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Cinco motivos para o marketplace investir em social delivery – Por João Paulo Camargo

A cada dez compras realizadas no e-commerce brasileiro, duas são provenientes dos marketplaces, de acordo com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). Embora os dados reforcem a importância que estes centros virtuais de compras possuem para os micro e pequenos empreendedores, um obstáculo ainda desafia o crescimento deste modelo de negócio: o frete. Entregar os produtos no prazo e na condição exigida pelo consumidor não é fácil, principalmente quando não há recurso financeiro para investir em transportadoras privadas. Contudo, o conceito de social delivery, em que pessoas comuns realizam entregas com custo baixo, ajuda a solucionar esse problema: Confira cinco motivos para os marketplaces apostarem em alternativas de entrega:

Novos modelos: a grande maioria (73,1%) dos vendedores em marketplaces utiliza o serviço dos Correios, segundo a ABComm. Ter apenas esta opção faz com que o lojista fique refém dos prazos e condições da estatal. Ao adotar o social delivery, o marketplace oferece ao empreendedor uma alternativa eficiente para entregar os pedidos.

Mais segurança no frete: com entregadores autônomos, o pedido é transportado com segurança até o consumidor porque não chama a atenção de assaltantes. Além disso, se acontecer algum roubo ou extravio do produto, a empresa responsável pelo aplicativo cobre essa despesa extra.

A relação custo-benefício é melhor: para diversificar as entregas, alguns lojistas no marketplace investem em transportadoras privadas ou até mesmo criam modelos próprios. Entretanto, essas opções encarecem o frete para o consumidor final. No social delivery, o empreendedor pode negociar diretamente com o entregador o valor pelo serviço, promovendo economia.

As entregas são mais rápidas: os atrasos nas entregas são as principais reclamações dos e-commerces com os Correios, ainda segunda a pesquisa da ABComm. Com a plataforma de entregadores independentes, o produto pode chegar no mesmo dia da confirmação do pagamento, dependendo da localização entre eles.

Praticidade para o lojista: Se com serviços tradicionais de frete é preciso imprimir a etiqueta e postar a encomenda, no social delivery o entregador apenas busca no endereço solicitado.

João Paulo Camargo, CEO e Co-Fundador do Eu Entrego, um aplicativo que conecta pessoas e empresas à comunidade de entregadores independentes, oferecendo uma alternativa fácil, flexível e de baixo custo para levar ou trazer qualquer coisa de qualquer lugar 24 horas por dia, sete dias por semana – www.euentrego.com.

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Adoção das tecnologias de informação e comunicação nas cidades é tema de debate promovido pelo Cetic.br

Os “Desafios para a adoção das TIC nas cidades brasileiras: infraestrutura, transparência e participação” serão discutidos, na próxima quarta-feira (19 de outubro), com base nos resultados apresentados pela pesquisa TIC Governo Eletrônico 2015. Com a participação de acadêmicos e gestores municipais, o evento será promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) – responsável pelo estudo – por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

O debate será precedido pelo lançamento da publicação da pesquisa, que além de reunir os indicadores – já divulgados em abril de 2016 – traz artigos e análises inéditas sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação (TIC) em dois perfis de organizações: órgãos públicos federais e estaduais de todos os poderes (Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público) e também nas prefeituras (Executivo Municipal). Nesta edição, a amostra de prefeituras foi ampliada em relação ao estudo realizado em 2013 e os resultados foram divulgados por um número maior de faixas de porte populacional dos municípios e por todas as regiões do País.

Para comentar os destaques do levantamento com foco na adoção das TIC nas cidades brasileiras, estarão presentes e disponíveis para entrevista:

– Demi Getschko – diretor presidente do NIC.br e também representante de notório saber em assunto da Internet do CGI.br. Membro do Hall da Fama da Internet, é formado em Engenharia Elétrica pela Poli-USP, pela qual também é mestre e doutor;

– Alexandre Barbosa – gerente do Cetic.br, doutor em Administração de Empresas e mestre em Ciência da Computação e Administração de Empresas;

– Fernanda Campagnucci – analista de Políticas Públicas e Gestão Governamental da Prefeitura de São Paulo. É especialista em Transparência e Combate à Corrupção pela Faculdade de Direito da Universidade do Chile;

– José Carlos Vaz – professor da Universidade de São Paulo, nos cursos de graduação e de pós-graduação em Gestão de Políticas Públicas. Mestre pela Fundação Getúlio Vargas São Paulo e doutor pela mesma instituição;

– Marco Antonio Teixeira – professor adjunto do Departamento de Gestão Pública (GEP) da FGV-SP, onde leciona nos cursos de graduação em Administração de Empresas e Administração Pública, Mestrado e Doutorado em Administração Pública e Governo e Mestrado Profissional em Gestão e Políticas Públicas;

– Robson Zucolotto – professor adjunto do Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas da Universidade Federal do Espírito Santo, pós doutor pela EAESP – FGV, doutor pela FEA-USP e mestre pela FUCAPE;
– Mediação: Maria Alexandra Cunha – professora da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV. Mestre pela Fundação Getulio Vargas – SP e doutora pela Universidade de São Paulo;

Entre os aspectos que serão debatidos na próxima quarta-feira (19), estão a infraestrutura e ferramentas de gestão de TI nas organizações públicas, a presença na Internet por meio de websites e redes sociais, a disponibilização para a sociedade de serviços públicos, informações e mecanismos de interação on-line pelos órgãos pesquisados, entre outros indicadores.

Ao final do evento, a publicação TIC Governo Eletrônico 2015 será distribuída para os presentes. Todas as edições da pesquisa estão disponíveis em: http://cetic.br/pesquisa/governo-eletronico. A evolução dos indicadores também pode ser conferida por meio de ferramenta de visualização de dados disponível em: http://data.cetic.br/cetic/explore?idPesquisa=TIC_EGOV.

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Oxigênio Aceleradora abre inscrições para terceiro ciclo de aceleração

A Oxigênio Aceleradora abre as inscrições para a nova rodada de seu processo seletivo para startups. Entre os dias 03 de outubro e 09 de novembro, empreendedores de todo o Brasil poderão se inscrever para participar do 3º Ciclo de Aceleração da empresa. Para concorrer à oportunidade, é necessário que a startup já possua um MVP ou seja, um produto constituído e/ou protótipo, estejam em um estágio intermediário de desenvolvimento e tenham sinergia com um dos mercados nos quais a Porto Seguro atua.

