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Pokemon Go durante horário de trabalho pode gerar até demissão por justa causa, alertam especialistas

A febre do jogo Pokemon Go chegou ao Brasil na última quarta, 3. Desde então, o aplicativo que já é fenômeno em todo o mundo, tem invadido praças, ruas e também o ambiente de trabalho.

Os advogados Renato Falchet Guaracho, especialista em Direito Eletrônico e Digital, e Rafael Willian Colônia, especialista em e Direito do Trabalho, ambos do escritório Aith Advocacia, alertam que para quem não resiste à captura desses monstros da realidade virtual durante o horário de trabalho as punições podem ser duras.

“Muitas empresas estão se queixando de funcionários que estão perdendo produtividade, pois estão usando o aplicativo durante o expediente, seja em escritórios, ambientes fabris ou até mesmo na rua, para aqueles que trabalham em funções externas. Esses trabalhadores podem ser punidos e, inclusive, demitidos por justa causa. Isso porque a própria CLT prevê que a queda do desempenho do empregado poderá gerar esse tipo de demissão”, explica Rafael Colônia.

Renato Falchet esclarece que a empresa pode e deve restringir o uso de aparelho celular dentro do ambiente de trabalho, seja por normas da própria empresa ou por Acordos Coletivos de Trabalho. “Nos dois casos, se o empregado que ignorar a proibição da empresa poderá tomar advertência e até mesmo ser demitido por justa causa, em virtude de sua insubordinação”, observa.

A Justiça do Trabalho tem entendimento consolidado quanto às consequências da utilização de aparelhos eletrônicos no local de trabalho, seja por insubordinação, seja pela redução de segurança no ambiente de trabalho, o que poderá ser aplicado em casos de uso do aplicativo dessa nova mania, o Pokemon Go.

No Brasil, segundo o especialista em Direito Digital, o Marco Civil da Internet não traz qualquer restrição à aplicativos do tipo, inclusive defende a liberdade na rede e permite que os usuários usufruam do aplicativo da forma que melhor entenderem, desde que não desrespeitem outras Leis.

Além de riscos no trabalho, o jogo tem trazido outros tipos de problemas, como assaltos, colisão de veículos, atropelamentos, dentre outros acidentes por estarem olhando apenas no celular.

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Mercado Livre registra o melhor trimestre de sua história, com 73% de crescimento em receita líquida

O Mercado Livre (Nasdaq: MELI), maior empresa de tecnologia para e-commerce da América Latina, acaba de divulgar seus resultados financeiros do segundo trimestre de 2016, finalizado em 30 de junho.

Principais destaques do período:

– Foram vendidos 43,7 milhões de itens, um crescimento de 45% em relação ao mesmo período do ano passado – o maior crescimento desde 2009. O Brasil e a Argentina foram os principais protagonistas registrando, respectivamente, 57% e 46% de crescimento no número de itens vendidos.

– O valor total transacionado na plataforma (GMV – Gross Merchandise Volume) foi de US$ 2 bilhões, o que representa um crescimento de 68% em moeda constante e de 21% em dólar.

– Foram realizadas 31,9 milhões de transações de pagamentos via Mercado Pago – crescimento de 76% ano sobre ano. O volume total de pagamentos foi de US$ 1,81 bilhões, um aumento de 101% em moeda constante e de 51% em dólares.

Segundo Stelleo Tolda, Vice-Presidente Executivo – COO da empresa, “o segundo trimestre de 2016 foi o mais forte da nossa história. Além de termos mantido elevadas as taxas de crescimento da nossa principal operação, que é o Marketplace, e termos executado bem as métricas financeiras, nossa estratégia de oferecer serviços agregados está cada vez mais consolidada nos principais mercados onde atuamos”.

Destaques financeiros do segundo trimestre

– A receita líquida do segundo trimestre foi de US$ 199,6 milhões, um crescimento de 29,4% em dólares e de 73% em moeda constante. Excluindo a Venezuela, a receita líquida cresceu 29% em dólares e 68% em moeda constante.

– No Brasil, o crescimento da receita foi de 41% em dólares e de 61% em reais, acima da média de 50% dos 4 trimestres anteriores.

– A receita do Marketplace na América Latina cresceu 67% em moeda constante e 22% em dólares, enquanto a receita das outras unidades de negócio cresceu 82% em moeda constante e 41% em dólares, impulsionado principalmente pelo crescimento de Mercado Pago, Mercado Envios e Publicidade.

– A receita proveniente dos serviços de pagamento de Mercado Pago em lojas online fora da plataforma Mercado Livre cresceu 102% no período em moeda constante, mais um crescimento de três dígitos em cinco trimestres consecutivos. Essa performance positiva é impulsionada principalmente pelo modelo de plataforma aberta adotado pelo Mercado Pago, os esforços comerciais da área e as melhorias nas funcionalidades oferecidas pela ferramenta de pagamentos, elevando sempre mais a qualidade da experiência do usuário.

– No período, 20,3 milhões de itens foram enviados por meio do Mercado Envios, unidade de negócios que oferece serviços de logística aos vendedores da plataforma, o que representa um crescimento de 104% comparando com o mesmo período do ano passado. Neste segundo trimestre, Mercado Envios foi responsável pelo envio de 70% dos itens vendidos no Brasil, 32% no México e cerca de 25% na Colômbia, onde o serviço passou a ser oferecido há apenas um ano.

– As receitas com Publicidade cresceram 124% em moeda constante, provenientes principalmente da consolidação do formato publicitário Product Ads; 50% da receita total dessa unidade de negócio está atribuída a Product Ads em dispositivos móveis.

– Em 1 de junho de 2016, o Mercado Livre finalizou a compra da Axado Informação e Tecnologia S.A, uma empresa brasileira de desenvolvimento de software para logística no e-commerce.

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Compex e Reposit firmam parceria para levar tecnologia ao mercado atacado distribuidor

Atenta à demanda de controle de produtos nos centros de distribuição, a Reposit, provedora especializada em gerenciamento de banco de dados para os setores atacado distribuidor e varejo, firma parceria com a Compex Tecnologia, referência em equipamentos para coleta de dados.

