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SAE BRASIL inaugura seu 25º Congresso em São Paulo

Na presença dos secretários de Estado João Carlos Meirelles, de Energia e Mineração, Alberto Macedo Filho, de Logística e Transporte, e Educação, José Renato Nalini, entre outras autoridades, Phillip Schiemer e Frank Sowade, respectivamente presidentes do Congresso e da SAE BRASIL, descerraram a fita inaugural do 25º Congresso e Mostra Internacionais SAE BRASIL de Tecnologia da Mobilidade, na manhã desta terça-feira, 25 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Participaram ainda da cerimônia Luis Pasquoto, conselheiro do Sindipeças, e Paulo de Magalhães Bento Gonçalves, presidente da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, que representou Clodoaldo Pelissioni, secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, e Fred Carvalho, diretor de Assuntos Institucionais da Anfavea.

Depois do ato inaugural os convidados visitaram a Mostra Tecnológica do Congresso SAE BRASIL.

Na cerimônia de abertura que antecedeu ao descerramento da fita inaugural Frank Sowade destacou a celebração dos 25 anos da SAE BRASIL, que chamou momento especial e histórico para a engenharia brasileira, cuja trajetória se funde ao desenvolvimento tecnológico e ao mapa da expansão da indústria da mobilidade no País.

“Não existem muitos congressos que conseguem alcançar essa marca”, disse Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil, ao falar sobre o Jubileu de Prata do Congresso SAE BRASIL, que ele preside este ano. Schiemer ressaltou a importância da conectividade para o futuro da indústria que é o tema central evento, e lembrou que essa é uma aposta dos players em âmbito mundial.

Cuneyt L. Oge, presidente da SAE International, destacou a relevância do trabalho realizado pela SAE em âmbito mundial e a importância do debate sobre os rumos da tecnologia da mobilidade, que passa por uma revolução sem precedentes.

João Carlos Meirelles enalteceu os feitos da engenharia brasileira quanto aos avanços da indústria da mobilidade e lembrou que ainda há muitos desafios para o País alcançar modelos mais eficientes em combustíveis limpos para o meio ambiente. José Renato Nalini conclamou a plateia a olhar para a Educação como o caminho para um Brasil melhor no futuro, e Alberto Macedo Filho, que representou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou que o governo mantem firme os investimentos em obras de infraestrutura viária.

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Inscrições abertas para 3ª edição do inovaBRA Startups

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O inovaBra Startups é um programa de inovação aberta para empreendedores que tenham soluções tecnológicas inovadoras em modelos de negócio e que enxerguem a possibilidade de transformá-las para atender grandes mercados, como o Bradesco. As duas primeiras edições foram um sucesso entre as empresas participantes, que estão tendo a oportunidade de alavancar suas soluções dentro de um grande cliente.

Inscrevam-se em www.inovaBra.com.br e agradeço se também puder divulgar compartilhando os materiais anexos para a sua rede de contatos e nos indicar as empresas que, em sua opinião, possam ter interesse no inovaBra startups.

Fonte: Altivia Ventures

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Open Banking e API’s: impulsionando o desenvolvimento das Fintechs

Por Bruno Giannella de Melo

Uma coisa que não podemos mais negar é o impacto do surgimento de diversas Fintechs no Brasil e no mundo. O aparecimento dessas startups vem causando uma transformação gigante no mercado financeiro. O termo ‘Fintech’ surgiu da combinação das palavras financial (finanças) e technology (tecnologia). Essas startups estão sendo muito bem recebidas pelos consumidores cansados da burocracia e estrutura das tradicionais instituições financeiras.

Hoje, os bancos possuem em seus sistemas uma quantidade enorme de informações financeiras de seus clientes, como por exemplo, movimentações financeiras, qualidade de crédito, tendência de renda, entre outros dados. Grande parte desse conteúdo acaba não sendo aproveitado pelos bancos, mas isso não significa que ninguém quer esses dados. As Fintechs têm muito interesse nessas informações para unir criatividade e tecnologia e, assim, criar produtos com propostas mais rápidas e ágeis de serviços financeiros. No Brasil temos bons exemplos de Fintechs como a startup Guia Bolso, que fornece um aplicativo de controle financeiro e o NuBank, empresa que desenvolveu um cartão de crédito totalmente online.

O movimento Open Banking, que começou em 2004 quando a empresa PayPal permitiu que outras empresas pudessem se conectar e eles e ter acesso a algumas informações de seu negócio através de API’s (Application Programming Interface) é o principal responsável pelo ‘boom’ das Fintechs, permitindo a colaboração entre as instituições financeiras e as fintechs.

Neste conceito, os bancos fornecem informações de seus clientes para as Fintechs de forma segura e mantendo a privacidade de dados sensíveis, possibilitando o crescimento de serviços financeiros inovadores e a geração de riqueza para todos os envolvidos. Resumindo, basta que as instituições financeiras liberem alguma interface ou API para que outros desenvolvedores, parceiros, empresas de softwares e Fintechs consigam se conectar, ter acesso as informações financeiras da instituição e criarem seus próprios sistemas e produtos. Na prática, API é a consulta a dados e operações através de serviços expostos. A chave para a inovação que as Fintechs estão proporcionado e mostrando ao mundo é justamente graças às API’s disponibilizadas pelas instituições financeiras tradicionais. Alguns bancos já têm iniciativas de API’s mais desenvolvidas, que permitem desenvolvedores se cadastrarem no site da instituição e, assim, acessar dados para criar soluções em nome da instituição.

O Open Banking no Brasil ainda está começando, as instituições financeiras estão aos poucos liberando algumas API’s para acesso a seus dados. Um bom exemplo no Brasil é a Cielo, que está com o projeto de liberar API’s aos desenvolvedores para criarem aplicativos em sua própria loja de apps, a “Cielo Store”.

Na Europa esse movimento já está acontecendo, como no caso do banco francês Credit Agricole, que lançou um conjunto de API’s abertas que possibilitam desenvolvedores produzirem aplicativos com suas informações. O banco libera informações sobre as contas bancárias, cartões de crédito, produtos, saldo e extrato e localização de agências e ATM’s. Uma coisa interessante no caso da Europa é que existe o padrão PSD2, que é utilizado também para o movimento Open Banking e ajuda muito os bancos a criar um ecossistema de valor.

O futuro para as Fintechs é bem promissor e os consumidores podem esperar grandes novidades. Os bancos estão iniciando a jornada de transformação digital e com isso vem o desenvolvimento de API’s e também a integração direta com seus parceiros. Os usuários cada vez mais desejam uma experiência digital completa, com as instituições financeiras integradas à sua jornada digital. As instituições financeiras que não mergulharem de cabeça nessa transformação digital nos próximos anos com toda certeza terão grandes problemas para se manter no mercado.

