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10 dicas para reduzir a taxa de rejeição no seu e-commerce – Por Thiago Mazeto

De que adianta seu site ser líder em visitas se isso não se traduz em vendas para você? Tão importante quanto a visibilidade, a taxa de rejeição é um índice primordial quando você precisa avaliar o desempenho do seu e-commerce. Contudo, pode não ser tão simples medir este indicativo, já que os motivos que levam um potencial cliente a abandonar seu site são os mais variados possíveis.

Entender a taxa de rejeição provê informações valiosas sobre seu público-alvo, a qualidade do seu conteúdo e que estratégias de marketing adotar para ter o melhor resultado possível. Desta maneira, preparamos 10 dicas de boas práticas que podem impulsionar seu negócio e reduzir a taxa de rejeição. Confira:

1) Capriche no conteúdo

Procure sempre ter conteúdos de valor para seu público-alvo, seja na sua landing page, blogs ou perfis nas redes sociais. Também é importante manter as informações atualizadas, mostrando aos mecanismos de busca e clientes que você acompanha o mercado e as suas novidades;

2) Preste atenção no layout

Não adianta ter o melhor e mais atual conteúdo na sua página se você entrega isso de uma forma esteticamente negativa. O layout deve sempre ser limpo e agradável, sem usar cores muito chamativas – reserve-as para os botões de Call To Action e outros elementos de destaques. Prefira também fontes sem serifas e que facilitem a leitura;

3) Navegabilidade é preciso

Menus escondidos, imagens e páginas que demoram muito para carregar. Os fatores que podem afetar a navegabilidade se apresentam de inúmeras formas e evita-los é de suma importância para reduzir a taxa de rejeição do seu e-commerce. Prefira plataformas leves e intuitivas para capturar a atenção do seu público;

4) Utilize práticas de SEO

O Search Engine Optimization (SEO) é uma poderosa ferramenta que pode colocá-lo à frente dos seus concorrentes. Sempre crie conteúdos otimizados para aumentar as chances da sua página aparecer em primeiro lugar nos sites de busca e capturar a atenção de clientes em potencial;

5) Mantenha o tráfego internamente

Sempre que possível, faça links internos que direcionam o internauta a outras páginas e conteúdos dentro do seu site. Desta forma, você mantém os visitantes por mais tempo dentro do seu e-commerce, aumentando as chances de convertê-los em clientes.

6) Evite links externos

Complementando a dica anterior, fuja ao máximo dos links que redirecionam para páginas externas. Obviamente, há momentos em que é necessário citar alguma informação de fonte externa, apenas se certifique de que o link seja aberto em uma nova aba.

7) Sugira produtos e faça comparativos

Outra forma de manter o visitante na sua página é oferecer recomendações e comparativos. Mostrar produtos semelhantes buscados por outros clientes é um método popular de sugerir um novo item e pode agradar quem está em busca de informações antes de efetuar uma compra.

8) Seja criativo com seus CTAs

Os Call To Action (CTA) são as chamadas que induzem o visitante a tomar alguma ação. Neste momento, ser criativo ajuda a fisgar a atenção do internauta. Use cores chamativas, botões flutuantes que acompanhem a rolagem da página e abuse dos mapas de calor para descobrir quais partes da sua página são mais visualizadas e saber onde posicionar seus CTAs.

9) Mapeie para facilitar

Seu site pode ter exatamente o que o visitante quer comprar, mas se ele não conseguir chegar até o produto, você perderá a venda. Por este motivo, é importante ter um mapa do site, que aponte exatamente onde está a informação ou item que ele deseja encontrar. Indexar seu mapa também é uma boa prática para aumentar a visibilidade nos sites de busca.

10) Fique sempre alerta

Mesmo tomando todas as precauções e seguindo essas dicas, influenciar a taxa de rejeição não é um trabalho do dia para a noite. É necessário estar sempre monitorando suas métricas para perceber em quais áreas é preciso focar mais seus esforços e quais ações surtiram efeito positivo.

Thiago Mazeto, Gerente de Marketing da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb

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Cinco startups para facilitar a vida de PMEs

Hoje, muitas startups oferecem serviços focados em pequenas empresas. De acordo com o Sebrae, as micro e pequenas empresas respondem por 27% do PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país, e por 57% dos empregos formais. Os dados revelam que há um mercado consumidor de produtos para PMEs bastante promissor às empresas que se interessam a atuar neste universo.

Conheça 5 startups que estão ganhando espaço no mercado com soluções voltadas para PMEs:

Eu Entrego

Com a missão de revolucionar o sistema de entregas brasileiro nasceu o Eu Entrego, um aplicativo que conecta pessoas e empresas à comunidade de entregadores independentes, oferece uma alternativa fácil, flexível e de baixo custo para levar ou trazer qualquer coisa de qualquer lugar 24 horas por dia, sete dias por semana. Ele é ideal para empresas que precisam realizar pequenas entregas durante o dia. “Somos uma solução para questões logísticas, facilitando a realização de entregas durante o dia-a-dia”, explica João Paulo Camargo, CEO e cofundador do Eu Entrego.

Equals – Gestão Financeira Inteligente

Sabendo que fluxo de caixa saudável representa negócios mais saudáveis a Equals, especializada em gestão e conciliação de vendas com cartões de crédito e débito, possui um app de sua plataforma para controle das transações realizadas. Com ele, o executivo tem total controle dos recebíveis, possibilitando um aumento considerável na produtividade e uma grande redução de perdas. Além disso, funciona em tempo real, permitindo visualizar e resolver problemas no mesmo instante em que eles aparecem – sem comprometer o controle do fluxo de caixa. “Oferecemos aos nossos clientes um entendimento maior de tudo o que se passa com as finanças de sua empresa, levando a informação onde o gerente financeiro estiver – dentro ou fora do escritório”, comenta Fabrício Costa, CEO da Equals.

F(x)

A F(x) – lê-se “efe de xis” – surgiu com objetivo de aproximar empresas que precisam de financiamento dos bancos e fundos que desejam conceder crédito. As companhias precisam informar dados simples do negócio, como faturamento e segmento, enquanto os investidores criam um perfil de crédito com as condições do financiamento, como prazos e garantias. Um algoritmo dentro da plataforma da empresa realiza o match ao localizar interesses em comum e faz a primeira aproximação entre as partes para começar a negociação. “Facilitamos a busca das companhias por crédito e aproximá-los de melhores condições de financiamento. Conosco, isso acontece rapidamente para as duas partes envolvidas”, comenta Dan Cohen, financista e cofundador da F(x).

NFe Cloud

Após o pagamento de uma pesada multa por não arquivar corretamente as Notas Fiscais eletrônicas de sua companhia, Alison Flores, empresário do ramo de confecção decidiu criar a NFe Cloud, tecnologia para armazenamento de NFes em nuvem. A aplicação realiza de forma simples a consulta, gestão, localização e download de NFes na nuvem, e é integrada aos ERPs (sistemas para gestão empresarial) e aos sistemas das Secretarias Estaduais da Fazenda – SEFAZ, para monitoramento dos status em tempo real. “Temos clientes em diversos segmentos; de postos de gasolina a papelarias, de siderúrgicas a lojas de games. Independentemente do setor, toda empresa tem a obrigação de arquivar suas notas de entrada e saída. Porém, as pequenas empresas muitas vezes não fazem esse controle, seja por desconhecimento ou por falta de estrutura interna para fazer à gestão de Notas Fiscais. Nossa tecnologia é acessível e recomendada a todas”, explica Alison.

Tecvidya

Criada em 2012, ela aposta no potencial do mercado de web vídeos para criar produtos e serviços. A menina dos olhos da empresa é o aplicativo Lynx, que foi criado a partir de um vasto estudo de mercado e público, que as PMEs podem fazer uso como um canal de comunicação em vídeo de baixo custo, ou mesmo como um sistema de monitoramento 100% conectado à web. “Temos funcionalidades que faltam nos concorrentes, como a possibilidade de embed code em websites e o envio de notificações para outras plataformas além do Facebook e do Twitter, como, por exemplo, o WhatsApp e o LinkedIn”, ressalta Rafael Multedo, CEO da Tecvidya. Segundo ele, o app faz transmissão em vídeo ao vivo, e é pioneiro do tipo em plataformas mobile no Brasil, com mais de 15 mil usuários ativos, propondo-se a criar uma “rede social” de WebTVs.

