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Tecvoz doa 500 câmeras para projeto City Câmera, da Prefeitura de São Paulo

A segurança é uma das principais preocupações de gestores públicos e da população no geral, principalmente em uma cidade como São Paulo, que registrou aumento de 2,6% em roubos só de janeiro a abril desse ano ante o mesmo período de 2016, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP). O projeto City Câmera, que faz parte da iniciativa Cidade Segura da Prefeitura da capital, tem como objetivo inibir a ação de criminosos e promover a segurança com a instalação de 10 mil câmeras em toda a cidade.

A Tecvoz, referência no mercado de Circuito Fechado de TV (CFTV), doou 500 câmeras para o projeto, sendo 300 destinadas ao bairro do Brás e 200 para a vigilância de monumentos na cidade. Além dos equipamentos, a empresa também disponibilizou seu sistema de gravação que permite acessar as imagens por meio de plataforma que funciona em cloud, o Tecvoz Nuvem.

“Acreditamos no City Câmera como uma iniciativa que pode revolucionar a segurança na cidade de São Paulo, afinal a Tecvoz trabalha desde 2002 com tecnologia e desenvolvimento de equipamentos que são aliados no combate à criminalidade”, comenta Ricardo Luiz, consultor comercial da Tecvoz. “A proposta do projeto é integrar câmeras públicas e privadas, instaladas pela população em suas casas e comércios para chegar ao número de 10 mil equipamentos. Com a doação dos 500 aparelhos buscamos fortalecer a iniciativa, e as instalações já estão a todo vapor”, explica o executivo.

Vigilância Solidária

O potencial do monitoramento compartilhado fez com que a Tecvoz aplicasse o conceito à sua rede de franquias que leva o nome de Vigilância Solidária. Com dois modelos, um com loja física e outro que possibilita ao franqueado utilizar a plataforma de sua própria casa, chamados VS Store e VS Home, respectivamente, o empreendedor fica responsável pela gestão das câmeras instaladas pelo bairro, recebendo um pagamento mensal dos moradores para ter o acesso às gravações.

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MUTANT lança curso sobre Customer Experience

A MUTANT, empresa brasileira com foco em Customer Experience e que conta com participação do fundo de investimento Permira, um dos maiores private equity da Europa, anuncia o lançamento da MUTANT University. Com um formato bastante diferenciado de transmitir conhecimento, a empresa almeja aprofundar a reflexão e o debate sobre Customer Experience (CX), desde o planejamento até a aplicação no dia a dia das organizações.

Com a proposta de formar e transformar profissionais por meio de conteúdo, experiência e inovação, a MUTANT University conta com aulas e palestras, participação de especialistas da área, professores e pensadores referenciados, além de parcerias com renomadas instituições de ensino no Brasil e exterior. O projeto é dividido em quatro módulos: Food for Thought (Comportamento do Consumidor), Look at the Jungle (Planejamento), Walk the Walk (Touchpoints e Plataformas), e Numbers Don’t Lie (Gestão e Métricas).

“Por sermos os pioneiros em CX no país, acreditamos que, disseminando esse conhecimento para os profissionais e interessados na área, transformaremos a relação entre pessoas e marcas, incentivando experiências cada vez melhores”, afirma Eduardo Gallo, CXO da MUTANT.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.mutantuniversity.com.br e as vagas são limitadas.

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Citrosuco e 100 Open Startups lançam desafio para startups de base tecnológica

Atuando em toda a cadeia produtiva do suco de laranja, do cultivo agrícola até a entrega de produtos, a Citrosuco abriu inscrições para o Desafio Biomassa Cítrica – Mais da Laranja, que busca alternativas para aproveitar essa importante e rica matéria-prima.

O programa é realizado em parceria com o movimento 100 Open Startups, plataforma internacional que conecta startups a grandes empresas e fundos de investimento, da qual a Citrosuco é uma das patrocinadoras. O Desafio Biomassa Cítrica – Mais da Laranja tem inscrições abertas até dia 31 de agosto, no site http://openstartups.induct.no/public/pages/citrosuco.

