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Startup Quero Educação é selecionada pela Y Combinator

A Quero Educação, startup responsável pelo Quero Bolsa (querobolsa.com.br), site de comparação de faculdades que oferece bolsas de estudos para mais de 700 instituições de ensino superior em todo o Brasil, anuncia sua aprovação na Y Combinator, a mais renomada aceleradora do mundo. A Quero Educação é a primeira empresa brasileira de educação no portfólio da Y Combinator, que inclui empresas multibilionárias como Airbnb, Dropbox e Stripe.

Todo ano, dezenas de milhares de startups de todo o globo se candidatam para a aceleradora, que aprova cerca de 200 empresas para receber um aporte financeiro e participar de seu programa de aceleração de 3 meses, no Vale do Silício. Para Geoff Ralston, partner da Y Combinator, a Quero Educação foi aprovada devido aos excelentes resultados com o Quero Bolsa, que já beneficiou mais de 70 mil estudantes universitários e cresce mais de 5 vezes ano a ano. “O time Quero Educação é de nível mundial e seu entendimento do mercado e execução tem sido extraordinários ”, comenta Ralston.

O Brasil já é um dos maiores mercados de educação privada do mundo e a Quero Educação pode contribuir para seu crescimento conectando as duas pontas do setor – instituições de ensino superior e alunos. “Encontrar a escola ideal pelo preço certo é um problema universal. O mercado brasileiro é o lugar perfeito para começar o que acreditamos que será uma empresa multi-bilionária e global atendendo essa necessidade”, revela Ralston.

Os fundadores da Quero Educação passaram os meses de junho a agosto sendo aconselhados pelos sócios da Y Combinator, imergindo na rede de 2400 empreendedores e aprimorando o negócio com as melhores práticas aprendidas. Um dos primeiros frutos desse período foi a renovação da marca da empresa: antes chamada RedeAlumni, a empresa adotou o nome Quero Educação. A mudança foi feita para refletir o objetivo do grupo e de levar a marca para além das fronteiras brasileiras, como Quero Education. A marca do principal produto da empresa, Quero Bolsa, segue inalterada.

De acordo com Bernardo de Pádua, fundador e CEO da Quero Educação, o Quero Bolsa foi criado para atender à necessidade das instituições de preencher vagas ociosas e democratizar o acesso ao ensino superior no País. “O Brasil possui apenas 14% da população adulta com ensino superior, em contraste com os Estados Unidos, que têm 45%. Queremos mudar esse quadro.”, explica Pádua. “Com o apoio da Y Combinator e das nossas escolas parceiras, vamos ajudar cada vez mais alunos a realizarem seus sonhos através da educação”.

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Loja do futuro mostra novas possiblidades tecnológicas para o mercado varejista brasileiro

A Latam Retail Show 2016 irá acontecer entre os dias 23 e 25 de agosto, apresentando o que há de mais novo para o varejo brasileiro, abordando conceitos como “grandes ideias que inspiram”, “melhores práticas nos negócios” e “o futuro do consumo”. Dentro da feira teremos a “cereja do bolo”, a Loja do Futuro: um local que vai mostrar novas tendências e práticas de mercado que já estão a disposição do mercado varejista.

Para a Loja do Futuro, o GS&MD preparou quatro ambientes, sendo eles: moda, alimentação, beleza e conveniência. Independente da seção que o participante esteja, ele vai ter a possibilidade de experimentar o conceito de “Experiência 5.0”, que nada mais é que a integração entre loja e consumidor, permitindo que os varejistas presentes sintam “na pele” esse tipo de conceito.

A Loja do Futuro apresentará três tipos de experiência, envolvendo a jornada do consumidor, do vendedor e do gestor, gerando diferentes visões, sensações e análises, criando uma experiência diferenciada. No interior da loja a integração entre pessoas e tecnologia promete propiciar ao visitante integração física e digital, possibilitando a personalização, atendimento consultivo de alta performance, ativação e total controle de todos os dados analíticos para melhora dos resultados.

A análise de dados e o futuro do varejo – O consumidor moderno é cada vez mais analítico: pesquisa antes de qualquer compra, vê os reviews do produto, opiniões sobre a entrega, durabilidade, garantia e outros vários fatores antes de uma compra. Ao varejista que não quer ficar para trás, cabe adotar esse comportamento, deixando a agressividade de outros tempos para ser mais assertivo, mais pessoal. Pensando nisso, o GS&MD apresenta o “cérebro” da Loja do Futuro, a “brain room”. Para Maurício de Paula, consultor de negócios sênior para a indústria do varejo e big data para América Latina da Teradata “os dados são o caminho para o futuro do varejo. Independente do seu nível de concordância ou não com essa afirmação, o fato é que as tecnologias digitais e móveis, mídias sociais e a internet (das coisas e sem as coisas) geram informações para ajudar os varejistas a fazerem novas perguntas de negócios, descobrir respostas e capitalizar oportunidades sem precedentes”. De acordo com a Teradata, empresa responsável pela central de análises, o centro de analytics vai mostrar como um bom gestor pode acompanhar todos os processos dentro de sua loja, adquirindo conhecimento sobre suas operações, vendas e experiência de compra do consumidor, sempre com o intuito de gerar novos insights positivos.

Para Maurício, a loja do futuro que está cada vez mais no “presente” será uma excelente oportunidade para os participantes da feira conferirem as novas práticas de mercado e o tal “Big Data”. Toda essa tecnologia será demonstrada de forma pragmática, mostrando como o mercado do varejo pode e deve aplicar a análise de dados e novas tecnologias a fim de criar aplicações analíticas que estejam diretamente relacionadas as tomadas de decisões, impactando os processos de negócio geradores de receita.

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SAS Brasil fecha primeiro semestre com crescimento acima de 50% em relação ao mesmo período de 2015

O SAS, líder de mercado em Analytics, registrou resultados significativos no primeiro semestre do ano. A subsidiária brasileira conquistou um crescimento em novas vendas de software acima de 50%, em comparação ao mesmo período do ano passado, e parte deste resultado deve-se ao investimento em áreas-chave como Data Management e Fraude, que tiveram grande destaque e mais que dobraram de tamanho ano a ano.

Os demais países da região do Cone Sul também obtiveram números bastante positivos. Argentina e Chile cresceram mais de 30% no primeiro semestre, em comparação a 2015. As soluções de destaque regionais foram Risco (crescimento de quatro dígitos) e Fraude (crescimento de três dígitos).“Estamos em movimento de crescimento acelerado, tanto no balanço anual total, quanto neste terceiro e quarto trimestres. Essa movimentação também deve se estender para o próximo ano”, explica Conrado Leister, presidente do SAS Brasil e Cone Sul.

Como reflexo disso, o SAS já realizou diversas contratações, expandiu a presença no Brasil com a abertura de escritório em Porto Alegre, reforçou o programa de canais e alianças com um aumento significativo de parceiros qualificados e lançou recentemente o curso Cientistas de Dados – registrando o dobro de interessados do que havia sido estimado inicialmente. “Já estamos com lista de espera para uma segunda turma que deve ser iniciada ainda em 2016”, afirma o executivo.

Segundo Leister, os bons resultados do período na região são fruto das excelentes soluções analíticas que o SAS oferece ao mercado, além do comprometimento e foco dos colaboradores. “A perspectiva é de crescimento acelerado para o restante do ano e as áreas de Customer Intelligence, Risco e Fraude devem se manter com um crescimento de três dígitos”, completa.

