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Startup catarinense Sensorweb é reconhecida pela Anprotec como melhor incubada do Brasil

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A Sensorweb, startup que desenvolve soluções em Internet das Coisas (IoT) para o mercado de Saúde, encerra 2016 comemorando o reconhecimento como melhor incubada no Brasil pelo Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador 2016. Promovido pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), em parceiria com o Sebrae, a iniciativa prestigia projetos, incubadoras de empresas, parques tecnológicos e empresas graduadas e incubadas, que, por meio de suas ações, serviços e produtos, fortalecem o movimento empreendedor no Brasil. A Sensorweb, que hoje é a responsável pela unidade de conectividade da FANEM, tem sede em Santa Catarina e nasceu dentro do MIDI Tecnológico, também premiado na ocasião como a melhor incubadora orientada ao desenvolvimento local e setorial (DLS).

“Ao longo desses anos temos trabalhado fortemente para proporcionar qualidade de vida, conectando ambientes, dispositivos e pessoas na área da saúde. Esse reconhecimento só fortalece e reafirma nossa preocupação em oferecer serviços de excelência aos clientes. Mais do que resultados financeiros, o impacto positivo que nossas soluções proporcionam ao mercado de saúde foram essenciais para essa conquista”, afirma Douglas Pesavento, CEO da Sensorweb.

Além do prêmio recebido, a startup encerra 2016 com um incremento de 50% em seus negócios e projeta até 2021 um crescimento aproximado de 80% ao ano. De acordo com CEO, Douglas Pesavento, os planos para os próximos anos incluem ingressar em novas áreas da saúde, como a neonatal e os gases medicinais. Já para 2017 o foco é aumentar a presença nos principais hospitais do país, em especial no estado de São Paulo, atingindo quatro mil pontos monitorados.

Fundada em 2009, a Sensorweb tem alcançado resultados expressivos desde então. Ao todo, a startup cresceu mais de 2000% neste período de incubação, permitindo uma economia de mais de R$5 milhões em seus clientes, sendo este valor investido em medicamentos e insumos críticos na área de saúde que tiveram suas perdas evitadas com o uso da solução. Em 2014, a empresa associou-se a Fanem, multinacional brasileira que fabrica produtos nas áreas de neonatologia e de laboratórios, o que a permitiu alavancar novos mercados.

Atualmente, a Sensorweb tem mais de 2,5 mil sensores em operação espalhados em várias regiões do país, número que demonstra o grau de confiabilidade e robustez da solução entregue aos clientes, entre eles estão Grandes Hospitais, Clínicas Oncológicas, Bancos de Sangue, Institutos e Laboratórios de Pesquisa. As soluções completas da Sensorweb atuam de maneira significativa na preservação de produtos e insumos sensíveis à temperatura e umidade, tais como sangue, vacinas, medicamentos, pesquisas, reagentes e ambientes. São mais de 260 mil bolsas de sangue, R$120 milhões em medicamentos, especialmente os que se destinam a tratamentos como câncer que possuem um alto custo, além de amostras biológicas com valores inestimáveis, como embriões, medulas e pesquisas. Por exemplo, atualmente a pesquisa da chikungunya são monitoradas pela solução.

“Entregamos uma solução completa de tecnologia e serviços de forma a garantir um monitoramento à distância preciso, seguro e contínuo. Assim os clientes reduzem seus riscos de perdas com o disparo de alertas eficientes e podem contar com nossa equipe capacitada atuando para o funcionamento integral do sistema. Nossa solução não é somente tecnologia, vai muito além disso, pois a mesma necessita de engajamento dos usuários e um suporte rápido e continuado para permitir o sucesso na sua aplicação”, finaliza.

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O blockchain está à altura das expectativas? – Por Karl Rieder

Desde 2015, temos visto a tecnologia blockchain gerar grandes expectativas no mercado. Após a ascensão do bitcoin, essa tecnologia tem causado furor no setor de TI, com um efeito semelhante ao big data há cerca de três ou quatro anos. As expectativas são tão altas que especialistas como Mike Gault, CEO da GuardTime, tem afirmado que a aplicação desta tecnologia poderia “inaugurar uma nova era de finanças democráticas e distribuição de poder.”

É evidente que a tecnologia blockchain – assim como as tecnologias de ledger distribuído (DLT) em geral, tem um grande potencial baseado na distribuição do crédito e na descentralização, o que pode mudar muitas das práticas correntes no setor dos serviços financeiros.

Trata-se de um setor no qual a confiança desempenha um papel importante. O mercado depende de terceiros que fornecem créditos para diferentes participantes e players. Neste sistema, os bancos agem como intermediários, colocando em contato mutuários com credores e compradores com os vendedores, legitimando as transações financeiras entre todos os participantes do mercado.

Sem dúvida, o blockchain oferece uma oportunidade de mudança radical do modelo atual. As tecnologias DLT podem ser utilizadas para tirar os intermediários da jogada, facilitando a interação direta entre as partes finais. Assim, é possível cortar custos, economizar tempo, melhorar a eficiência, além de gerar oportunidades de mercado, ou seja, revolucionar o cenário que conhecemos e estamos habituados.

A mudança será especialmente sentida por aqueles mercados de alto custo e que são centralizados e sensíveis à fraude, pois exigem o rastreamento de ativos físicos ou lógicos e se beneficiariam de uma maior transparência e democracia. Eles podem ser públicos, como no caso de bitcoin, ou privados, com um número limitado de participantes. Na verdade, os mercados privados já estão prontos para aplicar a tecnologia blockchain.

Em todos estes casos, o blockchain permite que várias partes compartilhem uma única visão das operações financeiras, com transparência e segurança. Ao compartilhar os dados, muitos serviços são utilizados para registrar, validar, autenticar ou aprovar transações financeiras não são mais necessários.

A tecnologia blockchain também pode ser aplicada no segmento de bancos de varejo, principalmente na área de pagamentos e remessas bancárias. Atualmente, pagamentos e transferências para exterior são lentos e caros. O blockchain oferece uma maneira mais direta de fazer pagamentos internacionais. Na verdade, hoje encontramos uma extensa lista de empresas que oferecem este serviço por meio do blockchain.

É preciso trabalhar para superar todas as expectativas e colocar a tecnologia blockchain em prática. Para conseguir isso, o blockchain tem que ser testado em diversas tecnologias, metodologias e ferramentas, além de provas de conceito. Ao rastrear a posse e a localização de ativos, o blockchain proporciona maior transparência e eficiência, assegurando que a posse, o preço e a documentação sejam aceitos no mercado; além de reduzir os custos e o risco de fraude, acelerando os processos nas instituições.

Karl Rieder, executive consultant da GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em digital para o setor financeiro.

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Nfe, Dimob, eSocial e Boleto Registrado: prazos para 2017

Algumas obrigações fiscais e sociais vão passar por mudanças a partir de 2017. Outras estão com o prazo chegando. Você sabe se sua empresa está preparada para cumprir todas as responsabilidades?

A partir de janeiro de 2017 a Emissão de Nota Fiscal Eletrônica e cobrança a partir de boletos vão passar por mudanças determinadas pelo governo. O cadastro do eSocial e a entrega final da Dimob também têm prazo para o próximo ano.

Emissão de Nota Fiscal Eletrônica – NF-e

A Secretaria da Fazenda de São Paulo disponibiliza um software gratuito para a emissão de Notas Fiscais Eletrônicas, mas ele será descontinuado. A partir de janeiro de 2017, as empresas que desejam emitir Notas Fiscais Eletrônicas devem encontrar outro software que não o gratuito da Sefaz para realizar essa tarefa.