O conteúdo será avaliado por executivos da Citrosuco conectados às startups pelo processo de matchmaking online. As propostas que se destacarem apresentarão seus projetos para a banca de avaliadores, que poderão se tornar parceiros no desenvolvimento de projetos pilotos, podendo se transformar em oportunidades para contratos futuros com a Citrosuco, na forma de prestação de serviços ou aquisição de produtos inovadores, de acordo com o nível de maturidade e consistência tanto da startup quanto da solução apresentada.

Para participar do Desafio, as startups devem apresentar soluções nas categorias:

– Extração de outros ingredientes da biomassa da laranja;
– Nanotecnologia – Orientada ao desenvolvimento de nanocelulose;
– Desenvolvimento de produtos farmacêuticos;
– Desenvolvimento de produtos alimentícios derivados da biomassa da laranja;
– Outras soluções disruptivas.

“Esta é uma excelente oportunidade para startups de todo o país se tornarem parceiras da maior empresa de suco de laranja do mundo. Cada vez mais temos companhias buscando inovação nas empresas iniciantes”, comenta Bruno Rondani, fundador e CEO do movimento 100 Open Startups.

“A Citrosuco acredita numa gestão pautada pela inovação e em um ambiente aberto às ideias. Desenvolvemos uma série de programas de pesquisa e inovação junto a empresas e instituições de ensino e a parceria com o movimento 100 Open Startups é mais uma iniciativa nesse sentido. Buscamos continuamente identificar oportunidades de aprimoramento em nossos processos, melhorando a qualidade e a rentabilidade de nossos produtos”, afirma Fabio Thomazelli, head global de marketing da Citrosuco.

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AdopTI fortalece posição no mercado SAP para faturar R$ 45 milhões

Alinhada ao plano de crescimento que pretende atingir um faturamento da ordem de R$ 45 milhões até 2020, a AdopTI, consultoria especializada na plataforma de gestão empresarial SAP, acaba de ser reconhecida com a certificação “SAP Qualified Partner Solution”, programa de melhores práticas da gigante alemã que reconhece soluções pré-configuradas por parceiros em todo o mundo. Ao mesmo tempo, a companhia anuncia a assinatura de uma nova aliança com a fornecedora internacional de software, para a distribuição de soluções SAP e prestação dos serviços de suporte e manutenção de produtos. Com mais esse acordo a AdopTI expande o portfólio, eleva-se à condição de desenvolvedora de negócios em conjunto com a SAP para aumentar sua participação no mercado nacional de serviços e revenda de licença de software.

“O Programa de qualificação de soluções de parceiros da SAP está inserido no contexto da Economia Digital, que caracteriza a era de alta conectividade que vivemos. Bilhões de usuários móveis e de coisas conectadas garantem um cenário fértil de oportunidades de negócios e muitos de nossos clientes já iniciaram essa jornada, preparando-se para esse mundo mais conectado, mais inteligente e mais desafiador”, explica João Cavalcanti, Diretor do SAP Solution Center. “No Brasil, apenas quatro empresas possuem essa qualificação e a AdopTI lidera essa certificação em seu segmento de negócio e em sua região, o que representa um grande diferencial competitivo e total alinhamento da AdopTI aos objetivos de negócios da SAP. ”, complementa o executivo.

“Estamos orgulhosos pela confiança da SAP ao nos qualificar e ampliar nossa parceria. Realizamos investimentos para levar ao mercado um nível de excelência em serviços de TI e beneficiar empresas, principalmente do setor de agronegócio”, afirma Marcos Pazeto, Fundador e Diretor de Serviços da AdopTI. “Hoje somos um centro de apoio SAP capaz de dar suporte avançado para empresas em diferentes regiões do Brasil, suprindo uma demanda de serviços de padrão elevado. Mantendo esse ritmo de crescimento, poderemos abrir, no primeiro trimestre de 2018, escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia”, completa o executivo.

O novo patamar alcançado pela AdopTI concretiza a primeira fase de sua estratégia de expansão, na qual foram investidos R$ 3 milhões com a criação de um Centro de Desenvolvimento Tecnológico SAP, reestruturação da companhia e segmentação de sua oferta em quatro frentes: Consultoria de Negócios e Processos, Consultoria de Implementação, Sustentação de Processos e Plataforma de Gestão e Fábrica de Software. Ao integrar o seleto time de parceiros de negócios da SAP, a AdopTI demonstra a solidez da empresa, elevado potencial para geração de novos negócios, além de padrão de serviços de nível internacional, comprometido com qualidade técnica e certificação de profissionais.

