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HSM Expomanagement: Jim McKelvey, fundador da Square, derruba mitos de gestão e deixa 5 lições empreendedoras

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Um dos maiores empreendedores do Vale do Silício, Jim McKelvey, marcou presença na HSM ExpoManagement, em São Paulo (SP). No primeiro dia do evento, o co-fundador da Square falou sobre “Inovação e Criatividade Voltadas para o Mercado”, derrubando alguns mitos de gestão frequentemente utilizados nas organizações. O primeiro caminho para o sucesso, segundo ele, é procurar por problemas e não oportunidades. “Oportunidades estão no futuro, problemas são óbvios, concretos”, justifica.

Para ilustrar a estratégia, McKelvey, que se sustentou durante um bom tempo como um artistaespecializado em obras de vidro, contou oproblema que o levou à fundação da empresa que fatura hoje mais de 743 milhões de euros por ano. A ideia surgiu da percepção de McKelvey sobre o quão difícil era para pequenos negociantes, como ele, aceitar cartões de crédito para o pagamento do que comercializavam.

A segunda estratégia de McKelvey é usar bem as tecnologias disponíveis, em vez de tentar inventar algo novo. “As soluções que você está pensando em inventar provavelmente já existem – você apenas não está olhando o bastante para o produto”, afirmou.

A ideia de trabalhar rápido para obter sucesso também foi derrubada por McKelvey: “Mais importante é saber a hora certa para agir”, argumentou o empreendedor, citando como exemplo a ClassMates, a primeira rede social que surgiu no mundo – e o Facebook, que foi lançado com o advento dos smartphones. “O segredo é acertar o timing”, ressaltou.

Outra lição de McKelvey pode ser aplicada desde os primeiros anos escolares: estudar os grandes líderes, mas nem sempre acreditar neles. “Questionar os métodos incentiva a sua capacidade de pensar criativamente e encontrar soluções para problemas atuais, mesmo que essas soluções não tenham funcionado antes”.

Por fim, McKelvey salientou que mais importante que ser corajoso é ser humildemente perseverante. Segundo ele, o medo nos impulsiona. “Se você tem medo do fracasso, tem motivação para buscar o sucesso”, disse. A perseverança, para ele, é o que impulsiona o empreendedor a chegar onde quer, fazendo escolhasinteligentes e com riscos calculados. “Só a coragem não basta”, reforçou.

O HSM ExpoManagement é o maior evento de gestão da América Latina, que acontece de 9 a 11 de novembro, no Transamérica ExpoCenter, em São Paulo (SP). Com 150 horas de conteúdo em mais de 120 sessões e 16 mil participantes, o evento traz ao Brasil pensadores de maior repercussão na atualidade, como Malcom Gladwell, Clayton Christensen, Dan Ariely, Daniel Goleman, Ellen Langer, Eric Ries, Marc Goodman, Paul Krugman e Abilio Diniz. No evento, a Posigraf convida os participantes a conhecerem o sistema de Geomarketing que vem utilizando como diferencial para empresas do varejo. A ferramenta auxilia a detectar nichos de mercado e pontos de presença e influência dos estabelecimentos – o que colabora para a definição de metas de vendas e a atratividade de consumo no varejo.

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Internet das Coisas: O uso da tecnologia em sistemas urbanos inteligentes – Por Adriana Andréa Rodrigues*

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A larga expansão da plataforma mobile tem auxiliado no desenvolvimento de ambientes interoperáveis, em que cidadãos se inserem na Sociedade da Informação por intermédio das Tecnologias da Informação e Comunicação, estabelecendo novos processos comunicativos e usufruindo de serviços públicos digitais.

Trata-se de uma crescente integração entre objetos interconectados por meio da internet, que mediam ações e informações entre outros objetos e cidadãos, sendo independentes de intervenção humana e configurados para oferecer facilidades para o cotidiano da sociedade, permitindo a existência de uma rede amplamente conectada e gerando uma significativa massa de dados (Big Data) proveniente de diferentes dispositivos eletrônicos.

Este cenário, de materialização de ambientes permeados de informação, cujos variados objetos podem conectar-se sem fio à internet e entre si, é compreendido como Internet das Coisas.

O termo Internet das Coisas (IdC) ou IoT, acrônimo de Internet of Things, é usado como sinônimo de ambientes conectados, computação ubíqua, comunicação máquina a máquina (Machine to Machine Communication – M2M), web das coisas, internet do futuro e objetos inteligentes (Smart Things). A partir destes termos, pode-se inferir como a IdC, em uma Era Digital de franca expansão, com a massiva utilização de smartphones, tablets, notebooks, passa a ocupar e incorporar os hábitos dos cidadãos.

Não obstante, a IdC é entendida como um fenômeno, ubíquo e em constante evolução, cujas inovações potencializam soluções capazes de promover o desenvolvimento socioeconômico e a melhoria da qualidade de vida, baseadas em aplicações interativas que, além de conter informações estáticas, contém informações em tempo real referentes aos objetos do meio físico urbano.

Dentre as tecnologias presentes nestes ambientes conectados, destacam-se RFID (Radio Frequency Identification), NFC (Near Field Communication), QR Code (Quick Response), redes wireless e sensores sem fio. Estas tecnologias são normalmente integradas em aparelhos eletrônicos, unindo o mundo real ao digital e servindo como importantes instrumentos para solucionar ou minimizar problemas urbanos, assim como auxiliar na realização de tarefas cotidianas.

A IdC descreve um cenário de funções incorporadas em muitos objetos dos espaços urbanos; microchips implantados em seres vivos, capazes de trocar informações entre si, com as pessoas ou com o ambiente; objetos com sensores embutidos para coletar diferentes tipos de dados e ajudar a entender o comportamento das cidades, a exemplo das cidades inteligentes (Smart Cities) sendo estrategicamente planejadas sob os pilares da conectividade e automação.

AS CIDADES INTELIGENTES

Iniciativas para a construção e o desenvolvimento de cidades inteligentes preconizam a adoção de tecnologias na infraestrutura urbana, em que sejam capazes de coletar e transmitir informações em tempo real acerca da dinâmica das cidades, quer seja de seres humanos, animais, objetos ou na investigação de eventos climáticos.

Estas informações em tempo real sobre as questões urbanas, a partir da aplicação de métodos próprios de análise, analíticos ou preditivos, podem servir como um robusto instrumento de apoio à tomada de decisão para os setores responsáveis na administração das cidades.

São as cidades inteligentes e as regiões monitoradas por sensores que captam informações dos postes de luz, possibilitando a redução nos custos de energia; geram informações sobre o trânsito representadas em mapas sinóticos, por meio do emprego de geotecnologia; medem a qualidade do ar e o nível de ruído.

Os cidadãos serão usuários de diversas aplicações e terão, cada vez mais, acesso em tempo real aos serviços urbanos, do consumo de água à escolha do posto de saúde.

O SETOR PÚBLICO

O planejamento urbano é uma atividade contínua para a tomada de decisão, constituindo a preparação para a gestão futura, uma vez que promove a antecipação de fenômenos futuros, buscando minimizar os problemas urbanos.

Isto posto, os governos podem ser grandes usuários das aplicações da IdC, cujas tecnologias podem reduzir custos e melhorar a qualidade da prestação de serviços públicos, identificando áreas de oportunidades para que as cidades possam estabelecer e empregar estratégias que combinam a gestão da água, redes inteligentes, gestão de resíduos, estacionamento inteligente, entre outros; planejar uma cultura de IdC para favorecer o ativismo no sistema político, conciliando lei e realidade, conjugando informação e desenvolvimento; compartilhar experiências, plataformas e melhores práticas da IdC, no sentido de minimizar a fragmentação das soluções tecnológicas, bem como tornar os cidadãos mais inclusivos na construção das cidades inteligentes.

