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SoftBank, WeWork e Flávia Gamonar lançam iniciativa para acelerar o crescimento de startups lideradas por mulheres no Brasil

A WeWork, líder global em espaços de trabalho flexíveis, o SoftBank Group International (“SoftBank”) e a consultora Flávia Gamonar anunciaram hoje o lançamento da iniciativa “O Amanhã é delas”, um programa com o objetivo de apoiar o crescimento de startups lideradas ou fundadas por mulheres na América Latina e Estados Unidos.

Como parte da iniciativa, a WeWork fornecerá em torno de US$ 5 milhões em espaços de trabalho flexíveis na América Latina e Estados Unidos para receber empresas selecionadas nos escritórios por um ano, sem custos. Em conjunto, SoftBank e Flávia Gamonar conduzirão sessões exclusivas de mentoria com os participantes, fornecendo apoio e orientação enquanto as empresas selecionadas continuam expandindo seus negócios.

O programa prevê apoiar mais de 60 startups lideradas ou fundadas por mulheres da região. No Brasil, “O Amanhã é delas” selecionará 10 iniciativas. Empresas elegíveis e fundadoras podem sinalizar interesse em participar da iniciativa no seguinte website: we.co/elas. As inscrições serão aceitas até 1h59 de 1º de abril de 2021.

A iniciativa foi estabelecida em resposta ao impacto desproporcional que a pandemia da COVID-19 teve sobre as mulheres empreendedoras da região. Na América Latina, a taxa de participação das mulheres no mercado de trabalho era de 46% em 2020, enquanto para os homens era de 69% (em 2019 elas alcançaram 52% e 73,6%, respectivamente),[1]levando a um retrocesso de mais de uma década no progresso da equidade de gênero e da participação das mulheres no mercado de trabalho da região. [2]Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), no terceiro trimestre de 2020, apenas 45,8% das brasileiras economicamente ativas contavam com um emprego formal. Trata-se da menor participação em 30 anos. A questão é tão séria que o tema “Mulheres na Liderança: alcançando um futuro igual em um mundo com COVID-19” foi escolhido pela ONU (Organização das Nações Unidas) para representar o Dia Internacional da Mulher deste ano.

“O programa O Amanhã é delas procura não apenas aumentar a consciência de uma questão crítica que passou em grande parte despercebida durante a crise da COVID-19, mas também impulsionar mudanças significativas e duradouras para as mulheres na força de trabalho”, disse Lucas Mendes, Diretor Geral da WeWork no Brasil.

Estudo do Boston Consulting Group (BCG) indica que, se mulheres e homens estivessem igualmente envolvidos no ecossistema empreendedor, o PIB global poderia aumentar até 6%, impulsionando a economia do mundo inteiro em até US$ 5 trilhões. “Trazer isso para a realidade requer o esforço e o compromisso da sociedade como um todo”, enfatiza Mendes.

“Temos a honra de lançar o programa O Amanhã é Delas, ao lado da WeWork, para apoiar a representatividade das mulheres latino-americanas na força de trabalho após a pandemia”, disse Marcelo Claure, CEO do SoftBank Group International e Presidente Executivo da WeWork. “Ao abordar tanto a região da América Latina quanto as mulheres de cor sub representadas, esta iniciativa combina muitos dos objetivos que o SoftBank se esforça para atingir, particularmente por meio do SoftBank Latin America Fund e do SB Opportunity Fund. Como imigrante da Bolívia, assim como pai de cinco filhas, espero alcançar um impacto positivo entre as mulheres da região, contribuindo para mudanças significativas e sustentáveis tanto na América Latina como no mundo inteiro nos próximos anos”.

A consultora Flávia Gamonar, especializada em educação corporativa e desenvolvimento profissional, apoiará as empresas selecionadas por meio de mentorias. “Como eu mesma sou empreendedora, sei como o início é difícil e estou empolgada para ajudar mulheres e ideias cheias de potencial a crescerem”, comentou.

Em 2020, a WeWork promoveu iniciativa parecida com o objetivo impulsionar o empreendedorismo negro, 11 startups brasileiras foram selecionadas e ocupam escritórios da WeWork, sem custos, atualmente.

[1] CEPAL: https://brasil.un.org/pt-br/111344-cepal-pandemia-retrocedeu-em-mais-de-uma-decada-participacao-das-mulheres-no-mercado-de

[2] IPEA: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/09/07/participacao-das-mulheres-no-mercado-de-trabalho-e-a-menor-em-30-anos-diz-ipea.ghtml

Diploma perde espaço para habilidade técnica na área de TI

Alta demanda de profissionais e falta de mão de obra qualificada têm levado empresas a valorizar conhecimentos adquiridos em cursos livres focados na prática, segundo especialista

Compras, pagamentos, reuniões, cursos, jogos. Atividades que hoje em dia podem e são realizadas de maneira on-line e de qualquer lugar, bastando apenas o acesso a um smartphone. E para que as pessoas tenham acesso a todas essas funcionalidades oferecidas pela tecnologia, existe uma categoria de profissionais que está sendo bastante disputada no mercado de trabalho: os profissionais de Tecnologia da Informação (TI), em especial os desenvolvedores (os devs) ou programadores, como também são conhecidos. Um levantamento da plataforma Catho mostra que a procura por programadores teve um crescimento de até 517% em 2020 em relação a 2019.

“Desde a criação de um site que irá permitir que lojas físicas se tornem e-commerces até automação e processos internos que aumentem a eficiência da empresa dependem das habilidades de um desenvolvedor. São eles que criam todas as plataformas utilizadas para qualquer tipo de negócio no ambiente virtual”, comenta Hugo Rosso, diretor de operações acadêmicas da Digital House. De acordo com um levantamento da Vulpi, plataforma de recrutamento de profissionais de TI, a média salarial dos desenvolvedores pelo País gira em torno dos R$ 5 mil, variando entre R$ 4 mil para um profissional em início de carreira até ganhos acima de R$ 15 mil para cargos de liderança.

Apesar da grande procura e dos bons salários, falta mão de obra qualificada no mercado e muitas empresas têm dificuldades para preencher as vagas. Isso porque no Brasil são formados 46 mil profissionais de tecnologia por ano, número inferior à demanda atual que, segundo levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), deve ser de 420 mil profissionais até 2024. “Esse déficit acaba impactando e limitando o desenvolvimento do mercado digital e o crescimento de empresas, além de diminuir a competitividade em longo prazo”, avalia Rosso.

Um detalhe importante em relação aos desenvolvedores, já observado pelas organizações, de acordo com Rosso, é que a maioria não aprende programação nos cursos universitários e sim por outros meios, como em cursos livres que oferecem um conhecimento mais técnico. Por conta disso, é grande o número de empresas que já não exigem diploma universitário para a contratação de profissionais de TI. Algumas, inclusive, têm apostado em iniciativas de capacitação de pessoas para ocupar as vagas ociosas.

Exemplo de iniciativa que tem empresas importantes da área da tecnologia como apoiadoras é o mais recente curso lançado pela Digital House, uma das maiores escola de habilidades digitais da América Latina: o Certified Tech Developer. Destinado a jovens que acabaram de concluir o ensino médio, o curso foi desenvolvido para que, em um período de dois anos, os eles adquiram todos os conhecimentos técnicos necessários para sua inserção no mercado de trabalho na indústria tecnológica.

Criado em parceria com o Mercado Livre e a Globant, dois gigantes da tecnologia na América Latina, o Certified Tech Developer tem foco na prática e na formação para o mercado de trabalho. “Esse trabalho em conjunto nos permitiu criar um programa que compreende habilidades técnicas baseadas em metodologias ágeis, além de todo um conjunto de soft skills, consideradas fundamentais para os profissionais do presente e do futuro. Tudo isso em um ambiente de aprendizagem colaborativo e com muita prática”, afirma o diretor de operações acadêmicas da Digital House.