Com forte presença nos estados de São de Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Mato Grosso, a AdopTI passa a atuar em conjunto com a SAP em mercados estratégicos para ambas as empresas, elevando o nível de atendimento e prestação de serviços aos clientes da região. Com este novo acordo a AdopTI torna-se parceira SAP VAR (Value Added Reseller) que permite a revenda de licença de software.

Para aumentar abrangência dos negócios, a AdopTI também expandiu seu time sênior de vendas contratando profissionais advindos de companhias multinacionais de tecnologia como SAP, IBM e Oracle. “Nosso objetivo é cobrir todo território planejado junto à SAP para estarmos presentes face-to-face com cada cliente. Para atender o compromisso assumido em vendas, temos vendedores e uma equipe de inside sales totalmente dedicada à geração de demanda, afirma Luciano Fernandes”, Diretor Comercial da AdopTI.

Estrategicamente estruturada na cidade de Ribeirão Preto (SP), capital brasileira do agronegócio, a AdopTI tem atuação nacional, com presença nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Pernambuco. A companhia atende empresas nacionais e multinacionais principalmente dos segmentos agronegócio, logístico, siderúrgico, manufatura, produtos de consumo e utilities.

SAP Qualified Partner Solution

Primeira consultoria a implementar o S/4HANA no mercado brasileiro de General Business, o pioneirismo da AdopTI gerou a oportunidade da companhia participar do programa de qualificação da SAP. A partir da última versão do S/4HANA, os especialistas da AdopTI desenvolveram toda a parte de localização Brasil da ferramenta, que ainda não estava 100% ativa no Brasil. A companhia deixou a plataforma pré-configurada com as melhores práticas de negócio, com a simplificação e inovação dentro do processo, onde são utilizadas toda a mobilidade, – IOS, Android, tablets, entre outros -, além de uma flexibilidade que permite ao usuário acessar o sistema de onde estiver.

“O S/4HANA é a nova geração de ERP da SAP, direciona e suporta nossos clientes para a Transformação Digital. A qualificação reconhece essa especialização, validando a capacidade de atualização e o conhecimento técnico que a AdopTI possui de nossa solução e de seu segmento de negócio”, ressalta Cavalcanti. “A parceria com a AdopTI já existe há bastante tempo, seja como parceiro SAP ou como VAR. Com uma importante presença no interior de SP e forte atuação em agronegócio, a AdopTI possui ainda um conjunto de habilidades técnicas bastante estratégico, que possibilita à SAP atender de maneira plena e crescente esta região”, diz o executivo.

Esse programa de qualificação da SAP possui amplitude global e um rigoroso processo de aprovação das soluções. Para reverenciar esse seleto grupo de parceiros qualificados, a SAP realizará nos próximos dias 15, 16 e 17 em Cancun, seu evento anual direcionado aos parceiros, onde a AdopTI receberá oficialmente a certificação SAP Qualified Partner Solution.

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CargoX, o “Uber do Transporte de cargas”, recruta jovens talentos

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A CargoX – primeira transportadora brasileira baseada integralmente em tecnologia e inovação – está lançando seu primeiro programa de recrutamento voltado a novos talentos. O foco é trazer recém formados ou estudantes do último semestre da graduação para vivenciarem o dia a dia da empresa e participarem de projetos de inovação nas áreas por onde passarem.

A empresa cresce cerca de 57% ao mês, tanto em faturamento e volume de operações, quanto em tamanho do time. Tamanho crescimento vem atraindo a atenção de investidores como Goldman Sachs e Oscar Salazar (fundador do Uber) e também de grandes talentos do mercado brasileiro e do exterior. Com esse programa, a empresa, que é conhecida como “Uber do Transporte de Cargas”, quer trazer jovens com alto potencial para participarem da rotina da transportadora, conhecerem diferentes áreas do negócio e somarem ao time.

