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Amazon Web Services aborda computação em nuvem em Porto Alegre

A Amazon Web Services realiza, no próximo dia 29 de setembro, em Porto Alegre, o AWS Experience – evento que revela os benefícios da computação em nuvem para empresas de todos os tamanhos. Com objetivo de reunir especialistas para desvendar os variados aspectos da nuvem AWS e seus benefícios, com casos reais de sucesso de clientes, o encontro acontecerá a partir das 8h30 no Centro de Eventos FIERGS (Avenida Assis Brasil, 8787 – Sarandi).

Hoje, a computação em nuvem é uma grande oportunidade para companhias de todas as verticais − oferece agilidade, elasticidade, baixo custo, possibilidade de escala global e gama de produtos e serviços oferecidos. Durante o encontro, profissionais especializados discutirão o tema, incluindo aspectos técnicos de infraestrutura, soluções e tendências tecnológicas, como Internet das Coisas (IoT) e Big Data.

Netflix, General Electric, Magazine Luiza e Gol Linhas Aéreas são algumas empresas que já estão na nuvem da AWS. Em Porto Alegre, a Gerdau, companhia brasileira especializada no ramo da siderúrgica; a ECS, empresa de informática, quarta maior fabricante de placas-mãe para computador do mundo, e Accera, que atua no desenvolvimento de soluções para gerenciamento de suprimentos e demanda, palestrarão no evento e mostrarão, na prática, os benefícios de utilizar a nuvem em seus negócios.

O evento é aberto ao público e as inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio desse site: https://aws.amazon.com/pt/awsexperience/awsexperience-portoalegre/.

Agenda:
Data: 29 de setembro
Horário: 8h30 – 18h30
Local: Centro de Eventos FIERGS – Avenida Assis Brasil, 8787 – Sarandi – Porto Alegre, RS

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Qiwi apresenta novas soluções na TanspoQuip 2016

A Qiwi, empresa especializada em terminais de autoatendimento e micro pagamentos, planeja expandir ainda mais a sua atuação no mercado brasileiro. Com foco no segmento de soluções de recargas para o transporte público, a empresa anuncia a sua participação na nona edição da feira TranspoQuip Latin America (encontro das indústrias de infraestrutura para transporte), promovido pela empresa Real Alliance. O evento será realizado nos dias 04, 05 e 06 de outubro, no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo.

O evento apresentará as principais soluções e serviços para o desenvolvimento das áreas de construção, conforto do usuário, gestão e segurança. Na edição de 2016, a Qiwi apresentará seus terminais de autoatendimento e serviços de pagamento.

O primeiro, chamado de SSK4, pode ser fixado à parede e é voltado para a venda e recarga utilizando cartões de débito e crédito como meio de pagamento. A Qiwi também apresentará o SSK3, terminal de tela dupla que disponibiliza diversos serviços da empresa em um único equipamento.

Paolo Chiarlone, CEO da Qiwi, revela que o mercado é extremamente estratégico para a expansão dos negócios da multinacional. “Estamos há dois anos em território brasileiro, realizando estudos de mercado para tropicalizar as nossas tecnologias e atender as necessidades do usuário, que é carente deste tipo de serviço”. Além da recarga de bilhetes de transporte, a empresa oferece a opção para a compra de créditos em jogos e recarga de celular, bem como consulta de situação fiscal e de crédito. O usuário também pode realizar doações, compra de ingressos, entre outras facilidades.

Além de ser credenciada pela SPTRANS e RIOCARD, a Qiwi já está integrada com os principais sistemas de bilhetagem do país. “Estamos com uma forte estratégia de expansão, com crescimento de uma rede de recargas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Ribeirão Preto. A feira TranspoQuip Latin America nos permitirá apresentar as nossas mais recentes soluções, que visam trazer praticidade aos usuários das mais diversas regiões”, finaliza Fabio.

TranspoQuip

Data: 04 a 06 de outubro

Local: Pavilhão Vermelho – Expo Center Norte

Endereço: Rua Teixeira da Silva, 647 – Paraíso, São Paulo – SP

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BDMG financia criação de plataforma móvel para gerenciamento de processos

Um financiamento do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) contribuiu para a Prime Systems, empresa do Grupo Seculus, de Belo Horizonte, desenvolver a plataforma móvel de gerenciamento de processos de negócios (BPM) denominada PrimeBuilder, que cria e customiza aplicativos com base na necessidade do cliente. O valor do financiamento, por meio da linha Finep Inovacred, foi de R$ 2,9 milhões. Com o êxito da tecnologia, a Prime Systems deu um passo além e lançou uma plataforma de desenvolvimento e um marketplace para aplicativos voltado para pequenos desenvolvedores, o PrimeBuilder Store.

“O BDMG tem atuação destacada no fortalecimento do ecossistema de inovação de Minas Gerais por meio de produtos financeiros direcionados a empresas estabelecidas ou em estágio de crescimento”, afirma Gláucia Anete Ferreira da Silva, gerente de Negócios para Inovação do BDMG. “Esse apoio demonstra o compromisso do BDMG com o desenvolvimento das empresas de base tecnológica de Minas Gerais”. Ela acrescenta que o Banco reestruturou os processos de avaliação do crédito para empresas inovadoras, com o objetivo de dar celeridade à liberação dos recursos.

Evolução

O PrimeBuilder representa uma evolução do Mobile OS, solução para automatizar processos e gerenciar a produtividade de equipes de campo. Com recursos avançados de captura de fotos, leitura de códigos de barra e posicionamento geográfico, permite o acompanhamento on-line de toda a operação, incluindo análise de performance, níveis de serviço, picos de operação, tempo de espera e estatísticas de ocorrências.

O novo projeto se insere no conceito de Gestão de Processos de Negócios Móvel (Mobile Business Process Management), que possibilita a execução e gestão completa através da utilização de dispositivos móveis de comunicação, particularmente tablets e smartphones. A tecnologia vem conquistando o mercado, em especial os setores de logística e de serviços de manutenção.

Esse conceito surgiu da demanda dos clientes de BPM à adequação dos sistemas utilizados em computadores às plataformas móveis, permitindo maior flexibilidade e otimização das novas tecnologias de hardware. Partindo de ações pontuais de desenvolvimento personalizado, roteamento de ferramentas e notificação via e-mail, hoje utiliza as mais sofisticadas tecnologias, adotando recursos do contexto de mobilidade como opções de localização, direção, identidade e pagamento.

Abertura para o mercado

Com o PrimeBuilder Store, a companhia abriu o uso do PrimeBuilder para o mercado em geral. “Ao formatar nosso marketplace, estamos permitindo que uma série de empreendedores digitais, como desenvolvedores, administradores e analistas de processos, possam ter acesso a uma ferramenta robusta para oferecer uma solução completa aos seus clientes, permitindo um atendimento personalizado”, afirma Roberto Willians Azevedo, CEO da Prime Systems.

