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Positivo aposta em notebook híbrido com tela sensível ao toque de 11,6” e caneta capacitiva

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A Positivo amplia sua linha de computadores híbridos e versáteis, lançada em meados de 2014, com o modelo Positivo Duo ZR3630, que oferece excelente relação custo-benefício no varejo brasileiro. A novidade traz entre seus principais diferenciais Sem títulotela touch de 11,6”,com suporte para até 10 toques simultâneos, e conversível em 360°, o que permite ótima experiência para entretenimento e navegação nas mídias digitais. Adicionalmente, o produto vem com caneta capacitiva que melhora ainda mais a experiência de uso.

A novidade chega ao mercado para atender usuários que buscam mobilidade atrelada à conveniência de um teclado para digitação. “O mercado de notebooks híbridos é um nicho que oferece grande espaço para exploramos as possibilidades deste produto, que alia versatilidade e mobilidade ao consumidor. Para o próximo ano, segundo a consultoria da IDC, a previsão é de que sejam comercializadas cerca de 300 mil unidades deste tipo de dispositivo, por isso a Positivo reforça sua aposta neste segmento com o lançamento do Duo ZR3630”, declara Maurício Roorda, vice-presidente de Marketing, Produtos e Negócios Digitais da Positivo.

O Duo ZR3630 apresenta design atraente e ótima performance, com sua configuração com sistema operacional Windows 10, plataforma Intel Dual-Core, 32GB de armazenamento e 4GB de RAM, o que garante desempenho superior ao apresentado nos modelos anteriores, além de conectividade Bluetooth 4.0, duas portas USB 3.0 – que transferem até 5GB de dados por segundo – e dispositivo de segurança trava Kensington.

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Fintechs de crédito criam a primeira associação do setor no Brasil

Com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento do setor de crédito online no Brasil e consolidar as boas práticas do segmento, as principais fintechs de crédito do País se uniram e criaram a Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD). A iniciativa, inédita no mercado nacional, foi conduzida pelas empresas Biva, BankFacil (BKF), Geru, Just, Lendico, Simplic e Trigg.

Na agenda da associação está o relacionamento com órgãos reguladores, de proteção ao crédito e defesa do consumidor, bancos e outras instituições financeiras. Neste sentido, a ABCD já nasce com um código de conduta e melhores práticas e tem na sua pauta, principalmente, o desenvolvimento do mercado de forma que o consumidor brasileiro seja beneficiado com o aumento de eficiência do setor.

A rapidez com que este mercado vem se desenvolvendo no Brasil e seu potencial de seguir crescendo também estão no radar de atuação da ABCD. Segundo a FintechLab, que mapeia as fintechs no Brasil, o número de empresas de serviços financeiros online no Brasil mais do que dobrou desde setembro de 2015.

A velocidade do crescimento do mercado das fintechs de crédito se dá pela a abordagem inovadora, baseada em dados, e incorporando tecnologia à análise financeira tradicional. Para lidar com os desafios criados pela rápida expansão, a associação propõe um conjunto de melhores práticas para quem oferece crédito no ambiente digital em termos de ética, respeito ao consumidor, comunicação, transparência, privacidade e segurança, entre outros.

Os benefícios ao consumidor são muitos, já que a entrada das fintechs no mercado trouxe variedade à oferta de produtos e serviços financeiros, diminuiu o tempo gasto na contratação, aumentou a segurança e a praticidade, e tornou o atendimento mais amigável e personalizado. Além da melhor experiência do usuário, as empresas de serviços financeiros digitais têm gerado renda e novos empregos. Um recente estudo da consultoria McKinsey mostra que o setor poderá criar até 4 milhões de novos empregos e representar um aumento de PIB no Brasil de 5,5% até 2025.

A associação é aberta e receberá outras empresas que trabalham com crédito digital no País. A ideia é gerar um ciclo de melhoria contínua e um fórum de compartilhamento de melhores práticas para as empresas do setor, bem como servir de referência para que o consumidor de crédito conheça melhor suas opções e seus direitos.

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Gartner: remessas mundiais de dispositivos diminuirão pelo segundo ano consecutivo

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, afirma que as vendas mundiais combinadas de dispositivos (PCs, tablets, ultraportáteis e telefones móveis) devem diminuir 3% em 2016. Esse será o segundo ano consecutivo de declínio, uma vez que o mercado global de dispositivos caiu 0,75% em 2015.

“O mercado global de dispositivos não dá sinais de que voltará ao crescimento de um dígito em breve”, afirma Ranjit Atwal, Diretor de Pesquisas do Gartner. A evolução deve permanecer estável durante os próximos cinco anos. Todos os segmentos deverão declinar em 2016, exceto os de ultraportáteis premium e telefones móveis utilitários (nível de entrada), que deverão mostrar um dígito de crescimento neste ano. “Os ultraportáteis premium devem começar a se beneficiar do desempenho coletivo e da integração da mais recente plataforma Intel CPU e Windows 10”, explica Atwal.

Tabela 1 – Remessa mundial de dispositivos por tipo – 2015-2018 (milhões de unidades)

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Observação: A categoria Ultraportátil (Premium) inclui dispositivos com produtos como o Windows 10 Intel x86 da Microsoft e MacBook Air da Apple. A categoria Ultraportátil (Básico e Utilitário) inclui dispositivos como iPad, iPad mini, Samsung Galaxy Tab S2, Amazon Fire HD, Lenovo Yoga Tab 3, Acer Iconia One
Fonte: Gartner (Outubro de 2016)

O mercado de PCs deve cair em 2016 e os preços de computadores no Reino Unido devem aumentar menos do que 10% em 2017

O mercado de PCs deve apresentar um declínio de 8% em 2016, uma vez que a base instalada está diminuindo e as extensões do ciclo de substituição são interrompidas. “O efeito de depreciação da moeda no mercado está caindo. O segundo trimestre de 2016 foi o primeiro menos impactado pela depreciação da moeda desde o segundo trimestre de 2015 ”, afirma Atwal. Regiões como a Europa Ocidental, onde o euro se desvalorizou significativamente em 2015 e os preços de PCs aumentaram, finalmente mostraram uma evolução estável do mercado (-0,9%) no segundo trimestre de 2016, após quatro trimestres consecutivos de declínio.

