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De acordo com o Indeed, empregos no setor de criptoativos estão em alta no Brasil

O surgimento de bancos digitais e novos recursos tecnológicos vem revolucionando o mercado financeiro na última década. As criptomoedas são um exemplo disso, são moedas digitais descentralizadas que funcionam por meio da tecnologia blockchain. A primeira foi criada em 2009, mas é de 2020 para cá que houve uma explosão no setor, com o crescimento acelerado do mercado de criptoativos.

Agora esse crescimento se reflete também no mercado de trabalho. Mesmo em meio a uma crise econômica, agravada pela pandemia de Covid-19, um levantamento do Indeed, site de empregos número 1 no mundo, revelou que a postagem de vagas de trabalho relacionadas ao mercado de criptomoedas aumentou 144% na plataforma entre junho de 2020 e junho de 2021 no Brasil. 

Além da oferta, houve aumento também na procura por vagas no setor. Os dados do Indeed mostram que, entre junho de 2020 e junho de 2021, a proporção entre buscas de empregos contendo termos relacionados a criptomoedas aumentaram 173% na plataforma. No entanto, ao analisar o número de vagas ofertadas com o número de buscas, os dados sugerem que os empregadores estão com dificuldade em encontrar candidatos.

Em junho deste ano, o número de buscas, apesar do aumento, foi menor que o número de vagas anunciadas, resultando em uma média de 87 vagas por candidato. Para Felipe Calbucci, Diretor de vendas do Indeed no Brasil, isso é um sinal de que os candidatos que querem entrar para a área precisam se especializar, mas também de que as empresas precisam pensar em ações que fortaleçam a marca empregadora e tornem a empresa mais atraente para manter os colaboradores. 

“É um nicho de mercado que vem crescendo de maneira muito acelerada e demandando cada vez mais profissionais. Uma das dificuldades é encontrar mão de obra especializada neste setor de criptoativos, mas como ainda há mais vagas do que candidatos neste mercado, além de recrutar, também é difícil para as empresas manter esses talentos, a rotatividade se torna alta”, analisa Calbucci. “Por isso é importante investir em benefícios e oferecer um bom ambiente de trabalho que seja atrativo para esses profissionais, seja oferecendo maior flexibilidade, possibilidade de custear cursos e investir num bom plano de carreira”.

De acordo com o relatório Global Cryptocurrency Adoption Index divulgado pela Chainalysis em 2020, o Brasil é o país da América Latina com o maior volume negociado em criptomoedas e o 13º no ranking de adoção global de criptomoedas. Já segundo um relatório do site Crypto.com divulgado em fevereiro deste ano, o número de usuários do mercado de criptoativos ultrapassou a marca de 100 milhões de pessoas no mundo.

Com os sinais de que o setor deve seguir em crescimento, grandes empresas começaram a investir na tecnologia blockchain, diversificando ainda mais as vagas neste nicho e fazendo com que não sejam apenas ofertas em empresas específicas do mercado financeiro, mas também em companhias que atuam em outras áreas, mas que, por investir na tecnologia, precisam de profissionais especializados neste segmento do mercado. 

Felipe Calbucci frisa que os candidatos devem estar atentos à evolução e às exigências do mercado. “O setor está em constante evolução e quem quer especializar na área precisa estar a par das mudanças. Fazer cursos de especialização, mesmo que rápidos e online, e acompanhar as movimentações do mercado e os avanços da tecnologia é essencial. Estamos vendo que há vagas, mas aqueles que estiverem por dentro das tendências terão chances maiores de conquistar uma vaga”, afirma o especialista.

Azul anuncia parceria inédita e inovadora com a Lilium

A Azul S.A., “Azul”, (B3: AZUL4, NYSE: AZUL), maior companhia aérea do Brasil em número de voos e destinos servidos, anuncia hoje uma parceria com a empresa alemã Lilium para revolucionar o mercado de aviação no Brasil nos próximos anos. A Azul pretende ampliar significativamente sua conectividade no país, ligando pontos comerciais e turísticos, criando um novo mercado por meio de uma malha ainda mais exclusiva de voos com aeronaves eVTOL no Brasil a partir de 2025.

Por meio dessa potencial malha aérea, a companhia pretende conectar grandes centros econômicos, regiões metropolitanas, cidades turísticas, condomínios residenciais e aeroportos. O plano de investimento que está sendo avaliado pela Azul reforça ainda mais os compromissos ESG da companhia ao alavancar, de forma inédita, o desenvolvimento econômico e social no Brasil por meio de um modelo de avião 100% elétrico, com zero emissão de carbono. Essa parceria pode ter um valor total de até US﹩ 1 bi e inclui uma frota de até 220 aeronaves eVTOL da Lilium.

“Somos hoje a maior companhia aérea doméstica em termos de cidades atendidas e voos diários. Nossa presença de marca, nossa malha com exclusiva conectividade e nosso programa de fidelidade nos permitem criar demanda para introduzirmos essa nova operação com os jatos eVTOL da Lilium no Brasil. Como fizemos no mercado doméstico brasileiro desde a nossa fudação, estamos ansiosos para, novamente, criar um mercado totalmente inovador nos próximos anos”, diz John Rodgerson, presidente da Azul. “O Brasil é um dos maiores mercados do mundo para helicópteros e acreditamos que esse projeto possa revolucionar esse segmento e a mobilidade no Brasil nos próximos anos”, completa Rodgerson.

ActiveCampaign investe US$ 2 milhões e lança fundo de desenvolvimento de aplicativos

 Logo após cruzar a marca de 150 mil clientes em todo o mundo, a ActiveCampaign, líder em Customer Experience Automation (CXA, em português, Automação da Experiência do Cliente), anuncia o lançamento do seu primeiro Developer Fund, isto é, Fundo para Pessoas Desenvolvedoras. O programa oferece apoio financeiro a pessoas desenvolvedoras de aplicativos para a criação de ferramentas que ajudem clientes da ActiveCampaign a continuar expandindo os seus negócios.

Pessoas desenvolvedoras de qualquer lugar do mundo, que tem interesse em participar do ActiveCampaign Developer Fund, podem se inscrever aqui. Serão aceitos aplicativos de pessoas desenvolvedoras, startups e agências que sejam capazes de criar uma integração com a plataforma de CXA da ActiveCampaign e fornecer, gratuitamente, recursos avançados para clientes. Uma vez selecionadas, as pessoas desenvolvedoras receberão apoio financeiro inicial e contínuo para a realização do trabalho. Profissionais de empresas de qualquer tamanho, segmento de atuação ou localidade podem se inscrever.

As ferramentas elegíveis são integrações de aplicativos na plataforma de CXA ActiveCampaign. Atualmente, acima de 70% da base de clientes da ActiveCampaign utiliza suas mais de 870 integrações, incluindo Facebook, Microsoft, Shopify, Square e Salesforce. Com o fundo, mais parcerias de aplicativos poderão integrar o ecossistema da ActiveCampaign, com mais de 150 mil clientes em todo o mundo e uma meta de crescimento para mais de 1.000 integrações somente com a nova iniciativa.

