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Movile recebe aporte de R$ 1 bilhão da Prosus

A Movile, empresa que investe e desenvolve negócios de tecnologia como iFood, MovilePay, PlayKids, Afterverse, Sympla e Zoop, recebeu um novo aporte da Prosus totalizando R$ 1 bilhão (US$ 200 milhões) – o maior investimento primário em uma única rodada desde a fundação da empresa, em 1998. A Prosus, grupo global de internet e um dos maiores investidores em empresas de tecnologia do mundo, é o principal investidor da Movile desde 2008.

Os novos recursos serão direcionados para a expansão das atuais empresas da Movile, incluindo o iFood, empresa líder em foodtech e uma das maiores histórias de sucesso de tecnologia até hoje na região; MovilePay e Zoop, duas das principais fintechs do Brasil; e Mensajeros Urbanos, empresa de logística com sede na Colômbia que também cresce rapidamente no México e em outros países da região. A Movile planeja, ainda, investir em novas empresas de tecnologia inovadoras no Brasil e na América Latina.

“O sucesso de empresas como o iFood incentiva empreendedores da América Latina a se unirem ao ecossistema tecnológico em constante expansão na região”, reforça Patrick Hruby, CEO da Movile. “A Movile está comprometida em melhorar a vida das pessoas, e isto inclui apoiar os empresários, gerar novos empregos e trazer mais praticidade e conveniência aos consumidores. Com este novo aporte, continuaremos a ajudar fundadores a alcançarem suas grandes ambições para construir a próxima história de sucesso na região”, reforça.

O jeito Movile de investir

Nos últimos três anos, a Movile alcançou um crescimento médio anual de 80% em receita e realizou mais de 30 negócios, entre investimentos e M&As. Isto inclui a ampliação da estratégia de logística, com o aporte na plataforma de entrega colombiana Mensajeros Urbanos, em 2020, e o investimento este ano na argentina Moova, expandindo a presença da Movile no mercado latino-americano. No início de julho, a Movile também investiu R$170 milhões na Zoop como parte do novo financiamento da Prosus.

“O histórico de sucesso da Movile se deve a uma cultura inovadora e visão de negócios. Eles são um investidor estratégico com sólido conhecimento e experiência no mercado latino-americano, o que garante muito valor às pessoas, à cultura, à administração, às finanças e ao desempenho da companhia. Eles colaboram de forma direta e aprofundada com suas empresas investidas para garantir o sucesso de cada uma delas, o que representa uma maneira única de investir e semelhante à abordagem da própria Prosus”, disse Roger Rabalais, CFO da Prosus Food e Presidente do Conselho da Movile.

Próximos passos: fortalecer fintechs, logística e games

Para os próximos meses, a Movile planeja continuar investindo em suas empresas atuais, além de expandir seu portfólio, focando nas verticais de logística, fintechs e games.

Em toda a América Latina, as vendas online estão em alta, com crescimento de 36,7% no e-commerce da região em 2020, resultando na necessidade de mais e melhores ofertas logísticas. Somente no Brasil, as vendas online aumentaram 66% em 2020, mais do dobro da taxa de crescimento dos EUA, de acordo com o Euromonitor, e com expectativa de crescimento de 56% até 2024, de acordo com Worldpay by FIS. Com base neste crescimento, a Movile continuará investindo em sua tese de logística.

Por sua vez, o segmento de fintechs tem recebido o maior investimento na América Latina nos últimos seis anos, de acordo com a LAVCA , e continuará sendo o foco central da Movile. Recentemente, o segmento foi definido como uma divisão específica dentro do grupo, incluindo MovilePay e Zoop. Uma iniciativa conjunta entre as duas empresas lançou a Conta Digital iFood, desenvolvida pela MovilePay com tecnologia da Zoop. Desde seu lançamento, em outubro de 2020, a MovilePay já concedeu cerca de R$ 200 milhões em crédito a pequenos restaurantes registrados na plataforma iFood, com mais de 150 mil contas digitais ativas.

“Fintech é hoje uma vertical-foco para a Movile. Em um futuro não muito distante, vislumbramos que todas as empresas se tornarão uma fintech e serão capazes de oferecer serviços financeiros a seus clientes. A Zoop faz exatamente isso para as empresas, e a MovilePay possibilita isso para os restaurantes”, acrescenta Hruby.

Outro mercado-foco para a Movile é o de Games, com Afterverse – a marca de jogos nascida dentro da PlayKids, que alcançou um crescimento impressionante durante a pandemia. A Movile possui e opera os títulos PK XD e Crafty Lands e alcança 50 milhões de jogadores por mês, tornando-se rapidamente um dos grandes players globais de Games, com jogadores em mais de 180 países.

“A Afterverse começou como uma célula de inovação da PlayKids e alcançou rápido sucesso, por isso agora opera de forma independente. A empresa tem grande potencial para se tornar uma das maiores histórias de sucesso do Grupo Movile”, afirma Hruby.

Olhando para o futuro, Hruby revela que a Movile continuará buscando empresas que complementem e agreguem valor ao ecossistema existente. “Buscamos empresas que desenvolvam soluções tecnológicas com potencial de crescimento exponencial. Além disso, é nossa missão trazer talentos cada vez mais diversos para as equipes das nossas empresas”, conclui o CEO do Grupo Movile, que já conta com 5 mil funcionários, e possui hoje mais de 600 vagas abertas entre suas diversas companhias.

Rappi anuncia Sandra Montes como nova CMO da empresa no Brasil

Nesta segunda-feira, 02/08, Sandra Montes assume a posição de Chief Marketing Officer no Rappi Brasil, cargo ocupado até o momento por Fernando Vilela. A executiva, que atuava como Vice Presidente de Growth Marketing na OLX Brasil, ficará responsável pelos projetos relacionados à jornada do cliente e à área de marketing do superapp no país.

“O dinamismo do segmento, por si só, é um desafio estimulante. O Rappi, por sua vez, busca devolver o tempo às pessoas a partir de constantes inovações. Participar desse processo é o que me motiva. Especialmente por ele abrir vários caminhos para a criação de estratégias que, aliadas à tecnologia, impulsionem o crescimento e o reconhecimento do Rappi enquanto um superapp atento às inúmeras oportunidades que o ecossistema digital possibilita”, declara a nova CMO.

Sandra é bacharel em Economia e, ao longo de sua carreira, aprofundou seus estudos e conhecimentos nas áreas de Marketing e Comunicação. Ela possui MBA em Marketing pela ESPM, assim como especialização na Harvard Business School e no MIT. Além disso, a profissional teve um ciclo de atuação na Electrolux.

Fernando Vilela, que liderou o marketing desde 2018, quando ingressou na empresa, ocupava oficialmente o cargo de CMO do Rappi Brasil desde o final de 2020. O executivo, sócio da empresa, entra agora em período de férias e, após seu retorno, assumirá novos desafios na companhia.

Empreender no Brasil é sonho de carreira de jovens universitários, mostra programa do Santander e The Bakery

Nada de escritórios tradicionais, chefes individualistas e ambientes engessados. Grande parte dos jovens universitários da nova economia quer liderar projetos inovadores capazes de gerar impacto social na vida das pessoas. Em suma: desejam empreender em espaços abertos à criatividade e com novos referenciais de gestão. É o caso dos estudantes com idades entre 18 e 25 anos que acabam de iniciar o Radar Empreenda do Santander Brasil, programa realizado em parceria com a empresa global de inovação corporativa The Bakery, com duração de seis meses e destinado a apoiar pré-empreendedores e universitários a expandirem seus negócios. Das mais de 1.600 inscrições recebidas, cerca de 85% foram de universitários. Dos 30 que compuseram a seleção final, 24 estão nos primeiros anos da faculdade.

