Page

Author admin

Em quem os profissionais de TI podem confiar?

Por Patrick Hubbard

Confiança não se ganha, se conquista.

Tenho pensado muito nisso desde que o Relatório de tendências de TI da SolarWinds para 2017: Retrato de uma organização de TI híbrida revelou falta de confiança na era da TI híbrida entre os profissionais de TI e seus provedores de serviço de nuvem (CSP). Na verdade, a pesquisa descobriu que a maioria dos profissionais de TI brasileiros (74%) não confia muito em seus CSPs.

Essa falta de confiança é proveniente em grande parte do fato de que os profissionais de TI têm menos controle e, sem as ferramentas adequadas, menos visibilidade da infraestrutura de nuvem, mas mesmo assim aceitam os tíquetes da central de ajuda quando algo dá errado (acrescente a esse problema de controle um histórico raro mas memorável de grandes interrupções na nuvem pública).

Embora essa falta de controle tenha um papel importante no grau de confiança do relacionamento entre a TI e o CSP, há outro motivo para o problema: os profissionais de TI não confiam nos CSPs simplesmente porque não dominam totalmente a evolução da tecnologia. O gerenciamento de TI por contrato de nível de serviço já é extenuante o suficiente e ainda mais difícil de enfrentar quando não há nenhum diagrama na (maior parte da) caixa preta da nuvem.

No entanto, o relacionamento de um profissional de TI com seu CSP não é apenas um relacionamento mutuamente benéfico, é um relacionamento necessário no mundo da TI híbrida em que vivemos atualmente. Para tirar o máximo proveito desse relacionamento e promover a confiança, recomendamos as seguintes práticas:

Educação contínua: Para muitos profissionais de TI habituados a monitorar e gerenciar a infraestrutura no local, a nuvem é um território desconhecido. Dessa forma, é crucial que os profissionais de TI obtenham conhecimento suficiente para verificar a tecnologia e ganhar confiança.

Visibilidade em ambientes locais e de nuvem: A capacidade de consolidar e correlacionar dados para oferecer visibilidade e insights sobre dados no datacenter e na nuvem permite que os profissionais de TI trabalhem com os CSPs de forma mais proativa para identificar e corrigir as áreas com problemas e reduzir o tempo médio até a resolução.

Controle sobre o processo de tomada de decisão: Considerando a mudança no modo como a tecnologia de nuvem é vendida para as empresas, os profissionais de TI devem obter mais conhecimento para ganhar confiança e demonstrar entusiasmo com o gerenciamento. Ao obter conhecimento sobre tecnologia de nuvem, eles retomam a função de consultores confiáveis e, como resultado, a empresa os inclui em decisões de compra importantes.

Recentemente, como uma maneira divertida de comparar a confiança que os profissionais de TI têm em seus CSPs e a confiança que têm em indivíduos ou grupos com os quais se relacionam, entrevistamos a comunidade de profissionais de TI da SolarWinds, a THWACK®, para saber em quem eles mais confiam. Não foi surpresa nenhuma descobrir que eles também não confiam em meteorologistas, prestadores de serviços de saúde, vendedores de carros e taxistas, e que as pessoas em que eles mais confiam são eles mesmos, suas equipes e seus familiares.

Veja a seguir alguns comentários dos entrevistados:

“Confio totalmente na equipe de bombeiros voluntários porque ninguém mais é louco o bastante para entrar em um prédio em chamas comigo.”

“Confio totalmente na minha equipe de operações de rede porque eles nunca me deixam na mão e sempre fazem um bom trabalho!”

“Confio totalmente na minha família. Ajudamos uns aos outros custe o que custar. Família é para isso.”

“Confio totalmente na minha equipe de DevOps para melhorar o departamento de TI, ser mais eficiente e ajudar literalmente qualquer pessoa que tenha um problema, dia e noite.”

Patrick Hubbard, Head Geek™ da SolarWinds

Tags, , ,

Huawei e UnB firmam parceria para treinamento e capacitação em TIC

A Huawei e a Universidade de Brasília (UnB) assinaram um memorando de entendimento (MoU, na sigla em inglês) que visa o desenvolvimento de programa de cooperação técnica e intercâmbio acadêmico, científico e cultural. Estimular o estudo do idioma e da cultura Brasil e China, além de campanhas e projetos de capacitação e certificação de estudantes e profissionais de tecnologia da informação e comunicação (TIC) também são prioridades da parceria.

De acordo com o documento, as companhias trabalharão em conjunto para promover a troca de experiências e informações científicas, elaboração de programas e projetos de extensão, fornecimento de equipamentos e material bibliográfico. A UnB também vai incorporar os programas HAINA (Huawei Authorised Information and Network Academy) e HANA (Huawei Authorised Network Academy) da Huawei para treinamento de jovens talentos.

