Page

Author admin

Verity anuncia a compra da JUST e cria ecossistema para transformação digital de ponta a ponta

Tecnologia, processos, jornada do cliente e novos modelos de negócio são pautas constantes da transformação digital, realidade que bate à porta do mercado corporativo e pede urgência. Para construir um ecossistema capaz de auxiliar as organizações com uma oferta end-to-end, a Verity – www.verity.com.br –, empresa de tecnologia especializada em consultoria e desenvolvimento de plataformas, anuncia a aquisição da JUST, consultoria focada no design de serviços e produtos digitais com olhar para a experiência do cliente.

Com a negociação de valor não revelado, a JUST passa a fazer parte do portfólio de empresas da Verity que já controla a QA360, um spin off de consultoria de testes que atua na área Quality Assurance para grandes empresas, oferecendo consultoria de qualidade para melhor desempenho de aplicações. Já a isyBuy, empresa de meios de pagamento e automação de processos comerciais, que integra consumidor e comerciantes, trazendo tecnologias do mundo digital para estabelecimentos tradicionais, é parte de um movimento do grupo que visa além de acelerar startups também fazer um trabalho de curadoria e aproximação dessas startups com grandes empresas atendidas pelo grupo.

“Vivemos um momento em que as empresas devem ser cada vez mais rápidas na ambidestria, reconhecendo que o mundo digital é um caminho sem volta, porém o mundo tradicional e transacional sempre apoiou e ainda apoia o crescimento das grandes corporações. Nossa proposta é justamente não ignorar estes dois mundos existentes e ser o parceiro ideal nesta jornada de transformação, entregando uma oferta end-to-end para que as empresas possam conviver e transitar bem entre os dois mundos até que se tornem empresas 100% digitalizadas.” afirma Alexandro Barsi, sócio-fundador e CEO da Verity. “Existem diversas empresas especializadas em design experiência do cliente, mas poucas entendem de TI como a JUST, que foi escolhida por contar com um perfil muito parecido com o nosso”, completa.

Para Rafael Cichini, CEO e fundador da JUST, a criação deste ecossistema de empresas cobre um gap no mercado que ainda conta com poucas consultorias de tecnologia capazes de navegar muito bem entre processos e tecnologias mais tradicionais e o boom do digital. “Sabemos que a digitalização é um caminho natural e irreversível, mas não conseguiremos promover transformação se ignorarmos tudo o que já foi construído dentro das corporações.” A visão da Verity e do Alexandro Barsi foram muito importantes para que isso acontecesse, pois tenho certeza que os planos que temos para o futuro estão perfeitamente alinhados.”

Expectativas

A Verity já conta com grandes clientes, como Riachuelo, AXA, Cardif, Banco Carrefour, Sul América, Atacadão, Sephora, entre outras organizações, que proporcionaram um crescimento médio de 28% ao ano. Atualmente, com 160 colaboradores, encerrou 2016 com um crescimento de 30%. Com a aquisição da JUST, o ecossistema de empresas do grupo chega a 200 colaboradores e soma novos clientes no portfólio como Natura, ESPM, Odontoprev, Wizard, Wiz, Alpargatas, Iguatemi, entre outros, e espera fechar o ano com faturamento acima de R$ 35 milhões em 2017.

Para o futuro próximo o grupo espera concluir novas aquisições e trazer outras startups para o programa de aceleração, que tenham conexão com o universo de clientes atendidos pelo grupo, além de investir pesado na estruturação de uma oferta completa end-to-end para os clientes, criando novas unidades de negócio.

Tags, , , , ,

Retail Pro escolhe a PA Latinoamericana para distribuir suas novas soluções no Brasil

A Retail Pro International (RPI), líder em soluções flexíveis de PDV (ponto de venda) e plataformas de gestão de varejo, estabelece um novo plano de crescimento estratégico para o mercado brasileiro e escolhe a PA Latinoamericana como sua distribuidora regional para as soluções mais recentes da Retail Pro.

Através desta nova parceria, a RPI fornecerá ao mercado brasileiro soluções modernas e robustas para otimizar as operações de varejo e a experiência do cliente. Adotada por varejistas em 128 países, a plataforma Retail Pro capacita as marcas globais para que elas gerenciem de forma centralizada cada marca, canal, subsidiária e a cadeia de suprimento, permitindo uma administração global eficiente do omnichannel e do planejamento das operações.