Na prática, a proposta do curso é oferecer ao jovem a possibilidade de ingressar no mercado de trabalho com uma remuneração atrativa, sem que precise fazer um curso universitário. Para isso, o programa se baseia no ensino de habilidades que estão sendo utilizadas por empresas de tecnologia que são referência no mercado. Além disso, a metodologia de sala de aula invertida, em que o aluno estuda a parte teórica nos momentos fora da aula e usa o período de aula para praticar, dá a oportunidade para o aluno ter contato e buscar soluções para problemas reais desde as primeiras aulas, segundo Rosso. “Com toda essa exposição à prática e às metodologias de trabalho mais utilizadas na indústria digital, após a conclusão do primeiro ano, o aluno já está habilitado a trabalhar como desenvolvedor e ter um salário compatível com o que é oferecido no mercado”, finaliza.

Curso: Certified Tech Developer
Inscrições: até 14 de abril
Site: https://www.digitalhouse.com/br/bolsas/certifiedtechdeveloper

Expectativa de inflação para 2021 avança sistematicamente, diz Ativa Investimentos

O relatório Focus revela que o avanço da inflação para 2021 segue em destaque, subindo pela nona semana seguida, de 3,87% para 3,98%. Contudo, para a Ativa Investimentos, tal avanço não influenciou na expectativa de inflação do ano que vem, que permaneceu estável em 3,50%.

“Na Ativa Investimentos promovemos uma revisão recente, de 4,1% para 4,5%, impulsionada, em grande parte, pela inclusão da atual defasagem da gasolina em nossos cálculos, cerca de 15%, no dia 05/03”, explica Guilherme Sousa, economista da Ativa Investimentos.

“Os preços entraram em uma dinâmica ascendente que vem impulsionando as expectativas. De todo modo, a projeção para gasolina no IPCA de 2021 atingiu uma alta de 17,7%”, complementa o economista-chefe da Ativa Investimentos, Étore Sanchez.

Outro destaque dessa semana foi a elevação na expectativa de juros para o final de 2022. “Agora, ao invés de cinco, o mercado espera por seis elevações de 0,25% bps no decorrer do ano que vem, conduzindo a taxa Selic de 5,00% para 5,50%, convergindo cada vez mais para a nossa projeção de 6,00% ao final do ano”, avalia Guilherme.

A perspectiva para o IPCA de fevereiro subiu marginalmente de 0,67% para 0,68%, pouco acima da expectativa da corretora, ajustada para o mês de 0,67%. Na mesma direção, as projeções de março subiram de 0,40% para 0,45%, ainda distante do índice que a Ativa espera (de 0,88%). “Por último, em abril de 2021 o mercado espera elevação de 0,34% no mês, também aquém da nossa expectativa para o mês de 0,60%” diz Sanchez.

Mulheres, ainda temos um longo caminho pela frente

Por Ana Paula Kagueyama, Head Global de Soluções para Clientes do PayPal

É claro que muita coisa mudou para melhor no decorrer dos últimos 50 anos quando pensamos nas oportunidades abertas no mercado de trabalho para nós, mulheres. E também é verdade que temos visto, em todos os veículos de comunicação (impressos, televisivos, radiofônicos, online etc.), mais e mais executivas de sucesso sendo perfiladas. É orgulho que chama, né? Sem dúvida. Mas, ao mesmo tempo, é preciso mantermos um pé na realidade que nos cerca.

Digo isto porque, estes dias, pensando na chegada de mais um mês de março – e do Dia Internacional da Mulher –, deparei com uma nova pesquisa sobre equidade de gênero no mercado de trabalho brasileiro. E os resultados não são animadores como gostaríamos. Realizado pelo LinkedIn, o estudo revela, entre outras coisas, que o principal obstáculo enfrentado pelas mulheres é o “condicionamento social” que faz com que elas se sintam menos merecedoras do que os homens, “criando uma lacuna de direitos que afeta diretamente suas vidas profissionais”.

Não é fácil lidar com isso, sabemos. Ainda há muito preconceito. Mas a porcentagem de brasileiras entrevistadas que acreditam ter menos direitos do que os homens no ambiente de trabalho é de inacreditáveis 82%. E atenção: quase metade (47%) dessas profissionais nunca pediu um aumento ou promoção fora da sua avaliação de desempenho anual, mesmo sentindo que sua performance é acima do esperado para o atual cargo. É a tal Síndrome da Impostora em modo full. 

Síndrome que, diga-se, nos assombra em qualquer momento de nossas vidas. Haja visto que a pesquisa, feita em parceria com a ONG inglesa The Female Lead, entrevistou mais de 2.000 profissionais entre 25 e 55 anos, durante o mês de fevereiro.

Diferentemente dos homens, que “aplicam” para cargos de maior responsabilidade mesmo sem estarem 100% prontos para a missão, as mulheres, a partir do momento em que sentem que merecem uma promoção, costumam esperar, em média, 1 ano e 3 meses para conversar com seus/suas superiores. A pergunta que fica é simples: por quê? No caso de mulheres negras, então, a questão se torna ainda mais séria. Cerca de 25% das entrevistadas admitiram esperar até 2 anos para tentar uma negociação.  

Sled, startup de troco digital, recebe aporte de R$ 7 mi da Astella Investimentos

A Sled, plataforma que simplifica as transações financeiras no varejo físico, acaba de receber um novo aporte da Astella Investimentos no valor de R$ 7 milhões. Anteriormente, em agosto de 2019, a startup já havia recebido um aporte no valor de 2,5 milhões do mesmo fundo. 

“Este segundo aporte da Astella reforça que estamos no caminho certo. A confiança que depositam em nós representa que estamos conseguindo cumprir com nosso objetivo: tornar o caminho do dinheiro fluido e sem atrito faz parte de quem somos e da história que nos trouxe até aqui”, avalia Anderson Locatelli, CEO da Sled. E completa: “também teremos a possibilidade de investir em novos produtos para consolidar a nossa expansão por todo o Brasil, facilitando a vida das pessoas e de estabelecimentos como farmácias e supermercados, entre outros”.  

De acordo com Laura Constantini, fundadora da Astella Investimentos, o investimento na Sled segue o foco das empresas nas quais costumam injetar capital. “Somos uma gestora de investimentos em Venture Capital brasileira reconhecida por atuar junto às empresas nos estágios “Seed” e Série A. Nossos investimentos têm por foco empreendedores talentosos e ousados, movidos por um propósito e que usam a tecnologia para criar novos negócios, soluções e categorias de mercado que estão mudando o futuro do Brasil. No caso da Sled, os futuros lançamentos da empresa nos dão ainda mais confiança de que o canal que estão construindo junto ao varejo e pontos-de-venda pode ser remunerado de diversas formas”, avalia a executiva. 

Nova fase, novo nome e um propósito ainda mais forte 

A Sled nasceu a partir de uma visão transformadora para o sistema financeiro. Em 2016, Anderson Locatelli, CEO e Fundador da empresa, criou a Troco Simples, uma startup que revolucionou o troco em moeda em uma importante ferramenta digital estratégica que resolvia essa dor do varejo brasileiro. Ao compreender que o troco é apenas uma parte de um mercado repleto de outras dores, digitalmente acelerado pela pandemia do novo Coronavírus, foi criada em novembro de 2020 a Sled – plataforma de produtos financeiros que conecta consumidores, bancos e varejo por meio de experiências financeiras integradas. 

“Queremos resolver o problema de toda a cadeia e não apenas de parte dela. Por isso, estamos avançando para ofertar mais do que um único produto ao mercado. Se desejamos ser o caminho da transformação financeira, ela precisa começar por nós. Ao tornarmos os processos financeiros mais integrados por meio da nossa conexão com sistemas de frente de caixa do varejo físico, desencadearemos uma avalanche de melhorias e inovações na sociedade. Ver algo que é relevante para a cadeia, mas que não funciona como deveria funcionar, tira o nosso sono. Por isso, jogamos o foco e a energia em trazer soluções, seja o desafio do tamanho que for”, explica o executivo.   

Com o aporte, a empresa também poderá investir na atração de novos talentos. Atualmente com 15 vagas abertas para o primeiro semestre, em funções diversas como engenheiro de software, UX designer, redator, especialista financeiro e customer success manager, entre outros, a Sled tem ainda previsão de abertura de mais de 30 vagas até o final do ano. 

