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Startup Sixdoo é selecionado pelo Grupo Nexxera para mentoria no Link Lab

O Sixdoo foi um dos selecionados do Link Lab, programa de inovação aberta da ACATE (Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia). Dentro da iniciativa, a startup jaraguaense, com foco no varejo, será mentorada pelo Grupo Nexxera, líder nacional em transações eletrônicas e tecnologia para o mercado financeiro.

Conforme o CEO da startup, Kelwin Eggert, a mentoria tem como objetivo acelerar ainda mais o desenvolvimento do negócio. Durante quatro meses, a equipe receberá auxílio do Grupo Nexxera em relação a conhecimento tecnológico e outras possibilidades de inovação na solução. “Assim, esperamos que o Sixdoo crie cada vez mais força, incorpore novas tecnologias e, consequentemente, traga mais resultado para os nossos clientes”, explica.

O Grupo Nexxera é patrocinador cofundador do Link Lab. Além da marca, o programa ainda conta com outras empresas patrocinadoras, como Ambev, Brognoli, ENGIE, Faculdade Cesusc, Flex, Marisol, Qualirede e Teltec Solutions. Sediada em Florianópolis, a ACATE reúne 11 polos tecnológicos em Santa Catarina, contando com mais de mil empresas associadas.

Para Edson Silva, presidente do Grupo Nexxera, a mentoria é um grande diferencial para os negócios. “Estamos entusiasmados por nos tornamos mentores do Sixdoo. O fomento de negócios inovadores vai ao encontro da filosofia do Grupo Nexxera, pois sabemos o quão enriquecedor este processo pode ser para as novas ideias. Através do Link Lab, tornamos este relacionamento possível.”

Recentemente, o Sixdoo também formalizou uma importante parceria com a Cliente Amigo. A empresa catarinense tem 12 anos de experiência e que atende grandes marcas como L’Oréal, Ambev, Berlanda e Nutty Bavarian.

O Sixdoo ajuda os estabelecimentos a venderem mais e melhor, recuperando clientes inativos, aumentando o fluxo dos estabelecimentos e estimulando a recompra de produtos ou serviços, através de uma plataforma de gestão de relacionamento e pós-venda. Nela, é possível fazer o disparo de mensagens de Whatsapp ou SMS corporativo, comunicando, assim, a chegada de um novo produto, uma oferta ou um simples lembrete estimulando o retorno ao estabelecimento.

O funcionamento é similar ao que ocorre com o remarketing, do Google, no e-commerce. Ou seja, a partir do registro dos clientes, o lojista consegue oferecer produtos de acordo com as preferências e interesses de cada consumidor. Marcas como Óticas Carol, SESI, Unimed, Restaura Jeans, Live e Colchões Ortobom já aderiram à ferramenta.

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Serasa Experian e Nimbi se unem para agilizar e trazer mais segurança na homologação de empresas

A Serasa Experian, líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas, anuncia parceria para certificação e homologação de empresas junto com a Nimbi, referência em tecnologia para a cadeia de suprimentos. A união entre as companhias busca fortalecer o processo de escolha de parceiros por meio de uma avaliação mais detalhada.

Em tempos de instabilidade política e econômica, a decisão correta de novas parcerias pode ser crucial para o sucesso e a conformidade de empresas de todos os portes. Um estudo da Serasa Experian, realizado em junho de 2017, entre 50 mil empresas de todos os portes (setores: primário, indústria, comércio e serviço) apurou que 8% dos fornecedores apresentavam riscos aos seus parceiros, financiadores e compradores, em razão de estarem com problemas financeiros, trabalhistas, tributários ou ambientais. O envolvimento de compradores com empresas não conformes pode ter por consequência multas milionárias em indenizações, além de provocar danos à imagem das corporações. Por esta razão é importante que as companhias busquem no mercado soluções que alavanquem negócios com mais segurança. O novo produto oferecido pela Nimbi junto a Serasa Experian, vai de encontro a isso, permitindo que o processo de homologação seja feito de maneira mais detalhada.

Atualmente, a Nimbi possui mais de 100 clientes que utilizam a solução Certifica, ferramenta responsável pela etapa de avaliação e validação de empresas. Nela, as organizações podem criar uma rede privada com especificações, formulários, categorias e fluxos de trabalho de acordo com o perfil e criticidade de seu negócio. É nesse processo que a certificação da Serasa Experian, que auxilia na seleção dos melhores parceiros de negócios será integrada a Nimbi, passando a disponibilizar relatórios e análises financeiras. Com esta parceria, as empresas buscam agregar valor à ferramenta e aos seus usuários, consolidando um fluxo inédito e completo para a escolha de parceiros.

“Cada cliente da Nimbi pode estabelecer quais documentos, obrigatoriedades e aprovações serão exigidos de seus parceiros, além de definir sua recorrência de atualização. O relatório de avaliação da Serasa estará disponível para solicitação nesse processo, tornando a avaliação e análise das informações das empresas ainda mais criteriosa”, explica Carolina Cabral, sócia-diretora da Nimbi. Dessa forma, o cliente receberá análises do balanço patrimonial, índices financeiros, classificação de risco, anotações negativas, registro de consultas, entre outros, diretamente na solução Certifica.

“O processo contínuo de redução de custos nas empresas diminui os investimentos necessários nas áreas de compras, impactando a qualidade das fontes das informações analíticas e prejudicando a seleção dos melhores fornecedores”, diz o vice-presidente de Pessoa Jurídica da Serasa Experian, Victor Loyola. “A parceria vai fortalecer o processo de escolha de fornecedores por meio de uma avaliação mais assertiva, minimizando riscos e agilizando o processo”, complementa.

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Gemalto ajuda bancos e emissores de meios de pagamento a simplificar e agilizar operações de criptografia

A Gemalto (Euronext NL0000400653 GTO), líder mundial em segurança digital, anunciou o lançamento do primeiro HSM (módulo de segurança de hardware) para pagamentos ao incluir o particionamento como uma funcionalidade avançada de segurança. Isso permite que bancos e emissores simplifiquem suas operações criptográficas utilizando um único HSM para dar suporte a dezenas de aplicativos de segurança e proteger informações e transações de pagamento sensíveis.