“Como o novo distribuidor Retail Pro para o Brasil, a PA Latinoamericana fornecerá todas as soluções mais recentes desenvolvidas pela RPI. Vamos investir nossos esforços no desenvolvimento de alianças e localizações dos produtos para adaptar o Retail Pro Prism e outras novas ofertas de software para a legislação do varejo de cada estado brasileiro, apoiar clientes globais localmente e, obviamente, garantir a satisfação dos clientes atuais e futuros”, explica Allan Pires, CEO da PA Latinoamericana.

De acordo com o executivo, o objetivo é se concentrar no aumento de marketshare. “Até 2019, pretendemos conquistar mais de 100 novas empresas para as novas soluções Retail Pro, para ajudar os varejistas a melhorar os resultados de seus negócios e aumentar sua competitividade dentro do segmento”, diz Pires.

“Acreditamos que esta parceria com a PA Latinoamericana trará muitas oportunidades de crescimento para o mercado nacional de varejo. Substituir as tecnologias não integradas pelas soluções Retail Pro ajudará os varejistas a unificar os esforços de gerenciamento de varejo e melhorar a eficiência operacional, além de adotar uma abordagem mais moderna para a experiência em loja com PDV móvel”, disse Kerry Lemos, CEO da Retail Pro International. “Estamos ansiosos para investir no potencial desta parceria para capacitar os clientes atuais no uso contínuo das novas soluções, bem como expandir nossa penetração no mercado brasileiro”.

Hoje, a Retail Pro International possui um grande portfólio de clientes de varejo globais, incluindo Samsonite, Puma, Oakley, Adidas, Diesel e Under Armour. “Marcas como estas precisam de uma plataforma de gerenciamento de varejo global para unificar as análises de dados do negócio. Vamos apoiar as empresas globais na implementação bem sucedida do Retail Pro adequadamente adaptado à realidade do mercado brasileiro”, reforça Pires.

Tags, , , ,

Startup lança plataforma gratuita que ajuda a reduzir em até 35% a conta de energia

A conta de luz não para de subir e é um dos maiores vilões do orçamento doméstico e de pequenas empresas. Ajudar brasileiros a reduzir seus gastos com energia elétrica por meio de uma consultoria gratuita e personalizada sobre os equipamentos utilizados é a proposta do recém-lançado EnGuia (enguia.eco.br/) – uma consultoria em eficiência energética on-line capaz de analisar a conta de luz e equipamentos instalados nos imóveis, e gerar – sem custos – um Plano Personalizado de Redução do Consumo (PPRC) – aplicável em residências e pequenas e médias empresas com economias de até 35%.

“Existe muita desinformação sobre o consumo de energia e alguns mitos também. A nova moda, por exemplo, é trocar as lâmpadas por LED, mas tem muita gente comprando lâmpada errada e gastando mais no final do mês”, explica Rodrigo Thedim, um dos fundadores do EnGuia e responsável pelo Marketing da empresa. “A plataforma irá fornecer gratuitamente um diagnóstico detalhado e personalizado sobre o consumo de energia, para consumidores que não podem arcar com os custos de uma consultoria presencial em eficiência energética ou não sabem como colocar os projetos em prática. O EnGuia irá ajudar a priorizar os investimentos em eficiência energética”, explica Rosana Correa, fundadora e CEO da empresa.

Iniciativa da Casa do Futuro, empresa de tecnologia e sustentabilidade na construção civil, certificada B (http://sistemab.org/), e com 11 anos de história, o EnGuia já coleciona prêmios e reconhecimentos: foi selecionada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia da China para participar do International Technology Transfer and Innovation Collaboration Session, além de ser finalista em premiações como o “Smart City Business”, em Curitiba e terceira colocada no “Connected Smart Cities”, em São Paulo.

Como funciona?

Funciona da seguinte forma: o usuário realiza um rápido cadastro no site (http://enguia.eco.br) e, em poucos cliques, a plataforma já consegue informar o cliente sobre seus dados de consumo de energia. Entre ar-condicionado, iluminação, chuveiro elétrico, equipamentos, eletrodomésticos e outros, ele poderá saber onde gasta cada quilowatt consumido e quais ambientes de sua casa ou escritórios consomem mais energia.

Em seguida a plataforma já demonstra seu Plano Personalizado de Redução do Consumo (PPRC), sob medida para cada imóvel, negócio ou família. Este plano pode ser personalizado e atualizado imediatamente, desta forma cada um pode priorizar os gastos e saber a economia e o retorno sobre cada investimento.

