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Startup de retargeting é selecionada para encontro com gigantes de tecnologia

Participar do maior encontro das principais empresas internacionais de tecnologia em seu primeiro ano é um feito que poucas startups alcançam. O mérito é da brasileira ShopBack, multiplataforma para recaptura de usuários abandonados e retenção de clientes com remarketing por meio de Big Data, que estará no Web Summit 2015, entre 3 e 5 de novembro, em Dublin, na Irlanda.

A ShopBack se junta às “500 startups mais interessantes do mundo” segundo a Fortune – onde figuram Instagram, Uber e outras marcas internacionalmente conhecidas – ao se destacar com uma tecnologia inovadora de retargeting por comportamento via e-mail e Facebook. A plataforma permite aos e-commerces e empresas que atuam na Internet recuperar leads e transformá-los em receita, aumentando o retorno sobre investimento (ROI) em até 35%.

As etapas do processo seletivo para participar do Summit envolveram apresentação da startup e sua solução, divulgação dos números conquistados e três entrevistas por conferência. A ShopBack começou a atuar no mercado virtual brasileiro no início de 2015 e já tem em seu portfólio 140 grandes marcas de diversos segmentos, como Ambev, Centauro, Itaú, Tecnisa, Jeep, Pepsi, Ricardo Eletro, Localiza, HP, Viajanet. Ao todo, movimenta em sua plataforma cerca de R$ 600 milhões por mês.

“Essa é uma excelente oportunidade de mostrar para o público internacional como conseguimos trazer para o e-mail e rede social dos clientes, com baixo investimento e risco zero, uma tecnologia de retargeting utilizada por empresas como Google e Facebook”, afirma Isaac Ezra, diretor executivo da ShopBack.

Em três dias, o evento deve receber mais de 30 mil pessoas de 100 países. “O networking neste encontro será fundamental para cumprirmos nossa meta para 2016, de expandir para os mercados norte-americano e europeu”, completa Ezra.

Conheça as ferramentas da multiplataforma da ShopBack:

ShopTarget – A exclusiva tecnologia de Behavior E-mail

Retargeting – Retargeting por Comportamento consegue identificar o cliente pelo cruzamento de milhões de informações por segundo, somados ao histórico de navegação, permitindo a interação mais assertiva. Possibilita, ainda, o envio de e-mails com alerta de redução de preços e recomendação de produtos relevantes.

ShopSocial – Outra tecnologia exclusiva que permite a recuperação de carrinhos abandonados através das redes sociais dos usuários. Além de possibilitar uma comunicação mais próxima e direta com os clientes, é possível programar a exibição da mensagem no momento da tentativa de abandono, de acordo com a localização, durante inatividade ou qualquer outra ação.

ShopConvert – Retenção do usuário por meio de overlays dinâmicos e com recomendações ativados a partir do seu comportamento. É possível programar a exibição da mensagem no momento da tentativa de abandono, de acordo com a localização, durante inatividade ou qualquer outra ação, a fim de entender o motivo e incentivar uma interação.

ShopCart – Permite o envio de e-mails personalizados para clientes não logados após o carrinho abandonado.

ShopLead – Recupera leads desconhecidos, que não estavam logados nem forneceram informação, por meio de comportamento revelado por cookies de navegação e cruzamento de dados, para identificação e envio de mensagem de e-mail.

ShopAlert – Programa a exibição de alertas com informações relevantes ao cliente, como quantidade de estoque de produto, número de visitantes online e outros dados motivadores para recuperar compradores por impulso.

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Futurecom celebra 50 anos do Inatel

Pres. da Telebrasil e CEO do grupo Algar, Luis Alexandre Garcia, Dir. do Inatel, prof. Marcelo de Oliveira Marques, Ministro das Comunicações, André Figueiredo Lima, e o chairman do Futurecom, Laudalio Veiga Filho

Pres. da Telebrasil e CEO do grupo Algar, Luis Alexandre Garcia, Dir. do Inatel, prof. Marcelo de Oliveira Marques, Ministro das Comunicações, André Figueiredo Lima, e o chairman do Futurecom, Laudalio Veiga Filho

A importância do Inatel para o setor de tecnologia foi celebrada durante o maior evento de telecomunicações, tecnologia da informação e internet na América Latina, o Futurecom, com a realização de homenagens e eventos especiais. O Instituto teve grande destaque na cerimônia de abertura, realizada no dia 26 de outubro, com a presença do diretor da instituição, o professor Marcelo de Oliveira Marques, na mesa oficial, ao lado das maiores autoridades do setor de telecomunicações e tecnologia do Brasil e da América Latina. “Foi uma honra representar toda a comunidade do Inatel em um evento de tamanha relevância para o setor de tecnologia. E a homenagem que recebemos coroa o trabalho e empenho de todos os nossos professores, colaboradores, alunos e ex-alunos, que representam tão bem o nome da nossa instituição no mercado”, afirmou Marcelo Marques.

O Inatel também recebeu uma placa comemorativa aos 50 anos, entregue pelo Ministro das Comunicações, André Peixoto Figueiredo Lima, pelo presidente da Telebrasil e CEO do grupo Algar, Luis Alexandre Garcia, e pelo chairman do Futurecom, Laudalio Veiga Filho, que parabenizou o Instituto durante seu pronunciamento. “Ao Inatel, a mais importante instituição de ensino privada do setor de tecnologia do Brasil, os nossos parabéns pela contribuição crescente nesses 50 anos formando milhares de engenheiros que contribuem para o progresso do setor”.

O Ministro das Comunicações visitou o stand do Inatel na feira e falou sobre a importância da instituição para o desenvolvimento das telecomunicações do Brasil e, especificamente, das pesquisas realizadas pelo Centro de Referência em Radiocomunicações (CRR) do Instituto, implantado este ano em parceria com o MiniCom, e que foram tema também da palestra do Inatel no Congresso do Futurecom. “O Inatel tem um papel importantíssimo e nós queremos que projetos como esse possam ser multiplicados para trazer mais exemplos de inovação tecnológica através da academia do nosso país”, afirmou André Figueiredo Lima.

O exemplo dessa integração do Inatel com o poder público, nas esferas municipal, estadual e federal, e com as empresas do setor foi tema de um painel especial realizado na noite de terça-feira, dia 27 de outubro, com a presença de grandes personalidades do setor de tecnologia – o Secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Maximiliano Salvadori Martinhão, o Ecosystem Director da Qualcomm, Dário Dal Piaz, a Vice-presidente de Estratégia e Marketing para Ericsson da América Latina, Carla Belitardo, e o Vice-diretor do Inatel e Pró-diretor de Graduação, professor Carlos Nazareth Motta Marins, além do ex-aluno do Inatel e consultor Marcius Vitale, que mediou o painel.

O rico debate expôs a importância da tríplice hélice – academia-empresa-governo – para o desenvolvimento tecnológico e econômico do país e os gargalos que precisam ser superados para que iniciativas como as que o Inatel tem com mais de duzentas empresas, e com o apoio do poder público, possam ser ampliadas e assim responder as necessidades da sociedade. “Por muito tempo se fez pesquisa no Brasil por ela própria, sem uma interação com o dia a dia das pessoas, das empresas. Isso traz resultado, mas a longo prazo. Nosso país não tem esse tempo todo. O melhor arranjo é sempre fazer pesquisa que tenha fundamento em alguma necessidade da sociedade. Isso o que o Inatel faz não é fácil de implementar no Brasil, mas traz resultado, gera emprego, renda, patentes”, disse Maximiliano Martinhão, que citou o exemplo do CRR que já está com dois pedidos de patentes encaminhados na área de fotônica.

