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Freelas: Conheça as profissões em alta para o fim do ano e prepare-se

O final do ano está chegando e um levantamento realizado pelo Freelancer.com, maior plataforma do mundo de freelancer e crowdsourcing do mercado em número de usuários e trabalhos publicados, aponta quais são os profissionais mais procurados durante esta época. Cargos como programador, designer e desenvolvedor de conteúdo são uma grande aposta para aqueles que buscam vagas freelancers para garantir uma renda extra nesse período.

Confira abaixo as categorias profissionais com o maior número de contratações para esta época do ano:

– Programador
– Design gráfico
– Tradutor
– Website Design
– MySQL
– Editor de vídeo
– Desenvolvedor de banners
– Photoshop
– Produtor de conteúdo

Segundo Sebastián Siseles, diretor internacional do Freelancer.com, a demanda por esses profissionais se deve à procura das empresas por peças de final de ano, como cartões – digitais e físicos -, brindes, entre outras coisas.

Confira algumas dicas para garantir os melhores projetos nesta ou em qualquer época do ano:

– Escolha a sua área de competência corretamente, um único nicho e que lhe agregue valor.

– Tente posicionar-se fortemente na sua área e não se expandir para todos os segmentos.

– Imponha seus próprios padrões pessoais de trabalho, esforçando-se para estar sempre à frente e superar seus concorrentes.

– Evite as ofertas que soem muito promissoras ou boas demais para serem verdade. Não tenha medo de dizer “não” para projetos questionáveis.

– Não se candidate para tudo. Seja seletivo. Como um profissional independente, sinta-se livre para escolher os seus clientes.

– Faça valer o seu trabalho: familiarize-se com preços ou custos correntes para evitar que você seja enganado ou induzido a trabalhar por baixo custo.

– Mantenha-se atualizado, fazendo cursos dentro da área de sua competência.

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Boleto bancário x Cartão de crédito: Qual a forma de pagamento mais segura pra compras na Black Friday?

Por Tom Canabarro

A Black Friday caiu no gosto do consumidor brasileiro e hoje já é um dos principais eventos do comércio eletrônico nacional. As vendas crescem ano após ano, e a expectativa para 2016 não é diferente. De acordo a E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico, espera-se um faturamento superior a R$ 2,1 bilhões para esta edição. Para o cliente que deseja aproveitar a data da melhor maneira, sem preocupação ou dor de cabeça, uma dica é fundamental: optar pelo cartão de crédito como meio de pagamento nas compras feitas on-line no dia 25 de novembro.

A expectativa é que o cartão seja utilizado em 82% das transações durante a Black Friday deste ano. Em contrapartida, 1 em cada 7 clientes (13,7%) deve optar por uma forma de pagamento menos segura, sob a ótica do consumidor final: o boleto bancário. Esse número é consideravelmente alto e alarmante, uma vez que a maioria dos golpes aplicados nesta data contra o cliente se dá nesta modalidade.

Muitas pessoas desconhecem, mas o cartão de crédito é a forma de pagamento mais segura para efetuar compras na internet. Apesar de o Brasil ser um dos países com maior índice de fraudes de clonagem de cartão, o cliente sempre estará protegido. Se alguma compra on-line for feita sem o consentimento do portador, ele tem o direito de solicitar o estorno da transação junto ao banco emissor ou à operadora.

A mesma proteção não se aplica no caso de boletos: uma vez pago o documento, as instituições financeiras se eximem de qualquer risco sobre o tema. É justamente nesse momento que surge a oportunidade para os criminosos aplicarem golpes em clientes desatentos – especialmente em uma data propícia, como a Black Friday.

É comum vermos no noticiário inúmeros casos de golpes aplicados nesta data seguindo um conhecido roteiro: uma loja desconhecida oferece descontos extremamente tentadores em produtos bastante cobiçados pelo público (como smartphones e eletroeletrônicos). Por algum motivo, porém, aquele e-commerce só aceita receber pagamentos via-boleto, à vista. O cliente não desconfia, não pesquisa por referências sobre aquele estabelecimento em sites ou redes sociais, e faz a compra.

Mas os dias passam e o produto não chega. Neste momento, a página da loja também fica fora do ar e outros consumidores também se queixam em sites e nas redes sociais. O cliente tenta ainda um contato no banco, mas é informado que o pagamento daquele boleto não poderá ser revertido. Xeque-mate, infelizmente: golpe consumado, e os criminosos atingiram o seu objetivo.

Por este motivo, os consumidores precisam desconfiar sempre dos sites que disponibilizam apenas o boleto bancário como meio de pagamento e não oferecem a opção do cartão de crédito. A explicação é simples: a documentação exigida para que uma loja virtual possa receber pagamentos via-cartão é bastante extensa, enquanto os boletos podem ser facilmente direcionados para alguma conta laranja.

Devido a isso, os clientes brasileiros podem ficar extremamente seguros em fazer compras via-cartão de crédito na Black Friday. Mas, se por algum motivo você optar pelo boleto, é altamente recomendável conferir a procedência da loja virtual e os comentários sobre ela nas redes sociais e sites como o Reclame Aqui, além de checar atentamente os dados que virão impressos no boleto.

Tom Canabarro, co-fundador da Konduto, sistema antifraude inovador e inteligente para barrar fraudes na internet sem prejudicar a performance das lojas virtuais.

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Maplink compra Optilogistic, empresa francesa de software para logística

A Maplink, empresa brasileira de tecnologia líder em soluções de geolocalização e logística, anuncia a aquisição da empresa francesa Optilogistic, especialista no desenvolvimento de soluções de logística para o mercado Europeu. Com acordo liderado pela Movile – líder global em mobile commerce -, o investimento, além de complementar o portfólio da Maplink, transfere para a carteira da companhia mais de 60 clientes na Europa, América Latina, Estados Unidos e África.

A aquisição dá continuidade à estratégia de expansão global da Maplink – que já atua na América Latina desde 2014 – e promete trazer benefícios para os clientes nos países que as empresas atuam, como a possibilidade de oferecer sua tecnologia e serviços com suporte e pagamento em moeda local, além da oferta de serviços de geolocalização e nuvem mobile.

