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Openet participa do Futurecom com a Abranet e fala sobre ‘monetização rápida’

A Openet, companhia irlandesa fornecedora de soluções BSS – Business Support System – anuncia que irá participar do Futurecom, que acontece de 02 a 05 de outubro, no Transamérica Expo São Paulo, em parceria com a Abranet – Associação Brasileira de Internet. O executivo Ricardo Szwarc, gerente de Vendas Técnicas da Openet, ministrará palestra sobre Monetização Rápida, uma plataforma de cobrança de alta performance que permite maximizar as receitas das operadoras e provê grande capacidade de engajamento de clientes, suportando a Transformação Digital de forma imediata e completa.

A plataforma de Monetização Rápida permite fazer, por exemplo, notificação de ofertas aos clientes por meio de vários canais, tais como: Push Notifications (Web, Microsoft, Apple, Google) e os tradicionais SMS, redirecionamento de URL e e-mail. Ainda, em relação ao Marketing, a operadora consegue criar ofertas interessantes a seus assinantes pois são contextualizadas e personalizadas além de disponibilizá-las em tempo real. Promove comunicação relevante e personalizada bem como recomendações de compra a gerir de forma simples e automatizada campanhas promocionais.

No Futurecom, a companhia também irá mostrar seu portfolio com soluções em software para Dados Patrocinados (Sponsored data), Charging, ANDSF (solução de WiFi Offload), PCRF (Policy and Charging Rules Function, do inglês, gestão de Regras de Política e Cobrança) e RTOM (plataforma de engajamento com os clientes em tempo real).

Agendada para o primeiro dia do evento (02/10), às 18h00, no Auditório México, a palestra sobre Monetização Rápida é voltada às operadoras e às empresas em geral de Telecomunicação e Internet. O executivo da Openet abordará em detalhes como uma plataforma de Monetização Rápida é capaz de permitir um envolvimento mais direto com o assinante, maior eficiência no relacionamento com o cliente, geração de produtividade além da geração de novas oportunidades de receita e aumento da satisfação do cliente e seu maior engajamento.

A plataforma da Openet é baseada em software para o suporte das atividades de negócio do cliente, tais como: PCRF, cobrança em tempo real, gerenciamento de relacionamento com o cliente, automação de atendimento ao consumidor etc. Seu portfólio combina controle de políticas e cobrança com interação de dispositivos móveis; permite modelos de cobrança inovadores, controlar custos operacionais e personalizar serviços. Os maiores provedores de serviços de Telecomunicações e Internet no mundo usam a plataforma da Openet.

Futurecom
02 a 05 de outubro de 2017
Estande: Abranet
Palestra sobre Monetização Rápida: 02/10, às 18h – Auditório México

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FGV usa Inteligência Artificial para criar sistema inédito de garimpo de texto

O Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) e a Escola de Matemática Aplicada (EMAp) da Fundação Getulio Vargas, em parceria com a Columbia University, criaram a ferramenta History Lab. A partir do uso da Inteligência Artificial, pesquisadores têm à sua disposição novas ferramentas de pesquisa e uma compilação de informações ligadas às relações internacionais e a diferentes Estados, como Brasil, Reino Unido e Estados Unidos, numa quantidade de dados sem precedentes.

“Os arquivos virtuais estão cada vez mais fragmentados, com dezenas de coleções espalhadas pela web, cada uma com diferentes metadados e recursos de pesquisa. Agrupamos coleções múltiplas e as unimos em um único banco de dados, o maior conjunto de documentos não classificados processados e disponíveis para qualquer pessoa fora do governo”, disse o professor e pesquisador da EMAp, Renato Rocha Souza.

Alexandre Moreli, professor do CPDOC, relata que o robô criado no projeto History Lab lê arquivos nascidos digitalmente ou que foram digitalizados e faz uma análise probabilística e estatística dos mesmos, sem que haja limitações quanto à quantidade deles. Segundo Moreli, a partir desse processo, o sistema identifica as palavras relacionadas entre si no universo de documentos e cria grupos temáticos coesos, o que um ser humano poderia levar meses, anos ou mesmo décadas para realizar.

