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ParanáTIC 2015: ex-presidente do BC acredita em recuperação do Brasil em médio prazo. Empresários apostam em inovação para superar a crise

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Cerca de 500 empresários, executivos e estudantes do setor de Tecnologia da Informação, varejo e turismo se reuniram no ParanáTIC 2015 para garantir que a economia paranaense siga em expansão, mesmo em tempos de crise.
O principal evento de TI do sul do Brasil, realizado na cidade de Foz do Iguaçu, apresenta, em dois dias, cenários para o Brasil, oportunidades para internacionalização e integração entre empresas de base tecnológica e empreendedores que buscam ferramentas para aumento de vendas e melhoria de gestão.
Recentemente apontado em estudo do Governo do Paraná como estratégico para o estado, o setor de tecnologia contou com a presença de diversas autoridades e lideranças empresarias na abertura do ParanáTIC.
O presidente da Copel Telecom destacou a importância do desenvolvimento do setor para a economia estadual. Adir Hannouche também afirmou que “Tecnologia da Informação e Comunicações integram um mundo único. E a Copel Telecom conseguiu criar uma rede de infraestrutura em fibra óptica muito boa para atender os 399 municípios do estado com serviços voltados para pequenas e médias empresas, poder público e consumidores residenciais. É o primeiro estado 100% digital do Brasil, garantindo qualidade, segurança e confiança de nossos clientes”.
O prefeito de Foz do Iguaçu agradeceu a escolha da cidade como nova sede do ParanáTIC e adiantou que faz questão de continuar sediando o evento nas próximas edições. “Este setor é muito importante para o presente e o futuro na busca de soluções para o setor privado e estratégicas de inovação para o setor público”, ressaltou Reni Pereira.
Representando o governador Beto Richa, o presidente da Fomento Paraná apresentou o trabalho de agência na concessão de crédito a empresas de base tecnológica e adiantou novidades para o mercado. “Vamos lançar um fundo de capital semente, um fundo de inovação e, principalmente, um fundo de aval para garantir empréstimos a micro e pequenas empresas”, detalhou Juraci Barbosa Sobrinho.
O diretor de operações do Sebrae Julio Cezar Agostini explicou porque o ParanáTIC 2015 integra TI com varejo e turismo e incentiva o movimento startup: “São segmentos que oportunizam o crescimento da economia. Todo o evento foi modelado para identificar oportunidades. E contar com a representatividade de 400 empresas participando dessa iniciativa é muito significativo”.
O presidente da Assespro-Paraná comemorou o novo status do ParanáTIC. “Estamos recebendo a visita de presidentes das outras regionais da Assespro e também da diretoria da entidade nacional para o lançamento do WCIT 2016 – Congresso Mundial de TI, que acontece, ano que vem, na capital do país”. Sandro Molés da Silva fez questão de valorizar o esforço dos empresários paranaenses que participam dos seis Arranjos Produtivos Locais do setor no estado.
O secretario estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior visitou o evento e recebeu convite oficial para participar do WCIT ao se encontrar com Jeovani Salomão, presidente da Assespro Nacional. João Carlos Gomes também confirmou a criação de uma governança do setor de TI no Paraná: “Em dezembro, devemos formalizar essa iniciativa com um decreto do governador Beto Richa com a participação do setor produtivo, coordenado pela Assespro, a academia e o governo do estado”.
Na palestra de abertura, o ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola mostrou como o Brasil chegou a uma situação de crise econômica e apontou perspectivas de melhora para um futuro próximo. “ Passei uma visão realista, mas sem perder de vista que o Brasil tem anticorpos para sair dessa crise e voltar a crescer em médio prazo”, confirmou o economista.
O primeiro dia do ParanáTIC ainda teve palestras com Donald Feinberg, do Gartner, sobre negócios digitais e modelos analíticos e a trajetória de sucesso do Hotel Urbano com João Ricardo Mendes, um dos fundadores da empresa que, atualmente, mais vende passagens aéreas e hospedagens pela internet no Brasil.
Os participantes do evento também puderam acompanhar as Trilhas de Inovação, Turismo e Internacionalização com especialistas como , Cláudio Navarro, Marta Poggi e Pedro Drummond.
Para completar, cinco equipes iniciaram o Hackathon. A maratona de programação tem demandas em automação e internet das coisas, turismo, agricultura e pecuária, sustentabilidade, educação e impacto social.
O ParanáTIC 2015 é realizado pela Assespro-Paraná em parceria com Sebrae e patrocínio master da Itaipu Binacional e apoio de dezenas de empresas e instituições. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

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Movimento maker prevê nova revolução industrial

A cultura maker (Do It Yourself / DIY ou faça-você-mesmo) ganhou força nos últimos dez anos, com ferramentas de projeto gratuitas, impressoras 3D que facilitam a produção de protótipos e tecnologias que viabilizam projetos que antes eram complexos demais para um amador. Nos Estados Unidos, 135 milhões de adultos fazem algum tipo de atividade DYI, atualmente. “Quase toda garagem americana é uma mini-oficina”, disse o mineiro Manoel Lemos, fundador da Makers, em palestra na HSM ExpoManagement, em São Paulo (SP).

Lemos começou a programar computadores com 8 anos de idade e, por isso, acredita que as ações DIY sempre existiram, “pois o homem cria coisas desde a sua existência”. Segundo o empreendedor, o brasileiro, em especial, é um maker por necessidade – “sempre tem que fazer o máximo com o mínimo recurso”, justificou. Nessa cultura, o que antes era hobbie vira um negócio viável e o homem usa o tempo ocioso para fazer o que gosta e ainda ganhar dinheiro.

De acordo com Lemos, os interesses dos makers são muito variados – vão da marcenaria à robótica. No Brasil, o movimento ainda está no início. Em 2013, Lemos criou o site Fazedores, com o objetivo de reunir os interessados e difundir os conceitos da cultura maker. “Foi o início de um ecossistema que cresce rapidamente no país”, afirmou. Para se ter uma ideia, o Fazedores registrou no Brasil 1 makerspace (um espaço com ferramentas necessárias para os makers construírem seus protótipos) em 2010. Em 2015 já são 51 em todo o país. “Isso mostra que o Brasil tem um mercado potencial gigantesco”, afirmou Lemos.

O empreendedor compara o movimento maker com a Revolução Industrial e afirma que a produção industrial está se transformando com a “Maker Revolution”. Segundo Lemos, as principais mudanças são:

1. Protótipo – deixa de ser demorado e caro e passa a ser rápido e barato, com o advento das impressoras 3D e Arduino.

2. Pesquisa – era cara e imprecisa. Hoje, com ferramentas como Catarse e Kickstarter, o processo passa a ser eficiente e efetivo.

3. Marketing – ou era caro, ou muito caro. Com blogs e redes sociais, passou a ser social e eficiente.

4. Produção – deixa de ser cara e complexa e, com a cultura DYI, passa a ser feita em pequenos lotes, sob medida e flexível.

5. Distribuição – de cara e complexa, passa a ser sob medida e eficiente, com o advento do e-commerce e do M-commerce.

6. De quem – antigamente, apenas grandes empresas produziam. “Hoje sou eu, você e todo mundo”, afirma Lemos.

7. Para quem – “o processo industrial era feito em larga escala, para muita gente. Agora é para quem quiser, trabalhando com nichos ou com a massa.”

