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A glória da burrice – Por José Pio Martins*

Inconformado com a estupidez do governo e dos políticos dos anos 50 e 60, que batiam no peito e gritavam que nunca iriam autorizar empresas multinacionais a produzirem petróleo no Brasil, Roberto Campos desabafou dizendo que “a burrice no Brasil tem um passado glorioso e um futuro promissor”. A angústia do grande economista era que, enquanto rejeitava capitais de risco dispostos a investir na produção de petróleo aqui, o governo sofria em busca de empréstimos (a juros altos) para fazer importações do produto.

Roberto Campos não entendia que lógica o governo e os políticos viam na ideia de que mendigar empréstimos internacionais e ficar na dependência de suprimento externo era melhor que atrair empresas estrangeiras para a produção em território nacional. Quando veio a crise do petróleo, em 1973, e o preço do barril pulou de US$ 3,20 para US$ 14, o Brasil importava 75% do consumo, a dívida externa explodiu e o país quebrou. A frase de Roberto Campos foi profética. A burrice provou sua glória passada como, após a morte do autor, em 9 de outubro de 2001, continuou firme rumo ao futuro promissor.

Exemplo soberbo da burrice nacional são os entraves à participação na globalização. Levantamento da Câmara de Comércio Mundial informa que o Brasil continua sendo o país mais fechado para o comércio exterior entre todas as nações do G20, ficando com nota 2,3 em 2015 (a escala vai de 1 a 6), atrás de Argentina e Índia. Para piorar, o país caiu da 57.ª para a 75.ª posição, entre 140 países, no ranking da competitividade global publicado pelo Fórum Econômico Global – perdendo, assim, 18 posições.

Mas o que é essa tal globalização? Para começar, é uma necessidade, em face da superpopulação. O planeta atingiu 1 bilhão de habitantes somente em 1830. Em apenas 100 anos, a população dobrou. Hoje, já somos 7,3 bilhões. A globalização é a possibilidade de um habitante de Berlim comer um mamão produzido em Manaus, um morador de Maringá poder comer trigo produzido na França ou uma maçã da Argentina, um doente na China poder curar-se com um medicamento feito na Bélgica, ou um esquerdista francês poder escrever contra a globalização em seu notebook coreano.

As necessidades humanas estão onde as pessoas estão; as condições adequadas à produção, não. O Brasil tem terra fértil e clima favorável à soja, mas não tem para o trigo. Certos países têm petróleo, mas não têm comida. Quanto mais os países se especializarem naquilo em que são mais produtivos e eficientes, melhores serão as chances de elevação do bem-estar via comércio exterior. Ademais, ao comércio seguem-se os investimentos e, a estes, segue-se a transferência de tecnologia. O nacionalismo protecionista condena o país ao isolamento e ao atraso. Nenhum país do mundo – nem mesmo os Estados Unidos – consegue gerar toda a tecnologia requerida para seu crescimento.

Quando proibiu a importação de computadores, componentes eletrônicos e tecnologia, e também proibiu empresários estrangeiros de investirem em empresas de informática em nosso território, a lei de reserva de mercado de informática (que durou até 1991) cometeu grave crime econômico contra o povo brasileiro. Mas os nacionalistas – de direita (inclusive alguns militares) e de esquerda – reivindicavam medalhas de defensores da pátria. Lamentável!

Apesar da repetição do fracasso desse tipo de nacionalismo, continuamos insistindo na mesma rota. Definitivamente, a burrice no Brasil tem garantido um futuro promissor.

José Pio Martins, economista, é reitor da Universidade Positivo.

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Marco Civil da Internet entra em nova consulta pública para regulamentação

O Governo Federal apresentou nesta quarta-feira (27) a minuta do decreto que vai regulamentar o Marco Civil da Internet no Brasil e conta com a participação da sociedade para aperfeiçoar o texto e ampliar a discussão sobre o tema.

O material, baseado nas sugestões recebidas em 2014, está novamente aberto, na segunda fase do processo de consulta pública. Será possível enviar contribuições até 29 de fevereiro, por meio da internet. O debate é coordenado pelo Ministério da Justiça, com a colaboração dos ministérios das Comunicações e da Cultura.
“O Brasil tem muito que se orgulhar de ser uma referência em termos de construção de uma internet verdadeiramente democrática, através de marcos regulatórios”, afirmou o ministro das Comunicações, André Figueiredo, durante o lançamento da segunda fase.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, avaliou que o Marco Civil tem uma relevância histórica. “As leis são expressões de uma realidade que está posta, mas também determinam como as coisas devem ser e acontecer. Há leis que são verdadeiros monumentos e influenciam uma época”, destacou.
Para o ministro da Cultura, Juca Ferreira, a busca por uma internet livre e aberta é cada vez mais relevante. “Não podemos permitir censura, nem que o interesse econômico seja mais importante que o interesse público”, defendeu. Segundo ele, essa lei é importante para fortalecer o caráter democrático da rede mundial de computadores.
Processo de elaboração

O Marco Civil da Internet começou a ser elaborado em 2009 pelo Ministério da Justiça. O projeto, fruto de intensos debates e de um amplo processo participativo, foi encaminhado ao Congresso Nacional em 2011. Sancionado em 2014, deu origem à Lei 12.965, que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres dos usuários da rede mundial no País.
No ano passado, teve início o processo de regulamentação, com a primeira fase do debate público online com toda a sociedade. Durante a consulta, o Ministério da Justiça recebeu mais de 60 mil visitas à página e cerca de 1,2 mil comentários.

A minuta de decreto, dividida em quatro capítulos e com 20 artigos, está na página marcocivil.mj.gov.br. Os interessados poderão fazer contribuições e sugerir alterações de redação ou de conteúdo. Além disso, o participante poderá concordar ou discordar dos trechos propostos e das contribuições de outros participantes.

Fontes: MiniCom e MCT

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10 Chief Information Security Officers (CISOs) Say Passwords Are Failing and Must Be Augmented or Supplanted

Security Current, an information and collaboration company by CISOs for CISOs, has published a collection of leading Chief Information Security Officer’s (CISOs) insights on the future of the password and next generation authentication.

Ten CISOs from across industries weighed in, with most predicting that the days are numbered for the password as the sole authentication method. They see enterprises moving to augment or supplant the traditional password with advanced technologies, such as biometrics.

CISOs agree that passwords are inherently flawed because they depend on users to create and remember complex sequences of letters, numbers and characters. However, they found that users tend to take the path of least resistance, selecting sequences that are easy to remember – and often easy to crack.

“Despite industry-wide efforts to reinforce this method of authentication and the number of methods available to encrypt and store passwords, the fact that remains is that creating good passwords – and safeguarding them – is as difficult as rocket science,” said Nikk Gilbert, ConocoPhillips Director of Global Information Protection and Assurance.

Aaron’s, Inc. CISO Chris Bullock isn’t as quick to dismiss the password, and suggests it is a necessary layer in a multi-faceted authentication schema.

“Just like the locks on our front doors can’t stop a determined burglar or home invader 100% of the time, we continue to invest in door locks and alarms to protect our property,” said Bullock. “When used correctly, passwords can still be an effective layer of defense, yet we should continue to innovate in the area of authentication.”

Aetna CISO Jim Routh agrees that no single method of authentication by itself is sufficient, and although technologies like multi-factor authentication and smart cards have been available for years, they do not have the frictionless ease of use that is required for large-scale consumer adoption. And according to Valley Health CISO Frank Bradshaw, this is why the industry is moving towards a “who you are” not “what you have” approach.

