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“A tecnologia impacta positivamente nos resultados dos negócios” afirma Ney Santos, CIO da BRF, durante Seminário LIDE

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Segundo o CIO (Chief Information Officer) da BRF, Ney Santos, incluir o mundo digital nos negócios é o caminho para inovar e resolver antigos desafios, além de capturar novas oportunidades. “O impacto direto desta ação é o aumento nos resultados e na produtividade, criando novos negócios e gerando novas receitas”, declarou Santos, durante o SEMINÁRIO LIDE TECNOLOGIA promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, ontem, 24 de fevereiro, no Auditório da Gocil, em São Paulo.

“A tecnologia é viabilizadora de grandes ideias, por isso é necessário unir criativos e empreendedores para fazer acontecer. Se a Internet das coisas (do termo em inglês: Internet of Things), estiver assimilada por toda a equipe de executivos da empresa, com certeza projetos inovadores surgirão. Empresas e pessoas passam a trabalhar de forma integrada, gerando economia de tempo e dinheiro”, destacou o palestrante.

“É importante que a TI deixe de ser operada como retaguarda, mas como linha de frente junto a outras áreas como Logística, Supply Chain, Comercial. E assuma a responsabilidade de aumentar receitas e produtividade. Isso força uma nova governança”, afirmou o CIO. “A TI passa a ser um consultor interno de oportunidades junto aos negócios e as ideias vem de todos os lugares. Vira um agente integrador, além de garantir a segurança e integridade da informação”, reforçou o convidado.

“O alto impacto somente será alcançado com a empresa pensando de forma diferente, pensando em como revolucionar com as novas tecnologias”, destacou o expositor. A inovação não virá de uma pessoa ou de uma área, mas de uma cultura em busca da transformação. A arquitetura e integração de tecnologias diferentes serão grandes desafios para as áreas de TI, assim como o cyber security que será uma preocupação cada vez maior.

Ney Santos usou cases de sucesso como exemplo da importância da tecnologia para atingir bons resultados. “O Uber, 99 Taxi, Ipod, entre outros, não inventaram tecnologia nenhuma, apenas usaram a que já existia e criaram um novo negócio de sucesso”, concluiu o expositor.

Laercio Albuquerque, presidente da CA Technologies, que também participou dos debates, afirmou que em todos os segmentos, alguém já é um líder digital máster, “por isso é importante estar atento a este universo digital e não desperdiçar oportunidades”, destacou. Na avaliação de Mario Anseloni, presidente do LIDE MÁSTER e Silvio Genesini, presidente do LIDE TECNOLOGIA, o grande desafio é fazer com que as grandes empresas atuem com start ups. Mesma opinião de Gustavo Ene, CEO do LIDE que reforçou ainda o quanto o tema é instigante e importante para todo o setor empresarial.

A primeira edição do SEMINÁRIO LIDE TECNOLOGIA conta com o patrocínio da CA TECHNOLOGIES, STEELCASE, SPRING MOBILE e VERIZON, com o apoio da GOCIL. Como fornecedores oficiais estão ANTILHAS, CDN COMUNICAÇÃO, ECCAPLAN e PR NEWSWIRE. AMÉRICA ECONOMIA, DCI, as rádios BAND e BANDNEWS, MADE, revista e TV LIDE são mídias partners do evento.

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iProspect avalia impacto de mudanças na busca do Google

Nesta segunda-feira (22), o Google, uma das empresas mais valiosas do mundo, detentora da esmagadora fatia do mercado brasileiro, mudou a forma como apresenta sua página de resultados de pesquisa em computadores, notebooks e tablets.

Antes das modificações, o SERP (Search Engine Results Page), sistema de busca da empresa, exibia onze anúncios, sendo três no topo e o restante dividido entre a lateral direita e o rodapé da página. Agora, o sistema passou a exibir quatro anúncios no topo da página e três no rodapé, suprimindo os anúncios em texto na lateral, que fica reservada ao Google Shopping e ao Gráfico de Conhecimento (box que mostra informações e curiosidades sobre o tema buscado).

Oferendo menos espaço publicitário, o Google aumenta a competição entre as empresas interessadas em links patrocinados e inflaciona o CPC (custo por clique). “Com isso, a tendência é que as pequenas e médias empresas não consigam competir com os grandes anunciantes”, avalia Gustavo Macedo, Diretor de BI e SEO da iProspect. “Nesse cenário, o SEO (Search Engine Optimization) ganha ainda mais importância, já que a primeira tela de carregamento trará apenas um resultado orgânico, fazendo com que somente os sites melhor otimizados concorram por esse espaço, principalmente no que tange a palavras-chave genéricas”, finaliza o executivo.

A iProspect, marca global de performance da Dentsu Aegis Network, analisou os impactos das mudanças no Google e produziu um estudo que pode ser acessado no blog da empresa: http://www.iprospect.com/pt/br/our-blog/google-altera-o-layout-da-busca/

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Lean IT: decisão estratégica para a TI lidar com a crise

Por Douglas Braga

O que causa a crise?

Nos últimos meses tenho me perguntado sobre o que de fato causa uma crise e quais os efeitos colaterais mais perigosos gerados por uma crise.

Sobre o efeito colateral, ocorre que em algum momento, alguém olhou para a situação do país e concluiu que uma crise estaria por vir, então, o “controle emocional” ou a falta
dele, começou a gerar um certo tipo de medo, nas pessoas.

Então as pessoas começaram a deixar de comprar, as empresas pararam de investir e, consequentemente, demissões estão ocorrendo por falta de demanda.

Mas onde as áreas de TI entram nesta história?

Hoje em dia, a Tecnologia da Informação está deixando de ser uma simples commodity para se tornar parte da estratégia da organização, independente do tamanho e segmento de atuação.

Qualquer projeto importante, de uma forma ou de outra, irá exigir da Tecnologia implementações sistêmicas ou arquitetônicas que suportem a empresa. O Lean IT é uma poderosa metodologia para isso, porque permitirá fazer mais com menos, por meio da inovação, tornando as equipe mais eficientes e com alto rendimento.

Assim, os projetos de Tecnologia deixam de representar grandes desafios nas organizações. Fato que, hoje em dia, gera insegurança no corpo executivo que tende guardar na “gaveta” os novos projetos.

