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Imposto sobre rendimentos de investidores anjo pode ser contestado na Justiça, alerta tributarista Janssen Murayama

O investimento em ciência e inovação é um indicador da evolução de uma economia, e hoje ele está muito atrelado ao crescente mercado de startups. Apesar de os investimentos no setor serem principalmente privados, o Estado tem papel fundamental na criação de um ambiente propício ao investimento nessas empresas. Países como Portugal e Irlanda surgem como emergentes nesse cenário, enquanto Israel, por exemplo, reúne em Tel Aviv a vanguarda tecnológica de diferentes setores. O Brasil, por sua vez, começou há pouco a dedicar atenção a essa área.

A regulamentação dos investidores anjo por aqui só ocorreu em outubro de 2016, com a Lei Complementar nº 155. Segundo a legislação, uma microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP) pode receber capital de pessoa física ou jurídica sem que o dinheiro faça parte do capital social da companhia. Isso significa que o investidor anjo não é considerado sócio e não responde pelas dívidas da empresa investida.

A remuneração do investidor passa a ter o prazo máximo de cinco anos, respeitando-se o limite de 50% dos lucros da sociedade. Esse resgate, porém, só pode ser exercido dois anos depois do aporte de capital. Todas essas regras foram mantidas pela Instrução Normativa nº 1.719, publicada pela Receita Federal em julho. No entanto, a tributação dos rendimentos das startups não agradou o mercado, mas já existe espaço para contestações judiciais.

As alíquotas do Imposto de Renda sobre essas quantias variam de acordo com o prazo de participação do investidor no negócio: quanto maior o tempo, menor a taxação. Nos contratos válidos por até 180 dias, o leão abocanha 22,5% do dinheiro. A fatia, porém, pode ser reduzida a 15% se o dinheiro ficar investido por mais de 720 dias.

O tributarista do escritório Murayama Advogados e fundador do Grupo de Debates Tributários (GDT) Janssen Murayama explica que as alíquotas são praticamente as mesmas de outros investimentos, que possuem risco bem menor do que as startups. Outras formas possuem ainda isenção tributária, como os fundos imobiliários. “O poder executivo mitigou o interesse de investidores em startups ao restringir as possibilidades que havia criado há seis meses”, critica o especialista.

Uma alternativa aos investidores é tentar, na Justiça, contestar a Instrução Normativa, sob o argumento de que ela extrapola o âmbito regulamentar da Receita Federal. O art. 61-A, § 10, da Lei Complementar nº 155/2016, permite a regulamentação da tributação do investimento pelo Ministério da Fazenda. “Os parâmetros adotados para aplicação das alíquotas representam uma novidade do mundo jurídico, já que a lei 13.259/2016 — que altera apuração do IR sobre ganho de capital — se refere apenas ao ganho oriundo da alienação de bens e direitos por pessoas físicas, e possui parâmetros diferentes para a aplicação de suas alíquotas”, detalha Murayama.

Tributação das empresas

Para que a startup esteja apta a receber capital de investidores anjo é necessário estar enquadrada como micro ou pequena empresa, mas ela não precisa estar enquadrada no Simples Nacional, podendo optar pelo Lucro Presumido ou Lucro Real.

Janssen Murayama é advogado tributarista, sócio do Murayama Advogados, graduado em Direito e Ciências Contábeis pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), fundador e Diretor do Grupo de Debates Tributários – GDT.

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Votorantim S.A. e 100 Open Startups lançam desafio para startups voltadas ao desenvolvimento de negócios

A Votorantim S.A. lança o desafio “Territórios Inteligentes” em parceria com a 100 Open Startups, plataforma internacional que conecta startups e grandes companhias. O desafio faz parte de uma iniciativa do Centro de Excelência da empresa, que atua nas áreas de soluções compartilhadas, tecnologia da informação e gestão de ativos imobiliários. As inscrições estão abertas até 30 de setembro e podem ser feitas por este link.

O desafio “Territórios Inteligentes” tem como objetivo propor novas soluções em gestão de territórios para aumentar a eficiência da atuação local, além de buscar formas de automatizar serviços e atividades nos territórios sob gestão da Votorantim S.A. e suas empresas investidas. A companhia busca startups que proponham soluções para monitorar territórios e mitigar riscos; conhecer e preservar a biodiversidade; fiscalizar serviços prestados em campo; identificar eventos de causa natural e construir mapas de uso e ocupação do solo.

“Somos uma empresa quase centenária e ao longo da nossa trajetória sempre buscamos trazer inovação para os negócios. Nosso foco neste desafio é encontrar startups que apresentem soluções e tecnologias inovadoras para a gestão de territórios, uma vez que a Votorantim possui uma área de 450.000 hectares, equivalente a 3 vezes a cidade de São Paulo”, conta André Carloni, gerente de gestão imobiliária do Centro de Excelência da Votorantim S.A.

No dia 17 de outubro serão selecionados os projetos das 10 melhores startups e nas semanas seguintes, serão feitas avaliações para a escolha da startup vencedora. No início do próximo ano, a startup escolhida colocará em prática o projeto-piloto com as aplicações adaptadas aos projetos da Votorantim S.A.

A 100 Open Startups é uma plataforma online patrocinada por empresas globais que, juntas, avaliam e classificam startups do mundo inteiro. As jovens empresas mais atraentes são selecionadas a partir de uma metodologia que envolve cinco etapas e uma produção baseada em atratividade, geração de negócios e atração de investimentos.