They noted that next generation technology, such as biometrics, and adaptive cognitive and behavioral techniques, can reduce risk and provide a relatively seamless user experience. But there is general consensus that although the industry will continue to innovate and evolve no method will work 100% of the time.

“Biometrics or multi-leveled, behavioral-based techniques will improve the future of authentication,” said Molson Coors CISO Christine Vanderpool. “But managing appropriate levels of access is also critical to data protection because at the end of the day, the bad actors will continue to find ways to steal the information you are protecting if they want it badly enough.”

Participating CISOs include:

Frank Bradshaw, CISO, Valley Health System
Chris Bullock, CISO, Aaron’s, Inc.
Jonathan Chow, CISO, Live Nation Entertainment
Michael Dent, CISO, Fairfax County Government
Nikk Gilbert, Director of Global Information Protection and Assurance, ConocoPhillips
John Masserini, CSO, MIAX Options
Pritesh Parekh, VP and CSO, Zuora
Jim Routh, CSO, Aetna
Hussein Syed, CISO, Barnabas Health
Christine Vanderpool, CISO, Molson Coors

Security Current improves the way security, privacy and risk executives collaborate to protect their organizations and their information. Its CISO-driven proprietary content and events provide insight, actionable advice and analysis giving executives the latest information to make knowledgeable decisions.

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Resource IT lança solução de gestão do conhecimento

Na Era Digital, a inovação não é somente uma questão de vanguarda, também é um diferencial competitivo. Porém, é importante preocupar-se com um ponto fundamental nesse processo: o gerenciamento das informações. Pensando nisso, a Resource IT, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas de serviços de TI, anuncia o lançamento da solução exclusiva de gestão do conhecimento, o KSharing.

“O KSharing foi desenvolvido inicialmente como uma solução para facilitar nossos processos internos. A experiência foi tão positiva que decidimos incluí-lo no nosso portfólio de produtos”, afirma Jorge Sellmer, Vice-Presidente da Resource Digital.

Desenvolvido pela área de Produtos & Inovação da Resource IT, o KSharing tem como objetivo auxiliar no compartilhamento e na localização de informações nos processos de pré-vendas, vendas, delivery e suporte dos setores de BackOffice, garantindo acesso seguro a conteúdos como contratos, códigos e documentos técnicos, além de determinar os níveis de acesso, tudo realizado com configurações de fácil utilização.

A solução ajuda a maximizar o capital intelectual de uma organização, melhorando os processos internos e gerando maior fluidez nas operações. Além disso, a ferramenta é ideal para garantir mais eficiência nos processos de tomada de decisões e para gerar melhores resultados.

Outro destaque do KSharing é a geração de relatórios de utilização como o de aceleradores, artefatos que podem otimizar a entrega de um projeto ou serviço. Quanto maior a quantidade de aceleradores gerados e compartilhados, maior a agilidade e qualidade das entregas.

Com acesso de maneira rápida à base, é possível ter uma visibilidade unificada do conhecimento e das informações, possibilitando a melhoria na coordenação de esforços entre unidades de negócios e na qualidade da prestação de serviços e produtos.

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Internet das Coisas: a ameaça de segurança que está em tudo! – Por Gary Kovacs*

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Eu já vi sete mudanças de plataforma na minha vida, incluindo a mudança do mainframe para PC e a mudança de desktop para mobile. Mas o que está acontecendo agora – a mudança para a Internet das Coisas (IoT)- é maior do que tudo que já vi.

O número de dispositivos aos quais estou conectado hoje é enorme e isso me deixa nervoso. Tenho certeza de que esse cenário assusta muitas outras pessoas mundo afora e pode fazer com que a adoção da IoT seja mais lenta do que o previsto pela indústria.
Como empresas que produzem software e hardware para a IoT, existem diversas formas de responder aos diversos desafios de segurança que essa nova realidade nos impõe. Acredito que há dois caminhos a seguir: um que oferece comodidade e conveniência e outro que constrói confiança.

Em um mundo de conexões aparentemente ilimitadas, no qual minhas informações estão cada vez mais expostas, o que me impede de colocar alguns dispositivos na minha casa? Confiança. Se tivermos confiança nos dispositivos de IoT e em sua proteção e privacidade, continuaremos a ver o mercado evoluir e crescer rapidamente. Mas se não confiarmos, pode acontecer o que vimos nos resultados do último MEF Global Consumer Trust Report, que analisa o comportamento de compartilhamento de dados em aparelhos móveis, nos qual 36% dos entrevistados relataram preocupação em relação à privacidade e segurança e 27% afirmaram que essas preocupações fazem com que não usem apps.

Estamos no velho oeste

Neste exato momento, IoT parece um velho oeste. As empresas estão engajadas em uma grilagem maciça e frenética na qual liberdade de inovação é valor prevalente. Mas no velho oeste, como sabemos, não havia princípios como “privacidade” e “segurança”, e a lei era a do xerife. Com IoT acontece o mesmo. Velocidade, liberdade e acesso à tecnologia são importantes para as empresas de Hardware e Software, mas não estamos considerando a segurança do usuário.

Quando a World Wide Web começou, era baseada em alguns princípios como universalidade, interoperabilidade, resiliência e conteúdo neutro. Conforme se desenvolveu, a questão da privacidade tornou-se mais importante e toda uma tecnologia surgiu para oferecer suporte a esse novo valor social.

O mesmo deve acontecer para IoT. As pessoas estão começando a pensar em privacidade e segurança para essa plataforma e teremos de fornecer a tecnologia, bem como as normas e a cooperação para acomodar essas prioridades.

A IoT está se tornando pessoal

Com cada mudança de plataforma, a tecnologia se aproxima, literalmente, de nós – basta observar os wearables enfeitando nossos pulsos. Estamos compartilhando informações cada vez mais pessoais e valiosas, como nosso padrão de sono, dados sobre saúde, velocidade média na qual caminhamos. E muitos compartilham sem nem perceber.

Veja um exemplo, a Mattel lançou uma Barbie que responde à criança. Tal qual uma Siri, o brinquedo grava a fala da criança, envia para processamento em um servidor na nuvem e retorna uma resposta. Em dezembro, eles descobriram que hackers conseguiram espionar as comunicações. Por essas e outras, não consigo me imaginar comprando um brinquedo que tem acesso ilimitado às falas e ao ambiente de áudio em torno do meu filho.

Maus elementos

Temos diversos exemplos de marketings corporativos bem-intencionados que inadvertidamente comprometem dados e privacidade dos consumidores, mas vamos falar sobre quem realmente quer fazer o mal: cibercriminosos atuando em um mercado altamente lucrativo. O número de organizações e grupos de cibercrime está crescendo, e eles estão cada vez mais sofisticados.

Os criminosos fazem parte de uma economia paralela na qual compram e vendem ferramentas para completar suas missões. Além da violação direta de informações de cartão de crédito, eles compram e vendem propriedade intelectual e informações privadas. E alguns, como os que participaram do ataque à Ashley Madison, podem usar os dados para chantagear as vítimas com ameaças de exposição de informações sensíveis.

Você é tão forte quanto seu ecossistema

Uma empresa pode fazer tudo ao seu alcance para proteger os dispositivos que vende e os dados que coleta, mas eles são tão seguros quanto o ecossistema ao qual fazem parte. Temos a tendência de olhar apenas para nossos dispositivos, mas uma única vulnerabilidade pode derrubar todo um ecossistema e os cibercriminosos sabem disso e procuram o link mais fraco.

