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Evento nos EUA apresenta as últimas inovações tecnológicas em automação industrial

Entre os dias 15 e 16 de novembro de 2017, a empresa Rockwell Automation promove a 26ª Automation Fair®, no George R. Brown Convention Center, em Houston, nos EUA. O evento oferece a profissionais do setor a oportunidade para descobrirem como a empresa conectada pode ser globalmente mais competitiva.

Na programação, 160 expositores, diversas sessões técnicas, laboratórios hands-on, workshops e fóruns setoriais, que abordarão temas como: cyber security; a indústria e a internet das coisas; empresa conectada ou indústria 4.0; compliance; cloud computing; big data analytics; mobilidade e outros.

O evento anual atrai milhares de pessoas e oferece programação gratuita e diversificada sobre outros temas igualmente importantes, como: máquinas com segurança embarcada para redução de acidentes; avanços industriais pela convergência da informação e da tecnologia da operação; indústria conectada e mobilidade em operações fabris proporcionando maior produtividade e competitividade; tecnologias para sistemas de energia com altos índices de precisão; velocidade de resposta, produção sustentável e redução de custos.

“A proposta do Automation Fair é apresentar produtos e soluções que possam trazer benefícios práticos para as empresas e seus clientes finais; trazendo a empresa conectada para a vida prática; apresentando cases reais e problemas reais; mudando esta visão de que IoT é apenas um conceito; indo para a prática destas ideias inovadoras; e comunicando que esta transformação tecnológica é inevitável para as empresas que querem se manter competitivas, diz Rodrigo Marangon, Diretor Regional da Rockwell.

Sobre o setor de automação industrial

Caminhando contra a maré da retração econômica, o mercado de automação industrial segue em franca prosperidade. A projeção de crescimento da automação no Brasil entre 2014 e 2016 foi de 12%, segundo pesquisa da InfoComm para este período.

A transformação tecnológica inevitável atingiu o setor industrial e colocou as empresas num lugar de investidores e desenvolvedores de serviços e produtos tecnológicos que possam otimizar processos; permitir acesso transparente aos dados, gerar maior produtividade e qualidade ao reduzir os custos, reduzir o tempo de inatividade, melhorando a coordenação da sua cadeia de suprimentos, e proporcionando melhorias na logística e gestão.

Segundo a consultoria IDC, a Internet das Coisas (IoT), movimentou US$ 4,1 bilhões no Brasil no ano de 2016. O conceito demanda forte automação para interligar, conectar e interagir no mundo digital. No mercado corporativo, as empresas migrarão aplicações tradicionais, como telemetria e monitoramento, para o paradigma de IoT.

Fornecedores de equipamentos e desenvolvedores de plataformas, softwares e soluções industriais também intensificarão o lançamento de soluções de IoT customizadas e em escala para as corporações; criando e sinalizando o caminho sem volta da transformação tecnológica industrial, a indústria 4.0 (I4.0).

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Revelo recebe aporte de R$ 14 milhões

Com o intuito de acelerar a expansão no mercado de recrutamento digital, a start-up Revelo anuncia um aporte de capital de R$14 milhões (US$4.6 milhões de dólares). O round Series A foi liderado pelo fundo de venture capital americano Valor Capital Group, que investe em empresas de tecnologia nos EUA e América Latina, e também contou com a participação do conglomerado australiano Seek.

A empresa, até então chamada Contratado.ME, tem liderado a onda de HRtechs (startups de tecnologia focadas em recrutamento e recursos humanos) no mercado brasileiro. Sua plataforma é um marketplace que utiliza machine learning para selecionar tecnicamente os melhores profissionais de tecnologia e negócios, e colocar apenas os melhores e mais engajados à disposição das empresas clientes. A solução, que otimiza o tempo de recrutamento em até 70%, já é utilizada por mais de 1.500 empresas.

“O aporte tem como objetivo acelerar o desenvolvimento do produto e levar a nossa solução para grandes empresas.”, explica Lachlan de Crespigny, co-fundador da Revelo. “Acreditamos que a transformação digital precisa chegar ao RH das grandes empresas, que muitas vezes é deixado de lado, e ainda trabalha com consultorias de recrutamento tradicionais para encontrar os melhores candidatos”, completa.

Segundo a WEC (World Employment Confederation), o mercado de consultorias de recrutamento representa mais de US$500 bilhões em âmbito mundial. Entretanto, a experiência dos clientes com esse tipo de serviço ainda sofre com a baixa utilização de tecnologia.

Lachlan, explica que a plataforma funciona de modo inverso aos sites de vagas. “Acabamos com a necessidade de se ‘postar vaga’ – com alguns cliques se encontra o candidato ideal. Nós colocamos o candidato no centro e são as empresas que fazem a abordagem aos candidatos aprovados”. Eles passam por um processo seletivo único, com machine learning e testes técnicos, e têm acompanhamento personalizado. “Ao criarmos uma experiência incrível para os candidatos que querem avançar na carreira, conseguimos atrair perfis que as empresas não encontram nos canais tradicionais”, completa de Crespigny.

