Page

Author admin

Programa da Contax incentiva colaboradores a se capacitar e conta com mais de 130 instituições parceiras

A Contax, uma das maiores empresas de CRM e BPO do país e também uma das maiores empregadoras do Brasil, com cerca de 58 mil funcionários, desenvolve uma série de programas para o crescimento profissional de seus colabores e para disseminar o conhecimento e incentivar a capacitação. É o caso do Crescer, programa de incentivo à educação que conta com mais de 130 instituições parceiras.

Disponível para todos os funcionários da companhia, o programa oferece uma série de bolsas de até 80% e descontos em instituições de ensino como universidades, escolas de idioma, escola de informática e afins. A parceria conta com nomes como ESPM, FGV, FMU, Estácio, Uninove, Anhanguera, Cellep, Impacta, EF Intercâmbio, entre outras.

Por meio delas é possível cursar modalidades como MBA, pós-graduação, graduação, idiomas, informática, cursos profissionalizantes e outras. Disponível em todas as unidades da Contax espalhadas pelo Brasil, os funcionários encontram opções de cursos presenciais, em parceria com a Estácio e Kroton. Também em parceria com a Estácio o programa oferece, desde 2014, modalidades de cursos em formato EAD.

“Com programas como o Crescer, nós queremos facilitar o acesso ao conhecimento e auxiliar profissionais a se desenvolverem. Entendemos que o mercado de contact center segue em transformação e a reciclagem é muito importante para que tenhamos sempre as melhores pessoas conosco a fim de entregarmos qualidade aos nossos clientes. Além de preparar e desenvolver profissionais para assumirem novas oportunidades dentro da companhia, o programa também serve como forma de retenção e atração de talentos”, destaca Andrei Passig, diretor de RH da Contax.

Iniciado em 2006, o Crescer comemora 10 anos em 2016. Já passaram pelo programa mais de 6.000 funcionários. Desses, ao menos 2.400 já se formaram. Muitos deles seguem na Contax e tiveram seu crescimento auxiliado pelas oportunidades de cursos do programa. “Eu participo do Programa Crescer desde o início do ano e tive a oportunidade de ingressar no Curso Superior. Hoje vejo muitas oportunidades de crescimento profissional”, conta Suzane Alves, colaboradora da Contax em São Paulo.

Além de programas de incentivo, quem trabalha na Contax também tem diferentes caminhos para o desenvolvimento profissional dentro da própria empresa. Dentre eles, podemos citar o Trilha de Carreira, que unifica as estruturas de cargos e salários e dá aos funcionários informações sobre as mais de 130 formas de evolução profissional dentro da Contax.

Tags, , ,

Sonda IT desenvolve sistema para atendimento do Recof-Sped

O Recof-Sped, versão ampliada do regime Recof (Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado), que parte da iniciativa de aperfeiçoamento de regimes tributários para o apoio às exportações – um dos pilares do Plano Nacional de Exportações –, passa a ser atendido pela Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação.

O beneficiário pode admitir as mercadorias no regime suspensivo em fluxo contínuo, com segurança, previsibilidade e sem a necessidade de formalização de novas concessões. “Trata-se de uma grande oportunidade aos contribuintes, visto que o usufruto do regime traz ao seu beneficiário uma vantajosa flexibilidade: isenta de multas a empresa que compra insumos no mercado nacional com suspensão tributária e depois não consegue exportar a quantidade prevista – cabe à empresa apenas pagar o imposto devido”, explica a coordenadora de produto da Sonda IT, Tatiana Almeida.

A nova modalidade, que traz a ampliação do regime Recof para todos os segmentos da indústria e, em sua essência, mantém os mesmos benefícios do tradicional regime, prevê como um dos principais pontos de mudança o controle em conjunto com a Escrituração Fiscal Digital – EFD em linha com as novas exigências para o livro de registro de controle da produção e do estoque – Bloco K.

Com a simplificação de procedimentos, não é mais obrigatória a homologação do sistema de controle junto à Receita Federal do Brasil, mas ainda assim há a responsabilidade da gestão informatizada do regime para a garantia de governança e de compliance com as exigências legais. “Não é mais necessária a manutenção de um portal. O regime tornou-se mais aderente às empresas. Antes o governo exigia um portal com cerca de 100 relatórios, ou seja, uma infraestrutura bem mais complexa. Mas é importante que o usuário conte com uma ferramenta como a nossa, que corrige eventuais falhas e obtém retorno consistente de diversos tipos de operações de negócios”, acrescenta Tatiana.

Para atender ao Recof-Sped, a Sonda IT desenvolveu uma ferramenta com três ofertas para clientes do universo SAP: uma opção em Hana utilizando a estrutura do TDF (Tax Declaration Framework), outra em Hana e sem a estrutura do TDF, e uma terceira totalmente ABAP (linguagem de programação nativa da SAP). O sistema da Sonda IT rastreia o produto desde a aquisição até sua destinação, seja ela mercado nacional ou internacional.

“Nosso trabalho é garantir que a empresa esteja cumprindo o que determina a legislação. Além de resguardar as companhias de possíveis autuações, controlamos, por exemplo, a solicitação de prorrogação de cada item importado que ainda não foi utilizado no processo produtivo e que está próximo do prazo de vencimento de pagamento dos tributos suspensos na importação”, finaliza a coordenadora, acrescentando que este e outros relatórios gerenciais permitem que o cliente tenha uma visão detalhada de todo o ciclo, dando condições para a tomada de decisões.

Tags, , , , , , , , , , ,

Startup Farm lança o ahead, novo programa de aceleração

A Startup Farm, maior aceleradora independente da América Latina, lança o novo programa de aceleração da Startup Farm, o ahead. O novo programa responde à demanda apresentada pelo mercado e possui uma nova estrutura em sintonia com todo o aprendizado adquirido nas 17 edições realizadas nos últimos 5 anos. O objetivo do programa é levar as startups da fase mais inicial até o nível onde apresente produto funcionando e vendas com crescimento consistente.

A partir de 2017, as startups escolhidas para o ahead passarão em um processo que irá durar 6 meses e terá três fases de aceleração com focos específicos:

* Laser focus – 5 semanas: Imersão “full life” para os fundadores trabalharem focados na construção do modelo de negócios da sua startup, suportados pela Farm e por uma ampla rede de mentores, parceiros e investidores

* Get Sales Done – 5 semanas: neste módulo a startup trabalhará na construção de uma estratégia de vendas e definirá as principais métricas de desempenho do seu negócio

* Fundraising – 15 semanas: a startup irá construir uma projeção inicial de necessidade de capital, assim como trabalhará na definição da melhor estratégia de captação. Ao longo deste módulo a startup continuará trabalhando no desenvolvimento do produto e/ou serviço, assim como melhorar suas métricas de desempenho com o acompanhamento da Startup Farm.

Cumpridos os três módulos, a startup estará habilitada para o Demo Day, um evento em que os empreendedores apresentam seus projetos a investidores e executivos de grandes empresas. Este evento também será reformulado e será voltado para uma plateia de investidores com interesse de investir tickets entre R$ 300 mil e R$ 1 milhão. O Demo Day não deixará de ter a função de apresentar os negócios acelerados para ecossistema como um todo.

“ahead Visa” será a primeira edição do novo programa que na estreia buscará startups focadas em revolucionar o mercado financeiro nos setores de Pagamentos, Seguros, Gerenciamento Financeiro, Investimentos, Funding, Eficiência Financeira, Bitcoin, Blockchain, Empréstimos e Renegociação de Dívidas. Aquelas startups que possuem serviços e ou produtos relevantes para o setor, também poderão participar. As inscrições para o ahead Visa estão abertas a partir de hoje, 20 de outubro, e podem ser feitas por meio do site aceleracao.startupfarm.com.br.

Realizado com o patrocínio da Visa, o ahead contará ainda com o suporte de tecnologia e negócios do time de executivos da Visa e de outras instituições parceiras. “Acabamos de lançar o Brasil Co-Creation Center em São Paulo e sua principal missão é promover um espaço aberto e interativo que busque cocriar inovações para o desenvolvimento da próxima geração de pagamentos. Ampliar essa rede de cocriação passa por se conectar com startups e com fintechs. A nossa participação nesse novo formato de programa de aceleração da Startup Farm marca o início de um próspero e frutífero relacionamento entre Visa, startups e fintechs em busca do desenvolvimento em conjunto das futuras tecnologias que irão nortear a inovação no país”, afirma Érico Fileno, Diretor executivo de inovação da Visa do Brasil.

ahead Visa

Foco em startups com serviços para o sistema financeiro
Inscrições abertas pelo site aceleracao.startupfarm.com.br

Tags, , , ,

Setor elétrico é referência em gestão de ativos

Por Marisa Zampolli

O envolvimento de líderes das concessionárias de energia de todo o País na 3ª edição do Egaese (Encontro de Gestão de Ativos para Empresas do Setor Elétrico), realizado na sede da AES Brasil, em Barueri, São Paulo, na primeira semana de outubro, foi uma mostra do quanto o setor de energia está engajado para aprimorar o desempenho das operações, controlar a exposição ao risco e garantir melhores resultados operacionais.

Associar a gestão de ativos à estratégia das empresas é algo relativamente novo. Só em 2014, um documento-mestre, a série de normas ABNT ISO 55.00x, foi editada. A adoção de suas diretrizes no setor elétrico brasileiro teve as empresas do grupo AES como precursoras e, desde então, em razão de iniciativas de instituições como o Procobre (Instituto Brasileiro do Cobre), vem sendo difundida e ganhando espaço junto à alta administração em outras empresas de energia.

A Bandeirante (EDP) é uma dessas empresas. Ali, a implantação desde abril de 2016 de requisitos da norma ABNT ISO 55.001, até o momento, retornou uma taxa zero de falha, o que a empresa espera manter até o final do ano. A média anterior era de 1 %, o que em valores monetários representava R$ 2 milhões. Para conseguir essa redução de falhas e custos, a Bandeirante deu especial atenção ao sensoriamento dos transformadores e identificação de sobrecargas. Fez isso instalando sensores nos equipamentos, criando métodos de avaliação para identificar o viés de aquecimento e monitorando os transformadores de potência. O trabalho foi realizado de maneira integrada com a participação dos departamentos de manutenção, operação, proteção e automação.

A experiência da AES, que já possui três empresas certificadas em ISO 55001 (AES Tietê, AES Eletropaulo e AES Sul), para mitigar risco e custo com aumento do desempenho teve foco nos processos técnicos e financeiros. Antes, a empresa levava duas semanas para definir os projetos que seriam levados adiante, ainda que a decisão fosse colegiada. Com a nova metodologia baseada em conceitos de gestão de ativos a decisão não se estende por mais de dois dias.

