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Direito Digital tem demanda maior que número de especialistas

“Negra escrota”, “já voltou para a senzala?” foram algumas das palavras racistas de usuários de uma rede social na página pessoal da atriz Taís Araújo, no dia 31 de outubro. Em julho, a jornalista Maria Júlia Coutinho também foi alvo de internautas. Os comentários racistas configuram crime e jogam luz sobre uma nova área de atuação dos advogados: o Direito Digital.

Os crimes relacionados à honra estão entre os mais praticados na internet. “A sensação de impunidade e ilusão do anonimato fazem com que as pessoas tomem atitudes sem pensar nas consequências”, afirma o coordenador dos cursos de Pós-Graduação em Direito da Universidade Positivo, Fernando Mânica. Segundo ele, a demanda por profissionais especializados e a baixa concorrência fazem com que essa frente de atuação seja uma das mais promissoras na carreira de Direito, mostrando-se uma excelente opção para recém-formados que buscam bons salários e destaque no mercado.

Os números da Central de Denúncias de Crimes Cibernéticos (www.safernet.org.br) confirmam a tendência: o órgão recebe uma média de 2.500 denúncias por dia, envolvendo páginas contendo evidências dos crimes de pornografia infantil, pedofilia, racismo, neonazismo, intolerância religiosa, apologia e incitação a crimes contra a vida, homofobia e maus tratos contra animais. O ranking mundial, divulgado pela Interpol (www.interpol.int) e Internet World Stats (www.internetworldstats.com) aponta 62,1% das denúncias na língua portuguesa, contra 11,7% em inglês – o que coloca o Brasil em posição de destaque nas investigações. O mesmo indicador mostra que 45,8% das denúncias mundiais são em relação a posts, fotos e comentários no Facebook.

Segundo Mânica, fraude com cartões de crédito é outro tipo de crime digital que ganha a atenção dos especialistas, com o aumento do comércio eletrônico e mobile. A utilização de drones e o direito ao esquecimento (apagar seu histórico dos meios digitais) também são alvos de discussões e alertam em relação à violação de privacidade. “Os profissionais de Direito Digital serão cada vez mais importantes à medida em que a internet está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas”, afirma o coordenador. Itens de uso diário, como elevadores, televisores, eletrodomésticos e automóveis, se conectados à internet, podem representar a exposição das pessoas a perigos ou situações vexatórias, por exemplo, caso sejam surpreendidas por um acesso não autorizado.

A especialização em Propriedade Intelectual e Direito Digital da Universidade Positivo tem início em março de 2016 e vai até fevereiro de 2017. O profissional pode atuar em escritórios de advocacia, empresas do mercado de TI, departamentos públicos, entre outros. “A área é bastante vasta e o mercado de atuação favorável, já que se trata de um tema em ascensão”, lembra Mânica. Além de conhecer a legislação sobre o assunto, o professor orienta que os interessados procurem dominar novas tecnologias e a língua inglesa. Mais informações no site www.up.br.

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Brasil está perdendo a luta por talentos, adverte novo relatório

A economia mais forte da América Latina está perdendo sua capacidade de desenvolver, atrair e reter os talentos necessários para servir o mundo dos negócios.

O último Relatório Mundial de Talentos (World Talent Report) da importante escola de negócios global IMD mostra que o Brasil caiu para o 57o lugar em um ranking da capacidade dos países de atender as necessidades corporativas.

O relatório representa uma avaliação anual da capacidade dos países de efetivamente cultivar e sustentar talentos para as empresas que operam dentro de suas economias.

O Brasil, que ficou em 52o lugar no ano passado e está agora a apenas quatro posições do último lugar, experimentou um declínio em uma variedade de indicadores de desempenho relevantes.

O professor Arturo Bris, diretor do Centro de Competitividade Mundial do IMD (IMD’s World Competitiveness Center), que realizou o estudo, disse: “Poder econômico puro e talentos nem sempre caminham lado a lado”.

“O principal atributo entre todos os países que ocupam uma alta posição em nosso ranking é a agilidade, como exemplificado em suas capacidades de definir políticas que preservam seus fluxos de talentos”.

“Sob esse aspecto, talvez compreensivelmente, o Brasil e outras economias latinas em desenvolvimento ainda estão, decididamente, deficientes, em comparação com os países desenvolvidos”.

“Porém, o que deve ser uma preocupação particular do Brasil é que a situação parece estar se deteriorando, em vez de melhorar. É desnecessário dizer que essa tendência tem de ser revertida”.

Outras economias latino-americanas também estão em dificuldades, com o Chile em 43o lugar, o México em 49o, a Colômbia em 50o, a Argentina em 53o, o Peru em 59o e a Venezuela em 60o. Apesar de o México, Chile, Argentina e Colômbia haverem melhorado um pouco suas posições neste ano, todos os países latino-americanos estudados se colocaram na terça parte inferior do ranking.

Algumas das grandes economias também tiveram um desempenho frustrante, com os EUA se arrastando no 14o lugar, o Reino Unido em 21o, a França em 27º e a China continental caindo para o 40o lugar.

A Suíça ocupou o primeiro lugar no ranking — como o fez no ano passado — seguida pela Dinamarca, Luxemburgo, Noruega, Holanda, Finlândia, Alemanha, Canadá, Bélgica e Cingapura.

Os rankings se baseiam em dados relativos à competitividade coletados por 20 anos, incluindo levantamentos minuciosos com mais de 4.000 executivos nos 61 países cobertos pelo estudo.

A pesquisa se foca em três categorias principais: investimento/desenvolvimento, atração e prontidão — fatores que, por sua vez, derivam de outros fatores, como educação, aprendizagem, treinamento de empregados, fuga de cérebros, custo de vida, motivação do trabalhador, qualidade de vida, habilidades linguísticas, remuneração e alíquotas tributárias.

As principais categorias são agregadas em um ranking geral anualmente. Além disso, a evolução de cada país nos vários aspectos é avaliada no curso de uma década — nesse caso, de 2005 a 2015 — para identificar os países mais competitivos em matéria de talentos.

Sobre o IMD

O Centro de Competitividade Mundial do IMD faz parte da escola de negócios IMD e também publica o Anuário da Competitividade Mundial (World Competitiveness Yearbook). O Anuário da Competitividade Mundial é publicado desde 1989 e é amplamente reconhecido como o principal relatório anual sobre a competitividade dos países.

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Pesquisa PayPal/Ipsos traça o perfil do consumidor online no Brasil e em outros 28 países

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Foram levantados hábitos de consumo de mais de 23 mil internautas ao redor do mundo via PC, notebook, tablet e smartphone. O estudo traz informações sobre os motivos que vêm levando tantos brasileiros a adquirirem produtos em sites fora do País

Os avanços tecnológicos estão aumentando, consideravelmente, as oportunidades de e-commerce para todos — em qualquer parte do mundo, a qualquer momento e por meio de diversos tipos de equipamentos eletrônicos as pessoas hoje podem se comunicar e fazer negócios online. É o que já está sendo chamado de The People Economy.

Tendo em vista essa revolução comercial, a Ipsos, a pedido do PayPal, conduziu uma pesquisa global, com mais de 23 mil internautas de 29 países — incluindo o Brasil — para entender por que as pessoas compram via internet. Outros pontos abordados pelo estudo são: como o comércio cross-border (entre fronteiras) está se desenvolvendo; que tipo de equipamento as pessoas preferem usar para adquirir produtos; o que as leva a querer comprar online; os principais produtos adquiridos (classificados por temas); como pagam por esses produtos; e seus receios na hora de fazer negócios.

A pesquisa apurou, por exemplo, que 67% dos internautas no mercado local compraram online nos últimos 12 meses. No universo de consumidores online, 51% afirmaram ter adquirido produtos somente em sites brasileiros; 45% compraram tanto domesticamente quanto em outros países; e 4% só fizeram negócios cross-border.
“Mesmo com a mudança no cenário de câmbio, ainda há uma grande oportunidade de crescimento do comércio cross-border, especialmente em destinos que também tiveram depreciação em suas moedas, como a Ásia”, salienta Renato Pelissaro, diretor de Marketing do PayPal para a América Latina. “É muito importante que os varejistas entendam as barreiras para adoção do comércio eletrônico a fim de que possam desenvolver estratégias que lhes permitam aproveitar esta oportunidade”, completa o executivo.

A seguir, as principais descobertas sobre os consumidores brasileiros do estudo PayPal/Ipsos:

• Percentual de compradores online que fizeram compras nas diversas categorias online nos últimos 12 meses

61% dos compradores online adquiriram roupas, calçados e acessórios nos últimos doze meses
57% compraram equipamentos eletrônicos de consumo
52% compraram itens (físicos) de entretenimento e educação como livros, CDs e DVDs.