Antoine Colaço, sócio da Valor Capital Group à frente do aporte, diz que o potencial da Revelo reside na sua capacidade de aumentar a velocidade das empresas na busca pelo perfil certo. “Existem muitos sistemas de gestão de processos seletivos no mercado, mas o que chamou a nossa atenção é que o time da Revelo está focado em um problema que nenhuma outra start-up tem conseguido resolver: encontrar os talentos mais qualificados e mais engajados, e encurtar a distância entre eles e as empresas. No fim das contas, é isso o que as empresas querem.”

Com a intenção de triplicar de tamanho em 2018, a Revelo pretende consolidar sua atuação nos segmentos de negócios, marketing e design, além de tecnologia, que já constitui o principal mercado atendido pela empresa. “Nossos clientes vão da busca à contratação em duas semanas em média, e uma consultoria tradicional leva dois meses. Isso mostra o valor que a nossa plataforma pode gerar para as empresas.”, conclui de Crespigny.

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Cisco apresenta primeiro portfólio de serviços preditivos baseado em Inteligência Artificial

A Cisco anuncia um novo portfólio de serviços que, baseado em Inteligência Artificial, antecipa falhas de TI, reduz riscos e custos de manutenção, além de ajudar as empresas a desenvolverem as competências necessárias para transformarem seus negócios. Por meio de recursos avançados preditivos e preventivos, as novas ofertas ‘Serviços Críticos para Negócios’ e ‘Serviços de Alto Valor’ permitirão que as organizações invistam mais seus orçamentos de TI na inovação tecnológica em meio a uma crescente escassez de competências técnicas que representa uma ameaça iminente para a continuidade e o crescimento dos negócios.

“O mundo de hoje está se movendo mais rápido do que nunca e, para serem bem-sucedidas, as empresas devem ter a combinação correta de talentos e serviços de TI”, destaca Chuck Robbins, CEO global da Cisco. “Ao alavancar a Inteligência Artificial e machine learning para abordar questões críticas de TI, as novas ofertas de serviços da Cisco realmente ajudarão nossos clientes a dedicar tempo para se concentrar na crescente escassez de talentos de TI e continuarem competitivos no futuro”.

Mais do que nunca, as organizações buscam especialistas de TI a fim de criar novos fluxos de receita para seus negócios. No entanto, a falta de habilidades digitais e técnicas está colocando as organizações em risco de perder sua competitividade. O novo portfólio de serviços preditivos da Cisco, diferenciado pela experiência, inteligência e automação, ajuda a minimizar o impacto da falta de habilidades e equipe técnica para focar em aceleração da inovação.

A Cisco está trazendo duas novidades ao portfólio de serviços: Serviços Críticos de Negócios (Business Critical Services) e Serviços de Alto Valor (High-value Services). Estes dois novos serviços oferecem o poder e a inteligência da AI (Inteligência Artificial) e de machine learning para otimizar talentos de TI, conhecimentos e habilidades, além de permitir que as organizações resolvam primeiro seus problemas e, em última análise, aproximem-se de seu usuário/cliente final.

Cisco Business Critical Services

Com os ambientes tecnológicos atuais se tornando mais complexos e dinâmicos, as empresas precisam abordar esses desafios de forma mais assertiva. A Cisco traz ao mercado um novo portfólio de serviços de assinatura, Business Critical Services, que vai além da otimização básica para oferecer mais recursos incluindo analytics, automação, compliance e segurança pela tecnologia Cisco Advanced Services a fim de desenvolver um ambiente tecnológico seguro, eficiente e ágil. A novidade ajudará a minimizar a incidência de erros humanos e extrair o máximo de valor dos produtos e soluções enquanto cria uma TI segura.

Essa próxima geração de otimização de serviços capacita as empresas para:

– Reduzir a complexidade e os custos por meio da automação, orquestração e expertise técnica;

– Elevar as agilidades de negócios e transformação por meio de analytics e recursos de machine learning avançados que entregam informações críticas e recomendações de priorização em infraestrutura e aplicações e,

– Reduzir riscos com compliance automatizado e serviços de remediação, além de um robusto portfólio de segurança que inclui respostas a incidentes de ameaça.

O novo Business Critical Services ajuda ainda a reduzir o tempo de inatividade em 74%, resolver problemas em 41% mais rápido e reduzir os custos operacionais em 21%, de acordo com Cisco Optimization Services Executive Summary.

Cisco High-value Services

Para ajudar as organizações a utilizar software avançado, soluções e a rede, a Cisco está apresentando a última geração de serviços técnicos, chamados de serviços de alto valor (High-value Services). Esse portfólio foi construído com base nos serviços de suporte aos produtos Cisco, líderes da indústria, com ofertas que usam analytics, onboarding, conhecimento e escalabilidade para entregar serviços proativos e preditivos, permitindo aos clientes atingir alto valor, agilidade, a partir de seus investimentos de TI.