Os jovens criarão do zero soluções baseadas nos desafios propostos pelo Santander, com todo o suporte e mentoria de profissionais experientes do mercado financeiro. “A Educação tem um poder colossal de transformar a sociedade. Investir nessa área e em programas como esse é fomentar a inovação entre os jovens e inseri-los na economia real. Ficamos surpreendidos positivamente na quantidade de talentos que existem entre os jovens brasileiros e participar do sucesso de alguns será extremamente compensador e inspirador”, afirma o head do Santander Universidades, Nicolás Vergara.

Bárbara Mariana da Silva Barros, 19 anos, cursa o segundo ano da faculdade de Administração Pública, no Rio de Janeiro. Sempre teve atração pelo mundo do empreendedorismo, cuja maior influência veio de um tio que a presenteou com o primeiro livro sobre o tema. No ano passado, Bárbara participou da competição de tecnologia para meninas Technovation Girls. “Me apaixonei de vez e surgiu a vontade de montar uma startup, mas não sabia como começar. Aí, surgiu o Radar”, diz.

Filha do meio de uma família humilde, Bárbara foi a primeira a ingressar em uma faculdade pública. “Meus pais tiveram uma vida difícil e minha mãe só conseguiu se formar depois de casada e com filhos. Então, eles sempre tiveram a preocupação de nos estimular a estudar e conquistar independência financeira”, frisa.

A experiência no Radar para Bárbara tem aberto portas. “O incentivo eu já tinha da minha família, mas faltava uma direção. O apoio de grandes empresas é fundamental para tirar todas as ideias do papel e muda a nossa visão de como funciona, de fato, o mundo dos negócios e das finanças”, argumenta Bárbara, que inclusive é investidora na Bolsa de Valores. 

A meta da jovem para daqui a alguns anos é estar à frente de uma startup unicórnio que tenha impacto social. “Sempre fiz trabalho voluntário e acho importante tentar retribuir para a comunidade e todas as pessoas que me ajudaram a crescer e chegar onde estou”. 

Inovação e transformação digital

De acordo com dados mais recentes do relatório Global Entrepreneurship Monitor, 2/3 dos estudantes universitários já encaram empreender como uma opção de carreira. Para Marcone Siqueira, sócio e cofundador da The Bakery, o interesse de pessoas cada vez mais jovens pelo empreendedorismo significa que o país está com o pé no acelerador da transformação digital. “Mostra que essa nova geração tem acompanhado as oportunidades crescentes desse mercado. A juventude está ouvindo o que falamos sobre o potencial da inovação no Brasil e, se quisermos consolidar o país na vanguarda, precisamos incentivar esse diálogo na mídia, nas empresas, em casa, onde for possível”.

As gêmeas Carolina e Bruna Robledo, de 19 anos, residentes de Tupã, no interior de São Paulo, por sua vez, estão no 5º semestre das faculdades de Matemática Aplicada e Computacional e Física Computacional, respectivamente. Ambas, selecionadas pelo programa, se apaixonaram pelo empreendedorismo já no ensino médio, quando participaram da mesma competição de Bárbara, em que desenvolveram aplicativos de educação com linguagem mais acessível para estudantes da rede pública de ensino, com foco em matemática.

“Nossa geração quer um ambiente mais moderno e livre para liderar. E a tendência atual é vermos cada vez mais pessoas empreendendo. As redes sociais mostraram que é possível começar seu negócio e divulgá-lo para milhões de pessoas, por exemplo”, explica Carolina, complementando que a pandemia tornou as coisas mais flexíveis, possibilitando a muitas pessoas criarem suas empresas do zero. 

João Crescione, de 20 anos, teve uma trajetória um pouco diferente. Cursando Ciências Biomédicas, em Ribeirão Preto, o desejo de empreender só surgiu nos últimos seis meses. João conta que, antes, se identificava muito pouco com esse universo. “Além de eu querer seguir uma carreira tradicional, eu tinha até certo preconceito. Tudo parecia muito estereotipado. É como se muitos empreendedores já nascessem direcionados, vindo de famílias empreendedoras e com condições financeiras para esse investimento. Eu vim de um background muito diferente. Minha família sempre quis que eu garantisse um bom emprego para me sustentar”.

A virada de chave aconteceu quando João cursou uma disciplina na faculdade sobre o tema. Embora tenha fortes críticas à forma pela qual o conteúdo foi passado, foi graças à experiência que ele resolveu buscar se aprofundar no tema. “Comecei a ler mais sobre o assunto por conta própria e me apaixonei. O que me atrai no empreendedorismo é a possibilidade de ser criativo, desde que isso tenha um impacto positivo na sociedade. Quero deixar minha marca no mundo, mudar vidas e sair das amarras do mercado tradicional”, afirma.

No Radar, ele conta que tem tido a chance de falar com pessoas inspiradoras e aprender coisas que não teria oportunidade através de outras iniciativas. “É difícil empreender no Brasil, mas é justamente por isso que eu quero ser um case de sucesso”.

Radar Empreenda

Planejado para solucionar desafios-chaves da organização e gerar negócios, o Radar Empreenda é fruto de duas antigas iniciativas do Santander e contempla tanto startups consolidadas quanto jovens que sonham empreender. As iniciativas anteriores Empreenda Santander, do Santander Universidades, e Radar Santander, do Lab 033, já alcançaram marcos como 98 mil inscritos e R$ 11 milhões em premiações no período.

Startup Superlógica é autorizada pelo BC a atuar como instituição financeira

A Superlógica, plataforma de gestão financeira e tecnológica para condomínios e imobiliárias, após anunciar sua recente fusão com a Ahreas, outra grande empresa do setor, e atingir a expressiva marca de 100 mil condomínios utilizando suas plataformas no Brasil, acaba de receber a autorização do Banco Central para se tornar uma instituição financeira. 

A companhia foi a pioneira a oferecer serviços financeiros como conta digital, emissão de boletos, PIX e cartão de crédito para o mercado condominial e imobiliário  por meio de parceiros, mas a partir de agora, mediante autorização do Bacen, se torna uma instituição financeira que está conectada diretamente com o Sistema de Pagamento Brasileiro (SPB) e com o Sistema de Pagamento Instantâneo (SPI). 

“Este é mais um passo na consolidação da Superlógica como a principal parceira tecnológica e financeira das administradoras de condomínios e imobiliárias. A partir deste momento nos tornamos ainda mais competitivos, com serviços financeiros mais completos e especializados, o que reforça a nossa credibilidade junto aos nossos clientes”, afirma André Baldini, Diretor de Negócios da Superlógica

Como Instituição financeira, a Superlógica também está autorizada a realizar operações de crédito de forma independente. Recentemente, a empresa lançou o serviço Inadimplência Zero, que assume a inadimplência do condomínio, garantindo o recebimento do valor integral mensalmente, independente se os moradores pagaram a taxa ou não, eliminando completamente o efeito da inadimplência para o condomínio e para seus moradores. 

“Nosso objetivo vai muito além de apenas reduzir tarifas. O maior custo para nossos clientes é a ineficiência dos processos. Como nossos serviços financeiros estão perfeitamente integrados com os sistemas de gestão, a maior redução de custos vem com o ganho de eficiência”, explica Baldini. 

Atuando com cerca de 100 mil condomínios em todo o Brasil, além de gerenciar um volume de mais de 600 mil contratos de locação, a Superlógica transacionou R$14,6 bilhões em 2020 através de seus serviços financeiros e prevê um faturamento de mais de R$ 200 milhões em 2021. A companhia também foi a primeira a oferecer, a partir de 2016, serviços de conta digital para condomínios e imobiliárias, por meio de sua plataforma financeira e tecnológica, que combina seu software de gestão a serviços financeiros e traz ganhos de eficiência expressivos aos seus clientes. Agora, torna-se a primeira a fazê-lo de forma independente, com uma plataforma que atende desde pequenas empresas até grandes nomes de mercado.   