• Categorias de produtos adquiridos por compradores online que fizeram compras em sites estrangeiros nos últimos 12 meses

52% compraram roupas, calçados e acessórios
38% compraram equipamentos eletrônicos de consumo
36% compraram itens digitais de entretenimento e educação, como e-books, aplicativos ou arquivos digitais de músicas e filmes

• Dos brasileiros que compraram online …

32% alegam tê-lo feito em sites da América do Norte (Estados Unidos e Canadá) nos últimos 12 meses (mas principalmente dos EUA: 31%)
32% alegam tê-lo feito em sites da Ásia nos últimos 12 meses (principalmente da China: 29%)
12% dos que compraram online alegam tê-lo feito da Europa
8% dos que compraram online alegam tê-lo feito das Américas do Sul (excluindo Brasil) e Central
2% alegam tê-lo feito do Oriente Médio
2% alegam tê-lo feito da África

• Compradores de sites no exterior alegam que o dinheiro gasto por eles em sites de um outro país é dividido da seguinte forma:

15% do dinheiro gasto em sites de outros países dá-se no e-Bay
16% do dinheiro gasto em sites de outros países dá-se na Amazon
33% do dinheiro gasto em sites de outros países dá-se no AliExpress/AliBaba/TaoBao

• Principais razões pelas quais brasileiros que compram online internacionalmente escolhem fazer compras da China

85% dos internautas que compraram na China afirmam que a principal motivação para isso são os preços baixos
64% deles declaram que a possibilidade de comprar produtos aos quais não têm acesso no Brasil são o motivo mais importante

• Principais razões pelas quais brasileiros que compram online internacionalmente escolhem fazer compras de sites dos Estados Unidos

67% dos que compraram nos EUA afirmam que a qualidade dos produtos é a principal razão para fazê-lo
64% dizem ser pela possibilidade de descobrir itens novos e interessantes

• Compradores online têm maior propensão de comprar em sites estrangeiros que oferecem:

Frete grátis (56% deles dizem que esta possibilidade os faria mais predispostos a comprar de sites de outros países)
Segurança na hora de pagar (51%)
Possibilidade de adquirir produtos não disponíveis no mercado local ou difíceis de serem encontrados (46%)
Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) em sua própria língua (46%)

• Compradores online brasileiros acessam lojas online em outros países da seguinte forma:

64% vão direto aos sites que já usaram (a média mundial é 58% entre os países da amostra da pesquisa)
49% seguem recomendação de amigos e familiares (a média mundial é 36%)
39% vão direto aos sites em que conhecem os endereços
39% procuram sites estrangeiros quando sabem que oferecerão promoções
19% clicam em banners e anúncios online

• As razões mais comuns que levam os compradores online brasileiros a evitar sites de outros países

51% alegam que ter de pagar impostos de importação/tarifas alfandegárias e/ou taxas os levam a evitar comprar mais vezes de sites internacionais
49% dizem que o câmbio está desfavorável
45% afirmam que o prazo de entrega não é rápido o suficiente
36% estão preocupados com a segurança de seus dados financeiros e pessoais

• Participação dos gastos online totais por tipo de dispositivo

De acordo com os consumidores…

76% do total gasto online se dá via desktop, notebook e laptop (na China, são 55%)
13% do total gasto online se dá via smartphone (na Índia o índice é de 29%)
7% do total gasto online se dá via tablet (no Reino Unido, são 12%)

• Participação dos gastos online em sites do exterior por tipo de dispositivo

De acordo com os consumidores…

74% das compras internacionais são feitas via desktop, notebook e laptop
14% das compras internacionais são feitas via smartphone
8% das compras internacionais são feitas via tablet

• O que faz diferença para quem compra online no exterior na hora de comprar via internet

65% dos brasileiros que compram online concordam que preferem lojas globais de grande porte quando compram de outro país
55% concordam que não faz diferença de onde os produtos são enviados, desde que o preço total seja bom

• Atitudes dos compradores em relação às compras online em outros países

57% dos compradores online brasileiros não se sentem confortáveis de comprar online em outra língua
47% declaram-se confortáveis em comprar de uma loja online de outro país
67% dos internautas que compraram além-fronteiras usaram o PayPal para transações internacionais nos últimos doze meses

• Qual o motivo que leva compradores de sites no exterior a escolher um método de pagamento em detrimento de outro

É uma forma mais segura de pagar: 37% citam este motivo como a razão que os leva a escolher o seu método de pagamento online favorito (49% no caso daqueles que preferem usar o PayPal)
Aceito pela maioria de lojistas online: 37% citam este motivo como a razão que os leva a escolher o seu método de pagamento online favorito (46% no caso daqueles que preferem usar o PayPal)
Possibilidade de ver o preço em reais: 36% citam este motivo como a razão que os leva a escolher o seu método de pagamento online favorito (31% no caso daqueles que preferem usar o PayPal)
Rapidez no processo de pagamento: 35% citam este motivo como a razão que os leva a escolher o seu método de pagamento online favorito (37% no caso daqueles que preferem usar o PayPal)

Veja a pesquisa completa aqui:

https://www.paypalobjects.com/digitalassets/c/north-america/stories/us/docs/paypal_ipsos_insights_2015_global_report_external_final.pdf

A pedido do PayPal, a Ipsos entrevistou uma amostra* representativa de um total de 23.354 (com 18 anos ou mais) que usam ou têm um equipamento** com acesso à internet em 29 países (Reino Unido, Irlanda, França, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Polônia, Turquia, Rússia, Israel, Emirados Árabes, Estados Unidos, Canadá, Brasil, México, Argentina, Índia, Japão, Coréia do Sul, Cingapura, Austrália, África do Sul, Nigéria e Egito).
As entrevistas foram conduzidas online entre 17 de setembro e 28 de outubro de 2015. O trabalho de campo no Brasil foi conduzido entre 23 de setembro e 5 de outubro de 2015, a partir de uma amostra de 800 pessoas.

Os dados foram ponderados para representar a incidência de compradores on-line em todos os países da pesquisa. E, em quatro deles – Coréia do Sul, Cingapura, Egito e Emirados Árabes – os dados foram ponderados também para se ajustarem ao perfil demográfico dos usuários de internet.

(*) Idade, sexo e região representativos da população online. (Na Suíça, idade e sexo das amostras são representativos). Não foram determinadas quotas para a Nigéria, uma vez que não existe um perfil disponível de usuários de internet nesse país.

(**) Computador, desktop, laptop, notebook, tablet, smartphone, outros tipos de telefones móveis, organizador eletrônico, PDA com funções de wireless e acesso a dados, consoles de jogos com conectividade à internet, a exemplo do Wii, e Smart TV.

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Prêmio DCD Awards é entregue às melhores empresas e projetos de datacenter do Brasil

A DatacenterDynamics, empresa com atuação global no mercado de datacenters, promoveu a entrega do 5o Prêmio DCD Awards Brasil, que reconhece os melhores projetos de centros de dados no País, em diferentes categorias. Em 2015, a premiação foi concedida a oito empresas: Sky, Ascenty, Telebras, Telefonica/Vivo, Santander, Itaú Unibanco e Sabesp. A premiação contemplou ainda o executivo Antonio Caporaz, da Ampler Engenharia, por sua Contribuição Excepcional para a Indústria de Datacenter.

Galeria de fotos do evento: https://picasaweb.google.com/100389321488233705729/DCDBrazilAwards2015

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A entrega do Prêmio foi realizada durante a primeira edição da Brasil Datacenter Week, evento também organizado pela DatacenterDynamics entre 9 e 13 de novembro, em São Paulo. O CEO da empresa para a América Latina, José Friebel, iniciou a cerimônia de premiação destacando o trabalho da DCD para fortalecer a indústria brasileira de datacenters. Já o Gerente de Negócios Brasil-Portugal, Marcus Queiroz, chamou a atenção para a evolução dos projetos inscritos para o Prêmio ao longo de suas cinco edições.

As vencedoras do DCD Awards Brasil 2015 foram premiadas nas seguintes categorias:

Melhor Datacenter: Sky – Sky Broadcastcenter;

Melhor Provedor de Serviço de Datacenter: Ascenty – Ascenty Datacenter e Telecom (patrocinado por Ebm Engenharia);

Melhor Projeto para Prestação de Serviço Digital: Telebras – transmissão de vídeo e áudio HD para a Copa do Mundo 2014 (patrocinado por CEEDA);

Reconhecimento Especial para Equipe de Datacenter do ano: Telefonica/Vivo – O Desafio da Sustentabilidade Operacional em Data Center (patrocinado por Cummins);

Melhoria na eficiência energética do datacenter: Santander – Produban Eficiência Energética em Data Center (patrocinado por Schneider Electric);

Melhor Projeto de Transformação em Datacenter: Itaú Unibanco – Transformando um datacenter em ambiente de Densidade de Potência (patrocinado por DCD Magazine);

Melhor Projeto Cloud: Sabesp – Cloud Computing de Alta Performance: Disponibilidade e Resiliência (patrocinado por Huawei);

Contribuição Excepcional para a Indústria de Datacenter (prêmio pessoal): Antonio Caporazo – Ampler Engenharia (patrocinado por TC Solutions).