Se esse cenário prevalecer, as vendas de PCs deverão cair em 2016. No entanto, o mercado de PCs na Europa Ocidental continua a ser difícil após a votação sobre o Brexit. “Fornecedores de dispositivos estão atenuando a desvalorização da libra de duas formas: primeiro, eles se beneficiam da probabilidade de uma queda de um dígito nos custos de componentes de PCs em 2016. Em segundo lugar, eles vão retirar funcionalidades de seus PCs para manterem os preços baixos. Com essas mudanças, o Gartner espera que os preços de PCs no Reino Unido aumentem menos de 10% em 2017”, explica o executivo.

Para que o mercado de PCs permaneça em um ritmo estável de evolução em 2017, os gastos das empresas precisam prosperar. “O estoque de PCs com Windows 8 deveria ter sido esgotado e grandes companhias em mercados desenvolvidos estão agora buscando mudar para o Windows 10 até 2018. Além disso, um hardware mais acessível e um conteúdo de realidade virtual cada vez mais disponível (como jogos, histórias e outras formas de entretenimentos) permitirão que os compradores de PCs (consumidores) façam atualizações para experimentar ofertas imersivas”, acrescenta Atwal.

Remessa de smartphones continuará diminuindo em 2016

O total de remessas de smartphones deve decair 1,6% em 2016. O segmento continua crescendo, embora mais lentamente do que em anos anteriores, e deve chegar a 1,5 bilhões de unidades em 2016. “Isso não é surpresa. O mercado de smartphones está amadurecendo e atingindo uma saturação global com telefones que são cada vez mais capazes e permanecem bons o suficiente por mais tempo”, explica Roberta Cozza, Diretora de Pesquisas do Gartner.

Em 2016, o mercado de Android vai continuar a ser amparado por fornecedores chineses que oferecem dispositivos premium mais acessíveis. Apesar da disponibilidade do iPhone 7, o Gartner espera um desempenho anual mais fraco da Apple em 2016, uma vez que os volumes devem se estabilizar após um 2015 muito forte. Como resultado, o Gartner espera um aumento total no mercado de smartphones de apenas 4,5%, com uma diminuição de 1,1% no segmento de smartphones premium em 2016.

“Esperamos que o mercado de smartphones premium volte a crescer 3,5% em 2017, com ciclos de reposição mais fortes entrando em vigor e com a expectativa de um novo iPhone no próximo ano, que se espera oferecer novo design e funcionalidades atraentes o suficiente para convencer os compradores a trocarem de aparelho”, completa Roberta.

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Tecnologia pode antecipar surtos de doenças infecciosas? – Por Dra. Anna Thorner

unnamed Lidar com uma epidemia não é tarefa fácil para as equipes de saúde pública e/ou de biossegurança. E é ainda mais complicado prever quando uma doença está prestes a transformar-se em uma ameaça à segurança da população. De um modo geral, as descobertas e avanços em relação á prevenção e cuidados sempre ocorrem em paralelo à evolução e surgimento de novos casos, o que no dito popular equivaleria a dizer “trocar a roda com o carro em movimento”. Como prever quando é preciso acender o alerta vermelho? A resposta a essa pergunta pode estar onde menos se imagina: nos próprios questionamentos e dúvidas dos profissionais da saúde.

As ferramentas e tecnologias de apoio à decisão clínica, baseadas em evidências, são cruciais no dia a dia do atendimento médico. Elas ajudam a diagnosticar, acompanhar e tratar doenças, inclusive de alta complexidade e aquelas infecciosas que ainda estão em fase de entendimento. Porém, as vantagens desses recursos podem ir muito além. A forma como os médicos utilizam essa ferramenta de referência clínica, as pesquisas que realizam, os tópicos que acessam em determinado período do ano podem também desempenhar um papel único na área de vigilância sanitária ou de biossegurança, ajudando a identificar possíveis gargalos. Os picos ou aumentos significantes na atividade de pesquisa relacionados a algumas doenças infecciosas realizadas em um recurso de apoio à decisão clínica podem sim dizer que algo está errado. E é isso que está sendo comprovado por um estudo a respeito da utilização de pesquisas clínicas para acompanhar surtos de doenças infecciosas.

Para chegar a essa conclusão, foram analisados dados de pesquisas históricas, anônimas no UpToDate, um recurso online de suporte à decisão clínica utilizado por mais de 1 milhão de médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde em todo o mundo. Acessado via web ou aplicativo móvel, a ferramenta sintetiza as mais recentes pesquisas médicas em mais de 10,5 mil tópicos relacionados a 24 especialidades médicas. Essa análise mencionada teve a atenção voltada para uma doença específica: Síndrome Respiratória do Oriente Médio (do inglês, Middle East respiratory syndrome – MERS). Geograficamente, o foco eram duas cidades da Arábia Saudita (Jeddah e Riyadh), onde três hospitais registraram surtos de MERS em 2014 e 2015.

O que foi identificado foi muito promissor e animador: os tópicos de pesquisas relacionadas ao MERS durante os três surtos registrados na Arábia Saudita revelaram correlação com os casos que foram reportados aos oficiais de saúde pública. Além disso, o volume de pesquisas relacionadas ao MERS nessas duas cidades durante o surto em 2014 foi consideravelmente maior se comparado à quantidade de buscas feitas pelo grupo de controle negativo de quatro outras cidades na Arábia Saudita, que não enfrentaram o surto. Resultados similares foram observados em uma segunda revisão, com base na atividade de pesquisa relacionada a outro surto. No Estado do Arizona, nos Estados Unidos, buscas sobre dengue e o vírus do oeste do Nilo aumentaram depois do registro de alguns casos, reforçando a utilidade desse tipo de comparação.

