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Gartner anuncia aumento de computação em Nuvem

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia que, até 2020, empresas que não utilizam computação em Nuvem serão tão raras quanto as que hoje não utilizam Internet. As estratégias de Cloud-first e Cloud-only vêm substituindo a postura defensiva de não adotar a computação em Nuvem que dominou muitos dos grandes provedores nos últimos anos. Hoje, a maioria das inovações tecnológicas para fornecedores é centrada em Cloud (Nuvem) com o propósito claro de retroalimentar a tecnologia das soluções locais. Esse tema será amplamente debatido no Symposium/ITxpo 2016, o maior e mais importante evento mundial do Gartner para CIOs e executivos de tecnologia, que acontece entre 24 e 27 de outubro (Segunda a Quinta-Feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel (SP).

“Muitas empresas sem computação em Nuvem acabam utilizando Cloud de forma despercebida ou inevitável, uma postura que se tornará cada vez mais insustentável. A Nuvem se tornará a opção padrão para a implantação de software e o mesmo acontecerá com os programas customizados, que vêm sendo cada vez mais desenvolvidos para algumas variações de Nuvens Públicas ou Privadas”, afirma Jeffrey Mann, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Isso não significa que tudo será baseado em Cloud. As preocupações permanecerão válidas em alguns casos. No entanto, a prática de não ter nada baseado em Nuvem irá desaparecer em grande parte. A Nuvem será comumente utilizada de forma híbrida, mas isso exige que a Nuvem Pública faça parte da estratégia geral. Os provedores de tecnologia poderão partir do princípio de que seus clientes serão capazes de utilizar recursos em Nuvem.

Segundo o Gartner, até 2019, mais de 30% dos novos investimentos em software pelos 100 maiores fornecedores terá mudado de Cloud-first para Cloud-only. A postura atualmente bem estabelecida do uso de Cloud-first no planejamento e design de software está sendo gradualmente substituída pela estratégia Cloud-only. Isso também se aplica aos cenários de Nuvem Híbrida e Privada.

“Os recursos mais modernos de TI estarão disponíveis apenas em Nuvem, fazendo com que as empresas mais relutantes se aproximem da adoção da tecnologia. Enquanto algumas aplicações e dados permanecerão presos nos formatos mais antigos, soluções novas serão baseadas em Nuvem, aumentando a demanda de integração de diferentes infraestruturas”, afirma Yefim V. Natis, Vice-Presidente e Fellow do Gartner.

“Empresas rígidas não são capazes de produzir soluções ágeis de TI. Conforme a entrega se torna mais em Nuvem, a maioria das empresas de TI precisa se reorganizar para refletir a realidade comercial de Cloud Computing: inovações e mudanças contínuas, integração abrangente, concorrer com provedores de Nuvem em algumas iniciativas e predomínio crucial da influência no lugar do controle na relação do TI com diversos ramos de negócios. Embora, historicamente, a maior concorrência dos provedores de serviços externos seja o TI interno, com mudanças de gastos, reorganizações estruturais e as realidades comerciais supracitadas, os provedores de Nuvem ganharão a posição de destaque”, completa Natis.

Até 2020, mais poder computacional terá sido vendido por provedores IaaS (Infrastructure as a Service) e PaaS (Platform as a Service) em Nuvem do que tecnologias vendidas e implementadas em Data Centers corporativos. O mercado de IaaS tem demonstrado um crescimento de 40% na receita por ano desde 2011 e a previsão é de que continue crescendo mais de 25% por ano até 2019. Até o mesmo ano, a maioria das máquinas virtuais serão entregues pelos provedores de IaaS. Até 2020, a receita de IaaS e PaaS irá ultrapassar US$ 55 bilhões, passando o faturamento dos servidores.

“Com o crescimento das ofertas de computação bimodal e provedores de Nuvem, os Data Centers corporativos definidos por software se tornaram menos importantes do que o desenvolvimento de uma capacidade sólida de gestão de multiprovedores. Embora em volume reduzido, a maioria das empresas continuará utilizando tecnologias locais (on-premises) ou hospedadas em seu Data Center. No entanto, conforme o poder computacional migra para os provedores de IaaS, as empresas e fornecedores precisam focar na gestão e alavancagem da combinação híbrida das arquiteturas on-premises, off-premises, Nuvem e não Nuvem, com foco na gestão da capacidade entregue em Nuvem de forma eficiente e eficaz”, completa Thomas J. Bittman, Vice-Presidente e Analista Emérito do Gartner.

O Gartner Symposium/ITxpo 2016 oferece aos CIOs e executivos seniores de TI um direcionamento estratégico sobre como dominar as mudanças tecnológicas em um momento de competição como o atual, em que a velocidade dos negócios digitais torna essencial a estratégia de enxergar o futuro com uma ampla visão.

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Principais startups do ramo de saúde criam primeiro cluster de saúde digital do Brasil

Seis das startups mais reconhecidas do mercado acabam de criar o 1o Cluster de Saúde Digital do Brasil, que reúne seus serviços com o objetivo de atender e gerar mais valor aos grandes players do mercado, como Hospitais, Laboratórios, Operadoras e Seguradoras de Saúde e o setor Farmacêutico.

As startups que compõem o Cluster já auxiliam diretamente quase 1 milhão de usuários com seus produtos e serviços. São conhecidas no mercado e entre as startups de Saúde, e juntas conseguem atender várias linhas de negócios em pequenas, médias ou grandes instituições de saúde.

Sobre o Cluster de Saúde Digital

A ideia do “cluster” surgiu tendo em vista o atual cenário das startups e instituições de saúde. “De um lado temos as empresas de saúde consolidadas, sem tanto problemas financeiros, que desejam trabalhar com startups mas cujos processos internos acabam dificultando as implantações”, disse Immo Paul, fundador da Carenet, startup responsável pela análise de dados de saúde móvel. “Já do outro temos as startups, com propostas que ajudam de verdade as empresas e que matam um leão por dia pra encontrar seu nicho”, completou.

Fernando Nandico, do MovaMais, startup que recompensa atividades físicas, disse ter gostado da ideia desde o início. “A possibilidade de cross-selling é imensa e com este Cluster já estamos presentes em 4 estados do Brasil, que vai ajudar no crescimento dos membros (DF, SP, MG e SC)”.

Já para Lívia, fundadora do Dr. Cuco, startup responsável pela adesão de medicamentos, a união das startups criará um marco histórico no mercado de Saúde do Brasil. “Não encontramos nenhuma iniciativa parecida, com a proposta de realmente acompanhar a jornada do paciente com ferramentas digitais de engajamento”, completou.

“Apesar de já atendermos grandes clientes, acredito que o Cluster conseguirá dar musculatura para as startups e aumentar ainda mais o valor agregado para as empresas”, comentou a Dra. Cristiane Benvenuto, cofundadora do Medicinia, startup responsável pela comunicação entre médicos, profissionais de saúde e pacientes.

Para Ricardo Moraes, CEO da Memed, startup responsável pela solução de e-prescrição e consulta de medicamentos, o cluster proporciona uma abrangência de conhecimentos fazendo com que o mercado de saúde se fortaleça. “Essa troca de experiências e misturas faz surgir um mercado sólido que supre todas as áreas e necessidades dos nossos clientes”, acrescentou.

O fundador da Cybergia, Dr. André Queiroz, startup responsável pela gestão da saúde populacional, comentou que pelas startups serem totalmente complementares, não concorrentes, a união entre elas só vem agregar mais valor ao mercado em geral. “Somos todos guerreiros neste imenso mercado de Saúde do Brasil e juntos conseguiremos oferecer uma proposta de valor mais completa”, disse ele.

Ao invés de gerenciar cada um dos serviços, as empresas interessadas em fazer negócios com o Cluster poderão acessar um Painel único com todos os dados referentes às startups que contrataram. A integração entre as startups beneficiará também seus atuais clientes, que podem contratar serviços complementares de forma mais simples e integrada.

É sempre um desafio para as startups conseguirem atender as recomendações das empresas, pois elas (startups) geralmente resolvem um problema específico e são focadas em uma única solução. Os membros do Cluster estão convencidos que juntos, acumulando 50 anos de experiência profissional na saúde, poderão atender qualquer desafio dos seus clientes.