A edição de 2015 do DCD Awards Brasil também contou com o patrocínio de Ampler, Apogee e Zeittec, como Patrocinadores Master. Além do Brasil, a Datacenter Dynamics promove entregas do DCD Awards nas edições América Latina, América do Norte e Ásia-Pacífico.

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Startups de segurança e de saúde vencem 7º Acelera Startup

Fonte: Agência Indusnet Fiesp

A Tela de Bloqueio, com um produto que impede por exemplo que ladrões entrem numa garagem enquanto o portão está sendo fechado, foi, ao lado da Livre – Montagem de Produtos Assistivos, uma das vencedoras do 7º Concurso Acelera Startup, da Fiesp. Os prêmios foram anunciados nesta terça-feira (17/11), na sede da Fiesp.

Representada no Acelera por Tarcisio Caddah Melo, a Tela de Bloqueio impede a entrada de pessoas não autorizadas em áreas de acesso restrito, em instalações fixas (residências, galpões, armazéns) ou instalações móveis (caminhões e carros-fortes, por exemplo). A patente é uma solução de engenharia que tem como suporte o princípio físico da “Gaiola de Faraday”.

Da categoria Saude e Bem-estar, a Livre realiza o desenvolvimento de equipamentos assistivos para auxílio de mobilidade, para pessoas que utilizam cadeiras de roda. Seu Kit Livre transforma qualquer modelo de cadeira de rodas em triciclo motorizado. Foi representada no Acelera por Júlio Oliveto Alves.

Os finalistas da sétima edição do Acelera Startup foram escolhidos entre cerca de 5.000 empresas. Foram para a fase final 316 empreendedores que tiveram projetos ou startups selecionados na primeira fase de avaliação. Depois de passar por dois dias de um exclusivo processo de aceleração, com palestras, workshops, mentorias e avaliações classificatórias, foram definidos 13 finalistas, nas categorias Geral; Agronegócio; Educação; Saúde e Bem-estar.

Os outros finalistas foram Poliol vegetal, PlayDown, DoctorID, Omnize, Biotec do Brasil, Timokids, Indigoway, Fawke, PeggyPeg, Indicadores de Necessidade de Irrigação, Opa!.

Sobre o Acelera

Uma boa ideia na cabeça e a chance de encontrar seu potencial investidor, no elevador, e convencê-lo em prazo recorde: esta é uma das propostas do dinâmico Concurso Acelera Startup. O Acelera Startup incentiva o empreendedorismo inovador e aproxima projetos e empresas de investidores.

Trata-se da maior arena de aceleração do Brasil, que tem como objetivo fomentar o empreendedorismo e a inovação, atraindo o maior número de empreendedores e de investidores para a geração de negócios. Somando as seis edições anteriores, o evento já gerou investimentos de mais de R$ 3 milhões.

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Twitter lança no Brasil o Moments, botão que permite encontrar histórias com mais facilidade

Chega a partir desta terça (17) aos usuários do Twitter no Brasil o Moments (@momentsbrasil), lançado no início de outubro nos EUA e que permite encontrar as melhores histórias da plataforma com mais facilidade. O mercado brasileiro é o segundo do mundo a receber o produto e ter uma equipe dedicada exclusivamente a ele.

Para acessar o Moments, basta clicar no ícone de raio, incorporado à barra de opções. Além da lista dos assuntos mais relevantes do momento — que é atualizada à medida que surgem novas histórias — é possível encontrar conteúdos em tópicos específicos, como Notícias, Entretenimento, Esportes e Diversão, que reúne os melhores memes.

Uma equipe com formação em Jornalismo dedicada ao Moments, liderada por Leonardo Stamillo, diretor editorial do Twitter para a América Latina, organiza as narrativas a partir de Tweets já publicados. A curadoria é totalmente manual, sem uso de algoritmos.

Saiba como funciona no blog do Twitter Brasil.

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Wanderley de Souza é o novo presidente da Finep

Foto: João Luiz Ribeiro/Finep

Foto: João Luiz Ribeiro/Finep

Reforçar o papel da Finep no apoio à infraestrutura científica nos institutos e universidades, em áreas estratégicas para o desenvolvimento científico nacional, assim como apoiar as empresas que atuam na área de inovação. Esses são os objetivos centrais do novo presidente da Finep, o médico e cientista Wanderley de Souza. A nomeação foi publicada nesta segunda-feira (16) no Diário Oficial da União, juntamente com a exoneração do cientista político Luis Fernandes, que esteve à frente da instituição nos últimos oito meses. Formado em medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Wanderley se especializou em doenças infecciosas e parasitárias (como chagas, leishmaniose e toxoplasmose). Suas atividades de pesquisa se concentram em estudos de biologia celular de protozoários patogênicos e de sua interação com a célula hospedeira.

Professor titular do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da UFRJ e pesquisador do Centro Nacional de Biologia Estrutural e Bioimagem da mesma universidade, Wanderley também tem uma carreira importante no serviço público. Foi secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e secretário de Ciência e Tecnologia do Estado do Rio de Janeiro, quando criou o Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cederj), que deu origem à Universidade Aberta do Brasil. De acordo com o novo presidente da Finep, o trabalho em sinergia com o MCTI será fundamental para o sucesso das ações da empresa: “Um dos objetivos é aperfeiçoar o sistema de avaliação dos projetos, para exigir mais qualidade e foco, dentro das prioridades que forem estabelecidas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação”.

Wanderley de Souza também foi diretor do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), vice-diretor e diretor do Instituto Carlos Chagas e primeiro reitor da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro e da Universidade Estadual da Zona Oeste, em Campo Grande. Motivo de orgulho, a sua relação com a Finep data de quatro décadas. “Fui cliente desde 1976, quando ainda era estudante. O laboratório onde eu trabalhava, na UFRJ, era apoiado pela Finep, que financiou todo o equipamento”, conta. Agora no comando da financiadora, ele pretende “instaurar a cultura do debate e reflexão dos grandes temas da Ciência, Tecnologia e Inovação dentro e fora da Finep”.

Membro das academias Nacional de Medicina, Brasileira de Ciências e de Ciências do Terceiro Mundo, Wanderley de Souza é consultor de instituições como a própria Finep, o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), a Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro), a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e a FAP-DF (Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal). Além disso, também é membro do corpo editorial de diversas publicações científicas nacionais e internacionais.

Autor de mais de 600 artigos, Wanderley atua junto a várias sociedades científicas, como: Sociedade Brasileira de Microscopia Eletrônica, Sociedade Brasileira de Protozoologia, Society of Protozoologists, Interamerican Society for Electron Microscopy, American Society for Cell Biology, American Society of Parasitologists.

Fonte: Finep

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Black Friday: startup cria plataforma colaborativa para encontrar promoções reais

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Modelo colaborativo permite que seus 9 mil usuários ajudem equipe de especialistas a selecionarem as mais relevantes ofertas do evento em tempo real

Segundo pesquisa divulgada pela Buscapé Company, na última Black Friday, 53% dos consumidores disseram ter encontrado bons descontos, mas 57% dos entrevistados também disseram ter se deparado com falsas promoções. Neste cenário, uma startup desenvolveu uma plataforma para que os usuários possam se ajudar encontrando boas promoções, compartilhando uns com os outros tais oportunidades.

O OfertaEsperta.com, lançado durante a Black Friday de 2014, hoje conta com 9 mil usuários cadastrados, que contribuem com uma equipe de especialistas do site que avaliam cada oferta sugerida antes de publicá-las na plataforma, analisando o histórico de preços dos produtos, a confiabilidade das lojas, assim como a possibilidade de descontos adicionais, com o uso de cupons de desconto, por exemplo.

“Nosso objetivo é que nossos usuários possam aproveitar cada oferta publicada sem medo de estarem sendo enganados por qualquer motivo, portanto publicamos na plataforma somente promoções com descontos reais, de lojas confiáveis, no melhor momento possível para se fazer a compra. Caso um desses critérios não seja atendido, a oferta não é publicada.”, afirma Julieno Neves, um dos fundadores da startup.

Os descontos reais ficam entre 20 e 50%

Pesquisa divulgada pelo Google em parceria com o Ibope, revela que o tíquete médio do brasileiro deve chegar a R$1000 nesta Black Friday, quase o dobro dos R$522 gastos na última Black Friday. Apesar disto, entre muitos consumidores, a Black Friday ainda carrega a fama de “black fraude”, ou ainda, de “tudo pela metade do dobro”, em referência às lojas aumentarem os preços dias antes do evento e voltarem com os preços antigos no dia do evento, para que os consumidores acreditem que houve real queda nos preços dos produtos.

