Page

Author admin

Automação agrícola para todos é o desafio – Por Daniel Zacher

Detentor de parque tecnológico fantástico, o Brasil precisa ser reconhecido como referência mundial em mecanização agrícola para regiões tropicais e subtropicais. A indústria já possui uma série de legados no desenvolvimento de tecnologias, como a revolução do plantio direto, que exigiu grande esforço brasileiro entre os anos 1970 e 1980 para a obtenção de enormes ganhos de produtividade.

Observa-se agora outra revolução: a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Trata-se de avançado sistema de cultivo, que integra diversas atividades com o objetivo de manter a propriedade rural ativa durante o ano inteiro. Muitos produtores rurais, que antes se dedicavam somente à pecuária, já começaram a agregar outras áreas. Assim, eles mantêm atividade agrícola intensa e obtêm grande incremento de renda.

Claro que não é possível dissociar os ganhos sucessivos de produtividade no desenvolvimento da agricultura tropical de todo o investimento empenhado em biotecnologia, afinal a mecanização e a biotecnologia sempre caminham em paralelo. Assim como surgem variedades de vegetais, adaptadas principalmente ao estresse hídrico como também às pragas características da região, as máquinas agrícolas precisam receber inovações.

Diferentemente da agricultura de países temperados, onde o inverno faz o controle natural de doenças, pragas e plantas daninhas, a agricultura tropical demanda intensiva quantidade de pulverização em função do clima quente, condição que provoca a rápida evolução de pragas e doenças. Dessa forma, o desenvolvimento de tecnologias para a pulverização é uma competência do País, que faz investimentos pesados para tornar a atividade cada vez mais eficiente e ambientalmente sustentável.

Outra técnica da agricultura tropical é o plantio direto. Nele a cobertura de palha é mantida no solo para proteção contra eventos danosos, tais como a erosão, de forma que as sementes são inseridas no solo sem que seja previamente revolto, por meio de manipulação mecanizada. Esta forma de plantio só foi possível com o desenvolvimento de máquinas específicas para esta condição, o que exigiu enorme esforço brasileiro porque o solo em condições extremas de compactação e umidade e com pesada cobertura de palha demanda equipamentos robustos, de características estruturais e funcionais próprias.

Mas ainda não se esgotaram os ganhos de eficiência na área de plantio direto. As novas plantadeiras precisam atender diversos requisitos, como demandar cada vez menor potência dos tratores, operar em alta velocidade e apresentar maior eficiência no depósito de adubo e semente no solo, para que seja realizado de forma cada vez mais precisa em aspectos como espaçamento e profundidade do plantio.

O Brasil, como principal produtor mundial de cana-de-açúcar, possui papel proeminente na difusão de tecnologias de plantio e colheita de cana-de-açúcar. Hoje praticamente todas as atividades são mecanizadas muito em função do desenvolvimento acelerado, ocorrido nos últimos 10 anos. O desafio agora é que a automação, já utilizada em grande escala junto aos grandes produtores, também evolua para os pequenos.

Com milhares de pesquisadores envolvidos, a história brasileira demonstra a vocação da nossa indústria para o desenvolvimento de novas tecnologias, que podem ser exportadas para outros mercados como América do Sul, África e Ásia. Essa presença no Exterior tem potencial de se acentuar mediante maior divulgação do capital intelectual brasileiro empenhado no desenvolvimento deste parque tecnológico.

Uma contribuição neste sentido é 9º Simpósio SAE BRASIL de Máquinas Agrícolas, que debaterá a visão dos principais fabricantes em relação ao mercado e ao desenvolvimento de máquinas e implementos para a agricultura tropical e subtropical. Quem tiver interesse em debater o assunto está convidado para o encontro, dia 31 de agosto, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), em Porto Alegre.

Daniel Zacher é diretor-geral da Tryber Tecnologia e chairperson do 9º Simpósio SAE BRASIL de Máquinas Agrícolas

Tags, , , , , ,

Reforma Trabalhista – como fica o home office

Uma das grandes novidades em relação a Reforma Trabalhista é a instituição nas leis do trabalho da possibilidade do home office (ou teletrabalho como também é conhecido). Não existia na CLT esse modelo de trabalho e a mudança incorpora esse novo método de prestação de serviços no qual o trabalhador pode trabalhar de casa ou outro ponto que seja adequado.

