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Pesquisadores da FGV debatem privacidade e regulação no Fórum de Governança da Internet 2015

O Brasil sedia, de hoje a 13 de novembro, em João Pessoa, na Paraíba, o Fórum de Governança da Internet (IGF 2015). O evento discutirá, entre outros temas, cibersegurança e confiança, economia da internet, inclusão e diversidade, internet e direitos humanos, infraestrutura e recursos críticos.

Pesquisadores do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS), da FGV Direito Rio, participarão de workshops sobre diversos temas, como o de “Privacidade em um cenário de vigilância em massa”. Será apresentado estudo comparativo dos panoramas regulatórios do Brasil e da Alemanha. A pesquisa foi desenvolvida pelo CTS, em parceria com o German Institute for International and Security Affiars (SWP).

Na terça-feira, dia 10, às 9h, o pesquisador do CTS, Luca Belli, lança livro em inglês sobre neutralidade de rede: “Net Neutrality Compendium: Human Rights, Free Competition And The Future Of The Internet”. Os representantes da FGV também estarão presentes no “Workshop termos de uso como regulação do ciberespaço”, entre outros debates.

O IGF foi criado pelas Nações Unidas, em 2006, e é o principal evento internacional a discutir temas regulatórios e políticas públicas para a internet. Questões que estão na ordem do dia, como o neutralidade de rede, o zero rating (cobrança zero para acesso a alguns aplicativos, como o Facebook e o WhatsApp) e as políticas de vigilância em massa, serão abordados no Fórum. As discussões ocorridas no IGF estabelecem boas práticas que influenciam no processo de harmonização das políticas nacionais.

O Brasil já sediou o evento em 2007, e volta a receber o IGF em um ano crítico para a continuação do Fórum. Em dezembro de 2015, os países membros da ONU se reunirão em Nova Iorque, no processo de revisão da Cúpula Mundial da Sociedade da Informação, para avaliar os resultados do IGF e decidir se o mandato do Fórum será renovado. A edição deste ano será chave para o futuro desse espaço de discussão, que consolidou o modelo de governança multissetorial no plano internacional.

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Internet das Coisas, turismo. varejo, automação e sustentabilidade no Hackathon do ParanáTIC 2015

Uma maratona de programação de 24 horas está entre as novidades do ParanáTIC 2015, principal evento de Tecnologia da Informação do sul do Brasil. O Hackathon, que acontece entre 12 e 13 de novembro, na cidade paranaense de Foz do Iguaçu, vai apresentar demandas em automação e internet das coisas, turismo, agricultura e pecuária, sustentabilidade, educação e impacto social. No final do evento, são solicitadas duas apresentações, que irão compor a nota dos times: uma apresentação técnica, onde a solução é apresentada à equipe organizadora e uma apresentação de negócios, onde um pitch de 3 minutos deve ser apresentado demonstrando como o time avaliou que aquele produto pode ser escalado no mercado; Os 3 times que tiverem a melhor nota no conjunto de avaliações receberão prêmios.

O Hackathon vai mobilizar dezenas de profissionais e estudantes do setor de TI, principalmente do ecossistema de startups do Oeste do Paraná, um movimento organizado que contempla ações, eventos e planejamento em 7 cidades (Cascavel, Foz do Iguaçu, Laranjeiras do Sul, Marechal Cândido Rondon, Medianeira, Palotina e Toledo) e mais de 40 entidades, entre faculdades, coworkings, parques tecnológicos, empresas, associações comerciais, governos municipais e núcleos de empreendedores.

A organização é da Iguassu Startups, associação sem fins lucrativos voltada ao apoio e à formação de Startups em Foz do Iguaçu e da Assespro-Paraná , com apoio técnico do Sebrae e da Copel Telecom. Os ganhadores da maratona terão direito a prêmios de apoio ao empreendedorismo, poderão realizar negócios durante o ParanáTIC e serão expostos a todos os empresários e organizações participantes do evento.

A inscrição no Hackathon do ParanáTIC 2015 é gratuita.
Saiba mais em:
https://www.sympla.com.br/hackathon-paranatic-2015__47911

Contatos: Adriano Luis Spanhol (alspanhol@gmail.com) e Luís Poletti (luispoletti@gmail.com)

Neste ano, o ParanáTIC vai ganhar projeção internacional ao lançar oficialmente o WCIT 2016, Congresso Mundial de TI, que acontece em Brasília e é organizado pela Assespro Nacional.

Realizado em parceria da Assespro-Paraná com o Sebrae, o ParanáTIC reúne empresários, pesquisadores, professores, estudantes e profissionais da área de Tecnologia da Informação e Comunicações, com o objetivo de promover a integração de pessoas visando a criação de empresas, produtos e serviços inovadores. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

ParanáTIC 2015

Dias 12 e 13 de novembro
Hotel Mabu Thermas & Resorts, Foz do Iguaçu, Paraná
Saiba mais em http://www.paranatic.com.br
Inscrições: 41 33371014 ou executivo@assespropr.org.br

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Luckro, a primeira rede social de negócios para o varejo

Sufocados por tantas notícias pessimistas no cenário econômico do País, varejistas e empresas vão ganhar a partir do dia 4 de novembro uma ferramenta poderosa para garantir mais eficiência aos negócios. O empresário argentino Jorge Alexander Kowalski, 51 anos, com apoio de sócios conselheiros e investidores e baseado em sua experiência de 20 anos atuando em empresas como Danone, Philip Morris, Coca-Cola e Heineken, entre outras, lança a Luckro, a primeira rede social do mundo para o varejo com função comercial. “Podemos ajudar o varejo e as empresas a serem mais eficientes – a vender melhor com menores custos. Este é o conceito de uma startup digital: ajudar a resolver problemas economizando, principalmente, tempo e dinheiro”, garante Kowalski.

Ao longo de sua trajetória profissional, o empresário aprendeu que os entraves para o desenvolvimento do varejo variam de acordo com o tamanho, mas se repetem em todos os setores – de alimentos a calçados, de remédios a móveis. Para os pequenos varejistas, a dificuldade é conseguir os produtos que as grandes redes têm com as mesmas facilidades e condições comerciais, além de atendimento direto e com qualidade. Do lado do distribuidor/vendedor, a dificuldade é em se manter atualizado sobre as opções disponíveis ao consumidor e escolher quais são as melhores para cada tipo de cliente que ele atende. Já as marcas, e também os vendedores, querem chegar a mais pontos de venda, mas em um país do tamanho do Brasil o custo fica alto demais.

A Luckro vai conectar todas as pontas da cadeia, permitindo, assim, escolher melhor, comprar/negociar melhor e manter o nível de serviço do fornecedor. Em gestação desde janeiro, a plataforma será lançada, para desktop e smartphone, com cerca de mil usuários ativos. Até dezembro, esse número deve aumentar para 20 mil e a meta é fechar 2016 com 50 mil usuários e 2017, com 150 mil. Nesta primeira etapa, estão sendo convidados profissionais de dois setores varejistas: Supermercados e Bares, Hotéis e Restaurantes. Periodicamente, serão incluídos novos setores, num total de 13. O investimento previsto, até abril de 2016, será de R$ 2 milhões.

Os usuários da Luckro são divididos em três grupos: varejistas de qualquer tamanho e função, principalmente compradores e donos, embora todos os colaboradores sejam bem-vindos; vendedores, exclusivos da marca ou não; e marcas, com suas equipes de trade marketing, marketing e comercial.

Será possível fazer seis tipos de posts: ‘Ache e Compre’, ‘Falta’, ‘Alerta’, ‘Comum’, “Institucional” e “Eu fiz”. No primeiro caso, por exemplo, o varejista pode dizer: ‘Tenho uma mercearia e preciso comprar suco. Que preço e condições você me oferece?’ Hoje, o varejista perde horas todos os dias procurando a melhor proposta de preço. Em segundos, esse post de compra vai para todos os fornecedores cadastrados. Quem quiser, e for mais rápido, atende a demanda e ganha um novo cliente. Já as empresas poderão fazer promoções. Ao receber um post de oferta, o varejista pode clicar no botão ‘Eu quero’ e o contato entre o comprador e o vendedor é iniciado. Também será possível executar promoções no ponto de venda, e não será mais necessário que o funcionário da marca vá ao local para garantir que o acordo foi cumprido. Ao acionar o botão ‘Eu fiz’, a câmera do telefone é ligada e também em segundos o vendedor recebe uma foto provando a execução.
Assim, Luckro vai conectar marcas, varejos e vendedores e, como resultado, todos vão lucrar mais. A proposta é a de ampliar a rede de contatos e, como consequência, vender para mais varejos (no caso das marcas e vendedores) e conhecer novos produtos e ser atendido (no caso dos pequenos varejos que muitas vezes são ignorados pelos fornecedores e acabam recorrendo a atacadistas).