As startups do “cluster” já tem reuniões de vendas agendadas em conjunto, para apresentarem uma solução mais completa aos clientes e promoverem o próprio Cluster.

Startups participantes do Cluster

Foco em integração:
Carenet Longevity (www.carenet.com.br) acelerada pela Wayra / Telefônica Open Future
A Carenet foi fundada por sócios suíços e brasileiros, e desenvolveu a maior Plataforma de Integração de Dados de Saúde Digital da América Latina, ajudando empresas a aproveitar dos dados gerados por wearables, aplicativos de saúde, smartphones e dispositivos médicos, de forma rápida e sem grandes investimentos.

Foco em recompensas:
MovaMais (http://movamais.com)
Mova Mais é uma plataforma de motivação para a prática continuada de atividades físicas através da oferta de recompensas aos consumidores.

Foco em tratamento:
Dr. Cuco (http://www.drcuco.com.br)
Fundada em 2015, o Dr. CUCO oferece soluções para melhorar a experiência do tratamento médico dos pacientes.

Foco em comunicação:
Medicinia (https://medicinia.com.br)
Medicinia foi criado em 2012 para reinventar a comunicação em saúde, aproveitando tudo o que a tecnologia pode oferecer para aproximar de forma seguro, humana estruturada as equipes de saúde e seus pacientes.

Foco em prescrição:
Memed (https://memed.com.br)
A Memed é uma plataforma online, onde médicos podem consultar mais de 20.000 medicamentos e fazer prescrições eletrônicas, de maneira rápida e eficiente.

Foco em promoção:
Cybergia (http://cybergia.com.br)
A Cybergia é uma plataforma web para saúde populacional, que promove saúde, previne doenças e ajuda o gestor a diagnosticar e implementar estratégias populacionais.

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Setor de e-commerce é aposta de empresas de tecnologia financeira

Dar continuidade no Brasil ao que já ocorria nas principais economias do mundo, retirando processos intermediários que muitas vezes tomavam tempo e desnecessariamente demandavam esforços de instituições como bancos e administradoras de cartões de crédito, além de facilitar a vida do e-commerce de forma geral: este tem sido o papel de algumas fintechs globais, que têm promovido verdadeiras revoluções, oferecendo de forma ágil e certeira serviços que muitas vezes não estavam sendo assimilados pelos players tradicionais.

O e-commerce brasileiro deve movimentar cerca de R$ 56,8 bilhões este ano, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico. A Adyen é um dos cases de empresa de pagamentos que transaciona hoje em torno de 100 bilhões de dólares no mundo e oferece mais de 250 métodos de pagamento em mais de 100 moedas. Ela é um claro exemplo de como empresas de tecnologia, que têm inovação como produto e core business, mudam a regra do jogo e mostram para empresas e consumidores que coisas que parecem simples, como um checkout otimizado com pagamentos sem barreiras, são responsáveis pelo aumento no volume e estabilidade dos pagamentos online.

Com a utilização de soluções criadas por empresas de tecnologia, é possível diminuir o receio da população com relação às transações online, incorporando à cultura local a naturalidade de realizar transações digitais e ainda, levar uma mudança significativa ao modus operandi das transações. Algo que, se dependessem de soluções desenvolvidas dentro de instituições tradicionais, como bancos e outras empresas de serviços financeiros, poderia levar alguns anos para que se concretizasse e seria um processo muito mais caro.

Não é à toa que em 2015, o investimento global em fintechs aumentou 75%, passando de 22 bilhões de dólares, segundo dados da Accenture. Esse salto dado nos últimos anos pelas fintechs demonstra o quanto esse mercado avançou por meio de uma estrutura mais leve e enxuta e pode contribuir para a evolução do mercado de e-commerce.

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Qual o momento certo para iniciar uma estratégia de importação – Por Tomaz Carvalho

É notório que a importação, mesmo trazendo inúmeras vantagens,
ainda é um desafio para quem empreende ou já é empreendedor no
Brasil. Afinal, são inúmeras as variáveis que envolvem esse
processo sendo que boa parte também depende do cenário atual da
economia e mercado.

Mesmo em se tratando de um campo minado repleto de dúvidas,
especialistas defendem cada vez mais que a importação pode ser uma
alternativa viável para uma empresa oferecer preços competitivos, e
assim, garantir sua existência. Entretanto, o primeiro passo é
entender como funciona esse tipo de operação, os reais custos,
cuidados que você precisa ter e quais opções podem ser mais
vantajosas para o seu negócio.

Insegurança e falta de informação também são dois fatores que
atrapalham a importação de produtos e insumos por pequenas e médias
empresas. No final de 2015, uma empresa selecionou produtos com uma
empresa chinesa, pagou e recebeu todo o material em uma qualidade
totalmente inviável. Após o trauma de amargar com um pesado
prejuízo, eles decidiram contar com uma assessoria especializada, e
hoje importam uma grande gama de produtos e crescem 20% ao ano.

Entretanto, se a ideia e importar da China, é preciso observar
alguns pontos críticos. Como você, ou a sua empresa, irão definir o
fornecedor? Como controlar a produção e a qualidade? Como confirmar
se os dados bancários são de fato do exportador?

“Todas essas questões só podem ser respondidas – de forma
eficaz e segura – através de duas formas: tenha um escritório
próprio na China ou uma consultoria especializada com filial na
China. Dessa forma, você poderá selecionar fornecedores e acompanhar
a produção de forma exigente” complementa o diretor.

Mas para ajudar na sua decisão final, segue um teste que vai te
ajudar a analisar se a sua empresa está em um bom momento para
importar. Caso o resultado tenha mais de cinco respostas “sim”,
significa que você está no momento certo para iniciar uma
estratégia de importação:

*O negócio de sua empresa está cada vez mais competitivo?

*Sua empresa está tendo dificuldade em crescer na região onde
atua?

*Sua empresa é atacadista?

*Sua empresa é varejista com vários pontos de venda?

*O nível de concorrência aumenta periodicamente?

*Sua empresa quer ficar mais independente da pressão dos
fabricantes nacionais?

*Seus concorrentes estão importando?

*Sua empresa quer ter maior autonomia de ação?

Você teve muitas respostas “sim”? Saiba o passo a passo do
planejamento de importação:

a. Definir o fornecedor, produto, preço, quantidade,
embalagem etc.
b. Aprovar amostras
c. Efetuar o pagamento de 30% ao fornecedor
d. Aguardar a produção
e. Efetuar o pagamento de 70% ao fornecedor
f. Embarcar o lote no porto de origem
g. Lote chega no porto de destino
h. Nacionalização da mercadoria
i. Liberação da mercadoria
j. Transporte do lote do porto até o endereço de
destino

Tomaz Carvalho é advogado. Atua à frente da Interbrax desde
2007, realizando desenvolvimento de produtos da China e gerenciamento
de importações.

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KOIN é o novo meio de pagamento da loja de departamentos Havan

A KOIN, empresa que trouxe para o país a primeira e única solução de crédito virtual pós-pago para compras on-line, é o novo parceiro da Havan, uma das maiores lojas de departamentos do Brasil. A partir de agora, os clientes da Havan vão poder comprar e pagar somente após receberem o produto. Para isso, basta criar uma conta na KOIN (www.koin.com.br) e seguir o peixinho.

Entre as ofertas disponíveis no site www.havan.com.br estão itens de eletrodomésticos, eletrônicos, decoração, cama, mesa & banho e brinquedos, por exemplo, entre diversos outros produtos. “Queremos oferecer aos clientes da Havan espalhados por todo o Brasil a experiência de comprar utilizando a KOIN. Se comprar sem sair de casa é bom, pagar só depois de receber o produto é ainda melhor”, afirma Ricardo Laureano, fundador e CEO da KOIN.

Além de seu portal, a rede Havan possui lojas nos Estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Minas Gerais, Bahia, Pará e Rondônia, somando mais de 100 pontos de venda físicos. Em 2014, a rede foi eleita uma das 35 maiores varejistas do Brasil pela Revista Exame e Ibevar.

