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Impostômetro registra R$ 200 bilhões neste domingo (31), às 7h40

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atingirá, às 7h40 deste domingo (31), a marca de R$ 200 bilhões. Trata-se do total de impostos, taxas e contribuições pagos pelos brasileiros desde o começo do ano. Em 2015, esse mesmo montante foi registrado um dia mais tarde, em 1º de fevereiro.

“Nota-se um crescimento nominal em relação à arrecadação do ano passado, embora tenha havido queda em termos reais. Por conta disso, é ainda mais importante que o governo controle seus gastos e defina prioridades em suas despesas, assim como faz o trabalhador, cujo rendimento médio também caiu”, destaca Alencar Burti, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

“Vemos que a dívida pública continua aumentando, pois os gastos não diminuem no ritmo necessário. Ou seja, o poder público precisa rapidamente cortar despesas não essenciais e focar seus investimentos em áreas de maior relevância”, complementa Burti.

O que dá para fazer com R$ 200 bilhões

Construir mais de 178.052 km asfaltado de estradas
Construir mais de 2.225.645 km de redes de esgoto
Contratar mais de 15.349.275 professores do ensino fundamental por ano
Construir mais de 710.970 postos de saúde equipados
Contratar mais de 12.717.971 policiais por ano
Fornecer cestas básicas para toda a população brasileira por 3 meses
Construir mais de 4.265.819 postos policiais equipados
Construir mais de 14.837.633 salas de aula equipadas
Plantar 40.951.866.720 de árvores
Comprar mais de 7.583.679 carros populares
Construir mais de 5.850.267 casas populares de 40 m2

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Não vai ter aposentadoria – Por Leide Albergoni*

A reforma da previdência tem sido tema recorrente na mídia e nos bastidores políticos: os trabalhadores querem assegurar seu direito à aposentadoria e, para isso, querem que as regras para se obter o benefício fiquem mais flexíveis. Na verdade, nós trabalhadores ativos e, principalmente, os estudantes, deveríamos lutar pelo aumento da idade mínima da aposentadoria se quisermos receber o benefício um dia.

O motivo é bem simples: se as regras continuarem como estão, daqui a 20 anos pode ser que seja necessário extinguir o benefício. Mesmo se tivéssemos a idade mínima de 60 anos para se aposentar, as perspectivas não são boas. A expectativa de vida do brasileiro tem aumentado continuamente. Em 2000 era de 70 anos, em média (66 para os homens e 74 para as mulheres). Isso significava que, se uma trabalhadora se aposentasse aos 55 anos, como ocorre frequentemente, receberia o benefício por aproximadamente 19 anos ou, se fosse um homem, por mais 11 anos.

Em 2013, a expectativa de vida ao nascer aumentou para 74,8 anos em média. Para 2040, as projeções indicam que a expectativa de vida ao nascer será de 77 anos em média (80 para mulheres e 74 para homens). Ou seja, uma mulher aposentada aos 55 anos receberá o benefício por 25 anos e um homem por 19 anos. Como é uma média e quem tem condições de vida melhor tende a viver mais, para as pessoas com renda mais elevada significaria passar mais tempo recebendo benefício do que contribuindo. E quem sustentará esses benefícios?

Não existe almoço grátis: alguém paga a conta. No modelo atual, os trabalhadores ativos contribuem para pagar o benefício dos aposentados. Porém, a tendência é que a proporção entre ativos e aposentados seja cada vez menor, já que a taxa de fecundidade tem diminuído: em 2000 nasciam 2,4 filhos por mulher, ou seja, o suficiente para repor a população e gerar um crescimento. Atualmente, a taxa de fecundidade está estimada em 1,8 filhos por mulher, o que significa que ao longo do tempo teremos redução da população.

Assim, em 2040, a população com mais de 60 anos será de 23%, enquanto que a população em idade ativa (15 a 59 anos) será de 59%. Isso significa que para cada pessoa com mais de 60 anos, teremos 2,55 em idade ativa. Para comparar, em 2000 tínhamos 8,1% de pessoas com mais de 60 anos e 64% entre 15 e 59 anos, ou seja, quase 8 trabalhadores em idade ativa para cada aposentado com mais de 60 anos. Para 2060, a perspectiva será pior: com um terço da população com mais de 60 anos, teremos 1,55 trabalhador ativo para cada aposentado.

Ora, se teremos menos de 3 pessoas contribuindo para cada aposentado, ou o benefício dos aposentados será muito pequeno, ou a contribuição dos trabalhadores ativos precisará ser muito grande para proporcionar um benefício adequado. Para que os aposentados tenham o mesmo salário dos ativos, seria necessário que o trabalhador contribuísse um terço de seu salário para o INSS. Como isso não faz muito sentido, a previdência conviverá com déficits crescentes. Mas quem paga os déficits? Os próprios trabalhadores e aposentados, por meio dos impostos. Mas nem só de aposentadoria vive um país: é necessário educação, segurança, transportes, entre outros, que são pagos com os mesmos impostos.
Então, jovens ingressantes no mercado de trabalho, se preparem para não ter aposentadoria.

* Leide Albergoni é economista, professora da Universidade Positivo e autora do livro Introdução à Economia – Aplicações no Cotidiano.

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Como aumentar eficiência na gestão de operadoras de planos de saúde?

Alinhar a administração comercial à estratégia da operadora e a adotar softwares de gestão são dois indicadores que ajudam a eliminar gargalos e aumentar a eficiência das empresas

A crise financeira que assola grandes operadoras de planos de saúde impôs às empresas desse segmento atenção redobrada à necessidade de uma gestão eficiente. Controle e padronização de tarefas, acompanhamento em tempo real de beneficiários e médicos e um sistema informatizado que permita gerenciar melhor os processos tornaram-se rotinas essenciais para a administração dos planos de saúde.

“Para manter-se competitiva no atual cenário econômico, uma operadora de planos de saúde precisa rever o desenvolvimento das atividades mais simples, do dia a dia, que envolvem pessoas, processos e informações, como também alinhar melhor a sua gestão comercial à estratégia da companhia. Feita esta lição de casa, o próximo passo é adotar um sistema informatizado ou inovar o sistema de gestão com o suporte de uma tecnologia robusta, capaz de atender toda as operações. Estes são os primeiros passos no caminho para uma gestão eficiente”, explica Fausto Bacchi, diretor comercial e de marketing da Objective Solutions.

Quatro pontos são essenciais para a excelência do trabalho das operadoras de planos de saúde: Primeiro, o desenvolvimento de ações específicas de acordo com os tipos de contratos dos beneficiários e corpo médicos; padronização de processos para uma gestão mais fluida das demandas administrativas e assistenciais; adoção de um sistema informatizado capaz de agilizar as operações diárias e, por fim, alinhar a qualidade do serviço de acordo com as exigências da Agência Nacional de Saúde Suplementar-ANS.