Basear-se em pesquisas não é novidade: um estudo recentemente levou em consideração buscas feitas no Google para determinar padrões da gripe Influenza. Não que esse tipo de correlação impeça que parâmetros sejam traçados, mas a diferença de tomar como base consultas feitas pelos médicos em um recurso profissional, ao invés de levar consideração as respostas que o público em geral tenta encontrar no Google, é que as buscas desses profissionais são impulsionadas pelo o que eles estão observando no dia a dia, em seus pacientes. Ou seja, os questionamentos geralmente são mais precisos e menos influenciados pelos relatos da mídia ou os receios do público em geral sobre determinado surto, por exemplo. Conhecer possíveis padrões antecipadamente pode ajudar a rastrear as emergências em um intervalo de tempo que viabilize a implementação de campanhas tanto para controlar como para minimizar o impacto de surtos.

Desta forma, enxergar os recursos de apoio à decisão clínica como sistemas de alertas precoces é de grande valia para as organizações de saúde pública, que se desdobram nas tentativas de encontrarem novos caminhos que os ajudem a detectar mais rapidamente os surtos de doenças infecciosas e monitorá-los de maneira mais efetiva. Esperamos que em um futuro próximo essas funcionalidades de biossegurança possam ser alavancadas e, com isso, autoridades, governo e as organizações não governamentais sejam capazes de utilizar dados de pesquisas globais para detecção prévia em paralelo aos sistemas tradicionais de identificação de riscos. Se concretizado, esse tipo de apoio garantirá mais agilidade nas respostas e permitirá que ações sejam tomadas, tanto no sentido de preparar como de conscientizar a população. A tecnologia pode sim ajudar a transformar grandes ameaças em situações perfeitamente controlávei

Anna Thorner, MD, Editora Adjunta de Doenças Infecciosas e Co-Diretora de projetos editoriais no UpToDate, foi responsável por liderar o estudo sobre a utilização de pesquisas clínicas para acompanhar surtos de doenças infecciosas.

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Startup goGeo fatura R$ 1 mi com oferta de Big Data Geoespacial

Semelhante aos aplicativos de localização geoespacial Waze, Google Maps e Foursquare – mas com foco corporativo – a plataforma goGeo veio com a proposta de ser cinco vezes mais econômica e 50% mais rápida no processamento de dados e geração de mapas em tempo real. Lançada há um ano no mercado brasileiro, a startup alcançou a marca de R$ 1 mi com a oferta de Inteligência Geográfica e Big Data.

Os bons resultados trouxeram ao empreendedor e CEO da startup, Vagner Sacramento, a oportunidade de expandir o portfólio de serviços com o lançamento da vertical de negócios voltada para o setor de Supply Chain, abrangendo os segmentos de Manufatura, Atacado Distribuidor e Varejo. Agora, a estimativa do então Ph.D. em Ciência da Computação é faturar R$ 3 mi em 2017 e alcançar R$ 75 mi até 2020.

A ferramenta de Big Data e Inteligência Geográfica aplicada aos negócios já está em fase de implantação em empresas de Supply Chain e sendo amplamente utilizada pela PC Sistemas do grupo TOTVS, atuante no desenvolvimento de softwares ERP para toda a cadeia de abastecimento. Com a parceria, é possível mapear e explorar ao máximo os territórios de atuação de toda a equipe de vendas, tornando-a mais eficiente e lucrativa.

“Há um ano tínhamos o desafio de criar cases de sucesso usando a plataforma goGeo e trabalhar em um modelo de negócios que conseguíssemos replicar para outras verticais de mercado. Desde então, nós conseguimos obter êxito em relação à criação de cases como é o caso da oferta para a PC Sistemas no mercado de Atacadista/Distribuidor”, revela Sacramento.

O executivo afirma que o mercado geoespacial representa uma indústria de 250 bilhões de dólares, duas vezes maior do que a de videogames. Porém, quanto maior o volume de dados, maior a limitação dos motores de geoprocessamento para gerar mapas com informações úteis sobre Inteligência Competitiva de Mercado ou Logística, o que limita o potencial de inovação tecnológica desse setor.

A plataforma goGeo, que leva o mesmo nome que a startup, leva vantagem entre a concorrência. Ela explora sua alta performance para combinar dados de mercado com dados transacionais dos clientes (ERP, CRM), independentemente do volume. Por exemplo, para potencializar as análises dos clientes, a goGeo tem capturado dados de diversas fontes tendo uma base com mais de dois bilhões de tweets geolocalizados, mais de 30 milhões de CNPJs, bem como dados socioeconômico e demográfico do Censo do IBGE. Essas e outras bases são usadas nas análises para que o cliente possa avaliar sua cobertura ou penetração de mercado de forma única.

“Ao invés de investir em licenças caras e em servidores de grande porte, nossa plataforma torna possível processar grande volume de dados usando dezenas ou centenas de servidores de baixo custo que, em conjunto, oferecem poder computacional maior que qualquer outro servidor do mercado”, diz.

O próximo passo é ampliar ainda mais o portfólio de serviços, com a entrada no mercado de Internet das Coisas, Smart Grid e Connected Cars. “Pretendemos consolidar a estratégia que desenhamos nos últimos meses e expandir a nossa plataforma para outros potenciais mercados”, finaliza Vagner.

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Você preza pela qualidade? – Por Ubirajara Kojirol

Há um ditado do universo do marketing que diz que não há nada pior do que anunciar um produto de má qualidade. Afinal de contas, a decepção do consumidor pode levá-lo a nunca mais adquirir o bem e ainda a voltar-se contra a empresa por sentir-se enganado por adquirir algo diferente do anunciado. A mesma lógica serve para um serviço.

As companhias vêm se fazendo valer de todo os esforços para divulgar suas ações. Clientes em potencial são bombardeados diariamente com anúncios nas velhas e novas mídias com uma infinidade de opções para inúmeras necessidades. Abrir o e-mail, olhar a rede social, ligar o rádio ou a TV e abrir um jornal são sinônimos de contato com anúncios. Porém, é preciso lembrar que tamanho esforço será todo em vão caso o consumidor não se satisfaça com aquilo que foi adquirido.

O cuidado com os mínimos detalhes faz toda a diferença. Às vezes aquilo que a empresa projeta não reflete a real necessidade do cliente. Portanto, o passo número um para a oferta de um bom serviço ou produto é abrir um canal de comunicação. O que o consumidor achou? O que falta? O que sugere para melhorar? Essas são algumas das perguntas que ditarão as regras do sucesso.

