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Mastercard e Facebook promovem capacitação de empreendedores com caminhão itinerante

A Mastercard e o Facebook, com apoio da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) realizam, entre os dias 20 e 30 de setembro de 2017, uma ação como um caminhão itinerante, o Centro de Inovação Mastercard, para oferecer orientações aos comerciantes locais sobre ferramentas estratégicas que ajudam a profissionalizar e impulsionar os negócios das pequenas e médias empresas. As primeiras datas da agenda serão em São Paulo e o evento acontece na Vila Mariana, Vila Madalena e Itaim Bibi.

Durante os dez dias, os empreendedores terão à disposição conteúdo Mastercard orientado ao aumento da aceitação de pagamentos eletrônicos, importância da adoção de cartões empresariais para o controle de despesas; bem como a utilização do Facebook para elaboração e gerenciamento de anúncios, uso do Instagram e Facebook Messenger para interação com os respectivos públicos, além de como impulsionar as vendas físicas e online por meio da rede social e gerar conteúdo relevante para a empresa.

Hoje, os pequenos e médios empreendedores compõem nada menos que 27% do PIB brasileiro e 52% dos empregos com carteira assinada em todo o país, de acordo com o Sebrae. A parceria com o Facebook acontece porque a plataforma é a ponte para esses negócios se inserirem em uma economia mobile e buscarem prosperar. A plataforma é fácil de usar e ajuda pequenas empresas a se tornarem grandes e negócios locais a se tornarem globais. Só no Brasil, 83% das pessoas estão conectadas com pelo menos um pequeno ou médio negócio na plataforma. Em todo o mundo, mais de 96 milhões de pessoas estão conectadas com alguma PME do Brasil.

Ainda, de acordo com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMI) têm cumprido importante papel no mercado de trabalho, tendo gerado um saldo de 1844 vagas em julho de 2017.

Cada seção de treinamento dentro do caminhão terá duração de 1h30 e receberá uma turma de até 10 pessoas. A Mastercard e o Facebook têm capacidade de receber até cinco turmas por dia. Ao fim de cada seção, cada participante receberá um certificado. As seções são realizadas diariamente às 9:00, 11:00, 14:00, 16:00, 18:00. Para participar, basta inscrever-se no link https://www.eiseverywhere.com/ereg/newreg.php?eventid=281729

Agenda do Centro de Inovação Mastercard

20 a 22/09 – Vila Mariana: Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 83 – próximo ao Metrô Ana Rosa;

23 a 27/09 – Vila Madalena:Rua Harmonia, altura do número 126;

28 a 30/09 – Itaim Bibi: Rua Joaquim Floriano, 254 – estacionamento do New Dog.

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Brasil perde 20 posições no ranking dos países mais preparados para mudanças

O Brasil perdeu 20 posições, caindo do 59º para o 79º lugar, de acordo com uma pesquisa realizada pela KPMG, que avalia os países mais preparados para lidar com mudanças significativas e acontecimentos como desastres naturais e tendências demográficas, econômicas, sociais e tecnológicas. O relatório Índice de Prontidão para Mudanças (Change Readiness Index – CRI) 2017 é a versão mais recente do estudo que classificou 136 países de acordo com seguintes critérios: empreendedorismo, governo, pessoas e sociedade civil. No levantamento, a Suíça aparece em primeiro e a Somália, em último lugar.

Dos três critérios de análises, segundo o levantamento, o Brasil apresentou melhoras apenas em um, pessoas e sociedade civil. Nos outros dois, houve uma queda nos índices, sendo maior no que diz respeito à capacidade do governo.

“Os índices do Brasil já apresentavam queda em 2015 e voltaram a cair em 2017, o que se deve, principalmente, em função da situação política e econômica que o país vem enfrentando”, analisa o sócio da KPMG no Brasil, Maurício Endo.

Segundo ele, o CRI pode ser um instrumento crucial para governos, comunidade de desenvolvimento e empresas tomarem decisões mais abalizadas a respeito de possíveis reformas ou mudanças nas políticas, gerenciamento de riscos ou realização de investimentos. “Mais do que nunca, o bem-estar dos cidadãos de um país depende da capacidade de lidar com as mudanças e tirar vantagens delas. O CRI oferece uma visão reveladora sobre quais países estão mais bem posicionados para lidar com as mudanças inevitáveis e obter potenciais benefícios delas, além dos fatores que estão por trás do nível de preparo”, explica.

Global: Europa domina as dez primeiras posições

Os países europeus conquistaram sete dos dez primeiros lugares no ranking do CRI de 2017, mostrando uma grande capacidade de enfrentar os desafios colocados para aquela região. A Suíça assumiu o primeiro lugar pela primeira vez, substituindo Cingapura, que havia conquistado o primeiro lugar nos rankings de 2013 e 2015 do CRI.

O Reino Unido apareceu, pela primeira vez, entre os dez primeiros colocados, reforçando a prontidão para as mudanças em um momento particularmente crítico, em que o país prepara-se para sair da União Europeia. Os Estados Unidos também melhoraram o desempenho de maneira significativa em comparação com o ranking do CRI anterior, galgando oito posições para atingir a 12ª colocação, ao passo que em 2015 obtiveram o 20º lugar.

De acordo com o estudo, Ruanda demonstrou que países de menor renda podem melhorar de maneira significativa a prontidão para as mudanças. Ruanda subiu para a 46ª posição no ranking de 2017, o que fez dele o único país de baixa renda no grupo dos 50 primeiros, se beneficiando do desempenho da capacidade de governo.

Sobre o Índice de Prontidão para as Mudanças

O Índice de Prontidão para as Mudanças (CRI) foi feito com base na análise de dados de fontes originais e de 1.400 especialistas, além de fontes secundárias incluindo o Fórum Econômico Mundial, o Fundo Monetário Internacional do Banco Mundial e as Nações Unidas. Para acessar o estudo, clique no link: kpmg.com/changereadiness.

