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Trânsito de São Paulo: aplicativo de estacionamento e lava-rápido encontra vagas próximas

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Quem encara diariamente o trânsito caótico da maior cidade do Brasil sabe que é praticamente impossível encontrar vagas gratuitas para estacionar o carro. Quase todas as ruas das regiões mais movimentadas são sinalizadas como áreas de zona azul e a solução que logo vem à mente é procurar por estacionamentos particulares. Segundo pesquisa realizada pela EY Consultoria em 2014, o paulistano passa mais tempo na média anual procurando por vaga de estacionamento do que no trânsito em si, isso porque não há vagas suficientes. Em Perdizes, por exemplo, a oferta de vagas disponíveis corresponde a somente 37% do ideal.

Estes dados são comprovados pelo Sindicato das Empresas de Garagens e Estacionamentos do Estado de São Paulo, Sindepark, que estima em meio milhão de vagas distribuídas em pouco mais de 5.300 estacionamentos regularizados. E o número de veículos já é superior a 6 milhões. Porém, mesmo com números expressivos, encontrar vagas de estacionamento é um desafio e tanto. “Poucas situações são tão incômodas quanto ficar no meio do trânsito, correndo contra o tempo, somente para encontrar uma vaga para estacionar o carro. Aliás, foi justamente em um momento assim que tive a ideia de criar o app”, afirma Rogério Kurtiss, fundador do Carro 66, aplicativo que encontra vagas em estacionamentos e lava-rápidos.

O aplicativo trabalha com tecnologia de geolocalização, informa o endereço exato do estacionamento / lava-rápido mais próximo de onde o usuário está e permite o pagamento online da vaga ou serviço de lavagem. Basta abrir o app e realizar a busca para conferir os estabelecimentos e as distâncias. “Já contamos com centenas de locais cadastrados em todo o Brasil e a plataforma é aberta para que outros proprietários de estabelecimentos que ainda não estão no app possam enviar os dados do seu estacionamento e lava-rápido, para cadastrar e aparecer na busca. A procura é grande e todos os dias eu falo com pessoas interessadas”, complementa Rogério.

Serviço de leva e traz em lava-rápidos próximos

Além dos estacionamentos, o aplicativo Carro 66 também tem cadastrado lava-rápidos que oferecem o serviço de leva e traz de veículos. “Soube do app por uma amiga e fiz o download para conferir. Quando encontrei um lava-rápido próximo ao meu trabalho, com o serviço de leva e traz, decidi testar e o resultado foi bem positivo. Como não tenho tempo para esperar a lavagem, fiquei bem satisfeita” relata Amanda Rita, publicitária.

Assim como ocorre com os estacionamentos, os endereços dos lava-rápidos também são informados por geolocalização e há sinalização de quais são os estabelecimentos que oferecem o serviço.
O aplicativo Carro 66 foi desenvolvido pela Megaleios, empresa localizada na Avenida Paulista e que tem um vasto portfólio de aplicativos de sucesso já desenvolvidos. O app está disponível para download dentro dos sistemas operacionais iOS e Android.

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Airbnb chega a 4 milhões de anúncios e atinge recorde com 2,5 milhões de hóspedes na mesma noite

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O Airbnb está comemorando duas importantes marcas para sua história. A maior plataforma de compartilhamento de lares do mundo chegou este mês a 4 milhões de anúncios – mais do que o número de quartos das cinco maiores cadeias hoteleiras* – e atingiu o recorde de pessoas hospedadas em seus imóveis em uma mesma noite, quando em 5 de agosto, 2,5 milhões de hóspedes dormiram em quartos e casas reservadas por meio da plataforma. Criado em 2008 e hoje presente em mais de 65 mil cidades e mais de 191 países o Airbnb já foi responsável pela hospedagem de mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo.

No Brasil o Airbnb iniciou as suas operações em 2012, com 3,5 mil anúncios e atingiu hoje 143 mil em todo o país. A plataforma tem mostrado uma excelente aceitação e encerrou 2016 com o dobro do número de imóveis do ano anterior, além disso, superou a marca de 1 milhão de hóspedes no país, um crescimento de 140% com relação a 2015. O Rio de Janeiro é o quarto destino em número de anúncios do Airbnb no mundo, atrás apenas de Paris, Londres e Nova Iorque.

