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Profissionais de TI: como ter sucesso na recolocação profissional

Não é novidade que os processos seletivos vêm se tornando mais extensos, com uma análise mais cuidadosa de perfis e cada vez mais etapas a serem cumpridas para se chegar ao candidato “perfeito” para determinada vaga. Considerando este cenário de maior dificuldade na conquista de um cargo, a Contratado, plataforma de marketplace de talentos, preparou algumas dicas para que os profissionais da área da tecnologia tenham êxito durante um processo de recolocação profissional.

Prepare seu currículo com cuidado

O ideal é que o currículo seja organizado em uma página. Currículos de duas páginas estão cada vez mais raros no mercado, e os empregadores consideram a capacidade de síntese e priorização do candidato como parte da avaliação. É importante atentar à objetividade e boa escrita.

As habilidades a serem destacadas em cada descrição das experiências são de suma importância. E deve-se notar: essas habilidades devem estar relacionadas com a vaga de interesse. É como se o candidato devesse pensar sempre no que cada atividade, de cada uma das experiências anteriores, tem de atrativo para essa nova oportunidade.

O campo de experiência profissional deve ser dividido por empresa, e não por cargo. Por exemplo: se o candidato mudou de cargo na mesma empresa, isso não precisa ser colocado como outra experiência. Outro ponto importante é ser bem descritivo ao relatar as experiências profissionais, pois, em diferentes empresas, o mesmo cargo pode prever responsabilidades e rotinas diferentes.

Saiba como é o processo de seleção típico de desenvolvedor/programador

Após a seleção de currículos, a fase inicial parte de uma primeira conversa o entrevistador, que fala sobre a empresa e sobre a vaga, abordando a experiência do profissional – há casos em que esta primeira conversa não é presencial, mas por telefone ou videoconferência.

Caso o candidato siga para a próxima fase, os recrutadores aplicam uma prova técnica para testar suas habilidades. Por fim, superadas as fases anteriores, o concorrente à posição faz uma entrevista pessoalmente com o líder da equipe, que deve bater o martelo da decisão.

Esse processo pode ser bastante variável, dependendo do porte da empresa e da urgência da vaga.

Lembre-se de que cada empresa tem uma forma de selecionar seus candidatos

Empresas maiores tendem a ter processos mais longos e burocráticos, com maior número de etapas e entrevistas presenciais obrigatórias, o que aumenta sensivelmente o tempo de duração dos processos seletivos. Já empresas menores e start-ups geralmente têm processos mais rápidos e dinâmicos, quase sempre administrados pela pessoa responsável pela vaga. Neste caso, utiliza-se bastante aplicativos de videoconferência e telefone em virtude da maior agilidade na hora de realizar uma entrevista.

Prepare-se para cada uma das etapas

Estudar sobre a empresa é essencial para se preparar para uma entrevista. Pesquise quais são seus valores, seu posicionamento de mercado, busque saber sobre a impressão de seus funcionários acessando o site e o Linkedin da companhia, que são fonte de informações bem ricas.

Exercite oralmente seu discurso para se expressar de forma clara e objetiva diante do entrevistador, além de treinar suas habilidades técnicas em sites e programas específicos. Tenha em mente que um projeto/trabalho anterior que você tenha realizado pode ser mais relevante para conquistar a vaga, então identifique alguns pontos importantes do projeto para salientar durante a entrevista.

Esteja pronto para as perguntas mais frequentes de uma entrevista técnica

Lembre-se que elas variam conforme o foco e habilidades do candidato e também de acordo com o projeto que tem a vaga em aberto. É comum perguntarem de projetos anteriores, dos quais o candidato tenha participado ou que ele tenha liderado, que queiram saber com quais linguagens e frameworks ele possui mais experiência e facilidade de uso.

Também é comum questionarem como o candidato se sente em relação a ter que aprender uma nova linguagem ou tecnologia.