Atualmente, a indústria de serviços financeiros está utilizando a criptografia para proteger um crescente número de serviços digitais e novos tipos de transações, como pagamentos baseados em nuvem e peer-to-peer. Normalmente, essas empresas têm implementado um HSM individual para proteger cada um de seus aplicativos e cada transação de pagamento. Quando é necessário cumprir requerimentos de segurança rigorosos, acrescentar mais HSMs pode aumentar a complexidade da infraestrutura para operações criptográficas. A funcionalidade de particionamento oferecido pelo HSM SafeNet Luna EFT Payment da Gemalto resolve esse desafio através de um único HSM, que pode ser desmembrado em vários HSMs virtuais para oferecer a escalabilidade demandada pela indústria financeira.

Cada partição funciona como um HSM independente, o que significa que bancos e emissores podem criptografar mais dados e proteger uma maior quantidade de transações financeiras sem ter que implementar vários HSMs. Este processo oferece uma maior flexibilidade para mover chaves para dentro e para fora do ambiente de nuvem, manter o controle e a propriedade das suas chaves de criptografia e executar mais aplicativos de pagamento baseados em nuvem.

“Enquanto a nuvem oferece oportunidades infinitas para transações bancárias e pagamentos convenientes e mais rápidos, o desafio continua sendo a segurança”, disse Rob Westervelt, Analista da IDC. “É especialmente importante implementar uma sólida estratégia de segurança de dados com criptografia integral, com o aumento de transações de pagamentos através de dispositivos móveis – seja Mobile Commerce/Mobile Payment ou HCE (host-card emulation). A segurança inerente à tecnologia dos HSMs dá total confiança a esses novos tipos de transações e pagamentos.”

“A Gemalto tem um longo histórico de proporcionar e proteger transações de pagamentos, desde cartões de crédito a dispositivos móveis, e nosso HSM SafeNet possui um histórico comprovado de proteção de mais de US$ 1 trilhão em transações, globalmente, todos os dias”, disse Todd Moore, Vice-Presidente Sênior para Produtos de Criptografia na Gemalto. “Ao adicionar a funcionalidade de particionamento ao HSM SafeNet Payment, estamos permitindo que nossos clientes otimizem a sua base instalada de hardware, diminuindo tempos de processamento, mantendo o mesmo nível de segurança exigido pela indústria financeira.”

O HSM SafeNet Luna EFT Payment da Gemalto é uma solução escalável de criptografia e ajuda os bancos a:

• Manter os padrões de conformidade com PCI-DSS com menos complexidade, ao utilizar criptografia integral dos dados de pagamento, armazenados online, capturados no ponto de venda ou em trânsito para e a partir do backend da instituição financeira;

• Gerenciar grandes volumes de funções de segurança criptográfica simultaneamente para proteger o crescente número de transações online, peer-to-peer e de pagamento via dispositivos móveis;

• Assegurar o uso do HCE (Host Card Emulation) com base em pagamentos sem contato, protegendo o processo de cadastramento, fornecimento e tokenização de credenciais e operações de cartões de pagamento;

• Acessar e integrar-se com uma quantidade maior de terminais de pontos de venda através da ampla rede de parceiros da Gemalto;

• Escalar o processamento de transações para obter maiores velocidades de autorização na nuvem e em cartões de crédito, débito, carteiras eletrônicas e chip, cumprindo a FIPS 140-2 Nível 3 e a norma PCI-HSM 2.0

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IoT: a necessidade de Data Centers preparados para essa revolução

Por Daniel Magalhães, Diretor de Tecnologia da Sonda Ativas

A Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) é uma revolução tecnológica que tem como objetivo conectar itens usados no dia a dia à web, causando contínua interação entre objetos e pessoas.

Cada vez mais surgem produtos como eletrodomésticos, meios de transporte e até mesmo maçanetas de porta conectadas à Internet e a outros dispositivos como computadores e smartphones. A ideia é que o mundo físico e o digital se unifiquem, por meio de dispositivos que se comunicam, sendo vantajoso tanto para usuários quanto para as empresas que se tornam mais competitivas e atrativas. Para isso, não é possível pensar em revolução da IoT sem pensar em infraestrutura de Data Center.

De modo geral, a IoT conecta ativos remotos e fornece um fluxo de dados entre o recurso e os sistemas de gerenciamento centralizados. Esses ativos podem ser integrados aos processos organizacionais novos e existentes para fornecer informações sobre o status, localização, funcionalidade e assim por diante.

As empresas podem se utilizar da IoT para diversos fins, como manutenção, design e marketing de produto, logística, manutenção de frota, otimização do atendimento e gestão de carteira de clientes. As informações em tempo real permitem uma compreensão mais exata, cooperando para decisões assertivas, permitindo redução de custos, otimização de processos, aumento de eficiência e produtividade.

O fato é que as implementações de IoT geram grandes quantidades de dados que precisam ser processados e analisados em tempo real, aumentando a proporção das cargas de trabalho de Datas Centers e gerando aos fornecedores novos desafios de segurança, dados, gerenciamento, armazenamento, servidores e rede. Os gerentes de Data Center precisarão implementar gestão de capacidade voltada para no futuro atenderem proativamente as prioridades comerciais associadas à IoT.

De acordo com pesquisas, a capacidade instalada de provedores de Data Center consumida pelas cargas de trabalho da IoT vai aumentar cerca de 750% até 2019. Os investimentos em plataformas hospedadas em centros de dados serão fundamentais para cumprir a promessa de Internet das Coisas em qualquer hora, lugar e a partir de qualquer modelo de conectividade.

A IoT em breve se tornará o motor de expansão de Data Centers, acelerando a transição da infraestrutura tradicional para Nuvem e movimentando de forma ainda mais acelerada a evolução desse segmento.

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Morena Rosa aumenta eficiência de suas operações de venda em franquias com ERP Cigam

A Morena Rosa, uma das referências do varejo de moda do Brasil, otimizou suas rotinas nos Pontos de Venda (PDV) franqueados com a solução da Rede Cigam, fornecedora de software de gestão empresarial (ERP, CRM, RH, PDV, BPM, Mobile e BI). A empresa, que conta com cerca de 1.300 colaboradores diretos e um dos maiores parques industriais de confecção do país, aumentou sua produtividade graças à estabilidade, eficiência e suporte técnico efetivo da ferramenta.

Com unidades fabris e escritórios nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo, a Morena Rosa tem uma produção de aproximadamente 2 milhões de peças/ano e operações em mais de 10 países, a companhia precisava de uma solução simples, ágil e que qualquer pessoa pudesse utilizar nas operações dos PDV.

