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Banco Central abre caminho para regular crédito em startups do setor financeiro

O Banco Central do Brasil publicou, em 30 de agosto, uma proposta de regulamentação para operações de crédito feitas por meio de plataformas financeiras independentes, as fintechs. Segundo dados do FintechLab, o setor cresceu mais de 350% nos últimos 18 meses e, com a regulação do Bacen, pode ganhar duas novas categorias e conceder empréstimos com capital dos próprios acionistas (SCD) ou conectar investidores a tomadores de recursos, modelo conhecido como Peer-to-Peer Lending.

Em pronunciamento, o diretor de Regulamentação do BC afirmou que o processo de inovação é visto com bons olhos e a regulamentação tem o objetivo de garantir maior segurança aos envolvidos nessa operação.

De acordo com a proposta do Bacen, as empresas de Peer-to-Peer Lending, agora denominadas de Sociedades de Empréstimos entre Pessoas (SEP), seriam definidas como instituições financeiras com autorização para realizar operações de empréstimo entre pessoas por meio de plataforma eletrônica, além de poderem realizar análise de crédito e cobrança, atuar como preposto de corretor de seguros e emitir moedas eletrônicas, tudo relacionado às suas operações.

Além da natural advertência de que a SEP deverá dispor claramente sobre os riscos da operação para os potenciais credores e devedores, o Bacen propõe expressamente que a SEP não deverá disponibilizar aos potenciais devedores recursos próprios, ou mesmo prestar qualquer garantia e/ou coobrigação, devendo obrigatoriamente seguir os seguintes passos: (i) obtenção da manifestação inequívoca da vontade das partes; (ii) disponibilização dos recursos pelos credores; (iii) emissão de instrumento representativo do empréstimo; (iv) cessão ou endosso do instrumento representativo do empréstimo para o credor e, só então, (v) a transferência dos recursos ao mutuário.

Outro ponto relevante é que, além do limite de tomada de crédito do possível devedor, a ser estabelecido pela SEP, o Bacen propõe um limite de R$ 50 mil para a exposição do possível credor, ou seja, uma pessoa somente poderá emprestar até R$ 50 mil dentro da plataforma de uma SEP, salvo no caso de investidores qualificados. Ainda que se discuta eventuais alterações desse limite durante o período de consulta prévia da resolução proposta, fica claro a intenção do regulador de não permitir que o modelo do Peer-to-Peer Lending cresça ao ponto de criar um significativo risco ao Sistema Financeiro Nacional. Nesse sentido, o Bacen ainda propõe um limite mínimo R$ 1 milhão que as SEPs e as SCDs deverão manter em relação ao seu capital social integralizado e patrimônio líquido.

Segundo aponta Kaue Cardoso de Oliveira, sócio da Scharlack Advogados e especialista em Direito Societário, M&A e Venture Capital, ao disciplinar o procedimento de concessão da autorização de funcionamento dessas sociedades, o Bacen propõe reservar a si um considerável grau de discricionariedade na análise do pedido de autorização de funcionamento, o que, desde já, demonstraria sua preocupação em evitar que essas fintechs causem danos ao Sistema Financeiro Nacional.

Conforme alerta Kaue, “além do risco ao Sistema Financeiro Nacional que o oferecimento de crédito sem a devida análise pode proporcionar, uma preocupação constante dos órgãos regulamentadores também é prevenir a prática de crimes financeiros, inclusive relacionados à lavagem de dinheiro. Nesse sentido, a despeito da proposta do Bacen não faz nenhuma menção a esse tipo de controle, as plataformas de Peer-to-Peer Lending devem sim se preocupar com a estruturação de mecanismos de compliance, devendo observar a aplicação cogente da Lei 9.613/1998”.

“A exemplo do que ocorreu recentemente com a regulamentação do Equity Crowdfunding pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), espera-se que o mercado contribua de forma positiva para a construção da regulamentação e, portanto, a proposta apresentada pelo Bacen ainda poderá sofrer diversas modificações”, completa Kaue.

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Claro, Ericsson e Qualcomm demonstram nova tecnologia para Internet das Coisas

A Claro, a Ericsson e a Qualcomm Technologies, uma subsidiaria da Qualcomm Incoporated, anunciam que completaram hoje uma demonstração pioneira fim-a-fim da tecnologia LTE IoT Cat-M1 (eMTC), desenvolvida para suportar aplicações no segmento de IoT – Internet das Coisas. Trata-se do primeiro teste público de Cat-M1 realizado em rede comercial na América do Sul.

A iniciativa ajudará na continuidade na liderança tecnológica em LTE IoT da Claro e da Embratel, preparando a operadora para desenvolver aplicações com uso da tecnologia Cat-M1 em sua rede.

No teste, foi utilizado o equipamento de telemedição de energia elétrica (RMT 5.0) da M2M Telemetria, que utiliza o módulo de conectividade Cat-M1 (ME910) da Telit, com o poder de conectividade do modem MDM9206 da Qualcomm Technologies e o produto da Ericsson Massive IoT Radio Access Network.

Outro teste foi realizado com uma solução de gerenciamento de frotas desenvolvida pela Ericsson, utilizando o módulo de conectividade Cat-M1 (BG-96) da Quectel, integrado com o mesmo modem de LTE IoT MDM9206 da Qualcomm Technologies. A Claro continuará testando outros dispositivos e aplicações para Cat-M1 em sua rede.

As três companhias pretendem trabalhar juntas em novos testes também no padrão LTE IoT Cat NB-1, que permite conexão de sensores com baixo consumo de banda, baixa latência e baixo consumo de energia. As novas tecnologias de IoT, como Cat-M1 e NB1, e a evolução das redes LTE até o 5G, definem uma base sólida para reduzir a complexidade e o consumo de energia na conexão massiva de dispositivos através de redes móveis, expandindo a cobertura e a diversidade de aplicações.

