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Business Intelligence x Business Discovery: especialista explica a diferença

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Não é novidade que grandes empresas analisam o comportamento dos indivíduos na internet para oferecer produtos ou serviços. Dados são coletados para estruturar pesquisas e ações em diversos sites. Os resultados servirão de informação útil para definir novas estratégias de mercado.

Essa coleta e análise de dados é chamada de “Business Intelligence” – ou “Inteligência de Negócios”, em tradução livre. Esses dados vão se atualizando conforme novas ações são feitas pelos usuários. O cruzamento geralmente é realizado por uma equipe de TI, demandando tempo e profissionais qualificados para concretizar as estratégias.

“Nas últimas décadas, as instituições construíram e integraram sistemas que geraram enormes massas de dados. Transformar esses dados em informação útil e estratégica passou a ser o desafio das instituições”, afirma Pablo Coelho, sócio da Produtiva TI, empresa especializada em Business Discovery. Para ele, o Business Intelligence – atualmente, método de trabalho de diversas empresas – vai ser substituído pelo Business Discovery. “No BI, dados coletados anteriormente são cruzados com dados novos, isso acaba gerando uma série de dados desatualizados acarretando em distorções ou interpretações potencialmente equivocadas”, ressalta.

Ainda de acordo com o empresário, o BI necessita uma grande equipe especializada, o que acarreta custos muito altos para as empresas. “A Produtiva TI já está trabalhando com o Business Discovery ou BD para nossos clientes de forma eficiente e já trazendo resultados”, diz Coelho.

Com ferramentas de BD, você consegue prever a integração prévia de todas as fontes de dados. “O trabalho de conexão e tradução dos dados é feito previamente, estando disponível quando necessário”, explica o empresário. Com a utilização de ferramentas especialistas, o dado utilizado nos cruzamentos é tão atualizado quanto sua fonte. O administrador do sistema pode configurar sua taxa de atualização e assim não puxar informações desatualizadas.

A escolha de ferramentas de Business Discovery ao invés de ferramentas de Business Intelligence permite a utilização de conceitos como a “Busca Associativa”. “Este conceito, associado a outras características como a pesquisa ‘in Memory’, dispensa a construção prévia de consultas, permitindo ao usuário construir e compartilhar livremente suas próprias pesquisas, de forma rápida, fácil e intuitiva”, completa Coelho.

Interessados em saber mais sobre consultoria e gestão de BIG DATA, além de entender melhor o conceito de Business Discovery, pode acessar o site oficial da Produtiva TI (www.produtivati.com.br), e entrar em contato com especialistas na área.

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SAS é escolhido melhor fornecedor de Analytics para Varejo

O SAS, líder de mercado em Analytics, foi vencedor do prêmio CONAREC 2016 na categoria “Melhor fornecedor de Retail em Analytics”, reforçando a importância da empresa na entrega de tecnologia para o mercado brasileiro de varejo. O prêmio foi entregue durante o jantar de abertura do evento, no dia 12 de setembro, no Hotel Transamérica, em São Paulo.

O Prêmio do Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente (CONAREC) foi baseado na 3ª edição do estudo “Panorama Brasileiro do Setor de Relacionamento com Clientes”, elaborado pelo Centro de Inteligência Padrão. O levantamento buscou a opinião dos próprios usuários de produtos e serviços, mostrando o panorama de como as empresas contratantes e de contact centers estão se avaliando. Além disso, avaliaram os fornecedores de tecnologia e os melhores profissionais do setor de relacionamento.

O SAS e outros fornecedores de tecnologia foram classificadosde acordo com oito critérios: funcionalidades, facilidade de uso, desempenho, suporte técnico, integração, estabilidade, escalabilidade e custo-benefício. Os ganhadores foram determinados pelos votos dos próprios clientes de varejo.

Segundo Fernanda Benhami, gerente de Customer Intelligence do SAS América Latina, a inteligência analítica está mudando o setor de varejo e trazendo novas experiências e produtos aos clientes, reforçando o papel de importância das fornecedoras de tecnologia. “É extremamente gratificando ser reconhecido pelos nossos clientes e saber que estamos fazendo parte de uma transformação tão importante no mercado de varejo”, afirma ela.

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Scania lança desafio de inovação para universitários

A Scania Latin America realiza, nos dias 8 e 9 de outubro, o desafio Inovathon Logistics Challenge, uma maratona para estudantes universitários que terão a missão de criar uma solução inovadora com foco no setor de logística. A fábrica da Scania em São Bernardo do Campo será o palco para a competição, que oferece a 25 graduandos uma oportunidade de aprimorarem seus conhecimentos de forma prática no ambiente industrial.

Os participantes da maratona serão divididos em cinco grupos, cada uma com cinco integrantes, e em equipe devem criar um projeto inovador que solucione a problemática do setor logístico, que será apresentada pela Scania no dia do desafio. Os participantes terão 24 horas, começando no sábado (8) às 10 da manhã até o domingo (9), também às 10 da manhã.

“A logística está ganhando cada vez mais um papel central nas empresas, deixando para trás a imagem de área suporte. Para a Scania, investir e buscar novos projetos e soluções é muito importante para o desenvolvimento da empresa no setor”, afirma Fabio Castello, vice-presidente de Logística da Scania Latin America.

Para a escolha dos 25 participantes do grande desafio, os estudantes passarão por um processo de avaliação em três etapas. Toda a fórmula do Inovathon foi pensada para que os competidores possam aprimorar seus conhecimentos adquiridos em sala de aula, colocando em prática suas ideias dentro do ambiente empresarial.

A primeira etapa será realizada por meio de uma prova online com 10 questões de múltipla escolha e uma dissertativa. Os classificados passarão por entrevistas individuais na segunda fase para a seleção dos 25 participantes e, por fim, os escolhidos participarão de uma reunião em grupo para a definição das equipes, já organizando suas atividades para o evento. “Faremos a simulação real de nosso dia a dia com foco em melhorias contínuas nos processos e métodos que aplicamos”, explica Fabio Castello.

A inspiração para o Inovathon surgiu da ideia dos Hackathons, competições em que estudantes universitários desenvolvem soluções operacionais voltadas para áreas de tecnologia da informação de grandes empresas. O objetivo da montadora é trabalhar mais próxima das instituições de ensino e pesquisa para o desenvolvimento de projetos inovadores, como o laboratório de motores em Sorocaba, que opera em parceria com a Poli-USP.

Início das inscrições – De 1 a 18 de setembro, os interessados poderão se cadastrar diretamente no site oficial da competição, preenchendo um formulário de cadastro e iniciando a primeira etapa das avaliações. As questões da prova foram elaboradas, e serão analisadas por profissionais da Scania, que selecionarão os 50 classificados para a segunda fase.

Os vencedores serão premiados com uma viagem Suécia, para conhecerem a capital do país, Estocolmo, e a sede da Scania na cidade de Södertälje, onde acompanharão todo o processo logístico realizado na fábrica.

