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Varejo online fatura R$ 27,04 bilhões no primeiro semestre de 2016

As vendas B2C (Business to Consumer) no varejo online nas categorias bens de consumo, turismo e auto movimentaram cerca de R$ 27,4 bilhões no primeiro semestre de 2016, o que representa 41,9% dos R$ 64,4 bilhões previstos para o segmento faturar neste ano. O levantamento conduzido pela consultoria E-Consulting aponta queda de 2,35% nos primeiros seis meses.

Segundo o estudo, bens de consumo continua a liderar o índice, arrecadando R$ 14,89 bilhões de janeiro a julho de 2016. Era previsto para esta categoria, que mensura as vendas de eletro, eletrônicos, informática, vestuários e produtos de beleza, atingir neste período 43% do montante previsto para o ano, que é de R$ 32,3, porém o setor alcançou 46,1%, observando um incremento de 3,1%

“Apesar dos primeiros seis meses do ano haver diversos fatores não convergentes com o aquecimento das vendas no e-commerce, porque é um momento em que tem que pagar matrícula na escola, IPTU, IPVA e outros tributos que impactam diretamente no poder de compra, bens de consumo superou as expectativas do período”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting.

Outro nicho que faz parte da somatória está relacionado ao turismo. As viagens vendidas via web fecharam o ciclo com uma arrecadação de R$ 7,17 bilhões, ficando, praticamente, na meta prevista que era chegar aos 42,8% do volume previsto para 2016, que soma R$ 16,9 milhões.

Já em relação ao VOL Auto, a queda foi maior, retraindo 12% da previsão. O número registrado no primeiro semestre de 2016 foi de R$ 4,98 bilhões. O previsto da E-Consulting para as vendas de auto no período era chegar aos 42,8% da metade do ano, que é R$ 13,2 bilhões, porém atingiu apenas R$ 37,7%.

Medido há 14 anos, o cálculo do índice do VOL inclui em sua soma a potencialização do e-commerce B2C nas modalidades tradicional, mobile commerce, social commerce e compras coletivas, além do C2C (Consumer to Consumer).

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A vez da tecnologia RFID – Por Fábio Lopez

Num ambiente tão dinâmico quanto o da Tecnologia, as novidades acontecem a todo momento. Algumas vêm para ficar e outras acabam simplesmente desaparecendo ou caindo em desuso. Há algum tempo, o mercado se questionava sobre o que aconteceria com a tecnologia de RFID (identificação por radiofrequência), se ela iria conseguir se consolidar ou se seria mais uma daquelas boas ideias que não encontram espaço. Passados mais de 30 anos desde que a RFID passou a ser usada comercialmente (a tecnologia tem suas raízes nos sistemas de radares usados na Segunda Guerra Mundial), hoje podemos dizer com toda a certeza que a tecnologia amadureceu, tem seu lugar, evoluiu muito tecnicamente e está ganhando escala.

Estimativas projetam que em 2017 o mercado de leitores RFID movimentará US$ 170 milhões, com 250 mil unidades, representando um crescimento de 12%, em termos financeiros, e de 19% em número de equipamentos, em comparação a este ano. Essa expansão gradual vem sendo registrada ano após ano, sinalizando que há potencial para manter essa trajetória ascendente, contribuindo assim para financeiramente viabilizar cada vez mais os projetos envolvendo RFID.

Entre as vantagens da RFID estão: velocidade de leitura, distância de leitura, não necessidade de linha de visada direta, não necessidade de intervenção manual, alta capacidade de armazenamento de dados e flexibilidade de aplicação em ambientes hostis.

Mas então pode ser que a tecnologia RFID substitua o código de barras no futuro? Na verdade, dificilmente isso deve acontecer. O que se espera é uma complementariedade de tecnologias, com cada uma delas sendo aproveitada no que tem de melhor. No caso da RFID, há boas oportunidades nos segmentos de varejo de vestuário, saúde, logística, serviços de telecomunicações e segurança, em aplicações como gestão de estoque em tempo real, controle de inventário, controle de temperatura, controle de bagagem, controle de equipamentos médicos, rastreamento, controle de acesso, identificação animal, etc.

A pergunta que fica, no entanto, é: todas essas aplicações fazem sentido para o mercado brasileiro? Bem, é certo que o grau de maturidade da RFID é maior em regiões como Europa e América do Norte, mas ainda assim há um grande potencial a ser conquistado na América Latina, incluindo o Brasil. As necessidades existem, a tecnologia vem evoluindo constantemente, os fabricantes vêm apostando nela e o custo da RFID está se tornando cada vez mais acessível com o passar do tempo. Ou seja, as condições estão se formando. Agora é a hora de o mercado querer e saber como utilizar.

Fabio Lopez, diretor de vendas da Datalogic ADC para Brasil e Sul da América Latina

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BR Media Group apresenta balanço do 1o semestre de ações com influenciadores digitais

Influencer, embaixador, os termos são cada vez mais usados no dia-a-dia. Embora a grande massa não saiba dizer exatamente o que caracteriza um deles, muito provavelmente grande parte da população já foi atingida e influenciada. Não importa qual é sua “tribo” você tem influenciadores. Seja uma dona de casa que goste de culinária e das novidades para o lar, seja um millenial fã de games interativos e tecnologia, o mundo de hoje está dominado por pessoas que se tornam relevantes em determinado assunto perante um grupo social. E é justamente essa relevância que está conquistando tanto as empresas atualmente. Empresas e marcas de produtos, serviços dia após dia têm percebido que num universo com tantas ofertas e estímulos, falar e estar próximo do seu público-alvo é ouro. “No marketing de influência o segredo é investir não no maior, mas em influenciadores específicos e estratégicos, pois assim, mesmo com investimentos menores, que resultem em alcances menores, os resultados podem ser melhores e mais assertivos”, revela Celso Forster, sócio e diretor de atendimento da BR Media Group.

Após contextualizar o cenário da publicidade digital com influenciadores, o chamado marketing de influência, a BR Media Group apresenta o balanço do 1o semestre de 2016 em comparação ao 1o semestre de 2015 da sua atuação. Com 75% do mercado, a empresa é líder absoluta nas ativações com influenciadores no País e tem ao longo de seus quatro anos de existência se preparado para atender à demanda cada vez maior por influenciadores.

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Nestes primeiros seis meses, o crescimento da empresa foi de 142% em faturamento e o número de consultas triplicou. Com as Olimpíadas o balanço anual também será incrementado de forma significativa. E o mercado já entendeu a importância de trabalhar com influenciadores e, contratos anuais com embaixadores já estão se tornando mais frequentes. “No Brasil não temos uma pesquisa mais abrangente sobre as compras como um todo, porém para se ter uma ideia da força do marketing de influência, nos EUA onde um levantamento abrangente foi feito pela Nielsen*, estima-se que 64% das compras feitas em 2015 foram influenciadas pela internet”, conta Forster. No Brasil o número pode ser um pouco menor, porém a movimentação com a ampliação do mercado de smartphones é para chegarmos em uma performance bem similar.

