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Segurança é a preocupação mais importante para os bancos em serviços digitais, aponta estudo global da GFT

Dados da pesquisa realizada pela GFT Technologies SE em sete países (Brasil, Alemanha, Reino Unido, México, Itália, Suíça e Espanha) sobre o estágio atual do digital banking em bancos de varejo mostram que a maioria das instituições estão avançadas em relação ao desenvolvimento de uma estratégia de digital banking. Ao menos 34% dos participantes do estudo já possuem uma estratégia de transformação digital em vigor. Cerca de 60% consideram que sua estratégia está em andamento e apenas 6% dos entrevistados ainda não começaram a planejar esta nova etapa. Nada menos do que 13% dos participantes já concluíram a implementação de sua estratégia. Comparando estes resultados com o estudo do ano anterior, o número de bancos com estratégias definidas e implementadas subiu de 7% para 9%.

Nesta nova edição, o número de participantes mais do que dobrou em relação ao ano passado, contando com a participação de 260 especialistas no setor financeiro. Mais da metade desses profissionais são de média ou alta gerência. Sobre os resultados, Marika Lulay, COO da GFT Technologies SE afirma que “quase 95% dos bancos que participaram da pesquisa já começaram a desenvolver sua estratégia de digital banking ou já concluíram este processo. São poucos os bancos que ainda não começaram a planejar sua transformação digital”.

A Suíça e a Espanha estão liderando a corrida rumo à transformação digital, 58% dos bancos suíços já definiram e desenvolveram sua estratégia, enquanto a Espanha lidera no quesito implementação, com 36% dos bancos espanhóis já tendo implementado seu plano. Um aspecto que se aplica a todos é que os grandes bancos estão mais propensos a ter uma estratégia digital posta em prática do que as instituições financeiras de pequeno ou médio porte.

Gerenciamento de dados de clientes: extremamente importante, apesar das baixas capacidades

De maneira geral, a gestão inteligente de dados ainda não atingiu um estágio avançado. Tal como no passado, a principal ênfase ainda recai sobre os dados convencionais do cliente. Os entrevistados classificaram a análise de dados existentes e previamente estruturados como muito mais importante do que acessar novos dados de clientes ou processar dados não estruturados. Dois aspectos classificados como muito importantes foram ‘gestão de dados estruturados’ (72%) e ‘acesso a dados internos dos clientes’ (70%). Para ambos os pontos, os participantes avaliam sua capacidade em apenas 56%. A conclusão é que a capacidade de gerenciar dados é inferior à importância atribuída a essa tarefa, por isso ainda há muito espaço para melhorias.

“A automação de processos e integração de dados precisam se tornar ferramentas padrão em bancos o mais rápido possível. No entanto, a maioria dos bancos têm problemas em relação à gestão, estruturação ou ao uso de dados. Especialmente para os bancos da Espanha e Alemanha, a automação de processos é vista como um grande desafio, o que já não se aplica aos bancos italianos”, afirma Marika.

As agências bancárias do futuro: combinando serviços personalizados com ofertas digitais

O que o futuro reserva para as agências? Agências bancárias continuarão a existir, mas haverá mudanças significativas com os processos se tornando cada vez mais digitais. No futuro próximo o cliente irá realizar suas operações bancárias on-line ou através de seu smartphone. Apenas 19% dos participantes veem futuro nas agências de serviço completo (digitalização moderada e uma oferta de serviços pessoais completa). Os entrevistados colocam agências mistas em primeiro lugar (26%). Estas se caracterizam por um alto nível de capacidade, não apenas em termos de serviço personalizado, mas também por permitir autoatendimento bancário de modo que os clientes possam realizar e finalizar processos utilizando tecnologias digitais.

Pelo menos 23% dos entrevistados acreditam que as agências bancárias do futuro serão totalmente digitais, ou seja, sem atendimento pessoal nas agências e com uma oferta digital self-service para todas as operações bancárias básicas. Seguido de perto pela agência modelo (17%), com alto nível de digitalização e serviços experimentais adicionais, sendo a opção preferida dos grandes bancos. As agências in store em lojas ou shoppings representam 10%. Os 5% restantes estão convencidos de que não há futuro para as agências bancárias e que elas devem desaparecer nos próximos anos.

Fatores de sucesso e barreiras: bancos precisam lidar com problemas de segurança

A avaliação dos fatores de sucesso e dos principais obstáculos mudou significativamente em comparação com os resultados de nossa pesquisa no ano passado. O aumento do nível de preocupação com a segurança refletiu claramente em todos os países: de acordo com os especialistas, aspectos de segurança são vistos não só como o fator chave de sucesso, mas também como a principal barreira. Colaboração com empresas terceiras, tais como as FinTechs, não foi considerado um fator essencial para o sucesso, segundo 57% dos bancos.

“Os bancos ainda estão muito centrados em aspectos internos. No entanto, eles terão que promover uma cultura mais aberta. A colaboração com FinTechs ou outros parceiros estratégicos, bem como o intercâmbio de conhecimentos que vão além do seu próprio setor, será um fator essencial em um mundo onde tudo é cada vez mais global e digital”, afirma Marika.

O segundo fator mais importante é uma experiência do cliente intuitiva e consistente. Em 2015, esse aspecto alcançou a primeira posição. Em terceiro lugar ficou a co-inovação com feedback dos clientes. No ano anterior, este tema figurou na sétima posição. No ranking das barreiras operacionais, aspectos regulatórios e de conformidade estão em segunda posição (no ano anterior a temática estava em quinto lugar), seguida pela Integração com sistemas legados de TI /infraestrutura, que em 2015 figurou na 2ª posição.

Principais drivers de negócio: o cliente é quem manda, mas a rentabilidade também é importante

Foco nas necessidades dos clientes continua a ser uma das principais razões para a revolução digital no setor bancário. No entanto, a crescente importância das questões de segurança impedem o desenvolvimento mais rápido. Em relação às principais razões para a adoção de uma estratégia de digital banking, não houve mudanças em relação ao ranking nos seguintes aspectos: aumentar a satisfação do cliente: 84% (2015: 94%), aumentar a fidelidade do cliente: 83 % (2015: 92%) e aumentar a rentabilidade: 82 % (2015: 83%).

“No passado, o foco era o produto. Todas as estruturas e processos estavam orientados a projetar ofertas que, acima de tudo, apresentassem boas receitas. Esse pensamento mudou. Agora, os bancos têm focado nas necessidades dos clientes. Nos últimos anos, os bancos têm se dedicado e investido para melhorar isso”, afirma Lulay. A satisfação e lealdade continuam a ser os principais motores, embora tenham perdido um pouco de força em relação ao ano anterior. Isso sugere que os bancos estão mais satisfeitos com os progressos nestas áreas do que em 2015, permitindo focar cada vez mais em outros fatores.

Comparando os diferentes países que participaram da pesquisa, quase todos os entrevistados estão de acordo a respeito de suas motivações, salvo de um aspecto: cerca de 50% dos bancos britânicos não classificaram a satisfação e a lealdade do cliente como fatores tão importantes. Para eles, o foco reside claramente na rentabilidade e aumento das receitas (76% e 73%, respectivamente).

Como os bancos se veem: apenas os bancos alemães sentem que estão atrás na transformação digital – outros países se veem à frente

Existem algumas diferenças interessantes em como os bancos veem o seu próprio desempenho em comparação com o seu mercado. Em quase todos os países, os bancos sentem que estão à frente da concorrência, exceto na Alemanha. Os bancos alemães são visivelmente mais cautelosos e conservadores do que bancos de outros países em relação à sua estratégia de digital banking. Na Alemanha, 40% dos bancos se descrevem como atrás da concorrência. Em contrapartida, no Reino Unido somente 19% acreditam estar atrás. Apenas 22% dos bancos alemães acreditam estar à frente dos seus concorrentes. Na Espanha e na Itália, 46% e 41% acreditam estar à frente, respectivamente. A confiança dos bancos suíços é indiscutível: 24% sente ter uma vantagem competitiva significativa, estando claramente à frente da concorrência.