Outra concessionária que vem se beneficiando com a aplicação dos mecanismos de melhores práticas de gestão de ativos é a Elektro (Grupo Iberdrola), que por meio da gestão de ativos conseguiu melhorar os componentes da rede. A distribuidora criou uma metodologia própria para detecção de falhas e com isso evitou 20 % de DEC/FEC (indicadores coletivos de continuidade, que apontam a duração e a frequência de interrupções), tendo reduzido também 30 % do OPEX/CAPEX (custo de manutenção e custo de aquisição, respectivamente), em 2015. Apesar de ter havido aumento de investimentos em manutenção, a diminuição nos índices aponta que as soluções trouxeram grande benefício.

No caso do setor elétrico, as chamadas dos usuários direcionadas ao call center, informando interrupções no fornecimento de energia, constituem um banco de dados precioso para desenvolver alternativas de gestão que tragam melhorias para a rede. A Cemig já é protagonista no uso dessas informações sob a ótica da gestão de ativos. Também destaca-se a ISA CTEEP (Grupo ISA), que possui uma metodologia própria de gestão de riscos com foco em gestão de ativos.

A gestão de ativos, como preconiza a norma 55.001, pode sustentar o desenvolvimento de aplicações dos mais diversos setores, em que pese o planejamento estratégico, passando pelo ativo humano, gestão administrativa e financeira, inovações, bens de capital, só para citar alguns. Ela é um instrumento poderoso, capaz de revolucionar a maneira como as empresas são geridas.

O setor de energia vem, a passos largos, acumulando conquistas com a implantação da gestão de ativos. E diferencia-se de outros tantos por compartilhar essas conquistas, dividindo experiências e alternativas mais eficientes que podem ser experimentadas no dia a dia das concessionárias. O exemplo representa uma mudança cultural não apenas internamente, pela gestão que equilibra custos e riscos, melhora o desempenho, permite decisões assertivas e criteriosas, promove a aderência de todos os colaboradores e reduz falhas. É também um modelo a ser seguido por outros segmentos de mercado.

Engª Marisa Zampolli, especialista em gestão de ativos, é consultora do Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre) e secretária executiva da ABNT CEE 251 – Comissão Especial de Estudos em Gestão de Ativos da Associação Brasileira de Normas Técnicas responsável pela edição das normas brasileiras de gestão de ativos.

Tags, , , , , , ,

Apex-Brasil realiza semana sobre Corporate Venture e investimentos em São Paulo

A cidade de São Paulo receberá, a partir do dia 24 de outubro, a Brasil Week: uma semana de atividades focadas no ecossistema de investimentos do país. A iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), em parceria com a Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity (ABVCAP), é composta por diversos eventos idealizados para fornecer aos potenciais parceiros e investidores locais e estrangeiros informações estratégicas e atualizadas sobre o ambiente de investimentos em venture capital no Brasil. A intenção é alcançar diversos públicos, como gestores de fundos de venture capital, investidores anjo, aceleradoras, startups, investidores e corporações.

O carro-chefe da programação da Brasil Week São Paulo é o Corporate Venture In Brasil 2016: um fórum de dois dias que busca conectar corporações e investidores brasileiros e estrangeiros para compartilhar melhores práticas de empreendedorismo corporativo no contexto do ambiente de investimentos e inovação do Brasil. O evento é espelhado na experiência obtida na edição 2015 da iniciativa, quando o foco era mostrar aos investidores estrangeiros o ambiente nacional para o Corporate Venture. De lá para cá o cenário brasileiro evoluiu, mesmo em meio à crise: a Apex-Brasil manteve contato com cerca de 30 corporações estrangeiras de setores distintos, como indústria química, agronegócios, máquinas, automação, materiais avançados, TI, meditech e cleantech.

CENÁRIO

“Buscamos sempre identificar o grau de interesse dos programas de inovação externa e empreendedorismo corporativo com relação ao Brasil e a partir daí, facilitar contato com empresas, startups e fundos de venture capital brasileiros”, explica a Gerente de Investimentos da Apex-Brasil, Maria Luisa Cravo Wittenberg. A partir de reuniões privadas, rodadas de investimentos (tais como a primeira edição do Corporate Venture in Brasil 2015 e o encontro anual de Venture Capitalists no Vale do Silício em parceria com a ABVCAP), a Agência propiciou oportunidades diretas para pelo menos 20 empresas e startups.

“Observamos até agora que pelos menos três negociações seguem em andamento e dois investimentos ocorreram: tomada de decisão de uma corporação em investir em um fundo nacional de capital empreendedor com foco no agronegócio; e outro em uma startup de biotecnologia. Para 2017, já esperamos mais um anúncio de abertura de fundo de uma grande corporação no Brasil”, completa Maria Luisa. Na sequência do Corporate Venture in Brasil, acontece na quarta-feira, dia 26, o Corporate Venture in Brasil – Edição Automotiva, um evento que acontece durante o Congresso da Sociedade de Engenheiros Automotivos – SAE Brasil 2016 e tem foco em corporações e investidores interessados em inovações na indústria automotiva. A programação inclui apresentações de empresas, startups e especialistas sobre inovação, tendências, dados e soluções para esse setor. O Congresso SAE Brasil é o maior e mais completo evento de Mobilidade e Engenharia na América Latina.

O dia 26 de outubro reserva ainda espaço para outra atividade da Brasil Week: rodadas de negócios e reuniões privadas entre corporações internacionais e nacionais e gestores de fundos de investimentos e empresas brasileiras. O objetivo dessa ação é estimular oportunidades de parcerias e compartilhar mais sobre o ambiente de investimentos no Brasil. A ação é organizada pela Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity (ABVCAP) em parceria com a Apex-Brasil.

APOSTA

A Brasil Week termina no dia 27 de outubro com outras duas atividades vinculadas ao ambiente brasileiro de investimentos: a III Conferência Brasileira de Venture Capital e o V Fórum Export Venture. A III Conferência de Venture Capital reunirá os mais experientes e ativos executivos que atuam na indústria de venture capital no Brasil e na América Latina, além de contar com a presença de investidores internacionais, enriquecendo as discussões e apresentando as últimas novidades, tendências e desafios que a indústria deste segmento espera para o futuro próximo. Já o V Fórum Export busca apresentar empresas com alto grau de inovação em seus produtos e serviços e que desejam estabelecer potenciais parcerias com investidores estratégicos para alcançar mercados internacionais. Estas empresas atuam nos mais diferentes segmentos, como saúde, educação, agronegócios e varejo.

“Um resultado indireto de todo o debate e promoção do empreendedorismo corporativo que apoiamos até aqui tem sido auxiliar as corporações nacionais a acessarem melhores práticas, informações globais sobre o tema e abertura para parcerias que fortaleçam o desenvolvimento de seus projetos de inovação externa rumo a uma atuação de investimento em participações. Ainda em 2016 esperamos destacar, diretamente, pelos menos outras 20 empresas e fundos locais ao mercado e convidados internacionais durante a Brasil Week”, aposta a Gerente de Investimentos da Apex-Brasil, Maria Luisa Cravo Wittenberg.

SERVIÇO

Corporate Venture In Brasil 2016

DATA: 24 e 25 de outubro

HORA: 8h30 a 19h

LOCAL: Hotel Transamérica São Paulo (Av. Nações Unidas, 18591 – Várzea de Baixo)

Corporate Venture in Brasil – Edição Automotiva

DATA: 26 de outubro

HORA: 9h às 12h

LOCAL: Hub Tecnológico do Expo Center Norte, Pavilhão Vermelho (Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme)

Rodadas de Negócios e Reuniões Privadas

DATA: 26 de outubro

HORA: 10h a 18h

LOCAL: Tozzini Advogados (Rua Borges Lagoa 1328, Vila Mariana)

III Conferência Brasileira de Venture Capital

DATA: 27 de outubro

HORA: 8h30 a 19h

LOCAL: Hotel Transamérica São Paulo (Av. Nações Unidas, 18591 – Várzea de Baixo)

V Fórum Export Venture

DATA: 27 de outubro

HORA: 11h a 12h30

LOCAL: Hotel Transamérica São Paulo (Av. Nações Unidas, 18591 – Várzea de Baixo)

Tags, , , , , , , , , , ,

HDS anuncia novos produtos para ajudar no Digital Transformation

Hitachi Data Systems, uma subsidiária da Hitachi, Ltd. (TSE:6501), anunciou hoje três novas maneiras de aprimorar e acelerar iniciativas para transformação digital. Os produtos que estão disponíveis no mercado atualmente não têm flexibilidade nem oferecem opções aos clientes, forçando a área de TI a enfrentar, por conta própria, uma série de obstáculos. Para resolver este problema, a Hitachi Data Systems lançou:

• Hitachi Enterprise Cloud (HEC) para organizações que optam por nuvem privativa e híbrida para automatizar operações de data center e a disponibilização de aplicativos.

• Hitachi Management Automation Strategy, que ajuda as organizações a simplificarem a gestão de sua infraestrutura.

• Aperfeiçoamentos para a Hitachi Unified Compute Platform (UCP) 2000 e UCP HC, destinados às organizações que querem transformar e modernizar sua infraestrutura de TI com sistemas econômicos e abertos, convergentes e hiperconvergentes.

A plataforma HEC, específica para aplicativos e pronta para uso, combina catálogos de serviços pré-integrados e com engenharia previamente definida, com plataforma convergente dedicada, software e serviços fornecidos pela HDS e/ou por parceiros, ajudando os usuários a reduzirem os custos operacionais e acelerando as implementações de nuvem privativa e híbrida. Já disponível, a primeira cópia da família HEC, Hitachi Enterprise Cloud com a VMware vRealize® Suite, faz uso da VMware vRealize Air® Cloud Management Platform™ (CMP). A solução está disponível, já instalada ou não, em um modelo de aquisição tradicional ou como solução em nuvem baseada em resultados e em uso.

“O anúncio que a Hitachi fez hoje é um ótimo exemplo da plataforma VMware vRealize acelerando a jornada das soluções em nuvem no ambiente corporativo. A Hitachi Enterprise Cloud com a VMware vRealize Suite é integrada com infraestrutura de servidor e armazenamento de primeira classe. A plataforma cria um poderoso meio de acesso para nossos clientes em comum utilizarem a VMware vRealize Suite como sua plataforma de gerenciamento em nuvem , a fim de reduzir os custos operacionais e aumentar a agilidade nos negócios”, – Rob Smoot, vice-presidente de Marketing de Produtos na Unidade Corporativa para Gestão em Nuvem, VMware.

