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Modelos 2016 da Land Rover trazem novo sistema de entretenimento InControl Apps

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Os modelos da linha 2016 da Land Rover poderão ser equipados com um completamente novo sistema de entretenimento. A tecnologia InControl Apps permite o motorista acessar aplicativos do seu celular pela tela do veículo. Aplicativos como o reprodutor de música Rdio e o app de notícias News OnBoard podem, por exemplo, ser utilizados sem a necessidade de desviar o olhar para o celular, tornando a viagem mais confortável e segura.

A novidade faz parte da renovação do sistema de entretenimento das marcas, que inclui tela de oito polegadas touchscreen com ainda melhor sensibilidade ao toque, novo layout mais intuitivo e com melhor resolução, funções com comando de voz em português, sistema de navegação mais rápido e fácil de manusear com mapas em 2D e 3D e sistema de som premium com assinatura da marca Meridian.

A tecnologia permite a conexão entre motorista e veículo tornando a experiência de viagem mais agradável, além de possibilitar um novo patamar de personalização, já que o sistema de entretenimento pode ser configurado para se tornar cada vez mais pessoal. As mesmas configurações de um único smartphone podem ser usadas em todos os veículos da marca, configurados com a nova plataforma InControl.

O sistema não ficará parado no tempo, pois usará sempre a última atualização dos aplicativos, também terá novos aplicativos lançados regularmente.

O InControl Apps já está disponível em toda linha Land Rover ano modelo 2016 e estará disponível na linha Jaguar a partir de 2017.

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7 lições que os grandes sites de e-commerce têm a ensinar às pequenas lojas virtuais

Fábio Ricotta, considerado o mestre do SEO no Brasil, ensina como os pequenos e-commerces podem fazer para se destacar diante de grandes lojas

Seja diante de dificuldades que o atual cenário econômico, ou das robustas estratégias de grandes lojas e suas estruturas grandiosas, as pequenas lojas online precisam encontrar formas de se destacar e vender mais. Especialista em SEO e sócio da Agência Mestre, Ricotta já foi responsável pelas estratégias de grandes clientes do varejo nacional, como Ponto Frio, Extra, Nike e Casas Bahia, com táticas conhecidas pelos nomes de inbound marketing e growth hacking. Baseado em sua experiência, o especialista traz sete lições dos grandes que podem ser aproveitadas por todos os tipos de e-commerce, incluindo os pequenos.

1 – Relação entre loja e estoque

O especialista destaca o principal cuidado que deve ser tomado em relação ao estoque. “Muitas lojas pequenas costumam ter menos controle dos pedidos em relação ao que está disponível, criando o tipo de problema mais comum na venda online, que é ter um produto disponível no site, mas que já teve todas as unidades vendidas”, explica Ricotta. Portanto, o primeiro passo é ter muito bem afinada a comunicação entre a equipe do site e a do estoque.

2 – Faça mensuração das vendas

Na hora de anunciar, é preciso acompanhar os anúncios e o retorno que eles trazem, conforme sugere o especialista. “A mensuração do que cada canal traz de conversão, incluindo anúncios e divulgação orgânica nas redes sociais, é primordial para que a loja saiba onde tem mais retorno de investimento”. Assim, é possível aumentar ou reduzir os investimentos, valorizando os que dão mais retorno.

3 – Entenda a necessidade dos clientes

Toda loja online precisa compreender o cliente e suas necessidades. No entanto, Ricotta destaca que isso é mais fácil para as pequenas lojas, que possuem mais proximidade com quem compra. “O empresário do pequeno e-commerce tem mais tempo para cuidar da loja e dos clientes, entendendo melhor as necessidades dos compradores, o que permite que seja feito um descritivo diferenciado, um bom e-mail, e fotos mais personalizadas dos produtos”, exemplifica.

4 – Ofereça um serviço personalizado

Diferente dos outros ensinamentos, que sugerem imitar as grandes lojas, este é justamente o contrário: fazer o que um grande site não consegue fazer. “A grande sacada do pequeno e-commerce é oferecer um serviço de qualidade, com preço justo ou, se possível, menor, mas com um valor agregado de forma que permita ao consumidor falar bem da marca e do serviço”, ensina o especialista. Outras ações indicadas pelo especialista em Marketing Digital é dar pequenos mimos aos clientes como forma de se diferenciar. “Oferecer um pacote com descritivo diferente, caixa perfumada, atendimento via Whatsapp e e-mail personalizado mostram uma dedicação maior ao consumidor, que gosta de ser bem atendido”, sugere.

5 – Aposte nas milhas e gamification

Dentre as estratégias de growth hacking mais importantes, Ricotta destaca a importância dos planos conhecidos como “milhas” ou “cupons de desconto”, que oferecem ofertas progressivas conforme o cliente faz a compra. “Esses hacks de cupom e milhas por compras ou indicação são exemplos dos que mais dá resultado em e-commerce, e também vale a pena oferecer desconto aos que sugerem novos produtos, no caso de lojas que montam seus próprios produtos, como canecas ou camisetas”. Aliado a isso, o especialista sugere que sejam feitas promoções em redes sociais como Instagram, Snapchat ou Youtube pra atrair mais pessoas.

6 – Invista em Google e Facebook

Segundo Ricotta, todo e-commerce precisa apostar em anúncios no Facebook Ads e no Google Adwords, que segmentam o público, alcançando-o de formas diferentes. “No Facebook há uma assertividade maior de dados da pessoa, como idade, interesse, cidade, localização e páginas que curte, enquanto no Google Adwords se utiliza mais a intensão de busca e os sites que o público frequenta, para exibir banner de produto”. Ele sugere que se aposte em anunciar os produtos na plataforma Google Shopping. “O Facebook tem uma plataforma similar, e em ambos os casos é necessário ter uma boa segmentação conforme os produtos anunciados”.

7 – Aposte em vídeos e imagens

Mesmo que a produção de vídeos possa ser mais cara, Ricotta afirma que vale a pena investir na produção de vídeos sobre os produtos, assim como produzir imagens mais criativas e de alta qualidade. “Este tipo de investimento vai atrair mais público de acordo com as estratégias de SEO, e se o conteúdo for sobre os produtos com mais faturamento ou receita, você vai conseguir fazer com que eles vendam mais”, destaca.

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Cresce a devolução e o distrato na compra de imóveis – Por Pedro Henrique Picco

Como se o péssimo ano de 2015 não tivesse sido suficiente diante do aumento da taxa de juros e instabilidades econômicas e políticas, o setor da construção civil não passará ileso no ano de 2016, estima-se uma retração do Produto Interno Bruto (PIB) da Construção Civil em 5%.

O ano de 2016 promete atenção e trabalho redobrado para as construtoras para venda de imóveis, lançamento de novos projetos, geração de caixa e readequação da estrutura da empresa.

Entretanto, os problemas não param por aí. No ano de 2015 de cada 100 imóveis vendidos, 41 foram devolvidos para as construtoras, segundo dados da agência Fitch, o que representa um volume de R$ 5 bilhões de reais retornando aos estoques das empresas.
E ao que tudo indica 2016 não será nem um pouco diferente. O relatório da Ficht estima que se 35% das unidades vendidas forem canceladas, os distratos alcançariam a cifra de R$ 6 bilhões de reais.

