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O futuro da economia digital é, realmente, digital?

O futuro da economia digital, também chamado de Nova Economia, terá impacto em toda a economia mundial. Renato Osato, vice-presidente da Amdocs para a América Latina e Caribe, apresentou esse tema, recentemente, em um evento para o mercado de telecomunicações na República Dominicana, onde levantou a seguinte questão: o futuro da economia digital é realmente digital?

Em sua apresentação, Osato observou que o mercado de comunicações é moldado por três pilares principais: economia, tecnologia e clientes digitais. Essas tecnologias, abertas e escaláveis, possuem capacidade de facilitar a transformação dos negócios e dos clientes. Estatísticas mostram que, atualmente, metade dos novos serviços digitais das Provedoras de Serviços de Comunicação (Communication Service Providers/ CSPs) são provenientes de parcerias e investimentos e, para que as empresas possam sobreviver, é necessário que esse cliente digital receba serviços personalizados especificamente para eles que são, essencialmente, mais complexos que antes.

Dados mostram que, até 2020, os clientes gerenciarão 85% de suas relações com empresas sem qualquer interação com um ser humano e a pessoa média terá mais conversas com “bots” do que com seus cônjuges.

Por isso, as CSPs estão buscando, de maneira agressiva, sua transformação em provedoras de serviços digitais e seu foco em conteúdo indica que elas entenderam que para atingir esse patamar, precisam se tornar players nesse novo momento de economia digital. Isso significa que essas empresas precisam entregar serviços que são vendidos e consumidos digitalmente – e um desses serviços é exatamente: conteúdo.

Este movimento, no entanto, está apenas começando em nossa região. Aqui, 52% das CSPs dizem que estão iniciando a implementação dessas soluções e que ainda estão nos estágios iniciais desse processo. Além disso, o executivo também ressalta que alguns desafios estão dificultando a verdadeira transformação digital, como a explosão de novos serviços e a complexidade dos novos processos envolvidos.

Ainda assim, Osato acredita que seguir esse movimento na direção certa vai ajudar as CSPs a reterem a lealdade de seus clientes e vai permitir que as companhias consigam um Net Promoter Score mais alto.

Para acessar a apresentação completa de Renato Osato durante o evento, clique aqui.

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Atos forma aliança com Dell para revenda mundial dos servidores Bullion

A Atos, líder mundial em transformação digital, fortalece o seu relacionamento com a Dell EMC por meio de um novo acordo de distribuição, segundo o qual a EMC revenderá os servidores de ponta x86 de 8 a 16 processadores da linha Bullion da Atos. Esse novo acordo se alinha com o objetivo de ambas as empresas de acompanhar seus clientes em sua transformação digital e apoiar a massiva “datatização” de seus negócios.

Os servidores Bullion são certificados pela SAP e pela Oracle e completam o portfólio de servidores PowerEdge avançados da Dell EMC. Ambas as empresas trabalharão em estreita colaboração nas atividades de vendas e marketing para fornecer soluções de alto desempenho nas áreas de Big Data, Internet das Coisas, desenvolvimento de nuvens privadas e soluções SAP HANA. O acordo de distribuição do Bullion é um novo passo na colaboração contínua entre as duas empresas.

“A Atos mostra o seu compromisso ao trabalhar com os melhores parceiros tecnológicos do mundo para oferecer tecnologia de ponta a seus clientes. O acordo de distribuição do Bullion é um novo passo adiante no relacionamento entre a Dell EMC e a Atos”, explica o vice-presidente executivo e Chefe de Operações Globais da Atos, Eric Grall. “O objetivo dessa parceria é apoiar nossos clientes em sua transformação digital com soluções de alta qualidade, inovadoras e líderes de mercado”, diz.

“Nos últimos anos, a Dell EMC e a Atos têm trabalhado juntas, combinando os servidores Bullion e as soluções de armazenamento unificado da Dell EMC, para fornecer aos nossos clientes uma solução líder para a implantação de projetos SAP HANA de missão crítica. A inclusão do Bullion complementa o portfólio da Dell de servidores PowerEdge líderes da indústria para hospedar as cargas de trabalho mais críticas com alto desempenho, confiabilidade e escalabilidade”, finaliza Ravi Pendekanti, Vice-Presidente Sênior da Divisão de Soluções de Servidores da Dell EMC.