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Autenticação no pagamento é forma de “uberizar” a loja virtual – Por Jerome Pays

A análise de risco é uma ferramenta fundamental para todas as lojas virtuais na tentativa de combater a fraude. Entretanto, elas se deparam com um dilema: estariam perdendo vendas ao negar pedidos demais, ou estão aprovando transações duvidosas, correndo o risco de sofrer prejuízos com chargebacks (estornos)?

A questão é pertinente, uma vez que não existe política de fraude zero sem negar pedidos de bons clientes. Enquanto muitos casos são óbvios de serem qualificados como irregulares, outros deixam dúvidas. Portanto, a questão é saber qual a medida certa para aprovar ou negar.

Graças à tecnologia, o mercado de pagamento brasileiro evoluiu a ponto de contar com ferramentas mais eficientes contra a fraude, e a principal é a autenticação do portador do cartão, mais conhecidas como “Verified by Visa” e “MasterCard SecureCode”. Embora essas sejam alternativas mais radicais contra os criminosos da Internet, os lojistas virtuais mais críticos também enfrentam resistência por acharem que dificultam também a conversão da compra.

A autenticação é uma ferramenta como qualquer outra, que precisa ser utilizada devidamente, e não de forma sistemática, o que pode acabar se tornando contraprodutivo, prejudicando de fato a conversão. Um claro exemplo que não exige o uso desse recurso é nas compras de clientes com históricos, que não precisam comprovar que são eles mesmos desde que o endereço de entrega seja o cadastrado anteriormente. Outra situação de incompatibilidade é a aplicação para compras em um clique, já que incluir mais uma etapa faria o modelo que preza pela praticidade perder o sentido.

Como usar de forma correta a autenticação

É recomendado fazê-la de modo seletivo, com o recurso ainda pouco conhecido, o Dynamic 3DS. Para isso, é necessária a contratação de uma boa solução antifraude, que fará a opção de solicitar ao comprador a autenticação (ou não) após análise. Atualmente, existem ferramentas eficazes que, em tempo real, sintetizam o mapeamento da navegação do internauta, verificam seus dados cadastrais e respondem com um índice de suspeita de fraude. Este parâmetro deve servir como principal referência para a solicitação da autenticação como esforço suplementar apenas para o internauta suspeito.

Na prática, as indicações são diferentes para cada perfil de lojista. Para quem diz que a autenticação não converte, é recomendada a utilização apenas para transações de risco, que geralmente necessitam de uma revisão manual (custo) e um cancelamento (atrito com consumidor). Já os mais expostos à fraude podem optar de início por uma regra conservadora, verificando semanalmente a eliminação do chargeback, e ir diminuindo progressivamente o nível de precaução para beneficiar a conversão, até identificar o ponto de inflexão.

Este equilíbrio é superdinâmico, da mesma forma que a evolução das soluções antifraudes. O machine learning, base das melhores ferramentas, dispensa a configuração manual das regras, adaptando-se de acordo com padrões de fraude por ele suspeitado ou constatado, na velocidade de processamento dos computadores, e não da análise ao olhar humano.

Ao varejista virtual, é hora de repensar a gestão de fraude e as suas contas, seguindo algumas dicas:

– Não vá para autorização no adquirente sem fazer análise antifraude, essa prática é uma falsa ilusão de economia, o famoso “barato que sai caro”;

– Ao analisar todos os parâmetros, confie no score do antifraude para decidir quando solicitar autenticação;

– Deixe seu gateway de pagamento conduzir a autenticação antes de apresentar ao adquirente todas as transações;

– Calcule a conversão, chargeback e ocorrências no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), e acione os departamentos comercial e financeiro para estimar o quanto eles querem aumentar a conversão e a qual preço.

A autenticação é uma realidade nova no Brasil, opcional para cartão de crédito, mas já obrigatória para quem vende por cartão de débito, nova tendência que traz uma taxa de 100% de conversão. Não tirar proveito dessa ferramenta por desconfiar das novidades é igual a duvidar da eficiência de aplicativos que também não estavam no mercado há dois anos e hoje são extremamente populares como o Uber. Você prefere largar na frente ou vai continuar duvidando?

Jerome Pays, diretor de e-commerce da Lyra Network, multinacional francesa especializada em pagamentos eletrônicos, detentora do gateway PayZen

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Mais de 70% dos brasileiros utilizam aplicativos e sites de e-commerce ao menos uma vez por semana

Pelo segundo ano consecutivo, pesquisa realizada pelo Groupon aponta que o desconto é o principal motivador das compras online

Bons preços e comodidade são os diferenciais que o brasileiro procura na hora de realizar compras online, seja de produtos ou de serviços. Isso é o que retrata a pesquisa realizada pelo Groupon, maior plataforma de comércio eletrônico local do mundo, entre os dias 25 e 27 de julho com 1.011 consumidores brasileiros, com o intuito de conhecer o comportamento de compra online e comemorar o sexto ano da companhia no País.

De acordo com o estudo, 72% dos entrevistados utilizam aplicativos e sites de e-commerce ao menos uma vez por semana e 69% afirmam que a principal razão para comprar online são os descontos – resultado similar ao obtido no ano anterior, no qual o desconto foi escolhido como o fator número um para se comprar online, entre sete outros itens (preço, marca, atendimento, garantia, entrega e qualidade).

“Hoje em dia, os apps de e-commerce são grandes aliados do consumidor. É possível pesquisar e comparar preços a qualquer hora e em qualquer lugar”, diz João Pedro Serra, country manager do Groupon Brasil. “O app do Groupon, por exemplo, permite que o usuário compre serviços e experiências com desconto inclusive quando ele já estiver dentro do estabelecimento”, completa.

Outro dado que comprova o potencial das vendas via Internet é o de que 59% dos consumidores afirmam que mais de 50% de suas compras são realizadas por meio de plataformas online – o que inclui também a aquisição de ingressos e vouchers para atividades de lazer e entretenimento.

Entre os passeios mais apreciados pelo consumidor brasileiro estão as experiências gastronômicas e as viagens, que tiveram 55% e 29% dos votos, respectivamente. Aliás, o desejo de conhecer locais diferentes e inusitados é o que motiva 69% dos entrevistados a comprar experiências. Mesmo assim, não há excessos: 57% afirmam que as aquisições realizadas via Internet são fruto de amplas pesquisas e que são planejadas de acordo com o orçamento.

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Innovators Summit traz empresas disruptivas para falar sobre inovação, tecnologia e transformação de negócios

Nos dias 5 e 6 de setembro de 2016, acontece em São Paulo a segunda edição do Innovators Summit, conferência que trará especialistas mundialmente conhecidos para falar sobre inovação e compartilhar casos de sucesso de empresas que criam tendências disruptivas no mercado. O evento é co-realizado pela CI&T, especialista global em soluções digitais, e pela +Innovators, rede internacional de inovação, e terá o BNDES como principal patrocinador.

“As grandes empresas não olham para a inovação como deveriam, mas as startups e os jovens empreendedores estão no mercado para mostrar como criar tendências e obter sucesso com atitudes pragmáticas e eficientes”, salienta André Monteiro, sócio e CEO da +Innovators. “Trouxemos para o evento os criadores da inovação ao redor do mundo, que trarão ao público brasileiros as principais novidades e transformações de mercado esperadas para os próximos anos”, completa.

“Em um mercado onde a disrupção dos negócios gerada por novas tecnologias tem chegado numa velocidade maior, saber inovar de forma ágil é o que permitirá a manutenção de competitividade em diversos setores”, destaca Leonardo Mattiazzi, vice-presidente de inovação da CI&T. “O Innovators Summit promoverá dois dias de imersão na área da inovação global, para que empresas conheçam casos de sucesso e tenham a percepção de que é possível criar hoje novos modelos de negócios diferenciados, inclusive no Brasil e mesmo diante das atuais dificuldades econômicas do nosso país”, disse.

A conferência está dividida em três pilares: Inovação, Tecnologia e Transformação. Os principais painéis e palestras abordarão temas como cultura corporativa voltada à inovação, a revolução das Fintechs, a tendência do blockchain por trás dos bitcoins, big data voltado ao melhor atendimento ao cliente, como utilizar estratégias de growth hacking a favor da empresa de forma pragmática, entre muitos outros assuntos.