Por meio do fundo, a ActiveCampaign cumpre o seu compromisso com clientes de que empresas de qualquer tamanho, que desejam escalar suas experiências individuais, possam fazê-lo através das ferramentas que já utilizam. E, ainda, possam tomar decisões de negócios e clientes, com base na inteligência de todas as suas ferramentas digitais de negócio. Além disso, essas empresas podem automatizar tarefas por meio das ferramentas, ganhando mais tempo para se concentrar em projetos criativos.

“Ao contrário das plataformas multifuncionais que forçam os clientes a usar suas soluções, a ActiveCampaign oferece para clientes uma flexibilidade incrível para usar as ferramentas que funcionam melhor para suas necessidades exclusivas”, afirma Jason VandeBoom, fundador e CEO da ActiveCampaign. “Ao lançar o nosso Developer Fund (Fundo para Pessoas Desenvolvedoras), continuamos a liderar com essa obsessão em atender o cliente. Estamos criando este programa para que as pessoas desenvolvedoras parceiras se sintam valorizadas e incentivadas a criar ainda mais ferramentas e, portanto, garantir mais flexibilidade para a nossa base usuária”.

“A melhor parte da ActiveCampaign é que eu posso sincronizar os dados entre minhas ferramentas de tecnologia”, comenta Dawn Manske, fundadora da marca de roupas e acessórios Made for Freedom. “Ter meus Públicos Personalizados do Shopify e do Facebook integrados aos dados de CRM da ActiveCampaign me proporciona os insights que preciso para tomar decisões sobre quando entrar em contato com clientes e voluntários e com qual tipo de mensagem. Isso me poupa mais tempo para me concentrar no crescimento da minha rede e do meu negócio”.

“Valorizamos a nossa parceria com a ActiveCampaign porque há respeito mútuo e obsessão pelo sucesso do cliente”, conta Austin Kueffner, da Outliant. “Vejo o novo Developer Fund (Fundo para Pessoas Desenvolvedoras) da ActiveCampaign como um exemplo desse compromisso compartilhado com a flexibilidade do cliente e a propriedade dos dados. Estamos ansiosos para criar muitas novas integrações em conjunto”.

Belgo Bekaert prorroga inscrições do desafio de inovação para startups até sexta-feira (06/08)

A Belgo Bekaert, empresa pioneira e líder no mercado de arame brasileiro, lança desafio para startups que, assim como ela, têm a inovação no seu DNA. Até sexta-feira (06/08), estão abertas as inscrições para o Programa Inovação Aberta, que, nesta edição, busca soluções inovadoras para os processos logísticos de embalagens retornáveis da empresa. Para participar, os interessados devem cadastrar a proposta aqui na plataforma AEVO.

O Programa de Inovação Aberta tem o objetivo melhorar o desenvolvimento de produtos e serviços da Belgo Bekaert, aumentando a eficiência dos processos de desenvolvimento e inovação, e conectando os desafios da empresa às startups, de maneira inovadora e sustentável.

Líder brasileira na transformação de arames de aço desde sua criação, a Belgo Bekaert é fruto da parceria estratégica no Brasil entre a ArcelorMittal e a Bekaert. Atualmente, cerca de um quinto de sua lucratividade é resultado da venda de produtos criados há menos de 5 anos. A empresa atua nos segmentos de Agronegócios, Cercamentos, Construção Civil, Automotivo, Solda, Aplicações Especiais e Indústria Petrolífera.

Sobre o desafio


Os produtos que a Belgo Bekaert entrega para seus clientes são enviados em embalagens que apresentam diversos tamanhos e características, tais como spider, carretel, pallet e separador. Sua política de logística reversa prevê o retorno dessas embalagens à empresa, mas nem sempre isso acontece dentro do prazo esperado.

Os projetos inscritos devem propor soluções de rastreamento que permitam controlar a quantidade de embalagens retornáveis disponível nas unidades industriais da empresa e nos clientes, monitorar o ciclo de vida desses ítens para contribuir para o seu reuso e diminuição do impacto ambiental, disponibilizar dados confiáveis, contribuir para a organização do estoque e inventários, além de propor soluções com qualidade, simplicidade de operação, bom desempenho técnico e custo-benefício.

Benefícios para as selecionadas


As startups que apresentarem as soluções mais atraentes terão a possibilidade de trabalhar remuneradamente em conjunto com equipes experientes e especializadas por meio de contratação para a realização de testes, com a possibilidade de contratos definitivos, apoio logístico para participação e acesso ao espaço de trabalho do setor de Inovação da Belgo Bekaert, em Contagem, Minas Gerais, observando os protocolos sanitários de prevenção à Covid-19.

Em caso de dúvidas sobre o desafio, as startups podem entrar em contato pelo e-mail inovacao@belgobekaert.com.br . Para suporte na plataforma AEVO, entre em contato pelo aevoinnovate-sucesso@aevo.com.br .

Rodrigo Dienstmann assume Presidência da Ericsson para o Cone Sul da América Latina

O executivo Rodrigo Dienstmann, que acumula 28 anos de trajetória profissional, com larga experiência nas diferentes áreas do setor de tecnologia e telecomunicações, acaba de assumir como Presidente da Ericsson no Brasil, Argentina, Chile, Peru e Uruguai – países que compõem o Cone Sul da América Latina para a companhia. Ele reportará diretamente a Arun Bansal, Presidente da empresa para região MELA (Market Area Europe & Latin America).

Rodrigo Dienstmann vem da Mobicare e da Akross, empresas focadas no desenvolvimento e operação de plataformas de software de missão crítica, onde atuou como CEO desde 2017. Nos dois anos anteriores, foi COO da Vivo, a maior operadora de telecomunicações do Brasil, onde liderou as áreas de Engenharia e Operações, Tecnologia da Informação, Logística, Atendimento ao Cliente e Garantia de Qualidade.

Antes disso, Rodrigo foi CEO da Cisco do Brasil, onde também liderou várias unidades de negócios por 6 anos. Em sua bagagem profissional, traz ainda a experiência como Vice-Presidente Executivo da GVT, e head em outras unidades de negócios, como Varejo, SMB e Enterprise; além de cargos de Marketing, Gestão de Produto, Vendas e TI na Oi, Intelig Telecom, Iridium Sudamerica e Siemens.

Rodrigo é graduado em Engenharia Eletrônica e de Telecomunicações pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná e possui MBA em Negócios pelo IBMEC Rio de Janeiro.

Gestão de estoque: como lidar com isso no e-commerce?