Influência na decisão de compra

Fonte: RhythmOne Full Year 2015 Influencer Marketing Report, Nielsen Global Trust in Advertising Survey – Q1- 2015

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Marketing de influência – Consumidores

Fonte: OMG + Twitter Influencer Attitudes, Perceptions US, July 2010-Jan2016 – The Shelf

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Influenciadores aumentam até 10 vezes mais a conversão de influenciados

Um estudo de 2015 no mercado norte-americano mostra que compartilhar conteúdo através de influenciadores, pode aumentar a conversão de vendas de uma marca/ produto/ serviço de 3 até 10 vezes. “Verificamos essa realidade diariamente com nossos clientes. A chave do sucesso é identificar o(s) influenciador(es) corretos para cada ação e deixa-los o mais livres possível para que possam traduzir o conteúdo que se quer divulgar à forma/ linguagem que usam para se comunicar com seu público”, explica Forster.

Marketing de influência – Marcas e empresas

Fonte: BR Media Group

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Retorno de investimento e segmentos que mais investem em marketing de influência

“No mercado americano, a cada dólar investido em marketing de influência, o retorno médio é de 11,90 dólares. No Brasil estamos bem perto deste número e devemos alcança-lo em um curto prazo já que o mercado de influenciadores se consolida a cada dia”, conta Forster.

Retorno do Investimento por segmento para cada dólar investido.

Fonte: RhythmOne Full Year 2015 Influencer Marketing Report, Nielsen Global Trust in Advertising Survey – Q1 – 2015

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Em seu levantamento semestral, a BR Media também mapeou o investimento de marketing de influência por segmento no Brasil:

Engajamento por plataforma no mundo

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Sobre o perfil de influenciados via You Tube no Brasil

Fonte: Pesquisa Google & Reds – ComScore – Março 2016

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Cenário e mercado de publicidade digital e com influenciadores no Brasil e no mundo

De acordo com uma recente pesquisa realizada* pelo instituto inglês de Hampshire Juniper Research, o Mercado de publicidade digital no mundo que hoje é estimado em $ 160 bilhões de libras, deve chegar a $ 285 bilhões em 2020. Deste mercado, segundo estimativa da BR Media, cerca de 25 a 35%, são destinados a ações em redes sociais com influenciadores. Isso envolve a contratação do influenciador e a contratação de mídia para promover o conteúdo nas redes sociais do influenciador e da marca.

Cerca de 20% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por um produto ou serviço que teve endosso de uma celebridade, segundo dados da pesquisa “The value of using famous personalities in advertising communications, a quantitative analysis of prices for a fashionable product” realizada pela professora de marketing da IE Business School, Anna Rumschisky.

No Brasil, 71% das mulheres se dizem induzidas à experimentação de um produto que está na moda, conforme aponta o estudo “Celebridades. Marcas e Consumo” realizado pela Ipsos.

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Com planejamento até 2035, setor de tecnologia do Paraná quer liderar negócios na América Latina

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O Comitê de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicações do Paraná começa a desenhar o futuro do setor no estado com um planejamento estratégico até 2035. Reunidos na sede do Sebrae Paraná, em Curitiba, representantes de empresas, do poder público e da academia já definiram a visão do grupo para as próximas décadas: ser o principal polo de negócios de TIC na América Latina.

Também foram definidos objetivos estratégicos para garantir o sucesso das ações do setor em áreas como infraestrutura, educação, capital humano, capacitação, pesquisa desenvolvimento e inovação, incubadoras e parques tecnológicos, integração entre academia e mercado, propriedade intelectual, políticas, legislação, empreendedorismo, ambiente de negócios, competitividade empresarial e internacionalização. Em uma nova reunião, em setembro, vão ser definidas ações para abordar cada um desses pontos.

Para a Assespro-Paraná, que participou do processo de criação do Comitê de Governança de TIC, a visão ousada, estabelecida logo de início, confirma a importância do trabalho que passa a ser realizado. “Cria uma missão muito grande para o nosso estado. Há uma grande sinergia entre empresas produtoras de soluções tecnológicas, o mercado consumidor, as instituições de ensino e parceiros do setor e entidades públicas, destaca o presidente Sandro Molés da Silva.

Criado por decreto estadual, neste ano, o Comitê Gestor tem o objetivo de proporcionar desenvolvimento integrado de diversas áreas da economia estadual com apoio de tecnologia. É presidido pelo secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e composto por representantes da Secretaria Estadual do Planejamento e Coordenação Geral; do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar); da Copel Telecomunicações; da Celepar; Fomento Paraná; da Comissão de Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, do Parque Tecnológico de Itaipu, pelas Federações da Indústria (Fiep) e Comércio (Fecomércio), Sebrae-PR; Assespro-Paraná, pelo APL de TI de Londrina e Região, APL de Software de Maringá e Região, APL Iguassu-IT (Oeste do Paraná), APL de TI do Sudoeste do Paraná, APL de TIC de Ponta Grossa e Região, APL de TI de Curitiba, Universidades Estaduais do Paraná, Universidade Federal do Paraná, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, do Centro de Tecnologia da Informação da Universidade Positivo.

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Mercado conector de fibra óptica crescerá em 9,65% ao ano até 2020

O relatório de mercado conector de fibra óptica 2016-2020 diz que o crescimento das conecções submarinas de fibra óptica e 25 bilhões de dispositivos conectados serão as principais tendências para o mercado crescer durante os próximos 5 anos. Devido ao aumento da exploração e produção de petróleo no mar, a indústria está a procura de novos caminhos para aumentar a eficiência operacional e melhorar a recuperação das reservas de petróleo.

Leia a notícia completa em inglês:

The global fiber optic connector market 2016-2020 report says growth of undersea fiber-optic connections and 25 billion connected devices will be key trends for market growth during the next 5 years. Due to increasing offshore petroleum exploration and production, the industry is looking at new ways to enhance operating efficiencies and improve recovery of petroleum reservoirs. It is considering optical fiber as a good option as it can carry higher data rates over longer distances than copper cables. By 2020, an increase in subsea processing will generate more data, which will make the high bandwidth and longer transmission distances of optical fibers more attractive. More information gathered throughout the system makes for a more meaningful analysis.

Complete report on fiber optic connector market spread across 56 pages, analyzing 15 major companies and providing 25 data exhibits is now available at http://www.reportsnreports.com/reports/657300-global-fiber-optic-connectors-market-2016-2020.html.

The analysts forecast global fiber optic connector market to grow at a CAGR of 9.65% during the period 2016-2020. According to the 2016 fiber optic connector market report, one of the key drivers for market growth will be increase in number of data centers on a global level. The number of data centers is increasing globally due to technological advances. Cloud computing has become an effective way to access data worldwide. Further, the use of compact devices such as smartphones, tablets, and smart wearable devices is flourishing rapidly. Data centers provide high-performance computing across multiple industry verticals and, therefore, help foster more technological innovations.

