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Concrete Show começa amanhã em São Paulo

Acontece de amanhã, 23, até sexta-feira, 25, o Concrete Show South America, único evento na América Latina a reunir a cadeia produtiva do concreto. Nesta 11ª edição, a feira conta com lançamentos de produtos e soluções de tecnologia, demonstrações de equipamentos, sessão de autógrafos de livros técnicos, premiação nacional para estudantes de arquitetura e uma galeria de concreto com peças de design e materiais inovadores baseados em concreto de diferentes países.

A abertura está marcada para às 11 horas de amanhã, com a presença dos presidentes das associações do setor, José Romeu Ferraz Neto, (SindusCon-SP); Renato Giusti (Associação Brasileira de Cimento Portland); Jairo Abud (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Concretagem); Julio Timerman (Instituto Brasileiro do Concreto) e Íria Lícia Oliva Doniak (Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto) e da UBM Brazil, Jean-François Quentin.

A cerimônia contará também com a presença do arquiteto Ruy Ohtake, encarregado de entregar ao arquiteto Yuri Vital uma homenagem por seu trabalho.

Destaque do evento também são as mais 60 palestras gratuitas para a capacitação e atualização de profissionais que atuam na construção civil. Realizadas em paralelo à feira, serão ministradas por diversos profissionais renomados do setor da construção civil. As palestras serão divididas em quatro palcos simultâneos, com a duração de 40 minutos cada e capacidade para até 70 pessoas. A expectativa da organização é receber cerca de 3.800 profissionais nos três dias.

Mais detalhes no link: http://www.concreteshow.com.br/pt/conferencia/palestras-gratuitas.

Concrete Show South America 2017
Data: 23 a 25 de agosto
Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – São Paulo (SP)
Horário da Exposição: 23 de agosto das 13h às 20h / 24 e 25 de agosto das 10h às 20h

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Gupy recebe investimento de R$ 1,5 milhão de fundos liderados por fundadores do Peixe Urbano e iFood

Tornar o processo de seleção de talentos fácil e eficiente, reduzir o tempo de contratação por meio de uma triagem automática, diminuir o turnover e oferecer um Analytics completo para ajudar RHs e Gestores na tomada de decisão. Esses são os objetivos da Gupy, plataforma que usa Inteligência Artificial e People Analytics para ajudar empresas a digitalizarem seus processos de recrutamento e seleção e mostrar quais candidatos são os mais adequados para diferentes tipos de vagas.

Residente do Campus São Paulo, Programa de Residentes do Google e selecionada recentemente para o programa de intercâmbio Google For Entrepreneurs Exchange no Canadá. A startup acaba de receber um aporte no valor de R$ 1,5 milhão, do fundo de investimento Canary, liderado pelos fundadores do Peixe Urbano, M Square e Printi, e do fundo Yellow Ventures, liderado por Patrick Sigrist, fundador do iFood. A rodada ainda conta com dinheiro de investidores-anjos, que trazem, também, importante conhecimento para auxiliar na estratégia de expansão da empresa.

“É muito importante para a Gupy, em tão pouco tempo de vida, poder contar com aporte de dois fundos tão interessantes e capitaneados por empreendedores que fundaram startups de renome no Brasil e no mundo, além dos investidores-anjos, que vão nos guiar na expansão da empresa”, pontua Mariana Dias, CEO e cofundadora da empresa. “O investimento será importante para refinar as ferramentas de gestão e inteligência da plataforma e fortalecer nossa frente comercial, impulsionando a GUPY como líder do mercado de Recrutamento Tech no Brasil”, pontua.

A inteligência da plataforma da Gupy pode identificar características do perfil, histórico profissional, habilidades e competências dos candidatos para ranquear aqueles que estão mais próximos ao perfil desejado pelos recrutadores. Com base nas respostas dos usuários, o sistema analisa as informações e, ao fim de cada teste, pode mostrar automaticamente a performance na etapa para aumentar o engajamento do candidato durante o processo.

“Sabemos que uma das frustrações de quem participa desses processos em empresas de médio e grande porte é a falta de respostas. Do outro lado, os recrutadores sentem a necessidade de soluções para tornar o processo mais ágil, eficiente e menos burocrático. Além de gerarmos uma experiência mais positiva para ambos, empoderamos os profissionais de RH, que têm em suas mãos uma ferramenta flexível alinhada com as novas tendências de mercado”, destaca Mariana.