Os resultados no Brasil

No Brasil, 65% dos respondentes declararam ter uma estratégia de digital banking em implementação. Na perspectiva dos brasileiros, a principal barreira – e ao mesmo tempo fator de sucesso – para os projetos é a segurança da informação. Cerca de 70% a consideram crítica. A preocupação está alinhada com a percepção mundial, que também colocou a segurança em primeiro lugar.

Os dois principais drivers de negócios são o aumento da satisfação e da lealdade dos clientes por meio dos serviços digitais, superando fatores relacionados à redução de custos ou crescimento das receitas. Em relação às competências internas que precisam de desenvolvimento, os entrevistados priorizam as análises de dados em tempo real e a geração de insights e ações relacionadas, considerando que essas competências hoje se encontram em nível muito básico ou mesmo insatisfatório.

Segundo Marco Santos, managing director latam da GFT,“a maioria dos bancos brasileiros pesquisados já têm medidas em curso para implementar uma estratégia que lhes permita conquistar uma vantagem competitiva e, seguindo a tendência mundial, o foco no cliente é um dos pilares que têm conduzido à revolução da transformação digital no país”.

Conclusão

Ainda há tempo para fazer frente à concorrência. Muitos bancos estão em um estágio avançado no planejamento de sua estratégia de digital banking, mas quando se trata da implementação de fato, ainda há muito que fazer. Agora é a hora de agir. “Construir o banco digital do futuro requer esforço e vontade, seja para inspirar seus clientes, manter os custos sob controle e, em última análise, superar os seus concorrentes”, resume Marika.

Estudo completo disponível ao final do link http://www.gft.com/br/pt/index/empresa/eventos/2016/webinar-at-gft-tendencias-mundiais-em-digital-banking/

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Abrintel aponta gargalos e soluções para destravar rede de telefonia e dados no Brasil

Durante o Futurecom 2016 – considerado o principal evento de telecomunicações, TI e internet da América Latina –, a Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel) expõe os desafios para que São Paulo se torne uma das principais capitais digitais do continente. Na próxima terça-feira (18), às 18h, no auditório Chile, o presidente da entidade, Lourenço Coelho, mostrará ao público alguns dos obstáculos que a telefonia paulistana enfrenta atualmente. “É preciso apontar os problemas, mas principalmente as soluções. Esse evento contribuirá muito para todos terem uma visão da verdadeira capacidade da cidade em relação ao mundo 2.0. ”

No painel “São Paulo: é possível ser a Capital Digital da América Latina? ”, desenvolvido a partir de recente estudo feito pela Abrintel, serão apresentadas informações que mostram o caminho para que a cidade se torne referência entre as metrópoles do continente em relação a serviços de dados e telefonia, capazes de suportar a crescente digitalização das atividades econômicas. Ao longo da conferência, serão mostrados também os indicadores e os entraves para o desenvolvimento do setor. Nos últimos anos, mais de R$ 8 bilhões foram investidos no País. Até 2019, há um potencial represado de mais de R$ 4 bilhões.

Nas últimas décadas, os avanços em telecomunicações e TI têm provocado mudanças drásticas na sociedade. “Além do impacto econômico, o modo como atuamos em nossas relações culturais e sociais também se transformou. Com isso, a necessidade de São Paulo se tornar uma capital digital é cada vez mais importante e torna-se cada vez mais viável”, afirma o presidente da Abrintel.

A necessidade de infraestrutura que dê suporte ao crescimento digital da cidade é uma das tendências a ser debatida na Futurecom. O Brasil tem 72 mil torres instaladas (ERBs). Dessas, 5.603 estão na capital paulista. De acordo com o estudo desenvolvido pela entidade, um serviço de qualidade, que dinamize a economia 2.0 e transforme a cidade em uma sociedade digital, vai muito além da possibilidade de realizar uma ligação telefônica e requer uma infraestrutura que suporte o crescente tráfego de dados, como os dos aplicativos de celular (Whatsapp, Waze, e-mails, táxis, Uber etc.) e das máquinas de cartão (para pagamentos que vão de estabelecimentos fixos até entregadores de pizza, por exemplo). “No caso de São Paulo, para reverter esse quadro, é necessário triplicar o número atual de ERBs. No entanto, falta de torres não é o único entrave para a digitalização de São Paulo. Há outros pontos críticos que impedem o desenvolvimento da telefonia regional, como, por exemplo, a morosidade no processo de licenciamento (que leva, em média, mais de um ano) e a ausência de segurança jurídica”.

Já entre as soluções, a mais relevante é a revisão e atualização da legislação municipal conforme os parâmetros da recém-aprovada Lei Geral das Antenas, de forma a atender às necessidades de desenvolvimento, regularização e investimentos do setor. Nesse sentido, o Projeto de Lei n.º 751 (de 2013), que atualizaria a normativa existente, continua em processo de aprovação na Câmara Municipal, um entrave administrativo a impedir que as empresas regularizem os ativos e invistam na infraestrutura.

Para acessar o estudo na íntegra ou saber mais informações, acesse o site http://www.abrintel.org.br/

Serviço:
Quando: 18 de outubro
Local: Futurecom 2016
Onde: Transamérica Expo em São Paulo. Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo, SP
Horário: das 18h às 18h30 (quantidade limitada de lugares).

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Carros ‘digitais’ podem salvar receitas da indústria automotiva

A indústria automotiva passa por um momento crucial em sua história, que não tem nenhuma relação com a crise do setor no Brasil. Assim como outros segmentos, as montadoras de veículos se encontram em meio a um processo de transformação que tem as tecnologias digitais como origem. Apenas aquelas que forem bem-sucedidas em se reinventar conseguirão se manter relevantes e sustentar suas receitas, diz a consultoria McKinsey & Company.

O principal desafio para as fabricantes de veículos nos próximos anos será criar produtos e serviços que sustentem suas receitas ao mesmo tempo que reduzem custos para si próprias e para o próprio consumidor. Só assim poderão navegar um mundo em que as prioridades das pessoas em relação a mobilidade estão rapidamente mudando e a competição aumentando.

Segundo a McKinsey, carros digitais abrem três novas avenidas de receita para as montadoras. A primeira é a venda de produtos e serviços diretamente para o dono do veículo, na forma de pacotes de atualização de mapas online, streaming de áudio e mesmo serviços de concierge. A segunda avenida é a venda de dados digitais em grandes volumes (big data) a outras companhias, como seguradoras e varejistas, que podem analisar essas informações para adequar seus produtos e serviços. Em terceiro lugar, há a possibilidade de usar os canais digitais integrados ao carro para viabilizar publicidade direcionada ao motorista – como promoções nas concessionárias locais e de empresas de produtos e serviços para o carro.

Os carros ‘digitais’ também apresentam enormes oportunidades de redução de custos tanto para a montadora quanto para o usuário, segundo a McKinsey. Para a indústria, a análise remota de dados capturados por sensores nos carros digitais permite reduzir gastos com pesquisa e desenvolvimento e com materiais, monitorando tanto o comportamento de diferentes partes do carro como o estilo de condução, que pode ajudar na criação de sistemas para gerenciamento de combustíveis. Para o motorista, os dados produzidos por seu carro podem ajudar a reduzir custos com seguro, dado seu perfil de uso, além de informar sobre a necessidade de manutenção antes de uma quebra e sugerir formas de otimizar os padrões de condução para reduzir o consumo de combustíveis.