“Através das linhas de programação e dos algoritmos desenvolvidos pelo grupo de pesquisadores da FGV, onde se encontram cientistas da informação e historiadores, a ferramenta foi dotada de inteligência artificial para identificar e agrupar documentos correlacionados. A frente brasileira da pesquisa lançou seus trabalhos em maio de 2016 utilizando mais de 10 mil documentos da coleção histórica mantida pelo CPDOC. Entre eles, documentos do ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antônio Azeredo da Silveira”. A ferramenta teve resultados tão surpreendentes que foi objeto de interesse do Departamento de Estado dos Estados Unidos (DoS) e de seus Serviços de Inteligência.

Renato Rocha Souza conta que, dentre as coleções processadas pelo History Lab encontra-se a primeira nascida digitalmente no DoS na década de 1970, com cerca de um milhão de documentos. Ele diz que boa parte dessas informações é sensível ou secreta e, portanto, tem sua disponibilização pública regulada pelas leis de acesso à informação do país. O problema, completa Renato, é que a determinação do momento da abertura pública de cada documento depende de seu grau de sigilo e de sensibilidade, em um processo a ser controlado minunciosamente e que, por ter sido feito manualmente até hoje, revela-se muito demorado e dispendioso. Um dos objetivos do History Lab é, também, facilitar esse trabalho através do exame automático do conteúdo de cada informação arquivada e da identificação de seu grau de sigilo, determinando se deve ou não ser divulgada ao público.

“Além dessa preocupação com documentos históricos, eles ficaram interessados em nossa tecnologia por causa dos recentes vazamentos de dados para o governo russo e para o WikiLeaks. Somente em 2015, o DoS gastou US$ 16 bilhões para proteger informações. Um exemplo é um documento sobre a sensibilidade do governo japonês em relação às inspeções dos EUA sobre suas instalações nucleares. Esse documento não estava classificado, mas deveria ter sido originalmente definido como confidencial”, relata Renato Rocha Souza.

Futuro – O professor do CPDOC Alexandre Moreli diz que, em breve, o History Lab vai expandir as coleções processadas agregando documentos de outros países, além de disponibilizar outras ferramentas aos pesquisadores. “A equipe da FGV continuará a aperfeiçoar os recursos existentes, perseguindo inovações como o reconhecimento automático de pessoas em fotografias históricas ou a sincronização áudio-texto de entrevistas de História Oral. Trata-se de uma expertise que poderá ser aproveitada tanto por instituições mantenedoras de arquivos e pela administração pública, como por empresas ou outros interessados que pretendam gerir e explorar conjuntos de informação em escalas cada vez maiores”, observa.

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Comércio eletrônico espera faturar R$ 2,1 bi no Dia das Crianças, estima ABComm

O comércio eletrônico brasileiro deve movimentar R$ 2,1 bilhões no Dia das Crianças. É o que projeta a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com a entidade, esse montante representa um crescimento de 5% em relação ao mesmo período de 2016.

No total, a expectativa é que as lojas virtuais brasileiras recebam oito milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 269. As categorias mais buscadas devem ser “Brinquedos”, “Eletrônicos”, “Moda e Acessórios”, “Informática” e “Esporte e Lazer”. A estimativa leva em conta as compras realizadas entre os dias 25 de setembro e 11 de outubro.

“O e-commerce brasileiro registra um ritmo muito bom de crescimento, o que deve se refletir nesta data. Os lojistas prepararam promoções e condições especiais a fim de serem mais atrativos para seus consumidores neste momento econômico”, comenta Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

O crescimento de 5% nas vendas nesse período é menor do que a média do ano, de 12%. Segundo Salvador, o motivo é que o tíquete médio dessa data é mais baixo, uma vez que categorias de valor mais elevado, como Eletrodomésticos, Móveis e Acessórios Automotivos, não tem representatividade nesse período.