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Especialistas afirmam que Brasil ainda não tem internet de qualidade

Imagem: Pedro França/Agência Senado

Imagem: Pedro França/Agência Senado

O Brasil possui níveis elevados de conectividade móvel, mas isso não tem se traduzido em acesso à internet banda larga, à digitalização e aos benefícios que a era digital pode proporcionar. O panorama foi apresentado por especialistas ouvidos durante audiência pública realizada na terça-feira, 16, pela Comissão de Ciência, Tecnologia, inovação, Comunicação e Informática (CCT), na qual foi debatida a importância da conectividade para o acesso ao conhecimento e seu impacto na saúde, na educação e no desenvolvimento econômico.

Segundo o presidente da World Information Technology and Services Alliance (Witsa), Santiago Gutierrez, a conectividade está ligada à inovação e ao desenvolvimento econômico. Como observou o especialista, já se provou a elevação de 0,9 a 1,5 ponto percentual no produto interno bruto (PIB) dos países a cada aumento de 10% na implantação da banda larga. O Brasil tem bons índices de conectividade, com 1,07% de conexões telefônicas móveis por habitante, mas está mal com relação à internet de qualidade, o que afeta a sua digitalização. E é essa digitalização que permite o desenvolvimento eletrônico, a fabricação de equipamentos e a nanotecnologia, entre outras coisas.

“A digitalização tem a ver com a inteligência artificial, com a internet das coisas, tem a ver com a computação: biotecnologia, nanotecnologia, optonics, veículos automatizados e assim por diante. Basicamente é a internet de tudo, na roupa, nas máquinas, nas casas. Nós chamamos isso de sociedade inteligente e reconhecemos que o início dessa quarta revolução vai mudar a forma como vivemos e nos referenciamos um ao outro”, disse.

Além da baixa inserção da banda larga, o Brasil não avança por ter ambiente regulatório fraco, segundo o diagnóstico de líderes mundiais do setor, lido por Gutierrez. O ambiente de negócios também é considerado como um dos mais fracos do mundo, o que diminui o capital para investimento. Até as compras governamentais baixas influenciam, o que demonstra pouco apoio do governo à agenda da Inteligência Competitiva Tecnológica (ICT). Ele sugeriu que o país ajuste a política pública para o setor, com mais inserção da banda larga, e que o governo lidere o uso da conectividade.

“Como usuários dos serviços basicamente, para ser líder na promoção do uso de plataformas digitais, requerendo o pagamento de tributos e de compras, através desse sistema digitalizado. Esse é o caminho”, apontou.

Produtividade

Para Marcus Vinicius de Souza, representante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, a conectividade e a economia digital têm enorme impacto na produtividade e no setor econômico brasileiro, e isso demanda investimento, aperfeiçoamento da legislação e facilitação do ambiente de negócios.

“Se o Brasil quiser deixar de ser país exportador de commodities, a questão de conectividade é crítica. Na sociedade do conhecimento, a questão de banda larga disponível a custo acessível e de alta qualidade tem a mesma importância que estradas, portos, saneamento, água e energia. Então, é exatamente o mesmo patamar de competição”, avaliou.

André Borges, representante do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, pediu que o Congresso aprove o Projeto de Lei (PL) 3453/2015, que ainda tramita na Câmara, e o Projeto de Lei do Senado (PLS) 226/2016, de Jorge Viana (PT-AC). O primeiro prevê o fim das concessões de telecomunicações, transformando-as em autorizações, que são menos onerosas, o que, em tese, resultaria em mais investimentos no setor. Já o PLS retoma os artigos vetados do Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, para dar mais segurança jurídica aos investidores em pesquisa e inovação no país.

Já Leonardo Euler, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), lembrou a pressão sobre a infraestrutura por causa dos crescentes consumo e produção de informações pela internet. Além disso, ele apontou a importância de atualizar o marco legal de um setor tecnologicamente tão dinâmico quanto o de telecomunicações, garantindo segurança jurídica e que se preocupe com a segurança cibernética e a proteção aos dados pessoais.

“Precisamos de uma solução que atraia investimentos, que dinamize o setor, que signifique solução de política pública regulatória equilibrada e que possamos inserir a banda larga no centro da política pública”, opinou.

Como sugestão de ação, Jeovani Salomão, presidente da Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, pediu aos senadores que direcionem recursos orçamentários para Projeto Startup Brasil, do MCTIC. Em sua opinião, se a tecnologia é importante para a saúde e educação, recursos da saúde deveriam ser direcionados para a pesquisa em ciência, tecnologia e inovação, para encontrar soluções que beneficiem os dois setores.

“Para se ter uma ideia, há um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que mostra que a sustentação de empregos nas startups é muito maior do que nas empresas tradicionais. Então, quando tenho uma startup, essa empresa gera mais e sustenta mais empregos, inclusive num momento de crise”, lembrou.

A reunião foi presidida pelo senador Helio José (PMDB-DF).

Congresso

Jeovani Salomão e Santiago Gutierrez anunciaram a realização do Congresso Mundial de Tecnologia da Informação, que ocorrerá entre os dias 3 e 5 de outubro de 2016, em Brasília. É a primeira vez em que encontro ocorrerá em um país da América do Sul. Realizado a cada dois anos pela Witsa, o evento promove a interação entre empresas e investidores internacionais em rodadas de negócios, exposições, palestras de personalidades consagradas no setor e, principalmente, a visibilidade das maiores marcas de tecnologia da informação do mundo.

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Pesquisa da Philips aponta tecnologia como condutora de transformação dos sistemas de saúde na América Latina

O cuidado com a saúde é um dos principais desafios dos países da América Latina e, segundo o Future Health Index (FHI), estudo feito pela Philips para avaliar o status da preparação dos mercados para o cuidado da saúde, a solução dos problemas passa pela adoção e integração de tecnologias conectadas de saúde. A pesquisa destaca ainda que os países emergentes lideram a adoção dessas tecnologias, no entanto, o baixo preparo e qualificação posicionam o Brasil no penúltimo lugar entre os 13 países pesquisados em nível mundial. “ É encorajador ver que muitos países apresentam forte disposição para adotar tecnologias digitais conectadas, o que acabará por conduzir as transformações na área da saúde. O FHI fornece informações valiosas para os pacientes, profissionais de saúde e legisladores sobre onde a atenção precisa estar focada no aumento dos níveis de acesso, integração e adoção de tecnologias da saúde para melhorar os resultados de saúde e a experiência do paciente”, diz Frans van Houten, CEO da Royal Philips.

De acordo com este estudo, a tecnologia continua sendo uma questão geracional, tanto para pacientes, como para médicos. Mais da metade (57%) dos pacientes de 18 a 34 anos relataram ter um dispositivo de monitoramento da saúde, sendo que somente 25% deles tem conhecimento sobre aparelhos de saúde conectados, versus somente 14% daqueles de 55 anos ou mais. No Brasil, o custo de dispositivos de saúde conectados é considerado uma barreira entre os pacientes (45%) e profissionais de saúde (56%), assim como a burocracia do sistema de saúde para 42% dos pacientes e 39% dos profissionais de saúde.

Além disso, a pesquisa revela que apesar da proliferação de dados, o compartilhamento de dados ainda é um desafio a ser superado. Apesar dos progressos em relação aos registros médicos universais em alguns mercados, a grande maioria dos pacientes (74%) relata ter de repetir a mesma informação para vários profissionais de saúde, e a maioria (60%) também teve de repetir os mesmos exames. Enquanto isso, apesar de mais da metade (60%) dos pacientes possuir ou utilizar um dispositivo conectado para monitorar vários indicadores de saúde, apenas um terço dos pacientes (33%) já compartilhou essa informação com o seu médico.

“A América Latina também foi afetada pela quarta revolução industrial, a qual surge do crescimento do Big Data. Apenas nos dois últimos anos, foi gerado 90% de todos os dados da atualidade em nível mundial. Isto tem importantes implicações para o setor da saúde”, comentou Henk de Jong, CEO da Philips América Latina. “Contudo, nosso foco consiste em integrar soluções através de todo o cuidado continuo da saúde para proporcionar melhor acesso e cuidados aos pacientes, reduzir os custos de saúde, e facilitar o cuidado personalizado”, completa.