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Banco BMG usará assistente virtual da Plusoft para atender clientes online

A Plusoft, empresa brasileira pioneira e líder no desenvolvimento de soluções multicanais para o relacionamento com clientes, anuncia sua parceria com o Banco BMG para ampliar a oferta de canais digitais da instituição financeira. Por meio da implementação do Assistente Virtual Inteligente (AVI), o banco irá reduzir o número de chamadas por telefone e oferecer mais opções de atendimento para os seus usuários na Internet.

O AVI é uma plataforma de chat robotizado projetada para interagir com clientes por meio de um avatar. Desenvolvida pela Virtual Interactions, empresa do Grupo Plusoft, a ferramenta é capaz de atender os consumidores sem a necessidade de um agente humano de relacionamento. “Queremos oferecer uma opção de atendimento 24h que permita que o usuário sane suas dúvidas e faça solicitações. Escolhemos a plataforma da Plusoft porque ela também se conecta com os sistemas legados do banco, o que garante uma interação com o cliente personalizada com base na análise de dados de cada pessoa”, explica Flávio Oliveira, Gerente de Atendimento ao Consumidor do Banco BMG.

Segundo o executivo, atualmente, cerca de 1,4 milhão de atendimentos é realizado por telefone por mês, sendo que 65% são efetuados pela Unidade de Resposta Audível (URA), ferramenta telefônica em que o consumidor utiliza o autosserviço por meio da discagem de números. “Com a implementação do AVI, a meta é que mais de 80% das solicitações dos clientes sejam resolvidas sem a necessidade de contato com um atendente”, informa Oliveira.

De acordo com Guilherme Porto, CEO da Plusoft, com o Assistente Virtual Inteligente, ficará ainda mais fácil para o usuário do BMG solucionar suas demandas pela Internet. “Além de reduzir custos, nossa tecnologia trará ganho na satisfação dos clientes, já que todas as dúvidas serão respondidas com mais agilidade”, diz.

O Banco BMG é cliente de outros serviços do Grupo Plusoft há quinze anos. A instituição utiliza desde 2001 a solução Plusoft CRM, tecnologia para gestão de relacionamento com clientes, seja por e-mail, telefone, chat ou outros canais. O banco ainda implementou, há três anos, a iCustomer, solução da Plusoft para monitoramento, análise e interação nas redes sociais.

“Sem essas tecnologias, não conseguiríamos fazer o gerenciamento de toda a atividade de interação que temos com os nossos clientes. Esse processo de relacionamento com o consumidor cresceu muito no banco nos últimos quinze anos e a ferramenta da Plusoft foi decisiva para que essa ampliação ocorresse de maneira consistente. Hoje, somos posicionados como uma das empresas que mais respeita o consumidor no Brasil, conforme apontou a última pesquisa da Shopper Experience promovida pelo Grupo Padrão”, ressalta o Gerente do BMG.

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A logística pode determinar o sucesso de vendas do seu e-commerce durante o Natal

Com a aproximação do Natal, uma das datas mais importantes para o comércio, onde as pessoas são incentivadas a comprar itens para uso pessoal ou para presentear, é importante que as empresas tenham a atenção necessária durante todo o processo logístico para que os seus consumidores fiquem satisfeitos após as compras. Grande parte das pessoas que não aproveitaram os descontos da Black Friday certamente utilizarão o Natal para adquirir produtos que desejam, ainda mais com o 13º salário já disponível para os trabalhadores brasileiros, deixando-os mais dispostos para saírem em busca dos produtos que tanto desejam.

A melhor data para o varejo deve ser, também, a melhor época de vendas para as lojas virtuais. Segundo o site E-bit/Buscapé, o e-commerce faturou no Natal do ano passado R$ 7,40 bilhões, com um tíquete médio de R$ 420 por consumidor. Para esta temporada de compras, as expectativas também são otimistas, apesar do cenário econômico atual do país. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 32% dos consumidores realizarão as compras de Natal via e-commerce, apresentando um leve aumento em relação ao ano passado (30,3%).

Organização é a principal aliada durante a expedição dos produtos

Hoje em dia, o Natal tem um volume de compras muito similar com a Black Friday e os cuidados que o empresário deve ter são os mesmos, principalmente por se tratar de uma data emotiva, onde as pessoas aguardam os presentes. Se algum processo falhar e o produto não chegar a tempo, com certeza a empresa ficará com uma imagem negativa. De acordo com o CEO da SHL Logística, Roberto Hoffmann, as lojas virtuais devem ter uma atenção maior durante esse momento onde as vendas crescem consideravelmente. “O volume de vendas nesta época do ano é grande, mas não é concentrado em apenas uma data específica. Existe um aumento do dia 10 ao dia 20 de dezembro e a organização é a palavra-chave. Todo e-commerce, independente do porte, deve ter um estoque controlado, sabendo exatamente os produtos que estão disponíveis. Também é fundamental ter uma noção exata de suas capacidades, como os prazos de expedição dos produtos, pois não adianta oferecer prazos, sendo que não conseguirão cumprir. Todas as lojas devem saber qual a real capacidade de atendimento e expedição. ”

É muito comum as faltas de organização em algumas lojas virtuais, principalmente nas pequenas, pois muitas vezes não realizam o processo com início, meio e fim, o que ocasionará atrasos que poderão comprometer a entrega do produto dentro prazo. Quando existe uma metodologia para guiar o processo, fica mais difícil ocorrer um erro. “Todos devem ter em mente que precisam organizar uma fila para saber onde devem começar e quais os produtos são prioridades. Por exemplo, se a entrega é feita via Sedex, o comerciante sabe que o prazo é de dois dias para entrega e, por esse motivo, esses produtos devem ser operados primeiro. O que acontece normalmente nos e-commerce menores é justamente a falta de visão do início ao fim, sem planejamento, fazendo com que o produto não seja enviado no dia combinado. Essa situação resultará em um ciclo de fatores externos que irão interferir na operação. Com uma gestão de estoque, é possível ter a certeza que não acontecerá nenhum problema operacional, executando uma boa prática em todo o processo, seguindo as etapas corretamente”, ressalta Roberto.

Os consumidores estão mais exigentes e conhecem os seus direitos

O Natal de 2016 tende a ser diferente dos anos anteriores em termos comerciais, principalmente quando nos referimos às informações que os consumidores buscam a cada compra eletrônica. Hoje em dia, todos têm acesso aos dados de pagamento, envio e entrega, seja pelo computador, tablet ou celular. Por essa razão, as informações devem estar presentes para todos os envolvidos no processo de separação, expedição e, claro, para o cliente. Não adianta manter os dados retidos somente em uma ponta. É de extrema importância possuir um fluxo de informação.

Quem quer vender no Natal mas não possui um nível de informação suficiente, terá dificuldade. A pressão por parte dos clientes sobre as informações é muito grande atualmente, já que eles estão cada dia mais exigentes e têm amplo conhecimento sobre os seus direitos. “Hoje as pessoas que compram sabem até onde podem ir para conseguir as informações necessárias para que seus direitos de consumidores sejam garantidos. É preciso que toda a equipe da empresa de vendas esteja atenta aos detalhes logísticos, com completo conhecimento sobre o produto que está vendendo. Dessa forma, evitará o stress caso ocorra alguma falha no processo, ocasionando reclamações que podem prejudicar a empresa, tanto financeiramente como em relação à sua imagem no mercado”, finaliza o CEO.

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Stefanini completa 20 anos de operação na Argentina e cresce 40% em 2016

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, comemora 20 anos de atuação na Argentina, sendo a primeira filial da companhia fora do Brasil. Apesar das taxas de inflação acima de 25% ao ano e da retração do câmbio, a Stefanini manteve sua visão de longo prazo e continuou investindo na região, o que permitiu crescer 40% em 2016.

Atualmente, a subsidiária argentina conta com 300 funcionários e 44 clientes ativos, que são atendidos pelos escritórios de Buenos Aires e Córdoba. “A Stefanini Argentina tornou-se um fornecedor bem-sucedido nas operações de TI e nos processos de negócios com clientes internacionais, mantendo o mesmo nível de qualidade e atendimento, independente do tamanho da empresa”, afirma Marcelo Ciasca, CEO da Stefanini na América Latina.

