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Embratel apoia desenvolvimento de startups e empreendedorismo

Participantes da Android DevConference podem testar e conhecer os benefícios do Cloud Server

A Embratel anuncia novas ofertas para startups e empreendedores no Android DevConference, evento para desenvolvedores da plataforma Android e que acontece nos dias 5 e 6 de setembro, em São Paulo. Novas ofertas de serviços de Cloud e de Hospedagem estão sendo apresentadas pela Embratel para mais de 1.500 empreendedores de todo o Brasil que participam da conferênciae que podem acompanhar apresentações sobre soluções, desenvolvimento de aplicativos e outros temas do universo da tecnologia.

“Estamos com uma série de ações e anúncios em nosso portfólio de soluções para empresas de todos os tamanhos e para destacar o DNA empreendedor da Embratel”, afirma Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel. O executivo destaca que os participantes podem conferir as novidades no Salão de Negócios, onde está o estande da Embratel, para conhecer mais sobre a ampla gama de ofertas convergentes de Telecomunicações e Soluções Digitais para pequenas, médias e grandes empresas.

O evento recebe a visitação também de parceiros de negócios e comunidades apoiadas pela Embratel, como a iMasters, com mais 300 mil profissionais de TI, desenvolvimento e criatividade digital.

A promoção para o Android DevConference é especial. Todos os participantes recebem um voucher com bônus de R$ 500 para experimentar e atestar a qualidade do Cloud Server da Embratel. O Cloud Server é um servidor virtual dinâmico que garante flexibilidade para aumentar ou diminuir a capacidade do servidor segundo a demanda computacional dos clientes. A solução é indicada para empresas de todos os portes que necessitam de uma infraestrutura mais flexível para armazenar com segurança seus projetos.

O Cloud Server possui vantagens como discos virtuais de alta capacidade (Virtual-SAN com tiering SSD) em rede dedicada de 40 Gbps, suporte em português sem custo adicional, melhor tempo de resposta às aplicações devido à maior abrangência de conexão de rede do Brasil, proporcionando melhor tempo de resposta para suas aplicações, e múltiplas funcionalidades via painel de controle para auxiliar a rotina de administração do servidor como ferramenta de Backup, Load Balance, API Restful e vLAN (rede privada). Outra vantagem do Cloud Server é a cobrança, feita conforme o volume de uso do serviço, evitando que as empresas tenham custos imobilizados com a aquisição de equipamentos ou que paguem por recursos não utilizados.

Com diversas configurações disponíveis, o Cloud Server permite a instalação de dezenas de servidores em poucos minutos por meio de Painel de Controle. As opções de memória vão de 512 MB a 256 GB, o processamento varia entre 1 vCPUs e 20 vCPUs, com velocidade de 1 GHZ a 2,5 GHZ, e os discos têm com capacidade de armazenamento de 20 GB a 5.000 GB. A ferramenta funciona nos sistemas operacionais Windows, Ubuntu, CentOS, OpenSUSE, RedHat Enterprise, MySQL e SQL.

Interessados podem contratar o Cloud Server pelo portal https://loja.embratelcloud.com.br.

Embratel no Android DevConference
Data: 05 e 06 de setembro
Local: Hotel Tivoli Mofarrej – Endereço: Alameda Santos, 1437 – São Paulo – SP

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64% dos executivos do setor aeroespacial e de defesa esperam crescer nos próximos dois anos, aponta pesquisa da KPMG

De acordo com a edição recente da pesquisa Panorama Global do Setor Aeroespacial e de Defesa (Global A&D Outlook), 64% dos entrevistados estão confiantes ou muito confiantes em relação às previsões de crescimento das empresas nos próximos dois anos. O estudo foi produzido pela KPMG com 76 executivos seniores desses setores do mundo inteiro.

Segundo o estudo, o panorama ainda é mais otimista para as fabricantes originais de equipamentos de aeronaves e as empresas contratadas para prestar serviços para o setor de defesa. Cem por cento dos respondentes de organizações de maior porte (com receitas anuais globais de mais dez bilhões de dólares) parecem confiantes nas estratégias de crescimento. Ainda de acordo com o levantamento, 41% delas dizem que o crescimento será uma das prioridades no topo da lista nos próximos dois anos. Um percentual mais alto do que os 13% observados no ano anterior.

“A pesquisa também nos mostra como as empresas vão buscar esse crescimento, já que a gestão de custos e desempenho ainda é um tópico em alta na pauta das organizações dessa indústria”, afirma o sócio do setor aeroespacial e defesa (A&D) da KPMG, Marcio Peppe.

O executivo destaca que, segundo o levantamento, 81% dos participantes estão focados em aprimorar a gestão de custos e desempenho. “Isso indica que muitas organizações estão investindo de modo mais orientado ao crescimento em novas tecnologias e serviços enquanto enfatizam a redução e a consolidação de custos. Os líderes precisarão expandir as organizações, experimentar novas abordagens e unir-se a novos parceiros que possam ajudá-las a explorar essas oportunidades de modo mais rápido e com maior relação custo-benefício”, analisa Peppe.

Novos serviços

O Panorama Global do Setor Aeroespacial e de Defesa aponta que 87% dos respondentes planejam mudar a gama de produtos que oferecem nos próximos dois anos, sendo que, dentre eles, 47% farão investimentos significativos para lançar um ou mais novos produtos no mercado.

Dessa forma, investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) vão crescer. Trinta por cento dos entrevistados disseram ter gasto 6% ou mais das receitas com P&D no ano passado e agora 45% dizem que irão gastar no mínimo esse mesmo valor nos próximos dois anos. “O mais impressionante ainda é o fato de que 20% deles disseram que irão gastar mais de 10% das receitas em P&D nos próximos dois anos. Façamos uma comparação com o percentual de 2014, ano em que nenhum deles indicou ou previu um índice de gastos com P&D maior do que 10%”, afirma o sócio da KPMG.

Novos mercados

A pesquisa mostrou que mais de 90% dos respondentes do setor A&D dizem ter planos de expansão para novos mercados nos próximos dois anos. Adicionalmente, quase 30% dos participantes dizem que as estratégias de investimentos estrangeiros são influenciadas principalmente pelo desejo de aproximar-se do cliente e obter acesso a novos mercados.

“Como as economias continuam em ritmo lento e os orçamentos do setor de defesa estagnados nos mercados desenvolvidos, muitas organizações do setor A&D estão atualmente à procura de novos mercados estrangeiros para gerar nova receita. Além da busca pelo crescimento da receita, a redução dos custos com fabricação é um grande fator influenciador”, analisa Peppe.

Riscos e inovação da cadeia de suprimentos

Devido a uma transição para novos produtos e novos mercados, o levantamento mostra que a falha da cadeia de suprimentos continua a ser vista como um grande risco para as organizações do setor A&D, com 87% dos respondentes citando-a como uma grande ameaça à concretização da pauta de crescimento da empresa. Os riscos da cadeia de suprimentos foram classificados como o segundo maior risco enfrentado pelas fabricantes do setor A&D, atrás somente das preocupações com uma ameaça de outra recessão econômica. “A melhor forma de reduzir o risco de falha da cadeia de suprimento é obter uma maior visibilidade de ponta a ponta e gerenciá-la de modo multidisciplinar e mais profundo”, afirma Peppe.

Quase dois terços (64%) dos entrevistados disseram ter planos para investir em detecção de demanda para aprimorar as operações das cadeias de suprimentos e 60% dizem que investirão em análise de dados. Além disso, 32% dos respondentes disseram que investiriam em tecnologias de IoT (internet das coisas) na cadeias de suprimentos. “As organizações mais avançadas estão pensando em como podem combinar dados da tecnologia de detecção com fontes de dados externas para criar um valor ainda maior para os clientes e oportunidades de crescimento mais sustentáveis para si mesmas”, finaliza o executivo.