Bruno Giannella de Melo, arquiteto de software da GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro

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E-commerce B2B entre empresas movimenta o dobro que B2C nos Estados Unidos

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Por Maurício Di Bonifácio

Nos Estados Unidos, que já tem um histórico mais consolidado da participação do canal de venda digital na economia, temos um cenário que ainda não se refletiu no Brasil. O e-Commerce B2B (entre empresas) movimentou mais que o dobro do volume financeiro em 2015 que o e-Commerce B2C (entre empresa e cliente final). Estamos falando de U$ 780 bi no B2B contra U$ 350 bi no B2C.

Num cenário que a transformação digital da indústria está mais acentuada, as empresas americanas já aceitaram que a digitalização de seus canais de venda é fator chave de sobrevivência, não mais de pura inovação. As empresas que não entenderem como o novo cliente B2B quer comprar estarão com sérios problemas nos próximos anos.

Este número de U$ 780 bi deve chegar em U$ 1.1 tri em 2020 segundo as previsões Forrester Research. Isto vai representar 12,1% de todo o volume movimentado nas transações entre empresas nos Estados Unidos.

Em determinados setores, é comum encontrar empresas que o canal digital B2B represente de 30% a 50% de seu faturamento.
Uma destas empresas é a Grainger, com um faturamento de U$ 4 bilhões apenas via e-Commerce B2B, representando 41% das vendas da empresa. E este canal teve um crescimento de 13,6% entre 2014 e 2015.

Outra que está apostando forte neste canal digital B2B é a própria Amazon, a gigante do e-Commerce B2C já movimenta mais de U$ 1 bi por ano em sua operação B2B.

Por que este canal está crescendo e empresas como a Grainger estão apostando na digitalização das vendas B2B? Dos vários motivos, dois são os mais relevantes:

1 – Aspectos econômicos

A venda via canal digital através de um modelo de e-Commerce B2B é economicamente mais eficiente. O canal digital permite uma pulverização e aumento da base de clientes. Seja por atender clientes menores ou geograficamente distantes, ou clientes que a força comercial (vendedores diretos, representantes comerciais e canais de distribuição) não consegue atingir, a venda digital abre para a empresa novos mercados que antes eram limitados por estas questões físicas, de custos ou de equipe. Atender digitalmente mais clientes significa que a empresa terá crescimento de receitas sem aumento de headcount na equipe comercial, e consequentemente um melhor SG&A para atacar clientes no modelo de cauda longa, ou que não eram economicamente viáveis. Além de novos clientes, as empresas que já operam o B2B digital estão tendo tickets maiores e maior frequência de compra de seus atuais clientes, segundo o Gartner. De um lado o canal digital permite trazer mais clientes, e de outro fideliza e rentabiliza os da base.

2 – Demanda do cliente

O perfil dos clientes está mudando. As novas gerações estão assumindo as posições que influenciam na cadeia de compra e venda das empresas. E mesmo as gerações mais antigas estão mudando seus hábitos. O que vemos é que os clientes demandam cada vez mais que as empresas lhe forneçam soluções, informações e recursos para que eles façam melhor seu trabalho. Segundo uma pesquisa da Forrester, 74% dos clientes B2B, se tivessem a alternativa, acham mais conveniente comprar digitalmente. E em 53% das compras, a decisão do produto e/ou fornecedor já ocorreu antes do primeiro contato com o vendedor da empresa.

Todos estes dados apontam numa única direção, que já é realidade nos Estados Unidos. A digitalização do canal de venda B2B no Brasil. E com isso é fácil entender porque as empresas B2B estão se preocupando tanto com este canal. As que saíram na frente e montaram suas operações de B2B digital, já estão tendo resultados expressivos.

Mauricio Di Bonifacio, sócio-diretor da Fast Channel (www.fastchannel.com), empresa especialista em implantar e gerir canais de venda digital B2B, principalmente em indústrias e distribuidores.

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Bruno Ruffo assume diretoria de operações na BR Media Group

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Na próxima semana, Bruno Ruffo chega à BR Media Group para assumir o cargo de Diretor de Operações. Com mais de 15 anos de experiência, Ruffo tem ótimos relacionamentos no mercado e um vasto conhecimento na área de publicidade digital e tecnologia.

O professional iniciou a carreira em 1999 na AgênciaClick (atual Isobar) e passou pela Age. (atual mcgarrybowen), Popcom e Terra Networks.Em 2006, no Yahoo!, adquiriu experiência em links patrocinados como Technical Product Manager, para depois juntar-se ao time de Yahoo! Mobile como Business Development.

Ruffo Contribuiu também para o desenvolvimento da divisão digital da Viacom Networks no Brasil e em seguida esteve à frente da Mobext, agência mobile do Grupo Havas, por 3 anos.

Empreendedor nato, em 2014 co-fundou a Kiddo, uma empresa que desenvolve produtos digitais com foco em tecnologia, design e negócios, e em paralelo, iniciou as operações comerciais do Foursquare no país como Diretor de Vendas.

Foi evangelizador do áudio digital no mercado com o início das operações da Audio.ad no país, buscando espaço no mix de mídia digital de suas agências e clientes.

Com o ingresso de Ruffo, a BR Media Group, líder em ativações em redes sociais de influenciadores no país, reforça seu time executivo e garante a contínua melhoria de sua performance em um momento de rápida expansão. No primeiro semestre de 2016, a empresa registou crescimento de 142% em seu faturamento na comparação com o mesmo período do ano anterior.

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Estudo revela o perfil do mercado brasileiro de datacenters

Segmento deve movimentar US$ 11 bilhões em 2017; País concentra 45% dos datacenters existentes na América Latina, de acordo com levantamento da DatacenterDynamics

A DatacenterDynamics, promotora global de eventos direcionados a empresas e profissionais do mercado de datacenters, revela os dados de seu estudo sobre o perfil deste segmento no Brasil. Os números foram coletados a partir das informações do público participante do DatacenterDynamics Converged (DCD Converged Brasil), evento que em 2016 será realizado nos dias 8 e 9 de novembro, no Centro de Eventos Promagno, em São Paulo (SP).

Segundo o levantamento, o mercado brasileiro de datacenters deve movimentar US$ 11 bilhões em 2017, impulsionado por demandas como o investimento em novos equipamentos e soluções, migração para plataformas como o Colocation e terceirização. Ainda de acordo com o estudo, o País concentra 45% de todos os centros de armazenamento de dados existentes na América Latina. O consumo de energia nessas unidades deve atingir um total de 1.490 megawatts.