“Desde que iniciamos o primeiro ciclo de inscrições, em setembro de 2015, tivemos um grande número de startups altamente qualificadas cadastradas, e o interesse vem aumentando continuamente, bem como a oportunidade de desenvolvimento que oferecemos aos empreendedores”, afirma Italo Flammia, diretor da Oxigênio Aceleradora. “Nosso objetivo é promover uma rica interação entre o ecossistema de empreendedores e os mercados que buscam inovação vinda de startups, por isso oferecemos suporte para que soluções sejam aprimoradas e o desenvolvimento seja cada vez maior. ”

“Desde que iniciamos o primeiro ciclo de inscrições, em setembro de 2015, tivemos um grande número de startups altamente qualificadas que participaram deste processo, e o interesse vem aumentando a cada ciclo, dada a excelente oportunidade de desenvolvimento que oferecemos aos empreendedores”, afirma Italo Flammia, diretor da Oxigênio Aceleradora. “Nosso objetivo é promover uma rica interação entre os empreendedores e os gestores de negócios da Porto Seguro, oferecendo assim todo o conhecimento instalado às startups, bem como acesso aos mercados em que atuamos. ”

Das cinco a sete empresas selecionadas, cada uma receberá um investimento de US$50 mil em dinheiro, além de US$100 mil em smartmoney, aplicados em investimentos indiretos, em forma de benefícios e recursos para os empreendedores.

Durante os três primeiros meses de aceleração, os empreendedores contarão com sessões de mentoria, palestras e workshops que sobre temas diversos relacionados ao negóciosda Porto Seguro. Após esse período, as startupstêm a opção de completar o processo de aceleração na sede da Plug and Play Tech Center, aceleradora localizada no Vale do Silício nos Estados Unidos, após maturação dos projetos e avaliação da equipe de mentores.

O programa de aceleração da Oxigênio terá início em 13 de fevereiro de 2017, na sede da empresa localizada na Rua Conselheiro Nébias, no bairro de Campos Elíseos em São Paulocom duração de seis meses. Empreendedores interessados em inscreverem seus projetos podem fazê-lo pelo website da Oxigênio (www.oxigenioaceleradora.com.br).

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Banco Votorantim investe no Fundo BR Startups para fortalecer as Fintechs

O Banco Votorantim vai investir no Fundo BR Startups, criado pela Microsoft Participações e gerido pela MSW Capital, para apoiar o desenvolvimento do ecossistema brasileiro de empreendedorismo e fomentar a inovação no país em jovens empresas de base tecnológica. A seleção para a nova rodada de investimentos em Fintechs, de R$ 250 mil a R$ 1,5 milhão por startup, começa nesta semana e vai até o dia 11 de novembro de 2016.

Para participar, as empresas devem se inscrever por este link. Os detalhes do programa com os critérios de qualificação estão no link, dos quais os principais são: ter pelo menos dois sócios (CEO e CTO), ser uma empresa brasileira e registrar faturamento anual entre R$ 120 mil e R$ 10 milhões.

Ao aliar grandes corporações com o mesmo intuito, o BR Startups passa ser o principal veículo brasileiro de estímulo à inovação aberta, por meio da atividade de corporate venture. O Fundo já conta com investidores como a própria Microsoft Participações, a Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro (AgeRio), a ES Ventures e a Monsanto, que investiu recentemente, intensificando a atuação nas Agritechs, startups voltadas ao agronegócio.

O foco de investimento do BR Startups são empresas com soluções inovadoras e potencial para se tornarem negócios globais nas áreas de: Sistemas na nuvem (Cloud based solutions), Educação (EdTech), Agronegócios (AgriTech), Produtividade industrial, Mobilidade (Mobility) e Cidades inteligentes (Smart Cities), Energia Limpa (CleanTech), Saúde (Digital Health), Internet das Coisas (IoT) e Segurança Pública (Public Safety). E agora, com o Banco Votorantim, o Fundo fortalece a atuação na área de Finanças (FinTech).

Gabriel Ferreira, diretor de Estratégia, Planejamento e Negócios de Varejo do Banco Votorantim, explica que o objetivo do banco ao aportar no Fundo criado pela Microsoft é provocar e atrair o interesse dos jovens empreendedores na busca de inovação disruptiva no mercado financeiro, oferecendo um ambiente estruturado para o desenvolvimento de soluções únicas. “Queremos parcerias com startups que tragam novidades impactantes para o nosso setor. Nosso objetivo é auxiliá-las não apenas financeiramente, mas também na estruturação e desenho de seus negócios. Entendemos que existe uma grande sinergia e capacidade de geração de valor entre o mundo bancário tradicional e as Fintechs”, afirma Ferreira.

Segundo Franklin Luzes, COO da Microsoft Participações, as fintechs estão revolucionando o mercado. “A presença do Banco Votorantim no Fundo BR Startups possibilita a priorização dessa temática em nossos investimentos e fortalece a nossa atuação e apoio ao setor financeiro no país.”

A gestão do fundo é feita pela MSW CAPITAL, gestora com experiência no apoio a empreendedores na jornada do crescimento, atuando no planejamento de negócios e em transações de M&A (Fusões e Aquisições).

Moises Swirski, gestor do Fundo BR Startups, reforça a importância da entrada do Banco Votorantim no Fundo. “As instituições financeiras de grande porte buscam, cada vez mais, a inovação de fora para dentro como solução eficaz para avançar em novos mercados e aprimorar a resposta aos seus clientes. Ao investir no Fundo BR Startups, voltado para o desenvolvimento do ecossistema brasileiro de inovação, o Banco Votorantim se coloca como parceiro ativo das startups do segmento de Fintech, transferindo para elas conhecimento e cultura empreendedora, ao mesmo tempo que se posiciona na fronteira da inovação brasileira.”

As startups investidas pelo Fundo contam com uma rede de parceiros que contribuirão com o seu desenvolvimento em diversas frentes: mentoria em áreas estratégicas, apoio operacional e tecnológico, espaço físico, business networking e apoio financeiro. O Banco Votorantim atuará ativamente na mentoria em gestão financeira e administrativa das empresas investidas, disponibilizando também parte da sua equipe mais experiente nessa ação.

Fonte: Microsoft

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Huawei e USP realizam concurso que seleciona estudantes para capacitação na China

A Huawei e a Universidade de São Paulo (USP) realizam no dia 12 de outubro, em São Paulo, um concurso para selecionar três estudantes da instituição para uma capacitação na China, onde está localizada a sede da empresa. A iniciativa é parte da segunda edição do Seeds for the Future, programa global da Huawei que oferece treinamentos nas mais avançadas tecnologias de informação e comunicação (TIC).