Inovathon Logistics Challenge

Inscrições: Até 18 de setembro pelo www.inovathonscania.com.br
Evento: 8 e 9 de outubro na sede da Scania – Av. José Odorizzi, 151 – SBC

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Curso de inovação mapeia fronteiras tecnológicas no Brasil

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O Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), gestor da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo USP/Ipen, em conjunto com a Agência USP de Inovação e a Escola da Inovação realizarão um curso para apresentação de algumas das principais iniciativas tecnológicas desenvolvidas no Brasil. O evento terá também o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

Na oportunidade será lançada ao mercado a Escola da Inovação, que tem o objetivo de propor, não só o ensino teórico e ferramental de como inovar, mas principalmente ensinar inovando, junto com professores colaboradores que encabeçam projetos de inovação tecnológica em seu trabalho diário.

O curso “As fronteiras da Tecnologia no Brasil” abordará algumas das principais tecnologias da atualidade, mostrando, pela primeira vez, o que está sendo pesquisado e desenvolvido pelas startups brasileiras na Incubadora da USP/IPEN. Serão discutidos temas diversos, de Realidade Virtual a Genômica, passando por Internet das Coisas, Games e Biotecnologia. Será também destacado o Programa PIPE da FAPESP, que oferece subsídios para pesquisas de inovação em pequenas empresas.

Os temas serão apresentados pelos pesquisadores e empreendedores que desenvolvem, na prática, esses projetos. Esse é o grande diferencial deste curso de inovação, pois os participantes terão contato direto com aqueles que estão desenvolvendo as tecnologias e poderão conhecer quais são seus desafios, suas dificuldades e todas as questões para tirarem do papel esses empreendimentos tecnológicos.

Além disso, o curso proporcionará atividades práticas em todas as áreas, permitindo que os participantes realmente experienciem a tecnologia que será demonstrada.

Programação do Curso:

• Apresentação sobre o curso e a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo USP/IPEN – Cietec por Sergio Risola e Jose Aluizio Guimarães.

• Breve apresentação sobre o programa PIPE / FAPESP – Prof. Dr. Lucio Angnes

• A nova era da Genômica e a medicina personalizada por Ricardo di Lazzaro Filho.
Ricardo é empreendedor em série. CEO do Grupo Genera – Inovação em Saúde. Médico, Farmacêutico e Bioquímico pela USP.

• Games e realidade virtual: bem-vindos a uma nova realidade por Pedro Monteiro Kayatt
Pedro é CEO da VR Monkey. Engenheiro de computação pela POLI-USP, mestre pela Politecnico di Milano.

• Internet of things, a internet em todas as coisas por Conrado Leite de Vitor
Conrado é CEO da Pullup. Engenheiro Elétrico com ênfase em sistemas eletrônicos (POLI-USP).

• Biotecnologia e a nova revolução industrial por Rafael Vicente de Pádua Ferreira.
Rafael é CEO da Itatijuca Biotech. Engenheiro Ambiental e Biomédico, mestre e doutor pela USP.

Informações Gerais:

Período: 26/09/2016 a 29/09/2016, das 19 às 22hs
Local: Agência USP de Inovação – AUSPIN
Av. Torres de Oliveira, 76 – Jaguaré (Próximo à Cidade Universitária)
Valor: R$ 500,00 | Pagamento pelo UOL PagSeguro
Inscrição: www.escoladainovacao.com.br

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Gartner orienta empresas para atendimento a clientes ‘Não-Humanos’

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia nova tendência e orienta empresas sobre como responder a clientes “Não-Humanos”. Com o crescimento no uso de dispositivos e de Internet das Coisas (IoT), os analistas do Gartner indicam que líderes de TI devem aprender a oferecer suporte ao “serviço das coisas”. Detalhes sobre esse novo mundo digital serão apresentados durante o Gartner Symposium/ITxpo 2016, que acontece entre 24 e 27 de outubro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel (SP).

“É fundamental identificar o nível de inteligência das ‘Coisas’ que provavelmente serão seus clientes”, alerta a analista Jenny Sussin, Diretora de Pesquisas do Gartner. Segundo a especialista, bilhões de Coisas — prédios, máquinas, dispositivos e outros materiais integrados com sensores — começarão a solicitar suporte em nome de clientes humanos já nos próximos dois anos. “Portanto, as empresas precisam começar a se preparar para esse novo cenário”, diz.

“As Coisas irão variar no nível de maturidade, bem como em termos de complexidade das solicitações de serviços e da necessidade de intervenção humana, uma vez que todos passarão a exigir diferentes demandas das empresas junto a suas áreas de atendimento a clientes”, afirma. O nível de inteligência das Coisas que se tornam clientes pode ser classificado usando três categorias: Fixa, Adaptável e Autônoma. As Coisas podem funcionar de forma substituível, dependendo de suas necessidades.

As Coisas Fixas como clientes já existem em ambientes B2B e B2C e continuarão a gerar impacto em todos os setores em um volume muito maior nos próximos três anos. Coisas solicitam apenas um tipo específico de serviço ao cliente, geralmente pré-definido pelos clientes humanos conforme suas necessidades. As pessoas definem as regras que são então utilizadas pelas Coisas para executar as solicitações de suporte. Coisas Fixas usam regras simples de raciocínio. Além disso, as Coisas podem identificar e fazer solicitações. Elas já sabem seu limiar de suprimento ou serviço e seu produto ou condição de serviço.

Como exemplo, a analista cita a Preventice Solutions’ BodyGuardian Heart que é um monitor externo sem fio para permitir a equipes médicas monitorar pacientes enquanto eles estão em seus ambientes normais. O monitor envia informações sobre o ritmo cardíaco para o Centro de Monitoramento da Preventice Services e pode solicitar suporte ao cliente quando anormalidades são detectadas.

As Coisas Adaptáveis como clientes já estão presentes em alguns ambientes B2B, como nos setores de agricultura, automotivo, serviços financeiros, saúde, TI, transporte e serviços de infraestrutura nos próximos três anos. As Coisas podem escolher entre provedores de serviço ou canais concorrentes, decidindo com qual deles trabalhar com base em regras pré-definidas. As pessoas definem as regras e as Coisas recebem a função de tomar decisões. Além das capacidades das Coisas Fixas, Coisas Adaptáveis podem entender variações de opção, limiares de preço/orçamento e critérios de seleção de preferência.

A Sensores Ambyint, que monta bombas de poços de petróleo, é um exemplo que alerta os gerentes operacionais de problemas com o maquinário ou com o local e recomendam soluções automaticamente ou com intervenção humana.

As Coisas Autônomas têm, no mínimo, a probabilidade de ser uma preocupação imediata para organizações de serviços orientadas a clientes, apesar de também ter seu uso em ambientes de serviços financeiros para comercialização com base em algoritmo. As Coisas podem solicitar suporte ao identificar novas necessidades dos clientes com base em contexto e em preferências, aprendidas junto aos próprios consumidores. Coisas Autônomas recebem diretrizes básicas, mas possuem mecanismos previsíveis e normativos, já com recursos de aprendizado de máquina para que elas se tornem mais inteligentes conforme os interesses dos clientes. Além das capacidades de Coisas Adaptáveis e Coisas Fixas, as Coisas Autônomas recebem instruções específicas sobre o que podem e não podem fazer, legalmente e, inclusive, eticamente.