Os dados da DatacenterDynamics mostram ainda que:

• 70% dos participantes do DCD Converged são proprietários ou operadores de data center;
• 40% das empresas estão trabalhando em projetos de transformação de datacenter;
• 41% das empresas participam para estudar novos fornecedores;
• 73% das empresas têm até 25% do seu datacenter terceirizado;
• 13% trabalham na construção de novos datacenters;
• 22% das empresas trabalham em projetos de Cloud Híbrida;
• 18% dos participantes deseja adquirir novas soluções e serviços.

O DCD Converged Brasil é o maior evento dirigido ao mercado de datacenters na América Latina. Organizado pela DatacenterDynamics, o encontro reunirá mais de 90 especialistas, que serão responsáveis por mais de 50 conferências sobre o momento atual e perspectivas para o setor de datacenters no Brasil.

DCD Converged Brasil 2016

Quando: 8 e 9 de novembro
Onde: Centro de Eventos Pro Magno
Endereço: Rua Samaritá, 230 – Casa Verde – São Paulo (SP)
Mais informações: http://www.dcdconverged.com/conferences/brasil-2016

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PROTESTE recomenda cautela quanto a propostas para mudar Marco Regulatório das Telecomunicações

Mudanças no modelo de telecomunicações do País estarão em debate nesta terça-feira (25), em Brasília. A revisão do Marco Regulatório das Telecomunicações vai definir em muito o modelo de desenvolvimento brasileiro nos próximos anos e, por isso, a PROTESTE Associação de Consumidores defende que deve haver cautela e muito debate antes de alterar a Lei Geral de Telecomunicações (LGT).

Qualquer alteração no atual modelo regulatório deveria se dar sobre bases sólidas, e não apenas para atender os interesses das operadoras de acabar com o regime público da telefonia fixa, defendeu a Associação nesta terça-feira, na audiência da Comissão de Constituição e Justiça, da Câmara dos Deputados, promovida para discutir o Projeto de Lei nº 3.453/2015.

O PL 3.453/2015 propõe mudanças pontuais, incoerentes com outras disposições da LGT, avalia a PROTESTE. “As alterações são insuficientes para garantir que o setor se desenvolverá de modo sustentável, e de acordo com a finalidade de inclusão digital, estabelecida expressamente com a edição do Marco Civil da Internet (artigo 27, inciso I)”, destaca a advogada Flávia Lefèvre Guimarães, que representou a Associação na audiência pública.

Entende a PROTESTE que o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações deveria estar conduzindo diretamente o processo de revisão do modelo regulatório do setor de telecomunicações. E a partir de estudos profundos e interlocução com os agentes envolvidos, com debates abertos com a sociedade, para definir diretrizes para um planejamento de longo prazo, de forma consistente e democrática.

Saiba mais

O projeto em tramitação em caráter conclusivo na Câmara dos Deputados, não resolve o problema de falta de competição no setor. Hoje, apenas três empresas respondem por mais de 85% do market share da banda larga fixa, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Com a proposta de as empresas hoje no mercado (Vivo, Net e Oi) trocarem o valor dos bens reversíveis (R$ 17 bilhões de acordo com dados da Anatel, ou R$ 108 bilhões conforme cálculos do Tribunal de Contas da União) por novos investimentos em redes privadas, há reforço à vantagem que têm no mercado.

Os bens públicos cuja posse, de acordo com a LGT deveria ao final das concessões passar para a União, pelo seu caráter estratégico aos serviços de telecomunicações, podem ser revertidos para construção de redes de banda larga privadas das quais usufruem apenas as operadoras sem obrigações de compartilhamento.

A PROTESTE obteve vitória na Justiça na ação civil pública contra a União e Anatel, em que pede a inclusão dos inventários de bens reversíveis aos contratos de concessão. A ação foi considerada procedente e confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região em março último.

A configuração jurídica definida pela LGT já foi bastante distorcida desde a sua edição em 1997 com a alteração do Plano Geral de Outorgas, ocorrido em 2008, para viabilizar a incorporação da Brasil Telecom pela Oi.

Houve também a alteração do artigo 86 da LGT em 2011, com a Lei nº 12.485, permitindo que as concessionárias prestassem outros serviços além do serviço de telefonia fixa comutada (STFC). Além disso, houve desrespeito à proibição de subsídios cruzados entre modalidades de serviços. E até hoje as tarifas da telefonia fixa não são reguladas pelo custo. Apenas em 2019 o modelo de custos será aplicado.

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Security Leaders: Fortinet aposta em arquitetura Security Fabric

A Fortinet, líder global em soluções de segurança cibernética de alta performance, apresentará sua exclusiva estrutura Security Fabric – um ecossistema integrado de segurança da informação do começo ao fim – durante o Security Leaders São Paulo, que acontece de 25 a 27 de outubro no Centro Fecomércio de Eventos.

No primeiro dia de evento, das 11:00 às 11:30, Martin Hoz, vice-presidente de engenharia da Fortinet para América Latina e Caribe, conduzirá uma apresentação sobre perspectivas e tendências para o mercado de segurança da informação. Dia 26 de outubro, das 15:00 às 15:30, a Unidas – empresa especializada em soluções de locação e gestão de veículos e frotas – apresentará a evolução de seus processos e benefícios no caso de sucesso com a Fortinet. Encerrando a participação no evento, Frederico Tostes, country manager da Fortinet, participará do painel “Security by Profit: Por que a segurança ainda é vista como fonte de despesa? ”, que acontecerá no último dia, 27 de outubro, das 10:00 às 10:30.

“Temos participado de todas as edições do Security Leaders em 2016 e não será diferente em São Paulo. Trata-se de um evento estratégico para a Fortinet pois reúne importantes clientes e fabricantes da área de segurança com forte atuação no Brasil. Desta forma, podemos consolidar nossa marca como líder de segurança trazendo uma proposta inovadora e única no mercado, que é a arquitetura Security Fabric da Fortinet”, relata Frederico Tostes, country manager da Fortinet.

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T-Systems Brasil leva o conceito de smart factory para o SAE Brasil 2016

A T-Systems Brasil, provedora alemã de soluções e serviços de TI, levará o conceito de “smart factory” para o Congresso SAE Brasil, que será realizado entre os dias 25 e 27 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo. Na 25ª edição do evento, a companhia vai apresentar seu portfólio completo de soluções para integração de processos industriais, desde a entrada de matérias primas até a integração de dispositivos móveis.

Esta edição do evento vai celebrar os 25 anos da entidade e terá como tema “A Engenharia Criando a Mobilidade do Futuro – Intermodalidade – Conectividade – Veículos e Sistemas Inteligentes”. A versão 2016 do Congresso será presidida por Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO da empresa para a América Latina.