O motivo para tantas devoluções dos imóveis é a crise econômica instaurada em nosso país, com o aumento das taxas de juros, a restrição de crédito e o aumento da taxa de desemprego.

Assim, muitos compradores que haviam adquirido seu imóvel, no momento da entrega das chaves e liberação do financiamento acabam desistindo de celebrar o negócio, seja porque não conseguem o financiamento bancário, seja porque o valor das parcelas não cabe no orçamento, seja porque ficaram desempregados.

Nesses casos, não resta alternativa a não ser a devolução do imóvel.

Entretanto, o chamado distrato não acontece facilmente entre as partes. As construtoras acreditam que o contrato de compra é irrevogável e irretratável. O comprador do imóvel, por sua vez, acredita na devolução dos valores do imóvel na sua integralidade podendo rescindir o contrato a qualquer momento.

Os contratos celebrados entre as partes, na maioria das vezes, estabelecem percentuais de retenção no caso de desistência do comprador – no patamar de 30%, 40% e até 50% sobre o valor do imóvel. Outras vezes não estabelecem, simplesmente informam ao comprador que não poderá haver a desistência, ou caso haja, perderá todo o valor pago.

Logo, o impasse entre as partes é encaminhado para o Poder Judiciário.

Em recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), proferida em 13/12/2015, no Recurso Especial n.º 814.808/DF, o ministro Moura Ribeiro, estabeleceu a retenção em favor da construtora em 10% do valor pago pelo comprador.

No caso em discussão, o comprador adquiriu o imóvel e ao requerer o cancelamento do negócio a construtora requereu a retenção de mais de 40%. Ao julgar o recurso, o ministro manteve decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal que estabeleceu que “a rescisão unilateral do contrato, por desistência do adquirente, ensejaria a retenção de mais de 40% do total pago, o que claramente é excessivo. A cláusula estabelece obrigação abusiva. Coloca o consumidor em desvantagem excessiva, em afronta aos artigos 51,II, e 53, do CDC, aplicáveis a hipótese”.

Na explicação do TJ-DF, constou o seguinte: “O valor retido não pode ser fonte de enriquecimento sem causa da construtora. E, o contrato, porque de adesão, impossibilita ao consumidor verificar e discutir as cláusulas”.

Assim, no caso narrado, o comprador teve retido do valor pago, por ter desistido do negócio, o percentual de 10%. A construtora foi condenada a restituir o percentual de 90% do valor pago corrigido desde os pagamentos e 1% de juros de mora desde a citação.

A retenção de 10% tem como finalidade compensar as construtoras pelas despesas de elaboração de contratos e publicidade.
As construtoras têm tentado de todas as formas evitar os novos distratos, facilitando a aquisição pelo comprador, por meio de financiamento direito e troca por outro imóvel. Quando não é possível infelizmente a solução razoável é o distrato do contrato.

Contudo, as construtoras devem ficar atentas com os contratos realizados, pois a estipulação de retenção em percentual superior a 10% demostra-se abusiva. Nesse caso, uma solução amigável junto ao comprador pode ser a melhor maneira possível de resolver a questão, evitando novos gastos e custos de um processo judicial que somente acabariam por trazer mais prejuízo à construtora.

Do outro lado, o comprador, antes de adquirir o imóvel, deve mensurar bem a situação econômica e a atual conjuntura política do país, verificar se tem recursos suficientes para adquirir o imóvel e sua capacidade financeira para se comprometer em um financiamento de longo prazo, para evitar desperdiçar 10% sobre o valor pago, no caso de desistência do negócio.

*Pedro Henrique Picco é advogado e coordenador do Task Force Construção Civil e Terceirização do escritório A. Augusto Grellert Advogados Associados, atuante na área de Direito da Construção e especialista em Direito e Processo Civil pela UNICURITIBA.

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CA Technologies apresenta o CA Virtual Summit 2016

Em um ambiente 100% digital e preparado para atender usuários de toda a América Latina, a 1ª edição do evento trará palestrantes internacionais e de empresas disruptivas, como o Facebook e LinkedIn

A CA Technologies, uma das maiores empresas de software para segurança, desenvolvimento e gestão de TI do mundo, promove em 3 de março, das 9h às 12h, a primeira edição do CA Virtual Summit. Com o objetivo de fomentar a discussão sobre tecnologia, tendências e modelos de negócios disruptivos na Economia dos Aplicativos, o evento terá formato inovador e inteiramente online, levando conteúdo ao público de toda a América Latina nos idiomas Português e Espanhol.

“Criamos um evento 100% online para não restringir a participação ao público dos grandes centros e para mostrar, na prática, como a tecnologia é transformadora. A plataforma digital somará todos os elementos importantes de um evento físico, garantindo, além de mobilidade e praticidade, uma boa experiência ao usuário”, diz Laércio Albuquerque, presidente da CA Technologies para a América Latina.

O evento tem como tema central a “Disruptura do Modelo Tradicional de Negócios”, que traz a transformação digital como um divisor de águas em um mundo onde um aplicativo vale mais do que indústrias e o nome de uma marca já não é fator decisivo na hora da compra. Para discutir o assunto o evento traz Facebook e LinkedIn, duas empresas que causaram uma verdadeira disruptura na forma como a sociedade se relaciona, consome e faz negócios.

Estão confirmados também o diretor da API Academy e autor de livros de referência sobre Desenvolvimento, Mike Amundsen, e do vice-presidente global de Solution Sales para DevOps da CA, Raymond Brancato.

Em diferentes sessões, o CA Virtual Summit abordará temas como: o Impacto da Entrega Contínua, A Segurança como um Habilitador de Negócio, Operações Ágeis e Gerenciamentos Ágeis. No centro do pavilhão virtual, o público poderá circular entre os estandes de DevOps, Agile Management, Mainframe, Segurança, Serviços & Educação e Recursos Humanos.

As inscrições para o evento, que é gratuito e com vagas limitadas, devem ser feitas através do site www.cavirtualsummit.com. A plataforma é responsiva, ou seja, se ajusta à tela de tablets e smartphones.

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A gestão da qualidade dos serviços digitais é fundamental para a construção de uma Cidade Inteligente – Por Helder Ferrão

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Anunciada como tendência há poucos anos, não há dúvidas de que as cidades inteligentes já são uma realidade e chegaram para ficar. De acordo com estudo da Frost&Sullivan, o mercado global de smart cities movimentará cerca de US$ 1,565 trilhão em 2020, especialmente na Europa e América do Norte, regiões nas quais estarão 50% das cidades que demandarão por serviços inteligentes em meados de 2025. No Brasil, esse conceito de smart cities vem ganhando força.

Em comum, os administradores públicos em todo mundo encontrarão o desafio de prover serviços básicos a uma população que em 2025 será gigantesca. Cerca de 4,6 bilhões de pessoas estarão vivendo em áreas urbanas, ou seja, cerca de 50% da população mundial compartilhando espaço e serviços públicos básicos.