Sobre o estudo

O relatório tem como base uma pesquisa realizada com 76 executivos seniores do setor de A&D, sendo que metade deles está localizada na Europa e 21% nas Américas. Mais de 30%vdos entrevistados representam empresas com receitas anuais globais de mais de 5 bilhões de dólares e 8% representam organizações com receitas de mais de 25 bilhões de dólares. Você pode fazer o download do A&D Outlook na íntegra em https://home.kpmg.com/xx/en/home/insights/2016/07/kpmg-2016-aerospace-defense-outlook.html

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Startup Evnts recebe investimento e é acelerada na Oxigênio

Startup recebeu 230 mil reais para expandir suas operações

A Evnts, plataforma tecnológica de reservas de hotéis para
eventos, anuncia um importante momento em sua trajetória. A empresa
recebeu um aporte de R$ 230 mil de um investidor-anjo. Agora, a
startup planeja aumentar a equipe comercial, de tecnologia e
atendimento, além de modernizar as ferramentas e funcionalidades da
plataforma.

“A Evnts é a primeira tecnologia que assegura a melhor tarifa da
internet para a reserva de hotéis em eventos. Há um grande mercado
para ser explorado dentro desse nicho, já que temos inúmeros eventos
em todo país. Com a chegada desse investimento-anjo, teremos a
possibilidade de explorar amplamente esse segmento”, afirma
Alexandre Rodrigues, CEO e fundador da Evnts.

Além do investimento, a startup também foi aprovada no processo da
Oxigênio, aceleradora da Porto Seguro. Durante três meses, a empresa
contará com o apoio de mentores referências no mercado, terá a
possibilidade de fazer negócios e networking com a rede de contatos
da Porto Seguro e ainda receberá um investimento de U$50 mil para
aprimorar o serviço da startup. Por fim, a equipe da Evnts passará
mais três meses na Plug and Play Tech Center, uma das maiores
aceleradoras do Vale do Silício, que tem parceria com a Oxigênio.

“Participar desta aceleração será incrível para nós. Além de
todo aprendizado, ter a Porto Seguro como investidora e parceira é
uma grande oportunidade, já que poderemos trabalhar inclusive em
soluções integradas que sejam aproveitadas pela própria
seguradora”, explica Alexandre.

Atualmente, o mercado de reservas de grupos movimenta aproximadamente
U$137 bilhões no mundo todo. Por meio da Evnts, os organizadores de
eventos conseguem alcançar em média de 20% a 40% de descontos nos
hotéis parceiros. A empresa já ofereceu seus serviços para eventos
importantes, como a Campus Party, o Brasil Game Show e o CASE.

“Temos acordo com as 20 principais redes de hotéis do país. Além
disso, analisamos sempre as melhores opções de hotéis, visando
oferecer alternativas próximas aos locais de eventos, das mais
acessíveis às mais luxuosas, desde que com qualidade garantida. Já
temos mais de 2 mil hotéis em nossa base e há uma grande procura de
novos hotéis a cada evento”, finaliza Alexandre.

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E-commerce fica mais acessível para pequenas e médias empresas

Após o fechamento de contrato OEM com a SAP, a FH, empresa de tecnologia especializada em negócios e soluções em TI, passa a ter mais autonomia para oferecer os seus produtos e serviços de e-commerce aos clientes, que buscam melhor custo-benefício na compra.

OEM é a sigla de Original Equipment Manufacturer – Fabricante Original do Equipamento. Produtos que possuem o selo OEM são vendidos por preços diferenciados para empresas que desenvolvem a solução final. No caso da FH, o produto desenvolvido foi o Flieger Commerce, software de digital commerce para pequenas e médias empresas, criado sob a plataforma SAP Hybris, lançado em 2015.

Segundo o Diretor de Operações da FH, Wilmar Lima, após fechar o contrato com a SAP – o primeiro de OEM da América Latina – a FH passou a montar modelos comerciais diferenciados para oferecer às empresas de pequeno e médio porte. “Assim, o cliente passa a ter um único fornecedor para suportar todas as necessidades do e-commerce (desde a aquisição do software; licença; implementação; agência digital, hosting e suporte). Isso traz mais segurança e praticidade durante as operações”, relata.

Ele acrescenta ainda que “agora, com o contrato de OEM em mãos há uma tabela com os custos de aquisição, licença e implementação do produto já definidos, ou seja, os clientes pagarão um preço mais acessível pela solução”, explica Lima.

De acordo com Cristiano Silvestrin, Executivo de Vendas da SAP, o OEM é um modelo global de parceria focado em empresas de desenvolvimento de software e hardware, onde a SAP disponibiliza parte do seu portfólio, como por exemplo, banco de dados, plataformas de desenvolvimento e Internet das Coisas (IoT), ferramentas de BI, entre outros, e os parceiros podem desenvolver, embarcar ou complementar seus próprios produtos a partir da tecnologia SAP.

“A FH é uma das principais parceiras da SAP desde 2007, já consolidada e bem relacionada no mercado. Com este contrato, a companhia ganha mais autonomia no mercado varejista. Tudo isso está alinhado à transformação digital e ao perfil dos consumidores modernos, que buscam experiências diferenciadas de compra”, reforça.

A proposta da SAP é fazer com que a companhia paranaense, com seis unidades no Brasil, duas no exterior e atuação em 26 países, trabalhe diretamente com as pequenas e médias empresas. “Como a FH é considerada uma importante parceira para implementação de soluções SAP Hybris do mercado, e possui todas as certificações, temos plena confiança no resultado dos projetos voltados para as empresas que atuam no varejo”, conclui Silvestrin.

Flieger Commerce acelera projetos em pequenas e médias empresas

Segundo o Diretor de Relações Internacionais da FH, Martin Strempfer, o Flieger Commerce é a aposta da companhia para as pequenas e médias empresas aumentarem o portfólio de produtos e oportunidades de negócio, uma vez que muitas delas têm investido em e-commerce para reduzir os gastos com infraestrutura e funcionários, por exemplo.

A solução digital commerce voltada para o varejo foi concebida com a soma da experiência de negócio da FH e do conhecimento de oito anos de SAP Hybris da Flieger, empresa adquirida em janeiro de 2015. Com a aquisição, a companhia ampliou o conhecimento e passou a ter a maior capacidade instalada do Brasil para projetos de omnichannel.

Existe uma percepção grande na experiência de navegação, devido às funcionalidades diferenciadas, responsive designer, alta performance, exatidão nas informações e possibilidade de usar diversos canais. Com o Flieger Commerce, o consumidor tem a mesma experiência seja na loja física, no site ou ainda nas redes sociais. É algo único e integrado. O software da FH também permite uma visão completa dos canais de venda ao contemplar cenários como: B2B, B2C, B2B2C, venda direta (porta a porta), mobile, venda assistida, entre outros.

Entre os clientes da FH estão grandes corporações como Hering, Marisa, Leroy Merlin, Cantu Pneus e Dpaschoal. “Agora, queremos levar a nossa tecnologia para as pequenas e médias empresas. O Flieger Commerce, com base em OEM, barateia o investimento e descomplica o processo. A média de investimento inicial varia entre R$ 200 e R$ 300 mil, além de um percentual sobre as vendas que seja atrativo para o cliente. Em contrapartida, oferecemos o nosso conhecimento digital para fazer do canal um sucesso de receita para o cliente e, consequentemente, para a FH”, diz Strempfer.

A aposta da FH não é só para o mercado brasileiro como também para o exterior. “Um dos nossos primeiros clientes do Flieger Commerce com base em OEM é a Adveo, empresa espanhola que vende materiais para escritório”, reforça o Diretor de Relações Internacionais.

Expansão

Desde 2015, as vendas de produtos e serviços da unidade de Technology da FH (responsável pelos produtos desenvolvidos sob a plataforma SAP Hybris) triplicaram. A meta da companhia para os próximos três anos é fazer com que esta unidade fature tanto quanto as unidades de consultoria, responsável por uma boa parte do faturamento anual da empresa, que deve ultrapassar R$100 milhões.

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48% dos comerciantes e prestadores de serviços acreditam que o segundo semestre será melhor para a economia, aponta pesquisa SPC Brasil e CNDL

84% afastam a possibilidade de demitir funcionários nos próximos meses. Para os empresários, principais condições para que o Brasil volte a crescer é o combate à corrupção, a redução de tributos e o controle da inflação

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com varejistas e prestadores de serviços das 27 capitais e do interior do Brasil mostra que, em geral, o ânimo dos empresários para os próximos meses melhorou na comparação com o começo do ano.

O levantamento revela que caiu de 60,2% em abril para 39,5% em agosto o percentual dos empresários que consideram a crise econômica muito grave. Para 47,9%, o segundo semestre será melhor do que o primeiro, enquanto apenas 6,8% acreditam que será pior, bem abaixo 39,5% que pensavam o mesmo no primeiro semestre.