Parte do problema é que fabricantes de eletrônicos ainda não estão pensando em segurança da rede, e eles precisam fazê-lo rapidamente. Outro fator é a falta de acordos de arquitetura e padrões para IoT, forçando dados de diferentes dispositivos a trabalhar na nuvem para se conectar.

Regulação

As políticas públicas irão desempenhar um papel enorme na discussão em curso sobre IoT. Forças conflitantes já estão em jogo nesta arena: de um lado a necessidade de privacidade do consumidor, do outro os interesses de segurança nacional, para os quais estão dispostos a renunciar a privacidade do consumidor em nome da segurança.

Quando você está dirigindo em uma rodovia, não dá para ser o único carro não afetado pelo tráfego. Somos todos parte de um vasto ecossistema, e acontece o mesmo com IoT. Quanto mais cedo percebemos isso, mais cedo poderemos transformar o IoT em um ecossistema com um nível de privacidade e segurança capaz de gerar confiança nas pessoas e continuar a se desenvolver e crescer.

Precisamos olhar para além dos nossos muros e nos envolver na indústria. É preciso ser parte de uma solução mais ampla. Se você não gosta das normas vigentes, se envolva para mudá-las, mas não apareça no mercado com padrões exclusivos que só irão adicionar mais tráfego na rodovia. Temos de reconhecer que só podemos resolver este problema como uma indústria e começar a trabalhar juntos.

*Gary Kovacs é CEO da AVG Technologies

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Estudo da Gemalto revela aumento dos riscos de segurança de dados de pagamentos e falta de confiança nos métodos de pagamento via dispositivos móveis em todo o mundo

Com a expectativa de que os pagamentos via dispositivos móveis, além de outras formas de pagamento, dobrem nos próximos dois anos, um novo estudo global mostra uma necessidade crítica de que as organizações melhorem suas práticas de segurança de dados de pagamentos. Essa expectativa deve-se a uma recente pesquisa com mais de 3.700 profissionais de segurança de TI em mais de uma dezena dos principais setores da indústria, conduzida, de modo independente pelo Ponemon Institute, a pedido da Gemalto (Euronext NL0000400653 GTO), empresa líder mundial em segurança digital.

Principais resultados

De acordo com o estudo independente sobre egurança de dados de pagamentos, 54% dos entrevistados disseram que sua empresa enfrentou casos de violação de segurança ou de dados envolvendo pagamento, em média quatro vezes nos últimos dois anos. Isso não é uma surpresa, considerando os investimentos, as práticas e os procedimentos de segurança destacados pelos entrevistados:

55% disseram que não sabiam onde os dados de pagamento estavam armazenados ou localizados.
A propriedade da segurança dos dados de pagamento não é centralizada, e 28% dos entrevistados disseram que a responsabilidade está com o CIO, 26% disseram que está com uma unidade de negócios, 19% com o departamento de compliance, 15% com o CISO (Chief Information Security Officer) e 14% com outros departamentos.

54% disseram que a segurança dos dados de pagamento não é uma das cinco principais prioridades de segurança para a empresa, e somente um terço (31%) sente que a empresa direciona recursos suficientes para proteger os dados de pagamento.

59% disseram que sua empresa permite que terceiros acessem os dados de pagamentos e que, desses, somente 34% utilizam a autenticação multi-fator para proteger o acesso.

Menos da metade dos entrevistados (44%) disse que suas empresas usam criptografia de ponta a ponta para proteger os dados de pagamento desde o ponto de venda até quando eles são armazenados e/ou enviados para a instituição financeira.

74% disseram que suas empresas não cumprem os PCI DSS (Payment Card Industry Data Security Standard) ou cumprem apenas parcialmente.

“Os resultados dessa pesquisa independente devem funcionar como um alerta aos líderes corporativos”, disse Jean-Francois Schreiber, Vice-Presidente Sênior para Serviços de Identidade, Dados e Software na Gemalto. “Tendo em conta o que foi apontado em relação aos métodos de pagamento tradicionais e à segurança de dados, as empresas envolvidas com dados de pagamento devem se dar conta de que estar em conformidade não é suficiente e precisam rever completamente suas práticas de segurança, especialmente porque um terço dos entrevistados disse que estar em conformidade com os PCI DSS não é suficiente para garantir a segurança e integridade dos dados de pagamento. O efeito colateral financeiro que as violações de dados causam e os danos à reputação e ao relacionamento com o cliente implicarão um risco potencial ainda maior à medida que os métodos de pagamento mais recentes forem adotados”, completou Schreiber.

A chegada dos novos meios de pagamento e as consequentes preocupações com a segurança

De acordo com o estudo, a aceitação de novos meios de pagamento, como os realizados através de dispositivos móveis, dispositivos sem contato e carteiras eletrônicas, irão duplicar nos próximos dois anos. Embora os entrevistados digam que os pagamentos via dispositivos móveis sejam responsáveis por apenas 9% de todos os pagamentos hoje, espera-se que, em dois anos, essa proporção aumente para 18% de todos os pagamentos. Dados os problemas que os profissionais de TI das empresas reportaram em relação à proteção dos dados de pagamentos realizados através de métodos tradicionais, é provável que as empresas enfrentem ainda mais dificuldades para garantir a segurança de novos métodos de pagamento. Na verdade, o estudo concluiu que quase três quartos (72%) dos entrevistados acreditam que esses novos métodos de pagamento estão colocando os dados dos pagamentos em risco e que 54% não acreditam ou não têm certeza de que os protocolos de segurança existentes da sua empresa são capazes de suportar essas plataformas.

“Analisando em perspectiva, embora as empresas tendam a aceitar os novos métodos de pagamento, elas não confiam plenamente em sua capacidade de proteger esses dados. A maioria dos entrevistados sentia que a proteção dos dados dos pagamentos não era uma grande prioridade em suas empresas e que os recursos, tecnologias e pessoal encarregado eram insuficientes. A despeito da tendência de implementar novos métodos de pagamento, aqueles que vivem o dia a dia da segurança de TI sentem que as organizações ainda não estão prontas para isso. Está claro que as empresas devem procurar soluções o quanto antes e investir nelas para suprir essas lacunas em relação à proteção de dados”, concluiu Schreiber.

Para ler o estudo completo e os resultados para cada país, clique aqui.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi conduzida pelo Ponemon Institute a pedido da Gemalto e entrevistou 3.773 profissionais de TI e de segurança de TI nos Estados Unidos, Alemanha, França, Bélgica, Holanda, Japão, Índia, Rússia, Oriente Médio e África do Sul. Entre os setores representados, incluem-se o de Comunicações, Entretenimento e mídia, Serviços financeiros, Governo, Cuidados com a saúde, Hotelaria, Serviços de TI, Varejo, Tecnologia, Transporte e Serviços públicos. Todos os entrevistados conhecem e estão envolvidos na abordagem das suas empresas em relação à segurança dos dados de pagamento. A maioria dos entrevistados está envolvida no estabelecimento de prioridades e seleção de fornecedores e contratantes no ecossistema de pagamento das suas empresas.

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1ª “Vaquinha imobiliária” do Brasil encerra com 128% de captação

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Com menos de 60 dias, a primeira oferta por meio de crowdfunding do mercado imobiliário do país foi encerrada com sucesso, com 128% de captação. A parceria entre a Vitapar/Vitacon com a Urbe.me teve como objetivo ter o prédio VN Cardoso de Melo financiado parcialmente por meio da “vaquinha imobiliária”, com valores a partir de R$ 1 mil de qualquer investidor e com transações 100% online.

