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Grupo EcoRodovias moderniza gestão de ativos de software com apoio da Brasoftware

A Brasoftware,provedora de soluções de tecnologia e uma das principais parceiras da Microsoft no Brasil, auxiliou a EcoRodovias Concessões e Serviços S.A a realizar o planejamento e o budget anual para gestão de ativos de softwares, com base nos resultados entregues por meio de consultoria em SAM – Software Asset Management, com foco em Microsoft.

O principal objetivo da EcoRodovias com o SAM é otimizar os investimentos em licenciamentos de softwares Microsoft, o que é possível por meio de um trabalho de checagem de cada uma das cerca de 3,2 mil máquinas dentre as mais de dez empresas do grupo. A companhia de infraestrutura logística integrada – que opera ativos de logística intermodal, concessões rodoviárias e serviços correlatos, de forma sustentável e socialmente responsável – atualmente conta com nove contratos EA Microsoft com a Brasoftware.

O SAM é um trabalho de gerenciamento de ativos de software que detecta se o usuário efetivamente precisa de determinado programa ou se a aplicação não está sendo utilizada, para otimizar o uso das licenças Microsoft. A prática oferece não apenas economias financeiras, mas também a solução de problemas comuns, como segurança dos dados e produtividade dos funcionários. Além disso, auxilia a direção de TI a realizar melhor seus investimentos em tecnologia e a manter-se em situação de conformidade sobre o uso de softwares.

“O SAM traz muita tranquilidade quanto ao processo de report de crescimento anual de softwares. Isso garante Compliance com a Microsoft, que deixa o cliente mais confortável ao saber que no fim do período haverá este levantamento para ser reportado à fornecedora”, explica Fernando Brito, Gerente de Soluções SAM da Brasoftware.

O processo garante uma situação favorável para todos os lados envolvidos: o cliente fica tranquilo com relação à garantia e segurança empresarial e na questão de transparência. Para a Microsoft, é interessante saber que esse trabalho é feito e que há uma preocupação com essas questões, enquanto a Brasoftware comercializa os licenciamentos e dá o suporte no dia a dia.

A Brasoftware vem realizando o SAM para a EcoRodovias anualmente desde 2013, sempre no período que antecede o vencimento dos contratos Microsoft. O processo é realizado com a utilização do SCCM – System Center Configuration Manager, que exporta um relatório de todos os ativos de software da empresa para então “cruzar” esse resultado com as máquinas. Destra maneira, é possível manter o Compliance, além de gerenciar o orçamento com o planejamento do budget anual focado na linha de softwares.

“Além de apoiá-los com a complexidade da gestão com licenciamento, auxiliamos no processo de dividir os quantitativos entre os centros de custo. O fato de ser certificado por nós perante o fabricante também reflete positivamente na companhia, mostrando transparência e compromisso com o cumprimento da legislação de software e respeito aos direitos autorais e de propriedade”, comentou Fernando Brito.

O SAM também auxilia os clientes a crescer em tamanho e maturidade, acompanhando as necessidades de sua empresa com mais flexibilidade e agilidade.

“O processo mostra exatamente os softwares que a empresa precisa e o valor pago com licenciamento é apenas o que é preciso. Nada mais e nada a menos. Muitas vezes o orçamento pode até aumentar de um ano para o outro, mas é possível saber que não será dinheiro desperdiçado, mas sim um investimento necessário e certeiro, de acordo com os resultados dos relatórios”, concluiu Fernando.

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Centros de serviços compartilhados podem ser robotizados e trazer ganhos para empresas

O ambiente de negócios brasileiro é muito complexo e sempre foi importante obstáculo para desenvolvimento das empresas.

Não é simples lidar com milhares de documentos mensalmente, uma infinidade de operações manuais que envolvem, às vezes, centenas de pessoas em diversos setores das grandes empresas.

A burocracia brasileira requer das empresas investirem muito tempo, dinheiro e esforço para manter os negócios com seus parceiros, para exercer seu papel como contribuinte do estado e para manter sua atividades produtivas.

Com a centralização de processos de negócios e a concepção dos centros de serviços compartilhados (CSC) muitas empresas experimentaram períodos importantes de ganhos de produtividade e redução de custos nos últimos anos.

Os ganhos relacionados parecem ter atingido seu limite e as empresas permanecem enfrentando dificuldades para transacionar seus processos de negócios e manter estabilidade de suas operações na retaguarda dos CSC.

Um novo conceito de gestão do CSC parece emergir no Brasil e promete trazer ganhos ainda mais disruptivos, reduzindo drasticamente as dificuldades operacionais e limitações tecnológicas ,comuns nas empresas.

É possível robotizar uma série de operações manuais que antes era exclusividade de fábricas ou de linhas de produção.
Surge, então, o CSC digital com processos de negócios automatizados e com a proposta de suplantar de maneira expressiva a burocracia tão presente no dia-a-dia das empresas brasileiras.

A robotização desses processos visa, de maneira disruptiva, extinguir operações manuais, erros em tarefas repetitivas e tornar transparente as limitações tecnológicas, muitas vezes relacionadas ao software ERP utilizado pelas empresas.
Mesmo os mais conhecidos e importantes Softwares ERP comercializados possuem limitações para automatização desses processos.

Uma nova era de robôs interagindo com os seres humanos emerge no momento em que as empresas enfrentam tantas dificuldades conjunturais.

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6 motivos para o varejo apostar em venda de cartões pré-pagos

As vendas do comércio varejista brasileiro despencaram em 2015 e fecharam o ano em queda de 4,3% (IBGE). Nessa toada, os varejistas buscam alternativas para alavancar a rentabilidade, sem alto investimento. A resposta é simples: cartões pré-pagos. Isso mesmo: cartões da própria marca da loja, ou de conte&uacu te;dos variados, como Netflix, Google Play, games e vale-compras. A epay Brasil, empresa global que responsável pelas operações pré-pagas das principais redes varejistas, descreve os seis motivos para lojistas investirem na modalidade:

1. Qualquer tipo de varejo pode vender

Cartões pré-pagos caem bem em qualquer tipo de varejo. Dispostos próximos ao caixa, podem oferecer conteúdo próprio (vale-compras da própria loja), ou conteúdos diversos como games, assinaturas, cursos etc. As vendas de pré-pagos ocorrem principalmente em supermercados, drogarias, lojas de games, lojas de departamento, eletroeletrônicos e livrarias, mas se encaixam bem em diversos segmentos do varejo.

2. Comercializar conteúdo pré-pago não exige investimento em estoque

O varejista que quiser vender pré-pago não precisa investir em estoque. Os cartões só são ativadosno no caixa da loja. Com isso, a perda é zero o que aumenta a variedade de oferta sem investimento.

