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BLOCKBIT anuncia app para proteger smartphones contra ameaças online

A BLOCKBIT, empresa global de produtos de cibersegurança, anunciou hoje sua nova plataforma de proteção ativa para smartphones. O app BLOCKBIT Mobile será disponibilizado gratuitamente em versão beta para smartphones Android, protegendo usuários contra vulnerabilidades e ameaças críticas e prevenindo a perda de dados. O sistema operacional é o maior alvo de cibercriminosos,
Com o app, a BLOCKBIT aproveita a expertise e tecnologia avançada de cibersegurança adotada em outros produtos do seu portfólio para proteção de ambientes corporativos, para a palma da mão do usuário. Além de oferecer segurança contra possíveis malware, spyware e vírus, o BLOCKBIT Mobile protege os smartphones contra tráfegos maliciosos em redes Wi-Fi e Bluetooth, zelando pela segurança dos dados armazenados pelo dispositivo. O app pode ser usado para proteger usuários corporativos ou domésticos.

O app utiliza a base de inteligência do BLOCKBIT Labs, que trabalha 24x7x365 em pesquisas avançadas de cibersegurança, e conta com mais de 5 milhões de aplicativos analisados e mais de 1 milhão de maliciosos detectados. Entre as novidades está a adoção de firewall para smartphones, que monitora todo o tráfego, permitindo negar comunicação em função da reputação de IPs. Além disso, evita a disseminação de malware em dispositivos Android, o app também protege as estações que se conectarem por USB.

A abrangência do produto é global, pois possui a capacidade de bloquear IPs internacionais de localidades ligadas a atividades criminosas, evitando que o aplicativo se comunique com endereços desconhecidos.

O BLOCKBIT Mobile conta com um dashboard que indica as ameaças, sua origem e seu nível de impacto. Ao mesmo tempo, analisa as redes Wi-Fi e Bluetooth, detectando possíveis redes maliciosas (locais, regionais e globais) evitando roubo de dados sem invadir a privacidade do usuário.

Principais destaques:

• Bases de aplicativos, conexões e arquivos maliciosos constantemente atualizadas pelo BLOCKBIT Labs;
• Detecção WIFI e Bluetooth Pirata;
• Análise dos riscos em configurações do sistema feitas pelo usuário;
• Análise em tempo real de apps e arquivos, prevendo ameaças e impactos no aparelho ou outros sistemas operacionais;
• Dashboard indicativo das possíveis ameaças classificadas por nível de impacto;
• Detecções por eventos;
• Detecções por escaneamento manual;

Dispositivos suportados:

• Aparelhos com sistema operacional Android 5.x (Lollipop), 6.x (Marshmallow) e 7.0 (Nougat).

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Valéria Molina é nova diretora de marketing da GoDaddy no Brasil

A GoDaddy, maior plataforma de cloud dedicada a pequenos negócios e empreendimentos independentes, anuncia Valéria Molina no cargo de diretora de Marketing para a GoDaddy no Brasil.

Já existem mais de 10 milhões de pequenas empresas no Brasil, de acordo com o SEBRAE. “Com um número cada vez maior de usuários de Internet mobile no Brasil, pequenos empreendedores estão levando seus negócios para o ambiente online. Estamos felizes em ter a Valéria na equipe para ajudar pequenas empresas e empreendedores a aumentar seus negócios online no país”, comentou Cristiano Mendes, diretor de produtos para a GoDaddy na América Latina.

A GoDaddy oferece domínio, hospedagem de sites, e-mail marketing, SEO e muitas outras ferramentas para ajudar pequenos negócios e empreendedores a colocar suas ideias na Internet. “É uma excelente oportunidade ingressar na GoDaddy e ajudar empreendedores e pequenas empresas a criar identidades digitais para seus negócios e aumentar o reconhecimento do conjunto de ferramentas online integradas da GoDaddy, desenhadas para ajudar no gerenciamento e criação de negócios online”, disse Valéria Molina, diretora de marketing para a GoDaddy no Brasil.

Antes de se juntar a GoDaddy, Molina ocupou o cargo de diretora de marketing na Rosetta Stone, e anteriormente ocupou cargos de liderança nas áreas de marketing, vendas e canais para a Microsoft, Dell Computadores, Hewlett Packard e outras grandes companhias de tecnologia. Ela tem vasta experiência em Marketing, produtos, vendas, comércio eletrônico, gerenciamento de equipes remotas, P&L, Business Units e startups.

Ela é formada em Tecnologia em Processamento de Dados pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Administração de Empresas pela Universidade São Francisco e tem MBA Executivo em Marketing pelo IBMEC.

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Synchro anuncia novo Gerente Comercial

A Synchro, provedora de soluções para conformidade fiscal tributária, anuncia Laerte Piva para o cargo de Gerente Comercial. O executivo chega para reforçar a área comercial da empresa, com o desafio de aumentar o foco no cliente e abrir novas oportunidades tanto na base de clientes como em novas contas.