Primeiro marketplace de energia limpa do Brasil

A rede criada através do PPRC ajudará o EnGuia a formar um banco de dados que impulsionará melhorias no mercado e dará origem ao primeiro marketplace de energia limpa do Brasil. “A ideia é conectar pessoas, produtores de energia e concessionárias para vender e trocar energia limpa. Para o sistema dar certo, no entanto, é importantíssimo que o uso de energia esteja eficiente entre os usuários. O Plano Personalizado de Redução do Consumo (PPRC) é essencial para este projeto”, explica Rosana. O Plano também ajudará a coletar dados do setor para projetos de inteligência.

Outra evolução do EnGuia será o recurso que vai gerenciar o consumo de energia residencial, usando internet das coisas (IoT) para fazer o uso inteligente de equipamentos e iluminação, o EnGuia Home. Antes mesmo do lançamento, a startup já atendeu mais de 130 clientes e pretende alcançar até 10 mil usuários até o final do ano em todo o Brasil.

Além destes, estão no Plano de Negócios da empresa, o EnGuia Cidades e o EnGuia Social. Aplicações voltadas à gestão energética urbana e em comunidades carentes.

Tags, , , ,

Atividade do Airbnb foi responsável por quase R$ 1 bi no PIB da cidade do Rio de Janeiro em 2016, aponta Fipe

A atividade do Airbnb na cidade do Rio de Janeiro em 2016 respondeu por R$ 956 milhões do PIB do município, segundo estudo inédito da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) sobre impacto socioeconômico local da plataforma. Esse valor equivale a 29,5 mil novos empregos na cidade.

A pesquisa leva em conta o incremento da renda das famílias que alugaram seus quartos ou imóveis pela plataforma e todos os efeitos diretos, indiretos e induzidos na economia do município. Para o cálculo do número de empregos é considerado o salário médio de um trabalhador em cada setor da economia afetado no Rio. A pesquisa também mostrou que:

– Cada R$1 gasto com aluguel de quartos e imóveis do Airbnb no Rio acrescentou R$3,05 ao PIB da cidade no ano passado.

– Os principais setores beneficiados foram alimentação, comércio varejista, atividades artísticas, criativas e de espetáculos e o setor de transportes.

– Os viajantes do Airbnb contribuíram com R$ 100 milhões a mais no PIB do Rio de Janeiro do que se tivessem se hospedado em hotéis, flats, resorts ou pousadas da cidade.

– O dado reflete o perfil de usuários do Airbnb, que vivenciam os destinos visitados como um morador e acabam consumindo nos comércios do bairro onde ficam, em vez de concentrarem o consumo dentro dos próprios estabelecimentos comerciais onde se hospedam.

O Airbnb é uma atividade legal e regulamentado pela Lei do Inquilinato, que dispõe sobre aluguel de temporada. Qualquer pessoa interessada em obter uma renda extra alugando um quarto ou imóvel inteiro pode se cadastrar na plataforma e 97% do valor anunciado fica diretamente com o anfitrião.

É a primeira vez que a Fipe analisa o impacto socioeconômico do Airbnb no Brasil, com base em dados da empresa sobre as operações no País, levantamentos anteriores do instituto sobre o turismo brasileiro e números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Núcleo de Economia Regional e Urbana da USP (Nereus/ USP).

Tags,

Comércio eletrônico deve movimentar R$ 2,5 bilhões na Black Friday, estima ABComm

Uma das datas mais esperada pelo varejo, a Black Friday deve movimentar neste ano R$ 2,506 bilhões. É o que estima a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). De acordo com a entidade, o evento, que acontece no dia 24 de novembro, deve ter um crescimento de 18% quando comparado com o mesmo período do ano passado.

No total, a expectativa é que as lojas virtuais brasileiras recebam mais de 10 milhões de pedidos, com tíquete médio de R$ 246. As categorias mais buscadas devem ser Informática, Celulares, Eletrônicos, Moda e Acessórios e Casa e Decoração. A previsão leva em conta as compras realizadas entre os dias 20 e 24 de novembro.

“O e-commerce brasileiro registra um ritmo muito bom de crescimento, o que deve se refletir nesta data. O período demanda promoções e condições especiais, tornando-se muito atrativo para os consumidores, principalmente nesse momento de retomada da economia nacional”, comenta Mauricio Salvador, presidente da ABComm.