O painel também destacou a necessidade do mercado de tecnologia por profissionais capacitados, com grande oferta de vagas em áreas específicas, e como as ações de parcerias como as do Inatel com a Ericsson e do Inatel e a Qualcomm, por exemplo, podem contribuir para a valorização do trabalho do profissional brasileiro. “As ações de PD&I desenvolvidas entre a Ericsson e o Inatel já foram exportadas para vários países da Europa, Américas e Ásia e que a intenção agora é exportar profissionais da América Latina para o mundo, afirmou a Vice-presidente de Estratégia e Marketing para Ericsson da América Latina, Carla Belitardo.

O diretor da Qualcomm, Dário Dal Piaz, explicou que o laboratório da Qualcomm com o Inatel iniciou os trabalhos, há cerca de quatro anos, com testes em aplicativos e atualmente desenvolve tecnologias que são utilizadas internacionalmente. “Hoje os aplicativos que a gente desenvolve junto com o Inatel tem milhões de usuários em telefones do mundo inteiro, fazem parte do portfólio global de oferta da Qualcomm”. Dal Piaz salientou que a excelência da formação que o Inatel oferece aos alunos contribui para os excelentes resultados em projetos da tríplice hélice. “O país tem deficiência de gente, de pesquisa, de conhecimento e precisamos de Instituto como o Inatel que ensina na prática. O aluno vê a tecnologia sendo aplicada e é chamado a participar dessa revolução”, completou Dário.

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No Brasil, quase metade dos usuários já tiveram a tela do smartphone estilhaçada, segundo pesquisa da Motorola

É comum deixar smartphones cair no chão. Tão comum que 48% dos brasileiros que têm smartphones, entrevistados em uma pesquisa mundial feita pela Motorola, relataram que já tiveram a tela trincada ou estilhaçada. E do total de pessoas pesquisadas que têm este tipo de aparelho no País, 28% continuaram usando o aparelho mesmo com a tela quebrada, e 20% responderam que já tiveram a tela quebrada mais de uma vez. Ainda entre os brasileiros, 76% afirmam que continuam usando o celular, mesmo com dificuldade de enxergar o que está escrito na tela.

Esses são alguns dados apontados no estudo, que contou com a participação de 6.019 adultos com mais de 18 anos, feito entre 29 de setembro e 9 de outubro, em seis países: Brasil, México, EUA, China, Reino Unido e Índia, pela empresa KRC Research.

O material apurado revela ainda que metade dos entrevistados, em todos os países, teve a tela quebrada após o celular escorregar de suas mãos. Nos EUA, o índice é de 54%. Na sequência, vêm: Brasil, com 51%; Índia, México e Reino Unido, com 50%; e China, com 46%. Os brasileiros, ao passar pela situação de deixarem seus smartphones caírem, disseram que ficaram: frustrados (53%), com medo (34%) e ansiosos (19%).

Outros fatores também são responsáveis pelas quebras. Entre os brasileiros que responderam à pesquisa e donos de smartphones, 32% disseram que o aparelho caiu, quando se levantavam, pois não perceberam que ele estava no colo. Além disso, 24% apontaram que a tela se quebrou quando o smartphone caiu do bolso.

Quatro entre dez usuários (42%), dizem que o principal obstáculo para arrumar a tela é o preço, com 49% na China, 48% no Brasil, 45% no Reino Unido, 43% nos Estados Unidos, 37% na Índia e 34% no México. O segundo maior obstáculo é encontrar alguém que faça o serviço, segundo 30% dos entrevistados globais. No México, esse índice é de 44%; no Brasil, de 34%; na Índia, 30%; China, 23%; Reino Unido; 22%; e EUA, 21%.

A tela quebrada foi responsável por machucar alguns usuários. No entanto, 23% dos entrevistados continuaram usando o aparelho mesmo após ter cortado os dedos em uma tela quebrada ou estilhaçada. A Índia é o país com o maior índice desse aspecto, com 36%; os EUA registram 27%; China, 20%; Reino Unido, 19%; Brasil, 19%; e México, 15%.

O estudo também mostra o tempo que os brasileiros demoram para arrumar a tela quando ela se quebra. Pouco mais de 31% dos brasileiros revelaram ter levado menos de uma semana para consertar o aparelho, e 52% levaram até duas semanas para reparar o dano.

As selfies também são um fator de risco para a quebra de tela entre muitos consumidores. Quase um em cada dez pesquisados (7%) teve a tela danificada enquanto tentava tirar fotos de si mesmo. Os indianos são os que mais sofrem com essa questão: 14% administram terem quebrado suas telas fazendo uma selfie; já os chineses têm 7%; os brasileiros, 6%; mexicanos, 5%; americanos, 4%; e ingleses, 3%.

Em alguns casos, a preocupação com o estado do smartphone supera até mesmo a estética. Para um a cada vinte entrevistados, é preferível uma espinha gigante na testa a ter a tela quebrada. Os chineses são os mais preocupados com essa questão, fundamental para 29% dos usuários; seguidos pelos brasileiros, com 20%; indianos, 17%; ingleses, 15%; americanos, 14%; e mexicanos, 19%.

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Rede Transamérica de Hotéis integra seus negócios com CRM Online

Atenta aos movimentos do mercado, a Rede Transamérica de Hotéis vinha investindo em aplicativos em nuvem, aproveitando as vantagens proporcionadas por esse tipo de plataforma, há algum tempo. Apesar de já ser beneficiada com redução de custos em infraestrutura e elasticidade para adoção de novas tecnologias, a corporação percebeu o momento de focar e integrar todas suas operações, garantindo assim uma visão 360 graus dos seus clientes. Para por a ideia em prática, a Rede adotou o CRM Online com a Processor.

Segundo o Gerente de Projetos da Rede Transamérica de Hotéis, Wagner Rustiguella, a escolha por um CRM em nuvem foi o processo natural. “Foi o momento ideal para testar o uso dessa solução em nuvem. Avaliamos a aderência à nossa plataforma e fizemos uma implantação 100% nativa, gerando ótimos resultados para a operação”, conta.

Comunicação de hotéis foi otimizada

Com o CRM Online e a consultoria da Processor a Rede obteve uma grande melhora na integração dos negócios de suas três unidades: o Hotel Transamérica São Paulo, o Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba e o Transamérica Hospitality Group. “As três operações possuem agora uma visão unificada de todos os clientes do Grupo, mas, ao mesmo tempo, existe a independência de hierarquia nas ações a serem tomadas”, explica a supervisora de Projetos de Soluções da Processor, Sandra Salafia.

Funcionalidades

Com o CRM Online e com os serviços da equipe Processor o empreendimento passou a contar com dashboard de vendas – com visão de 30, 60 e 90 dias, separados por produtos; o cross-selling de vendas com ciclo completo, desde a prospecção, passando por oportunidades e aprovação de propostas, a geração automática de propostas comerciais, o controle de ocorrência e o gerenciamento de eventos e recursos. O próximo passo da Rede é a utilização das ferramentas de MDM e Social.

A solução possibilitou, ainda, a integração total com o PMS (Sistema de Gestão Hoteleira) dos Hotéis Transamérica, tornando a plataforma ainda mais conectada com os processos da organização. “O Microsoft Dynamics é uma plataforma flexível, escalável e com uma interface amigável e conhecida. Isso gerou facilidades no planejamento da agenda de atividades, além de melhorar o desempenho da nossa força de venda”, acrescenta Rustiguella.

O Gerente de Projetos da Rede Transamérica de Hotéis destaca também a relação com a Processor durante o projeto. “A Processor foi uma grande parceira, contribuindo muito com o sucesso do projeto. O conhecimento do produto e o apoio foram fundamentais para o sucesso que tivemos”, salienta.