De acordo com Alexandre Lafer Frankel, CEO da Vitacon Construtora, trata-se de um novo capítulo para o segmento. “Consolidamos um modelo muito utilizado em outros países, mas que aqui no Brasil era inédito. A captação ultrapassou nossa expectativa – ao arrecadar R$ 1,279 milhão – ao trazer uma nova opção de investimento e de fácil acesso ao pequeno investidor”.

DETALHES DA CAPTAÇÃO

A rentabilidade será obtida pela performance do empreendimento. A oferta desse primeiro crowdfunding imobiliário é regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), será construída na cidade de São Paulo, no bairro Vila Olímpia.

Paulo Deitos, sócio do URBE.ME, afirma que o investimento por meio da plataforma possibilita a participação de um maior número de pessoas em investimentos desse porte: “ao facilitar o ingresso de novos participantes nesse mercado, a visão é renovada, permitindo que mais pessoas participem do processo e desenvolva senso crítico. Nosso posicionamento reforça este caráter e estimula o surgimento de empreendimentos melhores em todos os aspectos.”

A plataforma do URBE.ME – que inicia agora a primeira captação – foi lançada em abril, e reflete o esforço dos sócios em encontrar uma maneira para conectar empreendedorismo e inovação. A expectativa é grande, não só pelo lançamento do empreendimento, mas pelo lançamento deste novo modelo de negócios que irá transformar as relações vigentes. Desde 2013, o URBE.ME é pensado e desenvolvido para trazer uma nova forma de investir para o Brasil. Plataformas semelhantes já funcionam em outros países, como o Fundrise, primeiro crowdfunding imobiliário nos Estados Unidos. Os projetos que entrarão na plataforma são selecionados pelo URBE.ME de acordo com a viabilidade econômica e com o impacto urbano, que deve ser sempre positivo.

O empreendimento da Vitacon – VN Cardoso de Melo – encaixa-se na proposta, oferecendo apartamentos bem localizados capazes de possibilitar aos moradores tempo para aproveitar a cidade, já que não o perdem em deslocamento. Além disso, o empreendimento não terá grades e haverá cafeteria aberta ao público no térreo, um aspecto positivo para a cidade; além de contar com soluções de compartilhamento de carros, bicicletas, motos e ferramentas que promovem uma melhor utilização dos recursos com sustentabilidade.

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Rede de Centros Internacionais de Negócios abre inscrições para empresas participarem da CeBIT na Alemanha

A agenda de missões internacionais promovidas pela Rede de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), coordenada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e parceiros, como a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), começa em março, com oportunidades para empresas de softwares.

Entre 14 e 18 de março, a cidade alemã de Hannover sedia a CeBIT, a mais importante feira de tecnologia da informação e indústria digital do mundo. Realizado desde 1986, o evento mescla exposição, lançamento de produtos, palestras e encontros de negócios. No ano passado, a CeBIT teve a participação de 3.300 empresas de 70 países, além de mais de 220 mil visitantes.

A missão brasileira é articulada pelo CIN de Santa Catarina e vai ajudar as empresas a identificar potenciais parceiros comerciais, para cooperação tecnológica, analisar a concorrência internacional e as tendências mundiais no setor. O mercado global de tecnologia da informação movimenta mais de US$ 3,4 trilhões. O Brasil domina o cenário na América Latina, com 56% do mercado na região, e pode crescer até 9% até em 2016.

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Fonte: Agência de Notícias da CNI

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Com novo app, Easy Taxi pretende acabar com a chamada de táxis na rua

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FH conquista certificado PCoE de hybris

Além de ser uma das principais empresas de soluções fiscais do Brasil, a FH, empresa de tecnologia especializada em negócios e soluções em TI, possui a maior capacidade instalada do país para projetos omnichannel. E, mais uma vez, a companhia se destaca ao conquistar o Certificado PCoE de hybris da América Latina. Vale lembrar que, em 2014, a companhia foi a primeira parceira SAP da América Latina a receber a Certificação Commerce Developer hybris.

“Graças à expertise em suporte técnico e ao alto nível de seus profissionais, esta é a segunda certificação hybris recebida, o que confere à empresa o título de melhor parceira hybris do Brasil”, relata Eduardo Arantes, Gerente da Unidade de Outsourcing da FH.

Para o gerente, esta certificação autentica a característica inovadora dos serviços de suporte prestados pela companhia, que atua em mais de 25 países nos segmentos da indústria: varejo, manufatura, fashion, utilities, financeiro, farmoquímica, agroindústria. serviços e setor público.

“A FH, em parceria com a SAP/hybris, oferece aos clientes as melhores soluções de comércio eletrônico do mercado, capacitando-os para melhorar a experiência de seus usuários no ambiente omnichannel. Destaco, ainda, que a obtenção da certificação PCoE hybris nos credencia para o que há de mais sofisticado em termos de solução e-commerce no mundo, para isso temos um time de 60 pessoas que monitora em tempo real o negócio eletrônico de nossos clientes e responde aos problemas na velocidade que este segmento demanda”, completa.

hybris revoluciona o conceito de digital commerce

O avanço de mídias móveis traz consigo a necessidade de investimentos em soluções de omnichannel. E, ao contrário dos concorrentes que não possuem um conceito de multicanais integrado, a hybris – principal plataforma de digital commerce disponível no mercado – nasceu omnichannel, o que permite à marca uma divulgação com a mesma experiência de navegação em todos os canais de venda: loja física, loja virtual, callcenter, redes sociais, entre outros meios.

Criada em 1997 na Alemanha e disponível no Brasil desde abril de 2013, a solução hybris – comprada pela SAP em agosto de 2014 – consolida dados, canais e operação, possibilita a simplificação dos multicanais com o aumento de competitividade e promete solucionar um antigo desafio: integrar o varejo offline e o online, além de unir as exigências do B2C aos processos de gestão do B2B nos quesitos de logística, processos de compras, atendimento eficaz e disponibilidade de produtos.

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Startup Marmotex participa da Campus Party em dose dupla

Startup está entre as 200 selecionadas para participar da Startup & Makers Camp 2016 e também venderá refeições “marmotex”

A Marmotex, startup que desenvolveu um novo conceito de almoço corporativo que se difere do tradicional delivery por ser o elo entre o restaurante e o consumidor, foi selecionada para participar da Campus Party como integrante da Startup&Makers (S&M), que tem a missão de conectar os campuseiros com o mundo do empreendedorismo.

Em sua nona edição no Brasil, a Campus Party acontece entre os dias 26 e 31 de janeiro, no Anhembi, e é a maior experiência tecnológica do mundo nas áreas de inovação, criatividade, ciência, empreendedorismo e entretenimento digital.

A Startup&Makers tem a missão de conectar os campuseiros com o mundo do empreendedorismo e apresenta uma área de exposição, atividades de mentoria, networking, hackathons, além de conteúdo educacional com palestras e workshops. O espaço é dividido em dois grupos: Growth Stage, para startups em crescimento, e Early Stage, iniciantes. A Marmotex participa do grupo Growth Stage.

Outra participação da Marmotex na Campus Party acontece através da entrega de ‘marmotex’ para os campuseiros. Neste caso, será a segunda participação da startup no evento, que no ano passado vendeu mais de 1000 refeições.

Para adquirir sua refeição durante o evento, acessar a página www.marmotex.com, fazer o cadastro e se inscrever no grupo Campus Party. O campuseiro define a quantidade e datas nas quais quer receber sua refeição, que custa cerca de 50% menos do que o valor convencional. Excepcionalmente para o evento, o cardápio contará com duas opções, com preços a R$ 15,00 e R$ 22,90. Normalmente, o cardápio convencional da Marmotex tem mais de 10 opções diárias.