Para o próximo ano, a Stefanini Argentina espera manter seu crescimento de forma sustentável. “Nossa expectativa é positiva porque o país atingiu um padrão elevado na oferta de soluções de infraestrutura, internet de alta velocidade, penetração dos smartphones e utilização das redes sociais, beneficiando a indústria da terceirização”, comenta Ciasca.

De acordo com Damian Mendez, diretor geral da operação na Argentina, a Stefanini possui vasta experiência no fornecimento de soluções neashoring, alavancando operações maduras de prestação de serviços em todo o continente americano. “O fuso horário da Argentina tem pequena diferença do fuso de Nova York, o que facilita ajustes de turnos para coincidir com a carga horária de trabalho dos clientes”, ressalta.

“Queremos que o cliente tenha a mesma experiência, independente de onde o contrato foi fechado. Nossa meta é que ele nos reconheça, cada vez mais, como um parceiro estratégico, capaz de oferecer soluções inovadoras que poderão transformar seus negócios, garantindo maior eficiência operacional, menos custos e uma experiência diferenciada em todos os países em que atuamos”, enfatiza Marco Stefanini, CEO Global do Grupo Stefanini.

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Só no futebol? – Por Reinaldo Yocida

Na América Latina, notícias sobre a adoção de soluções tecnológicas em clubes de futebol despertam o interesse de torcedores e do mercado. Grandes times, como o River Plate, na Argentina; o Palmeiras, no Brasil, ou mesmo clubes de menor porte, como o do Botafogo de Ribeirão Preto (SP), já aderiram, usufruindo resultados positivos em sua gestão e análise do esporte.

Quinze anos atrás, o cenário era bem diferente. O uso de análises no Esporte ainda era algo estranho para o mercado. Até que os times começaram a vencer com a adoção do Big Data. Treinadores, jornalistas, empresas esportivas e profissionais de todas as áreas ligadas ao esporte acordaram para a nova estratégia. Hoje, estádios em todo o mundo usufruem de soluções tecnológicas complexas, mas de simples adoção e uso, que tornam não apenas o jogo mais competitivo mas também mais atraente para os torcedores, com informações online e muita interatividade. E proporcionam rentabilidade com soluções de e-commerce e ofertas personalizadas.

O que poucos ainda percebem, no Brasil, é que o futebol não é o único Esporte que pode usufruir desse versátil “120 jogador” em seus times. A tecnologia pode otimizar o desempenho de várias outras modalidades, melhorando a gestão de equipes, planejamento de treinamentos, gestão da condição física dos jogadores e a própria visão do desempenho.

Soluções de análise de dados proporcionam inúmeros benefícios, sob várias perspectivas. Os treinadores ganham em assertividade no preparo de treinos (customizados) para os atletas, avaliação de desempenho, desenvolvimento de programa de prevenção de lesões, gestão logística e engajamento das equipes, entre outras vantagens. Aplicativos também podem estimular o compartilhamento de interesses relacionados ao Esporte nas mídias sociais, permitindo que os torcedores acompanhem os jogos de onde estiverem, a partir de qualquer dispositivo, recebendo informações online e real time.

Basquete, Tênis, Vela, Hockey, são apenas algumas das modalidades para as quais já existem ferramentas de alta tecnologia – e simples aplicação – para otimização de seus resultados, o que aumenta o interesse de seus torcedores e estreita o relacionamento com os fãs. Novos sites, com informações detalhadas (associando vídeos e estatísticas) sobre as equipes e jogadores favoritos fazem sucesso em organizações como a NBA, que aumentou seu número de pageviews em 63% já na temporada 2014-2015. Na WTA (Associação de Tênis Feminino), desde 2014, softwares que proporcionam análises de desempenho de tenistas tanto em tempo real quanto após as partidas e aplicativos móveis engajam os torcedores oferecendo tudo que eles precisam saber sobre os eventos e conteúdos exclusivos.

Esportes marítimos também podem ganhar com a tecnologia. A seleção alemã de Vela adotou uma solução que permite aos velejadores analisar com precisão seu desempenho na água para se prepararem melhor. Os espectadores das regatas, por sua vez, acompanham as disputas em mar aberto em imagens 2D e 3D em tempo real, o que dá ainda mais vida aos comentários da TV além de poderem assistir ao evento online on-line, em dispositivos móveis ou em telões no local.

Para os que ainda acreditam que a tecnologia representa apenas gastos com investimentos sem retorno, o aplicativo lançado no início deste ano pela equipe alemã de Hockey, Adler Mannheim, demonstra que ela pode ser uma grande aliada para geração de novos fluxos de receita. A solução oferece vendas on-line de ingressos, merchandising, consumo de alimentos e bebidas e dados contextuais em tempo real, recompensando os torcedores com pontos de fidelidade para cada compra, além de fornecer informações, estatísticas, live ticker e posts de mídias sociais.

O cardápio de Esportes é imenso. E soluções de análise de dados e aplicações em nuvem podem dar mais sabor a esse universo. O futuro, com certeza, é dos atletas, equipes e instituições esportivas digitais.

Reinaldo Yocida, vice-presidente de vendas de soluções analíticas da SAP Brasil

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ngena recebe parceiro latino-americano

Criada em fevereiro de 2016, durante o Mobile World Congress, a ngena (Next Generation Enterprise Network Alliance) está ampliando suas parcerias, chegando agora à América do Sul. A aliança acaba de confirmar a adesão da Neutrona Networks, companhia de telecomunicações sediada em Miami, que está se tornando um parceiro oficial da aliança.

A ngena nasceu da união de companhias líderes globais de telecomunicações, cada uma muito bem posicionada em sua região e com vaste experiência no mercado corporativo. O objetivo da aliança é fornecer aos seus clientes uma rede global que seja, além de segura, flexível e fácil de customizar e gerenciar.

A iniciativa partiu de quatro grandes players globais: CenturyLynk, o maior operador de fibra dos Estados Unidos; Reliance Jio, que está construindo uma rede que vai integrar 18 mil cidades na Índia; SK Telecom, a maior operadora de telecomunicações da Coreia do Sul; e a Deutsche Telekom, maior provedor europeu de serviços de telecomunicações.

“Durante nossa busca por um parceiro que pudesse atender o mercado latino-americano com uma solução one-stop, queríamos a melhor e mais eficiente operadora nessa área. Encontramos a Neutrona Networks como a melhor escolha para a ngena e seus parceiros por conta de sua extensa cobertura, alta qualidade e desempenho”, afirma Marcus Hacke, diretor geral da ngena. O novo parceiro foi recebeu recentemente o Capacity Media Awards como “Melhor Operadora da América Latina”.

“O foco da Neutrona em prover uma experiência superior aos seus clientes e ao nosso ecossistema de redes integradas na região latino-americana traz funcionalidades únicas para a ngena”, diz Mateo Ward, CEO da operadora. “Nós trazemos a confiabilidade que os parceiros da aliança demandam para atender o mercado formado por grandes corporações. É a perfeita combinação de cobertura, qualidade, agilidade e inovação demandadas para a criação de soluções globais”.

Desde sua criação, a ngena vem negociando a adesão de 20 novos parceiros em todo o mundo, complementando seus planos de entrar em operação no primeiro trimestre de 2017. Recentemente, a aliança anunciou também a entrada da PCCW Global, companhia de telecomunicações sediada em Hong-Kong, ampliando sua atuação também para o mercado asiático.

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Natal: a importância de se preparar para vender mais e atender os clientes

Já se sabe que as datas festivas aumentam as oportunidades de vendas, tanto dos comércios físicos como das lojas virtuais. O Natal é, por excelência, a data que potencializa o consumo, uma vez que uma de suas atividades principais – além de se tratar de uma comemoração religiosa – é presentear os entes queridos.

Segundo a Ebit, para este Natal, as vendas devem ser R$ 1 bilhão maior do que em 2015, o que representa um crescimento nominal de 14% para este final de ano. Sendo assim, como se preparar para vender mais e, também, prezar o melhor atendimento ao cliente? Os especialistas da plataforma de e-commerce Nuvem Shop recomendam:

Potencializar a visibilidade: assim como em todo o resto do ano, é importante ter um bom posicionamento orgânico em ferramentas de busca na internet (SEO). No Natal e Ano Novo, este aspecto se mantém, mas deve-se prestar maior atenção a certas palavras chave sazonais. É possível que muitos clientes em potencial busquem termos como: “liquidação em presentes”, “presentes baratos”, “ideias de presentes”, “presentes de natal originais”, entre outros. Detectar essas palavras chave e utilizá-las na hora de gerar conteúdo pode aumentar a probabilidade de ter a loja nos primeiros resultados de uma busca.