O aumento de 18% nas vendas nesse período é maior do que a média do ano, de 12%. Segundo Salvador, o motivo é o número de promoções oferecidas ao consumidor, em conjunto com o recebimento da primeira parcela do 13º salário, o que injeta uma boa quantia no cenário econômico.

“O e-commerce tem muito o que comemorar, as pessoas estão comprando cada vez mais pela internet. A segurança do usuário tende a aumentar conforme datas representativas são bem-sucedidas e oferecem boas condições”, finaliza ele.

Tags, , ,

HUB Conecta liga empresas e startups na Finit 2017 em Belo Horizonte

Destaque na programação da Arena de Negócios na FINIT 2017, o HUB conecta vai ligar empresas e startups de diversos segmentos e locais. O evento será dividido em três momentos com diferentes enfoques e acontecerá nos dias 02 e 03 de novembro no palco que leva o seu nome, no Expominas, em Belo Horizonte. São esperadas mais de mil pessoas por dia, dentre estudantes, empresários, startups e profissionais das áreas de tecnologia, inovação e ensino que tenham interesse em formar parcerias, expandir e internacionalizar os negócios. A programação é gratuita mediante inscrição no site http://finitmg.com.br/inscreva-se/inscricao-arena-de-negocios/.

A partir das 09h30 do dia 02 de novembro, o HUB Conecta Talentos promete gerar muitos negócios. Uma parceria com a Gama Academy, a ação é voltada para contratações, de forma a conectar startups e potenciais talentos no mercado de trabalho. No mesmo dia, às 14h, acontece o HUB Conecta Mercado, que visa identificar desafios enfrentados pelas empresas em geral, conectando-as com startups que possam prover soluções esses desafios. Dentro da programação, ainda terá o HUB Conecta Governo, exclusivo para convidados. O evento tem o propósito de conectar startups com os órgãos do Governo do Estado de Minas Gerais, de modo a promover uma sinergia entre os ecossistemas e, por intermédio da Prodemge, que as startups possam ofertar e implantar soluções inovadoras para a gestão pública do estado.

No dia 03, a FINIT receberá, a partir das 10h, o HUB Conecta: Conexão Minas Mundo. Idealizado pela AC Minas e pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sedectes), o evento visa estreitar parcerias internacionais e apresentar cases de relações já estabelecidas por empresas mineiras com outros países. Este será o momento ideal para conhecer a cultura de negócios de outras nacionalidades, sendo uma excelente oportunidade para que os parceiros brasileiros possam aprender ainda mais sobre como negociar com suas nações de interesse, além de ficarem por dentro das expertises de cada um e das possibilidades de parceria. Já estão confirmados países como Israel, Uruguai, Canadá, França, dentre outros.

HUB MINAS DIGITAL
Um projeto da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sedectes), o Hub Minas Digital tem sede no prédio Rainha da Sucata, no Circuito Liberdade. Com obras em fase de conclusão, ele será um ponto de referência para a disseminação da cultura empreendedora, da ciência e da inovação no estado. Os 1.460 metros quadrados de área construída serão palco de muitos projetos, descobertas, eventos, aprendizado e amadurecimento de ideias, abrigando em seus três andares empresas de base tecnológica com soluções para diversos segmentos.

SOBRE A FINIT
Depois do grande sucesso de sua primeira edição em 2016, a FINIT (Feira Internacional de Negócios, Inovação e Tecnologia) retorna este ano ao Expominas, em Belo Horizonte, ainda maior e com mais conteúdo. A Feira vai reunir, em um só lugar, grandes e consolidados eventos e palestrantes nacionais e internacionais, além de um público bem diverso, composto por startups, empresas, estudantes, pesquisadores, empreendedores, profissionais da área de tecnologia e demais interessados. A FINIT abrigará, na edição de 2017, a segunda Campus Party Minas Gerais; aArena de Negócios, que promete conectar grandes empresas e startups; a Arena Experience, que vai promover uma série de atividades de divulgação científica por parte de centenas de instituições nacionais; e a Arena Criativa, um ambiente dedicado à criatividade e a inovação. A FINIT é uma iniciativa pioneira realizada pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sedectes).