Demanda
No mundo, em média, 8% dos varejos sofre por ruptura. Isso representa mais de US$ 6 bilhões em vendas perdidas. No Brasil, o percentual chega a 15%. Com a Luckro, o varejista vai poder alertar essa falta para todo o mercado, além de poder receber, neste momento de alta volatilidade de preços, várias propostas para um mesmo produto, escolhendo a melhor opção. Só não vai vender e ampliar a carteira de clientes quem não quiser.

Quanto custa
A Luckro não é uma plataforma de e-commerce. Ela ganhará por publicidade e inteligência de mercado. No plano de negócios, o varejista nunca vai pagar nada. O acesso é ilimitado para marcas e vendedores, exceto para fazer posts especiais, publicitários ou de ofertas, e para escutar o mercado, no caso das pesquisas. Para tal, o valor mensal é de R$ 1 por varejo. Vale lembrar que mandar um vendedor para uma visita de 15 minutos em um único ponto de venda custa R$ 25.

Equipe forte
À frente da empresa está Jorge Alexander Kowalski, com 20 anos de experiência em todos os lados do balcão, que vive no Brasil desde 2003 e acumula, aqui, experiências em empresas como Femsa Coca-Cola, Heineken, Pernod Ricard e Vulcabrás, e, antes disso, Philip Morris e Esso. A criação de um conselho ajudou a formatar o projeto e a tirá-lo do papel. O conselho é formado por Leonardo da Rocha e André Paganuchi, sócios da PerformaIT, com mais de 15 anos desenvolvendo e comercializando tecnologia (Microsoft, SAP e Oracle); Isabel Moisés, mais de 20 anos de experiência nas áreas comerciais, de consultoria e RH em empresas como Heineken e Philip Morris; Pierre de Greef, ex-diretor da Apple que lançou o iTunes no Brasil, 15 anos em empresas de tecnologia e comunicações (Apple e Orange); Rino Ferrari Filho, proprietário da Rino Publicidade; Simon Schvartzman, 30 aos de Itautec, e Alina Correa, mais de 20 anos como executiva no Santander e BMI.

Como surgiu
O primeiro insight foi em julho de 2014, quando Jorge Kowalski começou a reavaliar a distribuição de tênis e sapatos e viu que os problemas eram os mesmos que já tinha encontrado anteriormente: uma rede de representantes comerciais com muitas distrações e um nível de profissionalismo irregular, profissionais sem vínculo com a marca. Então pensou em uma ferramenta de comunicação direta, mas que não colocasse em risco o tipo de contrato entre esses vendedores e as empresas e fosse capaz de unir os membros de uma comunidade e realizar transações comerciais. Com base em produtos que já existiam – redes sociais corporativas -, decidiu adicionar funcionalidades que permitissem acelerar os processos de integração e comunicação. Mas a decisão de criar a Luckro foi tomada na Praia de Copacabana. Numa tarde de verão, já não havia coco para vender. O dono da barraca já tinha tentado, sem sucesso, contato com fornecedores. O empresário perguntou se ele usaria um aplicativo por meio do qual ele pudesse dizer que estava faltando coco e recebesse ofertas de fornecedores. Na hora, ele queria saber como fazia o download.

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Aplicativos de mobilidade urbana crescem dentro das lojas de apps

Trânsito, dificuldade em se locomover, perda de tempo. Cada vez mais essas questões têm feito moradores de grandes centros urbanos procurarem por opções que gerem ganho de tempo. Uma das soluções encontradas para o usuário final é o uso de aplicativos móveis focados em mobilidade urbana.

Na Google Play Store existem mais de 38 aplicativos dedicados a esse nicho. São apps para usuários que transitam a pé, com bicicleta e, claro, utilizando o transporte público. Para este último, o CittaMobi se torna uma solução eficaz. Desenvolvido pela empresa Citatti, o app já registra 800 mil downloads disponível gratuitamente para Android e iOS. E já está disponível em várias cidades como São Paulo, Recife e Salvador.

Segundo o Instituto Akatu, o tempo médio de deslocamento em nove regiões metropolitanas do país é de cerca de 82 minutos, o que equivale a quase duas horas perdidas por dia. “As tecnologias de informação e comunicação servem para melhorar o fluxo de mobilidade, ajudando a otimizar o tempo do usuário, que hoje tem o que há de mais moderno na palma da mão”, diz Cesar Ranzini Olmos diretor de Tecnologia e Produtos da Cittati.

Com o CittaMobi, via mecanismo de georreferenciamento, a partir da leitura de GPS presente nos ônibus, é possível conseguir informação em tempo real da chegada e partida do ônibus. “A margem de erro é de dois minutos de atraso ou adiantamento”, conta Olmos.
Além do CittaMobi, a Cittati possui uma versão do aplicativo voltada para deficientes visuais, o CittaMobi Acessibilidade, que indica os ônibus adaptados e dá informações por voz tal qual o regular. É só digitar o endereço em que se está e escolher a linha de ônibus. Pronto, logo aparece a previsão da chegada dos veículos no ponto e as linhas de cada parada.

Cittati

A Cittati é uma empresa integradora de soluções voltada para o desenvolvimento de tecnologia de informação e comunicação com foco na gestão de sistemas de transporte. Criou o CittaMobi e o CittaMobi Acessibilidade pensando em levar mais comodidade ao usuário do transporte público.

Alguns números que demonstram o crescimento do CittaMobi no Brasil até agora:

• 800 mil downloads (Android e iOS)

• 10,2 milhões de acessos por mês

• 32 milhões de screen views por mês

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Calculadora da PROTESTE ajuda a calcular as Milhas no cartão de crédito

Com a ferramenta online fica mais fácil tirar proveito dos pontos acumulados com as compras

Para facilitar o cálculo para quem tem cartão de crédito que possibilita acumular milhas a PROTESTE Associação de Consumidores disponibiliza uma calculadora online em seu site.

Com a ferramenta é possível calcular qual precisa ser o gasto mensal no cartão de crédito para acumular pontos que podem ser transferidos para aquisição de passagens, quanto tempo será preciso para acumular os pontos, e por quanto tempo eles são válidos.

A calculadora foi atualizada com quase 200 cartões. Para utilizá-la basta selecionar o cartão. Os cálculos são feitos com base no valor do dólar comercial do dia, informado na calculadora.

A ferramenta informa qual deve ser o gasto mensal para atingir uma determinada quantidade de pontos, e quanto tempo leva para atingir o valor desejado. Indica também a validade dos pontos do cartão; a quantas milhas equivalem os pontos do cartão para cada programa de milhagem (Smiles, Multiplus – Tam Fidelidade, Amigo e TudoAzul), e se o cartão tem parceria com o programa de milhagem selecionado. Aponta ainda a quantidade mínima necessária de pontos para trocar por milhas em cada programa de milhagem.

Para tirar proveito das milhas para viajar a PROTESTE orienta a ficar de olho nas promoções de passagens com pontuações baixas divulgadas frequentemente pelas companhias aéreas, além de já ter planos definidos sobre os locais que gostaria de viajar.

Para acumular pontos no cartão de crédito, é importante conferir com a administradora as regras vigentes. Em geral, o valor total das compras mensais é convertido em dólar e, a cada dólar gasto, você ganha uma quantidade de pontos preestabelecida pela operadora do cartão de crédito.

Com o dólar alto, o acúmulo de pontos no cartão fica prejudicado. Mas, ainda assim, para quem consegue pagar a fatura em dia e centralizar os pagamentos de todas as compras no cartão de crédito, é uma oportunidade de juntar pontos, que poderão ser trocados por milhas futuramente. Mas só vale para quem realmente está com as finanças em dia.

Como escolher um cartão de crédito com foco nas milhagens

• Leve em conta quais são as companhias parceiras do cartão de crédito;

• Considere a taxa de conversão de pontos;

• Verifique as regras para transferências de pontos para viajar;

• Avalie o valor cobrado pela anuidade do cartão de crédito;

• Fique de olho na validade dos pontos.