Entre as aplicações de IoT típicas com Cat-M1 incluem relógios inteligentes (smart watches) ou pulseiras fitness com serviços de comunicação de voz integrados, dispositivos de rastreamento de animais (pets), terminais de ponto de vendas (POS), máquinas de vendas (vending machines) e rastreamento de veículos com suporte a chamadas de emergência (carros conectados).

“As tecnologias Cat-M1 e NB-IoT provêm vantagens importantes em relação a conectividade de dispositivos com baixo custo, além de outras vantagens como maior tempo útil de bateria, cobertura estendida e suporte a novos casos de uso. Os testes pioneiros em conjunto com a Ericsson e a Qualcomm Technologies mostram que ambas empresas tem a habilidade de suportar novos serviços e tecnologias de IoT para a Claro e que estamos trazendo para o Brasil tudo de mais moderno que é desenvolvido nessas tecnologias”, diz André Sarcinelli, diretor de engenharia da Claro.

“Vamos expandir nossas ofertas de IoT para o mercado corporativo, garantindo conectividade com alta performance e capilaridade, sempre à frente nas novas tecnologias e modelos de negócio relacionados com dispositivos e sensores conectados”, diz Ney Acyr Rodrigues, Diretor de Negócios IoT da Embratel.

“Hoje, a maior parte da receita de IoT das operadoras é proveniente da conectividade machine-to-machine (M2M), mas nos próximos cinco anos esta receita virá de outras plataformas, aplicações e serviços. Este teste garante que a Claro Brasil possa capturar novas fontes de receitas e continuar entregando a melhor experiência a seus clientes. É importante que o mercado esteja atento ao fato de que o IoT muda a forma como trabalhamos e baseado em nossos estudos, acreditamos que o potencial seja de mais de 200 bilhões de reais até 2025”, analisa Eduardo Ricotta, presidente da Ericsson no Brasil.

Rafael Steinhauser, Latin America President, Qualcomm Technologies, disse: “LTE IoT e sua contínua evolução para o 5G dará suporte a massificação de IoT, que requer cobertura estendida e maior tempo útil de bateria, em comparação às soluções atuais baseadas em 2G/GSM e LTE. Nosso modem para IoT – MDM9206 multimodo LTE, desenhado para suportar LTE Cat-M1, NB-IoT (NB-1) e E-GPRS e bandas de RF globais, traz muitos avanços, melhorias e otimizações ao LTE como a redução da complexidade aos dispositivos de IoT, dispositivos de mais baixo custo e com suporte a anos de tempo útil de bateria, suportando assim as necessidades das operadoras e de seus clientes.

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Delta oferece serviço gratuito de troca de mensagens em voo

De um avião a 30 mil pés de altitude, uma mensagem de texto é enviada para um smartphone em solo. “Meu voo deve chegar antes do horário”, diz a mensagem. “Venha me buscar 15 minutos mais cedo.”

A partir de 1º de outubro, a Delta Air Lines (NYSE: DAL) será a primeira companhia aérea global dos Estados Unidos* a oferecer mensagens móveis gratuitas, proporcionando este tipo de serviço a mais clientes do que qualquer outra companhia aérea. A Delta também terá a maioria das aeronaves equipadas com o sistema de mensagens gratuito.

Este novo recurso gratuito garantirá a conexão dos clientes, permitindo que troquem mensagens com amigos, familiares, colegas e clientes em tempo real durante o voo via iMessage, WhatsApp e Facebook Messenger. Esse novo aprimoramento faz parte do investimento de bilhões de dólares da Delta na experiência do cliente.

“Sabemos que muitos clientes da Delta querem ou precisam estar conectados no ar e no solo; por isso, estamos investindo em uma maneira fácil e gratuita de enviar e receber mensagens durante o voo, usando algumas das plataformas globais mais populares”, disse Tim Mapes, vice-presidente sênior da Delta e diretor de Marketing. “Além dos nossos investimentos em telas na parte traseira dos assentos, entretenimento gratuito e Wi-Fi de alta velocidade, o serviço de mensagem gratuito é mais uma opção para os clientes aproveitarem ao máximo seu tempo nos voos da Delta. ”

O serviço de mensagens gratuito estará disponível em todas as aeronaves da Delta equipadas com a tecnologia da Gogo, incluindo aquelas com duas ou mais cabines. Os clientes poderão acessar as mensagens gratuitamente pelo portal de Wi-Fi da Delta, airborne.gogoinflight.com. A mensagem móvel gratuita será apenas para texto e não permite envio de arquivos de fotos ou vídeos.

Além das mensagens móveis, a Delta continua expandindo seu sistema de Wi-Fi de alta velocidade, telas de entretenimento na parte traseira dos assentos e entretenimento gratuito para oferecer aos passageiros mais opções flexibilidade para passar o tempo entre a decolagem e aterrissagem.

A rede Wi-Fi de alta velocidade da Delta, que utiliza a tecnologia de Wi-Fi 2Ku da Gogo, fornece moderna tecnologia com cobertura consistente e ininterrupta em qualquer lugar do mundo, incluindo sobre oceanos. A Delta possui atualmente a maior frota de aeronaves com a tecnologia 2Ku da Gogo e o maior acordo com a tecnologia 2Ku que qualquer outra companhia aérea do mundo. Nos próximos dois anos, a Delta deve instalar a rede Wi-Fi de alta velocidade em mais de 600 aeronaves de voos domésticos e internacionais.

A rede Wi-Fi de alta velocidade 2Ku da Delta oferece aos clientes uma experiência de fácil utilização durante o voo, incluindo a possibilidade de assistir vídeos e usar redes corporativas, como VPN, globalmente. Ao contrário das versões anteriores dessa tecnologia em voos da Delta, os clientes agora podem usar a rede Wi-Fi do embarque ao desembarque, em uma aeronave habilitada para a tecnologia 2Ku. Até o momento, a companhia aérea instalou a nova tecnologia de Wi-Fi aprimorada em 200 aeronaves.