Em meio à crise, algumas medidas foram estão sendo tomadas pelos empresários para se manterem no mercado. A principal delas é a contenção de despesas, adotada por 38,0% – percentual menor que o verificado em abril, quando era de 45,1%. Em segundo e terceiro lugar aparecem a redução dos preços (17,3%) e a demissão de funcionários (10,1%). Já o investimento em propaganda e marketing e a mudança de foco no perfil do cliente aumentaram entre abril e agosto de 2016, respectivamente de 4,8% para 7,7% e de 2,3% para 6,1%.

“É importante ter em vista que a melhora do padrão de gastos pode ser um legado positivo da crise”, explica o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “Mesmo em períodos de bonança, o empresário deve buscar fazer o máximo com o mínimo de recursos, sem que isso prejudique a qualidade daquilo que oferta”.

“Os dados da pesquisa são consistentes com a discreta melhora dos indicadores de confiança tanto por parte dos consumidores como por parte dos empresários e as expectativas de que a economia inicie a retomada no próximo ano”, afirma. Para Pinheiro, a melhor notícia é que, tendo em vista o cenário de crise na economia, a larga maioria dos entrevistados não pretende demitir funcionários atualmente: 84,1% afastam a possibilidade de reduzir o quadro, contra 8,6% que consideram esta atitude. “A decisão de demitir em razão da crise é algo que o empresário tende a postergar, pois a recontratação posterior é custosa”.

No entanto, pela sua gravidade, a crise teve fortes impactos nas empresas. De acordo com a pesquisa, 62,9% dos entrevistados tiveram que demitir funcionários no primeiro semestre. Ainda como reflexo das dificuldades econômicas, metade dos entrevistados dizem estar com seu negócio estagnado; 12,9% dizem estar em crise e outros 13,1% no vermelho. Cerca de 20% afirmam estar em crescimento.

Na percepção dos empresários que se dizem afetados pela crise (87,3%), o maior impacto sobre os seus negócios foi a diminuição das vendas (70,0%), com percentual menor que a sondagem para o primeiro semestre (82,7%). Os demais motivos mais citados também tiveram queda na comparação: aumento do pagamento de impostos (33,8% ante 51,0%), e a inadimplência dos clientes (31,8% ante 32,8%).

Combate à corrupção, aumento dos impostos e inflação

Na percepção dos empresários, o maior impacto da crise política sobre a economia foi o aumento do desemprego (65,8%), seguido do aumento dos impostos (50,5%), e a redução das vendas (45,7%). A proporção dos que mencionaram esses dois últimos impactos caiu na comparação entre abril, quando eram de 63,6% e 59,2% respectivamente.

Para que o Brasil volte a crescer, as principais atitudes a serem tomadas na opinião dos empresários são a redução dos impostos (42,7%), o combate à corrupção (42,7%) e o controle da inflação (39,1%).

O levantamento do SPC Brasil e da CNDL mostrou que o maior temor dos empresários é que o país não saia da crise em 2016. Porém, o percentual caiu em relação ao levantamento de abril, de 41,1% para 33,5%.

Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, se os ajustes propostos pela equipe econômica do governo não forem aprovados ou postos em prática, a situação ainda pode se agravar. “As projeções dos economistas apontam para uma queda do PIB superior a 3,0% em 2016, com resultado levemente positivo em 2017.

Diante disso, é importante para os empresários buscarem opções de crédito mais baratas e estreitar o relacionamento com os clientes como forma de sustentar as vendas do negócio e sobreviver à turbulência”, diz Kawauti. “O PIB pode até voltar a crescer no próximo ano, mas ainda teremos que tratar a questão tributária, a excessiva burocracia e a infraestrutura deficiente”, conclui.

Metodologia

A pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) foi realizada com 822 empresários de todos os portes dos segmentos de comércio e serviços nas 27 capitais e no interior.

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NIC.br anuncia reajuste para registro de domínios .br

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) anunciou no dia 1º de setembro, a todos os usuários do Registro.br, um novo valor para a anuidade dos domínios .br. A partir de 1º de janeiro de 2017, o valor passará a R$ 40.

O valor de R$ 30 permaneceu inalterado desde 2003. Demi Getschko, diretor-presidente do NIC.br, explica a alteração: “Após 13 anos do valor em reais mantido sem alteração, está na hora de corrigi-lo, mesmo que parcialmente. O registro brasileiro sempre esteve comprometido a manter o funcionamento do .br dentro dos melhores padrões internacionais e, podemos dizer, temos a segurança de que manteremos a qualidade inatacável”.

Até 31/12/2016, usuários poderão registrar novos domínios, renovar domínios já registrados ou estender o período de renovação pelo valor atual. Todas as informações e condições sobre o processo de renovação estão disponíveis no site do Registro.br: http://registro.br/ajuda.html?secao=pagamentoDominio.

O NIC.br ressalta que a receita proveniente da atividade de registro de domínios sob .br e da distribuição de números IP, além de suportar diretamente o funcionamento destes serviços internacionalmente, é investida em ações e projetos que trazem benefícios para a Internet no Brasil, como: pontos de troca de tráfego Internet; acompanhamento de incidentes de segurança no Brasil; estudo e pesquisa de tecnologias de redes e operações; produção de indicadores sobre as tecnologias da informação e da comunicação (TIC); fomento à Web no Brasil.

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Startup brasileira de locação de malas mira os mercados do Mercosul e da Europa em 2017

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Guillermo Benzáquen, ex-diretor da Samsonite, chega para reforçar o time da GetMalas e coordenar o processo de internacionalização.

Mesmo em meio à crise, a GetMalas, empresa pioneira na locação de malas via internet, mantém seus planos de crescimento e planeja expandir suas franquias para o Mercosul e Europa no próximo ano. À frente desse movimento está o executivo Guillermo Benzáquen, ex-diretor geral da Samsonite para o Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, e com passagem pela Freddo e AB InBev Group. Benzáquen entra como sócio e assume o relacionamento com parceiros, investidores e a coordenação de expansão.

“A vinda de Guillermo é um reforço de peso para o nosso time. Sua experiência com os principais players e fornecedores do nosso mercado-alvo é exatamente o que estávamos buscando para o crescimento do negócio”, comemora Tiago Botelho, 33 anos, CEO e fundador da GetMalas.

A GetMalas nasceu a princípio como uma loja de aluguel de malas em Belo Horizonte. Mas a experiência levou Tiago a mudar o formato e aperfeiçoar o negócio. Ele fechou a loja física ainda no primeiro ano e só não abandonou o projeto porque colhia indicadores e viu que os clientes percebiam valor no serviço inovador. Hoje a GetMalas tem suas operações rodando 100% pela internet e, apenas três anos após sua criação, tornou-se uma franquia que se expande rapidamente pelo Brasil e já está presente em Brasília, João Pessoa, Natal, Nova Lima, Niterói, Porto Alegre e São Paulo, além da capital mineira. O objetivo é fechar o ano com 20 franqueados espalhadas pelo país.

A experiência em Belo Horizonte ajudou a desenhar um serviço bem mais redondo e enxuto. Tiago sabe onde falhou, fez as correções necessárias e, com isso, abriu os caminhos para quem deseja começar um negócio próprio. “A vivência dos três primeiros anos me ajudou a construir um negócio mais maduro. Quem vai começar agora com a franquia pode percorrer o mesmo caminho em bem menos tempo e evitar todos os erros que cometemos”, explica. Uma das mudanças que conferiu mais agilidade ao negócio foi eliminar alguns processos aparentemente intocáveis. “Antes o cliente tinha que assinar um contrato de locação e deixar um cheque caução como garantia, o que deixava a operação complexa, engessada e, no final das contas, encarecia o produto. Agora o processo é totalmente digital e com o mesmo amparo jurídico”, explica.