Vista-se e porte-se adequadamente

A vestimenta varia de acordo com os valores e cultura de cada empresa e área. Grandes empresas geralmente pedem uma vestimenta formal, enquanto start-ups, por exemplo, prezam pela informalidade e não se importam se o candidato vai à entrevista de tênis. De qualquer forma, o candidato deve se atentar à regras comuns de etiqueta, ser objetivo e transparente com a empresa, de forma que ambas as partes possam mostrar os seus perfis da melhor maneira. Caso não tenha certeza qual é o perfil da empresa, opte pelo tradicional: vá de roupa social.

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MCTIC lança Plano Nacional de IoT no Futurecom 2017

Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e McKinsey revelam no evento as diretrizes para a Internet das Coisas no Brasil

Futurecom 2017, mais importante de TIC da América Latina, é o ambiente escolhido para o lançamento do Plano Nacional de Internet das Coisas, anunciado pelo governo federal desde o fim do ano passado. A cerimônia solene de abertura do Futurecom 2017, em 2 de outubro, a partir das 19h30, contará com a presença do ministro do MCTIC, Gilberto Kassab; do secretário de Telecomunicações do MCTIC, André Borges; e do secretário de Política de Informática (Sepin) do MCTIC, Maximiliano Martinhão, que fará o lançamento oficial do Plano Nacional de IoT – “Internet das Coisas: um Plano de Ação para o Brasil”. Na sequência, a programação do congresso terá a primeira apresentação pública e para a imprensa do plano, às 9h do dia 3 de outubro, quando o consórcio liderado pela consultoria McKinsey & Company – com a participação da Fundação CPqD e do escritório de advocacia Pereira Neto/Macedo – vai expor em detalhes as políticas, o plano de ação e as estratégias de implantação das tecnologias que vão conectar dispositivos e equipamentos. Outro parceiro no trabalho é o BNDES.

Para a aplicação do Plano Nacional IoT, as instituições envolvidas realizaram estudos preliminares que identificaram quatro verticais prioritárias para receberem os primeiros serviços voltados à qualidade de vida da população e o desenvolvimento sustentável por meio da tecnologia. São elas Cidades, Saúde, Agronegócio e Indústria. O plano prevê que essas políticas sejam aplicadas já no período entre 2018 e 2022.

Segundo Laudalio Veiga Filho, presidente do Futurecom, “o evento tem o pioneirismo como uma de suas principais características e, neste ano, recebe o privilégio de lançar o plano que será capaz de promover a melhoria na gestão de serviços públicos e também na qualidade de vida da população, além de movimentar a economia do país”. “Temos certeza de que estamos contribuindo para um momento histórico no desenvolvimento da sociedade brasileira.”

O que é a Internet das Coisas na prática? De acordo com o cientista Kevin Ashton – foi ele que usou essa expressão pela primeira vez em 1999 – “Internet das Coisas é um conceito tecnológico em que todos os objetos da vida cotidiana estariam conectados à internet, agindo de modo inteligente e sensorial”. Por exemplo, um automóvel informando o sistema de ventilação da residência que seu morador está chegando, o smartphone servindo como interface entre as pessoas e o sistema elétrico da residência para programar o horário de acender as luzes ou ligar o ar condicionado, ou até mesmo fazer o reconhecimento facial para acionar a abertura de um portão da garagem ou da fechadura de entrada.

O Plano Nacional de Internet das Coisas proporcionará mais inteligência na prestação de serviços públicos e privados capacitação de pessoas, inovação, empreendedorismo, além de colocar o Brasil como desenvolvedor de tecnologias no mercado global. Na saúde, a comunicação entre equipamentos pode melhorar o atendimento médico, as cirurgias e salvar vidas, tanto em locais remotos quanto em grandes centros urbanos. Já a indústria, vive o momento de mais uma revolução com o aperfeiçoamento das tecnologias de mecanização e perfeição de processos produtivos. E o agronegócio prevê grandes avanços na escala e na qualidade de produção mundial de alimentos para acompanhar o aumento populacional.

