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Empresas familiares devem ter plano de sucessão e governança corporativa

Que famílias e empresas têm uma relação próxima ninguém duvida. Dados apontam que cerca de 90% das empresas em todo o planeta pertencem a famílias, desde grandes corporações de setores de luxo, moda e hotelaria, passando por empresas de infraestrutura, comunicação, alimentos e bens de consumo. A relação torna necessário que diversas famílias pensem em como solucionar dificuldades relacionadas com governança e sucessão do poder.

“Esse esforço é fundamental para a sobrevivência da empresa, principalmente em tempos de instabilidade econômica e de alta demanda por uso racional dos recursos financeiros e humanos”, afirma o especialista em gestão e recursos humanos e sócio-fundador da INNITI, Joseph Teperman.

Sem um planejamento estratégico e sucessório e o estabelecimento de governança corporativa, explica ele, até mesmo questões mais básicas como as políticas de contratação, de crédito, de gestão de crises podem ser prejudicadas.

“Há empresas que deixam de evoluir por contas das travas impostas pela tomada de decisão familiar ou pelo engessamento que a família impõe”, explica Teperman. “Na contramão, algumas famílias conseguem estabelecer modos de atuação que garantem tanto a harmonia familiar, quanto a evolução do negócio”, completa.

Um bom caminho para viabilizar a harmonia familiar, sem abrir mão da evolução da empresa, é definir que a tomada de decisão e o direcionamento da empresa ocorram de modo em que propriedade e gestão sejam itens segregados. “Não é obrigatório que o dono de um negócio seja seu gestor. A família pode se afastar da gestão e ainda assim manter o controle sobre as decisões”, exemplifica Teperman. “Gestão e propriedade podem ser levadas adiante separadamente. É isso que a maior parte das bem-sucedidas companhias familiares do mundo pratica”.

Uma questão delicada, que envolve laços afetivos, e precisa ser enfrentada com coragem e método é pensar em que casos a liderança faz diferença, e em que casos a empresa seria mais lucrativa com um profissional contratado com o objetivo de cumprir uma meta.
Teperman enfatiza a importância da formação de um conselho gestor, que contribuirá com o negócio no sentido de dar maior clareza dos papéis, direitos e responsabilidades de sócios e/ou gestores, definir autonomia e responsabilidades de sócios e funcionários, e incluir a família de modo apropriado nas tomadas de decisão mais relevantes.

“Como sócio-fundador da INNITI, consultoria que atua no setor de executive search e governança corporativa, temos observado que o Brasil não destoa do cenário mundial na predominância de empresas familiares, mas ainda carece de apoio e suporte para a transição a uma boa governança corporativa”, observa ele. “A INNITI tem todo o interesse em contribuir com essas empresas, não somente no eixo Rio-São Paulo, pois há muitas empresas que se destacaram em seus setores em cidades do interior do país e que carecem desse tipo de apoio para evoluir para uma próxima etapa”.

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FecomercioSP: Corte no orçamento é fundamental, mas, para crise acabar, é preciso medidas mais complexas

Diante da falta de um plano consistente de ajuste fiscal e do cenário de instabilidade política, o governo federal anunciou hoje um corte de R$ 23,4 bilhões no orçamento de 2016. Para a FecomercioSP, a medida é necessária, mas não será ela, somada à volta da CPMF e a medidas de estímulo ao crédito, que conseguirá reverter o atual quadro, cada vez mais grave e desanimador.

No atual cenário, é quase certo que o governo não conseguirá cumprir a meta de 0,5% de superávit primário estabelecida para 2016. A tendência de expansão das despesas públicas é estrutural, enquanto as receitas recuam aceleradamente por causa da retração acentuada da atividade econômica.

A Federação aponta que é imprescindível avançar em reformas estruturais, como a da Previdência – com estabelecimento de idade mínima para a aposentadoria, por exemplo –, e a desvinculação das receitas da União. É urgente também um projeto de reforma do Estado que busque a redução da máquina pública e os aumentos da eficiência e da qualidade dos serviços prestados à população.

No caso do setor de comércio e serviços, o cenário já é ruim em razão principalmente da falta de confiança de empresários e consumidores. Os primeiros não sentem confiança suficiente para realizar investimentos e os consumidores estão preferindo guardar seu dinheiro e quitar dívidas em vez de consumir.

A entidade destaca que todas as variáveis que influenciam o movimento do comércio apresentam um quadro negativo, como a renda em queda, desemprego aumentando e a inflação alta. A Entidade entende que ou se começa a atacar a raiz do problema (que é fiscal) ou teremos que continuar a conviver com uma crise sem precedentes, e sem data para terminar.

Fonte: FecomercioSP

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“Em vez de equilibrar o orçamento, governo anuncia déficit de até R$ 60 bilhões”, afirma Skaf

Presidente da Fiesp e do Ciesp critica crescimento dos gastos do Governo em relação a 2015

Nesta sexta (19/2), os ministros da Fazenda e Planejamento convocaram a imprensa para anunciar contingenciamento de R$ 23,4 bilhões dos gastos públicos para o ano de 2016.

“Na realidade, mesmo com a revisão do orçamento, os gastos totais apresentam um crescimento de 4,8% em relação aos gastos realizados no ano de 2015”, afirma Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp.

Além disso, o contingenciamento não passou de cortina de fumaça para o anúncio da chamada banda fiscal, ou seja, um mecanismo que deixa explícito que a equipe econômica trabalha com a perspectiva de um déficit de até R$ 60,2 bilhões para 2016.

“É crucial recuperar a credibilidade da política econômica. Porém, ao anunciar um déficit de até R$ 60,2 bilhões, o governo assume a falta de comprometimento em atingir a meta de resultado primário estabelecida, o que aumenta as desconfianças e piora ainda mais sua credibilidade”, diz Skaf.

O governo também anunciou um teto teórico para o gasto público, que ainda terá que ser transformado em projeto de lei, para depois ser aprovado pelo Congresso Nacional.

“A gestão séria do orçamento demanda corte e controle de gastos imediatos, e não mecanismos teóricos mirabolantes que, na realidade, nada mais representam do que a consolidação de sucessivos déficits públicos”, conclui Skaf.

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp

Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Ciesp

Fonte: Fiesp

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Recuperação do setor imobiliário deve ser impulsionada por alta do dólar e amadurecimento do mercado

Para investidores internacionais que acompanham o mercado imobiliário brasileiro, o momento pode ser a melhor janela de oportunidade de compras em uma década

A alta do dólar, somada aos primeiros sinais de recuperação da economia e ao amadurecimento do mercado devem ser os principais responsáveis pela retomada do crescimento do setor imobiliário brasileiro. É o que aponta o Global Market Outlook 2016, estudo realizado pela Ernst & Young (EY) sobre tendências de investimento no segmento imobiliário.