O relacionamento mais estreito com o mercado será o foco da atuação de Laerte Piva. “Estar mais próximo dos clientes e prospects, me permitirá entender quais são os seus desafios e necessidades e, como consequência, propor as soluções mais aderentes tomando como base o perfil e o momento de cada empresa”, afirma o executivo.

Formado em Marketing pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) e MBA em Negócios Internacionais pela Universidade Andrés Bello, do Chile, Laerte Piva tem ampla experiência nas áreas comerciais, com passagens pelas empresas Proudfoot Brasil, Teradata e Oracle Brasil. O gerente retorna a Synchro após ter trabalhado na empresa de 2000 a 2009 na área de vendas e foi responsável pelo atendimento de contas como C&A, Dow, Google, HP, Philips, Unilever, Volkswagem, entre outras.

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CorpFlex é credenciada como Partner Microsoft SQL Server

A CorpFlex, empresa especializada em Cloud Corporativa e soluções de outsourcing de TI, recebeu o selo de parceria (partner) Microsoft SQL Server, que destaca e comprova a experiência da companhia com a plataforma e valida os conhecimentos e habilidades necessários para configurar, implantar e desenvolver soluções com o Microsoft SQL Server.

“A CorpFlex trabalha com as principais plataformas de bancos de dados, sendo uma delas a SQL Server. Esta é uma certificação que atesta que temos profissionais qualificados e certificados no produto e também a nossa qualidade. O processo de certificação tem algumas fases, englobando o próprio cadastro da empresa, os nomes dos profissionais certificados e também cases de sucesso em que o cliente aprova o trabalho desenvolvido com a plataforma”, explicou Jackson Ribeiro de Souza, coordenador de Banco de Dados da CorpFlex.

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GFT desenvolve portal de gestão de sinistros para a Seguros SURA

A política de incentivo ao crédito ao consumidor e também a ascensão da “nova classe média” brasileira se caracterizou pelo apetite de aquisição de bens como smartphones, televisores, notebooks, enfim, aparelhos eletroeletrônicos que impulsionaram o comércio varejista. Somado ao crescimento desse mercado, a criatividade e inovação no desenho e comercialização dos produtos pelo varejo tem aberto um forte espaço para a venda de seguros e de serviços pós-venda com prestações que cabem no bolso do comprador: o chamado seguro de garantia estendida.

Este cenário favoreceu o fortalecimento da linha de negócios Affinity na Seguros SURA Brasil, que conquistou contas importantes nos últimos anos, como Riachuelo, ou seja, redes de varejo com forte identificação com o novo mercado consumidor. Para suportar esse quadro de crescimento, a companhia decidiu investir em um projeto de melhorias de sistemas e processos de sinistros com a GFT, companhia de companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, que implementou o Portal Sinistro Affinity.

Do ponto de vista da SURA, o projeto visa prover a área de sinistros com ferramentas gerenciais (dashboard) e indicadores de performance do processo, desde a abertura do sinistro até a liquidação, assim como na gestão dos documentos associados ao seguro, que desoneram o aviso, a regulação, a indenização e a reposição de sinistro. “Espera-se que o dashboard seja um instrumento que subsidie a detecção de eventuais gargalos e atrasos no processo pela gestão de Sinistros Affinity, o que permitirá tomada de decisão com base em indicadores de performance”, resume o superintendente de tecnologia da Seguros SURA, Carlos Bacetti.

Já do ponto de vista do segurado, o Portal Sinistro Affinity tem como objetivo prover ao cliente uma maneira ágil de manter seus dados atualizados, realizar avisos de sinistros e enviar documentos à seguradora, sem a necessidade de ligações em call center ou envio físico de documentos. Além disso, é possível realizar acompanhamento de todo o ciclo de vida do sinistro de forma visual, desde o momento de seu aviso até a reposição do produto. “O portal busca oferecer uma experiência mais agradável num momento delicado em que o cliente da seguradora foi vítima de um roubo ou furto”, acrescenta o business director da GFT, Alessandro Buonopane.

Além do suporte ao crescimento do segmento de Affinity, apoiando-se na transformação digital e reduzindo a carga operacional interna e necessidade do segurado a serviços de call center, o portal trouxe a redução no tempo de resposta e análise de documentações por parte da seguradora, a comunicação clara com o segurado sobre a etapa em que seu sinistro se encontra e a possibilidade de atualização cadastral realizada diretamente pelo segurado. O modelo garante melhor integridade de informações fornecidas e, por fim, o controle da expectativa do segurado por meio de uma linha do tempo voltada exclusivamente à reposição de seu equipamento e previsão de entrega.

Para a GFT, o case, que é o resultado da primeira parceria realizada entre a Seguros Sura e a empresa, tem como o objetivo de oferecer mais comodidade e agilidade ao cliente da seguradora por meio da transformação digital. “O portal está disponível para o público e com isso se torna um cartão de visita para o segurado que precisa do apoio da seguradora em um momento de fragilidade ao avisar a ocorrência de um sinistro”, pontua Buonopane.