A utilização do Lean IT, como metodologia para uma TI mais eficiente, é estratégico porque quando você enxuga a TI consegue:

1 – Agregar maior valor ao negócio e ao cliente final e diminui a insegurança e o medo do investimento. Quanto melhor a experiência do cliente interno e final, mais a TI contribui para o aumento de receita da organização;

2 – Contribuir para o Time to Market. Sobreviverá quem for mais rápido e a TI que ajudar o negócio a ser mais rápido irá prevalecer;

3 – Aumentar a disponibilidade dos serviços críticos de TI. O negócio depende dos serviços de TI para vender, operar, comprar, etc … Quanto mais tempo no ar, quanto menor a quantidade de incidentes e problemas, mais sua empresa terá resultado.

Ter uma TI enxuta, significa diminuir a insegurança ou “medo de investir” e aquele que pensar nisso irá contribuir para o bem estar da organização e de todos que depende dela.

O medo é importante, pois gera cautela. Mas é importante saber controlá-lo e não deixar que ele controle nossas vidas. Lean IT é uma metodologia testada e comprovada, que te ajudará nessa jornada empresarial, principalmente em tempos de crise!

Boa sorte nos negócios

Douglas Braga
Responsável pela nova área de Eficiência e Inovação da Global TI

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Plataforma global do Retail Food Group leva a um desempenho recorde

Um forte crescimento orgânico, sinergias de aquisição e iniciativas para aumento de receitas proporcionaram ao Retail Food Group Limited (RFG, a empresa ou grupo)(ASX:RFG) um lucro líquido depois dos impostos (Net Profit After Tax, NPAT) subjacente a 1H16 de $32,1 milhões, um aumento de 27,1% sobre o período anterior correspondente (previous corresponding period, PCP), conforme relatado nos resultados semestrais recentemente divulgados da empresa.

O forte resultado de lucro da empresa foi produto de um EBITDA recorde de $53,5 milhões em 1H16, representando um aumento de 36,4% no PCP, demonstrando um robusto potencial inerente no modelo de negócios do Grupo.

O diretor administrativo do RFG, Tony Alford, disse que o impressionante histórico de desempenho da empresa, o crescimento no investimento e as sólidas remunerações aos acionistas desde que a empresa entrou na bolsa de valores, em 2006, a posicionaram muito bem para capitalizar a futura expansão global.

“Em relação à escala e penetração de rede, o RFG superou a marca de 2.500 lojas, tem o sistema da marca licenciado em 63 territórios internacionais e tem aumentado exponencialmente as oportunidades globais agora disponíveis para a empresa, tanto pela perspectiva de franquia quanto pela de fornecedor”, declarou.

“O RFG é atualmente, indiscutivelmente, um líder em seu setor, não apenas nacionalmente, mas em todo o mundo”.

Contribuindo aproximadamente com 17% (ou $9 milhões) do EBITDA do grupo em 1H16, as operações internacionais do RFG foram conduzidas pelo comissionamento de um recorde de 73 novas lojas e a concessão de seis novas franquias para parceiros locais experientes na Nova Zelândia e em Myanmar.

“As operações internacionais do RFG proporcionam à empresa uma plataforma para um crescimento sustentável de risco relativamente baixo”, segundo Alford. “Ainda existem oportunidades significativas para penetração em novos mercados, com o foco na expansão de sua presença na Índia, Ásia, Europa, Oriente Médio e nos EUA”.

Em relação às operações internacionais de café, as instalações de torrefação da empresa em Los Angeles foram renovadas e foram renomeadas para Di Bella Coffee, com uma loja on-line estabelecida para aproveitar a emergente cultura de café espresso nos EUA.

A empresa planeja lançar outros centros internacionais de torrefação e distribuição de café, sendo a primeira programada a ser comissionada ainda em 2016.

Com operações globais cada vez mais diversificadas, iniciativas de condução de crescimento fortes por todas as unidades de negócios e diversas novas fontes de receita sendo pesquisadas, Alford disse que o RFG se mantém dinâmico nas suas perspectivas para o ano fiscal 2016 e além.

Sobre a Retail Food Group Limited

A RFG é proprietária dos sistemas de franquia Donut King, Brumby’s Bakery, Michel’s Patisserie, bb’s Café, Gloria Jean’s Coffees, It’s A Grind, The Coffee Guy, Café2U, Esquires, Pizza Capers e Crust Gourmet Pizza Bar. A empresa é uma importante atacadista de torrefação de café, fornecendo para o sistema de marcas existente e terceiros sob as marcas fabricantes de café Di Bella Coffee, Evolution Coffee Roasters Group e Roasting Australia.

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Advogado tributarista analisa reflexos da medida do Confaz sobre o e-commerce

Ricardo_Seyboth1_inc_1 As micro e pequenas empresas inscritas no regime de tributação do Simples Nacional estão livres de seguir as novas regras de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) interestadual sobre comércio eletrônico impostas pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

A liminar foi concedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5464 ajuizada no final de janeiro pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) com o apoio de entidades como o Sindicato das Empresas de Contabilidade e de Assessoramento no Estado de São Paulo e Sebrae Nacional.

Para o advogado Ricardo Hildebrand Seyboth, é importante ficar atento porque as demais empresas, não inscritas no Simples, ainda deverão cumprir as novas regras de partilha do ICMS, e enfrentar a burocracia e custos. Também cabe lembrar que, além de o Confaz ainda pode entrar com recurso para derrubar a liminar, o Plenário do STF ainda não apreciou a matéria.

A determinação do Confaz sobre a tributação do ICMS no comércio eletrônico está valendo desde janeiro deste ano. Seyboth esclarece que, pelas novas regras, o empresário deve, ao remeter produto para outro estado, utilizar a alíquota interna prevista na unidade federada de destino para calcular o valor total devido sobre a operação; cindir o pagamento desse valor, utilizando-se da alíquota interestadual para o pagamento ao Estado de origem; calcular a diferença entre a alíquota interna e a interestadual, e recolher o diferencial de alíquota, também chamado de DIFAL, ao estado de destino, por meio de GNRE; e, quando for o caso, recolher o valor referente ao Fundo de Combate à Pobreza para o Estado de destino.

Segundo ele, os contribuintes ficam, ainda, sujeitos à inscrição nas respectivas secretarias da Fazenda dos estados de origem e destino, de acordo com a legislação estadual específica. “Também está autorizada que a fiscalização do estabelecimento contribuinte situado na unidade federada de origem possa ser realizada, conjunta ou isoladamente, por todos os estados envolvidos nas operações, desde que o Fisco da unidade de destino tenha realizado credenciamento prévio na Secretaria da Fazenda da unidade de origem do estabelecimento”, observa. “Esse credenciamento é dispensado no caso de a fiscalização ser realizada sem a presença física da autoridade fiscal no estabelecimento”, coloca.