Mais de 100 milhões de usuários em todo o mundo

A linha de servidores Bullion foi amplamente adotada por empresas e governos, principalmente na Europa, América do Norte, África e Brasil. Devido às suas características únicas, o Bullion apoia a transformação digital de muitos clientes e oferece:

• Capacidade de memória excepcional de até 24 terabytes, para aplicações de Big Data, em memória e em tempo real.

• Superior escalabilidade, disponibilidade e operacionalidade, que o tornam a plataforma de expansão ideal para aplicativos empresariais e bancos de dados em memória muito grandes.

• Redução do Custo Total de Propriedade (TCO) de até 35% para grandes Data Lakes e clusters virtualizados em projetos de consolidação de bancos de dados,

• Certificação oficial SAP e Oracle,

• Alternativa tecnológica com menor custo de software em Sparc e HP-UX.

O Bullion faz parte das infraestruturas de suporte de dados intensivos e tempo real do Atos Codex, um conjunto completo de soluções e recursos para o projeto, desenvolvimento, operação e proteção de dados inteligentes e serviços empresariais cognitivos, plataformas de dados e Internet das Coisas.

Disponibilidade

A Atos é uma das poucas empresas do mundo a oferecer uma plataforma de mais de 8 terabytes totalmente certificada pela SAP e pela Oracle. Os servidores Bullion estão definindo um novo padrão da indústria para a computação empresarial de ponta, oferecendo valor em tempo real nos volumes de dados em rápido crescimento. Os servidores Bullion já estão disponíveis na Dell EMC. Para mais informações sobre o Bullion, acesse aqui.

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Ruben Delgado é reeleito presidente da Softex

Em reunião do Conselho de Administração da Softex – Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro realizada na última quinta-feira (24), na sala dos conselhos do MCTIC, Ruben Delgado e Diônes Lima foram reeleitos como presidente e vice-presidente da entidade para o período 2017/2018.

“Os últimos dois anos foram marcados por uma crise e recessão em âmbito nacional que afetou toda a Rede Softex, contudo conseguimos com todo o apoio dos parceiros e conselheiros manter as atividades relevantes para o Setor e participar de discussões decisivas para o futuro do país, tais como a desoneração da folha, a regulamentação do investimento anjo, a defesa da Ciência e tecnologia junto ao congresso. São ações que beneficiam o ecossistema nacional de TI como um todo e que terão continuidade ao longo dos próximos anos. Vamos seguir trabalhando, mas de forma ainda mais colaborativa e sustentável junto com a Rede Softex, no sentido de gerar ainda mais valor para esse segmento tão estratégico para a economia do país”, destaca Ruben Delgado, Presidente – Softex.

O vice-presidente executivo, Diônes Lima, continuará a conduzir a execução de projetos e operações da Softex. “Foram 2 anos de muita discussão junto ao poder público e sociedade civil para a manutenção de projetos relevantes para o País, como o Brasil Mais TI que tem como foco a atração de jovens para as carreiras de TI e o Startup Brasil que tivemos um importante papel de defender junto a várias instâncias do poder público o retorno do projeto. Nesta gestão seguiremos com fortes parcerias, como a expansão da ações da Softex em regiões que ainda não possuem atividade dos agentes Softex, bem como um importante projeto que logo será anunciado com o foco na aproximação entre Empresas, ICTs e Startups.”, destaca.

Para os próximos dois anos, o plano de trabalho da diretoria inclui ainda atuação em projetos de P,D&I que estimulem a competitividade das empresas brasileiras frente aos novos desafios tecnológicos, o aumento do número de empresas atendidas pela Rede Softex, um trabalho de aproximação da indústria tradicional com o setor de TI e especificamente startups; estímulo à internacionalização de novos negócios utilizando a experiência de 20 anos de exportação da Rede Softex; a retomada das discussões sobre modelos estruturados para a competitividade do setor e fomento ao desenvolvimento do setor de TI com foco nas tendências tecnológicas.

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Ticket é a primeira empresa de benefícios que permite pagamento via aplicativo Samsung Pay

A Ticket, empresa pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação, sai na frente mais uma vez e adere a uma das tendências de mercado, o pagamento via smartphone, que dispensa o uso de cartões físicos. A empresa fechou parceria com uma das mais modernas plataformas de meios de pagamentos móveis do País, o Samsung Pay. A nova solução será válida para os colaboradores que utilizem os cartões: Ticket Restaurante, Ticket Restaurante RH, Ticket Alimentação, Ticket Alimentação RH, Ticket Alimentação Natal, Ticket Cultura, e que tenham aparelhos compatíveis da Samsung: Galaxy S8/S8+, S7/S7 Edge, S6 Edge Plus, Note 5, A9, A7 (2016/1017) e A5 (2016/1017) e o Relógio Gear S3.