“Nosso sistema anterior gerava dificuldades com pessoas que eram leigas em sistemas de gestão. Trabalhamos com uma gama de colaboradores de perfil variado e nem todos, mesmo com treinamento, conseguiram se adaptar à ferramenta anterior. Isso acarretava acionamentos constante de suporte técnico e este não era sempre eficiente”, explica Álvaro Grolli, do departamento de Franchising da empresa.

A empresa tem uma extensa e complexa demanda nos canais diretos e indiretos. Contando com lojas próprias e franquias Clube Morena Rosa, a companhia vê no ERP Cigam um sistema de gestão que foi pensado com a cabeça do lojista.

“Além da confiabilidade dos dados, um dos principais diferenciais do software é a facilidade de operação. Ele foi desenhado para uma demanda densa de varejo, onde o lojista que utiliza o sistema consegue ter soluções rápidas e fáceis. O PDV não tem tempo para treinamentos ou paralizações de trabalho, pois o foco são as vendas e o atendimento e, nesse sentido a Cigam nos ajudou muito a aumentar a nossa produtividade e otimizar o nosso tempo”, afirma Grolli, que salienta que as reclamações nas lojas e franquias, que antes eram recorrentes, estão praticamente eliminadas.

MOBILE

No projeto, também foram disponibilizadas as soluções para gestão via dispositivos móveis – Android e IoS – da Cigam. Com o Gerencial Mobile é possível o gerenciamento de vendas por meio de smartphones ou tablets, aumentando o controle sobre metas de vendas das lojas, franquias, vendedores, grupos de franqueados, supervisores de campo e demais formas de visualização dos indicadores de sua cadeia de Varejo.

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A banda larga para voos será um mercado de 130 bilhões de dólares em 2035

As companhias aéreas devem se beneficiar de receitas significativas no crescimento de comércio eletrônico, publicidade e conteúdo premium viabilizado por banda larga

A London School of Economics and Political Science prevê que companhias aéreas da América Latina irão gerar US$1,9 bilhão de ganhos incrementais

26 de setembro de 2017: a banda larga a bordo tem o potencial de criar um mercado global de 130 bilhões de dólares nos próximos 20 anos, resultando em uma receita adicional de US$ 1,9 bilhão para as companhias aéreas da América Latina. Esta é a conclusão de uma pesquisa de estudo inédita ‘Sky High Economics: Quantifying the commercial opportunities of passenger connectivity for the global airline industry’ (em português, Economia do Céu: quantificação de oportunidades comerciais de conectividade para passageiros para a indústria aérea global), realizada pela London School of Economics and Political Science (LSE) em associação com a Inmarsat (LSE: ISAT. L), a fornecedora líder no mundo de comunicações globais móveis via satélite.

Potencial de mercado

Com base em dados atuais da IATA e fontes da indústria, o estudo Sky High Economics desenvolveu um modelo de previsão independente. O modelo prevê que os rendimentos complementares viabilizados por banda larga para as companhias aéreas terão quatro principais fluxos de receita:

• Cobranças para o acesso à banda larga – oferecer conectividade para passageiros a bordo

• Comércio eletrônico e “destination shopping” – fazer compras a bordo de aeronaves com maior leque de produtos e ofertas em tempo real

• Publicidade – pagamento-por-clique, impressões, acordos de patrocínio com anunciantes

• Conteúdo premium – oferecer conteúdo ao vivo, vídeo por demanda e pacote de acesso W-IFEC

Atualmente, apenas cerca de 53 de uma estimativa de 5000 companhias aéreas em todo o mundo oferecem conectividade de banda larga a bordo. Seguindo a forte demanda por parte de passageiros, a internet a bordo estará amplamente difundida em aviões comerciais até 2035. Atualmente, as companhias aéreas recebem um adicional de 17 dólares por passageiro por serviços complementares ‘tradicionais’, como compras ‘duty free’ e vendas de varejo, alimentos e bebidas a bordo. As receitas complementares viabilizadas por banda larga irão acrescentar um adicional de 4 dólares até 2035.

Vetores de crescimento

As operadoras de serviço completo pretendem reivindicar a maior parte das receitas de companhias aéreas (63%), gerando 19 bilhões de dólares até 2035. Com as maiores oportunidades obtidas nos tempos de voo mais longos, a receita adicional virá da capacidade de maximizar as plataformas de comércio eletrônico e de acordos com provedores de conteúdo para oferecer pacotes premium. O estudo ‘Sky High Economics’ prevê que as operadoras de baixo custo irão gerar 11 bilhões de dólares até 2035, sendo que a maior parte virá da venda de conectividade para os passageiros.

Diferenças regionais

A pesquisa também identificou que em termos regionais, a maior oportunidade para serviços adicionais viabilizados por banda larga está na região Ásia-Pacífico. Impulsionadas pelo crescimento do número de passageiros e pela disponibilidade de serviços, as companhias aéreas da região Ásia-Pacífico irão se beneficiar de 10,3 bilhões dólares em receitas complementares até 2035, seguidas pelas companhias da Europa (8,2 bilhões de dólares) e América do Norte (7,6 bilhões de dólares). A América Latina se beneficiará com US$ 1,9 bilhão de dólares, Oriente Médio com US$ 1,3 bilhão e África com US$ 590 milhões.

O Dr. Alexander Grous (B. Ec, MBA, M.Com, MA, PhD.), do Departamento de Mídia e Comunicações, LSE e autor de Sky High Economics disse: “A oportunidade disponível às companhias aéreas é enorme. O estudo Sky High Economics prevê a criação de um mercado de 130 bilhões de dólares nas próximas duas décadas. Se as companhias aéreas, globalmente, puderem oferecer uma conexão de banda larga confiável, isso será o catalisador para a implementação de pacotes mais criativos de publicidade, conteúdo e comércio eletrônico. Veremos acordos de negócio inovadores serem feitos, parcerias serem formadas e modelos de negócios serem fundamentalmente modificados para que novos participantes tenham oportunidades nos 100 bilhões de dólares das companhias aéreas. A receita complementar viabilizada por banda larga tem o potencial de criar um novo mercado e é algo que as companhias aéreas precisam planejar agora.”

Frederik van Essen, vice-presidente senior de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios da Inmarsat Aviation, comentou: “A medida que começarem a agir mais como varejistas, as companhias aéreas perceberão os benefícios de eliminar a lacuna da conectividade a bordo. Isso resultará no desbloqueio de 15 bilhões de dólares por ano em receitas complementares adicionais na próxima década e será uma das maiores fontes de crescimento. A chave para este potencial e a obtenção de receitas eventuais de 30 bilhões de dólares, é a internet rápida e de alta qualidade a bordo que seja confiável e sem interrupções.”