Um dos grandes atrativos da franquia GetMalas é que ela pode funcionar como uma segunda atividade do investidor. O franqueado precisa apenas de um espaço de 2 a 4 metros quadrados em casa para armazenar as malas. O investimento inicial é baixo, a partir de 15 mil reais, já com um estoque de 20 malas. E, diferente da maioria das franquias, não existem royalties fixos. Estes só são cobrados em cima de locações efetivadas. “A operação do negócio é simples, não requer dedicação integral e tem uma boa oportunidade de escalabilidade, já que as expectativas de crescimento são excelentes”, explica Tiago. A empresa recebe o cadastro de interessados pelo site www.getmalas.com.br

GetMalas, como tudo começou

Quando se mudou para um flat, em 2013, o empreendedor Tiago Santiago Botelho, 33 anos, de Belo Horizonte, descobriu que precisaria fazer um exercício de desapego por causa da falta de espaço. Um dos objetos dos quais ele precisou se despedir foi da sua mala. “Eu não tinha ideia de quando a usaria novamente e não tinha onde guardá-la porque era enorme”, relembra. Ele pensou em quantas pessoas deveriam passar pela mesma situação e decidiu resolver não só o seu problema, mas dos outros também. Foi aí que surgiu a ideia da GetMalas.

“O aluguel representa em média 15% do que a pessoa pagaria para comprar uma mala, além disso o consumidor não precisa se preocupar com estragos e espaço para armazenamento”, destaca Tiago. “Trata-se de uma forma de consumo muito mais consciente, inteligente e econômica”. É só fazer as contas: para adquirir uma mala de qualidade, o consumidor precisa desembolsar em torno de 750 reais. Na GetMalas, por 94 reais é possível alugar uma mala média por até 14 dias. A locação de objetos é um exemplo de economia compartilhada, um novo modelo de consumo que vem ganhando força em todo o mundo. O produto que atenderia apenas uma pessoa tem seu uso ampliado e o descarte reduzido.

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Paradigma incorpora operação da Clicbusiness

No ano em que completa 18 anos, a companhia com a maior base de portais de compras eletrônicas em operação no Brasil, a catarinense Paradigma, está vivendo um ano desafiador. A operação está implantando ou atualizando projetos de grande porte em cinco estados diferentes do país, modernizando sua tecnologia para o lançamento da nova versão de alta responsividade da sua solução para negociação e relacionamento eletrônico. A plataforma WBC – Web Business Center 18, que atende os segmentos de Trading Energy e SRM/Procurement, tanto para empresas privadas como para o setor público.

Ao mesmo tempo, a Paradigma também está se preparando para retomar um novo ciclo de crescimento acelerado a partir de 2017, com foco no desenvolvimento de serviços e ofertas pioneiros ou diferenciados no modelo de atendimento SaaS – Software as a Service. Nesse ambiente empresarial e de mercado desafiadores, a Paradigma tenta reforçar sua estratégia de preparação de um novo ciclo de expansão e renovação a partir de movimentos internos, com a busca criteriosa de negócios já estruturados ou com carteira de clientes que interessam ao seu posicionamento.

Com quatro anos de vida, e três de operação no mercado, a Clicbusiness que começou do zero com uma ideia inovadora e ainda única em operação, já aponta para o seu primeiro faturamento anual no patamar de R$ 1,0 milhão. A empresa tornou-se um alvo natural dessa estratégia, especialmente pela complementariedade de serviços e soluções, de um negócio aonde a empresa já era controladora. A compra recente da participação do FUNDO SC, abriu caminho para a incorporação da Clicbusiness pela Paradigma, um negócio inovador que a partir de um conjunto de web services que conecta dezenas de portais de procurement e SRM – Supplier Relationship Management.

A pioneira Rede Clicbusiness www.clicbusiness.com.br já era um negócio que deu certo, viabilizando a colaboração e oferecendo serviços de sourcing para qualificação de fornecedores e consolidação da demanda de uma comunidade com mais de 300 mil empresas, que já participaram de cerca de 450 mil processos de compra que resultaram em mais de um milhão de pedidos com valor superior a R$ 25 bilhões.

Com essa aquisição e incorporação, a Paradigma pode também completar os investimentos financiados com linhas de inovação do BRDE e também internacionalizar os serviços dessa plataforma e lançar uma inédita solução para gestão e automação de atualização de cadastros e documentos de fornecedores, com controle de versões e data de validade. Esse novo serviço deverá revolucionar essa operação ainda manual, falha, lenta e cara na maioria das empresas, que deverão migrar para serviços de nuvem nos próximos anos.

Atualmente a Paradigma já atua em mais de 20 setores da economia, com atendimento de alguns projetos internacionais e já registra mais de 300 mil usuários de suas soluções de gestão de negócios e relacionamentos para empresas e governo. “A participação dos clientes na definição da evolução da tecnologia da Paradigma tem sido decisiva para a empresa alcançar soluções e serviços mais aderentes ao perfil e tendência da demanda e conforto dos usuários”, comenta Gérson Schmitt, presidente do Conselho da Paradigma que atuava até agosto como CEO da start up Clicbusiness, cuja a operação passa a partir de setembro, para a gestão profissional da Paradigma, liderada pela executiva paulista Andrea Boudeville.

Plataforma Paradigma WBC 18

Diretor de Tecnologia da Paradigma e da Clicbusiness, Rodrigo Werlang comenta que a atualização da solução faz parte de um plano de médio prazo para a modernização de todos os produtos da companhia. “A versão 18 da plataforma WBC traz um visual mais moderno e ágil, com o objetivo de aproveitar o amadurecimento da experiência dos usuários. Trabalhamos para aprimorar ferramentas de pesquisa de oportunidades, de geração de novos relatórios e visões analíticas e gráficas de base de dados, alta responsividade para tablets e smartphones. Além disso, os usuários também poderão customizar a página principal da plataforma denominada de dashboard, com dados e visualização de etapas de cada processo das suas operações como também com feed de notícias do setor, deixando em destaque os itens mais relevantes em sua rotina”, explica Werlang.

O diretor complementa destacando que “os recursos de análise e apresentação de dados do sistema de Business Intelligence da ferramenta também foram aprimorados. As informações foram reorganizadas e segmentadas, facilitando a visualização dos resultados, sem a necessidade de instalação de plug-in. “Todas as mudanças foram preparadas para acompanhar o crescimento da empresa e a evolução da ferramenta de acordo com perfil da demanda a experiência dos usuários, com previsão para atualizações de versões três vezes ao ano”.

Paradigma – protagonista de projetos pioneiros em negociação eletrônica

Uma companhia que acumula em seus 18 anos de atuação o suporte a mais de 1 trilhão de reais em processos de negociações eletrônicas fechados, a Paradigma foi protagonista de vários projetos pioneiros que trouxeram grande impacto para o país, como o primeiro portal brasileiro de compras públicas (BEC de São Paulo, em 2000); o Tesouro Direto (2001) e BBM – Bolsa Brasileira de Mercadorias (2002), da BM&FBovespa; Todos os bilionários leilões de energia realizados no mercado regulado nos últimos 12 anos (CCEE – Câmara de Comercialização de Energia Elétrica); o BBCE – Balcão Brasileiro de Contratos de Energia (2010); a parceria com a TOTVS, em 2011, para lançamento do TOTVS Marketplace com as primeiras entregas iniciadas em 2013, que já acumula dezenas de caso de sucesso, no mesmo ano que foi iniciada a operação comercial do pioneiro portal da REDE CLICBUSINESS. Desde 2015 a Paradigma também iniciou uma parceria com a SALES FORCE, para atendimento do setor de utilities com a oferta integrada de CRM da líder mundial.

Nos últimos anos, a Paradigma foi responsável por grandes projetos como: o Portal de Compras eletrônicas da ITAIPU Binacional integrado à plataforma SAP, com especial complexidade pela necessidade de seguir a Norma Geral de Licitação da companhia, que contempla elementos dos sócios Paraguai e Brasil, enquanto se relaciona com fornecedores regionais e globais; o Portal Internacional de Fornecedores da TUPY, um dos mais completos portais de SRM – Supplier Relationship Management de empresa brasileira multinacional, que integra sistemas de gestão diferentes no Brasil e no exterior, concentrando todas as negociações, comunicação, relacionamentos, contratos documentos e processos de colaboração com fornecedores num único portal (“One stop business point”); e o inédito Portal do Cidadão que consolida vários serviços e informações de diferentes sistemas e propicia o autoatendimento personalizado dos usuários, entregue em 2015 para a Prefeitura Municipal de Florianópolis que está sendo preparado para lançamento nas próximas semanas.