A analista indica que um exemplo possível seria um carro inteligente que sabe que precisará realizar a troca de óleo nos próximos 2.000 quilômetros. O carro saberia que seu proprietário normalmente dirige essa distância em um mês, portanto, ele tem esse período para identificar a melhor loja para realizar a troca de óleo. Sem impactar o proprietário, o agendamento seria automático diretamente com a equipe de serviço da loja, tratando de todos os detalhes relevantes e solicitações, bem como o pré-pagamento.

Esse cenário totalmente novo para a maioria das empresas brasileiras será apresentado durante o Gartner Symposium/ITxpo 2016. Até 16 de setembro, as inscrições para o Gartner Symposium/ITxpo 2016 estão com desconto de R$ 675,00. Há preços diferenciados para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440 ou pelo site: gartner.com/br/symposium.

Gartner Symposium/ITxpo 2016

Data: de 24 a 27 de outubro de 2016 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP
Site: gartner.com/br/symposium

Sobre o Gartner Symposium/ITxpo 2016

O Gartner Symposium/ITxpo é o mais importante encontro de CIOs e executivos estratégicos de TI. O evento traz conteúdo independente e objetivo com a autoridade do líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia e fornece acesso às mais recentes soluções dos principais fornecedores de tecnologia. O Symposium/ITxpo anual do Gartner é um componente essencial dos esforços de planejamento dos participantes. Eles contam com insights sobre como suas empresas podem utilizar a tecnologia para atender aos desafios dos negócios e aprimorar sua eficiência operacional. Para mais informações, acesse gartner.com/br/symposium.

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Consumidores mudam empresas

A FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, é a única parceira escolhida pela SAP para participar do Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente, o Conarec. O evento será realizado no Hotel Transamérica, em São Paulo, nos dias 13 e 14 de setembro.

Em sua 14ª edição, o congresso – principal encontro sobre relacionamento com clientes, relações de consumo e inovação no serviço ao consumidor – terá como tema o “Protagonismo do Consumidor nas Relações Mercadológicas”.

Durante o evento, a FH apresentará a sua oferta de serviços especializados em e-commerce, que contempla consultoria, implementação, hospedagem, agência digital e suporte para operações de vendas online ou lojas virtuais. Importantes nomes do mercado também estarão presentes ministrando palestras e painéis sobre as principais tendências do mercado brasileiro.

Parceria SAP

Parceira SAP desde 2007, a FH se destaca por ter a maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel e ser uma das únicas empresas no mundo e a primeira da América Latina a possuir todas as certificações SAP Hybris – Sales, Pre Sales, Core, Commerce, Business Analyst e PCoE. A companhia também foi a primeira parceira da SAP na América Latina a fechar o contrato de OEM para soluções SAP Hybris.

Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente (Conarec)

Data/horário: 13 e 14 de setembro
Local: Hotel Transamérica – São Paulo
Mais informações: conarec.com.br/novo/

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Atento destaca oferta de soluções com foco no atendimento digital durante a 14ª edição do CONAREC

A Atento, líder mundial em gestão de clientes e especialista em processos de negócios (CRM/BPO), marcará presença na 14ª edição do Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente (CONAREC), maior e mais importante evento sobre relacionamento com clientes, relações de consumo e inovação no serviço ao consumidor do mundo. A companhia contará com um espaço exclusivo, dedicado à apresentação da sua oferta completa de soluções. O evento acontecerá nos dias 13 e 14 de setembro, no Hotel Transamérica, em São Paulo.

Na ocasião, o público poderá conhecer como funciona na prática as soluções de Back Office, Cobrança e Canal Web de Vendas, por meio de apresentações interativas. Em linha com o aumento da demanda do consumidor por um atendimento cada vez mais digital, a Atento conta com uma plataforma completa que inclui: web; back office inteligente; apps integrados; monitoramento de mídias sociais; e-mail; SMS; messengers; assistente virtual inteligente; atendimento em chatbots; entre outros.

Segundo Regis Noronha, diretor executivo de Estratégia e Marketing da Atento, a transformação digital está modificando a forma como os consumidores se relacionam com as marcas. Para se ter uma ideia, em 2015 o crescimento de operações digitais da Atento foi de mais de 15%.

“Com abordagem consultiva, uso eficaz de analytics e a oferta de soluções fim-a-fim, desempenhamos papel de liderança na busca de novas formas de interação em plataforma omnichannel, incluindo desde atendimento pessoal até via meios digitais, garantido mobilidade, interatividade e resolutividade do contato”, afirma Noronha. “Desenvolvemos aplicações e conectamos empresas a seus clientes para realização de diversas operações. Para isso, estamos estruturados para aprimorar processos e implantar tecnologias, provendo inovação, produtividade e eficiência às empresas na era digital”, complementa.

Durante o evento, além do espaço exclusivo para interação, a Atento marcará presença no painel Parcerias de sucesso – estratégias vencedoras para maximizar ROI (retorno do investimento) em tecnologia e serviços, no primeiro dia do evento, com a participação de Rick Merson, diretor de operações globais da Atento.

14º Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente – CONAREC

Data: 13 e 14 de setembro

Horário: entre 8h30 e 18h

Local: Hotel Transamérica São Paulo – Av. das Nações Unidas, 18591 – Vila Almeida, São Paulo – SP

Mais informações em: http://conarec.com.br/

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Gestão de riscos no varejo eletrônico: muito além da proteção do ambiente virtual – Por Rodrigo Castro

Quando se fala em fraudes no e-commerce, que é a maior causa de fechamento de lojas que atuam nessa modalidade de venda, o ambiente virtual é o tema comum, com destaque à invasão das lojas de comércio eletrônico para roubo de dados, ataques para indisponibilidade do site, sequestro de banco de dados e fraudes nos meios de pagamento – com foco no cartão de crédito.

Porém, para a proteção das operações de comércio virtual, é importante estar atento aos processos que vão além do ambiente de TI. Otimização e controles nos procedimentos de troca, proteção física dos estoques e gerenciamento dos riscos de transporte são fatores fundamentais para minimizar perdas no e-commerce.

A gestão de vulnerabilidades no ambiente de TI é, sem dúvidas, importante. Contudo, eventos recentes divulgados na mídia, como prejuízos da ordem de mais de R$ 500 milhões em resultados de empresas sólidas, tiveram uma parcela relevante atrelada a movimentações físicas das mercadorias. Em outras palavras, fragilidades do mundo real podem causar danos severos nos custos de operação do comércio eletrônico, mas em muitos casos não estão entre os riscos prioritários na agenda dos executivos.