O concurso da Huawei e da USP escolherá 3 dos 15 estudantes que viajarão para a China e terá o desenvolvimento de soluções de Internet das Coisas (IoT) como tarefa, contando com a participação de alunos do quarto e quinto ano dos cursos de Engenharia da Computação, Engenharia Elétrica e Ciências da Computação.

Ao todo, quinze alunos serão selecionados por meio de parceiras do programa “Seeds for the Future” no Brasil, que inclui CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações), PUCRS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul) e UFCG (Universidade Federal de Campina Grande). Cada parceira realizou sua seleção com a participação da Huawei.

“A realização da segunda edição do Seeds for the Future no Brasil reflete nosso compromisso de capacitar os futuros líderes da indústria local de TIC. Por meio de parceiras com instituições de ensino, talentos brasileiros terão contato com as tecnologias mais avançadas disponíveis atualmente, além de inovações que chegarão ao mercado nos próximos anos, colaborando para o desenvolvimento de suas carreiras como pesquisadores ou profissionais em um setor que vive em constante evolução”, disse Alexander Rose, Gerente de Relações Públicas da Huawei.

Desde seu lançamento em 2008, o “Seeds for the Future” da Huawei já foi implementado em 35 países, beneficiando mais de 10 mil estudantes ao redor do mundo. Ao longo últimos dos anos, a Huawei tem investido cerca de 10% de seu faturamento global em P&D, sendo que, apenas em 2015, estes investimentos atingiram mais de US$ 9 bilhões. Como resultado de seu intenso foco em inovação, ao final de 2015, a Huawei ocupava a posição nº 1 no ranking de patentes na China, e figurava nos rankings de patentes Top 15 na Europa e Top 50 nos Estados Unidos. Ao todo, a Huawei já obteve mais de 50 mil patentes concedidas.

Os jovens talentos terão a oportunidade de visitar os laboratórios de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Huawei, em Shenzhen, e acompanhar de perto demonstrações de soluções inovadoras em conectividade ao lado de especialistas da companhia, que dividirão experiências e conhecimentos com os estudantes. O escopo do programa inclui capacitação em tecnologias avançadas de redes de banda larga fixa e móvel, como 5G, computação em nuvem, internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) e cidades inteligentes. Além disso, o programa proporciona aos alunos uma imersão cultural com a China, principal parceiro comercial do Brasil.

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O que o Vale do Silício tem

Sócios da consultoria McKinsey no Brasil relatam suas experiências no maior centro de inovação do mundo e listam os principais aprendizados

Durante uma semana, Heitor Martins e Yran Dias, sócios da McKinsey no Brasil e líderes da prática Digital na consultoria, viveram o dia a dia no Vale do Silício – o principal centro nervoso de inovação do mundo. Conheceram mais de 50 pessoas, entre acadêmicos, empreendedores, programadores de incubadoras e gigantes como Google e Facebook. Sentados com pequenos grupos de jovens de 20 e poucos anos ou num círculo de profissionais no imaculado campus de Mountain View, ficaram fascinados com o trabalho que vem sendo feito e listaram os principais aprendizados. Esta reflexão da McKinsey será aprofundada e discutida com mais de 500 clientes, dos quais mais de 100 CEOs, na Conferência Digital da consultoria em outubro em São Paulo.

1. Ousadia por si só é commodity barata. O mundo está cheio de ideias fantasiosas. O que se sobressai no Vale do Silício é a determinação diária de ver algo ter sucesso apesar do quase constante risco de falha. Os agentes do Vale em todos os níveis ficam muito mais confortáveis em meio à bagunça da experimentação e muito mais equilibrados em relação ao insucesso do que os de outros lugares que a McKinsey já visitou.

2. Meritocracia e investimento em pessoas. Os líderes do Vale, que estão agitando o mercado, têm a habilidade de construir uma organização que atraia outras mentes brilhantes, operando numa verdadeira meritocracia. As empresas do Vale cortejam talentos que não apenas têm grande inteligência e experiência, mas que também tragam coragem em suas convicções para lutar por fazer uma diferença significativa.

3. Economia sem restrição à plataforma. O Vale do Silício inverte a matemática simples da velha economia: quanto mais produtos vendidos, mais dinheiro. Lá, eles abraçam a economia sem restrição à plataforma: a nova moeda de troca passa a ser oferecer aos usuários uma forma de se conectar e interagir. O que torna tão poderosa essa moeda é que, diferentemente de uma unidade estática, o valor de uma plataforma é definido pelos usuários que a povoam e usam, pela sua capacidade de se transformar e adaptar às necessidades das pessoas e continuamente apresentar serviços e inovações.

4. Design focado no usuário. As companhias do Vale do Silício vivem e respiram esse conceito de uma forma que muitos executivos seniores não conseguem imaginar. Cada nível da empresa, do CEO até o programador e os times transversais, está condicionado a procurar problemas pela ótica do usuário e encontrar que tipo de processos e passos poderiam criar uma experiência mais suave, rica e diferente. Eles são obcecados pelo cliente.

5. Inovação do tipo que cria mercado e motiva time. A inovação do Vale está no sentido de criar soluções / produtos que atendem necessidades e desejos que, na melhor das hipóteses, nem mesmo sabíamos que tínhamos. Muito da motivação dos profissionais do Silício está na oportunidade de desempenhar um papel relevante no crescimento da companhia, na elaboração dos caminhos para a inovação, e no desenvolvimento de suas próprias habilidades de liderança. Quanto mais autonomia os empregados têm para ser criativos e tomar decisões, mais motivos terão para se manter na companhia e contribuir.

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Resource IT oferece soluções da BringTo para Multilaser

A Resource IT, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas brasileiras de serviços de TI, anuncia mais um case de sucesso de implementação de suas soluções de tecnologia. A Multilaser, um dos maiores players do segmento de eletrônicos e suprimentos de informática nacional, implantou soluções da BringTo, braço brasileiro do Centro de Inovação da Resource IT sediado no Vale do Silício, em seu e-commerce (www.lojamultilaser.com.br). O objetivo é facilitar e agilizar a coleta e análise da precificação de seus produtos, disponíveis nos 20 maiores marketplaces do Brasil e em mais de 300 lojistas online.

A Multilaser lançou a loja virtual em novembro do ano passado e precisava de um sistema em RPA (Automação Robótica de Processos, em português) que gerasse relatórios informativos sobre os preços praticados por seus parceiros. “Havia muita variação de valores, em alguns casos de até 45%, o que gerava insatisfação dos revendedores e afetava a imagem da companhia. Com as soluções da BringTo, passamos a atuar mais rapidamente e de uma forma mais preventiva. Agora é muito mais fácil reportar essas distorções na precificação e o relacionamento com as empresas que revendem os nossos produtos está mais saudável”, afirma Leonardo Castilho, Head de E-commerce e Pós-venda da Multilaser.