Futurecom 2017
Quando: de 02 a 05 de outubro de 2017, das 9h às 20h
Abertura: dia 02/10, às 20h
Apresentação do Plano Nacional de IoT: dia 03/10, 9h, auditório Brasil
Onde: Transamérica Expo Center – Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387
Informações: www.futurecom.com.br
Programação: futurecom.com.br/pt/o-evento/programacao-geral.html

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Indústria 4.0: jornada para cloud com transformação digital – Por João Alfredo Pimentel

Estamos em franca transformação digital e a indústria 4.0 no Brasil tem ainda longo caminho a percorrer em vários setores da economia de forma gradual e disrruptiva.

Somados ao potencial combinado de tecnologias como a Internet das Coisas (IoT), Big Data, Analytics, Aprendizado de Máquina, cloud computing, computação cognitiva e inteligência artificial, robótica, entre outros, esta nova revolução tecnológica agrega redução de custos, ganhos de eficiência e receita adicional provocada por novos modelos de negócios.

Cunhado em Hannover, na Alemanha, durante evento em 2011, o termo indústria 4.0 foi citado pela primeira vez por um grupo de pesquisadores que fez algumas recomendações ao governo alemão e, dois anos mais tarde, a indústria 4.0 começou, de fato, a ser desenvolvida naquele país. Desde então, este é um processo em expansão. Assim como o governo alemão, outros países e grandes companhias já despertaram para o valor da Indústria 4.0.

Tais ganhos proporcionam ainda crescimento econômico, o potencial de geração de Valor da Industria 4.0 no mundo, provocará forte geração de empregos qualificados e elevação da qualidade de vida.

De acordo com vários institutos de pesquisa em 10 anos, 49% dos empregos tradicionais que conhecemos não existirão e 40 % das empresas que conhecemos também não estarão no mercado, devido à forte pressão das tecnologias disrruptivas combinada com modelos de negócios inovadores.

Justamente por estes motivos que precisamos nos posicionar a respeito e pensarmos em um modelo de desenvolvimento adequado ao nosso País que nos torne cada vez mais competitivos e mais produtivos.

Estamos diante de uma nova revolução tecnológica, a quarta revolução industrial combinada com tecnologia de nuvem, com o uso de redes inteligentes capazes de agendar manutenções de máquinas, prever falhas em processos e propor mudanças na produção. Há uma descentralização do controle dos processos produtivos e o uso em escala de dispositivos inteligentes interconectados só tende a crescer. Essas mudanças ao longo de toda a cadeia de produção e logística são profundas e agregam eficiência para diversos setores como saúde, energia, transporte, logística, varejo, construção, agronegócio e manufatura.

Tal qual a proliferação de aparelhos celulares hoje em dia, o que era impensado há 20 anos para a maior parte dos brasileiros, para se tornar uma realidade, a Indústria 4.0 necessita de investimentos em tecnologias emergentes de TI, Cloud Computing, automação e na Internet das Coisas. A boa notícia é que a maior parte dessas tecnologias já estão disponíveis, por exemplo Cloud Computing como primeiro passo para as empresas iniciarem sua jornada para a transformação digital dos seus negócios. O próximo passo é tornar estas inovações conhecidas e acessíveis a todos, nas mais diversas verticais de negócios.

Temos pela frente uma verdadeira jornada iniciando com a migração para Cloud Computing, aliviando as corporações de investimentos pontuais, trazendo uma forte redução dos custos, liberando tempo e recursos das áreas de tecnologia e operações para focarem na transição gradativa para que a Indústria 4.0 possa ganhar terreno durante a crise e na retomada da economia.

Não devemos temer o aumento do desemprego com o avanço da automação, por exemplo. Devemos educar e qualificar nossa mão de obra para que estes profissionais possam trabalhar na outra ponta da cadeia de valor: no desenvolvimento, programação e gestão de toda essa tecnologia.

