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Setor de TI do Paraná conquista Bancada Digital na Assembleia Legislativa

Em uma iniciativa, do deputado estadual Guto Silva, a Assembleia Legislativa do Paraná cria uma Frente Parlamentar de Tecnologia da Informação e Comunicações. A Bancada Digital veio de demanda do setor, representado por Arranjos Produtivos Locais de TI e da Assespro-Paraná, que representa as empresas de tecnologia. Também conta com apoio de importantes entidades empresariais, secretarias e empresas e órgãos governamentais e academia. Veja os detalhes na reportagem do programa Valor Agregado.

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Oito dicas para preparar seu e-commerce para o natal

Por Alfredo Soares

Uma das grandes apostas do varejo físico e online para aumentar as vendas e, consequentemente, o faturamento das lojas, são as datas comemorativas. E, com certeza, o Natal pode ser considerado um dos períodos mais lucrativos, especialmente para o comércio eletrônico, que espera um aumento no número de pedidos e ticket médio das compras.

Mas, para que os resultados sejam positivos e superem as expectativas dos especialistas do setor, os lojistas precisam se atentar a alguns detalhes e pontos que são importantes para garantir o sucesso nas vendas durante a data. Por isso, listei oito dicas essenciais para ajudar os lojistas a prepararem seus e-commerces para o Natal e alavancar suas vendas:

1. Flexibilidade no processo de devolução: com o objetivo de aumentar as vendas nessa época do ano, algumas lojas têm o costume de mudar as políticas de devoluções e trocas, deixando-as mais flexíveis. Algumas estendem o prazo com o objetivo de aumentar a possibilidade dos clientes que estão indecisos a comprarem nessa loja;

2. Métodos de pagamento: atualmente, os e-commerces que oferecem apenas a opção de cartão de crédito e débito ficam muito limitados para atender todos os clientes. Por isso, é importante que as lojas ofereçam outras opções de pagamento, como boleto bancário, PayPal e Bitcoin. Além de ser mais rentável, satisfaz as expectativas dos consumidores, mas é preciso verificar se esses novos métodos funcionam corretamente e estão de acordo com as normas de segurança e privacidade;

3. Tráfego intenso: é importante verificar com antecedência se a plataforma da loja está apta a receber o número de visitas que é de costume durante essa época do ano, já que os consumidores estão mais propensos a efetuar compras no ambiente online. Uma das principais dicas é aumentar a capacidade de armazenamento em nuvem, além de adotar um mecanismo de escala automática, dependendo da demanda do site, com o objetivo de garantir a estabilidade e disponibilidade, sem precisar ficar atento a essas questões;

4. Mobile Friendly: o uso dos smartphones cresceu significantemente durante os últimos anos. De acordo com o relatório da Webshoppers, feito durante o primeiro semestre de 2016, 23% das compras virtuais foram realizadas via dispositivos móveis. Isso mostra um crescimento significativo do m-commerce, já que em 2011, apenas 0,3% das vendas eram feitas por meio desse canal. Com a mudança de comportamento dos consumidores, os lojistas precisaram se adequar e oferecer um novo canal de vendas. Dessa forma, é preciso estabelecer uma estratégia que prioriza a experiência do usuário, valorizando um design responsivo e intuitivo;

5. Equipe de atendimento: assim como ocorre nas lojas físicas, os e-commerces também têm a necessidade de aumentar a grade de funcionários e remanejar alguns para as áreas que são importantes para o negócio, como por exemplo, os canais de comunicação como mídias sociais, chat online e e-mails que exigem eficiência e precisão. Por se tratar de uma área em que há muito stress, é preciso que haja pessoas que saibam lidar com os clientes, a fim de solucionar os possíveis problemas da melhor forma possível, evitando que o mesmo tenha uma experiência ruim, diminuindo dessa forma as chances de vendas no Natal;

6. Mídias sociais: esse item é um dos mais importantes para o bom relacionamento entre a marca e o cliente. Um dos períodos que há mais interação nessas plataformas, seja ela positiva ou negativa, é na temporada de férias. Verifique se a sua marca tem um plano de mídia adequado para lidar com ambos os cenários. Tenha pessoas responsáveis não só para monitorar esses canais, como também para responder e interagir com os usuários. Outra dica importante é ter o feeling de adaptar as mensagens que forem transmitidas para cada canal e procure utilizar os diferenciais de cada plataforma a favor do seu e-commerce;