3. O varejista agrega valor para o consumidor

O valor agregado de produtos como cartões pré-pagos de serviços como Netflix, games online e Google Play por exemplo, é indiscutível. São esses cartões que possibilitam o acesso de consumidores desbancarizados a conteúdos diversos, nos quais não poderiam comprar sem o uso de cartão de credito. “Atualmente, mais de 40% da população adulta não é bancarizada”, diz Rogério Lima, diretor de marketing da epay Brasil.

4. O consumidor acaba gastando mais do que o valor do cartão pré-pago da loja

“Cada vez mais o brasileiro utiliza cartões-presente de várias lojas tanto para consumo próprio quanto para dar de presente”, diz Rogério. Quemganhaum cartão pré-pago acaba consumindo mais do que o valor carregado, aumentando o ticket médio da loja. Além disso, aproximadamente 10% do total dos cartõesvendidos ficam com valor residual – que não é utilizado pelo consumidor, e que após o prazo de vencimento pode se transformar emmargem adicional para o varejo.

5. Cartões podem ser temáticos

As lojas podem mudar a “cara” dos cartões de acordo com a sazonalidade do varejo e temas específicos, por exemplo “Vale-fralda”, que nada mais é do que um cartão pré-pago tematizado, porém direcionando a uma necessidade especifica. “Isso funciona bastante para presentes”, diz Rogério. “A loja pode fazer cartões de páscoa, natale temáticas diferentes na arte do cartão para gerar engajamento e reconhecimento da marca.

6. Cartões pré-pagos aumentam a rentabilidade

Na média, a venda de cartões aumenta em 15% a rentabilidade do varejista. “Mas esse percentual varia em decorrência da operação e do nível de infraestrutura do varejo.

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Congresso Cards Payment & Identification 2016 discute o papel disruptivo das fintechs

Nunca se ouviu falar tanto no Brasil em fintechs, startups de tecnologia que desenvolvem soluções para o mercado de finanças, com a proposta de desburocratizar o serviço, tornando o atendimento ao cliente mais ágil e personalizado. Embora ainda seja cedo para prever o futuro dos bancos e o impacto que as fintechs trarão às instituições tradicionais, o certo que é que essas empresas estão em franca expansão. Por isso mesmo, o tema terá um espaço de destaque no Congresso Cards Payment & Identification, promovido pela Informa Exhibitions de 15 a 17 de junho no Expo Center Norte.

As fintechs se caracterizam pela adoção de tecnologias disruptivas, que vão ao encontro a um consumidor cada vez mais digital. Uma pesquisa do Goldman Sachs mostra que 33% dos millennials acreditam que não vão precisar de um banco em cinco anos; metade diz esperar que seus serviços sejam prestados por startups.

Durante o Congresso Cards Payment & Identification, Thiago Alvarez, co-fundador do GuiaBolso, fará uma palestra em que apresentará o case de sucesso do aplicativo de gestão financeira GuiaBolso, que exibe o extrato da conta corrente de bancos diferentes, categoriza os gastos (mercado, bar, saúde, compras) e mostra como está a saúde financeira do cliente. A tecnologia atua como uma ponte para o internet banking, onde o cliente utiliza normalmente o login e senha. Criado há três anos, a fintech GuiaBolso tem cerca de 1,6 milhão de usuários ativos no Brasil e já recebeu R$ 30 milhões de fundos dedicados às fintechs.

Também participará do debate sobre desburocratização do sistema financeiro e do potencial das fintechs no Brasil o CEO da Vindi & Pagamento.me, Rodrigo Dantas. “Simplificar a vida das empresas que vendem planos de assinaturas ou recebem pagamentos mensais de clientes fixos é o principal atrativo da Vindi. Outro ponto positivo é a diminuição da inadimplência, já que ataca o problema ao automatizar o envio de e-mails de cobrança”, destaca Dantas.

De acordo com o Radar FintechLab, com dados da Clay Innovation, cerca de 150 startups já atuam nesse segmento no País, divididas em nove categorias. Entre elas estão o setor de pagamentos, empréstimos, gestão financeira, seguros, entre outros. Um dos casos mais conhecidos é o da Nubank, que oferece um cartão de crédito com ausência de taxa de anuidade e outras tarifas, além da cobrança de juros mais baixos do que a média do mercado. A startup foi lançada em 2013 e conta com mais de 100 mil usuários.

Assim como a Nubank, outras fintechs querem revolucionar as intermediações financeiras para pessoas físicas e empresas. Segundo a CEO da Stone, Verena Stukart, a proposta é facilitar a vida dos usuários, seja por pagamentos ou em financiamentos colaborativos, como os crowdfundings, as populares “vaquinhas digitais”, em que as pessoas doam dinheiro para alguma produção cultural ou outras iniciativas de interesse coletivo.

A Stone é uma startup adquirente de cartão de crédito 100% brasileira, autorizada pela Visa e Mastercard a realizar diversas transações. O diferencial da Stone é que ela vai além do meio virtual e também passa a atender de forma física. Como é licenciada para efetuar pagamentos em todo o território nacional, vem se destacando na oferta de serviços para otimizar o processo de vendas e reduzir a despesas de processamento para os estabelecimentos comerciais.

Regulamentação

Muitos especialistas acreditam que a atuação das fintechs que oferecem determinados serviços financeiros deveria ser regulada pelos mesmos órgãos que cuidam dos bancos. A Febraban, no entanto, não tem um posicionamento institucional sobre o assunto.

Segundo a Goldman Sachs, é possível que os bancos venham a perder até US$ 4,7 trilhões anualmente para as fintechs. A tendência é que as instituições financeiras invistam cada vez mais em inovação, se aproximando das startups, seja para adquiri-las ou para descobrir novas formas de se reinventarem.

Diferenciais das fintechs

• Comodidades do acesso digital
• Eliminação de processos burocráticos
• Concentração em um único contato para tomar crédito mais barato
• Atendimento em território nacional
• Possibilidade de conectar clientes que não possuem acesso a determinados produtos com taxas menores
• Agilidade na distribuição de produtos de crédito com garantia, o que em alguns casos, ajuda o banco a ser mais eficiente no processo de venda

Como funciona?

O funcionamento depende da ferramenta utilizada. Há casos de crédito com garantia que oferecem taxas menores por ser uma modalidade de risco menor: utiliza-se empréstimo com garantia de imóvel, cuja taxa mensal é de 1,05% mais correção monetária. No caso da garantia de automóvel, as taxas são de 2% ao mês.

Em algumas fintechs há lista de espera. Os cadastros são realizados pelo site da empresa ou por indicações. Nos dois casos os pedidos serão analisados, sendo liberados de acordo com o perfil do cliente.