O BringTo Monitoring e o BringTo Analytics foram os produtos adquiridos. O primeiro é uma solução em Real Customer Experience que possibilita monitorar completamente o negócio, da performance dos sistemas à experiência real dos clientes. “Entregamos todas as variáveis decisivas em tempo real, integradas em um dashboard completo. A ferramenta monitora apps mobile, servidores, websites e quaisquer gadgets ou sistemas que precisem ser acompanhados”, afirma Claudio Teixeira, Gerente de Operações responsável pela BringTo. Segundo o executivo, é possível ainda customizar os painéis para exibição dos resultados que são mais importantes para o negócio, além de configurar o direcionamento dos alertas para os canais competentes.

Já o BringTo Analytics é uma ferramenta extremamente versátil de análise de dados, que suporta os mais diversos sistemas e plataformas como fonte de informação, de SAP a wearables, de Internet Bankings a e-commerces. Dados não estruturados, como imagens, documentos digitalizados, URAs (Unidade de Resposta Audível) e publicações em redes sociais, são analisados e integrados ao dashboard do cliente. “Nosso serviço é End2End, toda a operação da plataforma, incluindo infraestrutura em hardware é de responsabilidade da Resource IT. As companhias que atendemos não precisam se preocupar com instalações, setups, equipes ou qualquer gasto de energia, apenas identificar as informações relevantes para seu negócio” comenta Teixeira, da Resource IT.

Implementados recentemente, os produtos da BringTo estão ajudando a equipe da Multilaser com seu monitoramento, fazendo com que os riscos sejam identificados mais facilmente, possibilitando mais tempo para a realização de ajustes de prioridades e para o desenvolvimento do próprio e-commerce. Constantemente são coletados os preços de 150 produtos da Multilaser ofertados. Esses dados são armazenados e enviados duas vezes por dia para o profissional responsável, que alerta os parceiros da companhia caso haja diferença em relação ao preço sugerido pela fabricante.

“Optamos pela Resource IT porque a companhia nos ofereceu a proposta mais completa, além de ser uma empresa consolidada no mercado e que já conhecemos o trabalho por outros projetos. Recebemos muito mais informações em nossos relatórios do que teríamos de outras ferramentas”, afirma o executivo da Multilaser. Teixeira, da Resource IT, complementa: “Nosso objetivo é entregar soluções de ponta a ponta, incluindo consultoria e acompanhamento de nossos especialistas, com foco em monitoração, automação, integração, segurança, controle de qualidade e análise de dados”.

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Unisys indica 6 passos para promover a transformação digital durante conferência Tech Forum

Stephen Nunn, Vice-Presidente Global de Serviços em Cloud e Infraestrutura da Unisys explica como é possível promover iniciativas digitais de negócios, por meio da transformação da infraestrutura tecnológica, em sua apresentação durante o Unisys Tech Forum 2016, que ocorre entre 9 e 13 de outubro, em Atenas, na Grécia.

A seguir, o executivo indica os seis passos para o desenvolvimento da transformação digital nos negócios:

– Estabelecer novos modelos de negócios focados em estratégias digitais;

– Criar e desbravar novos mercados;

– Descobrir novos conjuntos de valor a serem agregados nos produtos e soluções;

– Pensar em novos produtos e serviços relacionados com as novas demandas do mundo digital;

– Promover e aprimorar a interação com clientes, funcionários e parceiros por meio de experiências diferenciadas;

– Desenvolver uma demanda de escala de negócios proativa durante períodos sazonais, para uma utilização sustentável dos recursos.

A ágil identificação de elementos que promovam esta transformação é a chave para transpor estes desafios, porém algumas etapas essenciais como a modernização da infraestrutura são fundamentais para garantir estratégias futuras de sucesso.

Uma pesquisa recente encomendada pela Unisys mostrou um forte compromisso entre os executivos para adotar um modelo de negócio digital, tendo a nuvem como o principal habilitador. Para 72% dos participantes, o modelo de negócio digital é fundamental para o sucesso e o mesmo percentual (72%) concordara que é essencial ou muito importante para uma organização modificar seus processos de TI e seus recursos para oferecer suporte a um modelo de negócio digital.

Os entrevistados claramente percebem o valor da nuvem como o elemento decisivo em uma infraestrutura de TI que possibilita negócios digitais: eles relatam que mais da metade (55%) das aplicações das suas organizações já estão implementadas em um ambiente de nuvem.

Além disso, os participantes indicaram que suas organizações estão vendo resultados positivos da nuvem e iniciativas digitais, com melhorias ao longo dos últimos 12 meses em várias áreas, incluindo segurança dos dados (56%), experiência do usuário com aplicações e serviços (44%), eficiência de TI (42%) e desempenho/disponibilidade da infraestrutura (41%).

“Esta pesquisa apoia nossas indicações do sucesso no caminho para as organizações se tornarem mais ágeis e bem-sucedidas na capitalização dos desafios de negócios atuais e futuros. As empresas devem pensar em estratégias no ambiente digital focadas em conectividade, padrão de comunicação, estratégia baseada na nuvem, plataformas com base em soluções de padrão aberto, com ambientes de usuário final flexíveis e operações híbridas e seguras”, indica Stephen Nunn.

Em sua apresentação durante o Tech Forum 2016, o executivo aponta que as corporações que irão prosperar na nova ordem são as que focarem rapidamente, de maneira eficiente e flexível na integração da segurança nos ambientes de nuvem, IoT e de outras tecnologias emergentes, para impulsionar novos e promissores níveis de serviço.

O estudo realizado para a Unisys pela IDG Research entrevistou 175 executivos de negócios e TI, nos Estados Unidos e na Europa, sobre as iniciativas que suas organizações estão realizando para liderar novos modelos de negócios. Para mais informações sobre os resultados da pesquisa, acesse: http://outreach.unisys.com/UnisysIDGSurveyResults?src=pr.

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Retail Labs: você sabe o que é isso?

Por Mauricio Andrade de Paula, especialista de Varejo e Big Data da Teradata para América Latina.

O novo termo do momento são os Retail Labs, ou Laboratórios de Varejo em uma tradução livre para o português, expressão usada para designar iniciativas e espaços que buscam a inovação nas operações do varejo, como uma unidade pensante e idealizadoras de ações “fora da caixa”. Apesar do termo querer trazer um ar de novidade e modernidade, essa prática não é tão nova assim no setor varejista: quem está por dentro dos negócios do varejo sabe que esse setor tem as palavras transformação e inovação como seus principais pilares, sempre buscando saídas novas para melhorar a experiência dos clientes e criar níveis de excelência operacional. Porém, o que muda com essa “nova” abordagem materializada nessa proposta de criação de novos centros de inovação?