A nova Hitachi Management Automation Strategy (Estratégia de Automação de Gestão, da Hityachi) oferece moderno software de gestão de infraestrutura que atende à necessidade de simplificação impulsionada pela adoção de sistemas em nuvem. Ela também apoia a motivação no sentido de consumir a TI como um serviço (IT as a service, ou ITaaS), quer os aplicativos sejam tradicionais ou de última geração. A nova estratégia é um portifólio crescente de software focado em automação, que inclui o UCP Advisor, que proporciona gestão convergente inteligente e simplificada para sistemas UCP 2000 individuais e múltiplos.

“Inteligência, agilidade e foco no cliente são os três principais imperativos corporativos nos caminhos que levam à transformação digital, e a TI tem um papel crucial em seu sucesso ou fracasso. A iniciativa de obter maior agilidade de infraestrutura a fim de atender a esses imperativos é um desafio para as equipes de TI. A automação e a gestão simplificada, especificadas na Hitachi Management Automation Strategy, são vitais para solucionar estes desafios”, – Eric Hanselman, Analista Chefe, na 451 Research.

Além da disponibilidade do software UCP Advisor, existem novos aprimoramentos significativos para o desempenho, escalonamento e suporte a ecossistemas, da UCP (UCP, Unified Compute Platform, ou Plataforma de Computação Unificada), da Hitachi, que criam novas opções valiosas para os clientes. Ambos os sistemas, UCP 2000 e UCP HC, são compatíveis com processadores Intel Broadwell mais rápidos e têm compatibilidade opcional com Hitachi Data Ingestor, Hitachi Content Platform e WAN Optimizer, a fim de oferecer soluções exclusivas e personalizáveis. O sistema UCP 2000 também detecta escalabilidade para servidor 8X, agora para 128 nós, e uma série de aperfeiçoamentos de rede e de segurança. Além do mais, a HDS expandiu o sistema para propiciar compatibilidade com ambientes OpenStack. O UCP HC se expande com um sistema híbrido e all-flash, de alta capacidade, para 2 U/1 nós, com até 26 TB de capacidade flash utilizável, ampliando as funções do portifólio hiperconvergente visando oferecer alto desempenho e escalabilidade para análise e aplicativos orientados a transações, entre outras funções do mundo real.

Além de ampliar as opções e a flexibilidade para os clientes, o HDS também desenvolveu vários novos produtos em nuvem administrados como serviço, incluindo STaaS (Storage as a Service, ou Armazenamento como Serviço); soluções de computação como serviço (Compute as a Service), uma nova solução de análise como serviço destinada a operações e gestão de serviços de TI, além de novas opções para serviços de operações remotas. A companhia também anunciou que seus recursos de Backup as a Service (Backup como serviço), Archive as a Service (Arquivamento como serviço) e Disaster Recovery as a Service (Recuperação a partir de desastres como serviço) atualmente proporcionam abordagens completas para a proteção de dados.

“A transformação digital é o catalisador que promove novos tipos de inovações e criatividade, melhora a experiência dos clientes e reinventa os modelos e processos corporativos. A Hitachi Data Systems está comprometida em oferecer alternativas práticas e efetivas, que possam acelerar a transformação corporativa e minimizar os obstáculos enfrentados pela TI. A Hitachi Enterprise Cloud oferece mais opções do que nunca antes, com a finalidade de ajudar as organizações a realizarem sua transformação digital”, – Devangi Patel, vice-presidente, na área de disponibilização de nuvem para o mercado, na Hitachi Data Systems.

Tags, , , , ,

Só as empresas ágeis irão sobreviver – Por Claudia Vásquez

A economia compartilhada não é um conceito que está longe ou atado ao futuro. É uma realidade que já está em curso. Para as companhias, isso se traduz em grandes inovações e em uma forma de gerenciamento cada vez mais ágil. Todos os empresários precisam ter um olho no que estão fazendo as startups e o outro no que está sendo criado nos centros acadêmicos, mas também precisam trazer ideias criativas e inovadoras à mesa. Aqui é, precisamente, onde “agilidade” se converte em uma palavra fundamental. A agilidade permite que diversos membros de uma mesma comunidade se reúnam de lugares distintos do mundo para compartilhar suas perspectivas e ações em tempo real, podendo, assim, inovar de uma maneira muito mais rápida e eficaz.

A rapidez se converteu em um requisito. As companhias que tiverem uma aproximação apenas tímida da Economia do Aplicativos estão destinadas a fracassar. A agilidade é a única que pode responder, por parte das companhias, às demandas dessa nova geração que procura serviços novos e personalizados.

Os usuários já não esperam nem 6 segundos para que um aplicativo rode seu conteúdo, tampouco querem perder tempo ao telefone até que alguém resolva atendê-los em seus bancos. Os millenials já não temem a mudança e estão cada vez mais ávidos por tecnologia. O que temem, na verdade, é perder tempo com burocracia ou com outras atividades que não lhes traga nenhum prazer. É por isso que as companhias que querem prosperar nessa nova era têm de aprender como se transformar de maneira rápida para melhorar constantemente a experiência que oferecem a seus clientes.

Além disso, os millenials estão cada vez mais dispostos a alugar do que a comprar produtos ou serviços, por duas razões básicas: o aluguel mensal é mais barato e pode ser interrompido a qualquer momento quando o produto/serviço deixar de ser usado. E é aqui que as empresas devem seguir essa lógica e maximizar o aluguel de serviços na nuvem, por exemplo – são escaláveis, seguros e mais econômicos. Os prestadores de gestão de serviços têm feito com que esses serviços estejam disponíveis para companhias de médio porte também. Todos saem ganhando.

Os negócios estão usando a Gestão Ágil, o DevOps e diversas metodologias de entrega como uma forma de encurtar o time-to-market daqueles produtos que são totalmente influenciados pela retroalimentação de seus clientes. Ainda que seja um fenômeno recente na América Latina, está se tornando cada vez mais importante porque as companhias da região têm facilidade para se adaptarem de maneira rápida a novas realidades – e também, é claro, pelas notórias habilidades de comunicação dos latinos

Estou segura de que a Economia dos Aplicativos tem um papel social importante, já que permite às empresas chegarem a consumidores aos quais antes não tinham acesso. A nuvem, a mobilidade e as redes sociais são os principais motores desta Economia dos Aplicativos.

É obrigação das companhias entender que os consumidores têm agora mais opções e, além de tudo, se consultam entre si – mesmo além das fronteiras geográficas – e que, dessa maneira, somente sobreviverão as marcas que realmente entendam e respeitem suas necessidades.

Claudia Vásquez, presidente da CA Technologies na América Latina

Tags, , , , ,

Fundação Santillana apresenta estudo sobre usos da tecnologia e transformações na educação

A Fundação Santillana, a Editora Moderna e o SmartLab promoveram na manhã desta quinta-feira, 20, o Seminário A Tecnologia e as transformações da educação, na sede do Google, em São Paulo. Com o apoio da Unesco no Brasil, Google For Education e Avalia Educacional, o evento reuniu diretores, gestores e professores de escolas particulares e públicas para conhecer experiências de incorporação de novas tecnologias nos processos de ensino e debater as transformações na aprendizagem.

Na ocasião, César Nunes, pesquisador do GEPEM, da Faculdade de Educação da Unicamp, apresentaram os resultados de um estudo encabeçado pelo especialista Francesc Pedró, diretor da área de políticas setoriais – TIC em Educação – da Unesco. Inédito no Brasil, o documento analisa diferentes formas em que a tecnologia está contribuindo para a transformação da educação, com ênfase particular na América Latina, os fatores por trás do sucesso, além de recomendações para os gestores políticos, administradores e professores. O evento contou com a participação de estudantes, professores e coordenadores de instituições que apresentaram iniciativas em que tecnologias participam de transformações positivas no cotidiano escolar.

De acordo com o Diretor da Fundação Santillana no Brasil, André Lázaro, “o estudo é uma relevante contribuição para desmistificar os usos das tecnologias na educação e demonstrar como projetos pedagógicos estruturados incorporam as tecnologias com efetivos ganhos na aprendizagem dos estudantes”. A publicação A Tecnologia e as transformações da educaçãoestá disponível para download gratuito no link: http://fundacaosantillana.com.br/acoes-publicacoes.html

Tags, , , , , ,

Rio 2016 é o evento mais conectado de todos os tempos

Embratel, Claro e NET, Patrocinadores e Fornecedores Oficiais de Serviços de Telecomunicações dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, anunciam a conquista de uma série de recordes que tornam o Rio 2016, o maior evento esportivo do mundo, o mais conectado e o mais compartilhado de todos os tempos.

“Como fornecedores de todos os serviços de Telecomunicações, Embratel, Claro e NET desempenharam um papel fundamental para o sucesso dos Jogos, oferecendo uma infraestrutura robusta, de alta qualidade e compatível com a grandiosidade do evento”, comemora José Félix, Presidente da América Móvil no Brasil, destacando que o resultado foi obtido graças ao planejamento e trabalho incansável desenvolvido ao longo dos últimos anos por cerca de 3.000 profissionais do Grupo.

“Estamos muito orgulhosos por termos participado desse projeto desde a sua concepção e pelo sucesso da infraestrutura disponibilizada para o maior e mais conectado evento de todos os tempos”, diz José Formoso, CEO da Embratel.

“O Rio 2016 é o evento mais compartilhado do mundo. Foram mais de 100.000 horas de imagens de TV, dezenas de bilhões de minutos de vídeos e de streaming ao vivo transmitidos para cerca de 5 bilhões de pessoas de cerca de 200 países”, diz Daniel Barros, CEO da NET.

Números gigantes

O tráfego nas redes de telefonia móvel nas Venues de competição superou em mais de dezoito vezes o volume registrado durante a Copa do Mundo de 2014. O volume total de tráfego nas redes fixa e móvel da Embratel e Claro no Rio de Janeiro atingiu 3,25 Petabytes, quase três vezes o volume registrado em Londres 2012 (1,15 Petabyte). Esse volume de dados equivale a 5 bilhões de fotos ou a 580 milhões de músicas.

Nas 100 Venues, a rede do Grupo América Móvil registrou uma média diária de 1,7 milhão de dispositivos (celulares, smartphones e tablets) conectados simultaneamente durante as Olimpíadas e Paralimpíadas, gerando mais de 22 milhões de chamadas de voz e 79 milhões de conexões de dados.