“Estamos entusiasmados com a possibilidade de trazer para o nosso time talentos de grande potencial e que possam crescer junto com a gente”, explica Daniel Matsumato, coordenador de Recursos Humanos da empresa.

O Programa de Trainee

O Programa Jovens Talentos (http://cargox.com.br/jovenstalentos) será a primeira iniciativa da empresa, que também é jovem, no recrutamento de trainees. Os selecionados vão começar a trabalhar em outubro e devem ficar no programa por cerca de um ano.

Ao longo do programa, os participantes vão participar de uma série de atividades, como treinamentos especialmente preparados para eles. Além disso, irão transitar por áreas como Comercial, Operações, Tecnologia, Marketing e Financeiro.

“A ideia é que eles realmente possam vivenciar o trabalho nos diferentes departamentos da empresa e contribuir ativamente com eles”, esclarece Lizziane Queiroz, líder do programa, ressaltando o seu caráter prático.

O Processo

Podem participar do processo seletivo jovens que estejam no último semestre da graduação ou que tenham se formado de dezembro de 2015 até o momento. Eles precisam ter inglês avançado para conversação e escrita e ter estudado em um dos seguintes cursos: Engenharias, Administração de Empresas, Economia, Ciências Contábeis, Matemática, Física, Química, Estatística, Cursos de Tecnologia ou Publicidade.

“Queremos escolher os melhores candidatos, por isso, faremos um processo de seleção bem apurado para eleger cinco jovens talentos”, conta a líder do programa. As etapas do processo serão a inscrição pelo site (http://cargox.com.br/jovenstalentos), testes online, um business case e entrevistas individuais.

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Cinco tecnologias que vão impactar o trânsito nas grandes cidades

unnamed (48) Diariamente em uma cidade como São Paulo, por exemplo, perde-se em média, 2h58 minutos no trânsito. A pesquisa, feita pelo Ibope Inteligência entre agosto e setembro do ano passado, mostrou que 52% dos entrevistados gastam pelo menos 2 horas por dia em seus deslocamentos na maior cidade do país. Esse tempo parado provoca impacto na qualidade de vida das pessoas, no nível de poluição e na dinâmica da economia. Em muitas cidades, a demanda por soluções de mobilidade urbana é urgente, e já existem algumas tecnologias inovadoras que prometem tornar mais inteligente a gestão desse trânsito.

A tecnologia pode ser a principal aliada dos governantes. Paulo Santos, gerente de soluções para o setor Enterprise da fabricante sueca Axis Communications, lista as principais apostas do mundo da tecnologia para a melhoria do trânsito nos próximos anos.

Leitura de placas – A leitura ou reconhecimento de placas é uma ferramenta capaz de identificar veículos que não atendam a uma exigência, como carros não-inspecionados que podem quebrar com mais frequência ou poluir o ambiente em níveis fora do padrão. Também é possível criar um cinturão em áreas específicas, como o centro de uma cidade, para que somente os carros de moradores possam circular ali em determinados dias.

Controle de Semáforos – Em um cruzamento, os semáforos podem operar para que o trânsito flua de maneira mais inteligente. Câmeras de videomonitoramento podem, além de registrar a via para fins de segurança, estar conectadas aos semáforos e atuar como sensores que detectam a presença de veículos e controlam o semáforo de acordo com o volume de veículos. Se não há mais carros passando, o sinal fecha nessa via e abre na outra, onde já se acumulam alguns veículos.

Estudos de Tráfego – Qual o fluxo de veículos numa determinada avenida? Passam ali muitos ônibus e caminhões? Haveria melhora se o sentido fosse invertido? Qual o melhor horário para realizar obras numa rua específica? Essas e outras questões dependem do conhecimento sobre o fluxo na região, e esse conhecimento pode ser embasado em dados concretos. As ruas mais estratégicas podem contar com estatísticas detalhadas do número de veículos a cada minuto para ações de curto prazo ou para um planejamento mais estratégico.

Faixas exclusivas – Em algumas avenidas, faz sentido criar faixas dedicadas exclusivamente a ônibus e taxis, ou deixar os caminhões circularem somente nas faixas da direita, ou ainda criar faixas para motos e bicicletas. Toda essa organização pode ser verificada pelas câmeras, em horários determinados pelos gestores de trânsito. A regra, por exemplo, pode ser válida apenas para determinados horários.