Seyboth admite que tudo isso acaba por onerar a atividade empresarial, tendo em vista que, além do aumento no custo da operação, em razão da necessidade de recolhimento de valores maiores a título de ICMS, o contribuinte precisa proceder à inscrição estadual nos respectivos Cadastros de Contribuintes de ICMS, além de estar continuamente atualizado sobre as complexas legislações estaduais.

O advogado afirma que os impactos para as empresas são bastante relevantes, porque, além de aumentar a burocracia para efetuar a venda, implicam em aumento de custos operacionais e encarecem as mercadorias. Para Seyboth, a medida do Confaz beneficia principalmente os estados do Norte e Nordeste, que não são centros distribuidores de mercadoria. A receita, para eles, crescerá significativamente, tendo em vista que passam a contar com verbas de que não dispunham anteriormente.

Para estados do Sul e Sudeste, prossegue Seyboth, onde se concentra a maior parte das empresas do país, é possível que haja queda de receita. No Paraná, por exemplo, a previsão é de que 1,3% da arrecadação sejam perdidos. No entanto, será preciso aguardar a evolução dos números para que se tenha uma visão mais clara do assunto. Seyboth entende que existem maneiras de as lojas adaptarem suas estruturas para continuar sendo lucrativas. Uma delas é justamente a limitação do mercado de atuação; outra é encontrar meios, possivelmente através de portais que centralizem a venda de produtos, de contornar as exigências.

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O retorno ao pré-pago

Nem todo consumidor pode ter acesso a serviços mais baratos e de qualidade, como Netflix,X-Box Live, games online ou conteúdos digitais, já que grande parcela dos brasileiros (mais de 40%) nem sequer tem conta bancária ou, se tem, busca maior controle dos seus gastos.

Não faz sentido que a tecnologia democratize e viabilize o acesso a novos conteúdos, se a sua aquisição depende de bancos e de cartões de crédito. Está aí o princípio dos cartões pré-pagos, disponíveis nos caixa de supermercados, farmácias, livrarias e lojas de conveniência.
Com eles, uma vasta gama de consumidores pode ter acesso a uma infinidade de serviços que antes era restrito apenas a quem possuía cartão de crédito ou conta em banco.

No Brasil, o acesso à internet via smartphones já ultrapassa a marca de 54 milhões de usuários, e com isso, o interesse de consumidores em adquirir conteúdos digitais, tais como games, filmes, livros, músicas entre outras facilidades pelo celular já é uma realidade.

Segundo a epay Brasil – maior processadora de soluções pré-pagas do mundo e responsável pela tecnologia por trás de cartões pré-pagos de diversos conteúdos no país – amovimentação do mercado deste tipo de compra aumentos. “ O cenário econômico atual possibilita a grande parte da população não bancarizada acesso a produtos e serviços por meio de soluções pré-pagas que permite não só acesso a conteúdos digitais como também mais facilidade para controlar as despesas do dia-a-dia”, diz Solange Cunha, Presidente Nacional da epay Brasil.

A epay global faturou mais de R$782milhões de dólares em 2014 “O varejo brasileiro cada vez mais vem aderindo aos nossos produtos e serviços, e há perspectiva de crescimento acima de dois dígitos nos próximos dois anos”, diz Solange

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Planet Startup abre inscrição para novos projetos

A Planet Startup (PSUP), uma aceleradora que transforma ideias em grandes negócios, abriu seu processo de captação de novos projetos em 2016. Serão escolhidos 10 planos para integrar o grupo, que tem hoje sete empresas incubadas.

A empresa avaliou desde 2013 cerca de oito mil propostas, sendo que 85% delas eram de empreendedores na faixa de 18 a 25 anos. A grande maioria, cerca de 60%, eram do segmento de Internet, com destaque para o mercado de Comércio Eletrônico, Educação, SAAS e FinTechs. A expectativa dos fundadores da PSUP é de avaliar cerca de três mil projetos até o fim do ano para conseguirem chegar à meta de 10 startups para acelerar.

Fernando Taddeo, um dos sócios, explica que “fazemos um processo de seleção detalhado para ver quem está pronto para desenvolver seu projeto, acelerar o seu crescimento e receber aporte. Tem muito projeto bom no mercado, mas estamos em busca de pessoas que tenham mais do que uma ideia, que tenham a força de vontade para colocá-la em prática”.

Os projetos para investimento vão até R$ 300 mil e as inscrições podem ser realizadas em www.psup.com.br. Elas serão recebidas e avaliadas uma a uma.

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E-bit/Buscapé aponta que comércio eletrônico brasileiro deve crescer 8% em 2016

A E-bit/Buscapé (www.ebit.com.br), unidade especializada em informações de comércio eletrônico do Buscapé Company, lançou, nesta quarta-feira (24/02), a 33ª edição do relatório WebShoppers. A pesquisa traz um panorama completo do comércio eletrônico em 2015 e aponta as expectativas para 2016, além disso, também apresenta o resultado de estudos específicos sobre compras em sites estrangeiros (cross- border), omnichannel e a análise de preços do Índice FIPE/Buscapé.

De acordo com o relatório, apesar do cenário econômico desfavorável, no ano passado, o setor registrou um crescimento nominal de 15% no faturamento, movimentando R$ 41,3 bilhões. A previsão é de que, até o final do ano, o e- commerce nacional fature R$ 44,6 bilhões, o que representa um acréscimo nominal de 8%, em relação ao período anterior.

Dentro do cenário de crise econômica, com aumento de inflação, desemprego e incertezas ao longo de 2015, o e-commerce se mostrou uma excelente alternativa na busca de bons negócios para o consumidor, apresentando faturamento muito acima do registrado no varejo tradicional”, afirma o fundador da E-bit, presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP e vice-presidente de Relações Institucionais do Buscapé Company, Pedro Guasti.