Fonte: Central Press,em cobertura especial para a Posigraf na HSM ExpoManagement

O HSM ExpoManagement é o maior evento de gestão da América Latina, que acontece de 9 a 11 de novembro, no Transamérica ExpoCenter, em São Paulo (SP). Com 150 horas de conteúdo em mais de 120 sessões e 16 mil participantes, o evento traz aoBrasil pensadores de maior repercussão na atualidade, como Malcom Gladwell,Clayton Christensen, Dan Ariely, Daniel Goleman, Ellen Langer, Eric Ries, Marc Goodman, Paul Krugman e Abilio Diniz. No evento, a Posigraf convida os participantes a conhecerem o sistema de Geomarketing que vem utilizando como diferencial para empresas do varejo. A ferramenta auxilia a detectar nichos de mercado e pontos de presença e influência dos estabelecimentos – o que colabora para a definição de metas de vendas e a atratividade de consumo no varejo.

Sobre a Posigraf

Atuando há mais de 40 anos no mercado, a Posigraf, gráfica do Grupo Positivo, é uma das maiores gráficas da América Latina. Instalada em uma área de 50 mil m2, a companhia tem um centro de distribuição em São Paulo, representações em todo o Brasil e Mercosul e atende clientes nos Estados Unidos, Japão e Europa. Seuportfólio de serviços compreende a produção de livros didáticos e publicações especiais, tabloides e materiais promocionais, além de revistas e periódicos.

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Produção de Itaipu atinge nova marca histórica: 2,3 bilhões de MWh

A Itaipu atingirá a produção acumulada de 2,3 bilhões de megawatts-hora (MWh), nesta quinta-feira (12). Toda essa energia foi produzida durante 31 anos e sete meses, a contar de maio de 1984, quando a usina binacional começou a operar. Dificilmente uma outra hidrelétrica conseguirá superar a marca de Itaipu.

Se fosse possível armazenar essa energia, ela seria suficiente para abastecer o consumo de eletricidade do mundo inteiro por 38 dias e dez horas. Esse volume seria suficiente também para atender ao consumo de energia elétrica do Brasil por quatro anos e dez meses e a demanda elétrica de uma cidade do porte de São Paulo por 78 anos.

A marca de 2,3 bilhões de MWh acontece na mesma semana em que Itaipu cravou 76,3 milhões de MWh este ano, superando a produção anual estabelecida em contrato, que é de 75 milhões de MWh. A usina também deixou para trás o volume de energia produzido no mesmo período de 2014. Em todo o ano passado foram gerados 87,6 milhões de MWh; se forem levados em consideração os últimos dados (afluência hidrológica, ritmo da demanda e capacidade de geração), a produção deve chegar em 31 de dezembro a 89 milhões de MWh.

Para o diretor técnico executivo de Itaipu, Airton Dipp, esses números apenas confirmam como o Brasil e o Paraguai são privilegiados em contarem com a produção de Itaipu, um volume de energia limpa e renovável sem paralelo no mundo. “Vale ressaltar que esse é o resultado de um projeto bem-sucedido, do trabalho de profissionais que se revezaram ao longo dos anos para garantirem o aumento contínuo da eficiência de Itaipu e, também, das condições excepcionais do nosso Rio Paraná.”

Maior geradora

Os 2,3 bilhões de MWh mantêm Itaipu como a maior geradora de energia elétrica limpa e renovável do planeta.

Em segundo lugar, em produção acumulada, aparece Guri, na Venezuela. Com início de operação em 1978, a usina venezuelana produziu até hoje 1,3 bilhão de MWh. Em terceira posição vem Grand Coulee, nos Estados Unidos, que opera desde 1941, com 1,2 bilhão de MWh. Ocupa o quarto lugar a russa Sayano-Shushenskaya, que desde 1978 produziu 0,9 bilhão de MWh. No ranking, aparece na mesma posição a canadense Churchill Falls, que desde 1971, produziu 0,9 bilhão de MWh. A chinesa Três Gargantas, que iniciou operação em 2006, também gerou até agora 0,9 bilhão de MWh.

Outubro

Todos esses bons índices ocorrem numa situação hidrológica ainda difícil para o País, que sofre pelo segundo ano consecutivo as consequências de uma das piores estiagens de todos os tempos. O País está sob a influência do El Ñino, que traz chuvas em excesso no Sul e seca intensa no Nordeste.

Participação no mercado

Itaipu responde atualmente por 17% de toda a energia elétrica consumida no Brasil e atende mais de 75% do mercado paraguaio de eletricidade. Para Brasil e Paraguai, sócios da usina, a produção de Itaipu é fundamental para a infraestrutura energética, para a integração e para o desenvolvimento dos dois países.

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Metas, ética e liderança: qual o segredo para um ambiente corporativo de sucesso? – Por Alexandre Nakandakari*

Há algumas semanas estourou um grande escândalo envolvendo a gigante alemã Volkswagen. Mais de 11 milhões de veículos da montadora, e de outras marcas pertencentes ao grupo como Audi, foram violados com um software que altera os resultados dos testes de emissão de poluentes. A fraude foi descoberta nos EUA e depois a montadora admitiu que o dispositivo foi instalado em veículos de outros mercados, como o Europeu. O fato derrubou o presidente executivo Martin Winterkorn que renunciou ao cargo e pediu demissão da Volkswagen.

Um pouco mais recente, engenheiros da montadora reconheceram sua responsabilidade no caso. Eles relataram ter instalado o software que engana o teste de contaminação e que era tecnicamente impossível produzir o motor EA 189, modelo utilizado nos 11 milhões de veículos fraudados, respeitando as leis de emissão de gases poluentes e as exigências de custo.

Esse caso me fez lembrar de uma frase que ouvi em um bate papo com Mario Kaphan, fundador da Vagas.com: “aqui não trabalhamos com metas, definimos o que podemos fazer melhor ainda do que já é feito; a pressão por metas cria a oportunidade para o ser humano escolher o caminho mais fácil e passar por cima de regras, leis, valores, moral e ética”.

O trabalho por metas surgiu por diversos motivos, entre eles aumentar a motivação dos profissionais, produzir mais e consequentemente lucrar mais também. Mas vejam a consequência disso para a Volkswagen: 6.5 bilhões de Euros foram destinados para aplacar os efeitos do escândalo. Esse valor é metade do lucro global previsto para o ano! Fora o dano praticamente irreversível e que quantia nenhuma paga ou consegue consertar: a imagem e credibilidade. Fato é que o ganho momentâneo foi por água abaixo. O presidente executivo já perdeu, a marca já perdeu (talvez até a indústria alemã sofra consequências também), funcionários foram suspensos (provavelmente alguns serão demitidos), a natureza perdeu, o ser humano perdeu…

O caso Volkswagen e suas consequências me faz pensar sobre como estão sendo conduzidas as políticas e equipes dentro das empresas. Falamos tanto de liderança sustentável, líder coach, aprimorar competências, decisões ecológicas/sistêmicas, clima organizacional, relações interpessoais, comunicação assertiva e inclusive espiritualidade entre tantos outros temas. Mas algo, ou um conjunto de fatores, as vezes falam mais alto que a ética e os valores.

John Maxwell cita em O Livro de Ouro da Liderança que nos momentos decisivos nós nos mostramos quem realmente somos. Nosso caráter é revelado para os outros e as vezes até para nós mesmos. E os momentos decisivos também determinam que tipo de pessoa/líder seremos daqui em diante. O ano de 2015 está acabando, talvez 2016 seja mais difícil ainda (para a Volkswagen é praticamente certo), e muitos momentos decisivos estão por vir. Será que surgirão mais casos como esse?

Espero que essa seja uma minoria, apesar do grande impacto que más ações feitas de forma correta geram, e que nosso trabalho em busca de desenvolver pessoas para que sejam produtivas e realizadas consiga se sobrepor a poucos indivíduos que foram levados para o lado negro da força…refiro-me ao vídeo (clique aqui) feito pelo Greenpeace contra a Volkswagen.