“A qualificação de profissionais é hoje um dos principais pilares para que os países incorporem a transformação digital. Como líder do setor, temos o dever de estimular a capacitação dos estudantes que serão responsáveis pelo futuro das tecnologias da informação e comunicação, além de contribuir para o desenvolvimento do país ao investir em seus talentos. Por isso, firmamos essa parceria com a UnB, instituição que também visa o desenvolvimento do mercado de tecnologia brasileiro, com o objetivo de oferecer as principais ferramentas para seus estudantes”, afirma Liu Wei, vice-presidente de Relações Públicas e Comunicações da Huawei.

Durante a cerimônia, a reitora da UnB, Márcia Abrahão afirmou que a Universidade tem como objetivo “fortalecer a pesquisa científica e tecnológica, e esse acordo é um avanço. Esperamos que a parceria seja longa e duradoura”. O vice-reitor, Enrique Huelva, destacou que conheceu a Huawei em recente viagem à China, e considera parcerias e cooperação tecnológica determinantes para o futuro do século XXI.

Seeds for the Future

A Huawei, por meio do programa global para o estímulo à educação e à capacitação em TIC, Seeds for the Future, tem firmado parcerias com as principais instituições de ensino do mundo para treinar e certificar profissionais pelos programas HAINA (Huawei Authorized Information & Network Academy) e HANA (Huawei Authorized Network Academy). No Brasil, o programa é realizado em parceria com o Ministério da Educação (MEC).

Tags, , , , ,

Concentrix tem novo gerente comercial

Com a ampliação de seus serviços no País e a conquista de 10 novos clientes nos últimos oito meses, a Concentrix Brasil, empresa multinacional do setor de contact center especializada em soluções de outsourcing, está ampliando sua equipe comercial a fim de investir ainda mais no mercado brasileiro. Para isso, a companhia acaba de contratar o especialista Rodrigo Roque como novo gerente comercial.

Graduado em Marketing pela Faculdade Flamingo, Roque acumula passagens pela Editora Globo, Ultracenter e Atento, se especializou na pós-graduação em Gerência em Gestão de Negócios pela ESPM, e participou de cursos e programas nas áreas de negociação em vendas (ESPM) e liderança em cargos de gerência (APG – Programa de Gestão Avançada da Amana-Key).

Na Concentrix, o novo gerente terá como foco o segmento financeiro e serviços de saúde, com o objetivo de ampliar ainda mais a atuação da empresa no Brasil, trazendo novos clientes à companhia. “Atuei nas áreas de vendas, produtos e marketing em empresas nacionais e multinacionais de serviços dos segmentos de Cartão de Crédito, Financeiro e Call Center. Chego à Concentrix com a missão de ajudar o time comercial a manter o contínuo crescimento da empresa no País”, comenta Rodrigo Roque.

Entre os recentes contratos fechados pela Concentrix nos últimos meses estão empresas de diversos segmentos, com marcas renomadas nos setores de saúde, alimentação, transporte, vendas, serviços digitais, entre outros, e o objetivo é continuar expandindo: “Nosso desafio é ter uma liderança forte e consistente para um crescimento sustentável e que mantenha a qualidade do atendimento aos nossos clientes”, finaliza Daniel Moretto, country manager da Concentrix no Brasil.

Tags, , ,

47% dos internautas sempre buscam informações online antes de comprarem em lojas físicas

Consultar a internet antes de ir às compras já se tornou um hábito comum. Dados de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as capitais do país mostram que 47% dos consumidores com acesso à internet assumem o costume de sempre fazer pesquisas online antes de concretizar uma compra em loja física. Os tipos de informações mais buscadas são os preços (30%), os detalhes e as características dos produtos ou serviços (12%) e a opinião de outros clientes (5%). Apenas 13% dos entrevistados compram em lojas físicas sem fazer qualquer consulta prévia no ambiente online. Outros 40% recorrem à consulta eventualmente, a depender do tipo de produto ou serviço a ser adquirido.

Os celulares (59%) são os que mais geram pesquisas eventuais na internet antes de se efetivar a compra na loja física. Em seguida aparecem os eletrodomésticos (54%), eletrônicos (50%) e acessórios para celulares, tablets e computadores (25%). Os livros são citados por 19%, assim como as viagens. Itens de vestuário, calçados e acessórios, como bolsas e cintos têm 17% de menções.

Os sites que oferecem ferramentas de comparação de preços e de características dos produtos são os mais procurados pelos internautas (62%) nessas horas, seguidos pelos sites que mensuram o índice de reclamação de determinada marca ou produto (54%). As lojas online de grandes varejistas e os sites ou aplicativos de marcas concorrentes são consultados por 50% e 35%, respectivamente. As redes sociais (23%) e os blogs especializados (20%) completam a lista dos mais acessos na busca por referências.

Se consultar a internet antes de realizar uma compra em lojas físicas tornou-se um hábito do internauta brasileiro, o inverso também acontece, embora em uma proporção menor. Quase um quarto dos internautas (23%) sempre visita uma loja física antes de adquirir um produto pela internet. Nesses casos, os itens que os entrevistados mais procuram ver presencialmente são eletrodomésticos (48%), eletrônicos (47%), celulares (44%), vestuários e calçados (25%) e perfumes e cosméticos (18%).