“Essa pode ser considera uma das principais modernizações da mudança que passará a ter validade em novembro desse ano. Ocorre que na criação da CLT não se tinha nenhuma perspectiva para esse modelo de trabalho, mas a modernidade e tecnologias possibilitam esta evolução, sendo primordial a legislação se adequar”, explica o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

Importante observar que a legislação exclui a necessidade de controle de jornada de trabalho (8 horas diárias, 44 semanais e 220 mensais). Mas, mesmo com a regulamentação são muitas as dúvidas e a Confirp preparou um material que aborda os principais pontos:

• A prestação serviço será feita preponderantemente fora das instalações do empregador;

• Ser executado com a utilização de tecnologia e de comunicação que não se constituam como trabalho externo;

• A realização de atividades especificas que exijam a presença do empregado nas instalações do empregador não descaracterizará o regime de home office;

• Esse regime de trabalho deverá ser formalizado em contrato individual de trabalho, especificando as atividades que serão realizadas;

• Poderá ser realizado alteração do regime presencial para home office desde que haja mutuo acordo entre as partes, registrado em aditivo contratual;

• Poderá ser realizado alteração do regime de home office presencial por determinação do empregador, porém deverá ser o empregado comunicado com prévio aviso de 15 dias e aditamento do contrato de trabalho;

• As disposições referentes a responsabilidade pela aquisição, manutenção ou fornecimento de equipamentos tecnológicos e da infraestrutura necessária e adequada, bem como reembolso de despesas arcadas pelo empregado serão previstas em contrato escrito. Sendo certo que tais reembolsos, quando houverem, não integrarão na remuneração do empregado;

• O empregador deverá instruir os empregados, de maneira expressa e ostensiva, quanto às precauções a tomar a fim de evitar doenças e acidentes.

“O home office já era praticado em todo o Brasil, já existindo uma resolução sobre este tipo de atividade. Entretanto, houve então um avanço na legislação. Contudo existe uma grande preocupação com a proteção do trabalhador que não se encontra de forma direta sob a supervisão do empregador”, explica Domingos.

Essa, mudança proporcionará uma segurança muito maior para empresas e trabalhadores, sendo que muitos já buscavam esse modelo de serviço, mas esbarravam no medo das empresas em não estarem de acordo com a lei.

“Será um benefício para os trabalhadores, que poderão perder menor tempo de deslocamento, principalmente em grandes metrópoles e para as empresas que poderão também minimizar os custos. Esse com certeza é um dos pontos da lei que tem tudo para ser um sucesso”, finaliza Domingos

Tags, , ,

Entenda como os serviços financeiros SaaS estão ganhando cada vez mais espaço no Brasil

Por Patrick Negri

É fato que as empresas brasileiras estão cada vez mais abertas à adoção de soluções de TI no modelo de Software as a Service (SaaS). Uma pesquisa realizada pela Capgemini, consultoria de serviços de tecnologia, revelou que SaaS é o modelo mais utilizado para entregar serviços pela nuvem no Brasil, com 92% das empresas adotando pelo menos uma solução deste tipo.

Um dos setores que mais têm usado esse modelo de negócios é o financeiro. Hoje existem diversos softwares de gestão financeira que entregam suas soluções na nuvem, o que garante para a empresa acesso a um software sempre moderno, facilitando a vida e o dia a dia das empresas que optam por esse tipo de solução.

O mercado de fintechs que oferecem soluções SaaS ainda está engatinhando no Brasil. É comum ver mapeamentos que apontam que o país possui centenas de startups focadas em serviços financeiros. Porém, quando tratamos de empresas que realmente geram receita, esse número cai bastante, uma vez que muitas delas ainda estão no começo de sua operação.

É provável que em cinco anos esse modelo vai estar consolidado por aqui. Há dois anos, o mercado de startups no geral estava inchado, por conta de muitos empreendedores que se aventuraram, e com as fintechs não é diferente. Então, quando o setor passar por essa seleção natural, com muitos negócios sucumbindo as dificuldades, as startups financeiras finalmente irão se estabelecer.

Modelo SaaS proporciona maior eficiência do retorno do CAC

Um estudo recém-lançado pela Brazil SaaS Landscape Research mostrou que as startups SaaS brasileiras são incrivelmente eficientes em capital: 60% das empresas recuperam seu CAC (Custo de Aquisição de Clientes – o quanto é gasto para conquistar cada cliente) em menos de seis meses.

Esse período está na média e é interessante. Porém, o ideal seria recuperar o valor em cerca de três ou quatro meses. As startups brasileiras têm focado nesse retorno por conta da necessidade. O ticket médio dessas empresas no Brasil é pequeno. Aqui estamos falando de companhias que em sua maioria têm uma carteira de clientes composta por PMEs – inclusive as fintechs SaaS. No cenário atual existem pouquíssimas startups que miram o mercado de grandes empresas com contratos maiores.

Outro fator que contribui para a eficiência desse modelo de negócio é o fato de que nosso país não joga o jogo do Vale do Silício. Aqui não temos os mesmos investimentos e nem capital infinito para escalar as empresas. Isso obriga os empreendedores a serem mais eficientes. Se analisarmos a pesquisa citada anteriormente, a maioria das startups é bootstraped, ou seja, empresas que operam com capital próprio. Isso acontece porque como elas não dispõem de capital de risco disponível, o empreendimento é obrigado a andar com as próprias pernas e forçada a recuperar o CAC rapidamente.