Startup Tractian abre mais de 30 vagas em diversas áreas

A Tractian, uma das startups mais tecnológicas do País e que recebeu aportes de R$ 17 milhões de diversos investidores em 2021, está com mais de 30 vagas abertas. Os postos são voltados, majoritariamente, às áreas de software e ciência de dados e, para se inscrever, o candidato deverá acessar o site https://careers.tractian.com/, para encontrar a lista de todas as vagas disponíveis e o job description de cada uma delas. Entre os principais postos estão engenheiros de software, engenheiro de dados, cientista de Dados; programadores front-end e back-end, desenvolvedores Full Stack, diretor de arte, gerente de sucesso do cliente, especialista em Customer Success, entre outros. Todos os candidatos deverão possuir inglês fluente.

“Estamos buscando os melhores cientistas de dados do mundo. Queremos aumentar nossa equipe, que hoje é composta de pessoas bastante jovens e antenadas com o mundo moderno, para que possamos continuar nossa jornada de desenvolvimento de nosso Shazam da indústria, ferramenta de inteligência artificial que ajuda os gestores de manutenção na identificação de possíveis anomalias nos equipamentos, evitando a paralisação daquela máquina ou até da indústria”, disse Igor Marinelli, CEO da Tractian.

A Tractian possui, atualmente, cerca de 30 colaboradores. A meta da startup é chegar a 100 funcionários até o final de 2022. Os novos colaboradores ajudarão a startup a desenvolver soluções de manutenção preditiva para a indústria, como o Band Trac, criado pela companhia em 2019 e composto por um sensor plugado aos equipamentos monitorados para que a plataforma on-line analise a máquina em tempo real e avise os gestores sobre possíveis problemas.

Atualmente, a Tractian já possui atuação em 45 indústrias de diferentes segmentos, como hospitais, shopping centers, indústrias do agronegócio, de maquinário e do ramo alimentício. “Queremos estar em mais de 600 indústrias até 2022. E estes novos colaboradores nos ajudarão neste desafio de estarmos presentes em mais indústrias e segmentos, democratizando a gestão da indústria e ajudando no desenvolvimento da economia brasileira, pois a redução de anomalias em equipamentos evitará a paralisação de uma fábrica e, consequentemente, perdas produtivas, o que impacta também no consumidor final”, completa Marinelli.

Abrasce prevê aumento de 32% nas vendas em shopping centers para o Dia dos Pais

A pesquisa de Expectativas para o Dia dos Pais realizada pela Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), entre os dias 21 e 28 de julho, aponta um aumento médio de 32% nas vendas na semana que antecede à comemoração. Esta elevação representa um adicional de vendas de R$ 870 milhões em relação a 2020. No mesmo intervalo do ano passado, as comercializações caíram 32,5% em relação a 2019.

As expectativas dos shoppings em relação ao volume de vendas registrado em 2019 ainda são de queda, da ordem de 15%. No entanto, observa-se um otimismo maior em relação às datas comemorativas anteriores. Para o Dia das Mães, a queda esperada era de 19% e para o Dia dos Namorados, a expectativa era de uma redução de 23% em relação a 2019.

Para o presidente da Abrasce, Glauco Humai, contribuem para as expectativas geradas em torno do Dia dos Pais fatores como a maior flexibilização das medidas de distanciamento social, aliada ao avanço da vacinação no País e a melhora da confiança do consumidor. “Os empreendedores estão mais otimistas e acreditam que os consumidores estão mais dispostos a investir em um produto mais elaborado, já que muitos filhos ficaram um bom tempo longe dos pais e estão retomando, ainda que com toda a cautela necessária, os encontros familiares após a vacinação”, pontua.

Sobre o ticket médio, a expectativa é de R$ 192,00. Em comparação com o ano anterior, cujo resultado registrado foi de R$ 172,00, o crescimento esperado é de 11,6%. A expectativa supera também o ticket médio registrado na data em 2019, que foi de R$ 176,00. As categorias de presentes em destaque para a data são: artigos esportivos, eletrônicos e calçados.

Para incentivar as compras, os shoppings também irão oferecer canais de vendas como delivery e marketplace/vendas online (64%), drive-thru (51%) e lockers (21%). Além disso, 61% dos shoppings realizarão promoções para a data como sorteios (27%) e compre e ganhe (24%), sendo que entre os prêmios sorteados os mais citados são relacionados às bebidas, como: cervejas, cervejeiras, canecas de chopp, vinhos e adegas e itens relacionados à churrasco como tábuas e facas.

Infobip oferece dia de folga para incentivar colaboradores a tomar a segunda dose da vacina contra Covid-19

A Infobip, empresa global de comunicações na nuvem, anunciou que vai oferecer um day off para quem tomar todas as doses indicadas da vacina contra a Covid-19. O objetivo é incentivar a imunização dos funcionários no Brasil, Colômbia, México, Argentina, Chile, Peru e Colômbia. O benefício poderá ser utilizado em um dia de escolha do funcionário ao longo do ano. “Com o avanço da vacinação na América Latina, queremos reconhecer nossos funcionários que estão pensando no coletivo e incentivá-los para contribuir com um ambiente de trabalho seguro e livre do vírus”, destaca Nestor Caratti, Diretor de Vendas para América Latina. A empresa mantém os colaboradores em home office e seus escritórios em São Paulo e Curitiba permanecem fechados. Em setembro, a companhia pretende lançar o programa BIP Anywhere, ainda em desenvolvimento, para construir um local de trabalho melhor e mais flexível para todos. 

Pix já é responsável por mais da metade das transferências para as contas MEI Fácil

A adesão ao Pix tem crescido rapidamente na conta MEI Fácil da Neon, uma das principais fintechs do país. O pagamento instantâneo foi disponibilizado para os clientes microempreendedores individuais da Neon em março deste ano e já no primeiro mês foi o método utilizado para 22% das transferências para as contas dos clientes. Naquele mês, 35,1% do cash in foi feito via boleto; 34,4% via TED; 7,2% via maquininha e 1,2% via DOC.

Mês a mês, o uso do Pix foi crescendo. Em abril, correspondia a 40,1% do volume transferido para contas digitais MEI Fácil; em maio, a 49,4% e, em junho, a 53,2%. Enquanto o uso da maquininha e do DOC não se alterou muito, as transações via boleto e TED caíram significativamente, chegando a 19,1% e 18,9% do cash in em junho.

Fenômeno semelhante foi observado entre as transferências para fora das contas MEI. Em março, 15,8% dessas transações ocorreram por Pix; 45,9% por TED; 15,5% por cartão (de débito ou crédito); 12,7% por boleto; 5,5% por saque e 4,6% de outras formas. Em abril, o uso do Pix chegou a 42,7%; em maio, a 44,2% e, em junho, a 45,4%.

Enquanto isso, a TED perdeu bastante espaço. Em abril, 21,7% das transações para fora das contas digitais MEI Fácil foram feitas desta forma; 17,8% por cartão; 10% por boleto; 4,8% por saque e 3% de outras formas. Em maio, os números foram 17,9% por TED; 19,8% por cartão; 9,3% por boleto; 5,1% por saque e 3,7% de outras formas.

“Antes da chegada do pagamento instantâneo, o método mais utilizado por esse público para receber, era o boleto, que pode demorar a ser pago e ainda mais a cair na conta desse microempreendedor. O Pix simplificou muito esse processo: com ele, o MEI recebe na hora, permitindo um fluxo de caixa ainda melhor”, diz Roberta Pepe, Gerente de Negócios PJ da Neon.