A resposta para isso é, como sempre, a tecnologia. Um recente estudo da IDC revelou que ela é a chave para a melhoria dos aspectos socioeconômicos de uma cidade, especialmente as que possibilitam conectividade. Afinal, consistem na base para a criação de serviços digitais em beneficio da comunidade e apoiando iniciativas relacionadas às áreas de educação, saúde, turismo, segurança e espaços públicos, além de prover banda larga de alta velocidade.

É claro que construir uma arquitetura de rede e modernizar a infraestrutura de telecomunicações das cidades é primordial e ponto de partida para qualquer projeto. Mas, isso só será realmente efetivo se, além de um desenho de redes apropriado, integradores e provedores de serviços de rede, produtos inteligentes e serviços de gestão fizerem parte do ecossistema da criação de uma smart city. Essas empresas devem integrar suas tecnologias, serviços e plataformas para oferecer uma experiência única, com benefícios diretos e indiretos à população, como melhor atendimento do serviço público, maior segurança para os moradores e turistas, incentivo a novos negócios e fortalecimento da economia local. Entretanto, a gestão da qualidade desses serviços é uma importante questão para que a cidade inteligente esteja pronta para auxiliar completamente a infraestrutura e a operação do município.

Por tratar-se de diversos serviços e tecnologias integradas, é fundamental que exista um gerenciamento da qualidade dessas aplicações digitais, como por exemplo, a mensuração de usabilidade, avaliando o nível de uso dos equipamentos e da gestão proativa de problemas em tempo real, e também da conectividade por meio do monitoramento da qualidade de rede e do sinal Wi-Fi.

Esse tipo de gerenciamento é responsável pelo suporte técnico remoto, gestão e resolução de problemas que acontecem no dia a dia, reduzindo os custos operacionais de manutenção e aumentando o tempo de vida da infraestrutura da cidade.

Além de melhorar o monitoramento e a gestão do município, com base na análise das informações e seu comportamento, a informação gerada por este tipo de tecnologia possibilita que gestores e cidadãos utilizem os recursos públicos de forma mais consciente.

A real inteligência das cidades começa por uma gestão de qualidade, capaz de direcionar corretamente os recursos, aumentando a eficiência dos serviços, a qualidade de vida e a satisfação da população. Uma verdadeira cidade inteligente está totalmente focada na geração de valor para o cidadão.

Helder Ferrão é Diretor Comercial & de Desenvolvimento de Negócios da ISPM.

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Confiança do consumidor começa o ano em baixa, informa ACSP

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O Índice Nacional de Confiança (INC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou 75 pontos em janeiro – o que representa uma queda de dois pontos em relação a dezembro de 2015 e de 62 pontos em relação a janeiro daquele ano. Essa é a décima queda nos últimos doze meses.

O INC é elaborado pelo Instituto Ipsos, que realizou a pesquisa entre os dias 14 e 24 de janeiro em todo o Brasil. No INC, os valores entre 100 e 200 pontos apontam otimismo; o intervalo de zero a 100 indica pessimismo.
De acordo com Alencar Burti, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo), a contínua baixa da confiança no início de 2016 sinaliza para o aprofundamento da crise política e econômica pela qual passa o País.
“A confiança está estabilizada, mas em patamares mínimos. Para que o consumidor saia desse pessimismo, é preciso haver uma solução rápida da crise político-institucional e a queda da inflação. Somente assim, poderemos retomar a atividade econômica”, comenta Burti.

Segundo o presidente da ACSP, o recuo da inflação melhorará, sobretudo, a confiança das classes mais baixas. Já o fim da crise política irá reduzir a incerteza que paralisa as compras parceladas.

Situação, consumo e emprego

Em janeiro, 52% dos entrevistados avaliaram sua situação financeira atual como ruim e apenas 24% como boa. Há um ano, essa relação era de 32% e 40%, respectivamente.
Em relação ao trabalho, 54% sentem-se inseguros em seus empregos, contra 14% que se sentem seguros (27% e 35%, respectivamente, em janeiro de 2015).

Mais do que isso, cada entrevistado disse conhecer, em média, 4,96 pessoas que perderam o emprego nos últimos seis meses. É o maior número desde que a pesquisa foi criada, em abril de 2005. Em janeiro do ano passado, essa média foi de 3,31 pessoas.
Como consequência desse cenário, apenas 16% dos consumidores disseram estar à vontade para comprar eletroeletrônicos nos próximos meses (41% em janeiro de 2015).

“A insegurança no emprego e a má percepção que o brasileiro tem de sua situação financeira se refletem no consumo das famílias, sobretudo na aquisição de bens duráveis”, explica Burti.
Na comparação com dezembro, todos esses indicadores mantiveram-se estáveis ou dentro da margem de erro de 3 pontos.

Estado de SP

O Índice de Confiança do Consumidor Paulista registrou 60 pontos em janeiro – o pior resultado desde que a pesquisa começou. Em dezembro de 2015, a confiança entre os consumidores de São Paulo tinha sido de 64 pontos. Já em janeiro do mesmo ano, foi de 126.
A queda mais forte em SP pode ser explicada pelo fato de o estado ter uma grande presença de consumidores da classe AB, a mais pessimista. Além disso, por ser um estado altamente industrializado, sofre ainda mais com a recessão econômica, pois a indústria tem sido o setor mais prejudicado.

Regiões

Das regiões analisadas, apenas o Nordeste apresentou alta em relação a dezembro de 2015. O INC nordestino subiu de 82 para 91 pontos, embora continue no campo pessimista. O Sudeste caiu de 70 para 66 pontos; o Norte/Centro-Oeste, de 91 para 85; e o Sul despencou de 74 para 63 pontos.

Classes

A classe DE foi a única a apresentar ligeira elevação de confiança, com o INC desse grupo indo de 90 para 92 pontos. Já a confiança da classe C baixou de 76 para 73 pontos, e a da classe AB caiu de 64 para 62.
A melhora na confiança tanto da classe DE quanto na região Nordeste pode ser explicada pelo aumento do salário mínimo, que impacta mais esses dois grupos.

O INC

O INC de janeiro foi elaborado pelo Instituto Ipsos a partir de 1,2 mil entrevistas domiciliares em 72 municípios, por amostra representativa da população brasileira de áreas urbanas (Censo 2010 e PNAD 2013), com seleção probabilística de locais de entrevista e cotas de escolha do entrevistado, ambas baseadas em dados oficiais do IBGE.

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Potencial da imagem na conversão de vendas do e-commerce – Por Martin Ciriani

O comércio eletrônico brasileiro tem apresentado constante crescimento e as lojas online estão cada vez mais profissionais graças ao fácil acesso à tecnologia. Porém, ainda há uma área que parece ser problemática para muitos varejistas online, a qualidade da imagem dos seus produtos.