Além disso, a crescente participação dos marketplaces e dos smartphones nas vendas online, tem contribuído para redução do tíquete médio. Por outro lado, a frequência de compra tem aumentado.

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Como o processo de inovação da sua empresa deveria ser?

 

Empresas e agências governamentais geralmente cometem o erro de olhar para a inovação como um “ajuntado” de atividades sem disciplina ou sem regulamentação.

Na realidade, para que a inovação venha a contribuir com uma empresa ou com uma agência governamental, ela deve ser pensada como um processo, desde o começo de seu desenvolvimento.

Quando empresas não possuem um pipeline formal de inovação, aprovações de projetos tendem a ser embasadas em quem tem a melhor demo ou slides, ou nos lobbies mais fortes.

Não há, para quem propôs a ideia, o fardo de conversar com possíveis clientes, criar um mínimo produto viável, testar hipóteses e compreender as barreiras do desenvolvimento.

Nesses casos, conta-se somente com pessoas bem-intencionadas e inteligentes, sentando num comitê para decidir que ideias valem serem colocadas em prática.

Ao invés disso, empresas precisam é de um pipeline auto regulável, embasado em evidências.

Ao invés de um comitê de ideias, elas precisam de um processo que opera com velocidade e urgência, e que ajuda pessoas inovadoras e outros stakeholders a levantar e priorizar problemas, ideias e tecnologias.

Esse processo de priorização tem que começar antes mesmo de uma nova ideia chegar até a engenharia.

Dessa maneira, as inovações que chegam até a engenharia já irão possuir evidências substanciais, e irão evitar desperdício de trabalho e de investimento.

Validar necessidades de consumidores, processos, segurança legal, problemas de integração, etc.

excelente processo de inovação dentro de uma companhia deveria ser assim:

Inovação: durante um período, um grupo gera uma lista de problemas, ideias e tecnologias que podem valer a pena investir.

Curadoria: durante alguns dias ou mesmo semanas, os inovadores saem de seus próprios escritórios e conversam com colegas e clientes.

O objetivo é encontrar outros lugares na empresa onde um determinado problema poderia existir de uma forma ligeiramente diferente.

Identificar projetos internos relacionados já existentes e encontrar soluções comercialmente disponíveis para problemas.

Também procurar identificar questões legais, problemas de segurança e problemas de suporte.

Esse processo auxilia a identificação de quem seriam os possíveis clientes de uma solução a ser desenvolvida, a equipe a ser envolvida no desenvolvimento, e até mesmo como um mínimo produto viável deve ser.

Essa fase inclui a criação do mínimo produto viável inicial.

Algumas ideias “morrem” quando o time reconhece que ela pode ser inviável financeira, legal ou tecnicamente, ou ao descobrir que alguém já fez um produto similar.

Priorização: uma vez que uma lista de ideias de inovação foi refinada pela curadoria, é necessário priorizar essas ideias.

Um dos modelos mais rápidos para isso é o Modelo de Três Horizontes, de McKinsey.

Uma vez que os projetos estejam priorizados, a equipe deve então pegar o primeiro da lista e se perguntar: “esse projeto vale ser executado pelos próximos meses, com esforço integral de nosso tempo?”.

Essa priorização não é feita por um comitê, e sim pela própria equipe de inovação.

Exploração da solução e teste de hipóteses: as ideias que passarem pelo filtro da priorização entram em uma fase de incubação.

Esse processo entrega evidências para decisões baseadas em dados, facilmente defensáveis. Para cada ideia, o time de inovação cria um canvas de modelo de negócio.

Tudo nesse canvas não passa de hipótese, e a ideia é validar tudo.

Incubação: Uma vez que os testes de hipóteses forem concluídos, muitos projetos ainda irão precisar de um período de incubação enquanto os times concluem o recolhimento de informações acerca da aplicação.

Concluem a criação do MPV, e se acostumam a trabalhar juntos (em casos de equipes recém-formadas).