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Reino Unido quer atrair empresas brasileiras

Durante uma semana, executivos de 14 companhias nacionais participaram de workshops, encontros de relacionamento e visitaram grandes centros de negócios para abertura de suas empresas no Reino Unido

Executivos de 14 empresas brasileiras –acabam de voltar de uma viagem de uma semana ao Reino Unido, onde participaram de palestras, workshops, encontros de relacionamento e visitas a grandes centros de negócios na Grã Bretanha, Escócia e Irlanda.

De 19 a 23 de outubro, empresas dos setores de TI, Serviços Profissionais, Indústrias Criativas e Alimentos e Bebidas, conheceram em detalhes o mercado britânico e tiveram a oportunidade de avaliar os desafios e oportunidades de expansão de seus negócios para entrada no mercado europeu e global.

Promovida pela Missão Diplomática Britânica no Brasil, por meio do UK Trade & Investment (UKTI), a viagem teve como objetivo incentivar a internacionalização de empresas brasileiras para o Reino Unido.
“Considerado o principal destino de investimentos diretos na Europa, o Reino Unido está sempre aberto para negócios”, destaca Raquel Kibrit, gerente de investimentos do governo britânico. Segundo ela, as empresas brasileiras têm mostrado cada vez mais interesse no país por conta do ambiente favorável para negócios, pelo dinamismo da economia e pelas conexões globais. No ano passado, 20 empresas nacionais receberam apoio do UKTI para estabelecer operações em solo britânico – o dobro em relação ao ano anterior. Atualmente existem 78 empresas brasileiras atuando no Reino Unido.

A área de investimentos do UK Trade and Investment realiza 2 missões por ano, uma no primeiro semestre para a London Technology Week e uma no segundo semestre, para empresas de todos os setores. Entre 15-30 empresários brasileiros participam das missões e 30% escolhem o Reino Unido como plataforma global de negócios.

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O cenário logístico em 2015

Por Victor Simas*

O final do ano está se aproximando e é incrível como o tempo passou tão depressa. Em 2015, tivemos feriados generosos, trabalho intenso e um início de período recessivo que tirou o sono de muitos trabalhadores e companhias no Brasil e no mundo.

Apesar desse cenário, o setor de logística conseguiu executar suas tarefas com empenho, e o saldo da conta foi positivo. O ano de 2015 foi desafiador e próspero para a área. Obviamente, chegamos lá graças a muito trabalho, conhecimento e total aproveitamento de nossas expertises, inovações e times comprometidos.

Creio também que o sucesso deste ano seja fruto de um pensamento cada vez mais amadurecido dos profissionais do setor, no qual a logística é utilizada como canal propulsor para alavancar a qualidade dos serviços em nossas empresas e para nossos parceiros de negócios. Além disso, com o alto nível de exigência desses clientes e, claro, a busca por resultados, o trabalho é desenvolvido com extrema maestria, de forma a evitar possíveis falhas e custos desnecessários.

Tarefa essa nada fácil. Minimizar erros foi, sem dúvida, o trunfo do setor em 2015. Mesmo com um cenário econômico adverso percebemos muitos investimentos – principalmente em parques logísticos e novos centros de distribuição. Visualizamos também projetos interessantes de integração entre empresa e cliente. Para isso, o uso da tecnologia foi essencial, algo que deve ser amplamente aprimorado para os próximos anos e irá auxiliar muito na evolução da nossa prática logística atual.

Os sistemas tecnológicos são de extrema relevância para a mensuração de resultados, por exemplo, além de melhorar o processamento dos pedidos para quem faz e-commerce, otimizar os controles de pagamentos, o compartilhamento de informações em tempo real, a melhoria continua na gestão de frotas, entre outros.

Outro fator que deixa as expectativas de crescimento do setor cada vez mais concretas é a ampliação do número de profissionais capacitados, cientes de técnicas e com bons pilares de ensino da área da logística e transporte. Esse claramente é um reflexo da tomada de consciência de quem milita no setor e sabe que os desafios só serão superados com conhecimento. Por isso, estão sempre buscando novos talentos e líderes motivadores para colocar em prática novas tecnologias para a implementação de novos projetos.

Não podemos esquecer que os investimentos devem andar junto com a preocupação ambiental, afinal, muitas atividades tem impactos direto no meio ambiente. É interessante ver que muitas empresas já enraizaram em suas estruturas o pensamento sustentável, que não só gera valor comercial e institucional, mas também possibilita a diminuição nos custos de alguns insumos.

É também ótimo saber que as empresas tenham sentido a necessidade e executado investimentos num período de crise, uma vez que é neste exato momento que nós, distribuidores e operadores logísticos, temos que elevar nossa qualidade para agregar valor aos nossos parceiros. O compromisso para 2016 é continuar seguindo essa trajetória, em que a logística é a alma do negócio. Trabalharemos juntos para fortalecer cada ação que possibilite a esse setor um futuro de evolução.

*Victor Simas é presidente da Confenar (Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição).

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Globalweb amplia parceria com Lenovo

A Globalweb Corp, um dos maiores grupos de tecnologia da informação do país, acaba de ampliar parceria com a Lenovo para a comercialização de produtos da linha System X, que contempla servidores, storages e acessórios.
Parceiras desde 2014, a comercialização dos produtos da Lenovo pela Globalweb Corp limitava-se a vendas de PCs, segmento do qual a fabricante é líder mundial. Entretanto, desde o ano passado a companhia vem expandindo sua atuação no mercado, oferecendo soluções corporativas completas para empresas de diversos portes. Com isso, vem buscando parceiros para distribuir suas novas soluções no país.

A aliança com a Globalweb Corp, portanto, possibilita a ampliação do portfólio da marca no segmento de servidores no mercado nacional. “A Globalweb Corp está presente nas grandes companhias do país, provendo serviços como service desk, operação e gerenciamento de data center, centrais de monitoramento, centrais de comando e controle, tem conhecimento de mercado e está preparada para ofertar nossas soluções. Essa parceria fortalece o nome da Lenovo no Brasil e para nós é uma oportunidade de expandir nossa atuação no país”, diz Adriano Bolzani, diretor de Enterprise Business Group da Lenovo Brasil.

Para Renato Panessa, VP de Plataformas e Serviços Tecnológicos da Globalweb Corp, a extensão dessa aliança com um dos maiores fabricantes de servidores no mundo, fortifica o papel da companhia como fornecedor de soluções poderosas de tecnologia. “A Lenovo está em constante crescimento com a fabricação de dispositivos móveis e servidores, contar com os produtos de um dos maiores players do mercado nos dá a possiblidade de atender projetos complexos e arrojados com necessidades distintas”.

O negócio, que foi fechado recentemente, aumenta a capilaridade do portfólio de soluções da Globalweb. Com a parceria a empresa pretende expandir as vendas de produtos da marca em 100%.

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TOTVS cresce receita e lucro líquido no 3T15

A TOTVS S.A (BMF&FBOVESPA: TOTS3), líder no desenvolvimento de soluções de negócio na América Latina, anuncia hoje os resultados financeiros referentes ao terceiro trimestre de 2015 (3T15). No período, as receitas recorrentes continuaram a ser o principal fator de crescimento, com destaque para a receita de subscrição, na qual o cliente paga por uma assinatura mensal.

A modalidade, que vem ganhando relevância junto às pequenas e médias empresas, registrou crescimento de 19,5% em comparação ao 3T14 e somou R$ 33,2 milhões. Nos últimos 12 meses, a receita de subscrição totalizou R$ 124,6 milhões.