Este tipo de prejuízo pode ter sido ocasionado por falha na logística reversa (ou devolução de mercadorias), processo secundário na operação de vendas de lojas físicas, mas quesito extremamente relevante para o comércio eletrônico. Relevante, porém negligenciado na operação logística da maioria dos e-commerces.

De acordo com um estudo, publicado pela empresa americana Shorr, especializada em embalagens, 30% das mercadorias compradas online são devolvidas pelos clientes. O índice de devolução apenas expõe o risco potencial de perdas da empresa, vez que, estando os processos da logística reversa bem controlados, as perdas se restringem aos custos de coleta. Caso contrário, as perdas se estendem ao item comercializado.

Além da logística reversa, a falta de mecanismos de proteção patrimonial dos estoques pode expor o comércio eletrônico a fraudes e perdas. Nas lojas virtuais que comercializam produtos de alto valor agregado e alta atratividade, a preocupação com a segurança patrimonial dos centros de distribuição deve ser foco prioritário.

Um caso emblemático ocorreu em 2015 com um grande varejista nacional, cujo centro de distribuição, localizado no interior de São Paulo e que concentrava grande parte das entregas do comércio eletrônico, foi invadido por uma quadrilha especializada em roubo de cargas. A quadrilha entrou no depósito fortemente armada, subtraindo aparelhos celulares e outros equipamentos eletrônicos. Embora os valores relativos aos produtos roubados não tenham sido divulgados ou confirmados pela Polícia, estima-se que ultrapassou a casa das dezenas de milhões de Reais. O episódio mostrou que o volume de estoques nos centros de distribuição pode ser altamente atrativo para roubos.

Como medida para elevar a proteção patrimonial, é preciso realizar um diagnóstico dos círculos de segurança da operação logística. Perímetro, controle de acesso de pedestres e veículos, distribuição de equipe de vigilância, treinamento da equipe de segurança, interface com órgãos de segurança, sistema de monitoramento e vigilância e confinamento de itens de alto valor agregado são aspectos a serem considerados na análise e no reforço da proteção dos ativos.

Se a elevação da proteção patrimonial é importante para o comércio eletrônico, o gerenciamento de riscos de transporte é item relevante para grande parte das lojas virtuais. Neste caso, a abordagem deve ser muito mais profunda e sistêmica, partindo-se de um mapeamento da mancha criminal, estabelecimento de parcerias com órgãos públicos de segurança e rastreamento dos grandes receptadores. É importante também a elaboração de um Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR) com equipes de pronta resposta, dentre outras ações. Com uma abordagem sistêmica para prevenção ao roubo de carga, é possível reduzir as perdas em até 70%.

Por último, mas não menos importante, o controle dos processos de separação, expedição e entrega da mercadoria deve estar no escopo de ações para redução de fraudes e desvios de mercadoria no comércio eletrônico. Em projetos de diagnóstico de riscos na operação logística, é possível constatar brechas simples que expõem o negócio a riscos relevantes. Processos logísticos bem controlados devem trabalhar com índices de erro abaixo de 0,1% em relação ao total expedido.

O comércio eletrônico salta aos olhos dos executivos por ser um canal eficiente para conquista de mercado e aumento das receitas, com baixos custos de imobilização de ativos e de operação. Entretanto, se os riscos de fraude não forem gerenciados, os desvios de mercadorias podem minar silenciosamente os resultados da empresa.

Rodrigo Castro, líder da Prática de Prevenção de Perdas da Protiviti, consultoria especializada em auditoria interna, serviços em gestão de riscos e compliance.

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Wipro HOLMES: Plataforma de Computação Cognitiva da Wipro chega ao Brasil

A Wipro Limited (NYSE: WIT, BSE: 507685, NSE: WIPRO), empresa global líder em Tecnologia da Informação, Consultoria e Serviços de Processos de Negócios, anuncia no mercado brasileiro a plataforma holística de inteligência artificial o Wipro HOLMES. A plataforma é um conjunto e aplicações (APIs) de computação cognitiva focada no desenvolvimento de agentes virtuais digitais, sistemas preditivos, automação de processos cognitivos, aplicativos de computação visual e a virtualização de conhecimento.

O objetivo da computação cognitiva é permitir o uso de dados e transformá-los em informação e conhecimento, além de auxiliar na tomada de decisões. Para chegar a esse nível, as empresas precisarão estar preparadas para adquirir e processar qualquer tipo de dado. No entanto, é preciso atenção, já que as informações chegarão de variadas fontes e em diferentes formatos, e por isso, exigem abordagens diferentes para o seu processamento. Uma vez que tais dados estejam preparados, os parâmetros do negócio são aplicados a fim de fornecer o insight escondido nos dados analisados. Para isto, são aplicados algoritmos que identificam padrões de comportamento, e através destes padrões, orientar as decisões e as ações com os dados processados.

Em um primeiro momento, o foco do Wipro HOLMES é auxiliar a mão de obra humana a desenvolver tarefas que não necessitem de grande conhecimento intelectual, ou seja, a plataforma aprende certas atividades e as executa de maneira natural; atualmente sua capacidade de otimização de mão de obra pode chegar a 1.5x a força de trabalho de uma pessoa. E dentro da divisão das classes da inteligência artificial, esse é denominado como Classe 1; mas para a Wipro, que já investe em pesquisa e desenvolvimento da plataforma HOLMES desde 2010, o HOLMES caminha para sua evolução: a Classe 2, em que depois de programada para suas atividades, a solução capta os dados gerados, analisa possíveis desvios, reconhece as ações a serem tomadas e interage com o analista – humano – para, a partir desses insights, colocar tudo em prática. “A aplicação da computação cognitiva, seja no Brasil ou em LATAM, está apenas no começo, mas a Wipro já entende as oportunidades e espera que o mercado reconheça o imenso ganho competitivo que o HOLMES pode trazer a cada indústria”, afirma Ankur Prakash, VP de New Growth e Emerging Markets da Wipro.

A oferta da Plataforma HOLMES da Wipro abrange cinco grandes áreas para aplicação de inteligência artificial e faz uso de capacidades cognitiva:

1. Interação Natural Humana: HOLMES usa tecnologias de reconhecimento visual para interagir/conversar com os seres humanos, a solução é orientada a diálogos, e por meio do aproveitamento de interfaces da linguagem natural do usuário e da combinação da realidade para imitar a interação humana.

2. Interpretação do Conhecimento e Significado: o sistema do HOLMES cresce conforme a inclusão de informações e a interpretação desse conhecimento. O sistema aplica mapeamento semântico para criar estudos automatizados, a fim de automatizar o conhecimento construção do modelo. Mais importante, o sistema pode identificar e ligação a fontes de dados internas e externas relacionadas.