Atualmente, há mais de 275 milhões de pacientes internados sendo monitorados com equipamentos da Philips por ano. Cerca de bilhões de pessoas em mercados emergentes têm acesso às soluções de imagens de diagnóstico da Philips e a empresa administra 18 peta bytes de dados de imagens para fornecedores da saúde.

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‘Tecnologia pode contribuir para redução de gastos nas Instituições de Saúde’, diz Digital Health Strategist do Einstein durante Seminário LIDE Saúde

Foto: Fredy Uehara/Uehara Fotografia

Foto: Fredy Uehara/Uehara Fotografia

A tecnologia é um importante aliado no tratamento e prevenção de doenças e pode contribuir para a redução de gastos, com automação de processos e organização”, afirmou Marcelo Felix, médico e Digital Health Strategist do Hospital Israelita Albert Einstein, da capital paulista. Responsável por tecnologias digitais e inovação da instituição hospitalar, ele foi o expositor do Seminário LIDE Saúde sobre “Digital Health: tecnologia a favor da saúde”. O evento ocorreu na noite de 17 de agosto, no Auditório Gocil, em São Paulo.

Para Felix, a tecnologia é ainda responsável por grandes saltos na medicina e suporte para atendimento médico das pessoas. “Penso que as empresas devem reinventar o fluxo ou processo frente a um novo cenário tecnológico. O novo consumidor quer ferramenta digital”, comentou. Segundo ele, o ideal é manter a pessoa saudável em vez de, apenas, focar no tratamento. “Entregar alto valor agregado aos pacientes deve ser o objetivo principal de todas as instituições de saúde. O sucesso financeiro é o resultado da entrega de valor, não o propósito”, preconizou.

De acordo com Felix, a empresa que deseja entrar na era digital deve unir informação digital, expertise tecnológica e recursos físicos para criar uma nova forma de acrescentar valor, resultados financeiros ou qualidade. “O uso da tecnologia e as principais ferramentas tecnológicas e todo tipo de avanço que aprimore o desempenho de equipamentos, serviços e otimização de resultados com foco no paciente são tendências cada vez mais aprofundadas na área da saúde”, disse.

Felix reforçou que a introdução de tecnologias interativas abre cada vez mais oportunidades para os hospitais e demais estabelecimentos de saúde, além de disponibilizar novos serviços para pacientes, enfatizando, por exemplo, a tendência da telemedicina. “Acompanhamento pós-alta hospitalar, apoio domiciliar à distância para pacientes que necessitam do suporte de cuidadores, ações de prevenção e de qualidade de vida estão entre os serviços que hospitais, empresas de home care e operadoras de saúde podem oferecer aos pacientes, usando recursos da telemedicina. Resolver remotamente é o futuro da medicina mundial”, afirmou.

Parafraseando Cláudio Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein e do LIDE Saúde, Felix finalizou sua exposição afirmando que “a tecnologia deve estar a serviço do paciente, e não ao contrário”.

Esta edição do Seminário LIDE Saúde contou com o patrocínio das empresas AMIL, EMS, TAKEDA e ULTRAFARMA e apoio da GOCIL e RV ÍMOLA. Como fornecedores oficiais, ANTILHAS, CDN COMUNICAÇÃO, ECCAPLAN, KAWTHAR e VERAVIN. As rádios BAND NEWS e BANDEIRANTE, PR NEWSWIRE, REVISTA AMÉRICA ECONOMIA, REVISTA LIDE e THE WINNERS foram mídia partners.

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Livro apresenta estudos inéditos sobre internet banda larga no Brasil

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Todos queremos ter acesso à banda larga rápida e barata, uma vez que ela se tornou imprescindível para o trabalho, estudos, para o lazer e outras atividades do dia a dia. O acesso, o preço e a qualidade da banda larga fixa têm sido debatidos diariamente ao longo das últimas semanas em função de potenciais mudanças nos modelos de negócio das operadoras, que querem limitar a quantidade de dados oferecida para os consumidores. Nesse contexto, chega às livrarias uma obra que contribui com o debate: “Banda Larga no Brasil: Passado, Presente e Futuro”. O livro trata da importância de políticas públicas e regulação necessárias para universalizar o acesso, reduzir o custo, aumentar a velocidade e melhorar a qualidade da banda larga para promover o desenvolvimento econômico, social e político do Brasil no século 21.

Organizado por Peter Knight (economista e Estrategista de Transformação Digital), Flavio Feferman (professor da Haas School of Business da University of California, Berkeley) e Nathalia Foditsch (advogada e especialista em política e regulação de comunicações), o livro reúne textos de especialistas em diversas áreas relacionadas à banda larga, que se propuseram a discutir experiências de políticas públicas e regulação do Brasil, abordando as características da infraestrutura no país, além de casos bem-sucedidos no desenvolvimento de redes e de mercados. A publicação foi lançada pela Editora Figurati, pertencente ao Grupo Editorial Novo Século,

Segundo os organizadores, a obra tem o intuito principal de contribuir com o debate a respeito dessa tecnologia, que é essencial para o desenvolvimento do Brasil em uma economia cada vez mais globalizada e baseada no conhecimento. Os especialistas destacam que, apesar dos inúmeros desafios que precisam ser enfrentados, ainda não existe uma estratégia nacional coerente para promover a universalização da banda larga de alta velocidade, com qualidade e baixo custo.

“A importância de uma estratégia coerente de banda larga para o país não pode ser subestimada. Vários estudos citados no livro demonstram uma relação direta entre acesso à banda larga, crescimento econômico e inclusão social. Portanto, a expansão da banda larga é precisamente o tipo de estratégia tecnológica que promove a convergência econômica entre os países ricos e os países em desenvolvimento”, ressaltam os organizadores.

Entre os fatores mais importantes para a universalização da internet em banda larga no país, os organizadores do livro destacam: o aperfeiçoamento da regulação setorial focada no aumento da competição, da inovação e promoção de investimentos; a revisão da carga tributária; a maior pró-atividade do governo no processo de universalização; a participação da sociedade civil e da academia nas discussões relacionadas ao tema; a inovação tanto em tecnologia quanto em modelos de negócio.

“A carga tributária média nacional onerando a banda larga, em 2016, é de 46%, chegando até um máximo de 68,5% no estado de Rondônia. Esta carga tributária é a mais alta de todos os setores da economia brasileira, contribuindo aos altos preços da banda larga, desestimulando os investimentos e impedindo a universalização de acesso”, ressaltou o economista Peter Knight.

As pesquisas divulgadas na obra também mostram os benefícios decorrentes do investimento em banda larga. De acordo com estudos do Banco Mundial, para cada aumento de 10% na penetração da banda larga em países em desenvolvimento, há um aumento médio de 1,38% na taxa de crescimento do PIB. Outro estudo, referente ao Brasil, indicou que a expansão da banda larga adicionou entre 1,0 e 1,4 % à taxa de crescimento do emprego no país.

Com uma abordagem que ultrapassa o caráter técnico do tema, o livro “Banda Larga no Brasil: Passado, Presente e Futuro” é fonte de informação não apenas para profissionais que trabalham na área de telecomunicações ou estudantes, mas também para quaisquer pessoas interessadas em discutir o desenvolvimento do país.