O que buscam as operadoras de saúde? Dar a melhor assistência possível aos seus beneficiários, mas também conquistar uma grande carteira de clientes e ser capaz de manter sustentável a arquitetura do negócio. “As novas tecnologias estão no mercado para ajudá-las neste objetivo. Softwares de gestão trazem ganho de produtividade, encurtam o caminho para maior segurança e eficiência”, acrescenta.

A Objective Solutions, empresa do Objective Group, holding dedicada a investimentos no setor de tecnologia da informação, realizou uma sondagem na área da saúde para entender as necessidades deste mercado e como poderia entregar tecnologia de ponta às operadoras de plano de saúde. Foram mapeadas mais de 40 empresas nacionais que podem se beneficiar de soluções arrojadas para incrementar a gestão e garantir, assim, a entrega de um serviço de maior qualidade aos seus clientes. Soluções que otimizam a gestão comercial e o atendimento aos beneficiários.

Para atender esta demanda, a empresa oferta sete diferentes soluções ao mercado, mas o executivo destaca três: “O NG Billing e NG CRM automatizam os processos da esteira de faturamento e atendimento e dão o suporte necessário para que as empresas sigam os padrões da ANS. O desenvolvimento de software sob demanda reforça a necessidade de automatizar e integrar os processos e sistemas administrativos, frente aos inúmeros projetos de desenvolvimento realizados simultaneamente e gerenciados através de metodologias ágeis. Eles fazem com que o cliente, por exemplo, não precise aguardar meses para visualizar um progresso. Mas é através do Big Data Analytics que as operadoras de saúde terão os melhores recursos para trabalhar de forma preditiva com visão 360º, com análise de conteúdos que utilizam dados históricos para insights futuros, além de segurança da informação”, conclui.

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6 tendências de varejo na América Latina

As tendências mais importantes do varejo na América Latina vão desde as estratégias de shopper, passando pela fidelização dos clientes, o e-commerce e a variedade de formatos, até chegar aos produtos, que hoje são apreciados pelo consumidor. A Nielsen compilou as tendências mais importantes do universo varejista na região latino-americana em uma análise completa, agrupando as mais relevantes em seis blocos.

1.Shopper Marketing – São todas as estratégias para mercados de nicho e de segmentação. O mais importante neste ponto é entender o shopper e compreender que todos são diferentes. Hoje em dia, é fundamental considerar a geração a qual pertencem os shoppers para definir as diferentes estratégias.A geração com maior crescimento é a dos Boomers (50-64 anos), mas, sem dúvida alguma, são os Millennials (Geração Y) que detém o maior poder econômico e que ditam as regras em termos de consumo global.

Baby Boomers – a geração de hoje – Os conhecidos como Baby Boomers possuem hoje o consumo de 40% de PGC (produto de grande consumo), sendo eles os principais responsáveis pelas compras do lar. Atualmente, eles representam a parcela da população que conta com o maior poder aquisitivo no mundo. Ao contrário dos Millennials (Geração Y), para os Boomers a qualidade vs. o preço é o principal driver de compra e seus hábitos se concentram em produtos especializados.

Millennials (Geração Y) – a geração do futuro – Estima-se que no ano de 2018, representarão a metade do consumo global e espera-se que em 2025 já sejam 75% da força mundial. É a geração que hoje tem a maior representatividade na população e está mudando as regras do jogo e das estratégias de mercado, movendo-as para uma era mais moderna, digital e dinâmica. É importante ter em mente que a melhor idade para gerar maior conexão e fidelidade com uma marca é entre os 18 e 34 anos.

2. Fidelização do Shopper – Os programas de fidelidade se institucionalizaram com o decorrer do tempo, convertendo-se hoje em um aspecto que, definitivamente, é crucial no momento de ganhar um shopper. 82% dos shoppers asseguram que, provavelmente, escolheriam um varejista que lhes oferecesse um programa de fidelidade. Entretanto, quando falamos da América Latina, apenas 46% dos varejistas oferecem algum programa deste para seus clientes. A maioria trabalha com a troca de pontos por dinheiro ou alguns optam por oferecer um diferencial com valor agregado, como cupons de descontos, evento, entre outros.

Apesar disso, fidelizar os clientes não é uma tarefa fácil, ainda que alguns se digam “clientes fiéis”, o que na verdade não são. Muitos mudam constantemente de varejista ao encontrarem uma melhor oferta de preços (42%), outros buscam produtos com melhor qualidade (28%), melhor serviço (18%), melhor sortimento (7%) e melhores características (3%).

3. Mix de Formatos – Na América Latina, o mix de formatos se evidencia em todos os países da região. Porém, as estruturas mudam e há pontos fortes e diferenciais interessantes, mas todos influenciados pela conveniência e comodidade.

· Canal Tradicional (lojas)

Equador, República Dominicana e Peru são atualmente os países com maior concentração de canais tradicionais e onde o desenvolvimento do varejo não aconteceu tão rapidamente.

· Moderno (supermercados)

O canal moderno teve seu desenvolvimento mais forte no Chile, Brasil, México, Argentina e Colômbia, onde os supermercados ganharam um importante espaço. Nesses países, o consumidor busca por comodidade e conveniência, o que também fortaleceu os supermercados pequenos.

· Drogarias

As drogarias, ou farmácias, seguem sendo um canal com grande importância em países como Venezuela, Porto Rico e Chile. Localidades estas onde grandes players se instalaram, melhorando a frequência de compra, ticket médio e “share of wallet” (parcela do bolso).

E graças a este mix de formatos que hoje o shopper tem mais opções na América Latina, aumentando as visitas aos supermercados (30%), hipermercados (27%), lojas de descontos/ clubes de compra (15%), conveniência (14%) e online (8%).

“Neste sentido, nascem negócios paralelos à atividade principal como agências de viagens, seguros, giros, telefonia celular, cartões de créditos, centros comerciais etc.” comenta Jonatas Rosa, Executivo de Retail Services do Brasil.

4. E-commerce – O comércio eletrônico cresce mundialmente a uma taxa de 23%. Aproximadamente, 1.000mm de consumidores globais estão dispostos a fazerem suas compras em supermercados online.

O mercado que mais acendeu no e-commerce, no último ano, foi a Ásia – Pacífico, seguida pela América Latina, que cresce a taxas de 21,5%, sendo o Brasil o país que mais impulsiona o crescimento, seguido pelo México.

9% dos compradores globais usam cupons virtuais e baixam os aplicativos dos varejistas para receberem informações e/ou promoções. Na América Latina, a média é de 10%, mas com possibilidades de crescer até 64%, de acordo com o Estudo Global de e-commerce da Nielsen.

5. Marcas Próprias

O desenvolvimento das marcas próprias nos países desenvolvidos é bastante alto e está focado, essencialmente, em um portfólio amplo de produtos e diversas faixas de preços.