Um bom planejamento também é primordial. Deve-se anunciar somente aquilo que está ao alcance da empresa e, para definir essa limitação, é preciso conhecer a própria capacidade logística. Analise, consulte os profissionais envolvidos, teste. Você consegue mesmo entregar dentro dos prazos prometidos? A durabilidade do produto condiz com o anúncio?

Precaução nunca é demais. Somente com a lubrificação correta do motor é que se pode dar partida para uma viagem em segurança. Preze pela qualidade de produtos, serviços e do atendimento. O sucesso é consequência dessas ações.

Ubirajara Kojirol, Diretor Comercial na Benefício Certo, empresa do ramo de gestão de benefícios com soluções adaptadas às necessidades do mercado de Recursos Humanos – que atende em todo o território nacional

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Votorantim Metais vai selecionar startups

A Votorantim Metais, empresa que atua nos segmentos de mineração e metalurgia, lança nesta segunda-feira, 21 de novembro, seu programa nacional de apoio a empreendedores. A iniciativa, batizada de Mining Lab, vai selecionar startups interessadas em desenvolver soluções tecnológicas aplicáveis nas operações da empresa. Para se inscrever, os interessados devem preencher as informações no site www.mininglab.com.br. O programa prevê a escolha de 20 projetos e conta com o apoio da FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), que atuará na captação das startups e no acompanhamento e avaliação das atividades. No primeiro ciclo, os temas de desenvolvimento vão se concentrar nas áreas de Nanotecnologia e Energias Renováveis.

A Votorantim Metais adota o modelo de inovação aberta como estratégia para o desenvolvimento de tecnologias por meio de parcerias com diversas instituições de pesquisa. O projeto Mining Lab abre a mesma possibilidade para as startups. “Queremos ter startups como parceiras no desenvolvimento de tecnologia de ponta aplicada à indústria de mineração e metalurgia. Vamos dar a esses empreendedores um desafio e o apoio necessário para superá-lo, aplicando seu produto ou processo”, diz Rodrigo Gomes, gerente de Tecnologia da Votorantim Metais.

Na área de energia, os alvos são startups que possam desenvolver tecnologias para substituir as matrizes energéticas tradicionais da mineração (combustíveis fósseis e eletricidade, por exemplo) por alternativas mais econômicas e que apresentem ganhos ambientais, tais como: biomassa, biogás, energia solar, óleos menos poluentes e renováveis, sistemas de ar comprimido e de bombeamento mais eficientes, ou até mesmo novas fontes ainda não mapeadas.

No ramo de nanotecnologia, a busca é por empresas capazes de desenvolver soluções que utilizem essa tecnologia em aplicações como: recuperação de partículas durante os processos de flotação e hidrometalúrgicos, soluções em corrosão, aplicações de óxidos dos metais, tratamento e recuperação de efluentes e desenvolvimento de novos produtos.

A seleção terá três etapas. Após a inscrição e apresentação das candidaturas serão selecionados 20 projetos. Essas 20 startups passarão por um período de imersão para entender os processos de produção da empresa e receberão apoio para apresentação do projeto final. Os dez melhores projetos serão selecionados por uma banca examinadora.

Os finalistas poderão tornar-se fornecedores da empresa ou receber investimento para desenvolvimento do negócio, além de outros benefícios. O programa Mining Lab oferece possibilidade ainda de conexão com outras empresas do conglomerado industrial.

Programa Mining Lab

“Conecte-se à Votorantim Metais e desenvolva seu negócio”
www.mininglab.com.br
Inscrições abertas de 21 de novembro até 20 de janeiro

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Livelo dá desconto de até 50% na compra de pontos em antecipação parcial da Black Friday

Para aproveitar melhor o mês da Black Friday, que acontece no dia 25 de novembro, a Livelo, programa de fidelidade criado por Bradesco e Banco do Brasil, vai oferecer alguns descontos a partir de 21/11, até o dia 24/11 na Black Week.

Entre as ofertas da Black Week, destaque para os descontos de até 50% na compra de pontos no site da Livelo. Além disso, clientes Livelo terão acesso a descontos em alguns produtos e serviços de todo o site, incluindo na agência de viagens online, onde é possível comprar passagens aéreas e pacotes de viagem.

A pontuação dos cartões para acúmulo de pontos será turbinada no período da Black Week e os clientes Livelo poderão acumular até 15 pontos para cada R$1,00 gasto.

Mas será no dia 25/11, durante a Black Friday, que os clientes poderão aproveitar as melhores recompensas com os menores preços. Para a data, a Livelo contará com descontos de até 50% entre produtos e serviços, além de ofertas relâmpago especiais no catálogo e na agência de viagens online no decorrer do dia.

Como utilizar

Para trocar pontos por recompensas na plataforma Livelo, os participantes dos programas Bradesco Fidelidade e/ou Ponto pra Você, do Banco do Brasil, precisam ativar sua conta na Livelo. Para ativar a conta na Livelo, basta acessar www.livelo.com.br.

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Honeywell lança app de gerenciamento para IoT predial

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O Honeywell Vector Occupant App combina a praticidade dos atuais dispositivos móveis aos recursos prediais conectados, fornecendo aos usuários um controle maior sobre os níveis de conforto e a possibilidade de deslocamento com segurança no local de trabalho. O novo software é o exemplo mais recente da liderança da Honeywell em internet das coisas para edifícios conectados.

“Os smartphones e aplicativos continuam facilitando nosso dia-a-dia, como chamar um táxi ou saber onde estamos na lista de espera de um restaurante. Estamos agora aplicando os mesmos conceitos de percepção e controle à forma de interagir com o edifício”, disse John Rajchert, Presidente da Honeywell Building Solutions. “Os edifícios estão vivos, oferecendo várias oportunidades de interação com seus usuários – se eles fizerem as conexões certas. O Honeywell Vector Occupant App facilita essas interações para que os usuários criem suas melhores experiências”.