“As vantagens competitivas são focadas tanto no segurado, que passa a ter qualidade e agilidade no atendimento recebido e a certeza de que escolheu a seguradora correta para depositar sua confiança, caso passe pela infelicidade de ter seu equipamento sinistrado, quanto para a seguradora, que tem a possibilidade de atender o cliente de forma efetiva em custo operacional e com a tecnologia trabalhando ao nosso favor”, finaliza Bacetti.

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Siemens PLM investe US$ 6 bilhões na área de Simulação e Testes em quatro anos

Em vista dos planos de médio prazo da Siemens PLM Software, que caminha para ser a maior fornecedora de soluções para simulação e testes na América Latina, a área de Simulação e Testes têm recebido investimentos maciços da companhia, totalizando U$ 6 bilhões em fusões e aquisições nos últimos quatro anos.

Nesse período, a divisão fez três grandes aquisições, que ampliaram o portfólio de soluções Siemens PLM Software. Em 2013, a LMS – companhia focada em simulações e testes – se fundiu à multinacional alemã. Três anos depois, foi a vez da CD-Adapco ser incorporada à empresa para simulação de engenharia. E por último a Mentor Graphics, que lidava com automação de design eletrônico (EDA), passou a ser uma subsidiária Siemens. “As aquisições realizadas nos últimos anos habilitam as primeiras ações na direção da Indústria 4.0. Com a unificação do forte portfólio dessas empresas, conseguimos trabalhar com engenharia de forma plena, desde conceito até o final”, pontua Daniel Scuzzarello, diretor de vendas da área de Simulações e Testes da Siemens PLM.

As soluções de simulação reproduzem o ambiente de uma fábrica de forma totalmente virtual possibilitando a redução de custos com ajustes, prototipagem, erros de projeto e retrabalho. De acordo com Scuzzarello, o cenário brasileiro para a simulação está aumentando de forma significativa e representa hoje o maior mercado da América Latina. “A simulação não se restringe a grandes indústrias e pode ser utilizada por empresas de todos os segmentos, verticais e portes. Em termos de faturamento, a área de simulação no Brasil está crescendo de 20% a 30% ao ano, além de estarmos aprimorando o foco no crescimento nos negócios digitais e ampliando nosso portfólio de software. Software e soluções de simulação são a chave para permitir que nossos clientes ofereçam melhores produtos ao mercado, com maior rapidez e menores custos”, explica o executivo.

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Cinco razões para colégios e universidades adotarem cartões inteligentes

Por Fernando Giroto, Diretor de Vendas da HID Global para Brasil e Cone Sul da Divisão de Secure Issuance

Você sabia que 95% das Universidades e Faculdades ainda dependem de tecnologias antigas, como tarjas magnéticas ou cartões de proximidade simples para controle de acesso, ou seja, para gerenciar quem entra e quem sai de suas instalações? Infelizmente, tecnologias ultrapassadas deixam as instituições vulneráveis em relação à segurança e, por muitas vezes, resultam em fraudes ou duplicações de cartões.

No entanto, devido ao aumento das populações universitárias e dos avanços tecnológicos, muitas instituições passaram a buscar por soluções mais seguras, econômicas e ágeis para atender às necessidades de seu corpo docente e de estudantes, não só para proteger pessoas, bens e dados, mas para conectar alunos a uma infinidade de serviços e aplicações em todo o campus – desde instalações físicas, acesso às redes lógicas, pagamentos sem dinheiro, acompanhamento de serviço e atendimento.

Para proporcionar uma experiência de credencial mais segura, conveniente e flexível para seus alunos, professores e funcionários, as universidades que sabem como se antecipar ao futuro, estão agora deixando para trás as tecnologias tradicionais de cartão de tarja magnética, de baixa frequência e proximidade, para privilegiar tecnologias de alta frequência que utilizam um único cartão para seus programas de identificação de estudantes.

Existem cinco razões principais pelas quais essas instituições estão migrando para cartões inteligentes:

1. Maior segurança e proteção

A atualização da tecnologia para cartões inteligentes sem contato reforça o controle de acesso físico aos edifícios, enquanto fortalece o acesso à rede, computadores, documentos, registros médicos e financeiros dos estudantes. Além disso, as tecnologias incorporadas do cartão inteligente impedem a clonagem e o uso fraudulento de cartões, garantindo não só o acesso seguro ao prédio, mas a proteção para outras funcionalidades do cartão, como compras por débito ou outras transações bancárias. A migração para uma credencial segura “inteligente” também pode eliminar a necessidade de chaves físicas – que podem ser facilmente copiadas e são notoriamente vulneráveis à perda ou roubo.

2. Conveniência do titular do cartão

Documento com foto, ID para acesso em condomínios, cartão da biblioteca ou cafeteria, bilhete de ônibus, quantos cartões os estudantes universitários gerenciam hoje? Com Smart Cards sem contato, as instituições podem combinar todas essas funções em um único cartão, e não apenas para agilizar suas operações, mas melhorar a experiência de credencial no campus para estudantes e funcionários.