A marca própria representa, em nível global, 16,5% das vendas, de acordo com o Reporte Global Nielsen. Com 45%, a Suíça lidera o ranking de produtos de marca própria. Na América Latina, a líder em vendas é a Colômbia, com 15%, embora se tenha constatado crescimento em todos os países medidos pela Nielsen neste reporte (Argentina, Chile, Brasil, México, Venezuela, Peru).

A diferença, talvez, seja a percepção que os consumidores têm sobre a qualidade das marcas próprias na América Latina. De qualquer forma, a economia continua a ser o principal fator na escolha de uma marca própria, especialmente quando as famílias buscam reduzir seus custos (44% tem esta preferência).

81% dos consumidores preferem que a localização das marcas próprias seja ao lado das marcas comerciais, para assim encontrá-las mais facilmente. Um fator chave, de acordo com os resultados do Estudo Global da Nielsen sobre este tema, revela que os consumidores comprariam mais dessas marcas se houvesse maior variedade na oferta (71%) e 34% consideram que há uma excelente relação entre preço e qualidade.

6. Saudáveis – 51% dos entrevistados no Estudo Nielsen sobre Saúde e Bem-Estar consideram que estão acima do peso e 70% dos mesmos estão realizando algum tipo de dieta ou exercício físico para diminuí-lo. Esta é uma das razões pela qual a cesta de Saudáveis, ou Alimentos e Bebidas que têm benefícios funcionais ou representam um consumo mais light, cresce cada dia mais regionalmente.

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Quer abrir uma loja virtual? Conheça quatro mulheres empreendedoras que são inspiração no e-commerce

Na Loja Integrada – maior plataforma de criação de lojas virtuais do Brasil – as mulheres já representam mais de 30% das empreendedoras.

Evento promovido pela Atena Haus com apoio da Loja integrada reuniu negócios femininos de sucesso

Além de consumirem mais que homens na internet – estudo recente da Forrester Research a pedido do Mercado Livre sobre o comércio eletrônico mostra que 67% delas já são e-consumidoras – contra 65% dos homens – as mulheres vem se destacando na rede com negócios de sucesso. Na Loja Integrada – maior plataforma de criação de lojas virtuais do Brasil – as mulheres já representam mais de 30% das empreendedoras. “Acreditamos que o número de lojas virtuais lideradas por mulheres deve se igualar a de homens ainda este ano, pelo ritmo acelerado que novas empreendedoras ingressam no comércio eletrônico, com negócios criativos e bem planejados”, explica Natália Alves, representante feminina da equipe de Marketing da Loja Integrada.

Na última terça-feira, dia 26, a plataforma reuniu em parceria com Atena Haus, empresa de incentivo ao protagonismo feminino, quatro histórias inspiradoras de mulheres especialistas em e-commerce no Brasil. O objetivo principal foi contar os desafios de ser mulher nesse mercado, as superações e dicas de como se tornar uma empreendedora de sucesso em 2016.

Tânia Gomes Luz: Ao perceber a dificuldade em encontrar sapatos nas numerações 33 e 34 e o enorme potencial deste mercado – estima-se que 5 milhões de mulheres no Brasil usem este número, Tania- que calça 33 – buscou investimento e inaugurou a loja www.33e34.com.br, que além da grande variedade de modelos, também se destaca pelo atendimento e rápida entrega. “Investir em e-commerce de nicho é a grande sacada para quem quer abrir uma loja virtual”, explica Natália.

Juliana Della Nina: Motivados pela dificuldade de pais e mães em comprar apetrechos para recém-nascidos num só único lugar, Juliana e seu sócio Felipe Simão resolveram criar a Bebê Store em 2009, e-commerce com mais de 55 mil itens e acessórios nacionais – hoje a maior loja virtual brasileira especializada em produtos para bebês. Por terem iniciado o negócio com investimento próprio, tiverem que usar a criatividade para fazer a empresa crescer. “Percebemos que as mulheres se destacam em negócios criativos, que superam as dificuldades com ideias simples e funcionais”, explica Natalia.

Ana Paula Passarelli: Especialista em e-commerce e marketing digital, é diretora de e-commerce da Digital Stars. Foi considerada referência entre os produtores de conteúdo digital no Brasil, em pesquisa realizada para o evento Content Summit 2015. “A produção de conteúdo é hoje uma das melhores ferramentas de marketing para lojas virtuais. Se você vende um produto, entende dele, escreva sobre ele e torne-se referência no assunto”, afirma a especialista da Loja Integrada.

Tatiana Pezoa: Ao perceber que grande parte das reviews dos sites eram feitas por pessoas que não compraram o produto, Tatiana decidiu fundar a Trustvox, uma certificadora de reviews online. A tecnologia permite que apenas clientes verdadeiros opinem e avaliem suas experiências de compra, o que aumenta a credibilidade das lojas. Com um ano de mercado, a ferramenta está presente nos maiores portais do Brasil. “Por que não vender para o e-commerce, já que é o mercado que mais cresce no Brasil? Investir em segmentos emergentes é outra ferramenta de sucesso”, conclui Natália.

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Datablink cresce mais de 30% no Brasil em 2015

Crise não afeta resultado da companhia, que, a partir deste ano, também dará início a um processo de expansão com foco no mercado asiático

A Datablink, fornecedora global de soluções de autenticação avançada e assinatura de transação, apresentou um crescimento acima do esperado no ano passado. A corporação, recentemente fundida com a BRToken, obteve, de janeiro a dezembro de 2015, um incremento expressivo em seu faturamento, da ordem de 40% (quando comparado a igual período de 2014), a despeito de todo o cenário de crise ocorrido no ano anterior.

O lucro da companhia também apresentou acréscimo de alguns milhões em 2015, o que representou um aumento superior a 30% em relação aos 12 meses anteriores.

A evolução, significativa e muito superior à média do mercado, evidencia a solidez da empresa, que tem investido cada vez mais em processos de automação e, principalmente, em metodologias de segurança com o propósito de garantir ao usuário transações cada vez mais seguras e livres de risco.

Com uma inovadora tecnologia out-of-band, que garante proteção a milhões de clientes de bancos e corporações ao redor do mundo, a Datablink iniciará, a partir deste ano, mais um importante processo de internacionalização, com foco especial em todo o mercado asiático. Dentre os principais países estão Filipinas, Tailândia, Indonésia, Taiwan, Cingapura, além da China. Ao mesmo tempo, também expandirá para mercados promissores da América Latina, como Colômbia, Chile e México.

Para César Lovisaro, vice-presidente de Contas Estratégicas da Datablink, “o bom posicionamento da empresa, com expansão na ordem de 40%, e seu crescimento em um cenário tão adverso para o mercado como um todo, demonstra a importância estratégica da companhia em sua linha de negócios”, destaca.

“Com a evolução das ferramentas tecnológicas e o desenvolvimento de ferramentas cada vez mais sofisticadas de programas maliciosos, a segurança se tornará cada vez mais essencial. Por esta razão, estamos vendo com muito bons olhos novos mercados, principalmente o asiático, e vamos investir cada vez mais em plataformas que possam deter o avanço de crimes eletrônicos com simplicidade, alto poder de sofisticação e facilidade de uso, de forma a garantir a proteção de milhões de usuários”, destaca o vice-presidente.