A Inmarsat está transformando a indústria da aviação global trazendo conectividade plena para cada aeronave e rota de voo no mundo. A Inmarst é a primeira e única operadora com uma completa rede de satélite de alta produtividade (HTS) de próxima geração abrangendo o mundo todo. A Inmarsat é também a única operadora de banda larga de aviação capaz de conectar a aeronave completa desde a cabine de passageiros até a cabine de comando. As soluções para passageiros oferecidas pela Inmarsat são líderes no mundo e complementadas por seus serviços de operações e segurança certificados pelos padrões da indústria. O ‘GX Aviation’ é o primeiro serviço global de banda larga de alta velocidade a bordo no mundo a partir de uma única operadora. Isto permite que passageiros de companhias aéreas naveguem na internet, transmitam vídeos, verifiquem mídias sociais e muito mais durante os voos, com uma experiência de conectividade a bordo comparável aos serviços de banda larga móvel disponíveis em terra.

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Brasil a mais um passo de adotar o sistema internacional de proteção de marcas

Por Luiz Guilherme Valente, advogado sênior do Schroeder&Valverde

O Brasil está cada vez mais perto de ingressar no Sistema de Madri, que unifica o registro e proteção de marcas em 97 países. No dia 20 de junho, a Casa Civil da Presidência da República enviou a Mensagem nº 201 ao Congresso, encaminhando para votação o Protocolo de Madri, tratado que estabelece o sistema unificado de marcas da Organização Internacional Propriedade Intelectual (OMPI).

A nossa atual Lei de Propriedade Industrial (Lei nº 9.279/1996), como regra, garante a proteção das marcas concedidas apenas no território brasileiro. Dessa forma, qualquer pessoa ou empresa que queira exclusividade sobre determinada marca no Brasil e em outro país terá que proceder a dois registros diferentes, independentes entre si e sujeitos a regras distintas. O Protocolo de Madri visa simplificar esse processo, permitindo que, uma vez registrada a marca no seu país de origem, o titular possa pedir a proteção em quaisquer dos países signatários que deseje.

Diferentemente do previsto no Acordo de Madri, o Protocolo cria um sistema que não concede a proteção automática a todos os países signatários. Ou seja, o titular da marca deve indicar para quais dos 97 países partes do Protocolo quer que o registro internacional seja válido.

Ainda assim, o tratado simplifica e barateia o registro em múltiplos países, na medida em que será necessário formular apenas um pedido, o qual poderá ser submetido em um dos idiomas admitidos (inglês, espanhol ou francês), pagando-se uma única taxa. Dessa forma, poupam-se os custos e o tempo que seriam gastos com os pedidos de registros em diferentes jurisdições, dispensando-se traduções para os idiomas locais e a constituição de procuradores em cada um dos países.

Além disso, uma vez depositado o pedido em determinado país, o escritório local responsável deverá analisar o processo em até 18 meses – prazo muito inferior ao que vem sendo adotado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), autarquia responsável por conceder o registro de marcas no Brasil.

O Protocolo prevê também um prazo de vigência de 10 anos para o registro internacional, podendo ser renovado múltiplas vezes, pelo mesmo período – não sendo admitido, porém, alterações (por exemplo, nas classes de atividades para as quais a proteção foi originalmente concedida). Passados 5 anos de sua concessão, o registro internacional torna-se independente do registro originário – isto é, caso o registro local seja extinto, o internacional continuará válido.

Outro ponto importante é que, uma vez concedido o registro para outros países signatários, a proteção da marca não passa a ser válida retroativamente nessas jurisdições à data do registro no país originário.

O Protocolo também prevê que os países signatários somente poderão denegar o registro com base nas hipóteses da Convenção de Paris – ou seja, quando a marca for capaz de prejudicar os direitos de terceiros, quando carecer de distintividade (isto é, quando se basear em elementos genéricos, que não sejam capazes de distingui-la dos produtos ou serviços concorrentes) ou quando for contrária moral ou à ordem pública à luz da jurisdição do país relevante. No mais, o tratado é expresso ao dizer que os países terão que aceitar que o registro de uma mesma marca para várias classes de atividades distintas possa ser feito em um único processo – o que hoje é vedado pela nossa legislação, que prevê um processo por classe por marca.

Por mais que o envio ao Congresso Nacional seja um avanço para que o Brasil adote o sistema internacional de marcas, a conclusão desse processo pode demorar alguns anos. O Protocolo ainda precisa passar pelo trâmite interno da Câmara e do Senado, o que inclui a análise pelas Comissões de Constituição e Justiça e de Relações Exteriores, bem como por outras comissões interessadas na matéria. Depois disso, o tratado ainda terá que ser aprovado pelo plenário de cada uma das casas. Só então o Protocolo será oficialmente ratificado, passando a ser válido em nosso país.

Mesmo antes de aprovado, o tratado vem causando polêmica no Brasil. Alguns juristas já se manifestaram quanto à sua inconstitucionalidade, alegando, dentre outros motivos, que o provocaria um tratamento desigual entre brasileiros e estrangeiros. Isto porque o Protocolo obrigará o INPI a analisar em até 18 meses os pedidos de registro de marcas feitos via sistema internacional, sendo que a nossa legislação não estabelece prazo para os pedidos depositados originalmente em nosso país. Dessa forma, haverá uma duplicidade de regimes: enquanto a extensão da proteção internacional de uma marca ao Brasil deverá ser processada em um ano e meio, o pedido feito originalmente aqui continuará sem previsão de prazo para registro.

Apesar da inconstitucionalidade arguida por alguns, grande parte da sociedade civil vem pressionando para a adesão pelo Brasil ao Protocolo. É o caso do INPI, que diz já estar pronto para implementar o sistema internacional de registro. Assim, quando o tratado vier a ser aprovado pelo Congresso, não deverá demorar para que os benefícios trazidos pelo Protocolo possam ser usufruídos pelos brasileiros que queiram registrar suas marcas nos outros países signatários e pelos estrangeiros que queiram estender a proteção das suas marcas ao Brasil.