Brasil

· 89.700 | anfitriões ativos em 1/1/2017
· R$ 6.070 | ganho anual de um anfitrião típico
· 20% | anfitriões usaram a renda do Airbnb para manter o lar (evitar despejo ou perda do imóvel)
· +1 milhão | chegada de hóspedes ao país em 2016
· R$ 1.99 bilhão | atividade Econômica do Airbnb em 2016 no país: renda do anfitrião + despesas dos hóspedes
· 4,8 dias Média de estadia por hóspede

Números curiosos do Airbnb no mundo:

• Mais de 130.000 chegadas de hóspedes em Casas na Árvore
• Mais de 570.000 chegadas de hóspedes em Barcos
• Mais de 120.000 chegadas de hóspedes em Castelos
• Mais de 140.000 chegadas de hóspedes em Yurts
• Mais de 300.000 chegadas de hóspedes em Motorhomes

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Ponte Estaiada passa a ser monitorada por câmera de alta definição

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Um dos cartões postais da cidade, a Ponte Octávio Frias de Oliveira, mais conhecida como Ponte Estaiada, na Zona Sul de São Paulo, agora será monitorada ininterruptamente com câmeras de alta resolução. Alvo de pichadores, a estrutura de mais de 138 metros de altura, equivalente a um prédio de 46 andares, recebeu recentemente o sistema de videomonitoramento digital da Dahua Tecnology, que vai capturar imagens nítidas dia e noite.

Com o intuito de monitorar e prevenir pichações e vandalismos, a câmera IP instalada permitirá com que as equipes de segurança municipal acompanhem 24h por dia, a movimentação no local com recursos de visualização importantes como zoom de até 30x e auto-tracking que, na prática, permitirá rastrear pessoas e veículos suspeitos de maneira inteligente.

A câmera possui um recurso denominado Starlight, um algoritmo de processamento de imagem que garante o melhor desempenho em condições de baixíssima luminosidade (0.005 lux) – na prática, mesmo no caso de problemas na iluminação da ponte, será possível obter imagens nítidas.

O equipamento ainda possui infravermelho com alcance de até 150 metros, importante para a qualidade das imagens em condições adversas de luminosidade. Com design robusto e aptidão para funcionar em condições extremas de temperatura, de -40 °C a +70 °C, e a câmera foi instalada com fonte de alimentação PoE 56 Volts.

Desde a inauguração, em 2008, a Ponte Estaiada já foi alvo dos pichadores por pelo menos três vezes e a manutenção é de responsabilidade da Prefeitura de São Paulo e da Superintendência das Usinas de Asfalto (SPUA). Com as imagens, será possível interromper as ações de vandalismo e poupar os cofres públicos.

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WhatsApp é o app de rede social mais usado pelos internautas brasileiros

O aplicativo de mensagens WhatsApp é o app mais usado pelos internautas brasileiros. Pesquisa do CONECTA mostra que o aplicativo é usado por 91% dos internautas, o que o deixa no topo do ranking dos apps mais utilizados no país, conforme indica o resultado do CONECTAí Express, pesquisa online nacional, multiclientes. Facebook, Instagram, Messenger e Twitter completam a lista dos cinco primeiros.

Confira quais são os apps mais utilizados:

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Pesquisa

A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas em junho de 2017 por meio do CONECTAí Express, pesquisa trimestral, online, multiclientes, com cobertura nacional, que permite responder a qualquer tipo de pergunta de forma exclusiva, rápida e econômica.

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O que são as Legaltechs no Brasil – Por Eduardo Tardelli

No Brasil, ainda percebemos que as startups estão em amplo crescimento e a cada dia que passa chegam no mercado diversas empresas para atender aos mais diferentes setores. Já passamos pela onda das fintechs e agtechs, mas agora as atenções estão voltadas para as chamadas lawtechs ou legaltechs, que são startups que desenvolvem produtos e serviços com base em tecnologia para atender demandas de cunho jurídico, um dos setores mais “engessados” que temos no país.

A chegada dessas empresas promete mexer com o setor legal no país. Porém, muitos ainda se perguntam se essas tecnologias irão acabar com os advogados. Na minha visão não! Digo isso porque o principal objetivo dessas startups é auxiliar o setor, que possui muitas demandas e ainda trabalha de forma manual.

As legaltechs estão oferecendo para o mercado uma saída mais rápida e eficiente para o dia a dia, automatizando os tribunais, minerando dados, ajudando na gestão dos escritórios e outros serviços necessários para o setor. Ou seja, essa tecnologia tem sido uma importante aliada dos advogados, que podem focar somente no que é necessário em sua rotina.