“Inovação e pioneirismo caracterizam a história e a trajetória da Paradigma. A empresa está agora consolidando a estratégia desenvolvida nos últimos anos de aprimoramento de suas soluções e se preparando para um novo período de crescimento exponencial, com serviços especializados no atendimento ao mercado no modelo SaaS”, finaliza Schmitt.

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Saiba porque o gerente de projetos é o profissional do futuro nas organizações

“Job”, “engagement”, projetos… São palavras que têm surgido com mais frequência nos diálogos das organizações nos últimos anos. Projetos têm começo, meio e fim. São trabalhos pontuais, com produtos e prazos definidos. Esta forma de trabalho tem sido cada vez mais usada pelas empresas, em vez de desenvolver contratos fixos de serviços e equipes amplas para atendimento. Esse novo cenário tem se estabelecido, uma vez que trabalhar desta maneira oferece agilidade, diminui ou otimiza custos, possibilita compartilhar recursos e iniciativas e oferece flexibilidade na gestão dos recursos humanos.

Neste cenário, o Gerente de Projetos surge como um profissional com perfil predominantemente generalista e que ganha cada vez mais espaço no mercado. É ele quem faz a gestão dos profissionais envolvidos no trabalho, atribui tarefas, lidera, analisa estratégias, ajuda no relacionamento das equipes com outras áreas da organização e monitora possíveis riscos do projeto, por exemplo. As perspectivas para a função são positivas: segundo pesquisa internacional do Project Management Institute (PMI) 13 milhões de novas vagas para o cargo, 1,3 milhão só no Brasil, até 2020, sendo o quinto pais a recrutar mais profissionais deste segmento.

De acordo o diretor-presidente da Lens & Minarelli, José Augusto Minarelli, o Gerente de Projetos representa a nova liderança das organizações. “Ele é o líder de diferentes equipes. É ele quem vai viabilizar estratégias, estar atento a possíveis erros de execução, administrar investimentos, engajar equipes e garantir a entrega de resultados pela organização”, explica o executivo.

Minarelli lista ainda sete características do perfil do Gerente de Projetos:

1. Líder, “networker” e Inspirador

O Gerente de Projetos é essencialmente um líder. Ele é o espelho e guia de seus colaboradores e parceiros e, para garantir que o trabalho seja desenvolvido plenamente em equipe, é preciso ser motivador de pessoas. Para ser um bom líder, precisa conhecer e se relacionar profundamente bem com sua equipe e pares da organização.

2. Assertivo, negociador e comunicativo

“O profissional precisa ter precisão nas suas escolhas, saber os melhores caminhos e atalhos para alcançar resultados mais rapidamente”, explica. Deve incentivar a colaboração e troca de experiências. Deve saber “vender seu peixe” e atuar como conselheiro ou mentor, influenciando sua equipe e outros agentes organizacionais, quando necessário.

3. Organizado e solucionador de problemas

Organização é a base de tudo. É a partir daí que tudo é gerado e criado de forma ordenada, sem desencontros e retrabalho. O gerente de projetos é essencialmente um solucionador de problemas. Descobre problemas e age no tempo certo para resolve-los, liderando sua equipe e o projeto no caminho do sucesso.

4. Estratégico

Para Minarelli, o Gerente de Projetos necessita ter visão de negócio e de mercado para, desta forma, trabalhar com as melhores ferramentas e ações que garantam a entrega dos resultados.

5. Flexível e persistente

“Não só na vida corporativa como um todo, mas em projetos específicos e urgentes pedem uma visão flexível, afinal, qualquer processo pode sofrer um atraso ou depender de terceiros para ser concluído”, diz.

6. Planejador

“Nada é feito concretamente sem planejamento. Contar com etapas, prazos e delegações de atividades é um passo crucial para o sucesso do trabalho”, conclui.

O profissional que pretende seguir a carreira de Gerente de Projetos pode conquistar uma sequência de oito certificações oferecidas pela associação internacional PMI. Os rendimentos mensais podem ir de R$ 12 mil a R$ 26 mil, segundo o Guia Salarial 2016 da Hays.

7. Gerente de sua própria carreira e Empregabilidade

Como projetos possuem começo meio e fim, o Gerente de Projetos precisa estar preparado para as transições pelas quais sua carreira irá passar. Precisa acompanhar sua carreira e de sua equipe, assim como faz com os seus projetos.

Aprofundando o tema, José Augusto Minarelli ministrou palestra no último dia 30 de agosto, durante 15º Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos a palestra “Como cuidar da carreira e enfrentar as transições profissionais”, para auxiliar os profissionais a garantirem empregabilidade durante toda a trajetória de carreira.

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Pokémon Go marca o início da era comercial da Realidade Virtual

Os dias seguintes ao lançamento do jogo Pokémon Go pela Nintendo viram o valor de mercado da companhia aumentar US$ 9 bilhões. Pela primeira vez, um produto construído a partir de experiências com realidade virtual se torna comercialmente viável. Mais do que isso, seu sucesso abre um novo oceano azul de oportunidades de negócio – para desenvolvedores e parceiros, mostra análise da McKinsey, uma das principais consultorias estratégicas do mundo.

Criado em conjunto com a Niantic, o Pokémon Go emprega realidade aumentada em “missões” de caça e treinamento de bichos virtuais espalhados pelo mundo “real”. A plataforma leve e fácil de compreender e usar, ajudou a torná-lo uma febre mundial. Por dia, mais pessoas utilizam o jogo do que o próprio Twitter e elas gastam mais tempo nele do que no Snapchat, outro fenômeno digital, avaliado em US$ 18 bilhões. Imagens de atletas caçando Pokémons em plena cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro são prova que realmente a febre pegou rápido e forte.

Até o Pokémon Go ser lançado, produtos baseados em realidade virtual se limitavam a nichos, sem grande penetração ou clara utilidade comercial. Não passavam de ‘gadgets’ caros e com poucas aplicações práticas. A plataforma aberta criada pela Nintendo, algo que vai além dos limites do software e não está limitada por um hardware, é a chave do sucesso do jogo, na opinião da McKinsey. Ela coloca o consumidor no centro e constrói a experiência em torno dele. Essa abordagem dá relevância ao jogo e assegura o engajamento de um grande volume de usuários, que pode ser “alugado” pela Nintendo àqueles que quiserem acessar esse universo.

O modelo do jogo, para a McKinsey, ainda é interessante apenas para pequenas empresas, que pagam a Nintendo para “atrair” Pokémons – e as pessoas atrás deles – para suas lojas. Pagam, também, para criar “ginásios” e “arenas”, onde usuários colocam seus animais virtuais para treinar ou lutar entre si. Ainda não é claro como mostrar valor e atrair grandes empresas para investir no jogo, segundo a consultoria.

Segundo a McKinsey, a própria decisão da Nintendo de lançar rapidamente o jogo e continuar desenvolvendo o produto com base na reação de usuários e parceiros, dá o tom para aqueles que virão se aventurar nesse novo oceano azul. Afinal, o que fica claro é que Pokémon Go efetivamente abriu o caminho para que novos produtos baseados em realidade virtual sejam desenvolvidos com chances reais de sucesso comercial.

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VanHack promove 2ª edição do VanHackathon e pretende receber mais de 10 mil profissionais

A VanHack, empresa canadense que ajuda brasileiros a trabalhar no mercado digital do país da América do Norte, promove nos dias 21, 22 e 23 de outubro, a 2ª edição do VanHackathon, de forma virtual.

Com o objetivo de promover a imigração de novos talentos interessados em trabalhar fora do Brasil e ter uma carreira promissora no país, o VanHackathon vai conectar profissionais de design e programadores de TI a empresas no Canadá que estão à procura de jovens com essas habilidades e funções para fazer parte da equipe.

“Devido à grande procura e o sucesso que tivemos durante o primeiro evento, decidimos promover a 2ª edição. Nosso objetivo é alcançar o maior número de especialistas no setor que não tiveram a oportunidade de se inscrever da última vez. Nós pretendemos receber mais de 10 mil profissionais e queremos ser o segundo maior hackathon do mundo”, afirma Ilya Brotzky, CEO da VanHack.

Na primeira edição, o VanHackathon reuniu aproximadamente 20 empresas, dentre elas Hootsuite e Shopify e contou com mais de 946 participantes distribuídos em 64 times, com a duração de 54 horas. Durante a ocasião, foram realizados mais de 267 projetos, 26 entrevistas de emprego e enviadas aproximadamente 36 mil mensagens aos representantes de cada área. Como resultado do evento, sete pessoas foram contratadas pelas empresas canadenses.