A expansão dos negócios acontece em um momento propício, já que o mercado de SaaS deverá superar a marca de US$ 112,8 bilhões até 2019, atingindo uma taxa anual de crescimento médio de 18,3%, quase cinco vezes mais do que o mercado tradicional de softwares. Isso significa que para cada US$ 4,59 investidos em softwares, US$ 1 será direcionado ao SaaS. Segundo o IDC (International Data Corporation), o mercado mundial de área movimentou receitas de US$ 48,8 bilhões em 2014, representando um crescimento de 24,4% em relação ao ano anterior.

“O custo de logística representa 12% do PIB mundial. No Brasil, esse valor é de 17%. Isto mostra o quanto é preciso ser feito para que o país evolua em competitividade. A aquisição trará benefícios para os nossos clientes em termos de eficiência nos processos e produtividade, pois estaremos ainda mais preparados para atender o mercado crescente de on demand logistic. A partir de agora nossos esforços serão somados ao objetivo de oferecer soluções eficientes e sofisticadas”, afirma Frederico Hohagen, diretor geral da Maplink.

No mercado desde 1992, a Optilogistic é líder mundial em logística no segmento de laticínios e especialista em agronegócios, com clientes pela Europa, África, América do Norte e América Latina. Suas tecnologias são dedicadas ao desenvolvimento de soluções para atender as complexidades dos processos logísticos das empresas, que vão desde o planejamento de distribuições complexas e consultoria logística até a implementação e treinamento para uso dos serviços. A companhia possui um time de 34 profissionais baseados na Europa, entre eles doutores e especialistas, que serão incorporados ao quadro da Maplink.

“Termos um time especializado em soluções de logística é um grande diferencial, visto que existem poucos desses profissionais no mercado. Por isso, iremos promover um intercâmbio entre as equipes, inicialmente com foco no time de tecnologia, mas com certeza daremos oportunidade de rotação dentro das outras áreas”, continua Frederico Hohagen.

Nos últimos dois anos, a Maplink dobrou de tamanho em receita e já tem 30% do seu faturamento fora do Brasil. Com a aquisição, espera-se que o faturamento da empresa dobre novamente este ano e que mais de 50% da receita venha do exterior. A aquisição possibilitará um intercâmbio de produtos, tecnologias e expertise que tornarão as operações dos clientes mais eficientes, além de trazer para o Brasil uma tecnologia superior ao que existe atualmente em nosso mercado.

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Cietec participa de evento internacional de startups da ELAN

O Cietec (Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia), gestor da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo IPEN/USP, é palestrante do encontro da ELAN Network (European and Latin American Business Services and Innovation Network), paralelo ao BIN@SP, nos dias 7 a 9 de novembro. A intenção do evento é conectar empresas brasileiras e europeias que queiram fazer negócios, facilitando a aceleração e o desenvolvimento de oportunidades.

A participação do Cietec se dará no dia 8 de novembro, às 16h20, no painel de apresentação dos maiores centros tecnológicos europeus e brasileiros. A sessão tem como objetivo identificar áreas de colaboração para a criação de múltiplas alianças entre Europa e Brasil, alcançando um impacto maior nas atividades de transferência de tecnologia entre as duas partes. Também participarão: TNO (Holanda), Tecnalia (Espanha), VTT (Finlândia), RBI (Croácia), Tecnopuc (RS), Parque Tecnológico de Sorocaba (SP) e Porto Digital (PE).

Nos dois dias de evento, ainda acontecerão palestras sobre o cenário de negócios no Brasil, desafios e oportunidades em saúde, energias renováveis e TIC. Igualmente serão discutidas oportunidades de desenvolvimento para empresas com base em tecnologia, com a participação de agências de fomento como FINEP e Investe São Paulo. A programação será encerrada com a visita às fábricas da Embraer e Natura.

Também durante o encontro da ELAN, empresas europeias estarão buscando parcerias para desenvolvimento de tecnologias em saúde, TIC e energias renováveis. Os europeus virão em peso ao país, com confirmação de mais de 40 empresas, entre elas: Asserta Global Healthcare Solutions (Espanha), BioVectis (Polônia), EIDT – Engenharia, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico (Portugal), Fun Academy Oy (Finlândia), EngiScience (Portugal), Ingeteam (Espanha), NIMGenetics (Espanha), OceanSource (Alemanha). Há presença confirmada de latino-americanos, como a Red Triple Helice de Investigación y Desarollo (Peru).

Segundo Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec, o encontro – que também tem apoio da Anprotec e da Agência USP de Inovação – será importante pela troca de experiências com os parceiros internacionais. “O evento como um todo reunirá os mais relevantes atores brasileiros e europeus para uma vivência para prospecção de parcerias e negócios”, conta o especialista. E complementa: “por isso, recomenda-se a participação de startups que buscam chances fora do país”.

A ELAN Network é uma iniciativa coordenada pelo parque tecnológico espanhol Tecnalia, cujo principal objetivo é fornecer informações para pequenas e médias empresas europeias que almejam fazer negócios estratégicos nos países latino-americanos. Com isso, gera-se oportunidades de abertura de mercados tanto para as empresas da Europa, quanto da América Latina, especialmente nos setores de energias renováveis, biotecnologia e bioeconomia, tecnologias ambientais, saúde, tecnologia da informação e comunicação, nanotecnologias e novos materiais.

Em 2016, o evento da ELAN Network será concomitante ao BIN@SP, evento que conecta acadêmicos, empresários e cientistas para formar uma rede de apoio mútuo para a troca de boas práticas e oportunidades em Inovação. Liderado pela Business & Innovation Network (composto por USP, Universidade do Porto e Universidade de Sheffield), o encontro será realizado no Centro de Difusão Internacional da USP de 7 a 9 de novembro.