O objetivo da aliança é oferecer o portfólio da Compex ao mercado atacadista distribuidor, já que as ferramentas têm funcionalidades aderentes para atender e sanar as demandas de controle de clientes da Reposit, composta em sua maioria por empresas deste segmento. “Identificamos a necessidade e a oportunidade de levar a oferta da Compex aos centros de distribuição por conta da maior eficiência que a solução proporciona às atividades diárias do setor, como a realização de inventário, a conferência de preços, o recebimento de produtos, dentre outros benefícios”, explica Leonardo Barros, diretor executivo da Reposit.

Segundo Meire Moreira, diretora de marketing e relacionamento da Compex, o acordo não só amplia o leque de possibilidades, como garante a capilaridade necessária para a companhia se consolidar no mercado atacado distribuidor.

“Nossa premissa é fortalecer cada vez mais a presença das nossas soluções para o maior número de empresas possíveis, de diferentes segmentos. E isso só acontecerá através de parcerias estratégicas, feitas com empresas com know-how e grande penetração no segmento em que atua, como é o caso da Reposit na cadeia de abastecimento”, pontua Meire.

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Telit anuncia os estudantes finalistas do torneio universitário IoT

Com o objetivo de incentivar o empreendedorismo em sala de aula que a Telit, multinacional italiana especializada em Internet das Coisas (IoT), anuncia os 13 projetos finalistas da 2ª edição do Telit Cup Brasil, competição universitária voltada para os cursos superiores de Engenharia e Ciência da Computação e cursos técnicos de Eletrônica e Automação de todo o país.

A última fase da competição será realizada em São Paulo, no dia 15 de agosto, com a apresentação dos 13 protótipos à comissão julgadora composta por três executivos do setor de TI. Os estudantes vencedores ganharão uma viagem com tudo pago para participar de uma das maiores feiras de inovação e tecnologia do mundo, a CTIA, em Las Vegas.

O objetivo do torneio é promover projetos inovadores ligados à Internet das Coisas. “Os nossos estudantes de hoje serão os empreendedores de amanhã, por isso acredito ser extremamente importante incentivar a comunidade universitária na criação de soluções que possam se transformar em negócios rentáveis no futuro”, revela Ricardo Buranello, VP da Telit para a América Latina.

Conheça os 13 projetos finalistas do Telit Cup Brasil:

Universidade Federal do ABC – Sistema Acústico de Monitoramento (SAM);

USP São Carlos – Controle Inteligente do Aedes Aegypti usando Internet das Coisas;

Universidade de São Paulo – Monitoramento de rios e prevenção de dados causados por inundações;

Universidade de São Paulo – Programa de Acompanhamento para Idosos (PAI);

Universidade Federal de Santa Maria – Sistema Inteligente de Coleta de Resíduos;

Centro Universitário do Rio Grande do Norte – Rastreador de Emergência;

Instituto Mauá de Tecnologia – Sistema de monitoramento e gerenciamento para a terceira idade;

Instituto Mauá de Tecnologia – Automatização de semáforos;

Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Avaliador de Qualidade do Ambiente de Trabalho;

Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Monitoramento de vagas de estacionamento em vias públicas;

Universidade de Franca – Sistema dinâmico de localização de rotas para ônibus;

Universidade de Franca – Dispositivo de Integração para Vendedores Porta a Porta;

Universidade de Franca – Sistema de alerta contra enchentes.

A 2ª edição do Telit Cup Brasil recebeu dezenas de inscrições de diversas universidades de todo o país. A propriedade intelectual de todas as soluções desenvolvidas durante a competição pertencerá exclusivamente aos estudantes e professores responsáveis por sua criação.

Vencedores da 1° edição do Telit Cup Brasil

Os ganhadores da 1° edição do Telit Cup são da Universidade de São Paulo (USP) São Carlos. Os estudantes Renata de Camilo e Renato Nunes Moraes apresentaram durante o Telit DevCon o Sistema Automático de Umidificação de Parques (SAUPA). A solução busca estabelecer, de maneira inteligente, um nível de umidade relativa do ar confortável em ambientes abertos a prática de esportes. “Iniciar este projeto, ultrapassar todas as barreiras encontradas e, ainda, ganhar o Telit Cup Basil foi incrível. Agradeço a empresa pela experiência inesquecível de participar e apresentar o SAUPA no Telit DevCon”, relata Renata de Camilo.

Para Renato Nunes Moraes, a experiência foi única pela oportunidade de poder expor o trabalho para pessoas importantes e influentes do meio. “Participar de uma das maiores feiras voltada para a Internet das Coisas foi inspirador. Agradeço à Telit pelo reconhecimento do nosso trabalho e pela experiência proporcionada”.

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Mauricio Cataneo passa a integrar o Conselho de Administração da Brasscom

A Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação) acaba de eleger seu novo Conselho de Administração referente ao biênio 2016-2018. O Diretor-Presidente no Brasil e Chief Financial Officer da Unisys para América Latina, Mauricio Cataneo, passa a integrar o Conselho de Administração da entidade, composto por outros sete membros, dois Vice-presidentes e um Presidente.

Mauricio foi ainda reeleito para presidir pelos próximos dois anos o Comitê de Ética da Brasscom, que é responsável por estudar e elaborar o Código de Ética da entidade, bem como suas atualizações e recomendações de melhores práticas institucionais e de governança corporativa.

A cerimônia de posse na sede da entidade em São Paulo contou com a presença de Gilberto Kassab, Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, além de Maximiliano Martinhão, Secretário de Políticas de Informática e André Borges, Secretário de Telecomunicações.

Em seu pronunciamento, o Ministro Kassab destacou a importância do setor de tecnologia da informação e comunicação para o País. “Se tem algo que o Brasil precisa contar para seu desenvolvimento e crescimento é com a eficiência atrelada à inovação, e a inovação sempre vinculada a muitos investimentos”. Ele ainda comentou sobre a importância do trabalho conjunto entre Governo e instituições como a Brasscom em prol de um Brasil Digital e Competitivo. A expectativa dos secretários do MCTIC é que o novo ministério, resultante da união dos antigos MCTI e MiniCom, possibilitará atuação mais ágil na elaboração de políticas públicas voltadas a impulsionar inovação e investimento, potencializando a transversalidade da TI e da TIC e de seus benefícios econômicos, sociais e serviços ao cidadão.