“Cada vez mais os consumidores se utilizam da internet não apenas para adquirir produtos e serviços, mas também para comparar, informar-se e buscar a opinião de outros compradores, pesquisando a reputação das marcas e lojas. Esse processo vem ocorrendo já há algum tempo e já alterou profundamente o equilíbrio de forças entre lojistas e clientes. As lojas físicas precisam ficar atentas as necessidades dos clientes, que são multicanais. Ou seja, transitam simultaneamente por plataformas online e físicas ”, afirma o presidente do SPC Brasil Roque Pellizzaro Junior.


Preço e comodidade são destaque para compras online, mas relacionamento no pós-venda e facilidade de troca são ponto forte das lojas físicas

O estudo revela também, em detalhes, em que circunstâncias as lojas físicas ganham a preferência do consumidor e em quais momentos a compra virtual se sobressai. No geral, a internet é o meio preferido de 60% dos internautas na hora de fazer compras, enquanto 14% ainda preferem as lojas físicas e 26% se dizem indiferentes.

Dentre os que tem preferência pelo ambiente online para fazer compras, mais da metade (55%) justificam ter a impressão de que os produtos tendem a ser mais baratos na internet do que nas lojas físicas. Outras razões ainda mencionadas são a comodidade (51%) e a rapidez (26%). Já os que preferem comprar em lojas físicas argumentam que, dessa maneira, evitam, decepções com o produto, pois veem tudo pessoalmente (49%). A satisfação de ter o produto em mãos imediatamente após a compra é citada por 43% desses entrevistados e 35% gostam de aproveitar a compra como momento de lazer.

Para 79% dos internautas os preços das lojas online são melhores do que os das lojas físicas e 79% disseram que há mais comodidade quando se comprar pela internet. O ambiente online também se sobressai quando os entrevistados respondem sobre a maior variedade de produtos (70%), disponibilidade de informações (61%), possibilidade de personalização da compra (61%), rapidez na aquisição (60%), facilidade para escolher produtos (60%) e melhores formas de pagamento (47%).

O quadro, contudo, se altera no momento em que os consumidores refletem sobre a segurança e o pós-venda. Neste caso, 38% apontam o predomínio das lojas físicas quando se analisa a qualidade do relacionamento que se estabelece entre lojistas e clientes (38%) e a facilidade de realizar eventuais trocas (69%). Além disso, 50% se sentem mais seguros e menos ansiosos quando fazem compras físicas do que online.

“As lojas físicas precisarão investir cada vez mais na qualidade do tempo que o cliente passa dentro delas, oferecendo meios mais criativos de testar os produtos, por exemplo. O grande diferencial ainda é o aspecto material e sensorial. Ou seja, a possibilidade de ver, trocar, experimentar. Ao mesmo tempo, o atendimento deve ser de qualidade, com vendedores tecnicamente bem preparados, capazes de aconselhar e tirar dúvidas dos compradores”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Metodologia

A pesquisa ouviu 673 internautas de ambos os gêneros, acima de 18 anos e de todas as classes sociais das 27 capitais. Em seguida, continuaram a responder o questionário 611 casos, que fizeram alguma compra ao longo dos últimos 12 meses. A margem de erro é de 3,4 pontos a uma margem de confiança de 95%.

Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Tags, , , , , ,

Conheça 6 títulos que são leitura obrigatória para Cientistas de Dados

Por Semantix *

Conhecimento nunca é demais, principalmente em campos de conhecimento como a ciência de dados, que contempla diversos temas como Big Data,Machine Learning e outros, que estão em constante transformação. Por isso, a Semantix selecionou seis títulos de leitura que não podem faltar para um profissional dessa área aprimorar seu aprendizado. Os livros abrangem assuntos como estatística para programadores, Machine LearningDeep Learning, algoritmos, entre outros. Confira:

1. Data Analytics Made Accessible – Dr. Anil Maheshwari (autor)

Exiba imagens para confirmar leitura

Esse curto livro de 150 páginas apresenta os conceitos de Big Data e Data Analytics de maneira concisa, o que se traduz em uma boa primeira leitura para este universo.

2. Understanding Machine Learning: From Theory to Algorithms – Shai Shalev-Shwartz e Shai Ben-David (autores)

Machine Learning é uma das áreas de mais rápido crescimento, com aplicações nos mais diferentes segmentos. Esse livro introduz o leitor à aprendizagem mecânica e aos paradigmas algorítmicos que oferece.

3. Deep Learning – Ian Goodfellow, Yoshua Bengio e Aaron Courville (autores)

Essa publicação tem como objetivo ajudar alunos e profissionais a entrar no campo das aprendizagens mecânica em geral e do Deep Learning. A versão on-line do livro está completa e permanecerá disponível gratuitamente.

4. Machine Learning Yearning – Andrew Ng (autor)

Inteligência Artificial, Machine Learning e Deep Learning estão transformando inúmeras indústrias, e decisões práticas e assertivas são essenciais para construir um sistema de aprendizado de máquina. Esse livro vai te ajudar nisso!