Por Elger Albuquerque

Gestão de estoque é fundamental para o bom andamento de uma loja online. Por se tratar de um processo 24 x 7, ele precisa ser automatizado, até porque há muitos produtos e variações de produtos ofertados para os potenciais consumidores que acessam as lojas diariamente. Separo aqui algumas estratégias para que você veja qual melhor se ajusta à sua necessidade:

1 – Estoque compartilhado 

Esse conceito tem ganhado muita força nos últimos anos em virtude das soluções de gestão que estão crescendo tecnologicamente e diminuindo a ruptura. O modelo consiste em compartilhar o estoque em diversos canais de venda, como: loja física, e-commerce, atacado e marketplaces. A grande vantagem é conseguir unir todas as ofertas (produtos) em diversos canais, explorando da melhor forma as oportunidades. 

2 – Estoque terceirizado 

Esse tipo de estoque fica com terceiros até que o cliente adquira determinado produto. São dois processos: 

  1. Dropshipping: a entrega fica sob responsabilidade do fornecedor. 
  2. Cross docking: o fornecedor entrega o produto ao lojista, que o repassa para o cliente. 

3 – Estoque descentralizado 

Ocorre quando a mercadoria é dividida e estocada em diferentes locais. O custo para manter vários espaços é maior e apenas com uma boa logística torna-se possível diminuir gastos de transporte e tempo de entrega. Mercado Livre e Magalu utilizam esse tipo de estoque para reduzir custos de frete e melhorar seus prazos de entrega, gerando o melhor custo-benefício ao cliente. 

4 – Estoque próprio 

Essa é a opção mais básica de gestão: um estoque único e dedicado à operação on-line.  

5 – Estoque consignado 

Neste modelo, a compra dos produtos é feita de forma consignada, permitindo a devolução daquilo que não foi vendido, caso não haja demanda para todas as mercadorias. Dessa forma, o custo envolvido neste tipo de estoque é mais baixo e tem menos riscos de prejuízos. 

Margem de segurança 

Quando não é possível ter um estoque automatizado 100% on-line e existe uma grande movimentação por meio de outros canais, podemos adotar o conceito de margem de segurança. Essa margem significa disponibilizar uma quantidade menor do que realmente se tem em estoque. Chegar ao número ideal de margem de segurança não é tarefa fácil, pois pode ser muito diferente nas categorias. Esse cálculo precisa levar em conta o giro da mercadoria em outros canais e o prazo de reposição. Quando cria uma margem muito grande, você volta ao problema de perder vendas e, quando trabalha com uma margem muito pequena, está correndo o risco de ruptura. 

Preço e prazo de entrega 

Cada vez o mercado digital está ficando mais competitivo. Durante muitos anos os comerciantes brigavam por preço e credibilidade. As empresas que ofereciam boa credibilidade e bom preço levavam vantagens. Agora o cliente está mais exigente. Eles buscam, além do preço, o prazo de entrega. O varejo digital está brigando diretamente com o de bairro quando oferece entrega de 5 a 24 horas. O consumidor já pensa duas vezes antes de ir a um shopping ou comprar on-line para receber seu produto imediatamente. Pensando nisso, temos que ficar muito atentos para ter uma logística dinâmica e buscar os melhores parceiros para entrega – sempre com o cuidado de não descumprir com o prometido. 

O assunto “logística” é complexo, mas essencial para o sucesso da sua loja virtual. O desafio das gigantes do setor está em reduzir o prazo de entrega para no máximo 48h. Empresas que apostaram em uma logística rápida cresceram com esse diferencial, e não se pode esquecer de que os gigantes asiáticos estão prometendo, em breve, entrega rápida, o que vai mexer muito com o mercado nacional.

Elger Albuquerque, membro da diretoria de varejo na Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm)

Plataforma de mentorias gratuitas conecta mentores voluntários a microempreendedores que precisam de orientação nos negócios

Conforme relatório elaborado pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), divulgado em junho pelo Sebrae, no Brasil, o total de micro e pequenos empreendedores com negócios ativos há pelo menos três anos e meio caiu de 22,3 milhões, em 2019, para 12 milhões no ano passado. Uma redução de quase metade do número de pequenos negócios do país causada pela crise da pandemia.

Diante desse cenário, iniciativas que apoiam microempreendedores na gestão de seus negócios são essenciais para evitar o encerramento das atividades, como é o caso da plataforma e do programa Guru de Negócios, desenvolvidos pela Aliança Empreendedora. A organização capacita e apoia gratuitamente microempreendedores formais e informais em comunidades e periferias de todo o país, e possui uma experiência de oito anos em desenvolvimento de programas de mentorias para microempreendedores, tendo apoiado mais de 500 micro e pequenos negócios com cerca de 6 mil horas dedicadas de mentorias ao longo desses anos.

A plataforma e o programa Guru de Negócios oferecem uma troca de experiências entre empreendedores e mentores com vasta experiência no mercado de trabalho e de diversas áreas ligadas ao dia a dia do negócio de quem empreende como, gestão financeira, vendas, marketing, comunicação, gestão de equipes, dentre outras.

Os interessados em ser mentores voluntários ou receberem uma mentoria de seis meses por meio do programa Guru de Negócios devem acessar o site gurudenegocios.org.br e realizar o cadastro. Na plataforma, é feita uma análise de perfis, com informações coletadas no momento do cadastro tanto por parte do empreendedor como por parte dos mentores. No momento do cadastro, o empreendedor pode incluir suas preferências e habilidades de forma a moldar o seu perfil para que o Guru possa lhe indicar os mentores mais adequados conforme suas experiências e conhecimentos.​

Antes de iniciar a mentoria, os mentores voluntários passam pelo treinamento “Preparação para ser um mentor”, composto por vídeos que abordam os temas: “Aliança Empreendedora e Teoria do Effectuation”, “O que é mentoria”, “O papel do mentor”, “Etapas da mentoria”, “Desafios da mentoria”, “Dicas e técnicas de facilitação” e “Dicas para mentoria durante período Covid-19”. Os encontros de mentoria podem acontecer via chamada telefônica ou plataformas online (Meet, Skype, Zoom, etc.).

Atualmente, a plataforma conta com mais de 600 microempreendedores cadastrados e mais de 400 mentores cadastrados. “O meu mentor foi muito prestativo em me ajudar com minhas dificuldades de gestão, resultando em alavancagem nas vendas e melhor controle financeiro do meu negócio”, conta Julles Bitencourt, microempreendedor participante do programa.

Voluntariado Corporativo:

A plataforma Guru de Negócios também é uma oportunidade para a realização de programas de voluntariado corporativo. Com parcerias realizadas com organizações como Itaú, Acccenture e Serasa, o programa tem como objetivo engajar funcionários da empresa parceira a apoiar microempreendedores através da mentoria, compartilhando seu conhecimento profissional, oferecendo suporte na jornada e facilitando o desenvolvimento dos empreendedores. ​

“As empresas têm buscado cada vez mais o voluntariado para potencializar seu impacto em diferentes camadas dos problemas humanos, sociais e ambientais”, explica Lina Useche, diretora executiva e cofundadora da Aliança Empreendedora. “O Guru de Negócios é um programa de voluntariado corporativo que já vem estruturado para a empresa. Ao participar de programas como este, o colaborador tem a oportunidade de desenvolver habilidades e competências dentro da própria empresa, despertando liderança, aumentando criatividade, autoconhecimento, dentre outras coisas”, completa.

