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Rimini Street, Inc. conclui fusão com a GP Investments Acquisition Corp.

A Rimini Street, Inc. (Nasdaq: RMNI), líder global no fornecimento independente de serviços de suporte a sistemas de gestão empresarial para Oracle e SAP, anuncia a conclusão da fusão com a GP Investments Acquisition Corp. (“GPIAC”). A empresa manterá o nome de Rimini Street, Inc. e suas ações ordinárias serão listadas na bolsa Nasdaq e começarão a ser negociadas como “RMNI”.

A operação consistiu em aproximadamente 65,6 milhões de ações ordinárias da GPIAC avaliadas em US$ 10,00 por ação para os acionistas da Rimini Street. Os fundos obtidos de US$ 50 milhões incluem receitas de caixa geradas com a emissão de 3,6 milhões de ações ordinárias da GPIAC por US$ 10,00 por ação para um afiliado da GP Investments, Ltd. e uma terceira rodada de participação acionária pelo maior acionista da Rimini Street, Adams Street Partners. O lucro do investimento foi utilizado para fornecer caixa adicional ao balanço, reduzir a dívida total e pagar despesas decorrentes da transação.

A equipe executiva da Rimini Street, liderada pelo fundador, CEO e Chairman do Board of Directors Seth A. Ravin, continuará na gestão da empresa. Ainda relacionado à transação, o Board of Directors da Rimini Street aumentou de sete para nove membros. Ravin e todos os atuais membros do Board da Rimini Street continuarão com suas funções, com a adição de Antonio Bonchristiano, CEO da GP Investments, Ltd., e de Andrew Fleiss, Diretor Executivo da GP Investments, Ltd.

“A Rimini Street registrou 46 trimestres consecutivos de crescimento em sua receita, fornecendo soluções de suporte inovadoras e de alto valor agregado, além de um serviço excepcional que atende às necessidades globais de clientes de sistemas corporativos. Com a conclusão da fusão e o início para a abertura de capital, o negócio está melhor posicionado para capitalizar ainda mais no mercado global de US$ 160 bilhões referentes à manutenção e suporte de sistemas de gestão empresarial”, afirma Ravin, CEO da Rimini Street. “A companhia pretende alavancar oportunidades adicionais oferecidas pela fusão, pelo aumento de investimentos e pelo acesso aos mercados de capitais para expandir suas ofertas e sua capacidade para entrega de serviços diferenciados em novas regiões e mercados de forma orgânica ou por meio de possíveis aquisições estratégicas.”

Consultores

A Cowen foi consultora de mercados financeiros e de capitais da Rimini Street e o Citigroup Inc. atuou como consultor da GPIAC. Wilson, Sonsini, Goodrich e Rosati, P.C. e Cooley LLP atuaram como consultores jurídicos da Rimini Street, e Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom LLP atuaram como consultores jurídicos da GPIAC.

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Senac Digital Show apresenta tendências para o mercado de TI

Palestra de abertura sobre Web das Coisas terá transmissão simultânea nas redes sociais do Senac São Paulo

De 17 a 31 de outubro, o Senac realiza o evento Senac Digital Show, em 12 unidades da instituição, distribuídas pela capital e interior do Estado. O evento traz especialistas nas áreas de computação gráfica e internet para apresentar as tendências do mercado. Por meio de palestras e oficinas, a ação também discutirá empregabilidade e uso de ferramentas.

A Web das Coisas será tema da palestra de abertura, na qual contará com a participação de Reinaldo Ferraz, representante da W3C Brasil, no Senac Tatuapé, dia 17, das 19h30 às 21 horas, com transmissão simultânea nas unidades Guarulhos, Guaratinguetá, Ribeirão Preto e São José dos Campos, via redes sociais do Senac São Paulo.

A ação também trará temas como animações 2D, criação de blogs e sites, desenho vetorial, renderização em Arnold, CSS3, efeitos no Photoshop, técnicas de roteirização para produção de conteúdo para o YouTube, além de tratar sobre empregabilidade, futuro do mercado e demais assuntos ligados à área de tecnologia da informação. Os participantes terão acesso a equipamentos e ferramentas de tecnologia mais atuais do mercado.

Todas as atividades são gratuitas e necessitam de inscrição prévia pelo Portal Senac, ou diretamente na unidade de escolha.

Para conferir a programação completa e se inscrever, acesse: www.sp.senac.br/digitalshow.