Hoje, um dos maiores motivos de descontentamento é o atendimento. As instituições financeiras tradicionais estão com dificuldades de atender as pequenas empresas, ao mesmo tempo em que oferecem um serviço de muita qualidade para companhias maiores. Por isso, as PMEs têm optado por soluções automatizadas com custos reduzidos e por um atendimento mais próximo.

FaaS é o futuro do mercado

Para o futuro, é esperado que o conceito de Financial as a Service (FaaS) seja uma realidade em nosso país. O FaaS pode ser interpretado como uma visão completa do ecossistema, onde todas as fintechs se conectam e oferecem os serviços equivalentes aos oferecidos pelas instituições financeiras. Em cerca de cinco a dez anos, quando finalmente o setor alcançar maturidade, teremos um ecossistema completamente conectado, com cada startup do setor oferecendo uma solução especializada em determinado segmento. Este é um caminho lógico para o mercado e todas as partes envolvidas saem ganhando.

Patrick Negri é CEO e cofundador da iugu, startup de automação financeira que oferece serviços completos para pagamentos e recebimentos.

Tags, , , , ,

Empresa familiar: mera herança ou degrau para expansão?

Não é segredo que, para progredir, toda empresa precisa de um bom sistema de gestão e, principalmente, um gestor preparado para liderar pessoas e conduzir o negócio. Nas empresas familiares, em que muitas vezes os membros da família se dividem na ocupação de cargos existentes na companhia, esse cenário pode se tornar confuso. Principalmente quando os sucessores ainda estão se preparado para assumir novas funções. Com isso, a alternativa cada vez mais utilizada pelas empresas familiares é a contratação de gestores externos, fora do círculo familiar.

Para o diretor-presidente da GoNext, especializada em gestão de negócios e implantação da governança corporativa na empresa familiar, Eduardo Valério, a profissionalização das companhias pode trazer vários benefícios, desde que seja bem estruturada. Segundo ele, entre as vantagens de trazer um profissional com experiência de mercado à empresa familiar estão “a oportunidade de deixar o sucessor se preparar e ter a chance de escolher se quer assumir o negócio ou não; a geração de valor e de credibilidade da empresa perante o mercado”.

A profissionalização é uma tendência. Entre os projetos atendidos pela GoNext, a estimativa é que 25% das empresas familiares contam com gestores externos na administração dos negócios. Valério aponta que entre os principais motivos para trazer um profissional de mercado à gestão estão a falta de interesse dos sucessores no cargo ou inexperiência na função pretendida e um grande intervalo de sucessão, que pode gerar um distanciamento de gerações, com herdeiros ainda muito jovens para gerir a empresa.

Seja qual for o motivo para optar por um executivo de mercado, é importante fazer com que a entrada desse profissional seja realizada de forma responsável. De acordo com Valério, o executivo precisa, comprovadamente, ter experiência no cargo e estar preparado para que, possivelmente, sua passagem pela empresa seja breve. O especialista afirma que não é raro ver que, após um determinado tempo, um ou mais sucessores sentem-se preparados para assumir a direção dos negócios, colocando em cheque o cargo de liderança do profissional anterior. “Caso o herdeiro retorne ao cargo ou opte pela gestão mista, quem ganha com isso é a empresa familiar, que se torna mais sólida e estruturada para continuar atuando no mercado de forma sadia e bem controlada”, avalia Valério.

Tags, , ,

PagSeguro lança solução TEF e amplia atuação no mercado

O PagSeguro, solução completa para pagamentos online e presenciais do grupo UOL, amplia seu portfólio ao lançar o PagSeguro TEF (Transferência Eletrônica de Fundos). A solução é indicada para estabelecimentos que precisam transacionar com agilidade, como supermercados, hipermercados, farmácias, postos de gasolina, lojas de departamento, entre outros.

Além de operar com os principais PinPads do mercado, o PagSeguro TEF oferece facilidade de controle e gestão do negócio, disponibilizando em sua plataforma relatórios em tempo real de todas transações: por loja, por dia, por PDV ou por bandeira, por meio de Conciliação Integrada e Extrato Eletrônico gratuito.

“O PagSeguro contribuiu para a inclusão financeira dos brasileiros ao oferecer aos pequenos e médios empreendedores opções de venda com cartões de crédito, débito e refeição. Agora, estamos ampliando nossa atuação e agregando soluções em pagamentos para clientes que transacionam volumes maiores em curto espaço de tempo, com segurança, controle e gestão do negócio”, diz Juan Fuentes, diretor geral do PagSeguro.

Com planos e serviços que proporcionam mais autonomia na gestão de recebíveis, o empreendedor pode optar entre sete domicílios bancários, incluindo o recebimento pelo Cartão Pré-Pago PagSeguro.