Devido a atual situação financeira e política do Brasil, nos últimos anos houve um aumento expressivo no número de pessoas interessadas em trabalhar fora do país. De acordo com a Receita Federal e o Fisco, o número de declarações de imigração qualificada aumentou em 67% de 2011 para 2015. Em 2011, a Receita Federal recebeu em torno de 8 mil declarações, em média 21 para cada dia do ano. Já em 2015, foram 13 mil, com uma média diária de 36.

O evento custará CAD$ 10/mês para os profissionais participarem dessa interação e ter acesso a cursos, consulta pelo Linkedin, Webinars e vídeos semanais que fazem parte dos conteúdos disponíveis no pacote Pro da VanHack. Quem optar por pagar CAD$ 65/mês pelo pacote Premium, contará com uma equipe de especialistas da empresa para auxiliar na capacitação e ingresso no mercado de trabalho canadense, suporte na criação do currículo, quatro horas de entrevistas por semana que será realizada em inglês, apresentações e vídeos exclusivos feitos pelo time da empresa.

“Queremos unir a demanda e a necessidade do Canadá em buscar profissionais qualificados para vagas em aberto nas empresas de tecnologia com a atual situação econômica do Brasil e o alto número de pessoas que estão a procura de novas oportunidades de trabalho. Nosso objetivo é proporcionar novas experiências e ajudar a aumentar o círculo de networking entre as duas partes”, finaliza Brotzky.

A segunda edição do VanHackathon será apresentada em inglês com o objetivo de mostrar as habilidades para as empresas canadenses participantes. As inscrições podem ser feitas aqui.

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Google e IDC Brasil discutem ao vivo o futuro do trabalho móvel

Até 2018, cerca de 50% dos trabalhadores da América Latina poderão atuar de forma móvel. No Brasil, quase 70% das médias e grandes empresas tem projetos de mobilidade

O trabalho móvel e o impacto da colaboração e das novas tecnologias no ambiente corporativo serão debatidos durante a terceira edição da série de Live Talks “Transforme seu trabalho”, realizada pelo Google e pela IDC Brasil. Com o tema “Trabalho móvel: vencendo desafios com mobilidade e colaboração na nuvem”, a conversa entre Bruno Barreto, Head of Middle Market do Google Apps for Work Brasil, e Luciano Ramos, Software Research Coordinator da IDC Brasil, será transmitida ao vivo no YouTube no dia 05/09, às 20h. Para participar, faça sua inscrição online na página do evento.

Durante a transmissão, será apresentada a realidade do trabalho móvel na América Latina, que já tem mais de 110 milhões de trabalhadores móveis e, até 2018, cerca de 50% dos trabalhadores das América Latina estarão habilitados a atuar via plataformas móveis. No Brasil, cerca de 70% das médias e grandes empresas já conduzem projetos de mobilidade para seus colaboradores

Também serão debatidas as estratégias e melhores práticas para que o trabalho móvel aumente a produtividade e a eficiência das empresas. A transmissão acontecerá ao vivo e perguntas poderão ser enviadas aos especialistas por meio da ferramenta de Q&A do Google+

O que: Live Talks – Transforme seu trabalho
Quando: 05 de setembro, às 20h
Onde: YouTube ou Google+
Quanto: gratuito

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Konduto lança raio-x da fraude no e-commerce brasileiro

A Konduto, primeira tecnologia a considerar o comportamento de navegação do usuário para analisar o risco de fraude na internet, anuncia o lançamento da primeira edição do relatório Raio-X da Fraude no E-commerce Brasileiro. O estudo revela dados importantes da tentativa de compras on-line de origem ilegal, como o dia e o horário de maior atividade de cibercriminosos.

De acordo com o relatório, a taxa de tentativa de compras fraudulentas em lojas virtuais brasileiras é de 3,83% – ou seja, 1 a cada 26 pedidos é de origem criminosa, feito por estelionatários utilizando cartões de crédito clonados. O estudo também indica os horários de maior atividade dos golpistas: 63,57% das compras ilegais são feitas entre 17h e 2h59, sendo que o ápice é atingido à meia-noite (7,05%). Por outro lado, o período com menos tentativas de fraude é entre 5 e 12h: somente 7,96%.

O Raio-X da Fraude no E-commerce Brasileiro também aponta que os consumidores têm preferência pelo navegador Google Chrome e pelo sistema operacional Windows. Com relação aos aparelhos mais utilizados nas vendas on-line, quase um terço das transações ocorre em smartphones ou tablets – totalizando 31,6%. Por outro lado, 19,48% de todas as tentativas de fraude contra lojas virtuais brasileiras já partem de dispositivos móveis, sendo a maioria em telefones celulares.

“Acreditamos que o fraudador se revela pela forma como navega em um site ou aplicativo. Hoje em dia, um criminoso pode ter fácil acesso a dados cadastrais ou pode mascarar o aparelho utilizado no momento da compra, mas ele não terá o comportamento de um bom cliente. Queremos que todas estas informações compartilhadas possam ajudar diversos lojistas a entender melhor como funciona a fraude na internet e ter mais conhecimento para combatê-las”, afirma Tom Canabarro, co-fundador da Konduto.

Os dados do relatório consideram uma amostragem de mais de 10 milhões de transações analisadas pela startup durante o primeiro semestre de 2016. Os números representam a tentativa de fraude, já que a maioria das compras fraudulentas é barrada a tempo, antes da cobrança ou do envio da mercadoria.

O Raio-X da Fraude no E-commerce Brasileiro pode ser baixado gratuitamente no endereço http://ebooks.konduto.com/raio-x-da-fraude.

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Apex-Brasil organiza semana de eventos no Vale do Silício

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) organiza, de 12 a 16 de setembro, a Brasil Week Silicon Valley, em São Francisco, Estados Unidos, com o objetivo de oferecer aos parceiros e investidores internacionais informações qualificadas sobre o ecossistema de capital empreendedor no Brasil, com suas peculiaridades, tendências e oportunidades.

Durante uma semana serão realizados quatro eventos onde o setor brasileiro de tecnologia será o destaque. O principal deles será o 3º Demo Day Apex-Brasil & Start-Up Brasil, no dia 12 de setembro, onde 11 startups brasileiras vão apresentar seus projetos a investidores norte-americanos. O encontro será realizado dentro do Tech Crunch Disrupt, conferência anual onde as startups de tecnologia lançam seus produtos e serviços a um público formado principalmente por investidores e pela mídia especializada.

Na semana anterior, as startups brasileiras – selecionadas pela Apex-Brasil e pelos programas Start-Up Brasil, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) com gestão da Softex, e o Inovativa, do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) – participam do Programa Catalyzer, uma missão de imersão no Vale do Silício. Na programação estão workshops com investidores, visitas a empresas da região, treinamento de apresentação de projetos e um curso de design thinking na Universidade da Califórnia em Berkeley.

A agenda da Brasil Week inclui ainda um evento de relacionamento com investidores em venture capital, aceleradoras, investidores-anjo e empresas brasileiras, realizado no dia 13 de setembro, em parceria com o fundo investidor RedPoint EVentures. No dia 14, a Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (ABVCAP) organiza reuniões privadas entre gestores de recursos brasileiros e investidores estrangeiros (fundos de pensão, seguradoras e family offices), e no dia 15, realiza o 4º Seminário Venture Capital in Brazil, com o objetivo de conectar fundos de investimentos brasileiros de venture capital e investidores estrangeiros.

Para encerrar a programação da Brasil Week, a Apex-Brasil participa de painel na conferência Brazil in the 21st Century, organizada pela Associação Bay Brazil, que nas últimas quatro edições reuniu empresários, investidores, representantes do governo e líderes do setor privado para discutir ciência, tecnologia, empreendedorismo e papel do Brasil na economia global.