*Alexandre Nakandakari – É sócio da Questão de Coaching (www.questaodecoaching.com.br), com formação em Educação Física com especialização em Treinamento Desportivo, Practitioner PNL e analista de Assessment DISC.

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Sala de aula colaborativa avança no mercado brasileiro

A Kramer avança na promissora área de soluções profissionais de áudio, vídeo e Tecnologia da Informação (Pro AV/IT) para o segmento de Educação. Com investimentos em produtos e soluções para salas de aula e de treinamento, a empresa caminha para se tornar líder desse mercado que está em constante crescimento.

Durante a InfoComm 2015, evento que foi realizado em Orlando, na Flórida (EUA), a Kramer apresentou sua mais recente solução de Educação: a Sala de Aula Colaborativa, que foi destaque no evento. A Sala de Aula Colaborativa da Kramer é uma solução sem fio completa que combina controle avançado de apresentação e colaboração com a conveniência do BYOD (“traga o seu próprio dispositivo”, em português). A solução traz o premiado VIA TRUE-Collaboration; a também premiada plataforma em nuvem para controle avançado de ambiente K-Touch; e o sistema de distribuição de sinal HDMI / HDBaseT, um dos líderes da indústria.

No início de 2015, em um esforço para melhor entender e direcionar as necessidades do mercado de Educação, a empresa criou a Kramer Education Solutions Circle (KESC), uma comunidade exclusiva de profissionais de AV das principais instituições acadêmicas. Membros da KESC participam de um diálogo permanente com a equipe de Kramer, atuando ativamente no desenvolvimento de soluções de Educação empolgantes e inovadoras. Membros do KESC são convidados a trocar ideias, compartilhar suas experiências na área e contribuir diretamente na criação de novos produtos e soluções para aplicações de educação e treinamento.

Os investimentos de Kramer para melhorar a forma como as pessoas se envolvem e colaboram nas salas de aula e ambientes de treinamento levaram a casos de sucesso como este:

Em janeiro de 2015, a Sheldon College, de South East Queensland, na Austrália, adotou o VIA Collage em suas salas de aula. Eles estavam procurando uma maneira de incentivar o pensamento colaborativo e melhorar a experiência global de aprendizagem de seus alunos. Eles queriam tornar a apresentação, colaboração e compartilhamento de conteúdo mais fácil e mais eficiente dentro de sua política de BYOD. A grande variedade de dispositivos que os estudantes levam para a escola, com diferentes sistemas operacionais e versões de lançamento, trouxe um grande desafio para os projetistas de sistemas.

“Precisávamos de uma solução de conectividade sem fio para os dispositivos móveis dos alunos. Nós testados e avaliamos uma série de marcas líderes de sistemas de colaboração sem fio e consideramos o VIA Collage o melhor nessa categoria”, explica Julian Stirling, gerente de Design da Integration Partners Australia.

Atualmente, três grandes universidades brasileiras – duas no Sudeste e uma no Nordeste – estão negociando com a Kramer a adoção da Sala de Aula Colaborativa, com previsão de implantação para o primeiro trimestre de 2016.

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Cerner apresenta novo Diretor Geral para o Brasil

Com a expansão de suas operações no Brasil, que têm como marco de entrada um contrato para implantação do software de gestão clínica Cerner Millennium no Hospital Israelita Albert Einstein, a Cerner anuncia mais investimentos em capital humano no país. O mais destacado deles é a chegada de Israel Armstrong como Diretor Geral da companhia. Com Armstrong, que é licenciado em Farmácia pela Universidade de Sydney, as operações da Cerner no Brasil não respondem mais à direção da companhia América Latina, mas como uma região independente.

Presente em trinta países e com mais de trinta e cinco anos de tradição no segmento, a Cerner é especializada no desenvolvimento e soluções de tecnologia da informação na área de saúde.

“Nosso grande desafio é consolidar a expansão da empresa no Brasil, contribuindo com nosso espírito de inovação para o desenvolvimento da gestão da saúde em todo o território nacional. Procuramos também, diversificar e ampliar a carteira de clientes da trazendo novos negócios para o grupo. Estou muito animado com esta oportunidade e confiante no trabalho a ser realizado”, comenta Armstrong, que tem 12 anos de vivência na empresa e atuação em unidades da companhia em outros países.

O novo executivo e sua equipe de profissionais altamente especializados trazem novas sinergias à operação brasileira do grupo. Seu objetivo é levar a expertise da Cerner e suas soluções estratégicas no desenvolvimento de soluções de tecnologia da informação aplicados ao atendimento à saúde, com o objetivo de alcançar empresas e instituições do setor em todo o território nacional.

Há três anos atuando no país, a Cerner, além da parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein para o desenvolvimento e implantação de uma nova solução tecnológica para administrar todos os dados de seus pacientes hospitalares e ambulatoriais e das suas múltiplas áreas de atuação, que será implantada pela primeira vez em língua portuguesa, desenvolve um projeto na área de telemedicina com a Intensicare, a maior empresa especializada em gestão de UTI no Brasil.

Considerada a líder no segmento, a Cerner foi eleita pela revista Forbes americana como a vigésima segunda empresa mais inovadora dos Estados Unidos em 2014. Presente em mais de trinta países, alguns dos seus diferenciais competitivos são: prontuário eletrônico com fluxos de trabalho dedicados por especialidade, tecnologia para integração de equipamentos médicos ao prontuário eletrônico, plataforma para gerenciamento de saúde populacional e ferramentas de suporte à decisão clínica.

A Cerner também é líder internacional em hospitais com certificado do estágio 6 e 7 da HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society), uma organização norte-americana que avalia o nível de desenvolvimento em projetos de tecnologia da informação na área da saúde, sendo os dois primeiros hospitais da Europa a recebem o nível 7 clientes Cerner, um deles o primeiro reconhecido pelo Davies Awards, entregue às organizações da HIMSS de nível 6 e 7 capazes de demonstrar melhoria significativa e sustentável nos resultados dos pacientes com o uso de tecnologia da informação, ao mesmo tempo em que atingem um retorno financeiro sobre o investimento
Com mais de 21.000 funcionários no mundo todo, a equipe de profissionais altamente especializados colabora para o desenvolvimento de soluções eficientes na área de saúde.

Israel Armstrong – Perfil

Com sólida experiência na área de saúde, Israel Armstrong, atual Diretor Geral da Cerner, Brasil, iniciou a sua carreira no grupo de 2003. O executivo já ingressou no mercado com um diferencial e tanto: uma ampla vivência na área de saúde, ao atuar como professor acadêmico na área de farmácia clínica pela Universidade de Sydney, mesma instituição pela qual se formou e realizou uma pesquisa científica na área de problemas respiratórios.

A sua chegada na Cerner ocorreu por meio de um convite para atuar na unidade em Sydney, na Austrália. Engajado e aferindo excelentes resultados, em seguida, ele participou da organização e desenvolvimento de negócios no mercado da Ásia e Pacífico, antes de se mudar para Londres, e trabalhar no desenvolvimento de negócios para a NHS (National Health Service), sistema público de saúde do Reino Unido.

Na unidade inglesa da Cerner atuando como consultor de projetos, ele cedeu a sua expertise em saúde dando suporte a clientes chaves da companhia. Em 2013 Armstrong foi convidado para fazer parte da equipe do escritório de São Paulo, conduzindo os negócios estratégicos no Brasil. No país, o executivo tem se aprofundado na cultura de negócios local para suportar de forma estratégica o plano de expansão da empresa no país. De acordo com o Diretor Geral da Cerner no Brasil, o mercado está cada vez mais voltado a experiências aliado ao uso de tecnologias inovadoras, por isso, “precisamos ter uma comunicação eficiente com os nossos clientes, compreender e identificar as reais necessidades dele também. Desenvolvemos soluções de TI na área para a saúde e temos inovadoras soluções na área. Temos que superar essas expectativas impressionando-os sempre”, explica.