Suporte de software: fornece suporte para software da Cisco. Os novos recursos de serviços de alto valor incluem: opções de serviços multiníveis avançadas e premium, além de suporte (reativo) básico;

Suporte de solução: fornece suporte centralizado para hardware e software da Cisco e soluções de parceiros desde o primeiro chamado. O suporte de solução é a opção padrão de serviço para Cat 9K/DNA, aumentando a experiência do cliente e,

Suporte de rede: A Technical Services (TS) Advantage fornece suporte no nível das redes.

De acordo com pesquisa do IDC ‘Global Digital Transformational (DX) Leader 2017’, a escassez de competências digitais nas organizações foi citada como o maior desafio para implementar com sucesso a transformação digital. As empresas que pretendem fazê-la estão buscando outras fontes de talento para colocar em prática suas estratégias digitais. O IDC prevê investimentos diretos de US$ 6,3 trilhões na transformação digital no período 2017-2020. A parcela de US$ 2,6 trilhões desses investimentos está sendo orçada e investida exclusivamente em empresas de serviços de terceiros com expertise em transformação digital.

“O cenário está evoluindo muito rapidamente para algumas empresas que buscam acompanhar a transformação digital porque elas contam com os maiores fornecedores parceiros com competências, conhecimento e capacidade que ajudam a resolver essa falta de talentos. Ao explorar os recursos dos fornecedores de TI com sólido conhecimento, amplitude e profundidade de habilidades de TI, essas organizações são capazes de ganhar velocidade, ajustando-se às mudanças nas condições de mercado e, assim, se concentrando na inovação”, explica Chris Barnard do IDC.

De acordo com o recente relatório Services Landscape da Cisco sobre serviços, os principais benefícios que as organizações estão buscando em TI incluem preencher as lacunas de talentos ou habilidades fundamentais, ter acesso a conhecimentos ou recursos exclusivos e redirecionar suas equipes internas para outras prioridades. Além disso, os desafios em que os serviços de TI são mais importantes nesta abordagem permitem que esse departamento se concentre em prioridades estratégicas, em vez de se dedicar à manutenção dos sistemas e aumentar a velocidade com a qual a equipe de TI implementa novas tecnologias de apoio às prioridades de negócio.

Como segunda maior unidade de negócios da empresa, Cisco Services oferece a experiência, o talento e os recursos dos quais o cliente precisa. Cisco Services amplia a equipe e proporciona inovação, conhecimento, flexibilidade, aprendizado e dedicação à qualidade de serviço para ajudar os clientes a acelerar o crescimento dos negócios e minimizar os riscos. As ofertas de serviços abrangem todas as fases do ciclo de vida da TI – desde assessoria e otimização até treinamento e serviços técnicos para toda a arquitetura de TI.

Parceiros de canal

Parceiros são essenciais para a unidade de negócios Cisco Services. Para aqueles que já têm ou pretendem desenvolver serviços, a Cisco está ampliando seu portfólio a fim de apoiar seus parceiros na entrega de soluções aos clientes end-to-end. Com o Business Critical e High-value Services, os parceiros podem explorar mais oportunidades de que vão aprofundar seus relacionamentos e atrair novos clientes. Saiba mais aqui.

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Oxigênio Aceleradora participa do CASE com facilitação gráfica para startups selecionadas

A Oxigênio, aceleradora de startups da Porto Seguro, participará da terceira edição do CASE, evento focado no mercado de startups da América Latina e que acontece nos dias 26 e 27 de outubro. A empresa contará com um profissional de facilitação gráfica em seu estande para desenhar o modelo de negócio das startups que forem selecionadas para se apresentar. Os empreendedores interessados terão até o dia 22 de outubro para se inscrever.

Serão escolhidas as empresas que tiverem relação com as áreas de atuação da Porto Seguro e elas terão 5 minutos para falarem sobre seu negócio no estande da Oxigênio. O desenho, que resumirá de forma visual o que é a empresa, qual é o problema identificado e a solução ofertada, será digital e poderá ser compartilhado automaticamente pelos participantes nas redes sociais. Além disso, ao final do evento, a startup receberá um vídeo com o processo de construção do desenho.

Em sua terceira edição, o CASE é o primeiro evento realizado no Brasil totalmente focado no mercado de startups e conta com feira de negócios, palco com grandes nomes do empreendedorismo e outros conteúdos. “A Oxigênio acaba de completar 2 anos de operação com resultados bastante significativos. Participar do CASE neste momento é muito importante para entendermos o que nos espera no futuro próximo, além de criar relacionamentos e aprender ainda mais com os novos empreendedores que vêm revolucionando mercados”, diz Italo Flammia, Diretor da Oxigênio Aceleradora.

As inscrições podem ser feitas por meio do formulário: oxignio1.typeform.com/to/Rwzx3X até o dia 22 de outubro de 2017.

