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iFood capta R$ 100 milhões por meio da Movile e JUST EAT e passa a operar também no México

A notícia vem para coroar o ano de forte crescimento para a empresa, que consolidou a sua liderança no mercado brasileiro e dá início ao seu processo de globalização

O iFood, plataforma líder de delivery online de comida na América Latina, anuncia a captação de R$ 100 milhões; o investimento foi liderado pela Movile, empresa líder em e-commerce, e pela JustEat, maior mercado digital do mundo de delivery online de comida. Os recursos serão usados para expandir a operação global da plataforma e garantir a sua presença no México por meio da compra de participação do SinDelantal.

O SinDelantal é o maior serviço de delivery de comida do México e foi adquirido pela JUST EAT em fevereiro de 2015. O serviço cresceu ainda mais com a compra da Hellofood Mexico, em fevereiro deste ano. A joint venture iFood e JUST EAT será detentora de 49% da companhia e dividirão a administração da empresa, aproveitando o know-how na América Latina que permitirá escala para estabelecer a empresa como a líder entre os dois mercados mais importantes para takeaway on-line na região. Os termos do acordo não foram divulgados.

“Estamos sempre refletindo sobre a nossa experiência móvel e queremos ser a melhor opção e a maneira mais fácil de pedir comida por smartphones”, afirma Felipe Fioravante, CEO e co-fundador do iFood. “O conhecimento de tecnologia móvel da Movile tem sido essencial para permitir uma experiência de alto nível e nos ajudar a aprimorar o nosso serviço, que é algo que estamos sempre buscando. No primeiro semestre, por exemplo, adquirimos a tecnologia da SpoonRocket para melhorar o nosso backend de logística, com o intuito de otimizar o tempo das entregas e melhorar a experiência não só do consumidor, mas também dos restaurantes, explica.

Desde seu lançamento, em 2011, o iFood já conseguiu incluir mais de 10.000 restaurantes parceiros em sua plataforma, facilitando mais de 1,8 milhão de entregas atualmente e registrando crescimento de 143% em 2015. Ao otimizar tantas entregas, a empresa estabelece-se como líder de mercado tanto no Brasil quanto no México, países que, juntos, representam cerca de 70% do PIB da América Latina. Além disso, os restaurantes têm, em média, aumento de 20% em sua receita quando passam a utilizar a plataforma do iFood, confirmando o apelo que o aplicativo tem com os consumidores.

“A expansão do iFood para o México foi uma decisão natural após observamos o sucesso da plataforma no Brasil”, diz David Buttress, CEO da JUST EAT. “O iFood não só entende bem o mercado local, como tem conhecimento sobre como fazer as coisas funcionarem na tecnologia móvel. Trata-se de uma simbiose bastante positiva, e temos grande interesse em explorar mais esta relação”, acrescenta.

Para Fabricio Bloisi, CEO e fundador da Movile, “com o crescimento e engajamento que estamos vendo na América Latina, o iFood caminha, a passos largos, para se tornar um player global, assim como a Movile e outros produtos e serviços que oferecemos”.

Pesquisa publicada recentemente pela Business Insider Intelligence confirma a importância do México no mercado de e-commerce latino americano. Perdendo em tamanho apenas para o Brasil, estima-se que o faturamento total do país chegue a US$ 11 bilhões em 2019 graças ao mercado de delivery online de comida, de acordo com um estudo realizado pela Euromonitor. O mercado de e-commerce está em franca expansão na América Latina, com algumas das taxas mais altas do mundo, com faturamento estimado em US$ 47 bilhões até 2019.

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Startups: como proteger o seu negócio antes mesmo de começar

Não corra riscos, conheça os primeiros passos legais para abrir uma empresa inovadora

Elas são relativamente novas, mas a fama já se espalhou. As startups, conhecidas no mercado pelo grande potencial de negócios e forte espírito empreendedor, ganham cada vez mais espaço no cenário nacional.

Estimativa da Associação Brasileira de Startups mostra que o número de startups em operação no Brasil cresceu 30,4% entre março e dezembro do ano passado, chegando a 4,1 mil empresas iniciantes. Um cenário animador para empreendedores, fomentado ainda mais pela crise econômica e política instalada no País.

Mas nem tudo são flores. As startups podem ser pequenos meteoros, operando num campo de muitas incertezas, e acabarem com a mesma velocidade em que começaram. Então, se você teve uma ideia incrível e, de repente se junta ao seu amigo de infância ou aos seus familiares para desenvolver essa ideia, é preciso observar alguns detalhes importantes antes de tirar o projeto do papel. Por isso, Tatiana Soares de Azevedo, especialista em direito tributário do escritório Penachio, Moroni Câmara, Mattos & Azevedo Advogados listou alguns pontos que devem ser observados para proteger o seu negócio antes mesmo dele começar:

1. Proteja a sua marca

– Antes de abrir o negócio, faça uma busca no site do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), mais especificamente no sistema e-marcas.

“Antes de começar, é necessário proteger a propriedade intelectual ou, pelo menos, analisar a viabilidade ou necessidade de fazê-lo”, esclarece Tatiana.

– Faça um acordo de não divulgação para sócios, investidores e funcionários: curto e simples, com cláusulas que restrinjam a divulgação de informações estratégicas e confidenciais da empresa. Recomendação que se estende para os domínios na internet, bem como para os nomes de contas das mídias sociais.

2. Defina as regras da sociedade

Também é necessário tomar uma série de providências com relação aos sócios:
– Acordo para a divisão das ações. Esse acordo será utilizado mais adiante, no momento da elaboração dos atos constitutivos – contrato social ou estatuto social, dependendo do modelo de sociedade escolhido.
– Definir regras de entrada, de reembolso, de saída etc.

3. Cadastre a sua empresa

Chegado o momento de contratação de pessoal, é preciso abrir formalmente a empresa, com o registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).
A empresa pode ser uma limitada (Ltda), sociedade anônima (S/A) fechada ou aberta, empresa individual, sociedade em conta de participação, entre outras. “Com relação ao regime de apuração de lucros, há algumas possibilidades: lucro real, lucro presumido e SIMPLES. A consultoria tributária, nesse momento, será muito útil”, ressalta a especialista.

4. Evite dor de cabeça na hora de formar o seu time

Com relação à contratação de funcionários, a regra geral é o regime da CLT. Um custo muitas vezes inviável para uma empresa que pouco ou nada fatura. Há outras opções? A resposta é sim.
Há uma pessoa muito talentosa no time, que veste a camisa do projeto? Ofereça a ela uma opção de compra, um share da empresa. Na prática ela será sócia, terá um pro labore e participará da divisão dos lucros.
E se, por acaso, a pessoa admitida na sociedade decide sair? E, alguns anos após a saída dessa pessoa, a startup explode de sucesso e faz um IPO? Como fica a situação do sócio que abandonou o barco lá atrás?
“Para evitar que isso seja um tormento para a empresa, é comum que se recorra a um contrato de VESTING”, conta Tatiana Azevedo. Nesse contrato será estabelecido:

– A quantidade de ações que serão disponibilizadas para o sócio que não comprou a sua participação;

– O período para o sócio vestir 100% das ações que lhe foram destinadas;

– O Cliff, que nada mais é que o prazo para a pessoa receber as primeiras ações;

“Imagine que a empresa agrega ao time um diretor comercial, e oferece para ele vestir 5% das ações em 4 anos, sendo 25% no primeiro aniversário da empresa, e o restante, 75%, divididos pelos meses restantes”, exemplifica Tatiana.