Um exemplo interessante da adoção da IdC na gestão pública é o sistema urbano de mobilidade sustentável em uso no Centro de Operações de Mobilidade, sediado no Instituto Curitiba de Informática (ICI) e integrante do projeto piloto do Programa Ecoelétrico da Prefeitura Municipal de Curitiba, que permite o monitoramento on-line da frota de carros elétricos, bem como a manutenção dos eletropostos instalados pela cidade.

O monitoramento dos indicadores, tais como energia elétrica consumida, número de viagens, distâncias percorridas, entre outros, é viabilizado pela utilização da tecnologia RFID, integrante dos dispositivos do sistema instalados tanto nos veículos quanto nos eletropostos, além da adoção de outras tecnologias inteligentes associando telemetria, Big Data e Business Intelligence.

Em resumo, até julho deste ano, o projeto já havia alcançado uma poupança total equivalente a 7.556,38 kg de CO2, registrando-se a maior poupança em julho de 2014 (947 Kg) e a menor em setembro do mesmo ano (266,25 kg). Desde o seu lançamento, os veículos que integram a frota do Programa Ecoelétrico já percorreram um total de 60.451 km. Em termos de energia, o total consumido até a data corresponde a 10.732,31 kWh, sendo que no mês de julho de 2015, a frota consumiu um total de 539,13 kWh.

Atualmente, estão sendo realizados testes-piloto para algumas tecnologias de comunicação sem fio (Bluetooth, GSM/GPRS, RFID) em um gateway para redes de sensores sem fio, em que se pretende o reconhecimento de características dos veículos que estacionam nas vagas sensorizadas, além da comunicação com os veículos elétricos. A nova funcionalidade poderá auxiliar na gestão do trânsito das cidades, bem como ser integrada ao sistema urbano de mobilidade.

De fato, os gestores do setor público têm uma excelente oportunidade de agir, a partir da utilização da IdC na implementação e alcance dos objetivos das políticas públicas, incluindo o aumento do crescimento econômico e melhorias na sustentabilidade ambiental, segurança pública, prestação de serviços do governo e produtividade.

Não obstante, em termos de política pública, líderes de governo terão que estabelecer diálogos e entendimentos claros sobre os riscos de privacidade que acompanham a IdC. Tão importante quanto a informação e a inteligência tecnológica são a estratégia, o planejamento e as políticas públicas que irão orientar e regular as aplicações da IdC no desenvolvimento das cidades.

Neste sentido, torna-se necessário que os governos, nas esferas federal, estadual e municipal, avaliem onde e como podem usar a IdC em suas funções administrativas, bem como o papel que a IdC poderia desempenhar na realização mais ampla dos objetivos socioeconômicos, serviços públicos e a vida cotidiana em geral, em um provimento de interação entre sociedade civil e sociedade política.

*Adriana Andréa Rodrigues (arodrigues@ici.curitiba.org.br) é mestra em Gestão Urbana pela PUCPR (2014). Pós-graduada em Tecnologia da Informação com ênfase em Administração Pública pela Universidade Positivo (1997) e em Gestão de Projetos pela FAE/CDE (1995). Bacharel em Informática pela Universidade Positivo (1993). Tem experiência na área de TIC, com ênfase em planejamento estratégico, planejamento de informações e gestão de TI. Atua como pesquisadora-responsável no Instituto Curitiba de Informática (ICI), em linhas de pesquisa para a Mobilidade Urbana Sustentável e Gestão da Informação no Processo Decisório, associadas ao Centro de Operações de Mobilidade do Programa Ecoelétrico.

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Uber: jurista aponta que leis que pretendem banir as atividades da empresa e de seus motoristas parceiros são inconstitucionais

Professor Doutor José Joaquim Gomes Canotilho, considerado um dos principais juristas da atualidade escreveu um parecer jurídico por meio do qual demonstra a legalidade das atividades da Uber e dos motoristas parceiros da Uber, e conclui que qualquer lei que pretenda proibir a execução desses serviços é inconstitucional.

Segundo Canotilho, para a Constituição Federal Brasileira o princípio é o da liberdade de escolha e de acesso a “qualquer trabalho, ofício ou profissão”. Ou seja, os motoristas parceiros da Uber tem o direito de exercer a profissão que escolheram para si.
Outro ponto que o autor ressalta é que os municípios não podem proibir a atividade de transporte individual na modalidade privada, ao afirmar que “A Lei Federal 12.587/2012 -, em seu artigo 12.º, atribuiu aos municípios a competência paraorganizar, disciplinar e fiscalizar o transporte individual de passageiros, mas não pode o poder legislativo municipal proibir esta atividade, expressamente prevista em Lei Federal”.

A reserva de um monopólio, ou seja, que apenas taxistas atuem no transporte individual de passageiros, é contrária à Constituição Federal e à Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei Federal 12.587/2012). Levando em consideração todos esses pontos, Canotilho conclui que as leis municipais recentemente aprovadas por São Paulo e do Rio de Janeiro são inconstitucionais formalmente, por violarem competência privativa da União, e “por violação isolada de diversos preceitos constitucionais, seja por violação sistematicamente agregada ou conjunta e simultânea desses diversos preceitos da Constituição Federal, que explicitam as bases fundantes e estruturais do Pacto fundante da República do Brasil e do (seu) Estado de Direito.”

Opiniões semelhantes já foram também expressas por outros importantes juristas como o Prof. Daniel Sarmento, o Prof. André Ramos Tavares e os Professores Carlos Affonso da Silva e Ronaldo Lemos. A Ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça, também já afirmou que leis municipais que visam banir a Uber são inconstitucionais.

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Foz do Iguaçu recebe empresários de Tecnologia da Informação de todo o Brasil no ParanáTIC 2015

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Nos dias 12 e 13 de novembro, a cidade paranaense de Foz do Iguaçu reúne empresários de todo o Brasil e da América Latina ao sediar o ParanáTIC 2015, principal evento do setor de Tecnologia da Informação do sul do país.

Uma palestra com o ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola abre o ParanáTIC. Uma das novidades deste ano é a realização de Trilhas de Varejo e Turismo. Serão várias palestras e debates sobre integração de ferramentas tecnológicas para um melhor desempenho de empresas ligadas aos dois setores. Essa integração com verticais faz parte do Plano Estratégico do setor de TI do Paraná de aproximação e oferta de soluções para as mais variadas atividades econômicas. Também vai haver um Hackathon. Na maratona de programação, vão ser 24 horas de imersão para criar projetos nos seguintes temas: automação e internet das coisas, agricultura e pecuária, turismo, sustentabilidade, educação e impacto social.

Os empresários que participam do APL Iguassu IT – Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação do Oeste do Paraná – comemoram a oportunidade de sediar um evento de porte nacional. “Vai ser uma grande chance para mostrar a empresários de outros setores como varejo e turismo, muitos fortes em Foz do Iguacu, o que as empresas de base tecnológica daqui podem oferecer em soluções para melhoria de negócios”, destaca Gerson Froehner, da Priori Sistemas. Ele ressalta que há grandes produtores de software nos principais municípios da região. “Em 2014, tivemos três finalistas no Prêmio MPE Brasil, que premia a excelência em gestão, e a empresa vencedora nacional foi a Junsoft de Toledo”, completa Gerson.