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Seal Tecnologia anuncia parceria com NBrands e busca fortalecer a atuação de soluções de automação com código de barras e mobilidade via e-commerce

Com foco em sua estratégia de crescimento para 2016, a Seal Tecnologia que atua há 28 anos no mercado de soluções dedicadas a processos de automação com código de barras, coletores de dados, redes sem fio, RFID e etiquetas eletrônicas, assume estratégia forte para vendas em e-commerce e alia-se a NBrands, empresa especializada em soluções de comércio eletrônico voltados ao segmento de Captura Automática de Dados (AIDC) e Automação Comercial (AC).

Para fortalecer sua presença online, a Seal Tecnologia passa a atuar em conjunto com a NBrands, sediada na cidade de Itajubá (MG) que ficará responsável pelo desenvolvimento, manutenção e atendimento comercial dos canais eletrônicos – SealStore.com.br e mais de 10 lojas virtuais focadas neste segmento. Juntas, as empresas iniciam esta nova fase já fortemente posicionados na oferta, venda e integração das principais marcas do mercado, tais como Zebra, ZebraCard, Honeywell, Datalogic, Bematech, Argox, Gertec, Cipherlab, Epson, Dimep, entre outras. Da mesma forma, a Seal passa a integrar o atendimento às oportunidades de venda de soluções e projetos de ambas as empresas, inclusive adicionando novas marcas à sua oferta. Por meio de um time de especialistas dedicados à pesquisa e ao desenvolvimento de inovações e melhorias tecnológicas, as companhias visam oferecer às empresas, segurança e facilidade na compra de equipamentos robustos móveis.

A Seal, maior integradora de soluções de mobilidade do Brasil, possui grandes clientes referência em setores como varejo e indústria e foca a sua atuação em importantes pilares que buscam aumento de produtividade e redução de perdas para as empresas. Dessa maneira, a ideia é transferir todo esse conhecimento e capacidade para as empresas que compram via internet como forma de valor adicional.

“Essa integração com a Seal será uma soma de competências que nos tornará muito fortes e com totais condições de atender à todas as demandas que isoladamente tínhamos limitações. O mercado carecia de um player com este perfil, que unisse o alcance do e-commerce na comercialização de produtos de alto giro com a capacidade de integração e implantação de soluções. Nunca fomos concorrentes, e agora atuaremos juntos para crescer no mercado de e-commerce”, afirma Edson Yoshida, CEO da NBrands.

Com a parceria, a atual loja online da Seal (www.sealstore.com.br) irá passar por uma remodelagem e deve se tornar um dos carros chefe do projeto. Para Wagner Bernardes, CEO da Seal Tecnologia, “a forte presença online da NBrands, conquistando reconhecimento e visibilidade na internet, foi importante para a parceria, permitindo uma atuação mais consolidada no mercado de e-commerce”.

“A atuação da Seal como integradora permanece inalterada. Continuaremos a atender nossos clientes tradicionais com todo o nosso portfólio de serviços e produtos. Essa estratégia de investimento no mercado de e-commerce vem de encontro a demandas existentes em mercados não atendidos pela Seal até então”, disse Bernardes.

Em 2015, as vendas realizadas em e-commerce brasileiros apresentaram um crescimento nominal de 15,3% em comparação com 2014, com faturamento de R$41,3 bilhões, segundo dados do E-bit, empresa de informações sobre o comércio online no Brasil. “Já estávamos percebendo a força do e-commerce, que manteve crescimento no ano passado e se mostrou uma ferramenta eficiente, e por isso decidimos investir nesse mercado”, afirmou Bernardes.

Com uma forte estratégia de crescimento para 2016, a Seal amplia sua presença online por meio de sites responsivos e completos, enquanto se mantém forte nas outras frentes e modelos de atendimento.

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Arezzo expande negócios por meio de estratégia de pagamentos

A Arezzo & CO é hoje considerada a maior empresa de varejo de calçados femininos da América Latina, e com apenas dois anos utilizando a plataforma de pagamento da Adyen, empresa global de pagamentos multicanal, conseguiu otimizar o seu volume de vendas. Esta parceria expandiu a eficiência do e-commerce da Arezzo, disponibilizando uma maior velocidade em suas transações, aliada a capacidade de gerenciamento de riscos e a facilidade na análise no background de pagamentos.

A Adyen foi escolhida como a plataforma de pagamentos da Arezzo, pois a companhia buscava um fornecedor que entregasse inovação no mercado e pronta para integração com a hybris, marca de software de comércio eletrônico multinacional da alemã SAP, que suporta as vendas do site da empresa. O processo de escolha de um novo serviço de pagamento fez parte das atualizações que a Arezzo faz constantemente em seu e-commerce.

“Buscávamos um parceiro que pudesse tornar possível a visão da Arezzo de um comércio digital multicanal, e encontramos na solução da Adyen os melhores benefícios para o nosso negócio. Hoje não existe mais barreira entre o físico e o online, ambos tem que coexistir e ser complementar, e a Adyen entra nesse cenário como um dos pilares para viabilizar esta atuação”, diz Maurício Bastos, Head de Omni-commerce da Arezzo.

Com a extensão da Adyen, a empresa se beneficiou de um processo fácil e rápido de integração e pôde oferecer todos os principais métodos de pagamento. Ferramenta como o RevenueProtect, disponibilizada pela Adyen, foi capaz de criar um perfil de cada comprador, por transação, proporcionando o checkout sem atrito aos clientes da Arezzo. Este sistema somado a conveniência de disponibilizar aos seus clientes a opção de pagar da forma que preferir se tornou uma maneira estratégica de fidelizar o público alvo e, por consequência, as taxas de conversão de vendas da companhia aumentaram na fase de checkout.

“Nós tivemos as nossas necessidades atingidas com funcionalidades em constante inovação, códigos abertos para otimizar a comunicação com a nossa tecnologia de e-commerce, tudo isso em uma plataforma única, robusta, transparente, simples e com suporte técnico 24/7”, comenta Bastos.

A plataforma da Adyen, ainda disponibiliza em seu backoffice diferentes tipos de análises e relatórios detalhados sobre transações em diversos países, auxiliando a tomada de decisões comerciais. Segundo Bastos, o conceito one-stop shop da Adyen agrega uma vantagem considerável aos negócios, reduzindo os custos associados a múltiplos provedores de pagamentos, em diferentes mercados.

“A Arezzo é uma empresa brasileira com visão global e que buscava um parceiro para concretizar seus planos de expansão em diferentes canais e que fosse capaz de integrar todas as suas soluções. Com a nossa operação conseguimos expandir os negócios digitais da marca, além de trazer inovação aos seus métodos de pagamento”, declara Jean Christian Mies, vice-presidente sênior da Adyen para a América Latina.