A ideia é que a beneficiária comercialize soluções de mobilidade no modelo “self service”, sem necessidade de investimento em implantação ou aquisição de licença de uso. Contando com a presença da equipe de desenvolvimento da Prime Systems, o usuário conseguirá projetar, executar e gerenciar um processo completo de negócio. Dessa forma, a Prime Systems passa a atender ao mercado de pequenas e médias empresas. Os poucos “players” que buscam atuar no segmento de MBPM, geralmente, atendem somente às grandes empresas já atuantes nos segmentos de BPM, fornecendo soluções sob demanda.

O PrimeBuilder já é adotado por 55 mil usuários móveis corporativos no Brasil, em mais de 250 clientes, e realiza cerca de 10 milhões de transações diárias. Em alguns deles, analistas de negócio já usam a ferramenta para acrescentar funcionalidades aos seus apps.

De acordo com Mário Luiz, diretor de Operações da Prime Systems, essa base de clientes inspirou a empresa a criar um negócio de escala com base em usuários com conhecimentos de nichos de mercado capazes de conceber aplicativos móveis, mas sem capacidade de executar os conceitos tecnicamente, pois é uma proposta interessante para um desenvolvedor que busca uma segunda fonte de receita ou um analista de negócio que deseja montar a própria empresa.

No PrimeBuilder Store os desenvolvedores podem criar e disponibilizar seus aplicativos. Os apps são publicados em um “container” da Prime nos aparelhos dos clientes finais e a empresa se encarrega da compatibilidade entre os diferentes modelos e sistemas operacionais, além de ir agregando novas funcionalidades para os desenvolvedores. Em troca, a Prime Systems recebe uma porcentagem da mensalidade que os seus clientes cobram dos usuários finais.

Provedor de tecnologia

Mário Luiz acredita que até 2019 essa nova linha de negócios possa responder por metade do faturamento da Prime Systems, que no ano passado foi de R$ 15 milhões. A meta é chegar a R$ 150 milhões até 2020. Com o PrimeBuilder Store, a Prime Systems se torna uma empresa de desenvolvimento de soluções de mobilidade que busca se transformar num provedor de tecnologia, ampliando sua escala.

O mercado norte-americano é o próximo alvo da empresa, que investe R$ 5 milhões no processo de internacionalização. “Nosso grande diferencial é a capacidade de transformar os negócios dos nossos clientes, melhorando sua produtividade. É uma característica que está presente no nosso DNA e faz a empresa inteira vibrar.” De acordo com Roberto Azevedo, a parceria com o BDMG aconteceu num momento de grande importância para a empresa, “pois nos deu a alavancagem necessária para desenvolver o produto”.

Com 80 funcionários, a Prime Systems integra o tradicional Grupo Seculus, conglomerado empresarial composto por dez organizações controladas por uma holding de capital privado. O grupo atua nos segmentos financeiro, imobiliário, industrial, tecnologia da informação e comércio de relógios.

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Iguatemi adota Bot no Facebook Messenger para seus shoppings

A Iguatemi Empresa de Shopping Centers adotou o Bot – contração da palavra robot, em inglês – dentro da ferramenta do Facebook Messenger, que permitirá a interação instantânea entre os shoppings e seus clientes. Pioneiro, o grupo é a primeira empresa de shoppings a utilizar a plataforma. A partir desta terça-feira (27/09), os consumidores do Iguatemi São Paulo já contarão com este canal automatizado e, ao longo das próximas semanas o serviço também será disponibilizado para os outros empreendimentos da rede.

Com o objetivo de otimizar o relacionamento, o Iguatemi Bot permite que os consumidores tenham acesso a um assistente virtual, que enviará rápidas respostas sobre questionamentos diversos, como programação do cinema e informações gerais sobre lojas, atendendo a mais de 170 mil seguidores que acompanham o shopping no Facebook. Além disso, a ferramenta poderá direcionar o cliente para o atendimento direto com a equipe do empreendimento. A Iguatemi segue realizando estudos de programação para que este SAC automatizado seja enriquecido e traga as informações de forma cada vez mais eficaz.

“Inovação é um dos principais pilares da Iguatemi. O Iguatemi Bot fortalece o trabalho contínuo da companhia em aprimorar, cada vez mais, a experiência de nossos clientes dentro e fora do shopping, inclusive, no ambiente digital. Sempre buscamos a excelência no atendimento e o Bot chega para complementar o nosso serviço. Com ele, a comunicação com o consumidor será imediata, facilitando a busca por informações”, afirma Aline Zarouk, diretora de marketing da Iguatemi Empresa de Shopping Centers.

Para utilizar o canal, basta acessar a página do shopping no Facebook (www.facebook.com/iguatemisp) e abrir a janela de conversa do Messenger para iniciar o atendimento.

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Lei de repatriação de recursos do exterior é avaliada em evento na Fiep

Na tarde do dia 3 de outubro será realizado seminário sobre o Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT) com o intuito de atualizar informações sobre a Lei nº 13.254 que diz respeito à repatriação de recursos do exterior.

A adesão termina em breve, no dia 31 de outubro. A anistia envolve a apresentação de declaração única de regularização e o recolhimento de 15% de imposto mais 15% de multa, totalizando 30%, para quem tem bens ou direitos de origem lícita, não declarados ou declarados incorretamente, remetidos, mantidos no exterior ou repatriados por residentes ou domiciliados no País.

Na programação, serão feitas três exposições. A primeira delas sobre a operacionalidade da adesão ao RERCT com Paulo Ricardo de Souza Cardoso, secretário-adjunto da Receita Federal. Na sequência, o tema será tratado por Heleno Torres, conselheiro do CONJUR da Fiesp e professor de Direito Tributário da USP. E, por último, as questões penais ficarão a cargo de Rodrigo de Grandis, procurador da República em São Paulo e professor de Direito Penal Econômico na Pós-graduação da Faculdade de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Também será debatida a Instrução Normativa RFB nº 1.627/2016 que traz procedimentos sobre a adesão ao programa de regularização.

Segundo a Receita Federal, apesar de uma expectativa de maior adesão, já foram contabilizados R$ 6,2 bilhões de arrecadação. A previsão de arrecadação é da ordem de R$ 35 bilhões.

O tema repatriação, debatido no Fórum Global sobre Transparência desde 2010, tem o intuito de promover o intercâmbio de informações para fins tributários entre países. A iniciativa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) tem em sua gênese o 11 de setembro, pois entendeu-se que o terrorismo necessita de financiamento e é preciso governança sobre os ativos mundiais. A repatriação de ativos é preparatória para o novo modelo global de troca de informações a ser implementado a partir de 2018.