O perfil dos trabalhadores está mudando em todo o mundo, e o Brasil precisa se adequar ao novo cenário rapidamente, em uma agenda positiva de aumento de produtividade e inovação. Se não investirmos na educação e qualificação das pessoas, com foco em tecnologia, vamos assistir passivamente os nossos postos de trabalhos manuais serem preenchidos por computadores e máquinas com robótica integrada com inteligência artificial e aprendizado de máquina.

É hora de abusarmos da criatividade e aprendermos a tomar decisões de modo rápido e a solucionar problemas. Por mais avançadas que possam ser, as máquinas ainda precisam de pessoas, de programadores, engenheiros, técnicos e inteligência. As pessoas estão na base de todo este processo.

Se bem aplicada e gerenciada, a tecnologia Cloud Computing e Transformação Digital são as alavancas para melhorar o desempenho das operações, reduzir custos, aumentar a produtividade, aumentar as vendas e ajudar a sair da crise fortalecido. A tecnologia de Cloud Computing combinada com Transformação Digital catalisa o aumento da demanda por produtos customizados, gerando uma melhor experiência para os consumidores e um aumento da satisfação.

Todos têm a ganhar na jornada para Cloud com Transformação Digital.

João Alfredo Pimentel é fundador da CorpFlex, especializada em soluções de Cloud Corporativa e outsourcing de TI

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Salesforce investe US$ 50 milhões em Fundo de Inovação em Inteligência Artificial

A Salesforce, líder global em CRM, acaba de criar um Fundo de Inovação em Inteligência Artificial de US$ 50 milhões para impulsionar o desenvolvimento de soluções de IA. Gerido pelo grupo de investimentos corporativos Salesforce Ventures, pertencente à Salesforce, o fundo visa acelerar o desenvolvimento de soluções transformadoras de IA.

Startups em rápido crescimento como a Highspot, Squirro e TalkIQ serão as primeiras beneficiadas pelo Fundo de Inovação em IA da Salesforce. Além disso, a Salesforce Ventures concluiu investimentos na All Turtles, startup de IA que firma parcerias com outras equipes e empresas para criar produtos centrados em IA. A Salesforce vai se aliar à All Turtles para colaborar na criação de soluções avançadas de IA incorporadas à plataforma da Salesforce.

Salesforce Einstein comemora um ano de inovações

Em setembro de 2016, a Salesforce apresentou o Einstein IA para disponibilizar as vantagens da inteligência artificial a todos os usuários corporativos. Desde então, a empresa incorporou recursos avançados de IA em toda a sua Plataforma de Sucesso do Cliente para transformar as experiências dos usuários em todos os pontos de contato. Hoje, o Einstein entrega mais de 475 milhões de previsões diariamente para conferir mais inteligência, produtividade e previsibilidade a empresas de vanguarda, como o U.S. Bank, Room&Board, FareCompare, Silverline e Black Diamond.

Além disso, a plataforma de serviços do Einstein permite que todos os desenvolvedores criem apps para CRM potencializados por IA usando visão computacional e NLP — com cliques em vez de códigos. Já são mais de sete mil desenvolvedores criando apps potencializados pelo Einstein. Enquanto o Salesforce Einstein percorre seu caminho de inovação, a Salesforce Research concentra seus esforços no desenvolvimento do que há de mais avançado em aprendizagem profunda. Sob a liderança do cientista chefe Dr. Richard Socher, o grupo publicou 10 papers em seu primeiro ano, disponibilizando tecnologia de ponta aos clientes da Salesforce. 

“A inteligência artificial tem o potencial de conferir mais inteligência, rapidez, eficiência e produtividade a qualquer empresa”, diz John Somorjai, vice-presidente executivo de desenvolvimento corporativo da Salesforce Ventures. “O novo Fundo de Investimento em IA da Salesforce vai ajudar a acelerar o desenvolvimento de soluções transformadoras de IA que estendem e complementam a Salesforce, ajudando nossos clientes a alcançar novos níveis de sucesso”.