De acordo com a pesquisa, o cenário de rara confluência de fatores deve aumentar a atratividade do mercado brasileiro para o capital estrangeiro, o que deve impulsionar sua recuperação ao longo dos próximos 12 a 24 meses.

“Os preços caíram e estão extremamente atrativos. Para os investidores estrangeiros que acompanham o mercado imobiliário brasileiro, esse momento pode ser a melhor janela de oportunidade de compras em uma década. Apesar disso, muitos ainda esperam uma maior clareza nos cenários político e econômico antes de colocarem suas fichas em propriedades brasileiras”, avalia Viktor Andrade, sócio líder de transações do mercado imobiliário da EY para o Brasil e América do Sul.

Embora a desaceleração econômica e o alto índice de construção na última década, que levou a um excesso de oferta no mercado, possam ser considerados fatores de risco para os investidores, há boas razões para apostar na recuperação do setor no médio prazo. A desvalorização do real, que tende a ter um efeito significativo sobre a capacidade exportadora do Brasil, e as projeções do Banco Mundial para o crescimento de 2% do PIB brasileiro em 2017, uma melhoria significativa frente à projeção negativa para 2015, são alguns dos pontos que devem tornar o segmento atrativo para o capital estrangeiro.

Para Andrade, nos últimos 10 anos, o mercado amadureceu, mesmo que ainda esteja sentindo as dores desse rápido crescimento, e está mais experiente e preparado. “O desenvolvimento de nichos, que não existiam antes do boom da construção, tais como armazéns, hotéis, armazenamento e saúde, é um exemplo dessa evolução e ajuda a reduzir alguns dos riscos enfrentados pelos investidores”, diz o executivo.

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Parceria entre Inmarsat e Actility fornecerá plataforma global única para a Internet das Coisas

A Inmarsat (LSE:ISAT.L), líder em serviços de comunicações móveis globais via satélite, firmou parceria com a Actility, líder no setor em redes de longa distância e baixa potência (LPWAN) e membro fundador da LoRa Alliance, para oferecer uma solução de ponta-a-ponta de Internet das Coisas (IoT) para conectar ativos em qualquer lugar do mundo por meio de redes públicas e privadas.

Esta parceria combina a conectividade global da Inmarsat com o ThingPark™ da Actility, a plataforma de gestão de IoT, para entregar uma solução integrada para a internet das coisas. Ela reúne conectividade, serviços e dispositivos IoT em uma única plataforma de gerenciamento de serviços para conectar objetos em qualquer lugar do planeta, mesmo nos locais mais remotos e hostis.

“A Inmarsat conta com uma longa e bem-sucedida história no fornecimento de conectividade remota”, afirma Greg Ewert, presidente da Inmarsat Enterprise. “Esta parceria proporciona uma flexibilidade adicional para as redes IoT – ou seja, integradores de sistemas e clientes que utilizam a conexão da Inmarsat e a solução da Actility poderão conectar todos os seus ativos em uma única plataforma, sem ter que perder tempo e recursos para lidar com vários provedores, sem falar na redução de custo e da complexidade causada por múltiplos contratos de roaming. A parceria também coloca a Inmarsat em uma posição mais próxima do mercado da Internet das Coisas.”

A Inmarsat anunciou recentemente sua entrada para a LoRa Alliance, uma organização sem fins lucrativos que promove o padrão de conectividade LoRaWAN para redes de longa distância e baixa potência (LPWAN). Esta parceria significa que os ativos que utilizam o padrão LoRa agora podem se conectar às redes globais da Inmarsat com uma integração e interoperabilidade contínua, mesmo em áreas onde a cobertura celular ou terrestre não esteja disponível ou não seja confiável.

Esta nova parceria ainda traz consigo novas capacidades e alcance global para soluções de rede IoT, promovendo o crescimento explosivo de sensores e aplicativos altamente capazes e financeiramente acessíveis de IoT.

“A Actility está entusiasmada em poder colaborar com a Inmarsat para oferecer aos clientes globais uma solução de ponta-a-ponta e um único ponto de gerenciamento de serviços para conectar seus ativos e realizar negócios de IoT em qualquer lugar do mundo por meio da plataforma ThingPark™ LoRaWAN”, afirma Olivier Hersent, CEO e CTO da Actility.

Para mais informações, visite o estande (8.0E40) da Inmarst no Mobile World Congress 2016 ou assista à demonstração de construção inteligente que ocorrerá no Inmarsat Developer Conference, em Londres, de 01 de fevereiro a 29 de março.

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Segundo estudo PayPal-Ipsos, os Millennials têm maior probabilidade de comprar via internet do que a população em geral

Brasileiros de 18 a 34 anos de idade têm mais chance de adquirem online produtos e serviços de sites no exterior do que a população em geral
Novidades

A geração Millennial (também conhecida como Geração Y) representa cerca de 20% da população mundial – no Brasil, são 58,7 milhões de pessoas, entre os 18 e os 34 anos de idade, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Como definição, trata-se daquela faixa de cidadãos 100% familiarizados com dispositivos móveis e comunicação em tempo real. É, assim, a primeira geração verdadeiramente globalizada, que cresceu com a tecnologia e a utiliza desde a primeira infância.

No Brasil, 70% dos representantes da Geração Y entrevistados pelo estudo fizeram compras online nos doze meses compreendidos entre setembro de 2014 e setembro de 2015 – enquanto entre a população em geral o índice não ultrapassa os 67%.

Já, quando o assunto são compras realizadas em sites fora do Brasil, os Millennials aumentam a vantagem: 58% dos que compram online alegam comprar produtos e serviços em sites no exterior (entre a população em geral, a proporção é de 49%).

O que mais a Geração Y brasileira compra online em sites de outros países? Segundo o estudo, as três principais categorias compradas de sites em outros países pelos Millennials nos últimos doze meses são roupas, sapatos e acessórios na liderança (adquiridos por 50% dos Millennials que compram de sites no exterior), seguidos de produtos eletrônicos (35%) e itens digitais educacionais ou de entretenimento, como CDs, DVDs, games etc. (34%). Já quanto à forma de pagamento, os Millennials brasileiros têm maior probabilidade (69%) de terem usado o Paypal em compras online em sites no exterior nos últimos doze meses, frente os 67% da população em geral que compra online do exterior.