“Estamos crescendo rapidamente e queremos formar um time que nos acompanhe nessa jornada. Temos muito a oferecer ao mercado e aos profissionais que se juntarem a nós. Atuamos de forma íntegra, olhando para o todo e acreditando que toda troca tem valor. Por que sabemos que a transformação precisa acontecer do jeito certo; e isso significa instigar sobre o novo, sobre o valor do que ainda não foi visto”, comenta Locatelli. 

Microsoft lança cursos gratuitos para capacitar 100 mil mulheres para o mercado de tecnologia

No mês que marca o Dia Internacional da Mulher, a Microsoft lança, no dia 8 de março, em parceria com a comunidade de tecnologia WoMakersCode, a plataforma digital MaisMulheres.Tech, que tem como objetivo capacitar 100 mil mulheres em todo Brasil. Ao todo, serão oferecidas 6 trilhas de capacitação gratuitas e on-line, disponíveis até novembro de 2021, nas áreas de Computação em Nuvem, Infraestrutura, Segurança da Informação, DevOps, Desenvolvimento e Ciência de Dados e Inteligência Artificial. 

As inscrições estão disponíveis diretamente no site da MaisMulheres.Tech e as interessadas podem se registrar  para uma ou mais trilhas. Com duração entre 4h e 8h, todos os cursos serão ministrados por mulheres e garantem às participantes declaração de conclusão. Ao realizar o cadastro as aulas devem ser finalizadas em até 30 dias. 

“Diversidade e inclusão são temas prioritários da Microsoft. Para nós, ter um time diverso, capaz de gerar inovação por meio de ideias e referenciais diferentes é fundamental. Acreditamos que quando mulheres com suas diferentes identidades, raças e bagagens são fortalecidas e impulsionadas, todos se beneficiam, por isso investimos em iniciativas para contribuir com o desenvolvimento e equidade delas no mercado de trabalho, principalmente na área de tecnologia”, destaca Alessandra Karine, vice-presidente de Vendas para Governo, Saúde e Educação & líder de Diversidade e Inclusão na Microsoft Brasil.  

Conheça as trilhas disponíveis no MaisMulheres.Tech: 

  • Introdução a Cloud Computing – fundamentos de computação em nuvem com foco nos principais serviços do Microsoft Azure. 
  • Introdução a Serverless com Node.js – aplicações em Serverless, utilizando Node.js, Azure Functions, Static Web Apps e GitHub Actions. 
  • Infraestrutura – principais conceitos de Infraestrutura no Azure, com foco em temas como IaaS, PaaS e Containers, jornada para a Nuvem com Frameworks de apoio, Express Route, SAP on Azure e outros. 
  • Cybersecurity – principais controles de segurança disponíveis em Azure para elevar o nível de maturidade de segurança do ambiente. 
  • DevOps – conceitos e práticas de DevOps, com especialistas em tecnologias Microsoft, por meio de explicações e exemplos em plataformas como Azure DevOps e GitHub.  
  • Desenvolvimento – recursos e soluções do Azure relacionadas a diversos cenários e arquiteturas em desenvolvimento de aplicações. 
  • Ciência de Dados e Inteligência Artificial – fundamentos focados em Databases, Data Engineering, Data Science, AI e construção de dashboards com Power BI. 

Em 2020, a Microsoft em parceria com a WoMakersCode, ofereceu dois programas de capacitação gratuito para mulheres: Hacking de Carreira e Bootcamp de Liderança Feminina que geraram novas possibilidades e perspectivas para profissionais. É o caso da Simone Piwowarczyk Araujo, que participou dos cursos de capacitação oferecidos pela parceria e conseguiu ser recolocada no mercado de trabalho após a conclusão de trilhas focadas em tecnologia. Atualmente ela é analista de Dados Jr na Smart Consulting Tecnologia, “A Microsoft e WoMakersCode promovem uma união de mundos com competência e de uma forma carinhosa, para que as mulheres se sintam acolhidas para se desenvolverem, tanto profissionalmente quanto pessoalmente. Elas combinam o seu propósito com o poder que conquistaram no mercado de tecnologia, para fazer uma ponte entre as mulheres que querem trabalhar na TI com profissionais que já estão na área e empresas, sem preconceitos de gênero, raça, idade e tantos outros”, comentou Simone. 

Eventos – Protagonismo feminino na tecnologia 

Ainda no mês da mulher, a Microsoft oferecerá uma agenda especial de eventos on-line por meio do hub de inovação Microsoft Reactor, que abordarão temas relacionados ao protagonismo feminino na tecnologia, equidade de gênero e raça além de oportunidade de networking digital. As inscrições estão abertas e os painéis acontecerão nos dias 11, 16, 18 e 23 de março.  

As lives contarão com a participação de executivas da Microsoft como Cassia de Souza (Customer Success Account Manager), Priscila dos Santos (Customer Engineer), Evelin Soares (Customer Success Account Manager), e convidadas de outras empresas como Elizabeth de Souza (Analista de Infraestrutura TI Sênior no Senac MG),  Bruna Rocha (Analista de Inovação Digital Sênior na Arcadis), Thais Padilha (Business Value Services Director na Salesforce) eSilvia Sauer, Senior Legal Specialist and Data Protection legal advisor na Siemens e Líder da comunidade de mulheres Women in Law for IT). Para mais informações, acesse o Microsoft Reactor

Agenda  

  • 11/03: “Ser mulher em tecnologia” 
  • 16/03: “Gênero, Raça e Equidade na Tecnologia” 
  • 18/03: “Liderança Feminina” 
  • 23/03: “Networking e Empoderamento Feminino” 

http://4results.com.br/

Smiles aposta em Hackathon para ajudar o planejamento de viagem do consumidor

Em versão online e inédita, plataforma premia vencedores com 1 milhão de milhas e busca encontrar novas soluções para o cliente realizar seu sonho de viajar

O planejamento nunca foi tão importante quanto agora. Porém, para muitos brasileiros, essa é uma realidade distante. De acordo com uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o maior endividamento do brasileiro acontece devido ao hábito de consumir a prazo, porém sem planejamento ou organização financeira. Dentro do universo do turismo, 48%, menos da metade da população, tem o costume de estabelecer metas e segui-las para realizar viagens.

Pensando nisso, a Smiles que é pioneira no setor de programas de fidelidade, quer aprimorar o planejamento de viagens do consumidor. Para isso, a companhia promove entre os dias 27 a 29 de março, de forma inédita, seu primeiro Hackaton — uma maratona de ideias e projetos para encontrar soluções acessíveis, inclusivas e democráticas com foco na jornada do cliente e na realização do sonho de viajar.

“Uma das principais reflexões vindas da pandemia foi a questão do planejamento, seja ele financeiro ou para uma viagem. Em meio à turbulência do covid-19, a população precisou adiar compromissos, férias, encontros, trazendo consequências no âmbito social, psicológico e econômico. Mas, vimos que não é de hoje que o consumidor atua assim. Nesse sentido, a Smiles quer ampliar a consciência de brasileiros e brasileiras, de maneira a democratizar o uso das milhas e oferecer caminhos e soluções práticas para que transformem o sonho de viajar em realidade”, comenta Luiz Borrego, CIO da Smiles.

A realização da maratona de ideias faz parte do processo de transformação digital da Smiles que tem o objetivo de transformar a experiência e o relacionamento com o cliente a partir de iniciativas inovadoras e digitais. “Por meio do Hackathon, também queremos fortalecer nosso ecossistema e abrir um caminho para troca de informações e tendências entre todos. Sempre com o nosso usuário no centro de toda a estratégia e negócio”, conclui o executivo.

Inscrições estão abertas até o dia 26 de março

O “Hackathon Smiles” será 100% online, gratuito e a programação compreende sessões de mentoria, oficinas e avaliações entre os dias 23 a 28 de março. Podem participar profissionais e estudantes das áreas de negócios, marketing, ux/design ou desenvolvedor, em qualquer lugar do Brasil. Os interessados encontram mais informações no site Hackathon Smiles

A equipe que apresentar o trabalho mais inovador ganhará 1 milhão de milhas Smiles. O segundo e terceiro colocado ganha 500 e 250 mil milhas, respectivamente.