A incubação requer uma atenção dedicada das lideranças da empresa, para que se garanta que o projeto não morra por falta de acesso a recursos ou se torne “órfão” (sem alguém para o guiar).

Integração e inovação

Nesse ponto, se a inovação for Horizonte 1 ou 2 (segundo o Modelo de Três Horizontes, de McKinsey), é hora de integrar ele na organização já existente de sua empresa (inovações Horizonte 3 geralmente são criadas para serem independentes).

Tentar integrar projetos de inovação novos, sem orçamento e planejamento prévio é caótico e frustrante, com certeza gerará atrito.

Uma realidade de mercado atual é de que as empresas estão enfrentando a grande ameaça da disrupção.

Algumas inclusive começaram a perceber que sua vantagem tecnológica é diminuída ano após ano, e ficar parado logo vai se transformar em ficar para trás.

Que tal fazer uma pausa e pensar em como o seu processo de inovação se parece, e como pode ser melhorado?

 

Por Siro Canabarro, CMO da Gumga

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Como se proteger dos perigos Internet das Coisas

É provável que no futuro a internet das coisas seja uma realidade em praticamente todos os setores da economia, comerciais e industriais, notadamente nas áreas de saúde, agricultura, segurança pública, manufatura e transporte.

Enquanto isso não acontece, sua maior aplicação é em ambientes residenciais, onde está sujeita a uma série de vulnerabilidades, muitas vezes desconhecidos pelos moradores. Previna-se conhecendo os principais perigos de ter uma casa integrada, de acordo com Jose Antonio de Souza Junior, Gerente de Operações da UL do Brasil, empresa especializada em certificações e segurança.

1. Todo e qualquer dispositivo provido de tecnologia wireless (sem fio), também chamado de inteligente, está apto a se conectar à rede e, portanto, sujeito aos riscos de um ataque cibernético. Os eletrodomésticos inteligentes mais vulneráveis são: televisores, refrigeradores, sistemas de controle iluminação, aquecedores e condicionadores de ar e sistemas de entretenimento entre outros.

2. Uma das sacadas mais inteligentes do IoT é o controle da casa a partir do carro, o que evita alguns desastres como o bolo queimar ou a sala ficar encharcada em função de uma tempestade. Porém, esta conectividade é uma porta aberta a uma série de vulnerabilidades que permitem o acesso à residência e o “roubo” de informações pessoais e confidenciais. Não é preciso que o mal intencionado conheça códigos ultraconfidenciais para explorar sua casa, um hacker com pouca experiência pode ter acesso a todos os seus dados, por isso, cuidado.

3. Além de interferência em informações sigilosas, um ataque cibernético pode deixar a casa vulnerável a uma pane geral.

4. Atenção aos sequestros. Eles estão se tornando cada vez mais comuns por meio da tecnologia usada para o mal. O sequestro virtual, também conhecido como ransomware, é caracterizado pelo bloqueio do computador da vítima, com a solicitação de resgate em dinheiro em troca da senha que irá destravar a máquina. Além de computadores, o golpe também afeta dispositivos móveis.

5. Ninguém mais usa lan houses, mas a internet pública, o famoso wifi livre, é outro item que inspira cuidados, pois pode ser um ponto sensível ao acesso mal-intencionado. Caso não se queira evitar o uso de maneira generalizada, é importante seguir alguns protocolos, listados ao final do texto.

6. É um erro acreditar que comandos de voz são à prova de ataques virtuais, pelo contrário, talvez sejam os meios mais suscetíveis ao risco de acesso indevido à rede, já que podem ser reproduzidos, por exemplo, por computador. Os sistemas por biometria e senhas são mais seguros, porém também requerem cuidados.

7. Importante saber: muitos dos dispositivos de IoT possuem um servidor web interno que hospeda um aplicativo para gerenciar o dispositivo. Como qualquer servidor ou aplicativo web, pode haver falhas no código que permitem que o dispositivo seja atacado. Como esses dispositivos estão conectados, os pontos fracos podem ser explorados remotamente.