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Shopping virtual é aliado de petshops para alavancar vendas de serviços

Os marketplaces – plataformas de e-commerce que funcionam como um shopping virtual conectando lojistas e prestadores de serviços a compradores – ganham cada vez mais espaço no Brasil e já são responsáveis por 25% do faturamento de todo comércio eletrônico no país. Entre os segmentos que mais se destacam está o setor pet, mercado que movimentou R$ 19,2 bilhões em 2016.

Com o objetivo de ajudar os petshops a alavancarem as vendas por meio da internet, surgiu o Pet Booking – marketplace segmentado que conecta tutores a prestadores de serviços pets por meio do seu site ou app. Há um ano no mercado, a plataforma possui 17 mil profissionais cadastrados e realizou mais de 13 mil agendamentos no último semestre – entre banhos, tosas, consultas veterinárias e até reservas em creches e hotéis para pets.

Como funciona para os petshops?

Para estar disponível no marketplace o estabelecimento ou profissional preenche um cadastro rápido pelo site e fornece as informações dos serviços que serão oferecidos aos clientes, além dos valores, diferenciais, formas de pagamento e habilidades dos seus funcionários.

Diferente de outros shoppings virtuais que cobram porcentagem de 15% a 35% sobre as vendas e até mensalidade dos estabelecimentos, o Pet Booking inovou em seu modelo de negócio e recebe o valor de R$ 2,99 fixos somente quando o prestador de serviços efetua uma venda, ou seja, quando o cliente realizar algum agendamento pelo app ou plataforma.

Petshops podem contar com sistema de gestão gratuito

Após o cadastro na plataforma, o prestador de serviços passa a ter a disposição uma agenda online e acesso a relatórios completos sem pagar nada por isso. “As empresas ou profissionais contam com um aliado comercial para ajudar na fidelização dos seus clientes e na busca de novos. Eles terão acesso a um poderoso sistema de agendamento e gestão, além de uma ferramenta de BI – que ajuda a administrar e expandir o negócio”, afirma Robert Dannenberg, CEO Pet Booking.

Como funciona para o consumidor?

No Pet Booking o consumidor pode agendar banho, tosa, consultas veterinárias, exames e outros serviços sem precisar ligar ou se deslocar até o estabelecimento – a busca é feita por meio de geolocalização. O usuário ainda consegue cadastrar as características do animal, como por exemplo, indicar alguma alergia, problema de saúde ou preferência de produtos, além de avaliar os profissionais e estabelecimentos disponíveis.

A ideia de negócio

O Pet Booking surgiu da dificuldade em encontrar estabelecimentos próximos e de agendar serviços em épocas de grande demanda para os seus pets. Lançado por Robert Dannenberg, empresário do setor de eventos voltado ao mercado financeiro e que esteve à frente de grandes empresas da área de internet, consultoria e gestão financeira, o marketplace iniciou suas operações em julho de 2016 com investimento de R$ 3,5 milhões. A tecnologia já é líder em agendamentos na cidade de São Paulo e também oferece os serviços no interior do estado e outras capitais pelo Brasil.

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Máxima Sistemas lança tecnologias para redução de custos do atacado distribuidor

A redução de custos e o aumento de produtividade se tornaram prioridades para as empresas se manterem competitivas no mercado em qualquer cenário. De olho neste desafio, a Máxima Sistemas, companhia especializada no desenvolvimento de soluções móveis para força de vendas, trade marketing e logística, lança duas soluções para apoiar o mercado atacado distribuidor: uma voltada à ampliação das vendas e outra para otimizar as entregas dos produtos.

A novidade para aumentar as vendas vem com o lançamento do aplicativo maxPortal B2B, uma solução móvel que potencializa a comunicação da distribuidora com os seus clientes, ampliando seus canais de venda. O APP complementa a versão web da solução e foi criado para ser um canal direto de comunicação entre distribuidores e varejistas, visando otimizar o tempo e os processos comerciais.

Com essa solução, o atacadista distribuidor tem condições de ampliar suas vendas uma vez que esse processo não fica mais limitado ao horário comercial, além de aumentar seu alcance de atuação, uma das vantagens promovidas pela mobilidade, e simplificar ainda mais a experiência de compra. “Agora com o aplicativo, as compras são realizadas em apenas cinco cliques via smartphone, reduzindo em 50% o tempo de execução desta tarefa”, Marcelo Mendes, gestor da solução na Máxima Sistemas.

Na outra ponta da venda está o processo de entrega. Para aprimorar essa importante rotina, que é reconhecida como a que mais consome os investimentos do atacado distribuidor, a Máxima Sistemas lança o maxRoteirizador, uma tecnologia criada para reduzir custos logísticos como o alto consumo de combustível e a rápida depreciação da frota. A solução permite à companhia traçar a melhor rota para que as entregas sejam feitas no menor tempo e, com isso, percorrendo a menor quilometragem possível.

O maxRoteirizador também automatiza todo o processo de montagem de cargas e ainda realiza a seleção de pedidos no mapa para a distribuição e o sequenciamento da carga, sugerindo o melhor veículo e motorista mais apto para transportar a mercadoria, sem deixar de levar em conta as características do produto a ser entregue. Todo esse procedimento é realizado em um minuto e meio, tarefa que manualmente leva cerca de três horas para ser executada.

A solução ainda conta com algoritmos que proporcionam segurança à carga e ao motorista indicando se o caminhão passará por regiões onde há maior ameaça de risco para o transporte. “Benefício muito pertinente nos dias de hoje devido ao crescimento do número de roubo de cargas nas estradas brasileiras”, conta Fabrício Santos, gerente de mercado da companhia.