Movile recebe aporte de R$ 1 bilhão da Prosus

A Movile, empresa que investe e desenvolve negócios de tecnologia como iFood, MovilePay, PlayKids, Afterverse, Sympla e Zoop, recebeu um novo aporte da Prosus totalizando R$ 1 bilhão (US$ 200 milhões) – o maior investimento primário em uma única rodada desde a fundação da empresa, em 1998. A Prosus, grupo global de internet e um dos maiores investidores em empresas de tecnologia do mundo, é o principal investidor da Movile desde 2008.

Os novos recursos serão direcionados para a expansão das atuais empresas da Movile, incluindo o iFood, empresa líder em foodtech e uma das maiores histórias de sucesso de tecnologia até hoje na região; MovilePay e Zoop, duas das principais fintechs do Brasil; e Mensajeros Urbanos, empresa de logística com sede na Colômbia que também cresce rapidamente no México e em outros países da região. A Movile planeja, ainda, investir em novas empresas de tecnologia inovadoras no Brasil e na América Latina.

“O sucesso de empresas como o iFood incentiva empreendedores da América Latina a se unirem ao ecossistema tecnológico em constante expansão na região”, reforça Patrick Hruby, CEO da Movile. “A Movile está comprometida em melhorar a vida das pessoas, e isto inclui apoiar os empresários, gerar novos empregos e trazer mais praticidade e conveniência aos consumidores. Com este novo aporte, continuaremos a ajudar fundadores a alcançarem suas grandes ambições para construir a próxima história de sucesso na região”, reforça.

O jeito Movile de investir

Nos últimos três anos, a Movile alcançou um crescimento médio anual de 80% em receita e realizou mais de 30 negócios, entre investimentos e M&As. Isto inclui a ampliação da estratégia de logística, com o aporte na plataforma de entrega colombiana Mensajeros Urbanos, em 2020, e o investimento este ano na argentina Moova, expandindo a presença da Movile no mercado latino-americano. No início de julho, a Movile também investiu R$170 milhões na Zoop como parte do novo financiamento da Prosus.

“O histórico de sucesso da Movile se deve a uma cultura inovadora e visão de negócios. Eles são um investidor estratégico com sólido conhecimento e experiência no mercado latino-americano, o que garante muito valor às pessoas, à cultura, à administração, às finanças e ao desempenho da companhia. Eles colaboram de forma direta e aprofundada com suas empresas investidas para garantir o sucesso de cada uma delas, o que representa uma maneira única de investir e semelhante à abordagem da própria Prosus”, disse Roger Rabalais, CFO da Prosus Food e Presidente do Conselho da Movile.

Próximos passos: fortalecer fintechs, logística e games

Para os próximos meses, a Movile planeja continuar investindo em suas empresas atuais, além de expandir seu portfólio, focando nas verticais de logística, fintechs e games.

Em toda a América Latina, as vendas online estão em alta, com crescimento de 36,7% no e-commerce da região em 2020, resultando na necessidade de mais e melhores ofertas logísticas. Somente no Brasil, as vendas online aumentaram 66% em 2020, mais do dobro da taxa de crescimento dos EUA, de acordo com o Euromonitor, e com expectativa de crescimento de 56% até 2024, de acordo com Worldpay by FIS. Com base neste crescimento, a Movile continuará investindo em sua tese de logística.

Por sua vez, o segmento de fintechs tem recebido o maior investimento na América Latina nos últimos seis anos, de acordo com a LAVCA , e continuará sendo o foco central da Movile. Recentemente, o segmento foi definido como uma divisão específica dentro do grupo, incluindo MovilePay e Zoop. Uma iniciativa conjunta entre as duas empresas lançou a Conta Digital iFood, desenvolvida pela MovilePay com tecnologia da Zoop. Desde seu lançamento, em outubro de 2020, a MovilePay já concedeu cerca de R$ 200 milhões em crédito a pequenos restaurantes registrados na plataforma iFood, com mais de 150 mil contas digitais ativas.

“Fintech é hoje uma vertical-foco para a Movile. Em um futuro não muito distante, vislumbramos que todas as empresas se tornarão uma fintech e serão capazes de oferecer serviços financeiros a seus clientes. A Zoop faz exatamente isso para as empresas, e a MovilePay possibilita isso para os restaurantes”, acrescenta Hruby.

Outro mercado-foco para a Movile é o de Games, com Afterverse – a marca de jogos nascida dentro da PlayKids, que alcançou um crescimento impressionante durante a pandemia. A Movile possui e opera os títulos PK XD e Crafty Lands e alcança 50 milhões de jogadores por mês, tornando-se rapidamente um dos grandes players globais de Games, com jogadores em mais de 180 países.

“A Afterverse começou como uma célula de inovação da PlayKids e alcançou rápido sucesso, por isso agora opera de forma independente. A empresa tem grande potencial para se tornar uma das maiores histórias de sucesso do Grupo Movile”, afirma Hruby.

Olhando para o futuro, Hruby revela que a Movile continuará buscando empresas que complementem e agreguem valor ao ecossistema existente. “Buscamos empresas que desenvolvam soluções tecnológicas com potencial de crescimento exponencial. Além disso, é nossa missão trazer talentos cada vez mais diversos para as equipes das nossas empresas”, conclui o CEO do Grupo Movile, que já conta com 5 mil funcionários, e possui hoje mais de 600 vagas abertas entre suas diversas companhias.

Rappi anuncia Sandra Montes como nova CMO da empresa no Brasil

Nesta segunda-feira, 02/08, Sandra Montes assume a posição de Chief Marketing Officer no Rappi Brasil, cargo ocupado até o momento por Fernando Vilela. A executiva, que atuava como Vice Presidente de Growth Marketing na OLX Brasil, ficará responsável pelos projetos relacionados à jornada do cliente e à área de marketing do superapp no país.

“O dinamismo do segmento, por si só, é um desafio estimulante. O Rappi, por sua vez, busca devolver o tempo às pessoas a partir de constantes inovações. Participar desse processo é o que me motiva. Especialmente por ele abrir vários caminhos para a criação de estratégias que, aliadas à tecnologia, impulsionem o crescimento e o reconhecimento do Rappi enquanto um superapp atento às inúmeras oportunidades que o ecossistema digital possibilita”, declara a nova CMO.

Sandra é bacharel em Economia e, ao longo de sua carreira, aprofundou seus estudos e conhecimentos nas áreas de Marketing e Comunicação. Ela possui MBA em Marketing pela ESPM, assim como especialização na Harvard Business School e no MIT. Além disso, a profissional teve um ciclo de atuação na Electrolux.