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FecomercioSP propõe ao ministro da Fazenda adaptações às novas regras do ICMS

De acordo com a Federação, o ideal seria um cadastro único de abertura de inscrição estadual nos demais Estados e a exclusão das micros e pequenas empresas da nova arrecadação do imposto

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) propôs ao ministro da Fazenda, por meio de ofício, adaptações às novas regras do ICMS, em vigor desde janeiro de 2016. A Entidade já havia encaminhado um ofício em dezembro do ano passado, solicitando a prorrogação do prazo da nova lei para abril deste ano.

O objetivo é sugerir algumas mudanças para aprimorar o processo da nova sistemática de arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), conhecida como Emenda Constitucional nº 87/2015.

A proposta, que tramitou como PEC 197/2012 e que resultou na EC 87/15, tem o objetivo de corrigir uma distorção tributária que permitia o recolhimento de todo o ICMS somente pelo Estado de origem onde está a sede da empresa.

O Estado de destino da mercadoria não tinha qualquer participação no imposto cobrado. Com a nova legislação – ainda em fase de regulamentação por parte dos Estados -, as operações que comercializarem bens e serviços a consumidores residentes em outros Estados fora da origem deverão recolher o imposto partilhado entre os Estados de origem e de destino, proporcionalmente até o ano de 2019, quando o imposto ficará 100% para o Estado de destino da mercadoria.

Segundo a Entidade, ainda há dificuldades práticas no cumprimento da legislação quanto à abertura de inscrição estadual nos demais Estados da Federação, a impressão de guias de recolhimento do ICMS e o envio eletrônico de obrigações acessórias para fins de recolhimento do imposto, como problemas na validação da emissão de nota fiscal entre entes da Federação, uma vez que alguns Estados não reconhecem a inscrição estadual de contribuintes inscritos em outros.

Para aprimorar tais regras, a FecomercioSP sugere ao ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, que os Estados dispensem documentos para abertura e uniformize com cadastro único e exclusivamente eletrônico com apenas o número do CNPJ do contribuinte; ou modificar a cláusula 5ª do Convênio nº 93/2015 para a utilização exclusiva do CNPJ como cadastro único, sem a necessidades de cadastros estaduais a fim de uniformizar a questão ficando a cargo de cada Estado estabelecer convênio com a União por meio da Secretaria da Receita Federal.

A Entidade também propõe implementar guia única para o recolhimento do ICMS em conjunto da alíquota interestadual (para o Estado de origem) e Difal (Diferencial de Alíquota) para os Estados de origem e destino, criando uma espécie de câmara de compensação a ser organizado e administrado pelo Confaz; ou estabelecer, em vez do atendimento às obrigações acessórias por operação, que o cumprimento seja encaminhado de forma mensal, inclusive o Difal.

De acordo com a Federação, deve ser revogada a cláusula 9ª do Convênio nº 93/2015, não devendo ser aplicada essa forma de tributação para as empresas enquadradas no Simples Nacional, uma vez que a própria Constituição Federal assegura tratamento favorecido às micros e pequenas empresas. Além disso, há uma regulamentação própria, de acordo com a Lei Complementar nº 123/06.

A FecomercioSP ressalta que, sem as adequações necessárias, as empresas terão muita dificuldade de operar. Consequentemente, haverá aumento de informalidade e, com isso, redução na arrecadação de impostos.

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Apple encerra 2015 como marca líder de smartphones nos Estados Unidos e na China

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Os últimos dados de vendas de smartphone da Kantar Worldpanel ComTech para o último trimestre de 2015, encerrado em dezembro, mostra um crescimento constante do Android nos Estados Unidos e nos EU5 (grupo dos cinco maiores mercados da Europa, que inclui Reino Unido, Alemanha, França, Itália e Espanha), onde o Android alcançou 59% e 71% respectivamente.

“Agora mais do que nunca é interessante destacar a diferença do desempenho do iOS em comparação com a Apple. Como uma fornecedora, a Apple foi capaz de voltar ao topo das listas classificativas nos EUA e na China, enquanto o iOS tem lutado para voltar à cota de mercado vista em 2014 ao lado de uma série de mercados, especialmente nos EUA”, relatou Carolina Milanesi, chefe de pesquisa na Kantar Worldpanel ComTech. “A lealdade a Apple nos Estados Unidos está em seu nível mais alto desde 2012, reforçando o fato que a retenção de clientes não é um problema. No entanto, a aquisição de Android caiu de 13% no último trimestre de 2014 para 11% no mesmo período de 2015, e os que compraram um smartphone da Apple pela primeira vez contribuíram para que os números de vendas globais fossem de 20% para 11% no mesmo período”.

“Na China urbana, a Apple recuperou seu título de marca de smartphone mais vendida com uma cota de 27% e teve os três principais modelos no topo do mercado”, comentou Tamsin Timpson, diretor de visão estratégica da Kantar Worldpanel ComTech Asia. “Huawei se manteve como o mais vendido dentro do ecossistema Android, fisgando 34% das vendas. Xiaomi está agora distante no segundo lugar no ranking, com 10 pontos percentuais abaixo de Huawei.”

“O mercado norte-americano continua sendo bastante competitivo, pois a penetração de smartphones alcançou 65% entre os usuários de telefonia móvel e 84% entre as vendas globais de telefones móveis”, observou Milanesi. “O conjunto de novos compradores disponíveis está encolhendo e a ampla gama de preços do Android ajuda a arrebatar consumidores tardios que procuram seu primeiro smartphone. Durante o trimestre, 31% dos usuários de Android migraram para smartphones, ligeiramente inferiores em relação os 34% registrados no mesmo período de 2014. Esta tendência está impactando tanto o ecossistema Android quanto marcas que oferecem preços mais competitivos, como a Huawei, LG, ZTE e Alcatel, gerando um crescimento na participação do mercado, em detrimento de marcas como Samsung e HTC”.

“Entre os cinco maiores mercados da Europa, a cota de iOS cresceu consideravelmente trimestre após trimestre, mas as vendas não foram suficientes para mostrar o crescimento ano a ano”, disse Dominic Sunnebo, diretor de negócios da Kantar Worldpanel ComTech Europa. “Mais uma vez, a participação do Android foi impulsionada por um ótimo desempenho nos mercados mais conscientes de preço da Espanha e da Itália. O Android registrou também um crescimento ano após ano no Reino Unido pela primeira vez ao longo de 2015, como também aconteceu com Samsung, LG e Huawei”

“Enquanto o entusiasmo pela aquisição de smartphones continua a minguar e os mercados maduros se aproximam da saturação, os fornecedores estão buscando outras formas de impulsionar o crescimento e os lucros”, disse Milanesi. “No entanto, os smartphones não vão desaparecer tão cedo e terão um papel importante no que está por vir, desde VR, wearables até o lar conectado. Fornecedores que querem permanecer nesse negócio precisam continuar desenvolvendo e oferecendo mais serviços atraentes e recursos que promovam engajamento ou terão que encarar o risco de se tornarem irrelevantes no amplo ecossistema que os smartphones estão criando.”