O novo aplicativo fornece identificação digital e interage com as funções principais do edifício, incluindo controle de acesso e regulagem de temperatura do ambiente, para melhorar a experiência do usuário pelo simples toque de uma tela. As capacidades de controle de acesso do aplicativo eliminam a necessidade de cartões físicos ou de chaves e fornecem ao usuário o acesso seguro por meio de seus smartphones. Além disso, ele também pode comunicar de maneira rápida e fácil qualquer desconforto com a temperatura e receber ajustes em tempo real, eliminando o processo demorado de solicitar ao gerente do edifício.

O benefício para os gerentes dos edifícios é a verificação imediata do nível de conforto dos usuários para que possam fazer ajustes com mais rapidez. E as capacidades do aplicativo de identificação digital e controle do acesso facilitam o gerenciamento das credenciais dos usuários, eliminando a necessidade de carregar cartões de acesso o tempo todo e substituir cartões perdidos.

“O engajamento do usuário é um aspecto cada vez mais importante das soluções prediais inteligentes”, disse Casey Talon, analista de pesquisas responsável da Navigant Research. “O aplicativo para smartphones é uma plataforma inovadora de coleta de percepções que podem melhorar as condições ambientais e otimizar o local de trabalho. ”

Com o suporte de uma arquitetura na nuvem e viabilizado pela tecnologia de credenciais HID Global’s Seosâ, o Honeywell Vector Occupant App trabalha de forma independente dos sistemas prediais existentes, permitindo sua ampla utilização e adoção. O administrador do edifício pode usar o aplicativo para acessar um portal na nuvem e gerenciar credenciais e informações de identificação dos usuários.

Os usuários que fazem o download do aplicativo devem primeiro receber um convite do administrador para obter acesso aos seguintes recursos:

Identificação digital – Elimina a necessidade de crachás de plástico ou temporários e resolve o problema de fotos antigas de identificação, pois fornece uma foto atual.

Controle de acesso conveniente – Com o recurso de identificação digital, o aplicativo oferece controle de acesso pelo dispositivo móvel que pode ser facilmente gerenciado pelo edifício, eliminando a necessidade de manter cartões de acesso e chaves o tempo todo. Os usuários carregam menos itens e podem abrir portas de uma distância maior do que os cartões e chaves tradicionais.

Ajuste de temperatura em um clique – É uma forma rápida e direta de informar quando a área de trabalho está muito quente ou muito fria, além de receber a confirmação de que o problema está sendo resolvido. O gerente do edifício recebe imediatamente uma mensagem sobre o desconforto no ajuste da temperatura e pode visualizar a localização da chamada, identificar padrões e rapidamente fazer o ajuste para atender ao usuário.

O Honeywell Vector Occupant App faz parte da abordagem da Honeywell de serviços conectados, que utiliza a conectividade dos edifícios para melhorar a operação, a experiências de visitantes e de trabalhadores. Além disso, o aplicativo é a inovação mais recente da estratégia de software móvel da Honeywell, uma parte significativa dos esforços da empresa de fornecer as inovações tecnológicas mais modernas e de ajudar a manter as instalações seguras, confiáveis, confortáveis, produtivas e com eficiência energética. Futuras funcionalidades estão planejadas para o aplicativo, que farão uso da conectividade do edifício.

O Honeywell Vector Occupant App pode ser usado com os sistemas Apple e Android e está disponível no iTunes e Google Play.

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TCS patrocina Hackathon do Centro Paula Souza

A Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em soluções de negócios, consultoria e serviços de TI, anuncia mais uma ação em parceria com o Centro Paula Souza, desta vez na unidade de Barueri. A multinacional indiana patrocinará o 1º Hackathon da Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) Barueri, entre os dias 26 e 27 de novembro. O objetivo do evento é apresentar e desenvolver os conhecimentos dos estudantes em empreendedorismo, tecnologia e inovação por meio da criação de soluções e aplicativos.

Algumas das tarefas para os estudantes serão desenvolver aplicações em plataformas móveis (Android) ou web destinadas a solucionar problemas da área de negócios. Participarão alunos dos cursos de Gestão da Tecnologia da Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Banco de Dados, Redes de Computadores, Segurança da Informação, Sistemas para Internet, Jogos Digitais e Informática para Negócios.

Para se inscreverem os estudantes formaram equipes de cinco integrantes. Serão selecionadas ao todo 10 equipes e os prêmios são: 1º lugar R$ 3.000; 2º lugar R$1.500 e 3º lugar R$ 500 a serem divididos entre os membros da equipe.

“Estamos sempre investindo e participando de atividades que envolvam estudantes e os estimulem a ingressar nas áreas de tecnologia com o objetivo de ensinar como entrar no mercado de trabalho. Essa iniciativa faz parte do Programa da TCS de Conscientização em Tecnologia para Estudantes, chamado goIT. Este não é o primeiro projeto da TCS com o Centro Paula Souza. Temos um relacionamento de longo prazo, que envolve outras unidades. Além disso, todo ano realizamos um campeonato de programação, chamado Code Vita, que está acontecendo em todo o mundo”, diz Tushar Parikh, Country Head da TCS Brasil.

Tushar acrescenta que o futuro do país está nas mãos dos jovens e que são eles os principais desenvolvedores e pioneiros na adoção de novas tecnologias. Por isso, maratonas como esta são importantíssimas, já que é possível promover a troca de ideias com a finalidade de solucionar problemas com inovação.

A TCS possui desde 2015 uma parceria com o Centro Paula Souza, chamada Enable, em que realiza workshops e palestras para os estudantes das unidades de Carapicuiba e Barueri, apresentando um leque de assuntos que vai desde a rotina de um profissional de tecnologia até como ingressar no mercado de trabalho. Alguns destes jovens, ao final dos workshops, são convidados a participar dos processos seletivos da empresa TCS, que conta com mais de 1.100 colaboradores no Brasil, alguns já oriundos da parceria com a instituição de ensino.

Confira no link http://www.desafiofatecbarueri.esy.es/Regulamento/ o regulamento completo do evento.

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Cake ERP vai ao Vale do Silício visando mercado norte-americano

O Cake ERP, ligado à NL Informática, passou 45 dias incubado em um dos principais ecossistemas de empreendedorismo do planeta: o Vale do Silício, nos Estados Unidos. Visando inserção no mercado norte-americano e aprimoramento de suas práticas, a startup participou do Projeto Negócios Internacionais de TI, promovido pelo Sebrae.