“Fico muito honrado em fazer parte do Conselho de uma entidade como a Brasscom, que ao longo dos últimos anos tem atuado como um importante articulador entre os setores público e privado para a discussão de temas estratégicos e que têm ajudado a posicionar a nossa indústria como grande impulsionadora de inovações e da transformação digital que está em curso”, comentou Mauricio.

Representando 40 empresas e 14 instituições, a Brasscom promove o setor de TIC de forma propositiva, propagando novas tendências e inovações, a exemplo de Internet das Coisas, Mobilidade, Segurança e Privacidade. Atua para intensificar as relações com o mercado de forma a contribuir para o aumento da competitividade do setor, incentivando a transformação digital do Brasil.

Para mais informações, acesse: www.brasscom.org.br

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Coaching: saiba o que é importante na hora de contratar

O Valor Agregado apresenta uma entrevista especial com a Master Coach Renata Frank, diretora da Integralidade Desenvolvimento Humano e Corporativo. Ela fala sobre detalhes importantes a serem observados na hora da contratação de um trabalho de coaching. Saiba mais em https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=NEbL8rTFg7A

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Uso de API’s no mercado de serviços financeiros – Por Adriano Balaguer

A ideia principal deste artigo é apresentar o tema API (Application Programming Interface ou “Interface de Programação de Aplicativos”) de forma simples e sob a ótica de negócios para mostrar como as empresas podem aumentar seus negócios com sua adoção.

Uma API é um software que permite a utilização das suas funcionalidades por outros aplicativos que não pretendem envolver-se em detalhes da sua implementação, mas apenas usar seus serviços.

Uma boa maneira de entender as API’s é no contexto de uma tomada elétrica comum. As tomadas elétricas são interfaces construídas para consumir o serviço de eletricidade. A energia elétrica é o serviço e cada dispositivo que usa a eletricidade é um consumidor desse serviço.

Através da interface padrão, qualquer consumidor pode utilizar a energia necessária para suprir seus dispositivos que estejam compatíveis e conectados de acordo com a norma vigente. Para o consumidor porém, não importa o que está acontecendo do outro lado da parede, seja a fiação, a forma como a energia é gerada ou ainda onde essas fontes de energia estejam localizadas.

O provedor também não precisa explicar ou apresentar quaisquer detalhes de como os serviços são oferecidos. Em um mercado fortemente regulamentado como o de Serviços Financeiros, as informações pessoais confidenciais de correntistas serão mantidas “atrás da parede” garantindo a privacidade dos dados, o sigilo bancário e a segurança das transações.

As normas e padrões da API são disponibilizados em páginas web ou portais direcionados aos desenvolvedores, contendo a documentação oficial funcional e técnica permitindo aos interessados utilizar os produtos e serviços oferecidos pela instituição financeira.

Através da API, produtos e serviços como empréstimos, seguros, comércio eletrônico, pagamentos, informações de clientes, histórico de transações, autenticação e transferências bancárias, entre outros, poderão ser entregues a partir de uma ampla gama de dispositivos compatíveis.

Neste novo modelo de negócios, um banco pode expandir seu raio de ação e aumentar sua receita. Por outro lado, a exposição de sua marca será menor ou inexistente, uma vez que o aplicativo pode ou não indicar quem está por trás do serviço oferecido. É parte da decisão estratégica de negócios da instituição decidir por sua utilização, dependendo da expectativa de resultados. Inovação, aumento de receita, expansão, custos e segurança são fatores críticos que devem ser considerados para a tomada de decisão pela utilização de API’s.

Atualmente, mais de 15 mil API’s (nos mais variados segmentos de mercado como serviços financeiros, governo, telecom, mobile e outros) estão disponíveis no site Programmable Web. O Open Bank Project é uma API de código aberto e também loja de aplicativos para bancos que permite que as instituições financeiras desenvolvam suas ofertas digitais de forma rápida e segura usando um ecossistema de aplicações e serviços de terceiros.

Um case muito bem sucedido de API’s abertas no setor bancário é o BBVA API Market. Com presença em mais de 35 países e utilizando estratégias digitais abertas e inovadoras, em conjunto com o “mobile first” e Omni-channel, o BBVA já oferece um amplo conjunto de API’s de produtos e serviços através de seu portal.

As vantagens econômicas da utilização de APIs são vastas. Explorar este universo exige experiência e capacidade técnica para implementar e ajudar as empresas a aumentar seus negócios.

Adriano Balaguer é senior business consultant da GFT Brasil, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro

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Evangelização Digital: sua empresa pode sobreviver à crise

Por Ankur Prakash

É sabido que as grandes economias mundiais passam por um momento delicado. No Brasil, sofremos as consequências de problemas político econômicos todos os dias, e, para evitar seguir nesse caminho, as ações tomadas pelas empresas devem ser mais bem planejadas e melhor ainda executadas, já que em um cenário de mercado estagnado, a busca de todos os setores se resume à revisão do budget atual para reduzir custos operacionais. E sabendo de tudo isso, fica difícil não olhar para o digital como uma oportunidade. Nos mercados mais avançados já é possível reconhecer os efeitos dessa transformação; para o nosso país, se antes as tecnologias digitais eram consideradas possibilidades, hoje elas são mandatórias.

Para garantir que não haja perda de mercado é preciso acelerar o processo de revolução digital, e não podemos mais esperar os usuais dois a três anos para iniciar essa jornada. A boa notícia é de que já existe grande aderência dessas tecnologias por parte do consumidor, e não se trata apenas de modificar a interação entre mercado e consumo, o que presenciamos hoje é a também chamada Quarta Revolução Industrial; as pessoas vão se importar com as marcas que realmente se importarem com elas. Qual é a criança que já não nasce com um tablet nas mãos? Os novos hábitos do consumidor têm feito as organizações revisitarem o seu modelo de negócios, migrar para o digital é um caminho sem volta, seja para a empresa ou para o cliente. É a vez dos smartphones, da internet, das tecnologias vestíveis, dos relógios inteligentes e de outras tantas ferramentas elevarem as nossas experiências de consumo.