The growing demand for these cables ultimately boosts the demand for fiber-optic connectors. During 2015, the global fiber optic connector market was dominated by APAC with a market share of almost 56%. An increase in internet penetration in emerging APAC countries such as China and Japan, along with the need for high-speed internet connections will propel the demand for fiber optic connectors in the region during the forecast period.

LC fiber connector segment accounted for more than 44% of the total share of the fiber optic connector market and dominated the industry. Benefits such as better insertion and return loss characteristics, easy to clean, flexibility and polarity reversal, and on-field installations are major reasons for the rise in demand for LCs over other connectors. When compared to SCs, the LCs has much lesser footprint, which makes them popular among the datacom or telecom segment. Moreover, their high-density patch applications and the combination of small size and latch feature makes them ideal for densely populated racks or panels.

The following companies are the key players in the global fiber optic connector market: 3M, Alcatel-Lucent, Amphenol Corporation, Corning Cable Systems, Diamond, Furukawa Electric, Molex, ADTEK, Hirose Electric, Ratioplast-OptoElectronics, Optical Cable, Sterlite Optical Technologies, Sumitomo Electric Industries, TE Connectivity, and Shenzhen DYS Fiber Optic Technology. Order a copy of Global Fiber Optic Connector Market 2016-2020 report @ http://www.reportsnreports.com/Purchase.aspx?name=657300.

Global Fiber Optic Connector Market 2016-2020, has been prepared based on an in-depth market analysis with inputs from industry experts. The report covers market landscape and its growth prospects over the coming years. The report also includes a discussion of the key vendors operating in this market. To calculate the market size, the report considers the sale of different types of fiber-optic connectors to the telecom (datacom) and computer and peripherals industries and the military segment.

Another related report is Global Fiber Optics Market 2016-2020, growing demand for increased network bandwidth is the primary growth driver for this market. With the proliferation of mobile computing devices, such as smartphones, tablets, and wearables with new capabilities, and the emergence of disruptive technologies that shift the bandwidth usage, the need for fiber optics is envisaged to increase rapidly during the forecast period. Browse complete report @ http://www.reportsnreports.com/reports/461262-global-fibre-optics-market-2016-2020.html.

Explore other new reports on Semiconductor and Electronics Market @ http://www.reportsnreports.com/market-research/semiconductor-and-electronics/.

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PROTESTE entra na Justiça para impedir futuros bloqueios do WhatsApp

Há prejuízos inestimáveis quando milhões de brasileiros são impedidos de usar o aplicativo, que hoje desempenha um papel fundamental na comunicação

A PROTESTE Associação de Consumidores entrou com ação no Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira (23), para evitar que ocorram novos bloqueios do aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp por parte da Justiça. A petição (ADPF) tem o número 46222/2016.

Foi pedida liminar para que qualquer decisão futura que vise o bloqueio do aplicativo seja imediatamente suspensa, de forma que o serviço volte a operar imediatamente, sob pena de ofensa aos princípios da razoabilidade, proporcionalidade e segurança das relações jurídicas.

A Associação tomou a medida por entender não ser admissível que, sistematicamente, milhões de brasileiros sejam prejudicados com o bloqueio do aplicativo. Já foram determinadas pela Justiça quatro suspensões até agora, desde o ano passado.

Respaldada pela Constituição e pelo Marco Civil da Internet, a ação ajuizada pela PROTESTE (arguição de preceito fundamental) busca a confirmação definitiva da liminar concedida da última vez em que houve a suspensão do aplicativo. Ela quer assegurar o direito de todos os consumidores brasileiros usuários do aplicativo de se comunicarem livremente.

A última suspensão judicial foi em 19 de julho. A medida tem ocorrido com tanta frequência que a PROTESTE mantém como permanente a campanha “Não Calem o WhatsApp” (www.proteste.org.br/naocalemowhatsapp), que até agora obteve mais de 142 mil adesões.

Em maio, a Justiça também havia determinado a suspensão do serviço em todo o Brasil por 72 horas, mas o bloqueio se manteve por 25 horas, após recurso judicial. As suspensões anteriores também ocorreram em dezembro e fevereiro de 2015.

Este tipo de atitude unilateral da Justiça ocorre a partir de uma má compreensão do Marco Civil da Internet. “A Justiça tem que uniformizar o entendimento sobre esse tema para evitar os repetidos bloqueios”, avalia Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da PROTESTE.

A suspensão do WhatsApp fere duas garantias que são pilares do Marco Civil da Internet: a neutralidade da rede e a inimputabilidade; ou seja, o fato de que os provedores de conexão não respondem pelos ilícitos praticados por terceiros, estabelecidos pelo Marco Civil.

Na ação, a PROTESTE pede que seja definitiva a sentença concedida por liminar pelo STF, que derrubou a decisão da juíza Daniela Barbosa, da comarca de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. A determinação da juíza foi para que o serviço interceptasse mensagens de envolvidos em crimes na região; mas após três notificações, o Facebook não atendeu aos pedidos, diz a decisão. Então, a juíza pediu que o aplicativo desviasse mensagens antes da criptografia ou então desenvolvesse tecnologia para quebrar a criptografia.

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Accenture seleciona startups para o programa UP Innovation Lab

Entre os dias 25 e 29 de agosto, as 20 startups finalistas farão apresentações para grandes empresas do mercado brasileiro

A Accenture realiza, entre os dias 25 e 29 de agosto, a etapa de seleção do Up Innovation Lab, programa de fomento de startups desenvolvido com a finalidade de aprimorar a competitividade da economia local por meio da inovação. Ao todo, serão 20 startups do Brasil e de outros países, relacionadas aos mercados Financeiro, Bens de Consumo e Varejo, que farão apresentações para grandes empresas que atuam no mercado brasileiro – como Ambev, Santander, Itaú, Banco do Brasil, BRF, Natura, GPA, Unilever e outros.

As startups finalistas são:

Arquivei.com.br, Bynd, Cuponeria, Dito Brasil, Guiando, Luckro, Medicinia, Memed, Menupontocom, Moneyclip, NanoRep, NEXXTO, OriginalMY, PagoSim, PinPeople, Remedio Certo, Renda Fixa, Skore, Supermercado Now, Paykey

O que dizem as startups

Para Edilson Osorio Junior, CEO da OriginalMy, “a conexão que o UP Innovation Lab proporciona entre o mercado e as startups é muito importante, além de atender o que o mercado local precisava. As startups formam um dos maiores polos de inovação e soluções para problemas reais, e seu número tende a crescer nos próximos anos”.

Antonio Rossini, CEO da NEXXTO, complementa dizendo que “com o avanço exponencial das tecnologias da informação e a criação de novos paradigmas disruptivos, torna-se fundamental que grandes empresas tenham a possibilidade de experimentar e incorporar estas novidades como parte de seus recursos para transformar seus processos, atividades, valores e modelos de negócio”.
O CEO do Renda Fixa, Francis Wagner, reforça a importância das startups para o desenvolvimento da economia local. “O ecossistema de startups no Brasil está crescendo muito, seguindo uma tendência global. Acreditamos que o papel que as startups exercem é essencial para o crescimento salutar do mercado”.