Assim como todos os produtos do PagSeguro, o PagSeguro TEF não cobra aluguel, taxa de adesão nem taxa mensal de conectividade, além de aceitar as principais bandeiras de cartão do mercado: Master, Visa, Elo e Hipercard e Hiper, além de vouchers como Ticket, Sodexo e VR.

Funcionamento PagSeguro TEF

No PagSeguro TEF, as vendas do estabelecimento são feitas por meio dos PINPads que capturam as informações do cartão do consumidor. Assim, o concentrador de TEF recebe a transação e envia para a aprovação do PagSeguro, que realiza o processamento junto às bandeiras e responde em segundos ao estabelecimento.

O varejista pode escolher ainda entre os principais modelos de PINPads do mercado, que permitem capturar todos os cartões em uma única máquina aparelho e já são integradas ao sistema de automação.

O lançamento do PagSeguro TEF acontece hoje, simultaneamente, nos eventos LATAM RETAIL SHOW, o mais qualificado evento para o varejo, e APAS NEXT, evento de tecnologia e inovação supermercadista, com demonstração do produto nos estandes.

Para mais informações, acesse: pagseguro.com.br/tef.

Tags, , , ,

Em quem os profissionais de TI podem confiar?

Por Patrick Hubbard

Confiança não se ganha, se conquista.

Tenho pensado muito nisso desde que o Relatório de tendências de TI da SolarWinds para 2017: Retrato de uma organização de TI híbrida revelou falta de confiança na era da TI híbrida entre os profissionais de TI e seus provedores de serviço de nuvem (CSP). Na verdade, a pesquisa descobriu que a maioria dos profissionais de TI brasileiros (74%) não confia muito em seus CSPs.

Essa falta de confiança é proveniente em grande parte do fato de que os profissionais de TI têm menos controle e, sem as ferramentas adequadas, menos visibilidade da infraestrutura de nuvem, mas mesmo assim aceitam os tíquetes da central de ajuda quando algo dá errado (acrescente a esse problema de controle um histórico raro mas memorável de grandes interrupções na nuvem pública).

Embora essa falta de controle tenha um papel importante no grau de confiança do relacionamento entre a TI e o CSP, há outro motivo para o problema: os profissionais de TI não confiam nos CSPs simplesmente porque não dominam totalmente a evolução da tecnologia. O gerenciamento de TI por contrato de nível de serviço já é extenuante o suficiente e ainda mais difícil de enfrentar quando não há nenhum diagrama na (maior parte da) caixa preta da nuvem.

No entanto, o relacionamento de um profissional de TI com seu CSP não é apenas um relacionamento mutuamente benéfico, é um relacionamento necessário no mundo da TI híbrida em que vivemos atualmente. Para tirar o máximo proveito desse relacionamento e promover a confiança, recomendamos as seguintes práticas:

Educação contínua: Para muitos profissionais de TI habituados a monitorar e gerenciar a infraestrutura no local, a nuvem é um território desconhecido. Dessa forma, é crucial que os profissionais de TI obtenham conhecimento suficiente para verificar a tecnologia e ganhar confiança.

Visibilidade em ambientes locais e de nuvem: A capacidade de consolidar e correlacionar dados para oferecer visibilidade e insights sobre dados no datacenter e na nuvem permite que os profissionais de TI trabalhem com os CSPs de forma mais proativa para identificar e corrigir as áreas com problemas e reduzir o tempo médio até a resolução.

Controle sobre o processo de tomada de decisão: Considerando a mudança no modo como a tecnologia de nuvem é vendida para as empresas, os profissionais de TI devem obter mais conhecimento para ganhar confiança e demonstrar entusiasmo com o gerenciamento. Ao obter conhecimento sobre tecnologia de nuvem, eles retomam a função de consultores confiáveis e, como resultado, a empresa os inclui em decisões de compra importantes.

Recentemente, como uma maneira divertida de comparar a confiança que os profissionais de TI têm em seus CSPs e a confiança que têm em indivíduos ou grupos com os quais se relacionam, entrevistamos a comunidade de profissionais de TI da SolarWinds, a THWACK®, para saber em quem eles mais confiam. Não foi surpresa nenhuma descobrir que eles também não confiam em meteorologistas, prestadores de serviços de saúde, vendedores de carros e taxistas, e que as pessoas em que eles mais confiam são eles mesmos, suas equipes e seus familiares.

Veja a seguir alguns comentários dos entrevistados:

“Confio totalmente na equipe de bombeiros voluntários porque ninguém mais é louco o bastante para entrar em um prédio em chamas comigo.”

“Confio totalmente na minha equipe de operações de rede porque eles nunca me deixam na mão e sempre fazem um bom trabalho!”