Nos cartões do Itaú, por exemplo, para conquistar uma milha é necessário acumular 1,25 pontos, diferentemente dos cartões de outros bancos, onde um ponto equivale a uma milha. Em outras palavras, 20 mil pontos no Itaú equivalem a apenas 16 mil milhas. A calculadora faz todos esses cálculos e ainda informa quantos pontos são necessários para trocar por milhagem em cada programa.

Transfira os pontos de seu cartão de crédito que estão perto de vencer, para o programa da companhia aérea que mais usa. Assim, conseguirá estender o prazo para usar os pontos que estavam perdendo a validade, estendendo-os no programa da companhia aérea.

Ainda há outras formas de conseguir acumular milhas. Muitos postos de gasolina, farmácias, lojas on-line, livrarias e supermercados têm programas de fidelidade em parceria com alguns programas de milhagem.

Para quem costuma comprar com frequência em estabelecimentos que oferecem essa permuta com programas de fidelidade, é importante questionar se há a possibilidade de usar os pontos em compras de passagens aéreas.

Acesse nosso site em seu smartphone e confira informações exclusivas sobre Direito do Consumidor: www.proteste.org.br/institucional

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Crise impulsiona projetos IoT no formato pay-as-you-grow

Para incentivar a criação de soluções disruptivas em época de crise financeira, Telit atualiza seu modelo de negócios, permitindo ao empreendedor pagar de acordo com o crescimento de seu projeto IoT no mercado. Novo portal e plataforma em nuvem serão apresentados no Microchip Masters Brasil 2015

O cenário econômico negativo impulsionou uma nova tendência de mercado: o pay-as-you-grow ou, no português, “pague conforme o seu crescimento”. Voltado para pequenos empreendedores, o modelo de negócios tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil e pode ser encontrado no portfólio de serviços da líder global em Internet das Coisas – Telit. Recentemente atualizado, o portal IoT e plataforma em nuvem deviceWISE serão apresentados no Microchip Masters Brasil 2015, em São Paulo.

Para Ricardo Buranello, VP da Telit para a América Latina, a democratização da eletrônica e da TIC abriu espaço para os pequenos investidores interessados em inovar pagando pouco, trazendo ao mercado projetos disruptivos, com sólidas taxas de crescimento e voltadas para o consumo, automatização industrial, telemedicina, segurança e qualidade de vida urbana. “Mesmo com a recessão, a Internet das Coisas oferece grandes oportunidades de fomento à inovação, sendo o Brasil um país de grande potencial e que representa 70% do mercado latino americano de IoT”, afirma.

Na apresentação do portal e plataforma em nuvem, o executivo pretende trazer alternativas economicamente viáveis para o pequeno investidor, com foco em inovação. “Apresentaremos o nosso modelo de negócios, mostrando como a integração do portfólio de hardware, software e serviços da Telit estão moldando o universo de IoT e permitindo que as empresas inovem em velocidade recorde e com custos e riscos limitados”, diz Ricardo.

Mesmo que o empreendedor esteja apenas começando ou já operando milhares de dispositivos remotos globalmente, o portal IoT da Telit torna mais fácil a conexão de “objetos e aplicativos” ao integrar qualquer dispositivo, ativo de produção e sensores remotos a sistemas de aplicativos móveis e sistemas empresariais baseados na web por meio de qualquer rede sem fio.

Com a atualização do portfólio, as PMEs têm a chance de conectar qualquer dispositivo às necessidades do cliente, sejam frigoríferos, carros ou dispositivos médicos, com a finalidade de saber informações sobre manutenção do equipamento, temperatura, bateria, entre outros dados de interesse do consumidor. O modelo de negócios pay-as-you-grow é utilizado também por grandes players como McDonald’s, John Deere e Verizon Wireless. O Microchip Masters Brasil será realizado no dia 12 de novembro, no Immensità Espaço de Eventos, em São Paulo.

Serviço: Microchip Masters Brasil 2015
Data: 12 de novembro
Local: Immensità Espaço de Eventos, São Paulo
Endereço: Av. Luiz Dumont Villares, n. 392 – Jardim São Paulo

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HSM Expomanagement: Jim McKelvey, fundador da Square, derruba mitos de gestão e deixa 5 lições empreendedoras

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Um dos maiores empreendedores do Vale do Silício, Jim McKelvey, marcou presença na HSM ExpoManagement, em São Paulo (SP). No primeiro dia do evento, o co-fundador da Square falou sobre “Inovação e Criatividade Voltadas para o Mercado”, derrubando alguns mitos de gestão frequentemente utilizados nas organizações. O primeiro caminho para o sucesso, segundo ele, é procurar por problemas e não oportunidades. “Oportunidades estão no futuro, problemas são óbvios, concretos”, justifica.

Para ilustrar a estratégia, McKelvey, que se sustentou durante um bom tempo como um artistaespecializado em obras de vidro, contou oproblema que o levou à fundação da empresa que fatura hoje mais de 743 milhões de euros por ano. A ideia surgiu da percepção de McKelvey sobre o quão difícil era para pequenos negociantes, como ele, aceitar cartões de crédito para o pagamento do que comercializavam.

A segunda estratégia de McKelvey é usar bem as tecnologias disponíveis, em vez de tentar inventar algo novo. “As soluções que você está pensando em inventar provavelmente já existem – você apenas não está olhando o bastante para o produto”, afirmou.

A ideia de trabalhar rápido para obter sucesso também foi derrubada por McKelvey: “Mais importante é saber a hora certa para agir”, argumentou o empreendedor, citando como exemplo a ClassMates, a primeira rede social que surgiu no mundo – e o Facebook, que foi lançado com o advento dos smartphones. “O segredo é acertar o timing”, ressaltou.

Outra lição de McKelvey pode ser aplicada desde os primeiros anos escolares: estudar os grandes líderes, mas nem sempre acreditar neles. “Questionar os métodos incentiva a sua capacidade de pensar criativamente e encontrar soluções para problemas atuais, mesmo que essas soluções não tenham funcionado antes”.

Por fim, McKelvey salientou que mais importante que ser corajoso é ser humildemente perseverante. Segundo ele, o medo nos impulsiona. “Se você tem medo do fracasso, tem motivação para buscar o sucesso”, disse. A perseverança, para ele, é o que impulsiona o empreendedor a chegar onde quer, fazendo escolhasinteligentes e com riscos calculados. “Só a coragem não basta”, reforçou.

O HSM ExpoManagement é o maior evento de gestão da América Latina, que acontece de 9 a 11 de novembro, no Transamérica ExpoCenter, em São Paulo (SP). Com 150 horas de conteúdo em mais de 120 sessões e 16 mil participantes, o evento traz ao Brasil pensadores de maior repercussão na atualidade, como Malcom Gladwell, Clayton Christensen, Dan Ariely, Daniel Goleman, Ellen Langer, Eric Ries, Marc Goodman, Paul Krugman e Abilio Diniz. No evento, a Posigraf convida os participantes a conhecerem o sistema de Geomarketing que vem utilizando como diferencial para empresas do varejo. A ferramenta auxilia a detectar nichos de mercado e pontos de presença e influência dos estabelecimentos – o que colabora para a definição de metas de vendas e a atratividade de consumo no varejo.

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Internet das Coisas: O uso da tecnologia em sistemas urbanos inteligentes – Por Adriana Andréa Rodrigues*

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A larga expansão da plataforma mobile tem auxiliado no desenvolvimento de ambientes interoperáveis, em que cidadãos se inserem na Sociedade da Informação por intermédio das Tecnologias da Informação e Comunicação, estabelecendo novos processos comunicativos e usufruindo de serviços públicos digitais.

Trata-se de uma crescente integração entre objetos interconectados por meio da internet, que mediam ações e informações entre outros objetos e cidadãos, sendo independentes de intervenção humana e configurados para oferecer facilidades para o cotidiano da sociedade, permitindo a existência de uma rede amplamente conectada e gerando uma significativa massa de dados (Big Data) proveniente de diferentes dispositivos eletrônicos.

Este cenário, de materialização de ambientes permeados de informação, cujos variados objetos podem conectar-se sem fio à internet e entre si, é compreendido como Internet das Coisas.

O termo Internet das Coisas (IdC) ou IoT, acrônimo de Internet of Things, é usado como sinônimo de ambientes conectados, computação ubíqua, comunicação máquina a máquina (Machine to Machine Communication – M2M), web das coisas, internet do futuro e objetos inteligentes (Smart Things). A partir destes termos, pode-se inferir como a IdC, em uma Era Digital de franca expansão, com a massiva utilização de smartphones, tablets, notebooks, passa a ocupar e incorporar os hábitos dos cidadãos.