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5 startups de economia colaborativa para quem quer ganhar uma renda extra

Muitas pessoas que não se conhecem, mas têm necessidades e interesses bem parecidos estão trocando, dividindo e compartilhando bens e serviços por meio de sites e aplicativos. Essa nova tendência do século 21, chamada de economia colaborativa, já está presente na vida de muitos brasileiros, tanto os que querem economizar com alguns serviços, quanto e principalmente quem busca uma renda extra.

Segundo um relatório da IE Business School, feito em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), O Brasil já é o líder entre os mercados latino-americanos em iniciativas de serviços compartilhados. Veja cinco serviços de economia colaborativa, de comidas caseiras à leitura digital que permitem ganhar um dinheiro a mais no final do mês.

Eu Entrego
O Eu Entrego, nasce com a missão de revolucionar o sistema de entregas brasileiro. Ele funciona como um aplicativo que conecta pessoas e empresas à comunidade de entregadores independentes, oferecendo uma alternativa fácil, flexível e de baixo custo para levar ou trazer qualquer coisa de qualquer lugar 24 horas por dia, sete dias por semana. Para se tornar um entregador no aplicativo, o Eu Entrego faz uma extensa pesquisa sobre o candidato, que precisa ter ficha limpa. Os entregadores independentes podem ganhar até R$3.000,00 por mês com liberdade de carga horária. Para mais informações: https://www.euentrego.com/#/

Localchef
Disponível atualmente na Região Metropolitana de São Paulo, a Localchef oferece opções de comidas caseiras, de acordo com a proximidade do usuário que faz o pedido. O interessado que deseja solicitar um pedido acessa o site da startup, digita o CEP da sua residência e encontra uma lista de cozinheiros dentro de um raio de dez quilômetros. Para os cozinheiros que desejam fazer parte da plataforma, é recomendado ter um histórico prévio de preparação de pratos para encomendas, depois basta fazer o cadastro no site da Localchef, informando o tipo de prato que cozinha – como marmita, massas, pães, doces e etc. – e enviar imagens tanto do local de trabalho como dos pratos. Após esse processo, é feita uma triagem pela equipe da startup, com realização de entrevista. Para mais informações: www.localchef.com.br

Superela
O Superela é um portal de empoderamento feminino com textos de colunistas e fórum de discussão sobre assuntos do universo feminino, como amor, sexo e relacionamento. Uma das frentes da startup é o Super Profissionais, uma categoria que funciona como um marketplace de profissionais para o universo feminino. Lá, profissionais, como psicólogos, coaches, astrólogos, tarólogos, maquiadores, consultores de estilo e imagem, da saúde e bem estar, podem se cadastrar com o objetivo de facilitar o encontro de quem busca a ajuda de profissionais qualificados para realizar atendimentos online ou presenciais. www.superela.com/super-profissionais

Social Comics
O Social Comics é o primeiro streaming de quadrinhos auditado pelo IVC (Instituto Verificador de Comunicação), e funciona como a Netflix, mas das HQs. A plataforma prioriza artistas independentes, que são avaliados por uma curadoria. O sistema de monetização aos artistas é baseado em páginas lidas e não por título, algo inovador nesse mercado. Os pagamentos de direitos autorais são distribuídos de acordo com a visualização. Conteúdos com mais leitura recebem uma fatia maior, de forma proporcional. A página só é contabilizada uma vez a cada 24 horas por usuário, então, quanto mais usuários, maior o tíquete ganho, e quanto mais conteúdo no ar, maiores as chance de atrair usuários. Mais infos baixando o arquivo no link: https://www.socialcomics.com.br/artistas

F(x)
A F(x) é uma fintech, startup que atua no setor financeiro. A plataforma ajuda empresas de médio e grande porte a encontrar instituições financeiras dispostas a conceder crédito. Para auxiliar nas transações, a rede conta com consultores especializados na área. Entre eles: ex-bancários, advisors financeiros, advogados e contadores que queiram ter uma renda extra. Esses profissionais geram negócios e são remunerados diretamente pela empresa que contrata a plataforma na obtenção de crédito. Para mais informações: www.fdex.com.br

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Chega ao Brasil The Next Startup, uma oportunidade para empreendedores transformarem suas ideias em realidade

Os empreendedores que desejam tirar suas ideias do papel terão uma grande chance de transformar o sonho em realidade. Estão abertas as inscrições para o The Next Startup, uma iniciativa de apoio a novos negócios que começou em Portugal em 2010 e se consolidou como um forte incentivo aos empreendedores de todos os níveis. Universia, a maior rede ibero-americana de cooperação acadêmica, será co-realizadora.

“The Next Startup visa impactar todas as pessoas que têm uma ideia inovadora e criativa e queiram transformá-la em algo palpável”, explica Miguel Queimado, Diretor da DreamShaper, startup idealizadora do projeto em Portugal e presente no Brasil desde 2014. Por isso, o objetivo não é que apenas empreendedores natos se inscrevam. “Queremos atingir o empreendedor que já tem uma startup ou microempresa, mas também todas as outras pessoas que têm alguma ideia e que queiram fazer dela algo rentável, ainda que lhes falte a experiência no assunto”, afirma o Diretor.

The Next Startup terá duas etapas (ambas online): geração do plano de negócios realizada na plataforma da DreamShaper com orientações em cada tela para o usuário; e, para todos os projetos que completarem a ferramenta, feedback por júri especializado, mentoria e exposição às principais organizações do ecossistema empreendedor.

Podem se inscrever os brasileiros acima de 18 anos, até o dia 30 de setembro. A etapa inicial (plataforma DreamShaper) termina em 30 de novembro e a etapa final (feedback, mentoria e exposição) em 16 de dezembro. Os projetos serão analisados de acordo com cinco critérios – viabilidade econômico-financeira, utilidade pública, inovação, motivação e equipe – dentro de cinco categorias – indústria, comércio e serviços, web e mobile, alta tecnologia e empreendedorismo social.

O valor da inscrição é de R$ 99,00. Todos os inscritos receberão o plano de negócios criado pela plataforma (em arquivo exportável formato PDF).

A co-realização do The Next Startup será feita por Universia, que possui uma rede de relacionamento de mais de 400 grupos educacionais no Brasil. “Divulgaremos o projeto entre os nossos parceiros a fim de incentivar o sonho do empreendedorismo. Essa é uma oportunidade para os jovens universitários terem acesso a uma plataforma que auxiliará na profissionalização e consolidação de seus negócios”, afirma Luis Cabañas, Diretor Geral da Universia.

A Dreamshaper, que chegou ao Brasil por meio da Fundação Lemann e hoje tem parceria com a Subsecretaria de Empreendedorismo do Governo do Estado de São Paulo, também contribui com a educação empreendedora e é utilizada por instituições de ensino que trabalham a temática. Todo o conteúdo oferecido e apresentado foi desenvolvido com o apoio de professores de Harvard e Stanford.