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A importância de uma conexão direta do Brasil com a Europa – Por João Pedro Flecha de Lima

Na última sexta-feira (21/10) uma onda de ataques cibernéticos contra a empresa norte-americana Dyn Inc., um dos maiores provedores de hospedagem DNS, afetou a disponibilidade de sites e serviços como Twitter, Netflix, PlayStation Network, Spotify, Amazon, The New York Times, CNN, Pinterest, HBO Now, Xbox Live, Reddit, Airbnb e outros. A Dyn fornece serivços para 6% das empresas da Lista Fortune 500. Mais de 1 bilhão de pessoas foram prejudicadas devido a esse ataque DDoS (Distribute Denial of Service), uma investida hacker que consiste em sobrecarregar os servidores alvo com tráfego falso. Segundo Jason Read, fundador da CloudHarmony (empresa de monitoramento de desempenho de internet), este foi “de longe o pior caso de interrupção na Dyn observado até hoje”. O ataque, executado em várias fases, durou cerca de 11 horas.

Não são comuns ataques a grandes serviços que tenham como alvos a infraestrutura da Internet como a Dyn, por se tratarem de milhares de servidores, muito difíceis de serem atingidos. Porém, com bom planejamento e solicitações vindas de dezenas de milhões de IPs ao mesmo tempo, esta ação foi possível.

Neste tipo de ataque, hackers enviam para um determinado site uma quantidade gigantesca de solicitações de acesso ou de dados, que pode ser realizada por diversos usuários, ou por um único computador, que esteja “controlando” outros que estejam infectados por vírus. Esta modalidade inviabiliza a resposta do servidor, por exceder sua capacidade e disponibilidade.

Este ciberataque se junta a uma lista de ações nos últimos meses contra grandes empresas de tecnologia: Yahoo teve 500 milhões de dados das contas “roubados” em Setembro, Dropbox reconheceu o roubo de 60 milhões de informações de contas em Agosto, e outras milhões de contas tiveram dados “roubados” do Twitter (32M), MySpace (36M) e Linkedin (100M).

Nos últimos anos os Estados Unidos sofreram outros ciberataques relevantes, como o ataque à Sony Pictures atribuído à Coréia do Norte. Em 2012, um ataque DDos derrubou os sites do Bank of America, Citigroup Inc, JPMorgan Chase, Wells Fargo, US Bancorp e outros. De acordo com a Organização das Nações Unidas, a estimativa do prejuízo anual gerado a partir do cibercrime no planeta se aproxima de US$ 1 trilhão, mais que o dobro dos US$ 400 bilhões movimentados pelo tráfico de drogas em todo o mundo, anualmente. Um relatório divulgado pelo Gartner aponta que em 2020, cerca de 30% das 2.000 maiores empresas globais serão comprometidas por grupos de ciberativistas ou cibercriminosos. A ampla maioria dos ciberataques tem como alvo os EUA, por este ser o núcleo da internet mundial, e também por causa de seu poderio econômico-militar e ativismo geo-político, o que desperta iras e fanatismos de muitos grupos.

Como a conexão física do Brasil com o resto do mundo é praticamente toda feita de via Estados Unidos, quando ataques desta natureza ocorrem, usuários e empresas brasileiras são afetados em maior ou menor grau, podendo ficar um bom tempo sem acessar e-mails, sites, serviços de música, jogos, entre muitos outros, trazendo inúmeros prejuízos e nos fazendo refletir sobre a topologia de insfraestrutura de transmissão global de dados atualmente existente.

Antigamente (antes de 2000), as pessoas “falavam” ao telefone, e as redes eram distribuídas pelos continentes e países, que conectavam suas centrais telefônicas. Com o fenômeno da internet e pelo fato da grande maioria das OTTs ser norte-americana (Google, Facebook, Netflix, Skype, etc.), a topologia da rede mundial ficou muito “US-Centric”, o que não é interessante.

Os usuários de internet já representam mais de 80% da conectividade global. As ligações via cabos submarinos são essenciais para a conexão de internet física entre os países e continentes. Ao contrário do que muitos pensam, praticamente todo (>99%) o tráfego global de voz, dados e imagens é feito conduzido através das fibras óticas contidas nos cabos submarinos. Na mesma proporção, quase todo (>99%) tráfego que entra e sai do Brasil, é feita via cabos submarinos que passam pelos EUA.

Investimentos em TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) são reconhecidamente os grandes propulsores do desenvolvimento econômico e social das nações. Os verdadeiros “Drivers” da Era da Informação são os Data Centers e os Cabos Submarinos. Um Cabo Submarino moderno e de grande capacidade, ligando diretamente o Brasil com a Europa, é de fundamental importância para nosso país, já que o continente europeu reúne 7 dos 10 maiores Pontos de Troca de Tráfego do mundo (PTT – interconexão física entre dois ou mais provedores de Internet para troca de tráfego entre suas redes). Em situações críticas, como a que ocorreu na semana passada como o ataque hacker aos provedores norte-americanos, esta ligação seria crucial para assegurar a disponibilidade do acesso aos dados e serviços a partir do Brasil, pois mais de 70% de todo conteúdo que os brasileiros acessam da internet está também disponível na Europa.

João Pedro Flecha de Lima, CEO da Cabos Brasil-Europa (EllaLink), empresa constituída para construir um cabo submarino entre o Brasil e a Europa.

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Delta lança serviço exclusivo de acompanhamento de bagagem via aplicativo

Visibilidade do trajeto de bagagens dentro do aeroporto ou de um voo para o outro ainda é um problema para passageiros que despacham malas em suas viagens, mas isto já está mudando para os clientes da Delta Air Lines, que agora têm acesso à última localização digitalizada de sua bagagem por meio do aplicativo Fly Delta.

“Somos a primeira companhia aérea a oferecer este nível de visibilidade”, disse Bill Lentsch, vice-presidente sênior de Operações Aéreas e Atendimento ao Cliente em Aeroportos da Delta. “Desde o momento em que os passageiros despacham suas bagagens, queremos que saibam que estamos cuidando delas em cada etapa do trajeto e trabalhando para minimizar as preocupações da viagem de forma inovadora. ”

Este aprimoramento ocorre após a Delta implementar etiquetas de bagagens identificadas por radiofrequência (RFID) em todo o mundo e a tecnologia de rastreamento RFID em 84 aeroportos nos Estados Unidos. Todas as estações domésticas agora oferecem este serviço e estações internacionais receberão esta tecnologia nos próximos meses.