Os países com as melhores colocações (incluindo a classificação em relação ao ranking de 2015):

1. Suíça (+1)

2. Suécia (+7)

3. Emirados Árabes Unidos (+2)

4. Cingapura (-3)

5. Dinamarca (+3)

6. Nova Zelândia (+0)

7. Países Baixos (+4)

8. Finlândia (+2)

9. Alemanha (+3)

10. Reino Unido (+3)

11. Noruega (-7)

12. Estados Unidos (+8)

13. Hong Kong (-10)

14. Austrália (+2)

15. Irlanda (–)*

16. Áustria (+1)

17. Canadá (-3)

18. Bélgica (+0)

19. Catar (-12)

20. França (+6)

* Países que aparecem pela primeira vez no ranking do CRI de 2015

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Insurtechs: o impacto das plataformas de negócios no setor de seguros

Por Alexandre Salema

Com tantas inovações acontecendo, é preciso olhar para o futuro como uma bússola, no sentido de nos orientar ao melhor caminho para os negócios. Algumas empresas ainda têm dificuldade em abrir mão de certos valores e crenças, o que as mantêm aprisionadas ao passado. Essa inércia abre espaço para que os inovadores lancem-se à frente, provocando uma revolução no mercado.

Plataformas de negócios como Uber, AirBnb e Netflix, por exemplo, chegaram para mudar a regra do jogo. Enquanto a empresa tradicional foca em atividades que, através de uma cadeia de valor, entrega um produto ou um serviço para o cliente, o modelo de negócios baseado em tecnologia e mobilidade conecta participantes em um ecossistema que gera valor para ambos os lados.

Os exemplos clássicos desse modelo são a Uber, plataforma que conecta motoristas a pessoas que precisam de transporte privado sob demanda e a AirBnb, que conecta hóspedes a donos de imóveis disponíveis para hospedagem. Ambos impactaram fortemente seus mercados em todos os países em que atuam.

Pouco a pouco, modelos de negócios baseados em plataformas atingem outras indústrias, inclusive no segmento de seguros, onde grandes companhias ainda resistem à mudança de processos e determinam um ritmo naturalmente mais conservador. Mas as inovações de caráter disruptivo também alcançaram este setor por meio das Insurtechs, startups que unem o mercado de seguros aos benefícios da tecnologia, apresentando novos modelos de negócios para as seguradoras.

A grande questão é: as empresas líderes do mercado segurador estão observando esse movimento com a atenção devida? Estão de alguma forma preparando-se e colocando-se em posição para ditar essa mudança ou assistem de forma passiva a chegada dessas inovações?

Toda plataforma de negócio bem sucedida surge a partir de uma dor e no segmento de seguros isso não é diferente. Estamos falando sobre um segmento que atua sob regulação de mercado e que depende sempre de um intermediário para relacionar-se com o cliente, entre outras complexidades.

Para abraçar esse caminho da inovação apontado pelas Insurtechs será preciso superar grandes desafios. Na questão da regulação, hoje o Susep é responsável pelo controle e fiscalização do setor de seguros, previdência privada aberta, capitalização e resseguro e suas regras precisariam ser revistas para que as plataformas pudessem atuar. Por outro lado, as grandes companhias do segmento, certamente resistirão a qualquer mudança que possam impactá-las, assim como acontece hoje com os taxistas e o Uber e seus concorrentes.

No entanto, o fato do mercado de seguros hoje precisar da figura do intermediário para gerir muitos processos, pode impulsionar o uso da plataforma, facilitando a interface com o cliente. Uma insurtech poderia inovar e desenvolver uma plataforma para agilizar a comunicação entre seguradoras e clientes.

Também no que tange a regulação de sinistros, o modelo de insurtech é capaz de desenvolver uma plataforma para permitir a intermediação de seguradoras e reguladores de sinistro. Hoje, as reguladoras atuam em conjunto com as seguradoras, entretanto, é preciso que se restrinjam apenas à regulação. Por meio de uma plataforma de negócios, as seguradoras enviariam o sinistro para que um regulador pudesse atuar. Pode ser que as seguradoras não sintam-se confortáveis e seguras ao passar um sinistro diretamente para o regulador, já que o modelo atual exige um contrato que garante a qualidade do serviço das reguladoras. Mas, o processo de disrupção passa pela quebra de paradigmas.

No modelo das plataformas, que valoriza a pontuação do serviço prestado, acontece uma seleção natural de players. Os profissionais que prestam serviços medianos ou ruins são excluídos do processo. É assim que já funciona na Uber, AirBnb e em outras plataformas. Os benefícios também serão percebidos de forma mais acentuada na diminuição dos custos dos serviços, à medida que a plataforma cria um processo mais leve e menos dispendioso, comparado a uma grande empresa.

É fato que as mudanças acontecerão. Agora cabe às empresas optarem por definir essas transformações e serem protagonistas ou ficarem em uma posição arriscada, como meros observadores.

Alexandre Salema é Gerente Executivo da Provider IT, uma das consultorias e provedoras de serviços de TI que mais cresce e inova no país, com vasta experiência e foco no mercado Financeiro, de Seguros, Previdência e Saúde.