Tudo isso por quê? “No momento oportuno os empreendedores esperam alavancar o negócio a partir de um aporte do investidor anjo. Por certo que esse investidor vai querer saber quais as medidas de proteção já foram tomadas”, completa a especialista.

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Grupo Confederativo do eSocial discute novos prazos

O Grupo Confederativo do eSocial (GTC) se reuniu na terça-feira (19), na sede do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), a fim de alinhar os próximos passos para entrada em vigor do módulo do eSocial. A data prevista é setembro de 2016, mas o grupo concorda que é inviável. Além da revogação do prazo, houve também a decisão de concentrar esforços na construção do leiaute definitivo para o eSocial.

O eSocial é um módulo do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) que reunirá todas as obrigações trabalhistas e previdenciárias num único espaço. O GTC tem por objetivo equacionar possíveis divergências entre as necessidades do projeto e das empresas antes que o módulo entre em vigor. O grupo é formado por representantes do Ministério do Trabalho, da Secretaria da Previdência do Ministério da Fazenda, da Caixa Econômica Federal, do CFC, do Sistema S, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Confederação Nacional do Comércio (CNC), da Fenacon, de cooperativas, do Sebrae e de empresas de softwares.

Em agosto do ano passado o GTC foi dividido em subgrupos com o intuito de acelerar as discussões para a implantação do módulo dentro do prazo previsto, mas por diversas razões ainda não há leiaute definitivo para o projeto. “Estamos vendo os esforços dos atores envolvidos, tanto na realização dos testes quanto nas discussões de alinhamento, com o objetivo de alcançar as melhorias esperadas para as versões que foram apresentadas até agora. Há necessidade de ajustes e definição do leiaute para novos testes, e o grupo está empenhado em produzir uma versão final”, afirma a representante do CFC no GTC, Sandra Batista.

No encontro desta semana, o coordenador do grupo, José Maia, informou que as mudanças pelas quais passou o governo não alteraram o compromisso com o projeto. “Apesar das mudanças, as equipes que tratam do eSocial foram mantidas, e o governo está comprometido com o módulo.” Ele informou que será publicada uma resolução revogando o prazo atual. “Já havíamos pactuado com esse grupo que apenas revogaríamos o prazo quando tivéssemos uma proposta de cronograma para apresentar. Não foi possível construir esse cronograma, mas estamos trabalhando nisso. A revogação não é, de forma alguma, um sinal de que o projeto não esteja sendo priorizado pelo governo.”

Os participantes reforçaram a necessidade de haver um leiaute definitivo para a repactuação de prazo. Por isso, haverá uma oficina nos dias 9,10 e 11 de agosto, em São Paulo, para acertar os conceitos que ainda precisam ser fechados para elaboração da versão final do projeto. Na reunião serão feitos os últimos ajustes no leiaute.

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Seminário propõe como financiar o futuro das pequenas e médias empresas

Realizado pela Fiesp viabiliza organização financeira às micros, pequenas e médias empresas

Precisa investir? Que tal se preparar antes com especialistas do setor? Gostaria de condições especiais de financiamento? Saiba como reestruturar sua empresa de forma sustentável, com estratégias sugeridas por especialistas de bancos e agências de desenvolvimento, na terceira edição do Seminário Finanças e Financiamento. O evento é promovido pelo Departamento de Micro, Pequena e Média Indústria (Dempi) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que será realizado no dia 22 de julho, das 8h30 às 13h.

O seminário trará linhas e programas de financiamento como uma oportunidade para as instituições financeiras apresentem suas estratégias de atendimento. Também serão abordadas formas para melhoria da comunicação entre empresas e bancos, com foco na transparência nas prestações de contas.

Terá painéis e palestras com informações importantes para empreendedores e empresários em busca de formas para melhoria de acesso a essas linhas de crédito. Entre os participantes estão diretores e superintendentes dos bancos Caixa Econômica Federal; Banco do Brasil; Desenvolve SP e BNDES.

Paralelamente ao encontro, será oferecida a Sala de Crédito, com atendimento empresarial e financeiro exclusivo. A ideia é informar e orientar sobre linhas de financiamento de longo prazo, facilitar o acesso ao crédito, orientar de forma estratégica as demandas de financiamento das micro, pequenas e médias indústrias, quanto a aquisição de máquinas e equipamentos; construção ou reforma de instalações; projetos de pesquisas e desenvolvimento; exportação; projetos de sustentabilidade; capital de giro e compra de matéria-prima.

Para mais informações e inscrições acesse o site http://www.fiesp.com.br/agenda/216518

Programação:

8h30 RECEPÇÃO E CREDENCIAMENTO

Café de Boas Vindas

9h ABERTURA DO SEMINÁRIO

Diretor do Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria

9h20 – Contextualização: A Visão das Empresas e dos Agentes Financiadores

Palestra: O papel da empresa na relação de crédito.

Palestrante: SERASA Experian

Palestra: Obtenção do crédito – transparência e prestação de contas.

Palestrante: Escola de Negócios Saint Paul Institute

10h30 – Soluções: Formas de Financiamento

O que é relevante? / Como financiar hoje o seu negócio? / Pensando no futuro, como financiar?

Palestrantes:

Ana Paula Bernardino Paschoini, Gerente do Departamento Regional Sul do BNDES

Ana Paula Shuay, Superintendente de Negócios da DESENVOLVE SP

Thiago Montero, Gerente de Mercado Pessoa Jurídica e Assessor da Superintendência São Paulo do Banco do Brasil

Representante da Superintendência da Regional São Paulo da Caixa Econômica Federal

Representante do Departamento de Empréstimos e Financiamento – DEF do Bradesco

12h30 – Check List “Ações Objetivas para Acesso ao Crédito”

Diretor do Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria – DEMPI/FIESP

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Palestra online gratuita aborda a importância da Governança de Dados para o sucesso do Big Data Analytics

Celso Poderoso, diretor América Latina da área de Professional Services da MicroStrategy, ministrará no próximo dia 27 de julho, às 16h00, um webinar gratuito sobre a importância da Governança de Dados para o sucesso do Big Data Analytics. O evento é organizado pela DAMA – Data Management Association, organização de fornecedores sem fins lucrativos e independente que reúne técnicos e profissionais dedicados a promover os conceitos e as melhores práticas em Gestão, Governança e Qualidade de Dados e Informação. Para inscrever-se basta acessar: https://www.eventials.com/damabrasil/a-importancia-da-governanca-de-dados-para-o-sucesso-do-big-data-analytics/.

De acordo com Celso Poderoso, o Big Data deixou de ser uma palavra da moda para tornar-se algo que todas as empresas buscam para melhorar o processo de tomada de decisão. Porém, implementar projetos que envolvam Big Data Analytics sem aplicar princípios fundamentais de Governança de Dados representa um risco maior do que os benefícios que esta tecnologia pode trazer. Nesta palestra, o executivo pretende esclarecer o que é Big Data Analytics, aw integração necessária com a Governança de Dados e como evitar as armadilhas deste tipo de projeto.