“A prática de alguns lojistas de aumentarem os preços dias antes do evento é algo que pode ser observado ainda hoje, mas isso não significa que não haverão descontos reais durante o evento. Esse é um artifício que as lojas usam pra potencializar a percepção do consumidor em relação a queda de preços, dando a impressão de que os produtos tiveram uma queda ainda mais excepcional na Black Friday.”, afirma Julieno. “Mas considerando os dados da última Black Friday, se considerarmos as promoções mais relevantes, a maioria deverá ter entre 20 e 50% de desconto real, o que pode resultar numa economia bastante considerável.”, complementa.

Promoções Relâmpago

O OfertaEsperta.com foi desenvolvido para que pudesse ter a dinâmica que eventos como a Black Friday exigem, com promoções exclusivas que começam e terminam muitas vezes em questão de horas ou minutos, e que comparadores de preços convencionais muitas vezes sequer conseguem identificar. A ideia surgiu quando os fundadores perceberam que apesar de conseguirem aproveitar boas promoções na Black Friday, seus amigos e familiares sempre relatarem que não conseguiam encontrar promoções tão boas assim.

“Participávamos de grupos de discussão na internet onde os membros se ajudavam dando dicas uns para os outros. O que fizemos foi ampliar isso e tornar todo o processo mais profissional, confiável e acessível.”, conta Julieno.

Hoje na plataforma são publicadas diariamente por volta de 200 promoções, e a estimativa é que esse número seja até 4 vezes maior durante o evento, sendo que essa quantidade deve começar a se intensificar já na quinta-feira à tarde, dia 26 de Novembro, véspera da Black Friday.

Website: http://www.ofertaesperta.com

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Fusões e Aquisições: Brasil acumula 48,6% de participação no mercado regional nos três trimestres

A Merrill DataSite, empresa desenvolvedora líder de solução de data room virtual (VDR) segura e completa que otimiza o processo de due dilligence (auditoria), em parceria com a consultoria Mergermarket, disponibiliza o relatório do mês de outubro com o panorama da indústria de M&A no terceiro trimestre de 2015 no Brasil e América Latina.

Brasil e América Latina:

Apesar das atividades terem avançado no terceiro trimestre – US$22,6 bilhões em transações, mais que o dobro do valor do segundo trimestre – o fraco desempenho no início do ano contribuiu para a queda geral de Fusões & Aquisições em 2015 nas Américas Central e do Sul.

O Brasil, com 48,6% de participação no mercado regional nos primeiros três trimestres de 2015, foi o país que teve o maior efeito sobre a atividade. O país somou apenas 191 negócios, por US$21,6 bilhões – o número de transações mais baixo desde os primeiros três trimestres de 2009 (133) e o valor mais baixo desde os primeiros três trimestres de 2005 (US$5,4 bilhões). Mas este desempenho, embora seja decepcionante, não causa surpresa no atual contexto econômico do Brasil.

Do início do ano até agora o real perdeu cerca de 50% do seu valor frente ao dólar. A depreciação e a incerteza em torno da moeda brasileira parecem ter afetado não só as Fusões & Aquisições outbound, mas também, e de certa forma um contrassenso, as transações inbound.

Do primeiro ao terceiro trimestre de 2015 ocorreram 14 transações outbound, no valor de US$ 4 bilhões, contabilizando uma redução de 30% no número de negócios e de 74,2% no valor de negócios em comparação ao mesmo período de 2014. Mais de três quartos do valor de transações outbound em 2015 vieram de aquisições globais realizadas pela JBS, empresa brasileira de processamento de carne: Moy Park no Reino Unido por US$ 1,5 bilhão, Cargill Pork nos Estados Unidos por pouco menos de US$ 1,5 bilhão e Scott Technology na Nova Zelândia por US$69 milhões.

As Fusões & Aquisições inbound no Brasil somaram 105 operações, no valor de US$ 12,1 bilhões, nos primeiros três trimestres de 2015, representando um recuo de 51,8% em valor de negócios e de 5,4% em número de negócios desde igual período em 2014. A transação inbound de maior porte concretizada no Brasil do primeiro ao terceiro trimestre de 2015 foi a aquisição dos 24,7% restantes de participação na Souza Cruz pela British American Tobacco (BAT) do Reino Unido por US$ 2,7 bilhões. A BAT propôs R$ 26,75 por ação em março, mas acabou desembolsando R$ 27,62 por ação em setembro. Diante da depreciação significativa do real neste meio tempo, porém, o valor do negócio – quando convertido em dólar americano – foi na verdade mais baixo na data da concretização do que na data da proposta.

Por outro lado, o risco de taxas de câmbio flutuantes pode acelerar as negociações que já estão engatilhadas. Esta tendência, no entanto, ainda não parece ter-se manifestado em dados: apesar das Fusões & Aquisições inbound no Brasil terem crescido entre o primeiro trimestre de 2015 (US$1,6 bilhão) e o terceiro trimestre de 2015 (US$ 6,6 bilhões), ainda ficaram significativamente abaixo dos níveis do ano passado (US$ 13,2 bilhões no terceiro trimestre de 2014).

Com apenas um trimestre restante em 2015, é altamente improvável que no Brasil e nas Américas Central e do Sul como um todo vejamos o mesmo nível de atividades do ano passado (US$ 130,7 bilhões e 617 transações no ano de 2014 inteiro). A esta altura a esperança é de que a situação no Brasil se estabilize em 2018. Enquanto isso, porém, outros países talvez melhorem suas posições e até mesmo assumam a liderança no mercado de Fusões & Aquisições nas Américas Central e do Sul.

Visão Global

O ritmo global de Fusões & Aquisições continua a se intensificar, atingindo o ponto mais alto desde a crise financeira de 2008. O crescimento da atividade de Fusão & Aquisição pode ser um indicador alternativo da evidente recuperação econômica mundial. Do pico da crise até agora, os valores globais têm aumentado a cada ano, o que sugere melhoria na confiança geral.
Nos primeiros nove meses de 2015 foram realizadas 11.754 transações, somando US$ 2,9 trilhões, ou seja, um aumento de 47% em valor desde 2008 (10.689 operações no valor de US$ 2 trilhões). Nos primeiros três trimestres de 2015 o valor total das transações subiu 21,1% em comparação ao mesmo período de 2014, que registrou 12.772 operações no valor de US$ 2,4 trilhões.

Sobre o relatório Mensal da Indústria de M&A na América Latina e no mundo

O relatório oferece mensalmente uma visão geral do fluxo global de transações por região, detalhando estatísticas transacionais e incluindo comentários sobre América Latina, América do Norte, Europa, Ásia-Pacífico, Oriente Médio e África.

Baixe o relatório completo:
http://www.datasitedeal.com/MAInsiderOctober2015BRZ?LeadSource=Public_Relations&CampaignID=7011A00000164NX

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Kia Motors vai introduzir tecnologias de condução autônoma

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A Kia Motors anunciou hoje um investimento significativo para o desenvolvimento de novas tecnologias de condução autônoma que serão introduzidas parcialmente pela marca em sua gama de modelos em 2020. O objetivo da Kia é colocar no mercado seu primeiro carro totalmente autônomo em 2030.

A fase inicial de investimento de Kia – totalizando US$ 2 bilhões em 2018 – prevê o desenvolvimento do novo Sistema Avançado de Assistência ao Motorista, além de empregar um maior número de engenheiros. Este processo vai introduzir a próxima geração de veículos inteligentes da Kia nos próximos anos.

De acordo com Tae-Won Lim, vice-presidente da Central de Pesquisa Avançada e do Instituto de Engenharia de Hyundai Motor Group, “os veículos totalmente autônomos ainda estão um pouco distante, portanto vamos iniciar uma grande quantidade de pesquisas e testes rigorosos de produtos para fazer desta tecnologia uma realidade. A Kia ainda está nos primeiros estágios de desenvolvimento de suas próprias tecnologias, mas estamos confiantes de que as últimas inovações – parcial e totalmente autônomas – tornarão a condução ainda mais segura para todos”, diz.