Senac Digital Show
Data: 17 a 31 de outubro
Inscrições e programação: www.sp.senac.br/digitalshow
Gratuito

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ClickSoftware é destaque do Gartner pela sexta vez consecutiva

A ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções de gerenciamento de serviços em campo, anuncia que foi posicionada entre os Líderes do Quadrante Mágico do Gartner 2017 em Gestão de Serviços em Campo. Este é o sexto ano consecutivo que a ClickSoftware é destacada como líder, com base nos critérios do Gartner, o que representa um desempenho sem precedentes no setor.

A posição de liderança da ClickSoftware reflete a alta classificação obtida no que diz respeito aos quesitos integralidade de visão, capacidades de execução e atendimento às necessidades do mercado incorporando tecnologias emergentes em seus produtos.

“Os desafios para aprimorar as experiências dos clientes nunca foram tão grandes para os prestadores de serviços, e a ClickSoftware continua a desenvolver soluções de serviços em campo que maximizam a eficiência e eficácia dos profissionais deste segmento”, ressalta Paul Whitelam, VP de Marketing de Produtos da ClickSoftware. “Não poderíamos estar mais entusiasmados em termos sido reconhecidos pelo Gartner pelo nosso compromisso de atender às necessidades dos consumidores mais exigentes, impulsionando profundamente a otimização do agendamento de serviços, por meio de ferramentas móveis extensíveis e inovação conduzida por inteligência artificial e análises preditivas”, completa o executivo.

A ClickSoftware está comprometida em ser a empresa de gerenciamento de serviços em campo mais inovadora do mercado, oferecendo soluções e experiências que aceleram o retorno do investimento dos clientes.

Para ter acesso ao relatório completo do quadrante mágico do Gartner para a Gestão de Serviço em Campo de 2017, clique aqui.

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FH de olho no mercado global

A internacionalização tem sido um dos investimentos da FH, que recentemente abriu um escritório em Madri, na Espanha. Ao todo, foi investido R$ 1 milhão, tanto na estrutura local quanto nas atividades que envolvem as operações de vendas. Emilio Osete, Gerente da Unidade de Negócios da Espanha (FH), destaca a força do mercado europeu. “A Espanha é o terceiro mercado da Europa em potencial de consultoria, e, em SAP, especificamente, é um dos mercados mais maduros. Acreditamos que, em um prazo de dois anos, teremos um crescimento expressivo. Além disso, o mercado espanhol abrirá portas para a entrada em demais países, como Alemanha e Holanda”, afirma.

Com a maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel e com as melhores soluções de comércio eletrônico, a principal aposta da FH na Europa é o SAP Hybris. Inclusive, a companhia é reconhecida como uma das únicas empresas no mundo e a primeira da América Latina a possuir todas as certificações SAP Hybris – Sales, Pre Sales, Core, Commerce, Business Analyst e PCoE, além do selo SAP Recognized Expertise em – Hybris Commerce, S/4HANA e Hybris Cloud for Costumer.

Maior evento do mundo em SAP Hybris

Atenta às tendências e oportunidades que revolucionam a experiência de compra do cliente em um cenário omnicanal, a FH participa como patrocinadora gold do SAP Hybris Live: Global Summit 2017, maior evento mundial sobre SAP Hybris, que ocorre entre os dias 17 e 19 de outubro em Barcelona, na Espanha. Na ocasião, o Diretor de Operações Internacionais da companhia, Martin Strempfer, o Gerente da Unidade de Negócios (Espanha), Emilio Osete, e o Gerente da Unidade de Negócios Technology (Espanha), Willy Möller, estarão presentes para acompanhar as inovações que têm revolucionado a experiência entre empresas e clientes.

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Stefanini participa do Synergy 2017

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, participará no dia 17 de outubro, no Grand Hyatt Hotel em São Paulo, do Synergy 2017, sexta edição do evento que é considerado referência mundial para discussões sobre tendências e principais desafios para os profissionais do mercado fiscal, contábil e de comércio exterior.

Muito já se fala sobre a complexidade da área tributária brasileira e ela tem sido ponto de atenção e discussões recorrentes entre todos os contribuintes, porém com maior destaque entre as empresas estrangeiras que planejam investir no Brasil, ampliar e/ou iniciar operações locais. Todo o planejamento precisa considerar os impactos sistêmicos, técnicos, financeiros e processuais para que a operação seja bem sucedida.