7. Estoque: é importante ficar atento às tendências da temporada e também no estoque dos produtos que você acha que pode vender no Natal. Se você não usa nenhum software de gerenciamento e análise, prever a demanda pode ser complicado. Neste caso, ter estoque suficiente para evitar falta de produtos é essencial, já que uma das maiores causas de insatisfação dos clientes é a indisponibilidade de um produto, estoque zerado ou entregas incorretas. Todas essas questões estão relacionadas à maneira como você gerencia seu estoque. Para atender às expectativas dos clientes, os varejistas devem atualizar suas capacidades de gerenciamento crítico e toda a cadeia de suprimentos para melhor visibilidade, controle, precisão, eficiência e flexibilidade;

8. Logística: por se tratar de uma data comemorativa, é de suma importância que o prazo estipulado no site seja cumprido, já que o consumidor efetua a compra calculando esse tempo. Dessa forma, é preciso se atentar a logística nos correios e empresas terceirizadas para que a entrega seja feita no período combinado. Caso contrário, a dor de cabeça pode ser maior e uma experiência que era para ser positiva, irá se transformar em um problema para a loja e, dificilmente, a reputação da marca será revertida.

Esse ano não foi fácil para o comércio eletrônico. Por este motivo, o Natal é a grande aposta para os empreendedores aumentarem suas vendas. Mas, para que isso dê certo, é importante seguir algumas dessas dicas para que o e-commerce consiga alcançar os objetivos e assim fechar o ano com as contas no azul.

Alfredo Soares, sócio e fundador da Xtech Commerce.

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Startup transforma agências de viagem em corretoras de câmbio

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Cada vez mais as agências de viagem precisam se destacar em meio à concorrência física ou digital. Para se diferenciar e facilitar a compra de moeda pelo melhor preço, essas empresas já podem convidar os seus clientes a utilizarem a Bidollar . O marketplace de câmbio agora é multimoedas e, por meio de inteligência artificial, ajuda o viajante a comparar e comprar online em apenas alguns minutos.

Com a nova parceria, o agente de viagem envia por e-mail o convite com um código promocional para acessar a Bidollar. Na primeira transação, o cliente ganha um desconto. Todo o processo é online: comparação em tempo real das cotações nas principais casas de câmbio do país, aquisição, acompanhamento do pedido e entrega em um dia útil. O viajante ainda tem a praticidade de pesquisar e comprar via chat do Facebook ou Telegram. Basta enviar uma mensagem e o chatbot responde automaticamente com a melhor cotação e como proceder.

Ao longo da transação dá para poupar, em média, 20% do valor final ao adquirir dólar, por exemplo. “Alguns clientes economizaram mais de R$ 750. Além disso, não temos a taxa de balcão, oferecemos gráficos para comprar no melhor momento do mercado e ainda agilizamos o processo”, esclarece Kenzo Tominaga, fundador da Bidollar.

A principal vantagem para as empresas de turismo, além da comissão recebida, é fidelizar clientes e poder acompanhar tudo de perto. “Os agentes não perdem tempo e focam no negócio principal, com a tranquilidade de garantir a melhor cotação para o cliente e reforçar a confiança nos serviços prestados”, afirma Tominaga. Se antes o dólar americano era a especialidade da plataforma, a empresa atendeu aos pedidos e expandiu os serviços para dólar canadense, dólar australiano, libra e euro. Até o fim do ano, a Bidollar quer ser parceira de mais de 300 agências, chegando a mil em 2017.

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Pesquisa Salesforce revela: 77% dos consumidores evitam lojas físicas no final do ano

A Salesforce [NYSE: CRM], líder mundial em soluções de gerenciamento de relacionamento de clientes (CRM), acaba de divulgar pesquisa que revela que 77% dos consumidores evitam as lojas físicas durante o fim de ano e que, pela primeira vez, o tráfego de comércio eletrônico via plataformas móveis superou o realizado em desktops e tablets. Os novos relatórios, “2016 Connected Shoppers Report” e “Q3 2016 Shopping Index” (Relatório sobre Compradores Conectados 2016 e Índice de Compras do 3º Trimestre de 2016, respectivamente), exploram atitudes, comportamentos e hábitos dos compradores atuais.

A Salesforce entrevistou mais de 4 mil consumidores para o “2016 Connected Shoppers Report”. Já o “Q3 2016 Shopping Index” é baseado nas atividades de compras de mais de 500 milhões de consumidores de todo o mundo, com dados provenientes de sites de e-commerce que utilizam a Salesforce Commerce Cloud.

Com um aumento esperado de 10% nos gastos durante o final de 2016, é importante que os varejistas ofereçam experiências on-line, móveis e em lojas físicas aprimoradas para encantar compradores e aumentar a receita nesses meses críticos.

Principais descobertas da pesquisa da Salesforce

Os consumidores estão assumindo o controle de suas experiências de compra

– Mais de três quartos (80%) dos compradores pesquisam os produtos antes de adquiri-los online; websites são a ferramenta de escolha há bastante tempo.