O relatório de comércio eletrônico Webshoppers, realizado pelo E-bit e Buscapé Company aponta que no primeiro semestre de 2015, o e-commerce brasileiro apresentou um crescimento de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior, contabilizando um faturamento de R$ 18,6 bilhões.

Imagine que ao entrar em uma loja virtual, o consumidor encontre o produto que tanto almeja, mas ele não pode vê-lo adequadamente pois as imagens são pequenas, um pouco embaçadas e há apenas uma foto de cada produto. Será que esse e-commerce irá inspirá-lo a comprar? Provavelmente não e há duas razões para isso: o consumidor não consegue ter tanta certeza de como o produto realmente é ou ele duvida da confiabilidade da loja por apresentar imagens pouco profissionais.

De acordo com um teste A/B realizado pela Visual Website Optimizer (software flexível de testes variados), imagens maiores aumentam as vendas em até 9%.

Veja alguns requisitos essenciais para as imagens do seu e-commerce:

· Tamanho: é importante que as suas fotos tenham um tamanho adequado para alcançar alta qualidade. Praticamente todas as câmeras digitais lançadas nos últimos cinco anos e até mesmo os smartphones podem reproduzir imagens de alta resolução. As fotos dos produtos online devem ter pelo menos 2000 pixels, pois você poderá utilizam zoom nas imagens e estas também serão aceitas em todos os principais mercados online.

· Função zoom: para mostrar os detalhes do produto é muito importante que o consumidor possa ampliar a imagem para ver os detalhes que possam lhes interessar. Para adicionar o zoom ao e-commerce basta instalar um plugin no site, mas mesmo assim é interessante disponibilizar imagens múltiplas e ampliadas dos detalhes mais importantes do produto.

· Alinhamento e margens: determinar um padrão de alinhamento e margem branca nas imagens de produto e criar páginas de categoria de produtos visualmente consistentes resulta em uma melhor experiência de compra ao usuário. O mais importante é que páginas de categoria de itens com aspecto profissional constroem uma relação de confiança com os seus clientes e retratam a sua loja on-line como um negócio respeitável.

· Sombras: As sombras podem favorecer ou arruinar uma imagem de produto. Uma foto feita com má iluminação pode lançar sombras desagradáveis sobre o produto, no entanto, se bem iluminada, a sombra sutil pode adicionar profundidade e dimensão a fotografia. Há diferentes tipos de sombra que podem ser usadas. Sombras projetadas criadas durante a sessão de fotos ou na pós-produção, as naturais são criadas a partir da utilização de uma fonte de luz natural, tal como uma janela, já as refletoras são produzidas com o auxílio de refletor durante a sessão de fotos ou na pós produção e por fim, as sombras amplas podem ser produzidas de diversas maneiras em um estúdio de fotografia.

· Fundo: Um fundo liso e limpo é um fator relevante ao criar as suas imagens de produto on-line. Para a maioria dos produtos um fundo branco liso é o mais adequado. Ao mesmo tempo, este fundo branco também permitirá que você use as mesmas fotos de produtos em muitos mercados on-line. O ideal é utilizar o mesmo fundo para todos os produtos, pois isso dará consistência e profissionalismo ao e-commerce.

· Ângulos: Mostrar vários ângulos do seu produto é crucial. Isso também ajudará o seu cliente a entender o tamanho do item, visualizar melhor os detalhes do produto, como: bolsos extras, forro, costura especial, etc. Para cobrir bem um produto, fotografe a frente, a parte de trás, na diagonal, o fundo, o topo, o interior e os detalhes do produto. Quanto mais imagens você fornecer, melhor!

· Cor: a cor é outro fator importante para a experiência de compra online. As cores da imagem devem corresponder as do produto, para mostrar aos clientes o que eles vão receber e reduzir as devoluções. É importante saber que as telas de computador, bem como navegadores web, tem um perfil de cores diferente, o que significa que cada tela e navegador interpreta as cores um pouco diferente. Para corrigir esse problema e ter a certeza de que as suas imagens de produto são as mais fiéis possíveis, recomendamos que você mude os seus arquivos .jpeg para o perfil de cor SRGB.

· Suportes: o uso de suportes pode ser útil para a sua imagem, especialmente se você precisa mostrar as funções de um produto ou o tamanho dele. No entanto, o suporte não deve desviar a atenção do produto e só considere usá-lo em uma imagem da série. No caso de um acessório, ter o produto mostrado por uma modelo pode ajudar o cliente a compreender o tamanho real dele.

O tempo gasto na produção da imagem é vantajoso uma vez que está diretamente ligado a conversão de vendas da loja virtual. Lembre-se que o pós-produção (edição e retoque de imagens) também é um passo fundamental para criar imagens comerciais de produtos.

*Martin Ciriani é diretor geral da Pixelz no Brasil, empresa especializada na edição e retoque de imagens. Saiba mais em: br.pixelz.com

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Tá Tranquilo, Tá Favorável.

Em tempos de crise, é tudo que qualquer empresário gostaria de dizer. “Tá tranquilo, Tá favorável” é a frase da hora e mostra que, para quem é criativo, não há momento difícil. Com clipe, música e letra de gostos duvidosos, um funkeiro paulista brilha nas mídias sociais e vira sucesso nacional cantando o sucesso de um suburbano que, antes, “girava o volante do Golf sapão e agora vai girar o volante do Jaguar”…

O que isso tem a ver com o mundo corporativo? Não é isso que você quer? Vencer rápido a crise e sair comemorando? É hora de ousar e de arriscar. Claro que você não precisa fazer papel de ridículo na internet cantando e dançando mal. Mas deve alardear o que você faz bem, o que faz de bom, o que pode motivar um cliente a contratá-lo, mesmo em momentos de dificuldade, de orçamentos apertados. Precisa “cantar” suas qualidades. Conteúdo, notícias, artigos, vídeos, mídias sociais, tudo ajuda. Como diz no sucesso do momento, “parado no tempo você não pode ficar”. Trace uma estratégia de comunicação digital e, principalmente, contrate profissionais qualificados para executar. E se, por acaso, chegar ao sucesso, não esqueça de “fazer o famoso sinal do Ronaldinho” para comemorar novas vitórias.

Não entendeu nada? Segue o vídeo que fez o Brasil inteiro dizer que “Tá Tranquilo, Tá Favorável”, mesmo com o país ladeira abaixo.

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Microsoft and Acer expand partnership to bring Microsoft services to more customers on more devices

Microsoft Corp. and Acer Inc. announced on Wednesday the expansion of their global partnership to bring Microsoft mobile productivity services to more consumers. From the second half of 2016, Acer will begin pre-installing Microsoft services and apps on its portfolio of Android smartphones and tablets. Specifically, customers will benefit from the productivity tools including Microsoft Word, Excel, PowerPoint, Outlook, OneNote, OneDrive and Skype on select Android smartphones and tablets from Acer.

“We’re excited to partner with Microsoft to provide enhanced mobile productivity to our products,” said ST Liew, president of Acer Smart Products Business Group. “By integrating the Microsoft software suite, Acer customers will enjoy productivity on-the-go along with the familiar computing experience on their smartphones and tablets.”