“O Brasil é um celeiro de empresas nascentes inovadoras e vem atraindo a atenção dos investidores internacionais. Esse evento, realizado no Vale do Silício, um dos ecossistemas de TI mais vibrantes do mundo, nos permite apresentar o potencial de negócio de nossas startups. É também uma oportunidade para que elas possam compreender a importância de pensarem seus negócios de forma global para que possam ser bem-sucedidas em um mercado cada vez mais competitivo”, disse Maximiliano Martinhão, Secretário de Política de Informática (Sepin) do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

“O Vale do Silício é o maior ecossistema de inovação do mundo e possui uma grande concentração de recursos em Venture Capital”, comenta o presidente da Apex-Brasil, Embaixador Roberto Jaguaribe. Segundo ele, o relacionamento com investidores estrangeiros requer tempo para ser construído e a Apex-Brasil tem trabalhado nisso. “Pela primeira vez, a Agência organiza eventos que eram realizados em datas distintas em uma semana chamada Brasil Week para mostrar positivamente, e de forma coordenada, o Brasil como um destino de recursos que oferece de oportunidades inovadoras e de qualidade”, completa.

A segunda edição da Brasil Week será realizada em São Paulo, em outubro, e o ponto alto será o Corporate Venture in Brasil, que vai reunir grandes corporações globais e nacionais interessadas em se relacionar com startups, fundos e aceleradoras envolvidos no ambiente de inovação e atração de investimentos.

Mais detalhes em http://brasilweeksv.apexbrasil.com.br/

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Banco do Brasil recebe evento de fintechs

Nos dias 16, 17 e 18 de setembro, o Banco do Brasil abre suas portas para receber o seu primeiro Startup Weekend Fintech, edição especial do maior evento de empreendedorismo do mundo. Pela primeira vez em Brasília e no BB, o evento promoverá um encontro de 54 horas, entre desenvolvedores, designers, profissionais do setor financeiro e empreendedores, para que sejam desenvolvidas ideias de negócios.

O Startup Weekend Fintech está em sua terceira edição no país (as edições anteriores ocorreram em São Paulo) e pretende reunir até 120 pessoas, para trocar ideias, contatos e, até mesmo, criar novas empresas que tragam inovação ao setor financeiro. O facilitador do evento será Tony Celestino, Diretor da Techstart Startup Programs, no Brasil. De acordo com informações da Techstart, aceleradora de startups internacionais e detentora do formato, mais de 13 mil startups já foram criadas nos eventos mundiais do Startup Weekend.

A programação do Startup Weekend Fintech contempla formação de equipes para criar modelos de negócios, desenvolver ideias escolhidas, envolvendo programação, design e validação de mercado; mentorias, para auxiliar as equipes na implementação e validação dos projetos; palestras; oficina de pitches (apresentações concisas, para expor ideias) e banca de jurados para selecionar as ideias com maior potencial de negócio. O BB, apoiador e cenário do evento, participa ainda com a presença do seu Diretor de Negócios Digitais, Marco Mastroeni.

“A decisão do BB de apoiar o evento parte de um princípio de cooperação com as fintechs. O Banco do Brasil não as vê como concorrentes e apoia ideias inovadoras, tanto dos nossos próprios funcionários, como de fintechs. Vale ressaltar que é preciso estar 100% do tempo antenado no que os clientes pedem e no que você pode surpreendê-los”, afirma Mastroeni.

O BB pretende, continuamente, melhorar a experiência dos usuários, sob todos os aspectos, e continuar fazendo frente aos novos entrantes digitais. “O nosso objetivo é que o BB esteja cada vez mais presente no dia a dia das pessoas, facilitando suas vidas com inovadoras soluções”, completa o diretor.

As inscrições para participar estão abertas, custam R$ 175 e podem ser feitas até a véspera do evento, ou término das vagas.

Startup Weekend Fintech Brasília

Quando: 16, 17 e 18 de setembro
Onde: Edifício Sede do Banco do Brasil (SAUN, quadra 5, Lote B, Brasília – DF).
Mais informações e inscrições: http://www.up.co/communities/brazil/brasilia/startup-weekend/9382

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Ebit: Vendas no e-commerce crescem 5,2% no primeiro semestre e faturamento atinge R$ 19,6 bilhões

A Ebit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, apresentou hoje o 34º WebShoppers, o principal relatório sobre o setor no Brasil. Nesta edição, o estudo informa que no primeiro semestre de 2016 as vendas pela Internet alcançaram um faturamento de R$ 19,6 bilhões, o que representa um crescimento nominal de 5,2% na comparação com o mesmo período no ano passado.

Diversos são os fatores que influenciaram este crescimento do volume financeiro movimentado pelos sites de comércio eletrônico. Entre eles estão:

• Aumento de 7% no valor do tíquete médio, ficando em R$ 403,46, crescimento puxado pela alta de preços registrada pelo Índice FIPE/Buscapé;

• Maior participação das classes AB;

• Manutenção das vendas de categorias de produtos de maior valor, como “Eletrodomésticos” e “Telefonia/Celulares”.

Ainda podemos acrescentar a esse resultado outros motivos que colaboraram. O aumento de 31% em consumidores virtuais ativos, aqueles que realizaram pelo menos uma compra no período, chegando a 23,1 milhões. E o forte crescimento das vendas via dispositivos móveis, que tiveram 18,8% em participação média no semestre e, em junho, representaram 23%.

“Todos esses fatores somados tiveram influência para que o faturamento registrasse um índice positivo, mesmo com um cenário de retração do varejo como um todo no atual momento do País. Mas as vantagens que a compra online oferece também é motivo de atração aos consumidores que desejam fazer uma compra mais qualificada pagando menos”, avalia o CEO da Ebit, Pedro Guasti.

No entanto, com o aumento do desemprego e enfraquecimento das compras feitas pela classe C, houve queda de 2% no volume de pedidos na comparação com o ano anterior. No total, foram contabilizados 48,5 milhões de encomendas virtuais. Por outro lado, a renda média familiar dos consumidores online aumentou em 11%, alcançando R$ 5.174.

Neste semestre verificou-se uma mudança no comportamento dos consumidores em relação à preferência dos produtos adquiridos. A categoria “Livros, Assinaturas e Apostilas” (14%) assumiu a liderança em volume de pedidos, seguida por “Eletrodomésticos” (13%), “Moda e Acessórios” (12%, que estava à frente desde a primeira metade de 2013), “Cosméticos e Perfumaria /Cuidados Pessoais/Saúde” (12%) e “Telefonia/Celulares” (9%), nesta ordem.

“Apesar de um começo de ano com menor ritmo nas vendas, a Ebit registrou uma melhora na confiança do consumidor, o que garantiu uma retomada das transações nos últimos meses. A expectativa é de que o crescimento do e-commerce seja maior no segundo semestre potencializado, principalmente, pela Black Friday e Natal”, comentou o COO da Ebit, André Dias.

A estimativa de vendas até o final do ano se mantém de acordo com o previsto pela Ebit no começo de 2016. O faturamento deverá totalizar R$ 44,6 bilhões, um crescimento nominal de 8% ante 2015. O número de pedidos poderá chegar a 106,5 milhões, próximo ao apresentado no ano passado.

O ciclo de compra na Internet

Em pesquisa especial da Ebit realizada com 7.809 consumidores, entre 3 de junho e 11 de julho de 2016, sobre o ciclo de compra na Internet, uma pergunta abordava quais produtos foram comprados no e-commerce nos últimos três meses. Celular/smartphone foi o campeão, com 26% da preferência, seguido por Moda Feminina/Acessórios (19%), Moda Masculina/Acessórios (15%), Perfume (12%) e Esporte e Lazer (11%).

Analisando o item líder em vendas, verificou-se que em média as pessoas demoram 16 dias para tomar a decisão de adquirir um celular/smartphone. Dos consumidores que procuram este produto, 37% já buscam informações apenas na Internet antes de fazer a compra e apenas 3% não pesquisaram em nenhum canal.

“Cada vez mais estamos vendo uma migração do consumo do varejo físico para o virtual. Isso porque as compras online podem ser mais planejadas, pois possibilitam que o consumidor compare mais facilmente produtos e preços em diversas lojas, antes de fechar seu pedido. E isso lhe garante mais economia e satisfação”, assinala Guasti.

Questionados sobre os fatores de indução de compra, ainda no caso desse produto de preferência, os respondentes indicaram preço (57%), qualidade (50%) e frete grátis (23%) como os que mais levam em consideração no momento de decisão.