Segundo a McKinsey, hoje 65% das vendas de carros começam no ambiente digital, com o consumidor pesquisando as características e funcionalidades de modelos diferentes e comparando preços. Esse percentual deve chegar a 80% em 2022.

Na próxima quarta-feira, 19 de outubro, ocorre em São Paulo a McKinsey Digital Conference, em que temas como esse e outros ligados à transformação digital serão discutidos por especialistas da consultoria e clientes.

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Venturus lança Laboratório de Inovação para protótipos de IoT

O Venturus – Inovação & Tecnologia inaugurou, nesta terça-feira (11), seu Laboratório de Inovação, espaço dedicado aos colaboradores do Venturus com o objetivo de fomentar e desenvolver novas ideias alinhadas às tendências do mercado de tecnologia. O espaço de 150m² irá abrigar protótipos de Internet das Coisas, Machine Learning, Visão Computacional, Big Data, Cloud Computing e outras linhas de pesquisa voltadas a dispositivos conectados.

O espaço para desenvolvimento de ideias é aberto a participação dos colaboradores, que poderão sugerir e experimentar novas soluções em projetos inovadores. “Esse ambiente reforça nosso foco em inovação e na participação efetiva dos funcionários na estratégia da companhia”, destaca Marcelo Abreu, gerente de Inovação e Novos Negócios do Venturus.

Até mesmo o nome do Laboratório, Hello World, foi escolhido em um concurso interno entre os funcionários, dos 40 nomes sugeridos, quatro foram selecionados e passaram por uma votação popular. O nome escolhido faz referência à área de desenvolvimento, que utiliza esta mensagem principalmente no início da aprendizagem de novas linguagens de programação.

A equipe responsável por desenvolver os protótipos irá criar APIs (Application Programming Interfaces) para controlar os equipamentos em uma casa e integra-los aos assistentes pessoais Google Assistant, Apple Siri e a Amazon Alexa. “A proposta do Hello World é usar os dados obtidos via APIs e aplicar os conceitos de inteligência artificial para que os dispositivos conectados se antecipem aos comandos do usuário sugerindo ações ou tomando decisões por si só”, afirma Abreu.

No futuro, um ambiente conectado como esse também “aprenderá” com as ações dos usuários para facilitar sua vida. Tarefas como ligar e desligar o ar-condicionado, a televisão e outros equipamentos serão realizadas automaticamente, tomando como base o padrão de comportamento, as condições de temperatura e a localização do usuário dentro do ambiente.

A interação entre os dispositivos é uma tendência não apenas para uso pessoal, mas principalmente para soluções IIot – Industrial Internet of Things – da indústria 4.0.

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Melhor case SAP do Brasil é da FH pelo terceiro ano consecutivo

Com o objetivo de oferecer uma experiência omnichannel para os consumidores, a DPaschoal focou seus esforços no ambiente CEC (Customer Engagement and Commerce), implementando o SAP Cloud for Costumer (Sales e Service) para gerir carteiras de clientes, vendedores, oportunidades, atividades e, principalmente, iniciar a transformação omnichannel da companhia. Tudo isso foi feito por meio do projeto “CRM 2.0”, realizado pela FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software. O case conquistou o primeiro lugar no ASUG Impact Awards 2016, principal evento de premiação da comunidade SAP.

O terceiro lugar do prêmio também foi para a FH, com o projeto “HANA.A”, executado para o Aché Laboratórios. O trabalho focado na transformação digital possibilitou o upgrade tecnológico dos ambientes SAP ECC do Grupo Aché para a nova plataforma de banco de dados in-memory SAP HANA, o que garantiu a substituição das transações standard, com menores custos de sustentação no futuro e informações disponíveis de forma analítica, entre outros benefícios.

A entrega do Asug Impact Awards, que destaca os melhores cases de TI do Brasil, foi feita no último dia 6 de outubro, durante a 19ª Conferência Anual da ASUG Brasil. Esta é a terceira vez consecutiva que a FH fica entre os três melhores cases SAP do País, sendo que este é o quinto título ASUG Impact Awards recebido pela companhia.

Em edições anteriores, foram premiados: “Projeto 2154 – Gestão da Cadeia de Suprimentos com AFS e EWM”, realizado para a empresa AREZZO (terceiro lugar/2015); “Projeto Avance – Um novo patamar tecnológico para a Ourofino” (primeiro lugar/2014) e “Grupo Boticário – Gestão de categorias e sortimento em uma plataforma de varejo” (primeiro lugar/2011).

O Asug Impact Awards avalia projetos desenvolvidos por empresas de tecnologia que possuem originalidade, melhores práticas, inovação e que trazem melhorias no nível de serviço. O projeto executado na DPaschoal, com duração de quatro meses e Go Live em abril deste ano, englobou tudo isso e trouxe ganhos reais à empresa do segmento automotivo, que reduziu 73% dos custos em relação às licenças e manutenção sem perdas de funcionalidades ou business capabilities, aumentou em 12% o lucro bruto e em 68% o número de clientes ativos. “Isso foi possível graças à implementação de uma plataforma de CRM mais adequada às necessidades do negócio”, explica Sandro Stanczyk, Gerente de Technology da FH, que coordenou o projeto.

O gerente diz ainda que, ao redefinir a estratégia de CRM, foi possível ter uma visão mais clara de roadmap para a companhia. Durante o evento, Stanczyk reforçou que a premiação traz, mais uma vez, reconhecimento para a FH e às equipes envolvidas no projeto. “Conquistar o ASUG Impact Awards mostra que estamos no caminho certo e reforça o nosso compromisso diário com os nossos clientes, além da confiança e respeito mútuo legitimado pela FH”, completa.

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Transformação Digital terá impacto em diferentes setores econômicos, segundo Frost & Sullivan

Durante a 13ª edição do evento Unisys Tech Forum 2016, realizado em Atenas, Grécia, a empresa contou com conferências de seus principais especialistas e também com a presença de analistas da Frost & Sullivan, que expuseram seus conhecimentos sobre megatendências e transformação digital no mundo.

Segundo um estudo da Frost & Sullivan, 50% dos entrevistados admitiram terem sido fortemente impactados pela transformação digital, e por isso eles já implementaram algumas mudanças em seus modelos de negócios, enquanto 37% se sentiram afetados por esta tendência, mas ainda não implementaram qualquer melhoria ou implementação.

O uso de tecnologias da informação no mundo dos negócios tem permitido às empresas de diversos setores alterar o “chip” para serem cada vez mais digitais e, assim, desfrutar dos diferentes benefícios do uso de Advanced Analytics, IoT, Cloud, BYOD, Comunicações Unificadas, Apps, entre outros, para oferecer melhores serviços, produtos e experiência aos seus consumidores.

Em sua apresentação, Alexander Michael, Diretor de Consultoria e Transformação Digital da Frost & Sullivan, falou sobre as diferentes mudanças no negócio tradicional para o modelo digital a partir da implementação de soluções de tecnologia da informação.

Companhias aéreas:

As companhias aéreas estão buscando oferecer melhores experiências a seus viajantes, que são cada vez mais exigentes e complexos, e precisam implementar estratégias para atingir estes objetivos ao mesmo tempo em que aumentam suas margens de lucro.

Para isto, a automação, digitalização e análise de dados são fundamentais para alcançar as mudanças necessárias e tomar um caminho para a transformação digital, que nos levará a uma imagem diferente no setor: novos aeroportos maiores, com mais pistas e maior conforto; infraestrutura moderna de aeroportos inteligentes; autosserviço para compra de voo, check-in, entrega de bagagens e processo de embarque; novo paradigma de negócio com o varejo como um novo recurso para apoiar o sustento dos aeroportos; viajantes conectados com dispositivos, beacons e realidade aumentada; novos modelos de negócio com IoT, inteligência artificial e nuvem; cidades aeroportos como uma realidade; e segurança integrada tanto no plano digital como no físico.