Não obstante, a IdC é entendida como um fenômeno, ubíquo e em constante evolução, cujas inovações potencializam soluções capazes de promover o desenvolvimento socioeconômico e a melhoria da qualidade de vida, baseadas em aplicações interativas que, além de conter informações estáticas, contém informações em tempo real referentes aos objetos do meio físico urbano.

Dentre as tecnologias presentes nestes ambientes conectados, destacam-se RFID (Radio Frequency Identification), NFC (Near Field Communication), QR Code (Quick Response), redes wireless e sensores sem fio. Estas tecnologias são normalmente integradas em aparelhos eletrônicos, unindo o mundo real ao digital e servindo como importantes instrumentos para solucionar ou minimizar problemas urbanos, assim como auxiliar na realização de tarefas cotidianas.

A IdC descreve um cenário de funções incorporadas em muitos objetos dos espaços urbanos; microchips implantados em seres vivos, capazes de trocar informações entre si, com as pessoas ou com o ambiente; objetos com sensores embutidos para coletar diferentes tipos de dados e ajudar a entender o comportamento das cidades, a exemplo das cidades inteligentes (Smart Cities) sendo estrategicamente planejadas sob os pilares da conectividade e automação.

AS CIDADES INTELIGENTES

Iniciativas para a construção e o desenvolvimento de cidades inteligentes preconizam a adoção de tecnologias na infraestrutura urbana, em que sejam capazes de coletar e transmitir informações em tempo real acerca da dinâmica das cidades, quer seja de seres humanos, animais, objetos ou na investigação de eventos climáticos.

Estas informações em tempo real sobre as questões urbanas, a partir da aplicação de métodos próprios de análise, analíticos ou preditivos, podem servir como um robusto instrumento de apoio à tomada de decisão para os setores responsáveis na administração das cidades.

São as cidades inteligentes e as regiões monitoradas por sensores que captam informações dos postes de luz, possibilitando a redução nos custos de energia; geram informações sobre o trânsito representadas em mapas sinóticos, por meio do emprego de geotecnologia; medem a qualidade do ar e o nível de ruído.

Os cidadãos serão usuários de diversas aplicações e terão, cada vez mais, acesso em tempo real aos serviços urbanos, do consumo de água à escolha do posto de saúde.

O SETOR PÚBLICO

O planejamento urbano é uma atividade contínua para a tomada de decisão, constituindo a preparação para a gestão futura, uma vez que promove a antecipação de fenômenos futuros, buscando minimizar os problemas urbanos.

Isto posto, os governos podem ser grandes usuários das aplicações da IdC, cujas tecnologias podem reduzir custos e melhorar a qualidade da prestação de serviços públicos, identificando áreas de oportunidades para que as cidades possam estabelecer e empregar estratégias que combinam a gestão da água, redes inteligentes, gestão de resíduos, estacionamento inteligente, entre outros; planejar uma cultura de IdC para favorecer o ativismo no sistema político, conciliando lei e realidade, conjugando informação e desenvolvimento; compartilhar experiências, plataformas e melhores práticas da IdC, no sentido de minimizar a fragmentação das soluções tecnológicas, bem como tornar os cidadãos mais inclusivos na construção das cidades inteligentes.

Um exemplo interessante da adoção da IdC na gestão pública é o sistema urbano de mobilidade sustentável em uso no Centro de Operações de Mobilidade, sediado no Instituto Curitiba de Informática (ICI) e integrante do projeto piloto do Programa Ecoelétrico da Prefeitura Municipal de Curitiba, que permite o monitoramento on-line da frota de carros elétricos, bem como a manutenção dos eletropostos instalados pela cidade.

O monitoramento dos indicadores, tais como energia elétrica consumida, número de viagens, distâncias percorridas, entre outros, é viabilizado pela utilização da tecnologia RFID, integrante dos dispositivos do sistema instalados tanto nos veículos quanto nos eletropostos, além da adoção de outras tecnologias inteligentes associando telemetria, Big Data e Business Intelligence.

Em resumo, até julho deste ano, o projeto já havia alcançado uma poupança total equivalente a 7.556,38 kg de CO2, registrando-se a maior poupança em julho de 2014 (947 Kg) e a menor em setembro do mesmo ano (266,25 kg). Desde o seu lançamento, os veículos que integram a frota do Programa Ecoelétrico já percorreram um total de 60.451 km. Em termos de energia, o total consumido até a data corresponde a 10.732,31 kWh, sendo que no mês de julho de 2015, a frota consumiu um total de 539,13 kWh.

Atualmente, estão sendo realizados testes-piloto para algumas tecnologias de comunicação sem fio (Bluetooth, GSM/GPRS, RFID) em um gateway para redes de sensores sem fio, em que se pretende o reconhecimento de características dos veículos que estacionam nas vagas sensorizadas, além da comunicação com os veículos elétricos. A nova funcionalidade poderá auxiliar na gestão do trânsito das cidades, bem como ser integrada ao sistema urbano de mobilidade.

De fato, os gestores do setor público têm uma excelente oportunidade de agir, a partir da utilização da IdC na implementação e alcance dos objetivos das políticas públicas, incluindo o aumento do crescimento econômico e melhorias na sustentabilidade ambiental, segurança pública, prestação de serviços do governo e produtividade.

Não obstante, em termos de política pública, líderes de governo terão que estabelecer diálogos e entendimentos claros sobre os riscos de privacidade que acompanham a IdC. Tão importante quanto a informação e a inteligência tecnológica são a estratégia, o planejamento e as políticas públicas que irão orientar e regular as aplicações da IdC no desenvolvimento das cidades.

Neste sentido, torna-se necessário que os governos, nas esferas federal, estadual e municipal, avaliem onde e como podem usar a IdC em suas funções administrativas, bem como o papel que a IdC poderia desempenhar na realização mais ampla dos objetivos socioeconômicos, serviços públicos e a vida cotidiana em geral, em um provimento de interação entre sociedade civil e sociedade política.

*Adriana Andréa Rodrigues (arodrigues@ici.curitiba.org.br) é mestra em Gestão Urbana pela PUCPR (2014). Pós-graduada em Tecnologia da Informação com ênfase em Administração Pública pela Universidade Positivo (1997) e em Gestão de Projetos pela FAE/CDE (1995). Bacharel em Informática pela Universidade Positivo (1993). Tem experiência na área de TIC, com ênfase em planejamento estratégico, planejamento de informações e gestão de TI. Atua como pesquisadora-responsável no Instituto Curitiba de Informática (ICI), em linhas de pesquisa para a Mobilidade Urbana Sustentável e Gestão da Informação no Processo Decisório, associadas ao Centro de Operações de Mobilidade do Programa Ecoelétrico.

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Uber: jurista aponta que leis que pretendem banir as atividades da empresa e de seus motoristas parceiros são inconstitucionais

Professor Doutor José Joaquim Gomes Canotilho, considerado um dos principais juristas da atualidade escreveu um parecer jurídico por meio do qual demonstra a legalidade das atividades da Uber e dos motoristas parceiros da Uber, e conclui que qualquer lei que pretenda proibir a execução desses serviços é inconstitucional.

Segundo Canotilho, para a Constituição Federal Brasileira o princípio é o da liberdade de escolha e de acesso a “qualquer trabalho, ofício ou profissão”. Ou seja, os motoristas parceiros da Uber tem o direito de exercer a profissão que escolheram para si.
Outro ponto que o autor ressalta é que os municípios não podem proibir a atividade de transporte individual na modalidade privada, ao afirmar que “A Lei Federal 12.587/2012 -, em seu artigo 12.º, atribuiu aos municípios a competência paraorganizar, disciplinar e fiscalizar o transporte individual de passageiros, mas não pode o poder legislativo municipal proibir esta atividade, expressamente prevista em Lei Federal”.

A reserva de um monopólio, ou seja, que apenas taxistas atuem no transporte individual de passageiros, é contrária à Constituição Federal e à Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei Federal 12.587/2012). Levando em consideração todos esses pontos, Canotilho conclui que as leis municipais recentemente aprovadas por São Paulo e do Rio de Janeiro são inconstitucionais formalmente, por violarem competência privativa da União, e “por violação isolada de diversos preceitos constitucionais, seja por violação sistematicamente agregada ou conjunta e simultânea desses diversos preceitos da Constituição Federal, que explicitam as bases fundantes e estruturais do Pacto fundante da República do Brasil e do (seu) Estado de Direito.”