Uma das metas de Israel Armstrong na unidade brasileira da Cerner é tornar a empresa ainda mais reconhecida nacionalmente, mesmo que ela já possua grande conceito e imagem consolidados. E, de acordo com o diretor, a equipe tem conseguido isso. A companhia é cada vez mais requisitada por hospitais e gestores de saúde que querem conhecer um pouco mais sobre soluções em tecnologia para a área, como, por exemplo, o sistema Cerner Millennium®, soluções de suporte à decisão clínica e análises preditivas e soluções de gerenciamento de saúde da população.

A razão de todo esse sucesso, além da expertise de Israel Armstrong, tem um segredo simples, mas de grande valia: “gostar do que faz. A área de tecnologia em saúde é o nosso negócio”.

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Pequenos detalhes fazem uma grande diferença no ambiente de trabalho

Na Acom Sistemas, alguns colaboradores escolheram a bicicleta como meio de transporte. A empresa apoiou a ideia e disponibilizou um espaço para bicicletário e vestiário com chuveiro. E também criou um ambiente para recreação nas horas vagas. Veja os detalhes na reportagem do Valor Agregado.

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Produtos de startups ajudam na redução dos gastos das empresas

Com a alta do dólar e a crise econômica que o país atravessa, soluções oferecidas por pequenas e médias empresas (PMEs) e startups nacionais podem ser uma boa opção para ajudar a aliviar custos, principalmente das companhias de menor porte.

Genuinamente brasileiro, o Plug CRM é uma plataforma que auxilia na organização das negociações, principalmente das PMEs que desejam aumentar suas vendas, automatizando de forma simples e rápida todos os seus processos. Este CRM online integra todas as ferramentas da rotina de um vendedor num só lugar: em vez de usar planilhas, agendas, blocos de anotação, post its e e-mail, que acabam por perder informações dos clientes (além de ocupar muito tempo), o executivo usa apenas o Plug. Este software também ajuda os gerentes, que passam a ter relatórios e dados estratégicos dos clientes, para melhorar a performance da equipe.

“Somos um software completo o bastante para ser comparado a grandes sistemas, mas ao mesmo tempo, simples o suficiente para sermos confundidos com uma rede social”, diz Luis Lourenço, CEO da Plug CRM, que oferece uma das ferramentas com o melhor custo-benefício do mercado: “Com a alta do Dólar, o Plug está até 3x mais barato que ferramentas estrangeiras, oferecendo muito mais possibilidades aos vendedores e gestores”, explica Lourenço.

Também de olho no cliente, buscando oferecer produtos ou indicar ações personalizadas, a startup Zunnit analisa o comportamento, a segmentação e o perfil de usuários de sites, blogs e portais. Entre os diferenciais estão a incorporação de tecnologias de Deep Learning e Big Data, que permitem compreender e automatizar processos das empresas, aumentando os índices de venda e eficiência.

Outro ponto importante para o funcionamento de qualquer companhia, um sistema de telefonia inteligente também pode ajudar na redução dos custos. Pensando nisso, a Easy Telecom criou um produto que atende todas as necessidades tecnológicas de pequenas e médias operadoras de telecomunicações, além de empresas com demanda de tráfego elevada, como call centeres nacionais e internacionais.
Alguns serviços, como a entrega de documentos e produtos, também podem ter os custos reduzidos, aumentando assim a rentabilidade da empresa. Com uma rede colaborativa de entregadores, a startup mineira Shippify promete um serviço de entregas mais rápido e eficiente.
Utilizando um aplicativo móvel e/ou um software adaptável a qualquer site de e-commerce, os pedidos clientes da empresa são enviados via app para os entregadores cadastrados que estiverem mais próximos da encomenda. Como acontece em alguns aplicativos de táxi, o primeiro que responder, faz a entrega do produto. Além disso, pela plataforma é possível acompanhar todo o percurso da entrega.

Segundo o equatoriano Miguel Torres, um dos fundadores da Shippify, a ideia é servir, principalmente, lojas online. “Uma das grandes dificuldades dessas empresas é justamente garantir ao cliente uma entrega rápida, sem que isso acarrete custos altos”, explica ele.
Ainda pensando no aumento das vendas, as novas tecnologias podem também ser grandes aliadas. Um exemplo é o aplicativo Kornerz, um matchmaker entre lojas físicas e formadores de opinião – blogueiros, especialistas, colunistas – onde a loja se cadastra e contata especialistas para gerar conteúdo sobre as marcas e produtos, que será disponibilizado para os clientes através da plataforma.

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Indústria automobilística precisa estar preparada para era móvel e conectada, aponta KPMG

Depois de décadas de sucesso com um modelo de negócios que permaneceu praticamente inalterado, a indústria automotiva está encarando a era móvel e conectada. Como consequência disso, várias tendências importantes terão uma influência significativa sobre o futuro da mobilidade e o padrão atual do setor automotivo sofrerá pressão de todos os lados.
Segundo o estudo “Operárias ou donas do jogo: A indústria automotiva está na encruzilhada de uma era altamente digitalizada”, realizado pela KPMG, as montadoras ainda buscam suas melhores alternativas para tirar proveito do fato de que, no futuro, o carro não será o único foco do negócio e que crescerá a importância de os dados do consumidor estarem conectados de maneira inovadora para gerar novos fluxos de receita para a indústria.

“Empresas como a Apple e o Google já estão mostrando o que a tecnologia e a inteligente utilização de informações cotidianas podem oferecer com inovações no dia a dia das pessoas, incluindo aquelas relacionadas ao automóvel. Sendo assim, as montadoras tradicionais lidam com enorme pressão temporal para adequar seu modelo de negócios para os próximos anos o mais rápido possível, de modo a fazer frente a esses concorrentes”, afirma o diretor de relacionamento da KPMG no Brasil para a indústria automotiva, Ricardo Bacellar.

Segundo a publicação, essa nova tendência levanta a questão sobre qual será o posicionamento ideal das montadoras no novo ecossistema que se anuncia. “Chegou a hora das empresas decidirem se permanecerão apenas como fornecedoras de veículos, deixando o caminho livre para novos entrantes concorrerem entre si pelos dados do cliente, o verdadeiro tesouro, ou se serão capazes de permanecer como protagonistas do jogo e expandir seu modelo de negócios para além da produção de automóveis, acompanhando seus clientes durante todo seu ciclo de vida e oferecendo-lhes produtos e serviços customizados”, analisa Bacellar.

Diante disso, a publicação aponta pelo menos quatro temas fundamentais para um posicionamento estratégico bem sucedido nos próximos anos: mudanças profundas no modelo de relacionamento com os clientes; conectividade e data analitics como plataforma para novos modelos de negócio; ciclos de inovação mais curtos e customização como armas de fidelização; e a Internet of Behaviour se sobrepõe à Internet of Things.

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Investimento em inovação nem sempre gera emprego, diz professor da Harvard University

Depois de 18 anos do lançamento do best-seller “O Dilema da Inovação”, O professor da Harvard University, Clayton Christensen, volta ao Brasil para falar sobre inovação – desta vez, sob os ângulos do emprego e do crescimento. Em palestra na HSM Expomanagement 2015, em São Paulo (SP), o americano descreveu os três tipos de inovação, cada uma com seu papel na economia, e afirmou que a única que pode acelerar a recuperação econômica em momentos de crise é a inovação disruptiva – a que cria novos mercados barateando produtos ou serviços que antes eram inacessíveis à população.