Lendro Scalabrin, da SWA Sistemas, de Medianeira, conta que sempre participa de eventos de nível nacional e que “o ParanáTIC é uma oportunidade para atualização do empresariado local sobre as tendências tecnológicas que vão impulsionar a economia, principalmente, em tempos de crise”.

Emerson Cechin, coordenador do setor de TI do Paraná no Sebrae, destaca o conteúdo internacional do evento. Donald Feinberg, vice-presidente e analista emérito do Gartner, um dos principais institutos de aconselhamento em tecnologia no mundo, vai falar sobre “Business Intelligence e Analytics”. “É um tema muito importante, atualmente, pela grande necessidade de análise de inúmeros dados na gestão de negócios e empresas”, ressalta Emerson.

As parcerias que podem ser formadas entre empresas de regiões diferentes aparecem como outro ponto positivo. Gerson Froehner diz que “muitas vezes, um novo negócio é perdido pela falta de um parceiro que possa completar, integrar uma nova solução. Já há casos de parcerias de sucesso entre empresas participantes dos eventos da Rede de APLs de TI no Paraná”.

Neste ano, o ParanáTIC vai ganhar projeção internacional ao lançar oficialmente o WCIT 2016, Congresso Mundial de TI, que acontece em Brasília e é organizado pela Assespro Nacional.

Realizado em parceria da Assespro-Paraná com o Sebrae, o ParanáTIC reúne empresários, pesquisadores, professores, estudantes e profissionais da área de Tecnologia da Informação e Comunicações, com o objetivo de promover a integração de pessoas visando a criação de empresas, produtos e serviços inovadores. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

ParanáTIC 2015

Dias 12 e 13 de novembro

Hotel Mabu Thermas & Resorts, Foz do Iguaçu, Paraná

Saiba mais em http://www.paranatic.com.br

Inscrições: 41 33371014 ou executivo@assespropr.org.br

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A sociedade dos drones: eles vão mudar o mundo – Por Arie Halpern

Esqueça motoboys e entregadores. No futuro próximo, documentos, pequenas encomendas e pizzas serão transportados e entregues por pequenos veículos aéreos não tripulados, os drones.

Esqueça também os canteiros de obras tal como são hoje. Eles terão mudado de figura. Lembrarão uma colmeia, com um enxame de drones em volta. Em substituição aos trabalhadores humanos pendurados em andaimes, eles se encarregarão de assentar as peças da estrutura em construção, com precisão, num verdadeiro balé aéreo.

Por toda parte nos depararemos com drones em funções diversas: policiamento, inspeção de vias públicas e instalações, controle de tráfego, manutenção de instalações, limpeza, irrigação, dedetização e bisbilhotices, dos vizinhos e dos serviços de informação. Bombeiros serão auxiliados por drones em operações de resgate ou combate ao fogo. A imprensa será quase onipresente com suas câmeras voadoras. Nos parques, veremos drones inteligentes interagindo com humanos como o cão que corre atrás da bola e a traz de volta para o dono.

Talvez essa seja uma visão tímida da sociedade dos drones que vai se desenhando. Afinal, ela contempla apenas funções que esses veículos já são capazes de executar com maior ou menor desenvoltura. Mesmo essa projeção conservadora do que será o futuro, no entanto, nos indica que assistiremos a uma grande e disruptiva mudança em nossas vidas quando os drones estiverem sendo utilizados em grande escala.

Pode-se imaginar essa sociedade assistindo a um desenho animado dos Jetsons ou a alguns dos vídeos sobre experiências com drones. O registro da instalação Flight Assembled Architecture, realizada no FRAC Center de Orleans, próximo de Paris, é uma antevisão do futuro da construção. Na experiência, realizada por uma equipe de pesquisadores do Swiss Federal Institute of Technology, drones levantam uma edificação de seis metros de altura. Matthias Kohler, um de seus idealizadores, garante que os drones vão mudar a cultura da construção e da arquitetura. O roboticista Raffaello D”Andrea, por sua vez, mostrou à plateia do TEDGlobal quadricópteros capazes de agir com base na experiência adquirida. Eles podem, por exemplo, se mover rapidamente equilibrando um copo d”água ou protagonizar a cena do parque descrita acima. (Os vídeos podem ser vistos em https://vimeo.com/69257453 e https://youtu.be/w2itwFJCgFQ.).

Flight Assembled Architecture from Gramazio Kohler Research on Vimeo.

No setor militar, até aqui o maior patrocinador dos drones, a nova tecnologia mudou a maneira de fazer a guerra. Há uma discussão muito séria em andamento, alimentada por vazamentos sobre a ação das Forças Armadas dos Estados Unidos a respeito de abusos na utilização de drones. Como sicários inumanos, eles são capazes de perseguir e alvejar um indivíduo onde quer que ele se esconda. Basta que o serviço de inteligência tenha conseguido rastrear os sinais de seu celular.

Transposta para o uso civil, a tecnologia dos drones tem um potencial disruptivo tão grande – especialmente na logística de transporte – que está obrigando as grandes empresas a repensar suas operações. Assim é com a alemã DHL, com a Amazon, com o Google, com o WalMart, com a Shell.

Todas estão em campo fazendo experimentos. A DHL obteve a primeira licença na Europa para utilizar drones em serviços de entrega, em caráter experimental. Faz seus ensaios na Alemanha com veículos não tripulados que cruzam 12 quilômetros, à velocidade de 18m/s para levar medicamentos aos habitantes da ilha de Juist. O Google faz entregas com drones no interior da Austrália, onde pode operar os equipamentos sem restrições. E a Amazon vem causando com a criação de um serviço que promete entregar produtos na casa do consumidor em 30 minutos.

Como toda inovação, as disrupturas na aplicação de drones vêm acompanhadas de conflitos e questões. A disputa pelo espaço aéreo, o incômodo causado pela convivência com os drones, a redução da privacidade, os riscos à segurança são algumas delas. Sobre todas, porém, está colocado o desafio de elevar a sociedade a um grau de desenvolvimento político e cultural que não transforme tecnologias tão poderosas em ameaças à vida e à liberdade dos humanos.

*Arie Halpern, economista, é diretor da israelense Gauzy Technologies.

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Com mais de 150 mil downloads, app Qipu ajuda microempreendedores a reduzir inadimplência com controle e alertas sobre obrigações financeiras

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Após menos de sete meses desde seu lançamento, o aplicativo Qipu (www.qipu.com.br), que ajuda o microempreendedor individual (MEI) a fazer sua contabilidade, acumula números que crescem a cada dia e já chega a 150 mil downloads e mais de 100 mil MEIs cadastrados que geram hoje mais de R$ 20 milhões em vendas por mês. Gratuito e disponível para iOS, Android e Windows Phone, o serviço, que funciona tanto pelo celular como no computador, atualizou recentemente sua versão e já atende usuários em todos os Estados brasileiros.

Uma das últimas novidades foi o controle de DAS pagas. A DAS é a principal obrigação do MEI, que deve ser paga todo dia 20. No entanto a inadimplência dessa obrigação é o principal motivo de desenquadramento do MEI. Com a nova funcionalidade, o Qipu passa a controlar todas as DAS já pagas pelo MEI e também envia o boleto da DAS por e-mail e por notificação no celular.

O novo serviço deve ajudar a diminuir a inadimplência em pelo menos 10%. Além disso, o Qipu agora está integrado ao sitema de Nota Fiscal Eletrônica, permitindo ao empreendedir emitir as notas com facilidade.