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Microsoft ajuda clientes a transformar digitalmente seus negócios com a nuvem, inteligência artificial e realidade mista

A Microsoft Corp. recebeu nesta segunda-feira mais de 25.000 clientes empresariais em seu evento anual de TI, o Microsoft Ignite, em Orlando, Flórida, onde a empresa mostrou como é infundir nuvem, inteligência artificial e realidade mista em seus produtos, para ajudar os clientes a visualizar e criar o futuro das empresas. A Microsoft também mostrou como computadores quânticos podem ajudar a resolver alguns dos maiores problemas do planeta. As notícias abarcaram os negócios comerciais da Microsoft — Office 365, Windows 10, Microsoft Azure, Dynamics 365 e Inteligência Artificial (AI — Artificial Intelligence) da Microsoft — com um foco na maneira com que a empresa está capacitando as pessoas e organizações para serem bem-sucedidas em um lu gar de trabalho em rápida evolução e habilitando os clientes a utilizar dados, inteligência artificial, tecnologias híbridas e de nuvem para desenvolver os processos de negócios e inovar para o futuro.

“A tecnologia digital está impactando todos os aspectos de nossa sociedade e as economias, criando oportunidades sem precedentes para organizações de todos os tamanhos”, disse o CEO da Microsoft, Satya Nadella. “Estou otimista e inspirado pela criatividade de nossos clientes, parceiros e desenvolvedores de todos os lugares, que estão forçando os limites do que é possível com a realidade mista e inteligência artificial infundida no Microsoft 365, Dynamics 365 e Azure, para transformar e exercer um impacto no mundo”.

A próxima fronteira da computação

Após 12 anos de investimentos em sua visão de criar um computador escalável, baseado em física quântica, a Microsoft anunciou hoje a criação de uma nova linguagem de programação, otimizada para explorar computadores quânticos escaláveis e profunda integração de linguagem de programação ao Visual Studio, fornecendo aos desenvolvedores depuração (debugging) e outros suportes e simuladores de alto nível tecnológico que podem operar localmente ou no Microsoft Azure. As ferramentas serão disponibilizadas gratuitamente até o final do ano. Os desenvolvedores podem aderir à comunidade quântica da Microsoft hoje, se inscrevendo em www.microsoft.com/quantum.

Capacitando empregados e promovendo uma nova cultura de trabalho

A Microsoft também anunciou a expansão do Microsoft 365 com duas novas soluções para capacitar trabalhadores de primeira linha (firstline workers) e clientes da educação. A empresa também apresentou novos recursos de busca inteligente, uma visão para centrar comunicações inteligentes no Microsoft Teams e aperfeiçoamentos na gestão da segurança e da TI, para ajudar os clientes a permanecerem seguros e em compliance, incluindo o cumprimento da Regulamentação Geral de Proteção de Dados (General Data Protection Regulation).

O Microsoft 365 F1 reúne o Office 365, Windows 10 e Enterprise Mobility + Security para capacitar os mais de 2 bilhões de trabalhadores de primeira linha em todo o mundo, que servem como o primeiro ponto de contato entre a empresa e seus clientes ou que estão diretamente envolvidos na fabricação de produtos.

O Microsoft 365 Education inclui o Office 365 para Educação, o Windows 10, o Enterprise Mobility + Security e o Minecraft: Education Edition. Ele proporciona aos estudantes, corpo docente e funcionários tudo o que precisam para criar e colaborar com segurança.

Dispositivos habilitados pelo Microsoft 365, incluindo os novos dispositivos comerciais Windows 10 S da HP Inc., Lenovo, Acer e Fujitsu a partir de $ 275, oferecem implementação self-service e gerenciamento simplificado, permanecendo sempre atualizados, resultando em um baixo custo total de propriedade para as empresas. Projetados para identificação e gerenciamento baseados em nuvem, esses dispositivos são ideais para trabalhadores de primeira linha, estudantes e educadores.

A Microsoft apresentou uma nova visão de comunicações inteligentes, incluindo planos de levar recursos do Skype for Business Online para o Microsoft Teams, junto com serviços cognitivos e de dados, tornando o Teams um hub real para trabalho de equipe no Office 365, incluindo conversas, voz e vídeo persistentes.

Experiências de busca inteligente usam inteligência artificial e aprendizado de máquina (machine learning) para disponibilizar resultados de busca mais relevantes em qualquer lugar que você busque no Microsoft 365. As novas experiências incluem o Bing para prévia privada dos negócios, que fornece uma visão unificada de resultados de busca personalizados e contextuais de dentro e fora de sua organização.

Novo Linkedin em cartões de perfil da Microsoft oferecem agora a habilidade de ver informações de perfis do Linkedin em aplicativos e serviços da Microsoft. Essa nova experiência, sendo implementada agora para clientes de primeiro lançamento no Outlook Web Access, SharePoint e OneDrive for Business, aprimora a maneira com que você colabora e desenvolve relacionamentos, ao fornecer percepções sobre as pessoas com as quais está trabalhando, dentro e fora de sua organização, diretamente de dentro do Office 365.

A HP Inc. e a Lenovo irão aderir ao Surface no suporte ao Windows AutoPilot, ao fornecer identidades de dispositivos a empresas em pedidos selecionados, a partir de janeiro de 2018. Isso capacita os usuários a configurar facilmente um novo dispositivo, concluir com a configuração da empresa e aplicativos prontos para uso e elimina a necessidade de a TI entrar em contato com o dispositivo ou gerenciar atualizações pessoalmente.

O Microsoft 365 está oferecendo recursos aperfeiçoados de proteção avançada contra ameaças (ATP — Advanced Threat Protection), como recursos avançados contra phishing, proteção expandida para o SharePoint Online, OneDrive for Business e Microsoft Teams e integração entre recursos de detecção de ameaças de identificação na nuvem e na instalação física.

Mais informações sobre as soluções do lugar de trabalho moderno (Modern Workplace) da Microsoft estão disponíveis aqui.

Modernizando os processos empresariais com a nuvem e inteligência artificial

Dynamics 365 ampliado da Microsoft com novas soluções de inteligência artificial que transformam os cenários críticos e aplicativos e serviços empresariais para ajudar os usuários corporativos a reinventar os processos que usam todos os dias.