O Congresso SAE BRASIL traz para a comunidade da engenharia da mobilidade as últimas novidades tecnológicas do setor, constituindo-se em um ambiente ideal para os profissionais atualizarem seus conhecimentos, ampliarem suas redes de contatos e para as empresas, local propício para apresentarem seus produtos, projetarem sua imagem e alavancarem negócios.

Smart Factory

De acordo com Camilo Rubin, vice-presidente de Sales & Service Management da T-Systems Brasil, a chamada fábrica inteligente é resultado prático do conceito de indústria 4.0. “Com a digitalização dos processos, a produtividade das indústrias cresce de 2 a 3 vezes”, diz, lembrando que a digitalização já é realidade em todos os setores e que está na agenda de pessoas influentes, de CIOs a políticos. “Isso significa uma série de benefícios, mas também de novos desafios”, ressalta.

Para Rubin, a chamada fábrica inteligente é um elemento fundamental do conceito de Indústria 4.0, trabalhando para permitir que sistemas de produção e de logística sejam auto organizáveis. “É um modelo de fábrica que exige intervenção mínima com planejamento central e inteligência distribuída. A T-Systems está apresentando as tecnologias certas para permitir aos seus clientes implementarem o conceito”, diz. Algumas das soluções presentes na feira incluem:

– Controle de acesso;

– Soluções Mobilidade;

– Solução para controle de entrada e saída de materiais na planta;

– Acompanhamento e rastreamento da produção – Acesso instantâneo a todas as instalações de produção com Smart Factory – aceleração dos processos logísticos;

– Manutenção preditiva – Redução do tempo de inatividade com base em informações de status da máquina como parte da Smart Factory;

– MES como um facilitador para a Smart Factory – os sistemas principais trocam informações automaticamente e se auto gerenciam;

– Adaptação automática de ferramentas – Máquinas e ferramentas se adaptam automaticamente à próxima atividade;

– Integração de dispositivos móveis – Permite decisões rápidas relacionadas à produção e logística.

Cloud of Things

Outra solução a ser apresentada no Congresso SAE Brasil é a Cloud of Things, ou a Nuvem das Coisas. De acordo com Ricardo Michelan, head de Sales Automotive OEMs & Suppliers da T-Systems Brasil, trata-se de um serviço, hospedado na nuvem da companhia, que permite o monitoramento de qualquer equipamento que produza informações. “É basicamente para máquinas mas, não importa o equipamento, conseguimos analisar a informação gerada”, diz.

Estas informações são disponibilizadas aos clientes em dashboards, que podem ser acessados por executivos e tomadores de decisão via celular ou tablete. A solução já está implementada na Mercedes-Benz, na Alemanha, e agora a T-Systems deve expandi-la para outros segmentos que façam uso intensivo de máquinas.

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Palo Alto Networks e Westcon participam do Congresso Security Leaders em São Paulo

A Palo Alto Networks, fornecedora de soluções de segurança corporativa, participará do Congresso Security Leaders, em São Paulo, entre os dias 25 e 27 de outubro, reforçando a visão da empresa com duas palestras focadas em prevenção. A empresa divide seu estande com a Westcon, distribuidora de suas soluções com quem mantém sólida parceria.

No primeiro dia do evento, ao meio-dia, Daniel Amaral, Systems Engineer, fará a primeira apresentação após a abertura da Arena Security. Com o tema “Seu antivírus é o suficiente para proteger seus endpoints?”, o executivo abordará a necessidade de buscar um produto que forneça valor de segurança superior, não apenas em termos de redução de custos, mas também em termos de eficácia de segurança.

No dia 26, a partir das 11h30, Mark Kolar, Systems Engineer Leader para canais, apresentará as funções necessárias para prevenção de violações em locais críticos.

O Congresso Security Leaders, maior evento de Segurança da Informação e Risco do Brasil e América Latina, reunirá os principais executivos do setor no Centro Fecomércio de eventos.

Parceria

Equipes técnicas da Westcon trabalham em conjunto com profissionais da Palo Alto Networks no desenho de projetos para o cliente final, e além da contribuição em engenharia, a distribuidora oferece amplo apoio comercial e na área de marketing. A Westcon, por meio da divisão Westcon-Comstor Service Solutions, ministra treinamentos oficiais Palo Alto Networks e provê suporte 24×7 aos produtos da fabricante, prestando ainda serviços profissionais relacionados aos produtos da empresa.

Congresso Security Leaders – São Paulo

Data: 25, 26 e 27 de outubro de 2016
Local: Centro Fecomércio de Eventos
Endereço: R. Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01313-020

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Como transmitir confiança de um e-commerce para os consumidores?

Por Tatiana Pezoa

Quando não somos clientes fiéis de uma loja virtual e resolvemos fazer uma primeira compra, sempre levamos em consideração vários pontos que não são ditos com palavras, mas são sentidos, como: se o design da loja é bacana, se os produtos são “uau!”, os preços são aceitáveis e se há alguma fonte que transmita confiança feita por consumidores que já compraram nessa loja.

Essas características são levadas sempre em consideração. Pode acreditar. Seja no mundo físico ou no virtual. A grande questão é: como fazer o e-commerce transmitir essa confiança além da tela do computador ou do smartphone? Eu digo que um dos pontos que são esquecidos, mas é de extrema importância para o e-commerce são as opiniões dos seus clientes.

Quando decidimos comprar pela internet são tantas incertezas e dúvidas que se a loja não conseguir solucioná-las a tempo, isso pode fazer com que o consumidor desista. E é nesse ponto que as opiniões e avaliações podem impactar na conversão de compra.

Um dado muito conhecido entre os lojistas brasileiros é que 98% dos consumidores em potencial simplesmente desistem de uma compra online. Mas quais são as causas? Acredito que grande parte dessa baixa taxa de conversão é devido à falta de confiança e segurança. Sabe como podemos chegar perto de uma resposta que nos ajude a resolver essa questão? Simples: se analisarmos uma recente pesquisa, realizada em abril de 2016, sobre o comportamento dos consumidores da Amazon liderada pela própria varejista, veremos que 55% dos entrevistados que buscam um determinado produto no site da varejista o fizeram devido a possibilidade de acesso aos comentários dos outros consumidores.

Reafirmando esse comportamento e seguindo ainda a pesquisa, 99% desses consumidores afirmaram que ler os reviews publicados é um fator determinante para a decisão da primeira compra e para as demais aquisições. Mas, tecnologias a parte, é no bom e velho boca a boca que está a melhor solução para transmitir a transparência e a sinceridade.