Para ver o resumo dos dados em uma versão HTML e um arquivo PDF opcional, por favor, visite: www.kantarworldpanel.com/global/News/Apple-Ends-2015-as-Leading-Smartphone-Brand-in-U.S.-&-China

Sobre dados de participação do mercado de smartphone OS da Kantar Worldpanel ComTech

Os dados de participação do mercado de smartphone OS da Kantar Worldpanel ComTech fornecem aos meios de comunicação e às empresas acesso aos dados mais atualizados sobre as vendas e a participação dos sistema de operação em smartphones. Essas informações são baseadas em pesquisas extraídas dos painéis de consumo globais da Kantar Worldpanel ComTech. ComTech é o maior painel de pesquisa e rastreamento sobre dados de consumo de telefonia móvel do mundo, conduzindo mais de um milhão de entrevistas por ano apenas na Europa. ComTech rastreia o comportamento em relação à telefonia móvel – incluindo compra do telefone, contas em relação ao tempo de conexão (airtime), fonte de aquisição e utilização. Ele também oferece dados adicionais para promover uma compreensão do que impulsionou as mudanças no mercado e as dinâmicas da percepção dos consumidores. Todos os dados de consumo neste release excluem as vendas da empresa.

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ICMS no E-commerce: estão querendo quebrar o setor?

O contribuinte brasileiro trabalha em média cinco meses por ano somente para pagar impostos.

Não bastasse isso, temos que lidar com distorções que complicam a vida de quem quer pagar imposto. Milhares de empresas deixam de existir sufocadas pela burocracia brasileira.

O país enfrenta uma grave crise econômica. Não seria hora de desburocratizar e incentivar o empreendedorismo?

Para o Governo Federal, não.

O Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ é constituído pelos Secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação de cada Estado e Distrito Federal e pelo Ministro de Estado da Fazenda.

A missão do Confaz, conforme descrita em sua página na Internet, é: “promover o aperfeiçoamento do federalismo fiscal e a harmonização tributária entre os Estados da Federação”.

As reuniões do CONFAZ são presididas pelo Ministro da Fazenda ou por representante de sua indicação, então não dá para dizer que a culpa é somente dos estados.

O estrago que o Confaz vem fazendo no comércio eletrônico brasileiro começou em 2011.

Em abril de 2011 o Confaz reuniu as secretarias de fazenda de 21 estados para assinar um documento chamado Protocolo 21.

Esse documento obrigava as lojas virtuais a recolherem impostos nos Estados de destino das mercadorias, ou seja, se não bastasse a carga tributaria já elevada, seria preciso pagar imposto duas vezes.

Graças a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) da qual a ABComm fez parte, tal aberração foi julgada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal em 2014.

Em setembro de 2015 o Confaz ainda não satisfeito, deu mais uma pancada no comércio eletrônico brasileiro, ao editar o Convênio 93/2015 que passou a valer a partir de primeiro de janeiro de 2016.

O convênio alterou de forma profunda a sistemática de recolhimento do ICMS, trazendo insegurança jurídica, encarecimento de produtos, aumento nos custos de conformidade e mais burocracia, inclusive para as empresas optantes do Simples Nacional.

No Convênio, ficam obrigadas as empresas que vendem mercadorias entre estados, a recolherem impostos no estado de origem e no estado de destino.

Veja aqui nosso dossiê sobre o Convênio.

Tal obrigação burocratizou e travou a operação de milhares de lojas virtuais optantes pelo Simples Nacional pois obriga as lojas que vendem entre estados, a recolherem ICMS para ambos os estados, o de destino e o de origem, numa confusão absurda de guias e duplicidades, entre outros problemas causados.

Foi ignorado o direito das empresas do Simples Nacional em terem seu recolhimento de impostos simplificado, direito esse garantido pela Constituiçao Federal (art. 170, inciso IX, e 179 da Constituição).

A ABComm está novamente mobilizada junto a outras entidades em outra Ação Direta de Inconstitucionalidade e em paralelo tenta sensibilizar o Ministério da Justiça de que tal medida causa desequilíbrio no setor além de:

Fechamento de lojas virtuais;
Aumento no desemprego;
Aumento da informalidade.
No dia 19 de janeiro o Presidente da ABComm se encontrou com o Presidente do Sebrae e outras entidades ligadas ao comércio e indústria nacionais, para assinar um ofício que foi entregue em mãos ao ministro da fazenda, Nelson Barbosa.

No Ofício as entidades expõem pontos onde o Convênio 93/2015 desrespeita o que já foi legislado com relação ao Simples Nacional.

O Ofício solicita que seja cancelada a cláusula nona do Convênio 93/2015 e que sejam cumpridas as disposições da LC 123/2006 no que se refere às obrigações das empresas optantes do Simples Nacional.

Também foi solicitado que seja desenvolvido aplicativo informatizado que utilize os dados coletados para emissão de nota fiscal eletrônica e assim facilitem os processos de recolhimento e afastem a emissão de guia do ICMS em duplicidade.

É lamentável que isso esteja ocorrendo novamente num setor que tinha muito potencial de crescimento.

Lojas Virtuais Fechadas = Mais Desemprego = Menos Arrecadação

O consumidor também está sendo prejudicado pois vai pagar mais caro pelas compras online. Os custos operacionais serão repassados, assim como os aumentos nos preços dos produtos.

Preços mais altos = Mais Inflação = Menos Arrecadação

Resumindo, o Governo Federal errou ao intervir no e-commerce através do Confaz, que não tem poder de legislar e alterar a Constituição, causando desequilíbrio entre as empresas e ameaçando um setor que tem grande potencial e vem crescendo no mundo inteiro.

Ninguém ganha com isso a não ser o Confaz que teve sua vida descomplicada.

Fonte: Associação Brasileira de Comércio Eletrônico

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ClickSoftware desenvolve linhas de negócio personalizadas para o mercado brasileiro de seguros

Para atender o competitivo mercado brasileiro de seguros, no qual o preço final da cobertura e a qualidade da experiência de atendimento do cliente são extremamente importantes, a ClickSoftware disponibiliza uma completa solução personalizada de gestão da força de trabalho em campo. Dividida em três linhas de negócios – Socorro Automotivo, Inspeção Prévia e Assistência Residencial – a solução desenvolvida exclusivamente para o mercado latino-americano gerencia cerca de seis mil técnicos próprios ou terceirizados das maiores seguradoras da região. Empresas como Suramericana na Colômbia e Liberty Seguros no Brasil, entre outras, contam com o agendamento automatizado e otimizado fornecido pela ClickSoftware.

Líder global no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo, as soluções da ClickSoftware oferecem às seguradoras visibilidade e controle sobre toda a cadeia de gestão de serviços e atendimento ao cliente, otimizando a previsão, o planejamento, as alterações, as programações, o agendamento de tarefas e de ordens de serviço, a mobilidade em campo e o gerenciamento em tempo real de funcionários e recursos.

Para a ClickSoftware, o mercado de seguros brasileiro e latino-americano é considerado prioritário (assim como os de telecom, utilities e bens de capital) e já representa cerca de 15% do faturamento da empresa na região.

De acordo com Sérgio Toti, Gerente de Vendas da ClickSoftware para América Latina, “o mercado de seguros é muito competitivo, por isso as seguradoras precisam melhorar a qualidade do atendimento ao cliente, cumprindo os SLAs e disponibilizando um agendamento com horário acordado com o cliente. Este controle aumenta a receita e reduz custos com itens como deslocamentos e visitas dispendiosas. Em média o aumento de produtividade é da ordem de 17%”, destaca Toti.

Linhas de negócio/ Seguradoras

Para atender as necessidades específicas do mercado brasileiro e da América Latina, a ClickSoftware atua em três frentes de negócio distintas.

