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CEOs debatem marketing do futuro na Amcham-SP

No evento, palestrante e consultor Fernando Kimura compartilha tendências em neuromarketing
As transformações que o mundo digital trouxe para o marketing serão objeto de debate com as agências de publicidade Africa, Dentsu Aegis, Leo Burnett e The Group, e as empresas Paypal, Santander Brasil, VivaReal e Walmart no 2º Fórum de Marketing da Amcham – São Paulo, das 8h às 12h da terça-feira (16/8). Fernando Kimura, palestrante e consultor de marketing e inovação, apresentará tendências em neuromarketing e relacionamento com o consumidor.

As agências de publicidade vão abordar o impacto crescente do mundo digital na propaganda e os novos formatos de comunicação com o consumidor. Os painelistas são:

Sergio Gordilho, co-presidente e CCO da Africa;

Abel Reis, CEO da Dentsu Aegis Network Brasil;

Marcelo Reis, sócio e copresidente da Leo Burnett Tailor Made e

Fernando Guntovitch, presidente da The Group Comunicação

No painel das empresas, as discussões vão se concentrar nas novas estratégias de marketing, investimentos e relacionamento com o consumidor. As empresas participantes são:

Renato Pelissaro, diretor de marketing LATAM do Paypal;

Paula Nader, diretora de marca e marketing do Santander Brasil;

Mariana Ferronato, diretora de marketing do VivaReal e

Andre Chevis Svartman, diretor geral de marketing do Walmart

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Quatro tendências sobre os programas de trainee em 2016

Consultora da Page Talent indica as principais mudanças e que devem fazer parte dos processos de recrutamento e seleção de talentos

Profissionais mais experientes e especializados. Processos mais dinâmicos e high-techs. Estas são algumas das tendências que devem dominar nos principais processos de recrutamento e seleção de trainees em 2016. De acordo com a consultora Manoela Costa, gerente executiva da Page Talent, unidade de negócios da Page Personnel dedicada ao recrutamento de estagiários e trainees, há quatro situações que devem fazer parte dos processos de recrutamento e seleção de trainees neste ano.

“Temos observado que as empresas buscam profissionais com mais expertise e conhecimento específico. Em tempos de dificuldades e incertezas, é importante recrutar pessoas que possam lidar com situações adversas e ter a habilidade necessária em assuntos mais técnicos. Outra preocupação dessas companhias é como atrair, engajar e recrutar esse trainee. Para fazer isso de forma mais assertiva, temos criado soluções inovadores nessas etapas e que ajudam a encontrar os melhores candidatos para as empresas”, conta Manoela.

Confira abaixo as quatro mudanças constatadas pela especialista nos processos de trainee:

– Candidato mais sênior

As empresas estão de olho em profissionais mais experientes, capazes de enfrentarem situações adversas com serenidade. “O cenário mudou um pouco. Antes os mais jovens dominavam esse tipo de vagas. Agora as companhias querem pessoas com poder de análise e resolução. A experiência conta muito agora”, explica Manoela.

– Habilidades em segmentos específicos

Outra demanda que o mercado tem solicitado com mais frequência de candidatos a uma vaga de trainee é que essa pessoa tenha conhecimento de uma área específica. “Essa habilidade é um diferencial hoje em dia. A pessoa que já tem conhecimento e experiência em um setor, é avaliada de outra forma. Ter o domínio de um mercado ajuda na hora em que esse profissional começar a lidar com as rotinas e especificidades da companhia em que irá atuar”, detalha.

– Processos mais dinâmicos

Além da experiência solicitada pela empresa, o candidato a trainee que passar pelo processo neste ano encontrará algumas etapas um pouco diferentes em relação aos anos anteriores. “Estamos mudando um pouco a forma de recrutar e selecionar esse tipo de candidato. Vimos que os Programas atraem muitas pessoas, mas um número pequeno é contratado e segue seu desenvolvimento dentro da empresa. Estamos transformando o processo seletivo em uma grande oportunidade de aprendizagem, onde mesmo aqueles que não são aprovados saem com a “mochila” mais carregada. Em algumas ocasiões há realização de workshops, palestras e outras atividades para tornar o processo mais assertivo também”, diz Manoela.

– Apresentações high-techs

A novidade fica por conta também da utilização mais intensa de ferramentas tecnológicas que facilitam a interação e contato entre recrutadores e candidatos, como vídeo-selfie, palestras online e cyber-calls. “É um tipo de adaptação de que precisa ser feita rapidamente. Como lidamos com um público muito antenado ao mundo digital, é natural que essa relação também aconteça por meio de redes sociais e recursos audiovisuais que facilitem esse contato”, finaliza.

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Isenção de tributos e gestão para organizações do Terceiro Setor são pauta de debate no CFC

O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) realiza na próxima quinta-feira (18) o Seminário sobre Organizações da Sociedade Civil (SOSC). O encontro, em Brasília, discutirá as alterações trazidas pela Lei 13.019/14, também conhecida como Novo Marco Regulatório do Terceiro Setor, que estabeleceu novas normas para a relação entre essas entidades e o poder público. Entre os pontos que serão abordados estão as possibilidades de isenções e imunidades tributárias e a importância da contabilidade para a governança dessas organizações.

O Novo Marco entrou em vigor em janeiro deste ano e traz uma série de inovações para as entidades das Organizações da Sociedade Civil (OSC). “A principal alteração foi a possibilidade de remuneração dos dirigentes”, afirma o presidente da Academia de Ciências Contábeis do Distrito Federal (Acicon-DF), José Antônio de França. As legislações anteriores não proibiam as remunerações, mas criavam impeditivos para sua realização. Por exemplo, entidades que remuneravam seus dirigentes perdiam o título de beneficência e de associação sem fins lucrativos, e com isso ficavam sem isenções e imunidades tributárias. Segundo o presidente da Associação Nacional dos Procuradores e Promotores de Justiça de Fundações e Entidades de Interesse Social (Profis), Marcelo dos Santos, a nova lei ainda requer debate. “A legislação estipula que o salário dos dirigentes não pode ser superior a 70% do valor dos que são pagos a servidores públicos, e a livre iniciativa tem regras próprias de funcionamento, que não atendem à mesma lógica do serviço público. ”

Outra mudança importante trazida pela legislação é a necessidade de chamamento público para a contratação das OSCs pelo ente público. “Essa é uma mudança importante, porque teremos uma diversidade maior de organizações contratadas pelo setor público”, afirma o procurador de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal, José Eduardo Sabo. Segundo ele, outra mudança é que as entidades não precisam mais cumprir a lei de licitações na íntegra, apenas seus princípios. “Pontos como legalidade, publicidade, transparência e outros ainda são obrigatórios, mas o processo está simplificado. ”

A contabilidade das OSC também será tema do encontro. Santos defende a tese de que a contabilidade é fundamental para a governança de qualquer organização, especialmente do terceiro setor. “A sustentabilidade dessas entidades está diretamente relacionada a uma boa gestão, e isso só é possível com uma contabilidade rigorosa. ” Sabo reforça a necessidade de cumprimento das Normas Brasileiras de Contabilidade para a viabilidade delas. “A enorme maioria são pequenas organizações, e a contabilidade traz elementos de gestão que são fundamentais para a correta e eficiente aplicação de recursos. ”

De acordo com Santos, o novo marco atua em três eixos. O primeiro é a contratualização, que impôs regras para o estabelecimento de parcerias entre os entes públicos e as OSCs. O segundo é a sustentabilidade, que define as reduções tributárias. E o terceiro versa sobre conhecimento e gestão da informação. “Esse seminário entra nesse eixo”, afirma. Durante o evento será lançado o livro Terceiro Setor e Tributação, publicação que reúne textos de especialistas na área coordenados por Sabo. “Para essas empresas sem fins lucrativos a tributação é tão importante quanto a contabilidade. Ambas são indispensáveis para gestão financeira. Como o sistema tributário brasileiro é complexo, muitas não sabem que são isentas. Em Brasília, por exemplo, as OCSs são isentas do IPTU, IPVA, ITBI e ISS, e muitas desconhecem isso”, afirma o procurador. No evento também será lançado o livro Organizações da Sociedade Civil – Associações e Fundações. Constituição, funcionamento e remuneração dos dirigentes, escrito por Sabo, Santos, França e pelo promotor de justiça do Estado de São Paulo Airton Grazzioli.