Esse aumento se deu pela maior participação das vendas no modelo TOTVS Intera, modalidade de contratação de software por assinatura mensal que oferece aos clientes o acesso pleno a todos os sistemas de gestão e verticais da companhia e à plataforma de produtividade e colaboração (fluig). Baseada em Cloud, a subscrição inclui a disponibilização de todas as evoluções tecnológicas, sistêmicas e legais das soluções, além do suporte técnico e todo o conteúdo de Educação a Distância TOTVS de maneira ilimitada.

Registrando crescimento de 6,5% acima do 3T14, a receita recorrente somou R$ 286,3 milhões no período, desse total, 91% são receitas recorrentes de software. No acumulado dos últimos 12 meses (12M-3T15) a receita recorrente totalizou R$ 1,1 bilhão.

A receita líquida somou R$ 464,5 milhões, um crescimento de 4,2% se comparado ao mesmo trimestre do ano anterior e de 2,9% frente ao trimestre anterior (2T15). No acumulado dos últimos 12 meses (12M-3T15), o valor da receita foi de R$ 1,8 bilhão, 4,7% acima do mesmo período de 2014.

No 3T15, a TOTVS registrou crescimento de 5,3% no lucro líquido, em comparação ao 3T14, totalizando R$ 71,7 milhões. No acumulado dos 12 meses, o lucro líquido soma R$ 272,1 milhões.

A companhia fechou o terceiro trimestre com R$ 833,5 milhões em caixa, com uma geração operacional de R$ 93,3 milhões, correspondente a 130% do lucro líquido do trimestre.

“Apesar de todo o cenário econômico e político incerto, crescemos em receita, lucro líquido e posição de caixa neste trimestre. Continuamos a acreditar que o Brasil é um país com muitas oportunidades de negócio. Hoje, somos o sétimo mercado consumidor do mundo, podendo ser o quinto nos próximos anos. O país ainda registra uma baixa penetração de tecnologia em relação ao PIB, especialmente se comparado a países desenvolvidos e, principalmente, no mercado de pequenas e médias empresas, o que mostra o tamanho dessa oportunidade. Acredito que a TOTVS é a empresa mais bem posicionada no seu setor para capturar esse futuro crescimento. Afinal, não somos apenas uma desenvolvedora de software, mas sim uma companhia de soluções de negócio, com um portfólio abrangente e focada em resolver problemas de negócio dos nossos clientes e torná-los cada vez mais eficientes e competitivos”, destaca Rodrigo Kede, presidente da TOTVS.

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Com aquisição da SOFtran, Senior investe em softwares para gerenciamento de transportes

Referência nacional no desenvolvimento de softwares para gestão, a Senior anuncia a aquisição da SOFtran, empresa reconhecida como uma das melhores soluções direcionadas a transporte de carga, logística e frotistas. A estratégia faz parte do planejamento estratégico da Senior de crescimento por meio de aquisições e completa o portfólio logístico da companhia.

A SOFtran fortalece os negócios da Senior ao permitir o fornecimento de sistemas de gestão em transporte cada vez mais integrados. “Ao complementar nossas soluções, podemos atender ainda mais as demandas de nossos clientes com projetos capazes de reduzir custos operacionais e promover o ganho de produtividade. A aquisição deverá, ainda, intensificar nossa presença em um dos segmentos mais exigentes do cenário nacional”, diz Carlênio Castelo Branco, CEO da Senior, reforçando o compromisso em manter os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, assim como na gestão de pessoas e na qualidade das soluções.

A SOFtran deverá fechar o ano de 2015 com um faturamento de R$ 6 milhões e, de acordo com o executivo, a força e a capilaridade da Senior, com mais de 100 canais de distribuição em todo o território nacional, deverá fazer com que as soluções da SOFtran ganhem alcance e contribuam com a competitividade das empresas brasileiras.

No mercado há 21 anos, e com aproximadamente 70 colaboradores, a SOFftran está localizada em Joinville/SC, atende todo o território brasileiro e gerencia mais de 18 mil usuários online todos dias. A companhia atende os setores de carga fracionada, e-commerce, retalhista, química, granel, carga seca, e milk run. “Passamos a oferecer, dessa forma, soluções com redução de custos ainda mais fortes, sem comprometer processos em compliance. “Inclusive, esse é um ponto levado muito a sério por ambas as empresas. Todas as preocupações com as exigências legais podem ser tranquilamente delegadas aos sistemas, já configurados com as mais atuais orientações do Governo”, complementa o diretor de Marketing e Produto da Senior, Alencar Berwanger.

Segundo ele, deter a tecnologia para monitorar mais de 15 mil veículos em trânsito e emitir mais de 1,3 milhão de conhecimento de transporte por mês, aliado às soluções já oferecidas, coloca a Senior em uma posição de grande vantagem em relação a todos os demais fornecedores de softwares no segmento de transporte de cargas e logística. “Estamos aptos a atuar na gestão administrativa e em toda a cadeia de negócio dessas empresas, incluindo soluções em cloud computing e segurança da informação”, reforça Berwanger.

Há cerca de um ano a Senior adquiriu a Sythex, líder em WMS (Warehouse Management System – ou gerenciamento de armazéns), por entender que logística é um dos mercados mais promissores no Brasil. A nova aquisição consolida a presença da companhia, tornando-a uma das mais completas fornecedora de softwares para o segmento. E os resultados do terceiro trimestre comprovam que a Senior está no caminho certo. A empresa apresentou crescimento de receita de 29% em relação ao mesmo período do ano passado, número que gerou um resultado de R$ 11 milhões. A margem EBITDA (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) no período foi de 24% e apresentou um crescimento de 95% frente o 3º trimestre de 2014.

Entre as melhores

Com os mais modernos certificados de qualidade do mercado, a SOFtran já foi eleita como uma das melhores para se trabalhar pelo instituto Great Place to Work e conta com seis clientes entre as 20 transportadoras mais lembradas do país, de acordo com o ranking Top do Transporte.

Sem divulgar o valor da operação, o presidente da companhia garante que esta aquisição deverá ajudar a Senior na conquista de uma nova gama de clientes. “Nossa responsabilidade é dar continuidade às soluções fornecidas com qualidade e pessoas engajadas, comprometidas e alinhadas aos valores de ambas as empresas”, acrescenta o CEO.

Além de alinhada aos segmentos estratégicos para os quais a Senior tem soluções aderentes, a escolha da SOFftran também considerou as grandes semelhanças entre as duas empresas. “Ambas as companhias contam com clientes que depositam grande confiança nas soluções oferecidas e no relacionamento praticado. Essas características são reforçadas pelo profundo conhecimento técnico das pessoas envolvidas nas soluções, assim como pelo forte investimento em pesquisa e desenvolvimento e na formação e aprimoramento das equipes”, afirma Castelo Branco.

“O mercado tem buscado soluções robustas que entreguem o prometido aliado à automação. É nesta linha que buscamos oferecer soluções cada vez mais completas e integradas dentro do que há de mais atual em processos de gestão”, conclui.

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5 maneiras de diminuir o estresse da sua equipe de TI

Por Cláudio Santos*

Os membros do departamento de TI estão expostos a bastante estresse, por conta dos grandes esforços que têm que fazer para cumprir metas de implementação dos sistemas e prazos apertados. Essa situação pode gerar alguns prêmios e adicionais por horas extras de trabalho, mas muitas vezes causa cansaço ou descontentamento.

Há algumas maneiras que o gestor pode fazer para diminuir o estresse de sua equipe de TI. São elas:

Dimensionar bem os esforços

Às vezes, os prazos se tornam apertados demais porque as atividades a serem desenvolvidas não foram bem dimensionadas pelo pessoal que está à frente do grupo de TI. Os requisitos de trabalho e a infraestrutura mandatória para fazer o projeto esperado precisam ser muito bem pesquisados, registrados e analisados. Isso diminui as chances de alterações do projeto original e retrabalho no futuro.