Os compradores online da Geração Y na América1 Latina se sentem mais confortáveis fazendo compras em uma loja online em outro país do que a população em geral (53% concordam com a frase “Geralmente me sinto mais confortável em comprar de uma loja online de outro país”, versus 48%); e também têm maior probabilidade de comprar mais em sites que estejam em outros idiomas que não o seu (53% concordam com a frase “Já comprei em sites que não eram na minha língua”, a 49%).

Apesar de nativos digitais (ou talvez por isso mesmo), na hora de comprar, os Millennials têm maior probabilidade de preferir as grandes lojas globais quando compram em sites do exterior (69% concordam com isso versus 67% da população em geral de compradores online); e não fazem distinção sobre o local de onde a compra é enviada, contanto que o preço final seja bom (69% versus 65% da população geral dos compradores online).

Citação

“A internet, para os Millennials, é mais do que uma comodidade; trata-se de necessidade essencial. E os laptops, tablets e smarphones, em particular, criaram condições para que eles se conectem uns com os outros como jamais ocorreu antes com nenhuma geração. São considerados, portanto, a pedra (ou seria o chip?) fundamental das redes sociais. Por isso mesmo, nada mais natural do que serem eles mais propensos a compras online de produtos e serviços”, afirma Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina. E uma pesquisa da Ipsos, feita sob encomenda do PayPal, prova que a premissa é mesmo verdadeira.

1 Os dados da região da América Latina e globais (29 países) são baseados em dados combinados dos países entrevistados (América Latina inclui México, Argentina e Brazil), mas não tiveram seus pesos projetados para o tamanho da população.

*A pedido do PayPal, a Ipsos entrevistou uma amostra representativa** de 800 pessoas localmente (um total de 23.354), de adultos (com 18 anos ou mais) que usam ou têm um equipamento*** com acesso à internet em cada um dos 29 países (Reino Unido, Irlanda, França, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Espanha, Holanda, Suécia, Polônia, Turquia, Rússia, Israel, Emirados Árabes, Estados Unidos, Canadá, Brasil, México, Argentina, Índia, China, Japão, Coréia do Sul, Cingapura, Austrália, África do Sul, Nigéria e Egito). As entrevistas foram conduzidas online entre 17 de setembro e 28 de outubro de 2015. O trabalho de campo no Brasil foi conduzido entre 17 de setembro e 28 de outubro de 2015

Os dados foram ponderados para se conhecer a incidência de compradores online em todos os países, assim como para se obter o perfil dos usuários de internet em quatro países (Coréia do Sul, Cingapura, Egito e Emirados Árabes).

** Idade, sexo e região representam a população online (idade e sexo são representativos na Suíça). As amostras não foram definidas para a Nigéria, uma vez que não existe um perfil online nesse país.

*** Computador, desktop, laptop, notebook, tablet, smartphone, outros tipos de telefones móveis, organizador eletrônico, PDA com funções de wireless e acesso a dados, consoles de jogos com conectividade à internet, a exemplo do Wii.

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Unitec Semicondutores abre mais de 100 novas vagas neste ano e prevê novas contratações

A Unitec Semicondutores, maior e mais moderna fábrica do segmento no hemisfério Sul, vai abrir cerca de 150 vagas neste ano, englobando contratações em várias posições como jovens aprendizes, estagiários, técnicos, profissionais com formação superior e especializados em diversas áreas. Para conhecer as oportunidades e se inscrever, basta acessar o site www.unitecgroup.net e acessar o link “Carreiras”.

Diante de novos investimentos definidos, a empresa ampliou em 25% sua previsão inicial de contratações, que era de 400 colaboradores, e passou para cerca de 500 até 2017. Atualmente, a companhia possui um efetivo de 150 pessoas e o objetivo é fechar 2016 com 300 colaboradores. Hoje, a empresa conta com profissionais de 10 nacionalidades diferentes, uma vez que na indústria de alta tecnologia é uma das pioneiras em todo o hemisfério sul.

Uma das alavancas dos novos postos de trabalho é a Unitec Soluções, subsidiária criada recentemente com o objetivo de oferecer soluções integradas em semicondutores. A nova unidade utiliza engenharia de software e hardware, além de promover parcerias estratégicas para o atendimento ao cliente. Outro importante investimento é na linha de encapsulamento de chips que irá começar a operar ainda no primeiro semestre deste ano. O processo é a fase final da cadeia de semicondutores e consiste em encapsular os circuitos integrados a serem usados em cartões inteligentes, por exemplo. A nova linha irá operar inicialmente em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

A gerente de Recursos Humanos da companhia, Camila Scorsatto, explica o momento: “A Unitec está iniciando as suas operações e comercialização com força total, bem como diversificando de seus negócios e atividades. Por isso, vamos precisar de mais profissionais. Somos uma empresa inovadora e que busca talentos. Além da repatriação de brasileiros em atuação no exterior, buscamos pessoas que conheçam e/ou tenham afinidade com as atividades relacionadas à indústria de alta tecnologia”.

A Unitec é a primeira empresa brasileira a atuar em todas as etapas do processo produtivo de semicondutores. A companhia já está desenhando chips (etapa conhecida como design) para aplicações diversas. A fabricação própria dos semicondutores está prevista para 2017, na sede da companhia, em Ribeirão das Neves, também na região metropolitana de Belo Horizonte. Até o momento, a companhia já investiu cerca de R$ 1 bilhão.

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Impostômetro alcança R$ 300 bilhões nesta sexta-feira (19)

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atingirá a marca de R$ 300 bilhões nesta sexta-feira (19), às 20h55. O montante corresponde ao total de impostos, taxas e contribuições pagos pelos brasileiros desde o começo do ano. Em 2015 esse valor foi registrado também em 19 de fevereiro.

Para o presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alencar Burti, o fato da arrecadação estar crescendo menos evidencia a necessidade urgente do governo começar a controlar seus gastos. “Para equilibrar suas contas, o governo insiste em aumentar impostos, mas não se empenha em reduzir gastos. Essa falta de compromisso com o controle fiscal, inclusive, motivou mais um rebaixamento da nota de risco do País. Por isso, é imprescindível que se abandonem iniciativas de elevação tributária – o que só aprofundaria a recessão. É preciso racionalizar os gastos e realizar as reformas”, diz Burti, que complementa: “Aumentar impostos num momento de retração simplesmente não é viável”.

Redução do PIB

Burti ressalta que a queda de 4,08% do PIB nacional – segundo estimativa divulgada hoje pelo Banco Central – mostra que a sociedade continua pagando muito imposto.

“A marca de R$ 300 bilhões foi atingida no mesmo dia que no ano passado, mas sobre um PIB menor, ou seja, sobre um nível de atividade menor. Em outras palavras, significa dizer que o brasileiro está gerando menos riquezas, mas pagando os mesmos impostos de antes. E o governo ainda quer mais”, afirma.