“Confio totalmente na minha família. Ajudamos uns aos outros custe o que custar. Família é para isso.”

“Confio totalmente na minha equipe de DevOps para melhorar o departamento de TI, ser mais eficiente e ajudar literalmente qualquer pessoa que tenha um problema, dia e noite.”

Patrick Hubbard, Head Geek™ da SolarWinds

Tags, , ,

Huawei e UnB firmam parceria para treinamento e capacitação em TIC

A Huawei e a Universidade de Brasília (UnB) assinaram um memorando de entendimento (MoU, na sigla em inglês) que visa o desenvolvimento de programa de cooperação técnica e intercâmbio acadêmico, científico e cultural. Estimular o estudo do idioma e da cultura Brasil e China, além de campanhas e projetos de capacitação e certificação de estudantes e profissionais de tecnologia da informação e comunicação (TIC) também são prioridades da parceria.

De acordo com o documento, as companhias trabalharão em conjunto para promover a troca de experiências e informações científicas, elaboração de programas e projetos de extensão, fornecimento de equipamentos e material bibliográfico. A UnB também vai incorporar os programas HAINA (Huawei Authorised Information and Network Academy) e HANA (Huawei Authorised Network Academy) da Huawei para treinamento de jovens talentos.

“A qualificação de profissionais é hoje um dos principais pilares para que os países incorporem a transformação digital. Como líder do setor, temos o dever de estimular a capacitação dos estudantes que serão responsáveis pelo futuro das tecnologias da informação e comunicação, além de contribuir para o desenvolvimento do país ao investir em seus talentos. Por isso, firmamos essa parceria com a UnB, instituição que também visa o desenvolvimento do mercado de tecnologia brasileiro, com o objetivo de oferecer as principais ferramentas para seus estudantes”, afirma Liu Wei, vice-presidente de Relações Públicas e Comunicações da Huawei.

Durante a cerimônia, a reitora da UnB, Márcia Abrahão afirmou que a Universidade tem como objetivo “fortalecer a pesquisa científica e tecnológica, e esse acordo é um avanço. Esperamos que a parceria seja longa e duradoura”. O vice-reitor, Enrique Huelva, destacou que conheceu a Huawei em recente viagem à China, e considera parcerias e cooperação tecnológica determinantes para o futuro do século XXI.

Seeds for the Future

A Huawei, por meio do programa global para o estímulo à educação e à capacitação em TIC, Seeds for the Future, tem firmado parcerias com as principais instituições de ensino do mundo para treinar e certificar profissionais pelos programas HAINA (Huawei Authorized Information & Network Academy) e HANA (Huawei Authorized Network Academy). No Brasil, o programa é realizado em parceria com o Ministério da Educação (MEC).

Tags, , , , ,

Concentrix tem novo gerente comercial

Com a ampliação de seus serviços no País e a conquista de 10 novos clientes nos últimos oito meses, a Concentrix Brasil, empresa multinacional do setor de contact center especializada em soluções de outsourcing, está ampliando sua equipe comercial a fim de investir ainda mais no mercado brasileiro. Para isso, a companhia acaba de contratar o especialista Rodrigo Roque como novo gerente comercial.

Graduado em Marketing pela Faculdade Flamingo, Roque acumula passagens pela Editora Globo, Ultracenter e Atento, se especializou na pós-graduação em Gerência em Gestão de Negócios pela ESPM, e participou de cursos e programas nas áreas de negociação em vendas (ESPM) e liderança em cargos de gerência (APG – Programa de Gestão Avançada da Amana-Key).

Na Concentrix, o novo gerente terá como foco o segmento financeiro e serviços de saúde, com o objetivo de ampliar ainda mais a atuação da empresa no Brasil, trazendo novos clientes à companhia. “Atuei nas áreas de vendas, produtos e marketing em empresas nacionais e multinacionais de serviços dos segmentos de Cartão de Crédito, Financeiro e Call Center. Chego à Concentrix com a missão de ajudar o time comercial a manter o contínuo crescimento da empresa no País”, comenta Rodrigo Roque.

Entre os recentes contratos fechados pela Concentrix nos últimos meses estão empresas de diversos segmentos, com marcas renomadas nos setores de saúde, alimentação, transporte, vendas, serviços digitais, entre outros, e o objetivo é continuar expandindo: “Nosso desafio é ter uma liderança forte e consistente para um crescimento sustentável e que mantenha a qualidade do atendimento aos nossos clientes”, finaliza Daniel Moretto, country manager da Concentrix no Brasil.