Opiniões semelhantes já foram também expressas por outros importantes juristas como o Prof. Daniel Sarmento, o Prof. André Ramos Tavares e os Professores Carlos Affonso da Silva e Ronaldo Lemos. A Ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça, também já afirmou que leis municipais que visam banir a Uber são inconstitucionais.

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Foz do Iguaçu recebe empresários de Tecnologia da Informação de todo o Brasil no ParanáTIC 2015

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Nos dias 12 e 13 de novembro, a cidade paranaense de Foz do Iguaçu reúne empresários de todo o Brasil e da América Latina ao sediar o ParanáTIC 2015, principal evento do setor de Tecnologia da Informação do sul do país.

Uma palestra com o ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola abre o ParanáTIC. Uma das novidades deste ano é a realização de Trilhas de Varejo e Turismo. Serão várias palestras e debates sobre integração de ferramentas tecnológicas para um melhor desempenho de empresas ligadas aos dois setores. Essa integração com verticais faz parte do Plano Estratégico do setor de TI do Paraná de aproximação e oferta de soluções para as mais variadas atividades econômicas. Também vai haver um Hackathon. Na maratona de programação, vão ser 24 horas de imersão para criar projetos nos seguintes temas: automação e internet das coisas, agricultura e pecuária, turismo, sustentabilidade, educação e impacto social.

Os empresários que participam do APL Iguassu IT – Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação do Oeste do Paraná – comemoram a oportunidade de sediar um evento de porte nacional. “Vai ser uma grande chance para mostrar a empresários de outros setores como varejo e turismo, muitos fortes em Foz do Iguacu, o que as empresas de base tecnológica daqui podem oferecer em soluções para melhoria de negócios”, destaca Gerson Froehner, da Priori Sistemas. Ele ressalta que há grandes produtores de software nos principais municípios da região. “Em 2014, tivemos três finalistas no Prêmio MPE Brasil, que premia a excelência em gestão, e a empresa vencedora nacional foi a Junsoft de Toledo”, completa Gerson.

Lendro Scalabrin, da SWA Sistemas, de Medianeira, conta que sempre participa de eventos de nível nacional e que “o ParanáTIC é uma oportunidade para atualização do empresariado local sobre as tendências tecnológicas que vão impulsionar a economia, principalmente, em tempos de crise”.

Emerson Cechin, coordenador do setor de TI do Paraná no Sebrae, destaca o conteúdo internacional do evento. Donald Feinberg, vice-presidente e analista emérito do Gartner, um dos principais institutos de aconselhamento em tecnologia no mundo, vai falar sobre “Business Intelligence e Analytics”. “É um tema muito importante, atualmente, pela grande necessidade de análise de inúmeros dados na gestão de negócios e empresas”, ressalta Emerson.

As parcerias que podem ser formadas entre empresas de regiões diferentes aparecem como outro ponto positivo. Gerson Froehner diz que “muitas vezes, um novo negócio é perdido pela falta de um parceiro que possa completar, integrar uma nova solução. Já há casos de parcerias de sucesso entre empresas participantes dos eventos da Rede de APLs de TI no Paraná”.

Neste ano, o ParanáTIC vai ganhar projeção internacional ao lançar oficialmente o WCIT 2016, Congresso Mundial de TI, que acontece em Brasília e é organizado pela Assespro Nacional.

Realizado em parceria da Assespro-Paraná com o Sebrae, o ParanáTIC reúne empresários, pesquisadores, professores, estudantes e profissionais da área de Tecnologia da Informação e Comunicações, com o objetivo de promover a integração de pessoas visando a criação de empresas, produtos e serviços inovadores. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

ParanáTIC 2015

Dias 12 e 13 de novembro

Hotel Mabu Thermas & Resorts, Foz do Iguaçu, Paraná

Saiba mais em http://www.paranatic.com.br

Inscrições: 41 33371014 ou executivo@assespropr.org.br

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A sociedade dos drones: eles vão mudar o mundo – Por Arie Halpern

Esqueça motoboys e entregadores. No futuro próximo, documentos, pequenas encomendas e pizzas serão transportados e entregues por pequenos veículos aéreos não tripulados, os drones.

Esqueça também os canteiros de obras tal como são hoje. Eles terão mudado de figura. Lembrarão uma colmeia, com um enxame de drones em volta. Em substituição aos trabalhadores humanos pendurados em andaimes, eles se encarregarão de assentar as peças da estrutura em construção, com precisão, num verdadeiro balé aéreo.

Por toda parte nos depararemos com drones em funções diversas: policiamento, inspeção de vias públicas e instalações, controle de tráfego, manutenção de instalações, limpeza, irrigação, dedetização e bisbilhotices, dos vizinhos e dos serviços de informação. Bombeiros serão auxiliados por drones em operações de resgate ou combate ao fogo. A imprensa será quase onipresente com suas câmeras voadoras. Nos parques, veremos drones inteligentes interagindo com humanos como o cão que corre atrás da bola e a traz de volta para o dono.

Talvez essa seja uma visão tímida da sociedade dos drones que vai se desenhando. Afinal, ela contempla apenas funções que esses veículos já são capazes de executar com maior ou menor desenvoltura. Mesmo essa projeção conservadora do que será o futuro, no entanto, nos indica que assistiremos a uma grande e disruptiva mudança em nossas vidas quando os drones estiverem sendo utilizados em grande escala.

Pode-se imaginar essa sociedade assistindo a um desenho animado dos Jetsons ou a alguns dos vídeos sobre experiências com drones. O registro da instalação Flight Assembled Architecture, realizada no FRAC Center de Orleans, próximo de Paris, é uma antevisão do futuro da construção. Na experiência, realizada por uma equipe de pesquisadores do Swiss Federal Institute of Technology, drones levantam uma edificação de seis metros de altura. Matthias Kohler, um de seus idealizadores, garante que os drones vão mudar a cultura da construção e da arquitetura. O roboticista Raffaello D”Andrea, por sua vez, mostrou à plateia do TEDGlobal quadricópteros capazes de agir com base na experiência adquirida. Eles podem, por exemplo, se mover rapidamente equilibrando um copo d”água ou protagonizar a cena do parque descrita acima. (Os vídeos podem ser vistos em https://vimeo.com/69257453 e https://youtu.be/w2itwFJCgFQ.).

Flight Assembled Architecture from Gramazio Kohler Research on Vimeo.

No setor militar, até aqui o maior patrocinador dos drones, a nova tecnologia mudou a maneira de fazer a guerra. Há uma discussão muito séria em andamento, alimentada por vazamentos sobre a ação das Forças Armadas dos Estados Unidos a respeito de abusos na utilização de drones. Como sicários inumanos, eles são capazes de perseguir e alvejar um indivíduo onde quer que ele se esconda. Basta que o serviço de inteligência tenha conseguido rastrear os sinais de seu celular.

Transposta para o uso civil, a tecnologia dos drones tem um potencial disruptivo tão grande – especialmente na logística de transporte – que está obrigando as grandes empresas a repensar suas operações. Assim é com a alemã DHL, com a Amazon, com o Google, com o WalMart, com a Shell.

Todas estão em campo fazendo experimentos. A DHL obteve a primeira licença na Europa para utilizar drones em serviços de entrega, em caráter experimental. Faz seus ensaios na Alemanha com veículos não tripulados que cruzam 12 quilômetros, à velocidade de 18m/s para levar medicamentos aos habitantes da ilha de Juist. O Google faz entregas com drones no interior da Austrália, onde pode operar os equipamentos sem restrições. E a Amazon vem causando com a criação de um serviço que promete entregar produtos na casa do consumidor em 30 minutos.

Como toda inovação, as disrupturas na aplicação de drones vêm acompanhadas de conflitos e questões. A disputa pelo espaço aéreo, o incômodo causado pela convivência com os drones, a redução da privacidade, os riscos à segurança são algumas delas. Sobre todas, porém, está colocado o desafio de elevar a sociedade a um grau de desenvolvimento político e cultural que não transforme tecnologias tão poderosas em ameaças à vida e à liberdade dos humanos.

*Arie Halpern, economista, é diretor da israelense Gauzy Technologies.