Na categoria Socorro Automotivo, a solução ClickSoftware é utilizada pelas seguradoras para o despacho de emergência, localizando o socorrista mais adequado e enviando a solicitação de tarefa até ele. Estes atendimentos são direcionados já levando-se em consideração variáveis diversas, como o tipo de veículo necessário, ferramentas e habilidades do técnico, além do tipo de cobertura do segurado e a sua localização. Os clientes das seguradoras que têm o carro quebrado na rodovia e ligam solicitando o socorro, por exemplo, precisam de uma resposta rápida, principalmente se estão em regiões perigosas ou em casos emergenciais. A solução da ClickSoftware automaticamente define qual pedido é mais urgente, baseando-se em regras corporativas pré-definidas, e localiza o socorrista mais adequado para realizar o atendimento o mais rápido possível. Desta forma a seguradora consegue melhor organizar os horários e ocorrências, em associação com a agenda e localização dos seus funcionários próprios ou das empresas terceirizadas. Além disso, a ferramenta envia todos os detalhes do chamado ao socorrista, por exemplo, se a ocorrência é relacionada à bateria do automóvel, o funcionário já recebe todas as instruções sobre a bateria que deve ser levada no atendimento. Já em problemas com veículos grandes (como os modelos SUV) é necessário que a seguradora esteja ciente que o guincho a ser enviado tenha o tamanho adequado, orientação passada automaticamente pela solução Clicksoftware.

A segunda frente de atuação da companhia é denominada Inspeção Prévia. Neste contexto, a tecnologia da ClickSoftware é utilizada para o controle de processos de inspeção veicular, que ocorrem quando o cliente adquire uma apólice de seguro pela primeira vez. O avaliador tem sua agenda controlada pelo sistema e utiliza a solução móvel da ClickSoftware não somente para reportar o status da tarefa, mas também para anexar as fotos do veículo e preencher formulários sobre os danos existentes. Assim, antes da assinatura da apólice, a seguradora envia o perito, que avalia uma lista de itens que influenciam no valor final do seguro.

A última linha de negócios da ClickSoftware para o mercado de seguros brasileiro é a de Assistência Residencial. As seguradoras, normalmente, possuem sua própria rede de profissionais, incluindo encanadores, eletricistas, técnicos de eletrodomésticos, entre outros. A solução ClickSoftware encarrega-se do agendamento de horários e otimização da agenda desses profissionais, agendando a visita do técnico em data e horário definidos pelo cliente. Assim como nas demais frentes de atuação, o objetivo maior da automatização do gerenciamento da força de trabalho em campo é o agendamento do maior número de ocorrências possível, no menor espaço de tempo. Com este intuito, a solução da ClickSoftware gerencia, inclusive, as peças que os técnicos utilizam durante as visitas e sempre envia o profissional mais habilitado para atender a ocorrência. Assim que o técnico finaliza o atendimento, este realiza a leitura do código de barras da peça, anexa as fotos do equipamento que foi arrumado ou substituído e dá baixa no sistema.

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Integra Optics implanta fábrica de produtos de fibra óptica no Brasil

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Os executivos do Grupo Integra Optics anunciaram hoje, nos Estados Unidos, o lançamento da sua primeira unidade de produção internacional em Piracicaba, São Paulo.

O lançamento da expansão internacional e a implantação da nova fábrica ocorrem durante a Feira Metroconnect 2016 que acontece em Miami. No mesmo evento, a empresa também anunciará o primeiro astronauta brasileiro Marcos Pontes, como o embaixador da marca Integra Optics.

A fábrica de produtos e componentes para fibra óptica será a primeira unidade na região de Piracicaba e seu processo será auto-sustentável, com uma equipe de engenheiros própria, que fornecerão aos clientes transceptores ópticos de alta qualidade 100% compatíveis com OEMs, componentes passivos e de rede HFC. Com grande investimento, a empresa estima gerar mais de 100 empregos direitos e indiretos. Em fevereiro, será realizado um evento oficial no Brasil para a Imprensa, empresários e personalidades.

Toda a linha de produtos da Integra Optics é submetida a testes de qualidade de acordo com padrões certificados pela ISO9001 e os produtos recebem a codificação personalizada, para garantir a compatibilidade com as plataformas específicas dos clientes. Temos uma vasta gama de transceptores compatíveis como QSPF, CFSP, CFP, GBIC, SFP, SFP+, X2, XENPAK, XFP, XFP ajustáveis, bem como GPON. Integra Optics é renomada nacional e internacionalmente pela grande variedade de transceptores 10G, com todas as variáveis positivas para entrega durante a noite e o seu pronto-uso diretamente fora da caixa.

A Integra Optics tem em sua equipe engenheiros técnicos e especialistas em programação que trabalham para garantir que nossos produtos são totalmente compatíveis com as principais marcas. Todos os nossos equipamentos são testado em nossa fábrica e cobertos pela garantia Integra Optics.

Em seu portfólio são produzidos equipamentos, aparelhos e componentes para atender o mercado de fibra óptica como condutores, receptores, switchers, transceiver, plugs e jumpers, smartcoder e outros itens que exigem excelente qualidade, design e performance. O grupo também lançou recentemente a IntegraLED, joint venture focada em produtos com a tecnologia LED, considerada a tendência para o futuro em Tecnologia.

“Existe uma imensa demanda no Brasil para a expansão das telecomunicações e banda larga adicional à medida que cada vez mais consumidores estão usando a Internet e os usuários comerciais estão migrando para a nuvem”, disse Jeff DeWeese, Diretor de Operações da Integra Optics. “Atualmente, o Brasil é o 5º país em número de usuários da Internet e é projetado um crescimento de mais de 5% desse número em 2016. Nossa unidade do Brasil se baseia no modelo que fomentou nosso sucesso nos EUA e está apta a satisfazer a essa demanda. A fábrica é nossa primeira unidade de engenharia, codificação personalizada e produção com inventário significativo e é a única unidade de operação de componentes especiais para redes de fibra óptica no Brasil.”

Segundo o Diretor Executivo da divisão Integra Optics no Brasil, Odilon Claro de Oliveira Jr “…com o estabelecimento da INTEGRA OPTICS no Brasil, além de evitarmos a saída de divisas, passaremos a exportar para as Américas do Sul e Central e gerar empregos no pais, justamente na contra mão do cenário econômico atual. A tecnologia não pode esperar por ajustes temporários na economia. Se parar, já está regredindo! Temos aqui uma empresa estruturada, com estoque robusto e com uma operação logística moderna, garantindo aos nossos clientes rapidez no recebimento do seu pedido.”

ASTRONAUTA BRASILEIRO É O EMBAIXADOR DA MARCA

Aliando a credibilidade e experiência adquirida como astronauta, piloto e engenheiro, Marcos Pontes foi escolhido pela empresa para atuar como consultor e Embaixador da Marca no Brasil. Marcos auxiliará na conscientização da marca, no desenvolvimento de novas estratégias de negócios, na criação de novas oportunidades de negócios e parcerias. Assista o vídeo:

“Acredito que investimentos em educação, ciência e infraestrutura de tecnologia sejam importantes para o futuro do Brasil”, observou Pontes. “Portanto, quando vejo uma empresa como a Integra Optics crescendo, oferecendo excelentes produtos com alta tecnologia agregada, abrindo vagas de empregos e fazendo investimentos financeiros no meu país, quero colaborar para que ela tenha sucesso e beneficie as pessoas do Brasil e da América do Sul. Tenho a honra de estar associado a essa equipe.”