Além disso, a Delta oferece aos clientes mais aeronaves com entretenimento na parte traseira do assento do que qualquer outra companhia aérea do mundo, tendo instalado esse sistema em sua 500ª aeronave em julho. Com o compromisso de oferecer esse sistema em mais de 600 aeronaves até o final de 2018, em uma parceria com a Panasonic, a Delta está deixando a escolha a cargo do cliente. Além de usufruir do sistema de entretenimento nos assentos, os passageiros também podem acessar o Delta Studio em seus dispositivos pessoais em toda a frota das linhas principais da companhia aérea e em todas as aeronaves regionais de duas classes.

*Companhia aérea global dos Estados Unidos = companhias aéreas dos Estados Unidos que operam em rotas transoceânicas: Delta Air Lines, American Airlines e United Airlines

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Estudo mostra que 78% das empresas brasileiras não aproveitam todos os benefícios do uso de testes contínuos na entrega de software

Apesar de 71% das organizações brasileiras apontarem o uso de teste contínuo como essencial ou importante, somente 22% adotam esta prática de última geração, que permite executar testes com antecedência e com frequência, de forma automática e constante, no desenvolvimento de software e aplicações. Esta é a principal conclusão do estudo global da CA Technologies, uma das maiores fornecedoras de tecnologia corporativa do mundo, sobre a adoção de testes contínuos na entrega de software.

De acordo com o levantamento “Testes Contínuos como um elemento fundamental da empresa digital”, esses 22% fazem parte dos chamados líderes globais que se beneficiam de aumento na velocidade, qualidade e eficiência na entrega de software, resultando em um melhor retorno dos investimentos e entrega contínua, conforme os seguintes números:

– Probabilidade 2,6x maior de redução de defeitos acima de 50%;

– Confiança 1,9x maior na velocidade de entrega;

– Confiança 2,4x maior na qualidade do produto;

– A probabilidade de os líderes trabalharem em organizações com aumento rápido de receita é 3,9x maior.

Embora 93% dos entrevistados globais tenham relatado que a automação de testes é importante na entrega das soluções gerais da empresa, apenas 1 a cada 5 disse que atingiu um bom nível de cobertura na automação de testes (80% ou mais). A maioria dos entrevistados atribuiu a dependência de processos manuais a dificuldades à falta de ferramentas e automação em quase todos os aspectos do processo de teste: desde a geração de testes, até atividades fundamentais, como o gerenciamento rápido, seguro e eficiente de dados do processo.

“Para assegurar a entrega de aplicações com qualidade e agilidade, é fundamentar adotar a prática de testes contínuos – testes e QA não devem ser apenas uma fase sequencial e isolada no desenvolvimento de software, mas sim permear todo o ciclo e ser realizada de forma contínua”, afirma João Fábio Valentin, VP de Solution Sales para DevOps da CA Technologies para América Latina. “A pressão que TI tem recebido de negócios para inovar, prover serviços e aplicações mais rápido e entregar uma experiência excepcional aos clientes nunca foi tão grande. Por isso, utilizar tecnologias modernas, como geração sintética de massa de dados e dar capacidade ao desenvolvedor de testar suas aplicações (teste de stress e segurança) durante o ciclo desenvolvimento – o que chamamos de SecDevOps – devem ser consideradas”, conclui Valentin.

A importância de automatizar os dados dos testes também foi apontada como uma grande necessidade para garantir que estejam disponíveis quando necessário e evitem informações pessoalmente identificáveis. Contudo, a maioria dos entrevistados sentiu que não era eficiente nesta área, mesmo que isso facilitasse a proteção de dados pessoais nos ambientes de desenvolvimento e teste e atendesse à legislação cada vez mais rígida de privacidade de dados.

Em todo o estudo, os entrevistados realçaram a importância das metodologias modernas, como a implementação de Desenvolvimento Ágil, Entrega Contínua e DevOps. Quando solicitados a escolher as ferramentas mais relevantes na entrega de software, 57% dos entrevistados brasileiros apontaram a combinação de Desenvolvimento Ágil e Entrega Contínua, que juntas otimizam a integração das atividades no decorrer do ciclo de vida de desenvolvimento do software. No geral, uma abordagem holística e balanceada de práticas e ferramentas modernas está mudando a forma como o software é desenvolvido e promovendo a transformação dos negócios de múltiplos setores.

Testes contínuos aplicados às telecomunicações

Um exemplo de empresa brasileira que foi pioneira na adoção de testes contínuos é a Oi, que, junto com a prestação de serviços convergentes de telecomunicações, oferece um portfólio de soluções de TI hospedadas em plataforma de computação em nuvem para empresas de todos os portes. Cerca de 50% dos casos de testes executados na companhia estão relacionados à geração de massa de dados, um volume considerável, tanto no plano de execução quanto no orçamento e cronograma de testes.

“Precisávamos aumentar a velocidade dos testes e, possivelmente, reduzir seus custos”, conta Alcino Vieira, Gerente de Qualidade de Sistemas da Oi. No final de 2015, o time de TI da Oi estruturou uma frente de trabalho com a missão de reposicionar a área de Qualidade de Sistemas e, com isso, solucionar os problemas com geração de massa de dados, automação de testes, virtualização de serviços e orientação de testes ao negócio. Com estas premissas, a companhia realizou um processo de seleção funcional e técnico, escolhendo a solução CA Data Test Manager que, de acordo com o executivo, se diferenciou das demais na geração de dados sintéticos. “Com a decisão, estruturamos um time dedicado e centralizado. Esta equipe, além do desenvolvimento e manutenção dos scripts, é responsável pela capacitação e preparação de novos times”, explica Vieira.

Com a implementação, a solução da CA Technologies foi integrada a outras ferramentas, como HP ALM, CA Agile Requirements Designer e CA Service Virtualization. “Depois que a solução CA Test Data Manager entrou em operação, iniciamos as primeiras ondas de automação de massa de dados a partir dos grupos de casos de testes com maior recorrência em 2016”, afirma o executivo, ressaltando que a praticidade de desenvolvimento e a usabilidade da solução chamaram a atenção do time.

Com a solução da CA Technologies, o tempo de geração de massa de dados teste relacionados à criação e análise de crédito de um cliente caiu de 15 horas para 40 segundos, permitindo a otimização dos processos para maior cobertura e qualidade dos testes.