O que dá para fazer com R$ 300 bilhões

Fornecer mais de 2.174.650.995 bolsas família.

Contratar mais de 22.822.424 professores do ensino fundamental por ano

Comprar mais de 11.275.968 carros populares

Construir mais de 1.057.122 postos de saúde equipados.

Adquirir mais de 276.773.763 geladeiras simples

Pagar 20.329 meses a conta de luz de todos os brasileiros

Construir mais de 264.740 km asfaltado de estradas.

Plantar 60.890.227.857 de árvores

Construir mais de 8.698.604 casas populares de 40 m2.

A arrecadação de tributos corresponde a 253.709.283 Notebooks

Construir mais de 3.309.252 km de redes de esgoto.

Comprar mais de 3.782.002 ambulâncias equipadas.

Construir mais de 22.061.677 salas de aula equipadas.

Construir mais de 6.342.732 postos policiais equipados.

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43% das vítimas de cibercrime no Brasil são da Geração Y

A famosa Geração Y, ou Millennials, é representada por jovens que cresceram com a internet e agora estão assumindo posições no mercado. De acordo com estimativa feita em 2014 pela Catho, 70% da força de trabalho no mundo será composta pelos Millennials em 2025. Essa geração, por se sentir confiante no ambiente online, acredita estar segura ao navegar na internet. Entretanto, de acordo com o novo estudo da Norton[1], os Millennials representaram 43% das vítimas de crimes online em 2014, 4% a mais do que a Geração X.

Isso se deve ao fato de que jovens tendem a se expor mais ao crime online, pois possuem mais dispositivos e perfis sociais, e acreditarem que são imunes a qualquer tipo de ameaça digital – somente 16% acredita ser vítima em potencial. Outros dados sobre pessoas da Geração Y do Brasil, abordados no estudo, dizem que:

• 57% já teve ou conhece alguém que teve o e-mail acessado sem permissão.

• 98% se sente confiante em atualizar configurações de privacidade no celular.

• Somente 47% concorda que usar Wi-Fi público é mais perigoso do que usar banheiros públicos.

• Possui cerca de 6 dispositivos, 2 a mais do que a média da Geração Baby Boomers.

• Acredita que a probabilidade de contrair um vírus de computador é a mesma do que contrair o vírus da gripe em transportes públicos.

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Liminar suspende cláusula de convênio do Confaz sobre ICMS em comércio eletrônico

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, concedeu liminar para suspender a eficácia de cláusula do Convênio ICMS 93/2015, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que dispõe sobre os procedimentos a serem observados nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final não contribuinte do ICMS, localizado em outra unidade federada. A medida cautelar, a ser referendada pelo Plenário do STF, foi deferida na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5464, ajuizada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Na decisão (leia a íntegra), o ministro afirma que, em exame preliminar, a cláusula 9ª do convênio invade campo de lei complementar e apresenta risco de prejuízos, sobretudo para os contribuintes do Simples Nacional, que podem perder competitividade e cessar suas atividades.
ADI

Segundo a OAB, a aplicação da cláusula 9ª do convênio gerou um impacto imediato para os contribuintes optantes do Simples Nacional por não observar o princípio constitucional de dispensar tratamento diferenciado às micro e pequenas empresas (artigos 170 e 179 da Constituição). A entidade sustenta ainda que o Confaz regulou matéria que não poderia, “tanto por ausência de previsão em lei complementar, quanto pela carência de qualquer interpretação autorizada da Constituição”, violando princípios constitucionais como os da legalidade (artigos 5º e 146), da capacidade contributiva (artigo 145) e da isonomia tributária e não confisco (artigo 150).

A entidade alega ainda que a eventual alteração da tributação do ICMS dos optantes do Simples depende de prévia mudança da Lei Complementar 123/2006. Logo, não poderia ter sido veiculada por convênio do Confaz.

Decisão

Ao decidir, o ministro Dias Toffoli assinalou que, diante de documentos acrescidos aos autos pela OAB e do fato de a cláusula 9ª estar em vigor desde 1º/1/2016, decidiu, em caráter excepcional, examinar monocraticamente o pedido de cautelar sem a audiência dos órgãos ou autoridades cabíveis (Confaz, Advocacia-Geral da União e Ministério Público Federal).

“A cláusula 9ª do Convênio ICMS 93/2015, a pretexto de regulamentar as normas introduzidas pela Emenda Constitucional 87/2015, ao determinar a aplicação das disposições do convênio aos contribuintes optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e pelas Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), instituído pela Lei Complementar 123/2006, acabou por invadir campo próprio de lei complementar, incorrendo em patente vício de inconstitucionalidade”, afirmou.

ADI 5469

O relator observou ainda que o Convênio ICMS 93/2015 como um todo é objeto de questionamento na ADI 5469, ajuizada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), e também de sua relatoria.

Segundo a Abcomm, o convênio é ato normativo inadequado para tratar de fato gerador específico (as operações envolvendo consumidor final não contribuinte do ICMS e localizado em outra unidade da federação), pois a matéria cabe à lei complementar (artigo 146 da Constituição).

Entre outros pontos, a associação a Lei Complementar 87/1996, que trata do ICMS, não dispõe sobre a base de cálculo aplicada ao consumidor final da forma descrita no Convênio 93, que criou quatro bases para estas operações – uma para aplicação da alíquota interestadual, outra diferencial de alíquota partilha para o estado de origem, a terceira diferencial de alíquota partilha para o estado de destino e a quarta destinada ao Fundo de Amparo à Pobreza (FECOP). E aponta “a superficialidade com a qual o tema foi tratado, ferindo por completo qualquer segurança jurídica”.

A ADI 5469 pede a concessão de medida cautelar para suspender a eficácia dos dispositivos questionados até o julgamento do mérito. A Abcomm acena para o risco que o convênio representa para a manutenção da ordem econômica e financeira, “tendo por fim principal a busca da segurança jurídica do sistema tributário nacional”.

Fonte: STF

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Stefanini adquire a empresa colombiana Sysman

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, anuncia sua primeira aquisição em 2016. A colombiana Sysman, que trabalha com uma oferta diferenciada de ERP para Governo, passará a se chamar Stefanini Sysman e complementará o portfólio de soluções do Grupo dentro de seu projeto de expansão na América Latina.

Com 28 anos de mercado, a Sysman conta com cerca de 300 clientes entre prefeituras, Estados e empresas prestadoras de serviços públicos. “Ao se integrar à Stefanini, esperamos quintuplicar esse número nos próximos cinco anos”, ressalta Henry Puerto, atual CEO da companhia colombiana e que será o responsável por liderar as operações da Stefanini Sysman.