Engajamento é a chave

A cada dia o desafio das companhias em manter suas margens e entregar os resultados esperados aumenta, para garantir que essas metas sejam atingidas, as empresas deverão focar na jornada do consumidor, conhecer a fundo seus gostos e hábitos. Bons produtos, hoje, valorizam as questões humanas; não é mais apenas o custo-benefício, mas sim o quanto aquela marca conhece e acompanha a vida do cliente. Enviar uma felicitação apenas no dia do aniversário não garante a fidelidade; os profissionais de marketing podem acompanhar quase em tempo real a rotina daquele cliente; quais canais ele mais acessa, se é o Facebook, Twitter; se é via mobile ou no próprio computador e onde costuma ir, tudo o que está relacionado à vida desse indivíduo será transformado na informação que vai direcionar a melhor oferta no momento mais oportuno. O que seria um simples aniversário se transformará na chave que garantirá a lealdade do cliente com a marca, e as ações constantes vão manter o relacionamento.

Mas atenção, nem sempre o mesmo perfil garante assertividade na oferta, um exemplo antigo, mas que ilustra muito bem essa situação, é o caso de Ozzy Osbourne e o do Príncipe Charles. Saber que os dois são britânicos, têm a mesma idade e possuem vários dígitos na conta, não ajuda na hora de promover algum produto. Quem souber diferenciar essas informações, vai ter vantagem na corrida pela preferência do consumidor. Foi-se o tempo em que as estratégias de marketing giravam em torno do ‘como’ interagimos com as marcas; mais do que nunca, o foco precisa ser em ‘por que’ interagimos com cada uma, e fazer com que os retornos as conversas sejam mantidas. Não se comercializam mais produtos, o mercado tem como dever oferecer agora experiências.

Alinhamento interno é mandatório

Se antigamente as áreas de negócios e marketing ‘sofriam’ ao planejar um novo produto, devido aos extensos prazos da TI – desenvolvimento de aplicações, compra de servidor, campanha digital, etc – hoje isso não acontece mais. Aplicações de marketing e mensuração de resultados podem ser adquiridas pela internet, ou seja, os resultados são colhidos quase que instantaneamente aos lançamentos. A consequência? Mais uma dor dentro da empresa.

A autonomia da área de negócios pode ser muito vantajosa para a companhia num primeiro momento, mas se esse tipo de trabalho – o de não depender mais da TI para implementar campanhas, por exemplo – não for acompanhado de perto, perde-se o controle, e o futuro volta a ser nebuloso. Para o sucesso das estratégias digitais é mandatório que haja um setor alinhado à área tecnológica e que acompanhe tais ações no longo prazo; isso vai garantir que o ciclo aconteça de maneira completa, ou melhor, se a demanda aumentar consideravelmente todos os setores da empresa terão capacidade de acompanhar e crescer ou se adequar às novas solicitações.

A pressão do mercado pede que as empresas avancem e superem as dificuldades do momento, mas as ações e decisões tomadas, seja para vender mais, atingir metas ou alavancar o engajamento, quando não alinhadas à área de tecnologia, podem, e vão sobrecarregar os processos. E sabemos, o impacto de um problema interno reflete quase sempre na vida do consumidor, colocando em risco a imagem e a credibilidade da companhia. A cadeia produtiva precisa ser sustentável, só assim a superação dessa crise vai chegar.

Ankur Prakash é VP de New Growth e Emerging Markets da Wipro.

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Globosat e SporTV fecham parceria com Samsung para transmitir Jogos Olímpicos Rio 2016 em realidade virtual

Serão veiculadas 100 horas de vídeos ao vivo e sob demanda em realidade virtual e 360 graus para smartphones compatíveis da Samsung e usuários do Gear VR

Globosat, SporTV e Samsung anunciaram hoje uma nova maneira para os consumidores experimentarem a emoção dos Jogos Olímpicos. Pela primeira vez, vídeos em Realidade Virtual (RV) e 360 graus estarão disponíveis para smartphones Samsung Galaxy selecionados e compatíveis com o Samsung Gear VR através do aplicativo SporTV VR.

O aplicativo SporTV VR vai oferecer até 100 horas de programação em Realidade Virtual e 360°, incluindo as Cerimônias de Abertura e Encerramento, basquete masculino, ginástica, vôlei de praia, ginástica artística, esgrima, salto ornamental e atletismo, além de pacotes com destaques desses esportes. Todos os dias vídeos selecionados sob demanda também estarão disponíveis no aplicativo.

“Os fãs dos Jogos Olímpicos agora vão poder acompanhar os melhores atletas do mundo enquanto eles competem em alguns dos eventos mais populares da Rio 2016 de uma forma totalmente nova: através da realidade virtual”, disse André Varga, diretor de Dispositivos Móveis da Samsung Brasil. “Estamos entusiasmados em trabalhar com a Globosat nesta empreitada inédita, conectando os fãs diretamente à ação no Rio, através de histórias contadas em 360 graus, realidade virtual e de nossos telefones Galaxy”, concluiu.

Para Bianca Maksud, Diretora de Marketing e Produto dos canais de esportes da Globosat, “a Rio 2016 será um marco em termos de produção, transmissão e tecnologia em comparação a todos os jogos anteriores. O Sport TV vai transmitir ao vivo 100% de todas as competições em 56 canais, 16 deles na TV. Estamos muito orgulhosos de oferecer aos fãs do esporte essa inovação.”

Roberto Primo, diretor de tecnologia da Globosat, diz que “estes são os Jogos em que o estado da arte da tecnologia converge para a televisão”. “Acredito que a TV ao vivo começou um ciclo virtuoso que vai colocar o usuário como o centro da experiência, em que cada detalhe vai contribuir para aumentar o prazer de assistir.”