Por meio de um aprendizado contínuo, o sistema estrutura os perfis com base nos aprovados e na performance desses colaboradores para refinar seu ranqueamento. Segundo Mariana, hoje, aproximadamente 60% dos custos das empresas são com as folhas de pagamento. “Os algoritmos podem ajudar na tomada de decisões que tornam todo o processo cada vez mais assertivo e menos dispendioso”, complementa.

A empresa, que em 2016 foi acelerada pela Wayra, programa de inovação aberta e empreendedorismo da Telefónica, já conta com clientes de peso, como a Kraft Heinz, Somos Educação e Movile, e espera triplicar de tamanho até o fim do ano. Recentemente, o projeto também foi escolhido pela Accenture Strategy para representar a tendência de digitalização do recrutamento no setor de RH.

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Arena Solutions recebe investimento estratégico da JMI Equity

A Arena Solutions, plataforma tudo em um baseada na nuvem de desenvolvimento de produtos, que une gestão de ciclo de vida de produtos (PLM — product lifecycle management), gestão de ciclo de vida de aplicações (ALM — application lifecycle management), colaboração na cadeia de suprimento e sistemas de gestão de qualidade (QMS — quality management systems), anunciou hoje que recebeu um investimento da JMI Equity, firma de participações acionárias para crescimento focada em investir em empresas de software proeminentes.

Fundada em 2000, a Arena inventou a PLM baseada na nuvem e, hoje, fornece uma plataforma tudo em um de desenvolvimento de produtos, que une PLM, ALM, colaboração na cadeia de suprimento e QMS, para o projeto e fabricação de produtos eletrônicos complexos. Sua solução cria um fluxo de trabalho colaborativo do desenvolvimento à produção vinculado ao registro do produto, que conecta engenheiros elétricos, engenheiros mecânicos e engenheiros de software, permitindo a eles trabalhar perfeitamente com equipes de desenvolvimento de produtos, qualidade e fabricação. A plataforma da Arena é o system of record para racionalizar esses processos, proporcionando valor aos clientes por ajudá-los a aperfeiçoar a qualidade dos produtos, reduzir custos e acelerar o tempo para comercialização. Com usuários em 125 países, a Arena tem a proximadamente 1.000 clientes hoje, incluindo as empresas Intuit, Citrix Systems, Nutanix, GoPro, Thermo Fisher Scientific e eBay.

“Estamos muito satisfeitos por receber esse investimento da JMI e por ter, agora, acesso a sua expertise e rede do setor, que acreditamos será fundamental para a continuidade de nosso crescimento e nossa expansão”, disse o CEO da Arena, Craig Livingston. “Esse é o momento certo para nossa empresa dar o próximo passo, porque estamos em meio a uma expansão sustentável de clientes e a uma evolução de nossa plataforma líder do setor. Estamos estimulados por poder trabalhar com a equipe da JMI, porque sua perspectiva e paixão por nossos negócios estão bem alinhadas com as nossas”.

A Arena é uma líder em aplicações de SaaS para o mercado de desenvolvimento de produtos, particularmente os mercados verticais de tecnologia, produtos eletrônicos e ciências da vida, em que a crescente convergência de componentes de hardware e de software cria processos complexos de fabricação.

“O software baseado em nuvem continua a revolucionar uma grande variedade de setores e a Arena está na linha de frente desse avanço”, disse o sócio geral da JMI, Brian Hersman. “Seguimos a Arena há algum tempo e estamos impressionados com sua capacidade de inovar e melhorar continuamente seu software de vanguarda. Estamos muito estimulados para começar a trabalhar com Craig e sua equipe para lhes dar assistência, conforme eles continuam a proporcionar um valor excepcional a seus clientes e mercados finais”.

O sócio geral da JMI, sr. Hersman, e a diretora Suken Vakil passarão a ser membros do Conselho de Administração da Arena.

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A crise financeira e os ciberataques: o que fazer?