A nova aquisição reflete o crescimento da empresa na Colômbia – 25% nos últimos três anos – e também os resultados do próprio país, cuja economia se mostra como uma das mais sólidas da região. Em 2014, a Colômbia cresceu 4,6% e fechou 2015 com um crescimento em torno de 3%.

“Estamos animados com a incorporação da Sysman e esperamos realizar outras aquisições na América Latina, ao longo do ano”, afirma Marcelo Ciasca, CEO da Stefanini na América Latina.

O investimento na Colômbia começou em 2004 com a abertura de um escritório, mas foi em 2011, com a aquisição da empresa colombiana Informatica & Tecnologia, terceira aquisição internacional da empresa, que a Stefanini fortaleceu sua presença no país, com um grande centro de delivery para a região. Atualmente, o Grupo possui quatro escritórios, localizados nas cidades de Bogotá, Medellín, Cali e Barranquilla, com mais de 850 funcionários.

“Com a incorporação da Sysman pela Stefanini, esperamos ampliar o nosso market share na Colômbia e expandir a oferta de ERP para a vertical de Governo em outros países, como Brasil, Equador, Peru e México”, destaca Carlos Moreno, diretor geral da Stefanini Informatica & Tecnologia, subsidiária da Stefanini na Colômbia.

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Norton aponta 8 previsões de cibersegurança para 2016

O ano de 2016 será guiado por uma série de novas tecnologias. Apenas na CES, foram apresentados relógios, carros, casas e outros objetos que poderão se conectar à internet e que cada vez mais estarão presentes no nosso dia a dia. Entretanto, esses avanços também trazem a necessidade de atenção com segurança virtual, já que cibercriminosos encontram novas oportunidades para chegar até o usuário final a partir dessas tecnologias. Apenas no ano passado, 90% dos brasileiros foram ou conhecem alguém que foi vítima de cibercrime, de acordo com o estudo do Norton[1].

Para alertar os consumidores, o Norton lista oito previsões para a área de segurança digital em 2016:

1. O ransomware, sequestro virtual de dispositivos, será o crime mais praticado em 2016 e pode infectar qualquer aparelho conectado à internet. O consumidor deve ficar atento às novas tecnologias como as Smart Tvs e tecnologia vestível, pois ambas podem ser uma porta de entrada para criminosos.

2. Sensores de impressões digitais serão cada vez mais utilizados para proteger dispositivos e para realizar pagamentos, o que gera oportunidades para novos tipos de ataques virtuais.

3. O uso de armazenamento em nuvem aumentará e exigirá maior proteção web para os dados colocados nesse ambiente.

4. A criptografia de dados será mais implementada devida a quantidade de comunicação e interação entre pessoas e sistemas que acontece através de redes inseguras e vulneráveis.

5. Ataques cibernéticos a infraestruturas críticas, como empresas que fornecem luz, água e energia, se tornarão mais comuns, seja por motivos políticos ou criminais, e serão potencializados pela Internet das coisas.

6. Oportunidades de comprometer aparelhos da Apple vão aumentar, conforme a popularidade dos aparelhos cresce a cada ano

7. Ataques cibernéticos e brechas de segurança irão intensificar a necessidade de seguro contra cibercrime, já que além dos danos de imagem e nos negócios, também afetam as empresas economicamente.

8. Jogos e simuladores de segurança digital serão mais utilizados para conscientizar e treinar usuários de uma forma descontraída sobre as ameaças virtuais.

Para evitar as armadilhas virtuais, o Norton recomenda as seguintes medidas de proteção:

• Habilite a administração remota de aparelhos domésticos pela internet apenas se for realmente necessário e utilize marcas confiáveis

• Utilize senhas fortes e criptografia WP2 para proteger sua rede de Wi-Fi

• Optar por digitar o site do seu banco no navegador da Internet;

• Nunca clicar em links suspeitos que são enviados por e-mail ou SMS;

• Ter cuidado ao utilizar as redes de Wi-Fi compartilhadas quando acessar a web via smartphone;

• Somente confiar as suas informações pessoais a sites que tenham “https” no endereço da Web ou um ícone de cadeado na parte inferior do navegador;

• Não colocar informações pessoais e sigilosas em pop-ups;

• Instalar soluções de segurança nos seus dispositivos, como o Norton, e mantê-lo atualizado.

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Samsung e Anprotec iniciam capacitação de startups

A Samsung e a Associação de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) iniciam nesta quarta-feira, 17, a capacitação e a mentoria das oito primeiras startups selecionadas para participar do Programa de Promoção da Economia Criativa. A iniciativa é resultado da parceria entre Samsung, Anprotec e CCEI Daegu – Centro de Economia Criativa e Inovação (Coreia do Sul), que tem o objetivo de identificar e oferecer suporte a novos projetos de empreendedorismo em todo o país. As atividades iniciais incluem a participação das quatro incubadoras selecionadas pelo Programa e vão até o dia 19 de fevereiro.

A abertura do evento, realizado em São Paulo, contará com a presença do embaixador da Coreia do Sul, Jeong-gwan Lee, do secretário de Políticas de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Manoel Augusto Cardoso da Fonseca, do gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung e gerente do Programa no Brasil, Antonio Marcon, do presidente da Anprotec, Jorge Audy, e da ex-presidente da Associação e atual presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), Franciele Garcia.

No primeiro dia, serão realizadas as apresentações das startups selecionadas por meio de pitch sessions e também das incubadoras participantes. Nos dias 18 e 19, as startups passarão por atividades de capacitação e mentoria com uma equipe especializada da Samsung. Serão abordados temas como economia criativa, design de produtos, marketing digital e tecnologias da empresa.

Essa é a primeira etapa do Programa, que terá duração de seis meses. Os projetos participantes receberão investimentos da ordem de R$ 140 mil e suporte das quatro incubadoras que integram o Programa. Nas incubadoras, as startups terão acesso a infraestrutura física, orientação sobre metodologia de incubação e oportunidades de mentoria. Os projetos selecionados participarão, ainda, de capacitações focadas na criação de empreendimentos, inspiradas no Modelo Coreano de Cultura de Economia Criativa, implantado na Coreia do Sul pelo CCEI Daegu.