Segundo Marco Zolet, CEO do Supermercado Now, “o UP Innovation Lab é uma iniciativa inovadora e se difere de outras já existentes na medida em que encurta a distância entre as startups e os grandes players do mercado, potencializando discussões, troca de experiências e a geração de negócios”.

E, por fim, Fernando Ohara, CEO do PagoSim, explica que “por oferecermos uma abordagem disruptiva e contrária à lógica do mercado de cobrança de dívidas, estamos muito empolgados com a oportunidade de apresentar nossa solução a alguns dos maiores credores do Brasil e interagir com pessoas influentes no segmento”.

Como funciona o UP Innovation Lab

Inspirado no Fintech Innovation Lab – referência em Nova York, Londres, Hong Kong e Dublin desde 2010 – e sem fins lucrativos, o Up Innovation Lab é direcionado às startups que já possuem produtos validados no mercado e que buscam a oportunidade de apresentá-los às maiores empresas do País.

Com duração de cinco meses, o programa permitirá às startups selecionadas interagir com os principais executivos das maiores empresas do País; realizar provas de conceito; obter conhecimento a partir da experiência dos executivos da Accenture; e, ainda, participar de painéis de discussão e workshops para o desenvolvimento e testes de soluções. Segundo Guilherme Horn, Diretor Executivo de Inovação da Accenture, “é uma oportunidade fantástica para as startups mais maduras darem um passo importante no sentido de escalar seus negócios”.

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Olimpíada marca primeiro voo comercial do A380 para o Rio de Janeiro

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m 22 de agosto, às 20h05, o primeiro voo comercial do A380 aterrissou no RIOgaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim. O voo da Air France entre Paris e o Rio de Janeiro foi especialmente programado em razão das Olimpíadas de Verão Rio 2016. A marca foi comemorada pelo aeroporto em uma saudação com jatos de água, na chegada da aeronave. O aeroporto ingressa na lista dos 230 aeroportos compatíveis com o A380 em todo o mundo.

O RIOgaleão oferece três posições de estacionamento que permitem a programação de futuras operações do A380. Como resultado de esforços contínuos para certificação nos últimos anos, quatro aeroportos na América Latina já estão prontos para receber as operações comerciais do A380 e comportar o crescimento do tráfego aéreo de longo prazo na região. Além do Aeroporto Internacional Tom Jobim, juntam-se à lista Aeroporto da Cidade do México Benito Juarez, o Aeroporto Internacional de Guarulhos-São Paulo e o Aeroporto Internacional de Cancun.

O A380 é a maior e mais espaçosa aeronave do mundo e oferece aos passageiros a viagem mais tranquila e silenciosa. Acomodando confortavelmente 544 passageiros em média em rotas de até 8.200 milhas náuticas, o A380 tem a capacidade única de gerar receita, estimular o tráfego e atrair passageiros. O A380 é a única aeronave com dois andares completos. Mais de 130 milhões de passageiros aproveitaram a experiência de voar a bordo de um A380. A cada três minutos, um A380 decola ou pousa em algum lugar do mundo.

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Logística como fator de qualidade – Por Ingo Pelikan

Investir em qualidade significa melhorar desempenho, conquistar maior credibilidade junto aos clientes, aumentar resultados e, consequentemente, ser mais competitivo no mercado. Para além da qualidade do produto – que, na verdade, é uma consequência –, deve-se considerar a qualidade dos processos, a exemplo da logística, responsável por toda a movimentação de materiais, que influi diretamente na qualidade final do produto.

Para o transporte de materiais, seja entre fábricas ou dentro de cada empresa, existe a máxima do cliente. Neste caso, o cliente da cadeia: quantidade certa, na hora certa e na qualidade certa. Haja logística nos transportes do fabricante de matérias-primas para o tier 2, do tier 2 para o sistemista, do sistemista para a montadora e da montadora para a concessionária ou para o porto, fora as movimentações dentro de cada fábrica.

Logística é um tema que ainda precisa ser muito explorado no Brasil, um país de dimensões continentais, cuja malha é extremamente complexa em todos os modais de transporte. Mas como lidar com o tempo nas grandes capitais, onde há um trânsito bastante intenso e risco de atraso na entrega de mercadorias?

Quando há atrasos, a empresa precisa recuperar o tempo de alguma forma para evitar a insatisfação do cliente. Neste caso, quais ações complementares podem ser adotadas sem prejudicar a qualidade do produto? Há toda uma complexidade nas movimentações, que requer visão estratégica das empresas.

E mais: o caminho para aumentar as exportações e ganhar penetração em todo o globo é assegurar a qualidade made in Brazil. A montadora precisa adotar uma série de cuidados ao fazer a expedição de um produto, porque se for transportado de forma indevida pode chegar danificado na concessionária, o que gera custo e, provavelmente, atraso na entrega para o cliente final, o que provoca automaticamente insatisfação.

Hoje diversos procedimentos de logística são adotados pelas empresas com base na ISO 9000 ou na ISO/TS 16949, embora as normas não tenham tópico específico sobre o assunto. A montadora exige a ISO TS de seu fornecedor direto, mas a exigência que sai da montadora, obrigatoriamente, não é a mesma que chega ao tier 2, então aí muito se perde.

Para a logística, o caminho é reverso: se a exigência não chega, a movimentação de mercadoria provavelmente não é realizada com os mesmos critérios do primeiro ao último fabricante. Fica a questão: como podemos desdobrar os conceitos da qualidade para a logística em todas as etapas da cadeia?

E na outra ponta, da montadora para a concessionária, que tipo de padrão é adotado? Hoje as concessionárias são vinculadas a marcas específicas e cada marca tem a sua metodologia de trabalho. Esse segmento oferece maior segurança ao consumidor. Agora, a distribuição de mercadoria para o mercado aberto precisa ser trabalhada no Brasil para que haja maior conscientização e padronização dos processos.

Embora não exista norma específica para logística no mercado, já se percebe a tendência de desenvolvimento de uma certificação para a padronização dos conceitos logísticos, conforme os cinco requisitos MAEPE (manuseio, armazenagem, embalagem, proteção e entrega), que devem ser bem detalhados. Este é o caminho a ser traçado para que haja maior transparência e melhores resultados para toda a cadeia automotiva.

Ingo Pelikan é presidente do IQA – Instituto da Qualidade Automotiva

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GE anuncia extensão do patrocínio à canoagem brasileira

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A GE anuncia hoje a extensão de sua parceria com a Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa), válida agora até o final de 2018. A GE investe na Canoagem com recursos próprios, sem renúncia fiscal por parte da companhia, além de oferecer apoio tecnológico para o treinamento dos atletas.