Para o presidente da Máxima Sistemas, Wagner Patrus, o mercado atacadista distribuidor tem focado em projetos que, além de reduzir o custo de suas operações, também propiciem maior produtividade, equação que se tornou indispensável para ser mais competitivo. “Nossa estratégia surge no momento em que a tecnologia volta a ser a mola propulsora para as empresas ampliarem sua capacidade de atuação frente ao novo cenário econômico”, finaliza Patrus.

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Grupo New Space anuncia parceria com a Superare para oferta de chatbots

O Grupo New Space, um dos líderes em serviços de tecnologia para o setor financeiro no Brasil, anuncia a sua entrada no mercado de chatbots, com o lançamento de uma aplicação que oferta financiamentos de veículos de forma 100% digital. A ampliação do portfólio de serviços é propiciada pela parceria da companhia com a Superare, empresa brasileira pioneira na oferta de soluções conectadas com plataformas de notificações via redes sociais, como Messenger Bots do Facebook, Google e Twitter.

“Ficamos bastante interessados nas soluções apresentadas pela Superare e fechamos a parceria para lançar esse chatbot. Trata-se de uma plataforma de conversação integrada diretamente ao Facebook Messenger que utiliza as tecnologias Cognitive Services e o Serviço de Linguagem Natural e Machine Learning (LUIS), ambas da Microsoft”, afirma Fernando Adriano, Diretor de TI do Grupo New Space.

Rômulo Barbosa, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Superare, demonstra uma expectativa muito positiva com a parceria: “O Grupo New Space conhece com propriedade as operações e processos no mercado financeiro. Juntando isso à nossa capacidade de desenvolvimento de bots, tenho certeza que o acordo será muito benéfico para ambos. Em pouco tempo, já desenvolvemos uma ferramenta inovadora, que agrega inteligência de coleta de informações com um canal de interação para possíveis novos clientes”.

Destinado a instituições financeiras, o primeiro produto fruto dessa parceria vai muito além da simples troca de informações sobre valores e modelos de carros. O processo se inicia com a ativação do bot, que pode acontecer através de voz, imagem, texto, QR code, entre outros. Conforme a interação ocorre, a solução passa a ofertar as melhores propostas de financiamento, de acordo com o perfil do interessado, que tem à disposição uma ferramenta totalmente interativa de suporte para a conclusão do seu negócio. Além do Facebook, o bot pode ser instalado em diversos outros canais, como aplicativos, Skype, site e Telegram.

A novidade é integrada com o Fraud Monitor e o Dossiê Digital, dois produtos da NS Prevention, unidade do Grupo New Space especializada em inteligência cibernética, prevenção a fraudes e análise de riscos. Ambos são responsáveis pela checagem de possíveis irregularidades, trazendo mais segurança durante as negociações. Por conta dessa análise prévia, a instituição financeira recebe um “score” (nota) do possível novo cliente. Assim, consegue repassar as melhores condições de financiamento e de outras ofertas que podem ser agregadas.

“A instituição financeira pode, por exemplo, oferecer cotações de seguro para o veículo. Caso o interessado já seja cliente, é possível até aproveitar um desconto ou uma condição específica. Esse processo já consta no protótipo da nossa solução”, completa Adriano. Outros benefícios destacados pelo executivo são economia com funcionários, agilidade e assertividade para o atendimento aos clientes da instituição financeira.

Chatbots em alta

Pesquisas globais mostram que 75% das empresas planejam construir um bot inteligente para o seu negócio ainda esse ano. Além disso, 67% dos entrevistados acreditam que o uso dos chatbots irão superar o uso de aplicativos móveis nos próximos 5 anos. Outro levantamento de mercado também evidencia o bom momento vivido pela tecnologia de inteligência artificial: até 2020, as pessoas conversarão mais com os chatbots do que com seus próprios cônjuges.

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Nova meta fiscal mostra necessidade de controlar gastos

Não atingir a meta fiscal planejada anteriormente sinaliza que o governo não tem conseguido fazer os ajustes nas contas públicas para promover o crescimento da economia. A afirmação é do vice-presidente técnico do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Zulmir Breda.

Para ele, ainda falta o governo implementar medidas de controle de gastos para garantir melhora na qualidade das despesas públicas. “É necessário um sistema de custos na área pública para que haja melhor controle e eficiência do gasto público. Sem esse sistema é difícil saber quais áreas gastam eficazmente”, aponta.

Como a meta fixada é deficitária, o resultado para a economia do País é negativo. Segundo ele, o efeito é indireto para os cidadãos brasileiros, mas, ao atingir em cheio a economia do País, também gera reflexos para a população. “O governo terá de buscar mais recursos para cobrir o déficit, e, como foi dito que não haverá aumento de impostos, a solução seria a captação de recursos via ampliação do endividamento.”

Entre os principais pontos que contribuíram para o déficit, Breda enumera as receitas extraordinárias das concessões que ainda não se concretizaram, a falta de crescimento da economia no patamar esperado e as medidas de reformas legais que não foram aprovadas no Congresso.

“Há ainda um problema político. O governo precisa ter credibilidade e garantir um ambiente favorável para melhora da economia. O teto de gastos não tem sido suficiente para o governo cumprir a meta fiscal. A medida tomada impôs restrições orçamentárias, mas não resolveu o problema, dada a gravidade do quadro das finanças públicas”, argumenta.