Como seu smartphone pode convencer o banco a conceder um empréstimo

Por Carolina Rezemini, Diretora Regional de Vendas para a América Latina da Credolab

Muitas vezes, para dar uma ideia a respeito da credibilidade de determinada pessoa, usam-se os dizeres: “Dela eu não compraria nem um carro usado”. A mensagem transmitida é a de que o indivíduo em questão não é lá muito confiável. Nem sempre, porém, uma frase solta ou uma percepção sugerida são suficientes para determinar o nível de confiabilidade de alguém. Ao longo do tempo, o mercado desenvolveu balizadores bem mais precisos para chegar a pareceres dessa natureza.

Surgiram, assim, os scores de crédito. No Brasil, seu advento é relativamente recente se o compararmos com a proliferação do conceito em outros países, como os Estados Unidos. Na última década, a prática ganhou força por aqui com o reconhecimento da legalidade dos sistemas de score por parte da Justiça, no entendimento de que essas ferramentas podem ser usadas sem o prévio consentimento da pessoa.

O cadastro positivo despontou como um desdobramento desse parecer – e com o intuito de estender a análise para outros vieses, uma vez que o consumidor passou a ser estudado não apenas enquanto inadimplente, mas também sob a ótica das ocasiões em que foi um bom pagador.

Adeptos desse direcionamento lançam mão do argumento de que se trata de uma democratização do crédito, visto que coloca a análise do perfil sob uma perspectiva mais ampla. De qualquer maneira, ainda há um terreno bastante fértil para evoluir nesse sentido, sobretudo se considerarmos uma abordagem mais moderna e ainda pouco utilizada no Brasil para a composição de scores: a comportamental.

Faz tempo que os estudiosos sabem que o modo como alguém lida com suas finanças acaba sendo um reflexo de sua personalidade como um todo. Daí decorrem os princípios da psicologia financeira, disciplina que relaciona a economia com o comportamento humano em geral. Um exemplo bem básico: uma pessoa mais arrojada nas decisões da vida tem mais chances de se dar bem com ativos de risco mais elevado na bolsa de valores.

Interpretação de sinais

A postura do indivíduo enquanto devedor pode ser vista também em atitudes suas do dia a dia que aparentemente nada tem a ver com dívidas. Já existem empresas que perceberam mais claramente essas intersecções. E, valendo-se daquele que atualmente se configura como um dos principais elos das pessoas com o meio que as cerca – o smartphone ou o computador -, desenvolveram uma metodologia inteligente de interpretação de sinais, transformando ações ao teclado em indicadores de score de crédito.

Número de downloads. Organização de agenda. Tipos de conexão. Acredite, todos esses movimentos num mobile ou desktop dizem muito sobre cada um de nós. E eles se tornam matéria-prima riquíssima de análise especialmente em cenários em que tanta gente não possui um histórico financeiro consistente para embasar uma decisão de concessão de crédito. É o caso do Brasil.

Uma frase isolada ou uma percepção sugerida não é o bastante para determinar a confiabilidade de alguém. No entanto, muitas frases e percepções corretamente ordenadas, cruzadas e pesadas de acordo com a sua relevância para um contexto específico são, sim, indicativos seguros para determinar o risco de uma operação financeira.

É esse o nicho de atuação das empresas que trabalham com os chamados scores de crédito integrado, aqueles que consideram muito mais que o histórico financeiro de um consumidor na hora de lhe atribuir um valor. E isso sem desrespeitar a privacidade das informações que acessam, uma vez que a análise não se baseia no conteúdo em si, mas nas características que o cercam – como o número de downloads, conforme já citado, e não o que foi baixado pelo usuário do aparelho.

É de fato o que se pode chamar de análise inteligente de dados. E, ao ampliar as possibilidades de concessão de crédito, esse método tem tudo para viabilizar um número crescente de novas transações comerciais em vários segmentos de mercado – inclusive o de carros usados.

ABES divulga resultados do estudo “Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendência 2020” em evento virtual no dia 4 de agosto

A ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software – divulgará os resultados do estudo “Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendência 2020”, realizado com dados do IDC, em evento totalmente virtual no dia 4 de agosto, às 8h30. Serão apresentados Informações sobre investimentos e perspectivas para os setores de TIC no Brasil e no mundo. As inscrições gratuitas podem ser feitas aqui , o evento contará com tradução em libras, e caso não consiga acompanhar nesse dia, o debate ficará disponível no canal do Youtube da associação também.

Todo o levantamento e o panorama do setor serão apresentados pelo Rodolfo Fücher, presidente da ABES; e Jorge Sukarie, vice-presidente do Conselho da ABES. “Dia 4, apresentaremos os reflexos da pandemia no setor de TI, cujo papel foi fundamental para continuidade das mais diversas atividades, como também apresentaremos as expectativas para os próximos anos. O estudo ficará disponível gratuitamente ao mercado, com o intuito de colaborar nas decisões sobre investimentos em TI e na elaboração de estratégias”, afirma Rodolfo.

O evento também contará com a participação de Fabio Martinelli, Líder dos programas de Software e Cloud Computing na IDC. “Vamos aproveitar esse tempo para falar sobre as tendências do mercado na aplicação de tecnologia, visando a jornada de recuperação dos negócios e como as empresas avançam na aplicação da tecnologia para impulsionar a inovação em uma economia cada vez mais digital. O estudo visa aprofundar o conhecimento do mercado relacionado a TIC no Brasil, além de mapear os impactos da Transformação Digital (DX) nas empresas”, explica o executivo.

A associação está comprometida em proporcionar cada vez mais conteúdo e serviços para os seus associados e parceiros, com o propósito de contribuir para a construção de um Brasil digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos, de forma inclusiva e igualitária. Por isso, a ABES tem atuado para assegurar um ambiente de negócios propício à inovação, ético, dinâmico, sustentável e competitivo globalmente.

EVENTO: Apresentação do Estudo do Mercado Brasileiro de Software 2021

Data: 04 de agosto

Hora: 8h30

Inscrições: https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_EJ49WruKR9m4Ke_2j3V9Dg

TIVIT investirá R$ 200 milhões em Cloud Solutions até 2025

A TIVIT, multinacional brasileira e one-stop-shop de tecnologia, espera investir 200 milhões de reais em Cloud Solutions até 2025. A unidade de negócios registrou crescimento de 150% em nuvem pública e aumento de 24% em sua receita desde o início da pandemia, tornando-se, no primeiro semestre deste ano, a linha de negócios mais representativa da empresa.

Os recursos serão destinados a diferentes frentes, como infraestrutura de tecnologia em nuvem privada, conectividade em nuvens públicas, pesquisa e desenvolvimento de produtos e serviços, certificações, aquisição e qualificação de talentos, ações de marketing, entre outras ações, que receberão 60 milhões de reais ainda em 2021.

“Ao oferecermos serviços de alta qualidade e confiabilidade, alcançamos um crescimento significativo da nossa oferta em nuvem e conquistamos 25 novos clientes de alta relevância no mercado. Essa consolidação da área de Cloud nos permite realizar investimentos constantes para a adição de novas soluções ao portfólio e suprir a demanda do mercado”, afirma André Frederico, diretor executivo e Head de Cloud Solutions na TIVIT.

A companhia, já reconhecida pela integração de serviços de tecnologia, tem diversificado sua área de atuação nos últimos anos para oferecer soluções integradas e ampliar suas fontes de receita, por meio do conceito de one-stop-shop.  A área de cloud computing tornou-se uma das mais estratégicas e se destacou pela agilidade em responder às demandas dos clientes do mercado, que passa por um momento de aceleração da transformação digital e investimentos em nuvem. Segundo relatório da consultoria IDC Brasil, os gastos com infraestrutura e plataformas de nuvem pública no país devem atingir 3 bilhões de dólares neste ano, um crescimento de 46,5% no comparativo com 2020.