As soluções de inteligência artificial Dynamics 365 da Microsoft foram projetadas para lidar com cenários empresariais complexos, de alto valor, e ajustados para processos, sistemas e dados existentes. A primeira solução inclui um agente virtual inteligente para atendimento ao cliente, um assistente inteligente para o pessoal de serviço ao cliente e ferramentas de gestão de conversações, tudo habilitado pela inteligência artificial da Microsoft. O Departamento de Serviços Humanos do governo australiano, a HP Inc., Macy’s e Microsoft já estão usando essa tecnologia para melhorar a satisfação geral dos clientes e lidar com mais pedidos, em menor período de tempo.

Aplicativos modulares do Dynamics 365 para ajudar os clientes a transformar rapidamente os processos de alto impacto, ao se integrarem com os sistemas existentes e aumentá-los com o fluxo de trabalho e percepções do Dynamics 365, LinkedIn e Office 365. Os primeiros dois aplicativos modulares, Attract e Onboard, irão ajudar as empresas a recrutar os candidatos mais qualificados e assegurar seus sucessos com adaptação (onboarding) personalizada. Ambos estarão disponíveis como parte do Dynamics 365 for Talent no final deste ano.

Maior integração entre PowerApps, Microsoft Flow e Office 365 e Dynamics 365. Agora, qualquer usuário empresarial, familiar com os formulários do InfoPath, bases de dados do Access ou SharePoint, pode desenvolver aplicativos para estender e automatizar seus processos empresariais com o PowerApps e Microsoft Flow.

Mais informações sobre como as empresas podem usar essas novas tecnologias para melhorar suas aplicações e processos empresariais estão disponíveis aqui.

Promovendo a nuvem corporativa

O Microsoft Azure está propulsionando novos níveis de produtividade organizacional, experiências acionadas por dados inteligentes e maior confiança empresarial — tudo através de um método de nuvem híbrida consistente e único através de dados, aplicativos e infraestrutura, seja em instalações físicas ou na nuvem.

Azure Stack comercializado através dos parceiros OEMs, incluindo Dell EMC, HPE e Lenovo. Uma extensão do Azure, o Azure Stack é verdadeiramente único no mercado, habilitando consistência que permite às organizações desenvolver e empregar aplicativos usando exatamente as mesmas APIs, ferramentas e experiências que teriam na nuvem Azure.

Disponibilidade do SQL Server no Linux, Windows e Docker com o SQL Server 2017 GA. O SQL Server é o primeiro banco de dados desenvolvido na nuvem que também está disponível em instalações físicas. O SQL Server 2017 traz o poder do SQL Server para o Windows, Linux e contêineres do Docker pela primeira vez, capacitando os desenvolvedores para construir aplicativos inteligentes, usando suas linguagens e ambientes preferidos para promover ainda mais a produtividade, junto com altos níveis de desempenho e segurança de dados.

O Database Migration Service e o SQL DB Managed Instance inteiramente automatizados já estão disponíveis para os clientes migrarem pelo sistema lift and shift facilmente seus bancos de dados do SQL Server em sua instalação física para um banco de dados no Azure SQL.

O SQL Data Warehouse oferece uma nova camada de desempenho otimizado para computação, melhorando significativamente o desempenho de analítica na nuvem. Essa nova camada de desempenho otimizado para computação também pode ser redimensionada mais do que antes, para até 30.000 unidades de armazém de dados (Data Warehouse Units) de computação. A prévia será disponibilizada no outono.
Benefício do uso híbrido do Azure para SQL Server irá permitir aos clientes maximizar os investimentos em licenças existentes a preços com descontos, ampliando ainda mais a promessa do híbrido nos investimentos em dados de nossos clientes.

Serviços de gestão de custos do Azure pelo Cloudyn irá ajudar a gerenciar e otimizar os gastos com nuvem através de uma visualização única e unificada de ambientes de múltiplas nuvens. Os clientes e parceiros poderão usar o serviço gratuitamente para gerenciar suas despesas com o Azure.

Centro de Segurança do Azure irá incluir novos recursos de segurança integrados, com foco na redução de vulnerabilidades e no aumento da proteção contra ameaças, bem como na ampliação de cargas de trabalho híbridas seguras.

A prévia de novas atualizações para aprendizado de máquina do Azure irá fornecer aos desenvolvedores de inteligência artificial e cientistas de dados um novo conjunto de ferramentas para desenvolver e gerenciar modelos de aprendizado de máquina e de inteligência artificial em qualquer lugar — na nuvem, na instalação física ou na borda. Essas novas atualizações também tornarão os desenvolvedores de inteligência artificial e cientistas de dados mais produtivos, por alavancar as estruturas, ferramentas e tempos de execução de fontes abertas mais populares.

Integração do Azure CosmosDB e Azure Functions. Ao levar o poder do Azure CosmosDB, nosso serviço de banco de dados moderno e único de sua espécie, distribuído globalmente, para nossa oferta sem servidor, o Azure Functions, os desenvolvedores podem conseguir novos níveis de produtividade, escrevendo aplicativos com apenas umas poucas linhas de código, de forma que podem inovar mais rapidamente para reagir a “eventos” como sensores da Internet das Coisas (IoT), mudanças no banco de dados, etc.

Atualizações para os serviços cognitivos da Microsoft, uma coleção de APIs inteligentes que permitem aos desenvolvedores adicionar facilmente recursos de inteligência artificial a seus aplicativos. As atualizações de hoje incluem a disponibilidade geral de analítica de textos, um serviço baseado na nuvem para processamento de linguagem, tais como análise de sentimentos, extração de frases essenciais e detecção de linguagem de texto. No próximo mês, também iremos disponibilizar, para o público em geral, o Bing Custom Search (Busca Personalizada do Bing), uma experiência de busca personalizada para uma seção da Web, e o Bing Search v7 (versão 7 da Busca do Bing), que irá fornecer resultados mais relevantes com o uso do Bing Web, notícias, vídeo, busca de imagens, be m como uma nova versão do autosuggest (sugestão automática) e spellcheck (corretor ortográfico).
Mais informações sobre as soluções de nuvem empresarial da Microsoft estão disponíveis aqui.

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Executivos e profissionais recorrem ao Mind mapping para organização de ideias e solução de problemas

O método foi utilizado após os atentados de 11 de setembro e está presente no design dos produtos Apple

É muito comum os profissionais se depararem com momento de desaceleração durante o dia. A origem deste problema pode ter diversas causas, sendo as mais comuns podem estar ligadas ao cansaço, correria, falta de foco ou simplesmente pelo fato de se verem diante de várias coisas para resolver, e todas urgentes.