Tags, , ,

Workshop discute panorama das fintechs no Brasil

O cenário atual de grandes transformações digitais está, cada vez mais, fortalecendo o crescimento das fintechs – startups do setor de finanças que aliam seus serviços à tecnologia. Levando em conta como esse movimento está mudando a maneira de consumir crédito, o Workshop ‘Fintechs: Uma força transformadora para o financiamento das empresas brasileiras?’, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), propõe debater as novas possibilidades e os desafios desse modelo inovador de negócio, que busca oferecer alternativas de financiamento mais práticas e com custos menores.

O evento acontece no dia 1 de novembro, em Brasília (DF), e abre os debates com o Painel ‘Qual o potencial das Fintechs no mercado de crédito brasileiro?’, que tem como palestrante convidado Dan Cohen, CEO da fintech F(x) – leia-se FdeX –, que conecta empresas que buscam crédito a fontes de financiamento. A apresentação também vai contar com a participação de José Prado Villela dos Reis, fundador do Conexão Fintech e diretor executivo da Associação Brasileira de Fintechs, e Ciro Magalhães M. Jorge, gerente de relacionamento institucional do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), entre outros.

“É um imenso prazer poder fazer parte deste evento e debater um assunto tão importante para a economia brasileira. Hoje, vivemos um momento de transformação, com as pessoas buscando novas formas de consumo que facilitem o seu dia a dia e tragam mais benefícios com menos burocracia. E é exatamente isso que as fintechs são capazes de oferecer”, comenta o CEO da F(x) sobre o grande potencial de crescimento dessas startups.

Serviço:

Painel I – Qual o potencial das Fintechs no mercado de crédito brasileiro?

Data: 1 de novembro de 2017
Horário: das 10h às 11h

Workshop Fintechs: Uma força transformadora para o financiamento das empresas brasileiras?

Data: 1 de novembro de 2017
Horário: das 8h30 às 12h30
Local: Sede da CNI (Confederação Nacional da Indústria) – Edifício Roberto Simonsen – SBN Quadra 1, Bloco C – Salão de eventos, S2 – Brasília (DF)
Mais informações: http://www.portaldaindustria.com.br/cni/eventos/

Tags, , , , , , ,

Salesforce investe US$ 50 milhões para incentivar empresas a gerarem mudanças sociais positivas

A Salesforce, líder global em CRM, acaba de lançar o Fundo de Impacto da Salesforce Ventures (grupo de investimentos corporativos da empresa). O novo fundo vai acelerar o crescimento de empresas que usam tecnologia Salesforce para enfrentar desafios relacionados ao desenvolvimento da força de trabalho, igualdade, sustentabilidade e setor social.

Fundo de Impacto da Salesforce vai impulsionar empresas e gerar mudanças positivas

A Salesforce acredita que as empresas podem ser plataformas poderosas para mudanças e está comprometida com os interesses de clientes, parceiros, funcionários, investidores, comunidades e, também, com o meio ambiente. “Na Salesforce, o compromisso de fazer o bem é parte do nosso modelo de negócios desde que criamos o pioneiro modelo 1/1/1. Com o Fundo de Impacto da Salesforce, apoiamos uma nova geração de startups focadas em mudanças sociais positivas”, finaliza Suzanne DiBianca, vice-presidente executiva de relações corporativas e Chief Philantropy Officer da Salesforce.

A Salesforce Ventures encontra-se em uma excelente posição para catalisar o crescimento de organizações cujos produtos e soluções beneficiam a sociedade em quatro áreas principais:

●Desenvolvimento da força de trabalho: empresas que possibilitam acesso igualitário à educação para preparar alunos e a força de trabalho para os empregos do futuro.

●Igualdade: empresas que desenvolvem ferramentas para promover oportunidades iguais e empoderamento econômico a mulheres e outras minorias.

●Sustentabilidade: empresas que criam melhor acesso a energia limpa, aumentam a eficiência de recursos e aprimoram o desempenho da cadeia de fornecimento.

●Setor social: empresas que ampliam o impacto de organizações não governamentais e sem fins lucrativos por meio da tecnologia, aumentando a eficiência e a transparência.

O Fundo de Impacto da Salesforce se baseia em investimentos anteriores de empresas que geraram mudanças sociais positivas, e se alinha com o estatuto da Salesforce Ventures de investir estrategicamente em organizações que usam a Salesforce Platform, entregando recursos exclusivos para seus clientes.