Veja as etapas do processo:

18/08 a 30/09 – Inscrições
30/09 a 30/11 – Criação plano de negócios – plataforma DreamShaper
31/11 a 09/12 – Feedback por júri especializado e mentoria
09/12 a 16/12 – Exposição às principais organizações do ecossistema empreendedor (aceleradoras, investidores, co-workings).

Para acessar as perguntas frequentes e termos de uso, acesse aqui. http://thenextstartup.com.br/

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Carta aberta de um investidor para Michel Temer

* Por Allan Pires

“Verba volant, scripta manent”. Presidente Michel Temer, se eu pudesse escrever uma carta diretamente a você pediria a sua ação direta para o reajuste e gestão efetiva das contas públicas. Naturalmente, uma proposta séria de ajuste das contas traria confiança ao mercado internacional para a realização de investimentos produtivos ou financiamentos de longo prazo. Sei que os desafios a serem enfrentados são muitos, mas como creio que com uma economia pulsante tudo fica mais fácil, um não aumento da carga tributária promoveria um ambiente receptivo para investimento.

Na física e na administração há o ditado: “o que não se mede, não se gerencia”. Um ajuste de contas mediaria os custos e despesas da chamada administração direta – fortemente representada pelo inchaço do funcionalismo público, responsável por comer mais de 80% das nossas contas públicas. Isso também é causado pelo descontrole da previdência social e das despesas financeiras relacionadas aos empréstimos feitos pelo governo com fins de custeio ou investimentos.

O governo tem de pagar juros de empréstimos que ele mesmo já realizou. E o que sobra? É o que chamamos de capacidade de investimento da máquina pública, ou seja, o dinheiro que se pode investir – indicador importante para se acompanhar. E, como sabemos, o crescimento em qualquer País se dá por duas maneiras: através de investimento ou de crédito.

Nos anos de prosperidade do governo Lula, a população acelerou o consumo de bens e o carro é um exemplo deste período. As ações do governo geraram uma tomada desenfreada de empréstimos pelos brasileiros. Ficou fácil financiar. Fácil demais. Com o slogan “pague em 60-80x”, a população não estava mais interessada no valor total do veículo, mas quanto elas iriam pagar por mês. Hoje, vemos que esse modelo não é sustentável. Por sinal, um comportamento idêntico ao adotado pelos dois últimos governos.

O modelo sustentável de crescimento em qualquer País, então, depende única e exclusivamente de investimento. E esse investimento é feito por quem? Pelo governo ou pela iniciativa privada. Como há baixo investimento ou captação de novos recursos, a segunda opção é a que melhor se encaixa. Contudo, as altas taxas de juros inibem esse movimento. Adicionalmente, o mercado está sem confiança. Então, para qualquer um investir é preciso saber se o público-alvo está disposto a comprar e qual o potencial deste mercado. No momento, nenhum dos dois se apresenta claramente em um cenário de curto prazo.

Sei que nesta viagem à China – sua primeira missão oficial como líder do País – o desafio maior foi atrair mais investimentos a partir de encontros bilaterais com empresários e governos. Entretanto, qual será a base de confiança a ser utilizada para que essas organizações globais voltem a olhar para o Brasil? Há uma necessidade urgente de redesenhar o sistema econômico brasileiro. Precisamos de um choque de gestão.

Pense comigo. Historicamente, muitos países aumentam a taxa de juros quando a inflação está alta como forma de desincentivo ao consumo. Então, por que a taxa de juros brasileira é sempre alta? Não importa se estamos crescendo ou em crise, o cenário é sempre o mesmo. Nossa taxa básica SELIC está em 14,25% enquanto que nos Estados Unidos e na Inglaterra sua correspondente está em 0,5%.

Isso é duro de explicar para as pessoas. Qualquer especialista pode confirmar que o governo anterior não geriu as contas públicas da maneira certa. Gastou-se mais do que se poderia, comprometendo o futuro do País. Segundo o Tesouro Nacional, os nossos endividamentos internos e externos já somam R$ 2,87 trilhões, ou seja, a capacidade de investimento do governo hoje é limitada.

Sinceramente, não queria estar na sua pele. O cenário, como vimos, é extremamente adverso. Porém, como investidor, faço uma analogia que representa o sentimento da nossa classe. Quem passa por uma dieta alimentar para perder peso sabe que, antes de emagrecer, é preciso parar de engordar. Hoje o Brasil parou de engordar. Agora é preciso adotar as medidas necessárias para emagrecer. Ou seja, ter mais agilidade para produzir riquezas e um bem-estar melhor para toda a sociedade.

Mediante a situação de caixa do governo, a única forma de acelerar a economia é por meio da iniciativa privada. A demanda por investimentos em infraestrutura como a criação de novas rodovias ou portos impacta diretamente na economia. O Brasil necessita de investimentos contínuos do setor privado e as concessões se tornam fundamentais na área de infraestrutura. No setor de agronegócio, por exemplo, os portos brasileiros são ineficientes pelas longas filas. O trajeto é sempre sofrido, pois você também utiliza a estrutura rodoviário-metroviária e os atrasos no desembarque das matérias-primas podem acarretar altos prejuízos, pois existem produtos que dependem do tempo.

Analisando este cenário, poderíamos ser muito mais competitivos se tivéssemos melhor infraestrutura. Não podemos contar somente com a desvalorização do Real, devemos ser bons competidores em qualquer moeda. Há investidores de olho no sistema portuário brasileiro e com intenção de expandir o seu portfólio em outras áreas. Contudo, a não clareza no processo de concessões ou permissão de novos investimentos neste setor afasta a participação do setor privado e a nossa ineficiência continua crescendo.

Quando melhoramos a infraestrutura, e o custo Brasil, a tendência é que os negócios decolem. Para que isso aconteça, peço para que nos dê mais condições. Veja, não estou falando em dinheiro. O seu papel como líder é gerir de forma efetiva as contas públicas de maneira que sobre caixa para o governo realizar investimentos. Em relação à percepção de risco-Brasil, esperamos uma melhora na taxa de juros. Sentir-me-ei mais estimulado para investir se o governo me conceder espaço para impulsionar áreas que o País tanto carece. Com isso, sobra mais tempo para o governo focar no que é básico e de direito do brasileiro como saúde, educação e moradia.

Allan Pires, CEO para a América Latina e Texas da multinacional dinamarquesa Targit

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Capgemini: 68% das empresas não possuem uma estratégia de IoT

A Capgemini, um dos líderes globais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e a Sogeti, sua subsidiária de serviços de tecnologia e engenharia, lançam o Relatório Mundial sobre Qualidade 2016 (World Quality Report), publicado em conjunto com a Hewlett Packard Enterprise (HPE). O levantamento, que examina a qualidade das aplicações e dos testes em diversos setores em 32 países, revela que apesar de 85% das empresas alegarem que utilizam IoT (Internet of Things, da sigla em inglês) em suas operações, mais de dois terços (68%) dessas organizações não possuem uma estratégia de teste voltada a IoT.