“A Canoagem Brasileira protagonizou o papel mais surpreendente desta edição dos Jogos Olímpicos”, celebra Rafael Santana, presidente e CEO da GE para a América Latina. “Erlon e Isaquias conquistaram medalhas inéditas para o Brasil, marcando o melhor desempenho da modalidade na história. Com a continuidade da nossa parceria, reforçamos nosso apoio ao desenvolvimento dos atletas no País”, salienta o executivo.

O acordo permite à GE apoiar as equipes nacionais de todas as 12 modalidades da CBCa em diferentes categorias, incluindo Canoagem Velocidade, Canoagem Slalom, Caiaque Polo, Rafting e Paracanoagem – que será disputada como esporte paralímpico pela primeira vez durante os Jogos Paralímpicos Rio 2016.

“Estamos muito orgulhosos pelas excelentes conquistas dos nossos atletas e com o patrocínio da GE à Confederação Brasileira de Canoagem. Com a extensão desta parceria, buscaremos voos ainda mais altos”, ressalta João Tomasini Schwertner, presidente da CBCa. Esta foi a melhor campanha da Canoagem Brasileira em todos os Jogos Olímpicos, com 2 pratas e 1 bronze. Isaquias Queiroz se tornou o único atleta individual brasileiro da história a conquistar 3 medalhas em uma mesma edição dos Jogos Olímpicos.

Legado também para a Cidade Maravilhosa

Como patrocinadora dos Jogos Olímpicos, a GE busca a cada edição entregar um presente para a
cidade-sede, aumentando o legado após o término do megaevento. Para o Rio, a doação foi de aproximadamente R$ 20 milhões, composta por tecnologias da empresa de saúde e iluminação.

O Hospital Municipal Souza Aguiar, segunda maior emergência da América Latina, teve parte de seus equipamentos renovados por 24 equipamentos de diagnóstico de imagem, incluindo arcos cirúrgicos, monitores, equipamentos de anestesia, raios-X, tomografia computadorizada e ultrassons, que podem aumentar em 30% o número de cirurgias realizadas no hospital e em 100% o volume de exames na radiologia. “O único legado palpável que fica no Rio é o que a gente ganha aqui na Saúde. Isso dá a gente um prazo de mais 10 anos de bom trabalho”, diz o Dr. Antonio Araújo de Costa, Diretor Geral do Hospital.

A GE também entrega para a cidade 1,6 mil luminárias LED com sistema de telegestão para duas áreas icônicas da cidade, o Parque do Flamengo e a Lapa. Com a nova tecnologia, é possível aumentar e reduzir a intensidade da iluminação conforme a necessidade. Associado ao menor consumo do LED, expectativa é que as novas luminárias gerem uma economia de 78% de energia no Parque do Flamengo e de 50% no bairro da Lapa.

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FEBRABAN lança guia de Canais de Atendimento

A Federação Brasileira de Bancos – FEBRABAN lança hoje seu guia atualizado de Canais de Atendimento, para informar e esclarecer o cliente sobre todas as opções de atendimento disponíveis para suas operações bancárias. O guia, disponível no site da FEBRABAN, traz informações sobre os canais digitais de atendimento, que têm ganho uma preferência cada vez maior dos clientes bancários, e, também, sobre como realizar transações bancárias e os serviços disponíveis em canais telefônicos e presenciais, como Centrais de Atendimento, agências e correspondentes.

As instruções do guia orientam o cliente, ainda, sobre o uso das centrais de atendimento, do SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) e das Ouvidorias. A publicação traz, também, um passo a passo para o pagamento de boletos e faturas vencidas pelo site do banco emissor, dicas de segurança, e link de acesso para uma lista completa de telefones dos bancos.

Além de todos esses canais, os bancos também contam com dois importantes serviços para facilitar a programação das contas: o Débito Automático, que pode ser utilizado para que os pagamentos sejam feitos no dia certo e de forma segura; e o Débito Direto Autorizado, quando o cliente recebe eletronicamente as informações contidas nos boletos para realizar os pagamentos pelos meios eletrônicos.

Canais digitais

Os bancos oferecem vários canais de atendimento para que o cliente possa fazer suas transações bancárias com segurança em qualquer lugar e em horários diferenciados. Os canais digitais são os preferidos pelos clientes para suas transações bancárias, conforme revelou a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2015. Segundo o levantamento, as operações feitas por internet banking e mobile banking ultrapassaram mais da metade do total no ano passado, atingindo 54%. Ao incluir também o POS (pontos de venda no comércio), o percentual sobe para 69%.

Acompanhando a consolidação do uso dos canais digitais pelos clientes, e no esforço para aperfeiçoar e facilitar o trabalho dos responsáveis pelo atendimento no setor bancário, os bancos têm feito expressivo investimento em tecnologia e automação (R$ 19 bilhões registrados em 2015). De acordo com a pesquisa, o internet banking foi o canal responsável pelo maior número de transações no ano passado, com 33% do total – o equivalente a 17,7 bilhões de operações bancárias.

Por meio do internet banking, é possível realizar operações como pagamentos de faturas, contas e tributos, consulta a saldo e extratos, transferências, aplicação e resgate de investimentos, recarga de celular, entre outros serviços.

O guia de Canais de Atendimento destaca que o cliente deve verificar com o seu banco qual é o procedimento para cadastrar a senha e utilizar todos os serviços disponíveis por este meio digital.

A maioria dos bancos oferece aplicativos para smartphones e tablets pelos quais o cliente também pode realizar operações como consultas a saldos e extratos, pagamentos de contas, transferências, entre outros serviços, com apenas um toque.

A Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária revelou a forte expansão registrada no ano passado pelo mobile banking, que registrou 11,2 bilhões de transações bancárias, um crescimento de 138% em relação a 2014, quando 4,7 bilhões de operações foram feitas pelos clientes.

Como forma de manter o cliente conectado com sua instituição bancária, os bancos também utilizam as redes sociais para interagir e esclarecer de seus clientes por meio de canais como Facebook, LinkedIn, Twitter e Instagram.

O caixa eletrônico também é um canal que permite realizar operações bancárias em qualquer dia da semana. Os ATMs são encontrados não só nas agências, como também em pontos espalhados pelas cidades como supermercados, shoppings e lojas de conveniência.

De acordo com a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2015, o número total de ATMs registrado no Brasil no ano passado foi de 178 mil. Por meio deste canal, os brasileiros fizeram 10 bilhões de operações no ano passado.

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A inteligência das cidades está na maneira como suas informações são utilizadas

unnamed As cidades serão o verdadeiro motor de transformação do estilo de vida e da economia do mundo nas próximas décadas. Para suportar essa concentração de pessoas, muita tecnologia e inovação são necessárias para garantir o bom funcionamento dessas cidades. Entretanto, para tornarem-se realmente inteligentes, é fundamental que além de uma maturidade social e tecnológica, os municípios identifiquem seus potenciais e melhorem seus processos de políticas públicas, para otimizar seus recursos e gerar valor direto ao cidadão.