Para o cliente visualizar a localização de suas bagagens, a tela do aplicativo mostra um mapa geral dos Estados Unidos, com a mala viajando de um aeroporto a outro. Automaticamente, o app aplica o zoom e foca o aeroporto no qual o cliente está e permite o acompanhamento da bagagem ao longo de seu trajeto com marcadores, com a última localização digitalizada identificada por um ícone. Ao tocar nos marcadores ou no ícone, informações adicionais são fornecidas sobre a localização da bagagem.

Até o fim do ano, notificações push serão disponibilizadas no aplicativo, oferecendo aos clientes da Delta atualizações contínuas sobre a bagagem despachada.

“Ouvimos nossos clientes e sabemos que eles querem uma experiência móvel simplificada e o controle em suas mãos”, disse Rhonda Crawford, vice-presidente de Distribuição Global & Estratégia Digital. “O aplicativo Fly Delta 4.0 é atualizado automaticamente quando os detalhes do voo são alterados, mantendo os clientes informados. ”

Além do mapa ampliado do trajeto das bagagens, a atualização do aplicativo Fly Delta integra a o recurso “Today”, que mostra todas as informações referentes à viagem, e o cartão de embarque em apenas uma tela, com a cor do display identificando o status atual do cliente no programa SkyMiles® Medallion. Os cartões de embarque eletrônicos também serão atualizados automaticamente, incluindo informações de assento, portão e voo.

E para tornar a compra de passagens via dispositivos móveis mais fácil, a Delta eliminou a necessidade de verificar cada etapa da viagem durante o processo. A companhia aérea também aprimorou o desempenho geral do aplicativo.

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Black Friday: Busca por cupons de desconto cresce 50% um mês antes da data

Apesar de ainda faltar um mês para a Black Friday, marcado para o dia 25 de novembro, os consumidores já começam a se preparar para aproveitar um dos eventos de maior destaque no varejo mundial. Além das já tradicionais promoções, a expectativa é que os cupons de desconto oferecidos pelas lojas online sejam os grandes atrativos para esse ano.

Um levantamento realizado pelo Cuponomia, portal agregador de ofertas e cupons de descontos do e-commerce, aponta um crescimento de 50% nas buscas online por cupons de desconto específicos para a Black Friday durante o mês de Outubro. De acordo com a análise do site, usuários dos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo lideram a lista de consumidores que mais buscam pelos cupons da internet às vésperas do evento.

Nos últimos três anos, a procura por cupons de desconto para a Black Friday registrou um aumento de 150% no Brasil. Esse crescimento reflete uma mudança no comportamento do consumidor brasileiro, que cada vez mais vem ganhando confiança para fazer compras online e, principalmente, tem incluído a Black Friday em seu calendário. Nos Estados Unidos esse crescimento foi de 12%, considerando o mesmo período. A data é o ponto alto do varejo americano e mantém um ritmo constante de participação dos consumidores ao longo dos anos.

Para quem tiver interesse em acompanhar as ofertas da Black Friday e as lojas que oferecerão cupons especiais, o Cuponomia fará uma lista dos produtos com menor preço no dia evento. É possível se cadastrar no site para receber as atualizações: www.cuponomia.com.br/black-friday.

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SAE BRASIL inaugura seu 25º Congresso em São Paulo

Na presença dos secretários de Estado João Carlos Meirelles, de Energia e Mineração, Alberto Macedo Filho, de Logística e Transporte, e Educação, José Renato Nalini, entre outras autoridades, Phillip Schiemer e Frank Sowade, respectivamente presidentes do Congresso e da SAE BRASIL, descerraram a fita inaugural do 25º Congresso e Mostra Internacionais SAE BRASIL de Tecnologia da Mobilidade, na manhã desta terça-feira, 25 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Participaram ainda da cerimônia Luis Pasquoto, conselheiro do Sindipeças, e Paulo de Magalhães Bento Gonçalves, presidente da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, que representou Clodoaldo Pelissioni, secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, e Fred Carvalho, diretor de Assuntos Institucionais da Anfavea.

Depois do ato inaugural os convidados visitaram a Mostra Tecnológica do Congresso SAE BRASIL.

Na cerimônia de abertura que antecedeu ao descerramento da fita inaugural Frank Sowade destacou a celebração dos 25 anos da SAE BRASIL, que chamou momento especial e histórico para a engenharia brasileira, cuja trajetória se funde ao desenvolvimento tecnológico e ao mapa da expansão da indústria da mobilidade no País.

“Não existem muitos congressos que conseguem alcançar essa marca”, disse Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil, ao falar sobre o Jubileu de Prata do Congresso SAE BRASIL, que ele preside este ano. Schiemer ressaltou a importância da conectividade para o futuro da indústria que é o tema central evento, e lembrou que essa é uma aposta dos players em âmbito mundial.

Cuneyt L. Oge, presidente da SAE International, destacou a relevância do trabalho realizado pela SAE em âmbito mundial e a importância do debate sobre os rumos da tecnologia da mobilidade, que passa por uma revolução sem precedentes.

João Carlos Meirelles enalteceu os feitos da engenharia brasileira quanto aos avanços da indústria da mobilidade e lembrou que ainda há muitos desafios para o País alcançar modelos mais eficientes em combustíveis limpos para o meio ambiente. José Renato Nalini conclamou a plateia a olhar para a Educação como o caminho para um Brasil melhor no futuro, e Alberto Macedo Filho, que representou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou que o governo mantem firme os investimentos em obras de infraestrutura viária.

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Inscrições abertas para 3ª edição do inovaBRA Startups

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O inovaBra Startups é um programa de inovação aberta para empreendedores que tenham soluções tecnológicas inovadoras em modelos de negócio e que enxerguem a possibilidade de transformá-las para atender grandes mercados, como o Bradesco. As duas primeiras edições foram um sucesso entre as empresas participantes, que estão tendo a oportunidade de alavancar suas soluções dentro de um grande cliente.

Inscrevam-se em www.inovaBra.com.br e agradeço se também puder divulgar compartilhando os materiais anexos para a sua rede de contatos e nos indicar as empresas que, em sua opinião, possam ter interesse no inovaBra startups.