Inovação aberta

A expectativa da Samsung é que, depois desses seis meses, a empresa possa estabelecer parcerias com as startups que passaram pelo Programa. Em cinco anos, serão investidos US$ 5 milhões na iniciativa. “Os projetos serão direcionados para áreas estratégicas, como Mobilidade, Educação e Saúde Digital, Pagamentos Móveis e Internet das Coisas (IoT). Implementamos, por meio deste Programa, um modelo pioneiro de colaboração com as startups, contribuindo diretamente para o ecossistema de empreendedorismo brasileiro”, afirma Antonio Marcon.

A Anprotec é a parceira brasileira da Samsung nessa ação. Trabalha para replicar o modelo sul-coreano de Economia Criativa em todo o Brasil por meio do apoio às incubadoras participantes do Programa. “Atividades como essa, na área de inovação e empreendedorismo, têm enorme significado e levam ações importantes de desenvolvimento para o país. Estamos certos de que a aproximação entre empresas de grande porte, como a Samsung, e as startups apoiadas pelas incubadoras gera valor para todos os envolvidos”, explica o presidente da Anprotec, Jorge Audy.

Conheça os participantes

Incubadoras de empresas que apoiarão os projetos selecionados:

– Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo (Cietec);

– Incubadora Multissetorial de Empresas de Base Tecnológica e Inovação da PUCRS (Raiar);

– Incubadora Tecnológica de Campina Grande (ITCG); e

– Programa de Incubação de Empresas da Universidade Federal de Goiás (Proine/UFG).

Startups selecionadas:

Mind the Graph – Educação Digital Plataforma online, fundada em 2014 para facilitar o entendimento de artigos científicos por meio de resumos gráficos.

VR Monkey – Educação Digital A startup fornece produtos personalizados utilizando as mais recentes tecnologias de realidade virtual voltadas para a educação.

Sinapse Virtual – Educação Digital Plataforma online, de uso intuitivo, que ajuda professores de ensino fundamental e infantil a identificar e avaliar crianças com dificuldades de aprendizado. A dinâmica acontece por meio de jogos interativos, que traçam um perfil e apontam onde os profissionais podem atuar para educar os jovens.

Optix Imagens Médicas – Saúde Digital Fundada em 2010 para soluções de telerradiologia. A principal solução está relacionada a uma plataforma online que permite o armazenamento, exibição e transmissão de imagens médicas.

Doutor Recomenda – Saúde Digital Plataforma multicanal que conecta médicos, pacientes e players da área da Saúde com a missão de melhorar a adesão ao tratamento de doenças crônicas.

Dev Tecnologia – Internet das Coisas Fundada em 2013, a startup desenvolve soluções focadas em IoT, desde o desenvolvimento do dispositivo conectado até o software de aplicação em nuvem.
Reminds Convergência Aplicativo que permite aos usuários criarem as trilhas sonoras que fizeram parte de suas vidas.

OOBJ (Noov) – Pagamento móvel Aplicativo que permite ao usuário consolidar e salvar suas notas fiscais. Com isso, é possível comparar preços, participar de promoções e diversos clubes de vantagens.

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Huawei apresenta cinco iniciativas para a transformação digital no setor de telecomunicações

A Huawei apresentou hoje suas cinco “Grandes Iniciativas” para o setor de telecomunicações acelerar sua transformação digital. A Huawei também aprovou plataformas abertas para possibilitar colaboração, de forma que o sucesso compartilhado possa ser conseguido no setor de telecomunicações. Além disso, a empresa anunciou soluções inovadoras para 4.5G, Internet das Coisas (IoT — Internet of Things), vídeo 2K/4K e Cidade Segura (Safe City). As Grandes Iniciativas e soluções inovadoras representam o compromisso de longo prazo da Huawei de desenvolver um Mundo Mais Bem Conectado (Better Connected World), através de uma ampla colaboração no setor.

A Huawei prevê um mercado potencial de vídeo no setor de $ 100 bilhões e um mercado de nuvem empresarial de $ 1 trilhão. O número de conexões da Internet das Coisas deve crescer 10 vezes. Haverá oportunidades sem precedentes para as operadoras de telecomunicações. As Grandes Iniciativas da Huawei foram projetadas para criar novas oportunidades. As cinco Grandes Iniciativas são: Grande video – Em todos os lugares (Big Video — Everywhere), Grande TI — Capacitadora (Big IT — Enabling), Grande Operação — Ágil (Big Operation — Agile), Grande Arquitetura — Elástica (Big Architecture — Elastic), Grande Condutor — Ubíquo (Big Pipe — Ubiquitous).

“A transformação digital é um novo mecanismo para propulsionar o crescimento do setor de telecomunicações e também irá potencializar a inovação de outros setores”, disse em Londres o diretor executivo do Conselho e CSMO (chief strategy marketing officer) da Huawei, William Xu. “A Huawei continuará a abrir recursos de plataforma para ajudar as operadoras a desenvolver um ecossistema aberto, colaborativo e de ganho mútuo para o setor, a fim de acelerar a transformação digital”.

Com seus parceiros, a Huawei está instalando laboratórios abertos para inovação conjunta, para dar suporte ao rápido uso comercial de novos serviços. Mais de dez laboratórios abertos na China, Europa e outras regiões reuniram mais de 600 parceiros. Para os desenvolvedores, a Huawei desenvolveu a plataforma eSDK, que disponibiliza ferramentas de desenvolvimento flexíveis, fáceis de usar, e serviços de suporte. A empresa também lançou um Programa de Capacitação de Desenvolvedores (Developer Enablement Program) de $ 1 bilhão, para criar um ambiente propício para a inovação. Para a transformação digital de setores verticais, a Huawei está colaborando com consultores e parceiros de software para construir ecossistemas específicos para o setor, de forma a fornecer soluções integradas a setores tais como transporte, energia, governo e finanças. A Huawei também está inovando com parceiros upstream e downstream, para ajudá-los a se adaptar às novas tendências das telecomunicações, tais como 5G, SDN/NFV e operações digitais.

A Huawei desenvolveu soluções de plataforma aberta para vídeo 2K/4K, que agrega conteúdo e possibilita a inovação em serviços de vídeo. Na computação em nuvem, a prioridade da Huawei é trabalhar com as operadoras de telecomunicações para fornecer serviços de nuvem. A estratégia de nuvem da Huawei é desenvolver um ecossistema de nuvem aberta em conjunto com seus parceiros: a Huawei irá se focar no desenvolvimento de IaaS (infraestrutura como serviço), habilitação de PaaS (plataforma como serviço) e agregação de SaaS (software como serviço), para capacitar nossos parceiros na criação de alto valor, orientada por aplicação e baseada em dados.

“A Huawei se foca em suas atividades principais e está comprometida com a viabilização da transformação digital das operadoras com investimentos estratégicos contínuos. Acreditamos que o esforço concentrado de longo prazo e a perseverança irá levar a um passo revolucionário”, disse em Pequim o diretor executivo do Conselho e presidente de Produtos e Soluções da Huawei, Ryan Ding.