Em pesquisa realizada em julho deste ano pela AB2L, (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs), existem hoje no Brasil 38 empresas que oferecem serviços para o setor jurídico. 37% dos advogados consideram que o escritório/empresa onde trabalham não utiliza ferramentas tecnológicas para o desenvolvimento de suas atividades e 88% dos profissionais consideram que o local onde trabalham pretende utilizar soluções de lawtechs no futuro próximo para auxiliar nas demandas internas.

Percebo que esse setor ainda tem uma dificuldade grande pela frente, pois muitos advogados acham que os locais onde trabalham precisam de serviços e produtos customizados, e não de uma plataforma geral para todas as empresas. Eles entendem que isso pode dificultar a criação de modelos de negócios que sejam palpáveis para as lawtechs.

Então o desafio está lançado. Será que as statups irão se adequar às mudanças e demandas do setor jurídico? Eu acredito que sim, e tenho certeza que elas se tornarão algo indispensável para o dia a dia deste setor.

Eduardo Tardelli é CEO da upLexis, empresa especializada em tecnologias para análise e interpretação de grandes volumes de dados (big data) extraídos da internet e de outras bases de conhecimento.

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Jornada Digital da Fiep: tecnologia deve focar em soluções relevantes para o consumidor

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O consumidor final como protagonista e como alvo de todas as soluções é o que deve nortear os avanços tecnológicos na era da quarta revolução industrial. O tema foi debatido por especialistas nesta quarta-feira (16), em Curitiba, na Jornada para o Mundo Digital, realizada pelo Sistema Federação das Indústrias do Paraná (Fiep). O evento reuniu cerca de 850 pessoas entre industriais, lideranças empresariais e profissionais da área de tecnologia para mostrar os avanços tecnológicos que já aconteceram nas duas últimas décadas e falar sobre o que está por vir na Indústria 4.0.

O evento foi aberto pelo presidente do Sistema Fiep, Edson Campagnolo, que destacou o papel da entidade no apoio ao setor produtivo na adesão à indústria 4.0. “ Especialmente o Senai sempre foi reconhecido pela alta competência na área de educação profissionalizante. Nos últimos anos investimos também em inovação tecnológica com um reposicionamento de sua marca não só fortalecendo sua atuação como principal interlocutor da sociedade em educação profissional, mas também com capacidade de atender a indústria na área da inovação tecnológica”, destacou.

A presidente da Microsoft, Paula Bellizia, trouxe o dilema entre respeitar o legado das indústrias e buscar novas formas de contato com o consumidor. “A indústria de tecnologia não respeita a tradição, respeita, sim, a inovação. É preciso quebrar paradigmas e sempre fazer o melhor para o cliente e sem atalhos, de forma direta. Isso não tem erro”, disse Paula Bellizia. Segundo ela, a tecnologia deve empoderar as pessoas e as organizações para que elas conquistem cada vez mais. Nesta busca, de acordo com ela, a Microsoft mantém mais de 100 data centers em todo o mundo, onde investe US$ 5 bilhões ao ano.

Fazer e pensar diferente

“A transformação digital não pode ser mais do mesmo. Tem que ser algo diferente e deve acontecer em toda a organização e não mais apenas em um setor”, destacou Cassio Dreyfuss, vice-presidente de pesquisa da Gartner Research, organização de pesquisa na área tecnológica. Segundo ele, a tecnologia está disponível. “O problema é a cultura e isso não se muda do dia para a noite”, disse. Para ele, esta transformação deve estar pautada em quatro pilares: tecnologia, gestão, gente e liderança.

Dreyfus diz que a transformação digital vai acontecer num prazo de quatro a cinco anos e deve começar com o engajamento das pessoas. “É preciso engajar as pessoas, depois criar a visão e o plano. Este plano deve ser executado, monitorado e ajustado sempre que necessário”, disse. “A transformação digital prevê a mudança das organizações que trabalham no sistema de comando e controle para passar a trabalhar com liderança e colaboração”, frisou.

O prazo para implementar a digitalização e conexão dos processos pode variar, mas é algo que em breve será realidade. “A jornada digital é um caminho sem volta e sem fim. É permanente. É preciso falhar cedo e aprender rápido. É preciso ser rápido e sair na frente”, disse Rogério Martins, vice-presidente global da Whirlpool – Inovação e Desenvolvimento de Produtos de Refrigeração. Segundo ele, o tempo é o recurso mais valioso para todas as pessoas. Por isso, todas as empresas devem ter o consumidor no centro de suas atenções para promover soluções que facilitem a sua vida. “É preciso conhecer melhor o consumidor. É para ele que devemos fazer a transformação digital. Se focarmos em qualquer outra coisa que não seja o consumidor vamos nos desviar do nosso propósito. “A tecnologia sem propósito é complexidade”, disse.