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Nova aliança entre os setores de construção de máquina e TI para a Indústria 4.0

Por meio da joint venture ADAMOS (ADAptive Manufacturing Open Solutions – Soluções abertas e flexíveis de manufatura), DMG MORI, Dürr, Software AG, ZEISS e ASM PT estão estabelecendo uma aliança estratégica para os futuros temas da Indústria 4.0 e da IIoT. A primeira aliança de empresas alemãs bem-conceituadas nas áreas industriais e de software quer estabelecer a ADAMOS como um padrão global para a indústria e atrair outros construtores de máquinas para se tornarem parceiros. A ADAMOS foi personalizada para atender as necessidades específicas de construtores de máquinas e de plantas e seus respectivos clientes: a plataforma IIoT aberta ADAMOS é livre e junta os conhecimentos mais recentes de tecnologia de TI e industrial. Ela permite que as empresas de construção de máquinas ofereçam com pouco esforço soluções comprovadas para a produção de conteúdo em rede digital para seus clientes. Construtores de máquinas, assim como seus fornecedores e clientes, se beneficiarão disso, já que a ADAMOS é um serviço de plataforma que oferece autonomia de dados e acesso às principais soluções de software. A plataforma ADAMOS, desenvolvida em conjunto, estará disponível mundialmente a partir de 1º de outubro de 2017.

Christian Thönes, CEO da DMG MORI AKTIENGESELLSCHAFT: “Em relação à digitalização, a indústria de construção de máquinas e plantas deve definir seus próprios padrões e impulsionar o desenvolvimento. Isso funciona apenas com parceiros fortes. É por isso que estamos oferecendo uma rede aberta com a ADAMOS, juntamente com o conhecimento líder em construção de máquinas, produção de software/TI – de construtores de máquinas para construtores de máquinas, seus fornecedores e clientes”.

Ralf W. Dieter, CEO da Dürr AG: “Como construtores de máquinas, conhecemos os requisitos de nossos clientes e sabemos o que é importante para eles. No ADAMOS em sua fábrica de aplicativos “App Factory”, trazemos o conhecimento da indústria para aplicativos operados intuitivamente, juntamente com o projeto de mercados digitais. O ADAMOS App Factory é uma cooperação entre fabricantes de máquinas e empresas de software que estão bem próximas aos parceiros”.

Karl-Heinz Streibich, CEO da Software AG: “A liderança de tecnologia e a experiência digital da Software AG é baseada em um investimento total de mais de um bilhão de euros. Nossa neutralidade da indústria e presença global combinada ao conhecimento de construtores líderes mundiais de máquinas e plantas formam o alicerce da ADAMOS”.

Thomas Spitzenpfeil, Membro do Conselho Executivo (CFO/CIO) da Carl Zeiss AG: “Com a ADAMOS, parceiros fortes estão trabalhando juntos igualmente para impulsionar a conectividade digital. Juntos, estamos desenvolvendo tecnologias para a fábrica do futuro. As empresas que utilizam as aplicações IIoT da ADAMOS farão uso de serviços inovadores e, dessa forma, aumentarão de forma significativa a eficiência, a transparência, a confiabilidade e a disponibilidade de seus sistemas”.

Günter Lauber, CEO do segmento de soluções SMT da ASM PT: “A crescente interconectividade dos meios de produção que não só nossos clientes, mas também nós mesmos, precisamos para mudar nossa forma de pensar. Criamos condições para isso na ASM PT, com soluções inovadoras para vários fluxos de trabalho de linha e fábrica para produção de eletrônicos, ao mesmo tempo cumprindo com os mais altos padrões de segurança de TI. Por meio da ADAMOS, estamos combinando essa experiência com o conhecimento líder em construção de máquinas, produção e software”.

A Indústria 4.0 e a Internet das coisas permitem interconectividade e comunicação entre as máquinas, assim como a aquisição abrangente e o uso de dados em tempo real. Isso fornece a base para empregar serviços digitais e novos modelos de negócios, bem como otimizar a produção com o auxílio de análises de grandes volumes de dados. Os clientes podem, por exemplo, identificar os requisitos de manutenção em um estágio precoce, planejar a produção e adquirir as peças de reposição automaticamente.

No presente, os mais importantes motores de crescimento, inovação e produtividade para a construção de máquinas são a Indústria 4.0 e a Internet das coisas. A corrida para ganhar a soberania dos dados exige um ritmo rápido de inovação. Ao mesmo tempo, a Internet das coisas exige um alto nível de investimento, excelentes especialistas e o domínio de novas tecnologias. É aqui que a construção Inter setorial entra e oferece muitas vantagens à indústria de construção de máquinas:

+ A ADAMOS foca na estreita cooperação e na troca de conhecimento, e reduz o esforço e o custo pela criação de soluções e serviços desenvolvidos centralmente, disponíveis para todos os participantes.

+ Como um motor de inovação, a ADAMOS desenvolverá constantemente novas aplicações de IIoT.

+ Com a plataforma ADAMOS, não há dependência de fornecedores externos de software. Os clientes de construção de máquinas obtêm máquinas e soluções de IIoT / software da mesma fonte, e possuem soberania sobre seus dados. Isso garante a posição de liderança entre as empresas de construção de máquinas na era digital.

+ A plataforma ADAMOS oferece um portfólio digital com aplicações específicas da construção de máquinas, bem como aplicações específicas do domínio e da indústria.

+ A ADAMOS pode ser implementada internacionalmente, de forma rápida, e está disponível como uma solução em nuvem ou on premise em servidores locais.

+ A ADAMOS utiliza soluções e interfaces padrões e, sendo assim, é operacionalmente confiável.

+ Por ser uma solução “de marca em branco”, a ADAMOS permite que os construtores de máquinas participantes tenham sua própria presença de IIoT. Isso significa que os parceiros usam a plataforma central ADAMOS, mas a interface que o cliente vê pode ser projetada com a “cara” do parceiro.

+ O ADAMOS App Factory concentra a experiência tecnológica e o conhecimento da indústria que os parceiros possuem, para um desenvolvimento conjunto rápido de aplicativos. Aplicativos mais abrangentes relacionados aos tópicos de Planejamento, Manutenção preditiva, Cabine/Painel de máquina e Assistência de manutenção devem estar disponíveis na nuvem a partir do início de 2018. A plataforma ADAMOS IIoT se beneficiará disso de forma sustentável, assim como os parceiros e a rede de clientes.