O laboratório é onde se aprende errando – A operação dentro do varejo não permite erros: com um cenário tão competitivo, onde o lucro e as oportunidades estão nos pequenos detalhes, qualquer erro pode custar muito caro. Porém, inovar e achar novas alternativas para uma operação não é tão simples assim. Muitas vezes uma novidade precisa de ajustes, não sendo um sucesso logo de cara, mas com alguns reparos aqui e ali, podem gerar novas opções para o varejista. Essa é a principal semelhança de um Retail Lab com um centro de Pesquisa & Desenvolvimento: orientação para geração de experimentos controlados dentro desse ambiente, permitindo erros e acertos que aumentem o nível de conhecimento do varejista, sempre com resultados sendo analisados na prática. Além dessa liberdade de tentativa e erro, o laboratório busca aproximar os “profissionais-cientistas” do dia-dia do varejo, mas mantendo uma blindagem que evite que essas pessoas sejam sugadas pela problemática e desafios operacionais comuns do dia a dia. Trata-se de ser pragmático: direcionar e aproveitar as competências e energia desses profissionais para novas descobertas e insights que realmente trarão benefícios quantificáveis.

A tecnologia como um meio, e não fim – As ferramentas de análise de dados e de Big Data, sejam hardware, software, serviços ou uma conjunção de todas essas coisas, nunca estiveram tão ao alcance de todos como agora – seja por questões de ordem financeira (custo), seja por questões de disponibilidade do conhecimento. Porém, como agregar valor real ao fazer este tipo de investimento? A resposta é entender a tecnologia como caminho, ou seja, uma viabilizadora do resultado final, uma aliada importante na busca pelas respostas para suas perguntas de negócio. Hoje eu afirmo (e tenho a disposição uma ampla gama de casos de uso implementados que reforçam a tese) que a análise avançada dos dados (que provavelmente já estão sendo geradas e armazenadas pelos varejistas) é fundamental na obtenção de sucessos nas duas tarefas mais importantes do varejo: melhorar a experiência do consumidor e estabelecer a excelência operacional – seja através da otimização de processos internos, da criação de promoções mais direcionadas, da conquista e fidelização dos clientes, da redução de custos – promovendo maior lucro para o varejista. Cabe lembrar que as descobertas aqui não representam coisas ligadas a tecnologia, mas sim detalhes do comportamento do consumidor, da operação das lojas, resultados das iniciativas promocionais, etc. que demandarão um “ouvir ativo” para que os insights encontrados sejam rapidamente transformados em ações práticas que gerem novas informações para novas análises e novos ajustes de rota – é um ciclo contínuo. Acredite naquilo que seus dados revelarem e transforme essas respostas em missões críticas para o sucesso.

Diversificar para inovar – Outra característica inerente aos Retail Labs é o intercâmbio de profissionais inovadores. Não entendeu? Em alguns casos implementados ao redor do mundo, os laboratórios de varejo podem selecionar pessoas de diversos setores (marketing, operações, logística, comercial, etc.), que já fazem parte do quadro de colaboradores da empresa, e que tem em comum uma capacidade intra-empreendedora aguçada para atuar como temporários em algum experimento no qual seus conhecimentos, habilidades e atitude farão a diferença. Combinar estes especialistas com cientistas de dados, por exemplo, permitirá a criação de uma ampla gama de soluções inteligentes e eficazes, muito mais próximas dos contextos cultural e operacional da empresa, o que aumenta muito as chances de sucesso. Após o objetivo alcançado, os especialistas voltam para suas posições de origem com um novo papel: de embaixadores da mudança e líderes da implantação dessas novas formas de fazer negócios.

É possível fazer a terceirização de um Retail Lab? – Sim. Hoje o varejista brasileiro já tem a opção de “terceirizar” grande parte de seu laboratório, contando com empresas aqui no Brasil, como a Teradata, que possuem especialistas da indústria, arquitetos de solução tecnológica e cientistas de dados que ajudarão nessa busca pela inovação. O processo é praticamente o mesmo do feito “em casa”, porém com um parceiro que irá fornecer acesso ao estado da arte em tecnologia, a especialidade em lidar com os dados e o conhecimento de mercado, cabendo ao varejista fornecer os dados e mobilizar alguns de seus especialistas intra-empreendedores em tempo parcial durante a realização do experimento. A principal vantagem dessa prática é a flexibilidade: Um laboratório não irá fabricar inovações diariamente, já que depende de todo um processo de pesquisa, análise e testes. Por isso, contar com um parceiro que permita ao varejista buscar inovações em momentos e pontos específicos certamente irá baratear e facilitar a busca por melhores práticas. Em alguns varejistas onde esse processo já está em andamento, uma “corrida pela inovação” – que representa um experimento com escopo definido – tem sido realizada em um período de 6 a 10 semanas, o que é muito rápido quando comparado as abordagens tradicionais. Além da diminuição do custo, a terceirização do seu Retail Lab pode ser ainda mais positiva quando somada a experiência do parceiro, que pode usar casos de uso e benchmarks internacionais para direcionar e acelerar os resultados dentro de um novo projeto.

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Black Friday: entenda o que é e veja dicas para lojas

A Black Friday é uma data que cada ano tem maior relevância no mercado brasileiro. A data é uma prática comercial herdada dos Estados Unidos, ocorre logo após o feriado americano de Ações de Graças que, em 2016, será no dia 25 de novembro.

Começou com os grandes varejistas mas, hoje, os médios e pequenos também aproveitam, ano a ano, a onda de descontos. O importante é ter em conta que, ainda que a concorrência por preços mais baixos seja a principal estratégia das grandes lojas, se recomenda aos lojistas trabalhar forte no diferencial de atendimento personalizado e relacionamento único com o cliente.

Os números do ano passado e o que se espera para 2016

Em 2015 essa data movimentou 1,5 bilhão em vendas no varejo on-line. O valor supera o arrecadado em 2014, de R$ 872 milhões, segundo dados da ClearSale, empresa que monitora o faturamento do evento, em parceria com Busca Descontos, organizador da Black Friday.

Para edição 2016 é previsto que as vendas aumentem de a 20% a 30% em relação ao ano passado, para um valor entre R$1,9 bilhão e R$2,1 bilhões, segundo uma pesquisa feita pelo Google Brasil sobre a intenção de compras no país.