Você pode pensar que isso só funciona no exterior, e no Brasil o consumidor é diferente. Para desmistificar isso, nós mesmo fizemos um levantamento com os brasileiros que já utilizaram pelo menos uma vez os comentários publicados no e-commerce, e o resultado não foi diferente – 80% dos clientes que usaram os reviews e as opiniões certificadas como base de apoio no momento da compra se declaram satisfeitos com suas aquisições online.

Porque dessa forma o consumidor sente, percebe, estranha de alguma forma se a opinião é verdadeira, mesmo ela sendo positiva ou negativa. E não adianta manipular as opiniões a favor do produto, em algum momento isso vai aparecer, e consequentemente o seu cliente irá desaparecer.

Com essas questões, o mais importante é que o e-commerce evolua e quebre seus próprios paradigmas. Para isso é preciso ouvir os clientes e suas experiências de compra para que haja a sustentação do seu negócio. Pois, torná-lo rentável é obrigatório, mas estar próximo de quem o faz estar “em pé” com certeza será a sua força motriz!

Tatiana Pezoa, CEO da Trustvox, certificadora de reviews online e vencedora do prêmio E-commerce Brasil de Inovação 2015.

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5 Ferramentas para incluir no seu arsenal contra a fraude mobile

Por Andreas Naumann, Especialista em Fraudes da adjust

A fraude por cliques em anúncios é um problema de bilhões de dólares. Muito do tempo,
dinheiro e recursos das empresas são gastos na tentativa de resolver uma campanha
comprometida. Por isso, é cada vez mais importante que todos que lidam com o mercado
digital e mobile tenham um time de marketing com capacidade para lidar com as fraudes. Mais
do que isso, é necessário que esse time conheça o leque de ferramentas que pode usar nessa
guerra.

Aqui está nossa recomendação com 5 tipos de ferramentas que podem ser incluidas no seu dia
a dia e no da sua empresa.

1) Treinamentos (tanto dentro da empresa quanto enviando seu time para fora)

Quanto seu time sabe a respeito dos tipos de fraude que existem nos dias de hoje? Eles estão
cientes das melhores práticas para identificá-las? Talvez seja a hora de pensar em elevar o
nível de conhecimento deles – não somente em fraude, mas também sobre as melhores
práticas de marketing mobile em geral.

Com fraudadores ficando cada vez mais experientes em burlar as campanhas, é fácil ficar para
trás e perder um entendimento sólido dos melhores KPI’s e o que é, de fato, um bom
benchmark em cada cenário. Envie seu time para conferências, faça um workshop de
treinamento, e divida conhecimento sobre marketing mobile.

2) Ferramentas para capturar conjuntos de dados dentro da sua própria plataforma de
Business Intelligence (BI)

Colocar uma campanha de mobile marketing no ar é uma tarefa bastante complexa, por isso
mesmo, existe uma gama variada de peças e dados dentro do ecossistema que podem ajudar
você a rastrear fraudes em sua campanha. O problema é que cada pessoa envolvida na
campanha tem um tipo de permissão e acesso aos dados dentro da cadeia de valor.

Isso acontece por diferentes razões, que vão desde regulamentação de privacidade até
medidas internas de segurança da empresa. Por exemplo, se um funcionário do marketing é a
primeira parte da cadeia, ele poderá ter acesso ao banco de dados com informações bem
detalhadas.

Mas um funcionário da parte de mobile ads, que está na terceira parte do ecossistema, terá
apenas o target e a ferramenta de postagem à sua disposição. Já as plataformas de atribuição
(como a adjust) ficam no meio do caminho, com um pouco de cada tipo de permissão.
Somente aqueles que estão na primeira parte da cadeia tem a permissão para coletar essas
informações e ter um ponto de vista macro e completo da situação. Por isso, é necessário que
eles tenham à mão algum tipo de plataforma de BI criada internamente ou mesmo licenciada. A
maioria dos sistemas irá permitir que ele exporte esses dados e os divida com mais pessoas de
maneira segura. Isso também será útil para o próximo ponto da nossa lista.

3) Ferramentas que barram fraudadores de forma ativa

Depois de coletar informações de diferentes fontes e gerar conclusões com elas, as
ferramentas de prevenção de fraude podem entrar no jogo de maneira otimizada. Um dos
principais pré-requisitos das soluções em prevenção de fraude é a capacidade de barrar
campanhas de forma direta e ágil. Isso é importante para impedir que os fraudadores
continuem recebendo o dinheiro da campanha ao serem identificados.

Ainda pior do que prejudicar uma campanha ativa, se as conversões fraudulentas passam
pelos seus sistemas, vão acabar afetando seu time na hora de concluir sobre o tráfego de
todas as campanhas. É uma tarefa árdua e primordial limpar esses sistemas de dados de
maneira retroativa.

É necessário aplicar esses filtros antes que os dados sejam encaminhados para outras partes,
como um sistema de BI interno. Isso pode ser feito com uma plataforma de atribuição, ou
através de um intermediário.

4) Ferramentas que enviam metadados para endereços de IP

Similar aos sistemas de prevenção de fraudes, as empresas deveriam ter algum tipo de banco
de dados de IP, que envia metadados para endereços ao longo de vários pontos da cadeia de
valor. Isso é importante porque permite combinar os dados do IP para confirmar a validade
deles. A validação dos endereços de IP é talvez a forma mais fácil e forte de confirmar se o
tráfego não está vindo de uma fonte suspeita (como um centro de dados ou uma saída de Tor),
além de checar se o tráfego não está vindo dos pontos geográficos diferentes daqueles você
planejou.

5) Ferramentas que calculam KPI’s específicos e fontes de tráfego

Por fim, as empresas devem ter um banco de dados com um bom front end (talvez até
construído internamente). Esse banco seria capaz de dar KPI’s para tráfego, além de permitir
que o time comparasse benchmarks. Idealmente, essa ferramenta também permitiria que você
importasse e gerenciasse dados brutos de diferentes fontes, para possibilitar pesquisas e
comparações no caso de mitigação de fraude.

Conclusão:

Devido à complexidade do ecossistema dos anúncios mobile e o crescimento das fraudes, listar
essas 5 ferramentas se torna um importante primeiro passo. Esperamos que com elas, você
consiga visualizar a chave para construir uma infraestrutura capaz de prevenir e evitar
problemas com fraudes. Muitas empresas acabam focando somente na parte de atribuição –
tentando descobrir de onde o trafego de anúncios vem – mas essa é somente uma parte do
jogo.

As plataformas de atribuição vão permitir que você compare diferentes fontes, e acompanhe
seu funil de conversões, mas as fraudes podem sempre tomar diferentes formas, então é
importante estar atento e atualizado. As dicas e ferramentas que estamos recomendando aqui
podem ser usadas imediatamente por times que estão buscando certa autonomia e capacidade
de resolver problemas causado por fraudes.