A ADAMOS GmbH e o ADAMOS App Factory iniciarão no dia 1º de outubro de 2017, com cerca de 200 especialistas. DMG MORI, Dürr, Software AG, ZEISS e ASM PT são participantes iguais na ADAMOS GmbH, registrada em Darmstadt. Além disso, outros construtores de máquinas e equipamentos podem tirar proveito dos serviços da ADAMOS como parceiros. Cada parceiro comercializa independentemente os serviços da plataforma ADAMOS. A ADAMOS GmbH opera como um serviço de plataforma e, assim, torna disponíveis ferramentas e funções IIoT para todos os usuários da plataforma.

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WhatsApp: estudo revela que 75% das pessoas usariam a ferramenta para conversar com as empresas

Infobip, empresa que opera uma das maiores plataformas próprias de mensageria e comunicação do mundo, divulga junto ao Mobile Time e Opinion Box a pesquisa “Panorama da Mensageria no Brasil”. Ao todo, foram ouvidos 1.868 internautas brasileiros, com o objetivo de analisar seu comportamento em relação à mensageria no país.

Como destaque, o estudo mostra que os pesquisados afirmaram estar dispostos a se comunicar com empresas por meio do WhatsApp. Do total, 75% dos entrevistados que usam o aplicativo de mensagens instantâneas declararam que usariam a ferramenta para conversar com as empresas.

Outro ponto abordado foi o crescente uso das mensagens efêmeras, aquelas que ficam disponíveis nas redes sociais por apenas 24 horas. O Snapchat foi o precursor dessa funcionalidade, mas devido ao seu potencial de mercado, esse recurso já está disponível no Instagram, Facebook e WhatsApp. A pesquisa mostrou ainda que 25% dos brasileiros usuários do WhatsApp utilizam o recurso, número acima da média global, que é de 19%.

Também foi revelado que mais de 50% dos usuários afirmaram receber mensagens via SMS todos os dias ou quase todo dia. Em contrapartida, quase dois terços dos internautas que possuem smartphone não usam nenhum outro aplicativo de comunicação instantânea que não seja WhatsApp, Facebook Messenger ou Telegram.

Vale ressaltar também que as pessoas estão usando cada vez menos o WhatsApp para chamadas de voz: a proporção de usuários mensais caiu de 65% para 56% nos últimos seis meses. Esse número pode ser interpretado como uma resposta das operadoras, que passaram a oferecer planos com minutos ilimitados e tarifa única para qualquer operadora nos planos pré-pagos. Outro número que chama a atenção é o uso de chamada de voz no Messenger do Facebook: enquanto o WhatsApp detém 56% em uso de chamadas, apenas 16% dos usuários do Messenger utilizam esse recurso.

“Como o core da Infobip é a mensageria, uma vez que somos uma organização com uma plataforma de comunicação global para empresas, é um privilégio patrocinar essa pesquisa. Esse estudo retrata a realidade dos usuários mobile no Brasil, além de apontar como os consumidores estão dispostos a interagir com as empresas e marcas – o que é fundamental para o nosso negócio. O aumento do uso da mensageria é real e, por isso, é essencial apoiar e divulgar estudos como esse”, afirma Yuri Fiaschi, Diretor de Vendas Latam da Infobip.

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Clarivate Analytics usa citações para prever ganhadores do Prêmio Nobel

A Clarivate Analytics, líder mundial em fornecimento de percepções e analíticas confiáveis para acelerar o passo da inovação, anunciou hoje seus Laureados por Citações de 2017.

Todos os anos, desde 2002, analistas da Clarivate Analytics vêm minerando milhões de citações na Web of Science (Web da Ciência) para identificar os melhores pesquisadores em fisiologia ou medicina, física e química — os campos reconhecidos pelo Prêmio Nobel em ciências. A empresa também indica Laureados por Citações no campo da economia, desde que o Banco Nacional da Suécia estabeleceu um prêmio nesse domínio, em memória de Alfred Nobel, em 1968.

Os Laureados por Citações são cientistas e economistas cujas publicações foram citadas com muita frequência por seus colegas — e, portanto, têm sido tão influentes — o que leva à previsão de que são potenciais recipientes do Prêmio Nobel neste ano ou no futuro.

Em 15 anos, 43 Laureados por Citações foram homenageados com um Prêmio Nobel.

Uma boa aposta para um Prêmio Nobel neste ano pode ser o de física, pela detecção de ondas gravitacionais resultantes da coalescência de buracos negros, o que foi previsto por Einstein há mais de um século. Os recipientes mais prováveis seriam Kip S. Thorne da Caltech e Rainer Weiss do MIT, que foram nomeados Laureados por Citações da Clarivate Analytics no ano passado.

Há muitos indicados notáveis. Pela primeira vez, cientistas russos foram incluídos entre os Laureados por Citações. O grupo deste ano também inclui pesquisadores da Dinamarca, Alemanha, Grécia, Índia, Japão, Holanda, Coreia do Sul e Taiwan, bem como do Reino Unido e dos EUA. Eles estão listados abaixo:

Os Laureados por Citações de 2017 da Clarivate Analytics

FISIOLOGIA ou MEDICINA

Lewis C. Cantley

Diretor da Meyer e professor de Biologia do Câncer do Centro de Câncer Sandra e Edward Meyer, da Faculdade de Medicina Weill Cornell, Cidade de Nova York, Nova York, EUA.

Por descobrir a via de sinalização fosfoinositídeo 3-quinase (PI3K) e pela elucidação de seu papel no crescimento do tumor.

Karl J. Friston

Professor de Neurociência de Imagiologia e principal acadêmico pesquisador da Wellcome, do Centro de Neuroimagiologia Wellcome Trust, da Universidade College London, Londres, Reino Unido.