Porém, segundo Christensen, as inovações atuais são sustentadoras – as que fazem com que produtos bons fiquem melhores, mantendo a rentabilidade dos negócios e os postos de trabalho, sem crescimento, nem criação de novos empregos. O problema é que muitas empresas ainda investem em inovação de eficiência que, se por um lado permite fabricar um produto ou prestar um serviço com menos gastos, aumentando o lucro e a produtividade; por outro, elimina empregos.

O fenômeno chamado por Christensen de “o dilema do capitalista” vem das métricas financeiras adotadas pelas empresas, que calculam o retorno sobre os investimentos em inovação. Segundo o professor, o investimento em tecnologias disruptivas produz efeito em cinco ou dez anos. Já a taxa de retorno em inovação de eficiência aparece no curto prazo. “As pessoas deixam de se preocupar com o futuro”, alertou.

A Inovação Disruptiva

Em 1995, Christensen criou o termo “inovação disruptiva”, mas ainda é considerado um dos conceitos mais incompreendidos sobre inovação. Erroneamente, é utilizado para indicar qualquer coisa nova e moderna. Na verdade, inovação disruptiva é a que provoca ruptura: um produto ou serviço que cria um novo mercado, desestabilizando um outro, que se torna obsoleto.

Como exemplo, o professor citou atelefonia móvel no mercado da telefonia fixa, a Wikipedia diante das antigas enciclopédias, aplicativos de Taxi versus empresas de rádio-taxi, Netflix no mercado das vídeo-locadoras, Airbnb no mercado hoteleiro e o Google, que acabou com as listas telefônicas. “A inovação disruptiva é aquela na qual o novato, em vez de vencer os demais no jogo que estão jogando, muda as regras da competição”, exemplificou Christensen. Segundo ele, as inovações disruptivas dão mais informação e poder de escolha ao consumidor, facilitam processos e barateiam serviços e produtos, tornando-os mais acessíveis a mais gente.

O DNA do Inovador

Em seu último livro, “O DNA do Inovador”, Christensen cita cinco habilidades que o empreendedor deve dominar para ser inovador:

1. Associação – capacidade de conectar ideias aparentemente incongruentes. Para treinar essa habilidade, uma sugestão é acessar um artigo aleatório na Wikipedia e tentar pensar como aquela informação pode se relacionar a um problema de sua empresa, por exemplo.

2. Questionamento – os inovadores não fazem apenas perguntas, mas “perguntas desafiadoras que provocavam o status quo”. Uma forma de desenvolver essa competência é impor restrições fictícias à sua forma de agir e pensar, por exemplo, “se nós fôssemos legalmente proibidos de vender para nossos clientes atuais, como ganharíamos dinheiro no ano que vem?”.

3. Observação – examinar o comportamento cotidiano das pessoas em diversas situações. Ao fazer isso, torna-se possível perceber como os indivíduos contornam seus problemas do dia-a-dia, ou mesmo entender melhor os problemas que outras pessoas enfrentam. Essa informação pode ser essencial.

4. Experimentação – envolver-se em diversas experiências de aprendizado que não estão diretamente conectadas com o problema no qual você está trabalhando. Isso pode ser exercitado viajando para um país diferente ou fazendo um curso sobre um assunto fora de sua área.

5. Networking – os inovadores veem a rede de relacionamentos como uma forma de conhecer pessoas com ideias e perspectivas diferentes. Uma maneira de mudar sua perspectiva com relação ao networking é comparecer, a cada ano, a duas conferências: uma relacionada à sua área, e outra sem relação. Ao conversar com as pessoas que trabalham com problemas diferentes, talvez você encontre as soluções para os seus.

O HSM ExpoManagement é o maior evento de gestão da América Latina, que acontece de 9 a 11 de novembro, no Transamérica ExpoCenter, em São Paulo (SP). Com 150 horas de conteúdo em mais de 120 sessões e 16 mil participantes, o evento traz aoBrasil pensadores de maior repercussão na atualidade, como Malcom Gladwell,Clayton Christensen, Dan Ariely, Daniel Goleman, Ellen Langer, Eric Ries, Marc Goodman, Paul Krugman e Abilio Diniz. No evento, a Posigraf convida os participantes a conhecerem o sistema de Geomarketing que vem utilizando como diferencial para empresas do varejo. A ferramenta auxilia a detectar nichos de mercado e pontos de presença e influência dos estabelecimentos – o que colabora para a definição de metas de vendas e a atratividade de consumo novarejo.

Fonte: Central Press em material especial sobre o HSM ExpoManagement para a Posigraf

Sobre a Posigraf

Atuando há mais de 40 anos no mercado, a Posigraf, gráfica do Grupo Positivo, é uma das maiores gráficas da América Latina. Instalada em uma área de 50 mil m2, a companhia tem um centro de distribuição em São Paulo, representações em todo o Brasil e Mercosul e atende clientes nos Estados Unidos, Japão e Europa. Seuportfólio de serviços compreende a produção de livros didáticos e publicações especiais, tabloides e materiais promocionais, além de revistas e periódicos.

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Ascenty participa de painel de especialistas no evento DatacenterDynamics Converged

A transformação do data center será o tema do painel de especialistas de que a Ascenty vai participar hoje, 10/11, na abertura do DatacenterDynamics Converged, um dos principais eventos nessa área realizados no Brasil. Neste ano, o DatacenterDynamics Converged – que acontece no Transamerica Expo Center, em São Paulo – deverá reunir mais de 1.200 executivos de áreas de negócio e profissionais do setor, em cerca de 70 sessões distribuídas ao longo de dois dias de conferência (10 e 11 de novembro).

Marcos Siqueira, gerente executivo de Serviços Gerenciados da Ascenty, participará do painel de abertura do evento, que tem início marcado para as 9h20 (até 10h) e vai debater o tema: Quem está puxando a corrida pela transformação do datacenter e por seu desempenho no “delivery” do negócio – o datacenter em outsourcing, o datacenter in-house ou ambos? O painel de especialistas contará também com a participação do professor e consultor Manoel Veras, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, e de representantes das empresas Natura e Google.

Mais informações e a programação completa do DatacenterDynamics Converged estão disponíveis no site http://www.dcdconverged.com/conferences/brasil

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Sistema myrp é ampliado com inclusão de módulo para o Varejo

A ferramenta de gestão on-line tem agora uma área específica voltada para emissão de NFC-e e gerenciamento de informações do segmento do comércio.

A implantação de obrigatoriedades de emissão da Nota Fiscal do Consumidor eletrônica (NFC-e) em mais de 10 estados brasileiros está trazendo uma nova realidade para o setor varejista. Para se adequar à legislação, os lojistas precisam buscar ferramentas para a emissão e gestão deste novo documento eletrônico do comércio.

Esta nova necessidade de mercado, que gradativamente pode atingir as cerca de 7 milhões de empresas do comércio estimadas em 2015 pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), motivou o lançamento de um módulo do sistema myrp direcionado especificamente para o segmento varejista. A solução para emissão e gestão de Nota Fiscal do Consumidor eletrônica (NFC-e) e Sistema Autenticador e Transmissor do Cupom Fiscal eletrônico (S@T CF-e) pode ser usada on-line na nuvem e também com instalação na frente de caixa que garante as vendas contínuas para os clientes.