Fonte: Altivia Ventures

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Open Banking e API’s: impulsionando o desenvolvimento das Fintechs

Por Bruno Giannella de Melo

Uma coisa que não podemos mais negar é o impacto do surgimento de diversas Fintechs no Brasil e no mundo. O aparecimento dessas startups vem causando uma transformação gigante no mercado financeiro. O termo ‘Fintech’ surgiu da combinação das palavras financial (finanças) e technology (tecnologia). Essas startups estão sendo muito bem recebidas pelos consumidores cansados da burocracia e estrutura das tradicionais instituições financeiras.

Hoje, os bancos possuem em seus sistemas uma quantidade enorme de informações financeiras de seus clientes, como por exemplo, movimentações financeiras, qualidade de crédito, tendência de renda, entre outros dados. Grande parte desse conteúdo acaba não sendo aproveitado pelos bancos, mas isso não significa que ninguém quer esses dados. As Fintechs têm muito interesse nessas informações para unir criatividade e tecnologia e, assim, criar produtos com propostas mais rápidas e ágeis de serviços financeiros. No Brasil temos bons exemplos de Fintechs como a startup Guia Bolso, que fornece um aplicativo de controle financeiro e o NuBank, empresa que desenvolveu um cartão de crédito totalmente online.

O movimento Open Banking, que começou em 2004 quando a empresa PayPal permitiu que outras empresas pudessem se conectar e eles e ter acesso a algumas informações de seu negócio através de API’s (Application Programming Interface) é o principal responsável pelo ‘boom’ das Fintechs, permitindo a colaboração entre as instituições financeiras e as fintechs.

Neste conceito, os bancos fornecem informações de seus clientes para as Fintechs de forma segura e mantendo a privacidade de dados sensíveis, possibilitando o crescimento de serviços financeiros inovadores e a geração de riqueza para todos os envolvidos. Resumindo, basta que as instituições financeiras liberem alguma interface ou API para que outros desenvolvedores, parceiros, empresas de softwares e Fintechs consigam se conectar, ter acesso as informações financeiras da instituição e criarem seus próprios sistemas e produtos. Na prática, API é a consulta a dados e operações através de serviços expostos. A chave para a inovação que as Fintechs estão proporcionado e mostrando ao mundo é justamente graças às API’s disponibilizadas pelas instituições financeiras tradicionais. Alguns bancos já têm iniciativas de API’s mais desenvolvidas, que permitem desenvolvedores se cadastrarem no site da instituição e, assim, acessar dados para criar soluções em nome da instituição.

O Open Banking no Brasil ainda está começando, as instituições financeiras estão aos poucos liberando algumas API’s para acesso a seus dados. Um bom exemplo no Brasil é a Cielo, que está com o projeto de liberar API’s aos desenvolvedores para criarem aplicativos em sua própria loja de apps, a “Cielo Store”.

Na Europa esse movimento já está acontecendo, como no caso do banco francês Credit Agricole, que lançou um conjunto de API’s abertas que possibilitam desenvolvedores produzirem aplicativos com suas informações. O banco libera informações sobre as contas bancárias, cartões de crédito, produtos, saldo e extrato e localização de agências e ATM’s. Uma coisa interessante no caso da Europa é que existe o padrão PSD2, que é utilizado também para o movimento Open Banking e ajuda muito os bancos a criar um ecossistema de valor.

O futuro para as Fintechs é bem promissor e os consumidores podem esperar grandes novidades. Os bancos estão iniciando a jornada de transformação digital e com isso vem o desenvolvimento de API’s e também a integração direta com seus parceiros. Os usuários cada vez mais desejam uma experiência digital completa, com as instituições financeiras integradas à sua jornada digital. As instituições financeiras que não mergulharem de cabeça nessa transformação digital nos próximos anos com toda certeza terão grandes problemas para se manter no mercado.

Bruno Giannella de Melo, arquiteto de software da GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro

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E-commerce B2B entre empresas movimenta o dobro que B2C nos Estados Unidos

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Por Maurício Di Bonifácio

Nos Estados Unidos, que já tem um histórico mais consolidado da participação do canal de venda digital na economia, temos um cenário que ainda não se refletiu no Brasil. O e-Commerce B2B (entre empresas) movimentou mais que o dobro do volume financeiro em 2015 que o e-Commerce B2C (entre empresa e cliente final). Estamos falando de U$ 780 bi no B2B contra U$ 350 bi no B2C.

Num cenário que a transformação digital da indústria está mais acentuada, as empresas americanas já aceitaram que a digitalização de seus canais de venda é fator chave de sobrevivência, não mais de pura inovação. As empresas que não entenderem como o novo cliente B2B quer comprar estarão com sérios problemas nos próximos anos.

Este número de U$ 780 bi deve chegar em U$ 1.1 tri em 2020 segundo as previsões Forrester Research. Isto vai representar 12,1% de todo o volume movimentado nas transações entre empresas nos Estados Unidos.

Em determinados setores, é comum encontrar empresas que o canal digital B2B represente de 30% a 50% de seu faturamento.
Uma destas empresas é a Grainger, com um faturamento de U$ 4 bilhões apenas via e-Commerce B2B, representando 41% das vendas da empresa. E este canal teve um crescimento de 13,6% entre 2014 e 2015.

Outra que está apostando forte neste canal digital B2B é a própria Amazon, a gigante do e-Commerce B2C já movimenta mais de U$ 1 bi por ano em sua operação B2B.

Por que este canal está crescendo e empresas como a Grainger estão apostando na digitalização das vendas B2B? Dos vários motivos, dois são os mais relevantes:

1 – Aspectos econômicos

A venda via canal digital através de um modelo de e-Commerce B2B é economicamente mais eficiente. O canal digital permite uma pulverização e aumento da base de clientes. Seja por atender clientes menores ou geograficamente distantes, ou clientes que a força comercial (vendedores diretos, representantes comerciais e canais de distribuição) não consegue atingir, a venda digital abre para a empresa novos mercados que antes eram limitados por estas questões físicas, de custos ou de equipe. Atender digitalmente mais clientes significa que a empresa terá crescimento de receitas sem aumento de headcount na equipe comercial, e consequentemente um melhor SG&A para atacar clientes no modelo de cauda longa, ou que não eram economicamente viáveis. Além de novos clientes, as empresas que já operam o B2B digital estão tendo tickets maiores e maior frequência de compra de seus atuais clientes, segundo o Gartner. De um lado o canal digital permite trazer mais clientes, e de outro fideliza e rentabiliza os da base.