O ano de 2015 reservou resultados positivos para o setor. Entre os pontos fortes, o crescimento expressivo das vendas feitas por dispositivos móveis, que passaram a representar 12% do faturamento, na média do ano, e 14,3%, em dezembro. O número de consumidores que realizaram pelo menos uma compra via Internet chegou a 39,1 milhões, volume 3% maior, se comparado a 2014. A quantidade de pedidos cresceu 3%, atingindo 106,2 milhões. Já o tíquete médio das compras ficou em R$ 388, valor 12% mais alto, se comparado ao ano anterior. Para 2016, estima-se que o tíquete médio das compras gire em torno de R$ 419, o que representa um crescimento de 8%, em relação ao ano passado.

“O crescimento no número de consumidores ativos foi menor se comparado a outros anos. Isso tem relação com a redução da participação da classe C nas compras online nesse período. Em contrapartida, o público de renda mais elevada comprou mais pela Internet. Essa é uma das explicações para o crescimento do tíquete médio. Outro fatores que justificam esse quadro são o aumento de 8,94% nos preços praticados, segundo o Índice FIPE/Buscapé, e a preferência dos consumidores por produtos recém-lançados e de alto valor agregado”, explica o diretor executivo da E-bit/Buscapé André Ricardo Dias.

Um ponto de destaque no ano passado foi a elevação no NPS (Net Promoter Score), que mensura a satisfação e a fidelizacão dos clientes no comércio eletrônico. No segundo semestre, o índice apresentou seu melhor resultado desde 2013, com 65% de satisfação. Isso aconteceu em virtude da diminuição no atraso das entregas e da melhoria dos serviços prestados pelas lojas. Mesmo a diminuição da oferta de frete grátis pelas lojas, durante o período, não interferiu nesse resultado. Em 2015, apenas 39% das compras (dezembro/2015) não tiveram cobrança de entrega.

Aumento de compras em sites internacionais

Em dezembro de 2015, a E-bit/Buscapé realizou nova pesquisa com os e-consumidores para estudar seus hábitos de compra em sites internacionais (cross-border). Mesmo com toda a incerteza da economia e o impacto da desvalorização do real, houve um crescimento expressivo de usuários brasileiros em sites estrangeiros, em relação aos dois anos anteriores. Se em 2014, a quantidade de compradores nesses sites chegou a 38%, em 2015, esse número avançou para 54%.

Foram 14,9 milhões de consumidores únicos que realizaram compras em sites fora do Brasil (como Aliexpress, Amazon e eBay, entre outros), tendo gasto no total US$ 2,02 bilhões, 18% a mais que em 2014. As categorias mais procuradas foram “Eletrônicos”, “Moda e Acessórios” e “Informática”, respectivamente.

Integração dos canais on e off

A convergência de todos os canais utilizados pela empresa, com o objetivo de integrar as vendas entre as lojas físicas e a virtual, é o que se chama de omnichannel, uma conveniência ao consumidor no processo de atendimento. Em pesquisa realizada entre dezembro/2015 e janeiro/2016, a E-bit/Buscapé procurou entender as percepções de quem está presente nos diferentes meios, como a preferência em adquirir determinadas categorias de produto, no canal onde o comprador entende que existe maior conveniência.

O estudo revela que, no meio online, as categorias mais populares são “Viagens e Turismo”, “Eletrônicos” e “Assinatura de Revistas”. Isso acontece muito em virtude do alto valor agregado dos produtos, que faz com que os consumidores usem a Internet como ferramenta de pesquisa e busca pelo melhor preço. A preferência pelo varejo físico ocorre nas categorias “Petshop”,”Alimentos e Bebidas” e “Joalheria”, pelo fato de muitos produtos requererem a necessidade de visualização ou por causa da dificuldade na logística para produtos alimentícios perecíveis, por exemplo.

Entretanto, há categorias nas quais não há muita distinção entre canal digital ou tradicional É o caso de “Ingressos”, “Brinquedos e Games” e “Esporte e Lazer”, que já tem uma boa participação online, mas que, de acordo com os participantes da pesquisa, ainda carecem de investimentos com foco em melhorias, como redução dos prazos de entrega e maior facilidade para troca e devolução dos produtos.

Alta no Índice FIPE/Buscapé

No ano de 2015, a alta dos preços no varejo atingiu também o comércio eletrônico brasileiro. O Índice FIPE/Buscapé registrou valores 8,94% mais caros que o ano anterior. A alta da inflação ajudou a diminuir o poder de compra dos trabalhadores, principalmente os de menor renda. A classe C terminou o ano com 39% de participação nas compras (dezembro/2015), diferente dos 54% anteriores (novembro/2013).

O relatório WebShoppers tem o apoio premium da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), além da IAB, Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e do E-Commerce Brasil, na divulgação dos dados para o mercado.

O relatório completo estará disponível para download gratuito a partir desta quinta-feira, 25 de fevereiro, no site www.ebit.com.br/webshoppers.

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Indra prestará serviços de testing e integração de sistemas para a vivo

A Indra assinou novos contratos com a VIVO, marca da Telefónica no Brasil, para prestar serviços de testing de software e realizar a integração da operadora de telecomunicações e a GVT por meio de ERP da SAP, respectivamente.

O primeiro dos projetos contempla a execução de testes das aplicações da VIVO assim como a implantação e integração de soluções para melhorar o atendimento ao cliente por meio de ferramentas de controle e automatização. Os serviços de testing atenderão todas as demandas de desenvolvimentos evolutivos e integração de novas soluções da VIVO com outros sistemas durante um período de quatro anos.

A Indra prestará suporte a VIVO a partir das Software Labs de Campinas e Goiânia (fábricas com certificação TMMI 3) e a área de outsourcing com um modelo de serviço próprio 24×7, baseado nas melhores práticas do mercado (CMMi /TMMi, ITIL, COBIT e PMI).

Este projeto tem como objetivo incrementar a produtividade na execução de testes, reduzir o custo e o prazo de execução dos mesmos, assim como aumentar a qualidade das implantações e estender a cobertura dos testes funcionais e automatização das atividades na operadora.

Integração com a GVT

Por outro lado, a Indra fará a integração de todos os processos baseados em SAP da VIVO e da GVT, empresa adquirida pelo Grupo Telefónica. Os projetos incluem a implantação dos ERP da SAP por parte da multinacional de consultoria e tecnologia com o objetivo de simplificar a arquitetura de sistemas e adotar uma plataforma de gestão única.

A VIVO é a operadora líder do mercado brasileiro –o maior mercado da América Latina- por número de clientes, com mais de 103 milhões, como por receita. A VIVO conta com a maior rede nacional 3G, presente em 3.400 municípios e de 4G (com uma cobertura que supera 183 cidades no país).