Fernando Vilela, que liderou o marketing desde 2018, quando ingressou na empresa, ocupava oficialmente o cargo de CMO do Rappi Brasil desde o final de 2020. O executivo, sócio da empresa, entra agora em período de férias e, após seu retorno, assumirá novos desafios na companhia.

Empreender no Brasil é sonho de carreira de jovens universitários, mostra programa do Santander e The Bakery

Nada de escritórios tradicionais, chefes individualistas e ambientes engessados. Grande parte dos jovens universitários da nova economia quer liderar projetos inovadores capazes de gerar impacto social na vida das pessoas. Em suma: desejam empreender em espaços abertos à criatividade e com novos referenciais de gestão. É o caso dos estudantes com idades entre 18 e 25 anos que acabam de iniciar o Radar Empreenda do Santander Brasil, programa realizado em parceria com a empresa global de inovação corporativa The Bakery, com duração de seis meses e destinado a apoiar pré-empreendedores e universitários a expandirem seus negócios. Das mais de 1.600 inscrições recebidas, cerca de 85% foram de universitários. Dos 30 que compuseram a seleção final, 24 estão nos primeiros anos da faculdade.

Os jovens criarão do zero soluções baseadas nos desafios propostos pelo Santander, com todo o suporte e mentoria de profissionais experientes do mercado financeiro. “A Educação tem um poder colossal de transformar a sociedade. Investir nessa área e em programas como esse é fomentar a inovação entre os jovens e inseri-los na economia real. Ficamos surpreendidos positivamente na quantidade de talentos que existem entre os jovens brasileiros e participar do sucesso de alguns será extremamente compensador e inspirador”, afirma o head do Santander Universidades, Nicolás Vergara.

Bárbara Mariana da Silva Barros, 19 anos, cursa o segundo ano da faculdade de Administração Pública, no Rio de Janeiro. Sempre teve atração pelo mundo do empreendedorismo, cuja maior influência veio de um tio que a presenteou com o primeiro livro sobre o tema. No ano passado, Bárbara participou da competição de tecnologia para meninas Technovation Girls. “Me apaixonei de vez e surgiu a vontade de montar uma startup, mas não sabia como começar. Aí, surgiu o Radar”, diz.

Filha do meio de uma família humilde, Bárbara foi a primeira a ingressar em uma faculdade pública. “Meus pais tiveram uma vida difícil e minha mãe só conseguiu se formar depois de casada e com filhos. Então, eles sempre tiveram a preocupação de nos estimular a estudar e conquistar independência financeira”, frisa.

A experiência no Radar para Bárbara tem aberto portas. “O incentivo eu já tinha da minha família, mas faltava uma direção. O apoio de grandes empresas é fundamental para tirar todas as ideias do papel e muda a nossa visão de como funciona, de fato, o mundo dos negócios e das finanças”, argumenta Bárbara, que inclusive é investidora na Bolsa de Valores. 

A meta da jovem para daqui a alguns anos é estar à frente de uma startup unicórnio que tenha impacto social. “Sempre fiz trabalho voluntário e acho importante tentar retribuir para a comunidade e todas as pessoas que me ajudaram a crescer e chegar onde estou”. 

Inovação e transformação digital

De acordo com dados mais recentes do relatório Global Entrepreneurship Monitor, 2/3 dos estudantes universitários já encaram empreender como uma opção de carreira. Para Marcone Siqueira, sócio e cofundador da The Bakery, o interesse de pessoas cada vez mais jovens pelo empreendedorismo significa que o país está com o pé no acelerador da transformação digital. “Mostra que essa nova geração tem acompanhado as oportunidades crescentes desse mercado. A juventude está ouvindo o que falamos sobre o potencial da inovação no Brasil e, se quisermos consolidar o país na vanguarda, precisamos incentivar esse diálogo na mídia, nas empresas, em casa, onde for possível”.

As gêmeas Carolina e Bruna Robledo, de 19 anos, residentes de Tupã, no interior de São Paulo, por sua vez, estão no 5º semestre das faculdades de Matemática Aplicada e Computacional e Física Computacional, respectivamente. Ambas, selecionadas pelo programa, se apaixonaram pelo empreendedorismo já no ensino médio, quando participaram da mesma competição de Bárbara, em que desenvolveram aplicativos de educação com linguagem mais acessível para estudantes da rede pública de ensino, com foco em matemática.

“Nossa geração quer um ambiente mais moderno e livre para liderar. E a tendência atual é vermos cada vez mais pessoas empreendendo. As redes sociais mostraram que é possível começar seu negócio e divulgá-lo para milhões de pessoas, por exemplo”, explica Carolina, complementando que a pandemia tornou as coisas mais flexíveis, possibilitando a muitas pessoas criarem suas empresas do zero. 

João Crescione, de 20 anos, teve uma trajetória um pouco diferente. Cursando Ciências Biomédicas, em Ribeirão Preto, o desejo de empreender só surgiu nos últimos seis meses. João conta que, antes, se identificava muito pouco com esse universo. “Além de eu querer seguir uma carreira tradicional, eu tinha até certo preconceito. Tudo parecia muito estereotipado. É como se muitos empreendedores já nascessem direcionados, vindo de famílias empreendedoras e com condições financeiras para esse investimento. Eu vim de um background muito diferente. Minha família sempre quis que eu garantisse um bom emprego para me sustentar”.

A virada de chave aconteceu quando João cursou uma disciplina na faculdade sobre o tema. Embora tenha fortes críticas à forma pela qual o conteúdo foi passado, foi graças à experiência que ele resolveu buscar se aprofundar no tema. “Comecei a ler mais sobre o assunto por conta própria e me apaixonei. O que me atrai no empreendedorismo é a possibilidade de ser criativo, desde que isso tenha um impacto positivo na sociedade. Quero deixar minha marca no mundo, mudar vidas e sair das amarras do mercado tradicional”, afirma.

No Radar, ele conta que tem tido a chance de falar com pessoas inspiradoras e aprender coisas que não teria oportunidade através de outras iniciativas. “É difícil empreender no Brasil, mas é justamente por isso que eu quero ser um case de sucesso”.

Radar Empreenda

Planejado para solucionar desafios-chaves da organização e gerar negócios, o Radar Empreenda é fruto de duas antigas iniciativas do Santander e contempla tanto startups consolidadas quanto jovens que sonham empreender. As iniciativas anteriores Empreenda Santander, do Santander Universidades, e Radar Santander, do Lab 033, já alcançaram marcos como 98 mil inscritos e R$ 11 milhões em premiações no período.