O seminário ocorrerá das 9h às 12h, no auditório do CFC. Inscrições estão abertas, são gratuitas e podem ser feitas no site cfc.org.br/evento. Mais informações no site do conselho (cfc.org.br) ou pelo telefone 6 3314- 9501 ou 3314-9446.

O tema será abordado, também, no 20º Congresso Brasileiro de Contabilidade, que será realizado pelo CFC de 11 a 14 de setembro, em Fortaleza. Programação completa e inscrições podem ser conferidas em cbc.cfc.org.br.

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Relatório LEED de 2016 mostra crescimento da construção sustentável para a economia brasileira

O Conselho de Construção Sustentável dos Estados Unidos (USGBC – U.S. Green Building Council) lançou hoje seu relatório LEED em Ação: Brasil (LEED in Motion: Brazil) de 2016, o qual apresenta um tremendo crescimento do setor de construção sustentável no Brasil, incluindo um aumento de 30 por cento no uso do sistema de classificação LEED para construção sustentável durante o último ano. O relatório foi lançado durante a Conferência Internacional e Exposição GreenBuilding Brasil que está sendo realizada essa semana em São Paulo, Brasil.

“Os vários projetos que buscam a certificação LEED ajudaram drasticamente o Brasil a aumentar sua economia sustentável. Estamos orgulhosos por nossa contribuição para com o aumento da construção sustentável no Brasil e do efeito cascata por toda a região”, disse Mahesh Ramanujam, Executivo-Chefe de Operações do USGBC e Presidente da Green Business Certification Inc. (GBCI). “Sendo o padrão líder mundial para projetos de construção sustentável, construções e operações, o LEED ajuda as inovadoras empresas brasileiras e líderes políticos a atrair novos investimentos estrangeiros, aumentar a competitividade das carteiras de imóveis e posicionar o país como um dos líderes da florescente economia da construção sustentável”.

Este oportuno relatório examina ganhos recentes e significantes na aplicação de técnicas de construção sustentável em todo o Brasil e o crescimento ainda mais forte ano-a-ano no uso feito pelo país do sistema de classificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design – Liderança em Energia e Projeto Ambiental) do USGBC, o programa de classificação de construção sustentável mais amplamente utilizado em todo o mundo. O relatório salienta que, apesar dos momentos turbulentos da história econômica do Brasil, o crescimento no número de registros para a certificação LEED é o mais forte em quase uma década. Atualmente, existem 1.114 projetos participando do LEED no Brasil, englobando mais de 32 milhões de metros quadrados brutos de espaço LEED.

O relatório também oferece opiniões e perspectivas oportunas de proeminentes profissionais do setor e destaca impressionantes projetos LEED como a NIKE Factory Store em Novo Hamburgo, a Arena Fonte Nova em Salvador, o prédio CYK e a loja Quem Disse Berenice, ambos em São Paulo.

“Estamos muito otimistas com o futuro da certificação LEED no Brasil, especialmente por causa da diversidade dos tipos de projetos que estão sendo agora certificados por todo o país”, disse Felipe Faria, Diretor Executivo do Green Building Council Brasil. “A certificação LEED se tornou popular para todos os tipos de projetos, desde prédios comerciais, instalações industriais, shopping centers para lojas de varejo, escolas, prédios públicos, residências e instalações esportivas. Esses projetos representam um conjunto diversificado de grupos de interesse públicos e privados, associações e ONGs que estão engajadas em um esforço colaborativo voltado para a promoção das práticas da construção sustentável e acreditamos que esta atmosfera positiva irá acelerar a transformação que deverá acontecer”.

O programa LEED é um programa simples e eficaz para tratar de questões complexas e algumas vezes concorrentes sobre construção e meio ambiente que afetam os seres humanos em todo o mundo. Diariamente, mais de 170.000 metros quadrados brutos de espaço recebem certificação LEED em mais de 160 países e territórios. Mais de 79.600 projetos comerciais participam atualmente do programa LEED, englobando mais de 1,4 bilhão de metros quadrados de espaço de construção. Com trajetória de realização incorporada, o LEED foi projetado para uso em vários tipos de construção, em uma variedade de climas e localidades, sempre em sincronia com as leis e exigências locais.

O relatório LEED in Motion: Brazil é o mais recente de uma série de relatórios do USGBC criados para fornecer uma imagem holística do movimento da construção sustentável nos mercados internacionais. O relatório proporciona aos defensores da construção sustentável visão e perspectiva para entenderem o uso do mundialmente reconhecido sistema de classificação LEED e terem um argumento forte para a atividade da construção sustentável. Para acessar o relatório completo, visite o endereço: readymag.com/usgbc/brazil2016/

FONTE U.S. Green Building Council

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Veículos híbridos e elétricos buscam espaço nas metas de eficiência energética

Ricardo Guggisberg, presidente da ABVE

Ricardo Guggisberg, presidente da ABVE

A quatorze meses do início do prazo de submissão das metas de redução de emissões e de consumo por parte montadoras e importadoras que se habilitaram ao Inovar-Auto – Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotivos, em outubro de 2017, várias tecnologias de motores à combustão, de eletrônica embarcada, redução de coeficiente aerodinâmico, pneus verdes, entre outros, ganharam avanços significativos. Também lembrados no Inovar-Auto, instituído em outubro de 2012, os veículos híbridos e elétricos, no entanto, foram pouco considerados no cumprimento de metas de eficiência energética.

A opinião é de Ricardo Guggisberg, presidente da ABVE – Associação Brasileira do Veículo Elétrico, que reuniu hoje a imprensa automotiva em São Paulo para falar sobre o atual quadro de desenvolvimento do mercado brasileiro de veículos híbridos e elétricos, também sobre a 1ª edição do Movimento Paulistano do Veículo Híbrido e Elétrico (que acontece no dia 27 de agosto próximo – do Paraíso ao Estádio do Pacaembu) e sobre a 12ª edição do Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos, Novas Tecnologias e Componentes, que será realizada entre os dias 1º e 3 de setembro, no Pavilhão Amarelo, do Expo Center Norte.

“Entendo que as montadoras que se habilitaram ao Inovar-Auto, em sua maioria, vão conseguir reduzir o consumo energético compulsório de seus produtos, de 12,08%, o que proporciona crédito presumido de até 30 pontos percentuais do IPI, por meio de introdução de novas tecnologias como downsizing de motores, turboalimentadores, redução de coeficientes aerodinâmicos, injeção direta, start-stop, cilinder desativation, redução de peso, pneus verdes, entre tantas outras. Mas também a indústria não deveria deixar de lado os veículos híbridos e elétricos”, analisa Guggisberg, para quem o Brasil está se distanciando da tendência dos principais polos produtivos e mercados automotivos internacionais.

O presidente da ABVE reconhece a atual predominância dos motores à combustão, hoje responsáveis – no mundo – por cerca de 95% dos veículos comercializados. Apenas 5% são híbridos ou elétricos. No Brasil, em 2015, foram emplacados 846 veículos híbridos e elétricos, o que significa 0,00042% dos 2.017.639 automóveis licenciados. “Esses dados mostram claramente como os híbridos e elétricos podem contribuir com as metas adicionais de 15,46% e 18,84% em eficiência energética do Inovar-Auto, que proporcionam créditos presumidos de mais 1 e 2 pontos percentuais no IPI, sem agredir a participação dos motores à combustão, mas de grande valia à sociedade e ao meio ambiente”, enfatiza Ricardo Guggisberg.