Por contribuições fundamentais à análise de dados de imagiologia do cérebro, especificamente através de mapeamento estatístico paramétrico e morfometria baseada em voxel.

Yuan Chang

Professor de Pesquisa da Sociedade Americana do Câncer, eminente professor de Patologia e Endowed Chair pela UPMC em Virologia do Câncer, da Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh, em Pittsburgh, Pensilvânia, EUA

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Patrick S. Moore

Diretor do Programa de Virologia do Câncer, do Instituto do Câncer da Universidade de Pittsburgh, professor de Pesquisa da Sociedade Americana do Câncer, eminente professor de Microbiologia e Genética Molecular e chair da Fundação Pittsburgh em Pesquisa Inovadora do Câncer, da Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh, em Pittsburgh, Pensilvânia, EUA.

Ambos pela descoberta do vírus de herpes associado ao sarcoma de Kaposi ou herpesvírus humano 8 (KSHV/HHV8).

FÍSICA

Phaedon Avouris

Pesquisador da IBM e líder de grupo de Ciência e Tecnologia de Escala de Nanômetro do Centro de Pesquisa Thomas J. Watson, Yorktown Heights, Nova York, EUA

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Cornelis (Cees) Dekker

Eminente professor universitário e diretor do Instituto Kavli de Nanociência, da Universidade de Tecnologia de Delft, Delft, Holanda

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Paul McEuen

Professor de Ciência Física da John A. Newman, do Departamento de Física da Universidade Cornell, Ithaca, Nova York, EUA.

Por contribuições seminais à eletrônica baseada em carbono.

Mitchell J. Feigenbaum

Professor da Toyota, do Laboratório de Física Matemática da Universidade Rockefeller, Cidade de Nova York, Nova York, EUA.

Por descobertas pioneiras em sistemas físicos não lineares e caóticos e para a identificação da Constante de Feigenbaum.

Rashid A. Sunyaev

Diretor e membro científico do Instituto Max Planck para Astrofísica em Garching, Alemanha (desde 1995), chefe do Departamento de Astrofísica de Alta Energia do Instituto de Pesquisa Espacial, Academia Russa de Ciências, Moscou (de 1982 a 2002; cientista-chefe desde 1992); professor visitante do Instituto de Estudos Avançados, Princeton (desde 2010), Moscou, Rússia.

Por suas profundas contribuições a nosso entendimento do universo, incluindo suas origens, processos de formação galáctica, acreção de discos de buracos negros e muitos outros fenômenos cosmológicos.

QUÍMICA

John E. Bercaw

Emérito professor “centennial” de Química, da Divisão de Química e Engenharia Química da Caltech, Pasadena, Califórnia, EUA

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Robert G. Bergman

Eminente professor da Gerald E.K. Branch, do Departamento de Química da Universidade da Califórnia em Berkeley, Berkeley, Califórnia, EUA

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Georgiy B. Shul’pin

Pesquisador científico sênior do Instituto de Física Química N. N. Semenov, Academia Russa de Ciências, Moscou, Rússia.

Por suas contribuições fundamentais à funcionalização C-H.

Jens Nørskov

Professor da Leland T. Edwards na Escola de Engenharia e professor de Ciência do Fóton e pesquisador sênior do Instituto de Energia Precourt, do Departamento de Engenharia Química da Universidade de Stanford, Stanford, Califórnia, EUA.

Por avanços fundamentais, teóricos e práticos, em catálise heterogênea sobre superfícies sólidas.

Tsutomu Miyasaka

Professor de Fotoeletroquímica e Ciência da Energia, da Faculdade de Engenharia Biomédica e Escola de Pós-Graduação em Engenharia, Universidade Toin de Yokohama; líder do grupo de projetos de pesquisas nacionais, financiados pela Agência de Ciência e Tecnologia do Japão (JST — Japan Science Technology) e pela Agência de Exploração Espacial do Japão (JAXA — Japan Aerospace Exploration Agency), Yokohama, Japão

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Nam-Gyu Park

Professor da Escola de Engenharia Química da Universidade Sungkyunkwan, Seul, Coreia do Sul

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Henry J. Snaith

Professor de Física do Laboratório Carendon, da Universidade de Oxford, Oxford, Reino Unido.

Por suas descobertas e aplicação de materiais de perovskita para conseguir a conversão eficiente de energia.

ECONOMIA

Colin F. Camerer

Professor de Finanças e Economia Comportamental da Robert Kirby, Divisão de Ciências Humanas e Sociais, e chair do Centro Tianqiao e Chrissy Chen de Liderança Social e Neurociência da Decisão da Caltech, Pasadena, Califórnia, EUA

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George F. Loewenstein

Professor de Economia e Psicologia da Universidade Herbert A. Simon, Universidade Carnegie Mellon, Pittsburgh, Pensilvânia, EUA.

Por suas pesquisas pioneiras em economia comportamental e em neuroeconomia.

Robert E. Hall

Pesquisador sênior e professor de economia da Robert and Carole McNeil Joint Hoover, Universidade de Stanford, Stanford, Califórnia, EUA.

Por sua análise da produtividade do trabalhador e estudos sobre recessões e desemprego.

Michael C. Jensen

Emérito professor de Administração de Empresas da Jesse Isidor Straus, da Escola de Negócios da Universidade de Harvard, Cambridge, Massachusetts, EUA

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Stewart C. Myers

Emérito professor de Economia Financeira da Robert C. Merton (1970), da Escola de Administração Sloan, MIT, Cambridge, Massachusetts, EUA.

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Raghuram G. Rajan

Eminente professor de Serviço de Finanças da Katherine Dusak Miller, da Escola de Negócios Booth da Universidade de Chicago, Chicago, Illinois, EUA.

Por suas contribuições que iluminam as dimensões de decisões em finanças corporativas.