Desenvolvido para atender as necessidades dos MEIs e lançado em abril deste ano, em parceria com o Sebrae, o Qipu já registrou pelo menos 530 mil sessões e 350 mil lançamentos efetuados (entre vendas e despesas). O app é atualmente o principal voltado a este empreendedor e o melhor avaliado no Google Play (nota 4,5 de 5) e um dos melhores posicionados entre todos os aplicativos de fintech (para serviços financeiros).

A ferramenta de contabilidade e gestão, tida como o braço direito do microempreendedor, se tornou indispensável para organizar as finanças da empresa e manter as obrigações em dia, trazendo alertas sobre os pagamentos do DAS e da declaração anual, por exemplo.

O Qipu tem como uma de suas principais premissas ser muito simples de utilizar e ser gratuito, o que tem atraído tantos usuários.

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Netshoes, Buscapé e Mercado Livre discutem o Mobile Commerce e a evolução do “tradicional” comércio eletrônico

Ao mesmo tempo em que as telas de mesa migraram para as telas dos smartphones e usuários de internet passaram a praticar quase todas as ações diárias pelo celular, o e-commerce passa pela mesma transição. A migração é tão forte e rápida, que o comércio eletrônico já é tratado como “tradicional” em diversas publicações.

De acordo com um estudo da Coupofy, o mobile commerce cresce 300% mais rápido do que o e-commerce. Até 2016 as compras por dispositivos móveis irão crescer 42%, enquanto o comércio eletrônico tradicional tende a apresentar crescimento de 13% até o próximo ano.

No Brasil, o mobile commerce já representa 10% das compras online, segundo o mesmo estudo.

Discutindo esse cenário, estarão reunidos no dia 17 de novembro, nomes como Romero Rodrigues, fundador e CEO do Buscapé, Hernan Kazah, co-fundador do Mercado Livre, e Fernando Zanatta, diretor de TI e gerente de produtos da Netshoes.

A proposta do debate é trazer à tona números, o comportamento do brasileiro quando o assunto é compra pelo celular, e claro, a forte necessidade que todo o varejo online tem, de se adaptar ao ambiente móvel, o mais rápido possível.
Ficha técnica GMIC Summit São Paulo

Local: Renaissence Hotel
Data e Hora: 17 de novembro de 2015 às 8h30
Credenciamento: aberto a partir de 14/09/2015
Para credenciar: http://saopaulo.thegmic.com/
Credenciamento para imprensa e agendamento de entrevistas:
anabeatriz@flotereschauff.com.br

Sobre o GMIC Summit e o GWC

O GWC Inc. é um gigante clube de negócios internacional que reúne os maiores players da indústria mobile do mundo. Dentre suas ações globais, o GWC promove o evento GMIC (Global Mobile Internet Conference). Agora, depois de consolidado nos Estados Unidos, Japão, China, Indonésia, Taiwan e Índia, o GMIC chega pela primeira vezao Brasil, de olho neste mercado.

O GMIC Summit São Paulo trará ao Brasil, dia 17 de novembro no hotel Renaissence, alguns dos mais renomadoslíderes do mercado mobile da América Latina, além de players asiáticos e norte-americanos. Wen Chu, CEO e co-fundador do GWC abrirá o encontro.

Além dos palestrantes já citados, estão também Luciana Burger, diretora da Comscore, que trará dados em primeira mão coletados através da nova plataforma mobile da empresa; Ilja Gooseens, Global Sales Director daTune; Marco DeMello, fundador e CEOda PSafe; Dennis Wang, CEO da Easy Taxi; Fabiano Destri Lobo diretor da MMA Latam; Moacir Kang, fundador e CEO do Apontador Maplink; Guido Grimbraum, empreendedor fundador de diversas startups na América do sul; João Carvalho,fundador e CEO da Hands; André Ferraz, fundador e CEO da In Loco Mídia; e Guga Stocco, diretor de estratégias e inovação do Banco Original.

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O poder dos dispositivos móveis no comércio online

Por Gastão Mattos*

O evento anual Summit 2015 Shop.org é uma verdadeira vitrine de novidades do varejo mundial, no qual o e-commerce se destaca com as ações multicanal – aliada à tendência da Internet of Things – e o crescimento exponencial dos dispositivos móveis para acessar lojas online. Nos Estados Unidos, 47% das pessoas acessam as lojas de comércio eletrônico por esses aparelhos, sendo 30% via smartphones e 17% nos tablets. Por lá também a tendência é que a preferência pelas datas promocionais realizadas no comércio eletrônico, como a Cyber Monday, do que as focadas no varejo físico, que é o caso da Black Friday norte-americana.

Entretanto, os dispositivos móveis ainda representam forte influência para o consumo offline. De acordo com a Forrester, em 2014, US$ 977 bilhões de um total de US$ 1,6 trilhões em vendas no varejo físico foram influenciadas pelo uso da navegação mobile. No mesmo período, foram realizadas US$ 35 bilhões em compras online por meio destes aparelhos. Ainda segundo a pesquisa, 12% das compras online são provenientes de smartphones e 16% dos tablets. A empresa aponta que apenas 22% dos lojistas online norte-americanos identificam que tipo de device está sendo usado pelo consumidor, o que pode explicar a baixa conversão observada, uma vez que a personalização dos sites para determinados dispositivos pode ser prejudicada. Entre os consumidores que abandonaram carrinhos de compra por algum problema de navegação nestes devices, 56% tentam fazer a mesma compra via um desktop, mas 26% desiste totalmente da compra e 17% tenta fazê-la em uma concorrente, ou seja, há uma perda de 43% de consumidores em potencial por problemas com a navegação mobile.

Dada a importância desses dispositivos, 70% das empresas apostam na geração e melhoria de conteúdo nas lojas online e em redes sociais. Entre as mídias citadas estão o Instagram, Pinterest e blogs, além de conteúdos em vídeo, fotos em alta definição, reviews, tutoriais e social content. Alguns lojistas também utilizam o envio de e-mail marketing após a compra com novas informações sobre o produto adquirido. A ideia tem alcançado bons níveis de fidelização e baixas ocorrências de atritos ou devoluções, o que significa elevar o grau de confiabilidade do consumidor no estabelecimento, além de reduzir o custo de frete com a diminuição das devoluções.

Por falar em frete, outra pesquisa da Forrester, também apresentada durante o evento, apontou que 55% dos consumidores online decidem a compra de acordo com o valor do frete. A facilidade de pesquisa também é um importante fator de decisão, com 47% e a avaliação de outros compradores ficou em 45%. Outros itens como quick view do produto (30%), capacidade de salvar o carrinho e comprar depois (29%), visualizações alternativas do produto (25%) e vídeos demonstrativos (8%) também foram apontados pelos entrevistados. Os resultados deixam claro que o investimento em uma boa infraestrutura e em soluções que tragam mais informações e facilidades para o consumidor interferem de maneira bastante significativa na taxa de conversão. Embora a avaliação tenha sido realizada com consumidores norte-americanos, essas necessidades e exigências também são percebidas no mercado brasileiro, que está em constante expansão.

Por último, e não menos importante, temos as lojas multiplataforma e multicanal, que se conectam com seu público-alvo por diversos meios, como o uso de aplicativos para agregar valor e auxiliar o consumidor a escolher o produto adequado. Algumas empresas têm obtido grande sucesso ao construir uma migração e ligação eficiente entre e-commerce, m-commerce e call to action, como é o caso da QVC.