As empresas, pressionadas para implementar novos produtos e serviços digitais, acham difícil encontrar um equilíbrio entre qualidade e velocidade de desenvolvimento, principalmente quando se trata de IoT. A parcela do orçamento deste ano dedicada à garantia da qualidade (QA) e aos testes caiu 31%, após um aumento significativo e preocupante de 18% para 35% durante os anos anteriores. Apesar da redução registrada neste ano, a previsão geral é que os gastos aumentarão para 40% em 2019.

Garantia da qualidade e testes contribuirão para o ganho de eficiência e para manter os custos baixos

O Relatório Mundial sobre Qualidade deste ano revela que muitas empresas estão adotando máquinas inteligentes para cortar custos e gerar eficiência. A crescente adoção de tecnologias digitais está consumindo grande parte do orçamento, e as empresas estão tendo dificuldade para equilibrar a inovação e o custo, sendo que 48% não estão conseguindo atender às necessidades conflitantes que surgem quando administram vários ambientes de teste. Para combater essa dificuldade, o relatório aponta para a necessidade de investir mais na garantia da qualidade baseada em inteligência para identificar e prever problemas de qualidade antes que ocorram.

A adoção de testes ágeis e do DevOps continua crescendo

O relatório deste ano também revela um aumento na adoção de metodologias de teste ágeis e de DevOps para ajudar as empresas a lançarem novos produtos e serviços mais rapidamente. Porém, 44% delas estão relutantes em envolver as equipes de teste na fase inicial do planejamento, acreditando que isso inibirá a velocidade, inadvertidamente colocando a segurança da empresa em risco. O levantamento mostra que os desafios de implementação de DevOps vão muito além de questões ligadas à garantia de qualidade e riscos ao negócio, e que, caso não seja possível quebrar os silos criados pelas unidades de negócios, os benefícios do DevOps são reduzidos. Em uma tentativa de equilibrar os custos adicionais dessas novas tecnologias, 40% das empresas estão adotando análises preditivas para automatizar o processo de teste o máximo possível.

“O Relatório Mundial sobre Qualidade mostra que as empresas devem, cada vez mais, adotar uma abordagem estratégica e madura em relação à garantia da qualidade e aos testes. A transformação digital oferece uma enorme oportunidade de crescimento, que só pode ser aproveitada se o engajamento entre o cliente e outros stakeholders for melhorado de forma ativa. As empresas devem ser proativas na tarefa de eliminar os gargalos existentes entre o negócio, o desenvolvimento, a qualidade e as operações, usando testes ágeis e DevOps para priorizar a geração de valor para o cliente e a relevância para o negócio. Para manter uma margem competitiva, os departamentos de teste e garantia da qualidade devem se voltar à automação do ecossistema, à análise preditiva e às atividades de teste baseadas na inteligência, para poderem garantir resultados para o negócio”, comenta o membro do comitê executivo do grupo e líder da linha global de serviços de testes do Grupo Capgemini, Hans van Waayenburg.

“Como nossas interações e relacionamentos estão sendo baseados em softwares, o foco dos testes passou a ser a experiência completa do cliente”, explica Raffi Margaliot, vice-presidente e gerente geral de gestão de entrega de aplicativos da HPE Software. “O relatório desse ano destaca que a segurança, a experiência do cliente e a qualidade são mais importantes do que nunca. Esses elementos são fundamentais para garantir que as organizações obtenham a velocidade e alcance necessários para terem sucesso”.

À medida que cresce a importância do papel da internet das coisas para as operações do negócio, todas as empresas devem adotar uma estratégia baseada em riscos, que crie um ecossistema de testes seguros. Para isso, o relatório recomenda que invistam em soluções as-a-service (como serviço) para a gestão do ambiente, gestão dos dados e execução dos testes, bem como níveis superiores de engenharia em suas equipes, para que possam manter a integridade do sistema e impulsionar a inovação.

Metodologia de pesquisa

O Relatório Mundial sobre Qualidade, que neste ano entrevistou 1.600 pesquisados de 32 países, é o único relatório global que analisa as tendências da área de qualidade e testes de aplicações. Elaborado anualmente desde 2009, e hoje em sua 8ª edição, o relatório de 2016 adotou o método de coleta de dados via web e por telefone. Baseado na análise das respostas de seis grupos (CIOs, VPs de aplicações, diretores de TI, gerentes de testes e garantia da qualidade, CDO/CMO e CTO/ líderes de produtos), o relatório entrevistou executivos de todo o mundo por meio de questões quantitativas seguidas de discussões qualitativas.

Outras informações

Para baixar uma cópia integral do Relatório Mundial sobre Qualidade 2016, acesse www.worldqualityreport.com

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Compliance tributário precisa estar no foco da gestão de empresas, afirma consultor

Carlos Nascimento, especialista em soluções fiscais e tributárias da Thomson Reuters fala sobre a Sped Fiscal e compliance tributário em Café da Manhã Fiscal, em Curitiba, organizado pela empresa de tecnologia 4Results em parceria com o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças – IBEF PR. Com o Tema “Cenário Fiscal Atual e as Projeções Futuras”, o palestrante apresentou um cenário fiscal em transição, que impõe forte mudança cultural com a quebra de paradigmas. Veja como foi o evento, que aconteceu no Palacete dos Leões, sede do BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul.

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Padtec recebe prêmio de inovação por tecnologia desenvolvida no Brasil

O projeto do repetidor óptico submarino e o próprio esforço de pesquisa e desenvolvimento conduzido pela Padtec, ao longo de seus 15 anos de existência, acabam de receber um reconhecimento importante: o Prêmio Anuário Tele.Síntese de Inovação em Comunicações, concedido à empresa em duas categorias. A cerimônia de premiação, realizada ontem (26/09) pela Momento Editorial, marcou também o lançamento da edição 2016 do Anuário Tele.Síntese de Inovação em Comunicações, que foi elaborado a partir de pesquisa junto a mais de cem empresas do setor que atuam no Brasil.

Um júri de especialistas escolheu os produtos e serviços mais inovadores, em um universo de aproximadamente 150 projetos inscritos, divididos em cinco categorias. A Padtec foi premiada como Destaque de Tecnologia Nacional e, também, na categoria Fornecedores de Produtos de Comunicações – neste caso, com o projeto do Repetidor Óptico Submarino, que faz parte de sua solução completa para redes submarinas.