A Realidade Virtual mergulha o espectador em um ambiente real ou imaginário, seja criando uma experiência similar à realidade em algum lugar do mundo concreto, seja colocando o espectador em ambientes simulados, como em um jogo de realidade virtual. Os telefones Galaxy S7, Galaxy S7 edge, Galaxy S6, Galaxy S6 edge, Galaxy S6 edge+, Galaxy Note 5 e o Galaxy Note 7 da Samsung, quando pareados aos óculos de realidade virtual Samsung Gear VR, proporcionam uma experiência totalmente imersiva com conteúdo em 360 graus, o que permite aos usuários desfrutar de um catálogo cada vez maior de jogos premium e de entretenimento, aplicativos, fotos e vídeos, onde quer que estejam.

Principais características do aplicativo oficial Sport TV VR:

• Experimente a Realidade Virtual e vídeos 360°, em até 100 horas de eventos ao vivo nos Jogos Olímpicos Rio 2016, através de dispositivos compatíveis selecionados.

• Reviva destaques de momentos surpreendentes de cada dia em realidade virtual e vídeo 360°.

• Escolha entre vários ângulos de câmera em transmissões ao vivo de esportes selecionados.

• Os destaques estarão disponíveis tanto em realidade virtual como no formato 360° para serem explorados com exclusividade por empresas.

• Compartilhe os destaques em seus canais de mídias sociais.

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André Faria é novo CEO da Bluesoft

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A Bluesoft, fornecedora de sistemas de gestão para redes de varejistas, atacadistas e distribuidores, nomeou André Faria Gomes como novo CEO da empresa. Ao longo de mais de 10 anos na Bluesoft, André passou por todas as áreas da empresa e atuou como diretor de operações, e diretor de tecnologia.

Nessa nova fase, o executivo tem a missão de consolidar a posição de destaque da empresa na indústria de sistemas de gestão, promovendo o contínuo crescimento da Bluesoft através da formação de canais, inteligência de marketing e inovação tecnológica.

André foi responsável por trazer parcerias estratégicas para a Bluesoft como a Amazon Web Services que provê toda a infraestrutura de computação em nuvem e a Tableau que suporta as aplicações de Business Intelligence que a Bluesoft fornece a seus clientes. Ambas as empresas líderes em seus setores de atuação.

Formado em sistemas de informação, André está completando esse ano seu MBA Executivo pela Instituição Estadunidense Pittsburgh University, o executivo espera potencializar e expandir a atuação da Bluesoft no mercado brasileiro.

Luiz Faias, fundador da Bluesoft, que foi CEO até então, já com mais de 30 anos de experiência no segmento varejista, permanecerá atuando na Bluesoft como Presidente do Conselho Administrativo.

A Bluesoft foi pioneira em oferta de sistemas de gestão para redes varejistas em Nuvem no Modelo SaaS (Software como Serviço), e vem trabalhando nesse modelo desde 2002. Em conjunto as redes atendidas pela Bluesoft já faturam mais de 7 bilhões de reais por ano através das soluções fornecidas pela empresa.

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Testes de usabilidade aumentam as chances de sucesso no lançamento de novos produtos

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Não é segredo que grandes marcas colocam seus produtos a prova em testes de usabilidade, pois isso aumenta as chances de sucesso junto a seus consumidores.

Porém esta prática não se limita a produtos físicos, os serviços digitais também podem e devem ser submetidos a testes de usabilidade para garantir o seu correto funcionamento e aumentar a satisfação dos usuários.

Um estudo recente feito pela consultoria Mercedes Sanchez , especializada em usabilidade e experiência do usuário, verificou que mesmo os aplicativos mais baixados para smartphones ainda não aplicam as melhores práticas de usabilidade em partes fundamentais do seu processo de funcionamento, como por exemplo, no cadastro de novos clientes.

Os testes são fundamentais para otimizar até mesmo o processo interno de uma empesa, onde todos os setores são beneficiados. Um dos exemplos mais claros de área favorecida são os canais de atendimento, visto que com uma experiência de usabilidade simples, os usuários não precisam abrir chamados em busca de suporte.

Durante os testes são identificadas as principais dificuldades de interação com o produto ou serviço e assim é possível efetuar com maior segurança as correções e melhorias que irão trazer maior retorno para o negócio.

Na hora de escolher uma empresa para te auxiliar neste processo de testes, opte por aquelas que apresentam certificações de nível internacional.

Se você pensa em lançar um novo produto ou serviço, lembre-se de investir em testes de usabilidade para conquistar a satisfação de seus clientes, pois este pode ser o grande diferencial em relação a seus concorrentes.

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AOL reúne soluções de publicidade para plataforma mobile

O crescimento exponencial da utilização das plataformas móveis para consumo de informações, de mídia e como ferramenta de comunicação é um fenômeno global e o Brasil acompanha essa tendência. De olho no potencial de conexão das marcas com os consumidores, a AOL traz ao mercado a plataforma de mobile, que comercializa inventário mobile e oferece soluções focadas no uso crescente dos smartphones como principal acesso à web. Por estar sempre atenta às novidades e entender a jornada do consumidor, a empresa oferece no momento certo soluções de publicidade devidamente segmentada.

Dados da GSMA, a entidade que reúne a comunidade global de mobile, dão conta de que a média mundial de consumo de mobile é de três horas por dia e 84% deste tempo é em aplicativos, sendo que 22% é em redes sociais e 68% em aplicativos de notícias, games, entretenimento. De acordo com este mesmo estudo, os consumidores olham para as telas de seus smartphones 220 vezes por dia. Essa realidade torna crítico para as marcas, seus gestores e agências encontrarem formas de se engajar com essa audiência.

A AOL está presente em 70 mil aplicativos internacionais que também estão disponíveis no País. Tal presença alavanca o potencial de soluções que a empresa começa a oferecer agora para o mercado nacional. A plataforma ajuda a entender os hábitos e a jornada dos consumidores, e assim definir o target mais apropriado. Ainda por meio dos laboratórios de criação é possível trabalhar com agencias e clientes para trazer uma experiência rica para a marca, onde o engajamento do consumidor é muito maior, tudo pensado no ambiente mobile.

“Os smartphones hoje já são o principal meio de consumo de mídia para diversos públicos e esse cenário só tende a crescer. As soluções da AOL possibilitam que as marcas alcancem essas pessoas de forma mais assertiva e ofereçam formatos e possibilidades de campanhas pensadas exclusivamente para essa mídia. Isso aumenta e muito a eficácia das ações de comunicação, pois tudo é pensado para o ecossistema mobile”, afirma Marcos Swarowsky, diretor geral da empresa no Brasil.