A meta fiscal anunciada pelo governo na última semana foi de R$ 159 bilhões para este ano e para 2018. O rombo é maior do que o previsto anteriormente, de R$ 139 bilhões para 2017 e R$ 129 bilhões em 2018.

A meta fiscal é uma estimativa feita pelo governo a partir da diferença entre a expectativa de receitas e de gastos (excluídos os juros da dívida), em um ano. Se a diferença for positiva (receitas maiores que gastos), a meta será positiva, significando um superávit primário. Se for negativa, como é o caso, implica gastos maiores que receitas, significando um déficit primário.

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A Revolução da Indústria de Fintechs no GMIC São Paulo em Setembro

Nos próximos anos, viveremos uma nova onda de inovação tecnológica, e nenhum mercado sentirá tanto essas mudanças como o financeiro.

Passado o “Hype” e as desilusões, as instituições financeiras estarão à frente de uma tremenda revolução tecnológica e cultural em sua indústria.

Mobile App’s tornaram-se o maior canal de transações para muitos bancos ao redor mundo, logo, eles ocupam grande destaque nesta transformação do setor, pois, além de serem responsáveis pela melhoria da experiência do cliente com as instituições financeiras, eles são responsáveis pela revolução cultural do setor.

Os App’s mudaram a forma como transferimos dinheiro entre pessoas e empresas, proporcionando assim novas possibilidades que estão, cada vez mais, presentes nas discussões do mercado financeiro.

Nos últimos anos, o setor bancário foi fortemente impactado pela Inteligência Artificial. Para as organizações que atuam neste setor, tornou-se muito importante manter a concorrência e aumentar a sua posição como empresa inovadora.

A Inteligência Artificial chegou para ficar e irá impactar diversos segmentos industriais e, certamente, as empresas que abraçarem estas tendências agora, estarão à frente de seus concorrentes em 10 anos.

ICO, Blockchain, Roboadvisor, Chat booth, AI, Machine Learning, entre outras tecnologias, serão destaque no primeiro Fintech Summit organizado pelo GMIC São Paulo em parceria com a FintechLab, um hub para conexão e fomento do ecossistema de Fintechs no Brasil.

O Fintech Summit será organizado no próximo dia 12 de Setembro no WTC Events Center, reunindo renomados profissionais que discutirão o futuro das Fintechs e oportunidades de negócios entre a indústria mobile e as tradicionais instituições financeiras.

Alguns nomes que participarão desta discussão: Frederic de Mariz da UBS, Benyamin Fard da SRI, Guga Stocco da Domo Invest, Marcelo Brasdachia da Fintech Labs, Gustavo Zobaran da Youse, entre outros.

Sobre o GMIC São Paulo: http://saopaulo.thegmic.com

As inscrições para o evento podem ser feitas através deste link: https://goo.gl/2DPujy

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Metade das empresas de manufatura no mundo adotará tecnologias wearable em 2017, segundo estudo

A Zebra Technologies Corporation (NASDAQ: ZBRA), líder de mercado no segmento de mobilidade, scanners e impressoras de códigos de barras com software e serviços que garantem às empresas visibilidade em tempo real, revelou hoje os resultados do Estudo Sobre A Indústria Da Manufatura 2017, pesquisa que analisa as tendências emergentes que vão moldar o futuro da manufatura industrial. O estudo mostrou que os fabricantes adotam a IIoT para elevar os níveis de visibilidade e qualidade.

Impulsionadas pela globalização, pelo aumento da concorrência e pela maior demanda dos clientes por mais opções e produtos de alta qualidade, as fábricas conectadas se tornaram uma necessidade. A pesquisa de Zebra estima que crescerá significativamente o número de organizações com uma fábrica totalmente conectada durante os próximos cinco anos.

DADOS RELEVANTES DA PESQUISA

• Empresas de manufatura continuarão adotando a Indústria 4.0 e a fábrica inteligente. Os funcionários usarão uma combinação de identificação por rádio frequência (RFID), tecnologias wearable, sistemas automatizados e outras tecnologias emergentes para monitorar os processos físicos das fábricas e permitir que as empresas tomem decisões descentralizadas. Até 2022, 64% dos fabricantes esperam estar totalmente conectados em comparação com apenas 43% dos dias atuais.

• Metade dos fabricantes está planejando adotar tecnologias wearable até 2022. Cerca de 55% dos usuários atuais de tecnologias wearable esperam ampliar o nível de utilização nos próximos cinco anos.

• Espera-se que processos manuais diminuam significativamente. Atualmente, 62% usam papel para controlar processos essenciais de manufatura. Espera-se que esse tipo de processos ocorra apenas em uma em cada cinco empresas de manufatura em 2022. O uso de papel para controlar trabalhos em andamento (WIP) é altamente ineficiente e sujeito a erros.

• Executivos de todas as regiões mencionaram a garantia de qualidade como principal prioridade nos próximos cinco anos. Empresas com visão de futuro adotam uma filosofia orientada à qualidade para impulsionar o crescimento, o desempenho e a rentabilidade. Até 022, apenas 34% esperam qualificar para essa prioridade como uma de suas principais preocupações – notando que as melhorias feitas, tanto por fornecedores quanto por fabricantes iguais, finalmente vão elevar a qualidade dos produtos acabados.

• Fabricantes afirmaram que os investimentos em visibilidade vão apoiar o crescimento de toda a sua operação. A parcela de 63% citou o rastreamento com uma combinação de tecnologias como foco central (por exemplo, digitalização de códigos de barras, RFID e sistemas de localização em tempo real (RTLS)), que deverá ser implantado para alcançar a visibilidade desejada.