Esse cenário atrapalha, e muito, quando é preciso tomar alguma decisão. De acordo com Beatriz Nóbrega, psicóloga e coach, que atua há mais de 19 anos na Área de Recursos Humanos, existe uma técnica que pode ser utilizada nesses casos e tem apresentado um ótimo resultado. “O método é conhecido como mind mapping, Desenvolvido por Tony Buzan, a ferramenta é muito eficaz para organizar pensamentos e fazer registros de maneira visual e colorida utilizando os dois lados do cérebro e assim liberando a infinita criatividade”, explica.

A técnica deve ser aplicada na hora de encontrar possíveis caminhos, na tomada de decisão de que caminho seguir ou toda a vez que necessitar. ” Planejar próximos passos, preparar-se para uma entrevista ou fazer um plano de ação são situações que as pessoas podem alcançar o sucesso esperado aplicando o método”, aponta.

Beatriz lembra que o mind mapping foi usado no restabelecimento da energia elétrica em Manhattan após os atentados de 11 de setembro, no planejamento de cidades inteiras no Golfo e está presente no design dos produtos Apple. ” A partir dela é possível acrescentar novas ideias e assim aprofundar e abranger muito mais do que uma simples lista de ideias”, reforça.

A técnica utiliza a lógica, atua com linhas retas, sequencias, letras, números e listas e também com a criatividade e imaginação. ” Desta forma, cada lado do cérebro alimenta e fortalece simultaneamente o outro de modo a produzir um poder criativo ilimitado”, destaca a especialista.

A coach e especialista em gestão de pessoas separou algumas dicas de como o mindmapping pode ser aplicado

1. Vire uma folha de papel sulfite na posição horizontal para ter espaço suficiente e assim poder expandir-se em todas as direções

2 . Desenhe no centro da página uma figura (preferencialmente) e/ou uma frase que represente a questão a ser respondida, sua ideia a ser expandida e/ou meta a ser alcançada.

3 . Escolha uma cor e desenhe um ramo curvilíneo a partir da imagem central e escreva uma palavra ou desenhe uma imagem relacionada a imagem/ideia central. Se usar palavras, use somente uma palavra por ramo, porque assim estimulará melhor o fluxo de pensamentos do que frases ou sentenças.

4. Desenhe ramos secundários derivados do ramo principal usando palavras que desenvolvam o tema.

5. Desenhe figuras em alguns pontos – elas ajudam e estimulam a sua imaginação.

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Luft Logistics adota tecnologia de gerenciamento da informação para rastreamento e controle das entregas

Com a meta de sempre prestar serviços de excelência, a Luft Logistics, uma das maiores operadoras logísticas do Brasil e da América Latina, lança mão de uma tecnologia de gerenciamento de informação que rastreia e controla as entregas, desde o envio até o destino final. Todo o monitoramento é possível devido ao investimento da empresa no sistema e-PROVE.

Por meio deste sistema de gerenciamento de entregas. Os motoristas dos caminhões informam em tempo real, pelo próprio celular, toda e qualquer ocorrência nas entregas, enviando fotos, comprovantes, assinaturas e códigos de barra e bidimensionais.

Quem recebe essas informações enviadas pelos motoristas é uma equipe especial da área de CCO da Luft, dedicada somente a monitorar o processo de entrega. “Quando qualquer ocorrência é enviada pelo motorista via smartphone, nós a recebemos e, assim, somos capazes de agir da melhor maneira, lidando com qualquer problema que possa interferir em nossas entregas”, explica o empresário Fernando Luft, da Luft Logistics.

Os benefícios para a Luft Logistics e para seus clientes são vários. O sistema aumenta a pontualidade e a produtividade das entregas e diminui o índice de erros, tanto de itens quanto de endereços. “Temos controle total das operações, conseguimos garantir o prazo das entregas e realizamos baixa automática no sistema, garantindo a excelência no atendimento”, afirma Fernando Luft.

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AEB Investe em projeto que aumenta a vida útil de satélite e naves espaciais

Nova câmara de vácuo instalada no LFP

Uma parceria entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Universidade de Brasília (Unb), por meio do programa Uniespaço, vai impulsionar nos próximos anos a área espacial brasileira. Trata-se do desenvolvimento de pesquisas de propulsores a plasma tipo Hall, que entre diversas funcionalidades, otimizam e aumentam a vida útil de satélites geoestacionários e naves espaciais.

As pesquisas são desenvolvidas no Laboratório de Física de Plasmas da UnB e os resultados aplicados no projeto científico voltado para a realização de trabalhos técnicos de professores e estudantes. O projeto tem o objetivo de integrar o setor universitário às metas do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), a fim de atender à demanda tecnológica do setor no desenvolvimento de produtos e processos, análises e estudos, para formar uma base sólida de pesquisa capazes de executar projetos de interesse da área espacial.

Precursor em universidades brasileiras, o LFP estuda também as aplicações dos plasmas para o aprimoramento de tecnologias ambientais, novos materiais, nanotecnologia e pesquisas relacionadas com a fusão termonuclear controlada.

De acordo com o coordenador do projeto, José Leonardo Ferreira, professor de Física da UnB, o estudo da propulsão espacial com plasmas é essencial para o aperfeiçoamento de missões espaciais de longa duração. O estudo da propulsão elétrica muito nos últimos 20 anos com a aplicação desses propulsores no controle de satélites de órbita baixa, média e geoestacionária, bem como de veículos espaciais em missões no sistema solar. Ele ressaltou ainda, que a expectativa é que a tecnologia de propulsores a plasma seja utilizada em missões tripuladas a Marte a partir de 2050.

Componente

O plasma é um gás ionizado composto por igual número de elétrons e de íons também conhecido como o quarto estado da matéria. Ele possui as mais altas temperaturas, é o componente principal das estrelas, nebulosas e galáxias e por isso constitui 99% da matéria do universo visível.

Segundo o professor Leonardo, na Terra o plasma precisa de condições especiais para ser produzido, por isso o desenvolvimento e teste de propulsores a plasma precisarem de recipientes a vácuo e de equipamentos especiais para produção de forma controlada.

Desenvolvido com a colaboração de pesquisadores da Rede Brasileira de Propulsão Elétrica, participam do projeto pesquisadores dos Laboratórios Associados de Plasma e de Combustão do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Faculdades de Tecnologia da UnB (FT e FGA) com destaque para os laboratórios de propulsão Aeroespacial do recém-criado curso de Engenharia Aeroespacial da UnB.