Veja abaixo a agenda completa:

5 de Setembro (segunda-feira)

13h – 14h – Credenciamento
14h – 14h25 – Abertura
14h25 – 14h45 – Innovators – A arquitetura da inovação
14h45 – 15h30 – Mudando mindset e reciclando conhecimento para encarar mudanças de mercado e novos desafios tecnológicos
15h30 – 16h – Adaptando seu produto para sobreviver em mercados disruptivos
16h – 16h35 – Coffee Break + Creative Coffee
16h35 – 17h – Inovação na Acquia: ampliando ecossistemas de conteúdo para novos espaços
17h – 17h30 – Cultura: preparando sua empresa para inovação
17h30 – 17h50 – Design Sprint: entenda como funciona o framework criado pela Google Ventures
17h50 – 18h30 – Liderança e gerenciamento voltados para inovação

6 de Setembro (terça-feira)

8h30 – 9h30 – Welcome Coffee e Credenciamento
9h30 – 10h10 – Disrupção no atendimento ao cliente: como tecnologias de ponta estão modificando a interação entre empresas e consumidores
10h10 – 10h30 – Dado e bots: como tecnologias de ponta estão modificando a interação entre empresas e consumidores
10h30 – 11h10 – Growth Hacking: entenda o segredo do processo de aquisição de clientes de startups bilionárias
11h10 – 11h40 – Lições de design de produto e gerenciamento do Facebook, Flickr, Zynga and JANA
11h40 – 12h – AWS: inovação na escala da nuvem
12h10 – 12h30 – Rompendo as amarras: como uma grande empresa pode inovar com agilidade e consistência
12h30 – 13h30 – Pausa para almoço
13h30 – 14h – Blockchain: entenda o futuro desta tecnologia
14h – 14h20 – Bitcoin: conheça a maior empresa de Bitcoin do mundo
14h20 – 14h40 – Para onde vão os serviços financeiros em mercados emergentes?
14h40 – 15h05 – Coffee Break + Creative Coffee
15h05 – 15h35 – Neurosciência e DIY: novas tecnologias, suas aplicações e impacto na área de Health Tech
15h35 – 16h05 – Auto-diagnóstico, realidade virtual e democratização da saúde
16h05 – 16h45 – Investindo em inovação de impacto
16h45 – 17h20 – Como a Internet das Coisas mudará sua vida e da sua empresa
17h20 – 17h40 – Encerramento

Innovators Summit 2016
Data: 5 e 6 de setembro
Local: Teatro CETIP, em São Paulo
Informações sobre o evento e como participar, basta acessar:
www.innovatorssummit.co

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Aplicativo inovador da Delta ajuda pilotos a visualizarem e evitarem turbulências

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A turbulência é um fenômeno que sempre incomodou pilotos em todo o mundo e de acordo com o estudo Weather Accident Prevention Project da NASA (estudo para prevenção de acidentes relacionados a condições meteorológicas, em inglês), as turbulências custam aproximadamente US$ 100 milhões às companhias aéreas todos os anos. Ela também é responsável por incomodar clientes e a tripulação de bordo e, em alguns casos raros, pode até causar pancadas nas pessoas a bordo.

Prever quando e onde ela irá acontecer e a intensidade da turbulência é algo muito difícil, mas a Delta desenvolveu um novo aplicativo líder de indústria que está ajudando os pilotos a visualizarem e evitarem as turbulências.

Lançado em abril, o aplicativo Flight Weather Viewer da Delta oferece aos pilotos gráficos de turbulências e previsões em tempo real na cabine de comando.

“A Delta pode se beneficiar de uma convergência de tecnologia acessível (por exemplo, tablet, dados meteorológicos aprimorados e conectividade de aeronaves) para desenvolver uma maneira inovadora de informar condições climáticas aos pilotos”, disse o capitão Steve Dickson, vice-presidente sênior de Operações de Voo. “Esta abordagem permite que nossas tripulações tomem decisões informadas para um voo mais seguro, uma operação mais eficiente e uma melhor experiência aos passageiros”.

O aplicativo, desenvolvido em parceria com a empresa Basic Commerce and Industries (BCI), permite que pilotos conectem seu plano de voo e visualizem onde a turbulência está e como ela será encontrada em um mapa colorido 3D e escala 0-100.

O sistema utiliza algoritmos especiais de sensores aviônicos instalados em mais de 300 aeronaves da frota da companhia aérea, para combinar dados dos acelerômetros verticais com dados do estado atmosférico, incluindo fatores como inclinação, rotação e velocidade do vento, gerando relatórios sobre as turbulências. Estes relatórios são enviados para modelos de previsões e ficam disponíveis no aplicativo em tempo real. Pilotos podem mandar alertas de ameaças durante a sua rota, o que aciona notificações em áudio e visuais, sinalizando quando uma área de turbulência se encontra à frente, quando a sinalização de cinto de segurança deve ser acesa e quando a cabine necessita de atenção.

A grande diferença entre o aplicativo da Delta e tecnologias similares é que os dados são personalizados por tipo de aeronave, afinal uma turbulência afeta uma aeronave 737 de fuselagem estreita de maneira diferente de uma muito maior, como o A330. O aplicativo também está disponível em tempo real, graças à conectividade rápida e segura da rede de wi-fi de bordo da Gogo, em vez do tradicional sistema digital ACARS que está em atuação desde o final dos anos de 1970.

Tradicionalmente, antes do voo os pilotos recebem instruções sobre condições climáticas previstas. Estas instruções incluem relatórios de pilotos, também conhecidos como PIREPS, com informações limitadas, subjetivas e às vezes até desatualizadas. Como os tablets (ou bagagens de voos eletrônicas) substituíram gráficos de papel e manuais, os pilotos têm utilizado aplicativos na cabine de voo. A Delta começou a trabalhar com seus tablets Microsoft Surface em 2013.

Os pilotos da Delta se voluntariaram para testar o aplicativo desde janeiro e muitos disseram que ele iria transformar a indústria.

“O aplicativo Flight Weather Viewer se tornou uma ferramenta valiosa. É o aprimoramento mais incrível de conhecimento de situações durante o voo desde o desenvolvimento da cabine de comando de vidro e do FMC (computador de gerenciamento de voo)”, disse o co-piloto Jason Rice. “As previsões são precisas, os relatórios são objetivos e indicam condições reais, e a funcionalidade do aplicativo torna o acesso às informações muito mais fácil… Nós avançamos muito em relação à segurança e conforto do passageiro”.

Despachantes de voos e a equipe de 25 meteorologistas da Delta também estão capacitados com esta nova e aperfeiçoada ferramenta, que oferece atualizações de alertas sobre riscos relacionados às condições climáticas em todo o mundo com maior frequência.

A Delta espera observar uma queda significante no número de lesões e manutenções provocadas por conta de turbulências.

Espera-se também que o aplicativo reduza a emissão de carbono da companhia aérea, pois os pilotos não precisarão utilizar mais combustível para alterar a velocidade ou altitude em busca de melhores condições climáticas. Esta abordagem única de oferecer relatórios e previsões sobre turbulências em tempo real à cabine de comando foi patenteada e reconhecida pelo NTSB (organização responsável pela investigação de acidentes aéreos), pela FAA (Administração Federal de Aviação) e pelo National Center for Atmospheric Research (Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas). Entre 2013 e 2014, a FAA ofereceu suporte a uma versão demo do aplicativo para validar esta nova tecnologia.

Atualmente, a Delta tem o algoritmo reportando turbulências instalado em sua frota de aeronaves 737 e 767 e planeja expandir para aeronaves maiores que fazem voos internacionais, ao adicionar à frota de 777 e A330 em um futuro próximo. Na fase dois do projeto do aplicativo, os desenvolvedores esperam adicionar detecção para diversos outros tipos de interferências climáticas, como raios, granizo e até mesmo cinzas vulcânicas.

Clique aqui para ver o infográfico da Delta sobre turbulências.