Por Vivaldo Junior

Em função dos últimos ataques virtuais, o sinal de alerta soou e, mesmo diante da crise econômica mundial, as empresas veem gradativamente voltando a investir mais em segurança e tecnologia. O futuro é promissor, conforme aponta o Gartner. Em sua recente pesquisa, o instituto prevê que em 2018 cerca de 90% das companhias terão algum tipo de estrutura relacionada à segurança de dados.

Apesar de sempre existirem ameaças virtuais, o conceito se popularizou há poucos anos por conta das ameaças passarem de ser vírus ou trojans para esquemas complexos de sequestro de dados ou de informações privilegiadas. Como é o caso dos atuais Ransomwares e de pragas como Stuxnet, que são totalmente direcionadas a um fim lucrativo.

Vulnerabilidades chamadas de 0-day, até então nunca divulgadas, têm impactado todos os setores da indústria. Falhas como HeartBleed e ShellShock ou até mesmo recentemente a suíte de ferramentas da NSA, que vazou na internet com o codinome “Shadow Brokers”, na qual continha várias falhas 0-days, sendo a mais importante delas denominada “Eternal Blue”, tornam-se o principal vetor de ataque para o Ransomware WannaCry.

Os ataques ocorrem por todos os lados. Segundo reportagem publicada na Reuters, o site de relacionamento Ashley Madison teve seus dados vazados obrigando a companhia a pagar 11,2 milhões de dólares como indenização aos seus clientes pela exposição de dados. Já a operadora de telefonia Verizon, uma das maiores do mundo, também sofreu com a disseminação dos dados de seus clientes porque seu fornecedor, o Nice System, estava com um servidor na Amazon aberto para navegação, dando a possibilidade de hackers má intencionados baixarem os dados armazenados.

Conforme os sistemas evoluem, as ferramentas usadas para ataques cibernéticos também progridem na mesma escala. Com isso, as empresas precisam estar atentas a ter um processo de gestão de risco e compliance, contando com uma equipe dedicada especificamente na área de segurança da informação.

Devemos nos perguntar o quanto vale nossos dados e até quando deixaremos nossas informações desprotegidas a ponto de comprometer e causar prejuízos imensos às corporações e às pessoas. O alcance da internet em lugares onde antes não havia, a popularização de smartphones e tablets e todo esse crescimento de infraestrutura, desencadeou a facilidade de hoje de qualquer adolescente má intencionado ter a acesso a conteúdos privados.

Antigamente tínhamos os CPDs (Central de Processamento de Dados), onde ficava praticamente toda a infraestrutura de TI da empresa. Evoluímos e hoje temos data center, big data, auditoria, tudo colaborando para expansão dos setores de tecnologia, porém essa evolução amplia exponencialmente áreas que envolvem risco, compliance e segurança.

Na prática, as empresas devem criar times específicos com habilidades distintas, análise de vulnerabilidades, gestão de risco e incidentes. Caso não seja possível criar um time interno, a ação correta é contar com apoio de consultorias especializadas. Tudo isso de forma orquestrada para blindar o ambiente digital da empresa.

Como diversas pesquisas apontam, as empresas terão que invariavelmente investir em segurança da informação, adquirir ou contratar ferramentas e pessoal especializado. Dessa forma, quanto mais rápido esse investimento acontecer, mais protegida a empresa estará, evitando surpresas por conta das novas brechas de segurança para barrar, principalmente, a possibilidade de dados vazarem e resultar em prejuízos financeiros e reputacionais incalculáveis.

Vivaldo Junior é IT Consulting na Protiviti, consultoria global especializada em finanças, tecnologia, operações, governança, risco e auditoria interna.

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Como as plataformas digitais estão ganhando mercado e deixando as TVs para trás? – Por Gustavo Caetano

Nos últimos artigos que escrevi, mostrei que o segmento de vídeos online vem crescendo consideravelmente nos últimos anos. Boa parte disso se dá devido a mudança nos hábitos de consumo das pessoas, que têm buscado muito mais conteúdo em vídeo na internet do que nos canais de TV, por exemplo. Essa mudança de comportamento mostra que os usuários estão ávidos por assistir somente aquilo que interessa, e não milhares de programas aleatórios que passam todos os dias.