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Brasil é líder mundial na adoção de Internet das Coisas, aponta pesquisa

Pesquisa da Worldpay revela que 81% dos consumidores brasileiros já estão preparados para fazer compras por meio de dispositivos conectados

Cada vez mais, a internet das coisas é amplamente aplicada nas diversas áreas desde eletrodomésticos até a indústria. O conceito de IoT, Internet of Things em inglês, que é a capacidade de conectar objetos na rede global de computadores para coletar e trocar dados entre eles, introduz uma nova era de como as pessoas interagem com objetos, entre elas e como fazem negócios, e os brasileiros são os mais abertos na adoção de novas tecnologias de acordo com uma nova pesquisa da Worldpay, líder global de pagamentos.

O estudo aponta que os brasileiros são os mais propensos a usar novas tecnologias e acreditam que esse processo é parte da evolução de como as empresas e o público se relacionam. Além disso, 81% dos pesquisados afirmaram que se sentiriam confortáveis em usar a tecnologia em comparação com outros países abordados como Austrália, China, Alemanha, Holanda, Cingapura, Espanha, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.

Os consumidores chineses estão logo atrás, na segunda posição entre os mais receptivos à adoção da Internet das Coisas, com 61% dizendo se sentirem confortáveis na utilização de dispositivos conectados. No outro extremo da pesquisa, apesar do Reino Unido ser um dos países mais preparados do mundo para a aplicação do IoT, ocupa a última posição da lista, pois somente 23% das pessoas gostariam de contar com um dispositivo conectado para fazer pedidos de produtos em nome deles sem necessidade de pedir permissão.

O levantamento também revelou que brasileiros acreditam que a tecnologia IoT será responsável por tornar o cotidiano mais fácil e prático, e apenas 43% dos pesquisados disseram que fariam questão de aprovar cada compra antes de o pedido ser feito pelo dispositivo. Ao mesmo tempo, o consumidor brasileiro tem algumas restrições na maneira como gastam seu dinheiro com 78% optando por manter o controle de seus orçamentos e desejando receber uma notificação antes do processo de compra ser concluído. Além disso, 67% dos consumidores brasileiros preferem estabelecer regras para compras como limitar o valor que pode ser gasto a cada semana,

Apesar dos brasileiros serem mais propensos à adoção dos dispositivos conectados, a privacidade dos dados pessoais é uma preocupação para 74% dos pesquisados que se interessam em saber como as empresas compartilham seus dados pessoais e um índice ainda maior (82%) se preocupa com o risco desses aparelhos serem invadidos por hackers.

Para incentivar as empresas a usar soluções integradas com IoT, a Worldpay está testando um kit de desenvolvimento de software de código aberto (SDK) para facilitar os pagamentos por meio desta tecnologia. O Worldpay Within é uma solução de pagamentos que pode ser instalada em qualquer dispositivo inteligente permitindo criar e adquirir pagamentos de forma rápida e eficaz, assim como em um ambiente de compras físicas. Com o número de dispositivos conectados estimados em até 20 bilhões até o final deste ano, é importante que esses dispositivos se comuniquem entre si, inclusive fazendo pagamentos.

Sobre essas descobertas, Juan D’Antiochia, Gerente Geral da Worldpay para a América Latina, afirma que “não importa se uma tarefa é executada por um humano ou por uma máquina, mas sim que os consumidores estejam no controle da delegação dos pagamentos e das atividades. A nossa pesquisa também indicou que o consumidor quer ter controle e ser informado sobre cada compra e atividade realizada pelo dispositivo, seja por meio de uma notificação no display, de um clique de botão ou a partir de uma regra pré-estabelecida, como um limite de gastos que seja acordado com antecedência, por exemplo.”, explica.

“O que mais chama a atenção sobre esses avanços tecnológicos é que são diversas as oportunidades para os assistentes virtuais e dispositivos conectados que tornam a vida dos consumidores mais fáceis. Se esses mesmos equipamentos também puderem oferecer aos consumidores um estilo “concierge”, que reduza o tempo que as pessoas gastam com a administração de tarefas no dia a dia, não há motivo para que não queiram delegar também responsabilidades de compras – no fim das contas, todos nós ganharíamos mais tempo para nós mesmos. A conclusão é que os consumidores precisam acreditar nas máquinas, confiando que podem fazer as decisões corretas e manter seus proprietários informados e no controle”, conclui.

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi conduzida por Opinium em junho de 2017 e entrevistou 20 mil consumidores sobre a Internet de Coisas na Austrália, Brasil, China, Alemanha, Holanda, Cingapura, Espanha, Suécia, Estados Unidos da América e Reino Unido. O relatório Completo do Consumidor Conectado está disponível mediante solicitação. No Brasil, o estudo entrevistou 2.014 consumidores.

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Regulamentação do ISS: o setor de TIC avança para uma tributação moderna

Por Manoel Antonio dos Santos, Diretor Jurídico da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software)

Sancionada pelo Governo Federal no fim de 2016, a Lei Complementar n° 157 foi amplamente comemorada pelas empresas do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). O texto determinou novas atividades que podem ser tributadas pelo ISS (Imposto sobre Serviços), incluindo modalidades como streaming e computação em nuvem (armazenamento e/ou hospedagem de aplicativos e sistemas de informação), entre outras. A conquista representou um verdadeiro marco para a área, benéfica a empresários e consumidores ao suprir vácuos da lei e eliminar a “guerra tributária” entre os municípios a respeito do ISS.

O ISS é um tributo de competência municipal e do Distrito Federal, que incide sobre a prestação de serviços relacionados numa lista anexa à LC nº 116/03. É responsabilidade de cada Prefeitura, portanto, se adequar às alterações feitas na Lei Complementar 116/2003 através da Lei Complementar n° 157/16, submetendo o texto ao Poder Legislativo local. Recentemente, São Paulo, a maior cidade do país, seguiu essa direção ao encaminhar um projeto de lei à Câmara dos Vereadores, com o objetivo de adequar sua legislação às normas federais.