E na Nuvem Shop, uma plataforma de e-commerce voltada para pequenos e médios empreendedores, a edição do ano passado foi marcada por um aumento no volume de vendas equivalente a 285% em relação à da semana anterior, em um dia comum. Isso significa que a preparação dos lojistas valeu muito a pena.

Dicas para a sua loja virtual

Os pequenos negócios, sejam eles virtuais ou físicos, podem aproveitar as oportunidades que essas datas de compra trazem ao aplicar uma série de estratégias que você pode conferir agora:

Antes de dar início às ofertas, é importante definir os produtos que devem receber os descontos. Embora seja tradicional colocar toda a loja “abaixo”, você pode dar descontos agressivos apenas em alguns itens. A ideia é sempre fazer com que o estoque funcione de forma saudável.

Ainda que seja recomendado colocar os produtos menos vendidos com maiores margens de desconto, é relevante que o seu produto mais conhecido também esteja em oferta. Essa pode ser uma ótima maneira de ganhar novos clientes que há tempos estavam interessados naquele item, mas que por algum motivo nunca compraram (sim, eles existem!).

2. Implemente estratégias de marketing adequadas ao seu negócio

Se você trabalha com ferramentas de e-mail marketing, esse é um bom momento para analisar a sua lista e segmentá-la: você tem clientes fiéis ou apenas usuários que deixaram seus contatos para receber novidades? A ideia é pensar em uma estratégia mais individualizada para cada público consumidor.

Por exemplo: para o cliente que já comprou mais de uma vez, talvez um cupom de desconto mais agressivo ou a oportunidade de ganhar um super brinde possa ter um efeito positivo. Para aquele que nunca comprou, um desconto no seu produto “carro-chefe” pode ser o caminho para fechar mais uma venda. Lembre-se: ser objetivo e direto em todos os e-mails que enviar.

Para ganhar um diferencial entre a concorrência e garantir mais vendas, você pode incrementar seu e-commerce com os banners gratuitos. Por exemplo, a plataforma Nuvem Shop oferece a seus lojistas alguns exclusivos.

3. Ofereça um super atendimento

Esse é um ponto imbatível dos pequenos lojistas: atendimento eficiente e mais afetuoso. Se a concorrência é grande, você pode “fisgar” o visitante se oferecer um atendimento online personalizado. É importante contar com uma ferramenta que possa atender a múltiplos visitantes em dias de grande movimento.

A Nuvem Shop te ensina a adicionar um chat online para o seu e-commerce de uma maneira bem simples. Nem sempre é preciso que você esteja online 24 horas por dia, mas nos períodos mais movimentados (como Black Friday e Natal) pode ser interessante ampliar esse horário. Outro ponto essencial é destacar-se no pós-venda, oferecendo uma política de trocas e retornos eficiente.

4. Seja ativo nas redes sociais

Você já deve ter percebido que as pessoas adoram compartilhar boas ofertas. Como as redes sociais ganham novos ativos comunicadores a cada dia que passa, lembre-se de publicar nas páginas do seu negócio com hashtags como #BlackFridayBrasil, #BlackFriday2016, entre outras.

Já está comprovado que a Black Friday é uma experiência única para cada lojista e, agora, é preciso estar preparado. Lembre-se que, se um cliente passou por uma experiência agradável durante essa data, onde todo mundo está fazendo compras on-line, com certeza ele voltará ao longo do ano, e essa fidelização é muito importante para a sua marca.

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Adyen fecha parceria com a Sabre para expandir meios de pagamentos das companhias aéreas

A Adyen, líder global em tecnologia de pagamento, anuncia hoje parceria com a Sabre Airline Solutions, empresa de SAAS especializada em companhias aéreas, permitirá às companhias de aviação aceitar formas de pagamento do mundo todo e aos viajantes, pagar da forma que mais confiam.

A nova extensão proporcionará às empresas clientes da Sabre, como a Aeromexico e a Alitalia, todas as vantagens da plataforma global de pagamentos da Adyen, como estabilidade e escalabilidade sem paralelo no mercado. Por meio de mais de 250 formas de pagamento em mais de 150 moedas, os passageiros escolherão pagar como lhes convier, independente de onde estiverem no mundo.

A partir de agora, as companhias aéreas integradas à Sabre terão acesso a uma solução de pagamentos com funcionalidades avançadas que otimiza o processamento de cada transação. Entre elas, o uso de tratamento de dados para aumentar as taxas de conversão e uma ferramenta integrada de gerenciamento de risco, que mantém a fraude em níveis mínimos – resultando em faturamento maior para as empresas e consumidores mais satisfeitos.

Além disso, a solução da Adyen obedece as regras de compliance da PCI – Payment Card Industry Compliance, o que permite às companhias aéreas repassarem parte deste esforço para a Adyen.

“Essa nova parceria é uma grande vantagem para nós. Desde que começamos a trabalhar com a Adyen no México, nossas taxas de conversão aumentaram 8%. Nós estamos muito satisfeitos com os resultados e temos planos de que essa parceria se estenda globalmente”, comemora Anko van der Werff, Chief Revenue Officer da Aeromexico.

A Adyen também vê muitas vantagens na integração com a Sabre. “Nós estamos muito contentes pois esta parceria estenderá a disponibilidade de nossa solução de pagamentos global para um número ainda maior de airlines. Trabalharemos juntos para proporcionar uma plataforma unificada por meio da qual as empresas de aviação continuarão a crescer”, finaliza Andy Guenthard, vice-presidente Sênior de Parcerias, Viagens e Transportes da Adyen.

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NHS estima crescer 33% em seis meses com novo acordo de distribuição

A Alcateia, pioneira na distribuição de soluções de informática, acaba de selar acordo de distribuição com a NHS, especializada na produção de nobreaks. A fabricante brasileira quer aumentar a capilaridade da marca NHS na região Sudeste, nos canais em que a distribuidora atua. “A expectativa de ampliar nossa penetração em regiões onde a Alcateia tem forte presença e a NHS tem demanda não realizada, leva-nos a apostar em um crescimento médio de 33% no faturamento em um período de seis meses, muito em função do posicionamento consolidado da Alcateia no mercado,” estima a gerente comercial, Maria Helena Garcia.

Ainda segundo Maria Helena, historicamente, o segundo semestre do ano apresenta melhores resultados que o primeiro. Para 2016, mesmo diante da crise econômica, a NHS aposta neste cenário. “Observamos aumento de intenções de compras no último bimestre, o que deve se refletir em negócios para os próximos meses”, comenta.