“É com orgulho que, mais uma vez, recebemos esse reconhecimento como empresa nacional de alta tecnologia que investe em pesquisa e desenvolvimento brasileiros”, enfatiza Manuel Andrade, CEO da Padtec. “O repetidor óptico para sistemas submarinos desenvolvido pela Padtec – em um projeto que começou em 2012 – é um exemplo de esforço em P&D que se mostrou muito promissor para a empresa. Demos um passo importante ao entrar nesse mercado, que já nos rendeu um primeiro contrato firmado com o Google, uma das principais empresas de tecnologia do mundo”, completa.

Além do repetidor óptico, a solução turnkey da Padtec para sistemas submarinos inclui os equipamentos para a planta terrestre (SLTE – Submarine Line Terminal Equipment), cabos ópticos submarinos (por meio de parcerias internacionais) e os serviços de implantação, operação e manutenção das plantas submersa e terrestre, bem como a estrutura de gerenciamento e suporte.

Solução completa para sistemas submarinos

Com grande expertise em sistemas DWDM para backbones ópticos, a Padtec atende às oportunidades do mercado com uma solução completa para sistemas de comunicação óptica submarina, que inclui amplificadores ópticos, cabo óptico submarino, equipamentos SLTE, implantação das plantas submersa e terrestre, além da estrutura de gerenciamento e suporte.

Para redes submarinas já existentes, a Padtec oferece serviços de operação e manutenção com embarcação própria. Em 2014, a Padtec realizou um teste da sua solução (Sea Trial) no mar do Caribe, que contou com a presença de clientes e autoridades. Os interessados podem assistir ao vídeo do Sea Trial pelo link www.padtec.com.br/plataforma/redes-submarinas/#case-144 .

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Huawei lança estudo sobre desenvolvimento da indústria Best-UHD

A Huawei divulgou o seu estudo “Desenvolvimento da Indústria Best-UHD” que revela as oportunidades para a indústria de vídeo bem como uma série de desafios para o desenvolvimento da tecnologia de altíssima definição, também conhecida como UHD (Ultra-High Definition).

O estudo aponta que os serviços de vídeo UHD serão fundamentais para redes de banda ultra larga e que o Best-UHD ultrapassará a experiência de áudio e vídeo oferecida pelos serviços HD (alta definição). À medida que os serviços 4K e UHD entram na fase de rápida evolução, o desenvolvimento da indústria UHD enfrenta uma série de desafios. A Huawei acredita que apenas a cooperação da indústria possa resolver estes problemas e ajudar a melhorar a experiência do usuário, bem como a percepção dos serviços de vídeo UHD.

Isto pode ser feito com a definição das características fundamentais da UHD: criação de um padrão de excelência associado a um sistema de avaliação mensurável; a construção de uma nova arquitetura de serviço que seja a mais apropriada para o desenvolvimento do vídeo UHD composta pela arquitetura IP, plataformas em nuvem e terminais; o fornecimento das melhores operações para conteúdo e serviços em vídeo UHD e o desenvolvimento de um ecossistema de cooperação para a indústria de vídeo UHD.

“O desenvolvimento da indústria de vídeo UHD baseia-se na entrega de uma nova geração dos serviços de audio e video aos usuários finais tornando-se muito mais imersivos, interativos e obviamente melhor que o tradicional HD. Será vital aproveitar as redes IP para acelerar a evolução de serviços de video e utilizar a tecnologia de nuvem para reduzir ainda mais os custos e melhorar a eficiência. Enquanto isto, as operadoras de vídeo e provedores de conteúdo devem explorar positivamente este novo modelo de negócio com terminais, conteúdo e redes de banda larga para promover a renovação dos negócios e facilitar o desenvolvimento sustentável da indústria UHD”, disse Zhou Chengdong, vice-presidente da linha de produtos para serviços digitais da Huawei.

Para mais informações sobre o estudo, acesse http://www.huawei.com/en/news/2016/9/huawei-uhd-white-paper.

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Empreendedor que levantou R$ 50 milhões de investimentos lista 5 dicas para startups que buscam capital

Por Federico Vega, CEO da CargoX

A procura de capital para um negócio é como vender uma oportunidade de investimento que se espera traduzir em um retorno financeiro no futuro. É importante mostrar para os investidores porque o negócio vai gerar dinheiro e como pode ser melhor do que os concorrentes e fornecer mais lucros. Em outras palavras, ao empreendedor que procura vender o seu modelo de empresa para conseguir apoio financeiro, é importante se atentar a cinco dicas:

1. Equipe de pessoas fortes: Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, o conceito do negócio é “menos” importante do que a equipe que vai executá-la. Uma boa ideia não vai se reverter em uma empresa grande sem uma equipe de pessoas comprometidas e com talento suficiente para a realização. O background dos fundadores e do time é um ponto significativo na análise do investidor.

A CargoX, por exemplo, foi criada por um grupo profissional com experiências complementares em todas as áreas chaves. É importante que os primeiros membros do grupo consigam executar a visão do negócio e tenham capacidade profissional e humana para conseguir ocupar as posições executivas mais sêniores quando o tamanho do negócio estiver grande.

2. Focar em indústrias tradicionais: É mais fácil conseguir capital se a startup focar em eficiência tecnológica e atuar em setores tradicionais. Inventar novas indústrias, como, por exemplo, o Facebook criou o social media, é muito mais complexo e arriscado. A diferença dos EUA em relação ao Brasil é que os investidores preferem empresas que inovam em indústrias existentes e não que criam novas.

A CargoX optou por apostar em modernidade e tecnologia em um mercado tradicional, como o transporte de cargas. Para isso, reuniu uma equipe de pessoas das áreas de transporte e de TI.

3. Tamanho de mercado: As startups representam um investimento de retorno incerto e, por este motivo, os investidores esperam receber recompensas muito altas para compensar o risco. É importante visar em negócios com mercado consolidados.

Em nosso caso, por exemplo, o setor de transporte de cargas é uma das maiores indústrias do Brasil, com uma receita de mais de R$100 bilhões. Quando os investidores avaliaram um investimento na CargoX, sabiam que se a empresa conseguisse atingir pelo menos 5% do mercado, o negócio já seria bilionário.

4. Tecnologia e inovação: Os empreendimentos com componentes de tecnologia e inovação são os mais propensos a receber aportes financeiros. Isto acontece porque essas características conseguem gerar modelos de negócio de alto crescimento, que exigem um investimento de capital humano inicial relativamente baixo. A tecnologia e inovação também conseguem diferenciar a startups dos concorrentes tradicionais que geralmente carecem de capacidade de renovação e conhecimento tecnológico.

5. Mentores e investidores pessoa física: Antes de focar as energias em pegar grandes somas de dinheiro, é importante se rodear de pessoas experientes que podem trazer conhecimento e relacionamento ao negócio.