Durante a maratona, os profissionais receberão a mentoria de experts do mercado por meio de lives que acontecerão durante todo o fim de semana. A submissão de projetos do Hackathon Smiles deverá ocorrer por meio da plataforma da Shawee até o dia 28 de março. Um júri formado por sete executivos dentre eles o CEO da Smiles, André Fehlauer, escolherá as três equipes vencedoras que serão divulgadas por meio de um live nas plataformas digitais da companhia no dia 31 de março.

Para a análise dos projetos serão considerados os critérios de criatividade e originalidade, o potencial para solucionar os problemas atinentes ao desafio, a qualidade do protótipo, as tecnologias pensadas para oferecer escala ao projeto, assim como as tendências propostas.

Os prêmios serão entregues até 30 dias após a divulgação dos resultados. Para mais informações e para participar do evento, acesse a página especial do Hackathon Smiles.

Mulheres na tecnologia: uma quebra de paradigmas para estar à frente da inovação em plena pandemia

Por Natália Cunha

Sabemos que o espaço da mulher no mercado de trabalho é algo que vem sendo conquistado há décadas. No ramo tecnológico, por exemplo, os desafios sempre foram maiores, já que pelo menos 20 anos atrás, a liderança feminina neste setor era ainda mais rara – e até considerada sorte – como um trevo de quatro folhas. E agora, duas décadas depois, comemoramos o Dia Internacional da Mulher enfatizando que ainda seguimos rompendo paradigmas.

Neste lado da história, pequenas conquistas devem ser comemoradas, como quando ocupei a cadeira de COO (Chief Operating Officer) de uma empresa que oferece serviços e soluções inovadoras para o mercado de seguros, em 2018. Eu escolhi ser líder e trabalhei pra isso. Percorri uma extensa trajetória até entrar para as estatísticas daquele ano no qual apenas 20% dos cargos no mercado brasileiro de TI eram ocupados por mulheres, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Tecnologia e Estatísticas).

Acredito que as transformações deste cenário são reflexos de passos curtos, porém importantes, e alguns fatores contribuem para isso. Primeiro, o posicionamento feminino e a igualdade no desempenho no trabalho. Foi no mercado de seguros onde atuei em boa parte da minha carreira profissional. Quando comecei a grande maioria eram homens, mas enfrentei todas as adversidades e conquistei meu espaço: uma mulher que é respeitada pela sua expertise. Ser mulher no ramo da tecnologia não é diferente. É preciso deixar bem claro que o meu foco é o processo e, por ser mulher, não preciso conhecer todo o universo de soluções e tecnologia. O automobilístico, por exemplo, foi só um dos temas com que trabalhei e que era de interesse e proximidade para a ala masculina. Mas temos que entender que garantir a qualidade de cada etapa no desenvolvimento dos produtos é o que vai trazer o resultado esperado e não a familiaridade com o assunto desde os primeiros passos.

Em segundo, está a competência de se sobressair aos desafios, como pensar em cada passo para garantir a segurança e bem-estar dos funcionários em meio a uma pandemia mundial. Coordenar o time de RH, responsável por estudar condições estruturais e liderar ações que permitiram a realocação de parte dos colaboradores para trabalhar em home office, apenas uma semana antes da quarentena, e garantir que o restante se adaptasse às mudanças de maneira gradual, é um exemplo disso.

Por fim, a conscientização das pautas de diversidade de gênero e inclusão na governança de grandes corporações. Esses programas são grandes propulsores para que os processos de seleção das empresas potencializam a presença feminina nas cadeiras de diretorias. Para mim, estar à frente da inovação, em todas as áreas, é implementar a cultura da diversidade e acreditar na capacidade dos colaboradores trabalhando e entregando importantes resultados à distância. E a Planetun leva isso muito a sério desde a sua criação. Hoje, 46% do quadro de colaboradores são mulheres, sendo 63% líderes exemplares.

Atualmente, alguns dados trazem sinais de mudanças em curso. A representatividade de mulheres em cargos seniores em tech na América Latina é de 16%, um número bem mais expressivo comparado ao resto do mundo, segundo pesquisa da consultoria KPMG em parceria com Harvey Nash. A mudança é bem-vinda, mas ainda há muito que avançar e entender que “lugar de mulher é onde ela quiser”.

Natália Cunha, sócia e COO do Grupo Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros.

ThoughtWorks contrata nova Head de Marketing no Brasil

A ThoughtWorks, consultoria global de software com escritórios em 17 países, anunciou na última semana a contratação da nova Head de Marketing da empresa no Brasil, Karine Medeiros. Com duas décadas de experiência em marketing, vendas e relacionamento com clientes, a nova líder do setor terá a função de planejar ações visando a consolidação da estratégia de mercado, o posicionamento da marca como líder de pensamento e o desenvolvimento da comunicação corporativa da organização. Além disso, a profissional acompanhará as campanhas digitais, a Gestão de Relacionamento com o Cliente (CRM) e o trabalho com os dados obtidos a partir dos mecanismos de interpretação dos Customer Insights.

A chegada de uma especialista com vasta experiência em comunicação e marketing está dentro do projeto da ThoughtWorks para a construção de diálogos cada vez mais claros, objetivos e efetivos com os seus mercados de atuação, além de compartilhar nossas visões sobre tendências de tecnologia que tragam benefícios para outros segmentos da sociedade. “Admiro a diversidade da equipe da Thoughtworks e sua vocação nas iniciativas de transformação e impacto social na tecnologia. Estou muito animada em fazer parte desse time apaixonado por tecnologia que tem ajudado a prever os caminhos para a disrupção digital”, avalia Karine, que tem em seu currículo uma passagem de 11 anos pela IBM, onde recentemente liderou o marketing da área de consultoria de serviços para América Latina.

Crescimento

A contratação de Karine Medeiros também reflete o momento de crescimento ThoughtWorks, tanto em relação ao número de funcionários – hoje mais de 8 mil pessoas contratadas -, priorizando a diversidade, como em referência às novas áreas geográficas alcançadas pela empresa e ao aumento do peso de mercado atingido recentemente. Em 2021, a ThoughtWorks recebeu um aporte de US﹩ 720 milhões de investidores, entre eles o GIC, um dos fundos soberanos de Cingapura, e a Siemens, gigante industrial alemã. O investimento estipulou o valor da ThoughtWorks em US﹩ 4,6 bilhões.

Também neste ano, a empresa adquiriu a finlandesa Fourkind, especializada em combinar aprendizado de máquina e ciências de dados com estratégia, design e engenharia, e a americana Gemini Solutions Inc., que possui uma equipe de 170 funcionários baseados na Romênia. As compras expandiram a presença da ThoughtWorks na Europa, melhorando o seu suporte e a oferta de serviços aos países do Velho Continente. Nas últimas semanas, a consultoria ainda formalizou uma parceria com a Corporación AG – companhia guatemalteca líder na fabricação e distribuição de produtos derivados do aço na América Central – para um projeto inédito de modernização digital do setor de construção civil.

“Estamos trazendo para o time pessoas que vão nos ajudar a impulsionar a nossa visão estratégica e a agenda de crescimento”, afirma Caroline Carbonell Cintra, Diretora-Presidente da ThoughtWorks, que divide a gestão com Marta Saft Valli.

Hoje, a ThoughtWorks conta com 48 escritórios em todo o mundo. A consultoria tem trabalhado em projetos para ampliar a diversidade entre seus funcionários, como é o caso do brasileiro “Enegrecer a Tecnologia”. A ThoughtWorks, em parceria com a OLABI, organização social focada na democratização da tecnologia, produziu um estudo sobre o perfil dos desenvolvedores e promoveu, em Salvador, o recrutamento expresso de profissionais negros para seus escritórios em Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e São Paulo.

Dia da Mulher: troque a flor e o chocolate por inclusão e diversidade

Por Ana Alice Limongi, Diretora de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Neo

É notório o espaço que nós, mulheres, conquistamos no mundo corporativo, e cada vez mais a liderança feminina ganha destaque em pequenas, médias e grandes empresas. Mas, infelizmente, ainda não são todas as organizações que perceberam as vantagens da diversidade de gênero nos negócios.