Sobre os organizadores: Peter Knight é membro do Diretório do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial. Trabalhou no Banco Mundial por mais de vinte anos, tendo atuado como chefe do Centro de Mídia Eletrônica e como economista líder para o Brasil. É PhD em Economia pela Stanford University. Flavio Feferman é professor da Haas School of Business da University of California, Berkeley, e presidente da Developing Markets Group Consultores. É formado pelas universidades de Stanford e Berkeley, com pós-graduação em Economia e Administração. Nathalia Foditsch é advogada e especialista em política e regulação de comunicações. Trabalhou para think tanks, bancos multilaterais de desenvolvimento e para o Governo Federal Brasileiro. Atualmente é doutoranda em Washington D.C.

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Concil lança marketplace de soluções financeiras para PMEs

Reunir em uma única plataforma, serviços inteligentes para gestão e redução de riscos de perdas financeiras, para pequenas e médias empresas. Esse é o objetivo do MarketPlace, criado pela Concil, unindo ferramentas oferecidas ao mercado pelos parceiros Nexxto, Lupeon, ViaW, entre outras, além dos próprios serviços que a Concil entrega ao segmento de Conciliação Contábil e Financeira.

Por meio da iniciativa da Concil, empresa pioneira e especializada em conciliação contábil, de cartão de crédito e débito, o novo marketplace oferece soluções que podem ser adquiridas em conjunto, com descontos, ou de forma independente, proporcionando total customização para as necessidades de cada cliente, tendo como principal objetivo melhorar a gestão financeira das empresas e trazer oportunidade de redução de custos.

Com lançamento previsto para a segunda quinzena de agosto, o marketplace tem como objetivo proporcionar opções que ajudem o departamento financeiro e a empresa a eliminar e recuperar os prejuízos financeiros, problemas que impactam diretamente os negócios de PMEs.

“Acompanhamos de perto todas as dores e desafios dos pequenos e médios empresários, principalmente no varejo. Por isso, além dos serviços de conciliação que já ofereceremos, decidimos usar nossa especialização em conciliação para reunir em uma única plataforma as melhores soluções de conciliação fiscal, telecom, ativos fixos, conciliação de fretes, entre outras ferramentas que auxiliam na redução de perdas financeiras, além do controle contábil e financeiro”, explica Leonardo Campelo, CEO da Concil.

“Em suma, nosso objetivo é oferecer uma gama de serviços de conciliação cada vez mais completa aos nossos clientes, por meio de serviços próprios ou de grandes parceiros testados por nós, com foco na redução de custos, de riscos de perdas e até mesmo na recuperação financeira, aumentando a margem de lucro das empresas”, afirma Campelo.

Atualmente, a Concil atende clientes que vão de grande porte, como TAM, Multiplus e Dafiti, até menor porte, como pequenas farmácias e padarias. O atendimento eficaz no momento da conciliação financeira é reconhecido por mais de 3 mil clientes, gerando 70 milhões em transações conciliadas por mês, chegando a R$ 31 milhões recuperados, considerando toda a base da empresa.

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Viabilize sua expansão global com uma estratégia payment-first

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Por Jean Mies – SVP Latin America da Adyen

O atual cenário econômico brasileiro inaugura um novo momento para as companhias nacionais: o de expansão entre fronteiras. Seja inaugurando subsidiárias internacionais ou dando início à exportação de seus produtos, as empresas locais aproveitam o momento de desvalorização do real para diversificar receitas e buscar novos mercados.

De acordo com a consultoria norte-americana Nielsen, nos seis principais mercados para negócios cross-border (EUA, Reino Unido, Alemanha, Brasil, China e Austrália) existem 94 milhões de consumidores que compram seus produtos de outros países e o potencial de negócios nestas regiões deve chegar aos US$ 300 bilhões até 2018.

Contudo, um mercado com alto potencial de desenvolvimento é apenas a fundação de um plano de expansão internacional. Antes de começar a planejar é preciso ter um bom produto, investir em marketing para atrair novos consumidores e, principalmente, ter uma estratégia de pagamentos que leve em consideração as preferências regionais de cada país. Afinal, oferecer um serviço ou produto competitivo e atrair visitantes para sua loja não será suficiente caso o checkout não seja descomplicado, moderno e não ofereça métodos com os quais os consumidores estão acostumados a comprar.

Para empresas que decidem transpor fronteiras, pesquisar sobre métodos locais de pagamento e seu reflexo positivo sobre a taxa de conversão de um e-commerce é um processo complexo e, em alguns casos, essa informação é pouco acessível. Se voltarmos a atenção para a Europa, a Holanda, por exemplo, tem um número muito baixo de compras online realizadas com cartão de crédito; o método mais utilizado é o iDeal, que realiza transferências entre bancos pela internet. Já na China, quase metade das transações são feitas por meio do Alipay, plataforma de pagamentos online. Mesmo no Brasil, companhias que não considerarem a opção de pagamento com boleto bancário perdem uma fatia de mercado de mais de 20% de consumidores.

A Adyen, empresa de tecnologia para pagamentos, tem nas transações cross-border 35% de seu volume global e aconselha seus clientes a terem uma abordagem “payments-first” no momento da conquista de novos mercados. A Daniel Wellington, marca sueca de relógios, é um exemplo. Três anos após sua fundação, a empresa entrega seus produtos em 144 países, incluindo o Brasil. Para garantir que a iniciativa fosse bem sucedida, a empresa adaptou seu website para diferentes regiões e viabilizou vendas em mais de 150 moedas e por meio de 250 métodos diferentes de pagamento. Assim, os consumidores passaram a interagir com a loja online em seu idioma nativo, pagar com a moeda local e o método de pagamento de sua confiança.

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Macy’s coloca em teste suas parcerias com IBM Watson e Satisfi para compras personalizadas nas lojas

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A Macy’s anunciou o piloto de “Macy’s On Call”, a ferramenta na web móvel que permite aos clientes interagir com uma plataforma através de seus dispositivos móveis. “Macy’s On Call” via IBM Watson, uma plataforma de engajamento inteligente via Satisfi, para entregar uma primeira solução que irá melhorar a experiência de compras do cliente na loja 10 locais de teste nos Estados Unidos.

O companheiro móvel, acessado através de um navegador móvel, permite que os clientes façam perguntas em linguagem natural sobre sortimento de produtos únicos de cada loja participante, serviços e instalações e recebem uma resposta personalizada para o inquérito. Há um certo número de maneiras que os clientes podem pedir informações. Por exemplo, um cliente pode digitar: “Onde estão os sapatos das mulheres?” Ou digite uma combinação de marca e pergunta do produto, tais como “vestido I.N.C”, e eles receberão uma resposta relevante e localização do produto na loja.

Já que cada loja da Macy’s é diferente, e os consumidores preferem cada vez mais plataformas móveis “, Macy’s On Call” está fornecendo aos clientes uma ferramenta útil para obter informações mais rápido que fazer compras e navegar na loja. O sistema irá evoluir à medida que ele aprende mais sobre os clientes de cada loja. Isto já é evidente na categoria de mais procurados, que destaca as perguntas mais frequentes, as respostas apropriadas em apenas um clique.

Como parte do piloto, a Macy’s também está incorporando um recurso de idioma espanhol para servir a um subconjunto mais amplo de sua base de clientes em lojas selecionadas.

“Na Macy’s, continuamos focados em identificar, testar e apoiar novas ideias e abordagens que ajudarão a elevar o serviço aos nossos clientes através da tecnologia. Com um olho para a inovação, que está se movendo rapidamente para testar e aumentar programas piloto que ajudam a melhorar a sua experiência com a gente “, disse Peter Sachse, chefe oficial de crescimento da Macy’s. “Este programa, em parceria com Satisfi e poder da IBM Watson, vai nos ajudar a explorar novas maneiras de envolver one-on-one com os clientes na loja, proporcionando-lhes um outro nível de serviço certo ao seu alcance.”