O objetivo foi desenvolver cada vez mais o negócio e aprender com empresas que lá estão sediadas, além de buscar conhecimento sobre análises preditivas para softwares de gestão, prospectar novas oportunidades para de mercado para a ferramenta e promover parcerias.

Segundo Daniel Pozza, Business Development do Cake ERP, o contato com a dinâmica do Vale do Silício foi muito produtivo e irá adotar processos lá desenvolvido tanto no Cake ERP, quanto no NLGESTÃO.

“Foi possível aprender muito com os profissionais que lá trabalham e já que estão acostumados com o ritmo intenso com que as coisas acontecem. Me chamou muito a atenção o senso de coletividade e o foco com que as pessoas trabalham, sempre buscando aumento de produtividade e entregando suas demandas com excelência”, destaca Pozza.

Durantes os 45 dias nos Estados Unidos, foram realizadas visitas a grandes empresas de tecnologia, workshops, palestras, encontros de negócios com desenvolvedores locais de sistemas de gestão empresarial, pequenos varejistas e desenvolvedores de software preditivo. O Cake ERP ainda vai ter mais 30 dias de acompanhamento para o desenvolvimento do projeto.

O Projeto Negócios Internacionais de TI do Sebrae-RS tem o objetivo de qualificar as micro e pequenas empresas do setor de Tecnologia da Informação do Rio Grande do Sul, promovendo ações que potencializem a inovação e a diferenciação de produtos e serviços oferecidos pelas mesmas como forma de inserção no mercado global do setor.

Cake ERP

O Cake ERP é um sistema de gestão on-line, com inteligência e melhores práticas de mercado, feito para micro e pequenos lojistas, distribuidores e franquias. A ferramenta tem possibilidade de integração ao e-commerce da japonesa Rakuten e possui um sistema de Frente de Loja eficiente.

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Data Center Embratel é reconhecido como o melhor do Brasil

A Embratel anuncia a conquista do prêmio Data Center Dynamics Awards Brasil 2016 (DCD Awards), na categoria “Melhor Provedor de Serviço de Data Center”. Este é o principal reconhecimento do mercado para identificar os melhores centros de dados do País. A iniciativa destaca a inovação, liderança e modernização da Embratel.

“Estamos muito felizes com mais este reconhecimento da Data Center Dynamics. Nossos clientes corporativos têm acesso a uma infraestrutura sem igual no País, que, agora, estará auditada e certificada também em eficiência energética”, diz Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel, destacando que o Data Center Lapa já possui a certificação TIER III, fornecida pelo Uptime Institute, o principal instituto de certificação americano, e também pela TÜV Rheinland, certificadora alemã, atestando qualidade, robustez em TI, escalabilidade e flexibilidade de seu ambiente.

O Data Center Lapa da Embratel ocupa área total de 7 mil metros quadrados, sendo 2 mil metros quadrados de piso de TI, possui tecnologia de ponta em toda a sua infraestrutura, com usina de energia própria e flexibilidade para atender ambientes com alta densidade. Localizado na cidade de São Paulo, possui capacidade para atender médias e grandes empresas de todas as regiões do País.
A escolha da Embratel como vencedora da categoria foi feita por um júri composto por especialistas da indústria, além de operadores, fornecedores e consultores. Criado em Londres há 10 anos, o DCD Awards faz parte de uma série global de premiação e vem sendo realizado anualmente no Brasil desde 2011.

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PagSeguro lança site exclusivo para desenvolvedores

O PagSeguro, empresa do grupo UOL, que oferece soluções completas para pagamentos online e presencial para pessoas físicas ou empresas, lança o PagSeguro Developers, um novo site voltado para desenvolvedores com o objetivo de melhorar a experiência desse público, proporcionando um guia completo de integração.

Antes, os desenvolvedores podiam encontrar documentações e guias de integração em uma seção no site do PagSeguro. A partir de agora, o novo site proporciona um espaço todo dedicado a eles, com uma novidade: as Referências da API.

Nessa nova seção, o desenvolvedor pode testar, previamente, os códigos das APIs sem alterar as transações reais, ganhando tempo na hora de aprimorar o checkout de seus projetos. Ou seja, além de encontrar no site todo o passo a passo para a integração, ele ainda pode testar o que acabou de aprender e sair do site com a certeza de que conseguirá concluir o seu trabalho com sucesso.

“O PagSeguro está sempre em busca de melhorar seus produtos e serviços. Criamos o site exclusivo para os desenvolvedores para proporcionar a eles mais facilidade, com ganho real de tempo na hora de aprimorar o checkout de seus projetos, entre outros benefícios”, diz Marden Silveira Neubert, CTO do PagSeguro.

No espaço, os desenvolvedores ainda têm acesso às documentações com tudo o que é preciso saber para usar o PagSeguro e passo a passos para realizar a integração básica ou completa da plataforma de pagamentos. Isso sem falar das bibliotecas de linguagens de programação como PHP, Java, .NETe Ruby, que permitem ao desenvolvedor integrar uma série de funcionalidades que o PagSeguro oferece nas formas de APIs.

Os profissionais também encontram, de forma bem didática, os processos para a aplicar os módulos prontos de integração para diversas plataformas de e-commerce, como Magento, WordPress (WooCommerce e WP e-commerce), Joomla, Prestashop, OpenCart e outros.

Para mais informações, acesse o site: https://dev.pagseguro.uol.com.br/

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O papel da tecnologia para o varejo

A grande maioria dos varejistas formais brasileiros faz uso de algum software para informatizar o seu negócio. Em muitos casos, essa é uma obrigação para atender à legislação tributária local – e aí nasce uma importante distorção do nosso mercado.

Como temos um modelo tributário extremamente complexo e inconstante, os softwares de varejo são vistos (e usados) prioritariamente como ferramentas de atendimento das exigências fiscais. Essa é uma abordagem essencial, mas extremamente limitada quando avaliamos a fundo as carências de nossos varejistas em termos de gestão. Soma-se ao desafio fiscal, a falta de profissionalismo e baixa produtividade, que no passado ficavam escondidas sob o cortina da informalidade. Os tempos são outros e demandam nova abordagem para garantir a sobrevivência.