8. Outro ponto de atenção é a necessidade de manutenção constante. Os dispositivos IoT podem ter serviços para diagnósticos e testes, que devem ser usados. Se estiverem em portos abertos, inseguros ou vulneráveis, eles se tornam potenciais buracos de segurança, mais propensos a ter um código explorável.

9. Algo que vale a pena validar com um especialista é se a criptografia de transporte está sendo feita porque se o dispositivo estiver enviando informações privadas sobre um protocolo inseguro, qualquer um pode ler. Nem sempre é óbvio quais informações um dispositivo IoT pode estar compartilhando, por isso é bom procurar ajuda.

10. E não custa dizer o óbvio: não revele sua senha em nenhuma hipótese porque sua privacidade pode estar em risco. O uso de senha de acesso é sempre essencial.

Principais cuidados para utilizar a internet das coisas:

– Manter os sistemas operacionais e drivers atualizados.

– Proteger contra atividades mal intencionadas atualizando antivírus e antimalwares.

– Manter dados em nuvem.

– Atualizar o Firewall.

– Auditar e analisar os incidentes de segurança quando reportados.

– Proteger fisicamente a estrutura contra acessos mal-intencionados, por exemplo, pela porta USB.

– Utilizar sempre senhas complexas, sem nenhuma correlação com dados pessoais como datas e números de documentos, e as troque regularmente.

– Pesquise antes de comprar equipamentos de conexão para sua casa ou mesmo eletrodomésticos ‘inteligentes’ (conectados à rede) e dê preferencia a marcas que são reconhecidas por seu cuidado com a segurança da informação (por exemplo, lançam frequentes atualizações de segurança).

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Geração Y gosta mais de comprar no e-commerce que geração Z, revela pesquisa

A preferência das pessoas por comprar pela internet já é uma realidade entre todas as gerações. Até mesmo entre os babyboomers, geração nascida logo após a Segunda Guerra Mundial, a inclinação pela compra online atinge 84% das pessoas. No entanto, ao contrário do que se poderia pensar, não são os jovens de 20 anos ou menos os campeões na escolha pelo e-commerce.

A porcentagem de consumidores nascidos depois de 1995, a chamada geração Z, que se declararam estar mais propensos a usar o e-commerce para comprar produtos ou contratar serviços ainda é esmagadora (87%), contra 13% que preferem comprar em lojas físicas. Mas os millennials, da geração Y, gostam mais ainda da modalidade: 95% das pessoas que têm entre 27 e 37 anos priorizam a compra pela web em detrimento das lojas físicas. Esta geração ainda se destaca na compra via mobile (40%, enquanto a média foi de 29%) e na busca pelo menor preço. Para 84% das pessoas nesta faixa etária, o custo é o fator que mais influencia na compra.

Os números são de uma pesquisa da Rakuten Digital Commerce com 472 consumidores das 4 gerações. Entre os consumidores da geração X, nascidos entre 1960 e 1979, o índice de preferência por comprar online é igual ao dos millennials mais jovens, a chamada geração Z: 87%. A geração X se destaca também como a que mais planeja antes de fazer comprar (91%), 4 pontos percentuais a mais que a média geral.

A disputa entre as gerações Y e Z continua em outros quesitos. Se por um lado a geração Z é a que mais usa apenas apps para finalizar a compra (75%, enquanto a média foi de 65%), a geração Y é a campeã nas compras de produtos de saúde e beleza, entretenimento e casa & decoração. Por outro lado, os millennials da geração Y também ostentam um recorde não tão positivo: a compra por impulso, declarada por 32% das pessoas que responderam a pesquisa.

E não pense que os mais velhos ficaram de fora. São eles os que mais compram produtos ou serviços relacionados à viagem e turismo pela internet. Já quando o assunto é segurança, também são os que mais se preocupam; apenas 4% disseram não analisar atentamente todos os aspectos de segurança da loja virtual antes de fazer a compra.