2 – Demanda do cliente

O perfil dos clientes está mudando. As novas gerações estão assumindo as posições que influenciam na cadeia de compra e venda das empresas. E mesmo as gerações mais antigas estão mudando seus hábitos. O que vemos é que os clientes demandam cada vez mais que as empresas lhe forneçam soluções, informações e recursos para que eles façam melhor seu trabalho. Segundo uma pesquisa da Forrester, 74% dos clientes B2B, se tivessem a alternativa, acham mais conveniente comprar digitalmente. E em 53% das compras, a decisão do produto e/ou fornecedor já ocorreu antes do primeiro contato com o vendedor da empresa.

Todos estes dados apontam numa única direção, que já é realidade nos Estados Unidos. A digitalização do canal de venda B2B no Brasil. E com isso é fácil entender porque as empresas B2B estão se preocupando tanto com este canal. As que saíram na frente e montaram suas operações de B2B digital, já estão tendo resultados expressivos.

Mauricio Di Bonifacio, sócio-diretor da Fast Channel (www.fastchannel.com), empresa especialista em implantar e gerir canais de venda digital B2B, principalmente em indústrias e distribuidores.

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Bruno Ruffo assume diretoria de operações na BR Media Group

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Na próxima semana, Bruno Ruffo chega à BR Media Group para assumir o cargo de Diretor de Operações. Com mais de 15 anos de experiência, Ruffo tem ótimos relacionamentos no mercado e um vasto conhecimento na área de publicidade digital e tecnologia.

O professional iniciou a carreira em 1999 na AgênciaClick (atual Isobar) e passou pela Age. (atual mcgarrybowen), Popcom e Terra Networks.Em 2006, no Yahoo!, adquiriu experiência em links patrocinados como Technical Product Manager, para depois juntar-se ao time de Yahoo! Mobile como Business Development.

Ruffo Contribuiu também para o desenvolvimento da divisão digital da Viacom Networks no Brasil e em seguida esteve à frente da Mobext, agência mobile do Grupo Havas, por 3 anos.

Empreendedor nato, em 2014 co-fundou a Kiddo, uma empresa que desenvolve produtos digitais com foco em tecnologia, design e negócios, e em paralelo, iniciou as operações comerciais do Foursquare no país como Diretor de Vendas.

Foi evangelizador do áudio digital no mercado com o início das operações da Audio.ad no país, buscando espaço no mix de mídia digital de suas agências e clientes.

Com o ingresso de Ruffo, a BR Media Group, líder em ativações em redes sociais de influenciadores no país, reforça seu time executivo e garante a contínua melhoria de sua performance em um momento de rápida expansão. No primeiro semestre de 2016, a empresa registou crescimento de 142% em seu faturamento na comparação com o mesmo período do ano anterior.

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Estudo revela o perfil do mercado brasileiro de datacenters

Segmento deve movimentar US$ 11 bilhões em 2017; País concentra 45% dos datacenters existentes na América Latina, de acordo com levantamento da DatacenterDynamics

A DatacenterDynamics, promotora global de eventos direcionados a empresas e profissionais do mercado de datacenters, revela os dados de seu estudo sobre o perfil deste segmento no Brasil. Os números foram coletados a partir das informações do público participante do DatacenterDynamics Converged (DCD Converged Brasil), evento que em 2016 será realizado nos dias 8 e 9 de novembro, no Centro de Eventos Promagno, em São Paulo (SP).

Segundo o levantamento, o mercado brasileiro de datacenters deve movimentar US$ 11 bilhões em 2017, impulsionado por demandas como o investimento em novos equipamentos e soluções, migração para plataformas como o Colocation e terceirização. Ainda de acordo com o estudo, o País concentra 45% de todos os centros de armazenamento de dados existentes na América Latina. O consumo de energia nessas unidades deve atingir um total de 1.490 megawatts.

Os dados da DatacenterDynamics mostram ainda que:

• 70% dos participantes do DCD Converged são proprietários ou operadores de data center;
• 40% das empresas estão trabalhando em projetos de transformação de datacenter;
• 41% das empresas participam para estudar novos fornecedores;
• 73% das empresas têm até 25% do seu datacenter terceirizado;
• 13% trabalham na construção de novos datacenters;
• 22% das empresas trabalham em projetos de Cloud Híbrida;
• 18% dos participantes deseja adquirir novas soluções e serviços.

O DCD Converged Brasil é o maior evento dirigido ao mercado de datacenters na América Latina. Organizado pela DatacenterDynamics, o encontro reunirá mais de 90 especialistas, que serão responsáveis por mais de 50 conferências sobre o momento atual e perspectivas para o setor de datacenters no Brasil.

DCD Converged Brasil 2016

Quando: 8 e 9 de novembro
Onde: Centro de Eventos Pro Magno
Endereço: Rua Samaritá, 230 – Casa Verde – São Paulo (SP)
Mais informações: http://www.dcdconverged.com/conferences/brasil-2016

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PROTESTE recomenda cautela quanto a propostas para mudar Marco Regulatório das Telecomunicações

Mudanças no modelo de telecomunicações do País estarão em debate nesta terça-feira (25), em Brasília. A revisão do Marco Regulatório das Telecomunicações vai definir em muito o modelo de desenvolvimento brasileiro nos próximos anos e, por isso, a PROTESTE Associação de Consumidores defende que deve haver cautela e muito debate antes de alterar a Lei Geral de Telecomunicações (LGT).

Qualquer alteração no atual modelo regulatório deveria se dar sobre bases sólidas, e não apenas para atender os interesses das operadoras de acabar com o regime público da telefonia fixa, defendeu a Associação nesta terça-feira, na audiência da Comissão de Constituição e Justiça, da Câmara dos Deputados, promovida para discutir o Projeto de Lei nº 3.453/2015.