3. Maior flexibilidade

Além da conveniência no campus, os cartões inteligentes para múltiplas aplicações permitem a interoperabilidade segura com aplicativos fora da unidade, como transporte e bancário. Além disso, com a flexibilidade oferecida pela tecnologia de cartão inteligente, é permitido adicionar novas aplicações ou modificar configurações de aplicativos existentes, como de acesso à biblioteca ou planos de alimentação, em qualquer momento e sem ter que emitir novos cartões.

4. Ganhos de eficiência no longo prazo e economia de custos

Os cartões inteligentes multifunções melhoram a segurança das operações, permitem fluxos de trabalho mais eficientes e gerenciamento mais fácil dos programas de Identificação de estudantes, professores e funcionários. Ao melhorar o gerenciamento de riscos com o aumento da segurança dos cartões inteligentes, as universidades também podem se beneficiar de uma redução de seus prêmios de seguro.

5. Caminho para o futuro

A migração para uma plataforma de tecnologia de cartão inteligente unificada para cobrir todas as necessidades de aplicativos, oferece às instituições a capacidade de transição em seu próprio ritmo à medida que o orçamento e os recursos permitem, fornecendo uma base sólida para adicionar novas tecnologias e capacidades conforme elas se tornem disponíveis ou cada vez mais acessíveis. Leia o Resumo Executivo da HID Global e saiba mais sobre cada uma destas razões fundamentais pelas quais as universidades e faculdades estão migrando para cartões inteligentes multifuncionais.

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Big Data: três pequenas formas de utilizar em seu negócio – Por Siro Canabarro

O Big Mac é um hambúrguer. Quando você vai até o McDonald’s e pede por um Big Mac, você sabe exatamente o que é e o que quer fazer com ele: comê-lo.

Big Data não é tão simples assim. Você pode inclusive não estar tão seguro de que sabe o que Big Data realmente é. Você muito provavelmente não tem ideia do que fazer com isso.

Não se sinta mal. Se existe um consenso sobre big data é que realmente não há uma definição específica. Uma das melhores definições que eu pude ver é de Josh Dreller, Diretor de Pesquisa de Marketing da Kenshoo. Ele descreve big data simplesmente como: qualquer coisa grande o suficiente para não ser possível de lidar com uma planilha de Excel.

O escopo de dados sendo coletados pelas empresas hoje é de explodir qualquer mente. De acordo com a IBM, nós atualmente criamos 2.5 quintilhões de bytes em dados por ano. Não sabe o que é quintilhões? É isso: 2.500.000.000.000.000.000. A quantidade de dados que estamos gerando hoje é tão absurdamente grande que podemos dizer que 90% dos dados do mundo foram criados nos dois últimos anos.

Agora, o que raios vamos fazer com tudo isso de dados? Dados são ótimos, mas a maioria de nós não temos tempo de analisar um grande volume deles e ainda por cima realizarmos nossas tarefas diárias, temos negócios para gerenciar! Então o que nós realmente precisamos são de insights.

Por sorte, há ferramentas por aí que nos ajudam a tirar algum sentido desse monte de dados. Aqui estão três pequenas coisas que você pode fazer com big data.

Explorar tendências no Google

O Google é um dos gigantes nessa montanha de dados que criamos. A missão deles é organizar a informação do mundo e tornar ela universalmente acessível e utilizável. Todos nós podemos usar o Google para realizar buscas, mas o Google oferece outras ferramentas gratuitas que podem transformar dados em insights.

Digamos que eu esteja vendendo bananas. Eu posso acessar o Google Trends e explorar termos relacionados com uma palavra chave (nesse caso, “bananas”). O Google vai mergulhar em seu algoritmo de busca e me servir com os termos mais buscados que tenham a ver com bananas. Eu então descubro que no Leste Europeu e na Ásia quase não se busca por bananas. E que na Austrália se busca bastante por esse termo.

Então se eu for montar uma vendinha de bananas, eu iria para a Austrália, e não para a República Tcheca. Isso é um insight, por mais esdrúxulo que seja meu exemplo.

Monitorar mídias sociais

É muito útil saber o que as pessoas falam sobre sua marca, sobre seus concorrentes ou sobre outros termos relevantes para seu negócio. Cada um desses termos pode ser uma oportunidade para engajar, responder, resolver um problema, mostrar que sua marca se importa.

Vamos supor que você veja um tweet negativo sobre um produto seu. Se você perceber isso rapidamente, entrar em contato com a pessoa que está tendo problemas, e oferecer uma forma satisfatória de resolver esse problema, você com certeza irá transformar alguém que estava falando mal de sua marca em um ferrenho defensor, e irá ganhar muitos admiradores no processo.

Existem várias ferramentas que podem ser utilizadas para esse fim. Se você trabalha em uma empresa que tem recursos para esse tipo de ação, existe o Radian6, ou o Adobe Marketing Cloud. Se não, dá pra se virar bem com algumas ferramentas grátis, como a www.socialmention.com.