Entraves e avanços – Em 10 anos de atuação, os principais entraves enfrentados pela ABVE e os carros elétricos são a alta carga tributária, alto preço das baterias, dependência por infraestrutura de eletropostos, falta de padronização de plugs, falta de políticas públicas que estimulem a venda, regulação da cobrança de energia elétrica e redução de IPI para modelos localizados no País em regime de SKD (Semi Knock Down) e CKD (Completed Knock Down).

De outra parte, o setor de VHEs já conseguiu alguns avanços como o incentivo dos BNDES na redução de taxas de juros e ampliação do prazo de pagamento na compra de ônibus híbridos e elétricos, isenção do IPVA em sete estados (Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Sergipe), redução parcial no IPVA em três estados (Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro), imposto de importação foi zerado ou reduzido de 35% para 0%-7%, dependendo da eficiência energética para veículos elétricos puros, híbridos plug-in e células de combustível, isenção do rodízio na cidade de São Paulo e instalação do primeiro eletroposto em rodovias, uma parceria da CPFL e a Rede Graal, intermediada pela ABVE.

Diante desses dois cenários – entraves e avanços –, a ABVE mantém seus pleitos de regulação da venda do combustível energia elétrica, redução do IPI, aprovação de infraestrutura para recarga de veículos elétricos, padronização de plugs e equiparação do imposto de importação concedido aos veículos elétricos para motocicletas, scooters, bicicletas e componentes.

Carreata – A ABVE – Associação Brasileira do Veículo Elétrico promove no próximo dia 27 de agosto, sábado, a carreata da 1ª edição do Movimento Paulistano do Veículo Híbrido e Elétrico, com o objetivo de levar informações do setor à população por uma mobilidade mais sustentável.

A concentração de proprietários de automóveis, motocicletas, skates, bicicletas e ônibus, com a devida autorização da CET – Companhia de Engenharia do Tráfego – acontece na Praça Amadeu Amaral, no Paraíso, às 9h, e às 10h,o comboio segue pela Avenida Paulista até alcançar a Praça Charles Miller, no Estádio do Pacaembu.

Durante o trajeto, a entidade vai mostrar a real situação do setor de veículos híbridos e elétricos no Brasil e os exemplos de sucesso de projetos de mobilidade verde ou sustentável na Alemanha, Canadá, Chile, China, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Itália, Japão, Noruega, Portugal e Suécia.

“Há dez anos, participamos de audiências públicas e de diferentes fóruns do setor automotivo brasileiro. Mas como o Brasil é adepto aos motores à combustão, sempre enfrentamos dificuldades de, ao menos, mostrar as tecnologias limpas, configuradas nos veículos elétricos. Há uma predisposição dos brasileiros em relação aos híbridos. Mas tanto um como o outro encontram ausência de políticas públicas e de incentivos, como ocorrem em outros países. Por isso, decidimos fazer uma carreata. Tenho convicção de que a sociedade paulistana e, a brasileira, vai aprovar a ação da ABVE”, argumenta Guggisberg.

12º VE – A grande novidade do 12º Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias, de 1º a 3 de setembro, no Pavilhão Amarelo, do Expo Center Norte, será o lançamento oficial do Projeto MUV – Mobilidade Urbana Verde, cuja proposta e estudos preliminares nasceram na ABVE – Associação Brasileira do Veículo Elétrico.

Transporte sustentável, o Projeto Zona MUV – Mobilidade Urbana Verde significa incentivar todas as formas de mobilidade de baixo impacto ao meio ambiente – baixa emissão de poluentes e de ruído – o que inclui desde o ato de caminhar até todos os meios de transporte híbridos e elétricos, o que incluí desde caminhões, ônibus, veículos de transporte de carga e de pessoas, até bicicletas, scooters, motocicletas, triciclos e as suas modalidades de uso: táxi, carona, veículo compartilhado.

O projeto objetiva estimular a eletromobilidade como um todo, bem como a integração de modais; a melhoria na qualidade de vida, com significativa redução de emissão de gases de efeito estufa; além de auxiliar os governos na busca por soluções já atestadas para o transporte em diversas localidades pelo mundo; criar demanda e trabalhar a oferta de soluções em políticas públicas de mobilidade e, sobretudo, de estimular a indústria da mobilidade elétrica no Brasil, ao gerar emprego e renda.

As mais de trinta empresas que já aderiram ao Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos vão proporcionar também a experiência de pilotar carros, bicicletas, patinetes, skates, scooters, todos elétricos ou híbridos, durante a mostra que está em sua 12ª edição.

Ambas indoor, uma pista será destinada aos veículos híbridos e elétricos. Na outra, a pista Smart City, com bicicletas, patinetes, skates, scooters, entre outros equipamentos, todos elétricos. “Será uma maneira muito interessante de colocar o consumidor final em contato com as novas tecnologias de mobilidade. É certo que veículos elétricos e híbridos são uma minoria ainda, mas – de outra parte – é fundamental que os brasileiros conheçam os produtos de emissão zero ou de baixíssima emissão veicular. E que as cidades precisam ter alternativas de escolha, por reduções mais expressivas de gases de efeito estufa”, analisa Ricardo Guggisberg, presidente da ABVE.

“A Toyota do Brasil, por exemplo, vai mostrar o recém lançado Prius”, enfatiza Guggisberg. “Bosch, Mercedes-Benz, Eletrabus, Lexus, CPFL, Moura, Caixa Econômica Federal, Volvo, BYD, Compact Car, Club Car, Cooltra, Power Solutions, Schreder, Semikron, SI – Soluções Inovadoras, Tramontina, entre outras, também prometem levar novidade ao Salão”, complementa.

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Setor de hospedagem web realiza rodada de negócios

Acontece dia 1º de setembro, em São Paulo, a 4ª Rodada de Negócios da Associação Brasileira de Infraestrutura e Hospedagem na Internet (Abrahosting). O evento coloca frente a frente, em mesas de negociação, os executivos dos principais provedores de serviços de hosting e de data center do país com os representantes das empresas fornecedoras. Os associados da Abrahosting são grandes compradores de itens como servidores, equipamentos de rede, software de gestão, aplicativos e dispositivos de segurança.

Em sua última edição, os participantes da Rodada realizaram negócios com a movimentação de cerca de R$ 1,5 milhão e com a participação de 90 negociadores, representando 70 empresas, entre provedores de Internet e fornecedores de insumos. Além desses negócios diretos, a Abrahosting estima que um grande número de contratos de venda de tecnologia e serviços, que acontecem em meses seguintes, são gerados durante a Rodada.

Além das mesas de negociação direta, o encontro da Abrahosting conta com debates temáticos, envolvendo tópicos como tendências da tecnologia e expectativas de mercado para os provedores e fornecedores do setor.

Segundo dados da Abrahosting, o segmento de hospedagem e infraestrutura de Internet movimenta R$ 1,2 bilhão ao ano no Brasil e deverá investir cerca de R$ 90 milhões em tecnologia no atual exercício.

O evento será encerrado com um coquetel de confraternização para a comunidade de hosting.
Empresas interessadas em participar da Rodada de Negócios. Mais informações sobre o evento estão disponíveis aqui: http://www.abrahosting.org.br/Evento/RodadadeNegocios.html

Rodada de Negócios Abrahosting

DATA: 01/09/2016 (quinta)
HORÁRIO: 16 às 21h
LOCAL: Meliá Hotel – SP
EMAIL: contato@abrahosting.com.br

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Desempenho positivo do comércio eletrônico no Dia dos Pais mostra sinais de recuperação do setor, aponta FecomercioSP

Após os bons resultados de vendas online com o Dia das Mães e dos Namorados, o desempenho positivo do comércio eletrônico no Dia dos Pais mostra sinais de recuperação do setor. É o que prevê a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), por meio de seu Conselho de Comércio Eletrônico.