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Com mais de 150 mil downloads, app Qipu ajuda microempreendedores a reduzir inadimplência com controle e alertas sobre obrigações financeiras

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Após menos de sete meses desde seu lançamento, o aplicativo Qipu (www.qipu.com.br), que ajuda o microempreendedor individual (MEI) a fazer sua contabilidade, acumula números que crescem a cada dia e já chega a 150 mil downloads e mais de 100 mil MEIs cadastrados que geram hoje mais de R$ 20 milhões em vendas por mês. Gratuito e disponível para iOS, Android e Windows Phone, o serviço, que funciona tanto pelo celular como no computador, atualizou recentemente sua versão e já atende usuários em todos os Estados brasileiros.

Uma das últimas novidades foi o controle de DAS pagas. A DAS é a principal obrigação do MEI, que deve ser paga todo dia 20. No entanto a inadimplência dessa obrigação é o principal motivo de desenquadramento do MEI. Com a nova funcionalidade, o Qipu passa a controlar todas as DAS já pagas pelo MEI e também envia o boleto da DAS por e-mail e por notificação no celular.

O novo serviço deve ajudar a diminuir a inadimplência em pelo menos 10%. Além disso, o Qipu agora está integrado ao sitema de Nota Fiscal Eletrônica, permitindo ao empreendedir emitir as notas com facilidade.

Desenvolvido para atender as necessidades dos MEIs e lançado em abril deste ano, em parceria com o Sebrae, o Qipu já registrou pelo menos 530 mil sessões e 350 mil lançamentos efetuados (entre vendas e despesas). O app é atualmente o principal voltado a este empreendedor e o melhor avaliado no Google Play (nota 4,5 de 5) e um dos melhores posicionados entre todos os aplicativos de fintech (para serviços financeiros).

A ferramenta de contabilidade e gestão, tida como o braço direito do microempreendedor, se tornou indispensável para organizar as finanças da empresa e manter as obrigações em dia, trazendo alertas sobre os pagamentos do DAS e da declaração anual, por exemplo.

O Qipu tem como uma de suas principais premissas ser muito simples de utilizar e ser gratuito, o que tem atraído tantos usuários.

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Netshoes, Buscapé e Mercado Livre discutem o Mobile Commerce e a evolução do “tradicional” comércio eletrônico

Ao mesmo tempo em que as telas de mesa migraram para as telas dos smartphones e usuários de internet passaram a praticar quase todas as ações diárias pelo celular, o e-commerce passa pela mesma transição. A migração é tão forte e rápida, que o comércio eletrônico já é tratado como “tradicional” em diversas publicações.

De acordo com um estudo da Coupofy, o mobile commerce cresce 300% mais rápido do que o e-commerce. Até 2016 as compras por dispositivos móveis irão crescer 42%, enquanto o comércio eletrônico tradicional tende a apresentar crescimento de 13% até o próximo ano.

No Brasil, o mobile commerce já representa 10% das compras online, segundo o mesmo estudo.

Discutindo esse cenário, estarão reunidos no dia 17 de novembro, nomes como Romero Rodrigues, fundador e CEO do Buscapé, Hernan Kazah, co-fundador do Mercado Livre, e Fernando Zanatta, diretor de TI e gerente de produtos da Netshoes.

A proposta do debate é trazer à tona números, o comportamento do brasileiro quando o assunto é compra pelo celular, e claro, a forte necessidade que todo o varejo online tem, de se adaptar ao ambiente móvel, o mais rápido possível.
Ficha técnica GMIC Summit São Paulo

Local: Renaissence Hotel
Data e Hora: 17 de novembro de 2015 às 8h30
Credenciamento: aberto a partir de 14/09/2015
Para credenciar: http://saopaulo.thegmic.com/
Credenciamento para imprensa e agendamento de entrevistas:
anabeatriz@flotereschauff.com.br

Sobre o GMIC Summit e o GWC

O GWC Inc. é um gigante clube de negócios internacional que reúne os maiores players da indústria mobile do mundo. Dentre suas ações globais, o GWC promove o evento GMIC (Global Mobile Internet Conference). Agora, depois de consolidado nos Estados Unidos, Japão, China, Indonésia, Taiwan e Índia, o GMIC chega pela primeira vezao Brasil, de olho neste mercado.

O GMIC Summit São Paulo trará ao Brasil, dia 17 de novembro no hotel Renaissence, alguns dos mais renomadoslíderes do mercado mobile da América Latina, além de players asiáticos e norte-americanos. Wen Chu, CEO e co-fundador do GWC abrirá o encontro.

Além dos palestrantes já citados, estão também Luciana Burger, diretora da Comscore, que trará dados em primeira mão coletados através da nova plataforma mobile da empresa; Ilja Gooseens, Global Sales Director daTune; Marco DeMello, fundador e CEOda PSafe; Dennis Wang, CEO da Easy Taxi; Fabiano Destri Lobo diretor da MMA Latam; Moacir Kang, fundador e CEO do Apontador Maplink; Guido Grimbraum, empreendedor fundador de diversas startups na América do sul; João Carvalho,fundador e CEO da Hands; André Ferraz, fundador e CEO da In Loco Mídia; e Guga Stocco, diretor de estratégias e inovação do Banco Original.

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O poder dos dispositivos móveis no comércio online

Por Gastão Mattos*

O evento anual Summit 2015 Shop.org é uma verdadeira vitrine de novidades do varejo mundial, no qual o e-commerce se destaca com as ações multicanal – aliada à tendência da Internet of Things – e o crescimento exponencial dos dispositivos móveis para acessar lojas online. Nos Estados Unidos, 47% das pessoas acessam as lojas de comércio eletrônico por esses aparelhos, sendo 30% via smartphones e 17% nos tablets. Por lá também a tendência é que a preferência pelas datas promocionais realizadas no comércio eletrônico, como a Cyber Monday, do que as focadas no varejo físico, que é o caso da Black Friday norte-americana.

Entretanto, os dispositivos móveis ainda representam forte influência para o consumo offline. De acordo com a Forrester, em 2014, US$ 977 bilhões de um total de US$ 1,6 trilhões em vendas no varejo físico foram influenciadas pelo uso da navegação mobile. No mesmo período, foram realizadas US$ 35 bilhões em compras online por meio destes aparelhos. Ainda segundo a pesquisa, 12% das compras online são provenientes de smartphones e 16% dos tablets. A empresa aponta que apenas 22% dos lojistas online norte-americanos identificam que tipo de device está sendo usado pelo consumidor, o que pode explicar a baixa conversão observada, uma vez que a personalização dos sites para determinados dispositivos pode ser prejudicada. Entre os consumidores que abandonaram carrinhos de compra por algum problema de navegação nestes devices, 56% tentam fazer a mesma compra via um desktop, mas 26% desiste totalmente da compra e 17% tenta fazê-la em uma concorrente, ou seja, há uma perda de 43% de consumidores em potencial por problemas com a navegação mobile.

Dada a importância desses dispositivos, 70% das empresas apostam na geração e melhoria de conteúdo nas lojas online e em redes sociais. Entre as mídias citadas estão o Instagram, Pinterest e blogs, além de conteúdos em vídeo, fotos em alta definição, reviews, tutoriais e social content. Alguns lojistas também utilizam o envio de e-mail marketing após a compra com novas informações sobre o produto adquirido. A ideia tem alcançado bons níveis de fidelização e baixas ocorrências de atritos ou devoluções, o que significa elevar o grau de confiabilidade do consumidor no estabelecimento, além de reduzir o custo de frete com a diminuição das devoluções.

Por falar em frete, outra pesquisa da Forrester, também apresentada durante o evento, apontou que 55% dos consumidores online decidem a compra de acordo com o valor do frete. A facilidade de pesquisa também é um importante fator de decisão, com 47% e a avaliação de outros compradores ficou em 45%. Outros itens como quick view do produto (30%), capacidade de salvar o carrinho e comprar depois (29%), visualizações alternativas do produto (25%) e vídeos demonstrativos (8%) também foram apontados pelos entrevistados. Os resultados deixam claro que o investimento em uma boa infraestrutura e em soluções que tragam mais informações e facilidades para o consumidor interferem de maneira bastante significativa na taxa de conversão. Embora a avaliação tenha sido realizada com consumidores norte-americanos, essas necessidades e exigências também são percebidas no mercado brasileiro, que está em constante expansão.