“Quando analisamos o contexto do projeto SPED, os objetivos do Fisco e o nível de exigências ao contribuinte, conclui-se que estamos diante de um processo disruptivo, que muda a visão sobre as questões fiscais e o quanto elas são estratégicas para a viabilidade dos negócios. A Stefanini oferece uma retaguarda completa para os clientes que precisam da ‘tecnologia tributária’ a serviço do compliance e da segurança da informação, desde consultoria para implantação das obrigações fiscais, qualificação dos dados antes do envio ao Fisco, tecnologia de automação para reduzir rotinas repetitivas, mapeamento de processos, até o fornecimento da infraestrutura necessária às aplicações (servidores, hosting de ambiente e hardware as a service), explica Dulce Marchiori, gerente de Produtos, Soluções e Parcerias da Stefanini.

Durante o evento, a Stefanini contará com especialistas que poderão apresentar soluções que permitam às companhias obter maior conformidade tributária, alto grau de complice e gestão de riscos com assertividade. Alguns exemplos dos serviços em foco são:

Diagnóstico Técnico, Funcional e de Processos Fiscais: seja no atendimento de novas obrigações fiscais, adequação às mudanças sistêmicas, reestruturação de processos, a Stefanini oferece um trabalho de mapeamento e modelagem de processos “As-Is” e “To Be”, análise do nível de aderência sistêmica e processual, estudo quanto aos impactos e riscos fiscais existentes.

BPO Fiscal: serviço estruturado que aumenta o nível de qualidade da operação com o aporte de tecnologias e melhorias no processo, apresentando modelos de reduções consistentes no custo da operação ao longo dos anos.

AMS – Suporte Funcional: atendimento de 1º, 2º e 3º níveis para sustentação das soluções Thomson Reuters com objetivo de otimizar o uso da aplicação fiscal, melhorar a experiência do usuário e acelerar a identificação de soluções.

Alocação de profissionais: funcional Mastersaf, funcional Onesource, funcional DFe, ABAP para integração SAP com produtos Mastersaf, técnico para PL/SQL, DBA e gerente de projetos.
O Synergy é organizado pela Thomson Reuters em várias partes do mundo e reúne alguns dos mais representativos líderes, reguladores, keynote speakers e altos decisores de mercado. Nessa edição serão debatidos os temas mais sensíveis da atualidade que afetam as organizações e que, também, representam reais oportunidades de desenvolvimento e crescimento profissional.

Synergy 2017
Data: 17de outubro de 2017
Local: Grand Hyatt Hotel
Endereço: Av. das Nações Unidas, 13.301 – Vila Cordeiro, São Paulo – SP
Data: 17 de outubro de 2017
Horário: 09h às 18h

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Grupo New Space anuncia Arthur Dinóla como novo Diretor Executivo

O Grupo New Space, um dos líderes em serviços de tecnologia para o setor financeiro no Brasil, anuncia a contratação de Arthur Dinóla como novo Diretor Executivo da companhia. O profissional possui mais de 30 anos de experiência na área Comercial e chega ao grupo com a responsabilidade de ampliar e diversificar o portfólio, implementar novos modelos de negócios, trazer ainda mais sinergia às empresas que compõe o grupo. Dinóla tem ainda como objetivo alavancar novos negócios para o Grupo através da elaboração de estratégias comerciais para o segmento de BPO Financeiro e Inteligência Cibernética.

“Começo no Grupo New Space com uma expectativa muito positiva e muito estimulado para mais esse desafio na minha carreira. Tenho certeza de que posso contribuir muito com a minha experiência em elaboração de estratégias, formulação de parcerias e diversificação dos negócios, principalmente para companhias especializadas em BPO e Tecnologia”, afirma o novo Diretor Executivo, que já desenvolveu projetos de sucesso para empresas como Embraer, Bosch, General Motors, Ford e Banco Itaú.

Arthur Dinóla é formado em Administração de Empresas pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), com pós-graduação em Marketing pela mesma instituição de ensino e MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral. Antes de assumir como novo Diretor Executivo do Grupo New Space, Dinóla ocupou cargos de liderança em empresas como Xerox do Brasil, Iron Mountain do Brasil e Sion Tecnologia.

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Com novo formato, VII Fórum da Internet no Brasil tem inscrições abertas

O Fórum da Internet no Brasil, evento promovido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) desde 2011, apresenta este ano uma programação construída de forma colaborativa. Workshops propostos pela comunidade brasileira sobre inclusão digital, criptografia, privacidade e proteção de dados pessoais, direito ao esquecimento, blockchain, entre outros tópicos, integram a programação do evento, que será realizado entre os dias 14 e 17 de novembro na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Os interessados em participar já podem inscrever-se gratuitamente em http://forumdainternet.cgi.br/.