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Infraestrutura de recarga de veículos elétricos é tema de palestra do CPqD em evento do setor

Os desafios da recarga de veículos elétricos no Brasil serão o foco da apresentação do CPqD na Conferência Latino-Americana de Veículos Elétricos, evento paralelo ao 12.º Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos, que será realizado entre os dias 01 e 03 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Luiz Rolim, pesquisador da Diretoria de Suporte à Decisão e Aplicações do CPqD, participará do painel O mercado de energia elétrica e o desenvolvimento do setor de Veículos Elétricos, programado para o dia 02/09, das 13 horas às 14h45. Ele fará uma palestra sobre o tema Modelos de mercado para o desenvolvimento da infraestrutura de recarga no Brasil, em que abordará os principais desafios e oportunidades nessa área.

“A intenção é apresentar uma proposta de modelo de mercado para nortear, em âmbito nacional, a implantação de infraestruturas de recarga pública para veículos elétricos”, adianta Rolim. Ele explica que esse trabalho é parte de um projeto de pesquisa e desenvolvimento ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) – o Programa Mobilidade Elétrica para Inserção de Veículos Elétricos em Frotas Empresariais da Região Metropolitana de Campinas -, que vem sendo conduzido pela CPFL em conjunto com o CPqD e a Unicamp.

Além de Luiz Rolim, participarão do painel – e do debate – representantes do Ministério das Minas e Energia, da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE) e do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia (CERNE). Mais informações sobre o evento estão disponíveis no site http://velatinoamericano.com.br/

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Audi connect conquista prêmio “Golden Computer 2016” na Alemanha

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Pela segunda vez, leitores da revista Computer Bild honraram o Audi connect como o melhor pacote de conectividade na indústria automotiva. Na prestigiada competição “Golden Computer”, os votos colocaram o sistema da Audi em primeiro lugar na categoria “carro conectado”.

O cobiçado troféu “Golden Computer 2016” recebido pela Audi confirma a resposta bastante positiva dos leitores em relação às tecnologias de conectividade da marca. Marcus Keith, Chefe de Desenvolvimento de Sistemas Operacionais e Displays da AUDI AG, afirmou: “Esse prêmio dos leitores da Computer Bild é um reconhecimento dos muitos anos de comprometimento da marca na área de sistemas operacionais e conectividade veicular. Nossos clientes se impressionam pelo conforto e pela funcionalidade oferecidos pelo SIM card permanentemente integrado para o uso de serviços conectados e pelo Audi Virtual Cockpit no A4. O ‘Golden Computer’ nos impulsiona ainda mais na nossa busca por resultados melhores em desenvolvimento eletrônico”.

Audi connect foi mais uma vez o vencedor do “Golden Computer” na categoria carro conectado. A cerimônia de premiação foi realizada na editora Axel Springer SE em Berlim.

Com o Audi connect, a montadora premium baseada em Ingolstadt combina todas as tecnologias e aplicações que conectam seus modelos ao condutor, a outros motoristas nas ruas, a internet e a toda infraestrutura.

Neste ano a competição “Golden Computer” foi realizada pela 16ª vez. E as tecnologias na categoria carro conectado foram avaliadas pela segunda vez. Os leitores votaram em 13 categorias, não apenas para tecnologias de software e hardware, mas também para serviços.

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Startups focadas em soluções digitais para a área da saúde têm até domingo para se inscrever em prêmio

Descobrir jovens empresas de tecnologia e incentivar o desenvolvimento de soluções digitais inovadoras que contribuam para os cuidados com a saúde. Esse é o objetivo da 2ª edição do prêmio Desafio Pfizer, que selecionará três startups nacionais de Saúde Digital para um programa de mentoria com executivos da Pfizer no Brasil e nos Estados Unidos. Os interessados em participar da iniciativa, promovida em parceria com a Berrini Ventures, aceleradora de startups na área da saúde, podem se inscrever por meio do site www.desafiopfizer.com.br, até o dia 4 de setembro.

“O sucesso obtido no lançamento do prêmio em 2015 nos motivou a planejar uma nova edição. Para a Pfizer, que tem a inovação em seu próprio DNA e investe fortemente em pesquisa e desenvolvimento em busca de novos tratamentos, essa é uma grande oportunidade de impulsionar o desenvolvimento de produtos e soluções que ajudem a melhorar a prática médica e, consequentemente, a vida dos pacientes, criando valor para a sociedade como um todo”, afirma o diretor comercial da Pfizer, Vagner Pin, que também lidera na companhia a área de Multi-Channel Marketing, idealizadora do projeto.

Startups brasileiras podem participar em três etapas: early-stage (em fase inicial de desenvolvimento), commitment (empresas já constituídas, com solução em uso beta por usuários) e scalling (com produtos finalizados e em crescimento expressivo no número de clientes). Entre as empresas inscritas, 12 serão selecionadas para apresentar seus projetos a uma banca multidisciplinar formada por executivos da Pfizer, da Berrini Ventures e de hospitais e grandes empresas na área de saúde.

As três vencedoras serão anunciadas no dia 27 de setembro, durante o Hospital Innovation Show, em São Paulo. Entre os mentores do prêmio estão Maria Lanzarone (diretora de Produto para a América Latina da Pfizer Inc), Sílvio Ferrari (diretor de Marketing e Vendas da Área Hospitalar da Pfizer Brasil) e Fernando Cembranelli (CEO da Berrini Ventures). O grupo terá encontros presenciais e virtuais com as startups vencedoras.

Os três primeiros colocados participarão do ciclo de aceleração da Berrini Ventures. “Só nos Estados Unidos, o setor de Digital Health recebeu quase US$ 1 bilhão em investimento nos primeiros quatro meses do ano. No Brasil, o mercado ainda é incipiente, mas tem grande potencial de se desenvolver”, destaca Cembranelli.

Globalmente, desde 2004, a Pfizer investe em empresas inovadoras em todo o mundo por meio da Pfizer Venture Investments, seu braço em Venture Capital.

Vencedores da primeira edição

A primeira edição do Desafio Pfizer foi realizada no ano passado. Os quatro vencedores foram a LinCare (que desenvolveu uma pulseira inteligente para monitoramento de idosos), Epistemic (com um projeto de dispositivo para detecção antecipada de surtos epilépticos), DoctorID (tecnologia para gestão de escalas e plantões médicos) e Clever Care (solução para monitoramento de pacientes a distância).

Para a fundadora da LinCare, a empresária Ana da Mata, participar do Desafio Pfizer foi uma experiência rica, que ajudou a empresa a se desenvolver. “O contato com uma empresa de renome mundial nos fez amadurecer e enxergar possibilidades por meio da ajuda e da colaboração dos mentores da Pfizer. Ganhamos uma aprovação do negócio e a ajuda de experts que colaboraram com a startup”, afirma. Ela destaca também a importância do apoio da Berrini Ventures para as startups vencedoras no processo de aproximação do mercado de São Paulo. “Trocamos contatos, participamos de eventos e nos ajudamos. Foi incrível”, completa.

Um dos mentores da primeira edição do prêmio, o diretor da Unidade de Vacinas da Pfizer Brasil, Marco Ferrazoli, destaca que a parceria com as startups é um processo de aprendizagem mútuo, em que ambas as partes saem fortalecidas. “De um lado, provocamos os empreendedores para que pudessem desenvolver uma visão mais estratégica de planejamento e de gestão financeira, sempre pensando no longo prazo. Ao mesmo tempo, também aprendemos lições importantes que estão totalmente alinhadas com as premissas de uma organização global, como pensar grande, mas sem esquecer que muitas vezes é preciso começar de baixo, sempre validando as estratégias ao longo do percurso”, ressalta.

Desafio Pfizer 2016

Inscrições: até 4 de setembro, por meio do site www.desafiopfizer.com.br
Avaliação das 12 startups finalistas: 15 de setembro
Premiação das 3 startups vencedoras: 27 de setembro
HIS – Hospital Innovation Show – São Paulo Expo (Ex-Imigrantes)

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Analisando o datacenter: o que pode (e o que não pode) ser migrado para a nuvem – Por Gerardo Dada

De acordo com os resultados de uma recente pesquisa feita com profissionais de TI, 43% das organizações estimam que pelo menos metade da infraestrutura de TI estará na nuvem nos próximos três a cinco anos. A corrida para a nuvem está cada vez mais acelerada, mas é muito comum as empresas começarem a implementar ambientes de TI híbrida sem antes considerar as cargas de trabalho que realmente precisam desse tipo de ambiente.