Serviço:
Local: Centro de Eventos PRO MAGNO
Endereço: Rua Samaritá, 230 – Casa Verde, São Paulo – SP
Data: 26 e 27 de outubro
Inscrições de startups para apresentação:oxignio1.typeform.com/to/Rwzx3X
Mais informações sobre a Oxigênio: www.oxigenioaceleradora.com.br

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A evolução do Machine Learning

Por Rafael Bissi

O Machine Learning (do inglês, Máquinas Aprendendo) foi criado para auxiliar a identificar como é o comportamento de um usuário, auxiliando a formar perfis para serem explorados com ações de marketing. Esta prática já é muito utilizada no mercado online, no qual, quando acessamos um determinado anúncio, as próximas propagandas direcionadas são sobre o assunto que fizemos uma busca anterior. Neste caso, os computadores analisam e “aprendem” o perfil do usuário, indicando melhores preços, produtos de mais qualidade, entre outros.

O uso ininterrupto dos usuários via dispositivos móveis utilizando a localização real (GPS), junto a diferentes informações, como as postadas em redes sociais de fotos e as disponibilizadas em comentários em portais web, começam a traçar diversos perfis de usuários, não somente para pesquisa de mercado e usos de marketing, mas também para modelagem de aplicações, melhor desenvolvimento de websites, melhoria no uso de recursos, BI (Business Inteligence) com os dados retirados, venda de informações etc.

Estas máquinas que trabalham no modo “learning” podem tratar dados de maneira independente e, quando qualquer informação que for interceptada, lida e normalizada para o uso da inteligência artificial, pode haver mutação e trazer retornos absurdos. Existem diversos usos para este tipo de dado, incluindo análise preditiva com informações históricas, descrição de pessoas via hábitos, detecção de doenças por perfil de usuário, entre outros. Sem dúvida, existe um grande mercado a ser trabalhado para este tipo de leitura.

Uma evolução que causou preocupação em uma empresa de grande porte no mercado foi o machine learning evoluir tanto que chegou ao ponto de entendimento do comportamento e reações do ser humano, além de sons de animais, músicas, detecção de rosto, criptografia não automática de arquivos para evitar a leitura de seres humanos, criação de protocolos de comunicação automatizados de máquina, melhorando os protocolos criados por seres humanos, entre outros. Esse aprendizado trouxe, assim, a ideia mais perigosa já tratada até em filmes: as máquinas se rebelam contra o homem. O Facebook desligou alguns servidores que criaram seu próprio método de comunicação para evitar o entendimento de outras máquinas e até do ser humano. Isto preocupa você?

Este acesso ou bloqueio de alguma informação pode ser feito pelo próprio Machine Learning, que monitora a política de segurança de acesso. No caso de um comportamento de ataque, por exemplo, o machine learning identifica a conduta fora do padrão e pode ou não derrubar o atacante, dependendo da política de segurança implementada.

A tecnologia e a segurança vêm para suportar o negócio, prevenindo ameaças para evitar problemas futuros e, ou, recorrentes. Toda máquina precisa de um fluxo completo de acompanhamento, desde o básico, com analistas juniores, até os especialistas, com o executivo de negócio, que poderão verificar se, de fato, o aprendizado está sendo benéfico ao negócio.

Além disso, um ataque sempre vai ter uma porta de entrada e as ferramentas preditivas identificam ações fora da normalidade antes de um sequestro de dados, por exemplo, propondo uma evolução na maturidade da segurança. Somente comprar uma solução não adianta. É preciso ter capacitação e visão como um todo para chegar ao benefício da ferramenta, inclusive com possíveis customizações.

Rafael Bissi é gerente de produtos de segurança e novas Tecnologias da SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia

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Polestar revela o primeiro carro e sua visão como marca elétrica de performance

 

A Polestar, marca de veículos esportivos da Volvo Cars, revela seu futuro ao confirmar os planos de lançar seus três primeiros veículos, uma nova unidade industrial na China e um trabalho focado no cliente para o mercado de carros de performance.

A empresa também revelou o Polestar 1, seu primeiro modelo, com 600 hp de potência, que deverá ser lançado em meados de 2019. A tecnologia e a oferta de produtos da Polestar serão beneficiadas pela sinergia e economia de escala proporcionadas pela Volvo, ajudando a companhia a acelerar o desenvolvimento de projetos.

Thomas Ingenlath, CEO da Polestar, afirma que “o Polestar 1 é um belo GT carregado de tecnologia – um grande começo para a nova marca. Todos os futuros modelos serão totalmente elétricos, reforçando nossa visão de uma companhia de esportivos elétricos autônomos”.

O Polestar 1 será a aura da futura marca, um cupê Gran Turismo de duas portas (2+2) com um powertrain “Híbrido de Performance Elétrica”. Um carro elétrico auxiliado por um motor a combustão com autonomia de 150 kms no modo 100% elétrico – a maior entre veículos híbridos no mercado. Seus 600 hp de potência e 1.000 Nm de torque colocam o modelo no segmento de carros esportivos.