“A análise que começa com – e principalmente depende de — documentos altamente citados, permite à Clarivate Analytics identificar objetivamente a excelência em pesquisa”, disse a diretora global dos negócios de Pesquisa Científica e Acadêmica da Clarivate Analytics, Jessica Turner. “É nossa honra aclamar pesquisadores pioneiros e esperamos que esta designação seja uma honra para eles. Nossa análise reflete fielmente o que suas citações por colegas já indicaram sobre a influência e importância das contribuições para a pesquisa dos Laureados por Citações. Entretanto, nossa análise reflete apenas o que seus colegas já indicaram sobre a influência e a importância das contribuições para a pesquisa dos Laureados por Citações”.

“Isso é o que fazemos”, ela acrescentou. “Nós registramos de forma abrangente e analisamos cuidadosamente as pesquisas científicas e acadêmicas para fornecer uma janela clara e precisa sobre o mundo da pesquisa”.

Para informações detalhadas sobre a metodologia desse estudo, os Laureados por Citações e seus campos de pesquisa e afiliações institucionais, visite https://clarivate.com/2017-citation-laureates/.

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Banco Inter reduz burocracia na contratação de crédito consignado com tecnologia da DocuSign

O Banco Inter, única instituição financeira a oferecer conta corrente totalmente gratuita e uma das pioneiras na modalidade digital no Brasil, adotou a solução de assinatura eletrônica que reduz de 14 para oito dias o processo de contratação de crédito consignado pelos canais próprios do banco. A iniciativa ainda fez com que a instituição diminuísse de 18% para 8% a taxa de desistência de clientes para a contratação deste tipo de produto. Isso aconteceu devido a implementação de tecnologia baseada em transações eletrônicas da DocuSign, líder global em assinatura eletrônica e em Digital Transaction Management (DTM).

“Somos um dos principais players da categoria Banco Digital em estágio avançado de digitalização da maior parte de nossos processos internos. Entretanto, buscávamos iniciativas inovadoras que proporcionassem ainda mais eficiência nas transações de crédito consignado e, ao mesmo tempo, que fossem capazes de oferecer uma excelente experiência aos nossos clientes”, afirma Daniele Nápoles, gerente de Controle de Operações do Banco Inter. “A redução da formalização nessas operações, como envio e retirada de documentos via correio ou motoboy, era um desafio e foi superado com a implementação da tecnologia DocuSign, que permitiu simplificar o processo e reduzir drasticamente o tempo gasto, custos de impressão e de logística”, complementa Daniele.

Embora o Banco Inter seja uma empresa digital e esteja entre os bancos pioneiros no Brasil na implementação de uma plataforma digital para seus clientes, a instituição financeira necessitava de uma solução capaz de aprimorar os processos por trás do negócio de crédito consignado, com impacto positivo na relação com os potenciais clientes.

“Após a adoção à solução DocuSign, tivemos um retorno de investimento bastante expressivo, que representou o aumento de receita na área de crédito consignado, redução do custo médio de logística em até 75% por operação, além de diminuir drasticamente erros operacionais e o prazo para disponibilização do recurso financeiro para o cliente”, finaliza Daniele.

Além disso, a tecnologia adotada deveria estar em conformidade com a Lei 10.820, do Código Civil, que rege a contratação para esse tipo de transação no Brasil, entre outros decretos, como a Medida Provisória nº 2200-2 de 24 de agosto de 2011, que institui a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). E a DocuSign atendeu a todos os requisitos.

De acordo com o vice-presidente de Operações Latam da DocuSign, Marco Américo D. Antonio, a verdadeira transformação digital nas empresas deve estar relacionada à necessidade de incorporar tecnologias que façam a diferença no negócio, tornando-o mais competitivo e eficiente. A adoção de uma solução como a assinatura eletrônica permite às empresas reduzir custos, desburocratizar processos, mudar as relações de formalização de contratos, além de melhorar a experiência para toda a cadeia envolvida, entre outros benefícios.

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iZettle recebe 30 milhões de euros do Banco Europeu de Investimento para pesquisa e desenvolvimento

A iZettle, empresa sueca de tecnologia financeira, receberá um financiamento de 30 milhões de euros do Banco Europeu de Investimento (European Investment Bank — EIB) nos próximos três anos. Os recursos serão destinados à pesquisa e ao desenvolvimento de ferramentas financeiras e comerciais que atendam às necessidades das pequenas empresas em todas as localidades onde a fintech atua, incluindo o Brasil. A transação faz parte do programa European Growth Finance Facility, uma iniciativa do Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos (European Fund for Strategic Investments – EFSI) — o ponto central do Plano de Investimento Europeu (Investment Plan for Europe).

Presente em 12 países, a iZettle oferece serviços por meio de tecnologia de ponta, que permite às pequenas empresas receberem pagamentos, registrar vendas e obter financiamentos (disponível apenas na Europa). Os recursos do EIB serão destinados ao programa de pesquisa e desenvolvimento da iZettle, que engloba quatro áreas de negócios: desenvolvimento de infraestrutura de pagamentos de última geração; insights e tomadas de decisão a partir de machine learning e inteligência artificial; tornar digitais os processos comerciais e desenvolvimento de processos legais e de compliance.

“Esse empréstimo é motivo de orgulho para o EIB, pois sinaliza o nosso compromisso de facilitar financiamentos para empresas mid-cap europeias. A iZettle é uma empresa jovem e inovadora, que contribui para deixar a economia mais digital e melhorar os negócios e a estrutura de custos de milhões de pequenos negócios”, afirma o vice-presidente do EIB, Alexander Stubb.

“Estamos muito orgulhosos de receber esse selo de aprovação do EIB. É uma oferta que não podemos recusar e que permitirá acelerar o nosso crescimento e continuar criando igualdade de oportunidades para pequenas empresas, mediante à disponibilização de ferramentas que lhes permitem competir com as grandes corporações”, destaca o CEO e co-fundador da iZettle, Jacob de Geer.