Além disso, a ideia é mostrar como a mais recente versão da plataforma MicroStrategy 10 Secure Enterprise, que dispõe de novas capacidades de descoberta de dados e um conjunto de melhorias que a tornam ainda mais fácil de usar, permite aos usuários de negócios conduzirem de maneira bem sucedida aplicações de analytics self-service, garantindo ao mesmo tempo confiabilidade e governança de dados.

Celso Poderoso é economista, especialista em sistemas de informação e mestre em tecnologia. Autor de livros de SQL e Banco de Dados editados pela Novatec. Professor e coordenador da pós-graduação em BI e Big Data da FIAP – Faculdade de Tecnologia.

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Empresa de energia lança prêmio de inovação

A EDP Brasil, empresa que atua nas áreas de geração, distribuição, comercialização e soluções de energia, anuncia o lançamento oficial do prêmio EDP Open Innovation, a maior competição mundial de inovação no setor energético. O concurso destinado a startups com ideias criativas que poderão ser implementadas no mercado global a fim de definir novas fronteiras do setor elétrico.

A iniciativa nasce da fusão dos prêmios EDP Inovação e Energia de Portugal que incentivavam o empreendedorismo na área da energia. O programa é realizado em parceria com o jornal português Expresso e a aceleradora Fábrica de Startups.

“O prêmio tem como objetivo estimular o surgimento de negócios inovadores e disruptivos, para nos anteciparmos à transformação do setor elétrico e contribuir para o desenvolvimento do setor de energia cada vez mais eficiente e sustentável”, afirma João Brito Martins, diretor de Estratégia, Organização e Inovação da EDP Brasil.

Os interessados, de qualquer parte do mundo, devem submeter seus projetos com potencial para alcançar mercados em escala global. Para a primeira edição do concurso, os assuntos abordados são relacionados a energia limpa e tendências recentes do setor. A competição abrange os seguintes temas: eficiência energética; mobilidade elétrica; internet das coisas; M2M (Máquina a Máquina); aprendizado de máquina; tecnologia da informação; produção eólica, solar, elétrica offshore, ou demais formas de energia; armazenamento e distribuição de energia; e gás natural.

As equipes deverão ser formadas por 2 a 4 integrantes e já podem se inscrever por meio do site http://edpopeninnovation.edp.pt. O prazo para participar do concurso é até 31 de agosto.

Etapas do concurso e premiação

Concluída a fase de inscrições, até 30 grupos serão selecionados para entrevistas conduzidas por um júri internacional. Nessa fase, os competidores terão a oportunidade de detalhar o modelo de negócio e persuadir os jurados a apostarem em seus projetos.

A partir dessas conversas, serão escolhidas 15 equipes que serão beneficiadas pelo programa de aceleração de startups em Lisboa, durante todo o mês de outubro. Os custos de viagem e hospedagem em Portugal serão de responsabilidade da organização da EDP, limitados a dois integrantes por grupo.

Nesse momento as equipes trabalharão na Fábrica de Startups para acelerarem os seus projetos e terão contato com o método FabStart, que permite simular o produto no mundo real. Essa é uma oportunidade única para compartilhar experiências e aprimorar os trabalhos, ao mesmo tempo em que os times contarão com o auxílio de sessões periódicas de mentoria com profissionais renomados das áreas de interesse.

Os três grupos com o melhor desempenho ao longo de toda a competição, segundo critérios estabelecidos pelo comitê organizador do EDP Open Innovation, farão uma exposição no stand da EDP no Web Summit, o maior e mais importante evento de startups em tecnologia da Europa. A equipe vencedora será premiada no valor de ‎€ 50 mil, montante a ser utilizado exclusivamente no desenvolvimento da ideia.

Os premiados serão anunciados em novembro, após todos os integrantes do programa de aceleração apresentarem, em Lisboa, o pitch a uma plateia composta por colaboradores da EDP, investidores e convidados.

Os participantes com projetos de elevado potencial também serão convidados a integrar o programa EDP Starter em Portugal, Espanha ou Brasil.

O regulamento e mais informações sobre o prêmio estão disponíveis no site:

http://edpopeninnovation.edp.pt/

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Incentivadora de startups recebe credenciamento do governo paulista

A diretoria da Incubadora Tecnológica de Presidente Prudente (Intepp) comemora a obtenção de credenciamento definitivo junto ao Governo de São Paulo. Seu ingresso na Rede Paulista de Incubadoras de Empresas Tecnológicas (RPITec) está autorizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação; conforme publicação no Diário Oficial. Fato que, entre outros benefícios, abre a oportunidade para celebrar convênios sobre recursos financeiros ou aquisição de equipamentos junto ao Estado. Para o presidente da Intepp, Moacir Del Trejo, a medida representa o reconhecimento público.

“A importância de obter a credencial em definitivo é a de passarmos a estar inseridos numa série de possibilidades da obtenção de recursos junto às secretarias de governo”, afirma Del Trejo. O vice-presidente Emerson Silas Dória diz que estar apto em conseguir entrar em linhas de financiamento é um expressivo ganho para as empresas incubadas. O gerente Luís Horácio Ramos Isique reafirma essa condição e aponta algumas outras vantagens, como as de ampliar a visibilidade da Intepp e a de promover o intercâmbio sobre boas práticas com outros ambientes de inovação.

Em 2013, a Intepp obteve o credenciamento provisório. No final do mesmo ano foi possível assinar convênio de R$ 262 mil para mobiliar e equipar suas novas dependências, dez vezes maiores. Antes ocupava uma sala de 45 metros quadrados no campus I da Unoeste, sendo transferida para o campus II, num ambiente de 501 metros quadrados e com várias salas. Cumpridas as exigências administrativas e legais, avaliada em processo de estágio probatório devidamente monitorado pelo Estado, o secretário Márcio França, que também é vice do governador Geraldo Alckmin, autorizou o credenciamento em definitivo.

O monitoramento foi acompanhado pelo técnico da secretaria estadual Fernando Batolla que, numa visita em março do ano passado, elogiou a estrutura e a seriedade na aplicação dos recursos, que foram disponibilizados pelo governo. “Vejo o credenciamento definitivo como resultado da sequência de um trabalho que cumpriu as exigências do projeto guarda-chuva, instituído em 2014, com o Sistema Paulista de Ambientes de Inovação (SPAI), que compreende o Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec) e a RPITec ”, comenta Dória.

O papel da incubadora é proporcionar condições para o desenvolvimento de projetos que possam se transformar em negócios empresariais, no que a Intepp tem os envolvimentos da Faculdade de Informática de Presidente Prudente (Fipp) da Unoeste e da Uninfo Jr; Associação Prudentina de Educação e Cultura (Apec), mantenedora da Unoeste; Associação Comercial e Empresarial de Presidente Prudente (Acipp); Prefeitura, através da Secretaria de Tecnologia da Informação (Setec) e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedepp); e a Faculdade de Ciência e Tecnologia (FCT/Unesp). A Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Presidente Prudente também está envolvida, na condição de apoiadora.

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Detectar, conter e investigar: regras de proteção em TI – Por Guilherme Bezerra

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A Tecnologia da Informação é um dos setores que mais tem recebido investimentos no Brasil, em meio ao cenário desafiador em termos econômicos que o país enfrenta. O segmento mostra-se fundamental não apenas por fornecer recursos básicos para que as empresas operem, mas também ferramentas estratégicas para a captação e gestão de negócios.