“O grande diferencial desse sistema de varejo é que todos os cadastros, parametrizações e relatórios gerenciais ficam armazenados na nuvem, o que permite que sejam acessados de qualquer lugar e com total segurança”, afirma o diretor de marketing do myrp, Tibério César Valcanaia. Ele diz que para chegar a essa tecnologia, foram necessários investimentos de cerca de R$ 10 milhões no módulo varejo.

Em contrapartida a essa facilidade da operação online, o empresário ainda pode contar com a segurança que as vendas nunca precisem ser interrompidas. Valcanaia explica que o sistema é instalado também na frente de caixa localmente, para proporcionar todos os controles necessários caso a empresa fique sem internet continuar vendendo. “Outra funcionalidade adicional são os controles de caixa como suprimento/sangria e rastreabilidade de todas as operações, além de uma suporte de suporte à disposição”, salienta o diretor técnico do myrp.

Um fator fundamental para redução de custos para o negócio é o modelo inovador de venda do sistema. “Não existem taxas de instalação e consultoria e o cliente, juntamente com seu contador, conta com o apoio remoto da equipe de especialistas do myrp e em poucos minutos pode colocar um loja para funcionar!”.

As funcionalidades básicas do sistema

– Emissão de NFC-e | S@T CF-e | NF-e
– Listagem para controle de notas
– Envio e reenvio de NFC-e por e-mail
– Geração de Backup automático
– Geração de arquivo mensal dos XMLs para envio para o contador
– Impressão do DANFe NFC-e
– Controle de contingência da emissão da NFC-e (emissão off-line)
– Cancelamento e inutilização da NFC-e (de acordo com as normas da SEFAZ)
Retaguarda do sistema:
– Gestão de outros documentos fiscais (ex: emissão e recebimento de NF-e); – Cadastro automático dos produtos com base na nota fiscal,
– Controle de estoque, fluxo de caixa,
– Gestão financeira, entre outras.

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Pesquisadores da FGV debatem privacidade e regulação no Fórum de Governança da Internet 2015

O Brasil sedia, de hoje a 13 de novembro, em João Pessoa, na Paraíba, o Fórum de Governança da Internet (IGF 2015). O evento discutirá, entre outros temas, cibersegurança e confiança, economia da internet, inclusão e diversidade, internet e direitos humanos, infraestrutura e recursos críticos.

Pesquisadores do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS), da FGV Direito Rio, participarão de workshops sobre diversos temas, como o de “Privacidade em um cenário de vigilância em massa”. Será apresentado estudo comparativo dos panoramas regulatórios do Brasil e da Alemanha. A pesquisa foi desenvolvida pelo CTS, em parceria com o German Institute for International and Security Affiars (SWP).

Na terça-feira, dia 10, às 9h, o pesquisador do CTS, Luca Belli, lança livro em inglês sobre neutralidade de rede: “Net Neutrality Compendium: Human Rights, Free Competition And The Future Of The Internet”. Os representantes da FGV também estarão presentes no “Workshop termos de uso como regulação do ciberespaço”, entre outros debates.

O IGF foi criado pelas Nações Unidas, em 2006, e é o principal evento internacional a discutir temas regulatórios e políticas públicas para a internet. Questões que estão na ordem do dia, como o neutralidade de rede, o zero rating (cobrança zero para acesso a alguns aplicativos, como o Facebook e o WhatsApp) e as políticas de vigilância em massa, serão abordados no Fórum. As discussões ocorridas no IGF estabelecem boas práticas que influenciam no processo de harmonização das políticas nacionais.

O Brasil já sediou o evento em 2007, e volta a receber o IGF em um ano crítico para a continuação do Fórum. Em dezembro de 2015, os países membros da ONU se reunirão em Nova Iorque, no processo de revisão da Cúpula Mundial da Sociedade da Informação, para avaliar os resultados do IGF e decidir se o mandato do Fórum será renovado. A edição deste ano será chave para o futuro desse espaço de discussão, que consolidou o modelo de governança multissetorial no plano internacional.

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Internet das Coisas, turismo. varejo, automação e sustentabilidade no Hackathon do ParanáTIC 2015

Uma maratona de programação de 24 horas está entre as novidades do ParanáTIC 2015, principal evento de Tecnologia da Informação do sul do Brasil. O Hackathon, que acontece entre 12 e 13 de novembro, na cidade paranaense de Foz do Iguaçu, vai apresentar demandas em automação e internet das coisas, turismo, agricultura e pecuária, sustentabilidade, educação e impacto social. No final do evento, são solicitadas duas apresentações, que irão compor a nota dos times: uma apresentação técnica, onde a solução é apresentada à equipe organizadora e uma apresentação de negócios, onde um pitch de 3 minutos deve ser apresentado demonstrando como o time avaliou que aquele produto pode ser escalado no mercado; Os 3 times que tiverem a melhor nota no conjunto de avaliações receberão prêmios.

O Hackathon vai mobilizar dezenas de profissionais e estudantes do setor de TI, principalmente do ecossistema de startups do Oeste do Paraná, um movimento organizado que contempla ações, eventos e planejamento em 7 cidades (Cascavel, Foz do Iguaçu, Laranjeiras do Sul, Marechal Cândido Rondon, Medianeira, Palotina e Toledo) e mais de 40 entidades, entre faculdades, coworkings, parques tecnológicos, empresas, associações comerciais, governos municipais e núcleos de empreendedores.

A organização é da Iguassu Startups, associação sem fins lucrativos voltada ao apoio e à formação de Startups em Foz do Iguaçu e da Assespro-Paraná , com apoio técnico do Sebrae e da Copel Telecom. Os ganhadores da maratona terão direito a prêmios de apoio ao empreendedorismo, poderão realizar negócios durante o ParanáTIC e serão expostos a todos os empresários e organizações participantes do evento.

A inscrição no Hackathon do ParanáTIC 2015 é gratuita.
Saiba mais em:
https://www.sympla.com.br/hackathon-paranatic-2015__47911

Contatos: Adriano Luis Spanhol (alspanhol@gmail.com) e Luís Poletti (luispoletti@gmail.com)

Neste ano, o ParanáTIC vai ganhar projeção internacional ao lançar oficialmente o WCIT 2016, Congresso Mundial de TI, que acontece em Brasília e é organizado pela Assespro Nacional.

Realizado em parceria da Assespro-Paraná com o Sebrae, o ParanáTIC reúne empresários, pesquisadores, professores, estudantes e profissionais da área de Tecnologia da Informação e Comunicações, com o objetivo de promover a integração de pessoas visando a criação de empresas, produtos e serviços inovadores. Tem como desafio articular iniciativa privada, poder público e academia para consolidar o Paraná como referência em inovação tecnológica no Brasil.

ParanáTIC 2015

Dias 12 e 13 de novembro
Hotel Mabu Thermas & Resorts, Foz do Iguaçu, Paraná
Saiba mais em http://www.paranatic.com.br
Inscrições: 41 33371014 ou executivo@assespropr.org.br

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Luckro, a primeira rede social de negócios para o varejo

Sufocados por tantas notícias pessimistas no cenário econômico do País, varejistas e empresas vão ganhar a partir do dia 4 de novembro uma ferramenta poderosa para garantir mais eficiência aos negócios. O empresário argentino Jorge Alexander Kowalski, 51 anos, com apoio de sócios conselheiros e investidores e baseado em sua experiência de 20 anos atuando em empresas como Danone, Philip Morris, Coca-Cola e Heineken, entre outras, lança a Luckro, a primeira rede social do mundo para o varejo com função comercial. “Podemos ajudar o varejo e as empresas a serem mais eficientes – a vender melhor com menores custos. Este é o conceito de uma startup digital: ajudar a resolver problemas economizando, principalmente, tempo e dinheiro”, garante Kowalski.