Falar de cidades inteligentes pode trazer certo receio, pois está associado a algo complexo e difícil. Mas tornar uma cidade mais inteligente, eficiente e sustentável não é tão complexo quanto se imagina, deve-se evitar os projetos top-down (onde as soluções são definidas sem necessariamente agregar valor para o cidadão) e optar por projetos que nascem com a capacidade de melhorar a vida do cidadão, partindo da premissa “pense grande, mas comece pequeno”.

Existe uma teoria de que primeiro uma cidade precisa ser digital, depois conectada, sensorizada, para então tornar-se inteligente. Em alguns casos isso é uma verdade, mas não uma regra. É possível trazer inteligência direta para uma cidade sem nenhum tipo de conectividade. Hoje em dia todo mundo possui smartphone, ou seja, grande parte da população está conectada de uma forma ou de outra. Mesmo não tendo uma banda larga, é possível disponibilizar um serviço agregado, como o aplicativo Waze, por exemplo. O Waze é uma ferramenta de inteligência que não depende de nenhuma infraestrutura pública, apenas privada.

Mas para outras tecnologias e conceitos é necessário sim, nascer digital, transformar em conexão, sensorizar alguns elementos, para então partir para a inteligência. Uma iniciativa de cidade inteligente deve ser construída em etapas, começando pelo pressuposto de que não se trata apenas de tecnologia, e ela deve ser vista como um meio. A inteligência precisa de um objetivo final, que é trazer valor para o cidadão, em um ecossistema que envolve questões tecnológicas, sociais e sustentáveis. Este é o conceito: começar pequeno, testar, desenvolver cultura e, só depois, criar iniciativas maiores. Sempre de maneira gradativa.

As métricas são fundamentais para a conceituação das cidades inteligentes. Todo projeto tem um objetivo, todo objetivo tem um resultado esperado e todo resultado esperado tem uma métrica e um indicador. Como se faz isso? O segredo está em começar com o levantamento de um dado, transformá-lo em informação e fazer algo com aquela informação.

Mas, como essa informação é utilizada na prática? O que é possível fazer com informações de uma praça com sensores de estacionamento, por exemplo? Em uma cidade localizada no interior paulista, foi detectado que o tempo médio de utilização das vagas de estacionamento era de cerca de oito horas. O estacionamento está sendo muito bem utilizado? Não, pelo contrário, pois trata-se de uma área comercial e ninguém fica oito horas em uma praça localizada em uma região comercial. Descobriram então que os donos dos estabelecimentos estavam utilizando as vagas dos clientes. Com esta constatação, o dado tornou-se informação, que foi discutida em uma reunião da associação comercial na qual definiram que era necessário que os comerciantes estacionassem seus veículos do outro lado da praça para disponibilizar as vagas para os clientes. Resultado: o tempo médio do estacionamento foi reduzido para 45 minutos. Esse é o bom uso da informação com inteligência. É preciso perseguir esses conceitos para garantir bons resultados.

Atualmente, grande parte dos projetos conhecidos como projetos de inteligência, são iniciativas top down. O que seria isso? O prefeito define que quer mais segurança e instala, por exemplo, 300 câmeras de alta definição em toda cidade. A região passa a estar monitorada, correto? Errado. Quem está olhando aquela câmera? São inúmeras horas de vídeo sendo armazenadas em um HD, que serão utilizadas, na melhor das hipóteses como playbacks em investigações policiais ou demandas jurídicas. A inteligência para esse tipo de caso está em você detectar um evento, disparar um alarme e acionar uma viatura para averiguação de um incidente. Ou agregar isso à uma ferramenta de colaboração do cidadão, como um aplicativo, ou o cidadão reportar um incidente e essa informação ser útil aos órgãos de segurança. Uma iniciativa 100% top down não garante efetivamente a geração de valor para o cidadão.

A contrapartida é o projeto bottom up, no qual o cidadão demanda um certo valor que acaba sendo incorporado pela gestão pública. O Waze, mais uma vez, é um exemplo prático disso, pois trata-se de uma iniciativa 100% bottom up, um valor que o cidadão carrega no bolso. A gestão pública está começando a enxergar que este tipo de app pode ser uma ferramenta para melhorar o processo de mobilidade, uma fonte importante de informação para a cidade.

As duas maneiras são válidas, desde que fique claro o que cada iniciativa esta gerando de valor para o cidadão. O processo de construção desses projetos nasce na identificação desse valor. O primeiro passo é descobrir quais são os principais problemas e necessidades de uma comunidade. Depois é preciso criar um catálogo de serviços, que nada mais é do que um ecossistema de parceiros e fornecedores, provendo diferentes tipos de soluções. A próxima etapa é trabalhar todas essas soluções em uma plataforma integrada, na qual todos os dados possam ser consolidados, e, por fim, os gestores já estão aptos a definir seus objetivos e conquistar os resultados por meio desses indicadores de inteligência.

A inteligência da cidade, portanto, começa mesmo a acontecer quando as informações geradas pela tecnologia e pelos usuários são vistas de forma integrada e com objetivos bem definidos. As cidades inteligentes chegam para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.

Por Washington Tavares, CTO da Tacira, empresa brasileira especializada em soluções para cidades inteligentes.

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O que o mundo corporativo pode aprender com os Jogos Olímpicos

Por Alexandre Slivnik

É impossível não se comover ou tirar lições de vida com essa edição dos jogos olímpicos. Sem dúvida, o que mais chama a atenção e nos toca emocionalmente, além da vibração da torcida e dos atletas, é a persistência. Tão importante quanto a coragem de conseguir o sucesso desejado, esse sentimento deve estar presente não só nos jogos, mas nas tarefas do cotidiano onde não há plateia! E o único 100% responsável por conquistar a medalha é você.

O ginasta Diego Hypólito participou dos jogos pela terceira vez consecutiva. Em Pequim, era um dos grandes favoritos. Caiu de bunda no chão. Quatro anos depois, em Londres, experimentou mais uma vez o gosto amargo da derrota. Em 2013, foi desligado do Flamengo, clube em que treinava, o que resultou em uma depressão que durou um ano e três meses. Chegou a perder 10kg e teve que ser internado. Mas deu a volta por cima e, nos Jogos do Rio em 2016, ganhou a medalha de prata. E quer mais. Afinal, quem está conectado com a sua missão e engajado em uma causa tem plena certeza de que pode fazer a diferença em qualquer função e ele fez para si e para a equipe que o auxiliou nesta jornada e, principalmente, para o país.

A judoca brasileira Rafaela Silva ganhou a primeira medalha de ouro do Brasil destes jogos. Para isso, teve que superar preconceito e as adversidades. Na edição londrina, foi eliminada e, covardemente, xingada nas redes sociais. Alguns diziam que ela era uma vergonha para o Brasil. Exatos quatro anos depois, dentro do seu país, na sua cidade, ela venceu o preconceito, levou a medalha de ouro e calou os maldosos críticos que tentaram fazê-la desistir.