“Trazer Watson em uma configuração de loja de varejo apresenta uma oportunidade de se envolver com o consumidor em uma variedade de níveis. Este caso de uso particular, leva Watson além de ajudar os consumidores a avaliar as decisões de compra, e influencia outro aspecto, igualmente importante da experiência na loja – facilidade de uso em localizar produtos, instalações e serviços “, disse David Kenny, gerente geral da IBM Watson. “À medida que mais parceiros desenvolvedores como a Satisfi continuam a construir com a tecnologia, vemos Watson com mais frequência a ser entregue nas mãos dos consumidores, e estamos ansiosos para aprender mais deste piloto com Macy’s e Satisfi.”

“Toda a equipe Satisfi tem o prazer de estar trabalhando com uma marca tão icónica como a Macy’s para alavancar o poder da IBM Watson neste projeto emocionante. A combinação baseada em localização, software engajamento inteligente da Satisfi, com as capacidades de aprendizagem cognitivas da Watson da IBM, nos ajudou a construir uma ferramenta poderosa e abrangente para melhorar o ambiente de compras na loja “, disse Don White, chefe oficial de receitas da Satisfi. “A Macy’s tem sido uma grande parceira para este projeto por causa de seu compromisso de explorar uma nova tecnologia que pode elevar as interações com os clientes, criando uma experiência mais relevante e pessoal para eles.”

“O acesso via macys.com/storehelp, o piloto de“Macy’s On Call” ” as respostas armazenam detalhes de navegação fornecida pelo departamento, marca e categoria de produto, bem como fornece insights sobre os únicos serviços no interior da loja disponíveis em cada local de teste – My Stylist@Macy’ personal shoppers e Compras Online, Retirar nas lojas e serviços incluindo banheiros. O acoplamento é realizado através de uma interface simples de pergunta e resposta que alavanca o Natural Language Classifier da Watson, que está ajudando a Macy’s a saber mais sobre as características e serviços que mais ressoam com os compradores. Além disso, nos locais piloto na aréa de Miami, a interface está disponível para os clientes em espanhol, através de Watson Language Translation, como as capacidades linguísticas testes da Macy’s, funcionalidade e interesse do consumidor em engajamento via idiomas preferidos.

Dez locais foram escolhidos representando uma seção transversal da carteira de loja da Macy’s. Cinco dos locais servem como a base de aprendizagem. Os outros cinco locais têm uma camada reforçada de apoio associado disponíveis para complementar as interações virtuais. Nestes locais, os clientes podem introduzir um pedido de engajamento face-a-face com o associado especialista da Macy’s.

Embora a tecnologia Watson possa alimentar as interações em uma série de maneiras, a primeira fase deste programa piloto é a aplicação de recursos de linguagem natural de Watson em um ambiente de varejo físico, focado em três categorias de clientes- produtos exclusivos de cada loja, serviços e layout. Satisfi acessa a tecnologia de Watson a partir da nuvem e esse modelo está ajudando a facilitar o aprendizado em curso e melhorias para a solução. À medida que o programa avança, os objetivos da Macy’s para estudar de perto e avaliar outros usos potenciais da tecnologia, com o objetivo de implementar capacidades cognitivas diálogo completo da Watson em fases futuras.

Em todos os 10 locais de teste os clientes são incentivados a visitar macys.com/storehelp em seu navegador móvel para se envolver com o companheiro na loja. A primeira fase do Macy’s On Call lançado recentemente e é esperado para ser executado através final do outono de 2016.

As lojas piloto da “Macy’s On Call” são:

Os locais de Base learning:
Macy’s Montgomery – Bethesda, MD
Macy’s Woodbridge Center – Woodbridge, NJ
Macy’s Clackamas Town Center – Portland, OR
Macy’s Santa Anita – Arcadia, CA
Macy’s Miami International – Miami

Locais de conexão em lojas da Macy’s com suporte de vendas:

Macy’s Short Hills – Short Hills, NJ
Macy’s Mall of Georgia – Buford, GA
Macy’s Lenox Square – Atlanta
Macy’s Aventura – North Miami
Macy’s Roosevelt Field – Garden City, NY

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“Internet das Coisas na Web – IoTw” é tema da Conferência Web.br 2016

Organizada desde 2008, a Conferência Web.br 2016 será nos dias 13 e 14 de outubro no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, com promoção do Escritório Brasileiro do World Wide Web Consortium (W3C Brasil) e realização do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

A 8ª edição do evento terá como tema central a Internet das Coisas na Web ou IoTw, interface que permite a inserção e interação das pessoas com todos os dispositivos conectados na Internet. Segundo a avaliação de Vagner Diniz, gerente do W3C Brasil, “quando se fala em colocar Internet em diferentes artefatos do cotidiano é importante considerar o impacto disso no ecossistema da rede e, sobretudo, na interface com o ser humano. Uma coisa é ter os dispositivos conectados entre si, outra é nos colocar no circuito”, comenta.

Vagner observa ainda que, desde a sua criação, a Conferência Web.br tem tido um papel de vanguarda, apresentando tendências e dando visibilidade às boas práticas de desenvolvimento Web. “Temos conseguido promover debates de temas sempre à frente da agenda do mercado”, afirma.

Entre os keynotes speakers já confirmados, estão Bert Bos, um dos inventores do CSS e Dave Raggett, que trabalha com desenvolvimento de padrões Web desde o início dos anos 1990, um dos responsáveis por lançar os trabalhos de padronização do HTML e HTTP e responsável no W3C pelo grupo de interesse de Web das Coisas.

A programação contará ainda com uma série de especialistas reconhecidos pela comunidade Web, que irão ampliar o debate pautado em temas como segurança e privacidade, protocolos, política, padrões Web, melhores práticas, games, acessibilidade e design. Entre eles, Alda Rocha, UX/UI designer, Web desenvolvedora e instrutora de usabilidade e arquitetura da informação, que irá desmistificar o conceito de UX (User Experience) e mostrar como ele é aplicado dentro de um projeto, e João Batista Neto, desenvolvedor de software há mais de 20 anos, que apresentará uma abordagem sobre design de software com foco na orientação a objetos e nos recursos oferecidos pela linguagem PHP.

A Conferência também contará com a participação de Andre Garzia, desenvolvedor do Mozilla, abordando aplicações que utilizam Internet das Coisas na Web, e Marina Limeira, quality assurance developer na Tidy, que levará ao palco da Web.br os NodeBots, robôs com JavaScript. A Web.br trará também ao debate tópicos como dados na Web; compras online; design thinking, acessibilidade; aplicações Web, ataques DDoS e uso seguro da Web das Coisas.

Inscrições abertas

Até 22 de agosto, a organização do evento oferece inscrições com preço promocional de R$ 70,00. É possível ainda a concessão de condições especiais para grupos ou pessoas jurídicas. Para mais informações, acesse: http://conferenciaweb.w3c.br/inscricoes/.

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Empreendedores dão dicas para controle financeiro de PMEs

Ter controle sobre os números e as finanças é o primeiro passo para conseguir manter a saúde financeira da empresa, assim há mais tranquilidade para pensar em investimentos e novos projetos para alavancar o negócio. Listamos 4 dicas que explicam como os empreendedores se planejam para deixar as contas em dia e evitar situações inesperadas:

Ser transparente

Alex Tabor, CEO e cofundador do Peixe Urbano, relembra o começo da empresa, em uma pequena sala em Botafogo/RJ, e afirma que primeiro de tudo é importante ter sempre pé no chão, transparência nas informações compartilhadas com os demais líderes, para que haja um desenvolvimento mais saudável da empresa e objetivos alinhados. “Quando se está montando uma empresa nova, em um mercado totalmente novo, o controle do fluxo de caixa deve ser preciso, pois é ele que vai gerar as informações essenciais para um crescimento responsável.”, completa.