• 51% das empresas planejam expandir o uso da tecnologia de voz nos próximos cinco anos. O crescimento mais significativo da tecnologia de voz será nas maiores empresas (> US$ 1 bilhão) com um uso que atingirá o patamar de 55% até 2022.

RESULTADOS REGIONAIS

• Espera-se que soluções sob demanda e de nuvem e software como serviço (SaaS) para sistemas de execução de manufatura (Manufacturing Execution Systems, MES) crescerão rapidamente – 58% dos entrevistados nos Estados Unidos esperam usar esses serviços até 2022.

• Até 2022, 54% dos fabricantes europeus entrevistados planejam usar RTLS para coletar dados críticos sobre ativos, incluindo localização, estágio e condição.

• Mais da metade (51%) dos fabricantes entrevistados na América Latina e 48% dos fabricantes da Ásia e do Pacífico esperam usar RFID para otimizar trabalhos em andamento até 2022.

• Quase seis em 10 fabricantes latino-americanos (58%) mencionaram maior garantia de qualidade como principal prioridade nos próximos cinco anos.

• As empresas estão se concentrando menos em manter os materiais disponíveis e mais dependentes de fornecedores para prover bens sob demanda.

ANTECEDENTES E METODOLOGIA DA PESQUISA

• 1.100 gerentes que autorizam ou influenciaram a aquisição de tecnologias de manufatura na América do Norte, América Latina, Europa e Ásia-Pacífico foram entrevistados pela Peerles Insights.

• A pesquisa on-line foi realizada durante o primeiro trimestre de 2017 com uma ampla gama de segmentos, entre eles automotivo, alta tecnologia, alimentos e bebidas, tabaco e medicamentos.

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Baixo nível de precauções de segurança e aplicativos de risco permitem que ciberataques destrutivos espalhem infecções em ritmo recorde

A Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em soluções de cibersegurança de alto desempenho, anunciou hoje as descobertas do seu mais recente Relatório de Ameaças Globais. A pesquisa mostra que o baixo nível de prevenção em cibersegurança e o uso de aplicativos de risco permitem ataques destrutivos de tipo ‘worm’ que fazem uso de explorações de vulnerabilidades em velocidade recorde. Os criminosos passam menos tempo desenvolvendo formas de invadir sistemas e, em vez disso, se dedicam ao uso de ferramentas automatizadas e baseadas em intenções para se infiltrarem com maior impacto na continuidade do negócio. Veja em nosso blog uma descrição detalhada das descobertas e algumas dicas importantes para diretores de Segurança da Informação (CISOs). Os destaques da pesquisa são apresentados abaixo:

Ciber-precaução eficaz é fundamental para combater ataques do tipo worm

A infraestrutura Crime-as-A-Service e as ferramentas de ataque autônomo permitem que os criminosos operem facilmente em escala global. Ameaças como o WannaCry foram destaque pela rapidez com que se espalharam e pela sua capacidade de atingir vários setores. No entanto, elas poderiam ter sido evitadas se mais organizações praticassem uma prevenção cibernética consistente. Infelizmente, criminosos ainda fazem explorações bem-sucedidas porque os sistemas não foram corrigidos ou atualizados. Para complicar ainda mais as coisas, depois que uma ameaça for automatizada, os criminosos não ficam mais limitados a um setor específico; portanto, o impacto e a disseminação aumentam com o tempo.

Ransomworm em ascensão: Tanto o WannaCry quanto o NotPetya aproveitaram uma vulnerabilidade cuja correção estava disponível há poucos meses. As organizações que foram poupadas desses ataques tinham pelo menos uma dessas coisas em comum: elas haviam implementado ferramentas de segurança que foram atualizadas para detectar ataques visando essa vulnerabilidade e/ou aplicaram a correção assim que foi disponibilizada. Antes do WannaCry e NotPetya, os worms de rede foram pouco usados na última década.

Alta gravidade dos ataques: Mais de dois terços das empresas sofreram explorações de alto nível no segundo trimestre de 2017. 90% das organizações registraram explorações de vulnerabilidades que já existiam há três anos ou mais. Mesmo dez ou mais anos após a confirmação de uma falha, 60% das empresas ainda sofrem ataques relacionados a essa vulnerabilidade. Os dados do 2º trimestre totalizaram, no mundo todo, 184 bilhões de detecções de exploração, 62 milhões de detecções de malware e 2,9 bilhões de tentativas de comunicações de botnet.
Atividade durante interrupção: As ameaças automatizadas não descansam nos fins de semana ou durante à noite. Quase 44% das tentativas de exploração ocorreram no sábado ou no domingo. O volume diário médio nos finais de semana foi o dobro do número registrado nos dias da semana.

Uso de tecnologia para prever riscos de ameaças

Velocidade e eficiência são importantes nos negócios da economia digital, o que significa tolerância zero para interrupção de qualquer dispositivo ou sistema. Com a evolução no uso e configuração aplicativos, redes e dispositivos, também evoluem as táticas de exploração, malware e botnet dos cibercriminosos. Os cibercriminosos estão preparados para explorar fraquezas ou oportunidades nessas novas tecnologias ou serviços. Em particular, o uso de software questionável e os dispositivos de IoT vulneráveis de redes hiperconectadas representam risco potencial porque não estão sendo geridos, atualizados ou substituídos de maneira consistente. Além disso, embora seja bom para a privacidade e a segurança da internet, o tráfego da web criptografado também apresenta um desafio para muitas ferramentas de proteção que têm pouca visibilidade nas comunicações criptografadas.