Investimento

Para realizar pesquisas e testes dos propulsores a plasma no laboratório da UnB, a Agência Espacial investiu na instalação de equipamentos adequados e de uma nova câmara de vácuo, adquirida em janeiro de 2017. O equipamento deve contribuir em breve para a realização das pesquisas desenvolvidas por alunos dos cursos de Física e Engenharia, e também para realização de trabalhos de iniciação científica, estágios, mestrado e doutorado.

O laboratório desenvolve propulsores a plasma do tipo Hall designados como Phall. Já foram desenvolvidos os modelos Phall I Phall IIa, IIb e IIc. Eles possuem em comum um arranjo de imãs permanentes posicionados em um canal com geometria cilíndrica. A posição dos imãs e as dimensões do canal da corrente Hall são calculados a partir de simulação computacional para obter as características do plasma e dos campos magnéticos com maior eficiência do propulsor. O campo magnético obtido a partir de imãs permanentes produz uma substancial economia na potência elétrica do propulsor.

O Phall IIc é o propulsor que está sendo aperfeiçoado hoje na UnB. Um dos principais objetivos imediatos do projeto é tornar o Phall mais compacto para testá-lo no espaço em pequenos satélites, com potência inferior a 100 watts.

“Esperamos que no futuro seja possível desenvolver e testar propulsores a plasma do tipo Hall mais potentes que possam vir a serem utilizados em missões espaciais brasileiras a lua ou mesmo a planetas e pequenos corpos do sistema solar.

José Leonardo ressaltou ainda que o LFP tem participado de forma ativa nas ações propostas para o desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro contribuindo com novas e desafiadoras missões espaciais, como por exemplo, a Missão ASTER (Missão a um asteroide triplo próximo utilizando propulsão elétrica), proposta para a AEB alavancar a primeira missão brasileira de espaço profundo.

A propulsão elétrica foi testada no espaço pela primeira vez na década de 1960, no lançamento dos satélites SERT I e II, ambos operados pela Agência Espacial Norte Americana (Nasa). Desde a época, missões espaciais que utilizam essa tecnologia têm como principal objetivo controlar altitude e órbita de satélites geoestacionários. A participação de empresas na área é cada vez maior, uma vez que esta tecnologia contribui significativamente para o aumento da vida útil desses satélites.

O LFP desenvolve propulsores elétricos do tipo Hall desde 2004, com o apoio de agências de fomento, como a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Aplicações espaciais

O LFP foi criado em 1995, sendo o desenvolvimento de fontes de plasma para aplicações espaciais iniciado em 2002, com a montagem do primeiro propulsor a plasma do tipo Hall com imãs permanentes, como o Phall I que serviu para demonstrar a viabilidade dessa nova tecnologia.

O projeto possibilita a elaboração e publicação de vários trabalhos técnico- científicos e a participação de estudantes e professores em congressos nacionais e internacionais, assim como a elaboração de cursos e disciplinas com foco na área espacial ministradas anualmente na UnB.

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Programa de startups do Governo de São Paulo abre espaço para soluções na área de Transporte

O Pitch Gov.SP 2.0 receberá propostas de startups que ajudem a melhorar ainda mais as estradas paulistas sob concessão e também os serviços de transporte intermunicipal regulados e fiscalizados pela Artesp

Já estão abertas as inscrições para a segunda edição do Pitch Gov.SP para novos projetos que aproximem o Governo e startups na busca de soluções inovadoras para os desafios da administração pública, com a finalidade de melhorar os serviços ao cidadão.

Neste ano, pela primeira vez estão sendo apresentados desafios para que as startups busquem soluções também na área de Transporte, tendo como ponto de partida a proposta de engajar a sociedade em prol de um trânsito mais seguro. A partir daí foram propostos desafios específicos relacionados à administração das rodovias estaduais paulistas sob concessão fiscalizadas pela Artesp – Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo. Esses desafios contemplam a melhoria nos serviços prestados pelas concessionárias e na fiscalização realizada pela agência reguladora.

A Artesp é o órgão estadual que regula e fiscaliza os serviços permissionados de transporte intermunicipal de passageiros, área na qual também poderão ser apresentados projetos para a melhoria na prestação desse serviço.

Soluções na área de Transporte – Algumas soluções específicas que o Governo do Estado espera que sejam apresentadas pelas startups são:

-Melhoria na comunicação entre usuários/cidadãos com as empresas concessionárias reguladas pela Artesp;

-Otimização do processo de fiscalização das condições das estradas pela Artesp e a resposta das concessionárias quanto às correções das irregularidades apontadas pela agência;

-Aprimoramento na comunicação entre os usuários, a Artesp e as concessionárias em qualquer ponto das rodovias concedidas por meio de soluções tecnológicas, com o objetivo de permitir o compartilhamento de informações sobre condições das rodovias e a prestação de serviços;

-Implantação de arrecadação automática de pedágio por trecho percorrido (sistema ponto a ponto);

-Sistema de pesagem em movimento de veículos nas rodovias, para tornar o processo mais rápido e fácil, a fim de evitar formação de filas nos postos de pesagem (processo já incluído nos novos editais de concessões rodoviárias realizados este ano);

-Aumento da eficiência das ações de melhorias na fiscalização e planejamento do Sistema de Transporte Coletivo de Passageiros por meio da otimização da coleta de dados indicadores, de atividades de monitoramento e avaliação dos serviços.

Inscrições das startups – As propostas poderão ser inscritas até o dia 15 de outubro pelo site: www.pitchgov.sp.gov.br/. As propostas devem incluir informações da empresa, sua equipe, bem como detalhar a solução proposta e identificar os benefícios esperados na implementação da solução pelo Governo. Neste mesmo site é possível encontrar o detalhamento de todos os desafios apresentados na área de Transporte e também em outras áreas de atuação do Governo do Estado – ao todo são 42 desafios em oito áreas.

No próximo dia 28 de setembro haverá um workshop de lançamento do Pitch Gov.SP 2.0, na Escola de Negócios Sebrae, nos Campos Elíseos, região central da Capital. Na ocasião serão apresentados às startups o programa, dicas sobre o edital, processo de inscrição, modelos de negócios e uma sessão dedicada a perguntas e respostas dos interessados. Inscrições para o workshop devem ser feitas através do link: http://bit.ly/pitchgov2.

As startups vitoriosas serão apresentadas no dia 27 de outubro, no CASE – Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo, maior evento do segmento da América Latina, realizado pela ABStartups.

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