Para Daniel Zanco – sócio e cofundador da Universo Varejo, empresa especializada em consultoria e softwares para gestão de redes – os desafios da legislação brasileira fazem com que os fornecedores de sistemas fiscais de loja precisem dedicar muita energia para atender ao emaranhado tributário, não conseguindo dedicar-se ao apoio à gestão do negócio e melhoria de performance dos varejistas. Segundo Zanco, o fato da Universo Varejo não oferecer soluções de automação fiscal possibilitou um maior foco na oferta de softwares que aumentem a eficiência do varejo, muitas vezes usando os dados originados nas soluções de PDV e ERP.

Empresas como a Universo Varejo oferecem soluções para planejamento de suprimento, acompanhamento de indicadores, auditoria de ponto de venda, treinamento a distância, comunicação de rede, relacionamento com consumidores e automação de marketing. Num mercado cada vez mais competitivo, pressionado por altos custo de ocupação e crescente concorrência, a eficiência na gestão passa a ser pré-condição para sobrevivência e crescimento.

Segundo Zanco, varejo e franchising brasileiros passam por um forte momento de profissionalização, onde a maior competitividade tem pressionado os empresários a usar tecnologia para melhor gerir o ciclo de vida de produtos, melhorar margens com redução de remarcações, capacitar melhor as equipes e auditar a distância os processos de loja. “Não há mais espaço para amadorismo, para a gestão feita no olho, sem dados e sem processos controlados” comenta.

Em mercados mais maduros como o americano, varejistas já usufruem de um amplo ecossistema de softwares especializados de apoio à gestão, fazendo com que as obrigações fiscais – muito mais simples por lá – recebam foco muito menor, ficando a gestão em primeiro plano. Por aqui, essas práticas ainda estão restritas às grandes redes e negócios mais estruturados. Resta agora aos nossos varejistas compreenderem a nova fase do jogo e perceberem que é preciso muito mais do que um emissor de notas fiscais para crescer e competir.

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Número de usuários de smartphones no e-commerce cresce 170% no Brasil

Em 2016, a penetração do mobile no e-commerce teve um crescimento de 170% em número de usuários no Brasil, enquanto o desktop cresceu aproximadamente 50%, segundo levantamento realizado pelo Cuponomia, site que reúne cupons de desconto dos principais players do comércio eletrônico do país. O estudo avaliou um espaço amostral de seis meses, que contemplou mais de 1 milhão de usuários da plataforma.

De acordo com análise da empresa, a otimização dos sites de e-commerce, aliada à praticidade de realizar compras por dispositivos mobiles, tem contribuído para o crescimento exponencial do número de compras realizadas pela via smartphone.

Quando analisado o perfil dos usuários de smartphone no e-commerce, a pesquisa mostra que a intensidade de compras realizadas no e-commerce varia de acordo com o horário e dispositivos utilizados. No caso dos smartphones, o maior volume de compras ocorrem no período noturno, entre 19h e 22h. Já no desktop, o pico de compras acontece entre às 10h e 14h.

Entre os consumidores que utilizam cupons de desconto, os usuários de smartphone demonstram maior interesse por produtos específicos. Três em cada quatro cupons de descontos utilizados no e-commerce correspondem às cinco principais categorias: lojas de departamentos (26%), alimentos e bebidas (18%), moda e acessórios (12%), esportes (10%), perfumes e cosméticos (8%), outros seguimentos (26%).

A pesquisa mostra ainda que o Sudeste concentra a maior parte dos consumidores mobile, com 68%, seguido pelo Nordeste (15%), Sul (9%), Centro-Oeste (6%) e Norte (2%).

Sistema Operacional

Os dispositivos com sistema Android detêm maior representatividade de acesso ao e-commerce, com 72%, seguido pelo iOS (24%) e Windows Phone (4%). O Android domina o mercado digital no Brasil também em número de usuários e de cupons de descontos retirados e em volume de compras.

Quando comparado o volume de vendas em relação ao número de usuários por dispositivo, usuários do sistema operacional iOS (iPhone) compram 35% a mais no e-commerce que usuários de Android. No entanto, quando comparado apenas aos celulares com sistema Android considerados modelos top de linha, existe a mesma propensão de compras e o mesmo potencial de tíquete médio entre os usuários.

O relatório completo pode ser acessado em www.cuponomia.com.br/pesquisas/usuario-mobile-ecommerce.

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Carreira dos Sonhos: O que ainda precisamos aprender – Por Marcelo Vianna

Ao longo dos anos nos questionamos sobre as melhores e mais eficientes maneiras de motivar e engajar um funcionário. E a cada nova geração, os objetivos mudam, se adaptam à realidade do país, à situação econômica, política, e a mais uma série de outros eventos. Depois de quinze anos pesquisando as empresas mais desejadas pelos profissionais brasileiros, as empresas DMRH e a Cia de Talentos, decidiram mudar e, seguindo o que considero ser o melhor caminho, optaram por mudar a pesquisa “Empresa dos Sonhos 2016”, para “Carreira dos Sonhos 2016”.

O estudo deixou claro que, apesar de o mercado estar caminhando, ainda temos muito a aprender. E isso para todas as gerações, considerando o que a pesquisa dividiu em “jovens”, “média gestão” e “alta liderança”; o que podemos entender como as gerações dos Baby Boomers até a geração Z. E de acordo com os resultados, é fácil compreender que vivemos uma mudança de era, a boa remuneração, apesar de desejada, não está mais no topo das aspirações, mas sim a qualidade de vida e o fato de trabalhar com propósito, sabendo exatamente o que se quer alcançar.

Para os três grupos pesquisados o fator sucesso profissional foi elencado entre os três mais importantes; no caso dos jovens e da média gestão esse sucesso está em primeiro lugar – 67% e 62%, respectivamente – já para a alta liderança, ficou em segundo lugar, com 48%. Seguidos de boa relação familiar e do desejo de aproveitar a vida, viajar e conhecer novas culturas. O que faz total sentido, uma vez que jovens e média gestão estão em fases de experimentação e construção de trajetória profissional, e a alta liderança, procura ter mais tempo para se dedicar à família.