Pioneira na proteção de dados com Assinatura de transações e autenticação avançada de forma Digital, a Datablink disponibiliza uma combinação de soluções para smartphones e tokens físicos que impedem o compartilhamento de senhas, bem como fraudes provenientes de progressivos ataques que utilizam robôs e táticas de engenharia social com perigosos e eficazes malwares.

A empresa oferece soluções para grandes nomes da indústria financeira, como os bancos Bradesco, Santander, Banco Original, Daycoval, além de grandes corporações como Telefônica, Azul, o Boticário, Totvs e Porto Seguro, dentre outras.

Dentre os produtos que estão à disposição do mercado está o Device 200, uma solução verdadeiramente intuitiva e simples de se operar, que possibilita autenticação avançada e assinatura de transações financeiras por meio da leitura dos dados em uma imagem piscante, e geração de uma senha dinâmica ou assinatura eletrônica baseada no desafio e resposta de uso único.

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A glória da burrice – Por José Pio Martins*

Inconformado com a estupidez do governo e dos políticos dos anos 50 e 60, que batiam no peito e gritavam que nunca iriam autorizar empresas multinacionais a produzirem petróleo no Brasil, Roberto Campos desabafou dizendo que “a burrice no Brasil tem um passado glorioso e um futuro promissor”. A angústia do grande economista era que, enquanto rejeitava capitais de risco dispostos a investir na produção de petróleo aqui, o governo sofria em busca de empréstimos (a juros altos) para fazer importações do produto.

Roberto Campos não entendia que lógica o governo e os políticos viam na ideia de que mendigar empréstimos internacionais e ficar na dependência de suprimento externo era melhor que atrair empresas estrangeiras para a produção em território nacional. Quando veio a crise do petróleo, em 1973, e o preço do barril pulou de US$ 3,20 para US$ 14, o Brasil importava 75% do consumo, a dívida externa explodiu e o país quebrou. A frase de Roberto Campos foi profética. A burrice provou sua glória passada como, após a morte do autor, em 9 de outubro de 2001, continuou firme rumo ao futuro promissor.

Exemplo soberbo da burrice nacional são os entraves à participação na globalização. Levantamento da Câmara de Comércio Mundial informa que o Brasil continua sendo o país mais fechado para o comércio exterior entre todas as nações do G20, ficando com nota 2,3 em 2015 (a escala vai de 1 a 6), atrás de Argentina e Índia. Para piorar, o país caiu da 57.ª para a 75.ª posição, entre 140 países, no ranking da competitividade global publicado pelo Fórum Econômico Global – perdendo, assim, 18 posições.

Mas o que é essa tal globalização? Para começar, é uma necessidade, em face da superpopulação. O planeta atingiu 1 bilhão de habitantes somente em 1830. Em apenas 100 anos, a população dobrou. Hoje, já somos 7,3 bilhões. A globalização é a possibilidade de um habitante de Berlim comer um mamão produzido em Manaus, um morador de Maringá poder comer trigo produzido na França ou uma maçã da Argentina, um doente na China poder curar-se com um medicamento feito na Bélgica, ou um esquerdista francês poder escrever contra a globalização em seu notebook coreano.

As necessidades humanas estão onde as pessoas estão; as condições adequadas à produção, não. O Brasil tem terra fértil e clima favorável à soja, mas não tem para o trigo. Certos países têm petróleo, mas não têm comida. Quanto mais os países se especializarem naquilo em que são mais produtivos e eficientes, melhores serão as chances de elevação do bem-estar via comércio exterior. Ademais, ao comércio seguem-se os investimentos e, a estes, segue-se a transferência de tecnologia. O nacionalismo protecionista condena o país ao isolamento e ao atraso. Nenhum país do mundo – nem mesmo os Estados Unidos – consegue gerar toda a tecnologia requerida para seu crescimento.

Quando proibiu a importação de computadores, componentes eletrônicos e tecnologia, e também proibiu empresários estrangeiros de investirem em empresas de informática em nosso território, a lei de reserva de mercado de informática (que durou até 1991) cometeu grave crime econômico contra o povo brasileiro. Mas os nacionalistas – de direita (inclusive alguns militares) e de esquerda – reivindicavam medalhas de defensores da pátria. Lamentável!

Apesar da repetição do fracasso desse tipo de nacionalismo, continuamos insistindo na mesma rota. Definitivamente, a burrice no Brasil tem garantido um futuro promissor.

José Pio Martins, economista, é reitor da Universidade Positivo.

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Marco Civil da Internet entra em nova consulta pública para regulamentação

O Governo Federal apresentou nesta quarta-feira (27) a minuta do decreto que vai regulamentar o Marco Civil da Internet no Brasil e conta com a participação da sociedade para aperfeiçoar o texto e ampliar a discussão sobre o tema.

O material, baseado nas sugestões recebidas em 2014, está novamente aberto, na segunda fase do processo de consulta pública. Será possível enviar contribuições até 29 de fevereiro, por meio da internet. O debate é coordenado pelo Ministério da Justiça, com a colaboração dos ministérios das Comunicações e da Cultura.
“O Brasil tem muito que se orgulhar de ser uma referência em termos de construção de uma internet verdadeiramente democrática, através de marcos regulatórios”, afirmou o ministro das Comunicações, André Figueiredo, durante o lançamento da segunda fase.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, avaliou que o Marco Civil tem uma relevância histórica. “As leis são expressões de uma realidade que está posta, mas também determinam como as coisas devem ser e acontecer. Há leis que são verdadeiros monumentos e influenciam uma época”, destacou.
Para o ministro da Cultura, Juca Ferreira, a busca por uma internet livre e aberta é cada vez mais relevante. “Não podemos permitir censura, nem que o interesse econômico seja mais importante que o interesse público”, defendeu. Segundo ele, essa lei é importante para fortalecer o caráter democrático da rede mundial de computadores.
Processo de elaboração

O Marco Civil da Internet começou a ser elaborado em 2009 pelo Ministério da Justiça. O projeto, fruto de intensos debates e de um amplo processo participativo, foi encaminhado ao Congresso Nacional em 2011. Sancionado em 2014, deu origem à Lei 12.965, que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres dos usuários da rede mundial no País.
No ano passado, teve início o processo de regulamentação, com a primeira fase do debate público online com toda a sociedade. Durante a consulta, o Ministério da Justiça recebeu mais de 60 mil visitas à página e cerca de 1,2 mil comentários.

A minuta de decreto, dividida em quatro capítulos e com 20 artigos, está na página marcocivil.mj.gov.br. Os interessados poderão fazer contribuições e sugerir alterações de redação ou de conteúdo. Além disso, o participante poderá concordar ou discordar dos trechos propostos e das contribuições de outros participantes.