Durante o próximo Congresso Mundial de Comunicações Móveis (MWC — Mobile World Congress), a Huawei irá exibir suas soluções inovadoras de 4.5G, IoT, Cidade Segura, etc., que podem ajudar as operadoras de telecomunicações e empresas globais a promover a inovação ágil, a transformação acelerada e o sucesso empresarial na era digital.

O padrão 4.5G irá garantir taxas de dados de largura de banda móvel de 1.000 Mbit/s, possibilitando a disponibilidade de voz em HD, vídeo 2K/4K e experiências de realidade virtual em qualquer lugar. O padrão 4.5G também viabilizará a IoT, o que tornará nossas vidas mais inteligentes e ajudará as operadoras de telecomunicações a expandir para mercados do setor. O GigaRadio, um dos principais produtos da Huawei lançados neste ano no MWC, é uma tecnologia fundamental para o 4.5G. O GigaRadio será disponibilizado em grande escala para comercialização em 2016 e irá ajudar a acelerar a adoção global do padrão 4.5G.

As soluções de IoT da Huawei irão impulsionar a transformação digital dos serviços de banda larga residencial das operadoras, tornando a casa inteligente uma realidade. A tecnologia de Internet das Coisas de banda estreita (NB-IoT — Narrow Broadband IoT) baseada em LTE da Huawei irá possibilitar às operadoras de telecomunicações oferecer IoT celular ubíqua. Essa tecnologia irá gerar novas oportunidades de negócios em medição inteligente, estacionamento inteligente, rastreamento de logística e cidades inteligentes.

As soluções de Cidade Segura da Huawei são habilitadas pelas últimas tecnologias de IoT e banda larga móvel (MBB — mobile broadband) para disponibilizar sistemas de segurança inteligentes, baseados em vídeo, a cidades. Esses sistemas possibilitam a governos e autoridades municipais prevenir crises e melhorar o atendimento a emergências. Até agora, as soluções de Cidade Segura da Huawei já foram instaladas em mais de 100 cidades, em mais de 30 países.

De acordo com as previsões, até 2025 haverá quatro bilhões de novos usuários de banda larga, mais de 100 bilhões de coisas estarão conectadas digitalmente e o consumo de dados por pessoa irá aumentar em mais de 500 vezes. O mundo digital e o físico estão convergindo rapidamente. E os consumidores estão exigindo a experiência ROADS (Real-time, On-demand, All-online, DIY, and Social — tempo real, a pedido, tudo online, faça-você-mesmo e relações sociais) como uma nova norma.

Para o setor de telecomunicações, oferecer a experiência ROADS e atender as diversas necessidades dos consumidores exige que elas expandam sua própria visão, abram condutores, dados e serviços aos parceiros, adotem as Grandes Iniciativas para a transformação digital e compartilhem recursos em parcerias complementares.

No MWC 2016, a Huawei, operadoras de telecomunicações e clientes empresariais irão compartilhar percepções valiosas sobre a transformação digital dentro do setor de telecomunicações.

O MWC 2016 será realizado em Barcelona, Espanha, de 22 a 25 de fevereiro. Os estandes de exposição da Huawei se localizam na Fira Gran Via, Salão 1 e Salão 3. Para mais informações, visite http://www.huawei.com/en/mwc2016.

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BNDES lança fundo com R$ 200 milhões para empresas inovadoras

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou o Criatec 3. Trata-se de um fundo voltado para investimentos em empresas inovadoras com atuação prioritária nos setores de nanotecnologia, tecnologia da informação, biotecnologia, agronegócios e novos materiais. O fundo atuará com sete polos de atuação regional e patrimônio de R$ 200 milhões.

A Inseed Investimentos será gestora nacional do Fundo. Além do BNDES, serão quotistas a Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam), o Banco de Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul (Badesul), o Banco de Desenvolvimento do Estado do Espírito Santo (Bandes), o Banco de Desenvolvimento do Estado de Minas Gerais (BDMG), o Banco de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), a Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), a Agência de Fomento do Estado do Paraná (Fomento PR), a empresa Valid S/A, investidores privados e a própria Inseed.

Os sete polos de atuação regional, a serem aprovados pelo Comitê de Investimento do Criatec 3, serão distribuídos nos seguintes Estados: um no Amazonas ou no Pará; um em Pernambuco ou na Paraíba; um na Bahia; um em Santa Catarina ou no Paraná; e três em cidades da Região Sudeste, sendo um deles obrigatoriamente em Minas Gerais e outro no Espírito Santo.

Poderão ser apoiadas empresas com receita operacional líquida anual de, no máximo, R$ 12 milhões. O valor máximo de investimento por empresa, em uma primeira capitalização, será de R$ 3 milhões. No mínimo 25% do portfólio do fundo deverá ser investido em empresas com receita operacional líquida anual inferior a R$ 3 milhões.

O BNDES, por meio da BNDESPAR, repassará R$ 130 milhões ao Criatec 3. Os demais quotistas deverão somar aportes na ordem de R$ 70 milhões. Ainda há oportunidade para investidores que queiram aportar até R$ 20 milhões.

Criatec 1 e 2

As empresas que obtiveram investimentos do Criatec 1, lançado em 2007, apresentaram elevado crescimento, com aumento médio de receita bruta acima dos 30% ao ano. Além disso, cinco delas figuram entre as 100 empresas brasileiras que mais cresceram. As companhias ainda foram capazes de captar, até dezembro de 2014, R$ 80 milhões adicionais, valor superior aos aportes do Criatec 1 (R$ 66,2 milhões).

Enquanto o primeiro fundo contabilizou investimentos em 36 empresas, entre 2008 e 2015, o Criatec 2, iniciado no final de 2013, já aprovou investimentos em 18 empresas, das quais 15 já foram investidas e três estão em processo de due diligence. Até o fim de seu período de investimento, dezembro de 2017, o Criatec 2 terá investido em até 36 empresas.

Fonte: Portal Brasil, com informações do BNDES

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Segundo Robert Half, área de Tecnologia será o futuro das empresas

Cloud, internet das coisas, big data, business intelligence são alguns dos termos cada vez mais comuns no nosso dia a dia. Para que tudo isso funcione é determinante ter uma área de tecnologia robusta e estratégica. “O investimento em tecnologia tornou-se vital para empresas. Não estou falando somente de equipamentos e sistemas, mas da tecnologia do futuro. Aquela analítica, capaz de transformar uma grande diversidade de dados em diferencial competitivo”, afirma Fabio Saad, Gerente Sênior da Divisão de Tecnologia da Robert Half.