5. Foundations of Data Science – Avrim Blum, John Hopcroft e Ravindran Kannan (autores)

A publicação apresenta a teoria que provavelmente será útil nos próximos 40 anos, no que diz respeito ao uso de computadores para entender e extrair informações relevantes de dados provenientes de aplicativos.

6Doing Data Science: Straight Talk from the Frontline – Cathy O’Neil and Rachel Schutt (autores)

Esse livro tem como proposta apresentar tudo que você precisa saber para usar os dados a seu favor na hora de montar sua estratégia de negócio, inspirado em aulas de ciência de dados da Columbia University’s.

Semantix é uma empresa especializada em Big Data, Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Análise de dados. http://semantix.com.br/

Tags, , ,

NIC.br anuncia alterações no processo de liberação de domínios “.br”

O processo de liberação de domínios “.br” receberá, a partir do dia 13/09, melhorias, aumentando sua frequência e introduzindo um “processo competitivo” adicional. Na reunião de 18 de agosto de 2017, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) aprovou a resolução 2017/031, modificando aspectos desse processo.

O processo de liberação do NIC.br procura tornar disponíveis domínios “.br” anteriormente registrados, mas que tenham sido removidos de uso, seja por solicitação de cancelamento ou não renovação pelo seu antigo titular, seja por irregularidades que tenham dado motivo à sua remoção. Por ser um processo totalmente transparente e à prova de ataques, funciona adequadamente até hoje e é modelo para processos semelhantes. Entretanto, para um pequeno número de domínios de maior interesse, por haver diversos interessados neles e por o NIC.br sempre manter o princípio de não ingerência na resolução desse tipo de impasse, o resultado final era que, após 6 ou mais tentativas, esses domínios acabavam reservados indefinidamente e, assim, indisponíveis para uso na Internet no Brasil.

A resolução do CGI.br estabelece que, a partir de agora, os processos de liberação de domínios devolvidos sejam realizados de forma mensal ao invés de três vezes ao ano, e que casos de impasses persistentes possam ser resolvidos numa nova fase complementar que inclui a possibilidade de critérios financeiros.

O primeiro procedimento a se valer das novas regras terá início em 13 de setembro e a proposta é que os próximos procedimentos tenham início todas às segundas quartas-feiras de cada mês, com término nas quartas-feiras subsequentes (pequenos ajustes podem ocorrer devido a datas comemorativas e feriados).

Ao final do processo tradicional de liberação e constatado que alguns domínios continuam com mais de um candidato, estes domínios poderão entrar no “processo competitivo”, no qual haverá ofertas dos interessados até que um deles se torne o novo titular do domínio.

A cada processo de liberação serão publicadas listas que incluirão, tanto os domínios disponibilizados, como os potenciais participantes do “processo competitivo”. A lista com mais de 400 mil nomes que serão disponibilizados no processo que inicia dia 13 de setembro será publicada no sítio do Registro.br, assim como a lista com os domínios que poderão entrar em “processo competitivo” que será atualizada durante todo o processo de liberação. Nessa primeira execução são candidatos possíveis ao “processo competitivo” pouco mais de 500 domínios, que acabam de atingir, em julho, seis ou mais processos de liberação sem escapar do impasse.

“O processo competitivo tem como foco futuro a adicional liberação gradativa do antigo estoque de mais de 10 mil domínios que, por terem passado por seis ou mais processos sem que houvesse um candidato único, acabaram reservados. Domínios como agua.com.br e carro.com.br fazem parte desse estoque que irá sendo gradativamente anunciado, em lotes parciais, para liberação via futuros processos competitivos”, afirma Frederico Neves, Diretor de Serviços e Tecnologia do NIC.br.

“Com a adição das novas regras, o NIC.br acredita que agregará ainda maior relevância ao .br, devolvendo ao uso nomes de domínios para serem utilizados em ideias interessantes pela comunidade, por startups ou ainda por outras organizações. E ao reduzir o intervalo entre processos de liberação, um domínio removido terá um tempo menor para que possa ser atribuído a um novo titular, que dê a ele um propósito criativo”, complementa Demi Getschko, Diretor Presidente do NIC.br.

Todas as informações, como as datas das próximas edições, listas de domínios participantes e as regras detalhadas estão documentadas em registro.br/dominio/proclib.html. Em caso de dúvidas o usuário poderá escrever para hostmaster@registro.br ou utilizar nossos outros canais de contato listados em registro.br/contato.html.

Tags, , , , ,

Tecnologia Plusoft gera economia no atendimento do Grupo Boticário com assistente virtual

A Plusoft, maior fabricante brasileira de CRM e plataformas digitais de relacionamento, tem contribuído com o Grupo Boticário desde novembro de 2016 na evolução de seu SAC 2.0 com a implantação do AVI (Assistente Virtual Inteligente) na marca O Boticário. Com o uso da solução desenvolvida pela Plusoft, houve uma redução de 59% na demanda dos clientes que buscavam atendimento por meio do call center, gerando assim um custo evitado de R$ 2,7 milhões prevista para o ano de 2017.