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Média salarial para profissional especializado em iOS é 64% maior que salário médio da área de TI

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A alta popularidade e disseminação de smartphones no mercado brasileiro de telefonia móvel criou uma demanda maior para profissionais com competências técnicas específicas para os sistemas operacionais iOS e Android.

Os dados partem de uma pesquisa feita pelo site de busca de emprego Adzuna.com.br que reúne em um só lugar milhares de vagas dos melhores sites de emprego e consultorias de recrutamento, a pesquisa analisou mais de 17 mil vagas da área de Tecnologia e Informação em todo o Brasil, fazendo a comparação por especialidade, salário e região.

Em destaque está o fato que apesar do aumento da demanda para especialistas em sistemas operacionais, o volume de vagas abertas para estes profissionais ainda é baixo, comparado com a demanda por profissionais de outras especialidades dentro do segmento de Tecnologia da Informação. Dos anúncios analisados, apenas 6,87% das vagas são para os profissionais especializados em programação mobile.

Essa porcentagem pode parecer pequena, mas o salário desses especialistas é recompensável, chegando a ser 29,21% mais alto do que a média salarial do setor como um todo. O salário médio de todas as vagas especializadas em sistemas operacionais para smartphones é R$3,371, contra a média geral da área de TI de R$2,609.

Outro momento em que a porcentagem menor de vagas é compensada pela média salarial maior é quando olhamos os números para quem tem conhecimento especializado em iOS versus quem se especializa em Android.

Vagas específicas para conhecedores de iOS são apenas 9,29% do total das posições focadas em mobile, e especialistas em Android já são procurados por 20,42% das vagas disponíveis. Esse número segue uma tendência de mercado, já que no Brasil, de acordo com uma pesquisa da Kantar Worldpanel, a plataforma do Google tem 89,5% de participação no mercado e o sistema da Apple tem apenas 3,5%.

Porém, o salário médio das vagas com foco no sistema criado pela Apple é mais alto do que as vagas destinadas aos especialistas em Android, sendo R$4,286 contra R$3,460. É também 64% maior que a média salarial de todas as vagas disponíveis no setor de TI do Brasil.

A distribuição dessas vagas não é equilibrada, cerca de 68% das vagas estão concentradas no Sudeste brasileiro, equivalente a quase 12 mil vagas no total. A região com a segunda maior porcentagem de vagas em TI é a sul, com 21,72%. A região Norte possui a menor porcentagem, com 0,93%.

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Uso de geolocalização traz qualidade de vida e reduz custos de contratação

Aos poucos as empresas brasileiras começam a se dar conta de que um dos custos mais elevados têm sido o de contratar pessoas que precisam ser trocadas em pouco tempo. Isso acontece em função de equívocos no processo de recrutamento e seleção de funcionários. Com um turnover médio de 40% ao ano, as empresas brasileiras precisam trocar 4 em cada 10 funcionários a cada 12 meses, dispendendo grandes valores, inclusive os de treinar sucessivamente pessoas novas que podem deixar o posto a qualquer momento.

Segundo Cezar Tegon, presidente da Elancers, empresa especializada em sistema de gestão de recrutamento e seleção, um dos problemas mais frequentes, com impacto direto no turnover, têm sido a contratação de pessoas que moram longe da empresa. Este cenário leva o empregado a buscar alternativas mais próximas de sua casa e a trocar de emprego assim que possível, inclusive com salário um pouco menor.

“Para ajudar as empresas e os candidatos, nosso sistema tem diversos filtros de busca incluindo a geolocalização que compara, em quilômetros, o endereço dos candidatos com o da vaga. Isso ajuda a empresa a recrutar pessoas dentro de um raio específico de quilômetros, reduzindo assim a possibilidade do empregado trocar de emprego em função de uma oportunidade mais próxima de sua casa e ao mesmo tempo gera economia para a empresa, considerando fatores como vale transporte, cumprimento de horário, maior motivação e disposição do funcionário”, explica Tegon.

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Um exemplo da utilização desse sistema pode ser visto no grupo GRSA, que administra restaurantes de empresas em praticamente todo o Brasil. Segundo Rosi Ciasi, Gerente Nacional de Recrutamento e Seleção do GRSA, a empresa busca profissionais como ajudantes de cozinha, cozinheiros, nutricionista e outros que vão atuar em restaurantes localizados em clientes:

“Para nós, saber que o empregado mora nas proximidades de onde vai trabalhar é muito importante, pois isso permite que ele chegue pontualmente, trabalhe com mais energia, disposição e, mais importante, se mantenha interessado em continuar na empresa por muito tempo, principalmente em função da proximidade do trabalho e dos ganhos que essa condição gera”, explica Rosi.

Segundo Rosi, o sistema de geolocalização da Elancers trouxe ganhos substanciais para empresa, considerando os três primeiros meses de 2016:

“Contratamos 100 profissionais que não precisaram de vale-transporte para chegar aos seus postos de trabalho, o que gerou uma economia de mais de R$150.000,00 ao ano. Para incentivar a contratação de pessoas próximas do trabalho, criei um prêmio para a equipe de selecionadores, nada sofisticado, estimulando a contratação de pessoas que não precisassem de vale transporte. A selecionadora campeã fez 35 contratações. Com a geolocalização conseguimos beneficiar a empresa, os funcionários e minha equipe. O processo fez tanto sucesso, que virou case em nossa matriz na França”, conta Rosi.

De acordo com Tegon, a contratação de profissionais que moram perto de seu posto de trabalho é um fator de retenção de talentos, uma vez que o profissional chega menos estressado ao trabalho, pode ter mais horas de sono e, assim, ter mais disposição no dia a dia.

“Os benefícios da geolocalização não se restringem apenas as contratações externas. A tecnologia vem mudando a mentalidade de nossos clientes que passaram a utilizar o recurso de geolocalização para transferir funcionários para unidades da empresa mais próximas de suas residências. É muito gratificante quando desenvolvemos um recurso no sistema que traz um diferencial competitivo para nossos clientes” completa Tegon.

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Capgemini inaugura data center global no Brasil

A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, anuncia seu novo data center global no Brasil, na cidade de Campinas, em São Paulo. Com investimento R$ 13 milhões em cinco anos e flexibilidade para ampliar a capacidade computacional de acordo com a variação da demanda dos clientes, a companhia atenderá, inicialmente, projetos de clientes de toda a América Latina, com maior capacidade operacional baseada em diversos serviços de nuvem privada, simplificando a integração entre gerenciamento de nuvem privada e pública e reforçando as parcerias globais.