Startup Superlógica é autorizada pelo BC a atuar como instituição financeira

A Superlógica, plataforma de gestão financeira e tecnológica para condomínios e imobiliárias, após anunciar sua recente fusão com a Ahreas, outra grande empresa do setor, e atingir a expressiva marca de 100 mil condomínios utilizando suas plataformas no Brasil, acaba de receber a autorização do Banco Central para se tornar uma instituição financeira. 

A companhia foi a pioneira a oferecer serviços financeiros como conta digital, emissão de boletos, PIX e cartão de crédito para o mercado condominial e imobiliário  por meio de parceiros, mas a partir de agora, mediante autorização do Bacen, se torna uma instituição financeira que está conectada diretamente com o Sistema de Pagamento Brasileiro (SPB) e com o Sistema de Pagamento Instantâneo (SPI). 

“Este é mais um passo na consolidação da Superlógica como a principal parceira tecnológica e financeira das administradoras de condomínios e imobiliárias. A partir deste momento nos tornamos ainda mais competitivos, com serviços financeiros mais completos e especializados, o que reforça a nossa credibilidade junto aos nossos clientes”, afirma André Baldini, Diretor de Negócios da Superlógica

Como Instituição financeira, a Superlógica também está autorizada a realizar operações de crédito de forma independente. Recentemente, a empresa lançou o serviço Inadimplência Zero, que assume a inadimplência do condomínio, garantindo o recebimento do valor integral mensalmente, independente se os moradores pagaram a taxa ou não, eliminando completamente o efeito da inadimplência para o condomínio e para seus moradores. 

“Nosso objetivo vai muito além de apenas reduzir tarifas. O maior custo para nossos clientes é a ineficiência dos processos. Como nossos serviços financeiros estão perfeitamente integrados com os sistemas de gestão, a maior redução de custos vem com o ganho de eficiência”, explica Baldini. 

Atuando com cerca de 100 mil condomínios em todo o Brasil, além de gerenciar um volume de mais de 600 mil contratos de locação, a Superlógica transacionou R$14,6 bilhões em 2020 através de seus serviços financeiros e prevê um faturamento de mais de R$ 200 milhões em 2021. A companhia também foi a primeira a oferecer, a partir de 2016, serviços de conta digital para condomínios e imobiliárias, por meio de sua plataforma financeira e tecnológica, que combina seu software de gestão a serviços financeiros e traz ganhos de eficiência expressivos aos seus clientes. Agora, torna-se a primeira a fazê-lo de forma independente, com uma plataforma que atende desde pequenas empresas até grandes nomes de mercado.   

Startup Tractian abre mais de 30 vagas em diversas áreas

A Tractian, uma das startups mais tecnológicas do País e que recebeu aportes de R$ 17 milhões de diversos investidores em 2021, está com mais de 30 vagas abertas. Os postos são voltados, majoritariamente, às áreas de software e ciência de dados e, para se inscrever, o candidato deverá acessar o site https://careers.tractian.com/, para encontrar a lista de todas as vagas disponíveis e o job description de cada uma delas. Entre os principais postos estão engenheiros de software, engenheiro de dados, cientista de Dados; programadores front-end e back-end, desenvolvedores Full Stack, diretor de arte, gerente de sucesso do cliente, especialista em Customer Success, entre outros. Todos os candidatos deverão possuir inglês fluente.

“Estamos buscando os melhores cientistas de dados do mundo. Queremos aumentar nossa equipe, que hoje é composta de pessoas bastante jovens e antenadas com o mundo moderno, para que possamos continuar nossa jornada de desenvolvimento de nosso Shazam da indústria, ferramenta de inteligência artificial que ajuda os gestores de manutenção na identificação de possíveis anomalias nos equipamentos, evitando a paralisação daquela máquina ou até da indústria”, disse Igor Marinelli, CEO da Tractian.

A Tractian possui, atualmente, cerca de 30 colaboradores. A meta da startup é chegar a 100 funcionários até o final de 2022. Os novos colaboradores ajudarão a startup a desenvolver soluções de manutenção preditiva para a indústria, como o Band Trac, criado pela companhia em 2019 e composto por um sensor plugado aos equipamentos monitorados para que a plataforma on-line analise a máquina em tempo real e avise os gestores sobre possíveis problemas.

Atualmente, a Tractian já possui atuação em 45 indústrias de diferentes segmentos, como hospitais, shopping centers, indústrias do agronegócio, de maquinário e do ramo alimentício. “Queremos estar em mais de 600 indústrias até 2022. E estes novos colaboradores nos ajudarão neste desafio de estarmos presentes em mais indústrias e segmentos, democratizando a gestão da indústria e ajudando no desenvolvimento da economia brasileira, pois a redução de anomalias em equipamentos evitará a paralisação de uma fábrica e, consequentemente, perdas produtivas, o que impacta também no consumidor final”, completa Marinelli.

Abrasce prevê aumento de 32% nas vendas em shopping centers para o Dia dos Pais

A pesquisa de Expectativas para o Dia dos Pais realizada pela Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), entre os dias 21 e 28 de julho, aponta um aumento médio de 32% nas vendas na semana que antecede à comemoração. Esta elevação representa um adicional de vendas de R$ 870 milhões em relação a 2020. No mesmo intervalo do ano passado, as comercializações caíram 32,5% em relação a 2019.

As expectativas dos shoppings em relação ao volume de vendas registrado em 2019 ainda são de queda, da ordem de 15%. No entanto, observa-se um otimismo maior em relação às datas comemorativas anteriores. Para o Dia das Mães, a queda esperada era de 19% e para o Dia dos Namorados, a expectativa era de uma redução de 23% em relação a 2019.

Para o presidente da Abrasce, Glauco Humai, contribuem para as expectativas geradas em torno do Dia dos Pais fatores como a maior flexibilização das medidas de distanciamento social, aliada ao avanço da vacinação no País e a melhora da confiança do consumidor. “Os empreendedores estão mais otimistas e acreditam que os consumidores estão mais dispostos a investir em um produto mais elaborado, já que muitos filhos ficaram um bom tempo longe dos pais e estão retomando, ainda que com toda a cautela necessária, os encontros familiares após a vacinação”, pontua.

Sobre o ticket médio, a expectativa é de R$ 192,00. Em comparação com o ano anterior, cujo resultado registrado foi de R$ 172,00, o crescimento esperado é de 11,6%. A expectativa supera também o ticket médio registrado na data em 2019, que foi de R$ 176,00. As categorias de presentes em destaque para a data são: artigos esportivos, eletrônicos e calçados.

Para incentivar as compras, os shoppings também irão oferecer canais de vendas como delivery e marketplace/vendas online (64%), drive-thru (51%) e lockers (21%). Além disso, 61% dos shoppings realizarão promoções para a data como sorteios (27%) e compre e ganhe (24%), sendo que entre os prêmios sorteados os mais citados são relacionados às bebidas, como: cervejas, cervejeiras, canecas de chopp, vinhos e adegas e itens relacionados à churrasco como tábuas e facas.