Ao longo de sua trajetória profissional, o empresário aprendeu que os entraves para o desenvolvimento do varejo variam de acordo com o tamanho, mas se repetem em todos os setores – de alimentos a calçados, de remédios a móveis. Para os pequenos varejistas, a dificuldade é conseguir os produtos que as grandes redes têm com as mesmas facilidades e condições comerciais, além de atendimento direto e com qualidade. Do lado do distribuidor/vendedor, a dificuldade é em se manter atualizado sobre as opções disponíveis ao consumidor e escolher quais são as melhores para cada tipo de cliente que ele atende. Já as marcas, e também os vendedores, querem chegar a mais pontos de venda, mas em um país do tamanho do Brasil o custo fica alto demais.

A Luckro vai conectar todas as pontas da cadeia, permitindo, assim, escolher melhor, comprar/negociar melhor e manter o nível de serviço do fornecedor. Em gestação desde janeiro, a plataforma será lançada, para desktop e smartphone, com cerca de mil usuários ativos. Até dezembro, esse número deve aumentar para 20 mil e a meta é fechar 2016 com 50 mil usuários e 2017, com 150 mil. Nesta primeira etapa, estão sendo convidados profissionais de dois setores varejistas: Supermercados e Bares, Hotéis e Restaurantes. Periodicamente, serão incluídos novos setores, num total de 13. O investimento previsto, até abril de 2016, será de R$ 2 milhões.

Os usuários da Luckro são divididos em três grupos: varejistas de qualquer tamanho e função, principalmente compradores e donos, embora todos os colaboradores sejam bem-vindos; vendedores, exclusivos da marca ou não; e marcas, com suas equipes de trade marketing, marketing e comercial.

Será possível fazer seis tipos de posts: ‘Ache e Compre’, ‘Falta’, ‘Alerta’, ‘Comum’, “Institucional” e “Eu fiz”. No primeiro caso, por exemplo, o varejista pode dizer: ‘Tenho uma mercearia e preciso comprar suco. Que preço e condições você me oferece?’ Hoje, o varejista perde horas todos os dias procurando a melhor proposta de preço. Em segundos, esse post de compra vai para todos os fornecedores cadastrados. Quem quiser, e for mais rápido, atende a demanda e ganha um novo cliente. Já as empresas poderão fazer promoções. Ao receber um post de oferta, o varejista pode clicar no botão ‘Eu quero’ e o contato entre o comprador e o vendedor é iniciado. Também será possível executar promoções no ponto de venda, e não será mais necessário que o funcionário da marca vá ao local para garantir que o acordo foi cumprido. Ao acionar o botão ‘Eu fiz’, a câmera do telefone é ligada e também em segundos o vendedor recebe uma foto provando a execução.
Assim, Luckro vai conectar marcas, varejos e vendedores e, como resultado, todos vão lucrar mais. A proposta é a de ampliar a rede de contatos e, como consequência, vender para mais varejos (no caso das marcas e vendedores) e conhecer novos produtos e ser atendido (no caso dos pequenos varejos que muitas vezes são ignorados pelos fornecedores e acabam recorrendo a atacadistas).

Demanda
No mundo, em média, 8% dos varejos sofre por ruptura. Isso representa mais de US$ 6 bilhões em vendas perdidas. No Brasil, o percentual chega a 15%. Com a Luckro, o varejista vai poder alertar essa falta para todo o mercado, além de poder receber, neste momento de alta volatilidade de preços, várias propostas para um mesmo produto, escolhendo a melhor opção. Só não vai vender e ampliar a carteira de clientes quem não quiser.

Quanto custa
A Luckro não é uma plataforma de e-commerce. Ela ganhará por publicidade e inteligência de mercado. No plano de negócios, o varejista nunca vai pagar nada. O acesso é ilimitado para marcas e vendedores, exceto para fazer posts especiais, publicitários ou de ofertas, e para escutar o mercado, no caso das pesquisas. Para tal, o valor mensal é de R$ 1 por varejo. Vale lembrar que mandar um vendedor para uma visita de 15 minutos em um único ponto de venda custa R$ 25.

Equipe forte
À frente da empresa está Jorge Alexander Kowalski, com 20 anos de experiência em todos os lados do balcão, que vive no Brasil desde 2003 e acumula, aqui, experiências em empresas como Femsa Coca-Cola, Heineken, Pernod Ricard e Vulcabrás, e, antes disso, Philip Morris e Esso. A criação de um conselho ajudou a formatar o projeto e a tirá-lo do papel. O conselho é formado por Leonardo da Rocha e André Paganuchi, sócios da PerformaIT, com mais de 15 anos desenvolvendo e comercializando tecnologia (Microsoft, SAP e Oracle); Isabel Moisés, mais de 20 anos de experiência nas áreas comerciais, de consultoria e RH em empresas como Heineken e Philip Morris; Pierre de Greef, ex-diretor da Apple que lançou o iTunes no Brasil, 15 anos em empresas de tecnologia e comunicações (Apple e Orange); Rino Ferrari Filho, proprietário da Rino Publicidade; Simon Schvartzman, 30 aos de Itautec, e Alina Correa, mais de 20 anos como executiva no Santander e BMI.

Como surgiu
O primeiro insight foi em julho de 2014, quando Jorge Kowalski começou a reavaliar a distribuição de tênis e sapatos e viu que os problemas eram os mesmos que já tinha encontrado anteriormente: uma rede de representantes comerciais com muitas distrações e um nível de profissionalismo irregular, profissionais sem vínculo com a marca. Então pensou em uma ferramenta de comunicação direta, mas que não colocasse em risco o tipo de contrato entre esses vendedores e as empresas e fosse capaz de unir os membros de uma comunidade e realizar transações comerciais. Com base em produtos que já existiam – redes sociais corporativas -, decidiu adicionar funcionalidades que permitissem acelerar os processos de integração e comunicação. Mas a decisão de criar a Luckro foi tomada na Praia de Copacabana. Numa tarde de verão, já não havia coco para vender. O dono da barraca já tinha tentado, sem sucesso, contato com fornecedores. O empresário perguntou se ele usaria um aplicativo por meio do qual ele pudesse dizer que estava faltando coco e recebesse ofertas de fornecedores. Na hora, ele queria saber como fazia o download.

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Aplicativos de mobilidade urbana crescem dentro das lojas de apps

Trânsito, dificuldade em se locomover, perda de tempo. Cada vez mais essas questões têm feito moradores de grandes centros urbanos procurarem por opções que gerem ganho de tempo. Uma das soluções encontradas para o usuário final é o uso de aplicativos móveis focados em mobilidade urbana.

Na Google Play Store existem mais de 38 aplicativos dedicados a esse nicho. São apps para usuários que transitam a pé, com bicicleta e, claro, utilizando o transporte público. Para este último, o CittaMobi se torna uma solução eficaz. Desenvolvido pela empresa Citatti, o app já registra 800 mil downloads disponível gratuitamente para Android e iOS. E já está disponível em várias cidades como São Paulo, Recife e Salvador.

Segundo o Instituto Akatu, o tempo médio de deslocamento em nove regiões metropolitanas do país é de cerca de 82 minutos, o que equivale a quase duas horas perdidas por dia. “As tecnologias de informação e comunicação servem para melhorar o fluxo de mobilidade, ajudando a otimizar o tempo do usuário, que hoje tem o que há de mais moderno na palma da mão”, diz Cesar Ranzini Olmos diretor de Tecnologia e Produtos da Cittati.