“Esse data center nos permitirá oferecer o que há de mais inovador em termos de soluções híbridas de computação em nuvem aos nossos clientes. Com uma oferta completa e competitiva, levaremos ao mercado redução de custos, aumento de eficiência e mais agilidade”, afirma o vice-presidente de serviços de infraestrutura e outsourcing da Capgemini no Brasil, André França. Fazem parte do portfólio atendido a partir dessa infraestrutura ambientes híbridos, cloud computing e serviços gerenciados, incluindo Disaster Recovery e outros dois sites da corporação (Alphaville e Jundiaí). Além disso, o novo data center fornecerá suporte às operações do Nearshore Center de Araraquara e aos ambientes de missão crítica de grandes clientes em diversos setores, como público, produtos de consumo, varejo e finanças.

A nova instalação foi desenhada sobre a arquitetura Software-Defined Datacenter e está em conformidade com os padrões internacionais, reunindo as certificações Tier III do Uptime Institute (alto desempenho, segurança e confiabilidade), ISO 27001, ISO 9000, ISO 20000, ISO 14000, PCI-DSS, ISAE 3402 e SSAE16 tipo II (segurança da informação e gestão). O data center dispõe, entre seus diferenciais, de alto nível de segurança, com sistema de prevenção Intrusion Prevention System (IPS), firewalls, proteção avançada de malwares, serviços dedicados de redes virtuais (Firewall VPN, ADC, DHCP, NAT), MPLS (Multiprotocol Label Switching) e segregação VRF (Virtual Routing and Forwarding).

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GoDaddy investe em internacionalização e maturidade da marca

Com quase 20 anos de atuação no mercado de Internet, a GoDaddy, maior provedor de tecnologia para pequenas empresas, se encontra em um momento de amadurecimento. Sua marca já está consolidada no universo de domínios, em que cresceu e se destacou, e, hoje, a empresa entende que os negócios de seus clientes são mais do que apenas um nome de domínio. Reconhecendo que construiu um forte diálogo com micro e pequenas empresas, a GoDaddy tem como missão ajudar esses empreendimentos a alcançar o sucesso com a criação de uma presença online para seus negócios.

No Brasil, existe alta iniciativa empreendedora, considerando que 25% das pessoas de 18 a 69 anos de idade têm a intenção de empreender nos próximos três anos e 56% reconhece que existem oportunidades para abrir uma empresa na região onde vivem, de acordo com levantamento do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), de 2014. Porém, ainda de acordo com a pesquisa, o empreendedor brasileiro, na maioria das vezes, abre um negócio para sustentar-se, sem alto potencial de geração de muitos novos empregos em massa e com a tendência de manterem-se muito pequenos. Inclusive, uma pesquisa com microempresas no Brasil realizada pela GoDaddy em 2015 revelou que cerca de 66% dos entrevistados possui uma empresa com 2 a 5 funcionários, enquanto o restante gerencia seu negócio sozinho. Por isso, o setor de micro e pequenas empresas muito diversificado e pulverizado no país e essa distribuição e quantidade de micro e pequenos negócios leva a certa carência de soluções elaboradas especificamente para atendê-los. Foi aí que a GoDaddy encontrou seu espaço.

A companhia, que cresceu principalmente devido à comercialização e registro de domínios nos Estados Unidos, construiu uma relação de confiança com seus clientes, que cada vez mais começaram a contar com a GoDaddy para seu crescimento e manutenção, incorporando outras soluções para a Internet da empresa. “Com o posicionamento direcionado a micro e pequenas empresas, o amadurecimento da marca é algo que veio naturalmente”, comenta Cristiano Mendes, Diretor de Business Development para América Latina da GoDaddy. “Depois de anos em contato com esse setor, olhamos para esses negócios e entendemos o que eles precisam para crescer. Dessa forma, nos tornamos parceiros tecnológicos desse mercado que ainda é altamente diversificado e carente de soluções especializadas”.

Hoje, a GoDaddy vai além do domínio: é um grande provedor de tecnologia para micro e pequenas empresas, oferecendo produtos de qualidade a preços acessíveis, que apoiam o empreendedor desde a criação até o crescimento e manutenção de seus negócios online. Além de as soluções serem fáceis de usar, possibilitando a construção, divulgação e gerenciamento da presença online de forma simples.

Expansão internacional

A GoDaddy se tornou líder mundial em vendas de domínios com atividades dentro dos Estados Unidos e, com a adoção da marca por clientes internacionais, a expansão foi o próximo passo.

“Encontramos um ambiente internacional muito receptivo em que pudemos quebrar barreiras de mercado, mesmo em países que já possuíam concorrentes consolidados”, afirma Mendes. Em 2015, a GoDaddy escolheu a agência de marketing e publicidade TBWA Global Marketing, e a primeira campanha global está programada para sair esse ano. Com a campanha internacional, a ideia é reforçar a marca da GoDaddy pelo mundo com uma mensagem forte e unificada.

Ainda no ano de 2016, a GoDaddy pretende continuar a expansão pelo mercado asiático e manter o esforço continuado nos países onde já atua, sempre buscando melhor se adaptar a cada mercado local. Atualmente, atende mais de 14 milhões de clientes em 53 mercados e em 26 línguas pelo mundo. Sua matriz fica em Scottsdale, Arizona, nos Estados Unidos, e globalmente, a empresa possui escritórios no México, Brasil, Reino Unido, Canadá, Austrália, Holanda, Cingapura e Índia. Para saber mais sobre a empresa, acesse: www.GoDaddy.com.

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addIT é considerada Global Partner da Cisco

A addIT, empresa subsidiária da Atos, líder internacional em serviços digitais e parceira mundial de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI), é considerada Gold Partner pela Cisco.

A Cisco seleciona parceiros que possam provar o mais alto nível de competência profissional e satisfação do cliente com o certificado “Gold Certified Partner”. Durante o processo, a addIT foi detalhadamente avaliada em áreas como atendimento ao cliente, gerenciamento de projetos, mudança no gerenciamento do centro de operações de relacionamento (NOC), laboratório de demonstração e suporte, Cloud e TI híbrida.

“Ser nomeado um Gold Partner da Cisco é uma grande honra para nós. O título reconhece o forte empenho e o alto nível de profissionalismo de nossos colaboradores. O prêmio é o mais importante e significativo referencial para nossos clientes, pois confirma que mantemos os mais elevados padrões em termos de qualidade e, por outro lado, gerenciamos projetos para que nossos clientes tenham plena satisfação”, explica Dieter Jandl, gerente executivo da addIT.