No setor onde atua, Martins conta que a transformação digital viabiliza, por exemplo, o monitoramento da performance dos eletrodomésticos remotamente e consegue atuar de forma proativa com a prestação de serviços. “Não é um redesenho. É preciso repensar tudo e tudo tem que estar focado em soluções relevantes para o consumidor”, frisou.

Tecnologia e produtividade

O diretor de educação e tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI) Rafael Lucchesi informou que a indústria brasileira ainda usa a tecnologia de forma incipiente. “Embora 85% dos executivos brasileiros considerem a indústria 4.0 como algo importante, apenas 48% afirmam que fazem uso das modernas tecnologias de digitalização. “Temos que melhorar o uso da tecnologia, adotar plantas industriais inteligentes e customizadas. Segundo ele, a tecnologia pode contribuir para melhor os níveis de produtividade no Brasil. Hoje o rendimento de quatro trabalhadores brasileiros equivale a um trabalhador norte-americano. “Neste quesito estamos atrás de México e Argentina”, disse.

Lucchesi destacou a importância de formar o trabalhador para atuar na Indústria 4.0. “Hoje 78% do emprego no Brasil é desempenhado por pessoas com qualificação técnica e apenas 3% por profissionais com ensino superior”, informou. Ele lembrou que o Senai teve papel decisivo na terceira revolução industrial formando mão de obra e agora terá também papel decisivo na quarta revolução”, disse, acrescentando que cerca de 95% das vagas abertas pelo setor industrial demandam profissionais formados pelo Senai. Segundo Lucchesi, o desafio é grande porque estima-se que 65% das crianças de hoje atuarão no futuro em profissões que ainda não existem.

O diretor da CNI citou o programa Lean Manufacturing (Manufatura Enxuta), do Senai. O programa começou com a meta de buscar um ganho de 20% de produtividade e nas 2.300 indústrias que estão sendo atendidas já conseguimos alcançar um aumento médio de 52% em cerca de dois anos do programa.

Lucchesi falou também das soluções tecnológicas que estão em desenvolvimento na rede de institutos de tecnologia e de inovação do Senai, como robôs autônomos para trabalhos em poços de alta profundidade e tintas automotivas regenerativas.

Fonte: Fiep

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Prova de conceito é aposta de empresas para projetos inovadores

Viabilizar a inovação no dia a dia da empresa, sem gastar muito, com agilidade e aumento das chances de sucesso. Esta é a nova estratégia que muitas empresas estão utilizando para oportunizar um novo negócio por meio do Proof of Concept Design (PoC Design). Trata-se de um laboratório experimental, com a utilização desta prova de conceito, para testar projetos e avaliar não apenas a sua viabilidade técnica, mas principalmente se os usuários desejam a solução e se estão dispostos a pagar por ela, antes de colocá-la no mercado.

A utilização do PoC Design é uma nova tendência que tem conquistado muitas empresas. Mas a metodologia não é novidade, a IBM já a utilizava na década de 80. A corporação queria uma solução para substituir as máquinas de escrever por computadores, com a ideia as pessoas falarem e o computador fazer o registro. Mas antes de desenvolver o projeto, reuniram potenciais clientes do software para simular a rotina com o novo programa. Com o feedback, a IBM entendeu que não valeria o alto investimento naquela época – ainda que a tecnologia fosse viável, aspectos comportamentais da época impediam sua adoção. Hoje, é comum a tecnologia Closed Caption nas TVs, e os Speech to Text , que converte a fala em texto, como GPS, Whatsapp, Gmail, Siri e o próprio Watson, da IBM.

Com a Apple não é diferente. Para chegar a um produto inovador como o IPhone foram realizadas muitas tentativas de produtos e serviços até chegar ao resultado final. Em 2004, a empresa chegou até a lançar um celular em parceria com a Motorola, o ROKR E1. Conhecido como o “pai do iPhone”, o modelo tinha um player com suporte às músicas do iTunes, em uma época em que ainda era comum a compra de músicas. A experiência foi um fracasso, mas a Apple adquiriu conhecimento sobre produção de celulares com a Motorola, que influenciou na criação do IPhone, lançado anos depois.

Grandes organizações têm orçamentos e equipes dedicadas à inovação, mas para a maioria das empresas a realidade é outra. Paulo Renato Oliveira, diretor criativo da Action Labs, empresa que trabalha com esta metodologia de modelar negócios, produtos e serviços inovadores, esclarece que muitas ideias acabam sendo descartadas até que se chegue a um grande produto.