Todos esses insights deixam claro que a convergência de mídias, dispositivos e meios de compra são fundamentais para atrair o consumidor que acompanha a evolução da tecnologia e as facilidades por ela promovidas e faz questão de utilizá-las de acordo com a sua vontade também no universo das compras online.

*Gastão Mattos: CEO Com experiência de mais de 20 anos na indústria de pagamentos eletrônicos, Gastão Mattos foi diretor na Credicard entre 1990 e 1995, vice-presidente de marketing da Visa por mais de 6 anos, presidente da M-Cash de 2006 a 2011 e fundou a consultoria GMATTOS Projetos de Marketing, empresa responsável desde 2002 por desenvolver projetos com foco no e-commerce como negócio.
Graduado em Engenharia e com pós-graduação em Engenharia de Produção, ambas pela Escola Politécnica da USP, foi presidente da Câmara Brasileira de Comércio (www.camara-e.net) entre 2003 e 2005. Desde 2011 é CEO da Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina.

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Six Sigma Brasil apoia o 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos e oferece palestra sobre o futuro das empresas e os desafios de gestão

Em um cenário de mudanças constantes e instabilidade, aquele que se planeja e se antecipa ao futuro passa a ter um grande diferencial. O momento da economia do Brasil desafia grandes empresas e instituições a pensarem nas tendências e estimularem a reflexão das pessoas que tomam decisões nas empresas e movimentam a economia.

Para fomentar que as empresas brasileiras tenham as informações que precisam para ajudar na recuperação da economia, eventos como o 14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos voltados ao público de gerenciamento de projetos, trazem ricos e importantes conhecimentos. Alinhada a esse objetivo, a empresa Six Sigma Brasil agrega sua marca como apoiadora do evento.

Além disso, Clovis Bergamo Filho, presidente da Six Sigma Brasil leva à discussão durante o Seminário o tema “Empresas do futuro e os desafios da gestão”.
“Dentro da perspectiva INOVAÇÃO, pretendo abordar as tendências para a empresa do futuro e as novas características do mercado para que os profissionais tenham um entendimento do caminho a ser percorrido e como podem se preparar para ele. Minha palestra colaborará com uma visão direta de como o profissional deve elaborar o seu plano de carreira”, comenta Bergamo.

Buscando enfatizar a integração das metodologias existentes e praticadas no mercado como um meio para se atingir o resultado de negócios nas organizações, o profissional irá estimular que o público presente pense sobre seus diferenciais para a organização.

A ideia de Bergamo é compartilhar informações que subsidiam a estratégia das empresas e dos profissionais, colaborando com o objetivo do evento, de refletir as melhores práticas globais e apoiar o planejamento estratégico empresarial e profissional de cada um dos participantes.
“Entendo que os dois eventos, tanto o Congresso Internacional da Six Sigma Brasil como o Seminário do PMI-SP, são pontos de reflexão e busca de melhores práticas, gerando um grande diferencial para as empresas brasileiras”, comenta ele.

Eventos como o Seminário do PMI e o Congresso Six Sigma são muito importantes para este cenário adverso que o país está atravessando. “Os profissionais devem estar atentos para otimizar a produtividade nas organizações, pois todos sabemos que novos contratos vão ser mais difíceis neste período. O executivo deve sair a campo para utilizar todo o seu conhecimento para garantir a lucratividade de sua organização com ações que gerem redução de custo e melhoria na performance”, finaliza Bergamo.

Para saber mais sobre as palestras e ações de discussão que serão apresentadas no evento, acesse o portal do Seminário: http://sigp.org.br/seminario-2015/

Serviço:

14º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos
Local: Centro Fecomercio de Eventos
Rua Dr. Plinio Barreto, 285
Bela Vista – São Paulo – SP
Dias 09, 10 e 11 de novembro de 2015
Inscrições pelo site:
http://sigp.org.br/inscricoes/

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Balanço do ano de 2015 no e-commerce em seis transformações

Por Fabrizzio Topper*

Com certeza 2015 foi mais um ano de muita transformação e amadurecimento para o e-commerce nacional e até mesmo internacional. Um ano em que o mercado se voltou para algumas verdades inconvenientes que, pouco a pouco, foram ganhando mais a mais importância, até que não puderam e não podem mais ser negligenciadas.

A primeira e certamente a mais polêmica, revoluciona para sempre o modelo de negócios do segmento a partir deste ano: é a conscientização de que o e-commerce em si não é mais uma inovação e que, se desejar continuar conquistando uma fatia maior e mais relevante no varejo como um todo, terá que iniciar um novo ciclo de transformação criativa nos modelos de negócio, para ampliar a diferenciação dos seus players e sustentar a atratividade do modelo atual, como o crescimento dos marketplaces e dos serviços de assinatura.

A segunda é o amadurecimento do mercado em direção ao omnichannel, que redireciona a visão empresarial de eficiência mercadológica para além da atuação multicanal. Até então, vivia a miopia de acreditar que, quanto mais canais de acesso comercial para o mercado, maior também era a sua eficiência comercial como um todo, sem se dar conta de que o consumidor estava ficando confuso e negligenciado num fogo cruzado de abordagens e ofertas dentro da própria marca.

O conceito omnichannel surgiu para lembrar que aos olhos do cliente há só uma empresa, independente da quantidade de canais de acesso que é capaz de disponibilizar. Independente se o cliente acessou pela loja digital ou pela loja física. Eficiência, aos olhos dele, é poder utilizá-los simultaneamente e no fluxo que julgar mais cômodo ou então não faz sentido algum. Isso está mudando desde o fluxo operacional e plataformas tecnológicas, até composições fiscais e comerciais.

A terceira onda, que também tem transformado o mercado, é o novo conceito, que não sei se podemos chamar de algo tão novo assim, que é o “customer journey” ou em sua tradução mais literal, a “jornada do consumidor”. Muitos gestores de e-commerce, performance e marketing a repensarem a forma como distribuíam seus esforços e investimentos, que até então estavam sempre muito direcionados ao “last click” e, portanto, focados no momento de compra propriamente dito, a conversão final, em que a capacidade da empresa de influenciar a decisão de compra já está bastante reduzida.

O cliente, que chega por meio do last click, costuma chegar muito mais decidido, é verdade, mas pouco receptivo para se envolver com a marca e ser fidelizado para futuras compras. Sendo assim, o que vemos agora são investimentos em ações e ferramentas também direcionadas para engajar, influenciar e fidelizar os e-consumidores (e não apenas garantir que a intenção de compra seja atendida).

A quarta, e possivelmente a mais emblemática para o mundo digital, a partir deste ano, é a importância do mobile no negócio. Afinal, como afirmou o Google este ano, a segunda tela já se tornou a primeira e os estudos da FGV mostram que, no Brasil, os Smartphones já são mais de 50% de todos os aparelhos conectados à internet no território nacional.

O consumidor digital é cada vez mais impactado por iniciativas e plataformas mobile, mas que já se mostraram menos eficientes quando o tema é conversão comercial, apesar de apresentarem tickets significativamente maiores. Todo o mercado está tendo que se adaptar e aprender o mais rápido possível para aproveitar desta nova realidade que, ao que tudo indica, veio pra ficar e deverá alterar todas as máximas que, até então, regiam o mercado em termos de usabilidade, arquitetura e ciclo de venda e relacionamento.

A quinta e penúltima onda que percebemos com clareza ter chegado ao mercado de e-commerce este ano foi a Era do CRM e da performance operacional. Chegou para ficar, revitalizando a importância dada à inteligência digital a partir do “big data”, que tenta triangular previsões e tendência mercadológica a partir de: histórico de consumo, comportamento digital dos consumidores, clientes, seguidores e mais toda a coleta de dados possíveis de serem rastreados, analisados e mensurados.