Ao mesmo tempo em que a TI se torna cada vez mais peça essencial nas empresas, a preocupação com a segurança dos dados cresce e tem virado a principal dor de cabeça para os administradores das redes. Para os invasores, crackers, hackers e ameaças em geral, não há nenhum tipo de crise que esteja impactando no desenvolvimento de novas ameaças e ataques direcionados a empresas, independentemente do segmento de mercado em que atua o seu porte. O mundo entende que o coração das empresas está em suas informações e, por isso, hackers estão cada vez mais empenhados em invadir sistemas para obter informações sigilosas que possam fornecer algum tipo de vantagem para eles.

As ameaças estão além de “simples” malwares, usualmente passíveis de detecção por parte de um antivírus. Elas estão evoluindo e, atualmente, é essencial que as empresas atualizem seus métodos e tecnologias de detecção e resposta a incidentes. E, sobretudo, é preciso pensar e agir de forma rápida e certeira. Três estratégias surgem como essenciais para equipes de TI no trabalho incessante contra ciberataques.

Detecção: primeiramente é preciso contar com tecnologias que trabalhem pró-ativamente na detecção de ameaças. Firewalls tradicionais, por exemplo, não têm capacidade de inspecionar pacotes criptografados (https) e hoje existem diversas ameaças e técnicas de ataque que são baseadas neste protocolo. Por isso, é necessária a atenção para a implementação de sistemas integrados, como IPS/IDS, firewalls inteligentes para realização da inspeção de todo tráfego de rede e soluções como SIEM, que são focadas na coleta de logs de equipamentos/aplicações com foco na correlação de informações para identificação rápida de incidentes capazes de permanecer meses camuflados dentro do ambiente.

Contenção: uma vez que um incidente é detectado, o mesmo precisa ser classificado e, a partir disso, serem tomadas ações rápidas para conter possíveis disseminações, interceptações e vazamentos. É de extrema importância que, além de tecnologias, existam também processos estabelecidos para que as ações de contenção sejam tomadas.

Investigação/Erradicação: um dos principais erros das empresas é parar na fase de contenção de um incidente e não investir tempo na investigação. O fato impede que a empresa saiba qual a origem da possível exploração e entenda todos impactos e riscos sobre negócios e infraestrutura. Deve ser essencial que os incidentes sejam investigados e mapeados, para que seja possível estimar quais serão os esforços necessários para erradicação de um novo incidente desta classe, seja por meio de redefinições de regras em soluções, educação de usuários, novas políticas de segurança ou até mesmo possíveis investimentos em novas soluções de segurança da informação.

Os avanços da Tecnologia da Informação são uma realidade, sendo já consenso que a segurança dos dados é uma das principais preocupações das empresas. A invasão a uma rede e o vazamento de informações podem causar prejuízos incalculáveis. A indústria de TI tem desenvolvido ferramentas de prevenção. Entretanto, o papel das empresas nesse processo é essencial, sobretudo ao adotar soluções eficazes, levar em conta as três importantes estratégias do processo da segurança da informação e preparar os usuários para que não se tornem fontes possíveis de abertura das portas virtuais das empresas.

Guilherme Bezerra, Especialista de Soluções da Brasoftware

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Dados: a quem pertencem?

Por Paulo Milliet Roque, Vice-Presidente e Diretor de Inovação da ABES –

Associação Brasileira das Empresas de Software

Os casos de bloqueio do serviço de mensagens instantâneas WhatsApp e a prisão do executivo do Facebook no Brasil neste ano trouxeram, mais uma vez, à tona uma questão pertinente à sociedade atual que parece estar longe de se chegar a um consenso: segurança x privacidade. Por um lado, temos as empresas de tecnologia que têm como parte fundamental do seu serviço garantir a privacidade de seus usuários e do outro as leis que regem o país destes mesmos cidadãos. E ainda entre estas duas forças, a sociedade que precisa se sentir segura ao utilizar as ferramentas digitais e ao mesmo tempo não quer que crimes deixem de ser solucionados ou que criminosos fiquem impunes por conta da falta de acesso à informação das autoridades policiais.

O legislador brasileiro precisa ficar atento, porém, para que as regras a respeito da proteção de dados, sigilo e privacidade do usuário não se traduza em obstáculo intransponível para que empresas possam oferecer uma série de serviços – de interesse desses mesmos usuários – cuja realização envolve tratamento e transferência de dados.

No Brasil, existem leis que tratam do assunto, dentre as quais o principal instrumento legal, o Marco Civil da Internet, amplamente debatido e considerado um grande avanço no mundo todo sobre este tema. No caso atual, em seu artigo 15, exige que um provedor de aplicações mantenha os respectivos registros de acesso (não o conteúdo) em aplicações de internet por seis meses.

As dúvidas, no entanto, se acirraram nos últimos meses. A punição empregada ao executivo do Facebook pode ser considerada justa? Até onde pode-se dizer que a empresa não respondeu à Justiça adequadamente? Os players de tecnologia internacionais ou não estão corretos em disponibilizar ao mercado serviços que implicam na transferência ou tratamento de dados, negando-se, porém, a revelar esses dados às autoridades dos países em que atuam?

Dentre os principais motivos que as empresas alegam para não mudar seus sistemas (e isso é realmente preocupante) destacam-se o dever de proteger os dados, o sigilo e privacidade dos usuários desses aplicativos e a garantia de que as informações privadas não sejam usadas por governos com regimes extremistas, que muitas vezes não respeitam os direitos humanos, por exemplo. Se a cessão das informações ocorrer em algum país, a empresa pode abrir precedentes para outras regiões exigirem o mesmo.

Essas são perguntas que a maioria dos especialistas do setor vem debatendo. A prisão de Diego Dzodan e o bloqueio do Whatsapp podem ser bons motivos para o Brasil avaliar se as leis existentes e suas regulamentações ainda pendentes são suficientes e se atendem às atuais necessidades que a internet vem apresentando à sociedade.

Engajada em abrir um fórum para discussões sobre uso, compartilhamento e proteção de dados, a ABES lançou o portal Brasil, País Digital http://brasilpaisdigital.com.br, focado em informações sobre as leis de proteção de dados, com notícias e casos ligados ao assunto no Brasil e mundo. A entidade ainda atua com um Comitê sobre o Marco Regulatório, que se ocupa de temas relacionados com a internet e reúne vários executivos do setor para debater situações como essas.

Essa foi uma forma encontrada pela entidade para manter tanto as empresas quanto a sociedade atualizada quanto ao desenrolar de casos como os que as empresas Facebook, Whatsapp e Google, entre outras, vêm enfrentando.

O momento agora requer um debate com a participação de especialistas em direito penal, empresas do setor, especialistas em TI e sociedade civil para que se chegue a um consenso onde a internet seja um agregador para a evolução da comunicação e não um instrumento de litígios e espaço seguro para o crime.

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Metade das grandes companhias já utiliza Analytics com sucesso para melhorar experiência do consumidor

O SAS, líder de mercado em Analytics, identificou que metade dos executivos de grandes companhias já utiliza com sucesso a análise de dados para aprimorar a experiência dos clientes. Outros 46% ainda se consideram em fase de aprendizado, mas já estão no processo de aplicar a tecnologia. As informações fazem parte do relatório “Blazing the trail from data to insight to action”, levantado pela Forbes Insights, em parceria com o SAS. A pesquisa consultou 105 executivos de grandes organizações ao redor do mundo.