Algumas emissoras de TV já entenderam a força do movimento digital e começaram a migrar seus conteúdos para plataformas online. Mas ainda há uma boa parte resistente em se atualizar e oferecer a melhor experiência para seus consumidores. Segundo uma pesquisa realizada pela consultora Frost & Sullivan, a TV paga apresentou uma queda de 100,9 milhões de domicílios para 97,1 milhões, enquanto a entrega de conteúdo audiovisual pela internet (OTT) cresceu de 28 milhões para 50,3 milhões.

Os dados mostram que a tendência para os próximos anos é no ambiente digital, e aqueles que não “pivotarem” suas estratégias atuais e investirem nesse canal, ficarão para trás e, consequentemente, perderão mercado para seus concorrentes. Paralelo a isso, um movimento que também vem crescendo é o investimento em vídeo business. Os profissionais que souberem investir nesse segmento, criar conteúdos de qualidade e com criatividade, têm grandes possibilidades de dar um upgrade no seu negócio.

Um exemplo claro, e bem-sucedido, de empresa que investiu em conteúdo via streaming é a Netflix. Em pouco mais de cinco anos de operação no Brasil, a plataforma já possui mais de seis milhões de assinantes e já ultrapassou algumas operadoras de TV a cabo. De acordo com um relatório da consultora canadense Sandvine, as produções originais do Netflix, como a série House of Cards, por exemplo, corresponde a mais de 30% do tráfego da internet nos países da América do Norte. Isso mostra a crescente busca por conteúdos de qualidade, que podem ser assistidos a qualquer hora e lugar.

É preciso conhecer as tendências, entender o momento atual para, então, adaptar-se à realidade do mercado, o que é fundamental para qualquer negócio que pretende ser inovador. Eventos relacionados ao mercado de vídeos, por exemplo, costumam trazer pontos interessantes do segmento e debates ricos em conhecimento de executivos que estão dispostos a compartilhar sua experiência e bagagem com o público. Fomentar encontros entre quem tem interesse em investir no mercado de vídeos com quem já colheu bons resultados com essa tecnologia, é surpreendente.

É fato que o conteúdo em vídeo se tornou muito mais atrativo e dinâmico, além de prender a atenção de muitos usuários e impactar uma diversidade de pessoas. Por isso, acredito que a hora de apostar em novas plataformas e investir no segmento digital é agora. O mercado proporciona um leque de possibilidades capazes de fazer com que sua empresa tenha visibilidade em diferentes canais, e em paralelo, lucrar com a venda de conteúdo. Pense nisso, e procure traçar a melhor estratégia para que sua marca/empresa esteja em evidência.

Gustavo Caetano é CEO da Samba Tech, que ajuda centenas de empresas a se comunicar melhor com sua audiência por meio de vídeos online.

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Jive lança call center baseado em nuvem

A Jive Telecomunicações do Brasil, especialista em comunicação unificada na nuvem, acaba de anunciar o Jive Contact Center Pro, que oferece uma experiência mais inovadora em serviços de call center quando combinado com as premiadas soluções de comunicações unificadas da Jive, incluindo o Jive Voice. A solução oferece inovação e economia às empresas com seu modelo de pacote exclusivo, muito diferente de outras ofertas a la carte e caras encontradas na indústria.

O Jive Contact Center Pro integra-se perfeitamente ao Jive Voice, sistema telefônico baseado em nuvem, e aos serviços de comunicações unificadas da companhia, permitindo mais flexibilidade e velocidade de comunicação entre as equipes que atuam no call center e as de outros departamentos da empresa. Os agentes da central de atendimento ao cliente podem acessá-lo por meio de múltiplos canais – voz, e-mail, chat e SMS –, enquanto os administradores podem acionar outros serviços, como roteamento orientado por competência e recursos avançados de URA (unidade de resposta audível) com o editor visual de fluxo de chamadas.

Os recursos de relatórios em tempo real também ajudam administradores a monitorar métricas importantes, ver os níveis de stress do agente e do chamador, além de otimizar a eficiência do call center ou identificar áreas para melhorar o desempenho nos negócios.

“Estamos animados em oferecer uma solução de comunicação em nuvem mais completa, incluindo agora recursos de atendimento de call center. Acreditamos que o Jive Call Center Pro, que é totalmente integrado com nossa solução de comunicações unificadas e voz, é a solução mais inovadora atualmente no mercado para as empresas e proporciona a elas um valor incomparável”, diz Dano Ybarra, vice-presidente global da Jive Telecomunições.