Sistema Avançado de Assistência ao Motorista

Com ADAS ainda em estágio inicial, a Kia – como parte da Hyundai Motor Group – prevê um trabalho bastante estreito com os fornecedores e empresas afiliadas para desenvolver uma gama de tecnologias em três categorias distintas para permitir que um veículo tenha condução autônoma:

– Reconhecimento: o desenvolvimento de novos sensores para detectar outros veículos e perigos, leitura da estrada a frente e identificação das más condições de condução

– Julgamento: sistemas de computação avançados que permitem o veículo tomar decisões com base na informação recolhida por sensores ADAS

– Controle: sistemas eletrônicos e mecânicos ativos, permitindo que o veículo execute as decisões tomadas pela tecnologia autônoma em qualquer situação

Introdução de tecnologias de condução parcialmente autônomas em 2020

Kia planeja introduzir uma gama de tecnologias parciais ADAS nos próximos anos, com uma variedade de novas funções previstas para 2020. Umas das novas tecnologias em desenvolvimento é a Highway Driving Assist (HDA), que controla a direção, travagem e aceleração em autoestrada, combinado com a Lane Guidance System (LGS) e o Advanced Smart Cruise Control (ASCC). O HDA é projetado para manter automaticamente uma distância segura dos carros na frente, mantendo veículo em sua faixa de rodagem na estrada e aderindo aos limites de velocidade locais usando informações do sistema de navegação. O sistema também irá ajudar na ultrapassagem com segurança de outros carros da estrada.

O Jam Traffic Jam Assist (TJA), atualmente em desenvolvimento pela Kia, realiza o rastreamento do veículo da frente durante as condições de tráfego por meio de uma variedade de sensores e vai manter uma distância segura do carro na frente, além do veículo na pista. Com o TJA, os motoristas terão mais facilidade – e mais conforto – para navegar em engarrafamentos nas estradas frequentemente congestionadas.

Para tornar os veículos Kia entre os carros mais fáceis de estacionar, a empresa está desenvolvendo novas tecnologias para facilitar as manobras em baixas velocidades, como o Smart Parking Assist System (SPAS) que permite o veículo estacionar de forma independente em espaços paralelos ou perpendiculares. A Kia também irá introduzir o Remote Advanced Parking Assist System (RAPAS), sistema que estaciona o veículo quando o condutor pressiona o botão de chave inteligente.

Todas essas novas tecnologias irão juntar-se ao conjunto de sistemas já oferecidos pela Kia em seus mais recentes veículos de produção no mercado global, incluindo o Sorento e os novos Optima e Sportage. Estas tecnologias serão principalmente concebidas para tornar a condução mais segura e mais fácil aos clienets da Kia, identificando perigos na primeira oportunidade e permitindo que o motorista – ou o carro – tenham a reação apropriada

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Agilidade das startups dá vantagem na crise, afirma diretor durante abertura do Acelera Startup

Agência Indusnet Fiesp

Na abertura, nesta segunda-feira (16/11), da fase final do 7º Acelera Startup, concurso de empreendedorismo da Fiesp, Bruno Ghizoni, diretor do Comitê Acelera Fiesp (CAF), disse que “por incrível que pareça”, o momento no Brasil é bom para as startups. “Vocês são mais ágeis, pensam fora da caixa.” Lembrou que os finalistas da sétima edição do Acelera Startup foram escolhidos entre cerca de 5.000 empresas e “já são mais que vencedores”.

Participam 316 empreendedores que tiveram projetos ou startups selecionados na primeira fase de avaliação. São dois dias de um exclusivo processo de aceleração, com palestras, workshops, mentorias e avaliações classificatórias. As categorias desta edição são Geral; Agronegócio; Educação; Saúde e Bem-estar.

Sylvio Gomide, diretor titular do CAF, fez um paralelo entre os atentados na França e a crise enfrentada pelo Brasil. No nosso caso, afirmou, parte da solução vem da educação e do trabalho. “O momento de reflexão é importante para nós”, disse. “Não podemos fingir que nada está acontecendo. A primeira resposta é educação, e a segunda é trabalho, a geração de renda, de emprego.”

Gomide explicou a importância da campanha “Não Vou Pagar o Pato”, com participação ativa da Fiesp, e pediu a participação do público.

Também elogiou a presença dos empreendedores no Acelera Startups. “É importante contar com a participação de todos vocês. Na última edição, 17 Estados participaram deste concurso.”

Os 12 mais bem avaliados (sendo oito operacionais e quatro pré-operacionais) chegarão como finalistas do evento, podendo apresentar seu negócio, no modelo de elevator pitch (até 3 minutos), à banca de investidores mais seleta do mercado. Dois deles serão os grandes vencedores, sendo um operacional e outro pré-operacional, independentemente da categoria. Pela primeira vez, serão premiados projetos e empresas inovadoras tanto em fase pré-operacional quanto operacional.

O público pôde participar das palestras sobre inovação, investimento e empreendedorismo, também transmitidas ao vivo pela Internet. Na terça-feira (17/11) poderá acompanhar as apresentações dos pitches (apresentações) dos finalistas aos investidores.

Ambiente empreendedor

A primeira palestra, sob o título Inovação – O case da Agência Africa, teve como moderadora Daniela Saad, diretora do CAF e da área comercial dos canais pagos da Band. Em sua apresentação, Sérgio Gordilho, sócio da agência Africa, ressaltou o ambiente favorável ao empreendedorismo na Fiesp, que estimula as startups. Na Bahia, há condição semelhante para a criatividade, disse, como explicação para a grande presença de publicitários e especialistas em marketing em seu Estado.

Gordilho disse que “crise é inovação. Isso é o ponto. Tire o esse, e crise vira crie”. Numa crise, explicou, é preciso olhar de forma diferente tudo que se faz. “Porque isso é inovação – tentar fazer melhor. É alterar a forma de fazer. O que é o bom da crise? Crise é um grande momento de inovar.”

O sócio da agência Africa deu também conselhos práticos sobre comunicação ao público. “Para saber a melhor mídia é preciso conhecer seu consumidor. A melhor mídia é onde ele está. Você sabe para quem sua empresa foi feita? Vivemos um mundo de oportunidade nas mídias, porque o brasileiro é conectado. Primeiro entenda seu consumidor – a partir daí fica fácil.”

Gordilho encerrou sua apresentação estimulando os empreendedores: “Trabalhem, foquem, cresçam”.

Investimentos

O primeiro painel do dia, O mercado faz o pitch aos empreendedores – O que existe para ajudar minha startup?. teve intensa participação do público. O moderador do painel, Bruno Ghizoni, explicou que a ideia das apresentações foi mostrar o outro lado para o empreendedor.

Leonardo Pereira, chefe do departamento de capital empreendedor do BNDES, classificou como “impressionante como o empreendedorismo se desenvolve no Brasil, e mais especificamente em São Paulo, e como o ecossistema favorece isso.”

O BNDES, explicou, tenta criar produtos para dinamizar o ecossistema de inovação. Citou como problema no Brasil a remuneração dos títulos do Governo. “Dão 14% a 15% ao ano, e os investidores querem mais do que isso” na hora de escolher empreendimentos. Além desse retorno, o empreendedor precisa ficar de olho nos concorrentes. “Investidor quer ver capacidade do gestor e quer ver resultados.”

Fernanda Bordin, gerente da área de inovação e negócios da Mercedes-Benz, disse que a empresa tem abertura para startups, mas os empreendedores têm que ir preparados – “é preciso convencer muitas pessoas pelo caminho”. Disse que o LinkedIn funciona como canal para apresentar a startup à Mercedes – “mas não aquele pedido padrão de ‘adicionar’”. É preciso pensar como se fosse um pitch de elevador, contar o que a empresa tem a oferecer.

Fábio Kiyan, coordenador de Estratégia Tecnológica da Embraer, disse que a empresa toma ações focadas em fortalecer ecossistema de inovação. Parte importante do que a Embraer vai precisar, explicou, virá de startups. “O Acelera é programa muito importante para a Embraer.” Eventos como ele ajudam a Embraer a identificar fornecedores e encontrar soluções para problemas de curto prazo.

Sérgio Risola, diretor-executivo do Centro de Inovação, Empreendimento e Tecnologia (Cietec), frisou o tamanho – “é o maior do Brasil” – e a qualidade do Acelera Startup. Sobre a incubadora em que trabalha, disse que procuro “tornar simples, segura e escalável a inovação”. Cietec ajuda a criar asas, mas voa junto.

Também participaram do painel Rodrigo Comazzetto, gestor regional de São Paulo do Fundo Criatec 2, Anderson Borille, coordenador da Divisão de Engenharia Mecânica do ITA, e Alexandre Barros, coordenador da Incubadora de Negócios do Cecompi. Borille e Barros destacaram o ambiente favorável à inovação no Vale do Paraíba, com a presença de indústria aeronáutica, aeroespacial e de defesa.

Labs

O segundo painel do Acelera, A nova onda do mercado: Labs – O que são? O que minha startup ganha com isso?, foi mediado por Marcos Moraes, diretor do CAF. José Cláudio Cyrineu Terra, diretor de Inovação do Hospital Israelita Albert Einstein, lembrou que inovação precisa de uma visão diferente. Disse que o hospital quer impactar o ecossistema de inovação da saúde no Brasil. Para acelerar startups da área de saúde, ajuda em pontos como a área científica. “Sem ecossistema de inovação extremamente forte, nossos problemas na área de saúde não serão resolvidos”, afirmou. O hospital criou uma “garagem” para projetos, e contratou 15 engenheiros, de áreas como mecatrônica. Conseguiu montar portfólio de 30 projetos num ano.