Monitoramento remoto – Muitas prefeituras que já possuem câmeras IP de alta resolução para apoiar a segurança estão usando os mesmos equipamentos para verificar o cumprimento de regras de trânsito, como o uso de cinto de segurança ou o uso de vagas para idosos, mesmo sem um agente de trânsito por perto. Caso um veículo estacione em local proibido, como numa rua movimentada atrapalhando o trânsito, o agente na central de controle pode dar zoom, verificar a placa e emitir uma multa. Além disso, as câmeras podem detectar automaticamente a ocorrência de um acidente, e dar um alerta imediato aos gestores. Isso reduz o tempo de interrupção da via.

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Trânsito de São Paulo: aplicativo de estacionamento e lava-rápido encontra vagas próximas

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Quem encara diariamente o trânsito caótico da maior cidade do Brasil sabe que é praticamente impossível encontrar vagas gratuitas para estacionar o carro. Quase todas as ruas das regiões mais movimentadas são sinalizadas como áreas de zona azul e a solução que logo vem à mente é procurar por estacionamentos particulares. Segundo pesquisa realizada pela EY Consultoria em 2014, o paulistano passa mais tempo na média anual procurando por vaga de estacionamento do que no trânsito em si, isso porque não há vagas suficientes. Em Perdizes, por exemplo, a oferta de vagas disponíveis corresponde a somente 37% do ideal.

Estes dados são comprovados pelo Sindicato das Empresas de Garagens e Estacionamentos do Estado de São Paulo, Sindepark, que estima em meio milhão de vagas distribuídas em pouco mais de 5.300 estacionamentos regularizados. E o número de veículos já é superior a 6 milhões. Porém, mesmo com números expressivos, encontrar vagas de estacionamento é um desafio e tanto. “Poucas situações são tão incômodas quanto ficar no meio do trânsito, correndo contra o tempo, somente para encontrar uma vaga para estacionar o carro. Aliás, foi justamente em um momento assim que tive a ideia de criar o app”, afirma Rogério Kurtiss, fundador do Carro 66, aplicativo que encontra vagas em estacionamentos e lava-rápidos.

O aplicativo trabalha com tecnologia de geolocalização, informa o endereço exato do estacionamento / lava-rápido mais próximo de onde o usuário está e permite o pagamento online da vaga ou serviço de lavagem. Basta abrir o app e realizar a busca para conferir os estabelecimentos e as distâncias. “Já contamos com centenas de locais cadastrados em todo o Brasil e a plataforma é aberta para que outros proprietários de estabelecimentos que ainda não estão no app possam enviar os dados do seu estacionamento e lava-rápido, para cadastrar e aparecer na busca. A procura é grande e todos os dias eu falo com pessoas interessadas”, complementa Rogério.

Serviço de leva e traz em lava-rápidos próximos

Além dos estacionamentos, o aplicativo Carro 66 também tem cadastrado lava-rápidos que oferecem o serviço de leva e traz de veículos. “Soube do app por uma amiga e fiz o download para conferir. Quando encontrei um lava-rápido próximo ao meu trabalho, com o serviço de leva e traz, decidi testar e o resultado foi bem positivo. Como não tenho tempo para esperar a lavagem, fiquei bem satisfeita” relata Amanda Rita, publicitária.

Assim como ocorre com os estacionamentos, os endereços dos lava-rápidos também são informados por geolocalização e há sinalização de quais são os estabelecimentos que oferecem o serviço.
O aplicativo Carro 66 foi desenvolvido pela Megaleios, empresa localizada na Avenida Paulista e que tem um vasto portfólio de aplicativos de sucesso já desenvolvidos. O app está disponível para download dentro dos sistemas operacionais iOS e Android.

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Airbnb chega a 4 milhões de anúncios e atinge recorde com 2,5 milhões de hóspedes na mesma noite

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O Airbnb está comemorando duas importantes marcas para sua história. A maior plataforma de compartilhamento de lares do mundo chegou este mês a 4 milhões de anúncios – mais do que o número de quartos das cinco maiores cadeias hoteleiras* – e atingiu o recorde de pessoas hospedadas em seus imóveis em uma mesma noite, quando em 5 de agosto, 2,5 milhões de hóspedes dormiram em quartos e casas reservadas por meio da plataforma. Criado em 2008 e hoje presente em mais de 65 mil cidades e mais de 191 países o Airbnb já foi responsável pela hospedagem de mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo.