Para o presidente da companhia no Brasil, Peter Kodic, “fornecer uma solução de call center com tudo incluído a um preço incrivelmente baixo torna muito mais fácil para empresas de qualquer tamanho escolherem a melhor opção para os seus negócios. Além do baixo preço da solução, os executivos ainda economizam em tempo, pois não precisam quebrar a cabeça na escolha de soluções complexas e caras”.

O Jive Call Center Pro já está disponível no mercado. Para mais informações e preços, entre em contato com um representante da companhia. Para saber mais sobre a Jive, visite o site: http://jive.com/br/.

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ABRINT apoia discussão sobre nova formatação do Comitê Gestor da Internet

A ABRINT apoia a consulta pública aberta pelo governo a fim de colher subsídios sobre uma possível reformulação nas atribuições do Comitê Gestor da Internet (CGI), na sua composição e nas regras do processo eleitoral.

Consideramos salutar a abertura da consulta pública tendo em vista que o CGI mantém a mesma estrutura desde a sua criação em 1998 e, inegavelmente, o conjunto de atores e a relação deles com a Internet se alterou significativamente de lá para cá. É importante que a estrutura do CGI seja revista para que realmente todos os setores com participação no ecossistema da Internet estejam representados no CGI.

Na visão da ABRINT, não existe motivo para rejeitar uma consulta sobre esse tema, uma vez que a associação entende que, cada um dos participantes da Internet deve aproveitar essa consulta para democraticamente opinar e sugerir os melhores caminhos a serem tomados.

A Associação Brasileira de Internet e Telecomunicações (ABRINT) tem atuação nacional e representa provedores regionais de internet em discussões junto ao governo, órgãos regulatórios e entidades afins. Provedores são majoritariamente empresas de pequeno e médio portes. Segundo o Ministério das Comunicações, há pelo menos um provedor em operação em todas as cidades do país. Para o LACNIC, juntos, eles formam a quarta maior empresa de comunicação do Brasil.

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Estácio aposta em inteligência artificial para elevar qualidade no atendimento

Criada em 1970, a Estácio possui unidades em todos os estados do País, o que requer atendimento ainda mais ágil e eficiente para a alta demanda gerada por seus mais de 500 mil alunos e prospects.

No passado, a Estácio contava com um assistente virtual destinado ao atendimento de candidatos e alunos. Entretanto, o serviço atingia a uma taxa de automação de menos de 30%, gerando grandes demandas para a central de atendimento, trazendo deficiências na comunicação com seus usuários, o que difere de nossa premissa de atendimento ágil e linear.

Para sanar toda a situação, em janeiro de 2016, a Estácio contratou a Bluelab, empresa especializada em automação de atendimento com o uso de inteligência artificial. Após avaliar as necessidades da instituição de ensino, a Bluelab iniciou o processo de criação do avatar para o chatbot, que deveria transparecer jovialidade e seriedade, possuindo uma imagem robótica, mas amigável, além de apontar para um consciente coletivo de atendimento virtual, agregando os valores da Estácio.

“Optamos por deixar claro que o atendimento é realizado por chatbot para manter a transparência que aplicamos em nossos serviços educacionais e na relação com nossos alunos”, explica Bruno Pessanha, Gerente de Canais Digitais da Estácio. A universidade também possui chat humano, atendimento via formulário no portal e call center.

Batizado como Tácio, nome escolhido por votação dos funcionários da área de relacionamento, o robô teve sua base de conhecimento criada do zero. O ponto de partida foram as 20 dúvidas mais respondidas no atendimento telefônico, pois como disse Pessanha “Preferimos criar uma nova base a fim de atualizar e aperfeiçoar o atendimento, pautado na própria fraseologia de nosso candidato e aluno”. Com a implementação da base de conhecimento, o Tácio atingiu uma taxa de automação de 70% no primeiro mês.

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Como o acesso ao Tácio é realizado por candidatos e alunos, foi necessário enriquecer a base de perguntas com informações que atendessem aos dois grupos. Para isso, a Estácio criou um sistema de comunicação interna para coletar e manter as questões atualizadas, o que possibilitou a Bluelab atualizar constantemente a base de conhecimento do robô.