A CargoX começou com um investimento de R$ 30 mil reais aportados pelos fundadores. Esse valor foi suficiente para desenvolver o site e conseguir os primeiros clientes. Já com o negócio rodando, a empresa focou-se em conseguir fundadores e parceiros experientes na área de logística e criação. Nos meses que seguiram, a empresa somou profissionais como o fundador da Uber, o fundador da Coyote Logistics e o CEO da DHL como diretores e investidores. Estas pessoas trouxeram dinheiro, experiência e relacionamentos para crescer o negócio e posteriormente a conquistar R$ 50 milhões de investidores de primeiro nível, como o banco de investimentos Goldman Sachs e a Valor Capital Group, do COO da Google. O processo desde os primeiros investimentos até a rodada de R$ 50 milhões durou 2 anos.

Por último, a dica mais importante é: nunca desista e esteja preparado para ser rejeitado. Como falava o Babe Ruth: “É difícil de bater uma pessoa que nunca desiste”.

Federico Vega, formado em Ciências Econômicas e pós-graduado em Engenharia Financeira na Universidade de Southampton (Inglaterra). Atualmente é CEO da CargoX,(http://www.cargox.com.br) – primeira transportadora do Brasil impulsionada por tecnologia e inovação, que opera conectada a uma rede de mais de 100 mil caminhoneiros autônomos.

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Telit e Intel firmam parceria para o desenvolvimento de plataformas IoT para Internet das Coisas Industrial

A Telit, líder global em Internet das Coisas (IoT), anuncia sua parceiria com a Intel® para o desenvolvimento da arquitetura de múltiplas plataformas do Intel IoT para a Internet das Coisas Industrial. A solução, já disponível para comercialização, consiste em arquitetura e produtos de referência para implantações de ponta a ponta com a tecnologia inovadora Telit deviceWISE, que incluí uma extensa biblioteca de drivers e cloud readliness embutidos – dando às empresas um salto instantâneo para o IoT Industrial.

A colaboração entre Telit e Intel oferece benefícios imediatos para o monitoramento e controle remote de máquinas, produção de diagnósticos e manutenção preventiva para todos os mercacos e industrias ao redor do globo. Negócios que implementam as soluções da Plataforma Tecnológica Intel IoT podem rapidamente estabelecer e prever sua estratégia IoT, conectar legados e novos sistemas, ajudar na transmissão de dados de forma segura entre dispositivos de ponta e a nuvem, e economizar recursos para o futuro. Com suporte para múltiplos sistemas operacionais e níveis de desempenho do processador, as soluções baseadas no Intel Iot Gateway Tecnology vom deviceWise são escaláveis e capazes de atender às necessidades de uma larga escala de aplicações

“No início deste ano, a Telit anuncioua formação de sua unidade de negócios voltada ao IoT Industrial e nossa parceria com a Intel cria uma nova forma para empresas implementarem a Internet das Coisas,” comenta Fred Yentz, CEO da Telit IoT Platforms. “A Intel adotou a arquitetura da plataforma deviceWISE por sua superior inteligência de ponta, conectividade pronta para a nuvem e integração para sistemas empresariais”.

“O ecossistema é fundamental para a estretégia Iot da Intel,” diz Doug Davis, Vice-Presidente Senior do Grupo Internet das Coisas da Intel. “Parcerias com empresas como a Telit permitem à Intel fornecer blocos de construção chave aos nossos clientes para para dimensionar e impulsionar o crescimento de suas soluções de Internet das coisas facilmente”.

A Intel e a Telit publicaram conjuntamente um resumo do produto entitulado “A Faster, Simpler Way to Turn Edge Data into a Business Asset,”(ou, em português, “Um Jeito Rápido e Simpls de Transformar Dados de Ponta em um Ativo de Negócios”), ilustrando como o deviceWISE pode transformar qualquer plataforma de desenvolvimento Intel IoT em uma base sólida para a Internet das Coisas Industrial, aproveitando estas vantagens poderosas

1. Alta Performance que permite analyses em praticamente tempo real, tomada de decisão local e controles de processos mais rigorosos

2. Avançada Segurança e Proteção de Dados contra Ataques Custosos

3. Escalabilidade para diversos níveis de requerimentos para performance de gateway

4. Capacidade de gerenciamento para serviços e upgrades remotos com segurança

5. Implementação rápida e mais flexível com uma plataforma que suporta sua escolha de sistemas operacionais e aplicações de ecosistema, permitindo a aceleração para chegada aos mercado.

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NOS Furniture disponibiliza peças de design que recarregam a bateria de gadgets

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A modernidade presente na vida atual contribuiu para a evolução dos mobiliários e permitindo facilidades tanto nas horas de trabalho ou lazer. A NOS Furniture − marca brasileira de design autoral criada pela empresária Larissa Vanzo – conectada à evolução, incorpora nas tradicionais mesas Fifties, Jet e Half, assinadas pelo arquiteto Guilherme Torres, a tecnologia de indução que permite recarregar a bateria dos gadgets de maneira mais rápidas e práticas, e o mais importante, sem a utilização de fios, cabos ou plugs. A funcionalidade agregada as mesas, graças ao processo de indução, permitem maior liberdade para unir a casa ao escritório.

Carregamento por indução: um transmissor produz a corrente no campo magnético ao redor, e a carga no ar produz a corrente na bobina de um receptor que então carrega o dispositivo.

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Atos lidera o ranking do Índice Dow Jones de Sustentabilidade no setor de TI

A Atos, líder internacional em serviços digitais, integra, pelo quinto ano consecutivo, o Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI). Em 2016, o desempenho da companhia foi reconhecido tanto pelo Índice mundial quanto pelo europeu e, pela primeira vez, foi classificada como líder do setor de TI. Na recente edição, a Atos alcançou a expressiva pontuação total de 84, de um máximo de 100 pontos, com destaque aos desempenhos obtidos pela empresa nos aspectos econômicos, ambientais e sociais.

Com base na Corporate Sustainability Assessment, avaliação anual de mais de 3.800 empresas, a RobecoSAM e a S&P Dow Jones Indices acabam de publicar os resultados do DJSI 2016, compilando um dos principais bancos de dados de informações financeiramente relevantes sobre sustentabilidade. O desempenho da Atos no ranking, reconhecido globalmente pelo DJSI no mundo e na Europa, demonstra o compromisso da companhia em enfrentar os mais exigentes desafios de sustentabilidade do século 21. Para Thierry Breton, Chairman e CEO da Atos: “Estamos orgulhosos pelo desempenho da Atos em Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa ter sido reconhecido pelo DJSI, colocando-nos como líderes do setor em 2016. A premiação reflete nosso compromisso contínuo e duradouro em colocar o desempenho extra financeiro no centro de nossa estratégia corporativa. É por isso que a Atos também produziu um Relatório de Responsabilidade Corporativa integrado que recebeu, pelo segundo ano consecutivo, a mais alta qualificação por parte da Global Reporting Initiative, com a abrangente opção GRI G4. Nós, na Atos, queremos ter um papel de liderança global no uso de tecnologia digital a fim de criar uma sociedade mais sustentável e valores duradouros para nossos clientes.”