A solução veio junto à aquisição da startup Millennial Media pela AOL, em setembro do ano passado. A empresa já detinha amplo conhecimento, tecnologia avançada e grande alcance de inventários mobile que foram impulsionados ainda mais pela força que a AOL passou a ter após ter sido adquirida pela Verizon, a maior companhia de telecomunicações dos Estados Unidos, no início de 2015.

Marcas como Netshoes, Mercado Livre, Hotmilhas, Danone Activia, Ford, Volkswagen, Expedia, NET, Colgate e Avon foram os primeiros clientes da AOL a adquirirem pacotes de mídia voltados exclusivamente para o ambiente mobile.

Um dos exemplos de sucesso é a campanha mais recente da Avon, #SintaNaPele, criada pela Mutato e a i-Cherry. Com o objetivo de divulgar o novo BB Cream Matte Avon ColorTrend, a marca reforçou seu posicionamento pró-diversidade e empoderamento com a mensagem de que o produto é “para todEs”. Para garantir que a mensagem chegasse a mais pessoas, a Avon contou com a AOL e seu time de Creative Services, equipe de criação exclusiva de AOL Mobile, que auxiliou criativamente definição dos três formatos customizados para a campanha. A recomendação envolveu interação em touch, vídeos e movimento – um formato novo em que o usuário tem que balançar o celular para interagir com o produto. Todas foram usadas de forma a potencializar a missão de entregar a mensagem da melhor maneira possível, levando em conta o momento e a abordagem mais adequados para o target. “A contribuição da AOL na estratégia de mídia foi fundamental para potencializar nossa mensagem, que viralizou e virou assunto na vida das pessoas” declara Rafaella Gobara, gerente de marketing digital da Avon.

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2º Congresso Brasileiro de Informática Laboratorial (CBIL) oferece visitas guiadas a data centers no Rio de Janeiro

A segunda edição do Congresso Brasileiro de Informática Laboratorial (CBIL) ocorre nos dias 28 e 29 de setembro, durante o 50º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial, no Rio de Janeiro. Sucesso em sua primeira edição, o 2º CBIL oferece aos inscritos visitas guiadas a data centers na cidade do Rio de Janeiro, além de programação ampla que inclui apresentação de casos, conferências e mesas redondas.

“As visitas guiadas aos centros de comando de governo, centros de tecnologia de empresas da área de saúde e hospitais permitirão que os congressistas visualizem na prática a aplicabilidade da tecnologia no atendimento ao paciente e à população”, explica o médico patologista clínico e ex-presidente da SBPC/ML Carlos Ballarati, responsável pela coordenação do evento.

A programação inclui também o TIID (Tecnologia, Informática, Inovação e Disrupção), em que empresas podem apresentar serviços de impacto no mercado, além de conferências e mesas redondas envolvendo temas como: business inteligence aplicada ao laboratório, como a informática identificou o vírus Zika e suas consequências, bioinformática na prática do laboratório e como a computação cognitiva vai mudar o mundo.

De acordo com Ballarati, “o 2º CBIL oferece uma programação de destaque, que envolve, de modo geral, as maneiras com que a tecnologia pode aumentar a produtividade dos laboratórios, facilitar o acesso do paciente ao médico e ao laboratório e harmonizar os serviços e equipamentos de saúde”, afirma.

Vale ressaltar que as inscrições para o 2º CBIL não são vinculadas ao 50º Congresso da SBPC/ML. Para participar, é necessário inscrever-se exclusivamente no evento. Associados da SBPC/ML, residentes de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial e estudantes da área de saúde ou de Tecnologia da Informação têm desconto na taxa de inscrição. As inscrições devem ser feitas por meio do site: www.cbpcml.org.br.

A coordenação do 2º CBIL ressalta que, em caso de fatores ambientais ou de outros eventos inesperados, as organizações que receberão as visitas guiadas podem impedir a entrada do público, por conta da segurança necessária nesses ambientes.

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Startup de alimentação lança linha de comida congelada com baixa caloria

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Além de contar com os já conhecidos diferenciais da marca (ultracongelamento de alimentos, ingredientes 100% naturais e majoritariamente orgânicos), a Liv Up decidiu lançar uma linha de refeições com baixo teor de carboidratos. O posicionamento da empresa continua sendo o de não apoiar dietas restritivas, mas, segundo seus fundadores, a procura por este tipo de produtos fez com que eles decidissem oferecer as novas opções de kits. Menos drásticos que pratos que cortam totalmente a presença dos carboidratos, as sugestões dos kits low carb (com menos carboidratos) são uma solução para atender as necessidades de um público preocupado com o controle desse tipo de alimento na sua rotina. As pessoas que buscam consumir pratos com menos carboidratos, no geral, o fazem de forma incorreta ou de maneira muito drástica. “Os nossos kits low carb são para pessoas que querem consumir menos calorias, mas que querem manter a qualidade das refeições e o sabor na hora de comer. ”, comenta a Nutricionista Viviane Kim.

A nutricionista, responsável pelas combinações presentes nos kits, afirma: “A Liv Up quer fazer com que as pessoas se alimentem de forma nutritiva acima de tudo. Não recomendamos a redução exagerada na ingestão de carboidratos sem um acompanhamento específico.”. Os menus dos kits contam com a presença de diversos legumes assados e grelhados, que, aliados às proteínas de diversas origens, prometem manter a saciedade e suprir as necessidades nutricionais de seus consumidores.

Os alimentos produzidos pela Liv Up passam por um processo de ultracongelamento que, diferentemente do congelamento em um freezer tradicional, utiliza temperaturas muito mais baixas no resfriamento dos seus produtos (-40 graus), não danificando as propriedades dos alimentos.

Além de toda essa tecnologia agregada ao processo produtivo, a empresa aposta em ingredientes naturais e porções balanceadas. O cardápio é extenso, cuidadosamente pensado por nutricionistas da Universidade de São Paulo e implementado por chefs com experiência internacional. Os clientes podem escolher entre kits, pratos sugeridos ou mesmo compor suas refeições através da escolha de porções individualizadas. Além dos supracitados kits low carb a empresa conta com outras opções de kits menos restritivos e para diferentes estilos de vida.