O sistema funcionará da seguinte forma: o colaborador cadastra os seus cartões Ticket no aplicativo Samsung Pay e no momento do pagamento, libera o uso com a biometria e aproxima o celular da máquina de cartão para validar a transação. O Samsung Pay para a Ticket funcionará com transmissão magnética segura (MST, na sigla em inglês), que é um dos sistemas mais seguros para esse tipo de transação financeira. Essa tecnologia permite o pagamento em todos os pontos de venda (POS, em inglês) credenciados Ticket.

A solução de pagamento móvel é impulsionada por duas tecnologias de ponta da Gemalto, parceira da Ticket e da Samsung Pay nesta iniciativa. Uma aplicação de pagamento móvel (PURE), que oferece os benefícios do cartão EMV para qualquer emissor de marca própria (Private Label) e uma infraestrutura já conectada, globalmente, ao Samsung Pay, viabilizando a digitalização dos cartões da Ticket.

O comerciante será beneficiado com o Samsung Pay pela agilidade e segurança nas transações que o aplicativo gera. Não será necessário o uso de aparelhos ou recursos adicionais. O cliente continuará com o mesmo processo de digitar a senha na máquina de cartão e a receber os comprovantes de pagamentos. A transação é feita pela rede da operadora, que transfere os valores ao comerciante.

A novidade promete facilitar o dia a dia dos usuários Ticket. “Simplificar e facilitar a vida dos empregados, dos comerciantes e das empresas é a base do nosso trabalho. Com o pagamento móvel, a Ticket sai na frente e confirma, mais uma vez, ser uma empresa dinâmica, atenta às novidades do mercado, oferecendo mais rapidez, agilidade e segurança no pagamento, além de tornar esse processo mais sustentável”, afirma Marília Rocca, Diretora-Geral da Ticket.

“A infraestrutura da Gemalto permitirá o uso dos cartões Ticket no Samsung Pay através de pagamento móvel MST, possibilitando que os usuários se conectem com a crescente base de cerca de 2,5 milhões de terminais POS habilitados com esta tecnologia no Brasil”, conclui Diego Schpilberg, Vice-Presidente, Bancos e Pagamentos, América Latina, Gemalto.

Sobre a Ticket

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Magic Software anuncia plataforma de integração de APIs para Fintechs e IoT

A Magic Software, fornecedora de plataformas de desenvolvimento e integração de aplicações empresarias, anunciou a liberação das funcionalidades da sua plataforma Magic xpi para a integração entre APIs (Application Programming Interface). Projetos de Internet das Coisas e Fintechs são beneficiados pela criação de ambientes de gestão e de comunicação entre APIs, criadas para entregar serviços via dispositivos e serviços conectados, além da ferramenta oferecer ambiente de desenvolvimento, customização e atualização contínua.

O anúncio da Magic Software acompanha a evolução do número de projetos IoT e Fintechs no mercado e é acompanhado de um conjunto de serviços de apoio aos projetos locais, facilitando o trabalho das empresas brasileiras que pretendem colocar em prática suas novas ideias no ambiente de negócios. A plataforma Magic xpi permite conectar as informações entre as APIs, sensores, equipamentos e também com os sistemas de negócios ERP, CRMs, aplicações MES (Manufacturing Execution System), Supply Chain, ente outras, facilitando aos gestores dos projetos o acesso aos dados em tempo real.

“As APIs viabilizam a comunicação entre serviços a partir de ambientes tecnológicos distintos e quando necessitamos conectar uma API à outra, em geral, existe um esforço de desenvolvimento significativo para realizar esta comunicação. O Magic xpi reduz drasticamente o tempo de criação desta interface, oferece capacidades de orquestração e automatização de processos, inserindo lógica de negócios nessa comunicação, além de oferecer um ambiente de monitoramento, fundamental para a operação. Com isso, ganha-se maior eficiência, qualidade e velocidade na entrega dos projetos de integração”, afirma Rodney Repullo, CEO da Magic Software Brasil.