O PL 3.453/2015 propõe mudanças pontuais, incoerentes com outras disposições da LGT, avalia a PROTESTE. “As alterações são insuficientes para garantir que o setor se desenvolverá de modo sustentável, e de acordo com a finalidade de inclusão digital, estabelecida expressamente com a edição do Marco Civil da Internet (artigo 27, inciso I)”, destaca a advogada Flávia Lefèvre Guimarães, que representou a Associação na audiência pública.

Entende a PROTESTE que o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações deveria estar conduzindo diretamente o processo de revisão do modelo regulatório do setor de telecomunicações. E a partir de estudos profundos e interlocução com os agentes envolvidos, com debates abertos com a sociedade, para definir diretrizes para um planejamento de longo prazo, de forma consistente e democrática.

Saiba mais

O projeto em tramitação em caráter conclusivo na Câmara dos Deputados, não resolve o problema de falta de competição no setor. Hoje, apenas três empresas respondem por mais de 85% do market share da banda larga fixa, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Com a proposta de as empresas hoje no mercado (Vivo, Net e Oi) trocarem o valor dos bens reversíveis (R$ 17 bilhões de acordo com dados da Anatel, ou R$ 108 bilhões conforme cálculos do Tribunal de Contas da União) por novos investimentos em redes privadas, há reforço à vantagem que têm no mercado.

Os bens públicos cuja posse, de acordo com a LGT deveria ao final das concessões passar para a União, pelo seu caráter estratégico aos serviços de telecomunicações, podem ser revertidos para construção de redes de banda larga privadas das quais usufruem apenas as operadoras sem obrigações de compartilhamento.

A PROTESTE obteve vitória na Justiça na ação civil pública contra a União e Anatel, em que pede a inclusão dos inventários de bens reversíveis aos contratos de concessão. A ação foi considerada procedente e confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região em março último.

A configuração jurídica definida pela LGT já foi bastante distorcida desde a sua edição em 1997 com a alteração do Plano Geral de Outorgas, ocorrido em 2008, para viabilizar a incorporação da Brasil Telecom pela Oi.

Houve também a alteração do artigo 86 da LGT em 2011, com a Lei nº 12.485, permitindo que as concessionárias prestassem outros serviços além do serviço de telefonia fixa comutada (STFC). Além disso, houve desrespeito à proibição de subsídios cruzados entre modalidades de serviços. E até hoje as tarifas da telefonia fixa não são reguladas pelo custo. Apenas em 2019 o modelo de custos será aplicado.

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Security Leaders: Fortinet aposta em arquitetura Security Fabric

A Fortinet, líder global em soluções de segurança cibernética de alta performance, apresentará sua exclusiva estrutura Security Fabric – um ecossistema integrado de segurança da informação do começo ao fim – durante o Security Leaders São Paulo, que acontece de 25 a 27 de outubro no Centro Fecomércio de Eventos.

No primeiro dia de evento, das 11:00 às 11:30, Martin Hoz, vice-presidente de engenharia da Fortinet para América Latina e Caribe, conduzirá uma apresentação sobre perspectivas e tendências para o mercado de segurança da informação. Dia 26 de outubro, das 15:00 às 15:30, a Unidas – empresa especializada em soluções de locação e gestão de veículos e frotas – apresentará a evolução de seus processos e benefícios no caso de sucesso com a Fortinet. Encerrando a participação no evento, Frederico Tostes, country manager da Fortinet, participará do painel “Security by Profit: Por que a segurança ainda é vista como fonte de despesa? ”, que acontecerá no último dia, 27 de outubro, das 10:00 às 10:30.

“Temos participado de todas as edições do Security Leaders em 2016 e não será diferente em São Paulo. Trata-se de um evento estratégico para a Fortinet pois reúne importantes clientes e fabricantes da área de segurança com forte atuação no Brasil. Desta forma, podemos consolidar nossa marca como líder de segurança trazendo uma proposta inovadora e única no mercado, que é a arquitetura Security Fabric da Fortinet”, relata Frederico Tostes, country manager da Fortinet.

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T-Systems Brasil leva o conceito de smart factory para o SAE Brasil 2016

A T-Systems Brasil, provedora alemã de soluções e serviços de TI, levará o conceito de “smart factory” para o Congresso SAE Brasil, que será realizado entre os dias 25 e 27 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo. Na 25ª edição do evento, a companhia vai apresentar seu portfólio completo de soluções para integração de processos industriais, desde a entrada de matérias primas até a integração de dispositivos móveis.

Esta edição do evento vai celebrar os 25 anos da entidade e terá como tema “A Engenharia Criando a Mobilidade do Futuro – Intermodalidade – Conectividade – Veículos e Sistemas Inteligentes”. A versão 2016 do Congresso será presidida por Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO da empresa para a América Latina.

O Congresso SAE BRASIL traz para a comunidade da engenharia da mobilidade as últimas novidades tecnológicas do setor, constituindo-se em um ambiente ideal para os profissionais atualizarem seus conhecimentos, ampliarem suas redes de contatos e para as empresas, local propício para apresentarem seus produtos, projetarem sua imagem e alavancarem negócios.

Smart Factory

De acordo com Camilo Rubin, vice-presidente de Sales & Service Management da T-Systems Brasil, a chamada fábrica inteligente é resultado prático do conceito de indústria 4.0. “Com a digitalização dos processos, a produtividade das indústrias cresce de 2 a 3 vezes”, diz, lembrando que a digitalização já é realidade em todos os setores e que está na agenda de pessoas influentes, de CIOs a políticos. “Isso significa uma série de benefícios, mas também de novos desafios”, ressalta.

Para Rubin, a chamada fábrica inteligente é um elemento fundamental do conceito de Indústria 4.0, trabalhando para permitir que sistemas de produção e de logística sejam auto organizáveis. “É um modelo de fábrica que exige intervenção mínima com planejamento central e inteligência distribuída. A T-Systems está apresentando as tecnologias certas para permitir aos seus clientes implementarem o conceito”, diz. Algumas das soluções presentes na feira incluem:

– Controle de acesso;

– Soluções Mobilidade;

– Solução para controle de entrada e saída de materiais na planta;

– Acompanhamento e rastreamento da produção – Acesso instantâneo a todas as instalações de produção com Smart Factory – aceleração dos processos logísticos;

– Manutenção preditiva – Redução do tempo de inatividade com base em informações de status da máquina como parte da Smart Factory;

– MES como um facilitador para a Smart Factory – os sistemas principais trocam informações automaticamente e se auto gerenciam;

– Adaptação automática de ferramentas – Máquinas e ferramentas se adaptam automaticamente à próxima atividade;

– Integração de dispositivos móveis – Permite decisões rápidas relacionadas à produção e logística.