Tags, , ,

47% dos internautas sempre buscam informações online antes de comprarem em lojas físicas

Consultar a internet antes de ir às compras já se tornou um hábito comum. Dados de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais do país mostram que 47% dos consumidores com acesso à internet assumem o costume de sempre fazer pesquisas online antes de concretizar uma compra em loja física. Os tipos de informações mais buscadas são os preços (30%), os detalhes e as características dos produtos ou serviços (12%) e a opinião de outros clientes (5%). Apenas 13% dos entrevistados compram em lojas físicas sem fazer qualquer consulta prévia no ambiente online. Outros 40% recorrem à consulta eventualmente, a depender do tipo de produto ou serviço a ser adquirido.

Os celulares (59%) são os que mais geram pesquisas eventuais na internet antes de se efetivar a compra na loja física. Em seguida aparecem os eletrodomésticos (54%), eletrônicos (50%) e acessórios para celulares, tablets e computadores (25%). Os livros são citados por 19%, assim como as viagens. Itens de vestuário, calçados e acessórios, como bolsas e cintos têm 17% de menções.

Os sites que oferecem ferramentas de comparação de preços e de características dos produtos são os mais procurados pelos internautas (62%) nessas horas, seguidos pelos sites que mensuram o índice de reclamação de determinada marca ou produto (54%). As lojas online de grandes varejistas e os sites ou aplicativos de marcas concorrentes são consultados por 50% e 35%, respectivamente. As redes sociais (23%) e os blogs especializados (20%) completam a lista dos mais acessos na busca por referências.

Se consultar a internet antes de realizar uma compra em lojas físicas tornou-se um hábito do internauta brasileiro, o inverso também acontece, embora em uma proporção menor. Quase um quarto dos internautas (23%) sempre visita uma loja física antes de adquirir um produto pela internet. Nesses casos, os itens que os entrevistados mais procuram ver presencialmente são eletrodomésticos (48%), eletrônicos (47%), celulares (44%), vestuários e calçados (25%) e perfumes e cosméticos (18%).

“Cada vez mais os consumidores se utilizam da internet não apenas para adquirir produtos e serviços, mas também para comparar, informar-se e buscar a opinião de outros compradores, pesquisando a reputação das marcas e lojas. Esse processo vem ocorrendo já há algum tempo e já alterou profundamente o equilíbrio de forças entre lojistas e clientes. As lojas físicas precisam ficar atentas as necessidades dos clientes, que são multicanais. Ou seja, transitam simultaneamente por plataformas online e físicas ”, afirma o presidente do SPC Brasil Roque Pellizzaro Junior.


Preço e comodidade são destaque para compras online, mas relacionamento no pós-venda e facilidade de troca são ponto forte das lojas físicas

O estudo revela também, em detalhes, em que circunstâncias as lojas físicas ganham a preferência do consumidor e em quais momentos a compra virtual se sobressai. No geral, a internet é o meio preferido de 60% dos internautas na hora de fazer compras, enquanto 14% ainda preferem as lojas físicas e 26% se dizem indiferentes.

Dentre os que tem preferência pelo ambiente online para fazer compras, mais da metade (55%) justificam ter a impressão de que os produtos tendem a ser mais baratos na internet do que nas lojas físicas. Outras razões ainda mencionadas são a comodidade (51%) e a rapidez (26%). Já os que preferem comprar em lojas físicas argumentam que, dessa maneira, evitam, decepções com o produto, pois veem tudo pessoalmente (49%). A satisfação de ter o produto em mãos imediatamente após a compra é citada por 43% desses entrevistados e 35% gostam de aproveitar a compra como momento de lazer.

Para 79% dos internautas os preços das lojas online são melhores do que os das lojas físicas e 79% disseram que há mais comodidade quando se comprar pela internet. O ambiente online também se sobressai quando os entrevistados respondem sobre a maior variedade de produtos (70%), disponibilidade de informações (61%), possibilidade de personalização da compra (61%), rapidez na aquisição (60%), facilidade para escolher produtos (60%) e melhores formas de pagamento (47%).

O quadro, contudo, se altera no momento em que os consumidores refletem sobre a segurança e o pós-venda. Neste caso, 38% apontam o predomínio das lojas físicas quando se analisa a qualidade do relacionamento que se estabelece entre lojistas e clientes (38%) e a facilidade de realizar eventuais trocas (69%). Além disso, 50% se sentem mais seguros e menos ansiosos quando fazem compras físicas do que online.

“As lojas físicas precisarão investir cada vez mais na qualidade do tempo que o cliente passa dentro delas, oferecendo meios mais criativos de testar os produtos, por exemplo. O grande diferencial ainda é o aspecto material e sensorial. Ou seja, a possibilidade de ver, trocar, experimentar. Ao mesmo tempo, o atendimento deve ser de qualidade, com vendedores tecnicamente bem preparados, capazes de aconselhar e tirar dúvidas dos compradores”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Metodologia

A pesquisa ouviu 673 internautas de ambos os gêneros, acima de 18 anos e de todas as classes sociais das 27 capitais. Em seguida, continuaram a responder o questionário 611 casos, que fizeram alguma compra ao longo dos últimos 12 meses. A margem de erro é de 3,4 pontos a uma margem de confiança de 95%.

Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Tags, , , , , ,

Conheça 6 títulos que são leitura obrigatória para Cientistas de Dados

Por Semantix *

Conhecimento nunca é demais, principalmente em campos de conhecimento como a ciência de dados, que contempla diversos temas como Big Data,Machine Learning e outros, que estão em constante transformação. Por isso, a Semantix selecionou seis títulos de leitura que não podem faltar para um profissional dessa área aprimorar seu aprendizado. Os livros abrangem assuntos como estatística para programadores, Machine LearningDeep Learning, algoritmos, entre outros. Confira:

1. Data Analytics Made Accessible – Dr. Anil Maheshwari (autor)

Exiba imagens para confirmar leitura

Esse curto livro de 150 páginas apresenta os conceitos de Big Data e Data Analytics de maneira concisa, o que se traduz em uma boa primeira leitura para este universo.

2. Understanding Machine Learning: From Theory to Algorithms – Shai Shalev-Shwartz e Shai Ben-David (autores)

Machine Learning é uma das áreas de mais rápido crescimento, com aplicações nos mais diferentes segmentos. Esse livro introduz o leitor à aprendizagem mecânica e aos paradigmas algorítmicos que oferece.

3. Deep Learning – Ian Goodfellow, Yoshua Bengio e Aaron Courville (autores)

Essa publicação tem como objetivo ajudar alunos e profissionais a entrar no campo das aprendizagens mecânica em geral e do Deep Learning. A versão on-line do livro está completa e permanecerá disponível gratuitamente.

4. Machine Learning Yearning – Andrew Ng (autor)

Inteligência Artificial, Machine Learning e Deep Learning estão transformando inúmeras indústrias, e decisões práticas e assertivas são essenciais para construir um sistema de aprendizado de máquina. Esse livro vai te ajudar nisso!

5. Foundations of Data Science – Avrim Blum, John Hopcroft e Ravindran Kannan (autores)

A publicação apresenta a teoria que provavelmente será útil nos próximos 40 anos, no que diz respeito ao uso de computadores para entender e extrair informações relevantes de dados provenientes de aplicativos.

6Doing Data Science: Straight Talk from the Frontline – Cathy O’Neil and Rachel Schutt (autores)

Esse livro tem como proposta apresentar tudo que você precisa saber para usar os dados a seu favor na hora de montar sua estratégia de negócio, inspirado em aulas de ciência de dados da Columbia University’s.

Semantix é uma empresa especializada em Big Data, Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Análise de dados. http://semantix.com.br/

Tags, , ,

NIC.br anuncia alterações no processo de liberação de domínios “.br”

O processo de liberação de domínios “.br” receberá, a partir do dia 13/09, melhorias, aumentando sua frequência e introduzindo um “processo competitivo” adicional. Na reunião de 18 de agosto de 2017, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) aprovou a resolução 2017/031, modificando aspectos desse processo.

O processo de liberação do NIC.br procura tornar disponíveis domínios “.br” anteriormente registrados, mas que tenham sido removidos de uso, seja por solicitação de cancelamento ou não renovação pelo seu antigo titular, seja por irregularidades que tenham dado motivo à sua remoção. Por ser um processo totalmente transparente e à prova de ataques, funciona adequadamente até hoje e é modelo para processos semelhantes. Entretanto, para um pequeno número de domínios de maior interesse, por haver diversos interessados neles e por o NIC.br sempre manter o princípio de não ingerência na resolução desse tipo de impasse, o resultado final era que, após 6 ou mais tentativas, esses domínios acabavam reservados indefinidamente e, assim, indisponíveis para uso na Internet no Brasil.

A resolução do CGI.br estabelece que, a partir de agora, os processos de liberação de domínios devolvidos sejam realizados de forma mensal ao invés de três vezes ao ano, e que casos de impasses persistentes possam ser resolvidos numa nova fase complementar que inclui a possibilidade de critérios financeiros.

O primeiro procedimento a se valer das novas regras terá início em 13 de setembro e a proposta é que os próximos procedimentos tenham início todas às segundas quartas-feiras de cada mês, com término nas quartas-feiras subsequentes (pequenos ajustes podem ocorrer devido a datas comemorativas e feriados).

Ao final do processo tradicional de liberação e constatado que alguns domínios continuam com mais de um candidato, estes domínios poderão entrar no “processo competitivo”, no qual haverá ofertas dos interessados até que um deles se torne o novo titular do domínio.