A busca por eficiência comercial está empurrando a ciência digital para um nível cada vez mais elevado e complexo, em que o desafio passa a identificar os padrões comportamentais e agrupamentos destes clusters para ajustar as estratégias de abordagem e relacionamento. Mas o que isto muda no jogo? Simples, a visão de gerenciamento operacional já não é mais suficiente para este nível de competição. Agora será necessário elevar o patamar para uma visão mais estratégica e científica, do que apenas tecnológica e de controle operacional.

E, por último e sexto grande acontecimento de 2015, certamente são as mudanças no modelo de tributação do ecommerce, que já estão deixando todos de alerta e ainda nem sequer mostraram claramente a sua força de mudança e transformação, pois ainda deverá levar um tempo para que o mercado compreenda toda a extensão dos impactos e ajustes necessários no composto tributário, fiscal, logístico e processual nas operações novas e em funcionamento. Ainda há muita dúvida e divergência de opinião quanto ao impacto que terá no mercado, o que só amplia a percepção de que poderá facilmente ser de longe o fato mais emblemático, não só de 2015, mas possivelmente de 2016, uma vez que só serão sentido e absorvido no decorrer do próximo ano.

O que fica de mensagem é: tudo está mudando rápido… Cada casa decimal deste mercado vale cada vez mais. Só conseguirão se tornar e manter rentáveis aqueles que não se acomodarem, nem um dia sequer, na busca por eficácia mercadológica e operacional; em que cada investimento e gasto são planejados, gerenciados, medidos e otimizados incessantemente.

E que venha 2016 para a parte do varejo que mais cresce no Brasil e no mundo.

* Fabrizzio Topper, consultor, professor e empreendedor do e-business nacional. É sócio fundador da Topper Minds, empresa de planejamento de plataformas comerciais digitais.

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Pesquisa da Zebra Technologies revela que quase metade das empresas têm rede Wi-Fi sobrecarregada

A Zebra Technologies Corporation (NASDAQ: ZBRA), líder global em soluções e serviços que fornecem visibilidade em tempo real dos bens, pessoas e operações das organizações, divulgou hoje os resultados de uma pesquisa global que mostra que 46% das empresas de varejo, hotelaria e de transporte e logística estão operando com infraestruturas Wireless sobrecarregadas. Mais de metade (53%) das empresas pesquisadas nestes setores estão planejando atualizar suas infraestruturas Wireless dentro dos próximos 12 meses, por conta de uma sobrecarga em seus sistemas devido a novos dispositivos e serviços online. A Forrester Consulting conduziu o estudo encomendado pela Zebra Technologies em outubro de 2015, e escutou profissionais de TI e de negócios em 250 empresas globais nos setores de varejo, hotelaria e de transporte e logística nos Estados Unidos e na Europa.

PRINCIPAIS FATOS

• Empresas de varejo, hotelaria e de transporte e logística estão expandindo sua infraestrutura de rede Wi-Fi para melhorar o serviço ao cliente, aumentar performance operacional e tomar decisões mais rápidas. Quase 60% das empresas de transporte e logística, 54% dos varejistas e 49% das empresas de hotelaria têm planos de expandir ou atualizar suas infraestruturas de rede Wi-Fi.

• 65% dos varejistas, 69% das empresas de transporte e logística e 61% das empresas de hotelaria estão em expansão, modernização ou planejando implementar tecnologias para explorar a Internet das Coisas.

• As empresas estão planejando adicionar novos serviços Wireless, incluindo videoconferência e streaming de vídeos, juntamente com aplicativos específicos da indústria e serviços.

• 46% das empresas de varejo, hotelaria e de transporte e logística estão planejando atualizar sua infraestrutura Wireless para melhorar a cobertura sem fio. Mais da metade das empresas pesquisadas atualizaram recentemente para se preparar para novos dispositivos e serviços, e 41% planejam atualizar os pontos de acesso Wireless que estão sobrecarregados por novos dispositivos atualmente.

Imran Akbar, vice-presidente de rede de comunicações empresariais, Zebra Technologies afirma que “a rede da empresa é a espinha dorsal que conecta todas as partes de um negócio e ajuda a ganhar, servir e reter clientes. Uma infraestrutura wireless poderosa permite o fluxo de dados em tempo real, fazendo com que as organizações saibam o que está acontecendo com os seus bens, funcionários e clientes, dando-lhes uma visão completa de seus negócios”.

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Mobile Commerce já representa 20% das compras online no Brasil

Em 60% das compras, consumidor utilizou múltiplos devices antes de finalizar a transação

O mobile está se tornando o canal preferido entre os brasileiros que fazem compras online utilizando múltiplos devices e os consumidores que acessam as lojas virtuais em diversos equipamentos têm 3 vezes mais propensão a finalizar uma transação em um dispositivo móvel do que aqueles que usam apenas um equipamento.

Entre julho e setembro, 20% das compras feitas no País pela Internet foram concluídas no smartphone ou no tablet; a média global foi de 35%. Entre os maiores varejistas, as transações mobile cresceram 24% sobre o trimestre anterior e agora quase um terço de todas as vendas são finalizadas em devices móveis. Entre os varejistas de médio porte, o avanço foi de 35% no período.

Forte tendência no e-commerce, os aplicativos alcançaram taxas de conversão em vendas duas vezes maior do que o desktop e o ticket médio também foi mais alto nestes três meses – R$ 446,00* (US$ 116) no app contra R$ 385,00 (US$ 100) no desktop e R$ 350,00 (US$ 91) no mobile browser.

Estas são algumas das principais conclusões do estudo global “Cenário do Mobile Commerce”, realizado no terceiro trimestre pela Criteo (www.criteo.com) (NASDAQ: CRTO), líder global de tecnologia especializada em publicidade digital e marketing de performance.
O levantamento analisou mais de 3 mil varejistas virtuais e sites de viagem no mundo, que totalizam 1,4 bilhão de transações e US$ 160 bilhões em vendas anuais, e confirmou que os canais mobile se consolidaram e irão continuar a ser decisivos nas estratégias comerciais e de marketing das empresas que comercializam produtos e serviços na Web.

“Quase um terço das vendas feitas pelos grandes varejistas online são transacionadas em um smartphone, que, com telas cada vez maiores, são mais utilizados do que os tablets para fazer compras, representando 77% das transações mobile no trimestre. Em âmbito global até o final do ano nossa estimativa é que o mobile commerce represente 40% das transações na Internet”, assinala Fernando Tassinari, Diretor Geral da Criteo no Brasil.

De acordo com a pesquisa, no caso das compras finalizadas em laptops e desktops, 55% dos consumidores usaram ao menos um outro equipamento para visitar a mesma loja on-line antes de fechar a transação. Entre os que compraram em um dispositivo móvel, 59% dos que utilizaram smartphone e 60% dos que recorreram a um tablet utilizaram um outro device antes de fechar negócio.

Para Tassinari, os aplicativos serão a próxima fronteira e assistiremos nos próximos anos um aumento significativo de anunciantes investindo no desenvolvimento de apps para engajar consumidores e converter mais vendas. “Além disso, com 40% dos consumidores navegando em múltiplos devices antes de comprar, a publicidade on-line terá que passar a focar nas pessoas e não mais em devices. Os varejistas precisam redesenhar a experiência de compra online para atender estes novos consumidores que acessam suas lojas a partir de vários canais antes de concluir a compra”, alerta.