O mais importante é que a decisão da sua empresa em migrar as cargas de trabalho e os aplicativos para nuvem não seja arbitrária. Como decidir o que deve ser armazenado em nuvem?

O melhor momento para considerar a migração para a nuvem é quando chegar a hora de atualizar a plataforma de um aplicativo. Não há necessidade de reprojetar um aplicativo ou carga de trabalho para ser compatível com a nuvem. Se ele não tem nenhum problema, por que migrá-lo? Para explicar o motivo, vamos supor que sua organização esteja no processo de atualização da plataforma de vários aplicativos, e você deve decidir se aproveitará as vantagens da nuvem para armazená-los. Há algumas considerações básicas para você determinar se é melhor migrar para nuvem ou continuar no hardware local.

Avaliando o que pertence ao local ou à nuvem

Em primeiro lugar, pergunte-se: o aplicativo ou a carga de trabalho é autônoma ou possui várias dependências? O blog da empresa, por exemplo, pode ser considerado carga de trabalho autônoma de fácil migração para a nuvem. No outro extremo, um CRM interno, por exemplo, exige conectividade com o sistema de ERP e com outros sistemas interdependentes. A migração dessa carga de trabalho para a nuvem traria mais riscos em termos de latência e probabilidade de problemas.

Você também deve identificar se a carga de trabalho é voltada para o cliente ou basicamente acessada pela Internet. Se for, provavelmente será melhor hospedá-la na nuvem para garantir que os usuários finais obtenham o máximo de tempo de atividade, desempenho e disponibilidade. Da mesma forma, a nuvem também é mais adequada para cargas de trabalho variáveis. Se você acha difícil prever com exatidão a quantidade de tráfego que um aplicativo receberá em um determinado momento e, por associação, suas necessidades de capacidade, será melhor para você migrá-lo para a nuvem e aproveitar os benefícios dos serviços adicionais e da agilidade inerente.

Pode parecer óbvio, mas o nível de experiência da organização com governança e segurança no que diz respeito aos aplicativos na nuvem deve exercer um papel importante na relação com a migração. Se for a primeira vez que sua organização trabalha com um provedor de nuvem pública e os respectivos termos e condições de segurança do SLA, você provavelmente não começará com um aplicativo básico crítico. Por outro lado, uma equipe experiente deve ter mais confiança na hora de migrar um aplicativo mais complexo e gerenciar a relação com o provedor de nuvem.

É mais importante ter em mente que, no ambiente sob demanda atual, o usuário final espera tempo de atividade e um tempo de resposta aceitável, independentemente de onde você hospeda os aplicativos. Muitas empresas migram para a nuvem com a expectativa de economizar, mas o desempenho, que é o principal impulsionador do tempo de atividade, está estreitamente vinculado aos custos e tem um valor elevado na nuvem. Sem saber os requisitos de cada aplicativo ou carga de trabalho e como um provedor de serviços de nuvem específico é capaz de atendê-los, você poderá ter uma surpresa ao receber a fatura.

O que fazer se não for a hora certa de migrar?

Com certeza, não é porque apenas alguns aplicativos ou outras cargas de trabalho não sejam adequados para a nuvem, ou vice-versa, que essa possibilidade está totalmente fora de questão no futuro. Por exemplo, a sua empresa precisa de uma capacidade de armazenamento considerável e, em algum momento no futuro, a Amazon Web Services pode anunciar um novo serviço de armazenamento a um preço menor que torne a migração para a nuvem viável e atenda aos requisitos de segurança e durabilidade dos arquivos de sua organização.

Em termos gerais, você deve considerar a migração somente quando os requisitos de um aplicativo mudarem. Com isso, você pode estar prestes a ficar sem espaço e recursos em sua infraestrutura física e, em vez de investir em outro hardware local, seria mais econômico aproveitar a escalabilidade da nuvem.

Em outro cenário, se você está executando um aplicativo na nuvem, e o SLA do provedor passar por mudanças a ponto de ser mais barato voltar para um local físico, ou a carga de trabalho tornar-se mais previsível, talvez seja o momento de migrar novamente para um hardware local. Algumas startups nativas na nuvem já atingiram um certo volume crítico que torna mais estratégico e econômico mover partes da infraestrutura de volta ao modelo local (ou compartilhamento de localização).

Pensando como profissional de TI em um mundo híbrido

Apesar dessas considerações, a realidade é que a própria base da tecnologia está se tornando cada vez mais híbrida, e os profissionais de TI devem começar a pensar nas práticas de gerenciamento e monitoramento em um contexto híbrido. Com isso em mente, confira algumas práticas recomendadas que ajudarão você a gerenciar melhor o ambiente de TI híbrida agora ou no futuro.

• Tenha uma mentalidade de nuvem híbrida: Apesar do crescente papel da nuvem na estratégia de datacenter, a infraestrutura de TI local não mudará muito por enquanto. Para unir essas duas abordagens, infraestrutura de TI tradicional e serviços de nuvem, e preparar-se para o futuro da TI híbrida, adote um método voltado à carga de trabalho e use a nuvem, o hardware local e uma combinação dos dois, de acordo com cada carga de trabalho.

• Adote o DevOps: Independentemente da arquitetura do aplicativo e da marca dos servidores, é importante ter um aplicativo moderno em mente. O movimento de DevOps trouxe novas práticas, ferramentas e processos que beneficiaram o desenvolvimento e as operações de TI em geral. As organizações podem adotar os princípios básicos e as práticas recomendadas de DevOps, incluindo orientação de usuário final e desempenho, visibilidade e monitoramento de ponta a ponta e colaboração para obter um datacenter mais ágil, disponível, escalonável e eficiente.

• Monitore para a era híbrida: Da mesma forma que se deve estabelecer uma visão unificada de todo o hardware local, no qual a infraestrutura provavelmente tem um número qualquer de soluções de fornecedores diferentes, os profissionais de TI devem implementar um sistema de monitoramento capaz de lhes proporcionar uma visão de todo o ambiente de TI híbrida. Esse tipo de sistema possibilita que você tome decisões bem-informadas sobre as cargas de trabalho que pertencem ao hardware local ou à nuvem. Você deve ser capaz de ver, em um único lugar e a qualquer momento, quando o desempenho do aplicativo está lento ou abaixo do esperado, seja na nuvem ou no hardware local, e comparar o desempenho relativo entre os dois para tomar decisões bem-informadas.

Ao final do dia, com tantas opções de hospedagem de aplicativos, seja em contêiner, máquina virtual ou nuvem, as empresas esperam a certeza do desempenho e a economia nos custos. A melhor maneira de atender a essa expectativa é por meio de ferramentas de monitoramento adequadas, que proporcionam um entendimento das alterações nos aplicativos ao longo do tempo e acompanham os requisitos reais dos aplicativos e da carga de trabalho.

• Crie um mapa: Não existe um caminho certo para adotar elementos de computação em nuvem e introduzir a TI híbrida em sua organização. Cada empresa é diferente e, geralmente, essa jornada leva vários anos. A melhor opção para qualquer departamento de TI que esteja considerando migrar para nuvem é criar um mapa. Você precisa estar bem-informado para tomar decisões inteligentes quando se trata de nuvem, mesmo que a decisão seja não fazer nada por enquanto, pois não há necessidade de mudança imediata.

Tomar esse tipo de decisão exige desenvolver conhecimentos específicos, inclusive saber como obter a visibilidade certa com ferramentas de monitoramento híbridas, criar processos para migração e teste de aplicativos e modelos de planejamento econômico e de capacidade que não dependam de tecnologias específicas, como virtualização ou computação em nuvem.

O importante é elaborar um mapa de adoção da nuvem baseado em uma avaliação de cada carga de trabalho, que leve em consideração os requisitos, a variabilidade da carga de trabalho, a vantagem potencial, os custos e a urgência.