Analisar todos os dados e resultados

Um dos principais erros que os empreendedores podem cometer na hora de organizar e controlar suas finanças é analisar apenas os resultados econômicos (receitas, despesas, custos, margens) e não avaliar o balanço patrimonial (origem e aplicações dos recursos e obrigações) e principalmente os resultados financeiros (prazos de pagamentos, recebimentos, estoques, etc), explica o CFO da MadeiraMadeira, Marcelo Scandian. “É preciso ficar atento aos prazos de suas operações onde seu dinheiro fica alocado, como os de recebimentos, pagamentos, estoques e outros ativos, pois se os prazos das entradas de recursos financeiros e dos retornos dos investimentos (recebimentos, estoques, ativos) forem superiores aos prazos de saídas (pagamentos de qualquer natureza), sempre que você aumentar suas receitas irá precisar de recursos próprios para cobrir o delta (variação) deste fluxo”, completa.

Reduzir custos fixos

De acordo com Tomas O’Farrell, CEO da Workana, o ideal é reduzir os custos fixos, tanto de estrutura quanto operacional, e usar serviços da internet sempre que for possível (Google Apps, Skype, e até contar com mão-de-obra freelancer, por exemplo). Além disso, também é importante controlar o caixa bem de perto, o que pode ser feito tendo um xls ou algo centralizado com os balancetes de todas as contas.

Considerar o risco Cambial

Quando uma empresa tem atuação no Brasil e em outros países, é muito importante ter um certo controle cambial em mãos. Ao trabalhar nesse cenário, é comum depender de microcentavos e correr o risco do câmbio lesar operações diárias e afetar as empresas. Para o CEO da EasyPost, Olegas Orlovas, é importante trabalhar com tabelas negativas, operando com o câmbio sempre mais alto que o padrão para quando houver uma alta, ser possível operar de forma neutra, e quando o câmbio cair, continuar a operação com um pouco de lucro por ter operado em baixa. ”O importante é não ser pego de surpresa e ajustar seus gastos para cobrir isso no dia a dia”, explica.

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O esporte está se transformando para ser mais emocionante e competitivo – Por Cristina Palmaka

Para muitos de nós, esporte é uma paixão. Independentemente do idioma, território ou torcida, estamos todos unidos por uma louca paixão pelo esporte, fazendo dele um forte elo de integração e inspiração. Por outro lado, o esporte também é um negócio sério.

Nossa paixão pelo esporte – e pela competição –sempre fez parte do DNA humano. Uma coisa que mudou, no entanto, é o modo como vivenciamos essa paixão. Durante o último século, avanços tecnológicos têm revolucionado o esporte e, como resultado, essa indústria se tornou global e está avaliada em US$ 100 bilhões. Hiperconectividade, computação em nuvem, dispositivos inteligentes e segurança cibernética são algumas megatendências que estão impulsionando a transformação digital nos esportes.

Embora ainda em estágios iniciais, uma nova era nos esportes já está em curso: a era do Big Data. Há quinze anos, o uso de análises no esporte era estranho e controverso. Muitos olheiros, treinadores e jornalistas esportivos acreditavam apenas no que viam com seus olhos. Eles não valorizam o uso de computadores nem de dados – até que as equipes que usavam dados começaram a vencer e inovar. Isso mudou o jogo para sempre. Organizações esportivas em todo o mundo estão investindo para mudar o jogo com tecnologias modernas, incluindo dispositivos para vestir (wearables) e tags RFID que rastreiam os movimentos a fim de melhorar o desempenho dos jogadores e reduzir lesões, e instalando tecnologias baseadas em câmera para capturar estatísticas em tempo real.

Temos um exemplo bem próximo de como a inovação pode impactar positivamente o esporte. A equipe alemã de vela se preparou para os Jogos Olímpicos de 2016, no Brasil com tecnologia de ponta. Veja um vídeo.

Hoje, com a capacidade tecnológica existente para processar grandes volumes de dados brutos, o esporte profissional está mudando em todos os níveis – dos camarotes, campos, e quadras até torcedores em casa.

Ainda que a tecnologia possa parecer complexa, a transformação nos esportes já está ocorrendo de três maneiras simples: tornando o jogo mais competitivo para os jogadores, mais divertido e atraente para os torcedores e mais rentável para os clubes e organizações. É um cenário em que todos ganham uma vantagem competitiva.

Mais performance, menos lesão

Com a ajuda da tecnologia, ligas e equipes esportivas são capazes de analisar grandes quantidades de dados e transformá-las em informações inteligentes, permitindo que os jogadores treinem melhor, de forma mais inteligente que seus adversários, e evitem lesões. Isso permite que os treinadores façam uma gestão holística e engaje suas equipes de modo mais eficiente.

Pense nisso. Em apenas 10 minutos de treinamento, 10 jogadores treinando com três bolas podem gerar 7 milhões de novos pontos de dados. E uma hora e meia de partida de tênis entre dois jogadores gera uma média de 60 mil a 70 mil registros. Com o poder da tecnologia de processamento e análise de informações, por exemplo, todos os dados podem ser processados e analisados até 1.000 vezes mais rápido do que as plataformas tradicionais, ou seja, podemos encontrar padrões nos dados em um piscar de olhos. Essas são as perspectivas que nenhum treinador, jogador ou clube, com toda sua experiência, poderiam ter normalmente.

As equipes agora podem explorar os grandes volumes de dados vindos de sensores, vídeos e plataformas sociais e reunir todos os sinais de grandes conjuntos de dados de históricos, permitindo fazer previsão e recomendações perfeitas para a forma física e o desempenho dos jogadores. Eles poderão agir imediatamente e tomar decisões informadas em tempo real.

Torcedor no centro das ações

Torcedores são pessoas apaixonadas. Hoje, eles não só estão usando a camisa de seus times, como também estão compartilhando suas paixões com milhões de pessoas nas mídias sociais – até 2020, mais de 2,55 bilhões de pessoas estarão nas mídias sociais. Os torcedores de hoje esperam mais em troca de sua torcida. Eles querem ser capazes de assistir a todos os jogos, estejam onde estiverem, em qualquer dispositivo. Eles querem ver placares, estatísticas personalizadas e notícias atualizadas constantemente. Eles também querem se relacionar com seus jogadores favoritos e saber as notícias em primeira mão.

Em vez de acompanhar passivamente os esportes em casa, eles querem esportes que também se envolvam com eles. E, na nova economia digital com 50 bilhões dispositivos capazes de se conectar à Internet e na qual os limites entre os mundo físico e virtual são cada vez mais tênues, os torcedores esperam contar com experiências digitais inteiramente novas que os aproximem da ação.

Com o poder da tecnologia, os torcedores passaram a serem no centro das ações e a tecnologia está redefinindo a experiência digital para eles. Assista aqui a um vídeo que mostra como o time alemão de hóquei, Adler Mannheim, transformou a experiência de consumo aos seus fãs. Isso sim é inovação.

Administração simplificada

Por fim, com a capacidade de armazenagem e processamento de grandes volumes de dados, os clubes podem integrar todos os aspectos de suas operações, tudo em um mesmo lugar: venda de ingressos e de merchandising; avaliação de jogadores e gestão de salários; recursos humanos e contabilidade; mídias sociais e marketing. A tecnologia também permite que os times identifiquem e compreendam suas bases globais de torcedores para gerar mais oportunidades de receita e valor para a marca.

Enfim, a transformação e a inovação nos esportes, independente da modalidade, já são realidades e estão à disposição para tornar a experiência dos torcedores mais interativas e agradáveis, os clubes e ligas têm um leque de opções para se diferenciarem e se tornarem mais atrativos aos fãs.