Entre as primeiras beneficiadas do fundo estão:

●Angaza: plataforma líder em SaaS (Software-as-a-Service, software como serviço) que permite a fabricantes e distribuidores desenvolver produtos com energia limpa de forma econômica para um bilhão de clientes sem acesso à rede de distribuição.

●Ellevest: plataforma de investimento desenvolvida para mulheres que querem acabar com a diferença entre os sexos nos investimentos.

●Hustle: plataforma peer-to-peer de mensagens de texto que permite a ONGs, instituições educacionais e grupos de interesse se conectarem com doadores e eleitores em escala.

●Viridis Learning: plataforma SaaS para capital humano que usa aprendizagem automática e lógica analítica preditiva para facilitar a descoberta da carreira, criando trajetórias profissionais e alinhando o ensino às necessidades da força de trabalho atual.

A Salesforce Ventures está entre os principais grupos de capital de risco do mundo

A Salesforce Ventures, grupo de investimento corporativo da Salesforce, investe na última geração de tecnologia corporativa para ampliar o alcance da Plataforma Inteligente de Sucesso do Cliente da Salesforce e conectar as empresas aos seus usuários de forma inovadora. Focada no desenvolvimento do principal ecossistema de computação em nuvem, ela é a investidora mais ativa da lista Forbes Cloud 100. Ela também está entre as quatro investidoras de capital de risco mais ativas da CBInsights há quatro anos.

As empresas do portfólio recebem financiamento e acesso ao maior ecossistema de nuvem do mundo, além da orientação dos executivos e profissionais inovadores da Salesforce. Com a Salesforce Ventures, as empresas do portfólio têm acesso à experiência da Salesforce com filantropia corporativa. Elas podem se juntar à Pledge 1% e agregar a prática de retribuir aos seus modelos de negócios. A Salesforce Ventures já investiu em mais de 250 startups de nuvem corporativa em 14 países desde 2009.

Tags, , ,

Toronto sediará hub global de inovação urbana da Alphabet

A SideWalk Labs, empresa do grupo Alphabet e que atua na promoção de cidades mais inteligentes, eficientes e adequadas para os cidadãos, junto a Google e outras corporações que estão na vanguarda da revolução tecnológica no mundo, acaba de firmar parceria inédita com o Waterfront Toronto, organização responsável pela administração e revitalização da zona portuária da principal cidade da província de Ontário, no Canadá.

O projeto, chamado “SideWalk Toronto”, se propõe a pensar e implementar na região dos portos ao leste da cidade tecnologias que apoiem um desenvolvimento urbano sustentável, conectado e focado nas pessoas. A SideWalk Labs se comprometeu a investir US$ 50 milhões na região, que conta com 350 hectares. A Waterfront Toronto, por sua vez, recebeu C$ 1,25 bilhão em investimentos dos governos municipal, provincial e federal, destinados a melhoria de infraestrutura da comunidade.

A partir do próximo ano tem início o planejamento e processo de consulta pública que debaterá as inovações a serem implantadas em áreas como mobilidade, moradia, economia e governança local, lazer, destinação de resíduos, energia e segurança, entre outros temas.

Esse é um importante passo para testar novas tecnologias e pensar em um modelo de desenvolvimento urbano sustentável, que servirá como exemplo para ser reproduzido em larga escala globalmente.
Saiba mais em: Sidewalk Toronto

Tags, , , , , ,

GFT implementa estratégia Digital do Banco Sabadell

A aliança cobre uma ampla gama de serviços dentro da estratégia de transformação digital do banco. “O Banco Sabadell e a GFT desfrutaram de uma história de sucesso conjunta com base na confiança mútua desde 2001. Além disso, a nossa expertise aliada ao entendimento do negócio do segmento financeiro nos dá condições de oferecer exatamente o que nossos clientes precisam”, afirma Marika Lulay, CEO da GFT.

“Há 16 anos a GFT tem sido uma parceira de TI de confiança para nós. Somado a isso, a equipe da companhia demonstrou o conhecimento e compromisso necessários para nos apoiar em um projeto altamente complexo, que foi a integração do TSB Bank ao nosso Grupo. Agora, confiamos novamente na GFT para nos apoiar na implementação da nossa estratégia digital em todo o Grupo”, afirma Miguel Montes, managing director do Banco Sabadell.

A confiança demonstrada pelo banco, segundo Marika, encoraja a companhia a acompanhar os bancos internacionais em suas iniciativas de transformação digital. “Nosso objetivo é desenvolver soluções que estão na vanguarda do mercado, oferecendo a mais alta qualidade e confiabilidade”, explica ela.