Por meio do projeto de lei antes referido, a Prefeitura tomou a iniciativa de equalizar as alíquotas do ISS em relação aos serviços de Tecnologia da Informação que se alternavam de 2% a 5% sobre o faturamento total dos prestadores de serviço. Pela nova definição, as companhias passarão a recolher 2,9% de imposto para todas as atividades de informática, objetivando afastar a insegurança jurídica resultante do enquadramento dos serviços de TI nos diversos itens da lista de atividades tributadas, quando as alíquotas do imposto são diferentes.

A nova alíquota foi definida graças a um consenso do empresariado com o setor público, após diversas negociações, de forma a não impactar a arrecadação da Prefeitura e onerar de forma justa o mercado. Caso o Legislativo de São Paulo aprove na íntegra o texto, que adapta a legislação municipal à Lei federal, as normas passarão a vigorar na capital paulista a partir de 1º de janeiro de 2018, encerrando graves problemas de insegurança jurídica que geram impacto nos investimentos do setor.

Com a regularização da carga tributária, as companhias conseguirão planejar seus investimentos no longo prazo, o que naturalmente aumenta o investimento, a produtividade e gera mais empregos no setor. Toda a operação se torna mais transparente e justa, o que também beneficia os usuários, com melhora dos serviços e o desaparecimento da “bitributação” – muitas vezes repassada no preço de produtos.

A inclusão de atividades da área de TIC na cobrança do ISS foi um grande avanço nacional na segurança jurídica, conquistada pelo trabalho esclarecedor de diversas associações que representam o segmento. Porém, outras medidas ainda podem ser tomadas para modernizar ainda mais a tributação – gerando mais segurança jurídica, criando condições atrativas para investidores e reduzindo custos para os consumidores.

Ainda enfrentamos diversos gargalos, mas, buscando simplificação e formalização, estamos no rumo certo para melhorar as condições de negócios no Brasil. Os avanços tributários no segmento de TIC são uma excelente notícia para a expansão do setor tecnológico, que tem muito a contribuir no desenvolvimento do país como um todo. O aumento do investimento e da competitividade será uma consequência natural.

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Somente 2 em cada 10 trabalhadores acreditam que seus chefes os motivam a fazer um trabalho de alta qualidade e rendimento

Em todos os níveis de empregos, observa-se grande rotatividade, talentos desperdiçados e insatisfação constante. Para empresas, de pequeno a grande porte, queda de produtividade e perdas financeiras dificultam crescimento e estabelecimento no mercado

A demanda por um novo tipo de gestão e liderança é global. O trabalhador atual quer algo diferente do que nas décadas passadas. “Ele busca um trabalho significativo, ou seja, que faça sentido dentro da sua vida e espera que seu empregador lhe proporcione essa significância”, diz Flora Victoria, Mestre em Psicologia Positiva Aplicada pela Universidade da Pensilvânia e fundadora da SBCoaching, maior rede de formação e treinamentos de alta performance, com 72 unidades em todo o país.

Mas como fica essa questão no Brasil, com 13 milhões de desempregados e uma séria crise político-econômica? Nesta situação, o lógico seria praticamente não termos rotatividade e observarmos um aumento de produtividade e engajamento. “A realidade do País é outra. Temos o aumento da informalidade, das microempresas que fecham antes de um ano, da alta rotatividade, principalmente, mas não somente em cargos de base. Vivemos o mesmo problema, a falta de um sistema de liderança efetivo para os dias de hoje, seja para uma microempresa, multinacional ou um autônomo. Esse gap faz com que uma massa de trabalhadores e talentos não seja retida, muita energia gere poucos resultados e, num momento difícil como vive o País, as empresas acumulem perdas. É um ciclo pouco saudável”, analisa Flora Victoria, que realizou um estudo baseado em pesquisas e levantamentos de respeitados institutos e consultorias internacionais, como Gallup, Deloitte, Hay Group e teóricos, como Martin Seligman, para trazer ao Brasil este debate e propor a importância de um novo tipo de comando, a liderança positiva. Confira os dados abaixo.

Trabalhadores

– Somente 30% dos trabalhadores acreditam que seus líderes os envolvem no desenvolvimento das metas e objetivos A
– Trabalhadores que participam deste desenvolvimento das metas e objetivos são 3,6 vezes mais engajados que os demais A
– O custo para substituir um funcionário pode variar entre 50% a 150% do salário que ele recebia B
– Empresas com funcionários mais engajados crescem até 2,5 vezes mais que as demais B
– Empresas com colaboradores mais engajados são 22% mais lucrativas e 21% mais produtivas C

Empregadores/ Líderes

– 90% dos líderes de empresas e de RH acreditam que entender e construir as “empresas do futuro” é um problema importante (para 60% deles, muito importante) D
– 83% dos pesquisados acreditam que experiências de aprendizado e desenvolvimento para que os funcionários adquiram habilidades facilmente são importantes D
– 81% dos pesquisados acreditam que encontrar talentos que se encaixem em cargos e atribuições que mudam constantemente é importante/ muito importante. Eles acreditam numa espécie de revolução do recrutamento que se utiliza de redes sociais, ferramentas analíticas e cognitivas para selecionar profissionais de forma completamente diferente D
– 79% dos pesquisados acreditam que a experiência oferecida aos empregados é importante/ muito importante. Isso inclui analisar as necessidades do seu quadro, a configuração do ambiente de trabalho, bem-estar, análise de horas, sistemas de avaliação de performance D

De acordo com todas as pesquisas realizadas no exterior e nacionalmente, mudanças positivas na gestão geram impactos muito significativos. É o caso da loja eletrônica Atacado Games, com sede em São Paulo, que passou por um processo de desenvolvimento de Gestão e Liderança, além de um treinamento da equipe de vendas na SBCoaching. O resultado foi o aumento de 27,3% de faturamento, aumento de 10% da margem de lucro e rentabilidade sobre o capital investido e redução da jornada diária de trabalho do CEO em 22%.