Fontes: MiniCom e MCT

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10 Chief Information Security Officers (CISOs) Say Passwords Are Failing and Must Be Augmented or Supplanted

Security Current, an information and collaboration company by CISOs for CISOs, has published a collection of leading Chief Information Security Officer’s (CISOs) insights on the future of the password and next generation authentication.

Ten CISOs from across industries weighed in, with most predicting that the days are numbered for the password as the sole authentication method. They see enterprises moving to augment or supplant the traditional password with advanced technologies, such as biometrics.

CISOs agree that passwords are inherently flawed because they depend on users to create and remember complex sequences of letters, numbers and characters. However, they found that users tend to take the path of least resistance, selecting sequences that are easy to remember – and often easy to crack.

“Despite industry-wide efforts to reinforce this method of authentication and the number of methods available to encrypt and store passwords, the fact that remains is that creating good passwords – and safeguarding them – is as difficult as rocket science,” said Nikk Gilbert, ConocoPhillips Director of Global Information Protection and Assurance.

Aaron’s, Inc. CISO Chris Bullock isn’t as quick to dismiss the password, and suggests it is a necessary layer in a multi-faceted authentication schema.

“Just like the locks on our front doors can’t stop a determined burglar or home invader 100% of the time, we continue to invest in door locks and alarms to protect our property,” said Bullock. “When used correctly, passwords can still be an effective layer of defense, yet we should continue to innovate in the area of authentication.”

Aetna CISO Jim Routh agrees that no single method of authentication by itself is sufficient, and although technologies like multi-factor authentication and smart cards have been available for years, they do not have the frictionless ease of use that is required for large-scale consumer adoption. And according to Valley Health CISO Frank Bradshaw, this is why the industry is moving towards a “who you are” not “what you have” approach.

They noted that next generation technology, such as biometrics, and adaptive cognitive and behavioral techniques, can reduce risk and provide a relatively seamless user experience. But there is general consensus that although the industry will continue to innovate and evolve no method will work 100% of the time.

“Biometrics or multi-leveled, behavioral-based techniques will improve the future of authentication,” said Molson Coors CISO Christine Vanderpool. “But managing appropriate levels of access is also critical to data protection because at the end of the day, the bad actors will continue to find ways to steal the information you are protecting if they want it badly enough.”

Participating CISOs include:

Frank Bradshaw, CISO, Valley Health System
Chris Bullock, CISO, Aaron’s, Inc.
Jonathan Chow, CISO, Live Nation Entertainment
Michael Dent, CISO, Fairfax County Government
Nikk Gilbert, Director of Global Information Protection and Assurance, ConocoPhillips
John Masserini, CSO, MIAX Options
Pritesh Parekh, VP and CSO, Zuora
Jim Routh, CSO, Aetna
Hussein Syed, CISO, Barnabas Health
Christine Vanderpool, CISO, Molson Coors

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Resource IT lança solução de gestão do conhecimento

Na Era Digital, a inovação não é somente uma questão de vanguarda, também é um diferencial competitivo. Porém, é importante preocupar-se com um ponto fundamental nesse processo: o gerenciamento das informações. Pensando nisso, a Resource IT, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas de serviços de TI, anuncia o lançamento da solução exclusiva de gestão do conhecimento, o KSharing.

“O KSharing foi desenvolvido inicialmente como uma solução para facilitar nossos processos internos. A experiência foi tão positiva que decidimos incluí-lo no nosso portfólio de produtos”, afirma Jorge Sellmer, Vice-Presidente da Resource Digital.

Desenvolvido pela área de Produtos & Inovação da Resource IT, o KSharing tem como objetivo auxiliar no compartilhamento e na localização de informações nos processos de pré-vendas, vendas, delivery e suporte dos setores de BackOffice, garantindo acesso seguro a conteúdos como contratos, códigos e documentos técnicos, além de determinar os níveis de acesso, tudo realizado com configurações de fácil utilização.

A solução ajuda a maximizar o capital intelectual de uma organização, melhorando os processos internos e gerando maior fluidez nas operações. Além disso, a ferramenta é ideal para garantir mais eficiência nos processos de tomada de decisões e para gerar melhores resultados.

Outro destaque do KSharing é a geração de relatórios de utilização como o de aceleradores, artefatos que podem otimizar a entrega de um projeto ou serviço. Quanto maior a quantidade de aceleradores gerados e compartilhados, maior a agilidade e qualidade das entregas.

Com acesso de maneira rápida à base, é possível ter uma visibilidade unificada do conhecimento e das informações, possibilitando a melhoria na coordenação de esforços entre unidades de negócios e na qualidade da prestação de serviços e produtos.

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Internet das Coisas: a ameaça de segurança que está em tudo! – Por Gary Kovacs*

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Eu já vi sete mudanças de plataforma na minha vida, incluindo a mudança do mainframe para PC e a mudança de desktop para mobile. Mas o que está acontecendo agora – a mudança para a Internet das Coisas (IoT)- é maior do que tudo que já vi.

O número de dispositivos aos quais estou conectado hoje é enorme e isso me deixa nervoso. Tenho certeza de que esse cenário assusta muitas outras pessoas mundo afora e pode fazer com que a adoção da IoT seja mais lenta do que o previsto pela indústria.
Como empresas que produzem software e hardware para a IoT, existem diversas formas de responder aos diversos desafios de segurança que essa nova realidade nos impõe. Acredito que há dois caminhos a seguir: um que oferece comodidade e conveniência e outro que constrói confiança.

Em um mundo de conexões aparentemente ilimitadas, no qual minhas informações estão cada vez mais expostas, o que me impede de colocar alguns dispositivos na minha casa? Confiança. Se tivermos confiança nos dispositivos de IoT e em sua proteção e privacidade, continuaremos a ver o mercado evoluir e crescer rapidamente. Mas se não confiarmos, pode acontecer o que vimos nos resultados do último MEF Global Consumer Trust Report, que analisa o comportamento de compartilhamento de dados em aparelhos móveis, nos qual 36% dos entrevistados relataram preocupação em relação à privacidade e segurança e 27% afirmaram que essas preocupações fazem com que não usem apps.

Estamos no velho oeste

Neste exato momento, IoT parece um velho oeste. As empresas estão engajadas em uma grilagem maciça e frenética na qual liberdade de inovação é valor prevalente. Mas no velho oeste, como sabemos, não havia princípios como “privacidade” e “segurança”, e a lei era a do xerife. Com IoT acontece o mesmo. Velocidade, liberdade e acesso à tecnologia são importantes para as empresas de Hardware e Software, mas não estamos considerando a segurança do usuário.

Quando a World Wide Web começou, era baseada em alguns princípios como universalidade, interoperabilidade, resiliência e conteúdo neutro. Conforme se desenvolveu, a questão da privacidade tornou-se mais importante e toda uma tecnologia surgiu para oferecer suporte a esse novo valor social.