Segundo o executivo, a integração entre diversos sistemas para a troca de informações por meio das APIs já vem ocorrendo em larga escala em diversos setores e os recursos da plataforma Magic xpi tem elevado a capacidade de execução e diminuído o risco de projetos de integração por parte de seus parceiros e clientes. “A proposta do Magic xpi é reduzir significativamente a complexidade deste trabalho”, enfatiza o executivo.

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Automação agrícola para todos é o desafio – Por Daniel Zacher

Detentor de parque tecnológico fantástico, o Brasil precisa ser reconhecido como referência mundial em mecanização agrícola para regiões tropicais e subtropicais. A indústria já possui uma série de legados no desenvolvimento de tecnologias, como a revolução do plantio direto, que exigiu grande esforço brasileiro entre os anos 1970 e 1980 para a obtenção de enormes ganhos de produtividade.

Observa-se agora outra revolução: a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Trata-se de avançado sistema de cultivo, que integra diversas atividades com o objetivo de manter a propriedade rural ativa durante o ano inteiro. Muitos produtores rurais, que antes se dedicavam somente à pecuária, já começaram a agregar outras áreas. Assim, eles mantêm atividade agrícola intensa e obtêm grande incremento de renda.

Claro que não é possível dissociar os ganhos sucessivos de produtividade no desenvolvimento da agricultura tropical de todo o investimento empenhado em biotecnologia, afinal a mecanização e a biotecnologia sempre caminham em paralelo. Assim como surgem variedades de vegetais, adaptadas principalmente ao estresse hídrico como também às pragas características da região, as máquinas agrícolas precisam receber inovações.

Diferentemente da agricultura de países temperados, onde o inverno faz o controle natural de doenças, pragas e plantas daninhas, a agricultura tropical demanda intensiva quantidade de pulverização em função do clima quente, condição que provoca a rápida evolução de pragas e doenças. Dessa forma, o desenvolvimento de tecnologias para a pulverização é uma competência do País, que faz investimentos pesados para tornar a atividade cada vez mais eficiente e ambientalmente sustentável.

Outra técnica da agricultura tropical é o plantio direto. Nele a cobertura de palha é mantida no solo para proteção contra eventos danosos, tais como a erosão, de forma que as sementes são inseridas no solo sem que seja previamente revolto, por meio de manipulação mecanizada. Esta forma de plantio só foi possível com o desenvolvimento de máquinas específicas para esta condição, o que exigiu enorme esforço brasileiro porque o solo em condições extremas de compactação e umidade e com pesada cobertura de palha demanda equipamentos robustos, de características estruturais e funcionais próprias.

Mas ainda não se esgotaram os ganhos de eficiência na área de plantio direto. As novas plantadeiras precisam atender diversos requisitos, como demandar cada vez menor potência dos tratores, operar em alta velocidade e apresentar maior eficiência no depósito de adubo e semente no solo, para que seja realizado de forma cada vez mais precisa em aspectos como espaçamento e profundidade do plantio.

O Brasil, como principal produtor mundial de cana-de-açúcar, possui papel proeminente na difusão de tecnologias de plantio e colheita de cana-de-açúcar. Hoje praticamente todas as atividades são mecanizadas muito em função do desenvolvimento acelerado, ocorrido nos últimos 10 anos. O desafio agora é que a automação, já utilizada em grande escala junto aos grandes produtores, também evolua para os pequenos.

Com milhares de pesquisadores envolvidos, a história brasileira demonstra a vocação da nossa indústria para o desenvolvimento de novas tecnologias, que podem ser exportadas para outros mercados como América do Sul, África e Ásia. Essa presença no Exterior tem potencial de se acentuar mediante maior divulgação do capital intelectual brasileiro empenhado no desenvolvimento deste parque tecnológico.

Uma contribuição neste sentido é 9º Simpósio SAE BRASIL de Máquinas Agrícolas, que debaterá a visão dos principais fabricantes em relação ao mercado e ao desenvolvimento de máquinas e implementos para a agricultura tropical e subtropical. Quem tiver interesse em debater o assunto está convidado para o encontro, dia 31 de agosto, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), em Porto Alegre.

Daniel Zacher é diretor-geral da Tryber Tecnologia e chairperson do 9º Simpósio SAE BRASIL de Máquinas Agrícolas

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Reforma Trabalhista – como fica o home office

Uma das grandes novidades em relação a Reforma Trabalhista é a instituição nas leis do trabalho da possibilidade do home office (ou teletrabalho como também é conhecido). Não existia na CLT esse modelo de trabalho e a mudança incorpora esse novo método de prestação de serviços no qual o trabalhador pode trabalhar de casa ou outro ponto que seja adequado.