De acordo com estimativas da E-bit, o faturamento nominal do e-commerce no Dia dos Pais deve crescer 15% se comparado ao mesmo período de 2015, quando as vendas online alcançaram R$ 1,58 bilhão, ante R$ 1,82 bilhão esperados para esse ano.

O número de pedidos também deve apresentar variação positiva, passando de 3,9 milhões para 4,1 milhões. O mesmo acontece para o tíquete médio, que deve chegar a R$ 444 em comparação aos R$ 404 registrados na mesma época de 2015.

Para o presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP e CEO da E-bit, Pedro Guasti, o comércio eletrônico teve um início de ano difícil, mas começou a reagir em maio. “Uma boa performance do e-commerce no Dia dos Pais já seria um terceiro sinal de que o mercado voltou a crescer. O primeiro foi o Dia das Mães, e o segundo, o Dia dos Namorados, em junho. Se realmente o Dia dos Pais for positivo como estimamos, nós de fato teremos boas notícias para o segundo semestre, com uma previsão de crescimento para 2016 de 8 a 10%”.

Presentes online

As vendas do e-commerce para a data devem se concentrar em itens como livros, celulares, smartphones, calçados e perfumes. Segundo Guasti, a tendência aponta para a escolha de presentes com tíquete médio menor. “Por outro lado, para agradar pais tecnológicos e pais que andam na moda, há muitas oportunidades de vendas de celulares e artigos esportivos, eventualmente por conta das Olimpíadas no Brasil”, reforça.

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A partir de agora, clientes Uber no Brasil pagam suas viagens com PayPal

A partir do dia 11 de agosto os usuários da Uber poderão contar com a facilidade, rapidez e segurança do PayPal para pagar as suas viagens. A parceria entre as empresas começou em novembro de 2013, quando usuários de 10 países – Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Irlanda e Itália – passaram a ter a flexibilidade e opção desta forma de pagamento. E agora, milhões de usuários terão a mesma opção de escolha no Brasil.

Utilizar o PayPal como meio de pagamento para as viagens de Uber é simples. Basta alterar a definição de “pagamento padrão” do perfil escolhido dentro do menu de “configurações” do app.

A parceria com a Uber facilitará ainda mais, tanto o dia a dia de quem pede um carro da Uber, quanto a rotina do motorista parceiro, que passa a contar com um sistema de pagamentos global e que também finaliza a transação automaticamente.

Novidades

• A Uber passa a oferecer o PayPal como mais uma opção de pagamento para seus usuários.

• A opção “Pagamento com PayPal” estará disponível a todos os usuários da Uber no Brasil a partir de 11 de agosto.

Para quem é novo na Uber e no PayPal

É muito simples pagar viagens da Uber com PayPal: basta baixar o aplicativo da Uber no smartphone – via Google Play ou Apple Store e fazer o cadastro no app. Em seguida, o usuário deve criar uma conta no PayPal, acessando o site www.paypal.com/br. Depois, seguir os passos de 2 a 5 abaixo.

Para quem já é cliente da Uber e do PayPal é mais simples ainda. Basta…

1. Atualizar o app da Uber.

2. Selecionar “Configurações” no menu do app.

3. Escolher o perfil que gostaria de usar o PayPal como forma de pagamento.

4. Em “Pagamento Padrão” escolher “Adicionar Pagamento”.

5. Selecionar o PayPal como opção de pagamento.

Pronto, é só começar a usar o aplicativo e pagar as viagens com uma plataforma global de pagamentos eletrônicos. Com essa nova opção de pagamento online, ambas as empresas esperam criar uma experiência ainda melhor para seus clientes. “A parceria com o PayPal, agora no Brasil, é mais um passo para que as pessoas possam ter opções para pagar as suas viagens em um Uber e, assim, deixar seu carro em casa”, afirma Gui Telles, Diretor Geral da Uber no Brasil
“A parceria com a Uber é essencial para o PayPal, pois nos dará a oportunidade de fazer parte da vida de milhões de brasileiros todos os dias. Além disso, vai ao encontro de nosso mote como empresa: colocar as pessoas acima de tudo, facilitando ao máximo a forma como gerenciam seu dinheiro”, diz Paula Paschoal, Diretora Comercial do PayPal Brasil

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Startup BeeCâmbio lança Remessa Online para facilitar o envio de valores para o exterior

A BeeCâmbio, primeira correspondente cambial brasileira a atuar em 40 cidades, acaba de lançar um novo produto, a Remessa Online. Com o objetivo de facilitar a dinâmica de envio de valores para o exterior, a Remessa Online tem como diferencial o processo de envio, tornando os procedimentos mais dinâmicos, taxas altamente competitivas com um dos melhores custo-benefício do mercado, além de executar esse procedimento em dois dias úteis sem abrir mão da segurança, enquanto o mercado “tradicional” costuma fazer entre quatro e sete dias úteis.

Uma das características do novo produto da BeeCâmbio é a transparência total em todas as taxas cobradas, que são discriminadas e permitem que o cliente tenha total segurança do procedimento realizado. Além disso, com um atendimento personalizado, a Remessa Online oferece suporte via chat, skype, whatsapp, Telegram, e-mail e telefone, facilitando o contato para finalizar o procedimento e/ou tirar dúvidas.

Com a Remessa é possível ser assessorado e realizar transações como envio de valores para contas correntes no exterior, envio de recursos para país de origem, para estrangeiros, compra de imóveis fora do país, investimentos internacionais, além de envios simples de valores para estudantes, viajantes, moradores, entre outros.

“A Remessa Online nasceu para as pessoas no Brasil acessarem produtos e serviços de fora do país, e vice-versa, sem precisar arcar com injustas cotações e taxas extras no momento do fechamento de envio ou recebimento de recursos do exterior. E como tudo necessita de fechamento do câmbio, devidamente registrado no Banco Central, a Remessa Online é mais uma prova de que a BeeCâmbio simplifica processos ao mesmo tempo em que mantém toda a transparência e seriedade que o mercado consumidor demanda”, destaca Fernando Pavani, fundador da BeeCâmbio.

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Pesquisa da Unisys mostra que CIOs lideram a transição para a nuvem nos EUA

Uma pesquisa recente da Unisys Corporation (NYSE: UIS) com mais de 200 executivos de TI e negócios nos EUA revelou que os CIOs são os executivos que mais apoiam e impulsionam a migração dos recursos de TI para a nuvem. O estudo indica que a redução de custos e o acesso mais rápido à capacidade computacional são as suas principais motivações, por outro lado, a proteção da nuvem é a maior preocupação dos entrevistados:

Entre os fatores citados pelos entrevistados como as principais motivações da migração para a nuvem estão:

– Reduzir os custos/transformar as despesas de capital em despesas operacionais (63%)

– Disponibilizar a capacidade computacional sob demanda (62%)

– Liberar a equipe de TI para realizar tarefas que agreguem mais valor ao negócio (51%)

– Fazer com que a TI seja vista como uma fonte de vantagem competitiva e não como um centro de custos (33%)

“Este estudo mostra que muitos CIOs são perspicazes e têm uma visão clara das vantagens competitivas, operacionais e econômicas da computação em nuvem, tomando medidas categóricas para obter esses benefícios para suas organizações”, afirma Steve Nunn, Vice-presidente de Cloud e Serviços de Infraestrutura da Unisys. “Ao mesmo tempo, os tomadores de decisão conhecem perfeitamente a necessidade de proteger tanto os recursos de TI existentes como as novas capacidades em nuvem para proteger os ativos corporativos essenciais”.