Por que essa mudança?
O motivo para parar de oferecer o sistema, a Sefaz alega, é que mais de 90% das empresas já utilizam softwares próprios para emitir suas NFes. A sua empresa já usa um software específico? Vai ser necessário se adaptar!

Qual o impacto da extinção do emissor da Sefaz?
Será necessário adotar outro software para emissão de notas fiscais eletrônicas. Um ERP ou software específico, como o Sienge, oferecem esta função

Como fazer para se adaptar?
Todas as suas notas fiscais eletrônicas podem continuar sendo emitidas, mas é preciso migrar os cadastros para outro software.

Boleto de cobrança registrada

Os boletos de cobrança sem registro devem acabar em Janeiro de 2017, por isso todos os boletos emitidos pelas empresas deverão ser registrados. Essa medida faz parte de um projeto da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) chamado Nova Plataforma de Cobrança, que está mudando muitos processos para melhorar a segurança das transações.

Por que essa mudança?
Muitas empresas já sofreram algum tipo de golpe em que infratores alteram números do código de barras do boleto e desviam o pagamento para suas contas, roubando o dinheiro do pagamento do título.

Para boletos não registrados, fica difícil contestar o não recebimento do valor e reaver a quantia desviada. Já com a cobrança registrada, o boleto faz as vezes de título de protesto. Outra vantagem é que o boleto registrado dificulta a alteração de dados para a declaração de imposto de renda, afinal dividendos de uma empresa estarão registrados no sistema bancário nacional.

Qual o impacto da exigência do boleto registrado?
Dados da Febraban mostram que 3,6 bilhões de boletos são emitidos anualmente no Brasil, 40% deles sem registro. Desde junho de 2015 a rede bancária já deixou de ofertar o produto cobrança sem registro. Ou seja, novas contas já estão atualizadas quanto à emissão de boletos. Mas para contas e contratos antigos, é preciso entrar em contato com seu banco para verificar a situação.

O que é preciso fazer para se adaptar?
Para se adaptar, você deve verificar a sua carteira de clientes e entrar em contato com seu banco. Cheque clientes e contratos antigos para os quais você emite boletos não registrados e registre-os junto ao seu banco de preferência.

Dimob

A Dimob (ou Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias) é uma obrigação que as construtoras e incorporadoras devem emitir para a Receita Federal informando os detalhes sobre as transações imobiliárias realizadas. Deve ser detalhada com informações sobre os contratantes, compradores, especificações dos imóveis, datas, valores das operações e comissões cobradas.

Obrigatoriedade de entrega da Dimob
O programa da Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob) possibilita o preenchimento e gravação das declarações relativas aos 5 (cinco) últimos anos-calendário, a serem entregues à Secretaria da Receita Federal do Brasil pelas pessoas jurídicas e equiparada.

Quais são os prazos?
A Dimob será entregue, até o último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente ao que se refiram as suas informações, por intermédio do programa Receitanet disponível na Internet.

Para a entrega da Dimob referente às movimentações feitas a partir do ano-calendário 2010 é obrigatória a assinatura digital da declaração mediante utilização de certificado digital válido*.

*Empresas que adotaram o Simples Nacional precisam entregar a Dimob também, mas não precisam do certificado digital.

Qual a importância na prática?
Se a Dimob não for entregue dentro do prazo, pode ser aplicada a multa por atraso na entrega conforme previsto no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001.

eSocial

O eSocial é um projeto instituído pelo Decreto nº 8.373/2014 idealizado em conjunto pela Receita Federal do Brasil, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência Social, INSS e Caixa Econômica Federal, que visa reunir as informações referentes às várias obrigações acessórias hoje existentes.

Na prática, o eSocial deve simplificar o cadastro e ajudar a diminuir inconsistências entre os mais diversos formulários entregues atualmente.

Por que essa mudança?
O Governo justifica que o principal ganho para as empresas é a diminuição do tempo gasto coletando dados e enviando-os aos órgãos responsáveis. Para os órgãos que administram esses dados, a consistência da informação aumenta e diminui o tempo para consolidar os dados.

O que muda na prática?
Na prática , o que deve acontecer é uma mudança de cultura, pois é preciso adaptar a obtenção de dados financeiros e contábeis para uma plataforma digital em que seja possível organizar todas essas informações. Com esta centralização DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, PPP, entre outros, serão gradativamente dispensados.

Veja quais são os 2 prazos para 2017:

Empresas com faturamento maior do que R$78 mi em 2014
As empresas que tiveram faturamento superior a R$ 78 milhões no ano de 2014 serão obrigadas – a partir da competência Janeiro de 2017 – a utilizar o eSocial para transmitir informações sobre monitoramento da saúde do trabalhador e condições do ambiente de trabalho, bem como comunicação de acidente de trabalho.

Outras empresas
A partir da competência Janeiro de 2017 os demais empregadores deverão enviar as informações sobre os seus empregados por meio do eSocial, inclusive microempresas e pequenas empresas.

E então? Sua empresa está preparada?

Fonte: Sienge-Softplan

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ANS anuncia vencedores do Hackathon da saúde suplementar

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta terça-feira (13/12) o resultado do 1º Hackathon ANS. A maratona de programação reuniu profissionais de diversas áreas para desenvolver aplicativos para celulares e tablets para o setor de planos de saúde. Os protótipos foram elaborados pelos participantes ao longo de dois dias. Ao final, os competidores apresentaram as iniciativas à comissão avaliadora, que julgou e escolheu os vencedores.

Os aplicativos deveriam se enquadrar em um dos seguintes temas: qualidade; interação entre operadoras, prestadores e beneficiários; ou interação entre a ANS e beneficiários. Sete equipes, totalizando 29 profissionais – entre especialistas em informática, programadores, desenvolvedores, designers e profissionais de saúde – competiram na maratona. No dia 5/12, eles participaram de um pré-evento para que pudessem conhecer melhor os desafios do setor e depois se reuniram para os dois dias de maratona, ocorrida nesta segunda e terça-feira no Rio de Janeiro.

“Ao idealizarmos este evento, buscamos aproveitar a criatividade e o talento dos profissionais que atuam no desenvolvimento de softwares e aplicativos e também as tecnologias existentes para aumentar a transparência da informação na saúde suplementar e criar ferramentas úteis aos beneficiários de planos de saúde e ao setor de maneira geral”, explica a diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS, Martha Oliveira.

“A experiência que tivemos com a realização desse primeiro Hackathon foi muito positiva. Os protótipos elaborados nos ajudaram a avaliar lacunas existentes na interação entre a ANS, os beneficiários, as operadoras e os prestadores de saúde e apontaram soluções para melhorar essa relação e processos relacionados. Além disso, a maratona trouxe outros ganhos paralelos, para além do que foi produzido, especialmente ao agregar conhecimento e inovação”, aponta a diretora.

Os quatro projetos vencedores receberam prêmios em dinheiro no valor de R$ 5 mil a R$ 15 mil. A licença é de domínio público e o código-fonte dos apps já está disponível na internet.