“Essa pode ser considera uma das principais modernizações da mudança que passará a ter validade em novembro desse ano. Ocorre que na criação da CLT não se tinha nenhuma perspectiva para esse modelo de trabalho, mas a modernidade e tecnologias possibilitam esta evolução, sendo primordial a legislação se adequar”, explica o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

Importante observar que a legislação exclui a necessidade de controle de jornada de trabalho (8 horas diárias, 44 semanais e 220 mensais). Mas, mesmo com a regulamentação são muitas as dúvidas e a Confirp preparou um material que aborda os principais pontos:

• A prestação serviço será feita preponderantemente fora das instalações do empregador;

• Ser executado com a utilização de tecnologia e de comunicação que não se constituam como trabalho externo;

• A realização de atividades especificas que exijam a presença do empregado nas instalações do empregador não descaracterizará o regime de home office;

• Esse regime de trabalho deverá ser formalizado em contrato individual de trabalho, especificando as atividades que serão realizadas;

• Poderá ser realizado alteração do regime presencial para home office desde que haja mutuo acordo entre as partes, registrado em aditivo contratual;

• Poderá ser realizado alteração do regime de home office presencial por determinação do empregador, porém deverá ser o empregado comunicado com prévio aviso de 15 dias e aditamento do contrato de trabalho;

• As disposições referentes a responsabilidade pela aquisição, manutenção ou fornecimento de equipamentos tecnológicos e da infraestrutura necessária e adequada, bem como reembolso de despesas arcadas pelo empregado serão previstas em contrato escrito. Sendo certo que tais reembolsos, quando houverem, não integrarão na remuneração do empregado;

• O empregador deverá instruir os empregados, de maneira expressa e ostensiva, quanto às precauções a tomar a fim de evitar doenças e acidentes.

“O home office já era praticado em todo o Brasil, já existindo uma resolução sobre este tipo de atividade. Entretanto, houve então um avanço na legislação. Contudo existe uma grande preocupação com a proteção do trabalhador que não se encontra de forma direta sob a supervisão do empregador”, explica Domingos.

Essa, mudança proporcionará uma segurança muito maior para empresas e trabalhadores, sendo que muitos já buscavam esse modelo de serviço, mas esbarravam no medo das empresas em não estarem de acordo com a lei.

“Será um benefício para os trabalhadores, que poderão perder menor tempo de deslocamento, principalmente em grandes metrópoles e para as empresas que poderão também minimizar os custos. Esse com certeza é um dos pontos da lei que tem tudo para ser um sucesso”, finaliza Domingos

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Entenda como os serviços financeiros SaaS estão ganhando cada vez mais espaço no Brasil

Por Patrick Negri

É fato que as empresas brasileiras estão cada vez mais abertas à adoção de soluções de TI no modelo de Software as a Service (SaaS). Uma pesquisa realizada pela Capgemini, consultoria de serviços de tecnologia, revelou que SaaS é o modelo mais utilizado para entregar serviços pela nuvem no Brasil, com 92% das empresas adotando pelo menos uma solução deste tipo.

Um dos setores que mais têm usado esse modelo de negócios é o financeiro. Hoje existem diversos softwares de gestão financeira que entregam suas soluções na nuvem, o que garante para a empresa acesso a um software sempre moderno, facilitando a vida e o dia a dia das empresas que optam por esse tipo de solução.

O mercado de fintechs que oferecem soluções SaaS ainda está engatinhando no Brasil. É comum ver mapeamentos que apontam que o país possui centenas de startups focadas em serviços financeiros. Porém, quando tratamos de empresas que realmente geram receita, esse número cai bastante, uma vez que muitas delas ainda estão no começo de sua operação.

É provável que em cinco anos esse modelo vai estar consolidado por aqui. Há dois anos, o mercado de startups no geral estava inchado, por conta de muitos empreendedores que se aventuraram, e com as fintechs não é diferente. Então, quando o setor passar por essa seleção natural, com muitos negócios sucumbindo as dificuldades, as startups financeiras finalmente irão se estabelecer.

Modelo SaaS proporciona maior eficiência do retorno do CAC

Um estudo recém-lançado pela Brazil SaaS Landscape Research mostrou que as startups SaaS brasileiras são incrivelmente eficientes em capital: 60% das empresas recuperam seu CAC (Custo de Aquisição de Clientes – o quanto é gasto para conquistar cada cliente) em menos de seis meses.