O site oficial dos Jogos, hospedado em servidores Embratel, registrou cerca de 600 milhões de acessos, sendo 33% mais visitado do que o site de Londres 2012 que atingiu 450 milhões de visitantes únicos em 2012.

A infraestrutura de Telecomunicações da Embratel, Claro e NET funcionou com alta disponibilidade e qualidade. O Rio 2016 também superou todas as marcas da Copa do Mundo de 2014. Ao todo, foram registrados 345 milhões de minutos (100 vezes maior que a Copa), 22 milhões de chamadas (17 vezes), 79 milhões de conexões de dados (650% mais conexões) e 2,43 Petabytes de dados na rede móvel (370 vezes).
A Família Olímpica e a equipe de organização dos Jogos Rio 2016 receberam 33.000 chips de voz e dados da Claro. Além disso, foram instalados 15.900 pontos de TV por Assinatura, 15.200 linhas fixas e 8.000 pontos de acesso Wi-Fi em 60 instalações olímpicas. Toda essa infraestrutura beneficiou o público presente no evento, além de 50.000 voluntários, mais de 15.000 atletas, comitivas de 200 países e mais de 25.000 jornalistas que tiveram acesso a uma rede gratuita e ultrarrápida.

Desafios

Os serviços de Telecomunicações da Embratel, Claro e NET foram utilizados em toda a infraestrutura do Rio 2016 sendo mais de 3.900 provas, incluindo 834 competições com medalhas. Os eventos olímpicos de maior criticidade e complexidade foram as cerimonias de Abertura e Encerramento (respectivamente 05 e 21/agosto). Da mesma forma, pela alta concentração de pessoas em um único local; a estreia de Usain Bolt na prova de 100 metros do Atletismo (12/agosto); e a final do Futebol Masculino, no Maracanã (20/agosto). Além disso, o Ciclismo de Estrada (10/agosto) demandou planejamento de telemetria e cobertura móvel especial para todo o trajeto percorrido pelos ciclistas – 250 quilômetros para homens e 140 quilômetros para mulheres. Nas Paralimpíadas, os destaques foram as adaptações em tempo recorde de todos os locais de prova para atender aos novos requisitos das competições, enquanto ocorriam simultaneamente a desmobilização de parte da infraestrutura após os jogos olímpicos.

Cerimônia de Abertura

Na Cerimônia de Abertura do Rio 2016 (05/agosto), o tráfego na rede móvel da Claro (1,7 Terabyte) foi 2,4 vezes maior do que todo o tráfego móvel, segundo a Anatel, na final da Copa do Mundo de 2014 (0,7 Terabyte) que, até então, era o maior tráfego já registrado no Brasil. Isso significa que cada pessoa presente no Maracanã enviou e/ou recebeu o equivalente a 44 fotos de alta definição, contra um volume de 18 fotos de 2014.
Na Abertura dos jogos, cerca de 70% das conexões à Internet feitas por clientes Claro foram realizadas por meio de Wi-Fi e da rede 4GMax, e 30% por 3G. As mídias sociais foram responsáveis por cerca de 25% do tráfego no estádio do Maracanã.
Como esperado, o tráfego de download foi concentrado nas horas que antecederam a festa de abertura, com recorde registrado às 19h, uma hora antes do início da cerimônia. O volume de upload teve situação oposta, com pico exatamente meia hora depois do início do evento (20h30), devido ao alto volume de compartilhamento de fotos e vídeos. O monitoramento on-line confirmou que o Backbone da Embratel foi bem dimensionado para um evento desse porte.

Recorde de dados

Nos Jogos Olímpicos, o período de 9 a 12 de agosto foi o de maior tráfego na rede do Grupo América Móvil no Brasil, com média diária acima de 120 Terabytes. Na avaliação dos técnicos, o dia 12 de agosto foi o recordista por conta da grande quantidade de competições e pela estreia de Usain Bolt na prova de 100 metros do Atletismo. A data registrou mais de 1,8 milhão de dispositivos conectados simultaneamente, com cerca de 4 milhões de conexões de dados e 7,5 milhões de chamadas de voz. Nesse dia, mais de 84.000 estrangeiros utilizaram os serviços de roaming de voz e de dados da Claro.

Rede Wi-Fi, 3G e 4G

A cobertura de 4G e Wi-Fi nas arenas, na Vila Olímpica, no Live Site e na recém-inaugurada Linha 4 do Metrô funcionou alta qualidade e disponibilidade, o que permitiu que atletas e milhões de brasileiros compartilhassem suas emoções durante os Jogos, realizando ligações e trocando mensagens, fotos e vídeos.
O Parque Olímpico da Barra foi o local com maior quantidade de acessos à Internet durante as Olimpíadas, seguido pelas áreas de competições de Copacabana, Maracanã e Deodoro. Nas áreas públicas do parque também foram registrados os mais elevados índices de qualidade. A efetividade dos acessos de voz (2G e 3G), e de dados (3G e 4G) foi superior a 99,95%. Isso significa que em cada 10.000 tentativas de acesso às redes, 9.995 foram completadas com sucesso.
O tráfego total na rede móvel (3G e 4G) da Claro foi de 2,43 Petabyte durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Cerca de 50% das conexões à Internet feitas por clientes Claro foram realizadas por meio da rede 4GMax, e as demais por meio de 3G. O Wi-Fi, disponível nos locais de competição e de não competição, gerou um volume adicional de dados de cerca de 15%. O desempenho foi excelente devido à implantação e otimização de 97 novas estações de transmissão 3G e 4G para reforço do sinal nas instalações olímpicas.

Roaming

Os serviços de Roaming bateram recordes nos Jogos mais conectados da história. A Claro foi responsável por 50% do roaming internacional. A Claro registrou 400 mil usuários únicos em roaming internacional em sua rede durantes os Jogos Olímpicos e 310 mil, durante os Paralímpicos. Dia 12 de agosto foi a data com o maior número de clientes registrados na rede durante os Jogos Olímpicos, com 84 mil usuários únicos, e 15 de setembro foi dia recorde durante as Paralimpíadas (56 mil usuários únicos).
Nas Olimpíadas, os visitantes dos Estados Unidos foram responsáveis por 17% do total dos serviços de Roaming, seguidos pela Argentina (14%) e por Portugal (11%). Nas Paralimpíadas, Portugal foi o país com maior volume de usuários na rede da Claro (22%), seguindo pela Argentina (19%) e Estados Unidos (11%).
“Para atender a alta demanda de turistas de diferentes partes do mundo assinamos novos acordos de Roaming e criamos um Call Center exclusivo com profissionais especializados”, explica Rodrigo Vidigal, Diretor de Marketing da América Móvil Brasil para o mercado pessoal. “Nosso trabalho também se diferenciou na Vila Olímpica e no Parque Olímpico, locais nos quais disponibilizamos também atendimento presencial nos idiomas Inglês e Espanhol”, acrescenta.

Chip para estrangeiros

Para melhor atender aos clientes estrangeiros que vieram ao Brasil para prestigiar ou para trabalhar nos Jogos Rio 2016, a Claro disponibilizou três ofertas exclusivas: o Claro Visitors (pré-pago destinado às delegações e imprensa internacional); o Chip Atleta (exclusivo para os atletas como presente de boas-vindas e com alguns serviços disponíveis); e a Promoção Claro 2016 (oferta especial com pacote de voz, Internet e SMS, além de WhatsApp, Facebook e Twitter ilimitados).
Além dos 33.000 chips para a Família Olímpica, foram ativados mais de 19.000 chips para turistas estrangeiros, superando em 74% o volume realizado na Copa do Mundo de 2014 no Brasil. No Rio 2016, esse público trafegou mais de 81 Terabytes de dados e 5 milhões de minutos em nossa rede.

Cobertura completa

NET e Claro HDTV transmitiram 25 canais em alta definição de todas as emissoras detentoras dos direitos de transmissão no Brasil (canais de TV aberta e TV por Assinatura) durante os Jogos Olímpicos. Além desses canais, as empresas disponibilizaram os 40 canais do SporTV Play para TVs, computadores, tablets e smartphones. “Preparamos uma programação especial para permitir que os clientes assistissem o evento mais conectado do planeta a partir de qualquer tela, onde e quando quisessem”, explica Marcio Carvalho, Diretor de Marketing da América Móvil para o mercado residencial e Combo.
A audiência dos canais de esportes detentores de direitos de transmissão dos Jogos Rio 2016 bateu recorde histórico com a programação olímpica. “Nunca antes os canais de TV por Assinatura tiveram os níveis de audiência que tivemos durante os Jogos Olímpicos. Foi também a primeira vez em que 100% das competições foram transmitidas e acompanhadas em todas as telas”, complementa Carvalho.
Até o encerramento das Paralimpíadas, o conteúdo sobre jogos olímpicos disponível no NOW – serviço de vídeo sob demanda da NET e Claro HDTV – atingiu 2,5 milhões de streamings. Esse número representa quase 5 vezes mais do que o registrado nas Olimpíadas de Londres (2012). O evento mais assistido pelo NOW foi a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, seguido das modalidades de Ginástica Artística, Futebol, Vôlei, Atletismo e Natação. Ao todo, estão disponíveis no NOW mais de 700 eventos entre competições de todas as modalidades, cerimônias de abertura e encerramento e programas jornalísticos.

Qualidade, Alta Disponibilidade e Segurança

O Backbone da Embratel foi expandido na cidade do Rio de Janeiro para os jogos e, com isso, tornou-se a maior rede já construída para um único evento. Sua extensão de 370 quilômetros equivale a 3.000 campos do Maracanã enfileirados em linha reta. A altíssima disponibilidade na transmissão de dados e de imagens de todas as competições do Rio 2016 foi garantida graças à redundância tripla (com mais de 1 milhão de quilômetros de fibras ópticas) (mais de 3 voltas completas na Terra). Com capacidade total de 160 Gigabits, o Backbone conectou mais de 77.000 pontos de acesso à rede, distribuídos em 100 Venues.
“Atingimos indicadores de qualidade superiores aos níveis internacionais de grandes eventos”, afirma Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel. “O funcionamento dos centros de controle foi perfeito e com trabalho ininterrupto durante 7 dias por semana e 24 horas por dia”, explica o executivo.
As mais de 3.900 competições geraram cerca de 100.000 de horas de transmissão de imagens para mais de 500 emissoras de TV de cerca de 200 países. Para garantir o sucesso dos Jogos, o Grupo América Móvil também utilizou toda a sua infraestrutura disponível no Brasil, com mais de 181.000 quilômetros de cabos ópticos, 17.000 quilômetros de cabos submarinos, 17.000 ERBs (Estações Rádio Base de Telefonia Móvel), 8 satélites e 5 Data Centers.