Cloud of Things

Outra solução a ser apresentada no Congresso SAE Brasil é a Cloud of Things, ou a Nuvem das Coisas. De acordo com Ricardo Michelan, head de Sales Automotive OEMs & Suppliers da T-Systems Brasil, trata-se de um serviço, hospedado na nuvem da companhia, que permite o monitoramento de qualquer equipamento que produza informações. “É basicamente para máquinas mas, não importa o equipamento, conseguimos analisar a informação gerada”, diz.

Estas informações são disponibilizadas aos clientes em dashboards, que podem ser acessados por executivos e tomadores de decisão via celular ou tablete. A solução já está implementada na Mercedes-Benz, na Alemanha, e agora a T-Systems deve expandi-la para outros segmentos que façam uso intensivo de máquinas.

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Palo Alto Networks e Westcon participam do Congresso Security Leaders em São Paulo

A Palo Alto Networks, fornecedora de soluções de segurança corporativa, participará do Congresso Security Leaders, em São Paulo, entre os dias 25 e 27 de outubro, reforçando a visão da empresa com duas palestras focadas em prevenção. A empresa divide seu estande com a Westcon, distribuidora de suas soluções com quem mantém sólida parceria.

No primeiro dia do evento, ao meio-dia, Daniel Amaral, Systems Engineer, fará a primeira apresentação após a abertura da Arena Security. Com o tema “Seu antivírus é o suficiente para proteger seus endpoints?”, o executivo abordará a necessidade de buscar um produto que forneça valor de segurança superior, não apenas em termos de redução de custos, mas também em termos de eficácia de segurança.

No dia 26, a partir das 11h30, Mark Kolar, Systems Engineer Leader para canais, apresentará as funções necessárias para prevenção de violações em locais críticos.

O Congresso Security Leaders, maior evento de Segurança da Informação e Risco do Brasil e América Latina, reunirá os principais executivos do setor no Centro Fecomércio de eventos.

Parceria

Equipes técnicas da Westcon trabalham em conjunto com profissionais da Palo Alto Networks no desenho de projetos para o cliente final, e além da contribuição em engenharia, a distribuidora oferece amplo apoio comercial e na área de marketing. A Westcon, por meio da divisão Westcon-Comstor Service Solutions, ministra treinamentos oficiais Palo Alto Networks e provê suporte 24×7 aos produtos da fabricante, prestando ainda serviços profissionais relacionados aos produtos da empresa.

Congresso Security Leaders – São Paulo

Data: 25, 26 e 27 de outubro de 2016
Local: Centro Fecomércio de Eventos
Endereço: R. Dr. Plínio Barreto, 285 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01313-020

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Como transmitir confiança de um e-commerce para os consumidores?

Por Tatiana Pezoa

Quando não somos clientes fiéis de uma loja virtual e resolvemos fazer uma primeira compra, sempre levamos em consideração vários pontos que não são ditos com palavras, mas são sentidos, como: se o design da loja é bacana, se os produtos são “uau!”, os preços são aceitáveis e se há alguma fonte que transmita confiança feita por consumidores que já compraram nessa loja.

Essas características são levadas sempre em consideração. Pode acreditar. Seja no mundo físico ou no virtual. A grande questão é: como fazer o e-commerce transmitir essa confiança além da tela do computador ou do smartphone? Eu digo que um dos pontos que são esquecidos, mas é de extrema importância para o e-commerce são as opiniões dos seus clientes.

Quando decidimos comprar pela internet são tantas incertezas e dúvidas que se a loja não conseguir solucioná-las a tempo, isso pode fazer com que o consumidor desista. E é nesse ponto que as opiniões e avaliações podem impactar na conversão de compra.

Um dado muito conhecido entre os lojistas brasileiros é que 98% dos consumidores em potencial simplesmente desistem de uma compra online. Mas quais são as causas? Acredito que grande parte dessa baixa taxa de conversão é devido à falta de confiança e segurança. Sabe como podemos chegar perto de uma resposta que nos ajude a resolver essa questão? Simples: se analisarmos uma recente pesquisa, realizada em abril de 2016, sobre o comportamento dos consumidores da Amazon liderada pela própria varejista, veremos que 55% dos entrevistados que buscam um determinado produto no site da varejista o fizeram devido a possibilidade de acesso aos comentários dos outros consumidores.

Reafirmando esse comportamento e seguindo ainda a pesquisa, 99% desses consumidores afirmaram que ler os reviews publicados é um fator determinante para a decisão da primeira compra e para as demais aquisições. Mas, tecnologias a parte, é no bom e velho boca a boca que está a melhor solução para transmitir a transparência e a sinceridade.

Você pode pensar que isso só funciona no exterior, e no Brasil o consumidor é diferente. Para desmistificar isso, nós mesmo fizemos um levantamento com os brasileiros que já utilizaram pelo menos uma vez os comentários publicados no e-commerce, e o resultado não foi diferente – 80% dos clientes que usaram os reviews e as opiniões certificadas como base de apoio no momento da compra se declaram satisfeitos com suas aquisições online.

Porque dessa forma o consumidor sente, percebe, estranha de alguma forma se a opinião é verdadeira, mesmo ela sendo positiva ou negativa. E não adianta manipular as opiniões a favor do produto, em algum momento isso vai aparecer, e consequentemente o seu cliente irá desaparecer.

Com essas questões, o mais importante é que o e-commerce evolua e quebre seus próprios paradigmas. Para isso é preciso ouvir os clientes e suas experiências de compra para que haja a sustentação do seu negócio. Pois, torná-lo rentável é obrigatório, mas estar próximo de quem o faz estar “em pé” com certeza será a sua força motriz!

Tatiana Pezoa, CEO da Trustvox, certificadora de reviews online e vencedora do prêmio E-commerce Brasil de Inovação 2015.

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