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1º lugar: ANS + Simples (187 pontos)
Equipe: Anderson Freitas, Cícero Campanharo, Diogo Alves, Ricardo Morais e Luis de Carvalho.
O que propõe: A ferramenta foca no beneficiário e, segundo os desenvolvedores, busca traduzir o grande volume de dados de operadoras e prestadores, dando poder ao usuário de plano de saúde. A ideia é que, com o aplicativo, o beneficiário tenha facilmente à mão todas as informações do seu plano e consiga buscar planos por hospitais e por operadora, verificar prazos de atendimento e atributos de qualidade das operadoras, fazer reclamações e acionar rapidamente o plano em situações de emergência.
Link: github.com/diogoalves/hackthon_ans_2016

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2º lugar: Sannas (173 pontos)
Equipe: Jhonny Mosquera, Anderson Christian, Victor Carlos, Washington Luiz e Maickel Ewerson
O que propõe: Melhorar a interação entre operadoras, prestadores e beneficiários. Para isso, o aplicativo busca ampliar o conhecimento dos beneficiários em relação ao plano, oferecendo informações sobre cobertura assistencial e rede de atendimento. Para os prestadores, prevê novas possibilidades de autorização/prestação de atendimento, mais transparência dos serviços, redução de custos e melhoria da qualidade. E para as operadoras, pode auxiliar nas obrigações frente à ANS, verificar a satisfação dos beneficiários e identificar problemas e obter melhor controle e utilização do plano.
Link: github.com/victor-carlos/sannas

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3º lugar: Meu Plano (171 pontos)
Equipe: Álvaro Andrioli, Diego Marcílio, Gabriel Rodrigues, Marcos Rodrigues e Tales Porto
O que propõe: Facilitar a busca por procedimentos cobertos pelo plano e por prestadores. Entre as facilidades, permite ao beneficiário indicar erros de rede, solicitar informações e avaliar prestadores e operadoras e, às empresas, possibilita identificar problemas na rede de atendimento. Esse app já está disponível inclusive para download: http://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.rhases.app.my_plan&hl=pt_BR
Link: github.com/rhases/meu-plano-app e github.com/rhases/meu-plano-ws

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4º lugar: Qualiguia Suplementar (162 pontos)
Equipe: Gustavo Braga, Gustavo Brito, Gustavo Laviola, Luã Lucian e Wellington Jorge
O que propõe: Um guia de Saúde Suplementar que reúne informação, agilidade e qualidade a partir da percepção e interação dos usuários. Entre as funcionalidades, permite ao beneficiário fazer o agendamento de consultas diretamente pelo App, contato com a operadora e a ANS na tela após o login e, à operadora, receber o resultado com o feedback dos prestadores pelos beneficiários.
Link: github.com/gustavobragac/aplicativo/tree/master/Aplicativo e github.com/gustavolavi/ApiBase

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As apresentações, os links e as notas de todas as equipes serão disponibilizados na página do evento. Clique aqui para acessar.

A comissão avaliadora foi formada por 10 profissionais ligados às seguintes instituições: ANS, Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Abramge/RJ, Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), Live Healthcare Media, W3C – World Wide Web Consortium e Proteste. Eles avaliaram quatro critérios: interesse público, criatividade (inovação), qualidade técnica e adequação ao tema.

O 1º Hackathon ANS tem como parceiros a Abramge, a Abramge/RJ, a Associação Nacional das Administradoras de Benefícios (Anab), a Anahp e a Fenasaúde.

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“Robô Valet” estaciona carro sozinho

A Hikvision, eleita pela revista FORBES como uma das 100 empresas mais inovadoras do mundo em 2016, participou da 3ª Conferência Mundial de Internet, realizada no início de novembro em Xangai. Neste encontro estavam presentes grandes empresas, como a Microsoft.

O projeto inovador desenvolvido pela Hikvision foi nomeado como robô de estacionamento inteligente, e já está em operação na China. Com uma margem de erro de menos de 5mm, o robô de estacionamento inteligente pode elevar, carregar, girar e posicionar veículos de 2000 kg e ajudar motoristas a estacionar em apenas dois minutos. Os motoristas não precisam entrar em um estacionamento, mas apenas receber um QR CODE que será fornecido através de um monitor touch que estará na entrada do local. O sistema de estacionamento inteligente lembra automaticamente o motorista de confirmar se o carro foi desligado corretamente. Depois que o carro estiver vazio, sem os passageiros, o sistema é ativado e gera um código QR para o motorista solicitar o carro na volta ao local. O sistema de estacionamento inteligente planeja a posição do veículo, calcula o caminho ideal para o curso do robô, e o orienta dirigindo desde a área de partida até o local onde o veículo ficará estacionado.

A empresa Hikvision, atualmente é líder mundial no segmento de segurança eletrônica, e investe fortemente em alta tecnologia e inovação em suas divisões de CFTV, robótica e super drones inteligentes. Os robôs inteligentes para estacionamento também podem ser utilizados em fábricas e centros logísticos, automatizando assim todo o fluxo operacional. Segundo a Hikvision, a tecnologia está disponível somente na China, porém em breve estará disponível para o mercado internacional.

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Startup permite contratar serviços domésticos em 24 horas com garantia

Após um vazamento em sua cozinha, vários orçamentos de profissionais nas plataformas de freelancers e um serviço mal executado que lhe tirou o sono, o jovem empreendedor Edmee Moreira percebeu uma lacuna no enorme mercado de reparos domésticos: uma plataforma que encontre e garanta a qualidade do serviço executado, escolhendo apenas profissionais certificados.

Foi assim que, com mais dois sócios, lançou a startup BemCombinado (www.bemcombinado.com). Na plataforma, o cliente encontra empresas certificadas para 12 categorias e mais de 300 serviços – como marcenaria, hidráulica, instalações, montagens e reparos emergenciais – que a empresa já negociou o preço antecipadamente.

O agendamento é online e a execução do trabalho é realizada em até 24 horas, com garantia de três meses. O usuário paga direto na plataforma e como os preços são pré-estabelecidos por serviço, não tem aquele “vai e vem” de orçamento via e-mail ou WhatsApp. “Nossa ideia sempre é facilitar a vida para quem já está com um problema”, diz Edmee Moreira, CEO da startup.

“O BemCombinado resolve as duas principais dores de cabeça dos pequenos reparos e manutenções: primeiro não precisa escolher o profissional. O preço é tabelado e nós enviamos o prestador de serviço mais qualificado e próximo da sua casa. Outra dor de cabeça é a segurança do serviço: todos os profissionais são certificados e garantimos a qualidade. Tudo isso com um preço justo”, completa.

Lançada há dois meses com incentivo da Oxigênio Aceleradora, a startup também ajuda as empresas que prestam serviços a conseguirem mais clientes, já que os parceiros não precisam pagar mensalidade para estar na plataforma – que fica com 15% de cada serviço prestado.

Atualmente, o BemCombinado atende a Grande São Paulo e deve expandir para outras capitais no primeiro trimestre de 2017. “Por enquanto estamos atuando nas grandes cidades de SP, mas a ideia é chegar em todo país, inclusive, nos tornando uma franquia”, conta Edmee.

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Gartner aponta queda de 5,8% na receita mundial de servidores no terceiro trimestre de 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, aponta uma queda de 5,8% na receita mundial de servidores no terceiro trimestre de 2016 em comparação ao mesmo período de 2015. As remessas globais caíram 2,6% comparado ao ano anterior. Entre os cinco maiores fornecedores, apenas a Cisco obteve um aumento na receita, enquanto a Huawei e a Inspur Electronics registraram crescimento nas remessas. HPE, Dell e Lenovo sofreram declínios tanto na receita quanto nas remessas desses equipamentos.