Sob o tema “Moldando seu futuro digital”, a 7ª edição do Fórum da Internet no Brasil adotou novo formato inspirado no Fórum de Governança da Internet (IGF) e terá na programação, além de um “dia zero” com atividades auto organizadas pelos diferentes setores, uma sessão plenária, 21 workshops e uma audiência pública que discutirá a estrutura de governança da Internet no Brasil.

“O Fórum consagrou-se como um espaço de diálogo multissetorial, que reúne representantes dos setores governamental, empresarial, acadêmico, da sociedade civil, técnicos, estudantes e usuários da Internet. Por meio dele, o CGI.br incentiva que todos opinem sobre as questões mais relevantes para a consolidação e expansão de uma Internet cada vez mais diversa, universal e inovadora no Brasil”, declara Hartmut Glaser, secretário executivo do CGI.br.

Seleção de workshops

A programação de workshops do 7º Fórum da Internet no Brasil foi definida a partir de uma chamada pública promovida pelo CGI.br que recebeu, entre 24 de julho e 3 de setembro, um total de 78 propostas da comunidade científica e tecnológica (40%), terceiro setor (38%), setor empresarial (12%) e governamental (10%) e das cinco regiões do País (veja mais estatísticas sobre as propostas recebidas em http://forumdainternet.cgi.br/propostas-workshop/).

As propostas foram analisadas por uma comissão externa de 24 especialistas a partir de critérios de seleção previamente definidos na chamada. Cada uma delas foi avaliada por quatro avaliadores, representando os quatro diferentes setores que compõem o CGI. As notas atribuídas a cada proposta procuraram capturar a diversidade das percepções dos diferentes setores sobre o seu mérito. Os workshops selecionados podem ser acessados em http://forumdainternet.cgi.br/workshop-aprovados/.

“Com este novo formato, pretendemos manter e aprofundar o modelo multissetorial e pluriparticipativo de governança da Internet no Brasil, além de aproximar ainda mais o evento do modelo do IGF global, promovendo maior participação da comunidade brasileira na identificação dos temas relevantes ao debate”, esclarece Flávio Wagner, coordenador do programa do Fórum.

O VII Fórum é uma atividade preparatória para a participação brasileira no IGF, que acontece de 18 a 21 de dezembro em Genebra, na Suíça.

Agenda

As atividades começam no dia 14 de novembro com o “dia zero” que terá atividades auto organizadas por membros dos setores governamental, empresarial, terceiro setor e comunidade científica e tecnológica e terminará com a abertura oficial do evento. Nos dias 15 e 16 de novembro, a programação avança com a realização dos workshops e da sessão plenária com tema ainda a ser definido.

O dia 17 de novembro, por sua vez, será dedicado à audiência pública sobre a estrutura de governança da Internet no Brasil. O resultado da consulta será a elaboração de um documento final pelo CGI.br, contendo informações, diretrizes e recomendações para o aperfeiçoamento da estrutura de governança da Internet no Brasil. O documento, que sistematizará e levará em consideração todas as contribuições recebidas via plataforma on-line e na audiência pública, será encaminhado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) no dia 3 de dezembro de 2017.

Acesse a programação completa do VII Fórum da Internet no Brasil: http://forumdainternet.cgi.br/#programacao
VII Fórum da Internet no Brasil
Data: 14 a 17 de novembro
Hotel Prodigy Santos Dumont
Endereço: Avenida Almirante Silvio de Noronha, 365 – Centro
Rio de Janeiro – RJ
Inscrições gratuitas: http://forumdainternet.cgi.br/

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Startups brasileiras disputam investimento de R$ 1 milhão para superar o “Vale da Morte”

A expressão deixa clara a tensão do momento: para as startups, o “Vale da Morte” se refere ao gap de apoio e financiamento que ocorre, geralmente, entre o aporte feito por investidores-anjo – em média, R$ 100 mil – e o aporte feito por fundos de investimento em empresas em estágio inicial – em média, R$ 3 milhões. De acordo com levantamento da Fundação Dom Cabral, uma em cada quatro startup fecha com menos de um ano de funcionamento; metade encerra a operação com menos de quatro anos.

Para ajudar essas pequenas potências a superar o momento crítico, a Finep criou o programa Finep Startup, que vai investir até R$ 25 milhão em 25 empresas na primeira rodada. A primeira disputa acontece entre os dias 17 e 19 de outubro, no escritório da Finep no Itaim Bibi, em São Paulo. As 75 startups finalistas terão 15 minutos para apresentar suas propostas a uma banca composta por especialistas em inovação, investidores do mercado e outros agentes do ecossistema empreendedor.