Uso de aplicativos: Aplicativos inseguros criam vetores de risco que abrem a porta para as ameaças. As organizações que permitem uma grande quantidade de aplicativos peer-to-peer (P2P) relatam sete vezes mais botnets e malwares que aquelas que não permitem esses aplicativos. Da mesma forma, as organizações que permitem muitos aplicativos de proxy relatam quase nove vezes mais botnets e malwares que aquelas que não permitem. Surpreendentemente, não houve evidências de que o grande uso de aplicativos de mídia social ou baseados na nuvem cause aumento no número de infecções por malware e botnet.

Análise do setor: O setor da educação liderou em quase todas as medidas de infraestrutura e uso de aplicativos quando agrupados por tipo de elemento e indústria. O setor de energia apresentou a abordagem mais conservadora, e todos os outros apresentaram uma posição intermediária.

Dispositivos de IoT: Quase uma em cada cinco organizações reportou malware em ataques a dispositivos móveis. Os dispositivos de IoT são um desafio porque não têm o nível de controle, visibilidade e proteção que os sistemas tradicionais recebem.

Tráfego web criptografado: Os dados mostram o segundo recorde neste trimestre para comunicações criptografadas na web. O percentual de tráfego HTTPS aumentou em relação ao HTTP para 57%. Esta continua uma tendência importante, porque as ameaças são conhecidas por usar comunicações criptografadas numa tentativa de passarem despercebidas.

Metodologia do relatório

O relatório de ameaças globais Fortinet Global Threat Landscape é fornecido a cada trimestre e representa a inteligência coletiva do FortiGuard Labs, com base na ampla variedade de dispositivos e sensores de rede da Fortinet nos ambientes de produção durante o segundo trimestre de 2017. Os dados do estudo trazem perspectivas globais, regionais, industriais e organizacionais. Além disso, concentra-se em três aspectos centrais e complementares do cenário de ameaças: explorações de aplicativos, software malicioso e botnets. A Fortinet também publica um resumo gratuito e baseado em assinaturas, Threat Intelligence Brief, que analisa as principais ameaças de malware, vírus e baseadas na web descobertas todas as semanas, além de links para a pesquisa Fortinet mais importante dos últimos sete dias.

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Atos lança primeiro centro de operações de segurança prescritivo do mundo

Em um momento em que a comunidade internacional se vê diante do desafio de enfrentar ciberataques cada vez mais frequentes, a Atos, líder global em Big Data e Cybersecurity, acaba de lançar o primeiro Centro de Operações de Segurança (SOC – Security Operations Center, na sigla em inglês) Prescritivo do mundo.

A nova solução possibilita prever ameaças de cibersegurança antes mesmo que elas ocorram, a partir da análise de grandes quantidades de dados obtidos na internet e nas redes internas dos clientes, combinada com o conhecimento das ameaças neutralizadas no passado. “Com isso, o tempo de detecção e neutralização de ataques é significativamente menor em comparação com as soluções existentes atualmente”, explica Luís Casuscelli, diretor de Big Data & Cybersecurity da Atos na América do Sul.

As novas soluções implementadas nos SOCs são apoiadas em tecnologias da McAfee, parceria global de cibersegurança da Atos, que também faz parte da oferta do grupo na América do Sul. Elas fazem o tempo médio de detecção de uma ameaça ser reduzido para menos de um minuto, contra uma média de 190 dias com as soluções existentes atualmente. Por sua vez, o tempo total de resposta e recuperação, após a detecção do problema, pode cair de dois meses para uma questão de alguns minutos.

O SOC Prescritivo chega para fazer frente ao crescente número de ataques cibernéticos cada vez mais sofisticados, como ransomware, DDoS, botnets e Advanced Persistent Threats. Desse modo, os clientes podem manter o foco em sua atividade principal, em vez de se preocuparem com a segurança de seus dados.

Big Data e Machine Learning

Baseado na expertise de análise de Big Data e de Machine Learning da Atos e combinado com a tecnologia da McAfee, o SOC Prescritivo aprende de forma contínua a partir de ameaças neutralizadas anteriormente para orquestrar respostas automáticas, em tempo real.

A Atos utiliza tecnologias próprias no SOC Prescritivo, como o Atos Data Lake Appliance, baseado na plataforma bullion, e a investigação em inteligência artificial da compania.

O Centro de Operações utiliza ainda as tecnologias Open Data Exchange Layer (Open-DXL) e Ciclo de Vida de Defesa contra Ameaças da McAfee para melhorar a automação, a coordenação e a reatividade imediata das respostas de segurança, a fim de substituir as respostas de segurança manuais, que tendem a ser fragmentadas e demoradas.

“Com a rápida evolução do cibercrime não é mais possível evitar o risco, mas é preciso estar preparado para responder às ameaças de forma rápida e eficiente. Neste cenário, os SOCs são grandes aliados da segurança ao combinar tecnologia, inteligência e automação para reduzir o tempo de resposta. Recentemente uma pesquisa divulgada pela McAfee mostrou que, em média, 71% dos SOCs avançados concluíram investigações de incidentes em menos de uma semana e 37% concluíram investigações de ameaças em menos de 24 horas”, comenta Jeferson Propheta, diretor de serviços de segurança da McAfee para América Latina.