“O mercado de servidores foi impactado durante o terceiro trimestre de 2016 por planejamentos de gastos mais conservadores mundialmente. Isso foi agravado pela capacidade dos usuários finais de alavancar máquinas virtuais adicionais em servidores x86 já existentes (sem novos hardwares) para atender às suas necessidades de aplicações de servidor. Os provedores de servidores precisarão revigorar e melhorar suas proposições de valor para ajudar os usuários finais a justificar as substituições e o crescimento de hardware do servidor caso queiram levar o mercado de volta a uma situação positiva”, afirma Jeffrey Hewitt, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.
Todas as regiões apresentaram declínio em remessas, exceto a Europa Oriental, que apresentou crescimento de 0,9%. Em receita, todas as regiões sofreram queda, com exceção do Japão, que cresceu 1,3%.

Os servidores x86 tiveram redução de 2,3% nas remessas e de 1,6% na receita no terceiro trimestre de 2016. Entre os cinco maiores fornecedores, somente a Cisco não apresentou declínio na receita. Já nas remessas, apenas a Huawei e a Inspur Electronics tiveram crescimento.

Apesar de uma diminuição de 11,8%, a HPE continua liderando o mercado mundial de servidores (com base na receita), com participação de mercado de 25,5% (veja Tabela 1). A Dell teve queda de 7,9%, mas manteve o segundo lugar no mercado com 17,5% de participação. A Lenovo ficou com o terceiro lugar, com 7,8%. Já a IBM caiu para a quinta posição e teve o maior declínio entre os cinco principais fornecedores.

A HPE liderou o ranking durante o terceiro trimestre de 2016, com 18,3% de participação no mercado (veja Tabela 2). Apesar de uma queda de 9,8%, a Dell obteve a segunda posição, com 16,8% do mercado. Já a Huawei e a Inspur foram as únicas entre as cinco maiores a aumentarem a remessa de servidores no período.

Na Europa, Oriente Médio e África (EMEA), as remessas de servidores totalizaram 481 mil unidades no terceiro trimestre de 2016, uma queda de 9,7% ano após ano (veja Tabela 4). A receita de servidores chegou a US$ 2,6 bilhões, um declínio de 12,1% comparado ao mesmo período de 2015 (veja Tabela 3).

“Esse é o terceiro trimestre consecutivo de diminuição de receita no mercado EMEA. Os padrões de gastos dos grandes provedores de Cloud dificultaram a repetição do desempenho do terceiro trimestre de 2015 em alguns países, porém, a realidade é que a demanda tem sido fraca em toda a região”, explica Adrian O’Connell, Diretor de Pesquisas do Gartner.

Em relação à receita, quatro dos cinco maiores fornecedores sofreram uma queda no terceiro trimestre de 2016. A HPE continuou no primeiro lugar, mas teve uma diminuição da receita de 1,8% no período. A Dell também apresentou queda nesse segmento, embora sua parcela tenha permanecido estável, diminuindo a diferença entre as duas empresas. A receita da IBM caiu 20%, visto que a companhia ainda sente os efeitos da alienação de seu x86. Ela também não conseguiu manter seu desempenho do ano passado neste trimestre, quando se beneficiou de vendas de reposição relativamente fortes. Já a Lenovo ficou com o terceiro lugar em receita, mas continuou a observar uma queda de 16,4%.

A HPE apresentou um desempenho fraco de remessas, perdendo mais de três pontos percentuais na parcela do mercado. A Dell e a Lenovo, respectivamente na segunda e terceira posição, conseguiram manter sua parcela de mercado alinhando suas quedas de remessas às do mercado global. Considerando as condições globais de remessa, foi um resultado positivo. Somente os fornecedores de white box na categoria “Outros” conseguiram aumentar sua participação.

“Isso não configura uma desaceleração repentina após o resultado do referendo britânico, mas um sinal da demanda fraca contínua em todo o mercado EMEA, com poucos fabricantes com efeito positivo. Com servidores que não são x86 caindo para menos de 12% da receita global, o mercado está altamente exposto aos efeitos negativos que a virtualização e os serviços externos de Nuvem podem ter sobre plataformas x86 mais baratas. É provável que o EMEA continue sendo uma região muito difícil para os fornecedores de servidores,” completa O’Connell.

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Chega ao Brasil o primeiro aparelho auditivo do mundo conectado à internet

Esta semana acontece no Brasil o lançamento do primeiro aparelho auditivo do mundo conectado à Internet. Com tecnologia totalmente inovadora, o Opn™ oferece uma gama de recursos capazes de proporcionar às pessoas com perda auditiva experiências sonoras nunca antes experimentadas, incluindo a capacidade de se conectar de forma integrada a computadores, smartphones, TVs e outros equipamentos eletrônicos, via internet ou por meio de bluetooth. Além disso, graças à solução BrainHearing ™, desenvolvida pela dinamarquesa Oticon, a nova tecnologia permite uma audição completa, acabando com as limitações de direcionalidade do som presente nas próteses atuais –problema relatado por muitas pessoas. Com isso, o usuário consegue ouvir com clareza a fala de diversos interlocutores e diversos sons, em ambientes ruidosos.

Comercializado até o momento apenas nos Estados Unidos, Espanha, Itália e Dinamarca, o Opn™ já chega ao mercado brasileiro colecionando conquistas. O aparelho ganhou prêmios em duas categorias na prestigiada CES 2017 Innovation Awards, o programa norte-americano de prêmios internacionais que reconhece projetos inovadores e serviços de tecnologia de ponta em todo o mundo.

O primeiro prêmio, na categoria Tech for a Better World (Tecnologia para um Mundo Melhor), celebra produtos que compartilham um objetivo comum ou capacidade de impactar o mundo de uma forma positiva. Já o segundo, na categoria Wearable Technologies(Tecnologias usáveis), abrange o crescente mercado de dispositivos eletrônicos usáveis pelo corpo humano, que utilizam sensores para navegação, coleta e transmissão de informações ou outras melhorias sensoriais.

“Estamos orgulhosos de o Oticon Opn™ ser reconhecido por sua excelência pelo CES Innovation Awards, em duas categorias que ressoam tão poderosamente entre os consumidores”, disse o presidente da Oticon, Gary Rosenblum, que complementou: “A tecnologia do Opn™ contribui para melhorar a vida de pessoas com deficiência auditiva, proporcionando a elas aproveitar ao máximo o mundo do som e as possibilidades quase ilimitadas dos dispositivos conectados à internet”.

Os prêmios CES Innovation Awards são patrocinados pela Consumer Technology Association – CTA™ (Associação de Tecnologia do Consumidor) e serão concedidos durante a Conferência Global de Tecnologia CES, que acontece em Las Vegas (EUA) entre os dias 5 e 8 de janeiro. Na ocasião, a Oticon estará presente com a exibição do Opn™ na galeria de premiados 2017.

A CES, feira global de produtos eletrônicos e tecnologia de consumo, é o ponto de encontro para todos os que prosperam no setor. Durante 50 anos, a feira tem sido a plataforma de lançamento de inovações tecnológicas que vem mudando o mundo.