Outro exemplo de resultados efetivos após capacitação de líderes pela empresa, é o Studio W, conhecida rede de cabeleireiros, que cresceu 21% em faturamento e ganhou uma estratégia de marketing com mais foco.

Líder positivo, o líder do futuro

O líder positivo exerce a liderança com base em três pilares: no desvio positivo (o que excede a performance comum); nas ações virtuosas (uso das forças de caráter e virtudes que geram mais resultados e satisfação); e no viés afirmativo (foco no que funciona, no que dá certo, nas forças e qualidades).

“É uma forma de liderança alinhada ao mundo que vivemos. É uma liderança que visa performance, mas considera as múltiplas dimensões biológicas, pessoais, relacionais, institucionais, culturais, globais, assim como a psicologia positiva. O líder positivo conduz a empresa e/ou seu ambiente de trabalho a um florescimento humano, que por sua vez gera resultados além dos esperados”, explica Flora Victoria, maior especialista do País em Psicologia Positiva Aplicada.

O líder positivo é capaz de entender que o trabalhador atual não é mais seduzido apenas por um plano de carreira, ele passou a exigir um certo tipo de “experiência laboral”, em que antigos valores como “pagamento e satisfação”, são substituídos por “minha proposta, meu desenvolvimento”.

PASSADO FUTURO A

Meu pagamento Minha proposta

Minha satisfação Meu desenvolvimento

Meu Chefe Meu treinador/ líder

Minha revisão anual Minhas conversas contínuas

Minhas fraquezas Minhas forças

Meu trabalho Minha vida

Positive Leader

Para profissionais que tenham interesse neste novo tipo de gestão, a SBCoaching está lançando um treinamento inédito e exclusivo no país para desenvolver competências de liderança positiva.

Aliando técnicas de coaching com conceitos da Psicologia Positiva, o treinamento “Positive Leader” acontece nos dias 5 e 6 de outubro, em São Paulo, na sede da SBCoaching (Rua das Olimpíadas, 255 – Vila Olímpia). Serão 16 horas de treinamento presencial e experiência prática com Vilella da Mata, primeiro Master Coach do Brasil e Flora Victoria, única Master Coach com Mestrado em Psicologia Positiva Aplicada. A dupla concederá o treinamento somente para a turma inaugural. Posteriormente o treinamento será conduzido por trainers com sólida formação acadêmica, formação em coaching e ampla experiência em desenvolvimento humano. Inscrições e informações em: www.sbcoaching.com.br/positive-leader

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Cinco iniciativas para fomentar a colaboração global nas organizações

Por Cecilia Sicardi, diretora de Recursos Humanos da Amadeus Latam

Alguma vez você teve problemas para coordenar ou entrar em acordo com um grupo de amigos ou parentes sobre assuntos secundários que poderiam ser resolvidos facilmente? Naturalmente, essas situações ocorrem com frequência quando formamos grupos de indivíduos com diferentes ideias, interesses e modos de expressar tais opiniões.

Agora imagine como ocorre esse mesmo processo em um ambiente de trabalho onde dezenas ou centenas de colaboradores originários de diferentes países, culturas, religiões e inclusive gerações devem interagir diariamente. É uma receita para o caos? Não necessariamente.

Na Amadeus, por exemplo, para gerir as complexidades presentes nos diferentes estilos de comunicação, aplicamos algumas iniciativas que promovem a formação de uma cultura de colaboração com base na tolerância, na aprendizagem e na conectividade. Uma delas é o uso da tecnologia para fomentar a comunicação interna e a troca de ideias. As ferramentas e plataformas para trocar informações, criar documentos colaborativamente, assim como vários aspectos de inovação e desenvolvimento, agilizam a comunicação com o núcleo da organização e são de grande utilidade para a geração de ideias de modo colaborativo na empresa, mesmo com equipes localizadas em diferentes países dentro da região.

Esse ponto em especial redireciona nosso olhar para a segunda iniciativa: o equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal, promovendo uma flexibilidade horária alinhada às práticas de cada mercado.

Outra iniciativa considerada vital para impulsionar uma cultura de colaboração no núcleo de uma organização é reformular o estilo de liderança. As empresas de hoje exigem uma liderança acessível que fomente uma cultura de feedback. Temos que compreender que o foco hierárquico tradicional mudou, e que os colaboradores atualmente esperam um ambiente de trabalho linear, com líderes acessíveis e dispostos a dialogar, onde todos têm algo valioso a oferecer, assim como experiências e perspectivas para compartilhar.

No entanto, essa não é uma tarefa fácil para uma empresa global que procura que colaboradores de 123 nacionalidades e 56 idiomas diferentes compartilhem comentários de modo contínuo e respeitoso.

Por isso, na Amadeus, como provedor de referência para soluções tecnológicas avançadas para a indústria de viagens, utilizamos o nosso foco inovador e aplicamos a gamificação para fomentar essa troca de ideias e conhecimento. Assim, desenvolvemos o “Amadeus Crew”, um jogo que possibilita a abordagem de uma ampla variedade de temas, incluindo o feedback positivo e a capacidade de oferecer uma crítica construtiva. Essa ferramenta possibilita que estejamos alinhados com o modo em que nossas equipes dão e recebem o feedback de que precisam.

Finalmente, vou tratar da tolerância que toda organização deve promover entre seus colaboradores. Um ambiente de trabalho colaborativo tem as suas bases em um empregador que valoriza as diferenças e fomenta a justiça, a igualdade de oportunidades, o respeito e a dignidade para com seus colaboradores. Por isso, a força de trabalho diversa e inclusiva sempre será fundamental para o sucesso de uma organização, seus parceiros e as comunidades com as quais se relaciona.

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Cientista de dados: a profissão com as melhores oportunidades de carreira

A carreira de cientista de dados foi listada pelo Fórum Econômico Mundial como uma das mais relevantes para o mercado até 2020. Para o professor da Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGV EMAp), Renato Souza, as possibilidades de atuação estão nos mais diversos setores, como finanças, educação, saúde, agricultura, geologia e indústria.