Com o chatbot consolidado, a Bluelab e a Estácio iniciaram o processo de melhorias no atendimento. A exclusão do cadastro prévio para acessar o chatbot elevou a adesão ao serviço, atingindo 90% de taxa de automação. A pesquisa de satisfação também foi otimizada com a inclusão de estrelas que aparecem logo no início da conversa. Atendimentos com uma ou duas estrelas contam com formulário para que o usuário descreva o motivo da sua insatisfação, a fim de atender suas necessidades e avaliar outras possibilidades de melhoria. Atualmente, a taxa de satisfação média é de 98%.

Além disso, foi implementada a co-navegação, que traz a página do site correspondente à dúvida do usuário como plano de fundo da tela do chat. Entre os conteúdos disponíveis estão: busca por tipo de curso e localização, contendo todas as informações dos mesmos, incluindo grade curricular, preços e muitas outras informações. “Esta melhoria ajuda muito os futuros alunos e reduz bastante o envio de formulários para a central de atendimento, pois até pouco tempo, esta era a única maneira de saber os detalhes dos cursos. Isso também elevou a busca pelos nossos serviços, possibilitando o aumento do número de alunos”, afirma Juliana Cunha, uma das idealizadoras do projeto.

Em março de 2017, o Tácio registrou atendimento em mais de 97 mil chats, chegando a atender 25 pessoas simultaneamente, com taxa de automação média de 95%. Com o sucesso da solução, a Estácio pretende implementar novos recursos a partir de outubro deste ano, como serviços integrados à área logada, além da publicação nas redes sociais.

“A nossa missão é oferecer um serviço ágil e eficiente, que atenda ao maior número possível de usuários e solicitações, sem impactar bruscamente as finanças de nossos clientes. A Estácio é mais uma prova de que estamos no caminho certo”, comemora Mateus Azevedo, sócio da Bluelab.

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HUGHES participa do Congresso Latino-Americano de Satélites

A HUGHES, líder mundial em telecomunicações via satélite, anuncia sua participação na 17ª edição do Congresso Latino-Americano de Satélites. Durante o evento, a empresa vai apresentar palestra no painel O mercado para a banda Ka no Brasil após as primeiras iniciativas e depois do SGDC. O evento será promovido no Rio de Janeiro, em 31 de agosto e 1º de setembro.

A companhia será representada pelo CEO da HUGHES no Brasil, Délio Morais, em painel a ser realizado no dia 31, das 16h às 17h30. O encontro tem o objetivo de debater os próximos passos para o mercado de satélites com capacidade em banda Ka, além do que já deu certo e o que precisa ser ajustado para viabilizar a indústria nos próximos anos.

Desde julho do ano passado, a HUGHES oferece no País a HughesNet, internet de banda larga via satélite que opera na banda Ka. A solução oferece conexão de alta qualidade em locais que não possuam acesso à internet ou que tenham conexão de qualidade inferior à disponível na HughesNet.

Nos Estados Unidos, a HughesNet ocupa o primeiro lugar no ranking dos principais provedores de internet, por cumprir a performance divulgada aos consumidores, segundo o relatório anual Measuring Broadband America 2016¹, da Federal Communications Commission (FCC)².

Considerado o principal e mais relevante evento para o setor na América Latina, o congresso ainda contará com outras palestras e painéis a respeito de temas em evidência no setor, tais como: diversificação da oferta de serviços pelas operadoras; novas tecnologias; atendimento ao mercado residencial e backhaul por banda Ka; comunicações embarcadas; aplicações empresariais e corporativas; futuro do DTH e dos serviços de vídeo; e novos modelos regulatórios.

17º Congresso Latino-Americano de Satélites

Data: 31 de agosto e 1º de setembro de 2017

Horário: das 13h às 20h

Local: Hotel Royal Tulip Rio de Janeiro

Endereço: Av. Aquarela do Brasil, 75, São Conrado – Rio de Janeiro, RJ

Entrada: até 11 de agosto, R$ 3.145,00; a partir de 12 de agosto, R$ 3.700,00

Informações: (11) 3138-4619, ou http://satelitesbrasil.com.