Ativações com as marcas

Segundo o Datafolha, a Claro ficou em terceiro lugar no ranking das marcas patrocinadoras mais lembradas pelos consumidores. NET e Embratel também ficaram bem posicionadas, na 11ª posição, à frente de grandes empresas de serviços e varejo.
No Digital, a Claro foi a segunda marca com maior número de menções associadas aos Jogos Rio 2016, segundo o ranking Sprinklr 2016.
“O ponto alto para o atingimento deste resultado foi um intenso trabalho de planejamento, que permitiu, sem aportes adicionais, implementarmos uma série de ações coordenadas e integradas, muito antes do início dos Jogos no Brasil”, afirma Rodrigo Vidigal, Diretor de Marketing da América Móvil para o Mercado Pessoal.
O grupo contou com o apoio de uma empresa especializada em marketing esportivo e que já havia demonstrado sua expertise em edições anteriores dos Jogos Olímpicos. Juntas, definiram um programa coordenado de ações, que englobou a participação nos eventos de pré-teste dos jogos, apoio e patrocínio das tochas Olímpica e Paralímpica, ações de hospitalidade, entre outras, incluindo a implementação de um stand de 300m2 dentro do Parque Olímpico da Barra da Tijuca.
As marcas também lançaram promoções como a MultiPrêmios para clientes da Claro e da NET, que puderam concorrer a milhares de prêmios, inclusive ingressos para assistirem aos jogos de perto. Visitantes estrangeiros puderam também adquirir o Chip Visitors, com um pacote de 4GB e redes sociais grátis, para poderem compartilhar as emoções dos jogos mais conectados de todos os tempos durante sua estada no Brasil
Todas estas ações foram suportadas pelas campanhas on e off line, criadas e desenvolvidas pelas agências de propaganda do grupo (Talent e FBiz), já dentro do novo posicionamento “Vem ser Gigante”.
No ambiente digital, a timeline #momentogigante engajou o público a vivenciar e compartilhar todos os momentos dos Jogos. A iniciativa rendeu à Claro a 6ª colocação entre as hashtags mais utilizadas durante os Jogos Olímpicos no Brasil.

Live Sites

No Parque Olímpico da Barra da Tijuca, os visitantes compareceram em peso ao estande das marcas Claro, Embratel e NET. Ao todo, mais de 320.000 pessoas estiveram no local até o dia 18 de setembro. Foram mais de 43.000 fotos foram feitas com as Tochas Olímpica e Paralímpica.
O tour de realidade aumentada, que mostrava os visitantes em vários locais de competição, teve mais de 27.000 participações, o que gerou 12.486 fotos foram impressas com essa experiência. A marca Claro esteve presente também nos palcos principais dos ‘live sites’ da Barra e de Deodoro, locais onde foram realizados shows, transmissão de jogos e várias outras atrações.

Desempenho mundial

Em conjunto com os brasileiros, Claro e Embratel comemoram as conquistas dos atletas que participaram do Rio 2016. Oito dos esportistas patrocinados pelas marcas conquistaram medalhas: Rafaela Silva (judô), Alison Cerutti (vôlei de praia), Martine Grael e Kahena Kunze (vela), Arthur Zanetti (ginástica artística), Ágatha Bednarczuk e Bárbara Seixas (vôlei de praia), e o fenômeno da natação paralímpica, Daniel Dias, que conquistou nove medalhas e se tornou o atleta com maior prestígio em sua modalidade.
“É uma grande satisfação apoiar atletas que, além de campeões, são exemplos para o Brasil”, afirma Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel.
O esporte é um dos principais pilares de comunicação das marcas que incentivam a atividade por acreditar que esse movimento envolve, inspira e une as pessoas. Por isso, possuem uma plataforma esportiva diferenciada, que inclui patrocínio de atletas de alto rendimento. Segundo o executivo, cada disputa, cada medalha, cada sorriso, cada gota de suor e cada lágrima ajudaram a contar a história do Time Claro Embratel nos Jogos Rio 2016. “Os atletas, assim como a Embratel e a Claro, somaram anos de um esforço que parecia invisível, mas que entregou o melhor no maior evento esportivo do planeta”, diz o executivo.

Reconhecimentos

“Nada se compara a uma edição dos Jogos Olímpicos. Para este sucesso, três questões são fundamentais: o transporte, os voluntários e as telecomunicações – alguém para contar esta história para o mundo inteiro”. Carlos Arthur Nuzman, Presidente do COB – Comitê Olímpico do Brasil.

“É isso o que a Embratel trouxe para nós: confiabilidade na entrega dos serviços de telecomunicações”. Sidney Levy, Diretor Geral do Comitê Rio 2016.

“A OBS, que trabalha em todas as edições dos Jogos Olímpicos, está verdadeiramente fascinada e encantada com os resultados que Embratel, Claro e NET nos proporcionaram”. Mario Reis, Diretor de Telecomunicações da OBS – Olympic Broadcasting Services.

“Nós podemos ver que o Rio de Janeiro teve o melhor desenvolvimento do Brasil nos últimos anos. E, uma vez que essa infraestrutura vai estar aqui, permanecer aqui, os cariocas podem se beneficiar dela. O interesse por esses Jogos foi maior do que em qualquer outro. O público consumiu mais conteúdo em plataformas novas do que em qualquer Olimpíada. Antes mesmo dos jogos terminarem, a NBC, por exemplo, anunciou que alcançou 2,25 bilhões de streamings ao vivo. Isso significa 750 milhões a mais do que todos os outros Jogos juntos”. Thomas Bach, Presidente do COI – Comitê Olímpico Internacional.

“A Embratel assumiu o desafio de entregar uma infraestrutura estável, sólida e confiável para um evento global tão grande e importante quanto os Jogos Olímpicos. E realizou a entrega com perfeição absoluta”. Craig Lau, Vice-Presidente de Tecnologia da NBC.

“Parabéns, Embratel, pela incrível conectividade que os Jogos tiveram. Acho que é a melhor experiência que já tive em grandes eventos em termos de Internet e sinal de celular”. Alan Adler, CEO da IMM BR Esporte e Entretenimento.

Tags, , , , , , , , ,

“Foi acertado, mas que seja realmente o início de um ciclo de redução dos juros”, diz presidente da ACSP

Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), comenta sobre a decisão de hoje, do Banco Central, de diminuir em 0,25% a taxa básica de juros.

“A decisão de reduzir a taxa Selic foi acertada, pois, além da continuidade da crise econômica, a inflação já está mostrando claros sinais de desaceleração, num contexto em que o ajuste fiscal avança por um bom caminho. Esperamos que seja realmente o início de um ciclo de redução dos juros, que ainda se encontram em patamar elevado”, avalia Burti.

Tags, , , , , ,

Banco Central acerta ao reduzir a Taxa Selic para 14%, avalia FecomercioSP

Na análise da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o Banco Central (BC) acertou ao reduzir a Selic para 14% ao ano, diante de um cenário mais estável do que no passado recente. As dúvidas sobre o ambiente político diminuíram ao mesmo tempo em que os indicadores de inflação mostraram um forte recuo em setembro. O BC vinha sendo conservador em busca de argumentos que pudessem justificar uma redução de juros sem que houvesse a menor possibilidade de quebra de confiança dos agentes na atuação da autoridade.

Neste novo ambiente, segundo a Entidade, o Banco Central pode baixar juros sem colocar em risco a seriedade de seus objetivos de combate à inflação, mesmo que a situação econômica ainda seja ruim, a inflação dá alguns sinais de desaceleração com variação de 0,08% em setembro, a menor para o período desde 1998. Com isso, a atual diretoria do Copom optou por reduzir a Selic, mostrando uma postura que a FecomercioSP considerou acertada diante das condições dadas. Essa é a primeira redução de juros sob a direção do novo presidente do BC.

Para a Federação, com a situação política em um grau de incerteza muito abaixo do que no passado recente, e com os sinais de desaceleração do IPCA, além da forte recessão, o Banco Central não tinha outra escolha a não ser ter começado um ciclo de redução de juros, que ainda estão muito elevados.

A FecomercioSP acreditava que havia condições mais do que evidentes para o início do processo continuado de redução de juros já na reunião anterior, mas entende que o BC tenha optado pelo conservadorismo. Com o fim da transitoriedade da autoridade do BC, aprovação das primeiras propostas de ajuste fiscal e a inflação efetivamente em queda, as autoridades econômicas terão um horizonte ainda mais claro para adotarem medidas que visam à redução de juros mais profundas, sem comprometimento do controle inflacionário nas próximas reuniões.

Ainda segundo a Entidade, as primeiras ações após a definição política no sentido de arrumar a casa na dimensão fiscal foram positivas e vão ajudar o BC a manter o poder de compra da moeda dentro de uma realidade com juros mais baixos. Um dos sinais é a valorização cambial, que também está abrindo espaço para esse novo momento. Finalizando o quadro de sinais dados pelos mercados, está a confiança de empresários e consumidores, em alta nos últimos meses, que garante às autoridades econômicas um espaço que não se via há seis meses para adoção de medidas positivas, como a redução de juros.

A FecomercioSP entende que o momento ainda é complicado, mas diante de várias sinalizações positivas de novas diretrizes econômicas para o País, bem como da desaceleração do IPCA e da valorização do Real, acredita que de fato o BC agiu corretamente e havia mesmo espaço para redução de juros.

A Federação espera que na próxima reunião se mantenha o ciclo de queda de juros, pois existem condições ideais para a redução continuada de juros e a economia está estrangulada por impostos demais e juros que permanecem muito elevados, mesmo diante de um quadro de acentuada crise com quedas de PIB superiores a 3% ao ano.

A FecomercioSP deseja e acredita que toda a estrutura de juros da economia caia em breve para que o comércio, os setores de turismo e de serviços possam começar a respirar um pouco mais aliviados.

Tags, , , ,

Skaf: faltou coragem ao BC para um corte maior na Selic

Com inflação anual estimada em 5%, taxa de juros real sobe para 9% ao ano

Nesta quarta-feira (19/10) o Copom definiu o novo valor da taxa de juros Selic: 14% ao ano.

“Redução dos juros é sempre bem-vinda, mas a timidez do corte de 0,25 ponto percentual mostra que faltou coragem ao Banco Central para um corte maior da taxa de juros”, afirmou Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp.