A Unisys oferece uma gama de serviços de infraestrutura e em nuvem, que permite que os clientes migrem com facilidade seu ambiente de TI, de data centers orientados a hardware para empresas seguras definidas por software, aproveitando assim soluções compatíveis com a nuvem. O software de segurança Unisys Stealth® oferece uma camada extra de segurança para nuvens públicas e privadas, utilizando técnicas de microssegmentação com base em identidade e criptografia, para auxiliar as organizações a reduzir ataques e ações de hackers, tornando dispositivos, dados e usuários finais indetectáveis nas redes.

Sobre a pesquisa

A Gatepoint Research realizou a pesquisa nos Estados Unidos encomendada pela Unisys em fevereiro e março de 2016. Os resultados têm como base as respostas de 203 executivos de TI e negócios.

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Workshop on-line gratuito ensina transformar empresas em rede de franquias

De 13 a 27 de setembro, empreendedores interessados em conhecer em detalhes o universo do franchising, terão a oportunidade de participar gratuitamente do Empresa 10X, um workshop 100% on-line, cujo formato é considerado inédito no Brasil.

A iniciativa do evento é de David Pinto, empresário que se tornou referência no segmento após criar a rede de franquias Doutor Resolve e Dona Resolve, que atingiram centenas de unidades no Brasil e têm presença em 4 países. Atualmente, David é presidente do Instituto da Construção, rede dedicada ao ensino profissionalizante na área da construção civil, e da Longitude, escola de empreendedores que oferece mentorias com empresários de sucesso.

Caminho das pedras

Que tipo de negócio tem potencial para se tornar franquia? Por onde começar? Como expandir o negócio? Quais são as dificuldades mais comuns na formatação de uma rede de franquias? Estas são algumas das perguntas que serão respondidas em detalhes durante 2 semanas de treinamento.

Durante o evento os participantes terão acesso a um check-list para saber se o seu negócio é franqueável ou não, um mapa com processos que devem ser seguidos, estudos de caso, depoimentos de franqueados e franqueadores de sucesso, além de uma série de métodos ensinando o passo a passo da criação de uma rede de franquias de sucesso.

“Buscar conhecimento é tão importante quanto ter uma excelente ideia de negócio,” afirma David. “O objetivo deste workshop é antecipar para o empreendedor um série de informações que permitirão a ele atuar com segurança, objetividade, prevendo barreiras e atingindo o sucesso com maior velocidade.”

Inscrições

As inscrições para o workshop on-line Empresa 10X devem ser feitas exclusivamente pelo site do evento, no endereço davidpinto.com.br/workshop

Considerado pela revista Forbes um dos jovens mais influentes do Brasil, David Pinto se tornou referência ao criar redes de franquias que em poucos anos atingiram centenas de unidades e presença internacional.

O empresário, que começou atuando como office boy, sempre desenvolveu sua carreira no franchising e, aos 25 anos, lançou sua primeira marca de sucesso, a Doutor Resolve. Hoje, aos 31 anos, é presidente do Instituto da Construção, rede de escolas de cursos profissionalizantes, e da Escola Longitude, que oferece formação on-line e mentorias com empresários de sucesso. Adepto das redes sociais, David mantém páginas para dividir suas experiências com outros empreendedores, publicando vídeos sobre sua rotina e com dicas diversas sobre negócios.

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ECI lança solução de Analytics para redes de transporte óptico

A ECI, fornecedora global das soluções ELASTIC Network para provedores de serviços, infraestruturas críticas e operadores de datacenter, anuncia o lançamento de serviços de Analytics para a família de soluções ELASTIC Network, rede “elástica” de transporte óptico, adaptável para as necessidades de cada cliente. Estes novos serviços utilizam algoritmos avançados, machine-learning e big data para preparar e gerenciar operações de redes com recursos para manter adequadamente o design e readequar as redes. A solução traz uma visão abrangente para garantir uma melhor otimização multicamadas, além de reduzir custos e assegurar a disponibilidade dos serviços, ações essenciais para operação de redes de hoje, bem como para as redes avançadas do futuro.

“Na ECI, nos dedicamos para ajudar nossos clientes a serem flexíveis e bem informados, para que possam se adaptar rapidamente às mudanças e tomar decisões em tempo real. O Analytics é voltado especificamente para permitir que os operadores de rede façam escolhas proativas e centradas no conhecimento que irão ajudá-los a se antecipar, conhecer seus SLAs e obter uma vantagem competitiva com redução de custos”, comenta Assaf Tiran, VP e Líder da área de Implementação Global e Serviços de Manutenção da ECI.

Atualmente a ECI fornece dois tipos de serviços de Analytics para as redes elásticas: Engenharia de Tráfego e Otimização Multicamadas; e Manutenção Preventiva.

1) Engenharia de Tráfego e Otimização Multicamadas, que utiliza diversas fontes de dados, análise de big data e machine learning em um método de GIS (Geographic Information System – Sistema de Informação Geográfica) para entregar análises que permitem que os arquitetos de rede construam de forma mais inteligente suas redes, recuperem seus recursos e assegurem que novos serviços sejam naturalmente implementados. A solução garante melhor visibilidade dos pontos únicos de falha (SPOF – single point of failure) e pode prever o impacto de falhas pendentes. Isso ajuda os serviços de fornecimento, congestionamento de tráfego offset e otimiza a eficiência da rede.

2) Manutenção Preventiva, que realiza auditorias diárias de cada elemento da rede, seja da ECI ou de outros fornecedores, começando no nível incorporado. A solução fornece aos operadores uma visão sobre como seus sistemas estão funcionando e recomenda ações para alcançar os melhores resultados. Os primeiros avisos fornecidos pela ferramenta, em tempo real, podem ser usados para antecipar-se a falhas, por isso a disponibilidade do serviço é garantida. Atender e superar SLAs são garantidos por meio da identificação e eliminação de ameaças de rede potenciais. Isso melhora a experiência geral do cliente e fortalece substancialmente a fidelidade do cliente.

“As operações de rede geralmente requerem uma quantidade considerável de dados de várias fontes. Isso se torna uma tarefa longa e árdua, especialmente quando as redes se tornam mais complexas. Algoritmos avançados como da ELASTIC Analytics permitem que as organizações unifiquem seus processos de provisionamento de rede e ajuda a preencher a lacuna entre as metas e o desempenho real, alavancando o potencial dos negócios. Internet das Coisas (IoT), redes de 5G e M2M (Machine-to-Machine) são setores que se beneficiarão destes serviços”, finaliza Tiran.

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DMCard é indicada ao prêmio ÉPOCA ReclameAQUI 2016

A empresa DMCard está indicada ao prêmio ÉPOCA ReclameAQUI 2016. É a primeira vez que a administradora de cartões de crédito private label está entre os finalistas da premiação, uma parceria entre o respeitado site de satisfação do consumidor com a revista ÉPOCA. Nesta categoria, o objetivo é premiar o atendimento de excelência para usuários.

“A DMCard já acumula um alto percentual de avaliações positivas no ReclameAQUI. Esta indicação nos deixou muito felizes pois reconhece que todo nosso investimento na qualidade do atendimento gera resultados”, comenta Juan Agudo, Diretor executivo da DMCard. “Reconhecimento este que é um dos importantes propulsores que colaboram com o crescimento da empresa, com número de parceiros do varejo e cartões emitidos que só cresce a cada ano”, completa o executivo.

Nesta edição do prêmio ÉPOCA ReclameAQUI, a DMCard está indicada na categoria “Operadora de Cartão” em um grupo com gigantes do segmento, como ItaúCard, Credicard, Hipercard e BradesCard. Concorrentes de peso, contudo que demonstra que a administradora começa a ocupar seu espaço como uma das líderes de mercado.