Esse período está na média e é interessante. Porém, o ideal seria recuperar o valor em cerca de três ou quatro meses. As startups brasileiras têm focado nesse retorno por conta da necessidade. O ticket médio dessas empresas no Brasil é pequeno. Aqui estamos falando de companhias que em sua maioria têm uma carteira de clientes composta por PMEs – inclusive as fintechs SaaS. No cenário atual existem pouquíssimas startups que miram o mercado de grandes empresas com contratos maiores.

Outro fator que contribui para a eficiência desse modelo de negócio é o fato de que nosso país não joga o jogo do Vale do Silício. Aqui não temos os mesmos investimentos e nem capital infinito para escalar as empresas. Isso obriga os empreendedores a serem mais eficientes. Se analisarmos a pesquisa citada anteriormente, a maioria das startups é bootstraped, ou seja, empresas que operam com capital próprio. Isso acontece porque como elas não dispõem de capital de risco disponível, o empreendimento é obrigado a andar com as próprias pernas e forçada a recuperar o CAC rapidamente.

Hoje, um dos maiores motivos de descontentamento é o atendimento. As instituições financeiras tradicionais estão com dificuldades de atender as pequenas empresas, ao mesmo tempo em que oferecem um serviço de muita qualidade para companhias maiores. Por isso, as PMEs têm optado por soluções automatizadas com custos reduzidos e por um atendimento mais próximo.

FaaS é o futuro do mercado

Para o futuro, é esperado que o conceito de Financial as a Service (FaaS) seja uma realidade em nosso país. O FaaS pode ser interpretado como uma visão completa do ecossistema, onde todas as fintechs se conectam e oferecem os serviços equivalentes aos oferecidos pelas instituições financeiras. Em cerca de cinco a dez anos, quando finalmente o setor alcançar maturidade, teremos um ecossistema completamente conectado, com cada startup do setor oferecendo uma solução especializada em determinado segmento. Este é um caminho lógico para o mercado e todas as partes envolvidas saem ganhando.

Patrick Negri é CEO e cofundador da iugu, startup de automação financeira que oferece serviços completos para pagamentos e recebimentos.

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Empresa familiar: mera herança ou degrau para expansão?

Não é segredo que, para progredir, toda empresa precisa de um bom sistema de gestão e, principalmente, um gestor preparado para liderar pessoas e conduzir o negócio. Nas empresas familiares, em que muitas vezes os membros da família se dividem na ocupação de cargos existentes na companhia, esse cenário pode se tornar confuso. Principalmente quando os sucessores ainda estão se preparado para assumir novas funções. Com isso, a alternativa cada vez mais utilizada pelas empresas familiares é a contratação de gestores externos, fora do círculo familiar.

Para o diretor-presidente da GoNext, especializada em gestão de negócios e implantação da governança corporativa na empresa familiar, Eduardo Valério, a profissionalização das companhias pode trazer vários benefícios, desde que seja bem estruturada. Segundo ele, entre as vantagens de trazer um profissional com experiência de mercado à empresa familiar estão “a oportunidade de deixar o sucessor se preparar e ter a chance de escolher se quer assumir o negócio ou não; a geração de valor e de credibilidade da empresa perante o mercado”.

A profissionalização é uma tendência. Entre os projetos atendidos pela GoNext, a estimativa é que 25% das empresas familiares contam com gestores externos na administração dos negócios. Valério aponta que entre os principais motivos para trazer um profissional de mercado à gestão estão a falta de interesse dos sucessores no cargo ou inexperiência na função pretendida e um grande intervalo de sucessão, que pode gerar um distanciamento de gerações, com herdeiros ainda muito jovens para gerir a empresa.

Seja qual for o motivo para optar por um executivo de mercado, é importante fazer com que a entrada desse profissional seja realizada de forma responsável. De acordo com Valério, o executivo precisa, comprovadamente, ter experiência no cargo e estar preparado para que, possivelmente, sua passagem pela empresa seja breve. O especialista afirma que não é raro ver que, após um determinado tempo, um ou mais sucessores sentem-se preparados para assumir a direção dos negócios, colocando em cheque o cargo de liderança do profissional anterior. “Caso o herdeiro retorne ao cargo ou opte pela gestão mista, quem ganha com isso é a empresa familiar, que se torna mais sólida e estruturada para continuar atuando no mercado de forma sadia e bem controlada”, avalia Valério.