Sobre o Opn:

A tecnologia do Opn™ quebra os paradigmas do atual mercado audiológico. Por meio de um aplicativo exclusivo, o Opn™ se conecta com mais de 280 tipos de serviços de internet que também estejam em nuvem. Ao receber um e-mail, por exemplo, o usuário não precisa recorrer a dispositivos móveis para checar as mensagens. Ele pode programar o ON – aplicativo do Opn™ – para receber o conteúdo da mensagem, de modo sonoro, direto no seu aparelho auditivo. Isso pode ser feito também para alarmes, despertador e notificações de redes sociais.
Além disso, o Opn™ possui sistema Bluetooth de 2.4GHz, permitindo a conectividade direta com equipamentos eletrônicos externos que também têm essa tecnologia sem fio, como TV, computador, celular, tablet. Dessa forma, o usuário consegue ouvir o som direto do equipamento, como se o próprio aparelho auditivo estivesse produzindo o som.

“Não existe nada parecido no mercado mundial atualmente. O Opn™ é resultado de quase uma década de pesquisas e tornou possível superar um desafio que até mesmo as mais avançadas soluções presentes hoje não foram capazes de resolver”, explica a fonoaudióloga Isabela Carvalho, especialista em audiologia.

Mas as inovações do Opn™ não param por aí. Na área auditiva propriamente dita, é o usuário – e não mais o aparelho – quem vai focar no som que mais o interessa ouvir naquele momento, já que ele tem a percepção sonora de todo o ambiente. Além disso, o aparelho ajusta o volume do ruído ao redor, a fim de manter o equilíbrio e o conforto da audição, dando ao cérebro um sentido nítido aos sons, com menos esforço. O resultado é uma audição muito próxima ao normal.

Tamanha inovação sonora só é possível graças à plataforma Velox™, que com processamento 50 vezes mais rápido do que a geração anterior de aparelhos auditivos, escaneia o ambiente mais de 100 vezes por segundo, respondendo às variações sonoras de forma muito rápida e oferecendo ao usuário um panorama sonoro de 360º.

O aparelho auditivo Opn™ começa a ser comercializado esta semana nas lojas da Telex Soluções Auditivas de todo o país.

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KaBuM! lança hipermercado 100% online

O KaBuM!, pioneiro e maior e-commerce de informática e eletrônicos da América Latina, além de ser um dos 100 sites mais acessados do Brasil, acaba de lançar o KaBuM! To.Go, hipermercado 100% online.

Fundado em 2003 por dois jovens irmãos – na época, com apenas 17 e 21 anos de idade, na cidade de Limeira, interior de São Paulo, o KaBuM! se tornou referência nos segmentos em que atua e conta com mais de 4 milhões de clientes ativos. Neste ano, a empresa foi reeleita pelos consumidores como o melhor e-commerce do Brasil em sua categoria, por meio de votação pública da e-Bit, maior consultoria especializada em comércio eletrônico do país.

De acordo com estimativas de mercado, a companhia está próxima de atingir a marca de R$1 bilhão de faturamento ao ano e, segundo os seus fundadores, um dos pilares deste sucesso sempre foi o foco na experiência do cliente, incluindo desde a facilidade na navegação e ao atendimento, até a agilidade no envio e entrega do pedido. O resultado é o reconhecimento do KaBuM! como o e-commerce mais rápido do país – representado pelo Ninja, mascote da empresa.

A partir de toda a experiência adquirida em mais de uma década, o Grupo KaBuM!, que planeja a abertura de seu capital (IPO) nos próximos anos, mais uma vez inova e diversifica seu negócio ao lançar uma nova plataforma: o hipermercado KaBuM! To.Go, com uma operação totalmente própria. “Queremos estreitar ainda mais o relacionamento com nossos clientes, atendendo-os com maior frequência e proporcionando mais praticidade em suas vidas. Para isso, nada melhor do que ajudá-los a repor suas despensas”, esclarece Leandro Ramos, CEO e cofundador da empresa. “Entendemos que há uma oportunidade muito grande de crescimento neste nicho, que é pouco explorado. O motivo disso é claro: há uma alta complexidade de execução, em especial na logística – um dos pontos fortes do KaBuM!”, completa Leandro.

Para viabilizar o investimento no comércio eletrônico alimentar, os fundadores do Grupo KaBuM! tiveram mais uma vez que romper barreiras. “Quando apresentávamos o projeto, todos ficavam imediatamente entusiasmados, mas ouvimos diversas vezes que era algo muito complicado e, até hoje, ninguém havia o feito nesta escala – e era exatamente isso que nos motivava”, lembra Thiago Ramos, COO e também cofundador do e-commerce.

O KaBuM! To.Go conta com um Centro de Distribuição de aproximadamente 5 mil metros quadrados, localizado em Limeira-SP, dedicado especialmente ao projeto, e venderá um portfolio completo de produtos encontrados em um hipermercado tradicional, incluindo desde alimentos e bebidas até itens de higiene pessoal e limpeza. Apenas não serão comercializados produtos perecíveis, como frutas e legumes.

As compras já podem ser realizadas no endereço exclusivo: www.kabumtogo.com.br. Os clientes do KaBuM! poderão utilizar o mesmo cadastro do site, assim como o login do Perfu.me, loja eletrônica especializada em perfumaria e cosméticos do grupo.

A velocidade na expedição e entrega dos pedidos, já conhecida pelos clientes do e-commerce de tecnologia, também será aplicada ao segmento online de alimentos, já que a empresa é tão obcecada por agilidade, que conta com um Boeing 727-200 Cargo dedicado à operação, com o objetivo de reduzir o tempo de trânsito dos pedidos.

O hipermercado 100% online, que já apresenta uma infraestrutura robusta, oferecerá aos clientes um prazo de entrega das compras de 24 a 48 horas após a realização do pedido, sendo que, em algumas localidades, a entrega ocorrerá no mesmo dia – procedimento que será expandido para novas regiões, de maneira gradativa. Atualmente, o KaBuM! To.Go atende apenas o estado de São Paulo.

As metas estabelecidas para o novo negócio são claras: proporcionar extrema comodidade aos clientes, oferecendo uma grande variedade de produtos dentro de um só lugar, com a facilidade de recebê-los diretamente em sua casa ou em seu trabalho, sem a necessidade de enfrentar o trânsito para se locomover até o supermercado mais próximo, procurar uma vaga para estacionar, caminhar por todos os corredores e depois se deparar com uma enorme fila no caixa. “Algo que tradicionalmente pode levar questão de horas para ser realizado, no KaBuM! To.Go será concluído em poucos minutos, usando apenas um computador ou celular”, diz Leandro Ramos.

Dentro de uma realidade em que a rotina das pessoas é cada vez mais intensa, o objetivo da empresa também está voltado à qualidade de vida. “Queremos que nossos clientes invistam o tempo que seria gasto para realizar suas compras em outras atividades, como lazer ou a prática de exercícios físicos. É uma mudança cultural que veio para ficar”, conclui Thiago Ramos.

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Mercado: retomada lenta deve ser vista como oportunidade – Por Luiz Melo

Os números sobre o mercado brasileiro como um todo para o próximo ano não são tão animadores como divulgados anteriormente. Diversos segmentos, no entanto, tem demonstrado altas expectativas de crescimento para 2017 – ou seja, a retomada virá. Fato é que, não importa a situação, é preciso pensar na retomada do crescimento da sua empresa – somente desta forma é possível “espantar” a crise do seu caixa financeiro.

O mais importante para o mercado como um todo, é que estamos no fim de um ciclo ruim, no entanto a velocidade para que esta retomada seja sentida no comércio varejista deve ainda ser lenta – reflexo de algumas incertezas com relação à aprovação dos ajustes fiscais no campo político/econômico, e que refletem diretamente na confiança para a retomada do investimento e, consequentemente, na geração de emprego. Os fundos de investimentos estrangeiros estão interessados no Brasil e aguardam apenas que a situação política fique mais estável para começar a dar os primeiros passos, ou a retomada dos mesmos.