“A qualificação de Gold Partner da Cisco é um marco importante para a addIT e para a Atos. Essa conquista da addIT proporciona à Atos um forte acesso aos recursos da fabricante, suporte técnico, treinamento, bem como programas de patrocínio”, enfatiza Johann Martin Schachner, gerente nacional da Atos.

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As 5 maiores angústias de jovens empreendedores no Brasil

unnamed-201. Não vejo retorno do que investi

Depois de investir na abertura do negócio – mesmo que não seja um alto valor – parte dos empreendedores se preocupa em obter retorno sobre o investimento com certa rapidez. A cobrança por agilidade parece ser maior sobre os jovens empreendedores que se deixam encantar pelo discurso de revistas voltadas a esse público e de outros opinion makers de que negócios bem sucedidos são os que dão lucro expressivo em pouco tempo. Mas o fato real é que um negócio de sucesso leva tempo para se consolidar. E nem sempre sucesso é medido apenas por quanto se lucra, mas por reconhecimento entre os pares ou entre os clientes, possibilidade de equilibrar vida pessoal e profissional, liberdade maior de agenda e concretização de planos e sonhos que só um empreendedor pode experimentar sem ser podado por um chefe, por exemplo.

2. Meu negócio não dobrou de ontem para hoje!

Alguns jovens empreendedores criam seu negócio com foco não na sustentabilidade no longo prazo, mas no potencial a curto prazo. A ideia por trás dessa estratégia é a de estruturar um negócio de muito rápido crescimento – mas não necessariamente lucrativo – com a intenção de vendê-lo. Exemplo clássico é a daquela start-up nascida para ser adquirida. O lado positivo para o emocional do empreendedor é que ele não precisa lidar com o estresse da exigência de retorno financeiro em curto prazo ou com a responsabilidade de abrir um negócio que irá durar e precisa ter sua identidade. A contrapartida, porém, é o estresse que vem por conta da necessidade de crescimento de dezenas ou centenas de vezes em muito pouco tempo.

3. Cadê o cliente que estava aqui?

Lidar com as sazonalidades de vendas é potencialmente angustiante. Há períodos em que as vendas são mais intensas e, em outros, caem. Isso é natural, mas saber disso não é suficiente para diminuir o estresse nem para resolver a seca da torneira do dinheiro. A solução para lidar com a sazonalidade é o planejamento – e não só financeiro, mas de prospecção, inovação e gestão. Isso requer um amplo leque de habilidades do empreendedor e da equipe que trabalha com ele.

4. O cliente acha que meu negócio não é negócio

Há jovens empreendedores que decidem não ter um escritório e trabalhar no modelo home-office ou coworking. Isso é OK, mas o que ocorre quando se depara com um cliente que tem uma visão tradicional e a falta de escritório se torna um porém no fechamento de negócios? O importante é o empreendedor saber que a decisão por home-office ou co-working pode não ser bem vista por empresas mais tradicionais que podem se tornar potenciais clientes. Se a escolha for essa, é importante torná-la a espinha dorsal do negócio e incorporá-la plenamente a seu discurso e a suas práticas de gestão. Isto é, aliar criatividade a gestão eficaz e respeitabilidade não só na prática, mas também no discurso. Ou, como se diz popularmente, é “matar no peito” esse modelo inovador.

5. Quanto de flexibilidade vai na fórmula?

Cada empreendedor tem seu próprio estilo, e não é incomum que invista tempo e energia escolhendo o ‘móvel perfeito’, o ‘logo perfeito’, o ‘nome perfeito’ e outros componentes ‘perfeitos’, como se todo esse controle fosse tão importante quanto o negócio em si. É fundamental ponderar que, por vezes, não ter escritório e não exigir horários fixos de trabalho da equipe – mas gerenciar por metas e resultados com base em feedback efetivo – pode ser justamente o que permite ser inovador e atingir os objetivos. Esse tipo de informação e de possibilidade precisa ser valorizado pelo jovem empreendedor.

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Agile Banking, uma cultura bancária além das Transformação Digital

Nem só de tecnologia vive a Transformação Digital dos bancos. É necessário muito mais. As instituições financeiras têm que conseguir um diferencial que permita realmente materializar a transformação digital, evitando investir em simples aplicações móveis com design avançado que bombardeiam os clientes com alertas.

O foco da transformação digital não se refere apenas à tecnologia, mas também à experiência do usuário, à conveniência, à oportunidade e à agilidade. Para alcançar isso, é necessária uma boa base tecnológica somada à cultura do Agile Banking.

A sociedade digital em que vivemos demanda proximidade e agilidade. As instituições financeiras, cientes dessas demandas, ao identificarem a possível ameaça que as FinTechs têm representado às gigantes do mercado, vêm buscando estabelecer quadros de cooperação com estas empresas revolucionárias como forma de não perderem mercado e não ficarem para trás na corrida . Essas startups do mundo financeiro surgiram como pequenos modelos para as entidades que buscam a transformação digital.

O que as Fintechs oferecem que tanto pode interessar aos seus concorrentes em potencial? Principalmente, agilidade, além de experiência do usuário e, por quê não, também empatia? Há três parâmetros que tradicionalmente estão longe dos bancos, mas agora são, cada vez mais, exigências dos clientes.

Os princípios de empatia com o cliente, a experiência do usuário como o foco dos processos e a agilidade são os requisitos para que a cultura do Agile Banking seja implantado em instituições financeiras. Mas, o que exatamente é Agile Banking?

O Agile Banking vai além da tecnologia e dos processos, ainda que necessários. Isso implica uma mudança cultural: mudar a visão e missão. Ela exige o abandono do paradigma da redução de custos para dar aos clientes o que eles esperam e quando precisam.

Fala-se muito da estreita relação com o cliente, da adequação, personalização, incluindo a impressão e a opinião do cliente. E esta é a chave. Retêm-se um cliente pelo potencial de sua perda. Se basearmos nosso recrutamento e retenção nos itens facilmente mensuráveis, tais como custos, vamos perder a batalha. No final, quem mais perderá será o cliente. Hoje, ganhamos e mantemos os clientes se somos ágeis, se respeitarmos as suas emoções e geramos uma experiência agradável e que realmente os ajude.

Obviamente, as instituições financeiras precisam deter uma base tecnológica adequada: metodologias ágeis de desenvolvimento, integração contínua e DevOps. Em suma, sistemas capazes de processar informações em tempo real para tomar decisões assertivas. Também é necessário um novo conceito de tratamento do cliente: um planejamento novo e profundo do papel dos escritórios, nos quais a experiência do usuário seja priorizada. Podem parecer muitos elementos, mas basicamente são apenas componentes de uma única cultura: Agile Banking. Tudo isso vai levar as instituições financeiras para onde seus clientes precisam que elas estejam.