Varejo:

A automação da integração com o cliente é fundamental para prever e personalizar a experiência dos consumidores em áreas de comércio, e as tecnologias que estão tornando esta mudança possível são: impressão 3D, computação em nuvem, IoT, tecnologias móveis, robótica, dispositivos wearables, analytics, inteligência artificial, entre outras.

Setor Público:

A previsão é de que em 2025 existam cerca de 100 “cidades inteligentes” no mundo, ao mesmo tempo que os governos estão cada vez mais conscientes da necessidade de tecnologias de informação para enfrentar novos desafios. Esta tecnologia envolve o uso de coleta de dados, análise de informação e apoio às decisões e atividades.

Evidentemente, os desafios dependem da situação de infraestrutura, transporte, habitação, serviços básicos, densidade populacional de cada cidade. Igualmente, é importante lembrar que a tecnologia por si só não é a cidade inteligente, e que ela existe para melhorar as relações com os cidadãos e fornecer melhores serviços.

Serviços Financeiros:

A tecnologia mudou muito o setor financeiro no mundo e a criação das FinTechs contribuíram para gerar novas experiências para os consumidores. No entanto, esta indústria continua a reinventar-se para oferecer novos serviços a partir da transformação digital com: transações automatizadas mediante equipes com capacidade de aprendizagem de algoritmos (machine learning) para identificar padrões imperceptíveis aos humanos; assessores automatizados para a atenção de serviços básicos, o que significa grande economia de custos para as instituições bancárias e satisfação imediata do cliente; carteiras inteligentes para os consumidores fazerem seus pagamentos e compras, como um assistente financeiro pessoal; IoT e análise avançada de dados para agregar valor a uma tendência que está se transformando, permitindo a análise de risco de seguro de uma pessoa a partir dos dados; e ferramentas de análise de fraude capazes de aprender os padrões e sua evolução, permitindo prevenir novas formas de fraude e, portanto, assegurar as transações dos consumidores.

Para Alexander Michael, Diretor de Consultoria da Frost & Sullivan, “tão importante quanto se planejar e investir no novo conceito, a empresa deve saber mensurar os resultados positivos e os efeitos da Transformação Digital para seus negócios”.

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Startup Surf Evolution mira pequenos investidores

Muitas empresas não sairiam do papel se não tivessem recebido aportes financeiros, sejam de familiares ou de fundos de investimento, tais como o crowdfunding, que são financiamentos colaborativos ou coletivos onde investidores profissionais e pessoas comuns investem e ajudam empresas a crescer. O Equity Crowdfunfing é uma modalidade bastante usada e nada mais é que a troca de percentuais da empresa que serão convertidos em ações. É com essa proposta que a startup Surf Evolution, de Florianópolis, pretende entrar de vez no mercado.

A Surf Evolution desenvolveu uma linha de equipamentos funcionais para o aprendizado e treinamento do surfe e outros esportes, como o stand up paddle. Além do condicionamento físico, os equipamentos proporcionam a interatividade do usuário, por meio da realidade virtual, e emitem uma avaliação de desempenho no final do treino. A startup já conquistou reconhecimentos e prêmios importantes, tais como Sinapse da Inovação IV e o do Governo Federal, InovAtiva Brasil.

“Depois de dois anos de muito trabalho, aprimoramento e de parceria com os melhores profissionais e instituições importantes, o projeto chegou no ponto de maturação para entrar no mercado. Atuaremos principalmente com locação, venda e franquias de centros de treinamento de surfe em academias de ginástica, resorts, hotéis, transatlânticos, academias residenciais, shoppings e escolinhas de surfe”, explica o CEO da empresa, Francis França.

A campanha, que iniciará na próxima semana, busca investidores em todo o país para comprar 10% da empresa, dividida em 100 partes iguais de R$10 mil. “Nosso objetivo com essa campanha é trazer parceiros e investimentos que serão revertidos na implementação do nosso plano de negócio. O processo é bastante simples e tudo é feito de forma transparente”, exemplifica.

É importante destacar aos investidores que não é apenas a injeção de capital que está em questão, mas o fomento à inovação, a geração de novos empregos e a realização de sonhos. “E isso significa muito para empreendedores que só precisam de uma oportunidade para ´sair da garagem´”, completa Francis.

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TP-LINK lança portal para parceiros e reforça presença no mercado corporativo na Futurecom 2016

A TP-Link, empresa global líder em conectividade e parceira para um dia a dia conectado, anuncia que irá usar sua participação na Futurecom 2016 para estreitar os laços com revendedores e integradores de sistemas. Além disso, a empresa ainda irá lançar, durante o evento, ferramentas e plataformas de vendas voltadas ao mercado corporativo, com expansão das vendas em 2017.

“O principal objetivo de nosso stand neste ano é o recrutamento de canais e a divulgação do nosso novo Portal de Parceiros. Ainda iremos apresentar as vantagens do nosso programa”, explica Rafael Salgado, gerente de Vendas SMB/B2B da TP-LINK no Brasil.

A escolha da Futurecom para o anúncio do novo foco corporativo da empresa para o mercado SMB, se deve à estratégica concentração de público para este segmento, uma vez que se trata do maior evento de Tecnologia da Informação e Comunicação da América Latina.

“A TP-Link já é líder global em produtos SOHO (Small Office and Home) e temos forte presença de mercado nacional também neste segmento, além de grande confiabilidade na marca pela qualidade dos produtos. Queremos usar essa confiança para expandir nossa atuação em uma faixa maior do mercado”, salienta Salgado. “A principal intenção da empresa nesse momento é aumentar a participação e criar um ecossistema de vendas por meio de grandes integradores de sistemas, além de entrar em grandes processos de clientes finais corporativos e órgãos de governo”, completa.

Por esse motivo, a participação na Futurecom 2016 será ideal para a divulgação dos lançamentos do portfólio corporativo da empresa e um momento de estreitar relacionamento com os diversos canais e revendedores do mercado SMB e Enterprise, buscando o estabelecimento de novas parcerias no Brasil.

O evento terá o lançamento do Access Point AC1200 – EAP320, que oferece velocidades de mais de 1.2Gbps em duas bandas Wi-Fi 802.11ac com tecnologias MIMO e TurboQAM, e da linha de switches JetStream revisada, com novas e mais especializadas funcionalidades de software.

“Muitos clientes corporativos estão buscando uma alternativa viável para implementação de projetos junto a seus clientes finais, principalmente num cenário macroeconômico desfavorável no mercado brasileiro, com vista no médio prazo. Queremos atingir esse público que anseia por soluções de qualidade, competitivas e com a expertise que a TP-Link pode oferecer”, finaliza Salgado.

Futurecom 2016 – Driving Digital Innovation

Data: de 17 a 20 de outubro de 2016
Horário: das 9h00 às 20h (Trade Show e o Congresso Internacional)
Local: Transamérica Expo Center – Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo – SP
Fale com nossos porta-vozes: Rua E – Estande E7

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MicroStrategy Symposium 2016 discute as últimas tendências em big data, analytics e mobilidade

A MicroStrategy Incorporated (Nasdaq: MSTR), líder mundial no fornecimento de plataformas de software empresarial, traz mais uma vez a São Paulo o MicroStrategy Symposium. O evento, que acontece dia 25 de outubro, no Pullman Vila Olímpia / Caesar Business, tem por objetivo ajudar as empresas a tomarem decisões de maneira muito mais inteligente e assertiva. Além de sessões técnicas e conceitos relacionados às funcionalidades da sua nova plataforma MicroStrategy 10.5 – lançada em setembro último, o evento discute o que há de mais avançado em big data, analytics e mobilidade, sempre a partir de experiências reais e bem sucedidas. Outras 23 cidades na América do Norte, Europa, Oriente Médio e Ásia receberão também o MicroStrategy Symposium 2016 ao longo do mês de outubro.