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Apex-Brasil reúne empresas e startups de olho na inovação automotiva

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) realiza em São Paulo, na manhã do dia 26 de outubro, o Corporate Venture Automotivo, que reunirá startups, empresas e investidores para fomentar a inovação no setor e debater soluções em mobilidade.

Entre os participantes estão empresas do porte de Bosch, Mercedes, Yamaha e Qualcomm. Grandes companhias que já atuam no ecossistema de inovação brasileiro e apostam em startups para encontrar soluções inovadoras em diversas áreas de transporte e mobilidade, como telemática e veículos autônomos, por exemplo.

Haverá também discussões sobre o futuro das indústrias automotiva e de mobilidade. O evento ainda guarda espaço para apresentações de quatro startups (Nexer, Truckpad, Automobi e Virtual PIXYS) em busca de investimento e deve abrigar um anúncio envolvendo uma montadora e startups. O Corporate Venture Automotivo acontece no Expo Center Norte, Pavilhão Vermelho.

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Negócios que serão revolucionados nos próximos cinco anos – Por Mateus Baumer Azevedo

Se, em 2010, alguém falasse para você que os rádios taxistas se juntariam para determinar regras e preços com receio de perderem seus passageiros, você acreditaria? E se dissessem que milhões de pessoas dormiriam em casas de estranhos quando fossem viajar para qualquer lugar do mundo, ou que as TVs a cabo sairiam de moda por conta da possiblidade de se assistir aos programas a qualquer hora por menos de 30 reais? Pois é! A mudança radical que ocorreu nesse período é só o início de uma revolução que empresas, produtos e serviços irão sofrer nos próximos anos.

Uma das áreas que está passando por uma grande evolução é a de serviços bancários, visto que as agências estão perdendo importância frente ao crescente uso da tecnologia e de outros métodos de pagamento e obtenção de crédito, por exemplo. Também, o aumento exponencial de fintechs tem proporcionado novas facilidades através de inovações aplicadas aos serviços financeiros, e o resultado tem sido a diminuição da burocracia, a redução dos custos e grande aumento da praticidade. No caso dos cartões de crédito, devido à tecnologia de NFC (Near Field Communication), empresas como Apple, Samsung e Google já estão estudando alternativas para acoplar a função do cartão nos smartphones, eliminando inclusive o uso do objeto de plástico.

Além disso, pode-se destacar o atendimento ao cliente como um dos setores que terá grandes mudanças nas empresas. Certamente, a maioria de nós já entrou em contato com profissionais de call centers para efetuar um cancelamento ou reclamação, e teve uma experiência negativa ao passar por diferentes atendentes até conseguir resolver o problema (ou, no pior caso, não obteve uma solução). Na maioria das vezes, essa prática é desgastante e estressante para as duas partes, já que os profissionais que exercem essa função são cobrados, passam por momentos de muita tensão, e precisam seguir um roteiro para que todas as suas falas e procedimentos sejam iguais.

Nesse contexto, novas tecnologias surgiram para automatizar esses processos. É o caso dos robôs com inteligência artificial, que auxiliam no atendimento de clientes. Com eles, evita-se que filas de espera se formem e um contingente menor de atendentes é necessário, visto que eles só serão acionados em casos muito atípicos ou complexos, ou seja, quando é preciso executar um trabalho intelectual, e não apenas realizar uma repetição exaustiva.

Esses robôs conseguem compreender a linguagem natural falada ou escrita, o que permite que reconheçam os conceitos expressados, mantendo um diálogo claro e preciso. Dessa forma, esse mecanismo é capaz de orientar o cliente durante todo o atendimento, coletar dados, disponibilizar conteúdos multimídia e solucionar solicitações transacionais (é possível que um robô bem “treinado” consiga atender mais de 90% das demandas que lhes são propostas sem a intervenção de um humano).

Assim, com a utilização desse serviço, os principais benefícios são a diminuição dos custos, a otimização dos processos e a maior agilidade no atendimento, a fim de aperfeiçoar cada vez mais o relacionamento entre o cliente e a marca. Com todas essas tendências, nos resta aguardar ansiosamente por todas as novas mudanças e por outros setores que serão evoluídos através do uso da tecnologia.

Mateus Baumer Azevedo, sócio da Bluelab, empresa especializada em automatizar o atendimento ao cliente através de robôs que podem ser utilizados via telefone, webchat ou Facebook, os quais são capazes de solucionar até 95% das demandas dos clientes.

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Banco Original é única instituição da América Latina que concorre a Prêmio Internacional de Inovação

Com operação de varejo nascida 100% digital, o Banco Original é um dos finalistas do Innovation Awards, prêmio de inovação concedido pela EFMA (organização global sem fins lucrativos que facilita o trabalho entre seguradoras e instituições financeiras).

Na disputa, o Original foi indicado por uma comissão da EFMA que analisou os cases mais inovadores da atualidade no universo de 200 instituições de 61 países. A iniciativa de inovação reconhecida para concorrer ao prêmio é o recém-lançado Open Banking, uma plataforma que permite a integração de diversos aplicativos com os serviços do banco por meio da abertura de APIs (Interface de Programação de Aplicativos, em inglês).

Com o lançamento deste projeto, em setembro, o Original tornou-se o primeiro banco da América Latina a abrir uma série de APIs para que desenvolvedores e empresas de qualquer setor da economia possam criar soluções que proporcionam experiências inéditas ao cliente.

Assim, assumiu o protagonismo de um movimento que fará com que instituições financeiras sejam acessadas aonde o cliente estiver, sem necessariamente o uso do celular, como ocorre hoje em dia.

O vencedor do Innovation Awards será divulgado no próximo dia 26, em Barcelona, e, durante a cerimônia de premiação, cada indicado apresentará seu projeto para uma plateia de mais de 200 executivos do setor bancário, além de espectadores que acompanharão o evento via internet, ao vivo, e poderão colaborar com a escolha do premiado.

Ao lado do Banco Original concorrem ao prêmio Santander (Espanha), SolarisBank (Alemanha), Alior Bank (Polônia), Standard Bank (África do Sul) e First National Bank (EUA).

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Volvo XC90: linha 2017 chega com assistente de direção de até 130 km/h

The all-new Volvo XC90 - Rear Collision Warning

Modelo mais inovador e seguro já produzido pela Volvo em sua história, o XC90 chega à linha 2017 com uma importante evolução: o Pilot Assist de segunda geração. É o único utilitário esporte de luxo vendido no Brasil com tecnologia de auxílio à condução, recurso que conta com sensores e câmeras que monitoram as faixas das vias e um sistema que comanda a aceleração, a frenagem e a movimentação do volante em velocidades de até 130 km/h.