A colaboração entre o grupo Banco Sabadell e GFT ocorre desde 2001. Um dos projetos mais recentes foi a integração do TSB Bank Group. Em março de 2015, o Banco Sabadell anunciou a aquisição desse grupo britânico e a integração de TI foi um elemento estratégico. Com um orçamento de 450 milhões de libras, mais de 1,4 mil especialistas em TI trabalham neste projeto até dezembro de 2017. Como um parceiro de TI de longa data, a GFT também se qualificou para várias áreas do projeto TSB, como Mobile App, Gestão de Hipotecas e Empréstimos, Gerenciamento de Dados do Cliente e Arquitetura Front-end. Cerca de 300 especialistas da GFT de diferentes locais no Brasil, Espanha, Polônia e Reino Unido estão envolvidos nesse projeto, trabalhado em paralelo com dez tecnologias diferentes e aplicações altamente complexas.

Segundo o managing director Latam da GFT, Marco Santos, o acordo de colaboração traz novas oportunidades para projetos de longo prazo relacionados à transformação digital e, para uma companhia com cultura global como a GFT, estas oportunidades também se abrem ao grupo. “Hoje, por exemplo, temos cerca de 40 profissionais trabalhando em projetos do Sabadell a partir do Brasil. Além disso, a GFT planeja contratar 50 profissionais brasileiros para atuar na Espanha até o final do ano para atender à crescente demanda de projetos de Tecnologia da Informação oriundos de instituições financeiras internacionais”, finaliza Santos.

Tags, , , , ,

45% das empresas brasileiras possuem alto grau de exposição à riscos de corrupção, aponta pesquisa da Protiviti

Após três anos da promulgação da Lei Anticorrupção, que pune empresas por manobras ilícitas, a maioria das companhias brasileiras ainda apresentam baixo movimento para implementar controles rígidos de combate à corrupção e fraudes. A constatação é da última pesquisa realizada pela consultoria global Protiviti com 1417 participações. Segundo o levantamento, apenas 4% das organizações realizam um programa de compliance efetivo seguindo as principais diretrizes nacionais e internacionais, enquanto 45% destas organizações ainda estão com o nível de compliance baixo, em extrema situação de exposição a riscos de corrupção.

Dentre as razões da baixa aderência apontadas pelas empresas estão fatores como o desconhecimento de metodologias aplicáveis de compliance, a falta de conhecimento interno para garantir o cumprimento das leis que envolvem governança corporativa e a limitação orçamentária.

O cenário é preocupante, segundo a consultoria, porque somente 34% das instituições analisadas já mapearam os riscos de exposição depois da regulamentação da Lei Anticorrupção no País, enquanto apenas 36% adotaram processos de análise de terceiros (due dilligence) para identificar os eventuais riscos vindos de prestadores de serviços ou parceiros de negócios externos. Já 38% das empresas ouvidas para a pesquisa disseram que promoveram no último ano práticas de compliance somente por meio de treinamentos ou comunicados gerais.

Para Yaniv Chor, líder da Prática de Riscos & Compliance da Protiviti, apesar de haver um aumento de 81% pelo interesse no tema compliance em relação ao levantamento de 2016, os números da pesquisa sinalizam que a situação ainda é preocupante devido à necessidade de melhorar a qualidade dos elementos de compliance existentes nas organizações. “Muitas ações são realizadas de forma desordenada ou difusa nas empresas, sem uma estrutura adequada para consolidar ações e garantir a efetividade do programa”, completa o especialista.

Quanto às medidas de compliance mais usadas pelas empresas atualmente, a análise detectou que 66% das companhias disponibilizam um canal de denúncia como ponto de interação para os colaboradores relatarem atos ilícitos dentro da companhia. “Apesar de ser um elemento presente, 26% das empresas que possuem um canal de denúncia não possuem um processo formal de isenção na apuração, tratamento e registro das informações, o que torna o serviço ineficiente”, explica Chor.

Os outros dois elementos de combate à corrupção mais presentes nas empresas são o código de conduta, usado por 65% das instituições, uma vez que diversas empresas já possuíam este elemento, em decorrência de movimentos anteriores como por exemplo a Lei SOX, governança corporativa, gestão da ética, etc, e o manual de políticas e procedimentos internos próprios, implementado por 64% das companhias – no entanto, destas empresas, 49% afirmaram não possuir uma política específica sobre o tema “anticorrupção”.