Para a escolha do vencedor, os indicados serão submetidos a votação popular no site oficial da premiação e os vencedores serão anunciados em novembro.

Para saber mais informações sobre o prêmio, acesse www.premio.reclameaqui.com.br.

A votação acontecerá no dia 15 de agosto a 23 de setembro.

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Projeto brasileiro de pulseira para detectar hipoglicemia pode chegar ao mercado por meio do financiamento coletivo

Uma pulseira capaz de detectar o estado hipoglicêmico de um paciente pode chegar no mercado brasileiro em breve. É a tecnologia que a EasyGlic, desenvolvida pela EasyMedical, pretende disponibilizar para toda a população. O produto, que já passou pelas fases de estudo, desenvolvimento, criação da tecnologia, app e protótipo, agora está com sua campanha de financiamento coletivo pela Kickante e pretende arrecadar a quantia necessária para iniciar a produção em massa.

O bracelete, hipoalérgico com bateria de alta duração, é indicado para pessoas com histórico de hipoglicemia como diabéticos e atletas. De fácil utilização, o dispositivo é capaz de detectar quando o estado hipoglicêmico está se aproximando e emite um alerta ao usuário que pode adotar atitudes de prevenção. Além da pulseira, a EasyMedical também desenvolveu um app para smartphone, disponível pra iOS e Android, onde o usuário pode armazenar todas as informações coletadas, além de emitir um aviso a todos números previamente cadastrados no aplicativo.

“Crianças e idosos, por exemplo, que têm um pouco mais de dificuldade ao detectar os sintomas da hipoglicemia, podem usar o bracelete como segurança, e caso aconteça alguma ocorrência, o aplicativo irá notificar os números dos responsáveis que poderão ajudar o usuário”, explica Egmar Rocha, da EasyMedical. A hipoglicemia é o estado onde há diminuição da quantidade normal de glicose no sangue, e pode atingir pessoas com diabetes e atletas, por exemplo. O baixo nível de glicose no sangue pode causar uma série de sintomas desagradáveis e, no caso de hipoglicemia, pode levar à inconsciência, coma ou até à morte.

A campanha, no ar pela Kickante, pretende arrecadar R$500 mil, e receberá contribuições até o dia 29 de agosto. Para estimular as colaborações, os criadores oferecem recompensas como calendário para controle da glicemia (R$ 25), caneca personalizada (R$ 50) e o próprio bracelete (R$ 500).

Para kickar, acesse: http://www.kickante.com.br/campanhas/easyglic-pulseira-de-estados-hipoglicemicos

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Capgemini registra resultados muito bons no primeiro semestre de 2016 e aumenta a meta de margem para o ano

O Conselho de Administração da Cap Gemini S.A., presidido por Paul Hermelin, reuniu-se em Paris no dia 26 de julho de 2016 para revisar e autorizar a publicação das contas[1] do Grupo Capgemini para o primeiro semestre de 2016.

Para Paul Hermelin, presidente e chairman do Grupo Capgemini, “Com um início de ano muito bom, o Grupo obteve um excelente primeiro semestre. Nossa receita cresceu 14,4%, com câmbio constante, e nossa margem operacional aumentou consideravelmente (+1,5 ponto), para 10,2% da receita, com melhoria da margem em cada uma das regiões do Grupo.

Continuamos expandindo em segmentos de mercado impulsionados pela inovação. A demanda por serviços digitais e na nuvem (Digital & Cloud) continua sólida, com uma evolução de 32% da receita. Nossa divisão de consultoria também se beneficiou com o seu posicionamento em transformação digital, registrando crescimento de 8,1%.

Expandimos nosso portfólio de serviços inovadores com uma oferta de manufatura digital (Digital Manufacturing) tendo como alvo a indústria, e lançamos a nova linha de serviços Automation Drive, reunindo a tecnologia e conhecimento especializado do Grupo em automação.

O primeiro semestre também confirmou o sucesso da integração da IGATE, que atua com a marca Capgemini desde janeiro: as sinergias foram obtidas antes do planejado e as vendas têm sido excelentes, conforme comprovado pelo crescimento sustentável nas contas-chave.

Por fim, nossa rede global de centros de entrega conta hoje com mais de 100 mil funcionários e representa 55% do número total de funcionários do Grupo. Isso é fundamental para a nossa competitividade, principalmente com a crescente demanda na Europa.

Com base nos resultados do primeiro semestre, estamos aumentando nossa meta de margem operacional para o ano de 2016 para um valor entre 11,3% e 11,5%”.

PRINCIPAIS RESULTADOS DO 1° SEMESTRE DE 2016

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O Grupo gerou receita de € 6.257 bilhões no primeiro semestre de 2016, 11,6% maior do que a receita divulgada no primeiro semestre de 2015, e 14,4% com taxas de câmbio constantes. O crescimento orgânico (excluindo o impacto das moedas do Grupo em relação ao Euro e as mudanças no escopo do Grupo) foi de 3,3% para o primeiro semestre e de 3,8% para segundo trimestre. A área de Digital & Cloud cresceu 32%, com taxas de câmbio constantes, e foi responsável por 28% da receita do primeiro semestre.

As vendas registradas nos primeiros seis meses de 2016 totalizaram € 6.341 bilhões, em comparação com os € 5.309 bilhões registrados no primeiro semestre de 2015.

A margem operacional cresceu 31% em relação ao mesmo período do ano anterior, para € 638 milhões, e representa 10,2% da receita, 150 pontos base a mais ano a ano, com aumento em todas as regiões e segmentos em que o Grupo atua. Além do impacto positivo da integração da IGATE e das respectivas sinergias, esse aumento da lucratividade demonstra o valor criado pela industrialização contínua das operações do Grupo e da contribuição crescente das ofertas de alto valor da área de Digital & Cloud.

Outras receitas e despesas operacionais totalizaram € 128 milhões. Esse aumento se deve, principalmente, aos custos de integração da IGATE e à amortização dos ativos intangíveis relacionados à sua aquisição.

A margem operacional do primeiro semestre de 2016 aumentou para 8,1% da receita, ou € 510 milhões, 14% acima do ano anterior.

As despesas financeiras líquidas foram de € 62 milhões, € 21 milhões a mais do que no primeiro semestre de 2015, principalmente devido ao custo do financiamento da compra da IGATE. As despesas de imposto de renda foram de € 87 milhões, € 40 milhões abaixo do ano anterior, devido ao reconhecimento de € 32 milhões em ativos fiscais deferidos.

O lucro líquido (parcela do Grupo) alcançou € 366 milhões no primeiro semestre, 26% acima do ano anterior. Os ganhos básicos por ação (EPS) foram de € 2,15 no primeiro semestre de 2016 e o ganho normalizado por ação aumentou 31% em relação ao ano anterior, para € 2,52.

O Grupo gerou um fluxo de caixa orgânico livre de € 31 milhões no primeiro semestre de 2016, um aumento de € 117 milhões em relação ao mesmo período do ano passado. O retorno para os acionistas totalizou € 394 milhões no período, por meio do pagamento de dividendos de € 229 milhões e uma operação de recompra de ações de € 165 milhões.

PROJEÇÃO

Para 2016, o Grupo atualizou a previsão da margem operacional para um índice entre 11,3% e 11,5% (contra 11,1% a 11,3% no ano anterior). O Grupo também confirma sua meta de aumento da receita de 7,5% para 9,5%, com taxas de câmbio constantes, em 2016, e um fluxo de caixa orgânico livre de € 850 milhões.

O Grupo prevê um impacto negativo de – 2% decorrente das flutuações cambiais na receita, principalmente devido à valorização do Euro frente à Libra Esterlina e ao Real.

TENDÊNCIAS POR NEGÓCIO

A divisão de Serviços de Consultoria (4% da receita do Grupo), colhendo os benefícios de seu reposicionamento em transformação digital, registrou aumento de 8,1% na receita, com câmbio constante, com forte crescimento no Reino Unido. A margem operacional cresceu 230 pontos base em relação ao ano anterior, para 10,4%.