O mesmo deve acontecer para IoT. As pessoas estão começando a pensar em privacidade e segurança para essa plataforma e teremos de fornecer a tecnologia, bem como as normas e a cooperação para acomodar essas prioridades.

A IoT está se tornando pessoal

Com cada mudança de plataforma, a tecnologia se aproxima, literalmente, de nós – basta observar os wearables enfeitando nossos pulsos. Estamos compartilhando informações cada vez mais pessoais e valiosas, como nosso padrão de sono, dados sobre saúde, velocidade média na qual caminhamos. E muitos compartilham sem nem perceber.

Veja um exemplo, a Mattel lançou uma Barbie que responde à criança. Tal qual uma Siri, o brinquedo grava a fala da criança, envia para processamento em um servidor na nuvem e retorna uma resposta. Em dezembro, eles descobriram que hackers conseguiram espionar as comunicações. Por essas e outras, não consigo me imaginar comprando um brinquedo que tem acesso ilimitado às falas e ao ambiente de áudio em torno do meu filho.

Maus elementos

Temos diversos exemplos de marketings corporativos bem-intencionados que inadvertidamente comprometem dados e privacidade dos consumidores, mas vamos falar sobre quem realmente quer fazer o mal: cibercriminosos atuando em um mercado altamente lucrativo. O número de organizações e grupos de cibercrime está crescendo, e eles estão cada vez mais sofisticados.

Os criminosos fazem parte de uma economia paralela na qual compram e vendem ferramentas para completar suas missões. Além da violação direta de informações de cartão de crédito, eles compram e vendem propriedade intelectual e informações privadas. E alguns, como os que participaram do ataque à Ashley Madison, podem usar os dados para chantagear as vítimas com ameaças de exposição de informações sensíveis.

Você é tão forte quanto seu ecossistema

Uma empresa pode fazer tudo ao seu alcance para proteger os dispositivos que vende e os dados que coleta, mas eles são tão seguros quanto o ecossistema ao qual fazem parte. Temos a tendência de olhar apenas para nossos dispositivos, mas uma única vulnerabilidade pode derrubar todo um ecossistema e os cibercriminosos sabem disso e procuram o link mais fraco.

Parte do problema é que fabricantes de eletrônicos ainda não estão pensando em segurança da rede, e eles precisam fazê-lo rapidamente. Outro fator é a falta de acordos de arquitetura e padrões para IoT, forçando dados de diferentes dispositivos a trabalhar na nuvem para se conectar.

Regulação

As políticas públicas irão desempenhar um papel enorme na discussão em curso sobre IoT. Forças conflitantes já estão em jogo nesta arena: de um lado a necessidade de privacidade do consumidor, do outro os interesses de segurança nacional, para os quais estão dispostos a renunciar a privacidade do consumidor em nome da segurança.

Quando você está dirigindo em uma rodovia, não dá para ser o único carro não afetado pelo tráfego. Somos todos parte de um vasto ecossistema, e acontece o mesmo com IoT. Quanto mais cedo percebemos isso, mais cedo poderemos transformar o IoT em um ecossistema com um nível de privacidade e segurança capaz de gerar confiança nas pessoas e continuar a se desenvolver e crescer.

Precisamos olhar para além dos nossos muros e nos envolver na indústria. É preciso ser parte de uma solução mais ampla. Se você não gosta das normas vigentes, se envolva para mudá-las, mas não apareça no mercado com padrões exclusivos que só irão adicionar mais tráfego na rodovia. Temos de reconhecer que só podemos resolver este problema como uma indústria e começar a trabalhar juntos.

*Gary Kovacs é CEO da AVG Technologies

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Estudo da Gemalto revela aumento dos riscos de segurança de dados de pagamentos e falta de confiança nos métodos de pagamento via dispositivos móveis em todo o mundo

Com a expectativa de que os pagamentos via dispositivos móveis, além de outras formas de pagamento, dobrem nos próximos dois anos, um novo estudo global mostra uma necessidade crítica de que as organizações melhorem suas práticas de segurança de dados de pagamentos. Essa expectativa deve-se a uma recente pesquisa com mais de 3.700 profissionais de segurança de TI em mais de uma dezena dos principais setores da indústria, conduzida, de modo independente pelo Ponemon Institute, a pedido da Gemalto (Euronext NL0000400653 GTO), empresa líder mundial em segurança digital.

Principais resultados

De acordo com o estudo independente sobre egurança de dados de pagamentos, 54% dos entrevistados disseram que sua empresa enfrentou casos de violação de segurança ou de dados envolvendo pagamento, em média quatro vezes nos últimos dois anos. Isso não é uma surpresa, considerando os investimentos, as práticas e os procedimentos de segurança destacados pelos entrevistados:

55% disseram que não sabiam onde os dados de pagamento estavam armazenados ou localizados.
A propriedade da segurança dos dados de pagamento não é centralizada, e 28% dos entrevistados disseram que a responsabilidade está com o CIO, 26% disseram que está com uma unidade de negócios, 19% com o departamento de compliance, 15% com o CISO (Chief Information Security Officer) e 14% com outros departamentos.

54% disseram que a segurança dos dados de pagamento não é uma das cinco principais prioridades de segurança para a empresa, e somente um terço (31%) sente que a empresa direciona recursos suficientes para proteger os dados de pagamento.

59% disseram que sua empresa permite que terceiros acessem os dados de pagamentos e que, desses, somente 34% utilizam a autenticação multi-fator para proteger o acesso.

Menos da metade dos entrevistados (44%) disse que suas empresas usam criptografia de ponta a ponta para proteger os dados de pagamento desde o ponto de venda até quando eles são armazenados e/ou enviados para a instituição financeira.

74% disseram que suas empresas não cumprem os PCI DSS (Payment Card Industry Data Security Standard) ou cumprem apenas parcialmente.

“Os resultados dessa pesquisa independente devem funcionar como um alerta aos líderes corporativos”, disse Jean-Francois Schreiber, Vice-Presidente Sênior para Serviços de Identidade, Dados e Software na Gemalto. “Tendo em conta o que foi apontado em relação aos métodos de pagamento tradicionais e à segurança de dados, as empresas envolvidas com dados de pagamento devem se dar conta de que estar em conformidade não é suficiente e precisam rever completamente suas práticas de segurança, especialmente porque um terço dos entrevistados disse que estar em conformidade com os PCI DSS não é suficiente para garantir a segurança e integridade dos dados de pagamento. O efeito colateral financeiro que as violações de dados causam e os danos à reputação e ao relacionamento com o cliente implicarão um risco potencial ainda maior à medida que os métodos de pagamento mais recentes forem adotados”, completou Schreiber.