Como o sistema anterior era limitado a 50 km/h, a nova geração do Pilot Assist passa a atuar não somente em situações de tráfego intenso nas grandes cidades, mas também oferece conforto e segurança na condução do veículo em rodovias. Em qualquer uma dessas condições, são vários os benefícios do equipamento, que auxilia o motorista a manter a velocidade programada, interagindo continuamente com a direção, a aceleração e o freio para centralizar o veículo na faixa. Assim, o esforço do motorista em deslocamentos longos também pode ser minimizado pelo uso dessa tecnologia.

O Pilot Assist pode ser ativado a qualquer momento pelo motorista e seu pleno funcionamento depende de faixas bem demarcadas na superfície da pista. Quando possível, o assistente de direção auxilia na correção do deslocamento do veículo, por exemplo, ao contornar curvas abertas em rodovias.

Apesar de não necessitar de um veículo à frente como referência, o assistente de direção faz uso das funcionalidades do Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC) para controlar a distância do carro adiante ou a velocidade configurada.

O motorista deve estar sempre no controle do automóvel, com as mãos no volante, para manter o sistema funcionando. O condutor tem ainda a possibilidade de intervir no Pilot Assist via acelerador, freio e volante, de acordo com sua vontade. Caso ele queira mudar de faixa, a seta indicadora aborta temporariamente o assistente de direção. O acionamento do Pilot Assist é feito de forma intuitiva, por meio de um botão à esquerda no volante.

Segurança extremamente avançada

A tradição da Volvo e a preocupação com a segurança trazem para o XC90 a mais completa tecnologia para evitar acidentes. Todos os equipamentos são de série no SUV de luxo, como o Sistema de Alerta de Mudança de Faixa, que aplica força no volante se o carro está saindo da faixa intencionalmente, enquanto o Sistema de Alerta ao Motorista detecta e avisa motoristas desatentos ou cansados, por meio de um sinal visual e sonoro.

O XC90 é o primeiro carro no mundo com tecnologia que aciona automaticamente os freios caso o motorista tente virar à frente de outro carro que venha em sentido contrário. É uma situação comum em cruzamentos nas cidades, bem como em estradas, nas quais os limites de velocidade são maiores. O SUV detecta um potencial choque e freia automaticamente, tanto para evitar a colisão como para reduzir as consequências do acidente.

Na estrada, sair da pista pode provocar um acidente, por diferentes causas, como distração do motorista, fadiga ou más condições de clima. O sistema de proteção em saída de estrada registra situações como essas e aciona os outros sistemas de prevenção de impactos aos ocupantes, como tensionar os cintos de segurança para manter as pessoas na posição mais protegida.

Um dos principais elementos de prevenção e redução dos impactos aos ocupantes é o design dos bancos do XC90, que inaugurou a nova geração do inovador Sistema de Proteção contra Lesões na Coluna Cervical (WHIPS) com dispositivo pré-batida, que previne ferimentos no pescoço.

O XC90 dispõe também da última geração do controle eletrônico anti-capotamento e do City Safety, que agrupa todos os sistemas de frenagem automática da Volvo Cars. Esse recurso tem visão noturna e auxilia o motorista no caso de alto risco de colisão com outro veículo, pedestre ou ciclista, com uma estratégia de alerta e de ajuda na frenagem. O modelo conta ainda com o Volvo On Call, um serviço de segurança, proteção e conveniência que oferece assistência 24h, auxílio de emergência e localização, em caso de roubo ou furto.

Versões oferecem ampla lista de equipamentos

Na versão Momentum estão presentes todos os itens de conforto concentrados na tela central de 9 polegadas sensível ao toque, que permite ao motorista e passageiro controlarem o sistema de som premium, o Sensus Navigation Pro e o ar-condicionado digital com quatro zonas individuais de refrigeração.

Os bancos dianteiros trazem regulagens elétricas de posição, de ajuste lombar e de apoio das pernas, aquecimento e memória, enquanto os assentos traseiros contam com booster integrado, para crianças. A terceira fileira com bancos individuais é de série em todas versões.

Assistente de estacionamento, que manobra o carro automaticamente em vagas perpendiculares e paralelas, sistema de monitoramento de pressão dos pneus, painel de instrumentos de 12,3 polegadas, faróis principais e de neblina com iluminação 100% em LED estão igualmente presentes.

O motorista também pode escolher seu modo de condução entre Confort, Eco, Dynamic e Off Road, por meio de um seletor no console central. Cada um deles oferece um ajuste específico para motor, transmissão, direção, economia de combustível e até mesmo o layout do painel. Nesta versão, o utilitário é equipado com rodas de 19 polegadas.

Já a versão Inscription chega ao mercado com todos os itens da Momentum e acrescenta um dos melhores sistemas de áudio já desenvolvidos para um automóvel, em parceria com a Bowers & Wilkins. São 1.400 watts, 19 alto-falantes, incluindo um dos primeiros subwoofers air-ventilated instalados em um carro, e um software de processamento de áudio de última geração que simula, dentre outros ambientes, a sala de concerto da Orquestra Filarmônica de Gotemburgo.

Essa configuração traz, ainda, o Chassi Four-C, com o sistema de suspensão por bolsas de ar. Isso habilita o motorista a ajustar, nos modos de condução, a altura mais adequada de rodagem, de acordo com o piso. A altura da carroceria também pode ser ajustada para funções específicas, como a de carga do porta-malas.

O XC90 Inscription é identificado nos detalhes: o refinado design recebe apliques cromados em vários pontos da carroceria, como na grade frontal e nos frisos da porta, e o cuidado se estende a componentes como a chave revestida em couro. As rodas, nesta versão, são de 20 polegadas.

Por dentro, os bancos têm apoios laterais ajustáveis eletricamente e ventilação. Os assentos traseiros também recebem sistema de aquecimento. Outro item exclusivo é o Head Up Display, que projeta as principais informações do painel à frente do motorista, além do teto solar panorâmico.

O XC90 Inscription adiciona ao já completo pacote de segurança os alertas de tráfego lateral e de colisão traseira, além do BLIS – alerta de ponto cego – e o inovador sistema de Visão 360º, que projeta na tela central uma visão aérea completa ao redor do veículo.

Motorização moderna e eficiente

A linha 2017 do XC90 é equipada com o motor T6 Drive-E. Um propulsor quatro cilindros leve e compacto, 2.0 litros com supercharger e turbo que gera 320 hp. O desempenho, a economia de combustível e o baixo nível de emissão são os destaques do Drive-E. O torque de 400 Nm está disponível a 3.700 rpm, garantindo força em qualquer situação. O XC90 sai da imobilidade e chega a 100 km/h em 6,5 segundos e tem velocidade máxima de 230 km/h. Em percurso combinado (urbano e estrada), pode fazer até 12,5 km/l, dependendo da condição de estrada, altitude e tipo de combustível, graças ao trabalho harmonioso do motor com a transmissão Geartronic, de oito velocidades.