Gerardo Dada, vice-presidente de marketing de produtos da SolarWinds

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Ambiente de negócios digitais redefinirá a competição global – Por Cassio Dreyfuss

Muitas empresas e seus CIOS têm ainda uma ideia muito vaga de como será o futuro do ambiente de negócios digital. Muitos não avaliam o grau de transformação que será necessário. No Brasil, os líderes do negócio (o que deve incluir também os executivos de tecnologia) têm dúvidas sobre sua própria capacidade de ir em direção aos negócios digitais, devido às grandes mudanças necessárias, aos orçamentos limitados e às condições econômicas desafiadoras.

Gostemos ou não, a revolução digital está chegando às nossas praias. Já é uma realidade. E, na nossa visão, transformará radicalmente a maneira como se fazem negócios em todas as indústrias – incluindo governo. Elementos importantes ainda não estão totalmente claros: os diferentes cenários nos diversos setores, os novos desafios e as novas regras. Mas é justamente aí que estão as oportunidades.

CIOs brasileiros podem – e precisam – desenvolver a visão dos negócios digitais de suas respectivas empresas e seguir adiante, assumindo papel de liderança na nova economia digital. As novas possibilidades criadas pelos negócios digitais redefinem os mercados e as regras de concorrência. A contagem volta a zero. A competição começa de novo. Todo mundo tem uma nova chance.

Os novos líderes de tecnologia têm grandes desafios pela frente. As possibilidades para criação de negócios realmente inovadores são virtualmente inexploradas na maioria das indústrias, especialmente em países emergentes. E a flexibilidade das tecnologias digitais permite a criação de modelos totalmente novos. Eles são, em geral, intensivos em informação – mas não exigem investimentos pesados em ativos (uma condição praticamente obrigatória para viabilizá-los no Brasil de 2016-2017). E, na maioria dos casos, a criatividade é a única limitação, pois ainda não há enquadramentos legais ou marcos regulatórios para restringi-los. Além disso, a revolução digital é recente e ainda não há vencedores claros nem posições de liderança consolidadas. O momento é agora. Neste mundo global, os competidores estrangeiros não vão esperar a plena recuperação do nosso país para avançar nesse novo jogo digital.

Nossos CIOs devem trabalhar com a alta administração e os líderes de negócios para criar o novo modelo de negócios digitais de suas empresas. Precisam promover o desenvolvimento de novas redes de liderança, fora da TI, envolvendo talentos internos e externos à empresa. E doutrinar os líderes de negócios nos novos modelos digitais, que alavancam criatividade e inovação aplicadas sobre ativos de informação intangíveis, sem a necessidade de altos investimentos em ativos físicos. Necessitam também redirecionar a busca de talentos – problema complicado no Brasil – sob uma visão de uma rede dinâmica híbrida, usando oportunamente recursos internos e externos.
Modelos econômicos agrícolas e industriais focam em bens tangíveis, como ferramentas, equipamentos, insumos e matéria-prima. Já os modelos econômicos de serviço enfatizam a importância de ofertas intangíveis, onde o diferencial competitivo fica por conta de características que são adicionadas aos serviços — de certa forma, já um modelo “desmaterializado”. Agora estamos começando uma nova era econômica — o negócio digital – que leva a desmaterialização em um nível nunca pensado até agora.

Uma parte importante da vantagem competitiva das empresas no passado foi seu acesso privilegiado a recursos materiais, ou custos baixos em seu processo de transformação física, da matéria prima às mercadorias acabadas. Nesta nova era, os componentes intangíveis têm precedência sobre os materiais. O negócio digital é alimentado pela inteligência e criatividade em explorar ativos de informação, mais do que ativos físicos.

A consequência é que as barreiras de concorrência que foram construídas no passado em torno do acesso aos recursos perderam sua importância ou desapareceram por completo, e as empresas devem começar a construir suas novas posições competitivas baseadas no acesso e proteção de seus ativos intangíveis. Por exemplo, a Prudential Insurance criou uma oferta chamada Vitality (“o programa de recompensa de vida saudável”), baseado nos registros coletados dos sensores de monitoramento de atividades físicas (braçadeiras, tênis, peças de roupa etc.).

O sistema completo é somente um modelo de negócio intangível desenvolvido com investimentos acessíveis. Não é difícil para outros operadores criarem uma oferta similar. Então, parte da barreira de proteção está em trazer parceiros chave estratégicos para participar desta oferta.

Empresas de países como o nosso, com problemas econômicos – agudos ou endêmicos – e dificuldades financeiras, não precisam direcionar altos investimentos para a nova economia digital. Em vez disso, agora podem competir alavancando bens intangíveis e talento das pessoas (inteligência e criatividade turbinando habilidades pessoais), que são pagos em cômodas parcelas mensais.
Com as novas regras, todas as empresas – mesmo aquelas com emprego intenso de ativos – têm uma nova oportunidade pela frente que não podem desperdiçar, mesmo diante do atual cenário econômico brasileiro. Isso precisa ser feito, e agora.

Cassio Dreyfuss, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner

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Cabify expande operação no país e chega a Porto Alegre e Belo Horizonte em setembro

A Cabify (www.cabify.com), empresa mundial de soluções de mobilidade urbana inteligentes, segue seu plano de expansão no Brasil com o objetivo de se tornar líder de mercado e já trabalha para estabelecer sua operação em Porto Alegre e Belo Horizonte. Depois do sucesso em São Paulo, que já conta com 25 mil motoristas cadastrados no site para se tornarem parceiros, e 5 mil no Rio de Janeiro, a empresa está com o processo de cadastramento e recrutamento de motoristas abertos nas duas cidades. A empresa visa agregar o melhor do transporte profissional com a conexão entre passageiros e motoristas particulares por meio de smartphones e site. A empresa inicia operação nas duas cidades oferecendo o Cabify Lite, modalidade que abriga veículos comuns e conta com equipe regional em cada uma das praças.

“Nosso plano de expansão no Brasil é bastante agressivo. Iniciamos a nossa operação em São Paulo em junho e no Rio de Janeiro no início de agosto e estamos recebendo parceiros agora em Porto Alegre e Belo Horizonte. Devemos iniciar a operação nas duas cidades agora em Setembro”, afirma Daniel Velazco-Bedoya, Head de Operações da Cabify no Brasil.

Assim como na Capital Paulista e na Cidade Maravilhosa, o serviço da Cabify poderá ser utilizado em Belo Horizonte e Porto Alegre tanto pelo aplicativo, que já está disponível nas versões iOS e Android, como diretamente pelo site. A Cabify busca solucionar as necessidades da demanda das grandes cidades com uma ampla gama de opções de frota, composta por carros comuns, executivos, minivans de luxo e transporte privado aéreo. Esses diferenciais fazem da plataforma uma opção com muitos benefícios por um investimento justo.

“Nossa premissa é prestar um serviço e fazer um atendimento da mais alta qualidade e sabemos que o bom relacionamento com os nossos parceiros é essencial para que a relação entre motorista e passageiro funcione de forma eficiente. E é exatamente por isso que um dos nossos diferenciais é baseado em valores fixos para o cálculo dos custos das viagens, o que torna ainda mais favorável o uso da nossa plataforma tanto para o motorista, quanto para o usuário”, ressalta Bedoya. “A regulamentação desse serviço é outro ponto importante para a Cabify, portanto, no processo de abertura de novas praças, fazemos questão de manter um relacionamento próximo com as autoridades locais para dialogar e entender qual a melhor forma de operação em cada uma das cidades”, completa o executivo.

A empresa tem a segurança de que a sua proposta de valor, além das diversas categorias de transporte que oferece, conseguirá apoiar a mudança cultural do Brasil no que diz respeito à diminuição do uso de carros particulares. Redução que favorece diretamente a melhoria da mobilidade nas cidades e na qualidade de vida das pessoas que transitam por elas. A Cabify tem criado oportunidades para geração de novas alternativas de renda para a população, tanto que já iniciou o processo de cadastro de novos parceiros. Interessados devem acessar http://motoristas.cabify.com.br

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Sonda IT anuncia estratégia para o mercado de Segurança da Informação

O crescente uso de serviços em nuvem, o aumento da demanda por soluções móveis, a ampliação na sofisticação das ameaças virtuais e a dificuldade em assegurar a privacidade dos dados resultam em um cenário na qual a segurança da informação torna-se cada vez mais complexa e estratégica para as empresas. Atenta a esta realidade, a Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação, anuncia a sua oferta voltada para o mercado de Segurança.