Em relação ao NPS® (Net Promoter Score®), indicador que mede a satisfação e fidelização do cliente, pode-se perceber uma evolução gradativa nos últimos meses. Uma das causas foi a queda no volume de atraso na entrega, de 8,6% para 7,7% dos pedidos. Se em dezembro do ano passado o índice sofreu uma queda, logo houve uma retomada, saindo de 59,7% naquele mês, alcançando 61,6% em março e chegando a 64,4%, em junho deste ano.

Pesquisa com FecomercioSP

O Estado de São Paulo é o que tem maior faturamento no comércio eletrônico no Brasil. E no primeiro trimestre de 2016 atingiu R$ 3,6 bilhões, segundo pesquisa da FecomercioSP em parceria com a Ebit para o relatório WebShoppers.

A quantia representa, porém, uma queda real de 7,4% na comparação com os R$ 3,9 bilhões registrados no mesmo período de 2015. A região Sudeste é também a mais forte em participação nas vendas (Ebit), detendo no primeiro semestre 64,5% do todo.

Apesar da retração no início do ano, a perspectiva pelas entidades é de melhora nas vendas do varejo geral no segundo semestre, com a retomada dos investimentos e reaquecimento da economia e, por consequência, maior confiança também do consumidor. Datas como Black Friday e Natal também deverão colaborar com um melhor desempenho do setor, fazendo com que 2016 termine melhor do que começou.

Índice FIPE/Buscapé detecta alta menor devido ao câmbio

No primeiro semestre de 2016, a alta dos preços no varejo continuou a atingir também o comércio eletrônico brasileiro.

No entanto, a variação acumulada positiva de 2,83% registrada pelo Índice FIPE/Buscapé foi menor que a apontada no mesmo período do ano anterior, de 3,73%. Muito por conta da menor pressão do câmbio sobre os preços dos produtos e componentes importados, que têm grande peso no setor.

Apoiadores do WebShoppers

O WebShoppers conta nesta 34ª edição com o apoio premium da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), além da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), E-Commerce Brasil, IAB Brasil, Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), e Mobile Market Association (MMA) para a divulgação dos dados apresentados para o mercado.

Para ter acesso ao relatório completo, basta acessar o site da Ebit e fazer o download gratuito, a partir do dia 2 de setembro em www.ebit.com.br/webshoppers.

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KaBuM! amplia investimentos em inovação e tecnologia

O KaBuM!, maior e-commerce de tecnologia do País, acaba de fechar mais uma parceria em busca de fomentar a inovação tecnológica no Brasil. O e-commerce patrocinará a equipe NoBox Robotics da Universidade Federal do ABC, juntamente à fabricante de circuitos AMD, formada por estudantes que participam de competições e se dedicam a projetos direcionados à robótica.

O KaBuM! possui um grande histórico em ações inovadoras, começando com seu incentivo aos e-Sports. Com um time fundado em 2013, passaram pela empresa mais de 20 jovens e-atletas, entre eles, diversos que se destacaram mundialmente e conquistaram grandes competições. Para Guilherme Fonte, diretor do KaBuM! e-Sports, o investimento da empresa no cenário é essencial. “Temos muito potencial no nosso país, com inúmeros jovens talentosos e que precisam de visibilidade”, explica Guilherme.

Mesmo com tantos talentos e jovens engajados, o cenário da inovação no Brasil não é dos mais fáceis – especialmente entre os desenvolvedores de tecnologia. Ivan Seidel, membro da equipe NoBox Robotics, conta que, desde pequeno, participa de competições e pôde ver ao longo dos anos as diferenças entre os investimentos no Brasil e em países como Holanda, México, Turquia e Estados Unidos. “Em uma competição com times de todo o mundo, pude ver diversos deles patrocinados por gigantes como Microsoft e Google, e nós, do Brasil, sem apoio nenhum”, lembra Ivan. A partir de agora, com o apoio do KaBuM! e da AMD, o estudante e sua equipe poderão ter acesso aos melhores produtos do mercado para trabalharem em seus projetos.

O e-commerce, referência em tecnologia e pioneiro em equipamentos de hardware de alta performance, dá então o primeiro passo do que promete ser uma parceria duradoura. O gerente de mídias do e-commerce, Guto Komezo, ressalta que sempre foi uma preocupação da empresa analisar seu papel dentro da sociedade em que está inserida, apoiando projetos de natureza esportiva ou social. “Acreditamos que o apoio ao capital intelectual, principalmente ligado a pesquisas acadêmicas, é uma das formas de alterarmos o status quo da educação no Brasil, valorizando iniciativas que promovam a disseminação do conhecimento”, completa Komezo.

Para a NoBox Robotics, que contava com recursos dos próprios membros e colegas da faculdade, a parceria poderá ampliar sua gama de estudos e possibilita colocar mais inovação em seus projetos. “A parceria com o KaBuM! veio em um ótimo momento, além de nos prover recursos para projetos mais ousados, alinda contaremos com todo o apoio para divulgação a fim de nos reforçarmos como equipe”, conta Marcos.

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Bem-vindo à rede social da sua casa – Por Marcelo Abreu

Estima-se que dentro de poucos anos a casa de uma família terá mais de 100 dispositivos conectados e conversando entre si. Se o seu aspirador de pó estiver batendo no pé do sofá, por exemplo, pode ser que o sofá te envie uma mensagem dizendo que você precisa colocá-lo um pouco mais para trás para evitar isso. Ou se a lâmpada da sala notar que o tipo de piso não favorece a iluminação, poderia te sugerir trocá-lo por outro que trouxesse mais claridade para a casa.

Esses dispositivos – ou “coisas” – não só terão a capacidade de te enviar avisos, como também serão inteligentes a ponto de conhecer o comportamento dos moradores da casa melhor do que eles próprios, graças a tecnologias como machine learning e redes neurais.

Sabendo que você é uma pessoa muito ocupada (ou talvez muito distraída) e costuma pagar contas com atraso, a sua casa poderia, por exemplo, fazer o pagamento de um prestador de serviços por você. A própria casa poderia checar se a tarefa foi executada corretamente e enviar o pagamento diretamente para a conta do prestador.

No Brasil, pode ser que a conexão entre as “coisas” demore um pouco mais a acontecer, assim como tem ocorrido com os wearables, em parte devido à crise econômica, mas também por outros fatores. Falta ainda fazer as pessoas enxergarem as “coisas” e os wearables como parte de sua vida cotidiana, ao invés de itens supérfluos.

Uma pulseira inteligente, por exemplo, não é só um acessório para enfeitar o pulso, agrega outras funcionalidades que podem fazer dela um utilitário. Algumas dessas funções são muito importantes como, por exemplo, guardar um histórico de saúde do dono do dispositivo. Essa pulseira pode se integrar às “coisas” da casa do seu usuário de forma a monitorar a saúde e o bem-estar dele e, ainda, comunicar parentes e amigos caso alguma atividade incomum, que indique deterioração do seu estado de saúde, seja detectada. Outra tendência tecnológica é fazer com que ela seja usada como carteira, identidade ou crachá, e dessa forma, tornar-se um meio seguro e rápido para identificação ou pagamentos móveis.

É claro que ao falar sobre uma rede social das coisas, o investimento em tecnologia está implícito. Não existe uma maneira de trabalhar com Internet of Things (IoT) sem considerar a segurança como uma parte essencial disso. A inovação traz novos resultados, faz com que a empresa aumente lucros e otimize recursos. Por outro lado, é preciso se programar para evitar atualizações urgentes de segurança, principalmente contra invasões de hackers que comprometam a segurança de seus dados e dos clientes. De um modo direto: a inovação te traz dinheiro, a segurança tira.

Se o surgimento de uma rede social das coisas está mais perto do que imaginamos – no Venturus, por exemplo, já temos um projeto para mostrar, na prática, como funcionaria uma Casa do Futuro – a preocupação com a segurança deve estar imbuída em todas as fases do projeto. Fechamos as portas e janelas da casa ao irmos dormir, usamos cadeados e grades para nos proteger de ladrões e invasores. A segurança dos equipamentos conectados da casa deverá ser pensada pelas empresas com um nível semelhante de cuidado. Extrapolando os limites da casa, a rede social das coisas também chegará a outros ambientes, como as fábricas por exemplo. Conceitos inovadores como a Industrial Internet of Things (IIoT) já começam a pautar o planejamento de investimentos de empresas altamente tecnológicas, mais isso já é assunto para outro artigo.

Marcelo Abreu, diretor de novos negócios do Venturus

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