Segundo a 16ª edição da pesquisa International Business Report – Women in Business, da Grant Thornton, em 2020 a proporção de mulheres em cargos de liderança foi a mesma do ano anterior. Como em 2019 o aumento foi de cinco pontos percentuais em relação a 2018, o resultado representa uma estagnação do progresso anterior. Contudo, em 2019, foi observada a maior proporção de mulheres em cargos de liderança já registrada no IBR, cerca de 29%. Em mais de 15 anos, a proporção de mulheres em cargos de liderança aumentou dez pontos percentuais e, positivamente, a proporção de empresas de médio porte com pelo menos uma mulher em cargo de liderança globalmente foi mantida em 87%, o que representa um aumento acumulado de quase 20% nos últimos cinco anos.

Apesar dos números positivos sinalizados pelo IBR, as empresas precisam saber onde estão antes de implementarem iniciativas de gênero apropriadas. E cabe às organizações criarem ambientes seguros para a promoção da diversidade. Construir um ambiente inclusivo é essencial para atrair e reter os melhores talentos, sobretudo os talentos femininos. Um componente essencial para a criação de uma cultura efetiva é fazer as mulheres sentirem que são capazes de expressar livremente diferentes opiniões, cometer erros sem censura, e que seus superiores estarão abertos a suas ideias. Um cenário no qual todos esses elementos existam no ambiente de trabalho é de segurança psicológica para todos os colaboradores – e colaboradoras.

Isso, particularmente, é o que acontece na Neo, empresa da qual me orgulho em fazer parte há 13 anos, e onde atuo como Diretora de Desenvolvimento Humano e Organizacional. A companhia sempre dá oportunidade para que mulheres exerçam cargos de liderança, desde a operação, até o board diretivo – tanto que, além de mim, mais duas colegas exercem posições de comando em diretorias estratégicas. Nossa participação com igualdade, reconhecimento, respeito e desenvolvimento profissional trouxe resultados concretos.

Essa evolução que leva as mulheres à liderança, em meu entendimento, é o que traz benefícios para os dois lados: para as mulheres, que ganham oportunidades profissionais justas, e para as empresas, que conseguem melhorar resultados, colocar em prática valores organizacionais, atrair e reter colaboradores.

Companhias que possuem liderança feminina observam melhorias na performance, maior motivação e engajamento das equipes, bem como relacionamentos interpessoais favoráveis, maior propensão ao trabalho em equipe, incremento da visão sistêmica e atenção mais apurada a detalhes que podem fazer a diferença.

Isso não significa, de forma alguma, que devemos retirar os homens dos postos de comando. Pelo contrário, já que homens e mulheres possuem habilidades e características distintas, porém complementares. Sendo assim, quanto mais equilibrado for um time, maior a chance da performance atingir patamares elevados.

Tenha em mente que os profissionais, independentemente do sexo, precisam ser avaliados e aperfeiçoados pelos resultados e empenho que apresentam. Rotular colaboradores, dar margem para a discriminação ou tomar decisões pautadas em comodismo são ações que não contribuirão para o amadurecimento do negócio. Sendo assim, deixo uma reflexão para este Dia Internacional da Mulher: quanto mais abrangente forem as políticas internas de desenvolvimento profissional, mais qualificada será o quadro de colaboradores. Colocar a competência, o potencial e a performance em primeiro lugar é o primeiro degrau da escada do sucesso. Por isso, troque a flor e o chocolate por inclusão e diversidade. Suas colaboradoras agradecem.

Representatividade feminina em empresas de tecnologia

Por Anna Karina, diretora de marketing da Linx

Ano após anos, vemos temáticas femininas importantes ganharem destaque no Dia Internacional da Mulher. Felizmente, o cenário está mudando, mas não sem dificuldades. Acompanhamos mudanças significativas sobre o conteúdo dos diálogos, que cada vez mais deixam de ser sobre celebrar uma única data e passam a discutir sobre a luta e a equidade de gênero.

Ainda há muito o que mudar para consolidarmos a igualdade nas empresas, principalmente no ramo de tecnologia, uma das áreas mais promissoras para o futuro. Segundo dados do IBGE, a remuneração das mulheres é, em média, 25% menor que a dos homens para as mesmas atividades. Mas já é possível acompanharmos movimentações importantes de companhias assumindo o compromisso de padronização salarial para que uma das principais raízes da diferença de gêneros no ambiente corporativo seja resolvida.

Na outra ponta, para as posições não relacionadas à liderança, iniciativas surgem para capacitar e estimular a contratação de mulheres no setor: projetos como PrograMaria, MariaLab, Laboratória e Reprograma mostram que lugar de mulher também é nas empresas de tecnologia, programando ou não.

A ideia é crescer ainda mais o índice de participação feminina ocupando cargos techs: um estudo da KPMG com a Harvey Nash mostrou que 16% das posições sêniores em tecnologia são ocupadas por mulheres na América Latina, acima da média global de 11% e muito adiante de países de primeiro mundo, como o Reino Unido (4%). São avanços, principalmente quando entendemos que estamos à frente de economias desenvolvidas.

Outro ponto importante é que times que fogem do estereótipo do homem branco, hetero, de classe média/alta, aumentam a confiança e a colaboração entre os profissionais e ampliam o leque de conhecimentos e o repertório da empresa para lidar com as transformações do mercado. Com o atual foco, de “colocar o cliente no centro do negócio”, a tendência é que essa eficiência seja ainda mais evidenciada. Afinal, a melhor forma de entender o cliente é com multiplicidade de visões, proporcionando pensamentos complementares e experiências de vida distintas.

Empatia, flexibilidade, colaboração e visão ampla serão, cada vez mais, fatores essenciais para o sucesso no mundo dos negócios. As empresas que conseguirem trazer esses fatores para dentro de suas estruturas (e de suas culturas) estarão em vantagem. Mas não há caminho possível para isso sem, antes, equilibrar a presença de mulheres nos times de tecnologia.

Pravaler recebe aporte de R$180 milhões em FIDCs

O Pravaler, maior plataforma de soluções financeiras para educação do país, anuncia o aporte de R$180 milhões em FIDCs. O valor faz parte da estratégia de crescimento exponencial para os próximos cinco anos, com meta de beneficiar 1 milhão de alunos e financiar R$10 bilhões. Para conquistar este objetivo, o Pravaler se apoiará em três pilares: maior penetração da graduação presencial, novas frentes de produtos e fusões e aquisições. 

Para o crescimento na graduação presencial, a fintech utilizará os aportes em FIDCs para ofertar mais crédito e para a gestão e aquisição de carteiras de financiamento próprio das universidades. Em novos produtos, o Pravaler lança neste ano mais soluções que beneficiam alunos e instituições de ensino, como o crédito para cursos livres. Em fusões e aquisições, a companhia agora conta com uma equipe interna voltada apenas para M&A, responsável por estudar o mercado e encontrar novas oportunidades de crescimento. Ainda em 2021 a empresa espera fazer sua primeira transação.

Além destes pilares, a fintech tem tornado a tecnologia uma área estratégica do negócio. De 2019 para cá, o time de tecnologia dobrou de tamanho, representando quase ⅓ da companhia. Atualmente são cerca de 12 Squads, todos focados em produtos e sistemas essenciais para a empresa.

Completando 20 anos em 2021, a fintech já beneficiou mais de 170 mil brasileiros, financiou cerca de R$4 bilhões para a educação e representa 75% dos alunos com financiamento privado no ensino superior no País. 

“O Pravaler em 20 anos de história, tem entre seus principais acionistas o Banco Itaú e o BV como parceiro estratégico. Os próximos cinco anos serão de muito trabalho para alcançarmos a nossa meta. Fizemos uma pesquisa em 2020 que mostrou que mais de 56,3% dos alunos não estariam nas salas de aulas sem a opção do financiamento e 95,2% devem utilizar o recurso até o final da graduação. Temos um mercado gigante onde 30 milhões de pessoas pagam por educação. Estamos estruturados para crescer exponencialmente e transformar mais vidas através da educação”, comenta Carlos Furlan, CEO do Pravaler.