Priorizar a organização e o gerenciamento de tarefas

Com um cronograma em mãos e um gerenciamento efetivo de tarefas, toda a equipe vai saber a quantidade de coisas a serem feitas a cada dia e as metas a cumprir, sem que os afazeres se acumulem ou fiquem perdidos. Quebre os projetos em pequenos pedaços e priorize as tarefas urgentes ou mais relevantes do dia, concentre-se em dar passos controláveis, em vez de vislumbrar o projeto todo ao mesmo tempo. Programar os dias com antecedência agiliza a produtividade do grupo e mantém o foco.

Melhorar a comunicação

Compartilhe informações com os colaboradores, a fim de reduzir as dúvidas e as incertezas dos projetos. Defina claramente o papel de cada um e as respectivas responsabilidades e dê feedbacks pontuais sempre que necessário. Construa uma comunicação amigável, educada e eficiente.

Eliminar as interrupções improdutivas

Não é incomum que certos atrasos ocorram por causa de tomadores de tempo, como e-mails, telefonemas e reuniões pouco objetivas. Há muitas coisas que conspiram para que a equipe fique distraída.

Aceite as interrupções inevitáveis, para que o ambiente de trabalho não fique mecanizado, mas estabeleça critérios pré-definidos para responder e-mails e chamadas, por exemplo. Crie rotinas com intervalos específicos para tais situações.

Incentivar os intervalos

O cérebro e o corpo humano precisam de pausas pra recompor as energias. Porém, essa pausa não precisa ser imensa: apenas cinco minutos podem trazer benefícios para aliviar o estresse de momento.

O uso de ferramentas adequadas também facilita para todos. Com Google Apps for Work, é possível gerenciar suas mensagens pelo Gmail de forma prática e fácil, organizar tarefas e reuniões com o Google Agenda e, para quando a equipe não está completa, o Hangouts é uma excelente opção de videoconferência. O Google oferece uma gama de ferramentas para facilitar o dia a dia das empresas.

*Cláudio Santos (claudio.santos@santodigital.com.br) é CEO da Santo Digital, maior revenda do Google Apps for Work para PMEs da América Latina

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Fim da Lei do Bem pode antecipar período de compras de eletrônicos no País

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A Lei do Bem, conjunto de isenções fiscais para computadores pessoais, celulares, tablets, modens e roteadores, chega ao fim no dia 30 de novembro deste ano. Instituída em 2005, a lei garantia isenções que variam entre 3,65% e 9,25%, dependendo do sistema de tributação da empresa varejista. Com o fim das isenções e a alta variação cambial no ano – com o dólar superando os R$ 4 – a expectativa é de um aumento de no mínimo 10% nos preços de produtos eletrônicos já a partir do dia 1º de dezembro. Por conta disso, os consumidores brasileiros – que tradicionalmente utilizam o 13º salário para comprar um produto eletrônico ou trocar de computador – devem se programar e antecipar as compras para escapar da alta de preços.

“O que veremos neste ano é uma antecipação da temporada de compras do Natal. Por conta dos impostos que voltarão a vigorar em dezembro, recomendamos aos consumidores que antecipem as suas compras para aproveitar as melhores ofertas”, diz Américo Tomé, gerente de marketing da Intel. “Nossas pesquisas indicam que o interesse do consumidor brasileiro por eletrônicos continua alto e esse consumidor precisa agora redobrar a atenção na hora da compra para ter certeza de que está investindo de forma correta, em um produto que vai atender a todas as suas necessidades.”

A Black Friday, que tem marcado o início da temporada de compras de Natal, será a última oportunidade para o consumidor brasileiro adquirir um dispositivo antes da alta de preços. Os eletrônicos, e em especial os computadores, tablets e smartphones, tem estado no topo da preferência dos consumidores na data e este ano não deve ser diferente.

Economia de energia é destaque em novos computadores

“Quem trocar de computador até o dia 30 de novembro não só vai economizar no preço da máquina, mas também terá a possibilidade de adquirir um equipamento mais moderno e que utiliza menos energia elétrica, o que também vai causar um impacto positivo no bolso das famílias e das pequenas e médias empresas”, disse Tomé.

De acordo com o IBGE, no primeiro semestre de 2015 a conta de luz subiu em média 42% no Brasil, chegando a 75% em algumas regiões. O aumento drástico da conta de luz tem levado o consumidor a buscar alternativas para economizar energia elétrica e diminuir o impacto do aumento no orçamento doméstico. Trocar de computador pode ser uma das formas de economizar, visto que em média os Brasileiros passam até 9 horas por dia conectados à Internet. Um computador novo, equipado com um processador Intel de 5ª Geração, consome até 50% menos energia elétrica do que um computador com quatro anos de uso. Atualmente, mais de 40 milhões de computadores em atividade no Brasil possuem mais de 4 anos de uso. “Usar uma máquina ultrapassada, ainda que o usuário acredita ser boa o suficiente, é uma armadilha que na verdade levará esse consumidor a perder não só produtividade, mas também dinheiro. Esses são os consumidores que mais se beneficiarão de uma máquina nova, que vai aliar mais qualidade de vida, mais produtividade e também mais dinheiro no bolso no final do mês”, complementa Tomé.

Novos formatos aumentam as opções do consumidor

Nos últimos anos, diversos novos formatos de computadores se popularizaram, aumentando o leque de possibilidades na hora de escolher um novo dispositivo. Já é possível encontrar diversos modelos inovadores nas lojas brasileiras – os 2 em 1, que aliam a produtividade de um notebook com a praticidade de um tablet – até produtos em formato de pen drive que transformam qualquer televisão com uma entrada HDMI em um computador plenamente funcional.

Os notebooks 2 em 1 são os novos produtos que podem ser usados tanto como um notebook quanto como um tablet. Trazendo as funcionalidades do primeiro e a mobilidade do segundo, eles se adaptam às necessidades do usuário e trazem a experiência com maior praticidade possível.

Já os All-in-One são perfeitos para os que preferem trabalhar com telas maiores em locais fixos, trazendo todos os componentes junto do monitor, dispensando a torre e com muito menos fios que os desktops tradicionais. Desta forma, o usuário economiza espaço sem afetar a alta performance que ele procura, além, é claro, da elegância e beleza destes dispositivos.
Seguindo a linha de economia de espaço e ganho de performance, outra opção são os modelos da família NUC da Intel, que apresentam gabinetes com de tamanho reduzido, bem diferentes das torres grandes e cinzas que as pessoas estão acostumadas. Alguns NUCs têm um tamanho semelhante a um modem comum.

Já o Compute Stick é a mais recente novidade lançada pela Intel. Dentro de um corpo reduzido, que pode caber na palma da sua mão, está um dispositivo que transforma qualquer TV ou monitor com entrada HDMI em um computador funcional, com potência suficiente para executar as principais atividades de um dia-a-dia.
Diversos destes modelos já estão disponíveis no Brasil e podem ser adquiridos com as isenções fiscais trazidas pela Lei do Bem até dia 30 de novembro.

Guia de compras para o Natal

A Intel preparou um guia de produtos para ajudar o consumidor brasileiro a encontrar as melhores ofertas de eletrônicos no fim do ano e escapar do aumento dos preços, que acontece no dia 1º de dezembro com o fim da Lei do Bem. São produtos que atendem a todos os gostos e necessidades, em todas as faixas de preço.