“O produto ou serviço inovadores não surgem nas empresas com processos tradicionais. A inovação não é um momento de genialidade, mas um resultado de uma postura de negócios e de processos que tornam a empresa ´fértil` para inovação. É preciso criar rotinas e procedimentos que colocam a inovação no dia a dia da empresa. A experimentação, rápida e com custo relativamente baixo, pode virar uma rotina de negócios para empresas de todos os portes”, comenta.

As empresas que optam por trabalhar com PoC design estão descobrindo uma nova maneira de inovar para conquistar mais clientes e obter melhores resultados, com custo reduzido. “Com esta metodologia é possível dedicar 10% do orçamento para uma prova de conceito e, depois, ter muito mais chance de investir corretamente os outros 90%. É muito mais assertivo para se criar um novo produto ou serviço que tenha tração junto aos consumidores”, explica Paulo.

O processo de aplicação do PoC para um negócio leva, em média, entre 21 e 45 dias, dependendo da complexidade e desenvolve-se pelas etapas de imersão, ideação, priorização, prototipação e teste. O projeto Ei, Doutor! passou por este processo pela Action Labs. Paulo destaca que o desenvolvimento inicial previa uma complexa plataforma de gestão de dados, com a análise preditiva de condições de saúde dos usuários, ao custo de cerca de R$ 600 mil.

Paulo Renato Oliveira analisa que o PoC indicou que a plataforma seria “inútil” sem dados, pois as empresas e operadoras de saúde não tinham estas informações. Portanto, o projeto deveria começar falando com o usuário final, para que ele alimentasse estas informações, que seriam então compartilhadas com as operadoras de saúde.

“Antes de desenvolver a plataforma, criamos uma metodologia de captação das informações, que custou menos de 10% do valor. Isto se mostrou um produto tão essencial para o mercado que, no momento de investir na plataforma completa, nós já tínhamos receita para viabilizar o próprio desenvolvimento, com mais de 15 mil usuários na plataforma”, avalia o empresário.

Clêner Almeida, diretor executivo da Via Saúde, empresa fundadora do projeto Ei, Doutor!, explica que a plataforma foi criada com a Action Labs para tornar o negócio assertivo. “É um trabalho conjunto, finalizamos a primeira fase, mas estamos em constante atualização. Identificamos o melhor modelo, de acordo com a necessidade de absorção do mercado, e desenvolvemos a plataforma. Colocamos o projeto no ar graças a este tipo de ação. Sem isso, talvez teríamos seguido caminhos errados e mais longos”, detalha Clêner Almeida.

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Samsung Ocean USP inicia programa gratuito de pré-aceleração de startups

A Samsung e a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) acabam de iniciar o programa de pré-aceleração de startups “Incentivo ao Empreendedorismo em Ambiente de Tecnologias Digitais Móveis”, ou “Intensivo #6”. Trata-se de uma iniciativa gratuita de capacitação em tecnologia e empreendedorismo direcionada a equipes com ideias inovadoras para smartphones, tablets e wearables, ligadas à Internet das Coisas (IoT) ou Realidade Virtual (VR).

O programa terá duração de 18 semanas, com previsão de término no dia 13 de dezembro deste ano, no Samsung Ocean USP, localizado na Poli-USP. Serão oferecidas atividades intensas para as equipes, incluindo treinamentos, workshops, palestras, mentorias, laboratórios e trabalho em campo. Além de treinamento e capacitação dos seus participantes, o Intensivo #6 tem como objetivos criar e validar o modelo de negócios das ideias (BMC – Business Model Canvas), comprovar sua viabilidade técnica e desenvolver as funcionalidades de um Produto Mínimo Viável (MVP).

Um processo seletivo composto por triagem e entrevistas serviu de base para a escolha das nove startups participantes. O programa oferecerá atividades presenciais de segunda à quinta-feira, das 19h às 22h. Ao final do ciclo de pré-aceleração, a própria USP emitirá o certificado válido como curso de atualização, desde que cumpridos os requisitos mínimos.

Já na primeira semana do Intensivo #6, as startups selecionadas foram recepcionadas por representantes da Samsung e da USP e participaram de palestras com startups já atuantes no mercado e equipes egressas de outras edições do programa, que trouxeram uma visão importante de suas trajetórias, experiências e desafios do mundo empreendedor.

“O Samsung Ocean USP é um centro de capacitação tecnológica e de fomento do ecossistema empreendedor. Nosso programa vai ao encontro dos objetivos da companhia, que estabeleceu a parceria com a USP justamente para estar mais próxima à comunidade acadêmica e fomentar o surgimento de tendências que possam ter impacto no mercado consumidor nos próximos anos”, explica Guilherme Selber, gerente de Inovação da Samsung América Latina.