O novo veículo da Polestar será fabricado sobre a plataforma modular da Volvo (SPA), a mesma do XC90 e do Novo XC60, mas aproximadamente 50% do projeto é novo e feito sob medida pelos engenheiros da marca.

Para reforçar suas características dinâmicas, o Polestar 1 se beneficia de uma série de inovações. Ele será o primeiro carro do mundo equipado com a mais avançada tecnologia de Suspensão Eletrônica Continuamente Controlada de Chassi (CESi), da Öhlins. A carroceria de fibra de carbono reduz o peso e melhora a rigidez torsional em 45%, além de baixar o centro de gravidade do carro.

O Polestar 1 usa ainda um duplo eixo traseiro elétrico com torque vetorizado. Isso garante ao motorista aceleração precisa em cada roda para manter o máximo de aderência na estrada e velocidade em curva.

O Polestar 1 será fabricado no Centro de Produção da Polestar em Chengdu, China, que está ainda em construção, mas com suas obras previstas para serem concluídas em meados de 2018.

A Polestar também se afastará do modelo de negócio tradicional. Os carros serão pedidos 100% online e oferecidos em uma base de assinatura de dois ou três anos. A assinatura também adiciona recursos como serviço de entrega e retirada e a possibilidade de alugar veículos alternativos dentro da gama Volvo e Polestar, todos incorporados em um único pagamento mensal.

A assinatura significa ter uma experiência com um veículo da Polestar sem complicações para o cliente. Isso é facilitado pela tecnologia Phone-As-Key, que permite ao proprietário compartilhar uma chave virtual com um terceiro e também acessar uma série de outros recursos sob demanda. Este serviço de concierge garante ao cliente se concentrar apenas no prazer da condução.

Todos os futuros carros da Polestar terão powertrain totalmente elétrico. O Polestar 2 iniciará a produção em 2019 e será o primeiro veículo a bateria elétrico (BEV) do Grupo Volvo Car. Ele terá tamanho médio e será concorrente do Tesla 3. A fase inicial do lançamento dos veículos da Polestar será completada com a chegada posterior do utilitário esportivo Polestar 3.

A configuração e o pedido dos modelos serão feitos por meio de um aplicativo ou portal online. A Polestar, no entanto, reconhece que uma parcela dos clientes buscarão interagir da forma tradicional, por isso haverá uma rede de Espaços Polestar em todo o mundo. Esses locais serão autônomos e independentes dos concessionários Volvo.

As encomendas para o novo Polestar 1 poderão ser feitas a partir de 17 de outubro.

Volvo Cars e Geely Holdings investem 640 milhões de euros para desenvolver a Polestar

Essa iniciativa vai reduzir radicalmente o tempo que a Polestar necessita para comercializar seus carros, dando-lhe uma vantagem estratégica em relação aos concorrentes. A Volvo Cars e a Polestar também se beneficiarão de sinergias no desenvolvimento de tecnologias de próxima geração, como custos de compras compartilhados, desenvolvimento conjunto e economia de escala.O aporte será utilizado na unidade industrial de Chengdu, na China, que vai produzir os novos modelos de última geração da Polestar, marcando um novo capítulo no desenvolvimento desse país como centro de fabricação da Volvo Cars.

Com a China como protagonista na eletrificação da indústria automobilística global, a Polestar liderará o desenvolvimento de novas tecnologias e aumentará a liderança da Volvo Cars nos veículos eletreficados e na conectividade.

A Volvo Cars anunciou recentemente que, a partir de 2019, cada novo modelo da marca Volvo lançado terá um motor elétrico, tornando-se a primeira empresa de automóveis estabelecida a colocar a eletrificação no centro de seus negócios futuros.

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Criando um bot: como desenvolver a persona do robô

Os bots vem ganhando cada vez mais importância nas centrais de atendimento ao cliente. Na China, o número de chatbots no WeChat já é maior que a soma dos aplicativos das lojas de Google e Apple (5 milhões x 4,2 milhões). No Brasil, os exemplos começam a surgir: a Meka, do MeCasei auxilia os noivos com questões do enxoval, o Zak, do Superplayer sugere músicas conforme ritmo e cantores escolhidos. Mais recentemente, o Bradesco anunciou a BIA (Bradesco Inteligência Artificial), robô que começa a ser liberado aos poucos para os clientes Prime e terá um caráter mais informacional, tirando dúvidas de correntistas e futuros clientes. Mas o que deve ser levado em consideração na hora de criar um bot e quais são os passos para o desenvolvimento da persona do robô?