A MicroStrategy disponibiliza uma plataforma analítica, que, graças à sua habilidade de utilizar dados, análises e raciocínio sistemático, conduz a um processo de tomada de decisão muito mais eficiente. Além disso, para ilustrar como essa inovadora tecnologia pode ser aplicada das mais diversas formas, clientes como Ipiranga, Bradesco Seguros, Vivo, Magma Solution, NeoGrid, Avon, Sunset e Energisa, mostrarão suas experiências bem sucedidas durante o evento. Nessas sessões, será possível saber, por exemplo, como transformar grandes volumes de informações em dados e insights valiosos para uma tomada de decisão mais inteligente e assertiva; como o analytics pode apoiar na detecção de fraudes e prevenção de perdas; como os investimentos em mobilidade podem agilizar a rotina das equipes de vendas; como a inteligência analítica pode ser crucial em áreas críticas como a saúde, ajudando a salvar vidas; além da relação de Analytics com análises preditivas e como essa tecnologia pode impulsionar estratégias de marketing.

A programação do MicroStrategy Symposium conta ainda com um painel que discutirá o projeto de BI desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) no Ministério da Justiça e como este possibilitou que informações estatísticas fossem utilizadas em prol da segurança pública.

“É sempre motivo de satisfação poder compartilhar as últimas tendências em visualizações e análises de dados com nossos usuários e pessoas interessadas em agregar inteligência aos seus negócios. Nossos simpósios oferecem inúmeras oportunidades de se conhecer as melhores práticas e de aprender como o analytics responde a importantes desafios críticos. Ao realizar esses eventos, estamos dando continuidade à missão de ajudar as empresas a maximizarem o uso da inteligência em todos os lugares”, ressalta Cynthia Bianco, presidente da MicroStrategy no Brasil.

O evento conta ainda como keynote speakers com dois dos principais executivos da companhia no Brasil e América Latina, Flavio Bolieiro (VP América Latina) e Tiago Sanches (diretor de pré-vendas América Latina). Para mais informações acesse a agenda do MicroStrategy Symposium 2016 e registre-se.

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3 passos para formalizar contratos no meio eletrônico

Assinar contratos no meio eletrônico sem caneta e papel já é uma realidade. Veja 3 passos para o migrar o processo de assinatura de contratos da sua empresa para o digital.

1. Qual escolher: assinatura digital ou eletrônica?

Depende. “A escolha está relacionada ao nível de risco e valor da operação”, explica Maria Teresa Aarão, diretora de Inovação em Produtos e Mercados da Certisign, Autoridade Certificadora especialista em Identificação Digital.

A assinatura digital é indicada para formalizar contratos com alto risco financeiro e de longo prazo. Já a eletrônica pode ser usada para formalizar acordos com baixo risco financeiro e de curto prazo.

2. Entende as diferenças entre as assinaturas

Assinatura digital: é gerada a partir do uso do Certificado Digital ICP-Brasil e tem valor jurídico assegurado pela legislação brasileira – Medida Provisória 2200-2.

Assinatura eletrônica: é gerada a partir de um clique ou da assinatura manuscrita na tela touch de um dispositivo móvel e tem eficácia probatória de acordo com as evidências colhidas no momento da captura.

3. Opte por uma boa plataforma

Por trás do upload do documento e da assinatura é preciso ter um sistema robusto com múltiplas funcionalidades para usufruir de todos os benefícios de ter o processo no digital. O Portal de Assinaturas é uma opção. A plataforma permite a criação de fluxos, envia notificações, gera evidências da assinatura, controla integridade dos documentos e das assinaturas, entre outras funcionalidades. É possível experimentar gratuitamente e assinar documentos, por exemplo, por meio do Certificado Digital no celular, mais conhecido como mobileID.

Fonte: Certisign

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Ruckus Wireless apresenta a tecnologia OpenG no Futurecom 2016

A Ruckus Wireless, unidade de negócios da Brocade, estará no Futurecom 2016 entre os dias 17 e 20 de outubro onde apresentará sua tecnologia OpenG™, solução desenvolvida para enfrentar os desafios de cobertura e capacidade de redes celulares internas.

A tecnologia OpenG combina espectro coordenado e compartilhado, por exemplo, na banda de 3,5 GHz nos EUA, usando small cells compatíveis com múltiplas operadoras. Seu objetivo é oferecer cobertura celular interna mais eficiente, econômica e que seja capaz de suprir as necessidades de conexão de clientes e funcionários de edifícios de todos os tamanhos. A solução da Ruckus oferece uma alternativa de rede móvel neutra significativamente mais barata e fácil de implantar do que os sistemas de antena distribuída (DAS) e de pequenas células tradicionais.
Geralmente as companhias utilizam a tecnologia Wi-Fi para conexão sem fio dentro de suas instalações, mas elas também precisam oferecer cobertura celular total para voz, e-911 e LTE-dados para seus funcionários e visitantes. Essa abordagem para a conectividade celular, ou seja, de fora para dentro, enfrenta vários desafios como, por exemplo, novos materiais de construção que impedem a passagem de sinais sem fio, falta de cobertura em andares mais altos e falhas de conectividade causadas pelas “sombras” de outros prédios.

Os provedores de serviço e os clientes corporativos estão em busca de soluções celulares internas que são fáceis de implementar, oferecem um custo total de propriedade atraente e que consiga ampliar a cobertura e o desempenho. Além disso, esses clientes precisam de soluções que suportam assinantes de várias redes móveis. Os sistemas de antenas distribuídas (DAS) e células pequenas tradicionais conseguem resolver alguns desses desafios, embora a sua adoção seja limitada por questões econômicas e a complexidade de instalação. Diferente da tecnologia OpenG que vem para solucionar esses desafios.

Visite o estande C44 da Ruckus Wireless no Futurecom 2016 para saber mais da tecnologia OpenG.

Congresso Futurecom 2016

Durante o Futurecom, Selina Lo, CEO da unidade de negócios da Brocade, Ruckus Wireless, apresentará o tema “Atendimento da demanda global: Três pilares no futuro conectado das cidades inteligentes”, dia 19 de outubro, às 14h40, no Auditório Argentina.

Em 2050 espera-se que 70% da população mundial viva em ambientes urbanos. Em paralelo a isso temos o papel da tecnologia que está mudando, com a confiança em futuras ‘cidades inteligentes’ para abastecer o consumo de energia eficiente, melhor infraestrutura e conectividade mais confiável, onde tudo estará conectado de forma centralizada.

Há desafios que existem hoje em ambientes urbanos e resolvê-los leva tempo. É por isso que o caminho para uma cidade mais inteligente em um mundo mais inteligente está sendo traçado agora. No Rio de Janeiro, por exemplo, mesmo os bairros de menor renda têm algum tipo de rede ou fornecedor Wi-Fi. No entanto, muitas vezes essa rede faz parte de uma infraestrutura insustentável e insegura.

Hoje, em quase todos os lugares do mundo exige-se conexão, seja para o acesso à educação, como para recursos de saúde e segurança pública. Enquanto o mundo se torna maior e os recursos menores, a corrida para fornecer um modelo de conexão viável é constante.

E aí entra o papel do gerenciamento de dados em nuvem. Com arquitetura flexível, é possível fazer mais de forma remota em qualquer configuração. E com dados facilmente recolhidos no backend, vários sistemas podem se ligar independentemente e resolver problemas rapidamente, antes de surgirem os custos.