A companhia foi a primeira desse segmento fundada no País e está entre as mais importantes, segundo estudo publicado pela KPMG. Em 2020, a fintech foi listada entre as empresas que crescem mais rápido nas Américas pelo Financial Times. 

Dasa e InCor anunciam parceria para acelerar projetos de inovação

A Dasa e o InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP) anunciam parceria para acelerar projetos de inovação entre as duas instituições, por meio do laboratório DasaInova e do núcleo de inovação InovaInCor. “A parceria representa a transposição de barreiras entre instituições pública e privada na geração e troca de conhecimentos em inovação”, celebra Romeu Domingues, co-chairman da Dasa.

“A inovação na saúde não se dá apenas nas novas ideias, produtos e soluções, mas começa com o fomento da cultura de inovação nas instituições, na promoção dos profissionais e em sua capacitação para lidarem com os desafios presentes. Este é um dos grandes motivadores para essa parceria com a Dasa – criar as pontes de colaboração que fomentarão a inovação sinergética”, comenta Prof. Fabio Jatene, vice-presidente do InCor e coordenador do InovaInCor.

Prêmio “Jovens Inovadores Dasa-InCor”


A primeira iniciativa da parceria é o lançamento do prêmio “Jovens Inovadores”, que reconheceu quatro pesquisas realizadas por jovens pesquisadores (até 35 anos) no InCor, em 2020 (veja abaixo). A entrega do prêmio foi feita durante a abertura do “Simpósio InCor: Na Fronteira do Conhecimento”. O evento é um grande painel com as figuras notórias da cardiopneumologia brasileira reunidas no InCor, que apresentarão as recentes pesquisas, inovações e conhecimentos desenvolvidos no Instituto do Coração com impacto importante na ciência, na tecnologia e na prática médica e multiprofissional na especialidade.

O Prêmio Dasa-InCor é constituído de quatro bolsas de R$ 25 mil cada, para aprimoramento profissional complementar de inovação e tecnologia em cursos rápidos sugeridos pelo comitê técnico da premiação. A verba poderá ser utilizada também para participação em eventos científicos. “Nosso objetivo é estimular os pesquisadores no empreendedorismo com base científica para que desenvolvam soluções alinhadas com a realidade e as necessidades da comunidade médica brasileira”, conclui Domingues.

Ganhadores


Renata Verardino
Aplicação da inovação tecnológica na assistência virtual, acompanhamento e engajamento do paciente com hipertensão arterial não controlada.

Eserval Rocha Junior
Análise da tecnologia de reconstrução tomográfica tridimensional no planejamento cirúrgico, análise diagnóstica e ensino em cirurgia torácica

Natalia Lopes
Novo tratamento para o choque séptico: metotrexato veiculado em nanopartículas lipídicas diminui a inflamação pulmonar e a disfunção diastólica do ventrículo esquerdo em ratos com endotoxemia

Camila Moreno
Novos biomarcadores prognósticos do infarto agudo do miocárdio: microvesículas infecciosas e exossomos protetores no soro

Estudo mostra tendências de longo prazo dos consumidores até 2030 e o impacto da pandemia

A dentsu acaba de lançar o estudo ‘The Age of Inclusive Intelligence’ (“A Era da Inteligência Inclusiva”), que traça as tendências de consumo a longo prazo que irão moldar a próxima década. A pesquisa mostra como a pandemia acelerou muitas das tendências de longo prazo encaradas pelas marcas, com base em entrevistas em profundidade com futuristas, acadêmicos, autores e especialistas de renome mundial, juntamente com múltiplas pesquisas de consumo proprietárias. Acesse aqui.

Saúde e bem-estar é um tema chave em todo o relatório, com muitos consumidores relatando o desejo de utilizar a tecnologia para se manterem saudáveis no futuro. Mais da metade dos consumidores dos EUA relatam que inseririam um microchip em seu cérebro a fim de prolongar sua expectativa de vida. Além disso, enquanto os formuladores de políticas avaliam as consequências psicológicas da pandemia, um terço dos consumidores diz que até 2030 se submeteriam a uma cirurgia não essencial para melhorar sua saúde mental.

Sobre a mudança climática, 77% dos consumidores britânicos dizem que a COVID-19 os tornou mais conscientes dos danos causados ao meio ambiente pelas viagens globais. A longo prazo, isto está fomentando um maior ativismo do consumidor com decisões de compra cada vez mais baseadas em questões sociais. Dois terços dos consumidores do Reino Unido dizem que até 2030 não comprarão bens que sabem ter um impacto negativo sobre o meio ambiente.

Da mesma forma, com mais pessoas ficando em casa durante o lockdown, a crescente popularidade do eSports e dos jogos on-line se acelerou. Como a conscientização global sobre eSports deve atingir dois bilhões até 2021, a maneira como encaramos o esporte em geral continuará a evoluir, com os esportes e atividades do “mundo real” sendo forçados a inovar para acompanhar o ritmo.

Além disso, como os varejistas on-line crescem em tamanho e escopo – alimentados pelo crescimento do comércio eletrônico durante a pandemia – muitas marcas se verão lutando pela visibilidade. A pesquisa revela que quase metade (46%) dos consumidores chineses já ficariam felizes em utilizar apenas uma única empresa para todas as suas necessidades de estilo de vida.

Cada uma das tendências destacadas no relatório traz implicações específicas para as marcas. Mas em quase todas está o conceito de “inteligência inclusiva” – a capacidade de incorporar novas visões, valores e comportamentos em sua proposta de valor contra um pano de fundo de desigualdade e complexidade ética cada vez maiores.

Sobre o lançamento do relatório, Wendy Clark, Global CEO, dentsu international disse: “O que é muito claro do ano passado e as descobertas da dentsu consumer vision 2030 é que os líderes empresariais devem se preparar para um cenário de consumo muito diferente. Um que está evoluindo continuamente por meio da inovação em tecnologia, saúde e bem-estar, ativismo e mudança climática. As marcas líderes usarão essas informações e inteligência inclusiva para construir experiências e relacionamentos centrados no ser humano para atender a essas expectativas dos consumidores.”

“Temos acompanhado por nossas pesquisas periódicas como Digital Society Index, CMO Survey, e agora com a dentsu consumer vision 2030, que o consumidor evidencia, em sua cada vez mais estreita e indissolúvel relação com a tecnologia, o que a sociedade e negócios estão se tornando. Com isso nos organizamos para apoiar nossos parceiros a antecipar e acompanhar as mudanças, que exigem transformação na comunicação e em negócios, visando resultados positivos que se estendam para além da sustentabilidade desses segmentos, mas de toda a sociedade e planeta”, complementa Eduardo Bicudo, CEO dentsu International Brasil .

Wired Conference 2021 debate inovações pós-2020 em encontro digital e gratuito

Futuro da saúde, dos negócios e do comportamento inspiram evento na próxima terça, dia 9 de março, com participação do médico Drauzio Varella, da cantora Teresa Cristina, dos chefs João Diamante e Jefferson Rueda, e mais

As transformações e hábitos que marcaram o último ano e vão influenciar profundamente o futuro da saúde, dos negócios e do consumo são tema do Wired Conference 2021: A era da inovação. Realizado pelo jornal O GLOBO e pelas Edições Globo Condé Nast, o primeiro evento da marca tech no Brasil deste ano acontece de forma 100% on-line e gratuita na próxima terça-feira, dia 9 de março, trazendo especialistas e personalidades da ciência, dos mercados e da tecnologia.

Com o objetivo de fazer uma análise relevante sobre como a pandemia do coronavírus acelerou os processos de inovação e o que há de novo em assuntos fundamentais da nova década, os participantes se reúnem em uma programação digital imperdível de entrevistas, talks, palestras e mesas redondas.