A proposta consiste em levar às medias e grandes empresas um serviço consultivo, baseada na necessidade integral do cliente, o atendendo através de uma plataforma agnóstica, cuja a particularidade da estratégia está em oferecer desde o diagnóstico, indicando o tecnologia exata para assesugar os dados da empresa, até a manutenção dos serviços, blindando ao máximo a companhia de riscos a ataques virtuais. Neste primeiro momento, a Sonda mira o seu alvo para os setores de telecom, finanças e e-commerce devido ao volume massivo de dados confindenciais que trafegam nesses segmentos.

Como parte da iniciativa, a Sonda realizou investimentos na área de Segurança da Informação focados no aprimoramento de protocolos de diferentes fabricantes, no reforço do time especialista, além de prever o lançamento de produtos, que serão desenvolvidos em larga escala com a intensão de usufruir de toda estrutura do data center próprio da integradora, no qual detém a certificação TIER III.

Para liderar a frente, a Sonda contratou Fernando Fontão como gerente de Soluções de Segurança. O executivo possui larga experiência em Tecnologia da Informação, com passagens mais recentes pela AirPatrol Corporation e CheckPoint Software Technologies. Dentre os principais desafios na integradora, o executivo coordenará os núcleos de planejamento estratégico de soluções de segurança, análises de necessidades do mercado e gestão da equipe de analistas de negócios.

Segundo Fontão, o quesito segurança nas empresas não deve ser considerado como um complemento das rede, mas sim uma plataforma em que o próprio negócio é planejado e executado. “Segurança da Informação envolve hardware e software, mas precisa de outros componentes para que seja mais efetiva, desde a escolha da tecnologia, passando pelo por processos de governança, risco e conformidade que deverão ser observados atentamente até o acompanhamento do estado da segurança como um todo. A tônica da oferta é baseada no discurso “a segurança da segurança”. Ou seja, sistemas que antecipam situações nas quais poderiam provocar interrupção no serviço e prejuízos ao negócio do cliente no dia a dia.” finaliza o executivo.

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Cinco lições que sua empresa pode aprender com as startups

As startups deixaram há muito tempo de ser apenas uma ideia no papel pelos seus idealizadores. Muitas empresas iniciantes se tornaram referências em inovação e estão influenciando outras companhias maiores, que estão remodelando todo o seu negócio para buscar justamente essa veia inovadora nos seus negócios.

É o caso da Nimbi, especializada em gestão de compras para a cadeia de suprimentos. A companhia investiu R$ 40 milhões para modernizar toda a sua plataforma, reduzindo os custos de adoção para as empresas que a utilizam. Com uma história de mais de 15 anos, a empresa mudou não apenas a sua tecnologia, mas também a sua marca e até a sua sede para se adaptar à inovação buscada – muito inspirada em plataformas como Netflix e Spotify.

Nesse processo todo, o sócio-diretor da empresa, Carlos Henrique Campos, relata um pouco do que aprendeu nesse processo e as lições que tirou ao observar essas startups. Muito disso foi implementado na sua empresa. Veja abaixo cinco lições que o executivo aprendeu com elas:

Defina um ambiente inovador e criativo

Assim como nas startups, as empresas mais consolidadas também devem criar ou mesmo remodelar o seu ambiente de trabalho, de modo a deixá-lo mais inovador e criativo e, por consequência, incentivar os seus colaboradores, aponta Campos. “Com isso é possível nortear uma nova cultura dentro da empresa, estimulando valores que são regidos por inovação, criatividade, além do senso crítico e de equipe, para que cada um dos colaboradores possa trazer novas ideias”, afirma o executivo.

Atualize-se às novas tecnologias

Quando se fala em startups, logo vem à mente as palavras inovação e tecnologia. É intrínseco às ideias de disrupção apresentadas por essas empresas em estágio inicial. E essa é a principal lição a ser tirada quando o assunto é atualização e inovação, avalia o executivo. É preciso se espelhar em sinônimos de inovação, com empresas disruptivas como Netflix, Uber e Spotify para se atualizar às essas tecnologias. A dinâmica do mercado obriga essa reinvenção e observar como as startups executam e se adaptam às novas tecnologias é fundamental para incentivar outras empresas, relata Campos.

Faça o colaborador se sentir em casa

Não há mais espaço para uma cultura organizacional baseada em regras antiquadas e ultrapassadas. A chamada geração millennial – que são os nascidos entre 1977 e 2000 – são profissionais hiperconectados, otimistas, conhecem profundamente a tecnologia, são atraídos pela inovação, tem grande poder de compra e são idealistas. E acima de tudo possuem grande senso de responsabilidade e de crítica, e desejam ter a flexibilidade de levantar da mesa para dar uma volta na hora que bem entenderem. “É preciso entender esse profissional, dando a assistência necessária para que ele possa ter a autoestima elevada para poder inovar dentro da empresa”, afirma Campos.

Quebre as hierarquias

Em uma cultura corporativa convencional, é comum ter os cargos de chefia, de gerência e de execução. Trabalhar de forma horizontal, de igual para igual, foi uma quebra trazida pelas startups. Não estipular essa hierarquia de forma definida também pode ter um impacto positivo para os colaboradores da empresa, avalia Campos. “Eliminar as nomenclaturas tradicionais podem servir para unir as equipe, não definindo o grau de importância – ou seja, o peso de todos os integrantes é igual”, afirma o executivo.

Transponha as metodologias ágeis

Quem conhece um pouco mais a fundo a cultura das startups, sabe muito bem o quão as chamadas metodologia ágeis são utilizadas. Para organizar os processos internos e otimizar a gestão do desenvolvimento de produtos ligados à tecnologia, essas mesmas metodologias podem ser utilizadas em outras áreas da empresa, diz Campos. “É possível utilizar essas metodologias em áreas como marketing e recursos humanos”, diz o executivo. “Tudo isso ligado à cultura de startups, que nada mais é do que ideias inovadoras colocadas em prática no curto prazo”, complementa.

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Evento que lançou o Easy Taxi agora pretende criar a fintech mais inovadora do Brasil

O maior evento de incentivo do empreendedorismo do mundo, o Startup Weekend, tem sua edição voltada para FinTechs no Rio

Após duas edições de sucesso em São Paulo, que contaram com mais de 200 participantes, o Startup Weekend Fintech chega ao Rio de Janeiro no dia 16 para reforçar o compromisso da Techstars em promover o empreendedorismo em todas as esferas – incluindo a financeira, que é a cada dia mais importante para a vida pessoal e profissional da população. O Fintech é um dos conceitos inovadores recentes, que mistura tecnologia com finanças, e soluções que descentralizam o poder de bancos sobre o dinheiro do usuário.

Com mais de 3 mil edições realizadas em 300 países, o evento é conhecido no Brasil por ter sido o responsável pelo nascimento do app Easy Taxy, hoje líder no segmento e presente em mais de 30 países.

Como funciona?

O Startup Weekend tem um formato inovador que dura o fim de semana inteiro. Na noite de sexta-feira (16) os participantes reúnem-se para elaborar ideias e formar grupos. As aprovadas passam para a próxima fase, que se inicia na própria sexta e vai até o final do domingo, onde os grupos irão desenvolver o plano de negócios e validar o problema a ser resolvido.

Com o apoio de mentores e organizadores, os grupos receberão dicas e serão avaliados ao longo de todo o processo. As ideias de startups serão trabalhadas e retrabalhadas, mudarão de formato e se adequarão de acordo com a necessidade do mercado.

Já no final de domingo, o grupo de jurados convidados e sem contato prévio com os grupos fará a avaliação final, onde apenas uma das ideias sairá vitoriosa. O evento conta com o apoio de empresas de peso do setor financeiro, como a Rico, Circles Group, Sicoob, InvesteApp e Stone.

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