De acordo com a vice-presidente de Empregos, Crescimento, Investimento e Concorrência da Comissão Europeia, Katainen: “Com o European Fund for Strategic Investments, o EIB continuará apoiando empresas inovadoras e projetos tais como a iZettle, na Suécia. Desejo à empresa muito sucesso no seu programa de pesquisa e desenvolvimento e espero que ele sirva de inspiração para que outras pequenas empresas busquem financiamento junto aos parceiros do EIB para inovar e expandir suas atividades e criar empregos.”

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GetNinjas abre inscrições para 1º Hackathon em São Paulo

Startup reunirá 30 jovens com a missão de encontrar soluções que ajudem a dar acesso a todo tipo de cliente às novas tecnologias para contratação de serviços online

O GetNinjas, maior plataforma para contratação de serviços do Brasil, abriu inscrições para o Hackathon Ninja 2017, primeira maratona de programação promovida pela startup. Marcado para os dias 27 e 28 de outubro, o evento tem como objetivo encontrar soluções que permitam a todos os clientes o acesso às novas tecnologias para contratação de serviços, desde aqueles com pouco conhecimento em tecnologias aos que possuem deficiência visual e/ou auditiva. As inscrições, que vão até o dia 3 de outubro, estão abertas para estudantes de cursos de tecnologia da informação, como ciência e engenharia da computação e análise de sistemas.

Serão selecionados 30 jovens, que serão divididos em pequenos grupos e terão dois dias para encontrar e sugerir uma solução ao GetNinjas que facilite a acessibilidade. O grupo vencedor poderá ter seu projeto implementado na startup e a oportunidade de passar por um processo seletivo para fazer parte do time. “Sabemos que o impacto social da nossa plataforma é muito grande e podemos ajudar pessoas com necessidades diversas de acessibilidade”, diz Lucas Souza, CTO do GetNinjas. A divulgação dos participantes selecionados para a maratona será no dia 6 de outubro.

Serviço
Quando: Das 17h do dia 27 de outubro até às 19h do dia 28 de outubro
Onde: No escritório do GetNinjas
Inscrições: até o dia 3 de outubro, por aqui.

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Saiba como olhar para o espelho do foco no cliente

Encantar seus clientes é algo crítico no sucesso de uma empresa em longo prazo.

Clientes satisfeitos irão se manter como seus clientes até que eles vejam a oportunidade em algo que seja melhor do que o oferecido por você, ou mais barato, com um melhor custo x benefício.

Clientes encantados (que se encantaram por uma empresa tendo suas expectativas excedidas) se tornam leais e as chances de continuarem seus clientes por um longo período de tempo são muito maiores.

Para encantar seus clientes, normalmente, o caminho é prestar atenção nos pequenos detalhes. Saber, a parte da rotina deles, em que seu produto/serviço diretamente afeta.

E refletir sobre o que pode ser feito para melhorar ainda mais essa rotina, através de pensamento criativo, conhecimento da indústria, possibilidades técnicas e as realidades do mercado.

Esse é o caminho para se conquistar esse encantamento. Pensando nisso, uma empresa criou um espelho com um dispositivo que aquece.

Pode parecer um exemplo bastante bobo, mas é um ótimo exemplo de como ir além das expectativas dos clientes.

Em nossas casas, ou em hotéis, toda vez que você sai do banho, o espelho do banheiro está totalmente embaçado, sendo impossível de utilizar sem uma passada de mão (que, geralmente, marca o espelho) ou de pano/toalha.

Já, esse espelho, não.

Ele tem um dispositivo, na parte de trás, que gera calor, o que faz com que o embaçado desapareça em questão de segundos, antes mesmo de você terminar de se secar.

É um pequeno detalhe. Provavelmente, você nunca ouviu alguém reclamando que o espelho embaça após o banho.

Mas a empresa que desenvolveu esse espelho está recebendo pedidos de hotéis do mundo inteiro.

Da mesma, simplesmente expressar a seus colaboradores o desejo de melhorar algum processo interno não vai efetivamente fazer com que o processo interno melhore.

Dizer ao mercado que você está preocupado em encantar o cliente não irá encantá-lo.

Para se conseguir chegar lá, você deve enxergar sua empresa como um sistema, e fazer os ajustes adequados em seus processos para que a empresa seja otimizada para encantar o cliente.

Pegue todos os pontos em que os clientes interagem com a organização: site, fan pages, equipe comercial, equipe de suporte, equipe de implantação, etc.

Como fazer para tornar esses pontos de interação uma riquíssima fonte, capaz de extrair de seus clientes o que eles esperam e o que fazer para superar suas expectativas?

Não é uma tarefa fácil, vai exigir um compromisso seu, como gestor, e de sua equipe com a melhoria contínua de processos e com as pessoas que sua empresa atende. Pode parecer óbvio, mas o cliente é muito mais do que uma mera cifra.

Cuide bem do seu cliente e essa cifra não só irá se manter na conta de sua empresa como também irá aumentar de tamanho.

Por Siro Canabarro, CMO da Gumga

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Três tecnologias e treinamentos que garantem a integridade de dados virtuais

Ameaças virtuais se fazem cada vez mais presentes no cotidiano corporativo. Segundo levantamento realizado pela consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC), ao longo do ano passado o número de incidentes virtuais cresceu 274% no Brasil. Além disso, 39% das empresas apontam perdas financeiras em acidentes cibernéticos e 46% relatam impactos relacionados aos registros de seus clientes.