A seleção será feita com base em três quesitos: mercado e estratégia; inovação e diferenciais; e empreendedor e equipe. O objetivo é alavancar o crescimento e estimular os empreendedores nesta fase final de desenvolvimento do produto para colocá-lo no mercado. O resultado final, com as 25 empresas escolhidas, será divulgado no dia 19 de novembro.

As startups classificadas para a fase final atuam, principalmente, com os temas Internet das Coisas (14 empresas), Educação (14), Fintech (11) e Agritech (10). Entre os estados que concentram o maior número de candidatas na lista estão São Paulo (21 empresas), Rio de Janeiro (14), Rio Grande do Sul (10) e Minas Gerais (9).

Finep Startup

Lançado no fim de junho, o programa prevê investimento de R$ 400 milhões em quatro anos, via participação no capital das startups. Além do recursos financeiro, as empresas poderão aproveitar o conhecimento dos especialistas da Finep e a rede de contatos da agência governamental, responsável pela consolidação do investimento de risco no Brasil.

A Finep, no entanto, não pretende tornar as startups dependentes de recursos públicos. Por isso, o edital tem um mecanismo para estimular o empreendedor a buscar investimento privado: as startups que apresentarem cartas de investidores-anjo vão ganhar pontos extra na seleção. O modelo, inédito no Brasil, foi inspirado em programas de países como os Estados Unidos.

A segunda rodada de submissão de propostas será aberta em janeiro de 2018.

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Brasil no caminho da indústria 4.0 – Por César Gaitan

Assim como em outros momentos da história, o mundo vive atualmente um período disruptivo de transformação por conta da Indústria 4.0. Se no passado o impacto se deu por meio da transição dos métodos de produção artesanal para a fabricação mecanizada, hoje a revolução quebra paradigmas e vai além dos conceitos estabelecidos ao longo de décadas.

Considerada a quarta revolução industrial, a teoria surgiu em 2012 na Alemanha e rapidamente se espalhou por países da Europa, Ásia e América do Norte. Muito mais do que a conexão entre equipamentos e troca contínua de dados, esse conceito integra as principais inovações tecnológicas no campo da automação – aplicadas aos processos de manufatura. Com isso, abre caminhos para uma nova forma de gerir uma planta industrial de forma holística, autônoma e com maior interação entre as cadeias de valor, consumidor e produtos.

No Brasil, é importante ressaltar que a Indústria 4.0 vive um período ainda embrionário. Particularmente, em termos gerais, acredito que o país está caminhando neste sentido quando se comparado com outras nações.

Considero o apoio do setor público, seja por meio de incentivos fiscais ou linhas de financiamento, ponto fundamental para a implantação desse conceito no Brasil. Foi dessa forma que a Indústria 4.0 se consolidou na Europa e América do Norte. Os governos perceberam que, em um mundo globalizado, seria de extrema importância modernizar e otimizar processos, ampliar capacidade de produção, inovação e competitividade de suas indústrias. E assim foi feito. Hoje vemos países, menores economicamente que o Brasil, caminhando em um ritmo mais acelerado nesse processo.

As empresas brasileiras precisam buscar a incorporação e o desenvolvimento dessas tecnologias e coloca-las em prática com relativa agilidade a fim de evitar que o gap de competitividade entre o Brasil e alguns de seus principais competidores.

É necessário tornar a Indústria 4.0 uma realidade no Brasil. E é nisso que a Festo tem trabalhado. Com o know-how de ser a líder mundial em automação industrial, nossa empresa vem propagando esse conceito por meio de seus projetos e também a partir de iniciativas voltadas ao desenvolvimento do profissional que atuará nessa nova revolução da indústria.

Como um exemplo do compromisso da Festo com essa nova revolução, lançamos mundialmente o Motion Terminal VTEM, um produto revolucionário que marca essa nova fase da automação industrial. A solução substitui mais de 50 componentes individuais, desde modificações básicas das funções da válvula de controle direcional até o comportamento proporcional de diferentes perfis de movimento e digitaliza a tecnologia pneumática já consagrada na indústria.

Trata-se de um novo método de integração de funções que simplifica toda a cadeia de valor, já que apenas um hardware é necessário, fato que abre novas perspectivas para os fabricantes de máquinas e clientes finais.