Planejar e organizar as ações: as datas festivas implicam em uma série de atividades, gestões e campanhas específicas. Preparar o material com antecedência, assim como as promoções, é essencial. Criar um calendário e agendar cada uma destas atividades permitirá explorar ao máximo a criatividade e bolar com antecedência as melhores propostas para o público.

Oferecer um e-commerce responsivo: as pessoas, hoje em dia, tem cada vez menos tempo para sentar à frente de um computador. A tendência é buscar e comprar através dos celulares e/ou tablets. Sendo assim, é indispensável contar com um design responsivo, o qual se adapte à navegação de qualquer dispositivo móvel. Segundo uma pesquisa da GBSN research, a maioria dos consumidores utilizará dispositivos móveis para as pesquisas das compras de Natal.

Implementar um checkout confiável: é importante analisar quantos clientes entram na loja e saem sem comprar. Caso a taxa de abandono esteja acima de 55% está na hora de repensar algumas questões: O checkout inspira confiança? Os meios de pagamento e envio estão visíveis e são claros? O cliente sabe de todos os custos que terá?

Melhorar a segurança: segurança é um item que define uma compra. Oferecer dados de contato, citar um endereço físico e mostrar testemunhos de clientes são algumas das táticas para melhorar este aspecto.

Potencializar a experiência de compra: além de oferecer um produto atrativo através de uma loja bem posicionada, há fatores que permitem se diferenciar e melhorar a experiência do usuário. Se destacar através de uma embalagem especial para a ocasião, realizar o envio dos produtos antes de determinada data, estabelecer políticas de devolução claras e visíveis e adicionar presentes ou promoções às compras efetuadas podem ser incentivos especiais para aumentar a satisfação e fidelizar o consumidor.

Gerar campanhas de marketing online: para alguns, pode ser algo óbvio e para outros um mundo ainda desconhecido. O certo é que gerar campanhas de marketing online é um recurso efetivo e alcançável para todos. Algumas formas de fazer uma campanha efetiva é construir e categorizar uma base de dados, onde se envie newsletters, analise medidas, trabalhe estratégias de SEO e crie conteúdos para blog e redes, entre outras coisas.

Intensificar as redes sociais: antes das datas especiais, os seguidores devem estar mais ativos que o habitual. Por isso, é um bom momento para incentivá-los a compartilhar conteúdo, encorajar a participação através de hashtags, compartilhar vídeos e implementar anúncios patrocinados no Facebook. As opções são infinitas e, por este motivo, a criatividade é um grande aliado para a geração de conteúdo atrativo.

Priorizar e reforçar a atenção ao cliente: é importante ressaltar que atender ao cliente não é algo circunstancial e deve estar dentro das prioridades durante todo o ano. Entretanto, em épocas de celebração é natural que o tráfego e as consultas aumentem. Portanto, deve estar previsto reforçar a capacidade de resposta e suporte nesse contexto. Se necessário, é importante analisar a possibilidade de contratar recursos extras para assegurar uma atenção ainda mais especial.

Antecipar-se ao aumento da demanda e preparar estrategias de marketing permite explorar ao máximo as oportunidades de venda e oferecer uma atenção excelente.

Ainda com dúvidas? Clique aqui e acesse um e-book criado especialmente para essa época do ano, repleto de dicas para te ajudar a ter ainda mais sucesso com as vendas no Natal.

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GS1 Brasil lança “Índice de Atividade Industrial”

A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil inova ao criar o “Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial”, para medir a intenção de lançamento de novos produtos no Brasil a partir dos pedidos de códigos barras pelas empresas. Desenvolvido em parceria com a 4E Consultoria, o índice será divulgado em todo o primeiro dia útil de cada mês e será o primeiro indicador antecedente da produção industrial.

Recuo em novembro – A intenção de lançamento de novos produtos pela indústria brasileira, medida pelo Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial, recuou 3,1% em novembro comparativamente a outubro, para o dado livre de efeitos sazonais. Na comparação com novembro de 2015, o indicador apresentou recuo de 20,7%. Faltando um mês para o fechamento do ano, o resultado agregado do Índice aponta queda de -7,3% frente os 11 primeiros meses de 2015.

Na divulgação desse mês, substituímos a base do número índice de “dezembro/2001 = 100” para “média 2012 = 100” a fim de facilitar a comparação com os dados da PIM do IBGE, que são divulgados nessa base.

Em linha com os principais índices de confiança da indústria disponíveis no mercado, o Índice GS1 Brasil ensaiou uma recuperação no segundo trimestre de 2016, o que não se sustentou nos meses seguintes. Com o ambiente político ainda muito conturbado, a indústria nacional parece relutante em investir para renovação de portfólio, impactando o ritmo de pedidos de códigos junto à GS1 Brasil e indicando possível novo arrefecimento da atividade industrial.

O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial é calculado mensalmente pela organização em parceria com a 4E Consultoria, e é um indicador antecedente de indústria baseado no fluxo de pedidos de códigos de barras por empresas do setor industrial associadas à GS1.

A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos e comunicação, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 58 mil associados. Mais informações em www.gs1br.org.

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Startup catarinense Sensorweb é reconhecida pela Anprotec como melhor incubada do Brasil

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A Sensorweb, startup que desenvolve soluções em Internet das Coisas (IoT) para o mercado de Saúde, encerra 2016 comemorando o reconhecimento como melhor incubada no Brasil pelo Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador 2016. Promovido pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), em parceiria com o Sebrae, a iniciativa prestigia projetos, incubadoras de empresas, parques tecnológicos e empresas graduadas e incubadas, que, por meio de suas ações, serviços e produtos, fortalecem o movimento empreendedor no Brasil. A Sensorweb, que hoje é a responsável pela unidade de conectividade da FANEM, tem sede em Santa Catarina e nasceu dentro do MIDI Tecnológico, também premiado na ocasião como a melhor incubadora orientada ao desenvolvimento local e setorial (DLS).

“Ao longo desses anos temos trabalhado fortemente para proporcionar qualidade de vida, conectando ambientes, dispositivos e pessoas na área da saúde. Esse reconhecimento só fortalece e reafirma nossa preocupação em oferecer serviços de excelência aos clientes. Mais do que resultados financeiros, o impacto positivo que nossas soluções proporcionam ao mercado de saúde foram essenciais para essa conquista”, afirma Douglas Pesavento, CEO da Sensorweb.

Além do prêmio recebido, a startup encerra 2016 com um incremento de 50% em seus negócios e projeta até 2021 um crescimento aproximado de 80% ao ano. De acordo com CEO, Douglas Pesavento, os planos para os próximos anos incluem ingressar em novas áreas da saúde, como a neonatal e os gases medicinais. Já para 2017 o foco é aumentar a presença nos principais hospitais do país, em especial no estado de São Paulo, atingindo quatro mil pontos monitorados.

Fundada em 2009, a Sensorweb tem alcançado resultados expressivos desde então. Ao todo, a startup cresceu mais de 2000% neste período de incubação, permitindo uma economia de mais de R$5 milhões em seus clientes, sendo este valor investido em medicamentos e insumos críticos na área de saúde que tiveram suas perdas evitadas com o uso da solução. Em 2014, a empresa associou-se a Fanem, multinacional brasileira que fabrica produtos nas áreas de neonatologia e de laboratórios, o que a permitiu alavancar novos mercados.

Atualmente, a Sensorweb tem mais de 2,5 mil sensores em operação espalhados em várias regiões do país, número que demonstra o grau de confiabilidade e robustez da solução entregue aos clientes, entre eles estão Grandes Hospitais, Clínicas Oncológicas, Bancos de Sangue, Institutos e Laboratórios de Pesquisa. As soluções completas da Sensorweb atuam de maneira significativa na preservação de produtos e insumos sensíveis à temperatura e umidade, tais como sangue, vacinas, medicamentos, pesquisas, reagentes e ambientes. São mais de 260 mil bolsas de sangue, R$120 milhões em medicamentos, especialmente os que se destinam a tratamentos como câncer que possuem um alto custo, além de amostras biológicas com valores inestimáveis, como embriões, medulas e pesquisas. Por exemplo, atualmente a pesquisa da chikungunya são monitoradas pela solução.