A implementação do AVI faz parte da estratégia do Grupo Boticário de inserir mais tecnologia no SAC – oferecendo atendimento ininterrupto durante os 365 dias do ano – e impulsionar a migração para outros canais. A ferramenta é responsável por reter 87% de todos os atendimentos. Somente 13% dos clientes são transferidos para contato humano e, desta porcentagem, 10% optam pelo 0800. O restante prefere dar continuidade por meio dos outros canais.

“Até 2016, nosso percentual de atendimento por telefone era de 71%. Apenas 29% dos nossos clientes preferiam e-mail, chat ou WhatsApp. Mas desde o começo do uso do AVI, o número de pessoas que ligam para o 0800 caiu para 44% e o percentual de quem busca informação por meio dos outros canais aumentou para 56%”, informa Simone Vidal, Coordenadora de Atendimento ao Cliente do Grupo Boticário.

O AVI, que ganhou o nome de Thaty, está na área de Perguntas Frequentes da loja on-line do Boticário e é capaz de solucionar dúvidas sobre todos os produtos da marca, oferecer orientação para consulta e reclamações, além de auxiliar as revendedoras sobre problemas corriqueiros, como esquecimento de senhas e consulta de faturamento. Quando o AVI não consegue resolver algum problema, o cliente é direcionado para os outros canais de atendimento do Boticário.

De acordo com Marildo Matta, Diretor da Virtual Interactions-Plusoft, frequentemente é realizado um rastreamento sobre as palavras e frases mais usadas pelos consumidores na hora de formular a pergunta. Esse trabalho contínuo extrai informações com o objetivo de incluir mais conteúdo e reter um maior número de atendimentos. “Normalmente, esse acompanhamento é feito de forma on-line. Se o número de interações é grande, o rastreamento é realizado semanalmente com o intuito de propor assuntos de melhoria para a base de conhecimento do AVI”, afirma Matta.

Simone ressalta ainda que outra vantagem do software é o atendimento simultâneo. Na semana da Black Friday, a “Thaty” realizou até 5 mil atendimentos de uma única vez. Em dias comuns, a demanda cai para 200 atendimentos simultâneos. “O AVI que a Plusoft desenvolveu é diferente porque entende sentimentos, faz análise semântica, georreferenciamento, ou seja, é mais humanizado e eficiente que outros robôs. Temos clientes que acreditam que estão falando com um humano e isso é o que desejamos mesmo”, explica Simone. O resultado da implantação do AVI da Plusoft foi tão positivo que o Grupo Boticário já definiu que outras duas marcas da organização também passarão a ter seu próprio robô.

Tags, , , , , , , ,

Os rumos da Certificação Digital

Por Antonio Sérgio Cangiano

Estamos vivendo a expectativa de realização do 15º CertForum, que durante os dias 19, 20 e 21 de setembro discutirá em Brasília os rumos da Certificação Digital no Brasil. Na nossa avaliação, a sociedade civil precisa ter fóruns representativos como este para debater os assuntos de seu interesse. Por isso entendemos que os resultados devam ser disseminados e tornados transparentes o máximo possível.

Encontros presenciais onde dialogam um grupo de excelentes especialistas como faz o CertForum, proporcionam a nosso segmento um grau a mais de qualidade, na medida em que se pode trocar experiencia, aprender novas práticas, entender novos problemas e encontrar soluções diferentes, baseadas na troca de variados pontos de vista.

Esses encontros são sempre muito bem organizados pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) e nos permitem reforçar ainda mais os laços do setor e construir uma indústria certificadora ainda mais forte. É preciso, entretanto, estarmos todos atentos a alguns preceitos que fazem em nosso segmento toda a diferença. Como lidamos com um segmento regulamentado pelo Estado, que sofre transformações todos os dias, pressionado pela inovação, ávido por novas aplicações, ainda que concorra com tecnologias disruptivas, temos de ter em mente que também devemos estabelecer parâmetros para tornar nossas discussões as mais proveitosas possíveis.

Vivemos sem dúvida um momento de grandes transformações e todos têm falado muito sobre essa edição do CertForum, que promete tratar de temas técnicos e bastante influenciadores nos rumos da certificação digital brasileira, como certificados em dispositivos móveis, Certificação Digital em nuvem, biometria.

A cada painel iremos certamente encontrar proposituras e novos enfoques tanto para os rumos estratégicos, quanto para as decisões empresariais. Os números de certificados emitidos, por exemplo, indicam que aos poucos temos retomado o ritmo de crescimento.

Números que podem ser ainda mais expressivos com a muitas aplicações que o Certificado Digital padrão ICP-Brasil permite e que certamente serão apresentadas em diversos cases de sucesso. O próprio presidente do ITI, Dr. Gastão Ramos, tem sido bastante enfático em relação ao futuro do nosso setor quando fala que o objetivo dessa 15º edição do CertForum, é justamente falar com os que ainda não conhecem o segmento, já que o objetivo é massificar a tecnologia ICP-Brasil e torná-la cada vez mais conhecida do público, tornando o cidadão comum mais próximo das tecnologias da informação, da forma mais democrática possível.