Inteligência e visão 360°

O SOC Prescritivo analisa e correlaciona grandes volumes de dados estruturados e não estruturados de diferentes fontes (TI, tecnologia operacional e Internet das Coisas), e monitora não só a rede interna do cliente, mas também as redes sociais, a web oculta e a web obscura, para uma varredura de ambiente completa. Os dados são transformados em inteligência utilizável para análise profunda de pacotes, reconhecimento de padrões e detecção de pontos fracos.

“Ao combinar Big Data, análise de segurança e supercomputação, a Atos oferece aos seus clientes a oportunidade de estar um passo à frente dos ataques cibernéticos. A análise profunda de dados e o monitoramento em tempo real possibilitam uma segurança prescritiva única e contínua. Nossos clientes agora podem prever e neutralizar ameaças antes que elas atinjam seus objetivos”, finaliza o diretor da Atos Luís Casuscelli.

Experiência

Para desenvolver o SOC Prescritivo, a Atos baseia-se em sua expertise comprovada nos mais de 20 anos a serviço da segurança dos Jogos Olímpicos, a partir de 14 SOCs interligados ao redor do mundo, que operam em modalidade 24×7 com um conjunto de serviços inovadores em matéria de detecção e resposta.

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HP e Deloitte anunciam aliança para agilizar a transformação digital da indústria global

A HP Inc. e a Deloitte Consulting LLP anunciam uma aliança inédita que ajudará a agilizar a transformação digital da indústria de manufatura global. As duas empresas colaborarão na implementação dos sistemas de impressão 3D da HP em ambientes de fabricação em larga escala, aplicando sua experiência em operações digitais para ajudar as empresas a acelerar o design e a produção de produtos, criar cadeias de produção e de suprimentos mais flexíveis, e aumentar a eficiência ao longo do ciclo de vida de fabricação. Isso ajudará a aumentar a inovação, acelerar o tempo de comercialização, reduzir custos e desperdícios, e apoiar as grandes empresas a competir mais efetivamente na economia global dinâmica de hoje.

A aliança combinará as soluções e ferramentas premiadas de impressão 3D Jet Fusion, o ecossistema de parceiros líder da indústria e a história de promoção de transformações industriais digitais da HP, juntamente com o alcance global de cliente e os profundos relacionamentos de fabricação, extensa experiência em operações digitais e sucesso comprovado na transformação de cadeia suprimentos da Deloitte para as maiores empresas do mundo.
“A Quarta Revolução Industrial já começou. Nenhum setor da economia global está passando por uma transformação tão radical quanto o mercado de manufatura avaliado em US$12 trilhões”, afirma Dion Weisler, presidente e CEO da HP Inc. “As empresas que investem em reinvenção digital estão preparadas para superar seus congêneres. Com base na nossa tecnologia de impressão 3D disruptiva, estamos, juntamente com a Deloitte, focados em ajudar os clientes a transformar e vencer nesta nova era”, conclui Weisler.

“A digitalização das operações e práticas globais de fabricação afetará empresas e consumidores em todo o mundo e a impressão em 3D desempenhará um papel importante na mudança fundamental da manufatura como a conhecemos”, afirma Punit Renjen, CEO da Deloitte Global. “Esta aliança engloba duas marcas excepcionais e reúne a plataforma de impressão 3D líder da HP com a experiência de fabricação digital e o alcance global de cliente da Deloitte”, conclui Renjen.

A velocidade, a economia, a qualidade e a confiabilidade das soluções de impressão 3D da HP estão aprimorando as operações de negócios com uma crescente lista de empresas líderes mundiais, incluindo BMW Group, Jabil, Johnson & Johnson, Nike e muito mais, bem como uma grande variedade de agências de serviços de fabricação na América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico.

“A impressão 3D permite liberdade de design e personalização de produtos, ao mesmo tempo em que oferece um thread digital para transformar as cadeias de suprimentos e abrir as portas para a fabricação distribuída”, afirma John Dulchinos, vice-presidente de fabricação digital da Jabil. “Como parte deste poderoso ecossistema, a Jabil trabalha com líderes como a HP e a Deloitte para ajudar os clientes em diferentes indústrias a se beneficiarem da inovadora tecnologia Multi Jet Fusion da HP, para produzir peças de produção em grandes volumes e aumentar as inovações de fabricação de aditivos”, conclui Dulchinos.

O ecossistema de manufatura completo da HP inclui líderes de engenharia, software, empresa e fluxo de trabalho de fabricação, como SAP, Siemens, Autodesk e Materialize, além de membros de sua exclusiva plataforma aberta de materiais 3D, incluindo Arkema, BASF, Evonik, Henkel, Lehman & Voss, e Sinopec Yanshan Petrochemical Co.

A prática de Operações de Fabricação e Cadeia de Suprimentos da Deloitte é líder global em ajudar as empresas a aplicar uma estratégia de negócios digital em iniciativas de fabricação, para estimular a excelência operacional. A Deloitte formou um ecossistema de colaboradores digitais, incluindo Amazon Web Services (AWS), Cloudera, Dassault Systèmes, Google Cloud, SAP e Siemens, para acelerar as transformações digitais dos clientes. A Deloitte desempenhará um papel importante para ajudar as organizações a usar a tecnologia de impressão 3D em suas redes de cadeia de suprimentos – um movimento que poderá impactar fundamentalmente a forma como as organizações de fabricação funcionam.

“Esta nova aliança reforça os relacionamentos de longa data que a Siemens desenvolveu com a HP e a Deloitte e cria maiores oportunidades para transformar digitalmente a indústria de manufatura global”, afirma Tony Hemmelgarn, presidente e CEO da Siemens PLM Software. “Vemos um enorme potencial na próxima geração de design de produto, engenharia, fabricação e inovações de negócios que aprimoram o controle de voxel e os recursos prontos para produção da tecnologia de impressão Multi Jet Fusion 3D da HP”, conclui Hemmelgarn.