Obviamente que a paixão pelo que se faz e o prazer diário no trabalho fazem parte do chamado sucesso profissional, mas ainda mais importante do que isso é o fato de a realização pessoal dessas pessoas, o sucesso pessoal delas está, de maneira unânime, ligado ao equilíbrio de vida. Primeira lição de casa: o que as empresas estão gerando para esses colaboradores?

E se o dinheiro não fosse uma preocupação? Os três grupos responderam que fariam algo diferente. De maneira mais clara, 73% dos jovens, 83% da média gestão e 77% da alta liderança, demonstram que o atual modelo de trabalho não satisfaz. Mas que modelo é esse oferecido pelo mercado? Como já dito, o salário é importante, mas equilíbrio de vida é ainda melhor.

Entre as experiências desejadas mais uma demonstração de que fazer algo diferente é um dos caminhos buscados; dos jovens à alta liderança, a opção de “abrir um negócio próprio” está presente. Mas como as empresas podem gerenciar e atrair talentos que já possuem a veia do empreendedorismo? Eles são essenciais às companhias, uma vez que possuem visão de negócios e senso de responsabilidade.

A possível saída para isso são as lideranças inspiradoras, as que promovem a autonomia do colaborador e o instiguem a ter e a desenvolver ideias. Talvez por isso nomes como Steve Jobs, Barack Obama, Jorge Paulo Lemann e Abílio Diniz estejam na lista.

Um detalhe interessante é que cada vez menos profissionais têm uma empresa dos sonhos, o mundo hiperconectado e ansioso pela transparência fez com que o mundo corporativo repensasse políticas e estratégias na hora de atrair talentos. E dentro dos critérios que levaram os profissionais a escolherem certas companhias, e que por sua vez irão retê-lo, estão o desenvolvimento profissional, elencado na lista dos três níveis, a boa imagem da empresa no mercado, os desafios e a relização de um impacto positivo na sociedade. Mais uma vez o item remuneração/benefícios foi menos considerado, ele aparece como última opção do grupo de média gestão. Já para a alta liderança, o interessante é o fato de que esse time continua a procurar empresas que prezem pelo seu crescimento e desenvolvimento profissional, mostrando que sempre há mais para aprender e desenvolver.

É hora de entendermos que os padrões de comportamento estão caindo por terra. Padrões que antes ditavam o que cada profissional devia ou não fazer, estão mudando. E assim como no mundo do consumo, as empresas agora olham para a experiência dos seus funcionários. Afinal, engajamento e motivação são fundamentais para o sucesso de qualquer negócio e parceria entre colaborador e empresa.

Marcelo Vianna, sócio-diretor da Conquest One, empresa especializada em contratação de profissionais especializados em TI, e responsável pela área de Pessoas e Processos

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Luiz Gandia assume Diretoria Executiva da Provider IT

A Provider IT, uma das principais consultorias e provedoras de serviços de TI do país, anuncia a chegada de Luiz Gandia para a posição de Diretor Executivo, na unidade São Paulo. Com quase 30 anos de experiência no mercado de tecnologia e uma carreira consolidada nas áreas de vendas, canais, parcerias e desenvolvimento de negócios no Brasil e na América Latina, Gandia tem passagens destacadas por empresas como IBM, GXS (OpenText), General Electric e Proceda (Tivit). Nos últimos anos, o executivo ocupou o cargo de Vice-Presidente de Vendas na Axway.

“Com as ambições e planos da Provider IT tornou-se imperativo engajar em nosso time um líder experiente e muito bem relacionado, que possa alavancar negócios no mercado paulista”, ressalta Júlio Moravia, CEO da companhia. “Estamos confiantes na habilidade de Gandia em incrementar e qualificar a atuação comercial em São Paulo, em consonância com nosso movimento de expansão, aumentando qualitativamente a abordagem a novos clientes através dos seus conhecimentos técnicos, de negócios e da sua rede de relacionamento”, completa.

Luiz Gandia chega à Provider IT para desenvolver a unidade de negócios de São Paulo nos segmentos de varejo, logística, manufatura, utilities e indústria farmacêutica, com o objetivo de conquistar presença nestas indústrias. Para isso, o executivo ressalta a importância de ofertar serviços que atendam plenamente as necessidades dos novos clientes, especialmente diante do cenário provável de reaquecimento econômico.

Gandia é Engenheiro Eletrônico pela Escola de Engenharia Mauá, com pós-graduações em Marketing e Marketing Internacional, pela UNIP.

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Transparência Internacional defende que parte dos recursos oriundos de crime de corrupção deve ser destinado para o combate à corrupção

A Transparência Internacional quer aproveitar a devolução de R$ 204 milhões à Petrobras para reforçar o debate sobre o destino dos recursos obtidos pelas ações de combate à corrupção.

“Os recursos oriundo do combate à corrupção devem ressarcir os cofres públicos lesados, mas também devem ser usados para reforçar o combate à corrupção no País”, defende Bruno Brandão, representante no Brasil da organização não-governamental Transparência Internacional. Esses recursos, na opinião da Transparência Internacional, podem reforçar o trabalho de órgãos como o Ministério Público Federal, a Polícia Federal e as organizações da sociedade civil.

Para a Transparência Internacional, a situação das ONGs de combate à corrupção espalhada pelo Brasil é preocupante. “Elas sofrem vários tipos de ameaça, funcionam quase sem recursos, têm pouca visibilidade nacional e, mesmo assim, conseguem fazer um trabalho importante em diversas cidades do País. Destinar uma parte desse recursos para capacitar essas organizações ajudaria muito na luta contra a corrupção”, avaliação Brandão.

A criação de um Fundo Nacional de Combate à Corrupção está entre as propostas debatidas na Câmara no Projeto de Lei 4850/2016. “É essencial que essa lei seja aprovada com a criação do fundo de combate à corrupção”, reafirma Brandão.

O texto do relator do PL das Medidas Contra a Corrupção, Onix Lorenzoni, prevê que 20% da multa nos casos de corrupção seja destinado ao fundo para capacitação e compra de equipamentos de um Sistema Nacional de Combate a Corrupção, a ser criado.

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