Além do foco em inovação e desenvolvimento de novas tecnologias, a Festo, por meio da unidade de negócio Didactic, oferece às instituições de ensino e empresas, centros de treinamento e qualificação em automação industrial, nas principais áreas do conhecimento como: mecânica, fluidos, eletricidade, eletrônica, controladores lógicos programáveis e redes de comunicação, automação da manufatura, automação de processos contínuos, sistemas modulares de produção, robótica industrial e móvel e Indústria 4.0. Foi a maneira que encontramos de introduzir os conhecimentos dessa nova era aos profissionais que atuam no mercado.

Há muito trabalho pela frente. É preciso de um foco específico para permitir que a indústria consiga a implementação de maneira simples desse novo conceito tecnológico. E nesse cenário a Festo está inteiramente engajada. Há quase 50 anos atuando no País, nossa empresa acredita no Brasil e continuará investindo em projetos e programas que ampliem cada vez mais a competividade da nona maior economia do mundo.

César Gaitan é Diretor Presidente da Festo Brasil.

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Você tem acompanhado os processos do seu negócio?

Por Wuilliam Machado

Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, é crescente o número de empresas que investem em tecnologias estratégicas para otimizar tempo, dinheiro e a comunicação dentro do negócio. Dentre diversas soluções existentes, uma ferramenta que pode fazer total diferença nos processos diários é o monitoramento em tempo real, de cada atividade, dividido por áreas.

Esse monitoramento ativo tem se tornado ferramenta indispensável para ajudar na gestão de uma empresa, independente de qual seja seu tamanho. Ele é essencial para que seja possível estabelecer uma comunicação eficiente entre todos os setores, fazendo com que os envolvidos possam saber em qual etapa um determinado processo está. Além disso, essa forma de monitoramento chegou para corroborar e suprir as dificuldades burocráticas e exaustivas, já tão comuns em diversas empresa, e que impactam negativamente o negócio.

Mesmo diante dessas vantagens, ainda é possível encontrar corporações que não estão atentas aos benefícios da tecnologia e não entendem a importância de acompanhar cada processo em tempo real. Fazendo um jogo de imaginação, você consegue ter ideia do quanto uma empresa pode ter perdido (em tempo, dinheiro e informação) por não ter uma ferramenta ativa para acompanhar as atividades cotidianas? Posso garantir que alguns milhões.

Ainda bem que já encontramos no mercado plataformas especializadas em oferecer soluções que ajudam a cuidar de processos e documentos, facilitando o acompanhando em tempo real de cada fluxo e atividade, além de garantir o armazenamento seguro de toda documentação na nuvem, otimizando processos, configurando fluxos e aprovações, criando mecanismos de notificação e gerenciamento, entre outros recursos. Essas empresas também disponibilizam equipe especializada para gerir as informações, de forma rápida e eficiente, sem criar danos aos contratantes.

Desta forma, processos considerados difíceis de acompanhar, como um simples faturamento ou pagamentos, ficam mais fáceis de monitorar em tempo real, evitando desgastes, multas por atrasos ou problemas na entrega do produto/ serviço ao cliente final. Como exemplo, podemos citar concessionárias, que atuam com um grande fluxo de dados dos clientes. Por meio de soluções de gestão, esses players conseguem reduzir, de maneira drástica, todo o processo burocrático, conectando os setores responsáveis entre si e acompanhando todas as etapas de compra do cliente.

Vale lembrar que tais ferramentas garantem os workflows (fluxos de processo) e segurança da documentação, já que tudo fica de maneira íntegra e armazenada em ambientes apropriados para isso, permitindo acesso somente aos perfis de usuários configurados em cada tipo de processo. Com isso, as empresas conseguem facilitar o dia a dia de forma saudável, otimizar custos, acelerar a transformação e, consequentemente, aprimorar os resultados. Para finalizar, destaco que os players que estiverem atentos às tendências tecnológicas sairão na frente nos quesitos agilidade, escalabilidade, custo benefício, inovação e expansão dos negócios.

William Machado é CTO da Vianuvem, plataforma de gestão de processos que já armazenou mais de 48 milhões de documentos armazenados por meio do software em nuvem

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Consumidor Cinderela: o que vale é o prazer da experiência – Por Gabriel Rossi

O consumo passa por transformações disruptivas: o sentido de liberdade mudou muito. Ter carro, por exemplo, não é mais aspiracional. Liberdade está agora na experiência e não no que é físico. As empresas que fabricam carros, em breve, se tornarão fornecedoras de mobilidade.