Diante desse potencial, a TIVIT tem apostado na diversificação dos serviços oferecidos para aprimorar a experiência dos clientes nos quesitos governança e otimização das operações em nuvem, seja na multicloud ou na nuvem híbrida. Entre eles, a Cloud Adoption Framework (CAF), conjunto de diretrizes para ajudar a implementar estratégia de negócios na nuvem, e FinOps, modelo de gestão e governança dos custos na nuvem, além de práticas voltadas à cibersegurança. A empresa também disponibilizou a nova versão da sua plataforma TIVIT One Cloud, para aprimorar a experiência do cliente com a gestão da nuvem, utilizando o componente CloudHealth by VMware, empresa com foco em soluções para o gerenciamento de múltiplos ecossistemas.

A empresa investiu, ainda, em consultoria, com o TIVIT Professional Services (TPS), time de profissionais para apoiar os clientes a alcançarem seus objetivos por meio de melhores práticas, estruturas e ferramentas, utilizando metodologias ágeis que aceleram a conclusão de projetos, ao mesmo tempo em que consideram a constante evolução das expectativas. Para as entregas TPS são destacados quatro pilares: “Assess” (definição, validação e planejamento da estratégia na nuvem), “Migrate” (migração e modernização de infraestrutura), “Optimize” (aumento de valor com redução de custos) e “Transform” (transformação do negócio com arquiteturas “cloud native” e modernização de aplicações).

Para seguir crescendo em 2021, a empresa espera reforçar o atendimento de clientes em todos os principais segmentos da economia, especialmente o financeiro. “Percebemos um movimento muito grande das instituições financeiras mais tradicionais com a migração de serviços para canais online ou com o lançamento de produtos nativamente digitais, além do crescimento das fintechs. Toda a regulamentação que favorece os serviços de Open Banking impulsiona a adoção da nuvem, e a TIVIT está pronta para atender a todos esses requisitos”, conclui Frederico.

Aquisições de startups para fortalecer estratégia

Por meio da TIVIT Ventures, braço de investimentos da TIVIT, a organização tem realizado a aquisição de startups para fortalecer a estratégia de crescimento das unidades de negócios de Cloud Solutions e Digital Business e ampliar a oferta de soluções de ponta a ponta. Em abril deste ano, a TIVIT anunciou a compra da paranaense DevApi, startup de integração de sistemas (iPaaS – Integration Platform as a Service), desenvolvedora de plataforma que permite gerenciamento de aplicativos, sistemas e APIs de forma centralizada e intuitiva, reunindo em um só lugar as informações sobre desempenho, erros, consumo, entre outros. No início de julho, a adquirida foi a Lambda3, empresa de desenvolvimento de software focada em produtos digitais e metodologias ágeis. 

Gupshup arrecada mais US$ 240 milhões para acelerar a visão global de mensagens instantâneas

A Gupshup, líder em mensagens instantânea, anunciou que arrecadou mais US$ 240 milhões em uma rodada adicional de captação junto a um grupo de investidores líderes do setor, incluindo a Fidelity Management and Research Company LLC, Tiger Global, Think Investments, Malabar Investments, Harbor Spring Capital, certas contas gerenciadas pela Neuberger Berman Investment Advisers LLC e White Oak, Neeraj Arora, entre outros. Esta rodada de financiamento segue os US$100 milhões arrecadados da Tiger Global em abril, com uma avaliação de US$1,4 bilhão.

A Gupshup usará este investimento para continuar executando sua visão e para a compra secundária de ações dos atuais e ex-funcionários, bem como de investidores anteriores. A empresa continua a investir em inovação de produtos para habilitação de comércio digital, bem como na expansão de iniciativas go-to-market em economias que priorizam a mobilidade em todo o mundo. A Gupshup também está explorando oportunidades de fusões e aquisições, para expandir suas oportunidades de negócios. Além disso, a empresa anunciou recentemente a expansão de sua equipe executiva, com contratações de lideranças nas áreas de Desenvolvimento Corporativo, Desenvolvimento de Negócios Internacionais, Vendas, Sucesso do Cliente, Marketing e TI.

“Vemos um crescimento substancial na economia digital da Índia”, afirmou Shashin Shah, diretor administrativo na Think Investments. “A plataforma da Gupshup é uma ferramenta essencial para empresas que estão criando uma pegada digital. Estamos entusiasmados com a parceria com a Gupshup, dada a sua posição de liderança de mercado, crescimento impulsionado pela inovação e perfil financeiro atraente”.

“Acompanhamos o progresso da Gupshup por um longo tempo e acreditamos que eles são a plataforma de comunicação com o cliente mais evoluída na Índia e cada vez mais em outros mercados emergentes, com uma posição de liderança nos subsegmentos de mercado mais atraentes e de crescimento mais rápido”, disse Sumeet Nagar, diretor-gerente da Malabar Investments. “Acreditamos que o Beerud e a equipe tenham a oportunidade única de expandir o mercado endereçável, por meio de novas ofertas e ampliar significativamente o negócio, o que é a receita perfeita para a criação de valor massivo. Eu conheço o Beerud há mais de três décadas e todos nós do Malabar estamos muito satisfeitos com a parceria com Gupshup na próxima etapa de sua jornada”.

“Acreditamos que a digitalização da Índia está nos estágios iniciais de crescimento transformacional, impulsionada por uma infraestrutura de comunicações crítica”, afirmou Subir Jajoo, sócio da Harbor Spring Capital. “A Gupshup construiu uma plataforma líder para aumentar o envolvimento entre empresas e consumidores e temos o prazer de fazer parceria com a empresa, que continua a melhorar a experiência digital por meio de inovação, confiabilidade e atendimento ao cliente”.

“As conversas representam a nova vitrine digital para empresas. Praticamente todas as empresas precisarão construí-las”, declarou Beerud Sheth, cofundador e CEO da Gupshup. “Estamos transformando o comércio digital em todo o mundo com mensagens instantâneas. Estamos ansiosos para fazer parceria com nossos novos investidores, devido ao seu incrível histórico de apoio a empresas criadoras de categorias. Também estamos satisfeitos com a oportunidade de fornecer liquidez parcial e grandes retornos aos primeiros investidores e funcionários que confiaram na Gupshup”.

Habilitar o comércio digital com mensagens instantâneas ajuda as empresas de todos os setores a levarem seus clientes a jornadas de conversação baseadas em IA em aplicativos de mensagens, marketing, comércio e fluxos de trabalho de suporte. Os clientes podem descobrir produtos, pagar por eles, rastrear a entrega, fornecer feedback e obter suporte, enquanto conversam com suas marcas favoritas, como fariam com amigos e familiares.

A última rodada de financiamento da Gupshup foi em abril de 2021. A empresa arrecadou US$340 milhões em 2021. A Gupshup cresceu rapidamente nos últimos anos, saindo de 2020 com uma taxa de execução de receita anual de aproximadamente US $150 milhões.

Indústria de alimentos mantém trajetória de retomada

Nos cinco primeiros meses de 2021 a indústria de alimentos manteve a trajetória de gradual retomada de atividade, movimento iniciado no segundo semestre do ano anterior. As exportações continuaram sendo o principal destaque, mantendo a taxa de crescimento, enquanto as vendas no mercado interno, influenciadas pelo ritmo de expansão mais moderado da economia do país no primeiro trimestre, passaram por uma fase de acomodação.

De acordo com pesquisa mensal da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), entre janeiro e maio deste ano as vendas reais do setor (mercados interno e externo) apresentarem expansão de 2,1% e a produção física (base volume) de 2,5%, comparativamente ao período homólogo. O desempenho acumulado nos últimos 12 meses, até o mês de maio, ficou próximo ao do fechamento de 2020: as vendas reais apresentaram alta de 3,9% e a produção física (em volume), de 1,7%.