Com o CittaMobi, via mecanismo de georreferenciamento, a partir da leitura de GPS presente nos ônibus, é possível conseguir informação em tempo real da chegada e partida do ônibus. “A margem de erro é de dois minutos de atraso ou adiantamento”, conta Olmos.
Além do CittaMobi, a Cittati possui uma versão do aplicativo voltada para deficientes visuais, o CittaMobi Acessibilidade, que indica os ônibus adaptados e dá informações por voz tal qual o regular. É só digitar o endereço em que se está e escolher a linha de ônibus. Pronto, logo aparece a previsão da chegada dos veículos no ponto e as linhas de cada parada.

Cittati

A Cittati é uma empresa integradora de soluções voltada para o desenvolvimento de tecnologia de informação e comunicação com foco na gestão de sistemas de transporte. Criou o CittaMobi e o CittaMobi Acessibilidade pensando em levar mais comodidade ao usuário do transporte público.

Alguns números que demonstram o crescimento do CittaMobi no Brasil até agora:

• 800 mil downloads (Android e iOS)

• 10,2 milhões de acessos por mês

• 32 milhões de screen views por mês

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Calculadora da PROTESTE ajuda a calcular as Milhas no cartão de crédito

Com a ferramenta online fica mais fácil tirar proveito dos pontos acumulados com as compras

Para facilitar o cálculo para quem tem cartão de crédito que possibilita acumular milhas a PROTESTE Associação de Consumidores disponibiliza uma calculadora online em seu site.

Com a ferramenta é possível calcular qual precisa ser o gasto mensal no cartão de crédito para acumular pontos que podem ser transferidos para aquisição de passagens, quanto tempo será preciso para acumular os pontos, e por quanto tempo eles são válidos.

A calculadora foi atualizada com quase 200 cartões. Para utilizá-la basta selecionar o cartão. Os cálculos são feitos com base no valor do dólar comercial do dia, informado na calculadora.

A ferramenta informa qual deve ser o gasto mensal para atingir uma determinada quantidade de pontos, e quanto tempo leva para atingir o valor desejado. Indica também a validade dos pontos do cartão; a quantas milhas equivalem os pontos do cartão para cada programa de milhagem (Smiles, Multiplus – Tam Fidelidade, Amigo e TudoAzul), e se o cartão tem parceria com o programa de milhagem selecionado. Aponta ainda a quantidade mínima necessária de pontos para trocar por milhas em cada programa de milhagem.

Para tirar proveito das milhas para viajar a PROTESTE orienta a ficar de olho nas promoções de passagens com pontuações baixas divulgadas frequentemente pelas companhias aéreas, além de já ter planos definidos sobre os locais que gostaria de viajar.

Para acumular pontos no cartão de crédito, é importante conferir com a administradora as regras vigentes. Em geral, o valor total das compras mensais é convertido em dólar e, a cada dólar gasto, você ganha uma quantidade de pontos preestabelecida pela operadora do cartão de crédito.

Com o dólar alto, o acúmulo de pontos no cartão fica prejudicado. Mas, ainda assim, para quem consegue pagar a fatura em dia e centralizar os pagamentos de todas as compras no cartão de crédito, é uma oportunidade de juntar pontos, que poderão ser trocados por milhas futuramente. Mas só vale para quem realmente está com as finanças em dia.

Como escolher um cartão de crédito com foco nas milhagens

• Leve em conta quais são as companhias parceiras do cartão de crédito;

• Considere a taxa de conversão de pontos;

• Verifique as regras para transferências de pontos para viajar;

• Avalie o valor cobrado pela anuidade do cartão de crédito;

• Fique de olho na validade dos pontos.

Nos cartões do Itaú, por exemplo, para conquistar uma milha é necessário acumular 1,25 pontos, diferentemente dos cartões de outros bancos, onde um ponto equivale a uma milha. Em outras palavras, 20 mil pontos no Itaú equivalem a apenas 16 mil milhas. A calculadora faz todos esses cálculos e ainda informa quantos pontos são necessários para trocar por milhagem em cada programa.

Transfira os pontos de seu cartão de crédito que estão perto de vencer, para o programa da companhia aérea que mais usa. Assim, conseguirá estender o prazo para usar os pontos que estavam perdendo a validade, estendendo-os no programa da companhia aérea.

Ainda há outras formas de conseguir acumular milhas. Muitos postos de gasolina, farmácias, lojas on-line, livrarias e supermercados têm programas de fidelidade em parceria com alguns programas de milhagem.

Para quem costuma comprar com frequência em estabelecimentos que oferecem essa permuta com programas de fidelidade, é importante questionar se há a possibilidade de usar os pontos em compras de passagens aéreas.

Acesse nosso site em seu smartphone e confira informações exclusivas sobre Direito do Consumidor: www.proteste.org.br/institucional

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Crise impulsiona projetos IoT no formato pay-as-you-grow

Para incentivar a criação de soluções disruptivas em época de crise financeira, Telit atualiza seu modelo de negócios, permitindo ao empreendedor pagar de acordo com o crescimento de seu projeto IoT no mercado. Novo portal e plataforma em nuvem serão apresentados no Microchip Masters Brasil 2015

O cenário econômico negativo impulsionou uma nova tendência de mercado: o pay-as-you-grow ou, no português, “pague conforme o seu crescimento”. Voltado para pequenos empreendedores, o modelo de negócios tem ganhado cada vez mais espaço no Brasil e pode ser encontrado no portfólio de serviços da líder global em Internet das Coisas – Telit. Recentemente atualizado, o portal IoT e plataforma em nuvem deviceWISE serão apresentados no Microchip Masters Brasil 2015, em São Paulo.

Para Ricardo Buranello, VP da Telit para a América Latina, a democratização da eletrônica e da TIC abriu espaço para os pequenos investidores interessados em inovar pagando pouco, trazendo ao mercado projetos disruptivos, com sólidas taxas de crescimento e voltadas para o consumo, automatização industrial, telemedicina, segurança e qualidade de vida urbana. “Mesmo com a recessão, a Internet das Coisas oferece grandes oportunidades de fomento à inovação, sendo o Brasil um país de grande potencial e que representa 70% do mercado latino americano de IoT”, afirma.

Na apresentação do portal e plataforma em nuvem, o executivo pretende trazer alternativas economicamente viáveis para o pequeno investidor, com foco em inovação. “Apresentaremos o nosso modelo de negócios, mostrando como a integração do portfólio de hardware, software e serviços da Telit estão moldando o universo de IoT e permitindo que as empresas inovem em velocidade recorde e com custos e riscos limitados”, diz Ricardo.

Mesmo que o empreendedor esteja apenas começando ou já operando milhares de dispositivos remotos globalmente, o portal IoT da Telit torna mais fácil a conexão de “objetos e aplicativos” ao integrar qualquer dispositivo, ativo de produção e sensores remotos a sistemas de aplicativos móveis e sistemas empresariais baseados na web por meio de qualquer rede sem fio.

Com a atualização do portfólio, as PMEs têm a chance de conectar qualquer dispositivo às necessidades do cliente, sejam frigoríferos, carros ou dispositivos médicos, com a finalidade de saber informações sobre manutenção do equipamento, temperatura, bateria, entre outros dados de interesse do consumidor. O modelo de negócios pay-as-you-grow é utilizado também por grandes players como McDonald’s, John Deere e Verizon Wireless. O Microchip Masters Brasil será realizado no dia 12 de novembro, no Immensità Espaço de Eventos, em São Paulo.

Serviço: Microchip Masters Brasil 2015
Data: 12 de novembro
Local: Immensità Espaço de Eventos, São Paulo
Endereço: Av. Luiz Dumont Villares, n. 392 – Jardim São Paulo

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