Os hábitos de consumo dos brasileiros no e-commerce e as melhores práticas para vender online serão debatidos durante a Rakuten EXPO 2017, um dos maiores eventos do calendário nacional de e-commerce e que acontece no próximo dia 5 de outubro, a partir das 9h, no World Trade Center Golden Hall, em São Paulo. A feira é promovida pela Rakuten Digital Commerce, empresa de soluções para e-commerce vinculada ao maior ecossistema de internet no mundo. Em sua 6ª edição, a Rakuten EXPO espera reunir cerca de 3 mil participantes. Os ingressos podem ser adquiridos no site do evento (expo.rakuten.com.br).

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Bradesco participa do Seedstars Belo Horizonte

Além de atuar como jurado para selecionar as startups, o banco apresentará seu programa inovaBra startups aos participantes do evento

O Bradesco está patrocinando a edição brasileira do Seedstars World, competição que percorre mais de 65 países identificando e premiando as melhores startups em fase de crescimento.

Na etapa de Belo Horizonte, que acontece no dia 05 de outubro, o Bradesco fará parte do painel de jurados, ajudando a eleger a startup vencedora, que segue para a final regional, no dia 17 de outubro em São Paulo.

O Bradesco também apresentará aos participantes as iniciativas do inovaBra startups, programa de inovação aberta que dá a oportunidade para as startups trabalharem com clientes reais, testarem soluções na prática e crescerem com escala.

As inscrições para a 4ª edição do inovaBra poderão ser realizadas a partir de outubro no site www.inovabra.com.br/startups.

Seedstars World – Belo Horizonte
Onde: CentoeQuatro
Praça Rui Barbosa, 104 – Centro, Belo Horizonte
Quando: 05 de outubro de 2017
Horário: 17:00 – 21:00
Inscrições para o evento:
https://www.seedstarsworld.com/event/Belo_Horizonte

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FEBRABAN: combate sem trégua às fraudes eletrônicas

Entre as novas tecnologias na mira do setor bancário para os próximos anos, a biometria tem posição de destaque. Considerada uma medida eficaz para combater fraudes na indústria de pagamentos e reduzir perdas financeiras para clientes e bancos, a biometria respondeu por cerca de 8% dos investimentos dos bancos em novas tecnologias no ano passado, segundo Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2017, com dados colhidos de 13 das principais instituições financeiras do País. No total, as despesas dos bancos em segurança de tecnologia da informação alcançam, anualmente, os R$ 2 bilhões.

Aumentar a eficiência dos sistemas de autenticação nas transações é uma necessidade global: a cada US$ 100 transacionados no mundo, US$ 0,06 são perdidos com fraudes, segundo dados da Visa. A autenticação por impressão digital, por exemplo, já consegue barrar entre 70% e 80% das tentativas de fraude possíveis no setor financeiro. “Nos bancos de varejo, de uma forma geral, diria que estamos mais próximos dos 80%”, diz Adriano Volpini, diretor da Comissão de Prevenção a Fraudes da FEBRABAN.

O executivo compara a evolução da biometria ao avanço na tecnologia de um método de segurança bem mais simples: a chave. “Você tem diferentes tipos chaves (biometria), desde aquela antiga, de uma caixinha de música, até uma chave tetra, que hoje seria a biometria por fingerprint”, diz ele. “Diria que o reconhecimento facial é uma chave que está além da tetra, é ainda mais segura; mas ainda estamos em busca (de aperfeiçoamento, no setor financeiro)”, explica Volpini.

A próxima edição da revista Ciab FEBRABAN, a ser publicada na primeira quinzena de outubro, detalha os avanços em estudo pelo setor financeiro no campo da biometria, especialmente a de reconhecimento facial, com produtos capazes até de registrar clientes a partir de informações como a rede de vasos sanguíneos do globo ocular. Áreas como o microcrédito são os maiores beneficiários potenciais dessas novas tecnologias, que, como mostra a revista, levantam, entre seus desafios, a proteção à privacidade.