Veja também: https://www.salesforce.com/blog/10-secrets-to-a-successful-sales-meeting-agenda/

 

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Crédito: Risco ou oportunidade?

Por Daniel Orlean

Se você é empreendedor ou gestor de uma empresa, certamente já passou por aqueles momentos preocupantes em que se questiona se os recursos em caixa serão suficientes para honrar os compromissos empresariais. Por outro lado, também já deve ter imaginado como seria se tivesse mais capital para investir, expandir o negócio e aproveitar oportunidades do mercado.

Em ambos os casos, a busca por crédito por ser uma boa solução. Porém, é comum que alguns empresários ainda vejam o empréstimo como algo negativo e não como uma solução que irá permitir um período de mais tranquilidade para a empresa ou que vá ajudar a alavancá-la em oportunidades de crescimento.

Essa decisão depende de diversos fatores e os principais que devemos analisar com atenção é o momento que a empresa está, e qual será o destino do uso do capital. Por isso, acho que vale uma reflexão importante. Em que situações devemos pedir um empréstimo?

Um dos casos em que se pode pedir crédito é para o capital de giro da empresa. Pegar empréstimo para esse fim é positivo quando o custo de financiar o prazo de pagamento para o cliente é compensado pela margem que aquele negócio traz, bem como pelo valor que o prospect terá para a empresa no médio e longo prazo. Outra razão é manter o estoque de matéria-prima ou de mercadorias que terão saída em um prazo esperado e que permitirão o pagamento das parcelas do empréstimo tomado.

Muitas vezes, para reduzir os custos de operação da empresa é necessário aplicar um capital adiantado, que na maioria dos casos não está disponível para a empresa. Se o grau de segurança que você tem com relação a aproveitar oportunidades como, por exemplo, aumentar eficiência de máquinas, equipamentos, tecnologias e infraestrutura da organização, procurar por um empréstimo pode ser uma solução viável.

Outra possibilidade é trocar dívidas contraídas no passado a juros mais altos ou em produtos menos adequados às necessidades de sua empresa, por linhas de crédito mais apropriadas com o momento da companhia, seja por sua finalidade ou por suas características.

Por fim, acho importante ressaltar que é comum que alguns empresários façam empréstimos sem levar em consideração as atividades e o porte de suas empresas. Nesse caso, tenho a obrigação de dar um alerta – não cometa o mesmo erro! Antes de assinar qualquer empréstimo, pesquise as condições oferecidas e veja se os valores dos juros estão dentro daquilo que você pode arcar no futuro. Boa sorte e bons negócios!

Daniel Orlean é CMO e Sócio-fundador da BizCapital, fintech que tem como principal objetivo desburocratizar e tornar mais eficiente o processo de concessão de crédito para o micro e pequeno empreendedor.

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Maior escola de tecnologia de Minas Gerais chega a São Paulo

Uma escola de robótica que teve suas primeiras aulas ministradas dentro de um apartamento virou um case de sucesso. A Buddys, que teve sua história iniciada em 2013, hoje já fatura R$ 1,5 milhão por ano. A iniciativa de quatro jovens empreendedores agora aposta na consolidação pelo sudeste ao chegar à capital paulista e no interior do estado.

“Esse modelo tende a ser o futuro das escolas. O aluno se desenvolve de forma individual. O legal é que se valoriza muito mais a interação entre professor e aluno, com isso potencializa o aprendizado em um ambiente colaborativo e que estimula a criatividade”, conta Breno Leles, Co-fundador e diretor de expansão, sobre a metodologia da escola.

Para atrair interessados em investir em uma franquia da Buddys, os jovens prezam pelo diferencial das escolas de robóticas e programação, além de entregar um modelo de negócio enxuto. “Com nossa metodologia inovadora conseguimos ter inúmeros diferenciais, como investimento seguro, operação enxuta, baixos custos e alta lucratividade”, explica Leles.