Patrick Teyssonneyre, diretor de Inovação e Tecnologia da Braskem, alertou os participantes que o modelo de negócios tem sido a deficiência nos pitches (mais de 70) que acompanhou. “Precisa evoluir nisso”, afirmou. Célio Antunes, presidente da Impacta Tecnologia, citou projeto de plataforma de e-learning desenvolvida por seus alunos. Ele comprou 20% da empresa, e a solução virou comercial.

Sobre o Acelera

Uma boa ideia na cabeça e a chance de encontrar seu potencial investidor, no elevador, e convencê-lo em prazo recorde: esta é uma das propostas do dinâmico Concurso Acelera Startup. O Acelera Startup incentiva o empreendedorismo inovador e aproxima projetos e empresas de investidores.

Cerca de 50 investidores, com potencial de investimento de R$ 500 bilhões, formarão a maior banca do país. Trata-se da maior arena de aceleração do Brasil, que tem como objetivo fomentar o empreendedorismo e a inovação, atraindo o maior número de empreendedores e de investidores para a geração de negócios. Somando as seis edições anteriores, o evento já gerou investimentos de mais de R$ 3 milhões.

Confira toda programação no site http://hotsite.fiesp.com.br/acelera/

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Supermercadistas estão pessimistas com a economia

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A Pesquisa de Confiança dos Supermercados do estado de São Paulo (PCS/APAS) apontou em outubro que apenas 12,4% dos empresários do setor supermercadista estão otimistas em relação ao ambiente econômico atual e futuro. O total de pessimistas atingiu 60% dos empresários do setor.

Deste modo, os resultados continuam apontando um cenário de confiança em níveis baixos, refletindo o momento econômico e político vivenciado atualmente no Brasil.

Conforme explicou o gerente do departamento de Economia e Pesquisa da APAS, o economista Rodrigo Mariano, todos os itens pesquisados (inflação, PIB, juros, emprego, vendas, entre outros) apontam baixo ou nenhum grau de otimismo em relação à percepção atual ou à expectativa futura.

Segundo ele, um baixo percentual dos empresários (5,9%) possui a percepção de que a inflação apresente redução no curto prazo. “A inflação elevada e persistente, aliada ao desempenho fraco da atividade econômica, afeta o otimismo do setor, que apresenta desde meados de 2013 um baixo nível de confiança na economia brasileira”, diz.

Este cenário vem se degradando mês após mês diante do agravamento da crise política e econômica que é vivenciada e que afeta a confiança dos empresários e dos consumidores, impactando, respectivamente, a decisão de investimento e consumo.

Momento atual
Em relação ao momento atual, o otimismo do setor supermercadista atingiu 11,8%, já o pessimismo foi verificado em 62,2%. “Esse cenário reflete um momento atual de extrema falta de confiança na economia, que tem gerado elevação do desemprego, com redução da renda da população, aliado à perda do poder de compra”, comenta.

Momento Futuro
No que diz respeito à expectativa em relação ao futuro, 12,9% apontaram otimismo, enquanto 57,6% se mostraram pessimistas. Para o economista, o baixo nível de confiança no futuro continua a demonstrar um baixo nível de “esperança”, já que o indicador referente à expectativa futura para a economia brasileira tem resultados similares ao indicador geral.

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7 coisas que você precisa saber sobre o equity crowdfunding

A prática de investir em empresas ascendentes via a internet, conhecida como equity crowdfunding, vem crescendo fortemente tanto mundialmente quanto no Brasil. Mas, como tudo que é novo vem cercado de dúvidas e desconfiança, o matemático inglês, ex-Lloyds Bank e sócio da plataforma EqSeed (www.eqseed.com), Greg Kelly, preparou uma lista com 7 coisas que todo mundo precisa saber sobre equity crowdfunding. Vale conferir:

1. Equity crowdfunding é legal?

Sim, é legal. Atualmente, a atividade é permitida pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sob Instrução 400, que permite a oferta pública de valores mobiliários pelas microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP). Nesse momento, toda oferta tem que passar por um processo de pré-notificação com a CVM para então ser publicada.

A CVM já está trabalhando para estabelecer uma regulação mais específica para este setor, que já é estabelecido há algum tempo em países como o Reino Unido e os EUA. A Associação Brasileira de Equity Crowdfunding (EQUITY) tem participado ativamente deste processo. Dentre os próximos meses a CVM pretende fazer uma audiência pública com previsão de publicar a regulamentação a ser finalizada em 2016.

2. Qual é a diferença entre o crowdfunding (financiamento coletivo) tradicional e o equity crowdfunding?

Crowdfunding tradicional: você coloca seu dinheiro e, em troca, recebe um produto ou um brinde.
Equity crowdfunding: você investe seu dinheiro e, em troca, recebe participação na empresa e, portanto, o direito de compartilhar os sucessos e lucros futuros da empresa.

3. Como serei remunerado como investidor?

Com um investimento pelo equity crowdfunding, a meta é vender sua participação após ela ter multiplicado em valor. Se no futuro a empresa for comprada por uma companhia maior ou fizer uma IPO, você conseguirá vendar sua parte da empresa, realizando um lucro geralmente medido como um múltiplo do valor investido. A empresa também pode chegar a pagar dividendos.

Do ponto de vista social e de mercado, você, como investidor, faz acontecer uma empresa que você acredita. É sua oportunidade de participar da criação de empresas que podem transformar as vidas das pessoas para melhor e que vão formar a economia do amanhã.

4. O que pode dar errado? Quanto eu posso perder?

Essas possiblidades de retornos financeiros consideravelmente altos são possíveis somente com riscos elevados. Ao investir em startups, você corre o risco de perder uma parte ou todo do dinheiro investido. Por isso, você não deve investir valores que não pode se dar ao luxo de perder.

Para Kelly, a palavra-chave desse tipo de investimento é diversificação: “Carteira saudável é carteira diversificada. Esses investimentos podem compor uma pequena parte de uma carteira saudável, a parte que visa retornos maiores do que os investimentos tradicionais são capazes de oferecer. O mais importante é diversificar os seus investimentos via equity crowdfunding entre várias empresas e industriais”, indica Kelly.

5. Todas as plataformas de equity crowdfunding são iguais?

Não, cada plataforma funciona de uma maneira distinta, oferecendo termos e proteções bastante diferentes ao investidor. Por isso, é sugerido que os interessados em investir via equity crowdfunding conheçam todas as plataformas e escolham uma com o seu perfil. “Existem boas práticas básicas de investimentos em startups que deveriam ser implementados para proteger o seu investimento.” explica o sócio-fundador da EqSeed. “O direito de preferência em rodadas futuras, por exemplo, é uma condição essencial que nenhum investidor profissional abre mão de ter”.

6. Equity crowdfunding é só para investidor profissional participar?

Com um investimento mínimo de R$1.000 por empresa, o equity crowdfunding oferece acesso inédito ao investimento em startups para todo perfil de investidor. Porém, é fundamental que o investidor entenda que esse tipo de aplicação é muito diferente do que investimentos de renda fixa mais corriqueira. “Com o equity crowdfunding, ao invés de receber um pagamento de juros todo mês, o investidor prefere que a empresa reinvista os lucros no próprio crescimento dela, pois o objetivo é de acumular e realizar grandes retornos financeiros no longo prazo”. Essa estratégia é necessariamente acompanhada por um baixo nível de liquidez. “Você deve investir apenas valores que não vai precisar retirar no curto prazo” diz Kelly.

7. Estou convencido a investir via equity crowdfunding. Mas como escolher quais startups para colocar meu dinheiro?

Com equity crowdfunding, é privilégio e responsabilidade de cada investidor analisar e tomar sua própria decisão sobre a qualidade da empresa e do investimento. Certeza que uma empresa específica vai dar certo você nunca vai ter. Porém, as plataformas fazem todo possível para facilitar esse processo de decisão. “O investidor deve considerar o potencial do mercado no longo prazo e a capacidade da equipe da empresa em executar e entregar resultado pela duração do investimento. Na plataforma EqSeed, você acha todas as informações necessárias para ficar confortável com seu investimento e pode até conversar diretamente com os sócios”, conclui Kelly.