Depois da meia-noite, a carruagem vira abóbora, já ensina o conto de fadas da Cinderela. O novo consumidor não se preocupa mais em ser dono das coisas. Ele quer ter acesso às coisas. E por “coisas” entendamos serviços e produtos. Isso ajuda a simplificar a vida.

Por causa deste novo fator, alguns planos de negócio começam a ficar irrelevantes. As corporações agora precisam reavaliar e começar a alugar, emprestar ou até mesmo presentear consumidores com seus produtos e serviços.

Quadros de artistas locais são alugados por um determinado espaço de tempo, miniaturas de cosméticos de luxo… Isso é uma virada e tanto no comércio, na cultura e no itinerário das empresas.

No Brasil, esta tendência está se solidificando. Mas o País não ficará fora deste cenário que já é uma realidade na Europa. Lá o aluguel de produtos e/ou serviços inusitados é mais comum e ganha cada vez mais força. É possível “alugar”, por exemplo, babás para cuidar dos bebês em aviões, objetos de arte e até amigos para servirem de companhia em festas e eventos. Os aluguéis de carros que valem somente pelo uso, pelo percurso do dia, já não são nem novidade. Isto comprova o novo costume do consumidor moderno em não se apegar à durabilidade de produtos e de serviços. Ele deseja uma vida simplificada.

Em tempos de economia colaborativa, vencerão os empreendedores criativos que pensarem em produtos e serviços que possam ser compartilhados, tenham durabilidade e se fortaleçam com as comunidades digitais. O fenômeno veio para ficar, especialmente porque é regido por três grandes forças: social (as pessoas compartilham mais, por exemplo), econômica (escassez de recursos) e tecnológica (ascensão de uma geração que cresceu com a internet e se conecta com outras pessoas em proporções muito maiores do que antes).

A nova realidade é que as marcas não controlam o relacionamento. Os consumidores o fazem. Nós temos que pensar em maneiras completamente diferentes e trabalharmos muito mais duro para nos mantermos únicos e especiais. O comportamento do público-alvo tem mudado rapidamente e isto exige uma visão totalmente nova por nossa parte. Há dois mandamentos: entender microscopicamente o consumidor contemporâneo e ser criativo, corajoso e vanguardista. Não é mais questão de escolha.

Consumidores atuais optam por permanência mas mantêm expectativas por futuras utilidades que chegam como forma de criatividade, inovação e confiança e liderança. Eles querem ser surpreendidos e estão escolhendo uma lista cada vez menor de marcas para depositarem seus dividendos e confiança.

A ruptura continua. As empresas (e você) ainda podem escolher em qual lado da história querem estar. É um caminho sem volta.

Gabriel Rossi é especialista em marketing, Professor da ESPM e Diretor da Gabriel Rossi Consultoria e Palestrante

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Futurecom 2017 bate recorde de público com 15 mil visitantes

O Futurecom 2017 celebra o encerramento de sua 19ª edição com público recorde de 15 mil visitantes. Foram 220 empresas expositoras e mais cinco auditórios, onde foram debatidas as questões que balizam a influência da tecnologia na vida das pessoas, com destaque para a Internet das Coisas (IoT).

O evento reafirmou sua importância nas discussões das políticas públicas voltadas aos setores de tecnologia e das comunicações desde sua abertura, que contou com a presença do presidente da República, Michel Temer; dos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles; da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC), Gilberto Kassab e da Cultura, Sérgio de Sá Leitão; do secretário de Telecomunicações do MCTIC, André Borges; do secretário de Política de Informática (Sepin) do MCTIC, Maximiliano Martinhão; e do presidente da Anatel, Juarez Quadros.

“A participação do primeiro presidente da República em exercício no Futurecom e de três ministros reforça a valorização do nosso setor. O evento demonstrou com clareza que o mundo de TICs está mudando e que as empresas que compreenderem essas transformações estarão abrindo novos horizontes, com extraordinárias oportunidades no mundo dos negócios, afirma Laudalio Veiga, fundador do Futurecom.

Os temas mais abordados pelos 320 palestrantes foram Internet das Coisas (IoT) e conexão 5G. Foram 31 paineis, 112 palestras e eventos paralelos como os da Abranet, Abrint, Ciena, Forum China Brasil de Telecomunicações, Startup Session, hackatons e Design Thinking. “Trouxemos este ano uma série de novidades, como os tours guiados, onde os visitantes tiveram a oportunidade de conferir as novas tecnologias – 5G e IoT – nos estandes dos expositores, além de interagir com especialistas sobre as possibilidades de novas aplicações”, destaca Luis Veiga, diretor do Futurecom.