No Brasil o Airbnb iniciou as suas operações em 2012, com 3,5 mil anúncios e atingiu hoje 143 mil em todo o país. A plataforma tem mostrado uma excelente aceitação e encerrou 2016 com o dobro do número de imóveis do ano anterior, além disso, superou a marca de 1 milhão de hóspedes no país, um crescimento de 140% com relação a 2015. O Rio de Janeiro é o quarto destino em número de anúncios do Airbnb no mundo, atrás apenas de Paris, Londres e Nova Iorque.

Brasil

· 89.700 | anfitriões ativos em 1/1/2017
· R$ 6.070 | ganho anual de um anfitrião típico
· 20% | anfitriões usaram a renda do Airbnb para manter o lar (evitar despejo ou perda do imóvel)
· +1 milhão | chegada de hóspedes ao país em 2016
· R$ 1.99 bilhão | atividade Econômica do Airbnb em 2016 no país: renda do anfitrião + despesas dos hóspedes
· 4,8 dias Média de estadia por hóspede

Números curiosos do Airbnb no mundo:

• Mais de 130.000 chegadas de hóspedes em Casas na Árvore
• Mais de 570.000 chegadas de hóspedes em Barcos
• Mais de 120.000 chegadas de hóspedes em Castelos
• Mais de 140.000 chegadas de hóspedes em Yurts
• Mais de 300.000 chegadas de hóspedes em Motorhomes

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Ponte Estaiada passa a ser monitorada por câmera de alta definição

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Um dos cartões postais da cidade, a Ponte Octávio Frias de Oliveira, mais conhecida como Ponte Estaiada, na Zona Sul de São Paulo, agora será monitorada ininterruptamente com câmeras de alta resolução. Alvo de pichadores, a estrutura de mais de 138 metros de altura, equivalente a um prédio de 46 andares, recebeu recentemente o sistema de videomonitoramento digital da Dahua Tecnology, que vai capturar imagens nítidas dia e noite.

Com o intuito de monitorar e prevenir pichações e vandalismos, a câmera IP instalada permitirá com que as equipes de segurança municipal acompanhem 24h por dia, a movimentação no local com recursos de visualização importantes como zoom de até 30x e auto-tracking que, na prática, permitirá rastrear pessoas e veículos suspeitos de maneira inteligente.

A câmera possui um recurso denominado Starlight, um algoritmo de processamento de imagem que garante o melhor desempenho em condições de baixíssima luminosidade (0.005 lux) – na prática, mesmo no caso de problemas na iluminação da ponte, será possível obter imagens nítidas.

O equipamento ainda possui infravermelho com alcance de até 150 metros, importante para a qualidade das imagens em condições adversas de luminosidade. Com design robusto e aptidão para funcionar em condições extremas de temperatura, de -40 °C a +70 °C, e a câmera foi instalada com fonte de alimentação PoE 56 Volts.

Desde a inauguração, em 2008, a Ponte Estaiada já foi alvo dos pichadores por pelo menos três vezes e a manutenção é de responsabilidade da Prefeitura de São Paulo e da Superintendência das Usinas de Asfalto (SPUA). Com as imagens, será possível interromper as ações de vandalismo e poupar os cofres públicos.

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WhatsApp é o app de rede social mais usado pelos internautas brasileiros

O aplicativo de mensagens WhatsApp é o app mais usado pelos internautas brasileiros. Pesquisa do CONECTA mostra que o aplicativo é usado por 91% dos internautas, o que o deixa no topo do ranking dos apps mais utilizados no país, conforme indica o resultado do CONECTAí Express, pesquisa online nacional, multiclientes. Facebook, Instagram, Messenger e Twitter completam a lista dos cinco primeiros.