Vale ressaltar que setores que não são de primeira necessidade deverão ter um início de recuperação mais gradual durante o próximo ano. Ainda este ano a previsão para o setor supermercadista é de apresentar uma ligeira recuperação, fruto da inflação de alimentos que ainda deve continuar em alta e, principalmente, pelo comportamento do consumidor que em cenários de retração econômica preservam os seus gastos com os itens de primeira necessidade.

Portanto a retomada ainda não ocorrerá de forma generalizada. Teremos dois extremos no mercado brasileiro nos próximos meses, um com os supermercadistas, com expectativas de ligeiro crescimento, um pouco mais acelerado e rápido que os demais; e no outro extremo os segmentos automobilístico, eletroeletrônicos, linha branca, material de construção, vestuário e calçados, que tem uma perspectiva de melhora e recuperação somente para 2017.

É preciso ânimo e estratégias eficazes para voltar a crescer. Aproveitar o otimismo do mercado consumidor requer experiência e sabedoria para retomar o desenvolvimento de uma empresa, independendo do segmento. Por isso, o empresário que ficar se lamentando pela crise, perderá a boa vontade da retomada.

Luiz Melo, especialista em Gestão de Produtos & Supply-Chain e sócio-diretor da 360 Varejo

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Transmissões de vídeo ao vivo agora podem ser feitas diretamente do Twitter

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Usuários conseguem transmitir conteúdo em tempo real, como já acontece no Persicope, a partir de um simples Tweet

Como resultado do avanço nas integrações com o Periscope, o Twitter anuncia nesta quarta-feira (14) que qualquer usuário, incluindo consumidores, criadores digitais e marcas, poderá fazer transmissões de vídeo ao vivo diretamente de seu perfil no Twitter, a partir de um simples Tweet. O recurso está disponível nas versões atualizadas do aplicativo nos sistemas iOS e Android.

Assim como já acontece no Periscope, os seguidores que estiverem assistindo a um vídeo em tempo real no Twitter terão a oportunidade de interagir com o produtor da transmissão com o envio de comentários e dos já conhecidos corações. Além disso, os Tweets dos vídeos ao vivo podem ser Retweetados, curtidos e compartilhados.

Para iniciar a transmissão, basta ir no botão de criar um Tweet, selecionar a opção “ao vivo” – que abrirá uma tela pré-transmissão para visualização do enquadramento – e, quando estiver tudo pronto, clicar em “entrar ao vivo”. Uma vez iniciada a transmissão, qualquer usuário no Twitter e no Periscope poderá assistir ao vídeo e fazer interações.

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Amazon Prime Video está disponível no Brasil e mais de 200 países

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Amazon anunciou hoje que o Amazon Prime Video está agora disponível para clientes em mais de 200 países e territórios pelo mundo. Agora, clientes por todo o planeta podem aproveitar novas séries populares como The Grand Tour, de Jeremy Clarkson, Richard Hammond e James May (atualmente a série mais bem avaliada no IMDb, com uma classificação de 9,4 e mais de 20.000 votos) e as séries originais da Amazon vencedoras de prêmios, como The Man in the High Castle, Transparent, Mozart in the Jungle, Tumble Leaf, entre outras. Para aderir ao Prime Video, clientes devem inscrever-se no site PrimeVideo.com e assistir aos vídeos em smartphones e tablets Android e iOS, tablets Fire, além de modelos mais conhecidos de TVs LG e Samsung. Membros do Amazon Prime na Bélgica, Canadá, França, Índia, Itália e Espanha podem começar a assistir hoje, sem nenhum custo adicional à sua associação ao Prime. Clientes nos outros novos países do Prime Video podem inscrever-se por um valor promocional de lançamento de US$2,99 (ou €2,99) por mês pelos primeiros seis meses, começando com sete dias grátis, em PrimeVideo.com.

“Nós estamos felizes em anunciar que, a partir de hoje, fãs no mundo todo terão acesso ao Prime Video”, disse Tim Leslie, vice-presidente internacional, Prime Video. “The Grand Tour e outras séries originais da Amazon aclamadas pela crítica, como Transparent, Mozart in the Jungle e The Man in the High Castle, além de centenas de filmes e outras séries populares de Hollywood, estão agora disponíveis por um preço inicial de apenas US$2,99 por mês. E o que é realmente emocionante é que estamos apenas começando”.

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A tecnologia como ferramenta para o desenvolvimento do agronegócio no Brasil

Os números referentes à região conhecida por MATOPIBA chamam a atenção. Para quem não sabe, ela é formada pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, daí a sigla, originado o quadrilátero que é considerado polo agrícola, cuja adoção de tecnologias agropecuárias resulta em alta produtividade.

De acordo com dados do Censo 2010, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população total do MATOPIBA era de 5.901.789 pessoas (3.854.561 vivendo em áreas urbanas – 65,31% delas – e 2.047.228 na área rural – 34,69% restantes), ocupando um território de pouco mais de 73 milhões de hectares.

Apesar do atual cenário econômico ainda ser visto com cautela, as projeções indicam que a região deverá produzir no ciclo 2023/2024, 22,6 milhões de toneladas de grãos (a safra 2014/2015 foi de 19,6 milhões de toneladas de grãos), correspondendo a uma área plantada entre 8,4 e 10,9 milhões de hectares.

No entanto, apesar de dados tão expressivos, a produção agrícola no Brasil ainda enfrenta alguns problemas. “Com o MATOPIBA, percebemos que as fronteiras agrícolas têm se interiorizado no país, contribuindo no aumento da distância entre os portos das regiões Sul e Sudeste. Consequentemente, isto aumenta os custos de logística. Neste sentido, se fazem necessárias ações mais eficientes em relação ao uso da tecnologia para o agronegócio, não apenas por parte dos três níveis de governo, mas, sobretudo, advindas das empresas”, explica o diretor da Unidade de Agronegócio da Mega Sistemas Corporativos, Gustavo Almeida.

No contexto empresarial, algumas medidas podem ser consideradas, como, por exemplo, a adoção de sistemas de gestão integrada, também conhecidos por ERPs, apropriados para o setor. É o caso do Mega Agrobusiness, desenvolvido pela Mega. “A solução foi criada com o objetivo de administrar e controlar todo o processo gerencial do plantio à colheita, fornecendo dados para que os gestores possam tomar as devidas decisões a cada safra”, afirma o executivo.

Para os especialistas, temas estratégicos como a desoneração tributária, geração de empregos, incentivos fiscais, obrigações e responsabilidade social, entre outros, também fazem parte do dia a dia de quem atua neste segmento. “Diante dos últimos anos, a automatização de todos os processos estimula o agronegócio crescer no Brasil. E direcionar os investimentos ao uso assertivo da tecnologia é de extrema importância no aumento da produção nacional, principalmente nesta região que sofreu com a seca no período 2015/2016 e reduziu em 35,66% a produção em comparação ao ciclo anterior”, conclui Almeida.

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ClickSoftware amplia presença no Brasil e anuncia novo Gerente Geral para operação AL

A ClickSoftware, líder no fornecimento de soluções para organizações de serviços em campo, anuncia a nomeação de Wagner Tadeu como Gerente Geral para as suas operações na América Latina. Tadeu será o executivo sênior de toda a região, responsável pela estratégia de mercado, satisfação do cliente e desenvolvimento de ecossistema de parceiros, contribuindo para a ampliação da presença da ClickSoftware na América Latina.