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5 passos para conquistar o mercado americano

O fluxo de investidores brasileiros rumo aos Estados Unidos saltou 40% em 2015, de acordo com dados do Consulado-Geral de Miami. A vontade de conquistar novos mercados ganha força com a crise econômica no Brasil, fazendo com que muitos empresários decidam concretizar a internacionalização do negócio. Mas, para tornar esse projeto realidade, e com o mínimo de riscos, é necessário ter algumas informações básicas. A Drummond Advisors – consultoria especializada em assuntos tributários, contábeis e jurídicos de transações internacionais – elencou cinco dicas valiosas para planejar a abertura da empresa nos EUA. Confira:

1- Avalie o ambiente onde vai investir: faça um mapeamento da região onde pretende atuar e veja se o local escolhido é o mais adequado para o seu segmento. Na Flórida, por exemplo, a indústria de aviação e de turismo são intensas, enquanto na Califórnia há mais investimentos na área de tecnologia. “Já no Meio-Oeste ganha destaque a atividade do agronegócio, e no Nordeste americano os setores de biotecnologia, TI e serviços são muito fortes”, explica Michel de Amorim, sócio da Drummond.

2- Conheça os requisitos locais para conseguir benefícios. Em regra, diz o consultor, quanto mais empregos o negócio gerar, maior oportunidade a empresa tem de obter benefícios fiscais e incentivos do governo. Porém, há uma oferta de benefícios específicos de acordo com o estado, e muitas dessas vantagens são aplicadas antes da abertura da empresa, por isso é importante fazer a prospecção cuidadosa logo no início do processo.

3- Saiba escolher o formato da empresa. Existem várias maneiras de ingressar no mercado americano. Um escritório de representação é uma forma comum, pois não exige a criação de pessoa jurídica. Entretanto, a atuação do empresário fica restrita a pesquisa, suporte, publicidade e compra de bens em nome da sede no exterior. A filial também não requer PJ, mas implica em obrigações tributárias, como a alíquota máxima de 30% antes do envio de dividendos à matriz. Outro caminho possível é a subsidiária, que consiste na criação de uma pessoa jurídica independente. “Esse modelo pode acarretar implicações na estrutura tributária da controladora do Brasil”, observa Amorim. A escolha do tipo de entidade vai depender do perfil do empreendimento. Cada caso tem peculiaridades, por isso é imprescindível uma análise minuciosa em conjunto com um especialista.

4- Fique por dentro da legislação tributária. Não é só o tipo de entidade que determina as implicações fiscais. Outros fatores, como a estrutura societária e o local de atuação, influenciam nos valores das alíquotas, o que afeta diretamente os rendimentos da empresa. Portanto, um planejamento tributário é essencial para maximizar o retorno financeiro. Assim como no Brasil, os tributos nos Estados Unidos são cobrados em âmbito federal, estadual e municipal. O mesmo tributo pode ser cobrado em níveis diferentes – é o caso do Imposto de Renda, que em alguns lugares do país é cobrado pelo órgão federal e estadual.

5- Entenda os vistos de entrada nos EUA. Existem inúmeras categorias e subcategorias de vistos. Na legislação americana, o processo para autorizar a entrada e permanência provisória (não imigrantes) é diferente daquele aplicado aos que desejam permanecer indefinidamente (imigrantes). “Cada tipo de visto estabelece um limite de permanência no país e define as atividades que podem ser exercidas”, diz Pedro Drummond, sócio da consultoria e advogado licenciado no Brasil e EUA. O L1 é o mais procurado por quem quer empreender, pois permite a transferência de executivos ou gerentes entre empresas do mesmo grupo econômico ou vinculadas.
Com as informações certas, a abertura de uma empresa em território americano deixa de ser um bicho de sete cabeças. Para fazer o negócio dar certo, o empreendedor estrangeiro deve contar com o auxílio de um time de profissionais habilitado para atuar nos EUA. Assim, o investidor estará preparado para lidar com as normas e leis do país, potencializando resultados e minimizando riscos.

Sobre a Drummond Advisors:

A Drummond presta serviços de consultoria internacional a empresas brasileiras e americanas, com foco nas áreas contábil, tributária, jurídica e de desenvolvimento de negócios. Fundada na cidade de Boston, a consultoria ampliou a sua presença para as cidades de Miami, São Francisco, Nova York, São Paulo e Belo Horizonte, como resultado do crescimento da sua base de clientes e do objetivo de prestar um atendimento personalizado. A empresa conta com uma equipe multidisciplinar de profissionais com certificação, formação e experiência em território brasileiro e norte-americano.

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CSU Contact é escolhida a “Melhor Empresa em Contact Center de 2015” pelo PrêmioABT

A CSU Contact, unidade do grupo CSU especializada na prestação de serviços de teleatendimento, help desk, cobrança, back office, televendas e relacionamento com o cliente, recebeu na noite de 12 de novembro o prêmio de “Melhor Empresa em Contact Center de 2015”, no XV PrêmioABT. A cerimônia ocorreu na sede da Fecomércio, em São Paulo, com a entrega de prêmios em três classificações, ouro, prata e bronze.

A categoria “Ouro – Prêmio de Excelência” como “Melhor Empresa em Contact Center de 2015”, é uma das premiações especiais, que reconhecem as melhores companhias pelo conjunto de cases vitoriosos. “Este prêmio é fruto de um trabalho conjunto de toda a equipe da empresa, que tem demonstrado profissionalismo e competência em cada operação”, afirma o CFO da CSU, Ricardo Leite.

Além do troféu especial, a CSU Contact foi reconhecida em outros seis momentos, com dois cases da Natura (categorias ouro e prata), Comgás (ouro), Net (prata) e Banco do Brasil (bronze). “É mais um sinal de que estamos conseguindo atingir níveis elevados de eficiência operacional”, conclui Ricardo Leite.

O PrêmioABT é uma realização da Garrido Marketing em parceria com o Instituto Brasileiro de Marketing de Relacionamento (IBMR), que há 15 anos reconhece as melhores práticas em empresas do mercado de Contact Center, com o objetivo de incentivar o desenvolvimento da atividade de atendimento ao cliente. A CSU é uma tradicional ganhadora da premiação e acumula vitórias ao longo de várias edições.  

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Eficiência energética, segurança da informação e desafios diante da crise são temas de destaque no DCD Converged Brasil 2015

A DatacenterDynamics, empresa com atuação global no mercado de datacenters, promoveu nos dias 10 e 11 de novembro a sétima edição do DCD Converged Brasil, principal evento do segmento no País. As conferências de 2015 se destacaram por colocar em pauta temas como eficiência energética, segurança da informação e desafios diante da crise econômica. A programação reuniu mais de 80 especialistas do Brasil e do exterior, com um total de 70 sessões de debates.

O DCD Converged foi realizado no Transamerica Expo Center, em São Paulo, e integrou a programação da primeira Brasil Datacenter Week, também organizada pela DatacenterDynamics. Na abertura do evento, o Diretor de Conteúdo da empresa, José Monteiro, expressou o objetivo de “fazer desta semana a mais importante do setor de datacenters no Brasil”.

Em seguida, a conferência inicial reuniu especialistas da Natura, Ascenty e Google para debater questões relacionadas à manutenção de datacenters no próprio ambiente das empresas (in-house) ou externamente (outsorcing). Os convidados concluíram que, independente do modelo escolhido, é preciso entender a necessidade do cliente.

Felipe Caballero, Diretor da Ascenty, chamou a atenção para a importância de expandir a disponibilidade dos datacenters para além do eixo Sul-Sudeste, a fim de melhor atender à demanda de outras regiões do País. Fábio Andreotti, do Google, completou destacando a necessidade de que os responsáveis por datacenters também estejam preparados para oferecer soluções a clientes de menor porte, inclusive em regiões que carecem de redes mais potentes para o tráfego de dados.

Soluções para reduzir custos com energia

Apontada como uma das principais geradoras de custos em datacenters, a energia elétrica teve especial atenção nas palestras do DCD Converged 2015. Diferentes especialistas discutiram soluções para melhorar a gestão desses recursos. Alan Satudi, Gerente de Produtos da Schneider Eletctric Brasil, ressaltou a necessidade de observar três pontos: entender o perfil de consumo do datacenter; desenvolver sistemas modulares, cuja capacidade aumenta ou diminui de acordo com a necessidade do cliente; e investir em sistemas de “FreeCooling”, tecnologia que faz com que a potência de aparelhos de ar-condicionado se “ajuste” à temperatura externa, o que, consequentemente, reduz o consumo e os custos com energia.

Satudi acrescentou que, no Brasil, o custo médio da energia elétrica para a indústria já chega a R$ 459 por megawatt/hora (Mw/h). A tendência para 2016 é de aumento, devendo atingir R$ 493 o Mw/h.