“Entregamos uma solução completa de tecnologia e serviços de forma a garantir um monitoramento à distância preciso, seguro e contínuo. Assim os clientes reduzem seus riscos de perdas com o disparo de alertas eficientes e podem contar com nossa equipe capacitada atuando para o funcionamento integral do sistema. Nossa solução não é somente tecnologia, vai muito além disso, pois a mesma necessita de engajamento dos usuários e um suporte rápido e continuado para permitir o sucesso na sua aplicação”, finaliza.

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O blockchain está à altura das expectativas? – Por Karl Rieder

Desde 2015, temos visto a tecnologia blockchain gerar grandes expectativas no mercado. Após a ascensão do bitcoin, essa tecnologia tem causado furor no setor de TI, com um efeito semelhante ao big data há cerca de três ou quatro anos. As expectativas são tão altas que especialistas como Mike Gault, CEO da GuardTime, tem afirmado que a aplicação desta tecnologia poderia “inaugurar uma nova era de finanças democráticas e distribuição de poder.”

É evidente que a tecnologia blockchain – assim como as tecnologias de ledger distribuído (DLT) em geral, tem um grande potencial baseado na distribuição do crédito e na descentralização, o que pode mudar muitas das práticas correntes no setor dos serviços financeiros.

Trata-se de um setor no qual a confiança desempenha um papel importante. O mercado depende de terceiros que fornecem créditos para diferentes participantes e players. Neste sistema, os bancos agem como intermediários, colocando em contato mutuários com credores e compradores com os vendedores, legitimando as transações financeiras entre todos os participantes do mercado.

Sem dúvida, o blockchain oferece uma oportunidade de mudança radical do modelo atual. As tecnologias DLT podem ser utilizadas para tirar os intermediários da jogada, facilitando a interação direta entre as partes finais. Assim, é possível cortar custos, economizar tempo, melhorar a eficiência, além de gerar oportunidades de mercado, ou seja, revolucionar o cenário que conhecemos e estamos habituados.

A mudança será especialmente sentida por aqueles mercados de alto custo e que são centralizados e sensíveis à fraude, pois exigem o rastreamento de ativos físicos ou lógicos e se beneficiariam de uma maior transparência e democracia. Eles podem ser públicos, como no caso de bitcoin, ou privados, com um número limitado de participantes. Na verdade, os mercados privados já estão prontos para aplicar a tecnologia blockchain.

Em todos estes casos, o blockchain permite que várias partes compartilhem uma única visão das operações financeiras, com transparência e segurança. Ao compartilhar os dados, muitos serviços são utilizados para registrar, validar, autenticar ou aprovar transações financeiras não são mais necessários.

A tecnologia blockchain também pode ser aplicada no segmento de bancos de varejo, principalmente na área de pagamentos e remessas bancárias. Atualmente, pagamentos e transferências para exterior são lentos e caros. O blockchain oferece uma maneira mais direta de fazer pagamentos internacionais. Na verdade, hoje encontramos uma extensa lista de empresas que oferecem este serviço por meio do blockchain.

É preciso trabalhar para superar todas as expectativas e colocar a tecnologia blockchain em prática. Para conseguir isso, o blockchain tem que ser testado em diversas tecnologias, metodologias e ferramentas, além de provas de conceito. Ao rastrear a posse e a localização de ativos, o blockchain proporciona maior transparência e eficiência, assegurando que a posse, o preço e a documentação sejam aceitos no mercado; além de reduzir os custos e o risco de fraude, acelerando os processos nas instituições.

Karl Rieder, executive consultant da GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em digital para o setor financeiro.

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Nfe, Dimob, eSocial e Boleto Registrado: prazos para 2017

Algumas obrigações fiscais e sociais vão passar por mudanças a partir de 2017. Outras estão com o prazo chegando. Você sabe se sua empresa está preparada para cumprir todas as responsabilidades?

A partir de janeiro de 2017 a Emissão de Nota Fiscal Eletrônica e cobrança a partir de boletos vão passar por mudanças determinadas pelo governo. O cadastro do eSocial e a entrega final da Dimob também têm prazo para o próximo ano.

Emissão de Nota Fiscal Eletrônica – NF-e

A Secretaria da Fazenda de São Paulo disponibiliza um software gratuito para a emissão de Notas Fiscais Eletrônicas, mas ele será descontinuado. A partir de janeiro de 2017, as empresas que desejam emitir Notas Fiscais Eletrônicas devem encontrar outro software que não o gratuito da Sefaz para realizar essa tarefa.

Por que essa mudança?
O motivo para parar de oferecer o sistema, a Sefaz alega, é que mais de 90% das empresas já utilizam softwares próprios para emitir suas NFes. A sua empresa já usa um software específico? Vai ser necessário se adaptar!

Qual o impacto da extinção do emissor da Sefaz?
Será necessário adotar outro software para emissão de notas fiscais eletrônicas. Um ERP ou software específico, como o Sienge, oferecem esta função

Como fazer para se adaptar?
Todas as suas notas fiscais eletrônicas podem continuar sendo emitidas, mas é preciso migrar os cadastros para outro software.

Boleto de cobrança registrada

Os boletos de cobrança sem registro devem acabar em Janeiro de 2017, por isso todos os boletos emitidos pelas empresas deverão ser registrados. Essa medida faz parte de um projeto da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) chamado Nova Plataforma de Cobrança, que está mudando muitos processos para melhorar a segurança das transações.

Por que essa mudança?
Muitas empresas já sofreram algum tipo de golpe em que infratores alteram números do código de barras do boleto e desviam o pagamento para suas contas, roubando o dinheiro do pagamento do título.

Para boletos não registrados, fica difícil contestar o não recebimento do valor e reaver a quantia desviada. Já com a cobrança registrada, o boleto faz as vezes de título de protesto. Outra vantagem é que o boleto registrado dificulta a alteração de dados para a declaração de imposto de renda, afinal dividendos de uma empresa estarão registrados no sistema bancário nacional.

Qual o impacto da exigência do boleto registrado?
Dados da Febraban mostram que 3,6 bilhões de boletos são emitidos anualmente no Brasil, 40% deles sem registro. Desde junho de 2015 a rede bancária já deixou de ofertar o produto cobrança sem registro. Ou seja, novas contas já estão atualizadas quanto à emissão de boletos. Mas para contas e contratos antigos, é preciso entrar em contato com seu banco para verificar a situação.

O que é preciso fazer para se adaptar?
Para se adaptar, você deve verificar a sua carteira de clientes e entrar em contato com seu banco. Cheque clientes e contratos antigos para os quais você emite boletos não registrados e registre-os junto ao seu banco de preferência.

Dimob

A Dimob (ou Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias) é uma obrigação que as construtoras e incorporadoras devem emitir para a Receita Federal informando os detalhes sobre as transações imobiliárias realizadas. Deve ser detalhada com informações sobre os contratantes, compradores, especificações dos imóveis, datas, valores das operações e comissões cobradas.

Obrigatoriedade de entrega da Dimob
O programa da Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob) possibilita o preenchimento e gravação das declarações relativas aos 5 (cinco) últimos anos-calendário, a serem entregues à Secretaria da Receita Federal do Brasil pelas pessoas jurídicas e equiparada.

Quais são os prazos?
A Dimob será entregue, até o último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente ao que se refiram as suas informações, por intermédio do programa Receitanet disponível na Internet.

Para a entrega da Dimob referente às movimentações feitas a partir do ano-calendário 2010 é obrigatória a assinatura digital da declaração mediante utilização de certificado digital válido*.

*Empresas que adotaram o Simples Nacional precisam entregar a Dimob também, mas não precisam do certificado digital.

Qual a importância na prática?
Se a Dimob não for entregue dentro do prazo, pode ser aplicada a multa por atraso na entrega conforme previsto no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001.

eSocial

O eSocial é um projeto instituído pelo Decreto nº 8.373/2014 idealizado em conjunto pela Receita Federal do Brasil, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência Social, INSS e Caixa Econômica Federal, que visa reunir as informações referentes às várias obrigações acessórias hoje existentes.

Na prática, o eSocial deve simplificar o cadastro e ajudar a diminuir inconsistências entre os mais diversos formulários entregues atualmente.