*Marco Santos, managing director Latam do Grupo GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro.

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TCS oferece treinamento em TI para estudantes universitários de São Paulo

A Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em serviços de TI, consultoria e soluções de negócios, anuncia o lançamento de um programa de desenvolvimento de jovens talentos. O projeto visa selecionar e treinar estudantes de cursos tecnólogos e de bacharelado nas áreas de TI e engenharia para o mercado de trabalho. O treinamento terá duração de 3 a 4 semanas, de segunda a sexta-feira, com 8 horas diárias, onde os estudantes passarão por aulas com líderes, gestores e especialistas de diversas áreas de TI. Os principais temas que serão abordados são: ERP, Lógica de Programação Orientada a Objetos, Desenvolvimento de Sistemas (Java e .Net), testes/QA e metodologias (RUP, UML, ITIL e Agile), além de Oracle e SAP, reconhecidas como demandas eminentes para o mercado de tecnologia.

Para participar os candidatos precisam estar cursando a partir do 3º ano ou do 5º semestre dos cursos exigidos, sendo imprescindível inglês avançado. O processo de seleção dos jovens terá 3 etapas. A primeira será a inscrição através do site do Vagas.com no link: http://www.vagas.com.br/v1329195, no período de 31/03 a 30/04, e contará com testes de português, inglês e raciocínio lógico. A segunda fase incluirá dinâmicas de grupo e redação na própria TCS, e a terceira e última será um painel de entrevista com executivos da companhia. Após a avaliação de todos os critérios serão selecionados os 30 finalistas que participação do projeto.

“Decidimos lançar este programa na TCS para melhorar a formação dos jovens que ainda estão nas universidades e escolas técnicas, agregando muito mais conhecimento ao seu currículo e capacitando-os para atenderem às necessidades do mercado, pois o setor está carente de profissionais qualificados”, revela Parameswaran R., Head de Recursos Humanos da TCS Brasil. Ainda de acordo com Parameswaran, há cursos especializados da área de TI que chegam a custar mais de 3 mil reais. “Esses jovens terão uma oportunidade única de serem treinados por especialistas com ampla experiência, sem pagar nada por isso, e com chances reais de conseguirem um emprego ao final do curso”, complementa o head de RH. Todos os participantes receberão um certificado.

Vale ressaltar que pelo segundo ano consecutivo a TCS foi certificada como Top Employer no Brasil e em toda a América Latina. O instituto certifica as empresas que possuem excelentes práticas de Recursos Humanos, que asseguram que os funcionários possam se desenvolver pessoal e profissionalmente.

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6 principais mudanças na relação consumidor e empresas de telefonia

Desde o último dia 10 de março deste ano já está em vigor a Resolução 632/14 da Anatel, que teve impacto direto na relação entre consumidor e empresas prestadoras de serviços de telefonia.

“A proposta foi bastante positiva para os consumidores, que conseguiram ampliar seus direitos e ter um melhor acompanhamento de contrato, valores pagos, dentre outras coisas relacionadas ao serviço de telefonia”, conta Cyro Alexandre Martins Freitas, sócio da área empresarial da Delgado e Freitas Advogados.

Veja os seis principais pontos associados ao tema, segundo a Delgados & Freitas Advogados:

1) Uma das novidades previstas na resolução é a notificação prévia do consumidor quando seu consumo se aproximar da franquia contratada, no caso do pagamento pós-pago. Já no caso do pré-pago, o consumidor deve ser avisado quando os créditos estiverem na iminência de acabar ou expirar;

2) Deve ser disponibilizado um espaço no site da prestadora de serviço, com recurso que lhe possibilite o acompanhamento do uso do serviço contratado (art. 62). O relatório detalhado dos serviços prestados deve estar disponível em página na internet e também em versão impressa, caso o cliente solicite;

3) A norma prevê, no art. 22, que, no espaço reservado ao consumidor no site, deve constar, entre outros pontos, acesso ao contrato, tipo de plano, valores pagos nos últimos seis meses, detalhes dos serviços prestados e o perfil de consumo dos últimos três meses;

4) Se o usuário já consumiu a franquia que contratou, a prestadora pode suspender a prestação do serviço até o próximo ciclo de faturamento. Mas, em razão do modelo de negócios adotado, as operadoras geralmente optam por deixar que o consumidor continue usufruindo do serviço, mas com velocidade reduzida;

5) A prestadora não pode enviar mensagens de cunho publicitário, sem o consentimento expresso prévio do cliente. O recebimento dessas mensagens também pode ser cancelado a qualquer momento junto à prestadora;

6) A resolução prevê que o consumidor pode cancelar um contrato de serviço de telecomunicações sem falar com o atendente, e o cancelamento deve ser processado em até dois dias úteis. Em caso de cancelamento antes do prazo final de permanência mínima, poderá ser cobrada multa de rescisão, que deverá ser proporcional ao tempo restante da fidelização, bem como ao valor do benefício oferecido.
“A Resolução da ANATEL é muito importante, sendo que não visa apenas aumentar os direitos dos consumidores, ela também ratificar alguns direitos, em especial, o acesso à informação”, finaliza Cyro Freitas.

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SPRO implementa soluções SAP para gestão de risco de commodities

A necessidade de uma gestão de riscos inerente ao cenário de commodities era uma ampla lacuna no mercado até a SAP, empresa alemã criadora do software de gestão de negócios SAP ERP, desenvolver um produto para suprir necessidades comuns no ramo. A empresa paranaense SPRO It Solutions, focada em soluções de TI para o agronegócio, foi escolhida para realizar a implantação desta ideia.

Por meio da integração da solução standard SAP Agicultural Contract Management e Commodities Management e quatro novos produtos complementares desenvolvidos pela SPRO (o Gestão de Pátio, o Trade Slip, o Cockpit Financeiro e o Gestão Logística), foi possível conceber um sistema que endossa a cadeia de originação de grãos mediante as mais diversas funcionalidades, como o gerenciamento de contratos de proteção de preços ou riscos e a montagem de planilhas, gráficos e painéis importantes na gestão.

Apresentadas por Luciano Mendes e Ederson Oliveira, durante uma palestra no SAP Fórum Brasil 2016 com orientações, alertas e resoluções acerca dos riscos de gerenciamentos de commodities, as soluções abarcam diversas etapas da cadeia de originação de grãos e, uma vez conectadas, rendem maior eficiência e lucratividade para as cooperativas, trandings ou cerealistas.
Uma amostra desse complexo é o Trade Slip, ferramenta desenvolvida em SAP Fiori, sendo multiplataforma e com funcionamento web, que oferece um registro simplificado do contrato de commodities, contendo informações relevantes de negócio, como cotações dos objetos de negociação e de moedas estrangeiras.