“Qualquer empresa que gere dados pode contratar um profissional para analisá-los e tomar decisões com base em informação, não na intuição. Vamos ver as aplicações disso no dia a dia de governos, sociedade, hospitais e indústrias. O Brasil está entre os grandes produtores e consumidores de informação e, de maneira geral, tem iniciativas nessa área pipocando no mundo todo”, afirma Renato Souza.

O professor da FGV EMAp diz que os avanços tecnológicos faz com que as possibilidades para a carreira cresçam constantemente. Segundo ele, os atuais equipamentos largamente utilizados possibilitam a coleta, acúmulo e análise de dados em dimensões que não existiam há uma década. “O cientista de dados tem de saber programação, ser capaz de criar modelos estatísticos, ter conhecimento e domínio apropriado de negócios. Precisa também compreender as diferentes plataformas de Big Data e como elas funcionam. Se uma determinada empresa está na fase de estabilização de dados, esse profissional vai precisar se preocupar mais com a infra de dados, databases, códigos e processamento de dados que, de alguma forma, suportem as análises que virão pela frente. Se ele está em uma fase de entregar informação para executivos, vai precisar se preocupar com a tradução dos dados para tomada de decisão”, explica.

Renato Souza afirma ainda que, geralmente, o cientista de dados é formado em estatística, matemática ou ciências da computação e possui capacidade analítica para identificar informações de valor e fazer previsões de situações com base nas ferramentas de Big Data. “Ele pode transformar tabelas de números em palavras e ser bom em comunicação para traduzir dados na linguagem dos negócios”, explica o professor, destacando a importância da base matemática para quem tem interesse em ingressar nessa profissão em ascensão. “Mas nada impede que profissionais, por exemplo, da área Humanas se transforme em um cientista de dados”, avalia o professor.

FGV – Atenta à demanda crescente, o curso de mestrado em Modelagem Matemática da FGV está capacitando seus primeiros especialistas na área, composta pela confluência de três competências: matemática, computação e habilidade de análise para mesclar as duas coisas. O curso integra à Matemática Aplicada o corpo de conhecimentos das Ciências da Computação e da Informação, com contextos de aplicações das ciências sociais, econômicas, biológicas e da saúde.

“O curso possibilita ao mestrando desenvolver a capacidade de analisar cenários e dar suporte à tomada de decisões em situações de uso intensivo de dados e informações, além de ter o objetivo de formar excelentes pesquisadores na área”, ressalta Renato Souza.

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Startup Sixdoo é selecionado pelo Grupo Nexxera para mentoria no Link Lab

O Sixdoo foi um dos selecionados do Link Lab, programa de inovação aberta da ACATE (Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia). Dentro da iniciativa, a startup jaraguaense, com foco no varejo, será mentorada pelo Grupo Nexxera, líder nacional em transações eletrônicas e tecnologia para o mercado financeiro.

Conforme o CEO da startup, Kelwin Eggert, a mentoria tem como objetivo acelerar ainda mais o desenvolvimento do negócio. Durante quatro meses, a equipe receberá auxílio do Grupo Nexxera em relação a conhecimento tecnológico e outras possibilidades de inovação na solução. “Assim, esperamos que o Sixdoo crie cada vez mais força, incorpore novas tecnologias e, consequentemente, traga mais resultado para os nossos clientes”, explica.

O Grupo Nexxera é patrocinador cofundador do Link Lab. Além da marca, o programa ainda conta com outras empresas patrocinadoras, como Ambev, Brognoli, ENGIE, Faculdade Cesusc, Flex, Marisol, Qualirede e Teltec Solutions. Sediada em Florianópolis, a ACATE reúne 11 polos tecnológicos em Santa Catarina, contando com mais de mil empresas associadas.

Para Edson Silva, presidente do Grupo Nexxera, a mentoria é um grande diferencial para os negócios. “Estamos entusiasmados por nos tornamos mentores do Sixdoo. O fomento de negócios inovadores vai ao encontro da filosofia do Grupo Nexxera, pois sabemos o quão enriquecedor este processo pode ser para as novas ideias. Através do Link Lab, tornamos este relacionamento possível.”

Recentemente, o Sixdoo também formalizou uma importante parceria com a Cliente Amigo. A empresa catarinense tem 12 anos de experiência e que atende grandes marcas como L’Oréal, Ambev, Berlanda e Nutty Bavarian.

O Sixdoo ajuda os estabelecimentos a venderem mais e melhor, recuperando clientes inativos, aumentando o fluxo dos estabelecimentos e estimulando a recompra de produtos ou serviços, através de uma plataforma de gestão de relacionamento e pós-venda. Nela, é possível fazer o disparo de mensagens de Whatsapp ou SMS corporativo, comunicando, assim, a chegada de um novo produto, uma oferta ou um simples lembrete estimulando o retorno ao estabelecimento.

O funcionamento é similar ao que ocorre com o remarketing, do Google, no e-commerce. Ou seja, a partir do registro dos clientes, o lojista consegue oferecer produtos de acordo com as preferências e interesses de cada consumidor. Marcas como Óticas Carol, SESI, Unimed, Restaura Jeans, Live e Colchões Ortobom já aderiram à ferramenta.

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Serasa Experian e Nimbi se unem para agilizar e trazer mais segurança na homologação de empresas

A Serasa Experian, líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas, anuncia parceria para certificação e homologação de empresas junto com a Nimbi, referência em tecnologia para a cadeia de suprimentos. A união entre as companhias busca fortalecer o processo de escolha de parceiros por meio de uma avaliação mais detalhada.

Em tempos de instabilidade política e econômica, a decisão correta de novas parcerias pode ser crucial para o sucesso e a conformidade de empresas de todos os portes. Um estudo da Serasa Experian, realizado em junho de 2017, entre 50 mil empresas de todos os portes (setores: primário, indústria, comércio e serviço) apurou que 8% dos fornecedores apresentavam riscos aos seus parceiros, financiadores e compradores, em razão de estarem com problemas financeiros, trabalhistas, tributários ou ambientais. O envolvimento de compradores com empresas não conformes pode ter por consequência multas milionárias em indenizações, além de provocar danos à imagem das corporações. Por esta razão é importante que as companhias busquem no mercado soluções que alavanquem negócios com mais segurança. O novo produto oferecido pela Nimbi junto a Serasa Experian, vai de encontro a isso, permitindo que o processo de homologação seja feito de maneira mais detalhada.