Por que essa mudança?
O Governo justifica que o principal ganho para as empresas é a diminuição do tempo gasto coletando dados e enviando-os aos órgãos responsáveis. Para os órgãos que administram esses dados, a consistência da informação aumenta e diminui o tempo para consolidar os dados.

O que muda na prática?
Na prática , o que deve acontecer é uma mudança de cultura, pois é preciso adaptar a obtenção de dados financeiros e contábeis para uma plataforma digital em que seja possível organizar todas essas informações. Com esta centralização DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, PPP, entre outros, serão gradativamente dispensados.

Veja quais são os 2 prazos para 2017:

Empresas com faturamento maior do que R$78 mi em 2014
As empresas que tiveram faturamento superior a R$ 78 milhões no ano de 2014 serão obrigadas – a partir da competência Janeiro de 2017 – a utilizar o eSocial para transmitir informações sobre monitoramento da saúde do trabalhador e condições do ambiente de trabalho, bem como comunicação de acidente de trabalho.

Outras empresas
A partir da competência Janeiro de 2017 os demais empregadores deverão enviar as informações sobre os seus empregados por meio do eSocial, inclusive microempresas e pequenas empresas.

E então? Sua empresa está preparada?

Fonte: Sienge-Softplan

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ANS anuncia vencedores do Hackathon da saúde suplementar

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta terça-feira (13/12) o resultado do 1º Hackathon ANS. A maratona de programação reuniu profissionais de diversas áreas para desenvolver aplicativos para celulares e tablets para o setor de planos de saúde. Os protótipos foram elaborados pelos participantes ao longo de dois dias. Ao final, os competidores apresentaram as iniciativas à comissão avaliadora, que julgou e escolheu os vencedores.

Os aplicativos deveriam se enquadrar em um dos seguintes temas: qualidade; interação entre operadoras, prestadores e beneficiários; ou interação entre a ANS e beneficiários. Sete equipes, totalizando 29 profissionais – entre especialistas em informática, programadores, desenvolvedores, designers e profissionais de saúde – competiram na maratona. No dia 5/12, eles participaram de um pré-evento para que pudessem conhecer melhor os desafios do setor e depois se reuniram para os dois dias de maratona, ocorrida nesta segunda e terça-feira no Rio de Janeiro.

“Ao idealizarmos este evento, buscamos aproveitar a criatividade e o talento dos profissionais que atuam no desenvolvimento de softwares e aplicativos e também as tecnologias existentes para aumentar a transparência da informação na saúde suplementar e criar ferramentas úteis aos beneficiários de planos de saúde e ao setor de maneira geral”, explica a diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS, Martha Oliveira.

“A experiência que tivemos com a realização desse primeiro Hackathon foi muito positiva. Os protótipos elaborados nos ajudaram a avaliar lacunas existentes na interação entre a ANS, os beneficiários, as operadoras e os prestadores de saúde e apontaram soluções para melhorar essa relação e processos relacionados. Além disso, a maratona trouxe outros ganhos paralelos, para além do que foi produzido, especialmente ao agregar conhecimento e inovação”, aponta a diretora.

Os quatro projetos vencedores receberam prêmios em dinheiro no valor de R$ 5 mil a R$ 15 mil. A licença é de domínio público e o código-fonte dos apps já está disponível na internet.

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1º lugar: ANS + Simples (187 pontos)
Equipe: Anderson Freitas, Cícero Campanharo, Diogo Alves, Ricardo Morais e Luis de Carvalho.
O que propõe: A ferramenta foca no beneficiário e, segundo os desenvolvedores, busca traduzir o grande volume de dados de operadoras e prestadores, dando poder ao usuário de plano de saúde. A ideia é que, com o aplicativo, o beneficiário tenha facilmente à mão todas as informações do seu plano e consiga buscar planos por hospitais e por operadora, verificar prazos de atendimento e atributos de qualidade das operadoras, fazer reclamações e acionar rapidamente o plano em situações de emergência.
Link: github.com/diogoalves/hackthon_ans_2016

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2º lugar: Sannas (173 pontos)
Equipe: Jhonny Mosquera, Anderson Christian, Victor Carlos, Washington Luiz e Maickel Ewerson
O que propõe: Melhorar a interação entre operadoras, prestadores e beneficiários. Para isso, o aplicativo busca ampliar o conhecimento dos beneficiários em relação ao plano, oferecendo informações sobre cobertura assistencial e rede de atendimento. Para os prestadores, prevê novas possibilidades de autorização/prestação de atendimento, mais transparência dos serviços, redução de custos e melhoria da qualidade. E para as operadoras, pode auxiliar nas obrigações frente à ANS, verificar a satisfação dos beneficiários e identificar problemas e obter melhor controle e utilização do plano.
Link: github.com/victor-carlos/sannas

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3º lugar: Meu Plano (171 pontos)
Equipe: Álvaro Andrioli, Diego Marcílio, Gabriel Rodrigues, Marcos Rodrigues e Tales Porto
O que propõe: Facilitar a busca por procedimentos cobertos pelo plano e por prestadores. Entre as facilidades, permite ao beneficiário indicar erros de rede, solicitar informações e avaliar prestadores e operadoras e, às empresas, possibilita identificar problemas na rede de atendimento. Esse app já está disponível inclusive para download: http://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.rhases.app.my_plan&hl=pt_BR
Link: github.com/rhases/meu-plano-app e github.com/rhases/meu-plano-ws

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4º lugar: Qualiguia Suplementar (162 pontos)
Equipe: Gustavo Braga, Gustavo Brito, Gustavo Laviola, Luã Lucian e Wellington Jorge
O que propõe: Um guia de Saúde Suplementar que reúne informação, agilidade e qualidade a partir da percepção e interação dos usuários. Entre as funcionalidades, permite ao beneficiário fazer o agendamento de consultas diretamente pelo App, contato com a operadora e a ANS na tela após o login e, à operadora, receber o resultado com o feedback dos prestadores pelos beneficiários.
Link: github.com/gustavobragac/aplicativo/tree/master/Aplicativo e github.com/gustavolavi/ApiBase

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As apresentações, os links e as notas de todas as equipes serão disponibilizados na página do evento. Clique aqui para acessar.

A comissão avaliadora foi formada por 10 profissionais ligados às seguintes instituições: ANS, Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Abramge/RJ, Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), Live Healthcare Media, W3C – World Wide Web Consortium e Proteste. Eles avaliaram quatro critérios: interesse público, criatividade (inovação), qualidade técnica e adequação ao tema.

O 1º Hackathon ANS tem como parceiros a Abramge, a Abramge/RJ, a Associação Nacional das Administradoras de Benefícios (Anab), a Anahp e a Fenasaúde.

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“Robô Valet” estaciona carro sozinho

A Hikvision, eleita pela revista FORBES como uma das 100 empresas mais inovadoras do mundo em 2016, participou da 3ª Conferência Mundial de Internet, realizada no início de novembro em Xangai. Neste encontro estavam presentes grandes empresas, como a Microsoft.

O projeto inovador desenvolvido pela Hikvision foi nomeado como robô de estacionamento inteligente, e já está em operação na China. Com uma margem de erro de menos de 5mm, o robô de estacionamento inteligente pode elevar, carregar, girar e posicionar veículos de 2000 kg e ajudar motoristas a estacionar em apenas dois minutos. Os motoristas não precisam entrar em um estacionamento, mas apenas receber um QR CODE que será fornecido através de um monitor touch que estará na entrada do local. O sistema de estacionamento inteligente lembra automaticamente o motorista de confirmar se o carro foi desligado corretamente. Depois que o carro estiver vazio, sem os passageiros, o sistema é ativado e gera um código QR para o motorista solicitar o carro na volta ao local. O sistema de estacionamento inteligente planeja a posição do veículo, calcula o caminho ideal para o curso do robô, e o orienta dirigindo desde a área de partida até o local onde o veículo ficará estacionado.

A empresa Hikvision, atualmente é líder mundial no segmento de segurança eletrônica, e investe fortemente em alta tecnologia e inovação em suas divisões de CFTV, robótica e super drones inteligentes. Os robôs inteligentes para estacionamento também podem ser utilizados em fábricas e centros logísticos, automatizando assim todo o fluxo operacional. Segundo a Hikvision, a tecnologia está disponível somente na China, porém em breve estará disponível para o mercado internacional.