A divisão de Serviços de Tecnologia & Engenharia (15% da receita do Grupo, anteriormente conhecida como Serviços Profissionais Locais) registrou crescimento de 13,1%, com câmbio constante, nos primeiros seis meses. O crescimento foi impulsionado pela América do Norte e Resto da Europa, além da contribuição da IGATE. A margem operacional cresceu 260 pontos base em comparação ao ano anterior, para 11,3%, no primeiro semestre.

A divisão de Serviços de Aplicações (60% da receita do Grupo) registrou aumento da receita na ordem de 17,2%, com câmbio constante, no primeiro semestre. Além da contribuição da IGATE, o crescimento foi gerado, principalmente, por uma aceleração na Europa. A margem operacional cresceu de 10% em 2015 para 11,4%.

A receita da divisão de Outros Serviços Gerenciados (21% da receita do Grupo) registrou crescimento de 9,3%, com câmbio constante, graças ao impacto da aquisição da IGATE e apesar da forte queda das atividades no Reino Unido. A margem operacional foi de 9,2%, 100 pontos base acima da margem registrada no primeiro semestre de 2015.

TENDÊNCIAS POR REGIÃO

A América do Norte (30% da receita do Grupo) registrou crescimento de 36,2%, com câmbio constante, já incluindo a integração da IGATE, em relação ao ano anterior, impulsionado pelos setores de serviços financeiros, bens de consumo e varejo e manufatura. Exceto no setor de energia e serviços públicos (Energy & Utilities), no qual a desaceleração se manteve no segundo trimestre, o crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior foi de 5%. A margem operacional cresceu 180 pontos base, para 15,1%.

No Reino Unido e na Irlanda (17% da receita do Grupo), a receita cresceu 8,6% com câmbio constante. O bom desempenho local foi possível devido a vários contratos fechados no setor privado, que hoje representa mais do que a metade da receita e registrou crescimento orgânico de dois dígitos, enquanto o setor público se retraiu, conforme previsto. A margem operacional cresceu 180 pontos base em relação ao mesmo período do ano anterior, para 14,5%.

No primeiro semestre de 2016, a França (20% da receita do Grupo) reportou aumento de 4,8% na receita, graças ao forte desempenho dos serviços de aplicações. Os setores de serviço financeiros e de bens de consumo e varejo foram os mais dinâmicos durante o período. A margem operacional cresceu 40 pontos base em relação ao ano anterior, para 6,6%.
No Resto da Europa (que agora inclui Benelux e representa 26% da receita do Grupo), apresentou aumento de 6,9% na receita, com câmbio constante, sendo que todas as regiões e setores contribuíram para esse resultado. A margem operacional cresceu 110 pontos base no primeiro semestre, para 8,9%.

A receita da região da Ásia Pacífico e América Latina (7% da receita do Grupo) cresceu 10,3% com câmbio constante. O crescimento permaneceu dinâmico na região da Ásia Pacífico, impulsionado pelos setores de serviços financeiros, bens de consumo e varejo. O ambiente econômico no Brasil continua enfraquecido, mas seu impacto negativo sobre o Grupo está diminuindo. A margem operacional, tradicionalmente baixa no primeiro semestre, cresceu 60 pontos base, para 3,8%.

NÚMEROS DO SEGUNDO TRIMESTRE

O crescimento da receita no segundo trimestre foi de 15,0%, com câmbio constante. 1,1 ponto maior do que no primeiro trimestre. No segundo trimestre, após ajustes pelo impacto do câmbio e alterações no escopo do Grupo, a região da Europa Continental acelerou, o crescimento na América do Norte alcançou seu ponto mais baixo no ano e o Brasil apresentou sinais de melhora. No nível do Grupo, o crescimento orgânico foi de 3,8% no segundo trimestre, comparado com 2,9% no primeiro trimestre.

NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS

Em 30 de junho de 2016, o número de funcionários do Grupo era 184.899, se comparado com 180.639 no final de 2015. Nossos centros de entrega global empregam 101.546 pessoas (inclusive 90.539 na Índia), representando 55% do número total de funcionários do Grupo, em comparação com 48% em 30 de junho de 2015.

BALANÇO PATRIMONIAL

Em 30 de junho de 2016, o Grupo registrava € 1.487 bilhão em caixa e equivalentes de caixa (líquido do limite de saques a descoberto). Após computar empréstimos de € 3.867 bilhões, relacionados, principalmente, à aquisição da IGATE em 2015, os ativos utilizados para gestão do caixa e os instrumentos derivativos, a dívida líquida* do Grupo totalizou € 2.278 bilhões no final do primeiro semestre de 2016. O aumento da dívida líquida no primeiro semestre foi principalmente devido ao pagamento dos dividendos e ao programa de recompra de ações.

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O caminho do sucesso do seu e-commerce passa pela “busca”

O consumidor moderno é cada vez mais empoderado, busca as melhoras saídas, busca os melhores preços, busca as melhores avaliações. Você achou que a palavra “busca” foi usada muitas vezes? Isso foi só para ilustrar a importância desse mecanismo na estratégia de vendas da sua empresa.

Em tempos nos quais o e-commerce segue crescendo, não apenas em volume de vendas e clientes, mas também em número de produtos ofertados (fenômeno do Marketplace) é normal que fique cada vez mais difícil de se encontrar o que é desejado usando um contexto de navegação convencional, que filtra as buscas em categorias, subcategorias e lista de produtos. O cliente moderno quer encontrar o que ele busca com apenas uma pesquisa, um click. Além desse fator comportamental, temos dados que mostram que a busca de um e-commerce é o primeiro mecanismo a ser usado por um consumidor dentro de um website. Caso essa experiência não seja positiva, é possível que você esteja mandando esse cliente direto para o concorrente, tendo um abandono silencioso e perigoso, que muitas vezes define o insucesso ou prejuízo da sua operação online.

A “busca” em dados – Segundo pesquisa da Teradata, 75% dos consumidores só olham a primeira página de resultados de uma pesquisa. Desses clientes, 35% deles dão atenção somente aos três primeiros itens da lista, ou seja, você tem uma amostra de erros e acertos muito pequena, exigindo mais assertividade do que complexidade.

A análise de dados a favor da sua busca pelo sucesso – Eu sei como escrever? O café é espresso ou expresso? Eu talvez não saiba o nome da marca, nem o nome técnico do produto, mas eu quero um item específico, será que a busca vai retornar algum resultado que atenda o meu desejo de compra? E se retornar vai ser o produto ou um conjunto de produtos que realmente estão relacionados aquilo que estou buscando? Analisando esse tipo de informação (o que está sendo procurado, como, pesquisas que retornam “zero produtos” aos visitantes, etc.) pode-se obter uma série de insights diferentes que se tornam ações práticas de correção ou mesmo de “aprendizado” para o motor de buscas, otimizando as conversões em vendas.

Soluções para pequenos, médios e grandes – Hoje, as ferramentas de análise de dados atendem todo o tipo de varejista virtual. Segundo Mauricio de Paula, consultor sênior para indústria do varejo e big data para América Latina da Teradata, ‘Todos os e-commerce deveriam se beneficiar desse tipo de abordagem: hoje existem soluções “prontas” que podem ser customizadas e rapidamente aplicadas, gerando valor instantâneo não necessitando de grandes investimentos na largada do projeto, podendo inclusive explorar modelos como “as a Service”, atendendo a cada demanda e poder de investimento.

Como resultado, no curto prazo essas melhorias podem gerar aumento nas conversões e na satisfação de compra dos usuários. No médio e longo prazo essas medidas podem ocasionar a criação de uma inteligência associativa que pode ser utilizada para melhorar questões relacionadas a lealdade entre outras aplicações analíticas, como: afinidade de produtos, comportamento dos consumidores/segmentação de clientes, etc.