Esses dois episódios e mais tantos outros repletos de histórias de superação podem ser aplicados ao mundo corporativo. Os vencedores andam na contramão do pensamento daqueles que querem seu fracasso. O sucesso depende de suas escolhas e de quanto você está disposto a se doar e a investir no que se deseja. É preciso ter sede de aprendizado e investir no próprio desenvolvimento. Quando você vê o seu trabalho como uma missão de vida, encontra tempo e motivação para continuar lutando…. e persistindo rumo ao sucesso.

E foi o que alguns empresários continuaram fazendo ao longo de 2015 e 2016. Muitos desistiram, demitiram funcionários e acreditavam que o sonho havia acabado. Executivos também perderam seus postos, tendo que rever toda a sua condição de vida. Mas este jogo está prestes a virar. Além dos indicadores econômicos, é perceptível que as empresas estão pisando no acelerador nesse segundo semestre.

Steve Jobs foi dispensado da diretoria da Apple um ano após lançar o Macintosh. Mas, durante os cinco anos seguintes, criou uma companhia chamada Pixar, que fez o primeiro filme animado por computador, Toy Story, e se tornou o estúdio de animação mais bem-sucedido do mundo. Como se isso não bastasse, Steve foi chamado de volta à Apple, porque a organização estava afundando. E ele a reergueu. Pessoas extraordinárias estão sempre conscientes que precisam agir para corrigir os rumos e buscar resultados dentro da organização.

Walt Disney foi demitido de três empregos, sendo que um deles por falta de criatividade. Conseguiu falir duas empresas antes de construir seu império que é, até hoje, o maior centro de entretenimento do mundo. E foi esse sonho de fazer diferente e de nunca desistir, que fez sua empresa ser reconhecida como a marca mais amada do mundo de acordo com a pesquisa da APCO Worldwide, 2013. Hoje, essa filosofia que cerca os parques continua a inspirar pessoas e mostra que o sucesso e o futuro das organizações dependem delas mesmas.

O que a Rafaela, Diego, Steve, Disney e tantos outros empresários têm em comum? ATITUDE! Não esperaram nada acontecer do acaso. Trabalharam e foram buscar o resultado de que tanto sonhavam. Eles se sobressaíram principalmente por ter algumas características bastante desejáveis, enumeradas a seguir:

1.Gostar do que faz

2. Provocar mudanças ao redor

3. Oferecer sempre soluções eficazes

4.Superar crenças limitantes

5. Saber para onde ir

6. Investir em conhecimento e autoconhecimento

7. Projetar os passos com atenção

8. Sempre além.

Agora é com você! Trabalhe duro e transforme seus sonhos em resultados extraordinários!

Alexandre Slivnik é autor do best-seller O Poder da Atitude e O poder de Ser Você. É sócio-diretor do Instituto de Desenvolvimento Profissional (IDEPRO), diretor-executivo da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) e diretor geral do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD).

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E-commerce de energia registra maior taxa de conversão das negociações on-line

O e-commerce líder no setor elétrico brasileiro, o Balcão Brasileiro de Comercialização de Energia (BBCE), registra a maior taxa de conversão das negociações on-line do Brasil. O percentual entre o volume de visitas e os contratos efetuados pela plataforma da BBCE é de 12%, índice superior ao médio do mercado nacional de 1,2%.

“Os 13 mil megawatts, que foi o volume de energia negociado, representam a capacidade instalada da usina de Itaipu, uma das maiores do mundo e a maior da America do Sul, que abastece dois países simultaneamente”, afirma Victor Kodja, presidente da BBCE. Em média, 150 contratos são fechados a cada mês por meio da plataforma e aproximadamente 1.500 ofertas são registradas no período.

O modelo oferecido pela BBCE é 100% digital e pode ser acessado por meio do site ou via aplicativo mobile gratuito para os sistemas Android e IOS. “Contamos com um app que foi muito bem recebido pelos agentes do setor. Já tivemos mais de dois mil downloads. O sistema permite acompanhar as negociações que estão sendo feitas em tempo real, além das ofertas e do volume de negócios de cada produto que interessa”, sinalizou Kodja.

Dos participantes da plataforma BBCE, 60% são comercializadores de energia, 26% geradores, 4% consumidores e 10% de outros tipos, como o mercado financeiro. Atualmente, 30% do volume de negócios da plataforma são realizados por usuários que não fazem parte do quadro de acionistas.

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Twitter divulga dados de repercussão dos Jogos #Rio2016

No decorrer dos Jogos Olímpicos 2016, fãs de todo o mundo se reuniram no Twitter para torcer por seus times em disputas emocionantes, se comunicar com seus atletas favoritos e compartilhar opiniões e experiências em tempo real com seus seguidores. O engajamento dos usuários em torno da Olimpíada resultou em 75 bilhões de impressões (número de vezes em que os Tweets relacionados ao assunto foram visualizados na plataforma) no Twitter global, a partir da publicação de 187 milhões de Tweets. Com isso, esta foi a Olimpíada mais Tweetada até hoje.

O nadador norte-americano Michael Phelps (@MichaelPhelps), o corredor jamaicano Usain Bolt (@usainbolt) e o jogador de futebol brasileiro Neymar (@neymarjr) foram os atletas mais comentados do Twitter no mundo no período olímpico. Na sequência estão a ginasta Simone Biles (@Simone_Biles) e o também nadador Ryan Lochte (@RyanLochte). Os esportes mais mencionados foram natação, futebol, atletismo, ginástica e tênis. Já as hashtags mais utilizadas pelos usuários do Twitter ao redor do mundo foram #Rio2016, #Olympics e #CerimoniaDeAbertura.

O momento de maior pico de conversas durante as competições olímpicas ocorreu às 20h11 de 20 de agosto, quando Neymar marcou o pênalti decisivo da partida do Brasil contra a Alemanha, garantindo a primeira medalha de ouro da história para o futebol masculino do País. Em segundo lugar ficou a vitória de Usain Bolt na prova de 100 metros rasos, às 22h28 de 14 de agosto, quando o atleta se tornou tricampeão olímpico. Já o terceiro pico de conversas aconteceu quando Neymar marcou o primeiro gol do Brasil na final do futebol contra os alemães, às 17h57 de sábado (20). Os dados referentes aos maiores picos se referem às competições realizadas durante a Olimpíada, sem contar as cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Rio 2016.

Veja mais no blog oficial do Twitter

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Bluelab automatiza até 95% das demandas no call center e nas redes sociais

Otimizar os processos do atendimento ao cliente é um dos principais objetivos dentro de uma corporação. Pensando em atender esse mercado, a Bluelab, empresa especializada em automatizar o atendimento ao cliente, possibilita em algumas operações solucionar até 95% das demandas dos clientes via telefone, webchat ou Facebook.

A Bluelab utiliza a tecnologia BrainBot, ou seja, um robô com inteligência artificial capaz de compreender a linguagem natural falada ou escrita, que permite reconhecer os conceitos expressados, manter um diálogo claro e objetivo, orientar o cliente durante todo o atendimento, coletar dados, disponibilizar conteúdos multimídia e até solucionar solicitações transacionais.