Nick Psyhogeos, president of Microsoft Technology Licensing, said, “We’re pleased that we have been able to enhance the already strong partnership that exists between Microsoft and Acer. Mutually beneficial and collaborative agreements such as this one promote innovation and lead to better products and experiences for consumers.”

Microsoft’s commitment to licensing IP

The patent agreement is another example of the important role intellectual property (IP) plays in ensuring a healthy and vibrant technology ecosystem. Since Microsoft launched its IP licensing program in December 2003, it has entered into more than 1,200 licensing agreements. More information about Microsoft’s licensing programs is available at http://www.microsoft.com/iplicensing.

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Millennials devem aliar engajamento dentro das empresas e construção do conhecimento Novo! – Por Alexandre Slivnik

Os jovens da geração Y vêm transformando os processos, deixando as relações mais horizontais, fazendo com que as empresas fiquem mais dinâmicas e mostrando que unir paixão e trabalho é a melhor maneira de aliar a realização pessoal com a profissional.

Essa “molecada” que é conhecida como “Millennials” resolve tudo na velocidade de um clique e possuem uma percepção de realidade distinta das anteriores, porque cresceram com a sensação de que as distâncias são menores. E acredite, são! Eles desenvolveram suas habilidades de relacionamento pessoal com base nos relacionamentos virtuais. E, na internet, agilidade e proximidade são palavras de ordem.

Grande parte desta geração encara o trabalho como uma experiência que favoreça a troca de conhecimento, porque eles precisam sentir que podem compartilhar também opiniões, ideias e dúvidas com os chefes e os colegas. Somente nesta atmosfera livre que a motivação e o engajamento se propagam. Os Millennials têm de sentir que são importantes para o crescimento e o desenvolvimento de uma organização, precisam perceber que a sua bagagem está em plena expansão.

Mas ampliar conhecimento apenas não basta. É preciso buscá-lo. Logico que a vivencia que se dá no dia a dia do trabalho é fundamental para a formação de uma carreira sólida, mas investir em cursos e formações extras, voltadas ao mundo corporativo, torna-se valioso!

Aqueles que querem ir além da média, ganharão uma experiência significativa tanto no âmbito pessoal, uma vez que terá contato com outros executivos aumentando assim a sua rede de network e também profissional, porque contará inúmeras vantagens frente aos demais colegas que não investiram. Afinal, ter formações extras podem ser um diferencial para quem quer ter destaque. Vejo os profissionais mais jovens (principalmente os da geração Y) como os mais interessados em formação que tenha curto prazo, afinal, sabemos que eles têm uma necessidade natural de crescimento rápido.

Na busca pelo conhecimento, há duas fases que são mais necessárias. A primeira é após cinco anos da primeira formação (graduação), pois é geralmente onde o profissional já tem o contato da prática da teoria aprendida na universidade. O segundo, vem com 15 a 20 anos de experiência, pois é quando, normalmente, o profissional, está buscando o topo da sua carreira.

Para uma carreira executiva, o ideal é que o profissional busque cursos mais rápidos, de uma semana, principalmente no exterior. Para empresas, é muito mais valioso ter três cursos práticos de uma semana em países diferentes.

Quando o profissional quer buscar a área acadêmica, os cursos de extensão (MBA, Pós-Graduação, Mestrado e etc), e que demandam um estudo mais aprofundado, são mais indicados.

Vale lembrar que a maioria dos entrevistadores, ou o departamento de RH que analisam currículo, dão muito valor para esses cursos de férias que têm, normalmente, uma carga horária pequena (8 ou 16 horas). Mas dependendo da área de atuação, pode ser extremamente estratégico para o futuro profissional, por serem mais práticos e objetivos. Já os treinamentos de uma semana, com uma carga horária maior, podem ser considerados de extensão, em que o profissional poderá focar em uma especialidade.

Esses cursos são mais indicados e valorizados para uma carreira executiva e pelo mercado de trabalho (não sendo área acadêmica). Recomendo fortemente que o profissional vá atrás de reciclagem e aprimoramento. A quantidade de dias importa menos do que o envolvimento no processo, sendo assim, minha principal dica é procurar algo que realmente queira fazer e se envolver. Pois o curso dará um norte dos estudos individuais que deverão ser contínuos e eternos.

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Varejo paulista encerra 2015 com mais de 60 mil postos de trabalho fechados

Segundo a FecomercioSP, mais de 12 mil vagas foram eliminadas em dezembro, indicando que praticamente não houve efetivação dos temporários

O comércio varejista no Estado de São Paulo encerrou 2015 com 60.441 postos de trabalho a menos, resultado de 1.012.329 admissões contra 1.072.770 desligamentos. Foi o primeiro saldo anual negativo desde o início da série histórica, em 2007, o que significa, na comparação com 2014, recuo de 2,8% no estoque de trabalhadores do setor, que atingiu 2,13 milhões, voltando assim a níveis de agosto de 2013.

Apenas em dezembro, foram eliminadas 12.181 vagas formais, em razão das 71.907 admissões contra 84.088 desligamentos. No mês, a ocupação formal registrou queda de 0,6% na comparação com o novembro de 2015. Ao se observar o saldo positivo de 13.682 novas vagas de novembro, pode-se concluir que praticamente não houve efetivação dos temporários contratados para o período natalino.

Os dados são da Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com base nos dados do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, calculado com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Entre as nove atividades pesquisadas em dezembro, sete apresentaram diminuição no estoque de empregos na comparação com o mesmo mês de 2014. Os setores de concessionárias de veículos (-8,2%) e de lojas de vestuário, tecido e calçados (-7,1%) foram os que apontaram queda mais acentuada. No sentido contrário, os únicos setores que não registraram redução de vagas foram os de farmácias e perfumarias (2,3%) e de supermercados (0,9%).

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, o saldo negativo do emprego no comércio varejista paulista em 2015 foi resultado direto da queda do faturamento no setor. A inflação alta, a restrição de crédito, o avanço do desemprego e as incertezas em relação aos rumos da economia resultaram em uma queda brusca do consumo das famílias.

Observando os dados por ocupações, as funções que mais perderam vagas foram as de vendedores e demonstradores, com -12.765 postos de trabalho. O segundo posto com maior redução de vagas foi a área administrativa das empresas. São -6.979 vagas para escriturários, assistentes e auxiliares administrativos.

Adicionalmente, chama atenção o fato de que 30% das vagas fechadas pelo comércio varejista paulista eram preenchidas por diretores, gerentes e supervisores de empresas e áreas internas. Tal realidade demonstra que a redução do quadro funcional atingiu todos os níveis da empresa, inclusive aos funcionários com atuação institucional de liderança e com rendimento médio mais elevado.

A Entidade reforça que, diante das sucessivas quedas no faturamento, os estabelecimentos comerciais tiveram de reduzir seus custos e, consequentemente, realizar cortes no quadro de funcionários. A Federação prevê que 2016 será mais um ano difícil para o mercado de trabalho do setor, e a expectativa é que o aumento do desemprego permaneça ao longo do ano.