O foco das vendas são os segmentos de TI, varejo e projetos nas áreas de infraestrutura, para os quais a NHS possui amplo mix de produtos, com forte sinergia com o business da Alcateia. O diretor comercial da Alcateia, Ricardo Marques, explica que entre as ofertas disponíveis para as revendas estão as linhas Interactive de 600VA a 1.5KVA de nobreaks com alta tecnologia, senoidal de 1KVA a 5KVA, que protege contra instabilidades, para segmentos de TI e a linha online dupla conversão com equipamentos acima de 3KVA, que são redes vitais e alimentam com energia, para projetos de médio e grande portes.

A Alcateia oferece todo portfolio de produtos e soluções para infraestrutura de servidores de informática, data centers, sistemas de telecom e CFTV, automação residencial, comercial e industrial, impressoras plotters, refrigeradores, semáforos, equipamentos de missão crítica. “Além disso, nossos canais contam com total suporte pré e pós-vendas, registro de oportunidade e treinamentos,” lembra Marques.

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Presidente da Sociedade Brasileira de Computação alerta para a necessidade de capacitação

O Brasil tem 149.716 empresas ativas na área de Internet, que geram 400 mil empregos e cujo faturamento alcançou R$ 150 bilhões em 2015, de acordo com informações do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Mesmo com a instabilidade econômica e política que o País enfrenta, a indústria de TI terá um cenário com sinais de melhora a partir de 2017. A expectativa é de um crescimento de 1,6% nos investimentos alocados em recursos computacionais frente a 2016, segundo a Gartner, renomada empresa de consultoria, com sede em Stanford, Connecticut, Estados Unidos.

No entanto, mesmo com esse cenário promissor, existe uma carência de capacitação na área, já que a oferta de mão de obra qualificada não tem sido suficiente para as empresas, que procuram profissionais para ocupar posições estratégicas em um período de instabilidade econômica. Atualmente o setor emprega 1,3 milhão de pessoas, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). A perspectiva é de que, nos próximos quatro anos, o Brasil irá precisar de 750 mil profissionais nessa área. Os números apresentados pela Associação Brasileira de Internet (Abranet) apontam que em 2022 serão três milhões de empregados trabalhando em TI, contra 1,5 milhão em 2015. Mas, existem 50 mil postos que estão esperando por um profissional qualificado.

“A computação é uma das áreas mais importantes para a economia brasileira e este é um setor que só tende a crescer nos próximos anos. A TI é uma área crucial para diversos outros segmentos como indústria, serviços, e agricultura. Além disso, o país que quiser estar na vanguarda deve continuar investindo na capacitação de pessoas para atender esta demanda crescente”, destaca o presidente da SBC (Sociedade Brasileira de Computação), Lisandro Zambenedetti Granville.

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Cibersegurança: um debate necessário aqui e agora

Segundo Scott Carlson, ex-diretor de Segurança da Informação na PayPal e um dos palestrantes do DCD Converged Brasil, “à medida que as ferramentas de combate aos ataques cibernéticos se tornam mais fortes e sofisticadas, os ataques se transformam em igual proporção. Passam, por exemplo, de um perfil de roubo de informação para um perfil mais agressivo e mais orientado a provocar problemas nas empresas”. Ainda de acordo com o especialista, “quando falamos de ataques cibernéticos, já não se trata de uma questão de ‘se acontecesse’, mas sim, de ‘quando vai acontecer’. O sucesso nos resultados está condicionado à capacidade para atacar o problema no momento certo e, quando se fala de data center, não existe outra opção que não seja começar pela desagregação analítica de todos os elementos que compõe sua infraestrutura e tecnologia”, completa.

Quando perguntado sobre o significado da sua vinda ao Brasil, Scott Carlson mostra-se entusiasmado com a possibilidade de poder compartilhar os conhecimentos obtidos ao longo de 20 anos nas maiores empresas a nível global com os especialistas brasileiros. “Falarei sobre tudo aquilo que qualquer líder de TI necessita saber para poder avançar de forma rápida no desenvolvimento de suas estratégias, planos e ações de cibersegurança”, explica.

De acordo com Thiago Franco, gerente de Negócios da DatacenterDynamics para Brasil e Portugal, “é muito importante para todos nós poder encontrar um espaço de máximo protagonismo para o tema da cibersegurança na 8ª edição do congresso DCD Converged Brasil”. O executivo destaca ainda o apoio oficial ao evento por parte do ISACA Brasil, através do seu capitulo de São Paulo, e a necessidade de envolver toda a comunidade de profissionais em um debate tão importante para um país que deseja consolidar sua posição como hub global de tecnologia e conectividade.

DCD Converged Brasil 2016

Quando: 8 e 9 de novembro

Onde: Centro de Eventos Pro Magno

Endereço: Rua Samaritá, 230 – Casa Verde – São Paulo (SP)

Mais informações: http://www.dcdconverged.com/conferences/brasil-2016

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Empresa lança ‘diagnóstico a jato’ de Compliance

De olho em um mercado milionário, alimentado por previsões de investimentos externos de até US$ 200 bilhões nos próximos anos no Brasil, a consultoria anglo-brasileira de compliance e investigação de crimes de colarinho branco Wolfe Associates lança este mês um serviço inédito de diagnóstico de governança corporativa. Focada em empresas de médio e grande portes, a consultoria passa a oferecer um serviço de diagnóstico rápido – e gratuito – de mapeamento de riscos para criação ou refinamento de políticas de compliance, gestão de crise e otimização de desempenho de negócios.

A previsão do grupo é que o processo, em média, dure apenas um dia – e forneça às empresas um cenário de áreas que oferecem riscos em termos de fraudes, corrupção ou outros desvios de conduta corporativa, além da localização de potenciais pontos desprotegidos nos principais eixos de seu meio ambiente administrativo.

“Furos na gestão de compliance são inevitáveis dada a atual alta complexidade das empresas”, diz o advogado internacional Barry Wolfe, veterano profissional do mercado que já foi chamado de “Sherlock do setor financeiro” pelos esquemas criminosos que desvendou tanto com sua empresa quanto quando foi diretor da KPMG Forensic. “O que estamos propondo é um segundo olhar, externo, para as companhias que já têm área de governança – e, para as muitas que não a tem, um mapa da mina para a criação de uma estrutura de compliance.”

Um dos pontos em que a estratégia da Wolfe Associates se baseia é a necessidade de compliance estruturado em empresas que querem disputar parte dos investimentos que começam a vir do Exterior. “No Brasil com a imagem chamuscada pelos atuais escândalos, governança é condição fundamental para parcerias ou investimentos de fundos estrangeiros”, explica o advogado inglês Edward Jenkins, membro do Queens Consuel e um dos mais importantes especialistas em crimes de colarinho branco da Grã Bretanha.