Parceira tecnológica

A Indra reforça com estes novos contratos seu posicionamento como parceira tecnológica da VIVO, cliente no qual atua há mais de década. Atualmente, mais de 600 profissionais da multinacional de consultoria e tecnologia prestam suporte na área TI da operadora. Além disso, colaborou no desenvolvimento de projetos estratégicos em diversos âmbitos.

A Indra possui uma ampla experiência na prestação de serviços e desenvolvimento de infraestrutura tecnológica das operadoras de telecomunicações. As soluções desenvolvidas pela companhia prestam serviço a mais de 250 milhões de clientes de telefonia móvel em 20 países. Quatro das dez maiores operadores do mundo são clientes da Indra.

Sua oferta inclui, desde serviços integrais de consultoria, até a implantação de soluções nos âmbitos de gestão comercial e de negócio, suporte à operação dos serviços de telecomunicações e gestão corporativa da operação.

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65% das mulheres já mudaram seus hábitos de compra por causa das redes sociais, diz SPC Brasil

Nove entre cada dez brasileiras fazem uso das redes sociais, mas TV ainda é a principal fonte de informação. Ainda assim, para 58,5% as propagandas não refletem as mulheres como elas são na realidade

Que as redes sociais e a mídia são utilizadas para diversos fins de consumo já é um fato amplamente conhecido. Porém, mostrar como especificamente as mulheres se comportam e respondem à influências de compra e avaliar a percepção da sua imagem utilizada pelos meios de comunicação é o objetivo da série de pesquisas “O Perfil de Consumo das Mulheres Brasileiras” do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).Segundo o estudo, 64,8% das brasileiras entrevistadas admitem que já mudaram seus hábitos de compra por causa das redes sociais. Ou seja, o fato de acompanhar posts, dicas e comentários teve algum efeito sobre o cotidiano e comportamento de consumo dessa mulher, fazendo com que ela passasse a comprar produtos sugeridos ou mudasse algumas prática do dia a dia.

De acordo com os dados obtidos, as redes sociais são utilizadas por 94,3% das entrevistadas. A plataforma mais popular é o Facebook, citado por 89,2% das mulheres entrevistadas, seguido pelo Youtube (43,4%) e pelo Instagram (34,4%). A pesquisa também abordou os temas que mais mobilizam as postagens, compartilhamentos e acompanhamento das mulheres nas redes sociais: culinária (65,1%), moda (46,8%) e beleza (40,3%).

Em contrapartida, o tema finanças pessoais está entre as áreas menos acompanhadas entre as brasileiras, citado por 9,2% das entrevistadas. Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o baixo interesse pelos assuntos relacionados ao orçamento pessoal não é um bom sinal. “É importante buscar instrumentos que facilitem a organização da vida financeira e o melhor controle dos gastos, e as redes sociais podem ser de grande ajuda nesta tarefa”, diz Kawauti. “Ao compartilhar informações sobre esse tema, as consumidoras podem ampliar seu conhecimento sobre finanças pessoais e agir de forma mais consciente, inclusive ensinando outras pessoas como amigos e parentes.”

52,6% das mulheres fazem avaliações de produtos na internet

Se as redes sociais são importantes ferramentas para aprender e debater, também servem para divulgar suas opiniões sobre os produtos comprados. Mais da metade das mulheres entrevistadas (52,6%) costuma fazer avaliações ou comentários na internet sobre os produtos que compra, sendo que três em cada dez (32,4%) o fazem independente de a compra ter sido considerada boa ou ruim; e 20,2% somente quando o produto é ruim. Dentre as mulheres que possuem este hábito, os itens mais avaliados são os celulares (63,0%), as roupas (56,6%), calçados (45,8%), alimentos (32,8%) e equipamentos de TV, DVD e som (30,6%).

“Ao potencializar a circulação e a troca de informações dos produtos comprados, as redes sociais aumentam o poder de escolha das consumidoras, podendo até mesmo provocar mudanças consideráveis em suas preferências e hábitos”, explica Kawauti.

Para a economista, as redes sociais assumem um papel cada vez mais importante no dia-a-dia das brasileiras.

“Novos meios online de acesso à informação proporcionam um espaço ilimitado para que as mulheres interajam e compartilhem suas experiências de consumo, funcionando como fóruns de discussão e ajudando na decisão de compra de outras consumidoras”, diz.

Com o aumento do uso de smartphones, os aplicativos também ganham cada vez mais espaço no consumo das mulheres. A pesquisa mostra que cinco em cada dez entrevistadas (49,9%) fazem uso de apps no dia-a-dia, sobretudo as pertencentes às classes C, D e E (45,1%). Dentre as mulheres que utilizam essa ferramenta, os mais populares são aqueles que servem para compra online de roupas e sapatos (24,4%), pedir comida (11,2%), auxiliar a dieta (9,6%) e chamar táxi (9,5%). Já os aplicativos para auxiliar o planejamento do orçamento são citados por 8,8% das entrevistadas.

TV ainda é a principal fonte de informação, mas internet ganha força

Considerando os diversos canais que são utilizados para obter informação, o estudo do SPC Brasil e da CNDL revela que a internet já ultrapassou parte dos meios mais tradicionais como jornais e revistas, assumindo um papel cada vez mais importante na vida das brasileiras. Ainda assim, a televisão lidera, sendo mencionada por 68,4% das entrevistadas. Logo após foram citados o Facebook (64,7%), o aplicativo Whatsapp (48,0%) e os portais de notícias (42,0%).

Além de ocupar uma boa posição entre as fontes mais populares para obter informação, o Whatsapp também é citado como o meio de comunicação com maior média de horas dedicadas por dia: são 4,2 horas contra 3,0 horas diárias para o Facebook; 2,9 horas para a TV e 2 horas para o rádio.

Apesar da tecnologia e da variedade de canais informativos, o boca-a-boca com amigos ou familiares foi identificado na pesquisa como o meio mais confiável para as entrevistadas, seguido pela conversa com outros consumidores e pelos jornais. Já as propagandas menos confiáveis na visão das mulheres são aquelas feitas por SMS e por vendedores.

58% acreditam que as propagandas não retratam a mulher real

Ainda que os canais online e tradicionais sejam utilizados pelas mulheres para obter informações, nem sempre elas se sentem plenamente identificadas nesses veículos. Para 58,5% das entrevistadas, as propagandas não refletem suas atitudes e quem elas são.