O time da Liv Up explica que, além da responsabilidade por um ótimo produto, está o desafio de criar uma ótima empresa. “Nosso objetivo é dar certo, fazendo a coisa certa do jeito certo – e sem perder o bom humor”, brinca Victor. A startup utiliza prioritariamente ingredientes orgânicos, e tem desenvolvido parcerias com famílias de agricultores no interior de São Paulo.

As refeições, todas preparadas sem conservantes, aditivos ou ingredientes transgênicos podem ser compradas por meio do site www.livup.com.br e recebidas em casa no dia e período agendados. O preço médio dos pratos sugeridos é de R$ 22. A Liv Up está localizada na Vila Madalena e inicialmente atende pedidos em São Paulo, Barueri, ABC, Osasco e Sorocaba. 

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Tendências que transformarão a gestão de riscos das Instituições Financeiras – Por Carlos Eduardo Vasques de Souza

Diante de um cenário de competitividade acirrada, turbulências econômicas e mudanças constantes, as instituições financeiras devem ficar atentas à sua capacidade de antecipação e resposta a eventos que possam interromper suas atividades. O objetivo é reduzir os prejuízos à organização e aos públicos com quem se relaciona (acionistas, clientes e colaboradores). Sendo assim, o ideal é sempre mapear as possíveis adversidades, que podem ser eventos externos, alterações regulatórias, problemas com a tecnologia, pessoal, desastres naturais, entre outros.

É importante ter em mente que, por mais imprevisível que pareça qualquer situação que ponha em risco a funcionalidade de um banco, há diversas formas de evitá-los. O primeiro passo é identificar esses possíveis eventos. A precaução auxilia a companhia a evitar perda de equipe, ativos, reputação, indisponibilidade de fornecedores, rompimento de infraestrutura, além de mitigar os riscos de pressões governamentais desnecessárias.

Para que uma organização sobreviva, conquiste valor no mercado e aumente seu marketshare, é necessário que os bancos invistam cada vez mais em transformação digital associada a um programa de gestão de riscos eficiente. Para isso, os bancos estão investimento cada vez mais em tecnologia. Foram 13% dos investimentos feitos em tecnologia da informação no ano passado, atrás apenas do governo, cuja participação foi de 14%, de um total de US$ 51 bilhões registrados em 2015, de acordo com levantamento da consultoria Gartner.

Destaco seis tendências estruturais que irão transformar a gestão de riscos no setor bancário nos próximos anos. São elas:

1- Requerimentos regulatórios cada vez mais exigentes

A tolerância dos governos para falências de bancos diminuiu desde a crise financeira global de 2008, e o apetite por intervenções que utilizam o dinheiro dos contribuintes para salvar bancos foi reduzido. Desta forma, as autoridades estão monitorando com maior vigor comportamentos suspeitos. Há, ainda, mais rigidez no cumprimento local e global de normas. Neste contexto, a busca é por “bons bancos” e não “boa prática bancária dentro de suas fronteiras”.

2-Alteração nas expectativas dos clientes

Mudanças nas expectativas dos clientes são esperadas e irão causar alterações radicais no perfil do setor bancário. O uso da tecnologia de maneira generalizada será a norma para os clientes na interação com seu banco. A atual geração de jovens da era digital será o maior contribuinte das receitas para os bancos aos 40 anos de idade. Os atuais clientes, mais conservadores de tecnologia, também irão migrar para os bancos digitais.

3-Tecnologia e gestão analítica aceleram a gestão do risco

A tecnologia irá permitir, ainda, novas técnicas de gestão de risco, muitas vezes associadas a análises avançadas. A proliferação de novas tecnologias fornece processamento e armazenamento mais rápido e econômico, o que permite melhor apoio na tomada de risco e na integração de processos. Atualmente, já experimentamos os efeitos de tecnologias cujas implicações são importantes para a gestão de risco, como o big data e a inteligência artificial.

4- Ataques cibernéticos

A prevenção contra ataques cibernéticos já é prioridade estratégica para a maioria dos bancos. Isso acontece porque a ameaça concentra-se, principalmente, nas operações e nos dados confidenciais de clientes. Na próxima década, a preocupação com cybersecurity irá aumentar ainda mais. Os bancos irão requerer maior mobilização de recursos, competência interna para gerir este tipo de risco, além de colaboração de governo e mercado de maneira unificada.

5- Melhores decisões de risco por meio da eliminação de preconceitos

Mesmo quando as pessoas tentam abordar um problema de forma racional, suas decisões são, muitas vezes, abaixo do ideal, devido a vários preconceitos conscientes e inconscientes. Calcular os impactos financeiros em processos de negócios em cenários de crises será um caminho vital para elaboração de estratégias de gestão de riscos mais eficientes.

6-Necessidade constante na redução de custos

O sistema bancário tem sofrido com lento, porém constante declínio da margem na maioria das categorias de produtos e geografias. Desta forma, os bancos têm adotado técnicas avançadas de eficiência operacional para compensar esses declínios. Futuramente, os bancos terão de repensar seus custos operacionais para viabilizar entrega de mais valor a um custo menor. A simplificação, padronização e digitalização deverão ser as únicas avenidas viáveis para economias substanciais de custos.

Carlos Eduardo Vasques de Souza é head de Risk&Compliance da Atos América do Sul.

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Aplicativo móvel auxilia fiscalização de obras em Belo Horizonte

As obras realizadas pela seretaria de Serviços Urbanos de Belo Horizonte são fiscalizadas por uma ferramenta móvel para o gerenciamento das atividades. A aplicação chamada Sistema Integrado de Fiscalização foi desenvolvida pela Algar Tech, multinacional brasileira que integra soluções de TIC e BPO para a Prodabel, empresa de informática e informação de Belo Horizonte.