Infobip oferece dia de folga para incentivar colaboradores a tomar a segunda dose da vacina contra Covid-19

A Infobip, empresa global de comunicações na nuvem, anunciou que vai oferecer um day off para quem tomar todas as doses indicadas da vacina contra a Covid-19. O objetivo é incentivar a imunização dos funcionários no Brasil, Colômbia, México, Argentina, Chile, Peru e Colômbia. O benefício poderá ser utilizado em um dia de escolha do funcionário ao longo do ano. “Com o avanço da vacinação na América Latina, queremos reconhecer nossos funcionários que estão pensando no coletivo e incentivá-los para contribuir com um ambiente de trabalho seguro e livre do vírus”, destaca Nestor Caratti, Diretor de Vendas para América Latina. A empresa mantém os colaboradores em home office e seus escritórios em São Paulo e Curitiba permanecem fechados. Em setembro, a companhia pretende lançar o programa BIP Anywhere, ainda em desenvolvimento, para construir um local de trabalho melhor e mais flexível para todos. 

Pix já é responsável por mais da metade das transferências para as contas MEI Fácil

A adesão ao Pix tem crescido rapidamente na conta MEI Fácil da Neon, uma das principais fintechs do país. O pagamento instantâneo foi disponibilizado para os clientes microempreendedores individuais da Neon em março deste ano e já no primeiro mês foi o método utilizado para 22% das transferências para as contas dos clientes. Naquele mês, 35,1% do cash in foi feito via boleto; 34,4% via TED; 7,2% via maquininha e 1,2% via DOC.

Mês a mês, o uso do Pix foi crescendo. Em abril, correspondia a 40,1% do volume transferido para contas digitais MEI Fácil; em maio, a 49,4% e, em junho, a 53,2%. Enquanto o uso da maquininha e do DOC não se alterou muito, as transações via boleto e TED caíram significativamente, chegando a 19,1% e 18,9% do cash in em junho.

Fenômeno semelhante foi observado entre as transferências para fora das contas MEI. Em março, 15,8% dessas transações ocorreram por Pix; 45,9% por TED; 15,5% por cartão (de débito ou crédito); 12,7% por boleto; 5,5% por saque e 4,6% de outras formas. Em abril, o uso do Pix chegou a 42,7%; em maio, a 44,2% e, em junho, a 45,4%.

Enquanto isso, a TED perdeu bastante espaço. Em abril, 21,7% das transações para fora das contas digitais MEI Fácil foram feitas desta forma; 17,8% por cartão; 10% por boleto; 4,8% por saque e 3% de outras formas. Em maio, os números foram 17,9% por TED; 19,8% por cartão; 9,3% por boleto; 5,1% por saque e 3,7% de outras formas.

“Antes da chegada do pagamento instantâneo, o método mais utilizado por esse público para receber, era o boleto, que pode demorar a ser pago e ainda mais a cair na conta desse microempreendedor. O Pix simplificou muito esse processo: com ele, o MEI recebe na hora, permitindo um fluxo de caixa ainda melhor”, diz Roberta Pepe, Gerente de Negócios PJ da Neon.

Como seu smartphone pode convencer o banco a conceder um empréstimo

Por Carolina Rezemini, Diretora Regional de Vendas para a América Latina da Credolab

Muitas vezes, para dar uma ideia a respeito da credibilidade de determinada pessoa, usam-se os dizeres: “Dela eu não compraria nem um carro usado”. A mensagem transmitida é a de que o indivíduo em questão não é lá muito confiável. Nem sempre, porém, uma frase solta ou uma percepção sugerida são suficientes para determinar o nível de confiabilidade de alguém. Ao longo do tempo, o mercado desenvolveu balizadores bem mais precisos para chegar a pareceres dessa natureza.

Surgiram, assim, os scores de crédito. No Brasil, seu advento é relativamente recente se o compararmos com a proliferação do conceito em outros países, como os Estados Unidos. Na última década, a prática ganhou força por aqui com o reconhecimento da legalidade dos sistemas de score por parte da Justiça, no entendimento de que essas ferramentas podem ser usadas sem o prévio consentimento da pessoa.

O cadastro positivo despontou como um desdobramento desse parecer – e com o intuito de estender a análise para outros vieses, uma vez que o consumidor passou a ser estudado não apenas enquanto inadimplente, mas também sob a ótica das ocasiões em que foi um bom pagador.

Adeptos desse direcionamento lançam mão do argumento de que se trata de uma democratização do crédito, visto que coloca a análise do perfil sob uma perspectiva mais ampla. De qualquer maneira, ainda há um terreno bastante fértil para evoluir nesse sentido, sobretudo se considerarmos uma abordagem mais moderna e ainda pouco utilizada no Brasil para a composição de scores: a comportamental.

Faz tempo que os estudiosos sabem que o modo como alguém lida com suas finanças acaba sendo um reflexo de sua personalidade como um todo. Daí decorrem os princípios da psicologia financeira, disciplina que relaciona a economia com o comportamento humano em geral. Um exemplo bem básico: uma pessoa mais arrojada nas decisões da vida tem mais chances de se dar bem com ativos de risco mais elevado na bolsa de valores.

Interpretação de sinais

A postura do indivíduo enquanto devedor pode ser vista também em atitudes suas do dia a dia que aparentemente nada tem a ver com dívidas. Já existem empresas que perceberam mais claramente essas intersecções. E, valendo-se daquele que atualmente se configura como um dos principais elos das pessoas com o meio que as cerca – o smartphone ou o computador -, desenvolveram uma metodologia inteligente de interpretação de sinais, transformando ações ao teclado em indicadores de score de crédito.

Número de downloads. Organização de agenda. Tipos de conexão. Acredite, todos esses movimentos num mobile ou desktop dizem muito sobre cada um de nós. E eles se tornam matéria-prima riquíssima de análise especialmente em cenários em que tanta gente não possui um histórico financeiro consistente para embasar uma decisão de concessão de crédito. É o caso do Brasil.

Uma frase isolada ou uma percepção sugerida não é o bastante para determinar a confiabilidade de alguém. No entanto, muitas frases e percepções corretamente ordenadas, cruzadas e pesadas de acordo com a sua relevância para um contexto específico são, sim, indicativos seguros para determinar o risco de uma operação financeira.

É esse o nicho de atuação das empresas que trabalham com os chamados scores de crédito integrado, aqueles que consideram muito mais que o histórico financeiro de um consumidor na hora de lhe atribuir um valor. E isso sem desrespeitar a privacidade das informações que acessam, uma vez que a análise não se baseia no conteúdo em si, mas nas características que o cercam – como o número de downloads, conforme já citado, e não o que foi baixado pelo usuário do aparelho.

É de fato o que se pode chamar de análise inteligente de dados. E, ao ampliar as possibilidades de concessão de crédito, esse método tem tudo para viabilizar um número crescente de novas transações comerciais em vários segmentos de mercado – inclusive o de carros usados.