De olho nesse cenário, a Robert Half Technology traz para o Brasil em 2016 sua linha completa de soluções em profissionais de Tecnologia. Para isso, o executivo Fábio Saad, que atua na companhia desde o início da operação brasileira, assume a liderança da divisão, e se dedicará exclusivamente a este negócio, que já conta com sete especialistas. “O potencial de crescimento da divisão é exponencial, pois a demanda por profissionais de tecnologia só tende a aumentar. Agora podemos ajudar os profissionais de TI tanto em sua carreira quanto em seus projetos”, afirma Saad.

A operação brasileira da Robert Half segue o posicionamento global da companhia ao concentrar esforços nas posições de tecnologia. “A divisão já representa um quinto do faturamento global da empresa”, destaca Saad. “As posições de TI são peça chave no nível de digitalização que vivemos e da necessidade de ganho de produtividade, performance e em muitos casos para as transformações dos negócios”, explica.

À frente da Divisão de Tecnologia, Saad tem o desafio de liderar o recrutamento para projetos temporários, consultorias e posições permanentes nas áreas de digital, business transformation, infraestrutura e interim management. No foco de seu time está a busca por talentos aptos a ocupar cargos de CIOs, Gerentes, Coordenadores, Especialistas e Analistas de TI, com agilidade, qualidade, especialização, segurança e flexibilidade, de maneira assertiva. “Nosso propósito é ajudar empresas a terem os melhores profissionais de TI. O mercado é carente de qualidade neste serviço e seremos a melhor solução em pessoas para mercado de Tecnologia”, explica Saad.

Para a divisão de permanentes, a metodologia da Robert Half Technology permite resolver a necessidade do cliente em até 48 horas. “Conseguimos conciliar qualidade pela expertise em recrutamento, velocidade e uma amostragem relevante graças ao constante trabalho de identificação e relacionamento com os melhores candidatos de maneira proativa”, completa. Já para as posições de Projetos de TI a velocidade é ainda maior. A empresa tomadora pode contar com o profissional solicitado em até 24 horas.

Saad acumula em seu histórico os startups das divisões de Mercado Financeiro e de Finanças e Contabilidade com foco em analistas, além da gestão de Finanças e Contabilidade para média e alta gerência. O executivo possui graduação em Engenharia Mecânica, pela Escola de Engenharia Mauá, com extensão em Business Economics, pela Universidade de Toronto.

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TR Service e Zebra Technologies fecham parceria

A TR Service, único fabricante brasileiro a oferecer soluções completas e de qualidade para o parque de impressoras térmicas, etiquetas e ribbons, fecha parceria estratégica com a Zebra Technologies Corporation, líder mundial em soluções e serviços que oferecem visibilidade em tempo real sobre os ativos, pessoas e operações das organizações, com o objetivo de oferecer soluções inovadoras, com foco em outsourcing, consultoria e projetos customizados para o mercado nacional.

Para Célio Andrino, Diretor Geral da TR Service, com este acordo será possível aprimorar os produtos e serviços já comercializados pelas duas empresas de maneira mais customizada, com a finalidade de agregar valor ao negócio de seus clientes e eliminar investimentos em equipamentos. “Nossos grandes diferenciais são a eliminação da necessidade de investimentos pelos clientes e a nossa metodologia de trabalho, consultiva e com foco em novas tecnologias e na excelência no serviço”, explica.

O executivo destaca que as variáveis para uma gestão adequada do parque de impressão são inúmeras. “Nossa estratégia é, primeiro de tudo, entender as necessidades e estrutura do cliente por meio de uma consultoria. Realizamos então um levantamento de item a item de todos os equipamentos, avaliamos o dimensionamento e a compatibilidade dos insumos e todas as demais variáveis. A partir desse dimensionamento correto é apresentado um projeto customizado que possibilitará uma grande redução de custos para as empresas”, avalia.

Para Zebra Technologies no Brasil, essa nova parceria com a TR Service vem com a missão de levar o melhor das soluções para nossos clientes, além de aumentar o portfólio de produtos e clientes no mercado.

Com esta parceria e o foco em consultoria já foi possível conquistar novos clientes. “Acreditamos que estamos no caminho certo, pois oferecemos um diferencial que não existe no mercado, ninguém trabalha com essa visão de consultoria. Conseguimos manter constantemente a parte tecnológica dos clientes atualizada, o que resulta em contratos que vão evoluindo com fornecimento de hardware, serviços, insumos e consultoria constante”, finaliza Andrino.

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Empresas fecham as portas com novas regras do ICMS

Uma em cada três micro e pequenas empresas de e-commerce em todo o Brasil que responderam a uma enquete realizada pelo Sebrae, em parceria com a E-commerce Brasil, Camara-e.net e Abcomm, suspenderam as vendas depois do início das novas regras na cobrança do ICMS. Dessas, 25% pararam de vender para outros estados e quase 9% interromperam todas as vendas da empresa.

Para o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, a pesquisa mostra como a medida tem impacto negativo nos pequenos negócios. “Estão prejudicando as micro e pequenas empresas e o comércio eletrônico de todo o país. Não param de chegar relatos de empresas fechando, suspendendo as vendas on line. Os fiscos estaduais e o Confaz estão agindo como os Exterminadores do Futuro das micro e pequenas empresas”.

Questionados sobre os impactos das mudanças na cobrança do imposto, mais de oito em cada dez donos de micro e pequenas empresas do e-commerce responderam que os encargos tributários aumentaram e, consequentemente, o custo financeiro também. Quase 75% informaram que fizeram mudanças operacionais na empresa e 67% admitiram que, desde o começo do ano, ocorrem atrasos nas entregas.

Desde 1º de janeiro, é obrigatório o pagamento do tributo nos estados de origem e destino da mercadoria, o que afeta, principalmente, as empresas que trabalham com e-commerce – 75% delas são micro e pequenas. A enquete foi feita na última quinta-feira (11) pela internet e respondida por 535 donos de pequenos negócios.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), com apoio do Sebrae, entrou no Supremo Tribunal Federal com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) pedindo uma liminar suspensiva do artigo 9º, que atingiu as micro e pequenas empresas. A OAB defende que as novas regras violam a Constituição ao criar alíquotas diferentes para micro e pequenas empresas inclusas no Simples Nacional. A relatoria da ADI é do ministro Dias Toffoli.

Leia mais sobre as novas regras do ICMS no link: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/noticias/Novas-regras-de-ICMS-para-e%E2%80%93commerce

Fonte: Sebrae

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