André Fleury, professor do Departamento de Engenharia de Produção da Poli-USP e um dos coordenadores do Samsung Ocean USP, celebra o início de mais uma iniciativa na unidade: “nossa proposta é oferecer uma plataforma para agregar competências, pessoas e projetos, estando sempre abertos à comunidade. Promover, no próprio espaço, mais um ciclo de pré-aceleração de startups é a prova de que estamos no caminho certo”.

Confira abaixo quais foram as startups selecionadas e a proposta de cada uma delas:

• Prowl – Sistema de recuperação de veículos roubados usando visão computacional
• Abunai – Underwear vestível e discreto para monitorar sinais vitais e evitar a queda de idosos
• HOTD – Clube de assinatura mensal de consumo colaborativo de roupas
• Hermes – Plataforma digital de comunicação entre ambulância e hospitais e triagem de pacientes
• Mundo Pixers – Solução de aprendizagem de linguagens de programação e de anúncio de serviços para pequenas empresas
• Valeu Caronas – Solução de carona para universitários
• Impulse – Inovação e tecnologia na área da Educação
• Opengate – Solução em Internet das Coisas para controle de acesso
• Tá na Caixa – E-commerce de projetos criativos que entrega em casa a experiência de se criar um item bonito e funcional com as próprias mãos

Para mais informações, consulte www.oceanbrasil.com ou baixe o aplicativo Ocean, disponível na Play Store.

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Ebit: Dia dos Pais movimenta R$1,94 bilhão no e-commerce

Crescimento foi de 8,7% na comparação ante ao mesmo período de 2016; smartphone foi o produto mais comprado no comércio eletrônico

O Dia dos Pais, celebrado no último domingo (13), movimentou R$1,94 bilhão no e-commerce, alta de 10,1% ante aos R$1,76 bilhão registrados no ano passado. O número de pedidos expandiu 5,1%, de 4 milhões para 4,2 milhões, enquanto o tíquete médio foi de R$462, alta de 4,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são da Ebit, empresa referência em informação sobre o comércio eletrônico brasileiro.

“Assim como nos principais eventos do primeiro semestre – Dia das Mães e Dia dos Namorados – o e-commerce registrou um desempenho muito positivo no Dia dos Pais. Por ser a primeira do segundo semestre, a data é um excelente termômetro para as vendas no restante do ano. Depois deste resultado, nossa expectativa é de Dia das Crianças, Natal e, principalmente, Black Friday também registrem um faturamento robusto”, afirma Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O monitoramento da Ebit considerou as vendas realizadas no comércio eletrônico entre os dias 29 de julho e 12 de agosto.

Produtos mais vendidos para presentear os pais

1º Celular e Smartphone

2º TV

3º Tênis

4º Relógio de Pulso

5º Vinho

Fonte: Ebit

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AGCO adota Google Glass em fábrica brasileira

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A AGCO, fabricante e distribuidora mundial de equipamentos agrícolas, adotou três unidades de Google Glass, para auxiliar na manufatura da fábrica de Canoas (RS). Com isso, a marca passa a ter a primeira fábrica a usar a iniciativa tecnológica em toda a América do Sul.

Atualmente, os óculos são utilizados na etapa de verificação de monoblocos, estrutura que engloba os eixos dianteiro e traseiro, transmissão e motor. Com o dispositivo, o inspetor de qualidade consegue visualizar o que deve ser verificado na máquina por meio de informações, tarefas e fotos que aparecem na tela acima do campo de visão, facilitando a execução da operação.

“Comprovamos que os óculos trazem maior controle de qualidade e facilidade no acesso a informações. Se antes o funcionário tinha que ficar andando entre o computador e o componente, agora ele pode realizar toda a tarefa de uma vez, com ambas as mãos livres. Com esta tecnologia também é possível fotografar os componentes e enviar os registros aos engenheiros de qualidade instantaneamente”, afirma Guilherme Pinto, diretor de manufatura da unidade AGCO Canoas, da AGCO América do Sul.

O inspetor de qualidade Lairton de Oliveira foi o primeiro funcionário a utilizar a tecnologia na manufatura da AGCO América do Sul, e aprovou a novidade. “Os óculos são intuitivos e trouxeram maior facilidade no trabalho de verificação do monobloco, tornando o processo mais simples e rápido, sem ter que ficar consultando o computador a todo momento.”