Com o aumento das ameaças, o investimento em segurança digital torna-se imprescindível. “Em meio ao cenário de tensão e medo que tem se espalhado pela rede, o tema da cibersegurança voltou com força total, expondo os desafios para tornar a internet um ambiente mais seguro para empresas e usuários. Profissionais graduados em Sistemas de Informação, com MBA de Gestão e Tecnologia em Redes de Computadores ou pós-graduação em Cyber Security são cada vez mais visados por grandes corporações”, afirma Prof. Rodolfo Avelino, Coordenador da Graduação em Redes de Computadores da Faculdade Impacta, instituição de ensino superior voltada para as áreas de Gestão, Design, Tecnologia da Informação e Mercado Digital.

Para André Iwase, gerente de TI da Access, segunda maior empresa do mundo no segmento de gestão de documentos e informações, além de funcionários capacitados, existem diretrizes que devem ser seguidas. “Para garantir a segurança dos dados, é preciso que algumas ações tornem-se parte da rotina das companhias. Adotar ferramentas de prevenção, para antecipar-se aos riscos, e investir em uma governança corporativa com foco na segurança com treinamentos regulares são algumas das ações que devem ser tomadas.”

Investimentos

“A segurança depende de um conjunto de fatores, que incluem aumento da frequência e detalhamento das auditorias internas e políticas empresariais com foco na prevenção. Para contribuir em todas as esferas, direcionar as iniciativas para a proteção e a manutenção dos sistemas é fundamental. Esse cenário nos levou a direcionamos 80% dos investimentos para a segurança da informação no último ano”, explica Iwase.

Soluções complementares

Utilizar ferramentas para complementar as plataformas da empresa pode ser uma saída para acrescentar camadas de segurança. No caso da Nimbi, startup que oferece soluções de tecnologia para supply chain, a escolha foi por uma solução do Google. “Atualizamos o sistema de segurança em nossos processos com o Google Authenticator, que ajuda a mitigar fraudes ao confirmar a identidade dos usuários por meio do envio de um token. Além de utilizarmos internamente, também disponibilizamos essa solução para nossos clientes”, comenta Rui David, diretor de TI da Nimbi.

Para o executivo, é preciso elaborar diretrizes de boas práticas internas, como o bloqueio automático das máquinas e o não compartilhamento de informações sigilosas por e-mail.

Migração para Cloud Computing

“Atualmente, utilizar soluções em cloud pode representar a diferença na blindagem das informações. Por isso, tivemos o cuidado de desenvolver nossa solução de ERP, como uma plataforma 100% na nuvem. Dessa forma, garantimos segurança das informações que transitam na ferramenta e facilidade para nossos clientes”, afirma Lauro Freire, sócio-diretor da BgmRodotec, fornecedor de tecnologia para transportadoras de cargas e passageiros.

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Tecnologia e Inovação no Festival da Transformação

Tecnologia e Inovação estão no centro dos debates do Festival da Transformação 2017 (FT17), maior hub de conteúdo da história de Porto Alegre, que acontece nos dias 28 e 29 de outubro. Temas como blockchain e o futuro das organizações com uma nova forma de investir, com Fausto Vanin, da Blockchain Academy; internet das coisas e como ela vai mudar praticamente tudo ao nosso redor é a conversa de Giovani Comunello, da ITInvent; medicina do futuro ou de precisão é o foco de Pedro Schestatsky, pesquisador da UFRGS. E ainda tem Federico Casagleno e quais os impactos perceptivos e cognitivos da realidade virtual nas pessoas, com o pesquisador da USP, Eduardo Zilles Borba.

Em diferentes formatos de interação com o público como workshops, pitches, palestras e conversas, o FT17 vai trazer cerca de 450 atividades que compõem a grade do evento nos quatro pilares de conhecimento: Inovação, Tecnologia, Empreendedorismo e Marketing.

“Buscamos inverter a lógica tradicional dos eventos atuais que baseiam seu conteúdo em uma ou outra personalidade em evidência. No FT, nós focamos primeiro no conteúdo e naquilo que pode expandir a percepção do nosso público sobre seus negócios e atividades para, a partir daí, buscar as pessoas mais qualificadas para falar destes temas. Por isso temos uma grade que reflete a multiplicidade de conteúdos e mentes que convergem para o propósito da inovação. Além disso, o desafio dos participantes começará no momento de olhar a grade e escolher com quem querem aprender mais e trocar experiências”, explica Alexandre Cruz – Diretor Executivo da ADVB/RS.

Entre os co-curadores está a empresa Share, que realiza cursos e eventos sobre o universo do marketing digital, curadoria de eventos corporativos e consultoria. Para Rafael Martins, fundador do Share, este é um dos maiores desafios que a equipe já recebeu. “Nossa relação com a ADVB iniciou em 2016, quando vencemos o Prêmio Top de Marketing. Depois disso, recebemos este convite com um imenso desafio de curadoria, topamos e estamos montando algo incrível.”, conta.

SOBRE O FT17

Promovido pela ADVB/RS, o festival contará com mais de 450 atividades entre palestras, workshops, meetings, pitches e shows, além de ações simultâneas como feira gastronômica com food trucks, exposição de artes, rodadas de negócios, startups, games, yoga e muito mais.

Alinhado aos grandes eventos de inovação mundiais como SXSW, o FT17 vai proporcionar experiências simultâneas, internas e externas, e descentralizadas em uma estrutura com atividades para todos os gostos. As atividades acontecerão em salas de aula do campus, trazendo maior possibilidade de interação entre o público e os facilitadores.

Entre as atividades e parceiros do festival estarão a IBM; a Plan XP, com experiências interativas, realidade virtual e realidade aumentada; shows, com bandas do cenário gaúcho e nacional, com curadoria da Loop Reclame; simuladores da BS Motion, uma plataforma com realidade virtual e simulação de movimento; toda a estrutura digital da 4all; desafios tecnológicos, workshops e mentorias do SEBRAE e discussão de temas como biociência, bitcoins, blockchain e muito mais.

O 1º lote de ingressos do FT17 já pode ser adquirido no site www.ft.poa.br com inscrição de valor único para todo o festival de R$ 220,00.

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