A ClickSoftware beneficia os seus clientes com um processo de tomada de decisão inteligente e automatizado, entregue em tempo real. A plataforma Click Field Service Edge baseada em nuvem é uma solução pioneira que otimiza o agendamento, a gestão da força de trabalho móvel e as operações de serviço de missão crítica.

“Wagner traz consigo uma ampla experiência de mercado”, diz Richard Collins, Vice-presidente sênior de vendas da ClickSoftware, ao avaliar o importante papel que o executivo representou no crescimento da Symantec no Brasil e na América Latina, empresa onde atuou. Mais recentemente, Tadeu foi Gerente Geral da Pure Storage e Country Manager da NetApp Corporation.

O segmento de serviços em campo segue apresentando forte crescimento no Brasil, apesar das recentes incertezas econômicas. De acordo com relatório de 2016 da MarketsandMarkets, estima-se que o faturamento mundial do setor ultrapasse a marca de US$ 5,11 bilhões até o ano de 2020, ou sejam, um crescimento de cerca de 20% ao ano. Collins ressalta que a ClickSoftware projeta uma taxa de crescimento ainda maior para a América Latina e a companhia deve priorizar seus esforços nas verticais de telecomunicações, utilities, manufatura, homecare e serviços de assistência domiciliar.

“O setor de serviços está em rápida ascensão e, tendo estado presentes na região nos últimos 10 anos ou mais, queremos ampliar ainda mais a nossa presença. Estamos experimentando uma demanda crescente por gestão de serviços de campo no Brasil”, finaliza Collins.

Ainda este ano, quatro ou cinco posições serão preenchidas no escritório da ClickSoftware em São Paulo nas áreas de vendas e suporte, para atender clientes no Brasil, México, Argentina, Colômbia e Chile.

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Sony e 4YOUSEE firmam parceria com o app Digital Signage

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Para ajudar empresários na implementação de Digital Signage, a marca firmou uma parceria com a empresa 4YOUSEE, desenvolvedora de softwares de comunicação corporativa, para oferecer estes serviços embarcados nas TVs Android da Sony.

Digital Signage é todo tipo de comunicação out of home veiculada em telas e monitores profissionais ou televisores convencionais. Essa ferramenta de comunicação é utilizada em projetos corporativos, como lojas de shopping center, varejistas, escritórios, clínicas e grandes empresas.

Com a parceria, as TVs Android da Sony permitirão acesso ao aplicativo da 4YOUSEE diretamente da Google Play Store, além de já possuírem Player Android e Google Cast embarcados, simplificando a instalação. Os modelos Android da SONY também possuem alta qualidade de imagem 4K, oferecendo a melhor tecnologia de imagem encontrada atualmente no mercado.

Clientes corporativos também podem usufruir de alguns benefícios com o aplicativo, como realizar a gestão do próprio conteúdo nas TVs, direcionar conteúdos diferentes para cada tela com poucos comandos e gerar relatórios precisos dos conteúdos exibidos.

Segundo Bruno Baptistão, gerente de desenvolvimento de novos negócios da Sony Brasil, essa nova parceria atende as necessidades dos mercados mais exigentes e que buscam o que há de mais inovador em equipamentos eletrônicos e soluções de comunicação.

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JEFER Siderúrgica reafirma pioneirismo e investe em projeto de SAP S/4 HANA ENTERPRISE MANAGEMENT no Brasil

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Com enorme sucesso no mercado, a JEFER é uma das principais referências no segmento nacional de siderurgia. Para apoiar o dinamismo e a diversificação de suas linhas de negócios, a companhia buscou uma solução de gestão empresarial baseada em uma plataforma inovadora, robusta, escalável e funcionalmente abrangente. Assim, nasceu o projeto de implantação do sistema SAP S/4HANA ENTERPRISE MANAGEMENT, realizado pela AdopTI, consultoria especializada na plataforma de gestão empresarial da fabricante alemã. Quando em operação, a JEFER será a primeira empresa a receber os benefícios do S/4HANA ENTERPRISE MANAGEMENT, na qual possui todos os processos empresarias integrados e disponíveis ao negócio em mobilidade, além de atender todos os processos fiscais, estaduais e municipais na plataforma TDF da SAP. O salto no patamar de gestão e eficiência que proporcionará à siderúrgica, viabilizará um plano de expansão ambicioso, cujas metas de crescimento são de 50% nos próximos cinco anos e, 100% em 10 anos.

O S/4 HANA ENTERPRISE MANAGEMENT é considerado a maior inovação da SAP por redefinir a forma como o software corporativo pode criar valor em uma economia digital e conectada. Todo o seu ecossistema foi desenvolvido para tirar proveito da sua potente base tecnológica, modernizar a experiência de usuário em qualquer dispositivo e conectar nativamente o Big Data, a Internet das Coisas, redes de negócios, entre outros benefícios. A JEFER, sediada em Leme, no interior paulista, pretende com esta tecnologia estabelecer uma estrutura robusta, segura e ágil, que ao mesmo tempo simplifique seus processos internos, agilize e potencialize a tomada de decisão em diferentes níveis da organização.

Para a aquisição da plataforma e a implementação do projeto, a JEFER contou com a expertise e apoio da AdopTI, consultoria especializada em SAP, e uma das principais estruturas de suporte e de serviços da plataforma da gigante alemã do interior do Estado de São Paulo, na cidade de Ribeirão Preto. A implantação está em andamento e, quando finalizada, contemplará – exceto a área de RH – todos os demais setores da empresa: financeiro, fiscal, logística, controladoria, industrial, compras e vendas. Mais de 500 colaboradores de todas as empresas do Grupo serão beneficiados, sobretudo com a simplificação de processos e apoio à tomada de decisão e assim, a JEFER poderá atender ao mercado de forma ainda mais dinâmica e competitiva.

“Nosso grande objetivo é obter o controle unificado dos negócios e uma maior agilidade na tomada de decisão. Por meio da plataforma S/4HANA ENTERPRISE MANAGEMENT teremos essa vantagem competitiva, com recursos remotos em mobilidade, nos permitindo inclusive ampliar as linhas de negócios do Grupo com agilidade e rapidez”, destaca Clóvis Rigo, CIO da JEFER.

Por ser uma empresa familiar, com apenas 17 anos de existência, que experimentou um crescimento acelerado e diversificação de suas linhas, a JEFER teve a complexidade operacional e as necessidades de gestão ampliadas rapidamente. Com os recursos avançados do S/4HANA ENTERPRISE MANAGEMENT a empresa passará a mapear e controlar seus processos internos com maior segurança e dinamismo. A nova estrutura e o aparato de recursos contidos na plataforma, entre eles os aplicativos de mobilidade, assim como a simplificação dos processos, potencializarão a gestão e a produtividade, possibilitando programar um grande crescimento da produção, que atualmente é de 30 mil toneladas aço/mês, para 50 a 60 mil toneladas aço/mês.

Silvia Sanches, CFO da companhia, acredita que o sucesso e o diferencial deste projeto estão baseados na experiência e especialização da AdopTI, associadas ao padrão mundial das soluções SAP. “Escolhemos trabalhar com a AdopTI por sua experiência no segmento siderúrgico, pela expertise frente aos concorrentes e principalmente pela segurança e conhecimento que demonstraram acerca das necessidades da JEFER, antes de posicionarem nosso negócio no SAP, a AdopTI fez um estudo e benchmarking em seu laboratório de pesquisa e desenvolvimento, o que proporcionou maior aderência e absorção de conhecimento de nossos usuários de negócios ao SAP”, explica a executiva.