ABES divulga resultados do estudo “Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendência 2020” em evento virtual no dia 4 de agosto

A ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software – divulgará os resultados do estudo “Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendência 2020”, realizado com dados do IDC, em evento totalmente virtual no dia 4 de agosto, às 8h30. Serão apresentados Informações sobre investimentos e perspectivas para os setores de TIC no Brasil e no mundo. As inscrições gratuitas podem ser feitas aqui , o evento contará com tradução em libras, e caso não consiga acompanhar nesse dia, o debate ficará disponível no canal do Youtube da associação também.

Todo o levantamento e o panorama do setor serão apresentados pelo Rodolfo Fücher, presidente da ABES; e Jorge Sukarie, vice-presidente do Conselho da ABES. “Dia 4, apresentaremos os reflexos da pandemia no setor de TI, cujo papel foi fundamental para continuidade das mais diversas atividades, como também apresentaremos as expectativas para os próximos anos. O estudo ficará disponível gratuitamente ao mercado, com o intuito de colaborar nas decisões sobre investimentos em TI e na elaboração de estratégias”, afirma Rodolfo.

O evento também contará com a participação de Fabio Martinelli, Líder dos programas de Software e Cloud Computing na IDC. “Vamos aproveitar esse tempo para falar sobre as tendências do mercado na aplicação de tecnologia, visando a jornada de recuperação dos negócios e como as empresas avançam na aplicação da tecnologia para impulsionar a inovação em uma economia cada vez mais digital. O estudo visa aprofundar o conhecimento do mercado relacionado a TIC no Brasil, além de mapear os impactos da Transformação Digital (DX) nas empresas”, explica o executivo.

A associação está comprometida em proporcionar cada vez mais conteúdo e serviços para os seus associados e parceiros, com o propósito de contribuir para a construção de um Brasil digital e menos desigual, no qual a tecnologia da informação desempenha um papel fundamental para a democratização do conhecimento e a criação de novas oportunidades para todos, de forma inclusiva e igualitária. Por isso, a ABES tem atuado para assegurar um ambiente de negócios propício à inovação, ético, dinâmico, sustentável e competitivo globalmente.

EVENTO: Apresentação do Estudo do Mercado Brasileiro de Software 2021

Data: 04 de agosto

Hora: 8h30

Inscrições: https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_EJ49WruKR9m4Ke_2j3V9Dg

TIVIT investirá R$ 200 milhões em Cloud Solutions até 2025

A TIVIT, multinacional brasileira e one-stop-shop de tecnologia, espera investir 200 milhões de reais em Cloud Solutions até 2025. A unidade de negócios registrou crescimento de 150% em nuvem pública e aumento de 24% em sua receita desde o início da pandemia, tornando-se, no primeiro semestre deste ano, a linha de negócios mais representativa da empresa.

Os recursos serão destinados a diferentes frentes, como infraestrutura de tecnologia em nuvem privada, conectividade em nuvens públicas, pesquisa e desenvolvimento de produtos e serviços, certificações, aquisição e qualificação de talentos, ações de marketing, entre outras ações, que receberão 60 milhões de reais ainda em 2021.

“Ao oferecermos serviços de alta qualidade e confiabilidade, alcançamos um crescimento significativo da nossa oferta em nuvem e conquistamos 25 novos clientes de alta relevância no mercado. Essa consolidação da área de Cloud nos permite realizar investimentos constantes para a adição de novas soluções ao portfólio e suprir a demanda do mercado”, afirma André Frederico, diretor executivo e Head de Cloud Solutions na TIVIT.

A companhia, já reconhecida pela integração de serviços de tecnologia, tem diversificado sua área de atuação nos últimos anos para oferecer soluções integradas e ampliar suas fontes de receita, por meio do conceito de one-stop-shop.  A área de cloud computing tornou-se uma das mais estratégicas e se destacou pela agilidade em responder às demandas dos clientes do mercado, que passa por um momento de aceleração da transformação digital e investimentos em nuvem. Segundo relatório da consultoria IDC Brasil, os gastos com infraestrutura e plataformas de nuvem pública no país devem atingir 3 bilhões de dólares neste ano, um crescimento de 46,5% no comparativo com 2020.

Diante desse potencial, a TIVIT tem apostado na diversificação dos serviços oferecidos para aprimorar a experiência dos clientes nos quesitos governança e otimização das operações em nuvem, seja na multicloud ou na nuvem híbrida. Entre eles, a Cloud Adoption Framework (CAF), conjunto de diretrizes para ajudar a implementar estratégia de negócios na nuvem, e FinOps, modelo de gestão e governança dos custos na nuvem, além de práticas voltadas à cibersegurança. A empresa também disponibilizou a nova versão da sua plataforma TIVIT One Cloud, para aprimorar a experiência do cliente com a gestão da nuvem, utilizando o componente CloudHealth by VMware, empresa com foco em soluções para o gerenciamento de múltiplos ecossistemas.

A empresa investiu, ainda, em consultoria, com o TIVIT Professional Services (TPS), time de profissionais para apoiar os clientes a alcançarem seus objetivos por meio de melhores práticas, estruturas e ferramentas, utilizando metodologias ágeis que aceleram a conclusão de projetos, ao mesmo tempo em que consideram a constante evolução das expectativas. Para as entregas TPS são destacados quatro pilares: “Assess” (definição, validação e planejamento da estratégia na nuvem), “Migrate” (migração e modernização de infraestrutura), “Optimize” (aumento de valor com redução de custos) e “Transform” (transformação do negócio com arquiteturas “cloud native” e modernização de aplicações).

Para seguir crescendo em 2021, a empresa espera reforçar o atendimento de clientes em todos os principais segmentos da economia, especialmente o financeiro. “Percebemos um movimento muito grande das instituições financeiras mais tradicionais com a migração de serviços para canais online ou com o lançamento de produtos nativamente digitais, além do crescimento das fintechs. Toda a regulamentação que favorece os serviços de Open Banking impulsiona a adoção da nuvem, e a TIVIT está pronta para atender a todos esses requisitos”, conclui Frederico.

Aquisições de startups para fortalecer estratégia

Por meio da TIVIT Ventures, braço de investimentos da TIVIT, a organização tem realizado a aquisição de startups para fortalecer a estratégia de crescimento das unidades de negócios de Cloud Solutions e Digital Business e ampliar a oferta de soluções de ponta a ponta. Em abril deste ano, a TIVIT anunciou a compra da paranaense DevApi, startup de integração de sistemas (iPaaS – Integration Platform as a Service), desenvolvedora de plataforma que permite gerenciamento de aplicativos, sistemas e APIs de forma centralizada e intuitiva, reunindo em um só lugar as informações sobre desempenho, erros, consumo, entre outros. No início de julho, a adquirida foi a Lambda3, empresa de desenvolvimento de software focada em produtos digitais e metodologias ágeis.