3. Geração de inteligência e hipótese algorítmica: Por meio de algoritmos de reconhecimento de padrões, cálculos de estudos da evolução de fenômenos e modelos probabilísticos, o sistema leva o trabalho pesado para fora da ciência de dados para gerar automaticamente hipóteses e validar soluções potenciais. O resultado – simulações de cenários ricos e modelos de antecipação que podem ser refinados ao longo do tempo com os dados históricos. As técnicas incluem a aprendizagem de máquina – machine learning, classificação e pontuação, filtragem suave e estatística.

4. A aprendizagem contínua e adaptativas: Usando machine learning aplicado, machine learning interativo e redes neurais, o HOLMES pode identificar novas fontes de informação relevantes e expandir o seu corpo de conhecimento.

5. Raciocínio: O senso comum prevê a capacidade de simular o raciocínio formal. Extraindo o gráfico de conhecimento através de passagem e de inferência profunda resultandos nos primórdios do raciocínio baseado em ontologia, ou seja, em estudo.

Um estudo sobre o Wipro HOLMES e suas aplicações está disponível (em inglês) para download no link – www.constellationr.com/research/holmes-puts-wipro-forefront-cognitive-computing

Para mais informações sobre a plataforma acesse www.wipro.com/holmes

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OneCoin anuncia blokchain mais ágil e bonificação para usuários atuais

Mudança acontece a partir de outubro e se deve à alta demanda recebida pela mineração da moeda; experiência do usuário deverá ser ponto central

A OneCoin, considerada a Uber do mercado financeiro, anuncia que irá pausar seu atual blockchain, a tecnologia por trás das transações com a moeda digital no dia 1º de Outubro deste ano, quando será iniciado um novo, com maior capacidade. A razão para isso é a alta demanda recebida pela empresa para a mineração de moedas, o que aumenta o tempo para que os usuários operem.

Na prática, a mudança resultará em um aumento das moedas disponíveis para mineração, passando de 2,1 bilhões para 120 bilhões de unidades a partir de outubro e, claro, em uma melhor experiência para o usuário, que deverá perceber uma redução significativa no intervalo de tempo entre a mineração e quando, de fato, recebe suas moedas. A partir da adoção do novo blockchain a OneCoin poderá, de forma inédita neste mercado, operar as transações a cada minuto. Outra novidade que virá acompanhada com o novo blockchain é o fato de que os atuais membros afiliados com moedas mineradas até o dia 1º de Outubro de 2016, terão seu montante dobrado. Com isso, a marca deseja demonstrar sua gratidão por quem acreditou no conceito da OneCoin desde o início.

A mudança também vai de encontro com a estratégia da empresa de atingir um maior número de pessoas comercializando a moeda, ajudando a valorizá-la. “Nossa meta é alcançar 10 milhões de pessoas e 1 milhão de comerciantes dentro dos próximos dois anos. Para chegar a isso, essas mudanças no nosso sistema foram necessárias”, afirma a Dra. Ruja Ignatova, CEO da OneCoin. “O valor da criptomoeda é impulsionado pela oferta e demanda e está atrelada a marca e usabilidade do produto. Com a disponibilidade de mais moedas, poderemos levá-las a mais pessoas e lugares, fortalecendo a marca”, acrescenta a Dra. Ruja.

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Marcos Cintra é o novo presidente da Finep

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Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque é o novo presidente da Finep. A nomeação saiu no Diário Oficial de 9/9, junto com a exoneração do professor Wanderley de Souza, que a partir de agora assume uma das diretorias da financiadora. Também foram nomeados como diretores Francisco Rennys Aguiar Frota e Ronaldo Souza Camargo. Permanecem nos cargos Ricardo Gattass e Victor Odorcyk.

No mesmo ato foram exonerados os diretores de Gestão, Eduardo Carlos Scaletsky, o Financeiro e de Controladoria, Gustavo Lisandro Vila Gazaneo, e o de Inovação, Pedricto Rocha Filho.

Marcos Cintra é vice-presidente da Fundação Getúlio Vargas (FGV), cargo que ocupa desde 1997. Economista, obteve quatro títulos superiores pela Universidade de Harvard (EUA): Bacharel em Economia, Mestre em Planejamento Regional, Mestre em Economia e Doutor em Economia. Cintra é professor-titular da Escola de Administração de Empresas de São Paulo – EAESP/FGV, onde lecionou em cursos de graduação e pós-graduação as seguintes disciplinas: Microeconomia, Macroeconomia, Economia Internacional, Desenvolvimento Econômico, Economia Agrícola e Finanças Públicas.

Cintra é ainda conselheiro da Associação Comercial de São Paulo, membro do Conselho Superior de Economia da FIESP, do Conselho de Economia, Sociologia e Política da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio) e presidente do Conselho de Economia da Federação de Serviços do Estado de São Paulo (Fesesp). O economista também é conhecido por ser o autor da proposta do Imposto Único.

Desde 1993, também tem ocupado diversos cargos públicos: secretário municipal de Planejamento de São Paulo (1993); vereador da Câmara Municipal de São Paulo (1993-1996); deputado federal (1999-2003) e presidente da Comissão de Economia, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados (2001); secretário de Finanças da Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo (2003-2006). Foi eleito em 2009 para mais um mandato na Câmara Municipal de São Paulo; foi secretário municipal do Desenvolvimento Econômico e Trabalho da cidade de São Paulo de 2009 a 2012 e subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo de 2013 a 2014.

Novos diretores

Francisco Rennys Aguiar Frota foi Secretário Executivo da Secretaria de Saúde do Ceará, depois de ter passado pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) e Cia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogher).

Ronaldo Souza Camargo é ex-secretário de Coordenação das Subprefeituras de São Paulo.

Fonte: Finep

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Startup: qual a tecnologia e quais os caminhos para o negócio? – Por Juarez Araújo

Por quais caminhos deve-se abrir uma empresa ou um negócio, e o que é o preciso para fazer dar certo?

No Brasil, hoje estão nascendo muitas empresas que se denominam startups, ou seja, empresas em caráter embrionário que estão dando o seu start. Porém, antes de escolher qual tecnologia você vai utilizar na sua, convém primeiro saber alguns percalços que você passará pelo caminho, e isso muito antes de abri-la e de escolher a tecnologia. Abaixo enumerei algumas observações a serem avaliadas antes de se aventurar por esse mundo:

Posso fracassar?

Sim. As estatísticas hoje no Brasil são de que 95% das empresas que nascem não chegam ao seu quinto ano de vida. Portanto, se tem medo ou acha que o fracasso não lhe é facilmente digerível, não se aventure.

Que tipo de empreendedor eu sou?

É necessário que você saiba muito bem esta resposta. Faça uma reflexão muito centrada e saiba discernir onde você se encaixa. São três tipos mais comuns:

– Empreendedor por necessidade

É o tipo de empreendedor que nasce não de uma oportunidade, mas porque aconteceu algo que o está levando a isso: perdeu o emprego, não gosta do seu chefe, não gosta da empresa, quer ficar rico, não quer ter horário, quer ser o seu próprio chefe, teve a maior ideia do mundo… E assim por diante. Se você se enquadra em um desses motivos e no tipo de empreendedor, “volte duas casas”, não empreenda, você além de não estar preparado, não tem o motivo certo.