Nossa entidade, nesse sentido, trabalha todo o tempo. Sempre colocamos como estratégico o caráter didático de se explicar à população em geral os benefícios da certificação digital, as possibilidades de uso, as economias que proporcionam, a questão da segurança em ambiente virtual, as vantagens ao meio ambiente e a eliminação de burocracia e criação de cenários muito menos sujeitos às fraudes. Nossa entidade, a Associação Nacional de Certificação Digital (ANCD), fará no dia 20, às 11h, uma palestra dentro do painel

Panorama e desafios do mercado de certificação digital no Brasil

Nosso tema no 15º CertForum será “A Segurança do Certificado ICP-Brasil nos setores da economia” e iremos focar justamente essa necessidade de o certificado digital ser plur al, de alcançar o maior número de empresas e pessoas físicas.

A participação da ANCD se dará por meio de nosso presidente, Julio Cosentino, que tem de forma insistente dito que o Certforum, além de reunir as principais práticas do mercado, de mostrar cases de sucesso e aplicações em todas as esferas de governo e da sociedade civil, precisa por meio da participação de todas as áreas de nossa indústria construir uma agenda positiva sobre a ICP-Brasil, com o objetivo final de difundir mais os benefícios a ponto de a Certificação Digital tornar-se não apenas conhecida, mas desejada por todos pela forma como facilita a vida das empresas e pessoas e economiza tempo, um bem cada vez mais escasso no mudo de hoje.

Entendemos que a partir da conscientização da relevância desse encontro, da constatação desses objetivos comuns, possamos, todos, avançar ainda mais com a Certificação Digital. Como exemplo, está aí a nova CNH digital, prevista para entrar em vigor em fevereiro de 2018 e que contará com a Certificação Digital para sua implantação.

A novidade é só um exemplo de como podemos dar novos usos e estabelecer novos benefícios para a população em geral.

Queremos que cada nova aplicação tenha idêntica repercussão, só assim mostraremos o que o Certificado Digital pode proporcionar, como uma vida melhor em termos de redução de tempo, custos, com segurança, o que demonstra ser um grande investimento em todos os sentidos.

Antonio Sérgio Cangiano é diretor-executivo da Associação Nacional de Certificação Digital (ANCD)

Tags, , ,

“Hoje, o setor financeiro do mundo vai mudar”, anunciaram DPPM Holdings e TECH MONIA

Instant world direct financial telecommunications. with a technology that is the safest available(THE KEY), less than 30 seconds for any international or domestic transfer, and a fee of less than 0.30 USD, payment and transfer without foreign transaction fee and the same rate you see on google at the tip of your fingerprint without the need of moving your money out of your bank account and cards.
No matter who you are
No matter where you live
No matter what currency you use
Peer to peer ,
Inter-governmental
Inter-bank
Inter-corporate
Financial telecommunications at the tip of your finger
DPPM Holdings, creating tomorrow’s Technology (PRNewsfoto/DPPM Holdings and TECH MONIA)

A DPPM Holdings e a TECH MONIA anunciaram hoje que desenvolveram uma tecnologia de Telecomunicação Financeira que permite o pagamento INSTANTÂNEO (On-line ou na loja) e a transferência de dinheiro em qualquer moeda nacionalmente e internacionalmente com a taxa de 0,30 USD com apenas uma simples impressão digital, independentemente de onde se encontra sua conta bancária ou em qual país você more, ou ainda que tipo de cartão você possui.

A Tecnologia de Pagamento e Transferência é possível com outra tecnologia da TECHMONIA conhecida como THE KEY.

Alireza Dehghan, fundador e CEO, declarou: “Esta tecnologia é como ser o banco Mundial. Podemos transferir fundos instantaneamente de nossos bancos ou cartões em qualquer lugar do mundo para qualquer pessoa, e essa pessoa poderá gastá-lo instantaneamente ou transferi-lo para o mundo todo com a tarifa de 30 centavos da maneira mais segura possível, com um simples toque de seu dedo. E nós nem retemos seu dinheiro.”

A DPPM também atuará junto a bancos e governos.

O Sr. Dehghan também projetou: “Essa tecnologia colocará as telecomunicações financeiras nacionais e internacionais interbancárias como o Swift e também outras moedas virtuais como a Bitcoin e outros blockchains em geral em desuso. Estamos oferecendo soluções intergovernamentais, interbancárias e intercorporativas com as mesmas transações instantâneas.”

The KEY: The KEY é um conjunto de chaves encadeadas de costas uma para a outra entre as linhas de sua impressão digital que cria uma KEY (CHAVE) bastante exclusiva que é usada como identificadora de informação, assinatura para pagamento e como a identificadora de uma conta bancária única para todo o mundo, em pagamento DPPM, e tecnologia de transferência ou transferência instantânea.