Cristina Palmaka é presidente da SAP Brasil

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Segurança cibernética em redes elétricas inteligentes é tema de webinar do CPqD

O risco de ataques cibernéticos às redes elétricas inteligentes será o tema do webinar que o CPqD vai realizar no dia 24 de agosto, a partir das 14 horas. Com 25 minutos de duração, a apresentação Segurança Cibernética no Setor Elétrico será feita pelo pesquisador Sérgio Ribeiro, que atua na área de Segurança da Informação e Comunicação do CPqD.

“O avanço tecnológico na infraestrutura de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica traz um aumento das vulnerabilidades que podem resultar em ataques cibernéticos bem-sucedidos”, afirma Ribeiro. Em sua apresentação, o pesquisador falará sobre esses riscos e os principais desafios que precisam ser superados. Abordará, também, algumas iniciativas, no Brasil e no exterior, destinadas a tratar o risco de ataques, além de apresentar uma proposta para mitigar o problema.

O webinar Segurança Cibernética no Setor Elétrico faz parte da série do CPqD focada em Cyber Security, que vem abordando as tecnologias disruptivas para combater os criminosos. Os interessados em participar dessa apresentação – que é gratuita e via web – devem fazer sua inscrição pelo endereço http://materiais.cpqd.com.br/webinar-seguranca-cibernetica-setor-eletrico.

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Gartner alerta que assistentes digitais servirão como interface principal para casas conectadas

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta que os consumidores irão aumentar o uso de assistentes pessoais digitais para interagir com serviços de consumo em casas conectadas. Até 2019, pelo menos 25% das residências em economias desenvolvidas adotarão assistentes digitais em smartphones e outros dispositivos como interface principal para utilizar esses serviços nas casas conectadas.

“Em um futuro não muito distante, os usuários não terão mais que lidar com diversos aplicativos. Ao invés disso, eles poderão literalmente falar com seus assistentes pessoais digitais, como a Siri da Apple, a Alexa da Amazon ou o assistente do Google. Alguns desses assistentes pessoais têm base na Nuvem e já começaram a alavancar a tecnologia das máquinas inteligentes”, afirma Mark O’Neill, Diretor de Pesquisas do Gartner.

Os assistentes pessoais digitais mostram o potencial de satisfazer os desejos e as necessidades ao oferecerem experiências que conectam serviços, configuram dispositivos e até mesmo encomendam e entregam produtos. Informações personalizadas e sensíveis ao contexto também podem ser apresentadas conforme forem desejadas ou necessárias. Como exemplos estão sugestões de restaurantes próximos para reuniões ou configurações recomendáveis de temperatura para otimizar o consumo de energia e o conforto em casa.

“Os consumidores não querem lidar com aplicativos separados para cada tipo de dispositivo conectado em sua casa. Ao invés de aplicativos individuais, são as interações entre os dispositivos, bem como os prestadores de serviços e as fontes externas de dados, que são mais interessantes para os clientes. Essas interações permitem a criação, a detecção e a resposta aos ‘momentos de negócios’ que o Gartner define como oportunidades passageiras e que são exploradas de maneira dinâmica com o uso da tecnologia digital”, afirma O’Neill.

Conforme caminhamos em direção a um mundo pós-aplicativos, em que os dispositivos e serviços de múltiplas fontes podem ser combinados para acesso por meio dos assistentes pessoais digitais, as interfaces de programação de aplicativos (APIs) são a chave para essa integração. À medida que mais provedores e dispositivos são disponibilizados, diferentes ecossistemas serão criados em torno de cada grande prestador de tecnologia enquanto recrutam aliados, formam parcerias e atraem desenvolvedores na busca de serem líderes em lares conectados. Essa mudança permitirá que cada empresa utilize as casas conectadas como um novo canal de negócios para seus serviços. Companhias de seguros podem, por exemplo, oferecer orientações em relação ao clima e informações de termostato, enquanto os bancos poderão usar interfaces de voz para ajudar os clientes a gerenciarem suas finanças e pagarem suas contas.

“As APIs são a chave para a interoperação com novas interfaces digitais, e um programa de API bem gerenciado é fator crucial para o sucesso de empresas que se interessam em alcançar clientes em suas casas conectadas. Nas novas casas programáveis, a melhor opção não é mais gastar tempo e dinheiro no desenvolvimento de aplicativos individuais. Ao invés disso, é melhor desviar recursos para as APIs, que são a forma de abraçar o mundo pós-aplicativos”, completa O’Neill.

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ABES apoia o 14º CertForum – Fórum de Certificação Digital

A Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) apoiará o 14º CertForum – Fórum de Certificação Digital que acontece nos dias 23, 24 e 25 de agosto, em Brasília (DF), e no dia 5 de outubro, em Porto Alegre (RS). O mais tradicional dos eventos realizados no país sobre a certificação digital ICP-Brasil reunirá interessados e especialistas no assunto para uma troca de experiências por meio de painéis e debates.

Além disso, no dia 24 de agosto, serão celebrados os 15 anos do marco legal da certificação digital no Brasil: quando a Medida Provisória 2-200-2 – que permite uma maneira de garantir a autenticidade, integridade e a validade jurídica de documentos em formato eletrônico – foi sancionada. No mesmo dia, serão iniciadas no evento as primeiras palestras sobre esta tecnologia, demonstrando o que foi desenvolvido, os números dessa infraestrutura e em quais setores da sociedade o certificado está presente.

Paulo Milliet Roque, vice-presidente da ABES, comenta que a entidade apoia iniciativas que tragam a expansão do conhecimento sobre o uso da tecnologia e ajudam a aprimorar este serviço no país. “Trata-se do maior caso de sucesso no mundo sobre o uso de certificação digital, a identidade digital do cidadão, uma bem sucedida e silenciosa parceria público privada, com mais de 3 milhões de certificados digitais emitidos só em 2015 e centenas de aplicações que utilizam certificados digitais, inclusive as principais aplicações governamentais. Buscar aliados na legalização e desburocratização de ferramentas que utilizamos hoje, como a Nota Fiscal Eletrônica, Receita Federal, FGTS, Processo Judicial Eletrônico, DETRAN, entre outros, são essenciais para qualquer empresa, órgão público ou população no geral”, completa o executivo.

Mais informações sobre o evento: http://certforum.iti.gov.br/

Serviço – 14º CertForum

Etapa Brasília
Data: 23, 24 e 25 de agosto
Local: Centro de Eventos da CNTC – SGAS 902 Sul – Bloco C – Brasília – DF

Etapa Porto Alegre
Dias: 05 de outubro
Local: Teatro CIEE (Rua Dom Pedro II, 861 – Higienópolis – Porto Alegre – RS)

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48% das empresas estão muito expostas ao risco de corrupção, afirma estudo da ICTS Protiviti

A promulgação da Lei Anticorrupção do Brasil (Lei Empresa Limpa 12.846/13) atendeu aos anseios da população e fortaleceu o combate à cultura da impunidade. Com sanções administrativas severas, que podem ser aplicadas a companhias de todos os portes, as empresas deveriam incluir em sua agenda a criação de medidas para prevenir e combater a corrupção e as fraudes. Contudo, este cenário ainda não alcançou os níveis adequados de debate dentro da maioria das organizações, de acordo com a ICTS Protiviti, consultoria especializada em auditoria interna, serviços em gestão de riscos e compliance, que realizou uma análise do nível de maturidade de compliance de empresas brasileiras.

Com uma amostra de 642 companhias, o levantamento aponta que 48% das empresas analisadas estão em situação de extrema exposição a riscos de corrupção e apenas 3% adotam um bom conjunto de ações de um programa de compliance. Os números apresentam uma situação alarmante por parte das companhias quanto às atuais medidas tomadas para sanar os riscos associados à corrupção, condutas antiéticas, fraudes e outras falhas de conformidade.