Parcerias

Além do uso crescente das inovações tecnológicas, o combate às fraudes bancárias eletrônicas ganhou reforço com a renovação, em setembro, do acordo de cooperação técnica entre a FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) e a Polícia Federal. O acordo vai permitir intercâmbio mais ágil de informações, troca de know-how em tecnologia e o trabalho integrado de equipes das instituições.

“A Polícia Federal poderá contar periodicamente com o envio de analistas das instituições financeiras a Brasília para fortalecer o trabalho de inteligência na repressão a esse tipo de crime”, explica Leandro Vilain, diretor de Negócios e Operações da FEBRABAN.

O executivo ressalta que a iniciativa faz parte de um conjunto de ações dos bancos em parceria com governos, polícias e com o Poder Judiciário no combate a crimes no segmento financeiro. O objetivo do compromisso com a PF é mapear de forma mais rápida a ação de fraudadores que agem de forma individual ou coletiva, e fechar o cerco aos crimes na internet.

“No passado, não tínhamos tanta tecnologia, não tínhamos tanta parceria”, disse o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, na ocasião da assinatura do o acordo. Ele ressaltou a importância da cooperação dos bancos com os investigadores e propôs à FEBRABAN discussões para uma futura parceria público-privada voltada ao combate de crimes cibernéticos.

O acordo assinado permite compartilhamento de informações e de tecnologias no combate aos crimes eletrônicos, visando a segurança das instituições financeiras e da sociedade beneficiada pelo setor bancário. As informações estruturadas entregues às autoridades policiais permitirão identificar o modus operandi dos criminosos e apontar caminhos para as investigações. O termo prevê, ainda, o desenvolvimento de estudos técnicos e profissionais, bem como a elaboração e produção de documentos de segurança para uso nas atividades de inteligência.

O convênio regulamenta os procedimentos dos bancos para comunicar, à Polícia Federal, suspeitas ou confirmação de práticas de ilícitos penais. Também trata do compartilhamento de informações sobre movimentação de recursos financeiros relacionados a crimes contra instituições financeiras.

Na assinatura do primeiro acordo, firmado em 2009, cerca de 15 bancos, que representam mais de 90% do mercado bancário, aderiam à iniciativa. Com a renovação do acordo, deve aumentar o número de instituições financeiras fornecedoras de informações importantes para a repressão ao crime organizado.

Fonte: FEBRABAN

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TIKAL TECH discute o impacto dos robôs no dia a dia jurídico na LawTech Conference

A TIKAL TECH, empresa especializada em tecnologia para o setor jurídico, participará da LawTech Conference, marcada para o dia 10 de outubro no Expo Center Norte, com a discussão sobre o impacto dos robôs no dia a dia jurídico. A ideia é compartilhar insights do que pode mudar na rotina dos profissionais da área, apresentando como case o ELI – primeiro robô assistente dos advogados do Brasil.

Assim como em diversos outros setores, a tecnologia tem oferecido cada vez mais recursos e possibilidades, mas apesar de desenhar um cenário inevitável, ainda enfrenta alguns obstáculos, principalmente culturais. Por isso a TIKAL levará para a LawTech Conference o case do robô pensado para ser o alter ego do advogado.

ELI é a sigla em inglês para Enhanced Legal Intelligence ou Inteligência Legal Melhorada, na tradução livre. Um nome que representa tanto o perfil da TIKAL, que une o amplo background jurídico e de tecnologia de seus fundadores a favor da evolução da área, quanto a missão do próprio robô, criado para dar maior produtividade e escala aos advogados.

Operacionalmente, o ELI (www.elibot.com.br) pode ajudar com a coleta de dados, geração e organização de documentos, execução de cálculos, formatação de petições, acompanhamento e interpretação dos processos judiciais, auxiliando a escolha de modelos aplicáveis aos casos e uma série de outras ações repetitivas.

Na apresentação, o ELI e a tecnologia surgem como ferramentas aliadas para maior alcance e assertividade, reduzindo tempo e a margem de erros, liberando o advogado para dedicação ao trabalho intelectual e ao atendimento personalizado de seus clientes.