A BlueLab, empresa de automação de atendimento, indica como deve ser a criação da persona do robô. Segundo o sócio e diretor de Vendas e MKT, Mateus Baumer Azevedo, o primeiro passo a ser considerado é sempre pensar no perfil do cliente e a estratégia da companhia, isso vai ajudar na naturalidade da “relação” entre o cliente e o bot. “Focar na boa experiencia do cliente é pensar no todo, as personas que vão realizar o atendimento, o canal de atendimento mais adequado, na linguagem dos agentes e no conjunto de tecnologias. Pensar isoladamente no bot ou em qualquer outra tecnologia é um erro, o importante é a experiência total do cliente no canal”, explica o executivo.

De acordo com Mateus, para o desenvolvimento do robô, é preciso seguir alguns passos e realizar os seguintes questionamentos:

1) Defina o propósito. Qual é o tipo de problema que o robô deverá resolver? Ele passará informações somente? Dará instruções? Levantará dados?

2) Desenvolva a personalidade do bot. Para isso é preciso delimitar seus padrões de comportamento. Quais são as preferências do robô? Se ele fosse uma pessoa, qual seria o seu estilo de vida, o que gostaria de fazer? Qual será o tom das suas mensagens? Ele terá uma linguagem formal? Ou será mais informal, aberta, inclusive, a expressões próprias de uma faixa etária? Uma dica para ajudar a desenhar a personalidade é realizar entrevistas com possíveis usuários da solução. Isso ajudará a criar uma identificação com os usuários futuramente, tornando o diálogo natural.

3) Defina o script. Quais são as perguntas que o robô deverá responder, que serviços ele deverá entregar? Simule diálogos e possíveis fluxos para as conversas, a chamada “árvore de conversas e decisões”. Aqui vale lembrar que há dois tipos de robôs: o que aprende com as interações como usuário, por meio de inteligência artificial e o que segue o roteiro preestabelecido. “O empreendedor precisará definir, junto com o parceiro de tecnologia, o que pretende com o robô e quanto pode investir para escolher a solução para seu caso”, explica.

4) Grave as mensagens. Isso, claro, no caso do voicebot. Um diretor de arte deverá ser escalado para dar o suporte necessário a quem fizer a voz do robô, de modo que o diálogo se desenvolva de forma natural.

5) Faça um piloto. Para isso, o mais indicado é fazer um protótipo simples para ajustar rapidamente, e também já avaliar quanto tempo a empresa contratada leva para realizar os ajustes que forem necessários. “O robô fica pronto em apenas cinco dias e é possível fazer um teste gratuito. Se a operação for pequena, isto é, com poucas perguntas e respostas, o piloto pode ser completo. Caso contrário, o indicado é que responda a pelo menos 30% das questões do script”, indica.

Segundo o executivo, o custo da criação da persona do robô nem sempre está embutido no preço da solução, então, na hora de negociar, é preciso checar este ponto. Também é preciso checar se a evolução da tecnologia faz parte do contrato no caso dos bots que “aprendem” com inteligência artificial.

Para Mateus, empresas de todos os portes e de qualquer segmento podem aderir aos bots. “As grandes companhias têm como principal vantagem atender em larga escala, sem perder qualidade. Para as pequenas e médias, também é possível atender mais gente a um custo reduzido: contratar atendentes em uma escala 24×7 poderia ser impeditivo para o negócio. Com o bot, a questão está resolvida e o profissional contratado pode ficar focado em um atendimento mais qualitativo, de curadoria, por exemplo”, afirma.

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Falha de Wi-Fi expõe novos usuários a ataques

Uma recente falha ligada do protocolo de segurança WPA2, responsável pela segurança das conexões Wi-Fi, podem permitir que cibercriminosos espionem comunicações de usuários domésticos e empresas. Batizada como Krackattack, a vulnerabilidade foi descoberta pelos pesquisadores belgas Mathy Vanhoef e Frank Piessens, da Universidade Católica de Leuven.

A falha está dentro do protocolo WPA2 e ocorre no processo de autenticação em quatro etapas (4-key handshake) de uma rede Wi-Fi. No handshake existe uma brecha que facilita a entrada do código que permite descriptografar a informação que está sendo transmitida, permitindo a inserção de códigos maliciosos para roubar dados, tais como senhas do cartão do banco, e outros tipos de informações sigilosas. Pelo fato de estar inserido dentro do código de transmissão, o “invasor” não necessita da senha do seu Wi-Fi, uma vez que trabalha com o roteador que fornece a conexão.

Segundo Cleber Brandão, Especialista em Análise de Malware da BLOCKBIT, ainda não foram informados os resultados desse ataque, mas está prevista a divulgação dessa informação para o dia 1 de novembro. A divulgação foi programada para essa data com o objetivo de que as empresas fornecedoras de Wi-Fi pudessem descobrir uma solução de contenção para os usuários. De qualquer forma, vale esclarecer que ainda não houve um ataque de hacker derivado dessa falha.

O alcance da extensão da vulnerabilidade no Brasil é desconhecido. O especialista recomenda manter atualizadas as ferramentas de software de segurança; não utilizar pontos de Wi-Fi públicos tais como cafeterias, pontos de transporte, restaurantes etc. O ideal é usar conexões do tipo VPN (Rede Virtual Privada), que são mais seguras, uma vez que esse tipo de conexão mantém a informação criptografada.