Segundo o levantamento, as empresas que atualmente lideram os investimentos em Analytics (50%) estão mostrando uma enorme capacidade para capturar, processar, escalar e disponibilizar dados para suas organizações e toda a rede de parcerias e fornecedores. Contudo, ainda há um desafio na transformação das informações em insights para serem aplicados aos negócios, e os atrasos em infraestrutura e processos necessários para manter esses esforços são um obstáculo.

Para Fernanda Benhami, gerente de Customer Intelligence do SAS América Latina, há uma disponibilidade ampla de recursos avançados de captura e análise de dados, oferecendo novas oportunidades para as marcas interagirem com os clientes. “Algumas tecnologias têm trazido resultados superiores no objetivo de transformar dados em padrões de comportamento dos usuários e preferências, a fim de oferecerem projeções de vendas e engajamento”, completa.

Real-Time Analytics e integração de canais melhoram engajamento

Entre essas habilidades destaca-se o Real-Time Analytics, ou a capacidade de agir no momento em que as transações ocorrem e os clientes interagem com os canais da empresa. Aproximadamente, metade dos consultados tem investido nessas tecnologias para melhorar a experiência de seus clientes.

Em relação às ferramentas analíticas em tempo real, os entrevistados mais avançados nos investimentos em Analytics mostraram mais propensão a direcionar os esforços para monitoramento de vendas em tempo real (56%), contra os menos avançados (38%). O monitoramento com a Internet das Coisas (máquinas e sensores) e mídias sociais em tempo real também se destacaram com o dobro de ‘líderes’ de investimentos empregando esforços em relação às empresas iniciantes em análises.

No plano geral de Analytics, as preferências e padrões de comportamento do consumidor, além de projeções de vendas, têm sido as áreas de maior investimento entre as empresas consultadas.

Outra tendência apontada pela pesquisa é a respeito da ação de soluções de integração de canais, unificando os tradicionais e digitais. 76% dos executivos afirmaram integrar os dados de todos os canais de interação com o cliente, com 47% já aplicando os dados em tempo real. As indústrias que tiveram mais sucesso com essa integração foram as de Manufatura, Produtos Industriais e Automotiva (66%); e Tecnologia, Softwares e Sistemas (50%).

Insights e engajamento com clientes são destaques de sucesso

A expectativa com esses investimentos nas empresas consultadas destacou a necessidade de assertividade nas previsões de desejos e necessidades dos clientes (63%), bem como melhor engajamento com os mesmos (60%).

Quanto aos resultados já conquistados, as empresas que investiram em Analytics ficaram mais próximas dos clientes. As vantagens mais apontadas incluem os incrementos no engajamento com os consumidores (53%) e a melhoria na obtenção de insights (51%), além das vantagens internas, que levaram ao fortalecimento das equipes e ofertas.

Dos executivos de Tecnologia, Softwares e Sistemas, a geração de insights e a tomada de decisões mais rápida foram os principais benefícios identificados por 88% e 75% dos executivos, respectivamente. Para o setor financeiro, 75% dos entrevistados apontaram o melhor engajamento com os clientes como principal resultado.

Um dos principais desafios é mensurar o impacto dos esforços em Analytics

Segundo o relatório, os desafios para conquistar esses resultados variam de acordo com a maturidade da empresa na adoção de Analytics. Para as empresas mais experientes, a habilidade de mensurar o impacto dos esforços ainda é o maior obstáculo a ser vencido. Já as empresas menos experientes consideram a compreensão do processo de transformação dos dados em insights como o maior desafio.

De modo geral, as maiores imposições para operacionalizar os insights obtidos pela análise de dados nas grandes empresas são as dificuldades em escalar o sucesso com os resultados departamentais no âmbito organizacional, transformar insights isolados em padrões para beneficiar a empresa e achar meios de calcular o impacto direto da adoção de tecnologias.

A maioria das empresas, inclusive as mais avançadas, não considera departamentos essenciais, como Marketing e TI, como altamente proficientes na análise de dados. De modo geral, a área de Gestão de Relacionamento com o Cliente (CRM) obteve a maior nota, porém foi considerada altamente proficiente em análise de dados por apenas 32% dos consultados. Já as áreas de Marketing e TI, envolvidos em profundidade nos projetos de Analytics, foram votadas por apenas 28% dos executivos.

Outro problema apontado por muitos dos executivos consultados foi a deficiência na visibilidade e na comunicação entre departamentos e stakeholders, dificultando a obtenção de insights a partir dos dados. Ainda há dificuldade em disponibilizar todos esses dados de forma que possam ser facilmente acessados pelos tomadores de decisão, em uma única camada ou formato. Apesar de a maioria ter afirmado atender esses requisitos, apenas 14% possuem mais de três terços das informações da organização disponibilizadas dessa forma.

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Transações B2B pela web devem movimentar R$ 1,69 trilhão neste ano, aponta E-Consulting

O índice Business-to-Business online (B2BOL), que mede as transações comerciais entre empresas, deverá chegar a R$ 1,69 trilhão em 2016, conforme aponta dados divulgados pela E-Consulting, boutique de estratégia e projetos líder em criação, desenvolvimento e implementação de serviços profissionais em Web, TI, Telecom, Contact Center, Multicanais e Novas Mídias para 47 das 100 maiores empresas do Brasil.

De acordo com o levantamento, medido há 14 anos e realizado com 500 empresas, o crescimento esperado é de 2,42 % no período, frente ao R$ 1,65 trilhão alcançado em 2015. A expansão do índice segue tímida neste ano se comparar os resultados de 2015 com os números de 2014, que teve um aumento de 9,2%. Em 2014, o volume apresentado foi de 1,5 trilhão.

O B2BOL mede, a cada três meses, os volumes transacionados digitalmente entre empresas (Portais, EDI, Plataformas B2B, etc), seja por meio de portais proprietários (B2BOL_Companies) ou via intermediários – os E-Marketplaces independentes (B2BOL_ E-Markets).

O B2BOL Companies, praticado entre as trinta maiores empresas do país, que representam em torno de 77% de toda a movimentação brasileira entre companhias e suas cadeias de valor, alcançou R$ 1,37 trilhão no primeiro trimestre, contra R$ 1,34 trilhão de 2015. Os segmentos que mais representam neste nicho são Bens de Consumo Duráveis e Não Duráveis (11,1%), Governo e Agências públicas (10,6%), Atacado & Varejo (10,2%), Química e Petroquímica (9,7%) e Telecomunicações, TI e Internet, Entretenimento e Mídia (8,7%).

Já o B2BOL realizado entre e-marketplaces independentes – os chamados mercados digitais intermediários – atingiu no trimestre o volume de R$ 359 bilhões. No mesmo período do ano passado, este valor foi de R$ 351 bilhões. Nesta categoria, Consumo Duráveis e Não Duráveis (12,8%), Atacado & Varejo (7,5%), Química e Petroquímica (12,5%), Telecomunicações, TI e Internet, Entretenimento e Mídia (8,3%) e Utilities (7,6%) são os mercados que ainda continuam a despontar no levantamento.

“Diferente de outros nichos da economia, que sofrem com a atual crise econômica do País, o segmento de B2B continua em expansão, mesmo que seja tímida. Cada vez mais empresas que vendem para outras empresasaumentam seus investimentos em plataformas de e-commerce, em integração end to end (pedidos de gestão, ERP, ferramentas financeiras, dentre outros) e multicanal. É importante também realçar o maior crescimento comparativos do B2B e-marketplaces”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting.