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BT fornecerá conectividade a 18 mil lotéricas em todo o Brasil

BT Brasil venceu processo licitatório e firmou contrato de cinco anos de duração com a Caixa Econômica Federal, uma das maiores instituições financeiras da América Latina, para conectar seus centros de dados às casas lotéricas em todo o Brasil. Inicialmente os serviços cobrem as 14 mil conexões já existentes, número que poderá atingir a marca de 18 mil até o final do contrato. A BT vem fornecendo serviços de conectividade à Caixa há oito anos.

A BT provê conexões satelitais inclusive a casas lotéricas situadas em localidades remotas do país, onde elas também oferecem serviços bancários básicos à população local, incluindo o pagamento de benefícios de previdência social. Entre as lotéricas da Caixa conectadas pela BT estão os Caminhões da Sorte – que viajam pelo Brasil para realizar ao vivo os sorteios das loterias. A BT também conecta as agências-barco da Caixa, que servem a populações ribeirinhas da bacia amazônica.

A tecnologia VSAT (Very Small Aperture Terminal) foi mais uma vez a escolhida pela Caixa para sua rede, em razão do alto grau de disponibilidade, confiabilidade e resiliência dos serviços que a BT vem prestando com essa tecnologia. A BT desenvolveu uma abordagem inovadora para acelerar a instalação das conexões VSAT – que fazem parte do portfólio de serviços BT Connect – em regiões remotas.

No ano passado a BT duplicou as instalações de seu teleporto – que recebe o tráfego dos cliente utilizando conexões satelitais com links VSAT – para maximizar a disponibilidade de seus serviços, mesmo sob as condições climáticas mais severas. Em caso de degradação do link durante tempestades, o tráfego é imediatamente transferido da instalação principal, em Hortolândia, no estado de São Paulo, para seu “espelho” em Jaguariúna, também em São Paulo, sem afetar os serviços prestados ao cliente, que continuam a funcionar normalmente.

De acordo com Jorge Najera, diretor geral da BT no Brasil, “a infraestrutura de comunicação por satélite que possuímos na América Latina coloca a BT em uma posição de liderança no que toca a fornecer conexões de rede confiáveis em todo o território brasileiro. Estamos orgulhosos de contribuir para que a Caixa continue a crescer e ajudar o desenvolvimento das áreas mais carentes do Brasil, uma vez que suas loterias representam um papel importante no financiamento de projetos sociais e programas de educação e de saúde”.

Para George Washington, Superintendente de Operações e Suporte em TI da CAIXA, “a BT tem sido um parceiro confiável durante anos, atendendo e superando as exigências de uma rede que precisa estar sempre em operação, com extrema segurança.”

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Quem atua em projetos sabe como realizar o Gerenciamento de Stakeholders de maneira correta?

Devido à sua relevância para a Gestão de Projetos, o tema de Gerenciamento de Stakeholders foi recentemente incluso no PMBOK, porém, o aprofundamento e reflexão sobre as formas de relacionamento com os diversos stakeholders envolvidos é uma necessidade para os profissionais e empresas que atuam com projetos.
Pensando nisso, o 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos, que acontece nos dias 09, 10 e 11 de novembro de 2015, pretende abordar o tema na palestra ministrada por Luciano Salamacha, Doutor, PhD e Fundador do canal de vídeos corporativos Bosstech.

“Apresentarei uma metodologia inovadora e inédita em um evento de Gerenciamento de Projetos, com forte ênfase na aplicação prática e no desenvolvimento da carreira dos gerentes de projetos: a matriz Stakehand® e o método Ultravision®, que foram concebidos para auxiliar os gerentes de projetos a melhorar seu desempenho na gestão das partes envolvidas no projeto”, comenta Salamacha.

Segundo ele, a Matriz Stakehand® é uma poderosa metodologia para o alinhamento das expectativas pessoais tanto dos stakeholders quanto do próprio gerente de projetos. “Utilizando conceitos de neurociência voltada à gestão de pessoas e estratégia empresarial, a palestra vai apontar os caminhos que um gerente de projetos deve seguir pela aplicação do método. Sabe-se que grande parte do sucesso de um projeto está na capacidade que o gerente de projetos tem de se relacionar com os stakeholders. A matriz Stakehand® e o método Ultravision® surgiram justamente para preencher essa lacuna existente atualmente na qualificação dos profissionais envolvidos na gestão de projetos em suas diversas fases da carreira. Compreender o comportamento humano à luz da neurociência torna essa metodologia única e revolucionária, pois altera significativamente como as pessoas devem compreender a participação (ou não) dos stakeholders em um projeto”, conta.

Honrado em ter a oportunidade de participar do 14º Seminário, Salamacha conta que a participação no evento permite a ele disseminar ainda mais os métodos que desenvolveu para auxiliar os profissionais da área de Gerenciamento de Projetos. “Estar conectado com esse público e poder mostrar tudo que essas metodologias podem fazer por eles por si só já é um retorno incalculável, por isso, venham com a mente aberta e disposta a assimilar novas formas de desempenhar em seu dia a dia. Não só a minha, mas todas as palestras poderão colocar em questionamento vários padrões comportamentais já cristalizados na mente do participante. Logo, quanto mais disposto a aprender e aberto para novas ideias, mais proveitoso será o evento”, finaliza.

Serviço:

14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos

Local: Centro Fecomercio de Eventos
Rua Dr. Plinio Barreto, 285
Bela Vista – São Paulo – SP
Dias 09, 10 e 11 de novembro de 2015

Inscrições pelo site: http://sigp.org.br/seminario-2015/

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Peter Monkhouse, que comandou o PMI Global, é atração do Congresso Paranaense de Gerenciamento de Projetos

O canadense Peter Monkhouse foi a principal atração do CPGP 2015. Ele foi Chairman do PMI Global e, atualmente, dirige o PMI Educational Foundation. O Congresso Paranaense de Gerenciamento de Projetos aconteceu em Curitiba e foi realizado pelo PMI-PR. Saiba mais sobre o evento em reportagem do programa de tv Valor Agregado.

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Startup Farm fará encerramento da Futurecom

O encerramento da Futurecom, no dia 29 de outubro, será marcado pelo Startup Session, onde ocorrerá o demoday da Startup Farm com apresentação de 11 startups participantes na 13ª Edição do programa de aceleração, realizado em parceria com o Futurecom e apoio do CUBO, INSPER, IUGU e IBM.

A parceria Startup Farm e Futurecom proporciona aos participantes desta edição do programa a oportunidade de lançarem seus negócios em um dos maiores eventos de telecom, internet e tecnologia do mundo, gerando grande visibilidade e oportunidade de negócios para um público de cerca de 15 mil participantes. “Por meio da parceira com a Futurecom, criamos um ambiente único aos empreendedores: um programa de aceleração com exposição e o demoday dentro da maior feira do setor da América Latina”, comenta Alan Leite, CEO da Startup Farm. Com foco em internet of things, telecom e soluções baseadas em plataformas mobile, as startups passaram por um processo de cinco semanas para desenvolvimento acelerado de seus negócios, baseado em conteúdo e mentorias com investidores, empreendedores de sucesso, especialistas, acadêmicos e executivos com o intuito de aperfeiçoar seus negócios.

As empresas selecionadas para participar do Demo Day desta edição são:

o tourism
o Fhinck Business Solutions
o House of Work
o iaiNet
o jOEE
o Linked
o Offpackers
o PinHappy
o Unifica
o Workshift
o Yeahp!

“Mais uma vez superamos o número de finalistas no nosso demoday. Percebemos que isso é a combinação do amadurecimento dos empreendedores do nosso mercado com o programa, que fica mais sólido a cada edição”, explica Felipe Matos, fundador da Startup Farm.