Em janeiro de 2016 a inflação anual era de quase 11%, e a Selic era de 14,25% ao ano, ou seja, tínhamos uma taxa de juros real de 3,85% ao ano. A expectativa para os próximos 12 meses é de inflação de 5%, o que eleva a taxa de juros real para 9% ao ano.

“O Banco Central do Brasil não se preocupa com os 12 milhões de desempregados. Isso é lamentável!”, concluiu Skaf.

Tags, , , ,

Flex firma parceria com a Elleven em solução de virtualização de desktop

Seguindo sua estratégia de crescimento preservando agilidade e buscando consistentemente maior eficiência e segurança para seus clientes a Flex, empresa de gestão de relacionamentos com foco em contact center e gestão de crédito e cobrança, firmou parceria com a Elleven Tech, empresa de tecnologia que oferece plataformas de virtualização de estações de trabalho. A solução que será utilizada pela Flex é a Office Workspace, que proporciona benefícios como redução de custos com manutenções, consumo de energia elétrica, agilidade de implantações e a mobilidade das operações, assim como ampliação dos processos de segurança de informação.

Além de uma tecnologia inovadora para ambientes virtuais customizados, a Elleven foi escolhida por que se propõem a ser mais que um fornecedor de licenças, mas um parceiro nas implementações e no desenvolvimento continuo para as necessidades atuais e futuras. “Nossa demanda por computadores, tanto no ambiente corporativo, quanto no ambiente de operacional, é permanente e buscamos sempre alternativas que conjuguem vantagens técnicas e econômicas. Após validação técnica da solução da Elleven identificamos um produto consistente alinhado com os nossos objetivos, explicou Marcondes Bezerra de Melo, Diretor de infra de tecnologia e suporte da Flex.

“Ter a Flex como parte de nosso portfólio é de suma importância para a Elleven. Nós temos uma vertical que atua muito fortemente no segmento de contact center e acreditamos que o setor faz poucos investimentos em tecnologia. Esse passo que estamos dando junto com a Flex mostra que é possível inovar tecnologicamente com todos os benefícios que uma operação baseada em VDI (virtual desktop interface) tem para oferecer, como fácil manutenção, uniformidade em todas as máquinas e rapidez ao montar uma nova operação”, comentou Emran Said, CEO e proprietário da Elleven.

Tags, , , , , , ,

Vídeo da camara-e.net dá a lojistas dicas de planejamento para a Black Friday

“Toda promoção, seja ela online, seja ela offline, é uma empreitada empresarial e deve ser planejada”. Assim Jairo Lobo, o consultor do Sebrae-SP inicia o vídeo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) com dicas de planejamento para a Black Friday e outras datas promocionais. “O planejamento é importante para minimizar os riscos e ter mais sucesso na promoção”, alerta ele.

O vídeo faz parte de uma série de minicursos de capacitação que a camara-e.net, com o patrocínio da Braspag, preparou para os lojistas que vão participar da Black Friday 2016, em 25 de novembro. O consultor mostra como o empresário deve se preparar para atender a um volume de vendas três vezes maior do que o normal nas 24 horas da promoção. “Ele precisa avaliar se o volume adicional de pedidos da Black Friday pede a contratação de mais gente no atendimento, no controle do estoque, no preparo do produto para o envio, no próprio envio e no pós-venda”, ensina.

“O objetivo do lojista não pode ser só vender. Ele tem que proporcionar uma boa experiência de compra para que o cliente volte à sua loja durante o ano todo”, diz ele, que ainda fala sobre gerenciamento de estoque e definição de descontos.

Se as dicas do vídeo pudessem ser resumidas, seriam as seguintes:

– Planejar, planejar e planejar;

– Inventariar o estoque;

– Fazer uma boa política comercial;

– Revisar a navegação do site e os meios de pagamento;

– Definir uma estratégia de divulgação da sua campanha promocional.

A série de vídeos faz parte do programa Black Friday Legal 2016, cujas inscrições ficam abertas até o dia 18/11. Para acessar esse e os demais vídeos do BFL 2016, visite o canal da camara-e.net no YouTube (http://youtube.com/camaraenet). As inscrições para participar da Black Friday com o selo BFL 2016 podem ser feitas no site blackfridaylegal2016.com.br.

Tags, , , ,

Santa Casa de Porto Alegre utiliza PACS Aurora para otimizar fluxo de trabalho

A Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, instituição referência no Sul do país, diminuiu pela metade o tempo de avaliação e entrega de resultados de exames de radiologia com a adoção do sistema de arquivamento e comunicação de imagens da Pixeon, o PACS Aurora, implementado há quatro anos. Além disso, o hospital aumentou em 25% a quantidade de laudos realizados, pois o software possibilita a melhoria das filas de processos e integração de todas as etapas da realização de um exame de imagem.

“Nossa taxa de ocupação de leitos dependentes de exames de imagem obteve redução devido ao tempo de entrega do resultado dos exames”, explica Luciano Hoffmann, coordenador médico do Centro de Diagnóstico por Imagem da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. “A gestão do fluxo de trabalho melhorou muito, pois o sistema oferece ferramentas simples de controle de produtividade dos médicos, listas de trabalho e organização de prioridades”, complementa.

A partir da utilização do sistema da Pixeon, que facilita a organização de prioridades, houve um aumento de cerca de 25% no número de laudos realizados por médico. “Isso refletiu no crescimento do setor como um todo, que aumentou sua produção em torno de 20% com a utilização do PACS Aurora”, explica Hoffmann. “Os exames de tomografia e ressonância magnética tiveram um acréscimo em sua realização de aproximadamente 20%”, diz o gestor, que ainda salienta que o sistema auxiliou significativamente na redução do número de exames que saíam do prazo de entrega.

A Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre possui estações de visualização de imagens médicas do PACS em todas as enfermarias, blocos cirúrgicos e CTIs nos sete hospitais que integram o complexo. E com o sistema da Pixeon, as informações disponíveis nos laudos dos exames conseguem chegar mais agilmente aos profissionais responsáveis por dar continuidade ao tratamento de um paciente.

“Ter a oportunidade de entregar tecnologia para gestão de imagens médicas para a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, instituição que serve como referência em todo o país por sua abrangência e relevância, é uma forma da Pixeon poder reforçar sua permanência sólida no mercado brasileiro”, ressalta André Silveira, diretor de Gestão e Concepção de Produtos da Pixeon.

Tags, , , , , ,

Na Futurecom, IEEE debate desejo dos brasileiros por câmeras de monitoramento integradas a centrais de polícia

Em pesquisa realizada pelo DATAFOLHA, encomendada pela IEEE, maior organização global dedicada aos avanços da tecnologia para o benefício da humanidade, 36% da população brasileira pede a implantação de câmeras de monitoramento integradas às centrais de polícia, para garantir segurança pública, como melhor contribuição da tecnologia para o desenvolvimento urbano. O assunto foi debatido em painel pelos membros sênior da IEEE, Cyro Boccuzzi e Raul Colcher, durante a Futurecom, que se encerra nesta quinta-feira. O Instituto DATAFOLHA realizou ampla pesquisa nacional para descobrir dos brasileiros quais soluções tecnológicas são consideradas as mais importantes para suas cidades. Foram apresentadas 10 opções de tecnologia e ouvidas mais de 2 mil pessoas, de 130 municípios de diferentes portes, em 4 regiões do país.

Semáforos inteligentes e acessibilidade/apoio a deficientes físicos nos meios de transporte públicos praticamente empataram em segundo lugar, com índices bem menores (15% e 14%, respectivamente). Em terceiro lugar, os entrevistados citaram internet sem fio em ruas e praças e o monitoramento de tráfego urbano em tempo real (ambos com 8%), seguidos de interação dos usuários com serviços de transporte público (7%), veículos elétricos (4%), identificação automática de veículos e instalação de sensores em postes de iluminação (ambos com 3%) e sistemas inteligentes para cobrança de passagens (2%).

O objetivo do painel foi explicar os principais usos da tecnologia em prol da melhoria da vida urbana, além de apontar novas tendências que estão sendo desenvolvidas atualmente, como as redes inteligentes de energia. Um dos principais temas abordados foi redes inteligentes–as chamadas smart grids. Na avaliação de Cyro Boccuzzi, também CEO da consultoria ECOEE, “as redes inteligentes são a base fundamental da sociedade do século 21, uma vez que nada funciona sem energia: precisamos de um serviço confiável para manter segurança e conforto elementares, como pegar um elevador ou pagar uma conta com cartão de crédito. Empresas brasileiras vêm fazendo investimentos significativos na área de automação de subestações e redes e de tecnologia de comunicação e informação. E os consumidores brasileiros já começaram a adotar sistemas próprios de geração de energia, cujos preços estão caindo vertiginosamente no mercado internacional”.

Para Raul Colcher, CEO da consultoria Questera, “a implementação e uso de smart grids se encontram em fase inicial no Brasil, mas já existem investimentos privados representativos para o desenvolvimento e certificação de medidores inteligentes, dispositivos essenciais à viabilização das redes inteligentes de distribuição”. Porém, segundo aponta Boccuzzi, “ainda há a necessidade de regulamentar as tarifas inteligentes, que sinalizam adequadamente os custos de capacidade e congestionamento de redes. “Elas são a base de mudança do comportamento das pessoas para que haja o consumo consciente de energia; e, para sua implantação progressiva, as concessionárias ainda precisam fazer investimentos significativos, pois é preciso integrar essa geração distribuída ao seu sistema de forma eficiente. Ainda, haverá a necessidade de investimentos em medição inteligente”.

Melhoria da iluminação pública- Outro desafio é fornecer iluminação pública eficiente para as cidades. Para Boccuzzi, o Brasil tem uma grande oportunidade de implementar iluminação a LED, tecnologia madura e com bom custo-benefício. Entretanto os municípios, legalmente responsáveis pela gestão e expansão do serviço de iluminação pública, enfrentam restrições orçamentárias e exigências de investimento em outras áreas, como saúde, transporte, segurança e educação. “A saída tem sido a busca de parceiros privados para a operação e modernização destes serviços que, em função de sua granulosidade e presença no meio urbano, têm a vocação natural de ser a porta de entrada para a conectividade, podendo, assim, viabilizar uma grande melhoria nos demais serviços públicos, como transporte, segurança, saúde e outros”, afirmou.

E Colcher destacou um aspecto importante: “Quando se fala de iluminação pública, é importante ter em conta o papel que esses sistemas podem desempenhar no contexto das chamadas cidades inteligentes. O poste de iluminação, por ser um elemento de mobiliário urbano bem presente em todas as partes, também pode servir para ancorar sistemas vitais para a implementação de outras tecnologias essenciais, como, por exemplo, a de redes de acesso de dados (WiFi), postos de acesso à informação sobre transportes públicos ou difusão de câmeras de vídeo para monitoramento em centros de supervisão e controle e/ou apoio à segurança pública”.