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PagSeguro lança solução TEF e amplia atuação no mercado

O PagSeguro, solução completa para pagamentos online e presenciais do grupo UOL, amplia seu portfólio ao lançar o PagSeguro TEF (Transferência Eletrônica de Fundos). A solução é indicada para estabelecimentos que precisam transacionar com agilidade, como supermercados, hipermercados, farmácias, postos de gasolina, lojas de departamento, entre outros.

Além de operar com os principais PinPads do mercado, o PagSeguro TEF oferece facilidade de controle e gestão do negócio, disponibilizando em sua plataforma relatórios em tempo real de todas transações: por loja, por dia, por PDV ou por bandeira, por meio de Conciliação Integrada e Extrato Eletrônico gratuito.

“O PagSeguro contribuiu para a inclusão financeira dos brasileiros ao oferecer aos pequenos e médios empreendedores opções de venda com cartões de crédito, débito e refeição. Agora, estamos ampliando nossa atuação e agregando soluções em pagamentos para clientes que transacionam volumes maiores em curto espaço de tempo, com segurança, controle e gestão do negócio”, diz Juan Fuentes, diretor geral do PagSeguro.

Com planos e serviços que proporcionam mais autonomia na gestão de recebíveis, o empreendedor pode optar entre sete domicílios bancários, incluindo o recebimento pelo Cartão Pré-Pago PagSeguro.

Assim como todos os produtos do PagSeguro, o PagSeguro TEF não cobra aluguel, taxa de adesão nem taxa mensal de conectividade, além de aceitar as principais bandeiras de cartão do mercado: Master, Visa, Elo e Hipercard e Hiper, além de vouchers como Ticket, Sodexo e VR.

Funcionamento PagSeguro TEF

No PagSeguro TEF, as vendas do estabelecimento são feitas por meio dos PINPads que capturam as informações do cartão do consumidor. Assim, o concentrador de TEF recebe a transação e envia para a aprovação do PagSeguro, que realiza o processamento junto às bandeiras e responde em segundos ao estabelecimento.

O varejista pode escolher ainda entre os principais modelos de PINPads do mercado, que permitem capturar todos os cartões em uma única máquina aparelho e já são integradas ao sistema de automação.

O lançamento do PagSeguro TEF acontece hoje, simultaneamente, nos eventos LATAM RETAIL SHOW, o mais qualificado evento para o varejo, e APAS NEXT, evento de tecnologia e inovação supermercadista, com demonstração do produto nos estandes.

Para mais informações, acesse: pagseguro.com.br/tef.

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Em quem os profissionais de TI podem confiar?

Por Patrick Hubbard

Confiança não se ganha, se conquista.

Tenho pensado muito nisso desde que o Relatório de tendências de TI da SolarWinds para 2017: Retrato de uma organização de TI híbrida revelou falta de confiança na era da TI híbrida entre os profissionais de TI e seus provedores de serviço de nuvem (CSP). Na verdade, a pesquisa descobriu que a maioria dos profissionais de TI brasileiros (74%) não confia muito em seus CSPs.

Essa falta de confiança é proveniente em grande parte do fato de que os profissionais de TI têm menos controle e, sem as ferramentas adequadas, menos visibilidade da infraestrutura de nuvem, mas mesmo assim aceitam os tíquetes da central de ajuda quando algo dá errado (acrescente a esse problema de controle um histórico raro mas memorável de grandes interrupções na nuvem pública).

Embora essa falta de controle tenha um papel importante no grau de confiança do relacionamento entre a TI e o CSP, há outro motivo para o problema: os profissionais de TI não confiam nos CSPs simplesmente porque não dominam totalmente a evolução da tecnologia. O gerenciamento de TI por contrato de nível de serviço já é extenuante o suficiente e ainda mais difícil de enfrentar quando não há nenhum diagrama na (maior parte da) caixa preta da nuvem.

No entanto, o relacionamento de um profissional de TI com seu CSP não é apenas um relacionamento mutuamente benéfico, é um relacionamento necessário no mundo da TI híbrida em que vivemos atualmente. Para tirar o máximo proveito desse relacionamento e promover a confiança, recomendamos as seguintes práticas:

Educação contínua: Para muitos profissionais de TI habituados a monitorar e gerenciar a infraestrutura no local, a nuvem é um território desconhecido. Dessa forma, é crucial que os profissionais de TI obtenham conhecimento suficiente para verificar a tecnologia e ganhar confiança.