Atualmente, a Nimbi possui mais de 100 clientes que utilizam a solução Certifica, ferramenta responsável pela etapa de avaliação e validação de empresas. Nela, as organizações podem criar uma rede privada com especificações, formulários, categorias e fluxos de trabalho de acordo com o perfil e criticidade de seu negócio. É nesse processo que a certificação da Serasa Experian, que auxilia na seleção dos melhores parceiros de negócios será integrada a Nimbi, passando a disponibilizar relatórios e análises financeiras. Com esta parceria, as empresas buscam agregar valor à ferramenta e aos seus usuários, consolidando um fluxo inédito e completo para a escolha de parceiros.

“Cada cliente da Nimbi pode estabelecer quais documentos, obrigatoriedades e aprovações serão exigidos de seus parceiros, além de definir sua recorrência de atualização. O relatório de avaliação da Serasa estará disponível para solicitação nesse processo, tornando a avaliação e análise das informações das empresas ainda mais criteriosa”, explica Carolina Cabral, sócia-diretora da Nimbi. Dessa forma, o cliente receberá análises do balanço patrimonial, índices financeiros, classificação de risco, anotações negativas, registro de consultas, entre outros, diretamente na solução Certifica.

“O processo contínuo de redução de custos nas empresas diminui os investimentos necessários nas áreas de compras, impactando a qualidade das fontes das informações analíticas e prejudicando a seleção dos melhores fornecedores”, diz o vice-presidente de Pessoa Jurídica da Serasa Experian, Victor Loyola. “A parceria vai fortalecer o processo de escolha de fornecedores por meio de uma avaliação mais assertiva, minimizando riscos e agilizando o processo”, complementa.

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Gemalto ajuda bancos e emissores de meios de pagamento a simplificar e agilizar operações de criptografia

A Gemalto (Euronext NL0000400653 GTO), líder mundial em segurança digital, anunciou o lançamento do primeiro HSM (módulo de segurança de hardware) para pagamentos ao incluir o particionamento como uma funcionalidade avançada de segurança. Isso permite que bancos e emissores simplifiquem suas operações criptográficas utilizando um único HSM para dar suporte a dezenas de aplicativos de segurança e proteger informações e transações de pagamento sensíveis.

Atualmente, a indústria de serviços financeiros está utilizando a criptografia para proteger um crescente número de serviços digitais e novos tipos de transações, como pagamentos baseados em nuvem e peer-to-peer. Normalmente, essas empresas têm implementado um HSM individual para proteger cada um de seus aplicativos e cada transação de pagamento. Quando é necessário cumprir requerimentos de segurança rigorosos, acrescentar mais HSMs pode aumentar a complexidade da infraestrutura para operações criptográficas. A funcionalidade de particionamento oferecido pelo HSM SafeNet Luna EFT Payment da Gemalto resolve esse desafio através de um único HSM, que pode ser desmembrado em vários HSMs virtuais para oferecer a escalabilidade demandada pela indústria financeira.

Cada partição funciona como um HSM independente, o que significa que bancos e emissores podem criptografar mais dados e proteger uma maior quantidade de transações financeiras sem ter que implementar vários HSMs. Este processo oferece uma maior flexibilidade para mover chaves para dentro e para fora do ambiente de nuvem, manter o controle e a propriedade das suas chaves de criptografia e executar mais aplicativos de pagamento baseados em nuvem.

“Enquanto a nuvem oferece oportunidades infinitas para transações bancárias e pagamentos convenientes e mais rápidos, o desafio continua sendo a segurança”, disse Rob Westervelt, Analista da IDC. “É especialmente importante implementar uma sólida estratégia de segurança de dados com criptografia integral, com o aumento de transações de pagamentos através de dispositivos móveis – seja Mobile Commerce/Mobile Payment ou HCE (host-card emulation). A segurança inerente à tecnologia dos HSMs dá total confiança a esses novos tipos de transações e pagamentos.”

“A Gemalto tem um longo histórico de proporcionar e proteger transações de pagamentos, desde cartões de crédito a dispositivos móveis, e nosso HSM SafeNet possui um histórico comprovado de proteção de mais de US$ 1 trilhão em transações, globalmente, todos os dias”, disse Todd Moore, Vice-Presidente Sênior para Produtos de Criptografia na Gemalto. “Ao adicionar a funcionalidade de particionamento ao HSM SafeNet Payment, estamos permitindo que nossos clientes otimizem a sua base instalada de hardware, diminuindo tempos de processamento, mantendo o mesmo nível de segurança exigido pela indústria financeira.”

O HSM SafeNet Luna EFT Payment da Gemalto é uma solução escalável de criptografia e ajuda os bancos a:

• Manter os padrões de conformidade com PCI-DSS com menos complexidade, ao utilizar criptografia integral dos dados de pagamento, armazenados online, capturados no ponto de venda ou em trânsito para e a partir do backend da instituição financeira;

• Gerenciar grandes volumes de funções de segurança criptográfica simultaneamente para proteger o crescente número de transações online, peer-to-peer e de pagamento via dispositivos móveis;

• Assegurar o uso do HCE (Host Card Emulation) com base em pagamentos sem contato, protegendo o processo de cadastramento, fornecimento e tokenização de credenciais e operações de cartões de pagamento;

• Acessar e integrar-se com uma quantidade maior de terminais de pontos de venda através da ampla rede de parceiros da Gemalto;

• Escalar o processamento de transações para obter maiores velocidades de autorização na nuvem e em cartões de crédito, débito, carteiras eletrônicas e chip, cumprindo a FIPS 140-2 Nível 3 e a norma PCI-HSM 2.0

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