Varejo paulistano

Foram eliminadas 4.147 vagas no varejo da cidade de São Paulo em dezembro. A ocupação formal atingiu 662.117 empregados, queda de 0,6% na comparação com o mês anterior. De janeiro a dezembro de 2015, o saldo acumulado foi negativo em 18.151 empregos – o que levou à diminuição de 2,7% do estoque total.

Das nove atividades pesquisadas, os destaques negativos de 2015 foram os setores de lojas de vestuário, tecidos e calçados (-6.396 vagas) e de concessionárias de veículos (-2.066). Por outro lado, desempenhos positivos foram registrados nos segmentos de supermercados (1.784) e de farmácias e perfumarias (1.563).

Nota metodológica

A Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP) analisa o nível de emprego do comércio varejista. O campo de atuação está estratificado em 16 regiões do Estado de São Paulo e nove atividades do varejo: autopeças e acessórios; concessionárias de veículos; farmácias e perfumarias; lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamento; matérias de construção; lojas de móveis e decoração; lojas de vestuário, tecido e calçados; supermercado e outras atividades. As informações são extraídas dos registros do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

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Com o fim da Lei do Bem, eletrônicos já aumentaram 13%

Segundo o Zoom, reajuste no preço de notebooks chega a 20%. PCs e tablets já subiram 11% e os smartphones foram os menos impactados até agora, já que sofreram aumento de apenas 8%.

Uma pesquisa do Zoom (www.zoom.com.br), site comparador de preços e produtos, revela um aumento médio de 13% nos preços de produtos eletrônicos comparando janeiro desse ano a dezembro de 2015, último mês em que vigorou a Lei do Bem, que previa a isenção de impostos PIS/Pasep e Cofins para alguns produtos eletrônicos. Os notebooks foram os que apresentaram a maior alta até o momento: 20%. Já os desktops e os tablets tiveram aumento de 11% e os smartphones, categoria líder de buscas no Zoom, sofreram o menor reajuste até o momento: 8%.

Na análise dos notebooks, campeões de aumento, alguns modelos, como o Intel Celerum 32051 4GB RAM HD 500 GB LED 14” chegaram a apresentar aumento médio de 51% no período em que foram monitorados. Já os smartphones, apesar de apresentarem a menor média de aumento, alguns dos aparelhos analisados, como o Sony Xperia Z3 Compact D5803 20,7MP 16GB Android Kitkat 3G 4G wi-fi, apresentaram alta de 79% em seu preço.

“Quem deseja comprar um novo celular essa é uma boa hora, já que a maioria dos produtos não está sofrendo aumentos expressivos após o fim da isenção de impostos. Entre os modelos mais populares há casos isolados que aumentaram muito o preço, portanto é essencial pesquisar bastante”, aconselha Thiago Flores, diretor executivo do Zoom. “Se encontrar uma boa oportunidade no aparelho desejado é recomendado aproveitar o momento para se precaver de um aumento de preço ainda maior, já que passamos por um período de alta do dólar e da inflação”, ressalta o executivo.

Para o estudo foram monitorados pelo Zoom os dez produtos mais buscados das categorias smartphones, tablets, notebooks e desktops, ao longo do mês de janeiro para comparar a média do menor preço apresentado por eles no período com o preço dos produtos praticados em dezembro de 2015.

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Estudo da CA Technologies mostra que Brasil é quarta maior referência global em DevOps

País aparece atrás apenas de Estados Unidos, Índia e Suíça, com um total de 16% das empresas tendo êxito na total implantação dessas soluções

O estudo “Montando o Quebra-Cabeça de DevOps”, realizado pela CA em parceria com a Freeform Dynamics, confirma a posição do Brasil como uma das referências globais na adoção de soluções maduras de tecnologia DevOps. Segundo o levantamento, aproximadamente 16% das companhias que atuam no País já tiveram êxito total na implementação destas ferramentas, atrás apenas dos Estados Unidos e Índia (25%) e Suíça (23%). O resultado é especialmente importante por inserir o Brasil à frente de nações como Canadá, Espanha, França, Itália e Reino Unido.

Os números relativos a empresas que já possuem soluções em andamento também sugerem um futuro promissor. Atualmente, 60% das companhias que atuam no Brasil se consideram adeptas iniciantes ou parciais de ferramentas de DevOps, enquanto 24% dos entrevistados pontuaram que trabalham em empresas não-adeptas desse tipo de tecnologia.

“A pesquisa aponta ainda que é cada vez maior o número de empresas e corporações que identificam DevOps como fator crucial de contribuição para ganhos de competitividade, fidelização de clientes e resultados – diferenciais fantásticos em um ambiente de negócios em constante e cada vez mais rápida mudança”, afirma Rodrigo Bernardinelli, diretor de Solution Sales para DevOps da CA Technologies para América Latina.

O levantamento, que ouviu 1,4 mil profissionais de TI com nível sênior e executivos de negócios de todo o mundo, aponta que as empresas de Telecom ainda são uma referência na adoção de DevOps. Em todo o planeta, 1 em cada 4 empresas do setor são adeptas avançadas. O Varejo tem ganhado cada vez mais espaço, somando 16% de companhias consideradas “advanced adopters” e Serviços Financeiros aparece em terceiro lugar (15%). Em contraponto, a indústria de Bens de Consumo aparece como a menos engajada (7%), seguida da área de Saúde (10%).

DevOps e estratégia

Ainda que DevOps seja um componente-chave para agilidade nos negócios e para se manter em dia com as demandas dos clientes, o levantamento “Montando o Quebra-Cabeça de DevOps” reforça que muitas empresas ainda não conseguem lidar com tais ferramentas de maneira estratégica. Isso porque apenas pouco mais da metade (55%) dos pesquisados globalmente afirmaram que têm objetivos bem definidos para a adoção de tais ferramentas. Além disso, enquanto 86% consideraram a capacitação de stakeholders e o alinhamento da TI às prioridades do negócio como importantes, somente 33% e 37%, respectivamente, chegaram a completar esses passos.

Ainda que ambas as equipes, de desenvolvimento e operações, tenham individualmente implementado métodos modernos e técnicas de automação, a maioria (63%) dos adeptos ao DevOps diz que ainda há trabalho a ser feito em termos de infraestrutura e ferramentas.

Além disso, com 46% de respondentes ainda trabalhando em segurança e compliance, está claro que a maioria da atividade DevOps não está bem sustentada por uma plataforma facilitadora e por uma perspectiva de gerenciamento de risco.

No entanto, o benefício de apostar nestas soluções compensa. Comparados aqueles sem DevOps, os adeptos avançados da metodologia têm:

• 2,5 vezes mais chances de melhorar fidelização de clientes

• 2 vezes mais chances de aumentar a conquista de novos clientes

• 3,4 vezes mais chances de perceberem crescimento em market share

• 2 vezes mais chances de terem visto um impacto positivo em aumento de receita

• 2,4 vezes mais chances de ter experimentado crescimento nos lucros

Metodologia de pesquisa

O estudo online global de 1.442 profissionais de TI com nível sênior e executivos foi patrocinado pela CA Technologies e conduzido pela Freeform Dynamics, empresa de análise da indústria, em julho de 2015. Ele ganhou corpo através de entrevistas telefônicas em profundidade com executivos-chave da indústria. Para detalhes mais aprofundados de metodologia de pesquisa, acesse “Montando o Quebra-Cabeça DevOps”.