Faça retargeting

Cookies estão em todo lugar. Sua “onipresença” mudou completamente como a grande maioria das publicidades online são feitas. Você pode oferecer um produto específico para uma pessoa que pesquisou anteriormente por um termo relacionado a esse produto. Se há maior sinal de interesse de compra do que esse, eu não conheço!

Pense no valor que isso tem para uma empresa de segmento específico, como a Netshoes, por exemplo. Mostrar o anúncio de um tênis de corrida para um usuário que estava anteriormente pesquisando por… tênis de corrida. Isso se chama retargeting ou remarketing. Faça ele!

Pronto, você já pode dizer que usa de big data para diferenciar-se no mercado. Claro que existem várias e várias outras formas de fazer big data, mas toda jornada começa com o primeiro passo. Dê o seu!

Siro Canabarro, CMO da Gumga

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E-commerce fatura R$21 bilhões no 1º semestre de 2017, aponta Ebit

Webshoppers 36 traz um capítulo especial sobre Digital Commerce, que movimentou R$93,5 bi em 2016 e quase dobrou de tamanho em 4 anos

O e-commerce faturou R$21 bilhões no primeiro semestre de 2017, crescimento nominal de 7,5% ante o mesmo período de 2016, quando foram registrados R$19,6 bilhões. O número de pedidos aumentou 3,9%, de 48,5 milhões para 50,3 milhões, e o tíquete médio registrou expansão de 3,5%, passando de R$403 para R$418. Os números são do relatório Webshoppers 36, divulgado nesta quarta-feira (23) pela Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro.

De acordo com Pedro Guasti, CEO da Ebit, a economia brasileira deu seus primeiros sinais de reação na primeira metade de 2017, e isso refletiu positivamente no e-commerce. “No primeiro semestre de 2016, no auge da crise política e econômica, o número de pedidos registrou queda pela primeira vez na história, retraindo 1,8%. Nos primeiros seis meses deste ano, além da recuperação do crescimento, o e-commerce ultrapassou pela primeira vez a barreira de 50 milhões de pedidos”, afirmou.

De acordo com o Webshoppers 36, uma das principais causas para o aumento dos pedidos foi a queda dos preços dos produtos comercializados online. O Índice FIPE Buscapé, que monitora a evolução dos valores cobrados no e-commerce, aponta para deflação de 5,38% nos últimos 12 meses encerrados em junho de 2017. “Em condições favoráveis de mercado, o comportamento do índice é deflacionário, principalmente devido a sua composição e suas características”, explica.

O número de e-consumidores ativos registrou uma expressiva expansão de 10,3% no período, para 25,5 milhões. Para esse levantamento, a Ebit considera os consumidores que fizeram pelo menos uma compra no e-commerce no primeiro semestre de 2017.

Crescimento significativo do M-commerce e redução do frete grátis

O crescimento das vendas via smartphones e dispositivos móveis em patamares bem acima da média do mercado também foi um dos destaques do relatório Webshoppers 36. A expansão registrada no primeiro semestre de 2017 foi de 35,9% – nove vezes maior do que o volume de pedidos do mercado – registrando um share de 24,6% de todas as vendas do mercado.

“O que mais impressiona é o crescimento de 56,2% de volume financeiro. Esse movimento deve-se à aproximação do valor do tíquete médio de compras via dispositivos móveis, que registrou aumento de 14,9% no período, se comparado ao mercado como um todo”, aponta André Dias, COO da Ebit.

Os players do e-commerce reduziram a oferta de frete grátis. Dados do relatório Webshoppers 36 apontam que, para o mercado em geral, houve uma redução de 42% para 38% no 2o trimestre deste ano se comparado com o mesmo período de 2016. Levando-se em conta apenas os dez maiores players, esse percentual reduz de 26%, para 18% do mesmo período do ano passado. “O mercado definitivamente tem procurado manter o posicionamento na oferta de frete gratuito apenas para algumas categorias mais específicas de mercado ou quando o consumidor não tem urgência para receber o produto. Dessa forma, pode aguardar por um tempo maior de entrega ou ainda retirar os produtos em alguma loja física”, explica Dias.

Expectativas para o Segundo semestre

Para o segundo semestre de 2017, a perspectiva é que as três grandes datas do calendário do varejo – Dia das Crianças, Natal e, principalmente, Black Friday – impulsionem as vendas. Para este semestre, a Ebit espera um crescimento de 12% a 15%. Levando em conta os números deste primeiro semestre e a estimativa para o segundo, a Ebit prevê que o mercado volte a registar expansão de dois dígitos, atualizando para 10% a perspectiva de crescimento do mercado no acumulado do ano.

Digital Commerce

O relatório Webshoppers 36 traz um estudo inédito sobre o Digital Commerce, que agrega venda de produtos novos e usados de empresas para consumidores (B2C) e de consumidores para consumidores (C2C), além de serviços (Turismo e Ingressos). Esse mercado movimentou R$93,5 bilhões no ano passado.