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Algar Ventures busca negócios inovadores e soluções disruptivas

Com o intuito de identificar empreendedores e parceiros com negócios inovadores e soluções disruptivas para investimentos, o grupo Algar lança a Algar Ventures. Com a iniciativa, o Grupo irá participar ativamente do ecossistema de inovação, por meio do contato com rede de startups, faculdades, espaços de coworking, fundos de investimento em Venture Capital, incubadoras, e aceleradoras, e promover a ponte entre este ecossistema e as empresas do grupo Algar.

“A ideia é antecipar tendências no mercado e, consequentemente, alavancar vantagens competitivas do Grupo. Desenvolvendo este relacionamento também poderemos complementar o nosso portfólio de forma a gerar negócios sustentáveis com valor percebido”, destacou o vice-presidente de Estratégia e Inovação do Grupo Algar, Clau Sganzerla.

Em sua primeira etapa a Algar Ventures irá atuar por meio de parcerias e acordos com incubadoras, aceleradoras e outros agentes de inovação em todo o Brasil. Na segunda etapa, com o modelo Corporate Venture Capital, realizando investimentos diretos ou por participação em fundos. A intenção é priorizar o conceito de Open Innovation e parcerias com setores alinhados à estratégia de negócio do Grupo, com foco em negócios inovadores.

Formada por associados (como são chamados os funcionários do grupo Algar) da Holding e demais empresas do Grupo, a Algar Ventures tem como campos de interesse: cidades inovadoras, agronegócios, indústria do futuro, energia, educação do futuro, wearables, sociedade da informação, alimentos, transporte e logística, pequenas empresas, turismo e viagem, plataformas científicas e tecnológicas.

Metodologia Algar Ventures:

– Engajar o ecossistema: participar, promover, organizar, patrocinar eventos e atividades de engajamento do ecossistema de inovação;

– Análise por comitês de seleção e especialistas: hipóteses de problemas do cliente; testes de conceito de produto e validação das hipóteses de problema;

– Incubação/Aceleração: desenvolvimento do protótipo; identificar padrões de demanda e validação preliminar do modelo de negócio;

– Avaliação para investimento e/ou internalização

Mais informações: http://www.algarventures.com.br

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Cabify lança solução para mercado corporativo

A Cabify, startup que tem por objetivo oferecer solução de mobilidade urbana inteligente, anuncia seu mais novo produto para o mercado brasileiro, o Cabify Corporate. Com foco no público corporativo, o novo serviço é uma solução para empresas que precisam reduzir custos, controlar despesas e ter uma gestão eficiente da mobilidade de seus colaboradores. O serviço é oferecido nas áreas de atuação da Cabify. A empresa é líder no mercado corporativo nos mercados em que atua desde 2011 e agora traz todo o seu conhecimento e know-how para o mercado brasileiro, por já ter parceria com Samsung, Nike, Visa, CNN, Red Bull, AOC, KPMG, Michael Page, Scotia Bank, entre outras.

“Este tipo de serviço faz parte do nosso carro-chefe nos mercados em que atuamos, por isto estamos muito otimistas com esse lançamento. Nossa experiência possibilitou que desenvolvêssemos um modelo de trabalho robusto para oferecer a melhor solução para pequenas, médias e grandes empresas. Temos milhares de empresas que já utilizam a nossa solução e vemos no Brasil uma enorme oportunidade para seguir com este nosso modelo que é um grande diferencial da Cabify” afirma Daniel Velazco-Bedoya, diretor de Operações da Cabify Brasil.

Todos os parceiros da Cabify passam por um processo para operar por meio da empresa e estão totalmente aptos a atender o público corporativo. Todas as facilidades oferecidas para o consumidor privado estarão disponíveis agora para o Cabify Corporate, como, por exemplo, o preço fixo a partir da rota ótima do ponto de partida ao ponto de chegada, time de atendimento suporte 24/7, além de veículos novos e motoristas qualificados. Pelo método de cobrança da Cabify o gestor pode ter um controle exato do custo dos deslocamentos dos colaboradores, sem surpresas ao fechar o mês. Ainda é possível acompanhar as rotas dos usuários. Assim, o gestor da empresa tem, em tempo real, acesso ao sistema e verificar, em um mapa interno, o deslocamento dos funcionários e com isso avaliar o bom uso internamente. Além disso, a plataforma disponibiliza a criação de diversos relatórios que podem ser extraídos para auxiliar no controle de custos e também na gestão do sistema de transporte internamente. Na questão financeira, o sistema possibilita faturamento do serviço (pós pago) e concilia todos os pagamentos em um único canal facilitando a dinâmica financeira das empresas clientes.

Vale destacar que o Cabify Corporate é uma ferramenta de fácil implementação, além de ser configurável. Assim, podem ser criadas restrições por grupo de usuários, como, por exemplo, em horários determinados para realizar viagens, rotas específicas, limite de gasto por funcionário, entre outros. Ainda conta com uma equipe de atendimento disponível 24h por dia, sete dias por semana para dar suporte em qualquer necessidade da empresa como, por exemplo, vans, carros blindados, motorista bilingue, entre outros. Ainda é possível realizar o agendamento de corridas a fim de facilitar a programação de viagens de forma prática e segura, perfeita para períodos fora do comum como na madrugada, horário de pico, entre outros.

“Adotar uma frota tercerizada pode ser bom para as empresas, uma vez que proporciona redução de custos e controle. Em uma frota própria há várias despesas envolvidas, além da manutenção do carro, tais como: gastos com estacionamento, seguros, conservação do veículo, entre outros. Um funcionário como passageiro acaba sendo mais produtivo, pois não ficará perdendo tempo no transito e em congestionamentos. Todas as empresas que têm interesse neste sistema, podem acessar facilmente nosso site e ter instruções de como se tornar um corporativo Cabify e desfrutar de todas as vantagens que temos a oferecer ” completa o executivo.

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Diretor da Fiesp acredita que ordens judiciais de bloqueio de aplicações são desproporcionais diante do interesse público

Nesta terça-feira (19), Justiça do Rio bloqueia o aplicativo de mensagens Whatsapp em todo o país

O diretor do Departamento de Segurança (Deseg) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Rony Vainzof, advogado especialista em fraudes e crimes cibernéticos, afirma que as aplicações como o Whatsapp, por explorarem o mercado brasileiro devem cumprir a legislação brasileira, ainda mais na investigação de graves ilícitos praticados por usuários das ferramentas.

Para Vainzof, na ausência de cumprimento da determinação judicial de interceptação pela aplicação, o caminho proporcional seria sancionar pecuniariamente a empresa e não bloquear os seus serviços, diante do latente dano a sociedade.

A opinião foi dada após o maior aplicativo de mensagens ter sido bloqueado pela terceira vez, agora pela Justiça do Rio de Janeiro, que pede à empresa que as mensagens trocadas por pessoas investigadas sejam desviadas em tempo real antes de ser implementada a criptografia. Mas, a grande discussão neste caso fica para o fato dos responsáveis pelo aplicativo alegarem não ser possível tecnicamente interceptar o fluxo de comunicação entre os usuários.