Neste demoday, além da apresentação das startups finalistas, as startups One Cloud e Telepon se apresentarão como cases de sucesso de edições anteriores. O evento ainda terá como keynote speaker Carlos André Montenegro, empreendedor que criou a Sack’s (que foi vendida para a SEPHORA) e sócio-investidor da Startup Farm Investimentos S/A, empresa criada para investir nas startups aceleradas.

Serviço:

Startup Sesion – Futurecom 2015

Quando: 29 de outubro, às 14h
Onde: Transamérica Expo Center, Pavilhão D – Auditório Colômbia
Mais informações: www.futurecom.com.br/startup-session/pt e www.startupfarm.com.br

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IBM Brasil anuncia o THINKLab, um novo ambiente de pesquisa e inovação para clientes da América Latina

No ano em que completa 5 anos de operação no País, o Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil inaugura o THINKLab, um ambiente de inovação aberta e colaborativa em que as empresas clientes irão trabalhar diretamente com os cientistas da IBM para resolver problemas complexos, identificar necessidades específicas de seu segmento e desenvolver novas tecnologias ou novos modelos de negócios.

Localizado na sede da IBM, em São Paulo, o THINKLab do Brasil é o primeiro na América Latina. As soluções geradas utilizam abordagens e tecnologias criadas pelos laboratórios de pesquisa da IBM ao redor do mundo, incluindo o Brasil. Grande parte delas, à medida em que é testada no mercado com sucesso, será disponibilizada no Bluemix – a plataforma de desenvolvimento na nuvem da IBM com acesso livre e gratuito a desenvolvedores.

A metodologia do THINKLab foi projetada para acelerar a criação de inovações que atendam às necessidades específicas das companhias – como otimização de logística e operações, transformação digital, entre outras. Equipes multidisciplinares trabalham lado a lado para analisar conjuntos de dados, conduzir pesquisas, traçar abordagens e testá-las no mercado. O feedback do mercado em tempo real permite que as equipes explorem e combinem novas tecnologias em uma única solução integrada para superar desafios e, assim, atingir os objetivos do seu negócio.

“O THINKLab será um espaço para as empresas terem uma experiência única, com pesquisadores especializados e focados em resolver problemas ou identificar novas possibilidades para inovar. Sempre atuamos alinhados às necessidades do mercado e da sociedade, mas, agora iremos acelerar expressivamente o processo de desenvolvimento de novas tecnologias e modelos de negócio junto às empresas da região”, afirma Ulisses Mello, diretor do Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil.

Mundialmente, nos últimos três anos, a IBM investiu US$ 19 bilhões em Pesquisa e Desenvolvimento, uma média US$ 6 bilhões por ano. Em 2014, o negócio de venda e licenciamento de propriedade intelectual, principalmente em patentes, gerou US$ 742 milhões de lucro para a IBM. Há 22 anos consecutivos, a companhia é líder em registro de patentes nos Estados Unidos. Em 2014, teve 7.534 patentes concedidas – média de 20 conquistas por dia.

Balanço: cinco anos de Pesquisa da IBM no Brasil

Em 2015, o Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil completa cinco anos de operação no País. Além de contribuírem para o desenvolvimento da inovação, os trabalhos dos pesquisadores brasileiros têm sido fundamentais para gerar uma nova experiência aos clientes da IBM em todo o mundo. Já são mais de 140 solicitações de patentes desenvolvidas localmente e submetidas ao United States Patent and Trademark Office (USPTO), mais de 260 artigos científicos publicados e 20 prêmios conquistados.

O IBM Research Brasil conta com duas unidades, uma na cidade do Rio de Janeiro e outra em São Paulo, que trabalham com foco em três áreas:

• Gestão Inteligente de Recursos Naturais: petróleo & gás, mineração e agricultura;

• Computação Cognitiva: ênfase em análise de dados sociais, big-data e visual analytics & insights;

• Ciência & Tecnologia para Aplicações Industriais: foco em recursos naturais, ciências da vida e analytics para Internet das Coisas.

Outra importante missão do Laboratório é ajudar e colaborar com o desenvolvimento acadêmico local. Nestes cinco anos, foram concedidas bolsas de estudo para universidades do País realizarem pesquisas locais independentes. O Laboratório também possui parceria com o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) para desenvolvimento de códigos abertos em softwares, por meio do programa Open Collaborative Research, e com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para desenvolvimento de tecnologias por meio do programa Shared University Research.

O time brasileiro trabalha em cooperação com projetos de pesquisa da IBM ao redor do mundo. Tanto as tecnologias quanto os cientistas do Brasil podem ser alocados em projetos de outras localidades. É o caso do Jefferson Project. Pesquisadores da IBM Brasil ajudaram a criar um modelo matemático para medir a quantidade e o trajeto do sal que é despejado no inverno em estradas ao redor de um importante lago turístico no Estado de Nova York, o George Lake. O projeto visa criar um modelo tecnológico de Internet das Coisas para entender o impacto de agentes poluentes e atuar com medidas para preservação e recuperação de águas doces.

Cases brasileiros do Laboratório

• Watson em português – O sistema de computação cognitiva da IBM, o Watson, está aprendendo o idioma brasileiro. Ele é capaz de processar grandes quantidades de dados e, quanto mais interage e recebe informações, mais aprende e é capaz de gerar hipóteses. O Watson já oferece 28 serviços na nuvem.

• Computação Cognitiva em recursos naturais – O Laboratório trabalha em uma plataforma de software capaz de integrar múltiplos sistemas cognitivos para a descoberta, exploração e produção de recursos naturais. Para isso, a IBM recebeu 10 bolsas de estudo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para pós-doutores, além de projetos com parceiros da indústria de Óleo & Gás.

• Social Trending Analytics – Os pesquisadores da IBM Brasil desenvolveram sofisticados algoritmos para analisar, em tempo real, grandes volumes de postagens nas redes sociais sobre um determinado tema. Ele foi testado na Copa do Mundo – ocasião em que foram analisados 58 milhões de posts durante os 64 jogos do mundial.

• Plataforma de Aplicação móvel MAF – A tecnologia Mobile Aplication Fabric (MAF) é uma plataforma de desenvolvimento de aplicações de georeferenciamento baseada no IBM Worklight Foundation. Permite a criação rápida de aplicações móveis para crowdsourcing. O MAF já foi utilizado para dois projetos: o Rota Acessível, com a AACD, e o Água Viva, com o Instituto Cidade Democrática.

• Simulador de Nanotecnologia na Recuperação de Petróleo Aprimorada (EOR) – Uma das áreas foco do Laboratório é utilizar a nanotecnologia nos desafios das indústrias de petróleo&gás e saúde. A pesquisa pode ajudar a aumentar as taxas de recuperação de petróleo, que atualmente são de apenas 30%.

• Computação na Nuvem – A IBM Brasil foi selecionada pela FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) para desenvolver dentro do Brasil uma tecnologia pioneira para oferecer serviços de computação de alto desempenho na nuvem. O objetivo é criar um software para auxiliar empresas de diversos portes e setores a executar suas aplicações e serviços que demandam alto poder computacional de uma maneira mais automatizada e barata que as soluções existentes.

• Tecnologia para saúde – A detecção de uma doença e seu monitoramento, muitas vezes, requer uma análise em diferentes laboratórios e com sofisticados equipamentos. As amostras são processadas longe do local de tratamento, o que torna a sua análise cara e demorada. O Laboratório atua no desenvolvimento de sistemas de diagnóstico com chips de microfluidos descartáveis que permitem um simples e rápido diagnóstico e análise de contaminação.