Apenas no mercado interno, as vendas reais da indústria de alimentos ficaram relativamente estáveis de janeiro a maio, com alta de 0,5% ante o mesmo período do ano anterior. “Este desempenho foi influenciado pela lenta retomada das vendas do canal food service (alimentação fora de casa), diante das restrições à circulação de pessoas e aos horários de funcionamento dos estabelecimentos e uma acomodação nas vendas do varejo alimentar”, explica o presidente da Abia, João Dornellas.

O dirigente afirma que, para os próximos meses, a perspectiva em relação às vendas direcionadas ao mercado interno é de melhoria no desempenho, puxadas, principalmente, pela geração de emprego e renda a partir da retomada do setor de serviços.

Exportações e importações

Já no que diz respeito às exportações de alimentos industrializados nos cinco primeiros meses do ano, manteve-se o ritmo de crescimento observado em meses anteriores. A economia mundial em processo de retomada de atividade e o cenário de preços firmes dos alimentos no mercado internacional estimularam as vendas do setor. Ente janeiro e maio de 2021 as exportações totalizaram US$ 16,55 bilhões, valor 17,1% acima do verificado no mesmo período de 2020. Em volume, a expansão foi de 23,9%.

Entre os principais produtos da pauta exportadora da indústria de alimentos, os maiores destaques foram as carnes, com US$ 7,28 bilhões (+5,7%), o açúcar, com US$ 3,35 bilhão (+44,7%), o farelo de soja, com US$ 3,05 bilhão (+20,4%) e o grupo dos óleos e gorduras, com US$ 922,4 milhões (+82,9%).

A China se destaca como principal parceiro: as exportações de alimentos industrializados para este país alcançaram o valor recorde de US$ 3,43 bilhões nos primeiros cinco meses do ano, alta de 23,8% em relação ao mesmo período de 2020. Os produtos que mais contribuíram para este crescimento foram as carnes, com US$ 2,62 bilhões, alta de 4,8%, e o açúcar com US$ 342,6 milhões, com expansão de 109,7%.

Para a União Europeia, as exportações recuperaram-se da queda observada no início do ano, totalizando US$ 2,31 bilhão, alta de 7,1% em relação aos primeiros cinco meses de 2020. O principal destaque foi o farelo de soja, que alcançou US$ 1,32 bilhão, com alta de 10,2%.

As importações de alimentos industrializados totalizaram US$ 2,30 bilhões entre janeiro e maio de 2021, uma expansão de 23,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. O grupo dos óleos e gorduras vegetais exibiram a maior taxa de crescimento, +48,7%, alcançando US$ 618,4 milhões.

Principais desafios

Os principais desafios para a indústria de alimentos continuam sendo as pressões de custos, associadas aos preços da commodities agrícolas. Em maio de 2021 o índice de commodities agrícolas da FAO foi 39,7% acima do registrado em maio de 2020, atingindo o maior valor desde novembro de 2011, quando a economia mundial se recuperava da crise de anos anteriores.

“Além disto, importantes insumos utilizados na produção de embalagens de alimentos, caso das resinas plásticas (polietileno e polipropileno) e da folha de flandres, utilizadas na produção de embalagens plásticas e metálicas, seguem com quadro de oferta restrita no mercado interno e preços elevados, pressionando os custos de produção”, ratifica Dornellas, lembrando que a melhoria da disponibilidade interna destes importantes insumos segue dependente da aprovação dos pleitos de redução do imposto de importação.

Desenvolvimento de carreira é o fator mais importante para 77% dos trabalhadores brasileiros ao escolher um emprego, aponta Randstad

Progressão na carreira é o fator mais importante para 77% dos trabalhadores brasileiros na hora de escolher um emprego, afirma o estudo Marca Empregadora, realizado pela Randstad, líder global de soluções em RH, com o objetivo de fornecer insights para ajudar líderes na construção de sua marca empregadora. Se considerado o recorte por gênero neste fator relacionado ao desenvolvimento de carreira, a preferência sobe para 80% das mulheres entrevistadas. Salários, benefícios e um ambiente de trabalho agradável aparecem empatados com 74% na segunda posição do ranking geral. A pesquisa, realizada em fevereiro de 2021, traz um recorte do Brasil com 3770 ouvidas, dentro de uma amostra de 190 mil trabalhadores entrevistados em todo o mundo.

Conceito que ganha cada vez mais atenção das corporações brasileiras, já que está diretamente ligado à atração e engajamento de talentos, a marca empregadora impacta diretamente nos resultados dos negócios. O estudo da Randstad tem justamente o objetivo de mostrar a importância de investir na percepção da força de trabalho e apontar caminhos para diminuir a lacuna entre o que os trabalhadores querem com o que as empresas estão oferecendo. Nesse sentido, ainda segundo a pesquisa, quem investe no tema tem chances de contratar até duas vezes mais rápido. Além disso, 50% dos candidatos dizem que não trabalhariam para uma empresa com má reputação e 80% dos líderes entrevistados concordam que uma marca empregadora forte tem um impacto significativo em sua capacidade de contratar.

“Pessoas trabalham para culturas, não para empresas. Logo, a reputação do empregador é muito importante. Na Randstad, sempre reforçamos isso junto às empresas parceiras com quem trabalhamos, já que analisamos há 20 anos o impacto da marca empregadora para as corporações. A partir dos dados obtidos, conseguimos oferecer insights valiosos para que os empregadores ajustem alguns pontos e aumentem o nível de interesse da sua força de trabalho e para os seus negócios”, afirma Diogo Forghieri, diretor de RPO e MSP da Randstad e especialista em Marca Empregadora.

Embora a progressão na carreira, salários, benefícios e um ambiente de trabalho sejam os fatores mais importantes oferecidos por um empregador ideal, outros aspectos têm impacto na relação dos trabalhadores com as empresas. Gestão forte e treinamentos aparecem empatados em quarto e quinto lugares: 66% dos entrevistados no Brasil consideram esses aspectos importantes para escolher ou permanecer em um emprego.

Oferecer um ambiente de trabalho seguro em relação à COVID-19 também foi bastante relevante para os entrevistados, ficando em 6o lugar no Brasil, com 65%, num ranking com 16 posições contendo temas como seguro no emprego (59%), retribuição à sociedade (58%), diversidade e inclusão (57%) entre outros. A maneira como os empregadores no Brasil apoiaram seus funcionários e lidaram com a pandemia impactou positivamente: 75% dos funcionários sentem-se agora mais leais aos seus empregadores por conta desses cuidados. Um bom equilíbrio entre vida pessoal e profissional também se destacou: aparecendo em sétimo lugar com 64% no ranking geral. Porém, ao fazer o recorte de gênero, 66% das mulheres com 25 anos ou mais e as de nível escolar médio e superior deram preferência a esse aspecto, frente a 62% dos homens abordados.

“Para tornarem-se empregadoras mais atraentes, as empresas brasileiras devem identificar as lacunas entre o que os funcionários desejam e o que elas oferecem, aumentando a retenção de talentos. No Brasil, por exemplo, 29% dos 3770 entrevistados pretendiam mudar de empregador no primeiro semestre de 2021, sendo que mulheres e aqueles com 18 a 24 anos têm uma probabilidade maior de planejar a mudança, 31% e 32%, respectivamente. Entender o que as pessoas querem, pode fazer toda a diferença. Mais do que diminuir a rotatividade ou aprimorar o desempenho, é preciso encarar os talentos como peças fundamentais para a construção da marca da empresa, é um caminho importante para a perenidade e sucesso dos negócios”, conclui Forghieri.