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Brazilian machinery and equipment Industry presents technological solutions at the FIB 2016

Organized by the BMS Program, Brazilian companies will participate in the 31st International Fair in Bogotá in September

The machinery and equipment Brazilian industry will be represented by 17 companies in the 31st. International Fair of Bogota – FIB 2016 which is a multi-sector event consolidated as the most important opportunity to exchange new technologies applied to all productive industries of the continent, will take place between September 26th until 30th, at the Corferias International Business and Exhibition Center in Bogota. Brazil Machinery Solutions (BMS) Program, which has organized the Brazilian participation in this event, is the outcome of the partnership between the Brazilian Agency for Promotion of Exports and Investments (Apex-Brazil)]and the [Brazilian Association of Machinery and Equipment Industry (ABIMAQ)].

In an area larger than 250m², the BMS pavilion will host Brazilian manufacturers of machines and equipment for the food, mining, pumps, generators, mechanical transmission, machine tools, among others. The goal is to exceed the results of the latest edition of the FIB, which occurred in 2014 in negotiations with buyers from countries such as Colombia, Ecuador, Chile, Guatemala, Venezuela, Peru, Costa Rica and Panama. This year the BMS program will count with one more company than in the last edition.

According to Abimaq Foreign Trade Executive Director and BMS Program Manager, Klaus Curt Müller, Colombia was the 10th market of machinery and equipment for Brazil, with exports around US $ 253 million recorded in 2015. The three main segments exported to the Colombian market are: machines and heavy equipment, road machinery and agricultural machinery. Together, the three sectors accounted for $ 119 million in Brazilian exports to that country last year. “From January to July this year, Brazil already exported US $ 116 million to Colombia, and these three sectors accounted for US $ 50.3 million in Brazilian exports to that country until July,” says the director.

Companies that will participate in the FIB 2016 BMS Program

ARVOS BRASIL EQUIPAMENTOS LTDA
CARTON ACCESS LTDA. EPP
EIRICH INDUSTRIAL LTDA
HYVA DO BRASIL HIDRÁULICA LTDA
IND. COM. DE FACAS PARA CORTE E VINCO PLAST FACA LTDA. EPP
INDÚSTRIAS ROMI S.A.
KAWAMAC INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE MÁQUINAS LTDA
MARGUI MÁQUINAS LTDA
NEUMAN & ESSER AMERICA DO SUL LTDA
PIERALISI DO BRASIL LTDA.
RICEFER EQUIPAMENTOS INOX LTDA
SELGRON INDUSTRIAL LTDA
SITRON – SMART ELETRÔNICOS EIRELLI
TECMAES TECNOLOGIA DE MÁQUINAS ESPECIAIS LTDA.
TOX PRESSOTECHNIK DO BRASIL IND.COM. DE EQUIP. LTDA.
VULKAN DO BRASIL LTDA.
ZOLLERN TRANSMISSÕES MECÂNICAS LTDA.

About Apex-Brazil – The Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) has the mission to develop the competitiveness of Brazilian companies, promoting the internationalization of their business and attracting foreign direct investment. In partnership with industry organizations, the Agency organizes trade promotion activities such as market surveys and trade missions, business meetings, also provides support to the participation of Brazilian companies in international exhibitions and visits of foreign buyers to become familiar with the Brazilian production structure. It also coordinates efforts to attract foreign direct investment (FDI) in the country, working to identify business opportunities and promoting strategic events and providing support to foreign investors. For more information visit: www2.apexbrasil.com.br. www.apexbrasil.com.br

About ABIMAQ – The Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) was founded in 1975 with the aim of acting in favor of strengthening the domestic industry, the mobilization of industry, the implementation of actions with political and economic bodies, stimulate trade and international cooperation and help to improve their performance in terms of technology, training of human resources and administrative modernization. For more information visit: www.abimaq.org.br

About the Brazil Machinery Solutions Program – Developed from the collaboration between Abimaq (Brazilian Association of Machinery and Equipment) and Apex-Brazil (Brazilian Agency for Promotion of Exports and Investments), the Brazil Machinery Solutions Program aims to promote Brazilian exports of machinery and equipment as well as strengthening the image of Brazil as capital goods manufacturer of mechanical equipment. The BMS Program currently has more than 300 company members acting in various sectors, such as agriculture, textiles, mining, plastics, packaging, and machine tools, among others. For more information visit: www.brazilmachinery.com

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IDC: mercado de tablets teve crescimento de 3% em relação ao primeiro trimestre de 2016

Durante o segundo semestre de 2016, o mercado de tablets voltou a apresentar taxas de crescimento em relação ao trimestre anterior, de acordo com dados do estudo IDC Brazil Tablets Tracker, realizado pela IDC Brasil líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. No período, foram comercializados 860 mil equipamentos, incluindo os notebooks 2 em 1, ou seja, 3% a mais do que no primeiro trimestre.

“A expectativa é de que o mercado continue apresentando taxas elevadas nos próximos trimestres, principalmente por conta do Dia das Crianças e do Natal. O público infantil é o foco dos fabricantes que apostam em modelos cada vez mais personalizados para uma faixa etária que ainda não utiliza o celular. Além disso, a Black Friday também deve vir com bons preços e promoções”, conta Wellington La Falce, analista de mercado da IDC Brasil.

O ticket médio dos tablets, em 2015 era de R$ 428. Neste ano, está em torno de R$ 443. “Com a estabilidade do dólar, os preços devem ficar mais atrativos. Porém, estamos falando de um equipamento que depende muito do câmbio. Então, nossa previsão para este ano é de uma elevação de aproximadamente 17% no valor investido para adquirir o produto”, completa o analista da IDC Brasil.

Quando comparado o segundo trimestre de 2016 com o mesmo período de 2015, o mercado de tablets apresentou queda de 32%. Segundo La Falce, a categoria perdeu espaço para os smartphones com tela grande. “Antes, o tablet de 7 polegadas era padrão e os smartphones tinham 4 polegadas. Hoje, os celulares têm telas maiores e se tornaram mais atrativos. Houve uma canibalização dos tablets, já que não conseguimos mais justificar a compra de dois aparelhos tão similares. Além disso, muitos fabricantes abandonaram o Brasil. Atualmente, apenas três marcas concentram 75% de todo o mercado”.

Ainda de acordo com o estudo da IDC, em 2016 devem ser comercializados 4 milhões de dispositivos, ou seja, 30% a menos do que em 2015. Já para 2017, a expectativa é de que a categoria atinja 3.6 milhões de produtos vendidos.

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