Outra recomendação é atualizar o roteador, caso contrário a conexão à rede Wireless será automática. Atualmente, os provedores poderão contatar à operadora para que ela faça a atualização de forma digital.

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Carga tributária transfere Contact Centers de São Paulo para o Nordeste

Desde 2010 vem ocorrendo um forte e constante movimento migratório de companhias com operações de Contact Center, que deixam de atuar em São Paulo em busca de melhores condições fiscais no interior do estado e em outras regiões do País para o desenvolvimento de suas atividades.

Os dados fazem parte do recente estudo encomendado pelo Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos (Sintelmark) à E-Consulting Corp, com a participação de 628 entre as mil maiores empresas com operações de call centers em âmbito nacional, e revelam que a Região Nordeste tem sido o principal destino destas corporações.

De acordo com o levantamento, São Paulo tinha, em 2010, 62% das operações do segmento, passando para 56,7% em 2017 – uma queda de mais de 5% de representatividade, com consequente perda na arrecadação e fechamento de postos de trabalho. Por outro lado, o Nordeste, que contava com 9% das atividades, chegou a 13,9% no ano passado e neste ano segue em 11,4%. A Região Sul se mantém estável, em torno de 21%.

Estima-se que, para os próximos anos, caso as alíquotas de impostos permaneçam inalteradas, a participação de São Paulo seja reduzida em até 10%.

“Impostos como ICMS e ISS na capital, que são significativamente maiores que em outras regiões do país, acabam incentivando este movimento migratório, gerando sucessivas perdas para um setor que já sofre com baixas margens de lucratividade e dificuldades de recuperação econômica”, ressalta o diretor-executivo do Sintelmark, Stan Braz.

Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting e coordenador geral do levantamento, acrescenta que o êxodo das operações de call center cresce por conta de custos menores de implementação, gestão e operação enxutas, além de eventuais incentivos fiscais e parcerias estabelecidas com prefeituras e/ou governos estaduais.

“Com a saturação e a superlotação das metrópoles brasileiras, os sites buscam desenvolver suas atividades em outras regiões que há benefícios como redução de alíquota de ISS, isenção de IPTU para a instalação das empresas, além da diminuição do tempo de deslocamento do colaborador para o trabalho”, explica Domeneghetti.

Conhecido nacionalmente como um segmento pujante devido ao alto índice de contratações e geração de oportunidades, com mais de mais de 1,5 milhão de empregos estimados em 2017 e o crescimento, nos últimos 10 anos, de mais de 244% no número de contratações, a falta de uma política fiscal igualitária e a ausência de uma estratégia de incentivos deverá gerar encolhimento do segmento. Com a ocorrência migratória, ainda segundo o estudo, já nos próximos cinco anos, o estado de São Paulo corre o risco de fechar mais de 35 mil postos de trabalho.

Veja o gráfico da pesquisa:

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GFT adquire empresa de TI e expande operação

A GFT, companhia global de Tecnologia da Informação especializado em Digital para o setor financeiro, por meio da sua unidade espanhola, anuncia a aquisição da empresa de TI denominada Mecanización de Empresas S.A. A compra irá expandir a atuação da GFT Espanha, somando mais 75 profissionais à sua equipe de mais de 2 mil colaboradores. Ambas as partes concordaram em não divulgar o preço de aquisição.

“Essa aquisição nos permitirá impulsionar o desenvolvimento de soluções de TI para a área de crédito imobiliário dos bancos, além de ser um excelente reforço que apoia nossa estratégia de crescimento na Espanha”, explica Marika Lulay, CEO da GFT.

Fundada em 1973 na cidade de Alicante e especializada em fornecer serviços de desenvolvimento e manutenção de software para o setor imobiliário, a Mecanización de Empresas gerou uma receita de 4,2 milhões de euros em 2016 e operou sob a marca Mecemsa até a data de aquisição.

Atualmente, a GFT Espanha conta com uma equipe de mais de dois mil profissionais trabalhando em projetos de transformação digital para o setor de serviços bancários e de seguros em todo o mundo a partir de suas unidades em Alicante, Sant Cugat (Barcelona), Lleida, Madrid, Valência e Zaragoza.

“A aquisição da Mecanización de Empresas nos ajuda a consolidar o crescimento da unidade de Alicante na Espanha, bem como nos posiciona com experiência e know-how em projetos de transformação digital para a área de crédito imobiliário”, finaliza Marco Alexandre Santos, managing director da GFT América Latina.