Em 2015, os óculos começaram a ser implantados pela planta da AGCO em Jackson (EUA), em parceria com o Google, que desenvolvia uma nova versão dos equipamentos anteriormente lançados para o público geral. O Google Glass Enterprise Edition, resultado da união, é mais resistente para substituir os óculos de segurança obrigatórios em ambientes fabris, além de oferecer bateria com capacidade superior para atuar ao longo de toda a jornada de trabalho. Lá, já foram registradas reduções de 30% no tempo de inspeção, 25% no tempo de produção e 50% no tempo de treinamento de novos funcionários.

As tarefas desempenhadas pelos óculos são desenvolvidas sob medida, juntamente com a empresa Proceedix, licenciada oficialmente para o projeto Google Glass Enterprise Edition. Dessa forma, a AGCO pode incorporar melhorias e alterações nos processos segundo o feedback dos funcionários. A fábrica americana em Jackson já conta com mais de 200 pares em uso, substituindo tablets e computadores utilizados até então.

No Brasil, a iniciativa funciona em fase de testes, com três unidades dos óculos, com perspectivas de expansão no próximo ano. “Até o final de 2017, o projeto-piloto irá passar por diversas áreas da empresa, para que possamos identificar as melhores oportunidades. Ao menos dez funcionários devem utilizar o Google Glass em operações diferentes da manufatura, mas pretendemos adotar os óculos de forma definitiva em 2018”, explica Pinto.

Investimento de R$ 36 milhões

No último ano, a AGCO investiu R$ 36 milhões em melhorias tecnológicas na planta de Canoas. Dentre os avanços realizados estão a modernização de linha de montagem do monobloco de tratores.

“O projeto nasceu da proposta de tornar a manufatura mais flexível e eficiente após os lançamentos tecnológicos deste ano. Os novos tratores são produzidos para atender às necessidades específicas de cada produtor rural, incluindo variações para culturas e terrenos diferentes. Um único modelo pode ser montado em mais de 80 versões diferentes, com mais de 5.000 peças, para que o cliente receba a máquina mais adequada às suas necessidades”, diz o diretor de manufatura.

Dentre os investimentos feitos na fábrica estão a inclusão de AGVs (Veículo Guiado Automaticamente, em inglês) e alteração da linha de produção, além de melhorias nos setores de pintura e usinagem do monobloco. Também foram adquiridas bancadas de testes para eixos traseiros de alta tecnologia, componentes que até então eram importados da França.

Os AGVs são plataformas robóticas e autoconduzidas, que traçam um percurso programado para transportar o monobloco pela fábrica. Antes da utilização dessa tecnologia, a montagem na fábrica de Canoas era feita manualmente, com utilização de cavaletes em duas linhas paralelas, unindo todos os componentes no fim. Agora, com os AGVs, há somente uma linha de montagem do monobloco. Os funcionários realizam as instações e verificações enquanto o componente é guiado automaticamente. O processo trouxe maior agilidade, conforto operacional e segurança de trabalho, além de possibilitar a montagem de modelos mais complexos e tecnológicos.

“A AGCO sempre busca as melhores soluções tecnológicas, desde os nossos produtos até os processos envolvidos na fabricação e montagem. O investimento realizado trouxe ganhos significativos de qualidade operacional para a manufatura”, completa Pinto.

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SAP promove SAP FORUM BRASIL nos dias 12 e 13 de setembro

Dias 12 e 13 de setembro, a SAP Brasil realiza a 21a edição do SAP Forum Brasil. Este ano, o evento mostra que o futuro prometido pelas inovações tecnológicas já chegou. Além de palestras e sessões sobre os mais importantes temas atuais, cases de sucesso e show cases vão comprovar que as tendências de mercado já se transformaram em negócios digitais graças a novas e acessíveis plataformas e soluções. No ano passado, mais de 8 mil pessoas participaram do encontro no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Desde sua primeira edição, o SAP Forum Brasil mostra a importância de uma constante inovação para os negócios de empresas de todos os portes. Nos últimos anos, a transformação digital foi tema dominante do evento que, nesta edição, traz resultados concretos de setores que já trilham a nova jornada tecnológica e usufruem de seus resultados para os negócios.

“Nosso objetivo principal é mostrar como as novas tecnologias, como Big Data, Machine Learning, IoT, Blockchain e Inteligência Artificial já estão alavancando a inovação, a reinvenção e a transformação de negócios em grandes, médias e pequenas empresas”, destaca Odélia Avny, gerente de Marketing da SAP Brasil. Para isso, o evento vai contar com grandes nomes do mercado, clientes e os principais executivos locais e globais da companhia, que estarão à frente de palestras, show cases e mais de 400 sessões de conteúdo.