No entanto, temos de começar por algum lado. Imaginar como desenvolver “cidades inteligentes” em escala – especialmente em torno de segurança com o importante papel que a “internet of all” (internet de tudo) traz – não acontece de um dia para o outro.

Nesta apresentação, Selina Lo, CEO da Unidade de Negócios Ruckus Wireless da Brocade, irá discutir o novo paradigma de conectividade global a partir do leque de soluções mais recentes da Ruckus & Brocade, e os desafios envolvidos com o fornecimento de simplicidade, estabilidade e segurança que o mundo demanda.

Ruckus Wireless na Futurecom 2016

Estande C44 – Hall C
17 a 20 de outubro de 2015
Exposição Internacional:
-12h às 20h (dias 17, 18 e 19)
-12h às 17h (dia 20)
Congresso Internacional:
9h30 às 18h30 (dias 17 a 20)
Transamérica Expo Center – Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo – SP

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Cinco motivos para o marketplace investir em social delivery – Por João Paulo Camargo

A cada dez compras realizadas no e-commerce brasileiro, duas são provenientes dos marketplaces, de acordo com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). Embora os dados reforcem a importância que estes centros virtuais de compras possuem para os micro e pequenos empreendedores, um obstáculo ainda desafia o crescimento deste modelo de negócio: o frete. Entregar os produtos no prazo e na condição exigida pelo consumidor não é fácil, principalmente quando não há recurso financeiro para investir em transportadoras privadas. Contudo, o conceito de social delivery, em que pessoas comuns realizam entregas com custo baixo, ajuda a solucionar esse problema: Confira cinco motivos para os marketplaces apostarem em alternativas de entrega:

Novos modelos: a grande maioria (73,1%) dos vendedores em marketplaces utiliza o serviço dos Correios, segundo a ABComm. Ter apenas esta opção faz com que o lojista fique refém dos prazos e condições da estatal. Ao adotar o social delivery, o marketplace oferece ao empreendedor uma alternativa eficiente para entregar os pedidos.

Mais segurança no frete: com entregadores autônomos, o pedido é transportado com segurança até o consumidor porque não chama a atenção de assaltantes. Além disso, se acontecer algum roubo ou extravio do produto, a empresa responsável pelo aplicativo cobre essa despesa extra.

A relação custo-benefício é melhor: para diversificar as entregas, alguns lojistas no marketplace investem em transportadoras privadas ou até mesmo criam modelos próprios. Entretanto, essas opções encarecem o frete para o consumidor final. No social delivery, o empreendedor pode negociar diretamente com o entregador o valor pelo serviço, promovendo economia.

As entregas são mais rápidas: os atrasos nas entregas são as principais reclamações dos e-commerces com os Correios, ainda segunda a pesquisa da ABComm. Com a plataforma de entregadores independentes, o produto pode chegar no mesmo dia da confirmação do pagamento, dependendo da localização entre eles.

Praticidade para o lojista: Se com serviços tradicionais de frete é preciso imprimir a etiqueta e postar a encomenda, no social delivery o entregador apenas busca no endereço solicitado.

João Paulo Camargo, CEO e Co-Fundador do Eu Entrego, um aplicativo que conecta pessoas e empresas à comunidade de entregadores independentes, oferecendo uma alternativa fácil, flexível e de baixo custo para levar ou trazer qualquer coisa de qualquer lugar 24 horas por dia, sete dias por semana – www.euentrego.com.

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Adoção das tecnologias de informação e comunicação nas cidades é tema de debate promovido pelo Cetic.br

Os “Desafios para a adoção das TIC nas cidades brasileiras: infraestrutura, transparência e participação” serão discutidos, na próxima quarta-feira (19 de outubro), com base nos resultados apresentados pela pesquisa TIC Governo Eletrônico 2015. Com a participação de acadêmicos e gestores municipais, o evento será promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) – responsável pelo estudo – por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

O debate será precedido pelo lançamento da publicação da pesquisa, que além de reunir os indicadores – já divulgados em abril de 2016 – traz artigos e análises inéditas sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação (TIC) em dois perfis de organizações: órgãos públicos federais e estaduais de todos os poderes (Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público) e também nas prefeituras (Executivo Municipal). Nesta edição, a amostra de prefeituras foi ampliada em relação ao estudo realizado em 2013 e os resultados foram divulgados por um número maior de faixas de porte populacional dos municípios e por todas as regiões do País.

Para comentar os destaques do levantamento com foco na adoção das TIC nas cidades brasileiras, estarão presentes e disponíveis para entrevista:

– Demi Getschko – diretor presidente do NIC.br e também representante de notório saber em assunto da Internet do CGI.br. Membro do Hall da Fama da Internet, é formado em Engenharia Elétrica pela Poli-USP, pela qual também é mestre e doutor;

– Alexandre Barbosa – gerente do Cetic.br, doutor em Administração de Empresas e mestre em Ciência da Computação e Administração de Empresas;

– Fernanda Campagnucci – analista de Políticas Públicas e Gestão Governamental da Prefeitura de São Paulo. É especialista em Transparência e Combate à Corrupção pela Faculdade de Direito da Universidade do Chile;

– José Carlos Vaz – professor da Universidade de São Paulo, nos cursos de graduação e de pós-graduação em Gestão de Políticas Públicas. Mestre pela Fundação Getúlio Vargas São Paulo e doutor pela mesma instituição;

– Marco Antonio Teixeira – professor adjunto do Departamento de Gestão Pública (GEP) da FGV-SP, onde leciona nos cursos de graduação em Administração de Empresas e Administração Pública, Mestrado e Doutorado em Administração Pública e Governo e Mestrado Profissional em Gestão e Políticas Públicas;

– Robson Zucolotto – professor adjunto do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas da Universidade Federal do Espírito Santo, pós doutor pela EAESP – FGV, doutor pela FEA-USP e mestre pela FUCAPE;
– Mediação: Maria Alexandra Cunha – professora da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV. Mestre pela Fundação Getulio Vargas – SP e doutora pela Universidade de São Paulo;

Entre os aspectos que serão debatidos na próxima quarta-feira (19), estão a infraestrutura e ferramentas de gestão de TI nas organizações públicas, a presença na Internet por meio de websites e redes sociais, a disponibilização para a sociedade de serviços públicos, informações e mecanismos de interação on-line pelos órgãos pesquisados, entre outros indicadores.

Ao final do evento, a publicação TIC Governo Eletrônico 2015 será distribuída para os presentes. Todas as edições da pesquisa estão disponíveis em: http://cetic.br/pesquisa/governo-eletronico. A evolução dos indicadores também pode ser conferida por meio de ferramenta de visualização de dados disponível em: http://data.cetic.br/cetic/explore?idPesquisa=TIC_EGOV.

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Oxigênio Aceleradora abre inscrições para terceiro ciclo de aceleração

A Oxigênio Aceleradora abre as inscrições para a nova rodada de seu processo seletivo para startups. Entre os dias 03 de outubro e 09 de novembro, empreendedores de todo o Brasil poderão se inscrever para participar do 3º Ciclo de Aceleração da empresa. Para concorrer à oportunidade, é necessário que a startup já possua um MVP ou seja, um produto constituído e/ou protótipo, estejam em um estágio intermediário de desenvolvimento e tenham sinergia com um dos mercados nos quais a Porto Seguro atua.