A chegada dos novos meios de pagamento e as consequentes preocupações com a segurança

De acordo com o estudo, a aceitação de novos meios de pagamento, como os realizados através de dispositivos móveis, dispositivos sem contato e carteiras eletrônicas, irão duplicar nos próximos dois anos. Embora os entrevistados digam que os pagamentos via dispositivos móveis sejam responsáveis por apenas 9% de todos os pagamentos hoje, espera-se que, em dois anos, essa proporção aumente para 18% de todos os pagamentos. Dados os problemas que os profissionais de TI das empresas reportaram em relação à proteção dos dados de pagamentos realizados através de métodos tradicionais, é provável que as empresas enfrentem ainda mais dificuldades para garantir a segurança de novos métodos de pagamento. Na verdade, o estudo concluiu que quase três quartos (72%) dos entrevistados acreditam que esses novos métodos de pagamento estão colocando os dados dos pagamentos em risco e que 54% não acreditam ou não têm certeza de que os protocolos de segurança existentes da sua empresa são capazes de suportar essas plataformas.

“Analisando em perspectiva, embora as empresas tendam a aceitar os novos métodos de pagamento, elas não confiam plenamente em sua capacidade de proteger esses dados. A maioria dos entrevistados sentia que a proteção dos dados dos pagamentos não era uma grande prioridade em suas empresas e que os recursos, tecnologias e pessoal encarregado eram insuficientes. A despeito da tendência de implementar novos métodos de pagamento, aqueles que vivem o dia a dia da segurança de TI sentem que as organizações ainda não estão prontas para isso. Está claro que as empresas devem procurar soluções o quanto antes e investir nelas para suprir essas lacunas em relação à proteção de dados”, concluiu Schreiber.

Para ler o estudo completo e os resultados para cada país, clique aqui.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi conduzida pelo Ponemon Institute a pedido da Gemalto e entrevistou 3.773 profissionais de TI e de segurança de TI nos Estados Unidos, Alemanha, França, Bélgica, Holanda, Japão, Índia, Rússia, Oriente Médio e África do Sul. Entre os setores representados, incluem-se o de Comunicações, Entretenimento e mídia, Serviços financeiros, Governo, Cuidados com a saúde, Hotelaria, Serviços de TI, Varejo, Tecnologia, Transporte e Serviços públicos. Todos os entrevistados conhecem e estão envolvidos na abordagem das suas empresas em relação à segurança dos dados de pagamento. A maioria dos entrevistados está envolvida no estabelecimento de prioridades e seleção de fornecedores e contratantes no ecossistema de pagamento das suas empresas.

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1ª “Vaquinha imobiliária” do Brasil encerra com 128% de captação

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Com menos de 60 dias, a primeira oferta por meio de crowdfunding do mercado imobiliário do país foi encerrada com sucesso, com 128% de captação. A parceria entre a Vitapar/Vitacon com a Urbe.me teve como objetivo ter o prédio VN Cardoso de Melo financiado parcialmente por meio da “vaquinha imobiliária”, com valores a partir de R$ 1 mil de qualquer investidor e com transações 100% online.

De acordo com Alexandre Lafer Frankel, CEO da Vitacon Construtora, trata-se de um novo capítulo para o segmento. “Consolidamos um modelo muito utilizado em outros países, mas que aqui no Brasil era inédito. A captação ultrapassou nossa expectativa – ao arrecadar R$ 1,279 milhão – ao trazer uma nova opção de investimento e de fácil acesso ao pequeno investidor”.

DETALHES DA CAPTAÇÃO

A rentabilidade será obtida pela performance do empreendimento. A oferta desse primeiro crowdfunding imobiliário é regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), será construída na cidade de São Paulo, no bairro Vila Olímpia.

Paulo Deitos, sócio do URBE.ME, afirma que o investimento por meio da plataforma possibilita a participação de um maior número de pessoas em investimentos desse porte: “ao facilitar o ingresso de novos participantes nesse mercado, a visão é renovada, permitindo que mais pessoas participem do processo e desenvolva senso crítico. Nosso posicionamento reforça este caráter e estimula o surgimento de empreendimentos melhores em todos os aspectos.”

A plataforma do URBE.ME – que inicia agora a primeira captação – foi lançada em abril, e reflete o esforço dos sócios em encontrar uma maneira para conectar empreendedorismo e inovação. A expectativa é grande, não só pelo lançamento do empreendimento, mas pelo lançamento deste novo modelo de negócios que irá transformar as relações vigentes. Desde 2013, o URBE.ME é pensado e desenvolvido para trazer uma nova forma de investir para o Brasil. Plataformas semelhantes já funcionam em outros países, como o Fundrise, primeiro crowdfunding imobiliário nos Estados Unidos. Os projetos que entrarão na plataforma são selecionados pelo URBE.ME de acordo com a viabilidade econômica e com o impacto urbano, que deve ser sempre positivo.

O empreendimento da Vitacon – VN Cardoso de Melo – encaixa-se na proposta, oferecendo apartamentos bem localizados capazes de possibilitar aos moradores tempo para aproveitar a cidade, já que não o perdem em deslocamento. Além disso, o empreendimento não terá grades e haverá cafeteria aberta ao público no térreo, um aspecto positivo para a cidade; além de contar com soluções de compartilhamento de carros, bicicletas, motos e ferramentas que promovem uma melhor utilização dos recursos com sustentabilidade.

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Rede de Centros Internacionais de Negócios abre inscrições para empresas participarem da CeBIT na Alemanha

A agenda de missões internacionais promovidas pela Rede de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), coordenada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e parceiros, como a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), começa em março, com oportunidades para empresas de softwares.

Entre 14 e 18 de março, a cidade alemã de Hannover sedia a CeBIT, a mais importante feira de tecnologia da informação e indústria digital do mundo. Realizado desde 1986, o evento mescla exposição, lançamento de produtos, palestras e encontros de negócios. No ano passado, a CeBIT teve a participação de 3.300 empresas de 70 países, além de mais de 220 mil visitantes.

A missão brasileira é articulada pelo CIN de Santa Catarina e vai ajudar as empresas a identificar potenciais parceiros comerciais, para cooperação tecnológica, analisar a concorrência internacional e as tendências mundiais no setor. O mercado global de tecnologia da informação movimenta mais de US$ 3,4 trilhões. O Brasil domina o cenário na América Latina, com 56% do mercado na região, e pode crescer até 9% até em 2016.

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Fonte: Agência de Notícias da CNI

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Com novo app, Easy Taxi pretende acabar com a chamada de táxis na rua

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FH conquista certificado PCoE de hybris

Além de ser uma das principais empresas de soluções fiscais do Brasil, a FH, empresa de tecnologia especializada em negócios e soluções em TI, possui a maior capacidade instalada do país para projetos omnichannel. E, mais uma vez, a companhia se destaca ao conquistar o Certificado PCoE de hybris da América Latina. Vale lembrar que, em 2014, a companhia foi a primeira parceira SAP da América Latina a receber a Certificação Commerce Developer hybris.

“Graças à expertise em suporte técnico e ao alto nível de seus profissionais, esta é a segunda certificação hybris recebida, o que confere à empresa o título de melhor parceira hybris do Brasil”, relata Eduardo Arantes, Gerente da Unidade de Outsourcing da FH.