O futuro das energias renováveis- Energias renováveis também são componente fundamental do futuro e, segundo Boccuzzi, o Brasil tem a mais bem-sucedida trajetória na área, possuindo a matriz elétrica mais limpa do mundo, construída à base de hidroeletricidade, além de também ter-se destacado em outras áreas de renováveis, como o álcool automotivo, a geração por biomassa, a energia eólica e mais recentemente a solar. “Certamente permaneceremos na vanguarda destas energias, por causa das dimensões e diversidades regionais do País e o extenso potencial existente para a sua exploração em base econômica”, prevê. O grande desafio dos próximos anos, porém, será rever o modelo econômico das concessões para integrar estas fontes distribuídas aos sistemas existentes.“Isso exigirá investimentos das companhias de distribuição e transmissão em sistemas de controles e equipamentos que preparem os sistemas atuais para a nova realidade, uma vez que foram projetados para operar de modo unidirecional. E o crescimento de pontos de injeção de renováveis no nível dos consumidores, de modo granular, trará a inevitável necessidade de gerenciamento dinâmico e situacional de fluxos de potência e da carga, de modo harmonioso”, sugeriu Boccuzzi.

Tags, , , , , , ,

Nuvem da Amazon Web Services é disponibilizada a clientes a partir de centros de dados em Ohio

A Amazon Web Services, Inc. (AWS), uma empresa da Amazom.com (NASDAQ:AMZN), anunciou hoje a disponibilização da Região Leste dos EUA (Ohio) a clientes que queiram construir negócios e rodar aplicativos de infraestrutura na Nuvem da AWS. Juntamente com a Região Leste dos EUA (Norte da Virgínia), a Leste dos EUA (Ohio) provê baixa latência em toda a região centro-leste dos Estados Unidos (EUA). Com esse lançamento, a AWS passa a oferecer 38 Zonas de Disponibilidade em 14 regiões de infraestrutura de tecnologia globalmente. Só nos EUA, a AWS agora tem 16 Zonas de Disponibilidade espalhadas por cinco regiões. A AWS anunciou que outras nove Zonas de Disponibilidade e quatro regiões – no Canadá, no Reino Unido, na França e na China –devem entrar on-line nos próximos meses. A partir de hoje, desenvolvedores, startups, empresas, órgãos governamentais e organizações sem fins lucrativos do mundo inteiro podem se cadastrar e começar a usar a Região Leste dos EUA (Ohio) no endereço: http://aws.amazon.com.

Há mais de uma década, a AWS mudou a forma como as organizações adquirem infraestrutura de tecnologia. Os clientes da AWS não precisam se comprometer com adiantamentos financeiros ou contratos de longo prazo. Eles podem transformar despesas de capital em despesas operacionais variáveis, ganhar escala rápida e facilmente ao acrescentar ou se desfazer de recursos, ganhar mercado rapidamente com ideias novas e relevantes, e liberar os escassos recursos de engenharia do desnecessário trabalho pesado de administrar a infraestrutura de backend – tudo isso sem sacrificar o desempenho, a confiabilidade ou a segurança das operações. Isso fez com que mais de 1 milhão de clientes adotassem a Nuvem da AWS em mais de 190 países de todo o mundo.

“Nossos clientes nos dizem que, ao rodarem seus aplicativos na Nuvem da AWS, eles conseguem ir mais rápido, operar com mais segurança e fazer economias substanciais – tudo isso ao mesmo tempo em que impulsionam a escala e o desempenho da AWS”, afirma Peter DeSantis, vice-presidente de Infraestrutura da AWS. “Agora com cinco regiões altamente escaláveis em todos os EUA, os clientes da AWS têm múltiplas opções para prover acesso de baixa latência a aplicativos na nuvem aos usuários finais localizados nos EUA, bem como a oportunidade de arquitetar uma variedade de operações de backup e recuperação de desastres para oferecer uma disponibilidade ainda maior.”

A Região Leste dos EUA (Ohio) consiste atualmente em três diferentes Zonas de Disponibilidade. As Zonas de Disponibilidade remetem a centros de dados diferentes, situados em locais distintos dentro de uma mesma região. São projetadas para operarem independentemente de outras Zonas de Disponibilidade, com abastecimento de energia, resfriamento e segurança física independentes, e são conectadas por meio de uma rede de baixa latência. Os clientes da AWS focados em alta disponibilidade podem desenvolver aplicativos que rodem em várias Zonas de Disponibilidade a fim de atingir ainda mais confiabilidade e tolerância a falhas. Já para clientes que buscam redundância entre regiões, a nova Região Leste dos EUA (Ohio), em conjunto com as regiões Leste dos EUA (Norte da Virgínia), Oeste dos EUA (Oregon) e Oeste dos EUA (Norte da Califórnia), oferece flexibilidade para que desenvolvam em várias Regiões da AWS dentro dos EUA.

Reconhecendo que a Nuvem da AWS se tornou necessária para que empresas de todos os portes e setores utilizem os aplicativos mais importantes para seus negócios e tenham cada vez mais agilidade, o governador de Ohio, John Kasich, não demorou em dar as boas-vindas à nova Região da AWS. Em declaração divulgada em vídeo por seu gabinete, Kasich afirma: “Está claro que a economia mundial está se direcionando a tecnologias digitais e à computação na nuvem. E o compromisso da Amazon Web Services aqui demonstra o papel fundamental que esperamos que Ohio possa desempenhar nesse mundo. […] Ohio não só está abraçando a nova economia do conhecimento, como também está promovendo as tecnologias que farão essa economia prosperar”.

Boa recepção de clientes à nova Região Leste dos EUA (Ohio) da AWS

A Cardinal Health é uma empresa global de serviços e produtos em saúde, oferecendo soluções personalizadas a sistemas hospitalares, farmácias, centros cirúrgicos ambulatoriais, laboratórios de análises clínicas e consultórios médicos em todo o mundo. O laboratório Fuse by Cardinal Health concentra-se em tecnologias e inovações que melhorem o futuro da saúde e do bem-estar. “O Fuse utiliza serviços como Amazon EC2, Amazon RDS, Amazon S3, Amazon Glacier, Amazon Redshift, Amazon EBS e Elastic Load Balancer para testar ideias no mercado e disponibilizar recursos a nossos clientes com mais rapidez”, afirma Michael Swartzbaugh, diretor de Engenharia do Fuse by Cardinal Health. “A AWS é líder de mercado em soluções na nuvem e nos permite usar metodologias ágeis para impulsionarmos nossas inovações e plataformas. No Fuse, conseguimos avançar rapidamente em nossa jornada de TI ao utilizar a Nuvem da AWS e estamos muito felizes de ter Zonas de Disponibilidade adicionais por perto, que irão prover mais largura de banda e capacidade a nossos clientes.”

A Socrata é líder de mercado em soluções de democratização de dados baseados na nuvem, que ajudam governos a obter impacto social e econômico significativo ao tornarem informações públicas fáceis de compartilhar, encontrar, usar e acionar. “A Socrata hospeda o Orçamento 2017 da Casa Branca em sua nuvem de dados de finanças públicas, que inclui detalhes sobre mais de US$ 4 trilhões e permite que os usuários explorem visualmente esses dados por área de atuação e agência, além de criarem, analisarem e compartilharem tabelas e gráficos interativos”, conta Kevin Merritt, CEO da Socrata. “A visualização simples e acessível desse complexo conjunto de dados possibilitou um engajamento inédito de cidadãos. Paramos de operar centros de dados próprios e colocamos tudo na AWS porque ela nos permite inovar mais rapidamente, ganhar escala com mais flexibilidade e alocar mais recursos de engenharia no desenvolvimento de funções e capacidades que beneficiem diretamente nossos clientes.”

A APPRISS é uma empresa sediada em Louisville, no estado norte-americano de Kentucky, que utiliza soluções de dados e analítica nos mercados de saúde, varejo e segurança pública para explorar novos jeitos de proteger e informar comunidades. “A PMP AWARxE, uma solução para programas de monitoramento de receitas médicas, fornece aos estados ferramentas que monitoram as prescrições de substâncias controladas pelo governo federal”, explica Brian Oldham, CIO da APPRISS. “Trinta estados atualmente estão aderindo ao programa, e hospedá-lo na Nuvem da AWS faz com que tenhamos o tempo de operação e a resiliência necessários para satisfazer as demandas deles. Estamos contentes de ter uma região adicional nos EUA com que poderemos contar no futuro, conforme expandirmos nossa utilização da Nuvem da AWS.”

A NaviStone, sediada em Cincinnatti, oferece aos profissionais de marketing direto e digital uma maneira revolucionária de atingir os navegadores certos na web e incluí-los em campanhas de marketing direto. Tom White, CTO da NaviStone, afirma: “Nosso negócio de big data não existiria sem que pudéssemos usar a escala da AWS para proveito de nossos clientes. Nossos clientes incluem grandes varejistas com operações em múltiplos canais e em pontos on-line, impressos e físicos. Podemos sonhar alto e experimentar produtos inovadores, tais como nossa tecnologia web-to-print, que ajuda nossos clientes a atingir clientes com maior precisão e a estimular conversas. A velocidade, a flexibilidade e o baixo custo da AWS permitem que a NaviStone teste em pequena escala sabendo que pode levar um produto do protótipo à escala real rapidamente usando a Nuvem da AWS. A NaviStone é cliente da AWS há três anos e agora está 100% na AWS. Damos as boas-vindas à expansão da AWS em Ohio, pois ela continuará ampliando a comunidade de profissionais dedicados a construir empresas de big data em um momento em que toda e qualquer organização é movida cada vez mais pelos dados.”

A Case Western Reserve University, em Cleveland, é uma das principais instituições de pesquisa dos EUA, oferecendo uma combinação ímpar de oportunidades educacionais avançadas em um ambiente cultural inspirador. Com cerca de 11 mil alunos, os programas de renome nacional da universidade incluem artes e ciências, odontologia, engenharia, direito, administração, medicina, enfermagem e assistência social. “A University Tecnology [departamento de serviços de tecnologia da Case Western Reserve University] começou a repensar e redesenhar seus sistemas legados e corporativos, utilizando a Nuvem da AWS para oferecer suporte mais ágil em administração, pedagogia, aprendizado e pesquisa”, afirma Sue B. Workman, CIO da University Technology. “Estamos promovendo o sucesso docente e discente ao fornecer acesso à tecnologia de nuvem da AWS, líder do setor, e garantindo maior retorno sobre investimento (ROI) para nossos custos de tecnologia. A agilidade e a flexibilidade oferecidas pela AWS dá a nossos estudantes a capacidade de montar sistemas de tecnologia rapidamente e com mais entendimento, permite que nossos pesquisadores criem e desmanchem experimentos mais facilmente e melhora a eficiência com que gerenciamos nossos sistemas corporativos. O compromisso da AWS com Ohio demonstra que ela confia no estado para estimular a inovação e o avanço tecnológico.”