Entre as brasileiras que acreditam que o perfil de mulher presente na mídia não corresponde à realidade, as principais justificativas são que elas são muito diferentes fisicamente das mulheres reais (59,6%); que elas se sentem incomodadas pela propaganda que as apresenta como objetos sexuais (32,1%); e que as mulheres são sempre mostradas como sendo felizes em famílias perfeitas, e isto não reflete a vida real (29,5%).

A pesquisa então procurou saber quais são os segmentos em que a propaganda mais precisa se adequar para refletir a mulher de hoje e revela que os mais distantes do que as brasileiras pensam ser ideal são o de cerveja, de automóveis, e de moda e beleza.

Quando questionadas sobre como gostariam de ser representadas na propaganda, as entrevistadas afirmaram querer ser retratadas como mulheres guerreiras (49,2%), reais e sem o padrão de beleza inatingível dos filmes e da TV (46,6%), dinâmicas (33,0%) e independentes (32,7%).

O estudo do SPC Brasil também investigou a influência do padrão estético das propagandas no consumo das mulheres e mostra que, ainda que 41,8% das entrevistadas acreditem que esse padrão da mídia não influencia no consumo delas, outros 53,7% das entrevistadas admitem comprar roupas e acessórios vistos na mídia para acompanhar as tendências, desde que esses produtos atendam ao gosto pessoal.

Apenas 11,9% das mulheres brasileiras admitem que o padrão estético exerce muita influência nos hábitos de compra, uma vez que sempre compram os produtos ou serviços indicados.

Metodologia

O SPC Brasil inicia a série de pesquisas “O Perfil de Consumo das Mulheres Brasileiras”. A amostra abrange 810 mulheres com idade igual ou superior a 18 anos, de todas as classes sociais em todas as regiões brasileiras. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

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Capgemini anuncia novo diretor de vendas no Brasil

Com 25 anos de experiência, Edésio Cervino chega para reforçar a unidade de negócios de serviços de infraestrutura

A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia a nomeação de Edésio Cervino como diretor de vendas no Brasil.

Edésio possui 25 anos de experiência na área de TI, é formado em Ciências da Computação pela UNIFACS, possui MBA em Gestão de Negócios pela USP e passou com êxito por empresas como Tivit, Odebrecht, Banco Santander e HP. O diretor chega para reforçar a estrutura de vendas da Capgemini na unidade de negócios de serviços de infraestrutura (IOS).

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Reinaldo Yocida assume a vice-presidência de Vendas para Soluções Analíticas da SAP Brasil

A SAP, líder mundial no mercado de aplicações de software empresarial, anuncia Reinaldo Yocida como vice-presidente de Vendas para Soluções Analíticas da subsidiária brasileira. Rui Botelho, que exercia essa função, assume a vice-presidência de Vendas para Core Industries da SAP Brasil.

Para Yocida, sua experiência em Analytics vai contribuir para demonstrar aos clientes todo portfólio de soluções analíticas da SAP (Gestão de Performance, Governança, Risco e Compliance, Business Intelligence/Análise Preditiva e Funções Financeiras) poderão suportar o desenvolvimento de suas empresas de forma simplificada. “Com grande satisfação, tenho a missão de manter a área em pleno crescimento na SAP Brasil, além de desenvolver novas estratégias para atender esse mercado” salienta o executivo.

O novo vice-presidente é formado em Engenharia Civil pela USP e também tem longa experiência em TI, área em que atua desde a década de 1990. Trabalhou anteriormente na Price Waterhouse and Coopers (PWC), onde foi Business Transformation Consultant, e na IBM, onde liderou a Unidade de Negócios de Commerce.

Rui Botelho, que ocupava a posição agora ocupada por Yocida desde março do ano passado, se destacou por estruturar a área e trazer resultados positivos para a SAP no segmento de Analytics. “No ano passado, recebi a missão de mostrar ao mercado como as soluções analíticas da SAP podem contribuir para melhorar e simplificar os negócios dos nossos clientes. Agora, tenho o desafio de liderar e impulsionar as conquistas de novos negócios pelo nosso time de Vendas em setores como Indústria, Utilidades, Telecomunicações, Construção, Serviços Públicos, entre outros”, afirma executivo.

Botelho é graduado em Engenharia de Sistema pela Universidade Mackenzie com 20 anos de experiência no mercado de TI. Entre outras empresas, trabalhou na PWC, como diretor de Consultoria e de Vendas; e na IBM, onde liderou diversas unidades de venda de hardware, serviços e software.

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Acelera Startups realiza sua Conferência Anual de 14 a 19 de Março de 2016

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Evento abordará conteúdo e melhores práticas para empreender em uma era cheia de transformações e oportunidades.

A Conferência Anual Acelera Startups é um evento online e gratuito que irá acontecer no período de 14 a 19 de março divulgando as melhores práticas empreendedoras, entrevistas e dicas para que os empreendedores possam enfrentar os desafios da nova era e aproveitar as oportunidades advindas dela.

Irão participar do evento grandes nomes do Empreendedorismo nacional como a escritora Martha Gabriel, Raul Candeloro (Diretor da Revista Venda Mais), Eric Santos (CEO Resultados Digitais) e Lucas Izoton (Fundador da Marca Cobra D”agua), além da estrela internacional Sujan Patel (Empreendedor e Growth Hacker).

Para saber mais detalhes e garantir a sua vaga, basta acessar o link: http://conferencia.acelerastartups.com

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Grupo Netshoes anuncia aquisição da Shoestock

O Grupo Netshoes anuncia a aquisição da Shoestock, uma das mais importantes marcas de calçados originárias de São Paulo. A primeira aquisição na história da empresa ocorre por meio do e-commerce de moda Zattini, lançado em dezembro de 2014, que retomará a produção e comercialização dos célebres calçados e acessórios da marca.

O Grupo Netshoes passa a ser a única detentora da Shoestock. “Desde 2014, estruturamos nosso capital para oportunidades de investimentos como esta”, revela Marcio Kumruian, fundador e CEO do Grupo Netshoes. Criada em 1986, a marca encerrou suas atividades no último trimestre de 2015. “A marca já tem um relacionamento estreito com seu público e o papel do Grupo Netshoes, via Zattini, é renovar a Shoestock, com a excelência do ambiente online, qualidade de atendimento e produtos a preços competitivos”, completa o executivo.