De 2012 a 2016, o Digital Commerce apresentou crescimento nominal de 88% com crescimento médio anual (CAGR – Taxa Composta Anual de Crescimento, em português) de 17%. Neste mesmo período, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro apresentou um recuo de 3,9%. “Esse crescimento mostra o dinamismo e o potencial do comércio eletrônico nacional”, afirma Pedro Guasti.

Para consultar a 36ª edição do relatório Webshoppers, acesse o site: www.ebit.com.br/webshoppers

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Concentrix lidera em tecnologia para carros conectados

A Concentrix, multinacional especializada em soluções de outsourcing, é líder mundial na indústria e em serviços para carros conectados, que são veículos com conexão à internet que permitem ao fabricante e motorista se comunicarem com o carro. A companhia desenvolveu uma solução completa (Turn-Key) que suporta hoje uma quantidade de veículos superior a qualquer outra empresa global e atende clientes na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia.

“No mercado norte-americano, atendemos 80% dos carros conectados e a maioria dos veículos no México e Europa. No Brasil, o serviço já está disponível e acreditamos que existe um grande potencial a ser explorado”, diz Daniel Moretto, country manager da Concentrix no Brasil.

Com essa tecnologia, é possível se comunicar com o veículo para acessar características ou serviços específicos. Por exemplo, um carro com essa ferramenta conta com aviso de acidente automático, assistência em rodovias, monitoramento de roubo, agendamento de manutenção e atualização remota, alerta de área restrita, alerta de Valet, envio de endereço para o veículo, opção de encontrar amigos e postos de combustível mais próximos, e outras funcionalidades como Opt-In Financiamento (localizar, destravar e ligar) e Opt-In Seguro (quilometragem e dados de uso). Adicionalmente, a solução também pode ser utilizada por concessionárias e empresas de aluguel de carros, com o recurso Manutenção de Frotas, trazendo melhor visibilidade de gestão e localização de veículos.

Muitos fabricantes também estão combinando seus esforços em carros conectados juntos aos principais grupos de tecnologia, como Google, Apple e Microsoft, para continuar inovando com o objetivo de implantar integrações envolvendo a vida dentro e fora dos veículos. Hoje, motoristas já podem ouvir ou ditar mensagens de SMS ou e-mail enquanto estão dirigindo por meio dos comandos de voz dos carros.

A comercialização dessa solução inovadora da Concentrix é feita diretamente para as montadoras, que realizam a instalação do dispositivo nos veículos, integrando-o às principais funcionalidades do próprio carro. A empresa também oferece tecnologia de captura e uso inteligente dos dados originados por meio do dispositivo instalado.

Além disso, a liderança da Concentrix nesse mercado também se dá pela sua ferramenta de Gestão de Assinantes, que gerencia todas as aplicações das concessionárias, desde a venda e cancelamento da assinatura até o processamento de pagamentos. Através dessa plataforma, a companhia ainda provê diversos recursos de marketing, que incorporam treinamento das concessionárias, e-mail marketing e relatórios de manutenção dos veículos.

Benefícios dos carros conectados

À medida que os carros conectados se tornarem mais integrados com a tecnologia de Internet das Coisas (IoT – Internet of Things), os motoristas terão a oportunidade de melhorar as experiências do seu dia a dia diretamente do veículo. Atualmente, um dos maiores impactos para os proprietários é o quesito segurança, além da conveniência de ter todos os serviços na palma da mão (ou por controle de voz). O Instituto Gartner, inclusive, reportou recentemente que 70% dos compradores estão considerando que os serviços de telemática são fatores decisivos para a aquisição de um veículo.

“A possibilidade de acionar serviços de emergência automaticamente é um suporte revolucionário. Em casos de acidentes mais graves, cada segundo conta para a vida dos passageiros, e a ligação automática junto com o sistema integrado de GPS já está salvando um incontável número de vidas”, comenta Moretto.

Os carros conectados também estão reduzindo os gastos com veículos para os proprietários, já que com os relatórios mensais de status do veículo, os serviços de manutenção podem ser executados antes mesmo de uma mudança de desempenho. Além disso, a contratação de seguro também sai mais em conta, uma vez que conhecendo melhor o perfil de uso do motorista, a seguradora pode apresentar propostas mais aderentes a cada cliente. Já do lado das concessionárias, a solução trouxe aumento de receita, pois agora os motoristas mantêm os carros atualizados, enquanto o fabricante reduz o número de recalls e agenda serviços de manutenção antes da falha de algum componente.

No médio prazo, motoristas com carros conectados terão veículos com maior e melhor ciclo de vida, além de potencializar a experiência de uso das interfaces homem/máquina, que sempre serão melhoradas e amplificadas. Já no longo prazo, a perspectiva é que essa experiência esteja presente em todos os tipos de transporte, bem como fora dos veículos, permitindo aplicações personalizadas em wearables e muitos outros dispositivos.