Informação segura e integrada

As conferências sobre segurança da informação realizadas durante o DCD Converged apontaram para a necessidade de que os datacenters garantam o tráfego de dados de forma segura e integrada. O General Antonino dos Santos Guerra, vice-chefe de Tecnologia da Informação e Comunicações do Estado Maior do Exército (EME), abriu o ciclo de palestras sobre o tema com uma apresentação detalhada do Sistema Nacional de Comunicações Críticas – SISNACC, que visa unificar os sistemas provedores de informação de diferentes agentes públicos, como Polícias, Defesa Civil, Bombeiros, Secretarias de Saúde, entre outros.

O militar evidenciou que essa integração é necessária para garantir uma atuação mais coordenada e ágil no atendimento à população, seja em questões de segurança ou em ações humanitárias que contam com a participação do Exército. Para exemplificar, o general falou sobre situações em que ambulâncias são enviadas rapidamente para atender pacientes e, ao chegarem aos Hospitais, deparam-se com a falta de vagas. Uma informação coordenada evitaria esse “desencontro”.

Em outro momento, o Diretor da Ustore, Rodrigo Assad, destacou que, apesar de não estar na “rota das ciberguerras mundiais”, o Brasil precisa evoluir no desenvolvimento de tecnologias voltadas à segurança da informação. Para o especialista, “é fundamental avançar na compreensão do funcionamento de sistemas, já que, hoje, ‘computação é conexão’”, em uma referência à crescente mobilidade com o que os dados “circulam” atualmente – sobretudo, por meio de smartphones, que já chegam a 8 bilhões em todo o mundo.

Outra apresentação de destaque no âmbito da Segurança da Informação foi conduzida por Mário Rachid, Diretor Executivo da Embratel, que falou sobre os preparativos da empresa para atender à demanda dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro: serão mais de 1.000 servidores, distribuídos em dois datacenters de classe mundial, além de dois satélites de alta capacidade.

Crise e econômica e gestão

Os desafios impostos às empresas de datacenter diante da atual crise econômica também estiveram na pauta do DCD Converged 2015. Para o Professor Renato Lima, da FIA, o cenário de desaceleração deve desenvolver nos profissionais de TI a habilidade de atuarem também como gestores, pensando em investimentos e projetos de forma estratégica.

O segmento de TI deve encerrar 2015 com uma participação de 5% no total do PIB, ante 7% em 2014. “A crise também pode ser a oportunidade para que as empresas revejam seus processos e estratégias, buscando a otimização de recursos”, explicou Fabio Andreotti, do Google.

Futuro

Um debate sobre o futuro do mercado de datacenters reuniu especialistas da Amazon, Odata Colocation, Itaú Unibanco, Strohl Brasil e Google no final do DCD Converged Brasil 2015. Sidney Mondenese, da Strohl, iniciou sua abordagem afirmando que “a tendência é que tudo já ‘nasça’ conectado à internet”, em uma alusão à crescente conexão de pessoas e dados. Ressaltou, porém, que “as empresas de TI precisam estar sempre preparadas para a ocorrência de falhas, a fim de minimizar o seu impacto”.

A qualificação dos profissionais de TI também foi apontada como item fundamental ao desenvolvimento do mercado, “pois o fator humano jamais sairá completamente de cena”, conforme explicou Bruno Pagliaricci, da Odata.

A necessidade de aliar sustentabilidade e negócios de TI também foi discutida. Luís Fernando Quevedo, estrategista do setor, apontou sobretudo para a urgência de encontrar novas fontes de energia para os datacenters, que diminuam a dependência da energia gerada pelas hidrelétricas.

Concluindo dois dias de intensos debates, José Monteiro destacou a importância de eventos que favoreçam o encontro contínuo de especialistas da área de TI, já que o setor e suas demandas estão sempre em constante evolução.

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O brasileiro é “multiplataforma” e o mercado vai ter que entender isso

A cada mês, 41% dos brasileiros navegam online através de múltiplas plataformas. 59% do tempo gasto online no Brasil é no mobile. 69% e 71% das audiências acessam conteúdos de mapa e tempo, respectivamente, através de múltiplas plataformas. ¾ dos millenials brasileiros estão online ou em desktop e mobile, ou somente no mobile.

Pela primeira vez, a comScore irá fornecer dados demográficos e métricas de engajamento nas plataformas mobile, incluindo idade e gênero, estes dados foram divulgados pela comScore após anúncio da atualização do MMX® Multi-Platform,para medir audiências em desktops, smartphones e tablets no Brasil.

A comScoreapresentará mais dados inéditos durante a edição do GMIC Summit São Paulo (17 de Novembro 2015, em São Paulo), Luciana Burger, managingdirector da comScore Brasil fará a apresentação dos dados.

“A adição de dados mobile para o mercado do Brasil é uma atualização monumental que nos permite entender como as audiências consomem em diferentes dispositivos”, afirma Luciana Burger, ManagingDirector da comScore Brasil. “A fragmentação da mídia digital é crescente por conta do uso de smartphones e tablets, o que transformou a contabilização precisa das audiências incrivelmente complexa. Esta informação é importante para todos os lados do ecossistema digital, e estamos animados em trazermos dados multi-plataforma de alta qualidade para a indústria e nossos clientes.”

A comScoreé a fornecedora de dados de mercado oficial do GMIC Summit São Paulo – Global Mobile Internet Conference, que acontece em São Paulo, semana que vem:
Ficha técnica GMIC Summit São Paulo

Local: Renaissence Hotel
Data e Hora: 17 de novembro de 2015 às 8h30
Credenciamento: aberto a partir de 14/09/2015
Para credenciar: http://saopaulo.thegmic.com/

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Tecnologias que irão revolucionar o mercado de automóveis – Por Henry Manzano*

Esqueça aquele sonho de ter um Herbie, o fusca turbinado, pois o setor automobilístico está passando por uma nova revolução com o desenvolvimento de carros inteligentes. Em um futuro não muito distante, a Internet das Coisas (IoT) vai mudar o modelo de veículos que conhecemos atualmente. Já é possível encontrar funcionalidades tão inovadoras em paineis de automóveis que os carros são mais do que meios de locomoção e se tornam verdadeiros computadores de rodas. Um estudo recente da Tata Consultancy Service (TCS) mostra que só em 2015 cada empresa do setor dee automóveis investirá em média 93,5 milhões de dólares em projetos de IoT no mundo e este número pode passar para 102 milhões de dólares até 2018.

Aquela velha dificuldade de estacionar em uma vaga apertada está se tornando ultrapassada pois, hoje em dia, o carro já consegue fazer isso sozinho. Esta era uma ideia, inimaginável há alguns anos, mas já é uma realidade e é o primeiro passo para o desenvolvimento de veículos totalmente autônomos.

Grandes empresas de tecnologia desenvolvem protótipos e testam carros totalmente autônomos, que são capazes de se guiar sozinho, sem a necessidade de um condutor. Esses automóveis oferecem total segurança e funcionam com tecnologias de câmeras de detecção que permitem ao carro identificar o que acontece ao seu redor, e com tecnologias e programas instalados que o ajudam a avaliar a situação e agir corretamente.

Há muita expectativa para que até 2030 que os veículos já estejam em circulação pelas ruas e guiando passageiros com total funcionamento tecnológico. Uma pesquisa da Automotive Industry Solutions (IHS) prevê que o número de ‘carros conectados’ vai saltar de 23 milhões em 2014 para mais de 150 milhões em 2020.

A indústria automotiva está investindo basicamente em três principais fontes de receita de IoT: infotainment (informação e entretenimento) dentro dos carros como serviços de streaming, interação e verdadeiras assistentes pessoais que sabem da sua agenda, monitoramento de desempenho do veículo (carros capazes de fazer o próprio diagnóstico em caso de defeito) e assistentes de segurança do condutor (como câmeras de monitoramento e condução do veículo). Cada vez mais, muitos desses recursos estarão disponíveis no mercado e inúmeros projetos estão em teste e desenvolvimento neste momento.

Em meio a toda essa mudança, as empresas automotivas não colheram grandes vitórias de receita ainda. As empresas registraram um aumento de receita média de 9,9% de suas iniciativas em Internet das Coisas em 2014 sobre 2013, e projetam um novo aumento relativamente modesto de 12,3% entre 2015 e 2018, segundo estudo da TCS.

Ainda há muito caminho para percorrer e as empresas automobilísticas precisam investir em fatores que trarão o sucesso para projetos de IoT. Um viés importante a ser levado em consideração na indústria é que as companhias precisam deixar de pensar apenas como fábricas de carro e passar a se enxergarem como empresas de software.

No atual cenário, muitas empresas de tecnologia pretendem investir e abocanhar uma grande fatia deste bolo que costumava ter poucos nomes. Se os grandes players do setor automotivo não investirem em projetos integrados e revolucionários com novos designs, eles perderão muito espaço. Pois é a inovação que vai gerar novas oportunidades de negócios e de receitas.

*Henry Manzano é CEO para América Latina da Tata Consultancy Services (TCS)

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