Os consumidores da Shoestock serão beneficiados com a expertise e capilaridade de 16 anos de e-commerce do Grupo Netshoes. “Nosso principal desafio é digitalizar e relançar a marca para o segundo semestre e, em breve, também teremos novidades sobre como respeitaremos a tradicional experiência física da Shoestock”, explica Kumruian. Todas as experiências de compra online propostas para a “nova” Shoestock serão norteadas pelas já reconhecidas melhores práticas do Grupo Netshoes, cuja missão é entregar a melhor experiência de compra ao cliente e facilitar seu dia a dia, de forma democrática e acessível.

O movimento de aquisição da Shoestock integra parte do plano de negócios do Grupo Netshoes, assim como a iniciativa do marketplace – lançada em janeiro deste ano para seus dois e-commerces (Netshoes e Zattini) – e outras.

Primeiro ano de operações da Zattini

A Zattini saltou de 12 mil produtos distribuídos entre 70 marcas para 40 mil artigos de 300 marcas em apenas um ano. Nesse período, o e-commerce de moda superou as expectativas do Grupo Netshoes ao faturar mais de R$ 100 milhões apenas em 2015.

O início das operações da Zattini ocorreu em dezembro de 2014 e utiliza de uma estrutura otimizada com o e-commerce Netshoes – como Central de Relacionamento e Centros Logísticos. Atualmente, são mais de 40 colaboradores diretamente ligados à loja virtual de moda, além de mais 100 colaboradores indiretos e todo o backoffice do Grupo Netshoes.

Segundo Kumruian, a Zattini trouxe um novo público consumidor para o Grupo Netshoes. “Em nosso e-commerce de moda, 65% dos clientes são mulheres. Esse número é inversamente proporcional ao gênero dos clientes da Netshoes que em sua maioria são homens. Em 2016, iremos aumentar ainda mais nossas ações para a Zattini e seu público”, conclui Kumruian.

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WCIT Brasil 2016: Congresso Mundial de TI vai contar com presença do secretário-geral da UNCTAD

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O secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), Mukhisa Kituyi, será uma das grandes personalidades no Congresso Mundial de Tecnologia da Informação – WCIT Brasil 2016. A presença do representante do órgão das Nações Unidas potencializa o diferencial da edição brasileira perante as demais etapas do evento a redor do mundo.

Kituyi tem vasta experiência em cargos governamentais de alto gabarito, além de carreira acadêmica reconhecida. Das principais atuações, destaca-se a participação em negociações comerciais e em economia internacional na África. Foi eleito para o Parlamento queniano por três vezes consecutivas, antes de ser tornar ministro do Comércio do país.

Presidiu diversos conselhos grupos de Estado sobre comércio internacional. Participou de momentos históricos, como as negociações dos Acordos de Parceria Econômica Europeia, e das negociações agrícolas realizadas na Conferência da Organização Mundial do Comércio – Sexta Ministerial, realizada em Hong Kong, China. Foi também consultor para a Comissão da União Africana, onde ajudou a desenvolver a estrutura para uma zona de comércio livre pan-Africano.

Antes de se tornar secretário-geral da UNCTAD, Kituyi foi chefe-executivo do Instituto Kenya de Governança, com sede em Nairobi – organização think tank e advocacia que incide sobre a ligação entre a pesquisa acadêmica e o desenvolvimento de políticas públicas.

WCIT Brasil

Confirmado no painel sobre o estágio global da TI, Mukhisa será o responsável por alinhar o cenário atual e trazer perspectiva histórica sobre o progresso no enfrentamento de desafios mundiais desde a última WCIT.

“Foi com grande prazer e emoção que recebemos a confirmação de Kituyi. O fato de ele participar do WCIT é um orgulho para WITSA, para a ASSEPRO e para o Brasil”, desataca James Poisant, secretário-geral da Aliança Mundial de TI e Serviços, realizadora do evento junto à Federação das Associações das Empresas Brasileiras de TI – ASSESPRO Nacional. “Esse anúncio reforça atenção global no WCIT Brasil.”

A edição brasileira será a primeira realizada na América do Sul. A expectativa é reunir 2500 pessoas de mais de 80 países. A programação contempla Congresso com a cúpula mundial de TI, rodadas de negócios, exposição e eventos de network. As inscrições estão abetas e podem ser realizadas pelo site www.wcit206.com.

UNCTAD

A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) é o órgão responsável por lidar com questões de desenvolvimento, prioritariamente com o comércio internacional. A UNCTAD produz análises inovadoras que formam a base para as recomendações dos formuladores de políticas econômicas mundiais.

UNCTAD é também um fórum onde os representantes de todos os países podem exercer livremente em diálogo e discutir maneiras de estabelecer um melhor equilíbrio na economia global. Além disso, o órgão oferece assistência técnica direta aos países em desenvolvimento, ajudando-os a ampliar as capacidades necessárias para se integrarem na economia internacional e melhorar o bem-estar das suas populações.

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Mais de 50% das empresas possuem dispositivos móveis fora de conformidade

A MobileIron Inc. (NASDAQ: MOBL), líder em segurança para dispositivos móveis empresariais, anunciou hoje sua nova divisão de pesquisa, o Mobilelron Security Labs (MISL), e a primeira publicação do MISL: a Análise sobre Segurança e Riscos em Dispositivos Móveis para o Quarto Trimestre de 2015. Essa Análise discute um conjunto específico de ameaças e riscos, inclusive falhas de compliance, dispositivos comprometidos, e riscos de perda de dados que não foram analisados em outros relatórios sobre segurança. Em sua conclusão, a Análise sobre Segurança e Riscos em Dispositivos Móveis apresenta recomendações para fortalecer a implementação de dispositivos móveis empresariais.
“As ameaças a dispositivos móveis, tanto internas quanto externas estão aumentando, e a cadeia de segurança das empresas é tão forte quanto seu elo mais fraco”, disse Michael Raggo, diretor do MobileIron Security Labs. “Um único dispositivo comprometido pode introduzir malware à rede da empresa ou permitir o roubo de dados empresariais confidenciais que estão detrás do firewall.”

Mais de 50% das empresas possuem pelo menos um dispositivo fora de conformidade

Um dispositivo móvel pode estar fora de conformidade por vários motivos, por exemplo quando um usuário desabilita a proteção por número de identificação pessoal (PIN), quando se perde um dispositivo, quando não existem políticas atualizadas, etc. Os dispositivos fora de conformidade criam uma superfície maior de ataque para malware, exploradores de vulnerabilidade (exploits) e roubo de dados.