– Empreendedor por ser aventureiro

Eles existem e os motivos que os levam a abrir a sua startup são: tem o dinheiro necessário, consegue pagar as contas, consegue contratar funcionários, consegue montar um escritório, tem network. Aqui, porém, há um item principal que fará falta ao longo da jornada: a carência de um motivo certo. Ter dinheiro, network, contatos, não serão suficientes para manter o negócio de pé. Se esse é o seu caso, “volte três casas” e invista o seu dinheiro no mercado financeiro. As suas chances de retorno serão infinitamente maiores.

– Empreendedor por oportunidade

Esse é o tipo que tem mais chance de dar certo, pois aqui ele reúne as características, como: motivação, encantamento, o incerto é o seu combustível, ele é como um bombeiro – já tem a sua paixão, como um atleta olímpico, cai, se levanta e continua, o risco é o seu combustível. E é aqui que você precisa estar e as características abaixo serão fundamentais para que a startup saia da estatística de morte. E, além disso, você vai ter que aprimorar as suas habilidades para ter espírito de luta nas adversidades, errar e aprender com os erros, ter capacidade para redefinir o seu negócio rapidamente e ter espírito de sacrifício.

Há necessidade de um sócio ou investidor?

Essa é uma etapa bastante sensível na sua jornada. Você vai precisar de um sócio ou investidor quando você precisa de algo que não pode conseguir de outra maneira, e quando ele é o complemento para a sua empresa, quando traz competências que somam às suas. Nesse caso, veja se é melhor um sócio, pois um investidor vai querer o retorno do investimento e pode não trazer tantas competências com as quais você estaria sonhando ou precisando.

Mas, como escolher o sócio?

Você deve escolher o seu sócio levando em consideração o que ele deve ter: honestidade e os mesmos valores que você, que complemente, que tenha a mesma ambição, que esteja no mesmo momento em que você está, que saiba compartilhar os valores e, acima de tudo, que saiba remar junto.

Vamos à ideia?

A ideia nesse quesito será colocada em prática. Porém, antes você precisa saber que uma boa execução é melhor do que a melhor das ideias. Como colocá-la em prática? Em quanto tempo? E a que custo? São mais importantes. Se pergunte por que comprarão de você e não de outros, exponha a ideia, mostre ao maior número de pessoas, veja se ela tem adaptabilidade, se é possível mudá-la do original e, por último, teste a sua ideia.

Escolha o setor ou a indústria onde pretende empreender

Tão importante quanto a sua ideia é o setor em que você irá trabalhar. Você precisa ter um mínimo de conhecimento do setor – não pode ser um iniciante. O setor é uma decisão e não uma consequência. Pesquise e tente encontrar motivos da razão de ainda não terem criado o que você criou neste setor, verifique se é muito caro investir nele (pode ser um motivo de ninguém ter ido adiante), verifique a sua rentabilidade, as margens de lucro, o grau de concorrência, o momento econômico pelo qual ele passa, e se o lugar geográfico onde você quer se estabelecer permite expansão ou está saturado. Esses fatores também são fundamentais para a sua startup dar certo.

E os lucros?

Uma das perguntas que me fazem bastante é: quando o lucro vem? E a minha resposta é: quando ele quiser. Não tem como prever quando o lucro vem. Se você trabalhar todos os itens para montar o seu negócio ou a sua startup, a consequência será lucro ou falha, portanto o lucro virá quando: você vender valor e não preço, quando você aprender que faturamento não é lucro, quando você aprender que a sustentabilidade é mais importante do que crescer e não ter lucro.

E os custos?

Tem que ter em mente que os custos existirão mesmo sem que você os deseje, temos como exemplo o que chamamos de custos fixos, ou seja, são aqueles custos que, faça chuva ou faça sol, você vai ter que arcar com eles: aluguel, conta de água, luz, condomínio, telefonia, manutenção etc. Portanto: controle os seus custos fixos e variáveis, não faça dívidas fixas e lembre-se que os custos consomem o seu lucro.

Enfim, deu certo. Mas qual tecnologia eu escolho?

Escolher a tecnologia para que a sua startup funcione vai depender do ramo de atuação e do tipo de negócio. Porém, algumas tecnologias você vai ter que ter e descrevo abaixo algumas que certamente lhe ajudarão a desenvolver a produtividade:

TECNOLOGIAS NECESSÁRIAS – Todas gratuitas

Hoje em dia quase nenhuma startup compra ativos (servidores e softwares), existem várias alternativas que funcionam “na nuvem” e certamente será a sua melhor opção.

PIPEDRIVE – Ótimo software, bastante voltado ao Controle de Vendas: www.pipedrive.com

AGENDOR – Também muito bom software de CRM e Controle de Vendas: www.agendor.com.br

LIBREOFFICE – Ótimo software grátis com Editor de Texto, Planilhas e muito mais – pt-br.libreoffice.org/

ZOHO MAIL – Hoje o Google oferece o Gmail como alternativa gratuita. Porém, quando você registrar o domínio da sua empresa terá que habilitá-lo. Hoje existe uma ferramenta (Zoho Mail) que lhe permite ter até 10 contas de e-mail grátis com domínio próprio.

Comece já em: www.zoho.com/mail/

PLANILHAS FINANCEIRAS – Você vai precisar de um mínimo de organização financeira (além da emissão das Notas Fiscais Eletrônicas), contas a pagar e a receber, e fluxo de caixa também entram aqui. Hoje existem várias planilhas que fazem esse trabalho de maneira bastante boa e organizada.

Procure por sites e aplicativos confiáveis para apostar no seu negócio. A partir desse momento, é só seguir em frente e se empenhar para fazer dar certo!

Juarez Araújo, diretor comercial da DBACorp

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Foco em Food Service e inovação garantem sucesso para empresa de tecnologia

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Motivada por crescimento constante, Acom Sistemas moderniza ERP, atualiza identidade visual e muda para nova sede

A Acom Sistemas, especializada em software de gestão, vive um momento que toda empresa brasileira gostaria de experimentar: crescimento, modernização, casa nova e imagem atualizada.

Na nova sede, em um condomínio situado em uma das regiões mais nobres de Curitiba, o diretor de tecnologia Carlos Drechmer credita ao acerto no foco da empresa, nos últimos anos, a fórmula para o sucesso atual: “Desde 2014, buscamos, em nossa carteira de clientes, segmentos que estavam em evolução e apresentando crescimento e começamos a focar nesses segmentos. Um dos exemplos foi o ramo de food service. Isso garantiu um número considerável de novos clientes e possibilitou a modernização de nosso sistema de gestão, a contratação de novos talentos e a mudança física da empresa. Os bons resultados ajudaram a antecipar, de 2017, para este ano, a instalação da sede em um novo espaço. O escritório de São Paulo também passa por reformulação para se adequar a essa evolução.