Hoje, já são três escolas próprias e dez franquias. O objetivo é alcançar 50 unidades pelo Brasil até 2018. “Nosso plano é abrir unidades nas regiões sul, sudeste e centro oeste. Por isso, buscamos empreendedores que acreditam que podem transformar a educação no país com tecnologia”, finaliza Leles.

Raio X da Franquia

Investimento total: 150 a 190 mil

Taxa de franquia: 30 mil já incluso no investimento total

Prazo de retorno do investimento: de 24 a 30 meses

Faturamento médio mensal: 40 a 50 mil

Lucro mensal: 30 e 40%

Capital de giro: 10 a 30 mil já incluso no investimento total

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Usina de Itaipu usa Internet das Coisas para reduzir falhas e fazer a gestão de ativos

A Usina Binacional de Itaipu, que fica localizada no Rio Paraná entre o Brasil e o Paraguai, tem investido em tecnologia para reduzir falhas e paradas desnecessárias e permitir a gestão de seus ativos. A empresa já entrou na era da indústria 4.0 e usa a Internet das Coisas industrial (IoT) para aumentar a sua performance operacional. Os investimentos em transformação digital que começaram em 2002 se intensificaram em 2015 e ajudaram Itaipu a alcançar o recorde mundial em geração de energia no ano passado – mais de 100 milhões de megawatts.

De acordo com Bruno Marins Fontes, gerente da Divisão de Engenharia Eletrônica e Sistemas de Controle da Itaipu, três fatores interferem diretamente na geração de energia: a disponibilidade de água, o consumo, e a condição operacional dos ativos. “Os dois primeiros – disponibilidade de água e seu consumo – não são controláveis, mas a condição operacional dos ativos, sim, e podemos melhorar cada vez mais para reduzir falhas e paradas desnecessárias”, explicou.

A Usina de Itaipu conta com um reservatório de 1.350 quilômetros quadrados e começou a operar em 1984. Hoje, com 20 unidades geradoras é líder global em geração de energia limpa. Em 2002 Itaipu começou a usar o PI System, um sistema de controle digital desenvolvido pela OSIsoft, empresa do Vale do Silício, líder em inteligência operacional e amplamente usada em todo o mundo quando se trata de Internet das Coisas na Indústria (IoT).

No início da implantação da tecnologia, o objetivo era apenas concentrar as informações operacionais em uma base de dados única, confiável e de fácil acesso. Após assinar um novo contrato para ampliar a utilização da ferramenta em 2015, atualmente Itaipu consegue disponibilizar dados de produção para a tomada de decisão em todos os níveis da empresa – de operadores até executivos. Através do mapeamento de 70 mil tags (pontos de medição) são realizadas análises estatísticas na pós-operação e análises da disponibilidade dos equipamentos industrias.

Itaipu está desenvolvendo um projeto para Atualização Tecnológica da usina, que irá ampliar significativamente o grau de digitalização da planta de supervisão, controle e automação. Estima-se que o volume de dados gerados salte de 70 mil tags para mais de 200 mil… “Nosso desafio é a modernização do uso da tecnologia e da planta como um todo”, disse Fontes. Hoje, 8 mil pontos têm mapeamento de temperatura, vibração e descargas parciais para auxiliar as equipes de manutenção, engenharia, operação e de engenharia civil.

“Queremos mudar a forma de fazer manutenção. Atualmente, com a manutenção programada, paramos a cada semana, a cada mês, para rever e ajustar, independentemente da condição daquele equipamento. Com a tecnologia queremos fazer manutenção baseada em condição (CBM), ou seja, só vamos parar se for necessário efetuar manutenção porque temos dados para isso”.

De acordo com Bruno Fontes, com a digitalização, Itaipu busca aumentar a geração de energia, aumentar a disponibilidade dos ativos e reduzir as paradas. “Além disso, as informações obtidas com o Big Data nos ajudam a realizar análises de negócio. Já fazemos a gestão dos ativos de forma integrada, disponibilizando os dados para a operação e a manutenção usarem”, finalizou.