“O verdadeiro risco é o fato de as empresas subestimarem a gravidade do problema”, Raggo continuou “Um único dispositivo comprometido que não é descoberto constitui uma violação. Existe violação seja quando uma empresa perde milhões de registros ou apenas um registro. Esse é um problema enorme para todas as empresas, mas particularmente para aquelas em setores altamente regulados.”

Aumento de 42% em dispositivos comprometidos

Um dispositivo que foi desbloqueado por “jailbreak” ou foi objeto de “root” é considerado comprometido, e a incidência de dispositivos comprometidos aumentou significativamente no trimestre. No quarto trimestre, uma em cada dez empresas tinha pelo menos um dispositivo comprometido. O interessante é que durante o trimestre, houve aumento de 42% no número de empresas com dispositivos comprometidos. Ao mesmo tempo, os atacantes maliciosos estão utilizando várias ferramentas para dificultar a identificação dos dispositivos comprometidos. O MISL encontrou variantes de ferramentas de “jailbreak” assim como ferramentas antidetecção que escondem o fato de que um dispositivo foi desbloqueado com “jailbreak”, criando, assim, um falso senso de segurança se não houver detecção.

Outros destaques da análise:

– Menos de 10% das empresas estão utilizando patches que deixam o dispositivo vulnerável a perda de dados.

– 22% das empresas possuíam usuários que haviam removido o PIN, o que elimina a primeira linha de defesa.

– Mais de 95% das empresas não possuíam proteção contra malware para dispositivos móveis.
Para baixar a Análise sobre Segurança e Riscos em Dispositivos Móveis para o Quarto Trimestre de 2015, inclusive a lista dos principais aplicativos para dispositivos móveis na lista negra, acesse: https://www.mobileiron.com/q4-mobile-security-review.

A Análise sobre Segurança e Riscos em Dispositivos Móveis para o Quarto Trimestre de 2015 baseia-se em dados de uso agregados e anônimos compartilhados por clientes que foram compilados entre 1º de outubro de 2015 a 31 de dezembro de 2015.

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Ontário, no Canadá, investe US$100 milhões em tecnologia limpa e eficiência energética

A província de Ontário, no Canadá, está investindo cerca de US$ 100 milhões do Ontario Green Investment Fund, em projetos que vão reduzir as emissões de gases de efeito estufa, aumentar a eficiência energética e apoiar a inovação de tecnologia limpa. A ação faz parte da nova estratégia de mudança climática da província.

A província canadense vai investir US$ 74 milhões em uma iniciativa de inovação de tecnologia limpa, que vai ajudar a reduzir a poluição de gases de efeito estufa, incentivando grandes plantas industriais a adotar tecnologias de ponta, enquanto apoia os empresários no desenvolvimento de soluções criativas. Para esta iniciativa, o governo está firmando uma parceria com o Ontario Centres of Excellence, que promovem o desenvolvimento da economia de Ontário ajudando a criar novos empregos, produtos, serviços, tecnologias e negócios.

O governo também está investindo US$ 25 milhões em um programa de eficiência energética Green Smart para ajudar as pequenas e médias empresas a reduzir as emissões e se tornarem mais eficientes em termos de energia. O programa será oferecido pela Canadian Manufacturers & Exporters, a maior associação de comércio e indústria do Canadá.

“Nosso governo está adotando medidas para parar a mudança climática, ajudando o nosso setor de negócios a criar prosperidade e empregos para hoje e para o futuro. Por meio destes dois novos programas, nós vamos ajudar a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, promovendo tecnologias inovadoras e revolucionárias que vão melhorar a produtividade e garantir o futuro econômico “, diz Kathleen Wynne, Premier de Ontário.

Em apenas 10 anos, Ontário tornou-se líder norte-americana no desenvolvimento, uso e fabricação de energia limpa. O novo Green Investment Fund de US$ 325 milhões de Ontário aloca verbas para projetos que combatem as mudanças climáticas, enquanto desenvolve a economia e cria empregos. Estes investimentos vão ajudar a transformar a maneira como população vive, move-se, trabalha e se adapta ao ambiente através da construção de comunidades fortes e sustentáveis.

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Pinterest comemora um ano no Brasil com dobro de usuários

imagesBlogueiros no Pinterest

Blogues são responsáveis por uma boa parte dos Pins salvos no Pinterest e as categorias de moda e beleza estão entre as mais populares no país. Neste primeiro ano de operação do Pinterest no Brasil, os TOP 10 blogs mais pinados nessas duas categorias foram responsáveis por mais de 6 milhões de Pins criados:

Achados da Bia
Blog da Thássia
Camila Coelho
Chata de Galocha
Fashionismo
Garotas Estúpidas
Julia Petit
Just Lia
Pausa para Feminices
Steal the Look

A blogueira Camila Coutinho, criadora do Garotas Estúpidas, é um exemplo de Pinadora assídua e que usa o Pinterest para seu dia a dia pessoal e também para seus projetos profissionais, tanto que buscou inspiração na ferramenta para criar uma recente coleção assinada por ela para a Riachuelo. “Desde que o Pinterest surgiu, sempre serviu como ótima fonte de inspirações e pautas para posts! O mais legal da plataforma é o fato de saber que se pode achar tudo lá e que serão imagens que já têm uma certa curadoria.” explica Camila Coutinho.
Para obter mais informações, visite br.pinterest.com

Glossário:

Pin: Quando você publica/salva uma imagem em alguma pasta.

Pastas: Espaços criados para organizar as ideias curadas pelo usurário para inspiração de receitas, looks, decoração, festas e muitos outros.

Pinador: Pessoa que possui um perfil no Pinterest.

Pin it: Botão de atalho para salvar no Pinterest alguma imagem que seja do seu interesse.

Widget de Pin: crie um widget para embedar um Pin, uma pasta ou um perfil clicando aqui.

Sobre o Pinterest:

O Pinterest é uma ferramenta de bookmark visual que ajuda pessoas a descobrir e salvar ideias criativas. Lançado em 2010, o Pinterest tem como sede a cidade de São Francisco, na Califórnia, e está disponível no www.pinterest.com e para iOS e Android.

Visite: https://br.pinterest.com/pinterestbr/

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