Tecnologia de transferência: a transferência é realizada instantaneamente quer nacional ou internacionalmente, após a autenticação, o dinheiro é processado das contas ou cartões que você tem conectado à sua chave, e Sua CHAVE enviará uma notificação à DPPM (sua moeda) e a DPPM transferirá a mesma quantia à CHAVE beneficiária. E no caso de Transferência internacional, após a DPPM em sua moeda lhe enviar uma notificação, mandará outra notificação à DPPM na moeda do beneficiário, e a DPPM na moeda do beneficiário a enviará à CHAVE do beneficiário.

SEM TAXA POR TRANSAÇÃO INTERNACIONAL: Sempre que comprar qualquer coisa em outra moeda, seu dinheiro é processado em DPPM em sua moeda.

Tags, , , ,

Facebook cria Estação Hack para formar talentos em tecnologia no Brasil

A Estação Hack será o primeiro centro para a inovação criado pelo Facebook no mundo. Projetada para o público brasileiro, a iniciativa vai promover a formação de talentos na área de tecnologia, capacitar empreendedores e acelerar startups de alto impacto social.

O projeto vai apoiar o desenvolvimento do ecossistema econômico e de tecnologia no Brasil, treinando jovens em programação, ajudando na criação de negócios inovadores e fornecendo recursos para os pequenos e médios empresários crescerem usando a economia digital a seu favor.

A Estação Hack deverá ser aberta até o fim deste ano e estará localizada no coração da cidade de São Paulo, a Avenida Paulista. O espaço será inteiramente pensado para promover o encontro de ideias, incorporando elementos do DNA do Facebook – conhecido como ‘cultura Hack’ -, com a premissa de que tudo está em permanente construção e pode ser aperfeiçoado de forma colaborativa.
O projeto vai abrigar sessões dos programas de empreendedorismo e de marketing digital do próprio Facebook, como o Impulsione Seu Negócio e o #ElaFazHistória. No total, serão oferecidas mais de 7.400 bolsas por ano nas áreas de programação, planejamento de carreira e gestão de empresas.

Os cursos e workshops são ministrados por parceiros com reconhecida atuação nessas áreas: MadCode, Mastertech, MadCode, Reprograma, Junior Achievement e Centro de Empreendedorismo e Negócios da FGV (GVcenn). Em outra frente, o Facebook e a Artemisia, organização sem fins lucrativos pioneira no fomento de negócios, vão comandar um programa de aceleração de startups com grande potencial de impacto social.

A Estação Hack em números:

– 3 salas de aula com 40 lugares cada

– 10 startups de impacto social aceleradas por semestre e 52 estações de trabalho

– 2.200 bolsas nos cursos de programação

– 1.400 bolsas nos workshops preparatórios para o mercado de trabalho destinadas a alunos do ensino médio da rede pública

– 1.200 bolsas nos workshops para empreendedores

– 2.000 bolsas de marketing digital para pequenos e médios empreendedores

– 600 bolsas para o Acampamento de Inovação destinado a adolescentes

Fonte: Facebook

Tags

ABX Consulting anuncia acordo com a WND Brasil no mercado de Internet das Coisas

A ABX Consulting acaba de firmar acordo comercial com a WND Brasil, que está implantando a primeira rede dedicada à Internet das Coisas no pais com tecnologia SigFox. Pelo acordo, a ABX Consulting atuará como provedora de consultoria de negócios para o desenvolvimento da rede e de soluções para os diversos setores da economia brasileira que podem ser beneficiados com as aplicações de Internet das Coisas.

Segundo Alexandre Britto, CEO da ABX Consulting, a iniciativa é consequência do amadurecimento do mercado de telecomunicações no Brasil, que permite avançar com os projetos de Internet das Coisas em todos os segmentos, com ênfase na indústria e serviços. “Para viabilizar este acordo com a WND Brasil ampliamos a nossa equipe e investimos na capacitação do nosso pessoal, que já possui vasta experiência em projetos de sucesso em telecomunicações”, afirma.

O executivo diz ainda que a nova fase da empresa é resultado da própria evolução como empresa focada em projetos inovadores de conectividade. “A IoT surge para nós como um novo desafio que será satisfatoriamente superado com o apoio de conectividade da WND Brasil e da tecnologia SigFox”, complementa. A empresa, que possui mais de 10 anos de existência, funcionará, segundo Britto, como elo de conexão entre as pessoas, empresas e cidades por meio do mundo das coisas.

Alexandre Reis, COO do Grupo WND (que, além do Brasil, tem operações no México, Argentina, Colômbia e Reino Unido), afirma que o acordo é uma importante contribuição para o plano de negócios da empresa. “A rede de parceiros e relacionamentos da ABX Consulting, que é altamente capacitada, viabilizou a assinatura deste acordo”, afirma. “Temos convicção que a parceria será um diferencial para o desenvolvimento de nossa rede e do nosso ecossistema”.

Tecnologia de Baixo Custo

A rede LPWA que está sendo instalada pela WND Brasil segue tecnologia desenvolvida pela empresa francesa SigFox , já presente em 32 países, e que tem como característica principal ser uma rede de baixo custo que permite a conexão de bilhões de equipamentos e aparelhos à internet com baixíssimo consumo de energia. A arquitetura do sistema é altamente otimizada para o envio de várias mensagens curtas com alta confiabilidade.