A cada processo de liberação serão publicadas listas que incluirão, tanto os domínios disponibilizados, como os potenciais participantes do “processo competitivo”. A lista com mais de 400 mil nomes que serão disponibilizados no processo que inicia dia 13 de setembro será publicada no sítio do Registro.br, assim como a lista com os domínios que poderão entrar em “processo competitivo” que será atualizada durante todo o processo de liberação. Nessa primeira execução são candidatos possíveis ao “processo competitivo” pouco mais de 500 domínios, que acabam de atingir, em julho, seis ou mais processos de liberação sem escapar do impasse.

“O processo competitivo tem como foco futuro a adicional liberação gradativa do antigo estoque de mais de 10 mil domínios que, por terem passado por seis ou mais processos sem que houvesse um candidato único, acabaram reservados. Domínios como agua.com.br e carro.com.br fazem parte desse estoque que irá sendo gradativamente anunciado, em lotes parciais, para liberação via futuros processos competitivos”, afirma Frederico Neves, Diretor de Serviços e Tecnologia do NIC.br.

“Com a adição das novas regras, o NIC.br acredita que agregará ainda maior relevância ao .br, devolvendo ao uso nomes de domínios para serem utilizados em ideias interessantes pela comunidade, por startups ou ainda por outras organizações. E ao reduzir o intervalo entre processos de liberação, um domínio removido terá um tempo menor para que possa ser atribuído a um novo titular, que dê a ele um propósito criativo”, complementa Demi Getschko, Diretor Presidente do NIC.br.

Todas as informações, como as datas das próximas edições, listas de domínios participantes e as regras detalhadas estão documentadas em registro.br/dominio/proclib.html. Em caso de dúvidas o usuário poderá escrever para hostmaster@registro.br ou utilizar nossos outros canais de contato listados em registro.br/contato.html.

Tags, , , , ,

Tecnologia Plusoft gera economia no atendimento do Grupo Boticário com assistente virtual

A Plusoft, maior fabricante brasileira de CRM e plataformas digitais de relacionamento, tem contribuído com o Grupo Boticário desde novembro de 2016 na evolução de seu SAC 2.0 com a implantação do AVI (Assistente Virtual Inteligente) na marca O Boticário. Com o uso da solução desenvolvida pela Plusoft, houve uma redução de 59% na demanda dos clientes que buscavam atendimento por meio do call center, gerando assim um custo evitado de R$ 2,7 milhões prevista para o ano de 2017.

A implementação do AVI faz parte da estratégia do Grupo Boticário de inserir mais tecnologia no SAC – oferecendo atendimento ininterrupto durante os 365 dias do ano – e impulsionar a migração para outros canais. A ferramenta é responsável por reter 87% de todos os atendimentos. Somente 13% dos clientes são transferidos para contato humano e, desta porcentagem, 10% optam pelo 0800. O restante prefere dar continuidade por meio dos outros canais.

“Até 2016, nosso percentual de atendimento por telefone era de 71%. Apenas 29% dos nossos clientes preferiam e-mail, chat ou WhatsApp. Mas desde o começo do uso do AVI, o número de pessoas que ligam para o 0800 caiu para 44% e o percentual de quem busca informação por meio dos outros canais aumentou para 56%”, informa Simone Vidal, Coordenadora de Atendimento ao Cliente do Grupo Boticário.

O AVI, que ganhou o nome de Thaty, está na área de Perguntas Frequentes da loja on-line do Boticário e é capaz de solucionar dúvidas sobre todos os produtos da marca, oferecer orientação para consulta e reclamações, além de auxiliar as revendedoras sobre problemas corriqueiros, como esquecimento de senhas e consulta de faturamento. Quando o AVI não consegue resolver algum problema, o cliente é direcionado para os outros canais de atendimento do Boticário.

De acordo com Marildo Matta, Diretor da Virtual Interactions-Plusoft, frequentemente é realizado um rastreamento sobre as palavras e frases mais usadas pelos consumidores na hora de formular a pergunta. Esse trabalho contínuo extrai informações com o objetivo de incluir mais conteúdo e reter um maior número de atendimentos. “Normalmente, esse acompanhamento é feito de forma on-line. Se o número de interações é grande, o rastreamento é realizado semanalmente com o intuito de propor assuntos de melhoria para a base de conhecimento do AVI”, afirma Matta.

Simone ressalta ainda que outra vantagem do software é o atendimento simultâneo. Na semana da Black Friday, a “Thaty” realizou até 5 mil atendimentos de uma única vez. Em dias comuns, a demanda cai para 200 atendimentos simultâneos. “O AVI que a Plusoft desenvolveu é diferente porque entende sentimentos, faz análise semântica, georreferenciamento, ou seja, é mais humanizado e eficiente que outros robôs. Temos clientes que acreditam que estão falando com um humano e isso é o que desejamos mesmo”, explica Simone. O resultado da implantação do AVI da Plusoft foi tão positivo que o Grupo Boticário já definiu que outras duas marcas da organização também passarão a ter seu próprio robô.

Tags, , , , , , , ,