Sobre a pesquisa Marca Empregadora da Randstad

Elaborada há 20 anos, a pesquisa Marca Empregadora mapeia 34 países e conversa com mais de 190 mil pessoas de 6493 empresas em todo o mundo, coletando informações e insights valiosos para ajudar os empregadores a moldar sua marca empregadora e, consequentemente, ampliar seus negócios. Possui uma amostra composta por estudantes, força de trabalho empregada e desempregada, com idades que variam entre 18 e 64 anos e com pessoas de diferentes gêneros. No Brasil, a pesquisa foi realizada de forma online, em fevereiro de 2021.

Para saber mais sobre a pesquisa, acesse aqui .

Nice anuncia plano global de transição sustentável; Brasil investe R$ 100 milhões

Uma mudança de paradigma, tanto interna quanto externa, surge para tornar a sustentabilidade peça fundamental da estratégia de negócios da Nice. Impulsionada pela inovação, multinacional italiana, líder em automação residencial e segurança eletrônica, acaba de anunciar um plano global de transição sustentável com foco na preservação ao meio ambiente e cuidados com a comunidade.

O primeiro passo, já em 2021, será mensurar a pegada de carbono da organização, ou seja, as emissões de gases de efeito gerados pela atividade produtiva, medidas em toneladas de CO2. Com base nisso, novas alternativas de produção serão avaliadas, a fim de reduzir o impacto da poluição na saúde, água, atmosfera e solo. A Nice pretende eliminar ou pelo menos reduzir significativamente as emissões de CO2, alinhando-se aos padrões climáticos estabelecidos pelas Nações Unidas, por meio do Acordo de Paris.

O Relatório de Sustentabilidade, análise em nível global sobre o impacto das atividades industriais no meio ambiente, atuará como diretriz para definir a estratégia sustentável da empresa. A Nice acredita que praticar ações sustentáveis significa gerenciar o desenvolvimento da marca de forma diferente e mais eficiente, com olhar de urgência sobre as necessidades socioambientais.

“Já estamos implementando ações nesse sentido há algum tempo, mas a partir de agora queremos abordar a sustentabilidade corporativa de forma mais orgânica e estruturada. Nosso objetivo é aproveitar as tecnologias inovadoras da Nice para mudar a maneira como fazemos negócios, desenvolvemos e fabricamos produtos e soluções conectadas”, conta Marco Bianchet, diretor global de Qualidade & Sustentabilidade da Nice e líder do projeto de transição sustentável .

Para a implementação e condução, o projeto contará com uma equipe internacional e interdisciplinar que ficará à frente das responsabilidades operacionais, definindo visão, missão e objetivos para tornar as ações mais efetivas do ponto de vista ambiental, financeiro e social, estabelecendo prazos e parâmetros de avaliação.

Inovação e sustentabilidade no Brasil

Alinhada aos cuidados com o meio ambiente, a Nice anunciou em 2019 o investimento de R﹩ 100 milhões para a construção de um novo complexo industrial inovador e sustentável, na cidade de Limeira, no interior de São Paulo. O empreendimento segue os conceitos de Indústria 4.0, produzindo componentes mecânicos de ponta, e será um dos centros de Pesquisa e Desenvolvimento globais do grupo Nice. No local, serão testadas e implementadas novas tecnologias e soluções para simplificar o dia a dia das pessoas.

A nova fábrica de Limeira será o carro-chefe que simboliza o compromisso de Nice com a inovação, o crescimento e a sustentabilidade, certificada pelo selo internacional LEED (Leadership in Energy and Environment Design). Projetado pelo renomado arquiteto e designer italiano Mario Cucinella, fundador do estúdio MC A – Mario Cucinella Architects, o complexo contará com 4 mil metros quadrados de painéis fotovoltaicos capazes de fornecer toda a energia elétrica necessária pela operação nos dias de sol, além de possuir um tanque de água de 500 metros cúbicos, que armazena água da chuva para fins de reutilização.

A implementação de todas as estratégias sustentáveis do empreendimento permite que o complexo da Nice em Limeira opere fora da rede em alguns períodos do ano, sem emissões de carbono – o que representa um marco importante para empreendimentos sustentáveis. Outro destaque das novas instalações será o design ecoeficiente, que visa a maximizar os processos de produção, promovendo uma abordagem holística da sustentabilidade. Situado em um local estratégico, o projeto interage continuamente com a paisagem circundante.

Leonardo reforça presença no Brasil e na América Latina

Buscando reforçar ainda mais sua presença no Brasil e na América Latina, a Leonardo, companhia italiana líder no setor de defesa, tecnologia aeroespacial e segurança cibernética, está investindo em instalações locais e parcerias estratégicas com empresas de sua base industrial, transferindo tecnologia para o suporte de habilidades nacionais, com o objetivo de consolidar a presença no território brasileiro.

No Brasil, a empresa conta com filiais em São Paulo, Rio de Janeiro e um novo escritório em Brasília, e o olhar mais atento no Brasil está em linha com o plano estratégico do Grupo Leonardo que busca ampliar e fortalecer sua presença no Brasil e na América Latina.

Uma longa parceria com o Brasil

A Leonardo, há mais de 40 anos, vem atuando com o governo brasileiro, além de instituições e clientes privados, fornecendo helicópteros, radares aviônicos, serviços, produtos espaciais e participando de importantes projetos na indústria aeronáutica militar. Um exemplo é o desenvolvimento do caça AMX, em uso pela FAB desde a década de 1980, desenvolvido em parceria com um grande player nacional, e o fornecimento de soluções de radar aviônico que irão equipar os novos Caça Gripen e as aeronaves KC-390.

Também está presente há mais de 20 anos com a subsidiária Telespazio do Brasil, empresa que oferece soluções inovadoras e personalizadas na área de telecomunicações por satélite, serviços multimídia, imagens e aplicativos para observação da Terra, bem como operações e manutenção para sistemas de satélites terrestres.

A Leonardo também contribui para melhorar a segurança do País com sistemas de radares e sensores de última geração, tecnologias para a vigilância do território, proteção de infraestruturas críticas e a segurança de grandes eventos.

Com mais de 180 helicópteros operando em diversas configurações diferentes, a companhia também oferece uma gama completa de serviços e peças de reposição para garantir o suporte aos clientes e o treinamento para a frota em operação. A Leonardo é certificada pela ANAC para as atividades de manutenção, reparo e revisão de helicópteros e componentes LHD.

Francesco Moliterni, Presidente da Leonardo do Brasil Ltda, comenta: “O Brasil representa uma segunda casa para a Leonardo por meio dos diversos projetos e interesses que unem a empresa ao país. O compromisso da Leonardo é apoiar o crescimento e desenvolvimento do Brasil através da inovação, segurança cibernética e uso de plataformas de comando e controle e elaboração de big data para o monitoramento de infraestruturas e áreas críticas, tecnologias nas quais a Leonardo é reconhecida como líder mundial. Mas também contribuindo com tecnologias relacionadas à inteligência artificial para o crescimento sustentável das cidades inteligentes do futuro, que já é hoje. A crescente frota de helicópteros e a introdução de modelos de última geração nos últimos anos requerem um nível de serviço ainda maior e, portanto, estamos progredindo com o novo Centro de Logística para fornecer aos operadores de serviços públicos e privados o nível de suporte que eles merecem conforme os requisitos evoluem ainda mais”.

IBM e SAP ajudam instituições financeiras a acelerar adoção da nuvem para modernizar operações em ambiente seguro

IBM (NYSE: IBM) e SAP SE (NYSE: SAP) anunciaram hoje que a SAP pretende integrar duas de suas soluções de finanças e gerenciamento de dados na IBM Cloud for Financial Services, com o objetivo de acelerar a adoção da nuvem da IBM no segmento de serviços financeiros. A colaboração será projetada para ajudar as empresas a atender aos rígidos requisitos de conformidade, segurança e resiliência do setor, ao mesmo tempo que apoia a transformação e inovação dos negócios para instituições de serviços financeiros.