Investimento em Ohio

A Região Leste dos EUA (Ohio) é mais um investimento que a AWS está fazendo no estado de Ohio. O Amazon Wind Farm US Central, localizado no condado de Paulding, Ohio, é um parque eólico de 100 megawatts (MW) atualmente em construção. Quando estiver funcionando – o que deve acontecer até maio de 2017 –, o Amazon Wind Farm US Central produzirá 320.000 megawatt-horas de energia eólica por ano, que abastecerão os centros de dados na Região Leste dos EUA (Ohio) da AWS e outros centros de dados atuais e futuros da AWS, diretamente pela rede elétrica. Para mais informações sobre o Amazon Wind Farm US Central, assista ao vídeo ou acesse o website de Sustentabilidade da AWS, e saiba mais sobre outros projetos de energia eólica e solar da companhia nos EUA.

Além do lançamento da Região Leste dos EUA (Ohio), a AWS está trabalhando com a Ohio Academic Resources Network (OARnet), uma organização de TI com financiamento estatal que fornece serviço de rede interestadual e outros serviços de TI às entidades associadas. A AWS e a OARnet fecharam um acordo para trabalharem juntas para explorar o acesso pela AWS Direct Connect à rede de backbone para pesquisa de 100 gigabits de Ohio chamada OARnet. Ao usar a altíssima velocidade de backbone da OARnet, faculdades, escolas, hospitais de pesquisa médica e o governo estadual já podem aproveitar a conexão rápida de rede com a AWS para desenvolver pesquisas e descobertas.

Tags,

Futurecom 2016: saiba como foram os primeiros dias do evento

Em sua 18a edição, o Futurecom continua trazendo ao público debates relevantes e qualificados a respeito dos setores de telecomunicações, TI e internet. E, assim como aconteceu ontem (17), primeiro dia do evento, a programação do segundo dia manteve o conteúdo em um nível elevado.

Logo cedo, o painel “Segurança nas Comunicações & Gerenciamento de Riscos nos Negócios trouxe para o evento discussões sobre a abordagem que as empresas precisam dar para a segurança de dados em tempos cada vez mais conectados. “Precisamos conversar e trabalhar para criarmos ambientes seguros para IoT”, afirmou Frederico Tostes, painelista da empresa Fortinet, quando indagado sobre o contexto da segurança nas comunicações atuais e o desenvolvimento cada vez mais latente da IoT.

No mesmo painel, outro ponto bastante importante sobre o tema foi levantado: investimentos em segurança. Nesse quesito, todos os painelistas – dez, ao todo – demonstraram possuir a mesma opinião. Em linhas gerais, as explanações resumiam a ideia de que as empresas precisam deixar de tratar a segurança digital como gasto e encara-la como investimento.

Logo após o debate sobre segurança, o auditório Brasil abriu as portas para receber os congressistas para o painel “IoT: Revolucionando o Estilo de Vida dos Cidadãos e Impulsionando os Negócios”, quem mediou o debate foi a jornalista Christiane Pelajo, que iniciou as falas solicitando aos convidados que contextualizassem o público sobre IoT a partir de seus pontos de vista particulares a respeito do assunto. Na ocasião, Zalma Milazzo, da Algar Telecom, aproveitou para destacar que é cada vez mais necessária a parceria entre operadoras e fabricantes de dispositivos IoT para garantir que o desenvolvimento dessas tecnologias avancem ainda mais rapidamente na América Latina.

O investimento em IoT e a necessidade de parcerias ficaram bastante nítidos após o destaque que o representante da Vivo, Pablo Ernesto Larrieux, deu ao assunto. “Os especialistas nacionais e internacionais em IoT compreendem que o impacto das coisas conectadas pode ser tão grande quanto foi a revolução industrial”, comentou Larrieux.

Enquanto isso, o presidente da Telefônica/Vivo, Amos Genish, conversava com os jornalistas na sala de coletivas. Os assuntos abordados foram diversos como, por exemplo, a limpeza da rede para a frequência 700Mhz, a tributação para segmento de telecom, e o futuro da comunicação por voz em um contexto onde os dados estão cada vez mais presentes.

De acordo com Genish, a empresa pretende desligar a transmissão 1800Mhz nos próximos três anos e investir fortemente na frequência 700Mhz, e indicou que o Ministério da Ciência e Tecnologia está bastante comprometido em trabalhar para garantir que a limpeza da nova alternativa aconteça no prazo esperado.

A conversa continuou com desdobramentos a respeito das perspectivas dos investimentos da empresa para 2017. Genish foi enfático ao dizer que a Telefônica/ Vivo não tem interesses em comprar ativos da Oi – a empresa atualmente passa por um contexto judicial de desfavorável. “A Oi logo passará pela recuperação judicial na qual se encontra, ela tem seu lugar no mercado. No entanto, não estamos cogitando a compra dela”, ressaltou o executivo. Para 2017, Genish também foi enfático ao afirmar que a empresa já tem seus objetivos de investimento bem definidos. “No próximo ano os investimentos tangenciaram dois focos: 4G e fibra óptica”, afirmou.

Amos Genish terminou a coletiva respondendo perguntas a respeito da famigerada concorrência entre as operadoras e as OTTs. De acordo com ele, nem só de competição é feito o mercado. “Competimos, claro, em alguns aspectos, mas também existem muitas parcerias entre as operadoras e as OTTs. Todavia, apesar disso, precisamos de regras iguais para o mesmo”. O executivo se referia ao complexo panorama tributário que favorece financeiramente as OTTs em relação às teles.


Primeiro dia

A Associação Brasileira de Internet (ABRANET) iniciou as atividades do evento com o seu seminário FutureNet, que contou com a participação de diferentes painelistas, incluindo representantes de algumas startups. Nesse contexto, o primeiro painel abordou a importância das empresas de internet no desenvolvimento de negócios de impacto social, como é o caso da Tá-Na-Hora, empresa que utiliza da tecnologia para democratizar o acesso à informação sobre saúde, atendendo setor público, empresas e qualquer pessoa que que possua celular.

“Nós utilizamos a tecnologia chatbot via SMS para levar informação até o usuário que não tem acesso. Percebemos essa necessidade principalmente nas classes C, D e E, então, uma gestante que precisa de informações, por exemplo, mas não tenha como fazer acompanhamento médico, pode tirar as principais dúvidas sobre gravidez a partir do celular, e tudo isso de maneira personalizada, levando em consideração até mesmo o período gestacional”, explicou Michael Kapps, empreendedor canadense fundador da Tá-Na-Hora.

Em paralelo, no auditório Brasil, TIM, Vivo, Oi, Dell, Nokia, Dell e outras empresas debatiam as estratégias de evolução das atuais redes para a adoção de SDN e NFV, bem como o comportamento dos novos modelos operacionais para maior agilidade dos negócios. Renata Marques, representante da DellEMC, destacou a necessidade do segmento apresentar soluções de estratégia coerentes com o mercado: “não podemos oferecer uma estrutura de NFV estática enquanto o maior principio dessa tecnologia é a desagregação”.

Os ISPs também foram tema dos painéis que iniciaram as atividades do congresso do Futurecom 2016. Ainda pela manhã, no auditório México, empresas do segmento e órgãos reguladores debateram a universalização da banda larga em pequenas e médias localidades. Além dos desafios existentes para as empresas quando o assunto é a regulamentação do setor, outros pontos foram destacados, como a funcionalidade que os pequenos provedores apresentam ao mercado. “A proximidade dos ISPs com o cliente final é uma das condições que mais favorecem o desenvolvimento do mercado. Isso colabora para que as entidades reguladoras tenham mais informações sobre as necessidades dos usuários”, afirmou Basílio Perez, presidente da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunica& ccedil;ões (Abrint).

No início da tarde a coletiva de imprensa da TIM Brasil movimentou o debate sobre inovação, conectividade e mobilidade. Luis Minoru, diretor de estratégia e inovação da operadora destacou que o movimento de mudanças que a empresa começou há tempos se deu pela mudança de cenário no segmento. “Antes o contexto era de voz, agora é de dados, por isso a nossa área de inovação cresceu ainda mais. É necessário trabalhar com novos atores, como startups, por exemplo, a fim de acompanhar as tendências e oferecer serviços sempre melhores”.

Além disso, o investimento da empresa na cobertura 4G 700MHz também foi pontuado no debate. Os representantes da empresa mostraram que o investimento nessa tecnologia foi de 3 bilhões de reais – levando em consideração o arremate da banda em 2014, e o desenvolvimento dela até hoje – e que isso significa muito para outros mercados. “Não existe internet das coisas sem conectividade. Não existe inovação sem conectividade móvel de qualidade, então a cobertura via 700MHz da TIM também é um investimento vantajoso para outros segmentos específicos, como o de IoT”, explicou Leonardo Capdeville, diretor de tecnologia da operadora. A cobertura 4G em 700MHz foi arrematada pelas três maiores operadores do país em 2014. Ao todo, estima-se que o governo arrecadou aproximadamente 6 bilhões de reais na transaç&ati lde;o.

Dando continuidade à programação, o auditório Brasil foi palco para uma discussão que preocupa muito o setor de telecom: a transformação digital. Em linhas gerais, os representantes das empresas convidadas destacaram que um dos grandes desafios dessa mudança é garantir o retorno financeiro dos ativos de que as empresas já dispõem, mesmo em uma era completamente digital. “É inegável: apenas sendo digital as empresas conseguem melhorar ou garantir um atendimento de qualidade aos clientes, por exemplo, mas as nossas estratégias digitais precisam ser pensadas para garantir eficiência financeira, esse é um dos desafios mais presentes nessa transformação”, afirmou Fernando Moulin, diretor de experiência digital da Telefônica/Vivo.

Futurecom 2016
Quando: Até 20 de outubro de 2016
Dia 19: das 9h às 20h e Dia 20: 9 às 17h30
Onde: Transamérica Expo Center – Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387
Informações: www.futurecom.com.br
Programação: http://agenda.futurecom.com.br

Tags