Ficou interessado? Está “buscando” soluções para a ferramenta de pesquisa do seu e-commerce? Venha participar do Comitê de E-commerce, organizado pelo IBEVAR e Teradata. O evento, que acontece dia 16/08, na sede do IBEVAR, irá discutir os temas mais relevantes para a gestão inovadora de um e-commerce, seus desafios e principais ferramentas de análise de dados disponíveis para esse mercado virtual. Para maiores informações: contato@ibevar.org.br

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Fortinet alerta para possível aumento de ciberataques no Brasil nos próximos dias

A Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em soluções de cibersegurança de alto desempenho, anuncia os resultados de seu relatório global sobre o cenário de ameaças cibernéticas do FortiGuard Labs.

– O relatório cita o aumento de ameaças no Brasil e explica porque o país necessita de uma atenção especial durante as Olimpíadas do Rio.

– Identifica os países que mais sofrem ataques de phishing, malware, botnets e exploit kits em todo o mundo.

– Mostra um método sofisticado para ajudar cibercriminosos a continuarem dentro dos sistemas invadidos por eles, chamado “behavior blending”.

– Os dados sobre ameaças utilizados na análise são baseados em uma subcategoria de dados de telemetria dos meses de abril, maio e junho de 2016.

– As implicações de riscos e ameaças contidas nesse relatório são ilustradas utilizando dados, pesquisas e análises sobre ameaças do FortiGuard, líder do setor. O FortiGuard Labs utiliza dados coletados de mais de dois milhões de sensores em todo o mundo para proteger mais de 280 mil clientes todos os dias.

Ameaça crescente no Brasil

O volume de artefatos maliciosos e de phishing (por exemplo, nomes de domínio e URLs) só aumenta no Brasil. Em junho, a porcentagem desse aumento foi maior em três de quatro categorias em comparação à porcentagem global no relatório da Fortinet. A porcentagem com o maior crescimento foi na categoria de URL maliciosa com 83%, comparada aos 16% do resto do mundo.

Durante as Olímpiadas de 2016 no Rio, estes ataques sem dúvidas continuarão e o FortiGuard Labs já observa indicadores de técnicas repetidas (como domínios falsos) para fraude de pagamento e websites maliciosos ou URLs que buscam atingir os sites oficiais do evento e do governo.

Ataques cibernéticos durante os Jogos Olímpicos não são uma novidade. O levantamento do FortiGuard Labs da Fortinet descobriu que o aumento de ataques focados nas Olimpíadas teve início nos Jogos Olímpicos de 2004 na Grécia.

O levantamento do FortiGuard Labs da Fortinet observou um retorno de velhas ameaças e de vetores de ataque, além da persistência de ataques clássicos, como Conficker e ransomware, por meio de variantes atualizadas. Dados de telemetria e a pesquisa da Fortinet indicam que os dois métodos mais comuns são phishing por meio de e-mails e sites maliciosos.

Técnicas de ameaças avançadas – “Behavior Blending”: durante os últimos três meses, está crescendo um método sofisticado para ajudar os atacantes a permanecerem nos sistemas invadidos. Behavior blending é uma técnica utilizada por criminosos que permite que eles se misturem em uma rede comprometida. Por exemplo, em uma rede corporativa, o atacante pode assumir o comportamento de um funcionário para evitar ser descoberto. Como essa técnica tem um grande potencial de driblar a detecção, os especialistas da Fortinet estão esperando ver mais dela em uso enquanto novas ferramentas são desenvolvidas para melhor imitar o comportamento de um alvo credenciado.

Phishing: o volume da atividade global de phishing segue elevado com um aumento de 76% de abril a junho, segundo dados de ameaças de domínios de phishing e URLs do FortiGuard Labs. A porcentagem de crescimento de maio a junho foi de 11%. Demais consequências de phishing por e-mail incluem um aumento da atividade de Tokelau, sendo Brasil, Colômbia, Rússia e Índia os quatro principais códigos de domínio de país no segundo trimestre de 2016. Além disso, a aparência dos domínios ainda é muito ativa (por exemplo, netflix vs netflix). Por último, o FortiGuard também detectou um número de nomes de grandes instituições financeiras incluídos como parte dos domínios e URLs de phishing.

Exploit Kits: há um aumento no uso de Exploit Kits (EKs) baseados em JavaScript com URLs maliciosas para disseminar ransomware, principalmente na primeira fase no download de cargas. Observa-se uma mudança de Angler para Fiesta e Neutrino e ambos aparecem constantemente na lista global do FortiGuard com os 10 principais exploit kits.

Malwares avançados: a família JS/Nemucod tem sido o malware dominante em todo o mundo nos últimos três meses. Esta família é atualmente o programa de download mais ativo de ransomware com um aumento significativo de ataques.

Filtragem de dados – Indicadores de botnet: a telemetria de ameaças do FortiGuard mostra um aumento da atividade botnet. Os nomes que aparecem no top 10 de atividades botnet de ransomware são Locky e Cryptowall.

“A expansão da superfície de ataque possibilitada pela inovação tecnológica, os novos dispositivos IoT, as pressões regulatórias e um déficit mundial de aptidão em cibersegurança continuam impulsionando as ameaças cibernéticas. Todos esses elementos combinados com os acontecimentos políticos globais adicionam ainda mais complexidade à situação e a complexidade é inimiga da segurança. Apenas implementar soluções de segurança não é suficiente. As organizações precisam adotar um modelo de segurança que permite a comunicação direta entre soluções para uma resposta unificada e rápida às ameaças avançadas”, Ladi Adefala, estrategista de segurança sênior da Fortinet.

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Honeywell apresenta sistema operacional para internet das coisas durante a Greenbuilding Brasil

A Honeywell (NYSE:HON) apresentará seu sistema operacional para Internet das Coisas (IoT), o Niagara 4, durante a “Greenbuilding Brasil – Conferência Internacional e Expo”, que acontece de 9 a 11 de agosto em São Paulo (no São Paulo Expo). A companhia também terá palestras de especialistas, workshops e estudos de caso sobre eficiência energética e sustentabilidade.

O Niagara 4, que inclui recursos avançados para ajudar desenvolvedores, integradores e usuários a aumentar a eficiência energética, reduzir custos e aprimorar a segurança de equipamentos conectados diretamente à internet, oferece um framework de primeira geração para Internet das Coisas que estabelece conectividade entre máquinas e pessoas.

No evento, a Honeywell também apresentará duas palestras sobre o tema eficiência energética, foco de discussões recorrentes em empresas no Brasil, principalmente após as recentes elevações das tarifas em 2015, que chegaram a 50%.

A Honeywell inicia o primeiro dia com uma palestra de Cintia Sanches, Gerente de Negócio, que apresentará um caso de sucesso do setor de varejo sobre o investimento em soluções de automação para reduzir gastos de energia elétrica. Já Igor Nakamura, Gerente de Conta, destacará quatro passos importantes da automação como resultado para o sucesso da eficiência energética.

Saiba mais na agenda abaixo:

Caso de sucesso do GPA: eficiência energética em Hipermercado

Palestrantes: Cintia Sanches, Honeywell, e Pierre-Yves Mourgue, GreenYellow Brasil

Data: 9/8 (terça-feira) das 16:00 às 17:00 horas

Quatro passos fundamentais para a obtenção de uma real eficiência energética

Palestrantes: Igor Nakamura, Honeywell; Leonilton Tomaz Cleto, Yawatz Engenharia Ltda; Jayme Spinola Castro Neto, SI 2 – Soluções Inteligentes Integradas Ltda.

Data: 10/8 (quarta-feira) das 14:30 às 15:30 horas.

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