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Easynvest lança aplicativo para celular

App, que possibilita a realização de investimentos em renda fixa, faz parte de um pacote de novidades que serão lançadas em 2016

Que tal investir de forma prática, segura e ao alcance de suas mãos? A Easynvest acaba de lançar o primeiro aplicativo para celulares do Brasil que permite a realização de investimentos em Tesouro Direto e títulos privados em poucos cliques. Em alguns minutos, o usuário realiza o cadastramento na instituição, transfere recursos do seu banco para a conta recém-criada e já investe nas opções disponíveis, 7 dias por semana, 24h por dia.

A iniciativa vem ao encontro da história de quase 50 anos de pioneirismo da Easynvest. “Lançar este aplicativo nos remete a 1999, quando nos tornamos uma das primeiras corretoras do Brasil a oferecer serviços pela internet, por meio da plataforma Easynvest. Foi através da nossa plataforma de negociação eletrônica que começamos a investir na simplificação do relacionamento com o cliente pessoa física”, relembra o diretor da Easynvest, Amerson Magalhães.

O investidor de varejo é o público-alvo da Easynvest. Com o aplicativo, a instituição também começa a ganhar uma maior proximidade e identificação junto aos investidores mais jovens, que são bastante aficionados em tecnologia.

Com todos estes atributos, o aplicativo é um grande avanço para o mercado de investimentos e, sobretudo, para a população em geral. “As pessoas estão cada vez mais ocupadas e, com isso, o tempo parece ainda mais curto. Esta nova realidade demanda soluções mais assertivas e inovadoras para questões simples como investir e acompanhar a evolução dos rendimentos dos recursos aplicados. Nesse sentido, o aplicativo atende integralmente às necessidades do investidor”, explica Amerson.

Outras novidades estão por vir. Um novo site, com um design ainda mais inovador, está prestes a ser lançado. Novos produtos, serviços e mais funcionalidades mobile podem ser esperados pelos investidores ainda em 2016.

Para instalar o aplicativo no seu celular, basta ir até a loja do Google Play ou Apple Store.

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Mudança no ICMS Interestadual ocasiona dificuldades para empresas

Como era esperado, as alterações referentes ao ICMS interestaduais, que estão valendo desde 1º de janeiro de 2016, estão ocasionando muitas dificuldades para os empresários. Isso se deve ao fato que a alteração impacta diretamente nas regras de recolhimento dos impostos em relação às vendas interestaduais destinadas a consumidor final, seja ele contribuinte ou não-contribuinte do ICMS (pessoa física ou jurídica).

“Estamos observando que muitos clientes estão emitindo notas fiscais com erros, por causa da alteração. Isso se deve ao fato da regra entrou em vigor com uma série de dúvidas para os empresários, devido à falta de diretrizes governamentais sobre o tema, já que as regulamentações foram feitas de última hora. O mais complexo é que cada estado deverá tem uma regulamentação própria, o que ainda causará com certeza muita confusão”, conta o diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil, Welinton Mota.

Alteração na Constituição Federal

Inicialmente, a Constituição Federal de 1988 foi alterada pela Emenda Constitucional nº 87/2015, para modificar a sistemática de cobrança do ICMS nas operações que destinem bens e serviços a consumidor final, contribuinte ou não do imposto, localizado em outro Estado, com efeitos a partir do ano seguinte (2016).

Lembrando que são consideradas “contribuintes do ICMS” as pessoas jurídicas que praticam vendas (comércio e indústria). Não contribuinte do ICMS são as demais pessoas físicas ou jurídicas (empresas prestadoras de serviços, escolas, órgãos públicos etc., que não praticam vendas).

Assim, desde 1º de janeiro de 2016, nas operações que destinem bens e serviços a consumidor final, contribuinte ou não do ICMS (pessoa física ou jurídica), localizado em outro Estado:

1. adotará a alíquota interestadual (4%, 7% ou 12%, conforme o Estado de destino); e

2. caberá ao Estado do destinatário o ICMS correspondente à diferença entre a alíquota interna do Estado destinatário e a alíquota interestadual.

“Anteriormente, nas vendas interestaduais destinadas a não contribuinte, o ICMS era recolhido integralmente no Estado de origem da operação, pela alíquota interna (do Estado do remetente). O Estado destinatário não tinha direito a nenhuma parcela do ICMS”, explica o diretor da Confirp.

Outro ponto importante é que a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual (Diferencial de Alíquotas) será atribuída ao destinatário, quando este for contribuinte do imposto (comércio/indústria) e ao remetente, quando o destinatário não for contribuinte.

Assim, no caso de operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final não contribuinte (pessoa física ou empresas que não praticam vendas) localizado em outro Estado, o “Diferencial de Alíquotas do ICMS” será partilhado entre os Estados de origem e de destino, sendo do remetente a responsabilidade pelo recolhimento do “ICMS Diferencial de Alíquotas” em favor do Estado de destino, nas operações destinadas a não contribuintes. Palestra gratuita sobre ICMS Interestadual

Palestras Gratuitas sobre ICMS Interestadual

Para minimizar os impactos para empresas, a Confirp está realizando uma série de palestras gratuitas sobre o tema. “Estamos convocando nossos clientes e também não clientes para dar boas diretrizes sobre o tema, é grande o número de empresas que deverão se adequar, lembrando que podem ocorrer mudanças nos valores de impostos”, alerta.

As próximas serão nos dias 18 e 24 de fevereiro de 2016, a partir das 9 horas em sua sedo no Jabaquara. As inscrições são limitadas e poderão ser feitas pelo site da Confirp, as vagas são limitadas. As regras afetam principalmente as empresas que operam com o comércio eletrônico (as chamadas vendas não presenciais, através de sites de Internet).

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Atento foi nomeada líder do Quadrante Mágico da Gartner em serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócios

Pelo terceiro ano consecutivo, a Atento S.A. (NYSE: ATTO) foi considerada Líder do Quadrante Mágico da Gartner, que avalia as empresas fornecedoras de serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócios (CRM/BPO)1. O estudo posiciona a Atento como a companhia com a maior capacidade de execução entre os participantes da pesquisa. Os pareceres do Gartner são a principal referência para as empresas ao de todo o mundo ao realizarem a escolha de fornecedores para essa categoria de serviço.

Foco na estratégia, compromisso com a experiência do cliente e capacidade de execução fazem da Atento uma referência mundial em serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócios. Alejandro Reynal, CEO da Atento, afirmou que a experiência do cliente é uma das principais vantagens competitivas em um mundo cada vez mais digital e é responsável pelo crescimento sustentado da reputação de uma empresa. “Neste contexto, estamos transformando a maneira como as empresas gerenciam seu relacionamento com os clientes por meio de soluções que aumentam a eficiência dos negócios, oferecem uma maior satisfação ao consumidor e constroem uma lealdade de longo prazo”, disse Reynal.