“Olhando para a frente, é uma aposta segura que quase todos os carros, independentemente do custo ou da marca, terão alguma forma de conectividade. Os benefícios para todas as partes são bons demais para essa solução não ser disponibilizada, e os consumidores vão demandar. Ou seja, o futuro realmente será sobre a criação de uma experiência humana conectada em todos os momentos”, finaliza Moretto.

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Cinco dicas para melhorar a experiência do cliente com feedback digital

Por Ronaldo Stanzione, Country Manager da Verint no Brasil

O feedback digital tem o potencial de impactar profundamente os negócios na definição de métricas, como fidelização de clientes e receita. No entanto, isso acontece apenas se o retorno for aproveitado corretamente. Para que esse seja o caso, há muitas estratégias fundamentais que devem ser seguidas. A primeira delas é garantir a captura de dados corretos. Parece fácil, mas é surpreendente a quantidade de grandes empresas que não sabem por onde começar. Então, qual é o primeiro passo? Simplesmente ouvir o que os clientes têm a dizer e em suas próprias palavras. Isso pode parecer óbvio, mas muitas empresas fazem de forma errada.

De acordo com pesquisas recentes, 61% das organizações que possuem programas de Voz do Cliente bem desenvolvidos e US$ 500 milhões ou mais de receita anual acreditam que os retornos oferecem mais valor quando estão de acordo com a percepção dos clientes, o que faz sentido. Quando os consumidores iniciam uma conversa com a empresa, eles dizem exatamente como ela pode melhorar e quais são os aspectos de experiência que eles esperam para que a companhia adote uma ação para melhorar.

1. Ouça o que os clientes têm a dizer

Se a empresa já usa uma solução de feedback digital ou se está capturando o ponto de vista do cliente de modo on-line, é necessário estar claro que existe uma distinção sutil, mas importante, entre deixar o cliente falar com a companhia e realmente ouvir o que ele tem a dizer.

Ouvir envolve uma troca de comunicação bidirecional, em que os clientes falam com a empresa e então ela demora um tempo para considerar o que eles realmente estão dizendo. À medida que mais e mais trocas entre consumidores e organizações ocorram on-line, menos oportunidades existirão para ter o mesmo nível de troca bidirecional típica da comunicação presencial.

Um dos principais objetivos na coleta de feedbacks é permitir a comunicação entre a companhia e o consumidor: a informação é entregue (pelo cliente) e uma mensagem é recebida (pela empresa). E, idealmente, as mensagens dos clientes obrigam a organização a agir.

2. Certifique-se de não influenciar as respostas

Para obter o verdadeiro e sincero feedback digital de que a empresa precisa, é necessário garantir que as respostas dos clientes não sejam influenciadas de forma alguma. Ao solicitar o retorno digital, é importante pensar em alguns pontos. Deixe os consumidores usarem suas próprias palavras, permita que eles façam comentários reais sobre o que querem dizer. A maneira como a pergunta é feita é importante: solicite um feedback on-line com comentários para não influenciar a natureza do que os clientes querem dizer. Se, por exemplo, a questão for específica de atitude (por exemplo, “como você se sente sobre o conteúdo do nosso site?”), as chances serão de que a informação obtida foque especificamente no conteúdo.

Além disso, é preciso se certificar de que o local para fornecer o comentário esteja à frente e ao centro. Ao exibir de forma proeminente a caixa de comentários quando o cliente optar por deixar comentários digitais, os consumidores contarão exatamente o que primeiro veio à mente quando escolheram falar com a empresa.

O melhor e mais útil feedback é direto, puro e mais reflexivo sobre a experiência do consumidor. Então convide os clientes a fornecerem comentários que incentivem essa percepção.

3. Solicite feedback em todos os pontos de contato digitais

É necessário oferecer aos clientes a capacidade de fornecer feedback em todos os pontos de contato digitais. Em outras palavras, deixe-os falar com a companhia em todas as páginas do site, aplicativos móveis e outras plataformas.

Em muitas situações, as empresas encontram lacunas em suas perspectivas sobre os fatores de CX (Customer Experience) – tudo porque as principais seções do site, subdomínios ou mesmo ferramentas digitais específicas estão desprovidas de uma solução de escuta contínua. Muitas vezes, nesses momentos, as organizações assumem que não existem problemas nesses pontos de contato negligenciados simplesmente porque nenhum feedback está sendo transmitido – o que obviamente é um grande erro.

As janelas de pop-up modais para recuperação de senha são um exemplo perfeito de uma oportunidade comumente perdida de reunir feedback, particularmente em dispositivos móveis. Se o objetivo é criar uma visão abrangente de todas as trocas possíveis entre a empresa e os clientes, é preciso permitir que os usuários deixem comentários digitais em todos os pontos de contato digitais.

4. Faça com que o feedback digital seja fácil para os clientes

Se a empresa quer que os clientes falem com ela sobre o que eles pensam, é preciso facilitar os meios para obter esse retorno.