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Sage conquista 5 troféus no International Stevie Awards

A Sage, líder mundial em software de gestão para pequenas e médias empresas acaba de conquistar cinco troféus na 14ª edição da premiação International Stevie Awards, nas áreas de Relações Públicas e Comunicação Interna.

Com um troféu de ouro, um de prata e três de bronze, em cinco diferentes categorias, a empresa segue o caminho adotado por Jorge Santos Carneiro, presidente da empresa no Brasil desde 2014, de valorizar as práticas de comunicação a fim de engajar seus colaboradores e comunidades nas áreas onde a companhia atua.

“Receber cinco prêmios no Stevie Awards é muito gratificante e uma amostra de que estamos seguindo o caminho certo. O alto engajamento das nossas pessoas foi essencial para o sucesso das iniciativas. Agradeço imensamente cada um dos colegas da Sage Brasil pelo trabalho e dedicação. Esses prêmios são de todos vocês”, aponta Jorge Santos Carneiro, Presidente da Sage Brasil e América Latina.

A empresa recebeu o Stevie Awards de Ouro na categoria de Comunicação Interna por sua campanha inovadora para transformar o Sage One, emissor e armazenador de nota fiscal eletrônica na nuvem, em um case de sucesso no Brasil.

A Sage ainda ganhou o Stevie Awards de Prata com o case de sucesso da atuação da Sage Foundation no Brasil e 3 troféus Stevie Awards de Bronze com o case do Sage One para lançamento de novo produto, o Clube do Contador para Marketing B2B e Sage Foundation para a categoria Relações com a Comunidade.

O International Stevie Awards existe desde 2003 e, neste ano, teve mais de 3.900 inscrições de empresas e executivos de mais de 60 países. A cerimônia de premiação desta edição ocorrerá no dia 21 de outubro, em Barcelona, Espanha.

Para conferir a lista completa dos vencedores, acesse o site: http://stevieawards.com/iba/public-relations-awards-winners-0.

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Ascenty conquista certificação Tier III Design e Facility em novos Data Centers

A Ascenty, empresa líder no mercado nacional de data centers, conquistou a certificação Tier III do Uptime Institute nas versões Design e Facility em dois de seus recém-inaugurados Data Centers, localizados na cidade de São Paulo. Trata-se de uma certificação relevante e reconhecida no mercado, que atesta a qualidade e a confiabilidade da infraestrutura.

“Esta conquista comprova que todos os nossos Data Centers são planejados e construídos a partir de um padrão internacional de qualidade. Nosso objetivo é garantir aos nossos clientes uma infraestrutura moderna, eficiente e segura”, afirma Chris Torto, CEO da Ascenty.

A certificação Tier III Design e Facility, concedida aos Data Centers da Ascenty em São Paulo, está disponível no site do Uptime Institute, pt.uptimeinstitute.com/TierCertification/certMaps.php. Além destas unidades, os certificados conquistados pelas unidades de Campinas, Jundiaí, Fortaleza e Hortolândia também estão disponíveis neste link.

Os níveis indicados pelo Uptime Institute são utilizados e reconhecidos em mais de 40 países. Estas classificações servem para diferenciar os Data Centers de acordo com a sua infraestrutura, com base nos padrões de redundância. Os Tiers são importantes para assegurar a disponibilidade da infraestrutura para todos os clientes, mantendo assim ambientes sempre disponíveis, não colocando em risco sua operação.

São Paulo 1

A unidade São Paulo 1, que entrou em operação em março, conta com uma potência total de 10 MVA e uma subestação própria de energia. Além disso, possui redundância Tri-bus e sistema de geração a diesel com autonomia de 48 horas sem reabastecimento. A unidade também possui o certificado ISO 27001.

São Paulo 2

A unidade São Paulo 2 foi inaugurada em abril e o Data Center conta com uma potência de 20 MVA e subestação própria de energia, além de possuir o mesmo sistema a diesel de fornecimento de energia do SP 1, o que garante mais estabilidade e segurança para as operações. Assim como todas as outras unidades, conta também com a certificação ISO 27001.