Com sede na França e 27 escritórios em 16 países na Europa, Estados Unidos, América do Sul, Austrália e Ásia que operam comercialmente em mais de 80 países, a Criteo registrou faturamento global de 745 milhões de euros em 2014 e 533 milhões de euros no primeiro semestre deste ano. Interessada no potencial do mercado de publicidade on-line e do e-commerce no Brasil, a companhia está nos preparativos finais para inaugurar seu novo escritório, em São Paulo, ampliando sua estrutura para dar início a uma nova fase de expansão.

“O crescente potencial da publicidade online no Brasil cria o cenário ideal para a oferta de nossos serviços de marketing de performance. Agências e anunciantes têm como maior desafio a gestão do orçamento e a otimização de resultados na mídia online, o que só é possível com ferramentas como as que oferecemos para planejar e colocar no ar campanhas com altos índices de engajamento e conversão”, assinala Fernando Tassinari, Diretor Geral da Criteo no Brasil.

Atualmente os maiores clientes da empresa no Brasil são dos segmentos de varejo, viagens e classificados, incluindo as maiores empresas do e-commerce e grandes varejistas, entre eles Netshoes, Dafiti, Passarela, Magazine Luiza, Hotel Urbano, Peixe Urbano, e Ricardo Eletro. Além de continuar ampliando seus negócios nestes setores, a empresa planeja agora avançar em outros verticais, como automotivo, financeiro, bens de consumo e telecomunicações.

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Impostômetro da Associação Comercial de SP alcança R$ 1,7 trilhão nesta quinta-feira (5/11) às 11h45

Nesta quinta-feira (5/11), às 11h45, o Impostômetro vai registrar R$ 1,7 trilhão. Implantado em 2005 pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o painel informa o valor desembolsado pelos brasileiros para pagar impostos, taxas e contribuições ao longo do ano.

No ano passado, essa marca foi atingida 19 dias depois (em 24 de novembro), o que aponta aumento da carga tributária – apesar da queda da arrecadação federal.

“O crescimento mais rápido da carga tributária reflete, principalmente, o impacto da aceleração da inflação e dos aumentos de alíquotas feitos em 2015. Esses dois fatores compensam a queda do PIB”, comenta Alencar Burti, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

Ele explica a razão de a carga tributária ter aumentado de um ano para o outro mesmo com diminuição da arrecadação federal: os dados do Impostômetro são nominais – se fossem deflacionados, eles também indicariam queda da arrecadação. “Mas, para o consumidor, o que vale é o que ele paga efetivamente”, finaliza Burti.

Previsão 2015

A estimativa da ACSP é de que o Impostômetro feche o ano de 2015 marcando um valor inédito, na casa de R$ 2 trilhões. Em 2014, o painel ultrapassou a marca de R$ 1,8 trilhão (alcançada, mais precisamente, dia 29 de dezembro).

O painel

O Impostômetro tem o objetivo de conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos de qualidade.

Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios brasileiros se espelharam na iniciativa e instalaram seus próprios painéis, como Florianópolis, Guarulhos, Manaus, Rio de Janeiro e Brasília.

Pelo portal www.impostometro.com.br é possível levantar os valores que as populações de cada estado e município pagam em impostos – e também visualizar o que dá para os governos fazerem com todo o dinheiro arrecadado.

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Veja 4 orientações para estabelecer um Plano de Carreira

Você sabe o que é um plano de carreira e a importância das empresas desenvolverem políticas sérias relacionadas a esse tema? Para explicar melhor o especialista em Recursos Humanos, Celso Bazzola, diretor executivo da Bazz Estratégia e Operação de RH, apontou as principais questões relacionadas ao tema:

Definição de plano de carreira

É a forma de organizar e identificar a sequência que profissionais pode percorrer dentro de uma organização, seja ela de forma vertical como horizontal, por meio de sua evolução técnica e comportamental que reflita nos resultados da organização. À medida que se inicia um progresso de carreira, há naturalmente maiores exigências de competências técnicas e comportamentais para o ocupante, devido ao aumento de complexidade do novo cargo assumido.

Planejamento necessário

Para que uma política de plano de carreiras atinja seus objetivos, é necessário um ótimo planejamento estratégico na gestão de pessoas, para tanto sugiro os seguintes passos:

1. Mapear de forma genérica os cargos e suas competências de acordo com as características de seu negócio;

2. Avaliar o potencial de mercado e sua capacidade econômica de suportar custos;

3. Desenvolver uma política de remuneração estruturando o plano de cargos e salários c
onsistente;

4. Realizar sempre que possível benchmarking com empresas cuja estrutura e objetivos sejam semelhantes;

5. Investir e incentivar o autodesenvolvimento de seus colaboradores;

6. Promover treinamentos internos que impactam nos resultados da empresa, isto é, no que realmente fará a diferença para ambos sinalizando quais os conhecimentos necessários para se assumir o cargo.

Benefícios da implantação

Esse método estimula o autodesenvolvimento profissional o que gera motivação para os colaboradores, além de ser uma ferramenta importante de retenção e atração de talentos, pois seus critérios apontam de forma clara os requisitos necessários para que o profissional assuma nova responsabilidade, para tanto as empresas devem mapear as competências profissionais de cada cargo, dando uma visão clara do que se espera tornando o time mais qualificado em busca dos resultados organizacionais.

Dificuldades encontradas

Cito alguns pontos que dificultam a implantação de um plano de carreira:

• Falta de uma política consolidada de Gestão de Pessoas;

• A cultura e visão empresarial conservadora e que não tem visão de retenção e atração de talentos;

• A estrutura econômica da empresa e o quanto ela tem potencial de investimento;

• A falta de planejamento para o crescimento;

• Não definição de metas claras e de objetivos a serem alcançados.

Pois, para que se desenvolva carreira, seja ela vertical ou horizontal, a empresa deve ter conhecimento de seu potencial de mercado, mapeando os impactos que um turnover poderá causar em seus resultados. Quando não há um desenvolvimento estratégico na gestão de pessoas, as organizações acabam criando cargos e planos de remuneração desnecessários dentro da estrutura, simplesmente na tentativa de reter um profissional, porém essa ação é temporária e de curta duração.

O sucesso de um plano de carreira está ligado diretamente a estratégia empresarial, ou seja, atuação de mercado, capacidade financeira, visão de médio á longo prazo, além de criar critérios que suportem a evolução profissional e consequentemente a permanência de profissionais motivados por um tempo maior na empresa, sem que impacte no potencial econômico da mesma.

Posso afirmar que um plano de carreira é benéfico não só para os resultados da empresa, como para o aumento de qualidade de nossos profissionais, pois ela remete estes a se desenvolverem e buscarem novos conhecimentos técnicos e posturas comportamentais o que eleva a cultura profissional de um país.

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ICI lança solução Diário Oficial Eletrônico

O Instituto Curitiba de Informática lançou uma nova solução que atenderá as prefeituras brasileiras: o Diário Oficial Eletrônico, que gerencia a publicação dos atos oficiais do município gerando economia de recursos, mais segurança e transparência.

“O objetivo do ICI é oferecer à administração pública uma solução completa que permite eliminar documentos oficiais impressos e facilitar a consulta de dados por parte dos gestores e da população”, divulga Amilto Francisquevis, da assessoria de Mercado do ICI.