Com o potencial de reduzir custos, aumentar a velocidade de produção e a flexibilidade, minimizar limites de distribuição e criar mercados totalmente novos em todo o mundo, a impressão 3D ajuda a explorar a promessa de uma nova revolução industrial global.

“Como uma parceira de longa data da Deloitte e da HP, estamos contentes por ver a sinergia de seus pontos fortes exclusivos, combinados para estimular a adoção mundial da impressão 3D em todas as indústrias”, afirma a Dra. Tanja Rueckert, Presidente de IoT e Cadeia de Suprimentos Digital da SAP SE. “A SAP continua a promover ações para gerar uma rede de negócios de fabricação global, escalável e aberta para impressão 3D industrial com SAP Distributed Manufacturing. A tecnologia de impressão Multi Jet Fusion 3D da HP, a expertise no domínio de fabricação da Deloitte e a rede global de negócios de fabricação baseada na nuvem da SAP ajudam a proporcionar o poder, a velocidade e a qualidade da transformação digital de fabricação distribuída hoje”, conclui Rueckert.

Esta aliança, que começará nos EUA e se expandirá para outras geografias, faz parte da colaboração em andamento da HP e da Deloitte para acelerar a transformação digital para as empresas. A Deloitte e a HP oferecerão soluções que combinam a competência de transformação de negócios da Deloitte com as ofertas de impressão gerenciada, dispositivo como serviço (DaaS, sigla em inglês), mobilidade comercial e segurança cibernética da HP.

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Nova plataforma do boleto bancário: o que muda para lojas virtuais?

Por Tom Canabarro

Nos últimos meses, vimos muitas notícias sobre a nova plataforma de cobrança de boletos bancários (que representa o fim do boleto sem registro) e as mudanças que serão desencadeadas diante disso para o e-commerce. Os novos procedimentos começaram em julho, e a expectativa é que até dezembro a nova regulamentação esteja em vigor, abrangendo 100% dos títulos bancários emitidos no País. Por isso, desde já é vital que os profissionais do setor estejam preparados para os impactos que a nova medida poderá causar.

Embora o cartão de crédito seja a forma mais utilizada pelo consumidor brasileiro, correspondendo a mais de 70% das transações on-line, o boleto possui um importante atrativo para o lojista: a liquidez, já que o pagamento é contabilizado em até dois dias úteis – diferentemente do cartão, que leva em torno de 30 dias.

Além disso, o título bancário é visto pelo cliente (ainda que de maneira muito equivocada) como o meio de pagamento mais seguro para uma compra on-line. Isso não é verdade: uma vez pago um boleto falso, dificilmente aquele valor será estornado – diferentemente do cartão, quando, por contrato, um cliente sempre estará protegido caso não reconheça alguma transação on-line.

Muitos criminosos cibernéticos se aproveitam desta brecha para aplicar golpes – seja com lojas de fachada, que recebem pagamento por boletos e nunca enviam as compras ao cliente final; seja disseminando vírus que alteram em tempo real o código de barras quando um título bancário é emitido e induzem a vítima a realizar o pagamento do documento falso, direcionando o dinheiro a contas de laranjas.

Foi pensando nisso que a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) implementou a nova plataforma para emissão do boleto bancário, que a partir de agora deverá ser emitido já registrado. Ou seja: o documento, assim que gerado, terá que estar atrelado obrigatoriamente a um documento com todos os dados do emissor, além de valor da cobrança e data de vencimento do título.

A validação dos boletos começou em julho, com títulos de valor igual ou acima de R$ 50 mil. Entre 11 de setembro, a medida passará a abranger documentos com valor mínimo de R$ 2 mil até que, em 11 de dezembro, todos os títulos bancários emitidos no Brasil deverão se adequar à plataforma.

Esta nova medida permitirá um controle muito maior dos bancos sobre os boletos que estão sendo gerados e visa a proteger o cliente final das tentativas de fraudes. A lei, todavia, implicará em um aumento de custos à loja virtual. Atualmente, o boleto só é cobrado pelas instituições financeiras no momento do seu pagamento. Mas há um agravante: de acordo com o E-Commerce Radar 2017, da Atlas, 51% dos títulos bancários emitidos não são pagos.

Há muita desistência ao longo das várias etapas do processo entre fechamento do pedido, impressão do boleto (com prazo de normalmente dois dias úteis), e pagamento do título (seja em um caixa eletrônico, no internet banking ou no app do banco). A taxa de conversão do boleto é muito mais baixa se comparada à do cartão de crédito, que permite a compra por impulso – afinal, o cliente, no ímpeto de fechar um pedido, precisa apenas digitar os dados na página de checkout (ou ativar o one-click) e pronto. Outra vantagem do “dinheiro plástico” é a possibilidade do parcelamento, paixão do consumidor brasileiro.

A nova lei do boleto tende a reforçar a segurança para o cliente final e aumentar o custo ao lojista. O e-commerce, por isso, não deve abrir mão, em hipótese alguma, da forma de pagamento mais eficiente hoje em dia: o cartão de crédito – utilizado por mais de 71% da população nacional para pagamentos on-line.

Tom Canabarro é co-fundador da Konduto, sistema antifraude inovador e inteligente para barrar fraudes na internet sem prejudicar a performance das lojas virtuais.

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