De acordo com Jefferson Kiyohara, líder da Prática de Riscos & Compliance da ICTS Protiviti, as empresas precisam aumentar a conscientização sobre a importância de implantar um programa efetivo de compliance. “Mesmo com a ampla divulgação sobre o tema em função das investigações, acordos e sanções impulsionados pelas operações da Polícia Federal, como Lava Jato e Zelotes, muitas companhias ainda não entraram na rota correta para proteger o seu negócio, a sua reputação e os seus profissionais, e inclusive há aquelas que pagarão para ver até onde conseguirão chegar sem adotar as medidas anticorrupção necessárias. Os benefícios de um programa efetivo de compliance vão além do mero atendimento de um requisito legal: há o reforço da cultura organizacional, redução de custos com fraudes e sanções, assim como a atração e retenção de talentos, entre outros”.

Programas de compliance inexistentes ou incipientes expõem a riscos como o fechamento da empresa, perda de clientes, restrição de acesso a crédito, danos reputacionais junto a fornecedores e clientes, gastos com multas, punições e com advogados de defesa, sem contar os prejuízos financeiros alavancados pelas fraudes, que são responsáveis por uma perda média de 5% do faturamento das empresas, conforme levantamento da Association of Certified Fraud Examiners (ACFE).

Segundo a consultoria, na análise deste ano houve um aumento pelo interesse no tema compliance, principalmente entre empresas de até 99 colaboradores. Se comparada à versão realizada em 2015, esta nova amostra foi ampliada em 38% no número de empresas participantes. Dessas, 56% são companhias de até 99 profissionais, 21% contemplam de 100 a 499 funcionários e 23% estão acima de 500.

Outra informação preocupante apresentada na análise relata que 71% das empresas ainda não mapearam seus riscos de exposição à corrupção e 68% não adotam processos de análise de terceiros (Due Dilligence). Para o especialista, tais dados demonstram que há ainda um caminho a ser percorrido. “Na atual conjuntura, os orçamentos estão limitados. O mapeamento de riscos permite identificar o que é crítico e definir um plano de ação priorizado, otimizando o uso dos recursos da empresa. E mesmo assim não tem sido feito”. Analisando os riscos de terceiros, Kiyohara afirma: “Se o pagamento de propina for feito por um fornecedor, em benefício da empresa, ambos podem ser penalizados. E mesmo assim, há empresas que não se preocupam em realizar uma pesquisa reputacional do seu fornecedor”

A situação também é grave entre empresas que mantêm relações comerciais com entes públicos. Do total de companhias analisadas, 70% atendem o setor governamental. Dessas, 67% ainda não mapearam seus riscos de exposição à nova lei e o mesmo número não possui mecanismos de avaliação de terceiros (Due Dilligence). Os dados apontam uma inadequação, mesmo em processos críticos. “É fundamental conhecer quais são os agentes públicos com quem a empresa interage, quem faz esta interação e como ela é feita” reforça Kiyohara.

Em relação aos elementos de compliance mais presentes na análise, 61% afirmam possuir Código de Ética e Conduta, enquanto 62% disponibilizam um canal de denúncia que permite a apuração de registros anônimos de desvios e violações do Código. A dúvida, nesses casos, é qualitativa, ou seja, se as empresas estão de fato alinhadas com as melhores práticas. Por exemplo, o canal é, de fato, independente? O código é de conhecimento de todos e praticado no dia a dia?

As informações analisadas pela ICTS Protiviti têm origem em dados registrados em seu portal (www.portaldecompliance.com.br) que oferece para todas as organizações que desejarem a possibilidade de avaliar gratuitamente seu nível de compliance e aderências às melhores práticas de um programa de integridade. Todas as empresas interessadas em avaliar sua situação em relação à exposição a riscos e seu grau de maturidade em compliance podem acessar o website www.portaldecompliance.com.br.

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Revolução digital no agronegócio – Por Ricardo Fachin

Ao simplificar os processos, as organizações conseguem agilidade para os negócios e passam a ser mais competitivas no mercado. As soluções tecnológicas e comércio eletrônico, conquistam as companhias de agronegócio que projetam um desempenho positivo para 2016.

O setor prevê um crescimento entre 1,5% e 2,2%. Segundo a CNA, neste ano, o Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária chegará a R$ 529,9 bilhões. Vale lembrar que, em 2015, o agronegócio representou 23% do PIB nacional, 35% da força de trabalho do país e 40% das exportações brasileiras.

No caso do Paraná, estado que se destaca no setor agrícola com 220 cooperativas filiadas à Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), o faturamento em 2015 foi de R$ 60,4 bilhões. Esse valor ganha ainda mais destaque se comparado ao PIB brasileiro, que no ano passado teve uma retração de 3,8%.

Mas, mesmo com os avanços do segmento, ainda há muitos gargalos e deficiências a serem supridos. É aí que a tecnologia pode auxiliar as cooperativas, agroindústrias e quem trabalha no campo.

Hoje, ter o controle operacional do negócio passou a ser o desejo de toda organização. Desejo que se torna realidade por meio da tecnologia. Uma das soluções desenvolvidas pela marca alemã SAP, o S/4 HANA traz simplificação para os processos e possibilita a uso real de Big Data (grandes volumes de dados).

Se, hoje, uma simulação de planejamento de produção pode durar horas para ser realizada, com o SAP S/4 HANA são segundos, ou seja, o software permite o replanejamento de toda a empresa: logística, produção, vendas e finanças, a fim de atender as demandas estratégicas das cooperativas. Vale destacar que, se a logística não for bem gerenciada, há riscos de perder contratos e, até mesmo, a própria produção.

Outro desafio para as cooperativas e agroindústrias é a diversidade de negócios – tudo precisa estar integrado e a informação gerencial consolidada. Nas plataformas tradicionais não é possível fazer a integração em tempo real – muitas vezes, o profissional da área tem que olhar em vários sistemas diferentes para obter os dados desejados – e quando o faz são com informações dos dias anteriores, dessa maneira não consegue a mesma qualidade de informação oferecida pela SAP.

Ajustar a gestão contábil, fiscal e financeira das operações é mais uma questão a ser solucionada pelas cooperativas. O Simple Finance e a plataforma fiscal da SAP (TDF) ajudam nesta tarefa. Tornam o trabalho dos usuários e gestores mais intuitivo e produtivo, usam informações em tempo real para reduzir riscos e diminuir a exposição fiscal das empresas.

Outra “grande solução” para as cooperativas

Além do S/4HANA, as organizações contam com o software de Gestão de Contratos Agrícola (Agricultural Contract Management – ACM) da SAP. A solução gerencia as atividades relacionadas aos contratos e oportunidades do negócio agrícola, ao promover a gestão eficaz de contratos.

No caso das cooperativas, por exemplo, se percebe que as soluções atuais, são de difícil atualização e baixo nível de integração, expondo as empresas a riscos e dificultando o cálculo do resultado real de uma operação. Nesse caso, o ACM da SAP é uma boa opção, agrupa os contratos de compra com os de venda, gerencia o volume de compra, vendas, variações dos preços e o resultado.

Em resumo, por meio deste software– que atende organizações de todos os tamanhos – é possível ter controle das relações na cadeia de suprimento de matéria-prima, produção e vendas, a começar pela identificação de fornecedores de grãos; gerenciamento de volume de produção; preço e qualidade; controle de prazos de entrega e acompanhamento da liquidação final do contrato.

As soluções da SAP vieram para suprir as demandas por eficiência, qualidade de produção, redução de custos, desperdícios e competitividade.

Ricardo Fachin – Diretor Corporativo da FH

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