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Variedade dos modelos de e-commerce é maior do que se imagina (e divulga) – Por Vinicius Andrade

O conceito de loja mudou. O espaço físico cheio de produtos ainda existe – e porque não dizer “resiste” – mas as lojas online são uma realidade cada vez maior para consumidores de diferentes perfis socioeconômicos. Se engana quem pensa que os comércios eletrônicos, chamados de e-commerces, são todos a mesma coisa. Com as tecnologias que se aprimoraram com o passar dos anos, é possível ter diversos modelos de e-commerce, cada um mais apropriado para o tipo de produto que se quer vender, qual cliente deseja atingir e outros fatores que diferenciam uma loja virtual de outras.

Classificado como um modelo já estabelecido e com uma abordagem mais “clássica”, o e-commerce tradicional não tem segredos. A exemplo de lojas como Netshoes e Submarino, são modelos que requerem um alto investimento e enfrentam uma concorrência massiva. O estoque também precisa ser uma preocupação constante, uma vez que as entregas requerem velocidade. No entanto, com a variedade de plataformas existentes no mercado, é possível se estabilizar com mais facilidade e recuperar o investimento, muitas vezes, com mais segurança.

Um modelo mais moderno e que pode ser uma aposta certa são os e-commerces on demand. Como exemplo temos a própria Vesteer, maior plataforma de criação, venda e distribuição de produtos personalizados em todo o Brasil. Não é necessário estoque, nem investimento em logística. O menor custo de investimento e a margem de lucro maior do que o modelo tradicional são outras vantagens desse formato. No entanto, há a necessidade de uma plataforma adequada que comporte o modelo on demand.

Em contrapartida e com a possibilidade de menor investimento em tecnologias, temos o modelo marketplace, aplicado em sites conhecidos como o Mercado Livre e o Enjoei. Atualmente, outras grandes redes de comércio online, como as já citadas Submarino, Netshoes e o gigante dos supermercados Walmart estão investindo mais nesse modelo. Com ele existe a possibilidade de anunciar seus produtos em sites distintos, o que aumenta a exposição da loja e as chances de vendas. Além disso, é um investimento menor para as operações logísticas como um todo. O modelo marketplace requer um controle maior das vendas efetuadas e uma negociação constante com os portais que os produtos serão anunciados. .

Com um nome um pouco mais complicado, mas muitas vantagens, o dropshipping possibilita um investimento menor e maior possibilidade de expansão. O famoso Alibaba, por exemplo, é um dropshipping que deu mais do que certo. A gama de produtos que é possível comercializar aumenta consideravelmente e o prazo de entrega é maior do que o normal. Para se organizar esse modelo, no entanto, é preciso um planejamento milimétrico.

Por fim, os tamanhos e funcionalidades das lojas virtuais podem variar, assim como o das lojas físicas. Basta pensarmos na quantidade de modelos de disposição de produtos, araras, arquitetura e vitrines que existem e adaptarmos para o mundo virtual. Os e-commerces podem não ter um piso, paredes ou vendedores, mas com certeza têm um potencial absurdo que, quando explorado, podem potencializar qualquer ideia.

Vinícius Andrade é CEO da Vesteer, maior plataforma de criação, venda e distribuição de produtos personalizados em todo o Brasil.

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CA Technologies anuncia Carlos Jacobsen como novo vice-presidente da unidade de negócios de Mainframe para a América Latina

A CA Technologies, umas das principais empresas de tecnologia corporativa do mundo, apresenta Carlos Jacobsen como vice-presidente da unidade de negócios de Mainframe e Renewals para a América Latina. A chegada do executivo faz parte da movimentação da companhia para alinhar a estrutura operacional com as demandas de mercado em toda a região.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado de TI, Jacobsen fortalecerá uma das áreas mais importantes para operações da CA Technologies. Formado em Engenharia pela Mackenzie, Jacobsen é especialista em Desenvolvimento de Negócios no Mercado de Software. Em sua trajetória profissional, o executivo passou pela Ernst & Young, Enterasys Networks, Compuware e, mais recente, pela BMC, onde liderava a área de vendas de Mainframe para América Latina.

“Estou motivado com este desafio e pela oportunidade de colaborar com o desenvolvimento da CA Technologies. Nosso foco é no cliente e como podemos maximizar os benefícios da plataforma para o seu negócio”.

De acordo com a IDC, as empresas que adotaram o mainframe conectado estão obtendo um ROI de 300% em um prazo de 10 meses e mais US$ 200 milhões em receita de aplicativos.

Com 41 anos de atuação global, sendo 37 deles no Brasil, a CA Technologies emprega 11.000 funcionários espalhados em 40 países. A América Latina é uma das regiões estratégicas da companhia, estando presente, além do Brasil, no México, Colômbia, Argentina, Chile e Peru. Exclusivamente focada em software, a CA atende a grande parte das corporações listadas na Global Fortune 500 e dez dos maiores bancos do Brasil, oferecendo as ferramentas e tecnologia para que forneçam aplicativos e serviços de alta qualidade para seus clientes. A receita da companhia no ano fiscal de 2017 foi de US$ 4.036 bilhões e a previsão é que obtenha um aumento de 4% no ano fiscal de 2018.

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