“Neste caso, só a perícia judicial pode constatar se tecnicamente é possível ou não que o WhatsApp reverta a chave de criptografia exclusivamente para o usuário investigado, atendendo pedido da Justiça, sem prejudicar a privacidade dos demais usuários. Lembro que o bloqueio é uma medida desproporcional ao fato, pois o interesse público prevalece. Por outro lado, a empresa precisa cumprir as determinações judiciais e viabilizar as investigações daqueles que utilizam as suas aplicações para finalidades ilegais”, explica.

De acordo com Vainzof, essa é uma discussão mundial, pois precisamos conciliar privacidade e segurança.

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CargoX testa drones para monitoramento de cargas

A CargoX – primeira transportadora do Brasil impulsionada por tecnologia e inovação, que opera conectada a uma rede de mais de 100 mil caminhoneiros autônomos testa uma proposta pioneira para o mercado de logística. Chamado de SafetyTruck, o projeto propõe utilizar drones para o monitoramento de cargasque saem de São Paulo.

A iniciativa ainda está em fase de desenvolvimento, mas uma das principais funcionalidades de segurança é o botão de pânico, que aciona o drone em situações de emergência, como as tentativas de assalto. Nesses casos o equipamento acompanha o veículo por cerca de cinco horas e envia as imagens captadas direto para a transportadora iniciar à recuperação da carga e do caminhão. Além disso, o recurso conta com um item de reconhecimento de paradas não programadas para identificar rotas fora do itinerário.

Segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas &Logística (NTC&Logística), os altos índices de roubo de cargas no Brasil geram um prejuízo anual de R$ 2 bilhões e, para inibir este tipo de incidente, a CargoX pretende estar na vanguarda do uso de drones para inibir furtos de carregamentos. “Queremos antecipar o futuro de segurança do setor rodoviário com o uso dessas tecnologias de última geração, que permitem monitorar e localizar o motorista em tempo real, para que tomemos providências se houver algum imprevisto no trajeto”, afirma Federico Vega, CEO da CargoX.

De acordo com o executivo, a companhia está focada 100% em tecnologia e empenhada em melhorar o transporte rodoviário no Brasil nos próximos anos com a iniciativa dos drones, dentreoutros projetos. “Com o SafetyTruck e outras ações que estamos criando, nosso intuito é projetar o futuro para a logística do país e melhorar as condições nas estradas”, explica Vega.

A CargoX, (http://www.cargox.com.br), é a primeira transportadora do Brasil sem frota própria, baseada em tecnologia e inovação, operando conectada em tempo real, por meio de um aplicativo próprio, a uma rede de mais de 100 mil motoristas autônomos. Lançada oficialmente em março deste ano e considerada como a “Uber dos caminhões”, a empresa é pautada pelas diretrizes agilidade, flexibilidade e qualidade na experiência do contratante do serviço, além de responsabilidade pelas cargas transportadas. A CargoX começou a ser estruturada em meados de 2015 por Federico Vega, CEO da companhia. Atualmente, atende todas as regiões do país e com crescimento médio de 57% ao mês espera faturar no primeiro ano de atuação cerca de R$ 50 milhões.

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Mondelez Brasil acelera inovações em co-criação com startups e plataformas digitais

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A Mondelez International, detentora de marcas como Lacta, Trident e Oreo, realiza a segunda edição do programa Digital Accelerator, que busca startups e parceiros digitais para empreender de maneira colaborativa a fim de acelerar a transformação da maneira como a companhia conecta suas marcas aos consumidores, além de potencializar a cultura de criatividade nos times de marketing e no ecossistema de trabalho.

O evento de lançamento, que ocorreu no último dia 13 e já iniciou tirando todos os participantes de suas zonas de conforto, aconteceu na Wayra – parceira do programa e onde algumas das startups mais criativas do Brasil foram aceleradas. Durante todo o dia, eles tiveram contato com os parceiros digitais e foram provocados a pensar diferente.

A companhia acredita na inovação como motor de crescimento e desenvolvimento de seus talentos. Por essa razão, o objetivo do programa é encorajar os times de marketing da Mondelez Brasil a pensarem fora do lugar comum, a se arriscarem sem medo e a aprenderem fazendo. Os projetos devem ser baseados em plataformas mobile, focados em elevar a relação entre os consumidores e as marcas a um novo patamar no universo digital, além de ter potencial para serem escalados para a América Latina.

Primeiro encontro do Digital Accelerator 2016, na Wayra Brasil

“O Digital Accelerator é uma grande oportunidade que nós desenvolvemos para acelerar a inovação na Mondelez International e transformar a forma como nos conectamos com as pessoas. Queremos criar o futuro mobile, hoje. As indústrias de tecnologia e de mídia digital são algumas das mais inovadoras do mercado, especialmente no que se refere a experiência e engajamento do consumidor, e têm alguns dos talentos mais criativos do mundo. Nossa empresa também tem alguns dos melhores talentos da área de marketing, e por isso queremos colocá-los para trabalhar juntos, para incentivar dentro da companhia uma cultura de criatividade empreendedora”, afirma Maria Mujica, diretora de marketing e comunicação da Mondelez International Latinoamerica.

A Seleção

Em parceria com empresas que têm o digital em seu DNA, a Mondelez International desenvolverá projetos que acelerem de forma exponencial o crescimento de suas marcas neste universo. No Brasil, os projetos serão escolhidos após um processo seletivo que começou no último dia 13, no qual as empresas candidatas – Tinder, Buzzfeed, Waze, Spotify, Vice, Vevo, Izit, InLocoMedia, Twitch, Aquto, EA Games, Heatmape e Spumenews – apresentaram as suas capacidades e conheceram os desafios de cada uma das marcas da companhia. A partir daí, cada marca escolherá um parceiro para trabalhar e, juntas, farão a co-criação de um projeto. As três propostas selecionadas receberão o investimento de US$ 30 mil cada uma para sua implementação.

“Estamos mudando a nossa forma de investir em mídia. Entendemos que o ambiente digital é onde o nosso consumidor mais a consome, então é lá que precisamos estar. Também sabemos que o retorno sobre investimento em digital é o dobro se comparado com a mídia tradicional, por esse motivo, até 2018, 30% do total do investimento em mídia, será em digital”, reitera Mujica.

Mais informações a respeito do Digital Accelerator estão disponíveis no site http://www.digitalaccelerator-mdlz.com/

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Gartner aponta 24% mais gastos em transações in-App do que em download de aplicativos

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, aponta que os usuários de aplicativos para dispositivos móveis gastam 24% mais em transações in-App do que em pagamentos antecipados para download de aplicativos. De acordo com pesquisa realizada pelo Gartner, a preferência dos clientes por compras in-App indicam que a flexibilidade oferecida por esse modelo garante uma melhor experiência do cliente.

“Os resultados revelam que usuários de aplicativos móveis gastam US$ 7,40 em downloads de Apps a cada três meses e US$ 9,20 em transações dentro de aplicativos, valor 1/4 maior. Isso confirma que, uma vez que os usuários tenham certeza de que a ferramenta oferece a experiência desejada sem a necessidade de pagar antecipadamente, eles terão mais facilidade em gastar em transações in-App”, afirma Stephanie Baghdassarian, Diretora de Pesquisas do Gartner.

Stephanie acrescenta que nem todos os usuários ativarão as transações in-App, especialmente aqueles que não perceberem sua utilidade. Porém, os que conseguem enxergá-la possuem maior possibilidade de gastar quantias mais altas. Um em cada três usuários investe, em média, mais de US$ 5 por mês.