À medida que bancos e seguradoras equilibram a necessidade de fornecer serviços inovadores e atender aos rígidos requisitos de segurança e conformidade do setor, os ambientes de nuvem híbrida se tornam cada vez mais importantes. Para fomentar a inovação em todo o setor, a IBM apresentou a IBM Cloud for Financial Services, com controles integrados de segurança e conformidade que ajudam as empresas a reduzir o risco e as barreiras regulatórias que impedem a modernização, transformação e inovação do cenário de TI.

A IBM Cloud for Financial Services oferece um ambiente altamente seguro e desenvolvido especificamente para instituições de serviços financeiros realizarem transações com seus parceiros de tecnologia e fintechs. Ao integrar a IBM Cloud for Financial Services, os clientes podem adotar ofertas SAP integradas, ao mesmo tempo em que atendem aos seus padrões regulatórios e de conformidade. Apoiada por um ecossistema crescente de mais de 100 parceiros e fintechs, a plataforma em nuvem foi projetada para acelerar as transformações de negócios dos clientes, abordando o risco na cadeia de suprimentos e desbloqueando novas oportunidades de receita para instituições financeiras.

No contexto de sua parceria contínua, a IBM e a SAP ajudaram centenas de empresas a digitalizar suas operações usando uma abordagem de nuvem híbrida aberta. A SAP pretende se juntar ao ecossistema da IBM para fornecer ofertas de gerenciamento do risco financeiro, operações e gastos totais na IBM Cloud for Financial Services.

“A rápida transição em direção à nuvem de setores regulamentados, como serviços financeiros, torna necessário enfrentar novos desafios operacionais e de tecnologia”, disse Bob Cummings, Head da SAP Financial Services Sector. “A combinação dos recursos da IBM Cloud e da SAP pode ajudar bancos e seguradoras em todo o mundo a acelerar sua jornada de digitalização e expandir seus negócios globalmente.”

“À medida que continuamos adicionando parceiros, como a SAP, ao nosso ecossistema em crescimento, estamos um passo mais perto de conduzir uma verdadeira mudança na adoção da nuvem para a indústria para ajudar a reduzir o risco em toda a cadeia de abastecimento”, disse Joel Spieth, Gerente Geral de IBM Cloud for Industries. “Estamos ajudando as instituições financeiras a se modernizarem com soluções SAP na IBM Cloud for Financial Services, impulsionando a inovação e criando eficiências operacionais.”

Quando integradas, as ofertas planejadas da SAP na IBM Cloud for Financial Services fornecerão às instituições de serviços financeiros, seus parceiros e fintechs o seguinte:

• Suite inteligente da SAP, incluindo soluções SAP S/4HANA®: com sua estrutura da empresa inteligente, a SAP fornece aplicativos integrados, tecnologias inteligentes e uma plataforma digital projetada para permitir que os bancos atendam melhor os clientes atuais.

• Soluções SAP para gerenciamento estratégico de dados, incluindo SAP® Adaptive Server Enterprise e software SAP IQ: combinando a força da tecnologia in-memory com essas soluções, a SAP oferece uma plataforma de dados robusta para alcançar agilidade nos negócios.

SAP e IBM juntas têm centenas de clientes e mais de 5.500 produtos individuais. As empresas estão focadas em ajudar as organizações a modernizar seus negócios e alavancar tecnologias de ponta.

Mercado de wearables cresce no 1º trimestre, mas IDC Brasil alerta para o avanço do grey market

No primeiro trimestre de 2021 foram vendidas 964.037 unidades de dispositivos vestíveis, sendo 615.721 fitbands e smartwatches e 348.316 fones de ouvido truly wireless com alguma conexão com a internet ou função inteligente. Os dados são do estudo IDC Tracker Brazil Wearables Q12021realizado pela IDC Brasil, e apontam alta de 28% e 19%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2020. Considerando as duas categorias, a alta foi de 24,39% ano a ano. Apesar do crescimento, ao analisar as unidades vendidas no mercado oficial e no grey market, os números alertam: tem muita gente se arriscando e comprando wearables falsificados ou sem nenhuma garantia legal. Das 615.721 pulseiras e relógios inteligentes, mais da metade (397.936) foi adquirida no mercado cinza. Já os consumidores de fones de ouvido sem fio e integrados a outros dispositivos também recorreram ao mercado não oficial, mas em menor número. Dos 348.316 fones de ouvido truly wireless comercializados nos três primeiros meses de 2021, 161.990 foram via grey market e 186.326 no mercado oficial.

“A penetração de dispositivos vestíveis no grey market está tomando uma representatividade próxima ao tamanho do mercado oficial e isso é bem preocupante, tanto do ponto de vista da indústria, como do varejo legal e do usuário, pois não se trata apenas de comprar produtos que entraram no país ilegalmente. Principalmente na categoria de fitbands, há muitos produtos falsificados e de qualidade duvidosa, que comprometem a credibilidade da tecnologia e a segurança das informações dos usuários”, diz Renato Murari de Meireles, analista de pesquisa e consultoria em Consumer Devices da IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências para as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

Segundo o analista, os números do primeiro trimestre de 2021 refletem o cenário do período, marcado pela piora da pandemia, o fechamento das lojas, principalmente as de material esportivo, e o fim do auxílio emergencial. “Wearables não dependem muito do varejo físico, mas ainda assim foram impactados. Além disso, as vendas no segundo semestre de 2020 foram muito boas, e depois de um período forte chega a ser natural uma desaceleração. Fitbands e smartwatches, por exemplo, tiveram vendas expressivas na black friday e não surpreende que no começo do ano o movimento tenha sido mais conservador”, pondera Meireles. Já o mercado oficial de fones de ouvido, de acordo com a IDC Brasil, cresceu 64% em relação ao 1º tri de 2020, impulsionado por novos entrantes, pela continuidade do home office e do ensino remoto.

A notícia boa do período é que o preço médio dos vestíveis caiu, basicamente por conta dos modelos mais básicos de fitbands e smartwatches. Segundo o analista da IDC, o preço dos relógios inteligentes ainda é salgado e, pela tecnologia envolvida, a tendência é que continue assim por um tempo, mas no caso das pulseiras e dos fones de ouvido espera-se maior erosão. “Temos visto várias iniciativas dos players, novos entrantes, maior competitividade e tudo isso facilita a popularização da categoria e, consequentemente, a queda de preços”, explica Meireles. Nos três primeiros meses de 2021, o ticket médio das fitbands e smartwatches foi de R$1.269,37 no mercado oficial e de R$347,49 no grey market, e dos fones de ouvido truly wireless de R$867,38 e R$364,50, na mesma ordem.

Em receita, o mercado total de wearables (cinza + oficial) no primeiro trimestre de 202 1 somou R$635.394,650, sendo R$414.733,013 de fitbands e smartwatches e R$220.661.637 de fones de ouvido sem fio e integrados a outros dispositivos.

Para 2021 e até 2024, a expectativa da IDC Brasil é bastante otimista, com crescimento anual de dois dígitos. “A pandemia colocou a saúde e a boa forma na mente de muitos consumidores, e aumentou a adoção dos vestíveis para monitorar a frequência cardíaca, medir a temperatura e até para programas de condicionamento físico em casa. Esse comportamento deve crescer, assim como no mercado corporativo o BYOD tende a ficar ainda mais forte, inclusive com as próprias empresas comprando os acessórios para uso de seus funcionários”, prevê o analista da IDC Brasil.