A JEFER Produtos Siderúrgicos foi fundada em 1999 para a produção de tubos e outros produtos da indústria de siderurgia. A empresa familiar tem sede na cidade de Leme e filiais em Betim (MG) e Araguari (SC).

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ProDoctor lança Medicamentos, aplicativo para a área farmacêutica

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Gratuito e disponível para iOS e também para Android, o aplicativo foi concebido especialmente para os profissionais da saúde, que poderão consultar as bulas, descobrir os genéricos e similares disponíveis e ter acesso às demais informações sobre os medicamentos, dentre outras funcionalidades.

Contém todos os medicamentos referência aprovados pela Anvisa, contabilizados independentemente das suas formas de apresentação. Cada um deles é cuidadosamente revisado pela equipe técnica de profissionais especializados, que trabalham diariamente para manter toda a base de dados sempre atualizada.

Possui um sistema de pesquisa ágil e inteligente, que mostra sugestões à medida que o usuário realiza a busca, que pode ser feita por nome, princípio ativo, grupos farmacológicos, indicações terapêuticas e laboratórios e suas combinações.

Com a mesma facilidade, o aplicativo detalha indicações e características farmacológicas, contra indicações, advertências e precauções, interações medicamentosas, posologia, reações adversas e superdose de cada medicamento. Além de oferecer a equivalência farmacêutica, onde o usuário encontrará cada medicamento referência associado ao nome de seus genéricos e similares e vice-versa.

Outra função bastante relevante permite que o usuário possa solicitar uma análise de qualquer remédio que considere necessária ou que solicite a inclusão, caso o não encontre o que estiver pesquisando. Assim que a análise estiver concluída, ele receberá uma notificação.

Além disso, através da central de notificações, o usuário receberá informações sobre cada novidade dentro do app, desde a inclusão de novos medicamentos até as notícias relevantes do meio farmacêutico. No histórico de consultas, encontrará uma listagem dos últimos remédios já consultados dentro do programa.

Para não sobrecarregar a memória dos dispositivos, o acesso a base de dados é obtido através de conexões Wi-Fi ou 3G/4G, permitindo assim que o usuário tenha sempre a versão mais atualizada.

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Robô cão-guia pode chegar ao mercado brasileiro por meio de financiamento coletivo

Os cães-guias significam mais autonomia e qualidade de vida para deficientes visuais. Porém, apresentam questões como altos custos para treinamento, restrições para entrada em alguns ambientes, tempo curto de vida dos animais e despesas e trabalho quando ficam doentes. Pensando em colaborar com os deficientes visuais de maneira mais assertiva, prática e econômica, uma equipe de pesquisadores no Espírito Santo está desenvolvendo um robô cão-guia.

E para criar os protótipos da máquina, foi lançada uma campanha de crowdfunding pelo Kickante, maior plataforma brasileira de financiamento coletivo. O objetivo é arrecadar R$ 100 mil, para a produção de dez robôs cães-guias, que serão doados a deficientes visuais, permitindo os primeiros testes e possibilitando a sugestão de melhorias para aperfeiçoar o produto. O valor mínimo de doação é R$ 10 e quem doar a partir de R$ 10 mil terá seu protótipo garantido.

Batizado de Lysa, o robô está em fase final de desenvolvimento e a intenção é aperfeiçoá-lo para que, em breve, o produto possa estar no mercado. Comandada pela idealizadora do projeto, Neide Sellin, a equipe tem atualmente oito pesquisadores envolvidos na criação do cão-guia robô, todos bolsistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O robô foi apresentado em novembro em evento do Instituto Benjamin Constant, no Rio de Janeiro onde mais de 120 pessoas com deficiência visual tiveram a oportunidade de conhecer Lysa. Em todo o Brasil há cerca de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual severa e já existe uma lista de espera de 450 nomes interessados em utilizar o produto.

“A campanha é não apenas para permitir a produção dos protótipos, mas também para fazer com que o robô chegue ao público de forma mais acessível possível”, explica a idealizadora do projeto, Neide Sellin. Se os resultados da campanha de financiamento coletivo forem os esperados, o custo do robô Lysa no mercado deverá ficar em até R$ 10 mil. “Os cães-guias convencionais exigem despesas para tratamento e criação, além do custo elevado para adestramento, não sendo portanto acessíveis a muita gente. Calcula-se que hoje no Brasil existam menos de 100 cães-guias”, comenta Neide Sellin.

Ela lembra que devido à insegurança para circular sozinhos, muitos cegos permanecem reclusos em suas residências, deixando de estudar ou trabalhar, o que significa muitas vezes ter dificuldades financeiras para eles e suas famílias. “Em muitos casos eles ficam dependentes de outra pessoa, que também tem sua rotina impactada. Estima-se que no Brasil existam 10 milhões de pessoas afetadas de alguma maneira pela deficiência visual”, explica.

Para a fundadora e presidente do Kickante, Candice Pascoal, campanhas como a do Cão-Guia Robô são capazes de estimular a procura pelo financiamento coletivo para a concretização de projetos e iniciativas. “O conceito do cão-guia robô deixa claro toda a criatividade e talento dos brasileiros, que cada vez mais desejam investir e fomentar suas ideias. Temos certeza que o projeto será um sucesso, e terá a capacidade de auxiliar inúmeros brasileiros por todo o país”, afirma.

Como é o robô Lysa

Com bateria recarregável, o robô Lysa tem funções semelhantes às de um cão-guia convencional. É dotado de dois motores e cinco sensores que avisam ao deficiente visual, por meio de mensagens de voz gravadas, quando há no percurso buracos, obstáculos e riscos de colisões em altura. A intenção é que chegue ao mercado com cerca de 3,5 quilos.

O robô começou a ser pesquisado por Neide Sellin em 2011. “Melhorar a vida das pessoas a partir do desenvolvimento de tecnologias era um sonho antigo, que foi ganhando cada vez mais espaço na minha vida. O projeto deu origem a uma startup e hoje estamos todos determinados a finalizar o produto e disponibilizá-lo o mais rápido possível para o mercado”, finaliza Neide.

A aposentada Joelva Gomes, que perdeu a visão na adolescência devido à degeneração macular, é consultora para o desenvolvimento de Lysa. Para ela, a maior dificuldade dos deficientes visuais é escapar de obstáculos que ficam em altura a partir da cintura, como galhos de árvores.

“A gente não consegue perceber esses obstáculos com a bengala, dificilmente você encontra algum deficiente visual que não tenha uma cicatriz da cintura pra cima. O robô vai nos dar maior independência e segurança ao nos alertar de coisas que a bengala não percebe, nos possibilitando ir trabalhar, estudar ou se divertir e voltar para casa de forma segura”, diz ela, que é formada em Direito e tem pós-graduação em Docência do Ensino Superior.

A irmã de Joelva, Sandra Pagotto, também é deficiente visual e acompanha a criação do produto. “O robô vai beneficiar principalmente as novas gerações de deficientes visuais, mas mesmo as pessoas de gerações menos habituadas com tecnologia aprendem a utilizá-lo de maneira rápida e fácil”, garante.

Mais informações sobre o projeto em http://www.caoguiarobo.com.br/

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