Para o gerente, esta certificação autentica a característica inovadora dos serviços de suporte prestados pela companhia, que atua em mais de 25 países nos segmentos da indústria: varejo, manufatura, fashion, utilities, financeiro, farmoquímica, agroindústria. serviços e setor público.

“A FH, em parceria com a SAP/hybris, oferece aos clientes as melhores soluções de comércio eletrônico do mercado, capacitando-os para melhorar a experiência de seus usuários no ambiente omnichannel. Destaco, ainda, que a obtenção da certificação PCoE hybris nos credencia para o que há de mais sofisticado em termos de solução e-commerce no mundo, para isso temos um time de 60 pessoas que monitora em tempo real o negócio eletrônico de nossos clientes e responde aos problemas na velocidade que este segmento demanda”, completa.

hybris revoluciona o conceito de digital commerce

O avanço de mídias móveis traz consigo a necessidade de investimentos em soluções de omnichannel. E, ao contrário dos concorrentes que não possuem um conceito de multicanais integrado, a hybris – principal plataforma de digital commerce disponível no mercado – nasceu omnichannel, o que permite à marca uma divulgação com a mesma experiência de navegação em todos os canais de venda: loja física, loja virtual, callcenter, redes sociais, entre outros meios.

Criada em 1997 na Alemanha e disponível no Brasil desde abril de 2013, a solução hybris – comprada pela SAP em agosto de 2014 – consolida dados, canais e operação, possibilita a simplificação dos multicanais com o aumento de competitividade e promete solucionar um antigo desafio: integrar o varejo offline e o online, além de unir as exigências do B2C aos processos de gestão do B2B nos quesitos de logística, processos de compras, atendimento eficaz e disponibilidade de produtos.

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Startup Marmotex participa da Campus Party em dose dupla

Startup está entre as 200 selecionadas para participar da Startup & Makers Camp 2016 e também venderá refeições “marmotex”

A Marmotex, startup que desenvolveu um novo conceito de almoço corporativo que se difere do tradicional delivery por ser o elo entre o restaurante e o consumidor, foi selecionada para participar da Campus Party como integrante da Startup&Makers (S&M), que tem a missão de conectar os campuseiros com o mundo do empreendedorismo.

Em sua nona edição no Brasil, a Campus Party acontece entre os dias 26 e 31 de janeiro, no Anhembi, e é a maior experiência tecnológica do mundo nas áreas de inovação, criatividade, ciência, empreendedorismo e entretenimento digital.

A Startup&Makers tem a missão de conectar os campuseiros com o mundo do empreendedorismo e apresenta uma área de exposição, atividades de mentoria, networking, hackathons, além de conteúdo educacional com palestras e workshops. O espaço é dividido em dois grupos: Growth Stage, para startups em crescimento, e Early Stage, iniciantes. A Marmotex participa do grupo Growth Stage.

Outra participação da Marmotex na Campus Party acontece através da entrega de ‘marmotex’ para os campuseiros. Neste caso, será a segunda participação da startup no evento, que no ano passado vendeu mais de 1000 refeições.

Para adquirir sua refeição durante o evento, acessar a página www.marmotex.com, fazer o cadastro e se inscrever no grupo Campus Party. O campuseiro define a quantidade e datas nas quais quer receber sua refeição, que custa cerca de 50% menos do que o valor convencional. Excepcionalmente para o evento, o cardápio contará com duas opções, com preços a R$ 15,00 e R$ 22,90. Normalmente, o cardápio convencional da Marmotex tem mais de 10 opções diárias.

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FecomercioSP propõe ao ministro da Fazenda adaptações às novas regras do ICMS

De acordo com a Federação, o ideal seria um cadastro único de abertura de inscrição estadual nos demais Estados e a exclusão das micros e pequenas empresas da nova arrecadação do imposto

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) propôs ao ministro da Fazenda, por meio de ofício, adaptações às novas regras do ICMS, em vigor desde janeiro de 2016. A Entidade já havia encaminhado um ofício em dezembro do ano passado, solicitando a prorrogação do prazo da nova lei para abril deste ano.

O objetivo é sugerir algumas mudanças para aprimorar o processo da nova sistemática de arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), conhecida como Emenda Constitucional nº 87/2015.

A proposta, que tramitou como PEC 197/2012 e que resultou na EC 87/15, tem o objetivo de corrigir uma distorção tributária que permitia o recolhimento de todo o ICMS somente pelo Estado de origem onde está a sede da empresa.

O Estado de destino da mercadoria não tinha qualquer participação no imposto cobrado. Com a nova legislação – ainda em fase de regulamentação por parte dos Estados -, as operações que comercializarem bens e serviços a consumidores residentes em outros Estados fora da origem deverão recolher o imposto partilhado entre os Estados de origem e de destino, proporcionalmente até o ano de 2019, quando o imposto ficará 100% para o Estado de destino da mercadoria.

Segundo a Entidade, ainda há dificuldades práticas no cumprimento da legislação quanto à abertura de inscrição estadual nos demais Estados da Federação, a impressão de guias de recolhimento do ICMS e o envio eletrônico de obrigações acessórias para fins de recolhimento do imposto, como problemas na validação da emissão de nota fiscal entre entes da Federação, uma vez que alguns Estados não reconhecem a inscrição estadual de contribuintes inscritos em outros.

Para aprimorar tais regras, a FecomercioSP sugere ao ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, que os Estados dispensem documentos para abertura e uniformize com cadastro único e exclusivamente eletrônico com apenas o número do CNPJ do contribuinte; ou modificar a cláusula 5ª do Convênio nº 93/2015 para a utilização exclusiva do CNPJ como cadastro único, sem a necessidades de cadastros estaduais a fim de uniformizar a questão ficando a cargo de cada Estado estabelecer convênio com a União por meio da Secretaria da Receita Federal.

A Entidade também propõe implementar guia única para o recolhimento do ICMS em conjunto da alíquota interestadual (para o Estado de origem) e Difal (Diferencial de Alíquota) para os Estados de origem e destino, criando uma espécie de câmara de compensação a ser organizado e administrado pelo Confaz; ou estabelecer, em vez do atendimento às obrigações acessórias por operação, que o cumprimento seja encaminhado de forma mensal, inclusive o Difal.

De acordo com a Federação, deve ser revogada a cláusula 9ª do Convênio nº 93/2015, não devendo ser aplicada essa forma de tributação para as empresas enquadradas no Simples Nacional, uma vez que a própria Constituição Federal assegura tratamento favorecido às micros e pequenas empresas. Além disso, há uma regulamentação própria, de acordo com a Lei Complementar nº 123/06.

A FecomercioSP ressalta que, sem as adequações necessárias, as empresas terão muita dificuldade de operar. Consequentemente, haverá aumento de informalidade e, com isso, redução na arrecadação de impostos.

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