Confira quais são os apps mais utilizados:

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Pesquisa

A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas em junho de 2017 por meio do CONECTAí Express, pesquisa trimestral, online, multiclientes, com cobertura nacional, que permite responder a qualquer tipo de pergunta de forma exclusiva, rápida e econômica.

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O que são as Legaltechs no Brasil – Por Eduardo Tardelli

No Brasil, ainda percebemos que as startups estão em amplo crescimento e a cada dia que passa chegam no mercado diversas empresas para atender aos mais diferentes setores. Já passamos pela onda das fintechs e agtechs, mas agora as atenções estão voltadas para as chamadas lawtechs ou legaltechs, que são startups que desenvolvem produtos e serviços com base em tecnologia para atender demandas de cunho jurídico, um dos setores mais “engessados” que temos no país.

A chegada dessas empresas promete mexer com o setor legal no país. Porém, muitos ainda se perguntam se essas tecnologias irão acabar com os advogados. Na minha visão não! Digo isso porque o principal objetivo dessas startups é auxiliar o setor, que possui muitas demandas e ainda trabalha de forma manual.

As legaltechs estão oferecendo para o mercado uma saída mais rápida e eficiente para o dia a dia, automatizando os tribunais, minerando dados, ajudando na gestão dos escritórios e outros serviços necessários para o setor. Ou seja, essa tecnologia tem sido uma importante aliada dos advogados, que podem focar somente no que é necessário em sua rotina.

Em pesquisa realizada em julho deste ano pela AB2L, (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs), existem hoje no Brasil 38 empresas que oferecem serviços para o setor jurídico. 37% dos advogados consideram que o escritório/empresa onde trabalham não utiliza ferramentas tecnológicas para o desenvolvimento de suas atividades e 88% dos profissionais consideram que o local onde trabalham pretende utilizar soluções de lawtechs no futuro próximo para auxiliar nas demandas internas.

Percebo que esse setor ainda tem uma dificuldade grande pela frente, pois muitos advogados acham que os locais onde trabalham precisam de serviços e produtos customizados, e não de uma plataforma geral para todas as empresas. Eles entendem que isso pode dificultar a criação de modelos de negócios que sejam palpáveis para as lawtechs.

Então o desafio está lançado. Será que as statups irão se adequar às mudanças e demandas do setor jurídico? Eu acredito que sim, e tenho certeza que elas se tornarão algo indispensável para o dia a dia deste setor.

Eduardo Tardelli é CEO da upLexis, empresa especializada em tecnologias para análise e interpretação de grandes volumes de dados (big data) extraídos da internet e de outras bases de conhecimento.

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Jornada Digital da Fiep: tecnologia deve focar em soluções relevantes para o consumidor

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O consumidor final como protagonista e como alvo de todas as soluções é o que deve nortear os avanços tecnológicos na era da quarta revolução industrial. O tema foi debatido por especialistas nesta quarta-feira (16), em Curitiba, na Jornada para o Mundo Digital, realizada pelo Sistema Federação das Indústrias do Paraná (Fiep). O evento reuniu cerca de 850 pessoas entre industriais, lideranças empresariais e profissionais da área de tecnologia para mostrar os avanços tecnológicos que já aconteceram nas duas últimas décadas e falar sobre o que está por vir na Indústria 4.0.

O evento foi aberto pelo presidente do Sistema Fiep, Edson Campagnolo, que destacou o papel da entidade no apoio ao setor produtivo na adesão à indústria 4.0. “ Especialmente o Senai sempre foi reconhecido pela alta competência na área de educação profissionalizante. Nos últimos anos investimos também em inovação tecnológica com um reposicionamento de sua marca não só fortalecendo sua atuação como principal interlocutor da sociedade em educação profissional, mas também com capacidade de atender a indústria na área da inovação tecnológica”, destacou.

A presidente da Microsoft, Paula Bellizia, trouxe o dilema entre respeitar o legado das indústrias e buscar novas formas de contato com o consumidor. “A indústria de tecnologia não respeita a tradição, respeita, sim, a inovação. É preciso quebrar paradigmas e sempre fazer o melhor para o cliente e sem atalhos, de forma direta. Isso não tem erro”, disse Paula Bellizia. Segundo ela, a tecnologia deve empoderar as pessoas e as organizações para que elas conquistem cada vez mais. Nesta busca, de acordo com ela, a Microsoft mantém mais de 100 data centers em todo o mundo, onde investe US$ 5 bilhões ao ano.