Os cerca de 350 fiscais de campo do município atuam com a ajuda de smartphones ou tablets com o software embarcado e uma impressora sem fio que se acopla ao dispositivo para imprimirem automaticamente notificações. Anteriormente à implantação da aplicação havia procedimentos operacionais em que todas as etapas do input de dados das ações de fiscalização eram feitas manualmente. Os fiscais iam a campo, desenvolviam o trabalho e depois remetiam os dados. Hoje, tudo é feito automaticamente.

O sistema possui a funcionalidade de consulta à legislação vigente para as fiscalizações, reduzindo a ocorrência de problemas técnicos ou equívocos. Outra vantagem em termos de transparência de informação é que ele permite gerar relatórios em tempo real para que as equipes que trabalham nos escritórios, no backoffice, possam acompanhar as ações.

A versão 2016 do software conta, inclusive com suporte offline, que possibilita aos agentes de fiscalização atuarem em áreas onde não há sinal de rede de telefonia. Quando o fiscal entra em uma área que possibilita a transmissão das informações, tudo é compilado automaticamente.

Para o secretário municipal de serviços urbanos de Belo Horizonte, Pier Senesi, a solução trouxe melhoria da produtividade, condição de trabalho e transparência das informações públicas: “A partir do momento que a prefeitura se dispõe a desenvolver em conjunto com seus servidores uma ferramenta de altíssima qualidade, esse resultado com transparência e informações mais rápidas são um ganho para os cidadãos. A cidade hoje tem que ser pensada como uma cidade inteligente. Se é possível incorporar ferramentas que signifiquem redução de custos e do tempo de trabalho e aumento de produtividade há um resultado muito positivo para a cidade com uma aplicação melhor dos recursos arrecadados”, afirma.

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Startups do Acelera MGTI vão participar do Startup Games

ddb811ee-17b6-4d92-8e43-9beedf07c31f As startups Homix, Conciliadora, Foxus, Virturian e Contself, incubadas pelo programa de incubação e aceleração Acelera MGTI, administrado pela Fumsoft, foram selecionadas para os Startup Games, que acontecem em 8 e 9 de agosto, durante os Jogos Olímpicos Rio 2016. A App Prova, que foi acelerada pelo Acelera, e é uma grande parceira do programa, também está entre as 50 participantes.

Os Startup Games são como uma olimpíada de tecnologia para empresas nascentes, promovido pelo governo do Reino Unido, e que acontece na British House, um espaço que funcionará durante os jogos olímpicos e paraolímpicos na cidade do Rio de Janeiro. Os Games já aconteceram em Londres, nas Olimpíadas de 2012. Naquele ano os vencedores receberam medalhas do então primeiro-ministro inglês, David Cameron. As inscrições para a edição de 2016 eram abertas para startups de todo o mundo.

Os competidores terão mentorias especializadas com grandes empresários sobre estratégias para transformar suas startups em negócios bem-sucedidos. As 50 startups do mundo todo participarão também de workshops e palestras sobre empreendedorismo com renomados investidores, no que será um espaço rico para networking e aprendizado.

Os Startup Games trarão o espírito olímpico para o mundo dos negócios. Nos dois dias de jogos, cada startup estará em uma competição virtual, que vai simular uma bolsa de valores. Aquelas que subirem ao pódio terão uma oportunidade ímpar de visibilidade internacional, pois esta é a única competição de startups do mundo com esse formato.

Foram convidados para o evento de 2016 investidores, aceleradoras e instituições de empreendedorismo do Brasil e do mundo, como Robin Klein, um dos maiores investidores do Reino Unido; Michael Acton Smith OBE, criador da Mind Candy e dos Moshi Monsters; Andrew Humphries, fundador da aceleradora britânica The Bakery; Eric van der Kleij, empreendedor britânico que liderou a Level39, maior aceleradora de startups de fintech do mundo; e Douglas Almeida, fundador da startup brasileira Stayfilm.

A startup vencedora da edição de 2012, Versarien, também estará presente no Rio. Menos de 10 meses depois de ganhar os Games de 2012, a Versarien registrou-se na London Stock Exchange, a bolsa de valores de Londres.

Minas Gerais terá uma das maiores delegações da competição. Allan Moura, assessor de empreendedorismo do Acelera MGTI, que acompanha a delegação estadual aos jogos promovidos pelo Governo Britânico, acredita na força do evento. “O Startup Games será uma grande oportunidade de aprendizado para as startups participantes, neste evento elas vão poder se conectar a vários investidores, empresas, incubadoras e grandes nomes internacionais. Graças as ações conjuntas com a Sectes (Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior), SEED e AceleraMGTI o nosso Estado terá grandes representantes de empresários das startups mineiras e com certeza trarão grandes novidades para nosso ecossistema”.

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Usuários aprovaram interatividade do aplicativo CIAB de Bolso, da Scopus

Simples, fácil de usar e muito útil. Essas foram as principais opiniões dos usuários sobre o aplicativo CIAB de Bolso, desenvolvido pela Scopus e adotado como ferramenta oficial de consulta a informações, via dispositivos móveis, sobre o CIAB FEBRABAN 2016 – congresso e exposição de Tecnologia da Informação e Comunicação do setor financeiro, que se realizou em junho, em São Paulo.

Disponível para download, gratuitamente, nas lojas do Google (versão Android) e da Apple (versão iOS), o aplicativo combina várias tecnologias avançadas em que a Scopus vem trabalhando – entre elas, as relacionadas ao conceito de Internet das Coisas (IoT) e à localização indoor. As funções interativas do CIAB de Bolso, bem como o formato lúdico (no estilo jogo) da navegação, foram os recursos que mais chamaram a atenção dos usuários do aplicativo. Além da consulta a informações como a programação do congresso ou a localização dos estandes, a ferramenta também permitiu aos usuários enviar perguntas aos palestrantes, votar no melhor estande da feira e, ainda, avaliar as palestras e até o próprio evento.

Para a FEBRABAN, uma das principais vantagens propiciadas pelo aplicativo foi a facilidade para o envio de perguntas durante as palestras e painéis – que antes era feita por meio de papel ou mensagens de texto no celular. Segundo a organização do evento, a possibilidade de encaminhar as dúvidas diretamente, via aplicativo móvel, foi um grande avanço.

Durante os três dias de CIAB, 2.570 visitantes utilizaram o aplicativo da Scopus.

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