Com essa solução por meio dos robôs, grande parte dos problemas podem ser resolvidos no pré-atendimento. A utilização da inteligência artificial, tem como objetivo proporcionar mais agilidade, redução de custos e ajudar na diminuição das filas de espera do call center.

“Nossa intenção é automatizar processos que podem ser realizados por meio da inteligência artificial, para que os atendentes (PAs) possam realizar as tarefas mais complexos, tais como na negociação e retenção. Além da redução de custo por automação, a BlueLab também oferece soluções de biometria vocal, visando eliminar a memorização de senhas e garantir a agilidade de acesso”, afirma Mateus Baumer Azevedo, sócio da Bluelab.

A empresa já implantou seus robôs de atendimento em empresas como UOL Host, Itaú, Gol, Smiles, Globo.com, Centauro, Globosat, Paschoalotto, Siscom, Certisign, Netfarma, Caixa Seguradora e Estácio de Sá. Além disso, as soluções da Bluelab já foram premiadas pela Associação Brasileira de Teleserviços (ABT), Revista Época, Reclame Aqui e Frost&Sullivan.

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Serasa participa da primeira etapa do 14º CertForum 2016

De 23 a 25 de agosto, em Brasília, acontecerá a primeira etapa do 14º CertForum – Fórum de Certificação Digital. Realizado pelo Instituto de Tecnologia da Informação (ITI) e com apoio da Serasa Experian, este é o maior e mais tradicional evento desta área do País.

Assim como nos anos anteriores, esta edição do fórum abordará questões sobre a Certificação Digital e o Direito. Para este painel, estão confirmadas as presenças de André Garcia, procurador federal chefe do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI; Ana Amelia Menna Barreto, secretária adjunta da presidência da Ordem dos Advogados do Brasil; e Fabiano Menke, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e consultor jurídico.

A biometria também estará no centro das atenções do evento, com a presença de Michael Kirkpatrick. Durante 26 anos, atuou como agente especial do FBI e foi reconhecido, em 2003, pela sua liderança no uso da biometria na Guerra Global contra o Terrorismo.

“Hoje a certificação digital é a maior aliada na segurança e desburocratização de processos, e o CertForum é a prova de que a ICP-Brasil é referência em tecnologia”, analisa Claudia Tazitu, Diretora de Identidade Digital da Serasa Experian, que participará do evento.

14º CertForum – Etapa Brasília

Data: 23, 24 e 25 de agosto
Local: Centro de Eventos da CNTC – SGAS 902 Sul – Bloco C – Brasília – DF
Certificação Digital

A certificação digital é uma tecnologia que permite a identificação de pessoas físicas e jurídicas no ambiente eletrônico, regulamentada no país pela Infraestrutura de Chaves Pública Brasileira (ICP-Brasil), vinculada à Casa Civil da Presidência da República. Tem validade jurídica e confere aos documentos eletrônicos autenticidade, integridade, sigilo e atributo de não repúdio.

A Serasa Experian promove a certificação digital como tecnologia efetiva para a desmaterialização dos processos, com atributos de validade jurídica, agilidade e praticidade, a serviço da sustentabilidade dos negócios e processos.

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Atos conclui entrega de tecnologia da Rio 2016

A Atos, líder internacional em serviços digitais e parceira mundial de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI), anunciou hoje o encerramento da disponibilização de seus sistemas de TI, que permitiram que bilhões de fãs em todo o mundo acompanhassem os Jogos Olímpicos. A Rio 2016 conquistou seu lugar como a Olimpíada com maior cobertura digital da história.

Independentemente da modalidade esportiva, a divulgação mundial dos resultados aconteceu em menos de meio segundo. Isso representa uma façanha tecnológica que foi cuidadosamente preparada durante anos. Impulsionada pela maturidade da tecnologia móvel, a Atos fez com que o trabalho de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI) permitisse que os resultados e outros dados dos Jogos fossem compartilhados com mais rapidez, tanto online quanto pelos meios tradicionais, independentemente da plataforma e do local. O que está dando suporte à explosão do consumo digital é a infraestrutura de TI fornecida pela Atos para apoiar a realização dos Jogos Olímpicos e divulgar os resultados em tempo real para as emissoras de todo o mundo.

“Tecnologia é essencial para o sucesso de cada edição dos Jogos Olímpicos”, diz Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional. “Estamos satisfeitos em continuar contando com a Atos e sua vasta experiência em oferecer serviços de TI inovadores e impecáveis.”

“Estou extremamente orgulhoso do trabalho duro e da dedicação que a equipe da Atos teve para entregar com sucesso a tecnologia dos Jogos Rio 2016 – uma fantástica demonstração de excelência Olímpica”, afirma Thierry Breton, presidente e CEO da Atos. “Para cada edição dos Jogos Olímpicos, nós trazemos tecnologias inovadoras, desde Cloud até Cybersecurity, bem como soluções em todo crescente volume de dados, para aumentar ainda mais o prazer dos fãs de esporte ao redor do mundo.”

“Como parceiros globais de TI em oito Olimpíadas consecutivas, sentimos que a Rio 2016 serve como referência e como incubadora de inovação para as principais soluções digitais de TI que oferecemos”, declarou Patrick Adiba, vice-presidente executivo, diretor comercial e CEO do grupo Atos para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. “Aplicamos diretamente nosso conhecimento de TI sobre os Jogos Olímpicos para ajudar as organizações a se reinventarem à medida que avançam no caminho para o sucesso.”

“O uso da nuvem na Rio 216, pela primeira vez em nos Jogos Olímpicos de Verão, para aplicações-chave, inclui o gerenciamento de mais de 300.000 credencias para toda a família Olímpica”, ressalta Elly Resende, diretor de tecnologia do Rio 2016. “A Atos tem estado conosco em todos os passos da jornada digital, para nos apoiar na criação de uma experiência olímpica mais rica para todos os envolvidos.”

A TI da Rio 2016 em números

– Primeira vez que o Cloud (nuvem) é usado em Jogos Olímpicos de verão para hospedar o portal do voluntário, sistemas de credenciamento e trabalho voluntário – reduzindo custo e melhorando a eficiência

– Número de novos esportes – Golfe e Rugby de sete. O Golfe, sozinho, gerou mais dados de resultado do que todos os outros esportes juntos

– 37 é o número de locais de competição onde a Atos instalou e gerenciou a infraestrutura completa de TI para garantir que os eventos acontecessem dentro do cronograma

– 400 é o número de incidentes de segurança de TI registrados por segundo [200 por segundo em Londres]

– 300.000 é o número de credenciais processadas e ativadas usando o sistema de TI da Atos [aumento de 20% desde Londres 2012]

– Mais de 100 milhões é o número de mensagens enviadas para a mídia compartilhar os dados e resultados em tempo real sobre todos os 42 esportes Olímpicos e 306 eventos [aumento de 58.8 milhões desde Londres 2012]

A Atos fornece soluções de TI aos Jogos Olímpicos desde 1992 e é um importante parceiro do COI.

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