Gráfico: Quanto você gastou em aplicativos para dispositivos móveis nos últimos três meses?

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A pesquisa revela ainda que os jovens são mais confiantes ao realizar transações in-App do que os mais velhos. Embora essas transações geralmente representem a maior parte dos gastos em todas as faixas etárias (exceto dos 35 aos 44 anos, em que são iguais àquelas com pagamentos antecipados), a diferença entre os dois modelos é muito maior entre usuários mais jovens, de 18 a 34 anos. Essas gerações se sentem mais seguras para gastar em aplicativos do que os usuários mais velhos, que acreditam mais no modelo clássico de compra. Os mais jovens provavelmente não devem perder essa confiança e nem diminuir as expectativas quanto às transações in-App no futuro, uma boa notícia para fornecedores de aplicativos para dispositivos móveis.

Mais de 65% das pessoas entrevistadas afirmaram que seus gastos continuaram os mesmos com relação aos downloads pagos e transações in-App. No entanto, entre os usuários que mudaram os níveis de gastos em aplicativos móveis no ano passado, 62% aumentaram suas transações in-App e 55% em downloads pagos. “Há uma preferência pelas transações em aplicativos porque elas permitem que os usuários ‘testem antes de comprar’ e validem a oferta antes de um envolvimento maior”, explica Stephanie.

“Uma ótima experiência do cliente leva o usuário a defender o produto ou serviço, tornando-o leal e fiel à marca. Além das transações in-App, os fornecedores de aplicativos móveis devem apostar em atualizações para versões premium. Uma boa abordagem é misturar recursos extras que motivem as transações in-App durante o ciclo de vida do aplicativo, para que os usuários tenham a oportunidade de escolher o que pagar ‘a la carte’, embora ainda exista a opção de comprar o pacote completo se desejado”, afirma a diretora.

Os fornecedores que querem oferecer a melhor experiência ao cliente devem estar atentos à publicidade nos aplicativos. Quase 60% dos usuários afirmam que acessam esse tipo de anúncio, demonstrando que ainda é preciso provar o valor que as propagandas agregam.

“Independente do tipo de aplicativo, seja um jogo, um App de produtividade, saúde ou entretenimento, há sempre oportunidade para agregar valor extra por meio das transações in-App, impulsionando o envolvimento dos usuários e, eventualmente, sua satisfação”, diz Stephanie.

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Os 10 motivos que levam os jovens a optar por trabalhar numa startup

Geralmente a vida em uma startup está associada a certos conceitos tais como: “horários flexíveis”, “uma mesa de ping-pong” ou “um escritório mais despojado“, aspectos que não refletem ou representam o que realmente ocorre em tais empresas, na realidade, nem se aproximam do espírito que se respira quando se inicia um empreendimento deste estilo.

Como não existe uma definição única de startup, pode-se considerá-la como uma companhia com um alto potencial de crescimento a um ritmo muito acelerado e que, além disso, sustenta uma missão ambiciosa tentando resolver algum tipo de problema ou necessidade de uma grande quantidade de pessoas ou organizações.

Companhias como Nuvem shop, Cinemad ou Brownie do Luiz se aplicam a esta definição. Cada uma delas tem uma missão ambiciosa junto com objetivos agressivos, ano após ano, e para alcança-los, requerem um dinamismo especial de trabalho. Por outro lado, há exemplos de empresas que já transcorreram esta definição de startup e que hoje são grandes companhias como é o caso do Mercado Livre, Google, Facebook, entre outras empresas.

O fenômeno das companhias modernas traz consigo uma quebra de paradigma ligada a diversos aspectos tradicionais do ambiente de trabalho. Por exemplo, em que o Google contribuiu neste sentido? São mundialmente conhecidas as mudanças inovadoras que foram geradas em seuambiente de trabalho: horários flexíveis, ambientes que estimulam a imaginação, refeitórios livres, escritórios dinâmicos e muito mais. Representam, além disso, um modelo de negócio de êxito e lideram no quesito inovação.

Então, qual é a motivação para ingressar em uma startup? Por quê os jovens se atraem pelo desafio de fazer parte delas?

Para esta pergunta, há resposta. Segundo, Randstad Award, os jovens se preocupam mais em ter um bom treinamento, com o conteúdo do trabalho que realizam, e com a oportunidade de crescimento profissional. Portanto, todas as organizações que busquem ser uma marca forte voltada para esta geração deverão trabalhar desta maneira para chamar sua atenção e atraí-los.

Os motivos pelos quais um jovem decide integrar uma startup poderiam ser resumidos em 10 itens:

1. Adeus à rotina: ingressar no mundo startup envolve mudar de atividades ao longo do dia, ser parte de trocas constantes na organização das equipes de trabalho, ter que provar, errar e melhorar constantemente, tendo a sensação de que a casa está fora de ordem ou feita caos. Uma startup necessita de agilidade para tomar novos rumos constantemente; caso contrário, morre na praia.

2. Crescimento profissional: em uma startup não é possível falar em um limite em relação ao plano de carreira, evolução e desafio pessoal. O aprendizado é contínuo, se baseia no ato de fazer, e a realidade com constantes mudanças faz com que os desafios se renovem a cada passo. Definitivamente, não há limites para o crescimento, tudo depende das próprias ações, resultados e expectativas.

3. Horários fixos? Em uma startup desaparece a noção de “cumprir” um horário. Os prazos de trabalho, por exemplo, têm uma ordem, mas estão ligados à atitude e as capacidades. Dentro de uma startup todos fazem sua parte; cada dia conta e pode fazer a diferença entre o êxito e o fracasso.

4. O dinheiro não é tudo: obviamente a aspiração por um salário competitivo existe mas fica em segundo plano no rol das prioridades dentro de uma startup.

5. Perks (benefícios): A dinâmica de trabalho permite oferecer certas vantagens muito valorizadas neste meio, como horários flexíveis, a possibilidade de trabalhar em “home office” ou um escritório com um ambiente mais despojado. As corporações, por sua vez, oferecem outro tipo de benefícios.

6. Gerar um impacto real: uma startup nasce com a ideia de sanar um problema ou necessidade que muitas pessoas ou organizações têm. Esta acaba por ser a missão da companhia.

7. Nome próprio: ao fazer parte de uma equipe pequena, de menos de 100 pessoas, o que cada um faz ou deixa de fazer pode realmente fazer a diferença. Portanto, todos têm nome e sobrenome e um certo protagonismo a desenvolver.

8. Empreender dentro de uma startup: muitos dos que se juntam a uma startup o fazem porque querem empreender algum dia ou inclusive já fizeram. A realidade é que se juntar a uma startup já é empreender. Todas as companhias têm recursos limitados para executar e alcançar seus objetivos, mas em uma startup tal limitação é particularmente mais notória e por isso deve-se pensar em ideias bem inovadoras e diferentes

9. União em equipes: em uma startup se respira um ar de compromisso e entusiasmo. Por se tratar de equipes menores, a união e a coesão se dão naturalmente. Se trabalha em um ambiente de superação continua que envolve uma entrega de 110%. E, através desta dinâmica, todos ensinam a todos.

10. Formar uma cultura: a cultura de trabalho é formada em equipe de maneira horizontal. Não resulta de uma estrutura vertical, onde as ações e costumes da equipe vêm especialmente dos integrantes de hierarquias superiores e dão um rumo ao estilo de trabalho e aos valores da empresa.

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