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Easy Carros, startup de serviços automotivos sob demanda, entra em mercado B2B e dobra o faturamento em 3 meses

Easy Carros, startup que conecta profissionais de serviços automotivos a usuários e eleita a melhor startup do Brasil em 2016 pela G-Startup, além de ser a maneira mais eficiente e prática para a contratação de serviços do gênero, já auxilia a economia de até 30% para empresas que utilizam a plataforma na gestão das suas frotas.

Lançada em janeiro de 2015, a empresa reúne, em um único ambiente, prestadores de serviços que oferecem opções como lavagem ecológica, enceramento, polimento, higienização interna, higienização do ar-condicionado, cristalização de vidros, limpeza técnica do motor, troca de óleo e hidratação de couro. Tudo isso disponível a preços tabelados de acordo com o tamanho do automóvel, cuja execução será realizada no local definido pelo cliente, sem tirar o carro da própria vaga. Outra vantagem é o pagamento online, feito exclusivamente com cartão de crédito, excluindo o receio da variação de preços dependendo das características do veículo ou perfil do cliente, prática muito comum no setor automotivo e dando ainda mais comodidade para o cliente.

Em 2015, a Easy Carros, foi eleita a melhor startup do Brasil; no ano seguinte, ficou entre as dez melhores do mundo em uma competição na Suiça, segundo o SeedStars World. Também em 2016, a startup ficou em 1º lugar na premiação G-Startup, que reconhece as melhores startups do Brasil, e ganhou o direito de ir ao Vale do Silício concorrer ao G-Startup WorldWide. Além disso, foi premiada pela consultoria internacional Frost & Sullivan com o prêmio “2016 Brazilian Auto-services Marketplace Growth, Innovation & Leadership Award”, por sua excelência em performance, desempenho e inovação. A empresa também foi selecionada pela Endeavor para o programa Promessas Endeavor JPMorgan, considerada uma entre as 30 empresas que são promessas para um dos programas de empreendedorismo mais competitivos do mundo.

“A Easy Carros nasceu para ser a maneira mais conveniente e segura para contratação de serviços automotivos, como lavagem de carro ecológica e troca de óleo, por exemplo. Queremos provar cada vez mais mobilidade e facilidade ao cliente que não tem tempo para parar sua rotina corrida no escritório para achar um profissional confiável, levar seu carro até o local e aguardar o carro ficar pronto”, explica Fernando Saddi, CEO e fundador da empresa. “Além disso, conectamos uma série de empreendedores do setor automotivo aos seus clientes, ajudando-os a crescerem seus negócios”, completa.

Mercado B2B

Atualmente, o mercado B2B já representa 70% do faturamento do marketplace e em seu portfólio de clientes, empresas como Bimbo, responsável pelas marcas Pullman e Nutella; o grupo Bandeirantes e Movida, fazem parte. A Easy Carros auxilia em uma economia de até 30% para essas empresas, já que por meio de Inteligência Artificial, a startup consegue prever serviços que os carros que fazem parte da frota precisam fazer, além de dar um sistema totalmente automatizado de gestão de serviços e pagamento.

“Mobilidade urbana e inovação são duas coisas que estão no DNA da Easy Carros e, auxiliar essas empresas a terem um serviço mais eficiente, usando a tecnologia, é algo que trabalhamos diariamente”, complementa Saddi.

Hoje, a Easy Carros está disponível em mais de 30 cidades do país como: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Santa Catarina, Distrito Federal, entre outras.

Descrição dos serviços:

Lavagem ecológica: lavagem interna e externa com apenas um copo de água (300 ml);

Enceramento: camada de proteção e brilho e que ajuda a lavagem durar até três vezes mais;

Polimento: utilizar para remover manchas e riscos sem danificar a pintura do veículo;

Higienização interna: ideal para remover fungos e bactérias do interior do veículo;

Hidratação do couro: película protetora aplicada sobre o couro, para evitar rachadura e ressecamento;

Limpeza do ar condicionado: limpeza do sistema de circulação do ar, protegendo contra fundos, bactérias, mofos e odores indesejados;

Limpeza técnica do motor: utilizado para prolongar a vida útil do motor, além de hidratar as borrachas e os plásticos;

Troca de óleo lubrificante: troca de óleo completa (que inclui filtro do óleo e ar do motor) lubrifica e higieniza o motor do carro;

Cristalização de vidros: Garante a visibilidade em dias de chuva e evita a fixação de impurezas.

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