A linha 2017 do XC90 chega à rede de concessionárias com os seguintes preços: R$ 346.900 (Momentum) e R$ 403.900 (Inscription).

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Blockchain: próxima revolução na indústria financeira

Você sabe o que é Blockchain? Essa tecnologia nada mais é do que uma base de dados de transações distribuídas e criadas para dar segurança ao uso de moedas digitais. O blockchain é a primeira tentativa da internet das finanças e chegou para revolucionar a indústria, visto que, para garantir a segurança e transparência das transações, ele impossibilita o uso da mesma moeda em mais de uma transação. Os dados, ao invés de serem guardados em um único computador, são distribuídos por toda a internet.

A OneCoin, que compreende um novo sistema de criptomoedas, conta com um blockchain próprio para mineração de moedas digitais e explica por que a tecnologia é um dos bancos de dados mais seguros da atualidade.

A partir do momento que há um registro no blockchain, esses dados não podem ser apagados ou alterados e tal prática facilita na hora de registrar ativos, mantê-los atualizados e disponibilizar todos esses contatos aos órgãos que irão regulamenta-los e, por isso, é muito promissor o crescimento do uso desta tecnologia no Brasil.

Segundo pesquisa da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e Instituto Ipsos, de 2014 para 2015, a população brasileira que tem conta em banco atingiu um total de 64%, ou o correspondente a 86,3 milhões de pessoas. Com uma conta em banco, há cada vez mais pessoas optando por transações online, e consequentemente por serviços bancários seguros que possam facilitar a vida financeira.

Apostar em uma moeda que tem um blockchain privado possibilita que o usuário tenha mais segurança nas transações com as moedas mineradas, sendo assim possível levá-las a mais pessoas e lugares. É nesse negócio que a OneCoin aposta para, futuramente, garantir a valorização da moeda e se converter em uma grande plataforma de transferência financeira.

Afinal, a tecnologia do blockchain público ainda é complexa de operar por ter códigos abertos no qual podem abranger vários projetos, com equipes diversas e ideias diferentes. O diferencial da OneCoin é que o blockchain, além de ser privado, tem uma empresa por trás que responde pela sua idoneidade, garantindo ainda mais segurança e transparência ao usuário.

Para Dra. Ruja Ignatova, CEO da OneCoin, a mineração feita pela empresa em 4 servidores, sendo 2 na Europa e 2 na Ásia, tem o objetivo de, futuramente, abrir a moeda para o mercado. “Em um futuro próximo a OneCoin pretende atingir 80% da mineração em nosso blockchain e queremos que essa moeda seja ainda mais valorizada”, conclui.

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Home Office: 4 dicas para trabalhar em casa

O conceito home office vem crescendo, especialmente nas grandes cidades, pois agrega uma série de benefícios para empresas e profissionais. Para as empresas, existe a possibilidade de diminuir o custo fixo da operação, pois economizam nas estações de trabalho e, consequentemente, com itens como transporte, energia, água e mobiliário. As empresas ganham ainda por contarem com um profissional mais motivado, que trabalha focado em resultados e feliz por ter liberdade para gerenciar o próprio tempo. Quanto aos empregados, a modalidade home office é uma valiosa ferramenta para se ganhar tempo, evitando o estresse do transito.

Segundo a empresa especializada em consultoria de recrutamento, Robert Half, essa prática aumentou 47% desde março de 2015. Mesmo tendo muitos pontos positivos, o grande desafio para quem não está habituado ao modelo é conseguir conciliar as obrigações do trabalho com o dia-a-dia em casa e com a família. Para que a rotina home office seja eficiente, o fundador da Escola de Empreendedorismo Longitude, David Pinto, cita quatros dicas essenciais.

– Estabelecer metas diárias

De acordo com David, o primeiro passo para o profissional que trabalha home office é estabelecer as metas que irá precisar realizar a cada dia. Outro ponto muito importante é elencar os objetivos viáveis e fáceis de fazer e os objetivos que precisam ser atingidos a médio e longo prazos. “Empresas que trabalham home office costumam ter muito bem definido os resultados que precisam ser atingidos por cada colaborador. O profissional precisa visualizar esta agenda e traçar metas pessoais, para conseguir entregar o trabalho no prazo e de forma eficiente. O pior erro que podem cometer é deixar para realizar tarefas de ultima hora, por exemplo, comprometendo assim a qualidade do trabalho.”

– Criar uma rotina de escritório

Como o profissional não está acostumado a trabalhar em casa, ao iniciar essa nova rotina, ele se sente perdido. Os mais ansiosos podem começar a realizar atividades antes mesmo de se alimentarem, e há também os que não estabelecem qualquer limite para dividir cada momento, trabalhando de pijama, não estabelecendo pausas ou trocando o dia pela noite. “A grande dica é estabelecer horários, criar uma rotina saudável e organizar o local de trabalho. Atos simples, como trocar o pijama, fazem toda a diferença para a pessoa entrar no clima correto. A organização do tempo é essencial para que o profissional consiga conciliar todas as tarefas que deseja: ir a uma academia, separar um tempo para ler, curtir a família. A pessoa precisa ter em mente que está economizando horas preciosas simplesmente por não estar enfrentando o trânsito, mas, se ela não tiver uma rotina organizada, não conseguirá ser produtiva.”

– Definir regras com a família

A terceira dica é para a família do profissional. Quando a pessoa deixa de trabalhar no escritório da empresa, ela precisa reunir todos que moram na casa e expor a nova situação. Filhos, esposas, maridos, precisam entrar no esquema da nova rotina, respeitar os horários de trabalho do profissional e colaborar evitando interrupções e barulho. “Antes de optar por trabalhar em casa, o profissional precisa avaliar se terá um ambiente propício, se conseguirá ficar focado e se poderá contar com a colaboração de todos sem que que a nova situação se torne motivo para divergências na rotina familiar.”

– Permita-se relaxar

Por último, e não menos importante, David conta que o home office está crescendo no país justamente porque os funcionários conseguem relaxar mais, ficam preservados do estresse que passavam no trânsito e sentem-se mais felizes por poderem administrar melhor o tempo. “Portanto, se o profissional atingiu as metas propostas para aquele dia e o trabalho foi realizado com sucesso, ele pode e deve relaxar, ouvir uma música, passear no parque ou ficar com a família. Nada mais merecido!”

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