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Novo aplicativo SP Sem Carro orienta deslocamento com diferentes modais pela cidade de São Paulo

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App para quem não faz uso do automóvel oferece trajetos para ir ao destino a pé, de bike, metrô, ônibus, trem e táxi. Lançamento ocorrerá em conferência do urbanista colombiano Ricardo Montezuma

O projeto “Como Viver em São Paulo Sem Carro” e o Instituto de Engenharia lançam na próxima quarta-feira (28) o aplicativo SP Sem Carro. A ferramenta orienta o deslocamento pela cidade de São Paulo por meio de diversos modais, como a pé, de bicicleta, ônibus, metrô e táxi, para os quais apresenta estimativa precisa de tarifa. É uma opção útil para quem não faz uso do automóvel, calculando tempo de deslocamento e caminhos diferentes daqueles indicados por outros aplicativos para os veículos particulares.

O aplicativo SP Sem Carro foi desenhado para ser usado em smartphones com o objetivo de oferecer opções de roteiro e tempo de deslocamento em modais alternativos ao carro. O sistema de georreferenciamento do aparelho encontra a localização do usuário, se essa for a sua origem; ao digitar o seu destino, o sistema vai encontrar as melhores rotas e definir o tempo de viagem para cada opção de modal. Para os transportes pagos (Metrô, CPTM ou táxi) ele apresenta o custo.

Concebido pela Santa Clara Ideias e pela produtora Mustaxe, o app SP Sem Carro será disponibilizado a partir de quarta-feira inicialmente em versão MVP para iOS (aparelhos da Apple) – sigla em inglês que quer dizer uma edição básica que permite aos usuários experimentarem o produto e, de forma colaborativa, apresentarem sugestões de melhoria. Em breve será lançada a versão para aparelhos com o sistema Android. E regularmente o SP Sem Carro incorporará novas funcionalidades, algumas já em produção.

A qualidade irregular do transporte público e descoordenação entre os diferentes níveis de governo sobre o tema mobilidade dificultam a vida de quem quer escapar do uso do automóvel, que as pesquisas mostram que é o caso de um número crescente de pessoas. Esse desafio é comum a outras grandes cidades da América Latina. O app SP Sem Carro é uma iniciativa para tornar mais fácil a opção por evitar o automóvel.

O lançamento do aplicativo ocorrerá após a conferência do urbanista colombiano Ricardo Montezuma, que participou da reorganização do transporte público de Bogotá, cidade com população de aproximadamente 8 milhões de habitantes. A capital da Colômbia é considerada modelo para metrópoles de todo o planeta. Quatro debatedores vão comentar a conferência: Ana Odila de Souza, diretora da SPTrans (responsável pelo sistema de ônibus da cidade de São Paulo); Ivan Whately (Metrô, engenheiro, Instituto de Engenharia); Daniel Guth (ciclista, Ciclocidade) e José Ignácio Sequeira de Almeida (Associação Brasileira de Pedestres).

O evento, que tem apoio da agência GIG, ocorrerá a partir das 9h30 desta quarta-feira, na sede do Instituto de Engenharia de São Paulo, na Vila Mariana, próximo ao Parque do Ibirapuera.

Saiba Mais:

RICARDO MONTEZUMA é arquiteto e urbanista. Doutor em Urbanismo e Mobilidade pela Escola Nacional de Pontes e Estradas de Paris. É especialista em sustentabilidade e humanização de cidades. É fundador da ONG Cidade Humana, criada em 2001. Foi assessor da Prefeitura de Bogotá nas administrações dos prefeito Antanas Mokus, que iniciou a implantação do sistema de transportes públicos BRT “Transmilênio”.

COMO VIVER EM SÃO PAULO SEM CARRO é uma iniciativa idealizada pelo engenheiro Alexandre Lafer Frankel em parceria com o jornalista Leão Serva com o objetivo de impactar a mobilidade dos paulistanos. Desde 2012, já lançou três guias com depoimentos de paulistanos que abandonaram o carro e pesquisas e reportagens sobre a mobilidade alternativa na cidade. A comunidade no Facebook tem 117 mil seguidores que se anteciparam à tendência de redução das viagens com automóvel na cidade.

Serviço:
Lançamento do app São Paulo Sem Carro e conferência de Ricardo Montezuma
28/10, às 9h30, no Instituto de Engenharia.
Av. Dr. Dante Pazzanezze, 120, Vila Mariana

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Nuvem Shop recebe novo investimento da Kaszek Ventures

A Nuvem Shop, maior provedora de soluções de comércio eletrônico para pequenas e médias empresas da América Latina acaba de receber uma nova rodada de investimentos da KaszeK Venture.

“Na Nuvem Shop, encontramos uma empresa criativa e extremamente sólida, com um produto de classe mundial”, declarou Nicolas Szekasy, sócio e cofundador da KaszeK Ventures. “Estamos impressionados pela forma como os clientes Nuvem podem se beneficiar com a plataforma e aumentar seus níveis de vendas. As PMEs com presença online estão se tornando grandes jogadores do comércio eletrônico em muito pouco tempo ao usar a tecnologia Nuvem Shop. Nós estamos muito entusiasmados com o futuro da Nuvem e estamos ansiosos para trabalhar com eles nesta nova fase de crescimento “.

A Nuvem Shop usará os fundos de investimento para continuar a desenvolver a sua plataforma, adicionar novas funcionalidades e ferramentas integradas, aumentando as vendas e melhorando a experiência do comprador em todos os canais. O aporte também vai financiar a expansão regional da empresa, aumentar sua participação e liderança no mercado brasileiro. “Estamos muito animados em unir forças com a equipe KaszeK. Além do investimento, eles estão trazendo a sua experiência única para a empresa”, diz Santiago Sosa, diretor executivo da Nuvem Shop. “Esse investimento vai permitir à empresa acelerar os ciclos de inovação, trazer novas funcionalidades disruptivas, melhorias para o mercado, e aumentar as vendas on-line de nossos clientes”.

A Nuvem Shop é uma solução tecnológica que permite que comerciantes e empreendedores criem sua loja online em minutos e realizem o sonho de ter o próprio negócio de forma simples, rápida e financeiramente acessível. As lojas da Nuvem Shop tem um custo de manutenção que varia entre 29 e 199 ao mês, são customizáveis de acordo com a preferência de cada cliente e possuem ferramentas de marketing online, integração com meios de pagamentos (PegSeguro, Cielo, Paypal, etc) e correios. Ainda contam com conexão a redes sociais a outros sites de compra e venda, como o Mercado Livre, Bucapé e Google Shopping. A empresa também investiu em benefícios exclusivos, como uma universidade de e-commerce online com treinamentos e cursos gratuitos sobre administração, marketing digital, SEO e promoção de vendas. Outra inovação é o aplicativo mobile da marca, que permite a criação e o gerenciamento de uma loja online pelo celular de maneira gratuita.

A Nuvem Shop já havia recebido investimentos de Wenceslao Casares, Fabrice Grinda, Alec Oxenford, NXTP Labs e Trindade Investimentos. Desde 2012, quando chegou ao país, a Nuvem já criou 130 mil lojas virtuais. Parte dessas lojas são de varejistas dos mais variados setores que querem aumentar as vendas de suas lojas físicas e precisavam de um parceiro especializado em internet. Outra parte é de empresários que sequer tinham lojas físicas, mas queriam disponibilizar seus produtos para compradores ao redor do Brasil. Em comum, esses empresários encontraram na Nuvem Shop uma plataforma que descomplicou a vida e alavancou os negócios. Toda a gestão da loja virtual é feita pelo próprio lojista e, fundamentalmente, não é necessário ter conhecimentos técnicos sobre a plataforma. Os clientes também podem escolher entre uma variedade de aplicações e ferramentas de marketing on-line desenvolvidas por terceiros, e oferecidos na Nuvem Loja Market Place. Esses complementos oferecem outras opções de aumentar o desempenho das vendas e melhorar a experiência do consumidor.

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