Fazer e pensar diferente

“A transformação digital não pode ser mais do mesmo. Tem que ser algo diferente e deve acontecer em toda a organização e não mais apenas em um setor”, destacou Cassio Dreyfuss, vice-presidente de pesquisa da Gartner Research, organização de pesquisa na área tecnológica. Segundo ele, a tecnologia está disponível. “O problema é a cultura e isso não se muda do dia para a noite”, disse. Para ele, esta transformação deve estar pautada em quatro pilares: tecnologia, gestão, gente e liderança.

Dreyfus diz que a transformação digital vai acontecer num prazo de quatro a cinco anos e deve começar com o engajamento das pessoas. “É preciso engajar as pessoas, depois criar a visão e o plano. Este plano deve ser executado, monitorado e ajustado sempre que necessário”, disse. “A transformação digital prevê a mudança das organizações que trabalham no sistema de comando e controle para passar a trabalhar com liderança e colaboração”, frisou.

O prazo para implementar a digitalização e conexão dos processos pode variar, mas é algo que em breve será realidade. “A jornada digital é um caminho sem volta e sem fim. É permanente. É preciso falhar cedo e aprender rápido. É preciso ser rápido e sair na frente”, disse Rogério Martins, vice-presidente global da Whirlpool – Inovação e Desenvolvimento de Produtos de Refrigeração. Segundo ele, o tempo é o recurso mais valioso para todas as pessoas. Por isso, todas as empresas devem ter o consumidor no centro de suas atenções para promover soluções que facilitem a sua vida. “É preciso conhecer melhor o consumidor. É para ele que devemos fazer a transformação digital. Se focarmos em qualquer outra coisa que não seja o consumidor vamos nos desviar do nosso propósito. “A tecnologia sem propósito é complexidade”, disse.

No setor onde atua, Martins conta que a transformação digital viabiliza, por exemplo, o monitoramento da performance dos eletrodomésticos remotamente e consegue atuar de forma proativa com a prestação de serviços. “Não é um redesenho. É preciso repensar tudo e tudo tem que estar focado em soluções relevantes para o consumidor”, frisou.

Tecnologia e produtividade

O diretor de educação e tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI) Rafael Lucchesi informou que a indústria brasileira ainda usa a tecnologia de forma incipiente. “Embora 85% dos executivos brasileiros considerem a indústria 4.0 como algo importante, apenas 48% afirmam que fazem uso das modernas tecnologias de digitalização. “Temos que melhorar o uso da tecnologia, adotar plantas industriais inteligentes e customizadas. Segundo ele, a tecnologia pode contribuir para melhor os níveis de produtividade no Brasil. Hoje o rendimento de quatro trabalhadores brasileiros equivale a um trabalhador norte-americano. “Neste quesito estamos atrás de México e Argentina”, disse.

Lucchesi destacou a importância de formar o trabalhador para atuar na Indústria 4.0. “Hoje 78% do emprego no Brasil é desempenhado por pessoas com qualificação técnica e apenas 3% por profissionais com ensino superior”, informou. Ele lembrou que o Senai teve papel decisivo na terceira revolução industrial formando mão de obra e agora terá também papel decisivo na quarta revolução”, disse, acrescentando que cerca de 95% das vagas abertas pelo setor industrial demandam profissionais formados pelo Senai. Segundo Lucchesi, o desafio é grande porque estima-se que 65% das crianças de hoje atuarão no futuro em profissões que ainda não existem.

O diretor da CNI citou o programa Lean Manufacturing (Manufatura Enxuta), do Senai. O programa começou com a meta de buscar um ganho de 20% de produtividade e nas 2.300 indústrias que estão sendo atendidas já conseguimos alcançar um aumento médio de 52% em cerca de dois anos do programa.

Lucchesi falou também das soluções tecnológicas que estão em desenvolvimento na rede de institutos de tecnologia e de inovação do Senai, como robôs autônomos para trabalhos em poços de alta profundidade e tintas automotivas regenerativas.

Fonte: Fiep

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