Um exemplo é incorporar um convite para fornecer feedback por meio de uma aba no lado direito da página e no cabeçalho, que é espelhada em todo o site. Os usuários não têm dúvida em qualquer ponto da interação sobre como dizer à companhia o que eles pensam sobre ela. O convite é facilmente encontrado, acessível e sempre presente em toda a experiência.

Um benefício natural de um convite altamente visível para deixar comentários é que a empresa fica com uma visão muito mais equilibrada. Por exemplo, se colocar um convite de feedback digital no rodapé de um site ou no menu em formato “hambúrguer” das aplicações móveis, mais tendenciosos negativamente os comentários tendem a ser porque os clientes terão dificuldade para descobrir como deixar suas impressões sobre os serviços. Apenas os consumidores mais motivados deixarão registrada sua experiência – e quanto mais difícil o acesso for, mais irritados eles ficarão.

Se a companhia deseja que os comentários digitais sejam úteis e relacionados aos “pontos de dor”, é preciso fazer com que os usuários finais falem facilmente com a empresa o mais próximo possível do “momento da verdade” (MV – ponto crítico em que o cliente forma uma opinião sobre o nível de serviço prestado pela organização), seja esse “momento” o próprio site ou mesmo um aspecto de uma página específica, como detalhes da conta ou resultados de busca.

Essa abordagem também encoraja o feedback em canais cruzados. Onde é o primeiro lugar em que os clientes interagem com a empresa ou pesquisam sobre seus produtos ou serviços? Na maioria das vezes, é no site da companhia. Disponibilizar uma plataforma fácil de encontrar para fornecer feedback significa que a companhia não só receberá insights para melhorar a experiência digital do cliente, mas também a jornada dentro da loja ou rede de agência ou a qualidade dos produtos.

Ainda sobre tornar mais fácil o feedback, implementar um “seletor de canais” significa que a empresa pode segmentar e rastrear as informações facilmente para a tomada de ação enquanto também solicita questões específicas para cada canal ou serviço.

5. Deixe os clientes serem seu guia

Os comentários vindos diretamente dos clientes em suas próprias palavras capturados em feedbacks digitais ajudam a trazer as questões da experiência com os clientes à vida. Lembre-se: cada comentário representa a voz de uma pessoa real. Ouvir ajudará a incutir uma maior sensação de empatia organizacional e melhor permitirá à empresa ver realmente os processos de negócios na perspectiva das jornadas dos clientes reais.

Familiarizar-se com o feedback digital em texto é a melhor maneira de desafiar os próprios pressupostos sobre a experiência do cliente, obter uma noção verdadeira dos resultados desejados desses consumidores e ajudar a esclarecer as necessidades não atendidas que a companhia nunca considerou como fatores para a satisfação geral com a empresa.

Pensando desta forma, o impacto do feedback digital na experiência do cliente, tanto off-line quanto on-line, pode ser grande, apontando o potencial para descobrir as percepções tangíveis da experiência com os clientes e as melhorias nos processos de negócios.

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Digitalização da jornada do cliente: casos de sucesso

Para oferecer uma experiência excepcional, é preciso redesenhar do zero a jornada do cliente

Oferecer uma experiência excepcional de compra de produtos ou contratação de serviços deixou de ser detalhe para se tornar elemento crucial para muitos setores. Trata-se de um diferencial que permite hoje aos líderes de mercado atrair e reter clientes, além de reduzir custos e reclamações.

Para atingir este patamar de excelência, as empresas precisam embarcar num processo de transformação que implica redesenhar do zero a jornada de seu cliente. Quem quer ser bem-sucedido tem de primeiramente imaginar a melhor experiência possível para seu cliente e, só então, procurar processos e tecnologias que lhes permitam concretizá-la. A digitalização é um dos elementos importantes desta mudança.

Alguns casos de sucesso demonstram que é possível tornar esta “jornada excepcional” uma realidade. Há exemplos de bancos que conseguiram reduzir substancialmente o volume de informações exigidas em seu formulário de abertura de conta e também eliminar a necessidade de assinaturas de próprio punho. Instituições financeiras da América Latina são bons exemplos de como envolver os próprios clientes nos processos de criação desta “jornada”.

A reinvenção da jornada do cliente “a partir do zero” pode parecer, à primeira vista, estranha ou arriscada. Contudo, se bem conduzida, configura uma poderosa ferramenta para ir além das mudanças incrementais e promover transformações radicais centradas nos clientes.

Segundo a McKinsey, algumas recomendações devem ser atendidas para uma bem-sucedida estratégia de reinvenção da jornada do cliente.

– Desenhar soluções centradas no cliente,

– Mobilizar equipes multifuncionais,

– Desenvolver nova infraestrutura tecnológica,

– Atualizar gradualmente os processos internos;

– Direcionar a adaptação do cliente.

Para obter mais informações sobre o assunto, acesse o link: http://www.mckinsey.com/brazil/our-insights/digitizing-customer-journeys-and-processes/pt-br

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