A Acom Sistemas modernizou o ERP EVEREST para acompanhar o momento de transformação digital por que passam as empresas brasileiras. Para isso, buscou motivar a equipe para uma nova postura profissional. “O desempenho de nossos softwares vem do conhecimento de nossa equipe no desenvolvimento de soluções. Fizemos um convite ao nosso time no sentido de que todos também buscassem um aprimoramento. E a resposta foi fantástica”, comenta Carlos. As áreas de desenvolvimento, operacional e comercial foram ampliadas, criou-se uma equipe de testes específica para a nova plataforma, um novo software de testes foi adquirido, tudo para garantir a entrega da nova versão com a máxima documentação e menor impacto sobre suporte. Pensando também em melhorar o uso das soluções, serão disponibilizados vários treinamentos no modelo de educação a distância (EAD).

O EVEREST 3.0 vai operar no conceito de nuvem, que inclui uma ferramenta de Business Intelligence para análise em tempo real dos negócios, com indicadores de gestão para cada segmento. Além disso, o sistema terá suporte para ser operado por apps via smartphones.

O conhecimento cada vez maior dos clientes também garante o sucesso da empresa. “Atuamos como consultores, ajudando os clientes não só na implantação de sistemas, mas também em processos internos, graças à dedicação de nossos colaboradores e ao nível de conhecimento nos segmentos que atendemos”, explica Eduardo Ferreira, diretor de operações.

Com ERP modernizado e nova sede, a Acom Sistemas aproveitou para atualizar, também, a identidade visual, alinhando a marca ao novo momento que a empresa vive. “Com todas essas novidades, temos certeza de que, nos próximos anos, nosso crescimento vai ser ainda maior”, afirma Marcelo Gallo, diretor comercial e de alianças. “Em breve, estaremos lançando nosso novo portal web, mais moderno e atual, conferindo à ACOM Sistemas uma nova identidade de comunicação com o mercado”, comemora Gallo.

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Ingram Micro comemora sucesso de evento voltado à tecnologia da educação

A Ingram Micro, subsidiária brasileira da maior distribuidora global de tecnologia, promoveu no Hotel Hilton, em São Paulo, o Ingram Micro EduTech Fórum, voltado para gestores e usuários de tecnologia da informação em ambientes educacionais. Cerca de 50 pessoas entre fabricantes como Adobe, Cisco, Datem, Evobooks, IBM, Intel, Microsoft e Veritas e gestores de 80 instituições de ensino, debateram sobre as tendências do setor e apresentaram soluções inovadoras e cases de sucesso da aplicação de soluções de big data & analytics, segurança, cloud, customer experience, mobilidade, internet das coisas e infraestrutura convergente.

“O Ingram Micro EduTech Fórum foi um grande sucesso. Houve muita interação entre os participantes, que discutiram, entre vários assuntos, quais são as principais expectativas para a área educacional, as soluções de tecnologia mais eficientes para engajar alunos e professores e os sistemas de aprendizagem aplicados no passado e o que podemos esperar para o futuro”, conta Diego Utge, VP & Brazil Chief Executive da Ingram Micro. O diretor de Inteligência Competitiva do Grupo Tiradentes, Domingos Sávio, apresentou o case “Mobilidade com Segurança – eficiência de serviços online para colaboração entre alunos, professores e comunidade”, e se surpreendeu com o resultado. “Fui convidado para palestrar e não imaginei que os participantes teriam tanto envolvimento com o tema proposto. O conteúdo do evento estava muito interessante e mostrou que a Ingram Micro contribui muito para o crescimento do setor da tecnologia educacional”, disse.

Para Ruben Pimenta, diretor de TIC do Centro Paulo Souza, a proposta da Ingram Micro foi muito interessante. “Encontros e debates como esse, envolvendo novidades e que atendem os interesses do setor privado e do público, são fundamentais para a elaboração e conclusão projetos”.
Este foi o primeiro de uma série de encontros que a Ingram Micro irá promover ainda este ano em diversos segmentos como saúde e agronegócios.

“Aproveitamos este ambiente de troca de experiências para que todo o ecossistema de provedores e gestores de TI do setor educacional pudesse apresentar e questionar a implementação e adoção de novas tecnologias para otimização de processos, mobilidade e conectividade no mundo atual, com segurança e aproveitamento dos alunos”, completa Diego.

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Siemens e BSH anunciam parceria com foco em indústria 4.0 e internet das coisas e ciclo de vida de produtos

A divisão de software para o gerenciamento de ciclo de vida do produto (PLM) da Siemens e a BSH Hausgeräte GmbH, maior fabricante de eletrodomésticos da Europa, anunciam a ampliação de sua parceria, com o objetivo de aumentar o alcance dos softwares de PLM para necessidades específicas da indústria. As empresas decidiram estreitar seu relacionamento por terem uma visão compartilhada da Indústria 4.0 e da Internet das Coisas Industrial. Essa estreita colaboração deve auxiliar a Siemens a ampliar seu conhecimento a respeito dos requisitos necessários do processo de ciclo de vida de eletrodomésticos, ao mesmo tempo em que permite à BSH reduzir custos, economizar tempo e manter a qualidade e a inovação.

“Os desafios que estamos enfrentando no caminho para a transição digital exigem uma nova abordagem nos processos necessários de desenvolvimento e produção. Processos de PLM otimizados são essenciais para alcançar essa meta”, afirma Joachim Reichel, CIO da BSH Hausgeräte GmbH. “Os desenvolvimentos em comum com nossa parceira de software PLM de longa data tornam esses processos reais.”

A parceria da Siemens com a BSH deve ajudar ambas as empresas a promover suas respectivas estratégias relacionadas à quarta geração da revolução industrial (Indústria 4.0) e na área da Internet das Coisas para o segmento. A BSH está expandindo sua oferta de eletrodomésticos conectados e tem o objetivo de integrar seus produtos em ambientes de casas inteligentes.

“Trabalhar em conjunto com nossos clientes nos oferece uma ampla visão de seus processos e dos requisitos específicos da indústria”, disse Urban August, vice-presidente sênior e diretor-geral da Siemens PLM Software para a Alemanha. “Isso possibilita que continuemos a desenvolver nossas soluções para a indústria com arquitetura aberta e flexível, preparada para o futuro.”

A BSH busca uma abordagem da digitalização que ajudará a atingir um conjunto integrado completo de processos de PLM para apoiar sua visão da Indústria 4.0. A companhia já implementou o software Teamcenter® da Siemens, o sistema de gerenciamento de ciclo de vida digital mais utilizado no mundo, e o portfólio Tecnomatix®, líder da indústria em manufatura digital. Segundo as empresas, ao trabalhar em conjunto de forma contínua, poderão identificar problemas potenciais com antecedência, resultando em economia de tempo e custo para ambas.

A BSH Hausgeräte GmbH é um dos líderes globais no setor de eletrodomésticos, com receita de aproximadamente €12,6 bilhões em 2015 e mais de 56 mil funcionários. A BSH tem cerca de 40 fábricas e é representada por mais de 80 empresas em aproximadamente 50 países.