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Startup permite contratar serviços domésticos em 24 horas com garantia

Após um vazamento em sua cozinha, vários orçamentos de profissionais nas plataformas de freelancers e um serviço mal executado que lhe tirou o sono, o jovem empreendedor Edmee Moreira percebeu uma lacuna no enorme mercado de reparos domésticos: uma plataforma que encontre e garanta a qualidade do serviço executado, escolhendo apenas profissionais certificados.

Foi assim que, com mais dois sócios, lançou a startup BemCombinado (www.bemcombinado.com). Na plataforma, o cliente encontra empresas certificadas para 12 categorias e mais de 300 serviços – como marcenaria, hidráulica, instalações, montagens e reparos emergenciais – que a empresa já negociou o preço antecipadamente.

O agendamento é online e a execução do trabalho é realizada em até 24 horas, com garantia de três meses. O usuário paga direto na plataforma e como os preços são pré-estabelecidos por serviço, não tem aquele “vai e vem” de orçamento via e-mail ou WhatsApp. “Nossa ideia sempre é facilitar a vida para quem já está com um problema”, diz Edmee Moreira, CEO da startup.

“O BemCombinado resolve as duas principais dores de cabeça dos pequenos reparos e manutenções: primeiro não precisa escolher o profissional. O preço é tabelado e nós enviamos o prestador de serviço mais qualificado e próximo da sua casa. Outra dor de cabeça é a segurança do serviço: todos os profissionais são certificados e garantimos a qualidade. Tudo isso com um preço justo”, completa.

Lançada há dois meses com incentivo da Oxigênio Aceleradora, a startup também ajuda as empresas que prestam serviços a conseguirem mais clientes, já que os parceiros não precisam pagar mensalidade para estar na plataforma – que fica com 15% de cada serviço prestado.

Atualmente, o BemCombinado atende a Grande São Paulo e deve expandir para outras capitais no primeiro trimestre de 2017. “Por enquanto estamos atuando nas grandes cidades de SP, mas a ideia é chegar em todo país, inclusive, nos tornando uma franquia”, conta Edmee.

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Gartner aponta queda de 5,8% na receita mundial de servidores no terceiro trimestre de 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, aponta uma queda de 5,8% na receita mundial de servidores no terceiro trimestre de 2016 em comparação ao mesmo período de 2015. As remessas globais caíram 2,6% comparado ao ano anterior. Entre os cinco maiores fornecedores, apenas a Cisco obteve um aumento na receita, enquanto a Huawei e a Inspur Electronics registraram crescimento nas remessas. HPE, Dell e Lenovo sofreram declínios tanto na receita quanto nas remessas desses equipamentos.

“O mercado de servidores foi impactado durante o terceiro trimestre de 2016 por planejamentos de gastos mais conservadores mundialmente. Isso foi agravado pela capacidade dos usuários finais de alavancar máquinas virtuais adicionais em servidores x86 já existentes (sem novos hardwares) para atender às suas necessidades de aplicações de servidor. Os provedores de servidores precisarão revigorar e melhorar suas proposições de valor para ajudar os usuários finais a justificar as substituições e o crescimento de hardware do servidor caso queiram levar o mercado de volta a uma situação positiva”, afirma Jeffrey Hewitt, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.
Todas as regiões apresentaram declínio em remessas, exceto a Europa Oriental, que apresentou crescimento de 0,9%. Em receita, todas as regiões sofreram queda, com exceção do Japão, que cresceu 1,3%.

Os servidores x86 tiveram redução de 2,3% nas remessas e de 1,6% na receita no terceiro trimestre de 2016. Entre os cinco maiores fornecedores, somente a Cisco não apresentou declínio na receita. Já nas remessas, apenas a Huawei e a Inspur Electronics tiveram crescimento.

Apesar de uma diminuição de 11,8%, a HPE continua liderando o mercado mundial de servidores (com base na receita), com participação de mercado de 25,5% (veja Tabela 1). A Dell teve queda de 7,9%, mas manteve o segundo lugar no mercado com 17,5% de participação. A Lenovo ficou com o terceiro lugar, com 7,8%. Já a IBM caiu para a quinta posição e teve o maior declínio entre os cinco principais fornecedores.

A HPE liderou o ranking durante o terceiro trimestre de 2016, com 18,3% de participação no mercado (veja Tabela 2). Apesar de uma queda de 9,8%, a Dell obteve a segunda posição, com 16,8% do mercado. Já a Huawei e a Inspur foram as únicas entre as cinco maiores a aumentarem a remessa de servidores no período.

Na Europa, Oriente Médio e África (EMEA), as remessas de servidores totalizaram 481 mil unidades no terceiro trimestre de 2016, uma queda de 9,7% ano após ano (veja Tabela 4). A receita de servidores chegou a US$ 2,6 bilhões, um declínio de 12,1% comparado ao mesmo período de 2015 (veja Tabela 3).

“Esse é o terceiro trimestre consecutivo de diminuição de receita no mercado EMEA. Os padrões de gastos dos grandes provedores de Cloud dificultaram a repetição do desempenho do terceiro trimestre de 2015 em alguns países, porém, a realidade é que a demanda tem sido fraca em toda a região”, explica Adrian O’Connell, Diretor de Pesquisas do Gartner.

Em relação à receita, quatro dos cinco maiores fornecedores sofreram uma queda no terceiro trimestre de 2016. A HPE continuou no primeiro lugar, mas teve uma diminuição da receita de 1,8% no período. A Dell também apresentou queda nesse segmento, embora sua parcela tenha permanecido estável, diminuindo a diferença entre as duas empresas. A receita da IBM caiu 20%, visto que a companhia ainda sente os efeitos da alienação de seu x86. Ela também não conseguiu manter seu desempenho do ano passado neste trimestre, quando se beneficiou de vendas de reposição relativamente fortes. Já a Lenovo ficou com o terceiro lugar em receita, mas continuou a observar uma queda de 16,4%.

A HPE apresentou um desempenho fraco de remessas, perdendo mais de três pontos percentuais na parcela do mercado. A Dell e a Lenovo, respectivamente na segunda e terceira posição, conseguiram manter sua parcela de mercado alinhando suas quedas de remessas às do mercado global. Considerando as condições globais de remessa, foi um resultado positivo. Somente os fornecedores de white box na categoria “Outros” conseguiram aumentar sua participação.

“Isso não configura uma desaceleração repentina após o resultado do referendo britânico, mas um sinal da demanda fraca contínua em todo o mercado EMEA, com poucos fabricantes com efeito positivo. Com servidores que não são x86 caindo para menos de 12% da receita global, o mercado está altamente exposto aos efeitos negativos que a virtualização e os serviços externos de Nuvem podem ter sobre plataformas x86 mais baratas. É provável que o EMEA continue sendo uma região muito difícil para os fornecedores de servidores,” completa O’Connell.

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Chega ao Brasil o primeiro aparelho auditivo do mundo conectado à internet

Esta semana acontece no Brasil o lançamento do primeiro aparelho auditivo do mundo conectado à Internet. Com tecnologia totalmente inovadora, o Opn™ oferece uma gama de recursos capazes de proporcionar às pessoas com perda auditiva experiências sonoras nunca antes experimentadas, incluindo a capacidade de se conectar de forma integrada a computadores, smartphones, TVs e outros equipamentos eletrônicos, via internet ou por meio de bluetooth. Além disso, graças à solução BrainHearing ™, desenvolvida pela dinamarquesa Oticon, a nova tecnologia permite uma audição completa, acabando com as limitações de direcionalidade do som presente nas próteses atuais –problema relatado por muitas pessoas. Com isso, o usuário consegue ouvir com clareza a fala de diversos interlocutores e diversos sons, em ambientes ruidosos.

Comercializado até o momento apenas nos Estados Unidos, Espanha, Itália e Dinamarca, o Opn™ já chega ao mercado brasileiro colecionando conquistas. O aparelho ganhou prêmios em duas categorias na prestigiada CES 2017 Innovation Awards, o programa norte-americano de prêmios internacionais que reconhece projetos inovadores e serviços de tecnologia de ponta em todo o mundo.