“Acredito que a nossa posição entre os líderes do Quadrante Mágico da Gartner reflete o valor que oferecemos aos nossos clientes e as sólidas relações que mantemos com eles. A equipe da Atento no mundo inteiro está bastante orgulhosa desse reconhecimento, que é visto como uma confirmação de que estamos no caminho certo, tanto para os nossos clientes como para a nossa empresa”, complementa o executivo.

De acordo com o relatório, “os Líderes demonstram ter visão e definição de mercado e capacidade para executa-las entre os serviços de BPO e Contac Center, um market share superior (entre os 10 melhores fornecedores nas regiões onde atuam), e sólidas referências em serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócios em contact centers, incluindo uma variedade de indústrias verticais. Os líderes contam ainda com investimentos superiores em ofertas de serviços, modelos de negócios e de preços e modelos de entrega de serviços inovadores. Mostram capacidade superior de compreender as necessidades dos clientes e as condições atuais de mercado e desenvolvem competências para manter suas posições de liderança em diversas regiões. As empresas do quadrante dos Líderes têm, geralmente, operações globais e regionais sólidas e contam com uma profunda tecnologia de alavancagem de suas operações, além de oferecer a seus clientes uma experiência acima da média.”

1 Gartner, Magic Quadrant for Customer Management Contact Center BPO, janeiro 28, 2016

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Redes sociais: ESET alerta para a importância de proteger a privacidade dos dados

No dia do aniversário do Facebook, especialistas da ESET alertam para a importância dos usuários reforçarem o cuidado com o excesso de exposição nas redes sociais

Nesta quinta-feira (04/02), o Facebook completa 12 anos e comemora o fato de ser hoje o segundo site mais visitado no mundo. No Brasil, trata-se da rede social mais popular e também uma das formas mais fáceis de buscar informações pessoais dos internautas para praticar crimes e atividades ilegais, alertam os especialistas da ESET – fornecedora de soluções de segurança da informação.

“O aniversário do Facebook é um bom momento para alertar os internautas brasileiros sobre a importância de reforçar a proteção da privacidade”, alerta Camillo Di Jorge, Country Manager da ESET Brasil. “Atualmente, uma boa parte dos usuários do Facebook não está ciente dos riscos que correm com o excesso de exposição nas redes sociais. Muitas pessoas compartilham informações sensíveis, como data de nascimento, número de telefone, endereço, localização, entre outros. Isso pode ser usado pelos cibercriminosos para disseminar phishings ou para roubo de identidade e extorsão. Por isso a importância de cuidar da privacidade dos dados”, complementa.

Para ajudar os internautas a reduzir os riscos a que estão expostos nas redes sociais, os especialistas da ESET elaboraram uma série de dicas e procedimentos que precisam ser seguidos por quem acessa o Facebook com frequência:

Reveja suas configurações de privacidade em suas contas nas redes sociais. Certifique-se de que tudo o que você compartilha só será exibido para as pessoas próximas (amigos). Em caso de dúvida, crie grupos separados para amigos, colegas de trabalho, entre outros. Mas seja seletivo e o mais rigoroso possível na hora de permitir conexões.

Nunca compartilhe sua localização. Os usuários das redes sociais muitas vezes usam a geolocalização para mostrar onde estão, mas para seu próprio bem, desative esse recurso. Além disso, exclua o histórico de localização armazenado em seu perfil, pois o mesmo pode ser usado para a prática de crimes.

Verifique todos os grupos dos quais participa ou participou. Alguns grupos podem estar configurados como “público”, o que significa que suas informações estão disponíveis para todos. Outra opção é sair do grupo ou entrar em contato com o administrador e solicitar a alteração das configurações do grupo.

Avalie a necessidade da postagem. Antes de postar qualquer comentário ou fazer upload de uma foto ou vídeo em seu perfil, pense se mostraria para um estranho na rua. Você se sentiria confortável? Caso contrário, o melhor é não fazer.

Trate cada foto ou vídeo como se fosse um investigador da polícia. Verifique todos os detalhes possíveis que possam revelar alguma informação confidencial. Alguns exemplos são fotos em frente ao carro novo (mostrando a placa), número do passaporte e outros documentos, entre outros. Todos esses lugares e coisas podem revelar informações que podem causar sérios danos se caírem em mãos erradas.

Leia a política de privacidade do site para entender de que forma a empresa lida com suas informações confidenciais. Se você não está satisfeito, não se inscreva.

Nunca envie informações confidenciais, como dados do cartão de crédito, senhas, números de telefone ou documentos por meio de mensagens ou por e-mail. Caso precise enviar essa informação, opte por decodificá-las. Além disso, embora possa parecer óbvio, nunca poste qualquer informação publicamente.

Para manter seus dados seguros, crie senhas fortes de acesso e as mude com frequência. Além disso, muitos serviços online trazem um recurso de autenticação de dois fatores que acrescentam uma etapa adicional de segurança para o processo de login da conta.

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Tyco Integrated Security anuncia diretor de novos negócios

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A Tyco Integrated Security, principal provedora de soluções para melhoria da performance de loja, prevenção de perdas, segurança e gerenciamento para varejistas no Brasil, anuncia Carlos Eduardo Santos como diretor de Novos Negócios. Explorar novos mercados e implantar as soluções inovadoras de Store Performance da Tyco, como RFID e Contagem de Fluxo, serão os objetivos de Carlos, que conta com 25 anos de experiência no setor.

O executivo também será responsável por oferecer consultoria em prevenção de perdas e soluções customizadas para os clientes e gerenciar processos, pessoas e novas tecnologias. “O mercado e a economia brasileira passam por um momento desafiador, mas investir em tecnologia e evitar perdas é fundamental para que o varejista se mantenha competitivo. A Tyco Integrated Security está apostando fortemente na inovação, por meio de suas soluções e amplo conhecimento, para garantir receita e desempenho a seus clientes”, explica o diretor.

Essa é a segunda passagem de Carlos pela Tyco Integrated Security, onde dirigiu áreas como Performance e Soluções por quatro anos. O executivo também atuou em cargos de diretoria e gerência em empresas como Walmart Brasil e Lojas Marisa.

Formado em Direito e em Administração de Empresas, o profissional possui MBA em Gestão de Riscos e Segurança Empresarial pela FECAP (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado) de São Paulo. Além disso, foi presidente do Comitê de Prevenção de Perdas do Provar (Programa de Administração de Varejo) da FIA – é autor do livro “Manual de Prevenção de Perdas e Gestão de Riscos” e administrador do Portal Prevenir Perdas (www.prevenirperdas.com.br).

Carlos Eduardo Santos atua, ainda, como professor na FIA (Fundação Instituto de Administração) e na FAPI (Faculdade de Administração do Estado de São Paulo) para as disciplinas Prevenção de Perdas, Direito para o Varejo, Auditoria e Gestão de Riscos.

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