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Fortinet lança primeiros pontos de acesso wireless universais da indústria

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A Fortinet (NASDAQ: FTNT),líder global em soluções de cibersegurança de alto desempenho, anuncia o lançamento de sua nova série FortiAP-U de pontos de acesso (AP) wireless universais, desenvolvida para reduzir a complexidade, com a solução sem fio de classe corporativa mais flexível do mercado. Os pontos de acesso universais da Fortinet combinam controle de rede de acesso verdadeiramente unificado e visibilidade com a proteção superior do Security Fabric da Fortinet.

“As equipes de TI encaram grandes desafios ao expandir e proteger a rede sem fio para atender às demandas crescentes de acesso e para lidar com o aumento de riscos que surgiram com a IoT. O Security Fabric da Fortinet elimina essas dificuldades ao incorporar a segurança à infraestrutura sem fio possibilitando estratégias avançadas de segmentação interna que são fundamentais para proteção contra ameaças da IoT”, diz John Maddison, diretor de produtos e soluções da Fortinet. “Oferecendo agora operações automatizadas e compatibilidade plug and play com qualquer backend de gerenciamento de acesso Fortinet, a introdução da série FortiAP-U facilita para os clientes a implementação da proteção adicional garantida pelo Security Fabric da Fortinet. ”

Totalmente integrados ao Security Fabric da Fortinet, os dispositivos da série FortiAP-U fornecem proteções unificadas para a borda da rede, com funções de segurança e controles de aplicativos. A integração do Security Fabric também permite capacidade de segmentação da rede de acesso para fornecer a única estratégia de segurança capaz de proteger as organizações contra as ameaças que envolvem a IoT e os dispositivos finais antes que acessem dados internos fundamentais.

Operações automatizadas da rede, acesso simplificado e segurança avançada

Os pontos de acesso universais da série FortiAP-U simplificam a instalação e a administração das redes de acesso, oferecendo apenas um equipamento compatível com todas as plataformas de gerenciamento de acesso da Fortinet, incluindo controladores corporativos LAN wireless FortiWLC, integrados aos controladores LAN de firewall corporativo FortiGate e o gerenciamento sem fio na nuvem e sem controlador FortiCloud.

Os pontos de acesso universais apresentam a instalação inovadora do tipo plug and play, permitindo que cada dispositivo determine automaticamente o tipo de backend de gerenciamento e as informações de configuração pull down para garantir instalação rápida sem precisar que o pessoal de TI atualize manualmente cada equipamento.

Desempenho para atender às demandas de acesso atuais e futuras

Os pontos de acesso universais da Fortinet também atendem às necessidades de rede sem fio de organizações de grande porte, oferecendo recursos avançados de 2 802.11ac Wave 2, como quad spatial streams, suporte estendido para canal de 5 GHz, 160MHz em todo o canal e MIMO de múltiplos usuários.

Essas tecnologias maximizam a largura de banda e a capacidade dos dispositivos, também atendendo às necessidades mais densas de rede sem fio, fornecendo taxa de transmissão de múltiplos gigabits, segurança avançada e visibilidade unificada de todos os dispositivos conectados à rede. Esses recursos, combinados à compatibilidade de gerenciamento universal, permitem a flexibilidade de expansão sem esforço conforme aumentam as necessidades da rede.

A série FortiAP-U de pontos de acesso wireless já está disponível.

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Contax conclui processo de venda da Allus

A Contax finalizou, nesta sexta-feira, mais uma fase da estratégia de estabilização financeira do negócio, envolvendo o recebimento dos recursos financeiros provenientes da venda da Allus, anunciada em junho deste ano. A empresa era subsidiária da Contax no segmento de BPO CRM na América Latina, com operações na Argentina, Peru e Colômbia.

Nos últimos meses, a Contax vem concentrando seus esforços na retomada do crescimento de forma sustentável. Esta estabilização faz parte de uma estratégia bem sucedida de fortalecimento da saúde financeira. A companhia migrou, em julho, suas ações para o Novo Mercado, o mais alto nível de governança corporativa da BMF&Bovespa. O movimento ocorreu em meio à retomada do foco da Contax no mercado nacional, e elevou o grau de confiança de todos os stakeholders da companhia, incluindo clientes e investidores.

A operação de venda da Allus à Konecta foi concluída pelo valor de US$ 140,4 milhões. O valor global de avaliação, de US$ 192 milhões, foi ajustado em função da dívida existente na sociedade colombiana, por passivos e contingências.

Os recursos da venda da Allus à Konecta serão utilizados para a recomposição do caixa da companhia, para o pagamento de despesas relacionadas à venda da Allus e também para a amortização antecipada de parte da dívida da Contax, em linha com os compromissos assumidos no processo de reperfilamento, concluído no primeiro trimestre de 2016.

O fato representa mais um avanço nesta etapa de melhoria do fluxo de caixa financeiro da empresa e, como consequência, o fortalecimento dos negócios.

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A Ética na Administração – Por Alexey Carvalho

Em meio a um turbilhão de acontecimentos no cenário político e econômico de nosso país, fica evidente a necessidade das organizações públicas, privadas e do terceiro setor refletirem acerca de suas práticas de gestão e de seus processos, buscando aprimorar os mecanismos de controle, de forma a coibir qualquer tipo de improbidade.

É importante que as entidades tenham claramente definidas suas políticas, seus princípios e seus valores e, além disso, disseminem e internalizem uma cultura ética que envolva colaboradores, acionistas, fornecedores, parceiros e todos aqueles stakeholders relacionados com suas atividades.

A cultura ética deve partir da alta administração da organização por meio de atitudes e ações que possam ir além do estabelecimento de diretrizes ou regras, mas perseguindo incessantemente o ideal de que essas sejam praticadas e vivenciadas por todos, sem abrir mão de mecanismos de acompanhamento e controle.

Para zelar pelo cumprimento da legislação, normas e políticas institucionais, existe a possibilidade de criar uma área específica de compliance, ou abrigá-la sob o escopo de outra área existente, desde que tenha a autonomia necessária para implementar e acompanhar processos de controle, bem como conduzir de forma imparcial a apuração de possíveis casos de desvios que resultam ou não em punição.

Convém destacar que a área de compliance deve ter uma composição multidisciplinar para conseguir tratar as questões legais, de gestão de pessoas e de processos, tendo o administrador um papel fundamental na coordenação dessas atividades e do relacionamento com as demais áreas da organização.

Desta forma, ao tratar da questão da ética nas organizações, é preciso suplantar a dimensão da definição de políticas, buscando-se internalizar uma cultura ética, amplamente disseminada e suportada por um conjunto de ações e processos que garantam o respeito aos preceitos e valores institucionais.

Alexey Carvalho, administrador, doutorando em Educação, mestre em Tecnologia e atua como diretor executivo da Universidade Anhanguera de São Paulo – Campus Osasco

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