Por último, e não menos importante, temos as lojas multiplataforma e multicanal, que se conectam com seu público-alvo por diversos meios, como o uso de aplicativos para agregar valor e auxiliar o consumidor a escolher o produto adequado. Algumas empresas têm obtido grande sucesso ao construir uma migração e ligação eficiente entre e-commerce, m-commerce e call to action, como é o caso da QVC.

Todos esses insights deixam claro que a convergência de mídias, dispositivos e meios de compra são fundamentais para atrair o consumidor que acompanha a evolução da tecnologia e as facilidades por ela promovidas e faz questão de utilizá-las de acordo com a sua vontade também no universo das compras online.

*Gastão Mattos: CEO Com experiência de mais de 20 anos na indústria de pagamentos eletrônicos, Gastão Mattos foi diretor na Credicard entre 1990 e 1995, vice-presidente de marketing da Visa por mais de 6 anos, presidente da M-Cash de 2006 a 2011 e fundou a consultoria GMATTOS Projetos de Marketing, empresa responsável desde 2002 por desenvolver projetos com foco no e-commerce como negócio.
Graduado em Engenharia e com pós-graduação em Engenharia de Produção, ambas pela Escola Politécnica da USP, foi presidente da Câmara Brasileira de Comércio (www.camara-e.net) entre 2003 e 2005. Desde 2011 é CEO da Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina.

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Six Sigma Brasil apoia o 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos e oferece palestra sobre o futuro das empresas e os desafios de gestão

Em um cenário de mudanças constantes e instabilidade, aquele que se planeja e se antecipa ao futuro passa a ter um grande diferencial. O momento da economia do Brasil desafia grandes empresas e instituições a pensarem nas tendências e estimularem a reflexão das pessoas que tomam decisões nas empresas e movimentam a economia.

Para fomentar que as empresas brasileiras tenham as informações que precisam para ajudar na recuperação da economia, eventos como o 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos voltados ao público de gerenciamento de projetos, trazem ricos e importantes conhecimentos. Alinhada a esse objetivo, a empresa Six Sigma Brasil agrega sua marca como apoiadora do evento.

Além disso, Clovis Bergamo Filho, presidente da Six Sigma Brasil leva à discussão durante o Seminário o tema “Empresas do futuro e os desafios da gestão”.
“Dentro da perspectiva INOVAÇÃO, pretendo abordar as tendências para a empresa do futuro e as novas características do mercado para que os profissionais tenham um entendimento do caminho a ser percorrido e como podem se preparar para ele. Minha palestra colaborará com uma visão direta de como o profissional deve elaborar o seu plano de carreira”, comenta Bergamo.

Buscando enfatizar a integração das metodologias existentes e praticadas no mercado como um meio para se atingir o resultado de negócios nas organizações, o profissional irá estimular que o público presente pense sobre seus diferenciais para a organização.

A ideia de Bergamo é compartilhar informações que subsidiam a estratégia das empresas e dos profissionais, colaborando com o objetivo do evento, de refletir as melhores práticas globais e apoiar o planejamento estratégico empresarial e profissional de cada um dos participantes.
“Entendo que os dois eventos, tanto o Congresso Internacional da Six Sigma Brasil como o Seminário do PMI-SP, são pontos de reflexão e busca de melhores práticas, gerando um grande diferencial para as empresas brasileiras”, comenta ele.

Eventos como o Seminário do PMI e o Congresso Six Sigma são muito importantes para este cenário adverso que o país está atravessando. “Os profissionais devem estar atentos para otimizar a produtividade nas organizações, pois todos sabemos que novos contratos vão ser mais difíceis neste período. O executivo deve sair a campo para utilizar todo o seu conhecimento para garantir a lucratividade de sua organização com ações que gerem redução de custo e melhoria na performance”, finaliza Bergamo.

Para saber mais sobre as palestras e ações de discussão que serão apresentadas no evento, acesse o portal do Seminário: http://sigp.org.br/seminario-2015/

Serviço:

14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos
Local: Centro Fecomercio de Eventos
Rua Dr. Plinio Barreto, 285
Bela Vista – São Paulo – SP
Dias 09, 10 e 11 de novembro de 2015
Inscrições pelo site:
http://sigp.org.br/inscricoes/

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Balanço do ano de 2015 no e-commerce em seis transformações

Por Fabrizzio Topper*

Com certeza 2015 foi mais um ano de muita transformação e amadurecimento para o e-commerce nacional e até mesmo internacional. Um ano em que o mercado se voltou para algumas verdades inconvenientes que, pouco a pouco, foram ganhando mais a mais importância, até que não puderam e não podem mais ser negligenciadas.

A primeira e certamente a mais polêmica, revoluciona para sempre o modelo de negócios do segmento a partir deste ano: é a conscientização de que o e-commerce em si não é mais uma inovação e que, se desejar continuar conquistando uma fatia maior e mais relevante no varejo como um todo, terá que iniciar um novo ciclo de transformação criativa nos modelos de negócio, para ampliar a diferenciação dos seus players e sustentar a atratividade do modelo atual, como o crescimento dos marketplaces e dos serviços de assinatura.

A segunda é o amadurecimento do mercado em direção ao omnichannel, que redireciona a visão empresarial de eficiência mercadológica para além da atuação multicanal. Até então, vivia a miopia de acreditar que, quanto mais canais de acesso comercial para o mercado, maior também era a sua eficiência comercial como um todo, sem se dar conta de que o consumidor estava ficando confuso e negligenciado num fogo cruzado de abordagens e ofertas dentro da própria marca.

O conceito omnichannel surgiu para lembrar que aos olhos do cliente há só uma empresa, independente da quantidade de canais de acesso que é capaz de disponibilizar. Independente se o cliente acessou pela loja digital ou pela loja física. Eficiência, aos olhos dele, é poder utilizá-los simultaneamente e no fluxo que julgar mais cômodo ou então não faz sentido algum. Isso está mudando desde o fluxo operacional e plataformas tecnológicas, até composições fiscais e comerciais.

A terceira onda, que também tem transformado o mercado, é o novo conceito, que não sei se podemos chamar de algo tão novo assim, que é o “customer journey” ou em sua tradução mais literal, a “jornada do consumidor”. Muitos gestores de e-commerce, performance e marketing a repensarem a forma como distribuíam seus esforços e investimentos, que até então estavam sempre muito direcionados ao “last click” e, portanto, focados no momento de compra propriamente dito, a conversão final, em que a capacidade da empresa de influenciar a decisão de compra já está bastante reduzida.

O cliente, que chega por meio do last click, costuma chegar muito mais decidido, é verdade, mas pouco receptivo para se envolver com a marca e ser fidelizado para futuras compras. Sendo assim, o que vemos agora são investimentos em ações e ferramentas também direcionadas para engajar, influenciar e fidelizar os e-consumidores (e não apenas garantir que a intenção de compra seja atendida).

A quarta, e possivelmente a mais emblemática para o mundo digital, a partir deste ano, é a importância do mobile no negócio. Afinal, como afirmou o Google este ano, a segunda tela já se tornou a primeira e os estudos da FGV mostram que, no Brasil, os Smartphones já são mais de 50% de todos os aparelhos conectados à internet no território nacional.

O consumidor digital é cada vez mais impactado por iniciativas e plataformas mobile, mas que já se mostraram menos eficientes quando o tema é conversão comercial, apesar de apresentarem tickets significativamente maiores. Todo o mercado está tendo que se adaptar e aprender o mais rápido possível para aproveitar desta nova realidade que, ao que tudo indica, veio pra ficar e deverá alterar todas as máximas que, até então, regiam o mercado em termos de usabilidade, arquitetura e ciclo de venda e relacionamento.

A quinta e penúltima onda que percebemos com clareza ter chegado ao mercado de e-commerce este ano foi a Era do CRM e da performance operacional. Chegou para ficar, revitalizando a importância dada à inteligência digital a partir do “big data”, que tenta triangular previsões e tendência mercadológica a partir de: histórico de consumo, comportamento digital dos consumidores, clientes, seguidores e mais toda a coleta de dados possíveis de serem rastreados, analisados e mensurados.

A busca por eficiência comercial está empurrando a ciência digital para um nível cada vez mais elevado e complexo, em que o desafio passa a identificar os padrões comportamentais e agrupamentos destes clusters para ajustar as estratégias de abordagem e relacionamento. Mas o que isto muda no jogo? Simples, a visão de gerenciamento operacional já não é mais suficiente para este nível de competição. Agora será necessário elevar o patamar para uma visão mais estratégica e científica, do que apenas tecnológica e de controle operacional.

