados. São cinco unidades de negócio, com a proposta de garantir transparência na entrega de soluções completas e que funcionem de forma integrada.

A empresa investe na área de segurança com o lançamento do GPRS Universal (General Packet Radio Service), que possui tecnologia de ponta da Telit embutida. “Por meio de nossa tecnologia foi possível trazer conectividade às centrais de alarme, pois os dados de monitoramento são realizados em tempo real, com entrada digital e programação totalmente remota via dispositivo móvel. Contribuímos com a Intelbras a trazer mais segurança para seus clientes”, diz Ricardo Simon, VP para América Latina da Telit, multinacional líder em Internet das Coisas.

O GPRS é uma tecnologia de transmissão de dados, que permite aos clientes acesso à internet pública e, também, a todas as transmissões de dados através do equipamento móvel baseando em protocolos IP na rede. Edson explica que se o cliente não tem linha telefônica, a central de alarme se comunica com o GPRS universal, enviando-lhe todas as informações. “Se o cliente ligou o alarme, desligou ou se existe algum problema de energia elétrica, bateria ou, ainda, se houve algum disparo, a central de alarme disca para o dispositivo de GPRS Universal que, por sua vez, vai para a empresa de monitoramento. Lá na ponta há um software responsável por fazer a gestão de todas as centrais instaladas por meio do GPRS”.

Todo produto lançado é analisado pelo laboratório, onde são realizados diversos testes para a garantia da qualidade em seus produtos. O GPRS, por exemplo, possui regulamentação da Anatel. “Com o relatório em mãos, encaminhamos imediatamente para a Anatel e para a Telit que, por sua vez, nos ofereceu todo o suporte para prosseguir com os ensaios, nos orientando dos melhores caminhos para trazer a homologação de nosso produto”, completa Edson.

Além disso, a empresa possui o Circuito Fechado de TV para Sistemas de Vigilância (CFTV), que corresponde ao maior segmento de mercado: o de videovigilância. A companhia possui diversas soluções em alarmes, sensores, cercas elétricas e unidade de alarme de incêndio. “Nós sempre garantimos o controle em tempo real do sistema para que o cliente tenha não só um equipamento, mas todo o serviço associado ao aparelho que ele possui dentro de casa”, finaliza Edson.

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Da computação de alto desempenho à Inteligência Artificial

Vivemos em um mundo no qual a inteligência artificial (AI pela sigla em inglês) já faz parte do nosso dia a dia. Esta é uma imensa mudança ocorrida nos últimos anos. Enquanto crescíamos, costumávamos pensar em muitas das capacidades que possuímos atualmente como material de ficção científica. Hoje, muitas dessas mesmas coisas já são realidade ou estão a menos de uma década de distância.

Quando utilizamos assistentes digitais e mecanismos de navegação, normalmente não percebemos que estamos usando uma inteligência artificial. Podemos nos concentrar em viver nossas vidas, enquanto a inteligência artificial age ao fundo, dando às máquinas a capacidade de sentir, raciocinar, agir e adaptar-se com base nas experiências.

Enquanto as atuais soluções AI estão tornando nossas vidas melhores de diversas maneiras, elas não são o destino final, elas fazem parte de uma jornada contínua. Já existe um imenso potencial para a computação de alto desempenho acelerar a aprendizagem de máquinas e torna-la prática para qualquer empresa ou projeto de negócio, embarcando análises avançadas a fim de criar um mundo mais inteligente para todos nós.

Uma das principais peças da tecnologia que está por trás de muitos dos atuais serviços de inteligência é o reconhecimento de fala com processamento de linguagem natural embarcado. O reconhecimento de fala percorreu um longo caminho desde quando dividia a palavra em seus fonemas até permitir, hoje, que uma poderosa workstation “aprenda” um vocabulário de centenas de palavras da noite para o dia. Hoje, quando falamos para os nossos assistentes digitais, a nossa expectativa é que eles nos entendam sem termos que limitar o nosso vocabulário ou termos que usar o mesmo sotaque usado na criação do modelo de reconhecimento de fala.

Ao mesmo tempo em que isso é um ótimo avanço, também apresenta um desafio: a necessidade de construir modelos sofisticados para reconhecer o que dizemos aumentou consideravelmente. Felizmente, e graças à Lei de Moore, que ajuda a compactar o ciclo de inovação com uma série de soluções criadas especificamente para conduzir a inovação no segmento, agora possuímos capacidade computacional para lidar com as intensas demandas da inteligência artificial. Com o aprendizado de máquina por meio da computação de alto desempenho, estamos pavimentando o caminho para interagir com nossos agentes digitais da mesma maneira que falamos com nossos colegas.

Para construir um modelo de fala, são necessários milhares de horas de gravações. Há experimentos que demonstram que em um sistema que usa menos de 100 horas de dados de fala, seu treinamento levará cerca de meio dia em um computador de última geração. Nesse ritmo, podemos dizer que um modelo mais elaborado que formula repostas consistentes levaria semanas para ser desenvolvido. Imagine esperar semanas para ver se você foi bem-sucedido no seu treinamento e então começar novamente com dados adicionais.

Se o cálculo por trás de qualquer uma das técnicas de inteligência artificial puder ser dividida em pedaços que possam ser processados simultaneamente, temos uma maneira para acelerar as coisas. E isso acontece ao usar múltiplas redes de computadores para resolver um único problema, que por definição é como funciona a computação de alto desempenho.

Na Intel, a visão é levar a escalabilidade e os benefícios aprendidos pela indústria por meio da computação de alto desempenho (HPC na sigla em inglês) tradicional – de workstations a supercomputadores – para qualquer aplicativo de inteligência artificial. E atualmente, muitas organizações estão tentando embarcar nessa. Algumas empresas são abertas quanto a usar supercomputação para que lhes forneçam uma vantagem competitiva.

Por exemplo, organizações como PayPal, Baidu e o Serviço Postal dos Estados Unidos (USPS) já estão usando HPC para processar dados e aplicativos que exigem processamento intenso e formam a espinha dorsal de seus negócios. Mais especificamente:

• O PayPal usa o processamento HPC em suas transações de pagamentos online para identificar padrões de fraude e prever a fraude em tempo real. Isso estimula táticas de ação e prevenção em tempo real.

• O Baidu está usando a aprendizagem de máquina, em conjunto com a HPC, em um esforço para aumentar a precisão do reconhecimento de fala em ambientes barulhentos.

• E a USPS está usando um supercomputador para realizar análises avançadas para classificação e encaminhamento em mais de 15.000 agências de correio e unidades de entrega. O objetivo é reduzir erros e fornecer otimização dinâmica do encaminhamento que tenha um impacto muito real no serviço.

Diante de tantos exemplos de aplicações, é possível dizer que a AI tem um potencial ilimitado, sobretudo, quando for possível aplicar análises avançadas para empoderar máquinas com inteligência parecida com a humana. Dessa maneira, poderemos ter um efeito real e útil para a pessoas.

Fonte: Intel

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