Visibilidade em ambientes locais e de nuvem: A capacidade de consolidar e correlacionar dados para oferecer visibilidade e insights sobre dados no datacenter e na nuvem permite que os profissionais de TI trabalhem com os CSPs de forma mais proativa para identificar e corrigir as áreas com problemas e reduzir o tempo médio até a resolução.

Controle sobre o processo de tomada de decisão: Considerando a mudança no modo como a tecnologia de nuvem é vendida para as empresas, os profissionais de TI devem obter mais conhecimento para ganhar confiança e demonstrar entusiasmo com o gerenciamento. Ao obter conhecimento sobre tecnologia de nuvem, eles retomam a função de consultores confiáveis e, como resultado, a empresa os inclui em decisões de compra importantes.

Recentemente, como uma maneira divertida de comparar a confiança que os profissionais de TI têm em seus CSPs e a confiança que têm em indivíduos ou grupos com os quais se relacionam, entrevistamos a comunidade de profissionais de TI da SolarWinds, a THWACK®, para saber em quem eles mais confiam. Não foi surpresa nenhuma descobrir que eles também não confiam em meteorologistas, prestadores de serviços de saúde, vendedores de carros e taxistas, e que as pessoas em que eles mais confiam são eles mesmos, suas equipes e seus familiares.

Veja a seguir alguns comentários dos entrevistados:

“Confio totalmente na equipe de bombeiros voluntários porque ninguém mais é louco o bastante para entrar em um prédio em chamas comigo.”

“Confio totalmente na minha equipe de operações de rede porque eles nunca me deixam na mão e sempre fazem um bom trabalho!”

“Confio totalmente na minha família. Ajudamos uns aos outros custe o que custar. Família é para isso.”

“Confio totalmente na minha equipe de DevOps para melhorar o departamento de TI, ser mais eficiente e ajudar literalmente qualquer pessoa que tenha um problema, dia e noite.”

Patrick Hubbard, Head Geek™ da SolarWinds

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Huawei e UnB firmam parceria para treinamento e capacitação em TIC

A Huawei e a Universidade de Brasília (UnB) assinaram um memorando de entendimento (MoU, na sigla em inglês) que visa o desenvolvimento de programa de cooperação técnica e intercâmbio acadêmico, científico e cultural. Estimular o estudo do idioma e da cultura Brasil e China, além de campanhas e projetos de capacitação e certificação de estudantes e profissionais de tecnologia da informação e comunicação (TIC) também são prioridades da parceria.

De acordo com o documento, as companhias trabalharão em conjunto para promover a troca de experiências e informações científicas, elaboração de programas e projetos de extensão, fornecimento de equipamentos e material bibliográfico. A UnB também vai incorporar os programas HAINA (Huawei Authorised Information and Network Academy) e HANA (Huawei Authorised Network Academy) da Huawei para treinamento de jovens talentos.

“A qualificação de profissionais é hoje um dos principais pilares para que os países incorporem a transformação digital. Como líder do setor, temos o dever de estimular a capacitação dos estudantes que serão responsáveis pelo futuro das tecnologias da informação e comunicação, além de contribuir para o desenvolvimento do país ao investir em seus talentos. Por isso, firmamos essa parceria com a UnB, instituição que também visa o desenvolvimento do mercado de tecnologia brasileiro, com o objetivo de oferecer as principais ferramentas para seus estudantes”, afirma Liu Wei, vice-presidente de Relações Públicas e Comunicações da Huawei.

Durante a cerimônia, a reitora da UnB, Márcia Abrahão afirmou que a Universidade tem como objetivo “fortalecer a pesquisa científica e tecnológica, e esse acordo é um avanço. Esperamos que a parceria seja longa e duradoura”. O vice-reitor, Enrique Huelva, destacou que conheceu a Huawei em recente viagem à China, e considera parcerias e cooperação tecnológica determinantes para o futuro do século XXI.

Seeds for the Future

A Huawei, por meio do programa global para o estímulo à educação e à capacitação em TIC, Seeds for the Future, tem firmado parcerias com as principais instituições de ensino do mundo para treinar e certificar profissionais pelos programas HAINA (Huawei Authorized Information & Network Academy) e HANA (Huawei Authorized Network Academy). No Brasil, o programa é realizado em parceria com o Ministério da Educação (MEC).

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