E, por último e sexto grande acontecimento de 2015, certamente são as mudanças no modelo de tributação do ecommerce, que já estão deixando todos de alerta e ainda nem sequer mostraram claramente a sua força de mudança e transformação, pois ainda deverá levar um tempo para que o mercado compreenda toda a extensão dos impactos e ajustes necessários no composto tributário, fiscal, logístico e processual nas operações novas e em funcionamento. Ainda há muita dúvida e divergência de opinião quanto ao impacto que terá no mercado, o que só amplia a percepção de que poderá facilmente ser de longe o fato mais emblemático, não só de 2015, mas possivelmente de 2016, uma vez que só serão sentido e absorvido no decorrer do próximo ano.

O que fica de mensagem é: tudo está mudando rápido… Cada casa decimal deste mercado vale cada vez mais. Só conseguirão se tornar e manter rentáveis aqueles que não se acomodarem, nem um dia sequer, na busca por eficácia mercadológica e operacional; em que cada investimento e gasto são planejados, gerenciados, medidos e otimizados incessantemente.

E que venha 2016 para a parte do varejo que mais cresce no Brasil e no mundo.

* Fabrizzio Topper, consultor, professor e empreendedor do e-business nacional. É sócio fundador da Topper Minds, empresa de planejamento de plataformas comerciais digitais.

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Pesquisa da Zebra Technologies revela que quase metade das empresas têm rede Wi-Fi sobrecarregada

A Zebra Technologies Corporation (NASDAQ: ZBRA), líder global em soluções e serviços que fornecem visibilidade em tempo real dos bens, pessoas e operações das organizações, divulgou hoje os resultados de uma pesquisa global que mostra que 46% das empresas de varejo, hotelaria e de transporte e logística estão operando com infraestruturas Wireless sobrecarregadas. Mais de metade (53%) das empresas pesquisadas nestes setores estão planejando atualizar suas infraestruturas Wireless dentro dos próximos 12 meses, por conta de uma sobrecarga em seus sistemas devido a novos dispositivos e serviços online. A Forrester Consulting conduziu o estudo encomendado pela Zebra Technologies em outubro de 2015, e escutou profissionais de TI e de negócios em 250 empresas globais nos setores de varejo, hotelaria e de transporte e logística nos Estados Unidos e na Europa.

PRINCIPAIS FATOS

• Empresas de varejo, hotelaria e de transporte e logística estão expandindo sua infraestrutura de rede Wi-Fi para melhorar o serviço ao cliente, aumentar performance operacional e tomar decisões mais rápidas. Quase 60% das empresas de transporte e logística, 54% dos varejistas e 49% das empresas de hotelaria têm planos de expandir ou atualizar suas infraestruturas de rede Wi-Fi.

• 65% dos varejistas, 69% das empresas de transporte e logística e 61% das empresas de hotelaria estão em expansão, modernização ou planejando implementar tecnologias para explorar a Internet das Coisas.

• As empresas estão planejando adicionar novos serviços Wireless, incluindo videoconferência e streaming de vídeos, juntamente com aplicativos específicos da indústria e serviços.

• 46% das empresas de varejo, hotelaria e de transporte e logística estão planejando atualizar sua infraestrutura Wireless para melhorar a cobertura sem fio. Mais da metade das empresas pesquisadas atualizaram recentemente para se preparar para novos dispositivos e serviços, e 41% planejam atualizar os pontos de acesso Wireless que estão sobrecarregados por novos dispositivos atualmente.

Imran Akbar, vice-presidente de rede de comunicações empresariais, Zebra Technologies afirma que “a rede da empresa é a espinha dorsal que conecta todas as partes de um negócio e ajuda a ganhar, servir e reter clientes. Uma infraestrutura wireless poderosa permite o fluxo de dados em tempo real, fazendo com que as organizações saibam o que está acontecendo com os seus bens, funcionários e clientes, dando-lhes uma visão completa de seus negócios”.

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Mobile Commerce já representa 20% das compras online no Brasil

Em 60% das compras, consumidor utilizou múltiplos devices antes de finalizar a transação

O mobile está se tornando o canal preferido entre os brasileiros que fazem compras online utilizando múltiplos devices e os consumidores que acessam as lojas virtuais em diversos equipamentos têm 3 vezes mais propensão a finalizar uma transação em um dispositivo móvel do que aqueles que usam apenas um equipamento.

Entre julho e setembro, 20% das compras feitas no País pela Internet foram concluídas no smartphone ou no tablet; a média global foi de 35%. Entre os maiores varejistas, as transações mobile cresceram 24% sobre o trimestre anterior e agora quase um terço de todas as vendas são finalizadas em devices móveis. Entre os varejistas de médio porte, o avanço foi de 35% no período.

Forte tendência no e-commerce, os aplicativos alcançaram taxas de conversão em vendas duas vezes maior do que o desktop e o ticket médio também foi mais alto nestes três meses – R$ 446,00* (US$ 116) no app contra R$ 385,00 (US$ 100) no desktop e R$ 350,00 (US$ 91) no mobile browser.

Estas são algumas das principais conclusões do estudo global “Cenário do Mobile Commerce”, realizado no terceiro trimestre pela Criteo (www.criteo.com) (NASDAQ: CRTO), líder global de tecnologia especializada em publicidade digital e marketing de performance.
O levantamento analisou mais de 3 mil varejistas virtuais e sites de viagem no mundo, que totalizam 1,4 bilhão de transações e US$ 160 bilhões em vendas anuais, e confirmou que os canais mobile se consolidaram e irão continuar a ser decisivos nas estratégias comerciais e de marketing das empresas que comercializam produtos e serviços na Web.

“Quase um terço das vendas feitas pelos grandes varejistas online são transacionadas em um smartphone, que, com telas cada vez maiores, são mais utilizados do que os tablets para fazer compras, representando 77% das transações mobile no trimestre. Em âmbito global até o final do ano nossa estimativa é que o mobile commerce represente 40% das transações na Internet”, assinala Fernando Tassinari, Diretor Geral da Criteo no Brasil.

De acordo com a pesquisa, no caso das compras finalizadas em laptops e desktops, 55% dos consumidores usaram ao menos um outro equipamento para visitar a mesma loja on-line antes de fechar a transação. Entre os que compraram em um dispositivo móvel, 59% dos que utilizaram smartphone e 60% dos que recorreram a um tablet utilizaram um outro device antes de fechar negócio.

Para Tassinari, os aplicativos serão a próxima fronteira e assistiremos nos próximos anos um aumento significativo de anunciantes investindo no desenvolvimento de apps para engajar consumidores e converter mais vendas. “Além disso, com 40% dos consumidores navegando em múltiplos devices antes de comprar, a publicidade on-line terá que passar a focar nas pessoas e não mais em devices. Os varejistas precisam redesenhar a experiência de compra online para atender estes novos consumidores que acessam suas lojas a partir de vários canais antes de concluir a compra”, alerta.

Com sede na França e 27 escritórios em 16 países na Europa, Estados Unidos, América do Sul, Austrália e Ásia que operam comercialmente em mais de 80 países, a Criteo registrou faturamento global de 745 milhões de euros em 2014 e 533 milhões de euros no primeiro semestre deste ano. Interessada no potencial do mercado de publicidade on-line e do e-commerce no Brasil, a companhia está nos preparativos finais para inaugurar seu novo escritório, em São Paulo, ampliando sua estrutura para dar início a uma nova fase de expansão.

“O crescente potencial da publicidade online no Brasil cria o cenário ideal para a oferta de nossos serviços de marketing de performance. Agências e anunciantes têm como maior desafio a gestão do orçamento e a otimização de resultados na mídia online, o que só é possível com ferramentas como as que oferecemos para planejar e colocar no ar campanhas com altos índices de engajamento e conversão”, assinala Fernando Tassinari, Diretor Geral da Criteo no Brasil.

Atualmente os maiores clientes da empresa no Brasil são dos segmentos de varejo, viagens e classificados, incluindo as maiores empresas do e-commerce e grandes varejistas, entre eles Netshoes, Dafiti, Passarela, Magazine Luiza, Hotel Urbano, Peixe Urbano, e Ricardo Eletro. Além de continuar ampliando seus negócios nestes setores, a empresa planeja agora avançar em outros verticais, como automotivo, financeiro, bens de consumo e telecomunicações.

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