Lawtech Conference
Data: 10 de outubro de 2017
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
Horário: 9h00 às 18h00

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Alboom e Clicster se unem para criar maior plataforma de soluções para fotógrafos e artistas visuais da América Latina

A Alboom – plataforma multiaplicação para fotógrafos, artistas visuais e profissionais liberais – anuncia a fusão com a Clicster – pioneira em soluções baseadas na nuvem e voltadas para a gestão completa do negócio no mesmo segmento. Juntas as duas empresas se tornam uma “super plataforma” que integra diversos serviços para ajudar o profissional a crescer. De acordo com seus executivos, as empresas continuarão a operar independentemente e focam os esforços na integração de seus produtos e na expansão internacional.

“A Clicster é conhecida por sua suíte completa de gestão, que é muito madura e escalável. Além da tecnologia, ela traz um time muito experiente e visionário. Nossa sinergia e inovação irão certamente revolucionar a maneira como nossos clientes trabalham”, explica Marcelo Moscato, CEO da Alboom.

Anderson Miranda, fundador e CEO da Clicster, completa: “O potencial do mercado é gigantesco. O número de empreendedores criativos cresce no mundo inteiro e tudo que estes profissionais precisam é uma tecnologia que permita expandir o negócio e administrá-lo de forma prática, rápida e intuitiva. Estamos muito orgulhosos e motivados com essa união”.

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Liga Ventures abre inscrições para programa de aceleração em parceria com a TiviT

A Liga Ventures – aceleradora focada em gerar negócios entre startups e grandes corporações – abre inscrições para um novo programa de aceleração voltado para as startups de tecnologias emergentes: o Liga Emerging Technologies, que abordará temas como Internet das Coisas, Big Data e Analytics, BlockChain, Realidade Aumentada e Realidade Virtual, Robótica Avançada, Energia e Inteligência Artificial. O programa está com inscrições até o dia 07 de novembro e conta com a TiviT – líder em serviços de tecnologias integrada na América Latina – como principal parceira corporativa.

As startups escolhidas serão aceleradas por 4 meses e receberão mentoria da Liga Ventures, além de networking e contato com profissionais de grandes corporações parceiras com o objetivo de explorar novas sinergias e buscar oportunidades de negócios.

De acordo com Rogério Tamassia, CEO da Liga Ventures, um dos grandes objetivos do programa é ajudar a criar um ecossistema que foque em compreender e antecipar a revolução que as tecnologias Emergentes estão trazendo para diversos setores. “Para as startups, o programa ajuda a dar visibilidade, alavancar o negócio, expandir o networking e facilitar parcerias com grandes empresas. Já as empresas podem usufruir da agilidade e dinamismo das startups para dar uso prático a todas essas novas tecnologias e modelos de negócio que estão surgindo”, explica.

As inscrições podem ser feitas pelo site liga.ventures/emerging-tech. As startups serão avaliadas durante o último trimestre deste ano e o programa terá início em janeiro de 2018.

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ABStartups abre indicações para o Startup Awards 2017

A ABStartups, entidade que representa as startups brasileiras, abrirá no dia 28 de setembro de 2017 às 10:00h as inscrições para as indicações da 4° edição do Startup Awards, o Oscar das startups brasileiras. A premiação da associação tem como objetivo reconhecer os profissionais e empresas mais influentes do ecossistema brasileiro de startups.

As categorias premiadas neste ano serão: Investidor Anjo, Profissional de Imprensa, Universidade, Coworking, Aceleradora, Impacto, Mentor, Corporate, Herói/Heroína do Ano, Startup do Ano e Comunidade. Os interessados podem indicar até o dia 08 de outubro os nomes para competir nas categorias.

Os três nomes mais votados em cada área irão para júri final da academia, que será composto por todos os vencedores das últimas três edições do Startup Awards. O resultado da premiação será anunciado no dia 27 de outubro durante o CASE, Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo no Centro de Eventos PRO MAGNO. Neste ano a premiação conta com o patrocínio da Amazon Web Services.

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