Os dados da pesquisa “Nível de maturidade de compliance das organizações brasileiras” são originados do Portal de Compliance, um website no qual a Protiviti oferece às companhias a possibilidade de avaliarem gratuitamente seu nível de maturidade em Compliance e de aderência às melhores práticas de um programa de integridade, além de explicar, de forma pragmática, como desenvolver os 8 passos para um programa efetivo de Compliance. Todas as empresas interessadas em avaliar sua situação em relação à exposição a riscos e seu grau de maturidade em compliance podem acessar o website www.portaldecompliance.com.br.

O infográfico com os principais destaques do estudo pode ser acessado através do link www.protiviti.com/BR-por/risk-compliance/nivelmaturidade

Tags, , ,

Esqueça o HD! 4K chega para dominar – Por Samir Vani

Estamos apenas no começo da época em que as televisões em Full HD (1080p) estão se tornando tradicionais nas casas de milhões de brasileiros e, no entanto, já podemos falar de um salto enorme para a resolução 4k em telefones, tablets, televisores, Blu-ray e consoles de videogames, entre outros.

Para quem não está familiarizado com a evolução no mundo das telas, vale explicar que todo monitor ou televisor tem uma quantidade de pixels ou pontos que, em conjunto com a iluminação, criam uma imagem de certo tamanho. Quanto maior a resolução e pixels, mais nítidos serão os detalhes da imagem em tamanho maior.

Se compararmos a resolução 4k e 1080p (Full HD) em uma tela que fisicamente tenha a mesma medida existe quase o dobro de pixels concentrados em um mesmo espaço. Logicamente, isso se traduz em melhor qualidade de imagem. E cada vez mais está ao nosso alcance, dispositivos com câmeras que permitem capturar vídeos e imagens em 4K.

Atualmente existem vários desafios em relação a essa tecnologia, como a oferta de conteúdo e distribuição desse material. Sites como YouTube ou Vimeo já oferecem reprodução em 4K, mas muitas das conexões caseiras não têm a largura e banda suficiente para que a reprodução seja sem interrupções e mantenha a qualidade.

Pensado no futuro

Fabricantes que têm foco em equipamentos eletrônicos já investem no desenvolvimento de soluções 4K, tanto para televisores como para smartphones e tablets.

Além desses poderosos chipsets, já é possível encontrar tecnologias como a Imagiq, desenvolvida pela MediaTek, que traz grandes avanços nessa área, tanto para câmeras de alto desempenho quanto para telefones de menor preço.

Estas melhorias são aproveitadas por usuários que cada vez mais veem a necessidade de capturar momentos com melhor qualidade. Nas reuniões familiares todos buscam o melhor dispositivo para tirar a melhor fotografia, entre amigos sempre se procura o que “tenha o melhor telefone para que logo compartilhe a recordação em um grupo de WhatsApp, com isto a indústria sofre uma grande pressão para fornecer o melhor do melhor nos seus equipamentos.

No caso da resolução 4K, o fato de já existirem chipsets integrados que oferecem suporte e podem levar estas resoluções a telefone, monitores ou televisores, abre as portas para que o desenvolvimento desta tecnologia esteja disponível de forma ampla.

E, junto com resolução, também chegam oportunidades como a realidade virtual e realidade aumentada (que precisam de telas e câmeras que permitam a imersão das pessoas) e a evolução das câmeras para acompanhar o 4k.

Nos smartphones já é possível encontrar o “True 4K” (verdadeiro 4K), bem como outros avanços como a estabilização eletrônica de fotografias, as câmeras com duas lentes (dual camera), a redução do ruído e movimento em vários chipsets. Com isso, espera-se que, em breve, todos possamos ter maior acesso a esta tecnologia.

Afinal, conforme os dispositivos de VR, as câmeras com suporte para 4k e a distribuição de conteúdo melhorem, esta tecnologia irá se transformar cada vez mais em um padrão e, possivelmente, como o que ocorreu com o Full HD, se torne comum na vida de todos.

O mundo ainda está se preparando, mas como em tudo o que está relacionado à tecnologia, trata-se de uma evolução inevitável.

Samir Vani é country manager no Brasil da MediaTek, empresa multinacional que produz processadores para equipamentos como smartphones, TVs e dispositivos de Internet das Coisas

Tags, , , ,