“Desde que iniciamos o primeiro ciclo de inscrições, em setembro de 2015, tivemos um grande número de startups altamente qualificadas cadastradas, e o interesse vem aumentando continuamente, bem como a oportunidade de desenvolvimento que oferecemos aos empreendedores”, afirma Italo Flammia, diretor da Oxigênio Aceleradora. “Nosso objetivo é promover uma rica interação entre o ecossistema de empreendedores e os mercados que buscam inovação vinda de startups, por isso oferecemos suporte para que soluções sejam aprimoradas e o desenvolvimento seja cada vez maior. ”

“Desde que iniciamos o primeiro ciclo de inscrições, em setembro de 2015, tivemos um grande número de startups altamente qualificadas que participaram deste processo, e o interesse vem aumentando a cada ciclo, dada a excelente oportunidade de desenvolvimento que oferecemos aos empreendedores”, afirma Italo Flammia, diretor da Oxigênio Aceleradora. “Nosso objetivo é promover uma rica interação entre os empreendedores e os gestores de negócios da Porto Seguro, oferecendo assim todo o conhecimento instalado às startups, bem como acesso aos mercados em que atuamos. ”

Das cinco a sete empresas selecionadas, cada uma receberá um investimento de US$50 mil em dinheiro, além de US$100 mil em smartmoney, aplicados em investimentos indiretos, em forma de benefícios e recursos para os empreendedores.

Durante os três primeiros meses de aceleração, os empreendedores contarão com sessões de mentoria, palestras e workshops que sobre temas diversos relacionados ao negóciosda Porto Seguro. Após esse período, as startupstêm a opção de completar o processo de aceleração na sede da Plug and Play Tech Center, aceleradora localizada no Vale do Silício nos Estados Unidos, após maturação dos projetos e avaliação da equipe de mentores.

O programa de aceleração da Oxigênio terá início em 13 de fevereiro de 2017, na sede da empresa localizada na Rua Conselheiro Nébias, no bairro de Campos Elíseos em São Paulocom duração de seis meses. Empreendedores interessados em inscreverem seus projetos podem fazê-lo pelo website da Oxigênio (www.oxigenioaceleradora.com.br).

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Banco Votorantim investe no Fundo BR Startups para fortalecer as Fintechs

O Banco Votorantim vai investir no Fundo BR Startups, criado pela Microsoft Participações e gerido pela MSW Capital, para apoiar o desenvolvimento do ecossistema brasileiro de empreendedorismo e fomentar a inovação no país em jovens empresas de base tecnológica. A seleção para a nova rodada de investimentos em Fintechs, de R$ 250 mil a R$ 1,5 milhão por startup, começa nesta semana e vai até o dia 11 de novembro de 2016.

Para participar, as empresas devem se inscrever por este link. Os detalhes do programa com os critérios de qualificação estão no link, dos quais os principais são: ter pelo menos dois sócios (CEO e CTO), ser uma empresa brasileira e registrar faturamento anual entre R$ 120 mil e R$ 10 milhões.

Ao aliar grandes corporações com o mesmo intuito, o BR Startups passa ser o principal veículo brasileiro de estímulo à inovação aberta, por meio da atividade de corporate venture. O Fundo já conta com investidores como a própria Microsoft Participações, a Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro (AgeRio), a ES Ventures e a Monsanto, que investiu recentemente, intensificando a atuação nas Agritechs, startups voltadas ao agronegócio.

O foco de investimento do BR Startups são empresas com soluções inovadoras e potencial para se tornarem negócios globais nas áreas de: Sistemas na nuvem (Cloud based solutions), Educação (EdTech), Agronegócios (AgriTech), Produtividade industrial, Mobilidade (Mobility) e Cidades inteligentes (Smart Cities), Energia Limpa (CleanTech), Saúde (Digital Health), Internet das Coisas (IoT) e Segurança Pública (Public Safety). E agora, com o Banco Votorantim, o Fundo fortalece a atuação na área de Finanças (FinTech).

Gabriel Ferreira, diretor de Estratégia, Planejamento e Negócios de Varejo do Banco Votorantim, explica que o objetivo do banco ao aportar no Fundo criado pela Microsoft é provocar e atrair o interesse dos jovens empreendedores na busca de inovação disruptiva no mercado financeiro, oferecendo um ambiente estruturado para o desenvolvimento de soluções únicas. “Queremos parcerias com startups que tragam novidades impactantes para o nosso setor. Nosso objetivo é auxiliá-las não apenas financeiramente, mas também na estruturação e desenho de seus negócios. Entendemos que existe uma grande sinergia e capacidade de geração de valor entre o mundo bancário tradicional e as Fintechs”, afirma Ferreira.

Segundo Franklin Luzes, COO da Microsoft Participações, as fintechs estão revolucionando o mercado. “A presença do Banco Votorantim no Fundo BR Startups possibilita a priorização dessa temática em nossos investimentos e fortalece a nossa atuação e apoio ao setor financeiro no país.”

A gestão do fundo é feita pela MSW CAPITAL, gestora com experiência no apoio a empreendedores na jornada do crescimento, atuando no planejamento de negócios e em transações de M&A (Fusões e Aquisições).

Moises Swirski, gestor do Fundo BR Startups, reforça a importância da entrada do Banco Votorantim no Fundo. “As instituições financeiras de grande porte buscam, cada vez mais, a inovação de fora para dentro como solução eficaz para avançar em novos mercados e aprimorar a resposta aos seus clientes. Ao investir no Fundo BR Startups, voltado para o desenvolvimento do ecossistema brasileiro de inovação, o Banco Votorantim se coloca como parceiro ativo das startups do segmento de Fintech, transferindo para elas conhecimento e cultura empreendedora, ao mesmo tempo que se posiciona na fronteira da inovação brasileira.”

As startups investidas pelo Fundo contam com uma rede de parceiros que contribuirão com o seu desenvolvimento em diversas frentes: mentoria em áreas estratégicas, apoio operacional e tecnológico, espaço físico, business networking e apoio financeiro. O Banco Votorantim atuará ativamente na mentoria em gestão financeira e administrativa das empresas investidas, disponibilizando também parte da sua equipe mais experiente nessa ação.

Fonte: Microsoft

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Huawei e USP realizam concurso que seleciona estudantes para capacitação na China

A Huawei e a Universidade de São Paulo (USP) realizam no dia 12 de outubro, em São Paulo, um concurso para selecionar três estudantes da instituição para uma capacitação na China, onde está localizada a sede da empresa. A iniciativa é parte da segunda edição do Seeds for the Future, programa global da Huawei que oferece treinamentos nas mais avançadas tecnologias de informação e comunicação (TIC).

O concurso da Huawei e da USP escolherá 3 dos 15 estudantes que viajarão para a China e terá o desenvolvimento de soluções de Internet das Coisas (IoT) como tarefa, contando com a participação de alunos do quarto e quinto ano dos cursos de Engenharia da Computação, Engenharia Elétrica e Ciências da Computação.

Ao todo, quinze alunos serão selecionados por meio de parceiras do programa “Seeds for the Future” no Brasil, que inclui CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações), PUCRS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul) e UFCG (Universidade Federal de Campina Grande). Cada parceira realizou sua seleção com a participação da Huawei.

“A realização da segunda edição do Seeds for the Future no Brasil reflete nosso compromisso de capacitar os futuros líderes da indústria local de TIC. Por meio de parceiras com instituições de ensino, talentos brasileiros terão contato com as tecnologias mais avançadas disponíveis atualmente, além de inovações que chegarão ao mercado nos próximos anos, colaborando para o desenvolvimento de suas carreiras como pesquisadores ou profissionais em um setor que vive em constante evolução”, disse Alexander Rose, Gerente de Relações Públicas da Huawei.

Desde seu lançamento em 2008, o “Seeds for the Future” da Huawei já foi implementado em 35 países, beneficiando mais de 10 mil estudantes ao redor do mundo. Ao longo últimos dos anos, a Huawei tem investido cerca de 10% de seu faturamento global em P&D, sendo que, apenas em 2015, estes investimentos atingiram mais de US$ 9 bilhões. Como resultado de seu intenso foco em inovação, ao final de 2015, a Huawei ocupava a posição nº 1 no ranking de patentes na China, e figurava nos rankings de patentes Top 15 na Europa e Top 50 nos Estados Unidos. Ao todo, a Huawei já obteve mais de 50 mil patentes concedidas.