De acordo com Amilto, a solução contempla todas as etapas de publicação do Diário Oficial Eletrônico do município: elaboração, conferência, validação, assinatura e publicação. “Para garantir a segurança dos dados, as prefeituras terão acesso à certificação digital ICP Brasil, que confere autenticidade, validade jurídica e integridade aos documentos”, explica.

Outra vantagem para as prefeituras é a possibilidade de realizar publicações de acordo com a necessidade do município, incluindo edições suplementares sob demanda, reduzindo a burocracia dos processos governamentais.

A solução desenvolvida pelo Instituto atende todas as exigências legais para publicação de atos governamentais.

Veja o site da solução.

FonteL: ICI

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StarSoft oficializa plano de investimento de R$ 10 milhões de reais para os próximos dois anos

Com taxa de crescimento anual em expansão, a StarSoft tem se posicionado como uma alternativa para empresas que desejam reduzir custos de manutenção de sistemas, atender obrigações legais e inovar em seus processos com uma implementação rápida, de interface amigável e voltada à usabilidade do usuário.

Além do ERP (Enterprise Resource Planning) que é o principal produto da empresa, também houve neste ano um grande salto na procura por sistemas especializados em atendimento ao eSocial, Obrigações Fiscais e Performance Corporativa, informa Wellington Silva, Diretor Executivo da StarSoft. “Acredito que a combinação provocada pelo ambiente macroeconômico, onde empresas têm buscado soluções flexíveis e acessíveis com baixo custo de manutenção e uma oferta como a nossa que, em termos práticos, oferece um sistema robusto, atendendo às obrigações legais, com visual moderno dando ao usuário uma experiência de uso diferenciada e uma implementação sem ruídos, estão trazendo frutos também nessas novas frentes”, afirma o diretor.

Segundo Wellington, os investimentos previstos buscam ampliar o atendimento dessas novas necessidades e, com isto, foram desenhadas três importantes frentes. A primeira frente é a expansão dos serviços através de canais regionais, incluindo países da América do Sul, onde a StarSoft já possui clientes ativos; a segunda é a criação da primeira versão de módulos especialistas desenvolvidos em HANA em parceria com a SAP, para atendimento do Business One; e a terceira é a criação de uma academia para treinamento e formação de profissionais. As três frentes estão em andamento, de maneira simultânea.

Sobre a parceria com a SAP para o desenvolvimento da primeira solução especialista compatível com HANA, Wellington Silva prevê o lançamento em novembro deste ano e complementa: “É algo pioneiro e tecnicamente muito bem desenhado para dar performance aos clientes do SAP Business One.”

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UOLDIVEO lança UOL CLOUD Híbrido, solução em Nuvem Híbrida para quem possui infraestrutura VMware

O UOLDIVEO, empresa do Grupo UOL, prestadora de serviços para o segmento corporativo com soluções completas em Outsourcing de TI, anuncia o lançamento de sua plataforma de Cloud Híbrido, UOL CLOUD Híbrido, em parceria com a VMware, companhia líder global em infraestrutura em nuvem e mobilidade corporativa. Com isso, o UOLDIVEO passa a ser o primeiro e único provedor na América Latina que oferece suas plataformas suportadas pelo portfólio VMware.

O UOL CLOUD Híbrido proporciona a oportunidade de acelerarem a expansão de seu ambiente atual VMware sem necessidade de comprar mais infraestrutura. “As possibilidades de uso da plataforma são variadas. O fato é que as empresas precisam crescer e não podem comprar novos equipamentos cada vez que a necessidade surgir, nem dispensar os investimentos feitos anteriormente”, explica Eduardo Maldonado, CTO do UOLDIVEO.

O UOL CLOUD Híbrido possui integração nativa com o ambiente privado VMware do cliente, replicando as regras de negócio e ferramentas de gerenciamento atuais. Outro benefício da solução é a segurança da plataforma, além de contar com a experiência do UOLDIVEO na gestão de ambientes de missão crítica e o maior time de segurança certificado do país.

“O lançamento do UOL CLOUD Híbrido reforça a estratégia de negócios em conjunto com a VMware, oferecendo um produto que está alinhado às tendências do mercado”, afirma Gil Torquato, CEO do UOLDIVEO. “A aproximação entre as duas empresas foi fundamental para a estratégia de negócios do UOLDIVEO, já que a VMware detém 80% de participação no mercado brasileiro deste segmento. Hoje somos provedores exclusivos no Brasil de Cloud Híbrido com VMware e Virtustream”, complementa Torquato.

VMware vCloud Air

A solução VMware vCloud Air Network será a plataforma sobre a qual o UOL Cloud Híbrido será oferecido ao mercado. A solução garante às organizações segurança e compatibilidade de infraestrutura, com a liberdade de mover grandes volumes de carga entre nuvens privadas, públicas e híbridas. A solução VMware vCloud Air Network suporta clientes com cada vez mais flexibilidade de serviços e opções de uso de serviço em nuvem em mais de 100 países.

Mais informações sobre o UOL CLOUD Híbrido em uolcloud.com.br/hibrido

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Vendas em SP caem 6,45% de janeiro a outubro, informa Associação Comercial de SP

O Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou, nos dez primeiros meses do ano, uma queda média de 6,45% no movimento de vendas no varejo da capital paulista. Isoladamente, houve recuos de 5,8% e 7,1% nas vendas a prazo e à vista, respectivamente.

“Esse cenário decorre da queda da confiança do consumidor em relação ao emprego e da piora de sua situação financeira. Com isso, ele se sente menos confortável para comprar”, explica Alencar Burti, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

Já em outubro, na comparação com o mesmo período de 2014, as vendas do comércio paulistano apresentaram retração média de 16,1% (-14,3% nas vendas a prazo e 17,9% nas vendas à vista). Esses resultados evidenciam como o setor varejista desaqueceu de um ano para outro.

É importante ressaltar que, em 2015, outubro teve um dia útil a menos, o que realçou os números de queda. Na correção pela média diária, os recuos seriam de 11% e 14,7% (a prazo e à vista, respectivamente).

Já quando se confronta o acumulado dos últimos 12 meses, em relação aos 12 meses anteriores, o Balanço de Vendas da ACSP apontou queda de 4,9% tanto nas comercializações à vista quanto a prazo.

Comparação mensal

Frente a setembro deste ano, as vendas apresentaram, em outubro, elevação média de 8,25% – sendo 4,9% nas vendas a prazo e 11,6% nas vendas à vista.

Os números positivos devem-se ao fato de setembro não ter contado com nenhuma data comercial, o que enfraqueceu a base de comparação ante outubro, que contou com o Dia das Crianças.

Contudo, as altas das vendas a prazo e à vista ficaram abaixo da média dos últimos três anos, que é de 13,2% e 21,4% respectivamente.

Inadimplência

O Balanço de Vendas da ACSP é elaborado com base em amostra fornecida pela Boa Vista SCPC. Em função da entrada em vigor da lei paulista n° 15.659/2015, que estabelece novas normas para o cadastro de negativados, a Boa Vista SCPC suspendeu temporariamente a divulgação dos números de inadimplência em São Paulo. Por isso, o Balanço de Vendas de outubro não contém o IRI (Indicador de Registro de Inadimplentes) e o IRC (Indicador de Recuperação de Crédito).

Contestada atualmente no Supremo Tribunal Federal, a lei estabelece, entre outras normas, que as empresas enviem cartas com aviso de recebimento aos consumidores antes de incluir seus nomes em cadastros de inadimplência.

Com isso, compromete-se a qualidade do crédito no comércio e a confiabilidade desses cadastros, que ficam defasados em consequência da nova lei.

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