As sessões do SAP Forum Brasil 2017 estarão divididas em grandes categorias, como Tecnologia e Plataformas, Compras, Finanças, Recursos Humanos, Cadeia de Suprimentos e Marketing e Vendas, entre outras. O evento será aberto por um Congresso que já tem confirmados, entre outros palestrantes, Flavio Pripas, diretor do Cubo. Entre outros executivos globais da SAP estarão presentes: Pat Bakey, presidente da SAP Industries; Jennifer Morgan, presidente para Americas e APJ de Global Customer Operations, e Mala Anand, presidente global de SAP Leonardo e Data & Analytics. Todos vão participar de bate-papos sobre transformação digital e o portfólio SAP Leonardo.

Shark Tanks: inovação na prática

Um dos destaques do Congresso será uma sessão exclusiva do Shark Tank Brasil para o SAP Forum. Para mostrar a inovação na prática – que será o grande tema das sessões de conteúdo do evento – os tubarões Cristiana Arcangeli, João Appolinário, Camila Farani e Caito Maia, participarão de uma simulação de negociação ao vivo, com a apresentação de quatro startups.

SAP Forum Brasil 2017

Data: 12 e 13 de setembro de 2017

Hora: das 8h00 às 20h

Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo, SP.

Para se inscrever e mais informações, acesse www.sapforum.com.br

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Capgemini é posicionada como líder em serviços de IoT pela NelsonHall

A Capgemini, um dos líderes globais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia que foi posicionada como líder em serviços para Internet de Coisas – Internet of Things (IoT) Services -, pela ferramenta de avaliação de fornecedores da NelsonHall, a NEAT, tanto na categoria Geral como na de Foco no Engajamento do Cliente. A companhia foi reconhecida pela amplitude e profundidade do seu portfólio de ofertas e serviços de IoT. A ferramenta avaliou 23 provedores de serviços neste ano, utilizando critérios específicos de avaliação que consideraram a capacidade de oferecer benefícios imediatos e de atender às demandas futuras do cliente.

De acordo com o relatório NEAT, a Capgemini foi classificada como líder por apresentar os seguintes pontos fortes:

– Amplitude e profundidade do portfólio de ofertas e serviços para IoT;

– Propriedades intelectuais diversificadas, incluindo o eObject ;

– Habilidade para trabalhar com parceiros e não depender apenas do desenvolvimento de uma plataforma proprietária de IoT;

– Serviços complementares, incluindo User Experience (UX), Digital Customer Experience (DCX), big data, analytics e cibersegurança, além de suas competências em Engenharia e Pesquisa& Desenvolvimento.

“A estratégia da Capgemini com serviços de IoT tem sido trabalhar com as maiores e mais diferenciadas plataformas do mercado, desenvolvendo aceleradores complementares e focando na aplicação de algoritmos que alavanquem o big data”, explicou Dominique Raviart, diretor da Prática de Serviços de TI da NelsonHall. “Parabenizamos a abordagem da Capgemini de se concentrar na análise de dados, enquanto ajuda seus clientes a obterem sucesso na implementação de suas plataformas de IoT”, complementou.

A Capgemini criou sua linha de serviços de Manufatura Digital no início de 2016, com o objetivo de ajudar seus clientes industriais a terem redução de tempo e ganhos de produtividade por meio da construção de plantas e produtos inteligentes e conectados, de modo que pudessem adotar novos modelos de negócios adaptados à era digital. As soluções de IoT são parte fundamental deste portfólio de serviços.

O relatório destacou a proposta de valor de Internet das Coisas da Capgemini para Manufatura Digital como uma oferta completa de serviços, que abrange desde o dispositivo até a análise de dados e os serviços gerenciados. Isso inclui suas habilidades de consultoria para transformação digital, seus Applied Innovation Exchanges (AIE´s) e sua capacidade de avaliação comparativa.

“Estamos muito felizes por termos sido reconhecidos pela NelsonHall como líderes em serviços de IoT. Este ranking atesta nossa estratégia global centralizada no cliente, assim como nossa habilidade de prover as melhores ofertas customizadas por setor, apoiando organizações tanto em suas demandas atuais quanto em seus objetivos futuros”, afirma Jean Pierre Petit, líder global de Manufatura Digital da Capgemini.

Para acessar o relatório, visite: https://www.capgemini.com/experts/thought-leadership/nelsonhall-recognizes-capgeminis-digital-manufacturing-as-a-leader-in

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