Os jovens talentos terão a oportunidade de visitar os laboratórios de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Huawei, em Shenzhen, e acompanhar de perto demonstrações de soluções inovadoras em conectividade ao lado de especialistas da companhia, que dividirão experiências e conhecimentos com os estudantes. O escopo do programa inclui capacitação em tecnologias avançadas de redes de banda larga fixa e móvel, como 5G, computação em nuvem, internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) e cidades inteligentes. Além disso, o programa proporciona aos alunos uma imersão cultural com a China, principal parceiro comercial do Brasil.

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O que o Vale do Silício tem

Sócios da consultoria McKinsey no Brasil relatam suas experiências no maior centro de inovação do mundo e listam os principais aprendizados

Durante uma semana, Heitor Martins e Yran Dias, sócios da McKinsey no Brasil e líderes da prática Digital na consultoria, viveram o dia a dia no Vale do Silício – o principal centro nervoso de inovação do mundo. Conheceram mais de 50 pessoas, entre acadêmicos, empreendedores, programadores de incubadoras e gigantes como Google e Facebook. Sentados com pequenos grupos de jovens de 20 e poucos anos ou num círculo de profissionais no imaculado campus de Mountain View, ficaram fascinados com o trabalho que vem sendo feito e listaram os principais aprendizados. Esta reflexão da McKinsey será aprofundada e discutida com mais de 500 clientes, dos quais mais de 100 CEOs, na Conferência Digital da consultoria em outubro em São Paulo.

1. Ousadia por si só é commodity barata. O mundo está cheio de ideias fantasiosas. O que se sobressai no Vale do Silício é a determinação diária de ver algo ter sucesso apesar do quase constante risco de falha. Os agentes do Vale em todos os níveis ficam muito mais confortáveis em meio à bagunça da experimentação e muito mais equilibrados em relação ao insucesso do que os de outros lugares que a McKinsey já visitou.

2. Meritocracia e investimento em pessoas. Os líderes do Vale, que estão agitando o mercado, têm a habilidade de construir uma organização que atraia outras mentes brilhantes, operando numa verdadeira meritocracia. As empresas do Vale cortejam talentos que não apenas têm grande inteligência e experiência, mas que também tragam coragem em suas convicções para lutar por fazer uma diferença significativa.

3. Economia sem restrição à plataforma. O Vale do Silício inverte a matemática simples da velha economia: quanto mais produtos vendidos, mais dinheiro. Lá, eles abraçam a economia sem restrição à plataforma: a nova moeda de troca passa a ser oferecer aos usuários uma forma de se conectar e interagir. O que torna tão poderosa essa moeda é que, diferentemente de uma unidade estática, o valor de uma plataforma é definido pelos usuários que a povoam e usam, pela sua capacidade de se transformar e adaptar às necessidades das pessoas e continuamente apresentar serviços e inovações.

4. Design focado no usuário. As companhias do Vale do Silício vivem e respiram esse conceito de uma forma que muitos executivos seniores não conseguem imaginar. Cada nível da empresa, do CEO até o programador e os times transversais, está condicionado a procurar problemas pela ótica do usuário e encontrar que tipo de processos e passos poderiam criar uma experiência mais suave, rica e diferente. Eles são obcecados pelo cliente.

5. Inovação do tipo que cria mercado e motiva time. A inovação do Vale está no sentido de criar soluções / produtos que atendem necessidades e desejos que, na melhor das hipóteses, nem mesmo sabíamos que tínhamos. Muito da motivação dos profissionais do Silício está na oportunidade de desempenhar um papel relevante no crescimento da companhia, na elaboração dos caminhos para a inovação, e no desenvolvimento de suas próprias habilidades de liderança. Quanto mais autonomia os empregados têm para ser criativos e tomar decisões, mais motivos terão para se manter na companhia e contribuir.

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Resource IT oferece soluções da BringTo para Multilaser

A Resource IT, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas brasileiras de serviços de TI, anuncia mais um case de sucesso de implementação de suas soluções de tecnologia. A Multilaser, um dos maiores players do segmento de eletrônicos e suprimentos de informática nacional, implantou soluções da BringTo, braço brasileiro do Centro de Inovação da Resource IT sediado no Vale do Silício, em seu e-commerce (www.lojamultilaser.com.br). O objetivo é facilitar e agilizar a coleta e análise da precificação de seus produtos, disponíveis nos 20 maiores marketplaces do Brasil e em mais de 300 lojistas online.

A Multilaser lançou a loja virtual em novembro do ano passado e precisava de um sistema em RPA (Automação Robótica de Processos, em português) que gerasse relatórios informativos sobre os preços praticados por seus parceiros. “Havia muita variação de valores, em alguns casos de até 45%, o que gerava insatisfação dos revendedores e afetava a imagem da companhia. Com as soluções da BringTo, passamos a atuar mais rapidamente e de uma forma mais preventiva. Agora é muito mais fácil reportar essas distorções na precificação e o relacionamento com as empresas que revendem os nossos produtos está mais saudável”, afirma Leonardo Castilho, Head de E-commerce e Pós-venda da Multilaser.

O BringTo Monitoring e o BringTo Analytics foram os produtos adquiridos. O primeiro é uma solução em Real Customer Experience que possibilita monitorar completamente o negócio, da performance dos sistemas à experiência real dos clientes. “Entregamos todas as variáveis decisivas em tempo real, integradas em um dashboard completo. A ferramenta monitora apps mobile, servidores, websites e quaisquer gadgets ou sistemas que precisem ser acompanhados”, afirma Claudio Teixeira, Gerente de Operações responsável pela BringTo. Segundo o executivo, é possível ainda customizar os painéis para exibição dos resultados que são mais importantes para o negócio, além de configurar o direcionamento dos alertas para os canais competentes.

Já o BringTo Analytics é uma ferramenta extremamente versátil de análise de dados, que suporta os mais diversos sistemas e plataformas como fonte de informação, de SAP a wearables, de Internet Bankings a e-commerces. Dados não estruturados, como imagens, documentos digitalizados, URAs (Unidade de Resposta Audível) e publicações em redes sociais, são analisados e integrados ao dashboard do cliente. “Nosso serviço é End2End, toda a operação da plataforma, incluindo infraestrutura em hardware é de responsabilidade da Resource IT. As companhias que atendemos não precisam se preocupar com instalações, setups, equipes ou qualquer gasto de energia, apenas identificar as informações relevantes para seu negócio” comenta Teixeira, da Resource IT.

Implementados recentemente, os produtos da BringTo estão ajudando a equipe da Multilaser com seu monitoramento, fazendo com que os riscos sejam identificados mais facilmente, possibilitando mais tempo para a realização de ajustes de prioridades e para o desenvolvimento do próprio e-commerce. Constantemente são coletados os preços de 150 produtos da Multilaser ofertados. Esses dados são armazenados e enviados duas vezes por dia para o profissional responsável, que alerta os parceiros da companhia caso haja diferença em relação ao preço sugerido pela fabricante.

“Optamos pela Resource IT porque a companhia nos ofereceu a proposta mais completa, além de ser uma empresa consolidada no mercado e que já conhecemos o trabalho por outros projetos. Recebemos muito mais informações em nossos relatórios do que teríamos de outras ferramentas”, afirma o executivo da Multilaser. Teixeira, da Resource IT, complementa: “Nosso objetivo é entregar soluções de ponta a ponta, incluindo consultoria e acompanhamento de nossos especialistas, com foco em monitoração, automação, integração, segurança, controle de qualidade e análise de dados”.

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