Além de Wolfe e Jenkins, o time responsável pelo “flash diagnostic” é capitaneado pelos consultores Jefferson Almeida e Marcelo Pereira, especialistas em auditoria forense e financeira e ambos ex-executivos de companhias como Ernest & Young e PwC.

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Segundo debate entre Hillary e Trump foi o mais Tweetado da história

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O segundo debate entre os candidatos à presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton (@HillaryClinton) e Donald Trump (@realDonaldTrump), realizado na noite deste domingo (9) em Saint Louis, gerou mais de 17 milhões de Tweets, quebrando o recorde histórico de volume de conversas para esse tipo de evento.

Os temas de maior discussão no Twitter durante o debate foram terrorismo, relações internacionais, economia, saúde e armas. Os maiores picos de conversas ocorreram quando Trump afirmou discordar de seu companheiro de partido Mike Pence (@mike_pence) em relação à política para a Síria; na hora em que o candidato republicano declarou ser cavalheiro; e no momento em que Trump disse que Hillary estaria presa em sua administração. Durante o evento, Hillary Clinton conquistou 25 mil novos seguidores em seu perfil no Twitter e Donald Trump, 16 mil.

O debate foi transmitido pelo Twitter em parceria com a Bloomberg. O Moments, ferramenta de curadoria do Twitter que busca os melhores Tweets e assuntos mais relevantes todos os dias, também fez uma cobertura ao vivo do evento, com link para o live streaming.

O terceiro e último debate ocorrerá na quarta-feira, 19 de outubro, a partir das 21:30 (horário de Brasília). Os consumidores poderão assisitir ao debate a partir do link debates.twitter.com e do perfil da Bloomberg Politics (@bpolitics).

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Planejamento eficaz começa com a definição dos seus interesses – Por Glauco Cavalcanti

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O planejamento é, sem dúvida, uma das etapas mais importantes do processo de negociação. No entanto, o que vemos são negociadores que improvisam e usam as informações disponíveis naquele instante para tomar decisões. Não percebem que muitas negociações são ganhas fora da mesa a partir da qualidade do planejamento que é realizado. Na mesa, negociadores profissionais estão apenas executando aquilo que foi traçado e definido de forma estratégica fora da mesa. A relação entre uma boa preparação e uma negociação de sucesso é mal-entendida e subestimada. Com frequência, os problemas que surgem em muitas negociações são consequência da falta de preparação de uma ou mais partes.

As pessoas não se preparam para uma negociação basicamente por três motivos: não acreditam suficientemente na eficácia da preparação (confiam mais na intuição), estão ocupadas demais para investir tempo nisso ou simplesmente não sabem como se preparar de maneira produtiva. Um dos principais conceitos para se preparar para uma negociação é saber claramente qual é a sua posição e quais são seus interesses. Existe um conto que, de forma lúdica, explica essa diferença. Trata-se da história de João, Maria e a laranja.

Certo dia o pai chegou em casa e encontrou seus filhos João e Maria brigando por uma laranja. Só havia uma laranja na casa, ou seja, era um recurso escasso e ninguém queria ceder. João dizia que queria a laranja. Maria dizia que queria a laranja. O pai, então, pensou em uma forma de resolver aquele conflito entre os filhos e falou: “vou resolver este problema já que não conseguem chegar a uma solução”. Os filhos ficaram atentos para a decisão do pai: “João corte a laranja e Maria escolha o primeiro pedaço”. João não queria que Maria levasse um milímetro a mais da laranja e por isso mediu o local exato que iria cortar a laranja. Partiu bem no meio. Sabia que se partisse 60% x 40% Maria teria o poder da escolha e pegaria o maior pedaço. Para evitar isso João cortou bem no meio. Certinho. Maria olhando os dois pedaços tão iguais escolheu um. João então ficou com a outra metade da laranja. Cada um saiu para um lado e o problema foi resolvido. Pergunto ao leitor(a), o pai resolveu o conflito? Foi uma solução inteligente? E, por último, foi a melhor solução possível com o recurso disponível?

A princípio parece ser uma solução inteligente e a melhor possível com o recurso disponível. Mas o pai desconfiado seguiu João até o quintal da casa onde viu o filho espremendo a laranja e tomando o suco, depois João jogou a casca fora. Na sequencia o pai encontrou Maria na cozinha da casa. A filha raspava a casca da laranja e enfeitava o bolo de aniversário da avó. Maria só usou a casca da laranja e jogou o restante fora.

Esta é a diferença entre posição e interesse. Posição é aquilo que dizemos que queremos, são as demandas e exigências que fazemos. Neste caso a posição de João e Maria era: “queremos a laranja”. Posição são as exigências. “Eu quero isso”, “este é o preço que quero por este produto”. Sempre que alguém nos fala o preço de um produto ou serviço isto é a posição. No caso de João e Maria a posição “quero a laranja”, mas não é isto que de fato eles realmente precisavam para atender suas necessidades. Cada um precisava de uma parte diferente da laranja. João precisava do suco e Maria da casca. O interesse é mais profundo do que apenas suco e casca. O verdadeiro interesse de João era matar sua sede. Já Maria tinha o interesse de agradar a avó.

Quando definimos de forma equivocada nossos interesses na fase do planejamento, tendemos a conduzir toda uma negociação de forma equivocada. Este é um dos maiores erros cometidos por negociadores: não distinguir qual é a posição e quais são os verdadeiros interesses. Toda demanda, exigência ou valores é posição. Ao passo que interesse é tudo aquilo que preciso para satisfazer minhas necessidades. Antes de sentar à mesa de negociação defina seus interesses e não fique apegado à sua posição. Afinal, você não quer travar uma barganha posicional com a outra parte. O que quer é atender seus interesses. Muitas vezes nos agarramos nas nossas posições e nos desgastamos muito neste processo que vira uma queda de braço ou cabo de guerra. Seja um caçador de interesses e solucionador de problemas. Negociação não é tanto atender suas posições, e sim, satisfazer seus interesses pessoais.

Glauco Cavalcanti, fundador da empresa GC-5 Soluções Corporativas e autor do livro ‘Decolando para o Futuro’, juntamente com a consultora Márcia Tolotti.

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Qualityware e Prime Control promovem evento para apresentar soluções para aumentar produtividade em ambientes SAP

As empresas curitibanas Qualityware e Prime Control reuniram clientes e parceiros para apresentar soluções que aumentam qualidade e produtividade de projetos em ambiente SAP. O evento marca uma parceria entre tradicionais especialistas em qualidade de software e infraestrutura de TI e também contou com apresentação da integradora Tenti, do Rio de Janeiro.

Veja como foi o SAP Solutions Day em reportagem em vídeo do Valor Agregado.

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