O primeiro prêmio, na categoria Tech for a Better World (Tecnologia para um Mundo Melhor), celebra produtos que compartilham um objetivo comum ou capacidade de impactar o mundo de uma forma positiva. Já o segundo, na categoria Wearable Technologies(Tecnologias usáveis), abrange o crescente mercado de dispositivos eletrônicos usáveis pelo corpo humano, que utilizam sensores para navegação, coleta e transmissão de informações ou outras melhorias sensoriais.

“Estamos orgulhosos de o Oticon Opn™ ser reconhecido por sua excelência pelo CES Innovation Awards, em duas categorias que ressoam tão poderosamente entre os consumidores”, disse o presidente da Oticon, Gary Rosenblum, que complementou: “A tecnologia do Opn™ contribui para melhorar a vida de pessoas com deficiência auditiva, proporcionando a elas aproveitar ao máximo o mundo do som e as possibilidades quase ilimitadas dos dispositivos conectados à internet”.

Os prêmios CES Innovation Awards são patrocinados pela Consumer Technology Association – CTA™ (Associação de Tecnologia do Consumidor) e serão concedidos durante a Conferência Global de Tecnologia CES, que acontece em Las Vegas (EUA) entre os dias 5 e 8 de janeiro. Na ocasião, a Oticon estará presente com a exibição do Opn™ na galeria de premiados 2017.

A CES, feira global de produtos eletrônicos e tecnologia de consumo, é o ponto de encontro para todos os que prosperam no setor. Durante 50 anos, a feira tem sido a plataforma de lançamento de inovações tecnológicas que vem mudando o mundo.

Sobre o Opn:

A tecnologia do Opn™ quebra os paradigmas do atual mercado audiológico. Por meio de um aplicativo exclusivo, o Opn™ se conecta com mais de 280 tipos de serviços de internet que também estejam em nuvem. Ao receber um e-mail, por exemplo, o usuário não precisa recorrer a dispositivos móveis para checar as mensagens. Ele pode programar o ON – aplicativo do Opn™ – para receber o conteúdo da mensagem, de modo sonoro, direto no seu aparelho auditivo. Isso pode ser feito também para alarmes, despertador e notificações de redes sociais.
Além disso, o Opn™ possui sistema Bluetooth de 2.4GHz, permitindo a conectividade direta com equipamentos eletrônicos externos que também têm essa tecnologia sem fio, como TV, computador, celular, tablet. Dessa forma, o usuário consegue ouvir o som direto do equipamento, como se o próprio aparelho auditivo estivesse produzindo o som.

“Não existe nada parecido no mercado mundial atualmente. O Opn™ é resultado de quase uma década de pesquisas e tornou possível superar um desafio que até mesmo as mais avançadas soluções presentes hoje não foram capazes de resolver”, explica a fonoaudióloga Isabela Carvalho, especialista em audiologia.

Mas as inovações do Opn™ não param por aí. Na área auditiva propriamente dita, é o usuário – e não mais o aparelho – quem vai focar no som que mais o interessa ouvir naquele momento, já que ele tem a percepção sonora de todo o ambiente. Além disso, o aparelho ajusta o volume do ruído ao redor, a fim de manter o equilíbrio e o conforto da audição, dando ao cérebro um sentido nítido aos sons, com menos esforço. O resultado é uma audição muito próxima ao normal.

Tamanha inovação sonora só é possível graças à plataforma Velox™, que com processamento 50 vezes mais rápido do que a geração anterior de aparelhos auditivos, escaneia o ambiente mais de 100 vezes por segundo, respondendo às variações sonoras de forma muito rápida e oferecendo ao usuário um panorama sonoro de 360º.

O aparelho auditivo Opn™ começa a ser comercializado esta semana nas lojas da Telex Soluções Auditivas de todo o país.

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KaBuM! lança hipermercado 100% online

O KaBuM!, pioneiro e maior e-commerce de informática e eletrônicos da América Latina, além de ser um dos 100 sites mais acessados do Brasil, acaba de lançar o KaBuM! To.Go, hipermercado 100% online.

Fundado em 2003 por dois jovens irmãos – na época, com apenas 17 e 21 anos de idade, na cidade de Limeira, interior de São Paulo, o KaBuM! se tornou referência nos segmentos em que atua e conta com mais de 4 milhões de clientes ativos. Neste ano, a empresa foi reeleita pelos consumidores como o melhor e-commerce do Brasil em sua categoria, por meio de votação pública da e-Bit, maior consultoria especializada em comércio eletrônico do país.

De acordo com estimativas de mercado, a companhia está próxima de atingir a marca de R$1 bilhão de faturamento ao ano e, segundo os seus fundadores, um dos pilares deste sucesso sempre foi o foco na experiência do cliente, incluindo desde a facilidade na navegação e ao atendimento, até a agilidade no envio e entrega do pedido. O resultado é o reconhecimento do KaBuM! como o e-commerce mais rápido do país – representado pelo Ninja, mascote da empresa.

A partir de toda a experiência adquirida em mais de uma década, o Grupo KaBuM!, que planeja a abertura de seu capital (IPO) nos próximos anos, mais uma vez inova e diversifica seu negócio ao lançar uma nova plataforma: o hipermercado KaBuM! To.Go, com uma operação totalmente própria. “Queremos estreitar ainda mais o relacionamento com nossos clientes, atendendo-os com maior frequência e proporcionando mais praticidade em suas vidas. Para isso, nada melhor do que ajudá-los a repor suas despensas”, esclarece Leandro Ramos, CEO e cofundador da empresa. “Entendemos que há uma oportunidade muito grande de crescimento neste nicho, que é pouco explorado. O motivo disso é claro: há uma alta complexidade de execução, em especial na logística – um dos pontos fortes do KaBuM!”, completa Leandro.

Para viabilizar o investimento no comércio eletrônico alimentar, os fundadores do Grupo KaBuM! tiveram mais uma vez que romper barreiras. “Quando apresentávamos o projeto, todos ficavam imediatamente entusiasmados, mas ouvimos diversas vezes que era algo muito complicado e, até hoje, ninguém havia o feito nesta escala – e era exatamente isso que nos motivava”, lembra Thiago Ramos, COO e também cofundador do e-commerce.

O KaBuM! To.Go conta com um Centro de Distribuição de aproximadamente 5 mil metros quadrados, localizado em Limeira-SP, dedicado especialmente ao projeto, e venderá um portfolio completo de produtos encontrados em um hipermercado tradicional, incluindo desde alimentos e bebidas até itens de higiene pessoal e limpeza. Apenas não serão comercializados produtos perecíveis, como frutas e legumes.

As compras já podem ser realizadas no endereço exclusivo: www.kabumtogo.com.br. Os clientes do KaBuM! poderão utilizar o mesmo cadastro do site, assim como o login do Perfu.me, loja eletrônica especializada em perfumaria e cosméticos do grupo.

A velocidade na expedição e entrega dos pedidos, já conhecida pelos clientes do e-commerce de tecnologia, também será aplicada ao segmento online de alimentos, já que a empresa é tão obcecada por agilidade, que conta com um Boeing 727-200 Cargo dedicado à operação, com o objetivo de reduzir o tempo de trânsito dos pedidos.

O hipermercado 100% online, que já apresenta uma infraestrutura robusta, oferecerá aos clientes um prazo de entrega das compras de 24 a 48 horas após a realização do pedido, sendo que, em algumas localidades, a entrega ocorrerá no mesmo dia – procedimento que será expandido para novas regiões, de maneira gradativa. Atualmente, o KaBuM! To.Go atende apenas o estado de São Paulo.

As metas estabelecidas para o novo negócio são claras: proporcionar extrema comodidade aos clientes, oferecendo uma grande variedade de produtos dentro de um só lugar, com a facilidade de recebê-los diretamente em sua casa ou em seu trabalho, sem a necessidade de enfrentar o trânsito para se locomover até o supermercado mais próximo, procurar uma vaga para estacionar, caminhar por todos os corredores e depois se deparar com uma enorme fila no caixa. “Algo que tradicionalmente pode levar questão de horas para ser realizado, no KaBuM! To.Go será concluído em poucos minutos, usando apenas um computador ou celular”, diz Leandro Ramos.

Dentro de uma realidade em que a rotina das pessoas é cada vez mais intensa, o objetivo da empresa também está voltado à qualidade de vida. “Queremos que nossos clientes invistam o tempo que seria gasto para realizar suas compras em outras atividades, como lazer ou a prática de exercícios físicos. É uma mudança cultural que veio para ficar”, conclui Thiago Ramos.

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