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Bradesco participa do Seedstars Florianópolis

Além de atuar como jurado para selecionar a empresa vencedora, banco apresentará seu programa inovaBra startups aos participantes do evento

O Bradesco está patrocinando a edição brasileira do Seedstars World, competição que percorre mais de 65 países identificando e premiando as melhores startups em fase de crescimento.

Na etapa de Florianópolis, que acontece no dia 28 de setembro, o Bradesco fará parte do painel de jurados, ajudando a eleger a startup vencedora, que segue para a final regional, no dia 17 de outubro em São Paulo.

O Bradesco também apresentará aos participantes as iniciativas do inovaBra startups, programa de inovação aberta que dá a oportunidade para as startups trabalharem com clientes reais, testarem soluções na prática e crescerem com escala.

As inscrições para a 4ª edição do inovaBra startups serão abertas em 17 de outubro pelo site www.inovabra.com.br.

Seedstars World – Florianópolis
Onde: Centro de Inovação ACATE Primavera
Rodovia SC 401, km 4 – Bairro Saco Grande
Quando: 28 de setembro de 2017
Horário: 18h30 às 21h30
Inscrições para o evento: https://www.seedstarsworld.com/event/seedstars-floripa-2017

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TMF Group implanta soluções de cloud da SAP para ganho de produtividade

A TMF Group, uma das principais prestadoras de serviços globais de negócios, acaba de firmar contrato com a SAP para implantação da SAP4/HANA, mais nova plataforma de gestão de processos corporativos da SAP. O objetivo da companhia com esse projeto de renovação tecnológica é aumentar a produtividade e ganhar mais mobilidade no dia a dia.

O projeto ainda inclui a implantação da SAP SuccessFactors como o novo portal de ESS (Employee Self-Service, na sigla em inglês) e MSS (Manager Self-Service, na sigla em inglês) com benefícios também para os clientes da TMF Group. Por meio da plataforma, eles vão garantir maior autonomia nas consultas de informações de seus colaboradores, geração de dados em tempo real, além de mais mobilidade.

A expectativa da TMF Group é que o SAP4/HANA traga ganhos significativos em termos de performance, uma vez que vai garantir maior velocidade de processamento de dados. Além disso, o modelo de contratação Private Cloud garante alta disponibilidade do sistema, mantendo a segurança da informação e a constante atualização da plataforma.

“A mudança para a SAP traz uma enorme evolução ao nosso parque tecnológico, provendo maior confiabilidade, altas performance e disponibilidade, mobilidade, além de capacidade de processamento e de análise de dados. Desse modo, diversificamos as possibilidades em termos de atendimento às necessidades de nossos clientes e ampliamos a nossa capacidade de criar novos produtos e serviços”, declara Delano Lins, diretor de serviços de TI da TMF Group Brasil.

A implantação do projeto começa em setembro e tem previsão de ser concluída no final de 2018.

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Evento gratuito mostra dia a dia de startups unicórnios

O Brasil ainda não conhece seu primeiro “Unicórnio” – nome dado às startups que valem mais de 1 bilhão de dólares -, embora este seja o sonho de todas as empresas inovadoras do país. Mas afinal, o que essas empresas estão fazendo de diferente e como é trabalhar em uma startup unicórnio?

Para que novos empreendedores conheçam melhor o dia a dia e desafios de uma startup bilionária, a Liga Ventures – aceleradora focada em gerar negócios entre startups e grandes corporações – promove, no dia 27 de setembro, às 19h, em São Paulo (SP), o Living With Unicorns, evento que contará com a presença da startup Sprinklr – plataforma de origem norte-americana e líder global em soluções tecnológicas para gestão da experiência do consumidor – e BlaBlacar – a maior plataforma de caronas do mundo com mais de 40 milhões de usuários.