Dividida em três momentos, a programação da conferência conta com a parte da manhã dedicada à inovação em saúde com a presença do médico mais famoso do Brasil, além de pesquisador e escritor Drauzio Varella; da farmacêutica e primeira reitora mulher, e também mais jovem, da Unifesp, Soraya Soubhi Smaili; da jornalista, cientista, doutora em Política Científica na Unicamp e criadora da Agência Bori, Sabine Righetti; do biofísico e mestre em Microbiologia que integra a equipe de pesquisa liderada pela ONU do novo coronavírus no Brasil, Rômulo Neris; e de Rafael Figueroa, CEO e criador do Portal Telemedicina, plataforma que, com apoio do Google, conecta exames feitos em locais remotos a especialistas que diagnosticam no mesmo dia.

O encontro sobre saúde e cuidados vai contar também com o diretor-executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne, que vai falar sobre o papel da colaboração no desafio da vacina; com o médico neurologista responsável pela saúde do povo Zoé, etnia indígena na Amazônia, Erik Jennings Simões, que vai falar sobre a inovação no Sistema Único de Saúde; e com o VP comercial de Inovação e Novos Negócios da Qualicorp, Elton Carluci, que vai discutir os caminhos para ampliar o acesso da população à saúde de qualidade.

Já o período da tarde está reservado para assuntos ligados à inovação nos negócios, como streaming, entretenimento e startups, com a participação de Erick Bretas, diretor de Mídia e Conteúdo do Grupo Globo; Teresa Cristina, cantora que se consagrou musa das redes sociais fazendo lives na pandemia; Luana Xavier, atriz e apresentadora; Ale Santos, escritor multiplataforma, colunista e um dos finalistas do prêmio Jabuti do ano passado com o livro “Rastros de Resistência”; entre outros.

Para encerrar o evento, temas relacionados à inovação no comportamento serão tratados por nomes como o do antropólogo, especialista em consumo e comportamento e sócio-diretor da Consumoteca, Michel Alcoforado; da formadora de professores e capacitadora do Google For Education, Renata Capovilla; do advogado, professor, apresentador e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, Ronaldo Lemos; e da apresentadora do maior canal dedicado ao ASMR no Brasil, o Sweet Carol, Mariane Carolina Rossi.

O futuro da comida também será destaque na pauta do encontro, com participação do chef e ativista João Diamante, que já figurou na lista Under 30, da Forbes; Jefferson Rueda, chef do badalado restaurante Casa do Porco, em São Paulo, e que tem como objetivo resgatar a cultura da carne suína; Gus Guadagnini, CEO do The Good Food Institute, responsável por fornecer dados e fomentar o crescimento do mercado de produtos à base de plantas; e Sophie Deram, nutricionista e autora do best-seller “O Peso das Dietas”.

Com patrocínio da Qualicorp e apoio da BMW, a transmissão on-line acontecerá das 9h30 às 19h30 no YouTube e no Facebook do jornal O GLOBO e no site oficial.

PROGRAMAÇÃO: Grade sujeita à alteração

{Health and Care}

– Manhã –
9h30 – {Mesa redonda} Como divulgar a ciência para quem não acredita nela?
Drauzio Varella, Soraya Soubhi Smaili (Unifesp), Sabine Righetti (Agência Bori) e Rômulo Neris (#EquipeHalo da ONU)

10h20 – {Entrevista} O papel da colaboração no desafio da vacina
Denis Mizne (Fundação Lemann)

11h – {Entrevista} Inovação com foco no cliente: os caminhos para ampliar o acesso da população à saúde de qualidade
Elton Carluci (Qualicorp)

11h35 – Da telemedicina ao aprendizado de máquina: o futuro do atendimento médico
Rafael Figueroa (Portal Telemedicina)

12h – {Entrevista} Sistema Único de Saúde: como inovar
Erik Jennings Simões

– Tarde –
13h – {Entrevista} Tenho uma boa ideia, como vendê-la a uma plataforma de streaming
Erick Bretas (Grupo Globo)

13h50 – {Entrevista} Quais serão os próximos unicórnios brasileiros?
Gustavo Araujo (Distrito)

14h25 – {Mesa redonda} O novo entretenimento
Teresa Cristina, Luana Xavier e Ale Santos (Savage Fiction)

15h15 – O que uma startup precisa para decolar
Amanda Graciano (Cubo)

– Noite –
17h05 – Como o distanciamento social vai afetar nossos relacionamentos
Michel Alcoforado (Consumoteca)

17h25 – Educação à distância: um desafio do tamanho do Brasil
Renata Capovilla (Google For Education)

17h45 – A privacidade morreu?
Ronaldo Lemos (ITS Rio)

18h05 – {Mesa redonda} PF do futuro: nossa comida em 100 anos
João Diamante, Jefferson Rueda, Sophie Deram e Gus Guadagnini (The Good Food Institute)

18h55 – {Entrevista} ASMR: como é criar uma fábrica de sensações online
Mariane Carolina Rossi (Sweet Carol)

SERVIÇO
Wired Conference 2021
Data: 9 de março de 2021 (terça-feira)
Horário: 9h30 às 19h30
Transmissão: YouTube Facebook do GLOBO e wiredfestival.globo.com
Redes sociais: /wiredfestivalbrasil @wiredfestivalbrasil

PagSeguro PagBank tem mais de 400 vagas abertas para a área de Tecnologia

O PagSeguro PagBank, que oferece soluções inovadoras em serviços financeiros e meios de pagamento, está contratando novos profissionais durante a pandemia da Covid-19. São mais de 400 vagas abertas para trabalhos remotos (home-office) na área de Tecnologia, para candidatos de qualquer lugar do Brasil.

Para se candidatar, os interessados devem acessar a página de carreiras no site do PagSeguro PagBank e preencher o cadastro com as informações necessárias para a vaga de interesse.  Os candidatos podem também conferir as vagas abertas na página do LinkedIn do PagSeguro PagBank.

Entre as oportunidades de trabalho disponíveis estão cargos como: Engenheiro de Software, Cientista de Dados, Engenheiro SRE, Engenheiro de Dados, Engenheiro de Qualidade de Software, Analista de Produto, Designer, Agilista, entre outros.

O PagSeguro PagBank registrou lucro recorde em seu último balanço, apesar da conjuntura econômica fortemente afetada pela pandemia e busca profissionais para continuar crescendo.  

“Buscamos candidatos interessados em fazer parte de uma equipe dinâmica numa empresa inovadora e em constante desenvolvimento”, diz Fabiana Verdichio, Diretora de RH.  “O PagSeguro PagBank tem capital aberto na Bolsa de Nova Iorque e é a empresa de serviços de meios de pagamento com maior quantidade de clientes no Brasil: mais de 7 milhões de clientes”, complementa Ricardo Dutra, CEO do PagSeguro PagBank.

Onde o Sucesso da Transformação Digital Começa

Por Denis Kennelly, Gerente Geral, IBM Storage

O caos causado na economia e na sociedade por causa da pandemia gerou o aumento das transformações digitais e colocou um destaque sobre as capacidades avançadas que as tornam possíveis, ou seja, a nuvem híbrida e inteligência artificial (IA).

De acordo com o recente relatório da empresa de pesquisa Twilio, 97% dos tomadores de decisão das empresas disseram que a pandemia os conduziu a acelerar as transformações digitais. De forma similar, o IBM Institute for Business Value liberou um estudo de C-Suite que apontou que 62% dos executivos planejam acelerar seus esforços digitais nos próximos dois anos devido a pandemia.

Mas conforme as empresas embarcam em suas jornadas de nuvem híbrida e IA, muitas estão descobrindo que alguns dos desafios mais críticos que existem em torno da mobilidade de aplicativos, acesso a dados globais e resiliência de dados, são superados de forma mais eficiente por meio de armazenamento de dados “pronto para a nuvem” (cloud-ready), a camada fundamental de dados da nuvem híbrida.

Sistemas de armazenamento avançados e softwares que integram perfeitamente dentro de ambientes de nuvem híbrida desbloqueiam uma série de recursos, não menos importantes do que alimentar a IA. Nós criamos uma estrutura de três estágios que considero útil para a indústria, já que estamos com foco no desenvolvimento de aplicativos, dataops e serviços, além da resiliência de dados em crescimento.