Outra inovação para a edição deste ano foi o IoT Applications, espaço de 200m2 dedicado a várias demonstrações. “O objetivo é incentivar a adoção de IoT em diversos segmentos, tais como: Indústria 4.0, Saúde, Educação, Cidades Inteligentes e Agronegócio. A revolução digital está cada vez mais pujante”, disse André Veiga, diretor do Futurecom.

Além dos visitantes e congressistas, mais de 400 jornalistas tiveram a oportunidade de conhecer os vários benefícios aos usuários em aplicações que envolvem inteligência artificial e realidade aumentada na cobertura das mídias impressas e eletrônicas. “Futurecom reforça sua posição como o ponto de encontro e de negócios de todo o ecossistema das TICs na América Latina. Esperamos repetir o sucesso de 2017 no próximo ano, quando completaremos 20 edições do evento”, comemora Hermano Júnior, diretor do Futurecom.

Entre as empresas expositoras, o resultado do networking foi positivo.“O Futurecom é o momento de a nossa indústria mostrar sua relevância e o evento tem o papel de desafiar esse presente e mostrar o que o futuro nos reserva. Os expositores, juntos, são o motor da economia e dessa nova era digital, que já está transformando a sociedade” afirma André Eletério, diretor de marketing e comunicação da NEC.

Renata Randi, diretora de marketing e alianças da Logicalis, disse que “Futurecom, para nós, é o ambiente em que conseguimos materializar e expor a nossa proposta de valor: permitir que os clientes ousem imaginar e mostrar que somos capazes de realizar a transformação de seus negócios com uso de tecnologia”.

“A EAI Brasil participou pela primeira vez da Futurecom. Nos quatro dias, nós recebemos muitos visitantes qualificados no stand, interessados em inovação e alternativas em telefonia IP Puro e IoT. Fizemos apresentações técnicas do innovaphone PBX que atende empresas de qualquer porte e as pessoas ficaram muito entusiasmadas com as nossas soluções de IoT em Health, não só para o segmento de saúde, como para uso pessoal. Ano que vem, voltaremos”, comenta Karin Côrrea, diretora de Professional Services da EAI Brasil.

Segundo Jaqueline Lee, diretora de marketing da Qualcomm para a América Latina, o evento deste ano se destacou por seu caráter inovador, pela busca de novas oportunidades de negócios para as empresas participantes e pela introdução de temas que começam a ganhar relevância no mercado, como a Internet das Coisas, ou IoT. “A Qualcomm vem participando há vários anos, através de nossas novas tecnologias e visão de futuro para o segmento de tecnologia e telecom. Procuramos viabilizar a participação de executivos internacionais e talentos locais no congresso e buscamos colaborar com temas e tendências de interesse ao setor. O Futurecom é um evento de excelente nível, feito com muito profissionalismo e estamos bastante satisfeitos com o resultado obtido”, ressalta.

Para André Magno, diretor de produtos de data center da Level 3 Brasil, o “Futurecom é uma ótima oportunidade para a Level 3 reforçar o posicionamento de empresa estratégica para os negócios de outras empresas e ampliar a visibilidade das soluções no setor de tecnologia, alinhando-se assim à estratégia global da companhia. A transformação digital não pode ocorrer sem uma sólida estrutura de redes para sustentá-la. É nesse momento que a Level 3 com sua experiência e magnitude contribui oferecendo um serviço de telecomunicações e transferência de dados robusto, confiável e eficaz para atender a todas as tendências e desafios no mercado de TI”.

“Futurecom 2017 foi uma oportunidade muito interessante para a ZTE, pois conseguimos estreitar o relacionamento com diversos clientes e encaminhar novos negócios. É um espaço excelente para demonstrarmos nossas soluções e inovações. Além de reforçar nossa liderança com o 5G, nós também conseguimos fechar um contrato com um dos nossos principais clientes. Durante o evento nós também celebramos os 15 anos de ZTE no Brasil, com uma comemoração especial, durante o Festival da Lua chinês”, diz Fabiano Chagas, gerente de produtos e marketing da ZTE.

Geraldo Guazzelli, diretor no Brasil da Arbor Networks, ressalta que “estamos buscando preencher lacunas do mercado, em segmentos menores, porém não menos atraentes. O momento e o local se apresentaram muito interessantes para esta ação, principalmente olhando-se para a retomada iminente da economia”.

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