INVESTIMENTO SOCIAL NO BRASIL

Além da implantação de uma fábrica no país, o grupo Integra Optics atuará em ações de Responsabilidade Social em parceria com a Fundação Astronauta Marcos Pontes. Seguindo o exemplo da sede nos EUA que já realiza várias atividades de cunho social, a unidade brasileira prestigiará o investimento e patrocínio de ações sociais com a fundação e também com outras entidades não governamentais.

FIBRA ÓPTICA ESTÁ EM ALTA

Em março de 2015, o ministério das Comunicações, divulgou a intenção para aumentar de 197 para 300 milhões de acessos e atingir 90% dos municípios brasileiros até 2018, alcançado 45% dos domicílios urbanos utilizando a fibra óptica como estratégia para atingir estas metas, prevendo que este mercado crescerá até 2020.

Segundo um estudo realizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 2013, o Brasil tem o potencial de triplicar o mercado de fibra óptica até 2018. Essa afirmação constatou que o mercado interno brasileiro está em crescimento e vai demandar em investimento na produção de componentes e acessórios. Além disso, o banco aprovou linhas de créditos para fomentar o segmento, ampliando a competitividade para pequenos e médios provedores e elevando interesse de novos investidores para o setor.
O mercado brasileiro cresceu 7,4% em 2015, tornando-se o sexto maior mercado com US$ 81 bilhões em negócios, de acordo com a empresa de consultoria International Data Corporation (IDC).

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Mudanças no ICMS em 2016 – Quais são os impactos para os empreendedores?

Em vídeo produzido pela Associação Comercial de São Paulo, Ulisses Ruiz de Gamboa, economista da ACSP, comenta sobre as alterações nas regras de cobrança do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). As novas regras criaram muita burocracia e geraram uma grande polêmica no brasil. Vale a pena conferir os comentários no vídeo.

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Relatório Anual da Arbor Networks sobre Segurança da Infraestrutura Global revela ambiente de ameaças contínuas

A Arbor Networks Inc., divisão de segurança da NETSCOUT (NASDAQ: NTCT), divulga seu 11º Relatório Anual sobre Segurança da Infraestrutura Global (WISR – Worldwide Infrastructure Security Report), com informações recolhidas diretamente da comunidade mundial de operações de segurança sobre uma ampla gama de questões, que vão desde detecção de ameaças e resposta a incidentes até aspectos relativos a equipes, orçamentos e relacionamento com parceiros. Pela primeira vez, as organizações empresariais, governamentais e educacionais representaram quase metade dos participantes; 52% dos participantes são provedores de serviço. O relacionamento de longa data da Arbor com seus clientes e sua reputação como consultora e provedora de soluções é o que torna possível este relatório anual.

“Um ambiente de ameaças em constante evolução é um fato reconhecido pelos participantes da pesquisa”, observa o Chief Security Technologist da Arbor Networks, Darren Anstee. “Este relatório oferece amplas informações sobre os problemas enfrentados cotidianamente pelos operadores de rede em todo o mundo. Ele lembra que a tecnologia é apenas uma parte da história, uma vez que segurança é um esforço humano, com adversários competentes de ambos os lados. Graças às informações de operadores de rede em todo o mundo, podemos oferecer informações sobre pessoas e processos, proporcionando uma imagem muito mais rica e nítida sobre o que ocorre nas linhas de frente”.

As cinco principais tendências em ataques DDoS

Mudança na motivação dos ataques: No ano de 2015, a principal motivação não foi hacktivismo ou vandalismo, mas “criminosos demonstrando capacidade de ataque”, algo normalmente associado a tentativas de extorsão.

O tamanho dos ataques continua crescendo: O maior ataque registrado foi de 500 Gbps, havendo também ataques de 450 Gbps, 425 Gbps e 337 Gbps. Em 11 anos desta pesquisa, o tamanho do maior ataque cresceu mais de 60 vezes.

Ataques complexos em ascensão: 56% dos participantes relataram ataques multivetor direcionados à infraestrutura, aplicações e serviços simultaneamente, contra 42% no ano anterior; 93% relataram ataques DDoS na camada de aplicação. Agora, o serviço mais comumente visado pelos ataques em camada de aplicação é o DNS (em vez de HTTP).

Nuvem sob ataque: Dois anos atrás, 19% dos participantes observaram ataques direcionados aos seus serviços baseados na nuvem. Os números cresceram para 29% em 2014 e para 33% agora. De fato, 51% dos operadores de data center observaram ataques DDoS saturarem sua conectividade à Internet. Houve também um grande aumento no número de data centers que observaram ataques a partir de servidores dentro de suas redes: 34%, comparando-se a 24% no ano anterior.

Falhas nos firewalls durante ataques DDoS:Mais da metade dos participantes empresariais relataram falha de firewall resultante de um ataque DDoS, em comparação a um terço no ano anterior. Firewalls em linha encarregados de verificar o estado das conexões aumentam a superfície de ataque, sendo provavelmente as primeiras vítimas de um ataque DDoS, tendo sua capacidade de monitorar conexões esgotadas. E, uma vez que estão em linha, podem também contribuir para maior latência na rede.

As cinco principais tendências em ameaças avançadas

Foco em melhores respostas: 57% das empresas buscam implementar soluções para acelerar os processos de resposta a incidentes. Entre os provedores de serviços, um terço reduziu o tempo necessário para descobrir uma Ameaça Persistente Avançada (APT) em sua rede para menos de uma semana, e 52% declararam que seu tempo entre descoberta e contenção foi reduzido para menos de um mês.

Melhor planejamento: Em 2015 aumentou a proporção de empresas participantes que desenvolveram planos formais de resposta a incidentes e dedicaram recursos para responder a esses incidentes: 75%, contra dois terços no ano anterior.

Invasores em foco: A proporção de participantes empresariais observando invasores maliciosos subiu para 17% (em comparação a 12% no ano anterior). Quase 40% dos participantes empresariais ainda não têm uma solução implementada para monitorar dispositivos BYOD em sua rede. A proporção dos que relatam incidentes de segurança relacionados ao BYOD dobrou para 13%, contra 6% no ano anterior.

A questão das equipes: Houve uma queda significativa na proporção de participantes que buscam aumentar suas equipes internas para melhorar a prontidão e resposta a incidentes, de 46% para 38%.

Crescente dependência de suporte externo: A falta de recursos internos levou a um aumento no outsourcing de serviços gerenciados e de suporte, com 50% das empresas tendo contratado uma organização externa para a resposta a incidentes. Essa proporção está 10% acima do percentual relacionado aos provedores de serviços. Entre os provedores de serviços, 74% relataram ter observado maior demanda dos clientes por serviços gerenciados.

Escopo da pesquisa

354 respostas, contra 287 para o relatório anterior, de um mix de provedores de serviço Tier 1 e Tier 2/3, hospedagem, serviços móveis, empresas e outros tipos de operadores de redes de todo o mundo.
Consistentemente com os anos anteriores, a maioria das respostas (52%) veio dos provedores de serviços.

Pela primeira vez nos 11 anos de história desta pesquisa, quase metade dos participantes (48%) pertence a outros tipos de organização, proporcionando uma perspectiva mais diversificada quanto aos diversos tipos de redes. Essa porcentagem é maior que os 40% de 2014 e 25% de cinco anos atrás.
As organizações empresariais estão muito bem representadas, com 38% do total de participantes. Os outros participantes não provedores de serviços são instituições governamentais (6%) e educacionais (4%).

Os dados desta pesquisa cobrem o período de novembro de 2014 a novembro de 2015.

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