Segundo Mendes, tudo foi desenvolvido por meio de muita análise e estudo, sempre junto a um cliente de referência, que também atua na homologação dos produtos. “A SPRO, em parceria com a SAP, tem o papel de identificar as necessidades dos seus clientes, implantar as ferramentas standard, e quando é identificada uma demanda não prevista no backlog da SAP, entrar com um produto complementar”.

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Startups: especialista aponta dicas para escolha do investidor ideal

O desafio de criar uma startup não é uma tarefa fácil. Além de ter uma ideia inovadora que possa trazer rentabilidade no futuro, uma das maiores barreiras para qualquer empreendedor é a falta de recursos financeiros durante os primeiros estágios do negócio. Para superar as dificuldades iniciais com maior solidez, a busca pelo aporte de um investidor torna-se o objetivo principal dos fundadores.

Allan Costa, ex-diretor superintendente do Sebrae/PR, e atualmente um dos principais palestrantes e investidores-anjo do País, alerta, no entanto, que o processo de captação não pode ser uma via de mão única, no qual somente os investidores avaliam os empreendedores. “Também é preciso que o empresário consulte o histórico do investidor ou do grupo de investidores com o qual esteja negociando. Como o investimento em startups se tornou uma espécie de febre, o mercado acaba absorvendo um número considerável de amadores, curiosos e, até mesmo, de pessoas mal-intencionadas”, argumenta.

Confira as principais dicas do especialista para a escolha do investidor ideal:

Verifique o histórico

Antes mesmo de realizar o pitch, faça uma pesquisa do perfil dos investidores, coletando portfólio, conjunto de competências que pode aportar ao negócio, casos de sucesso, entre outros pontos. Por meio dessa busca, o empreendedor certamente terá uma boa base de informações sobre a competência e idoneidade do grupo de investidores.

Não aceite propostas indecorosas

Obviamente, investimento não é caridade. Mas é muito mais comum do que possa parecer, encontrar investidores que literalmente tentam se apossar de projeto inovadores em estágios iniciais, que dependem de recursos financeiros para fazer seus negócios decolarem. Propostas que pedem 40%, 50%, até 60% da startup em troca de um investimento muito menor do que seria o razoável, jamais podem ser levadas à sério.

Pesquise o background

Antes de fechar o contrato, os empreendedores devem ficar atentos também com o que o mercado chama de Smart Money. Tão importante quanto o dinheiro em si, é o que o investidor vai trazer para a empresa em termos de recursos intangíveis, como conhecimento do mercado de atuação, mentoria, rede de relacionamentos para facilitar contatos, a abertura de portas, entre outros pontos. Contar com um investidor que não está familiarizado com a dinâmica do mercado de startups e apenas conhece investimentos mais “tradicionais”, ao invés de ajudar, pode representar um transtorno. Com isso, o empresário pode acabar preso a uma teia de cobranças incompatível com o desenvolvimento de uma startup que, não raro, acaba por inviabilizar o negócio.

Regras de comunicação

Outro ponto de preocupação dos empreendedores é a forma de reporte a ser utilizada. A recomendação é fugir de grupos de investidores que não determinam claramente como será a interface do grupo com a startup e quem será responsável pelos contatos e acompanhamento. Tudo que um líder não precisa nessa fase do empreendimento, em que ele tem uma infinidade de ações para fazer a empresa crescer, é de um grupo de dez ou quinze pessoas ligando a toda hora e de forma indiscriminada no seu telefone celular para saber notícias do negócio. O empreendedor precisa de espaço para trabalhar, por isso a definição quanto a esse ponto também é muito importante.

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Problemas na cadeia de Supply Chain afetaram 40% dos negócios no último ano, afirma Relatório da GT Nexus

A GT Nexus, plataforma global de comércio eletrônico na nuvem, anunciou seu primeiro State of the Global Supply Chain Report, uma análise dos principais problemas, desafios e oportunidades enfrentados pelos fabricantes. O estudo, que foi realizado em parceria com a empresa de pesquisa global, YouGov, procurou identificar os seguintes itens:

– Tecnologias e questões da indústria que têm e terão um grande impacto na cadeia de Supply Chain dos fabricantes.

– Desafios do supply chain e metas para melhoria do setor.

– Questões operacionais, tais como a existência do Chief Supply Chain Officer em algumas empresas para gerir os assuntos já citados.

Dos 250 executivos sêniors de manufatura entrevistados, 40% relataram problemas na cadeia de Supply Chain que afetaram seus negócios ao longo dos últimos 12 meses. No entanto, apesar da luta contra disrupções no setor, menos de um quarto (24%) dos entrevistados contam com um CSCO local para ajudar a resolver essas demandas, além disso, 41% das empresas disseram não ter planos de contratar este profissional.

“Está claro no relatório que os fabricantes esperam enfrentar grandes desafios em seu setor de Supply Chain em 2016, essas novas demandas podem ser decorrentes de fatores externos além do controle desses gestores,” comenta Greg Kefer, VP de Marketing Corporativo na GT Nexus. “Os dados sugerem que as práticas atuais no mercado podem estar erradas, sendo mais focadas na redução de custos, por exemplo, do que em contar com um profissional experiente que possa resolver problemas mais críticos; 76% dos entrevistados disseram que atualmente operar sem a expertise de um Chief Supply Chain Officer. Com quase metade dos fabricantes relatando uma ruptura que impacta seus negócios nos últimos 12 meses, esta falta de direção estratégica para liderar maior agilidade no setor é preocupante.

As revelações de prioridades tecnológicas dos entrevistados também foram surpreendentes, 38% dizem que não acreditam que a cadeia de abastecimento será afetada pela tecnologia este ano. Isto pode sugerir uma falta de conhecimento sobre o impacto que os sistemas tecnológicos podem ter para reduzir os problemas no Supply Chain e o papel que estes sistemas têm na estratégia e controle da cadeia de abastecimento. Enquanto 64% dos entrevistados reconheceram usar tecnologia para gerenciamento de inventário, por exemplo, os números eram muito menores para a expectativa de influência de tecnologias mais avançadas, como analytics (13%), a Internet das Coisas (11%) e RFID (3%) ferramentas que vêm demonstrado vantagens na gestão operacional de Suppy Chain.

Sobre a pesquisa:

Todos os valores, salvo quando indicado outra fonte, são da YouGov Plc. O total da amostra pesquisada foi de 250 adultos com posição sênior dentro da indústria de manufatura. O trabalho de campo foi realizado entre 17-28 dezembro de 2015. A pesquisa foi realizada online.

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