• Desenvolvimento de Apps. O primeiro passo na jornada para a transformação digital é adotar o desenvolvimento e modernização de aplicativos nativos da nuvem. Usando contêiner, as organizações podem criar aplicativos portáveis e elasticamente escaláveis que são capazes de se mover rapidamente através de nuvens locais, públicas e privada de empresas complexas, bem como em edge. Aplicativos nativos da nuvem implementados na nuvem híbrida podem reagir as necessidades de negócios em tempo real (por exemplo escalar, se mover, etc.). Inovações em torno do armazenamento cloud-ready fornece alta performance no acesso aos dados, igualando demandas de aplicações independentemente de sua locação e escala.

Na perspectiva dos negócios, quanto melhor for o acesso a os dados transversalmente na empresa, mais precisos serão os resultados e previsões.

• DataOps e Serviços. Serviços inovativos de dataops e de dados podem dar às empresas capacidades cada vez mais críticas, como catalogação e marcação de dados para uma maior organização e eficiência. Eles também podem fornecer novos níveis de automação e autosserviço para desenvolvedores para melhorar drasticamente a produtividade e os insights. Por exemplo, nós fornecemos acesso a dados, descoberta e insights nativamente em todo o portfólio de armazenamento. Como resultado, não deve ser surpresa que mais negócios estejam mudando para armazenamentos híbridos cloud-ready para gerenciar e entregar melhor os dados através de seus ambientes de nuvem híbrida em expansão de forma eficiente e econômica.

• Resiliência de Dados. Resiliência, a habilidade de se recuperar rapidamente com pouco ou nenhum dano residual, assumiu um novo significado durante a pandemia. Embora crítico nos negócios, é de mesma importância proteger e prevenir disrupções de ocorrências em primeiro lugar. A habilidade de prevenir, proteger e se recuperar rapidamente de interrupções e disrupções inspira confiança na empresa e em seus resultados. Por exemplo, nossos engenheiros da IBM Storage encontraram uma forma de garantir que a qualidade sustentável dos dados seja atendida através de capacidades de detecção de ameaças avançadas e a recuperação rápida de dados em eventos de brecha. Isso é feito mantendo cópias protegidas de dados de clientes em tempo real que só podem ser acessadas por meio de uma autenticação dupla de IDs “separadas por tarefas”.

Essa estrutura de armazenamento centrada em contêiner cria uma camada de dados fundamentais para nuvem híbrida que está preparada para superar os desafios de hoje e abrir novos recursos e oportunidades para amanhã.

2021: Quando o Armazenamento de Dados Ocupa o Centro do Palco

Os desafios que as empresas enfrentam em 2021 – desde disrupções contínuas da pandemia, ao universo digital em constante expansão, até o fluxo constante de ameaças cibernéticas sofisticadas – são consideráveis.

A própria pandemia pode ter paralisado economias, mas os ventos técnicos permaneceram fortes, ajudando aos negócios a navegar por uma atuação e sucesso de longo prazo. Considere por um momento como a pandemia aumentou a necessidade de conscientização dos dados em todo o mundo e de seu acesso para apoiar colaborações maiores, entre outras funções e processos. Nesse novo mundo, onde a maioria ainda está trabalhando de casa, precisamos da habilidade para acessar e compartilhar dados de qualquer lugar.

A IBM está trabalhando com dezenas de clientes que estão adotando totalmente o modelo de nuvem híbrida centrada em contêiner para armazenamento de dados. Estamos vendo a estrutura que descrevi servindo como uma pegada para qualquer organização no meio, ou ainda considerando sua transformação digital. Uma jornada em que armazenamento de dados, acesso e gerenciamento são fundamentais para um resultado bem-sucedido.

Soluções Multi-tenant fomentam a transformação digital nos negócios

Por Waldir Bertolino, Country Manager da Infor no Brasil,

A transformação digital nas empresas foi acelerada devido à pandemia do novo coronavírus. Adaptar-se ao novo nunca foi uma tarefa fácil, ainda mais em um cenário de tantas incertezas e dificuldades econômicas. Para lidar com os desafios que surgiram com a Covid-19 e manter a própria sobrevivência, as companhias tiveram que reinventar os seus negócios. Inovações e tecnologias (nuvem, AI e outras) que já estavam no radar de perspectivas das organizações, mas figuravam entre prioridades futuras, passaram a ser mandatórias.

Em uma pesquisa recente conduzida pelo JPMorgan, 79% dos CIOs dizem que a pandemia os forçou a uma transformação digital mais rápida do que o planejado. Na verdade, alguns setores, como o comércio eletrônico, viram dois anos de crescimento comprimidos em apenas seis meses. Com isso, as organizações estão se voltando para a nuvem e a transformação digital está ajudando as empresas a inovarem suas estratégias de go-to-market. 

Esse levantamento comprova que o apetite do mercado por tecnologias em nuvem aumentou muito nesse período. Antes dessa crise sanitária, nossos negócios eram voltados para 30% na nuvem e 70% no local. Agora, esse percentual foi invertido sendo 70% na nuvem. Por isso, estamos cada vez mais focados em auxiliar as organizações líderes a fazer essa transição para a nuvem e a solução Multi-tenant Cloud faz parte dessa estratégia, já que é um modelo arquitetônico contido em cenários de cloud computing, onde se emprega uma estratégia de compartilhamento de recursos computacionais. A proposta deste modelo é ter um banco de dados central suportando múltiplos bancos de dados secundários. Vale ressaltar que na corrida pela jornada digital, essas arquiteturas oferecem vários benefícios e ajudam a minimizar os gastos e manter a acessibilidade de dados.

Um bom exemplo disso é a empresa Midwest Wheel, uma das maiores distribuidoras de peças de caminhão nos Estados Unidos, que utiliza o Infor CloudSuite Distribution e o Infor Birst analytics para gerenciar o estoque de seus seis depósitos, permitindo fluxos de trabalho complexos e maior capacidade de fazer negócios online. Com as soluções multi-tenant da Infor na nuvem, incluindo o Infor OS (Serviço Operacional), a empresa melhorou o atendimento ao cliente por ter estoque adequado, alcançando melhorias de até 15% na taxa de preenchimento. “Se as empresas não estiverem inovando em mais formas de aumentar a produtividade, elas ficarão ultrapassadas”, diz Steve McEnany, vice-presidente de marketing e tecnologia da Midwest Wheel. 

Diante desse contexto, o ano de 2020 trouxe muitos desafios, mas o impacto foi muito menor do que o esperado, pois por meio das soluções multi-tenant percebemos que muitas estratégias digitais que estavam no papel foram aceleradas e, dessa forma, conseguimos auxiliar os clientes na redução de custo, otimização operacional e recuperação em um cenário de pós-pandemia.

Vantagens para os negócios

Cada vez mais as organizações implementam  soluções modernas  para transformar esse período de ruptura em reinvenção e as soluções Multi-talent estão no topo da lista de prioridades. Confira as principais vantagens:

Reduz custos: os recursos computacionais são mais baratos em escala e, com a multi-tenant, é possível consolidá-los e alocá-los de maneira eficiente. Para um usuário individual, pagar pelo acesso a um serviço em nuvem ou uma aplicação de SaaS geralmente representa um custo-benefício melhor do que usar um software e hardware que atendam a apenas um locatário.

Flexibilidade: se você investir tudo em seu próprio hardware e software, chegará ao ponto em que ambos atingirão a capacidade máxima em momentos de grande demanda ou ficarão ociosos quando a demanda estiver muito baixa. Por outro lado, em uma nuvem multi-tenant, é possível alocar recursos para os usuários que precisam deles, conforme essa necessidade aumenta ou diminui. Sendo cliente de um provedor de nuvem pública, você pode ter acesso a uma capacidade extra quando precisar e não pagar por ela quando não houver necessidade.

Aumenta a eficiência: com a abordagem de multi-tenant, há menos necessidade de que usuários individuais gerenciem a infraestrutura e cuidem de atualizações e manutenções. Todos os locatários contam com um provedor de nuvem central, em vez de depender das próprias equipes para lidar com essas tarefas rotineiras.