“O objetivo do evento é incentivar empreendedores do ecossistema a buscarem o crescimento, além de oferecer o know-how para que encarem os desafios que envolvem a trajetória de uma startup rumo ao 1 bilhão de dólares. Nossa ideia é contar como funciona a rotina de uma empresa unicórnio e mostrar como as novas podem aplicar lições aprendidas por quem está nos bastidores das grandes startups”, explica Rogerio Tamassia, CEO da Liga Ventures.

Para Macarena Garcia, success manager LATAM da Sprinklr e uma das palestrantes, “estamos hoje vivenciando um intenso processo de transformação no modo como clientes e empresas se relacionam. É fundamental estarmos atentos à capacidade de oferecer experiências mais humanas e intuitivas por meio da criação de modelos de negócios condizentes com as necessidades do mercado e, principalmente, das pessoas”.

Painel “Qual é seu segredo”

Nesta edição, o Living With Unicorns, traz Macarena Garcia, success manager LATAM da Sprinklr e Frédéric Ollier, gerente de business development na BlaBlaCar. Além disso, o evento será transmitido online e em tempo real.

Programação

19h00 – Credenciamento

19h30 – Apresentação da BlaBlaCar

19h45 – Apresentação da Sprinklr

20h00 – Painel: “Qual é o secret sauce da BlaBlaCar e da Sprinklr?”

21h00 – Encerramento

Local: Oxigênio Aceleradora – Alameda Eduardo Prado, 415, Campos Elíseos

São Paulo, SP

Data: 27/09, às 19h

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A10 Networks contrata Alex Maduro como vice-presidente da América Latina

A10 Networks(NYSE: ATEN), uma empresa de serviços de aplicações seguras, anuncia Alex Maduro como seu novo vice-presidente da América Latina. Maduro acumula mais de 18 anos de experiência no mercado de Tecnologia da Informação e uma das suas missões da companhia, será reforçar o pioneirismo da A10 na geração de tecnologias de rede de aplicação (ADC), proporcionando aplicações de Data Center seguras ao mercado enterprise e de governo.

Antes de ingressar na A10 Networks, Maduro por quatro anos e meio foi diretor para o Sudeste dos EUA, América Latina, Caribe da Infoblox, empresa de soluções para gerenciamento de DDI, automação de redes, proteção contra ataques e firewall para DNS. Em suas experiências anteriores, teve cargos de VP da América Latina em companhias como Exinda, Packeteer e CLA Direct e de VP da América do Norte na Redback Networks.

“Estou muito feliz com este novo desafio de levar estratégias inovadoras para a entrega de Soluções de Aplicações Seguras, mantendo o alto nível de performance da A10 em toda a América Latina”, conta o executivo, que tem formação em Finanças e Negócios Internacionais pela Florida International University.

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Viagem é a categoria com a melhor conversão no e-commerce brasileiro

O estudo “Cenário do E-Commerce no Brasil” encomendado pela Braspag, empresa do grupo Cielo, líder no desenvolvimento de soluções para processamento de pagamentos, revela que alguns setores já se consolidaram no e-commerce brasileiro. É o caso do Turismo. No estudo, chamou-se de categoria Travel os sites para vendas de Pacotes de Viagens, Hotéis, Voos e Transportes. Eles representam a maior taxa de conversão média do e-commerce no Brasil, totalizando 2,1%.

A taxa de conversão é a relação entre o número de visitas a uma loja online e o número de pedidos feitos em um determinado período de tempo. Na categoria Travel, as maiores taxas são registradas nas compras em sites de Agências de Viagens online, com 2,4% de conversão. Quase empatadas estão as subcategorias Companhias Aéreas e Aeroportos (2,3%) e Acomodações e Hotéis (2,2%), enquanto Transportes registra taxa de 1,7%.

“Encomendamos o estudo para a Netquest com o objetivo de mapear os desafios e as oportunidades do e-commerce no Brasil. O resultado mostra como alguns setores estão consolidados no e-commerce e ainda faz uma análise detalhada, trazendo dados do universo de compras online como, perfil do consumidor e tendências nesse segmento”, destaca o CEO da Braspag, Gastão Mattos.

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