Os custos de operação são muito inferiores às soluções atualmente existentes – a comunicação de dados por meio da rede celular, por exemplo. O approach único da tecnologia SigFox soluciona as três grandes barreiras para a adoção global de IoT, ou seja, oferece baixo custo de conectividade e equipamentos, baixo consumo de energia e oferece escala global.

A ABX Consulting atua na estratégia corporativa, desenvolvimento de negócios, gerência de projetos e programas de Tecnologia, Telecomunicações, TV e Internet e colaborou em quase todas as operações de TV por Assinatura no Brasil, assim como empresas de Tecnologia, Ensino a Distância e Grupos Religiosos.

Tags, , , , ,

EAM: a tecnologia que apoia a segurança do trabalho

Por Gabriel Lobitsky, diretor de vendas da Infor para Brasil e Sul da América Latina

Os riscos são umas das principais preocupações dos gestores, que investem tempo avaliando a complexidade dos projetos para compreender as ações que podem impactar a companhia. Por isso, quando se trata de segurança, a redução de riscos surge como uma missão, e os profissionais da área sempre alertam que a maioria dos incidentes têm origem em três fontes: pessoas, equipamentos e ambiente – ou, geralmente, na combinação desses fatores. Dentro de um cenário econômico desafiador, em que as paradas geram perdas incalculáveis e causam uma avalanche de problemas, a adoção de tecnologias capazes de prever incidentes, como o EAM (Enterprise Asset Management, em inglês) devem ser consideradas para minimizar o risco de perdas que ameacem a segurança em uma organização.

Para ilustrar como a falta de investimentos em ferramentas proativas coloca em xeque a segurança, há diversos casos no Brasil em que as perdas prejudicaram pessoas, o meio ambiente e a marca, como o emblemático caso da Samarco, em Mariana, Minas Gerais, que deixou rastros de destruição na comunidade e arredores; quando falamos em segurança no trabalho, as estatísticas também lembram que entre 2015 e 2016, mais de 25,2 mil acidentes foram registrados pela Previdência Social, no Brasil, envolvendo ferramentas, máquinas, equipamentos, veículos, dentro do ambiente interno das empresas. Hoje, a Previdência Social gasta o equivalente a R$ 1,00 a cada 7 minutos em acidentes de trabalho de profissionais registrados, e o número só cresce. Quer ver? Acesse o Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, do Ministério Público observatoriosst.mpt.mp.br/.

Claro, que muitos desses eventos estão associados ao descuido do ser humano em relação às boas práticas de segurança que impactam a economia do Brasil e das empresas. No entanto, a tecnologia tem o papel de apoiar a criação de políticas para minimizar as não conformidades que colocam as operações em risco. Hoje, as funções dos softwares de manutenção e gestão de ativos (EAM – Enterprise Asset Management, em inglês) vão além da gestão básica de ativos físicos e industriais, pois com machine learning e inteligência artificial, a comunicação entre máquinas e previsões baseadas em fatores reais pode evitar problemas sérios de segurança. E são esses que impactam os negócios, pessoas reais e o próprio meio ambiente de uma maneira séria. Há ações simples, que podem facilitar a comunicação entre empregador e empregado e evitar falhas graves. Veja:

Empodere as pessoas da sua empresa:

Talvez, a parte mais difícil seja administrar pessoas. Por isso, embora não seja possível estar em todos os lugares em todo tempo, é possível criar processos de segurança para que esse item seja parte integral de todas as atividades da empresa. É claro que tudo começa no planejamento, dessa forma, permitir que as pessoas estejam envolvidas com o reporte de problemas pode ser um bom começo.

Crie processos simples e intuitivos

Uma organização que pretende eliminar acidentes e erros precisa entender que as necessidades de segurança são parte do dia a dia das operações. É preciso criar processos simples de serem assimilados por todos os envolvidos no processo produtivo. Para que questões como identificação de perigos, instruções básicas e avançadas de segurança, sejam facilmente assimiladas por pessoas de diferentes culturas e níveis de escolaridade.

Crie uma rotina de segurança:

O problema é que o assunto Segurança é tratado como uma medida tardia e não preventiva. Criar um check list de segurança não é difícil, e pode ser feito por meio dos dispositivos móveis. No entanto, o reforço das ações básicas depende da força de vontade da organização de incluir o item no processo diário da empresa.

Adote um EAM

Em todas as organizações há não conformidades que precisam ser geridas e monitoradas, e soluções de gestão de ativos, conhecidas como EAM, permitem identificar as situações que colocam em risco os custos e a qualidade da empresa. É preciso deixar a tecnologia fazer a parte mais difícil, pois o EAM pode cuidar e monitorar todos os ativos da empresa, permitindo a manutenção preventiva e baseada em uso (preditiva) e a visibilidade sobre o andamento dos processos, como a inspeção periódica às medidas de segurança. Por meio dos KPIs (indicadores de performance), é possível mensurar o sucesso da implementação de programa de manutenção e dar ao público interno o acesso às informações que podem evitar grandes perdas.

Tags, , , , ,