– Com o crescimento das mídias sociais, observou-se um aumento de tráfego proveniente delas para sites de vendas, representando 3,1% de todo o tráfego digital — um aumento de 55% em comparação ao ano passado.

As opções de compras em plataformas móveis e outras inovações estão influenciando a experiência de compras tradicional

– A onda de compras em plataformas móveis continua a crescer: mais da metade (51%) de todo o tráfego de comércio digital é proveniente de telefones celulares, em comparação a computadores (40%) e tablets (9%).

– Novos serviços de aluguel de merchandising e de assinatura mensal para o recebimento de alimentos e produtos de higiene e saúde ganharam popularidade entre a Geração Y, que é duas vezes mais adepta a esse tipo de serviço do que a Geração X e cinco vezes mais do que aqueles nascidos na década de 50.

Os consumidores estão em busca de melhores serviços

– Mais da metade dos representantes da Geração Y concorda em compartilhar dados relacionados às suas preferências (56%) e gostaria que os comerciantes utilizassem os serviços baseados em localização (39%) para oferecer um melhor atendimento.

– O atendimento ao cliente responde à tendência oferecendo entregas grátis, por exemplo: 67% de todos os pedidos já estão sendo entregues gratuitamente.

Essa é a época das compras online

– A grande maioria dos consumidores (77%) evita as lojas físicas durante as festas de fim de ano devido ao grande número de pessoas (55%), aos congestionamentos (33%) e à conveniência das compras on-line (29%).

– Durante a época de pico de compras, espera-se uma expansão na variedade de produtos adquiridos on-line — uma diversificação 13% maior do que a observada no ano passado.

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Impactos da governança e da liderança para a reputação de uma organização

Os líderes têm um papel fundamental para a boa governança de uma organização, principalmente nos momentos de crise. A boa governança está fortemente relacionada ao comportamento das pessoas que representam e comandam uma organização e sobre o seu relacionamento com a sociedade.

Os estudos anuais que o Reputation Institute Brasil realiza desde 2007 mostram que há motivos evidentes para que as empresas olhem de maneira cada vez mais estratégica para a conjunção de liderança e governança. Enquanto analisa a evolução da reputação das maiores empresas dos mais diversos setores ao redor do mundo, a pesquisa RepTrak® revela informações que ajudam na compreensão das percepções e das expectativas da sociedade sobre o comportamento das empresas.

Um dos mais interessantes achados desse histórico de dados diz respeito exatamente à importância que as dimensões Liderança e Governança têm demonstrado ao longo dos anos. A metodologia do Reputation Institute considera sete dimensões – Produtos e Serviços, Inovação, Ambiente de Trabalho, Governança, Cidadania, Liderança e Desempenho Financeiro – para buscar as explicações racionais sobre o vínculo emocional que as empresas são capazes de criar com os seus públicos.

Esse conjunto de dimensões vem apresentando uma variação em sua relevância durante os sete últimos anos. Enquanto Produtos e Serviços – dimensão considerada fundamental, pois trata da entrega principal de todas as empresas – tem mantido um peso em torno de 18% entre 2007 e 2014. O que se observa com as dimensões Liderança e Governança é um crescimento gradual nesse período. Governança evoluiu de 13,8% para 15,1% e Liderança passou de 11,4% para 14,3%. Na soma das duas, o crescimento em importância foi de um total de 25,2% para 29,4%, o que significa que quase 30% de tudo o que a sociedade considera mais relevante ao fazer seu julgamento sobre o comportamento de uma empresa é relativo à maneira como seus diretores e gestores conduzem a empresa, à forma como prestam contas à sociedade e a maneira como se comportam em suas relações.

Para Ana Luisa Almeida, presidente do Reputation Institute Brasil, a boa governança é fundamental por diversas razões que têm impacto direto nos resultados das organizações, como um maior crédito de confiança por parte dos stakeholders, um menor custo de capital, evidências de menor risco em operações, empregados mais fiéis e mesmo a chance de pagamento de um preço premium por parte de investidores. “Embora as normas, as políticas e os processos que demonstram a boa governança sejam a base desse arcabouço que vem sendo constituído pelas empresas nos anos recentes, o que há de mais relevante está além dos aspectos formais e que se apresenta justamente por meio das pessoas”, afirma. Essa visão conduz a uma série de reflexões, que podem ser expressas de uma forma que, mesmo não sendo prescritiva, ajuda na organização das principais ideias sobre o tema.

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GFT contrata diretor de delivery para projetos nacionais

A GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, contratou Carlos Kazuo como diretor de delivery da operação brasileira. O executivo assume o lugar de Leandro Rodrigues, que passa a responder pela unidade de exportação de serviços para a região Atlântico, que inclui EUA, Canadá e UK.

Kazuo tem como missão dar continuidade à ampliação da estrutura da área de delivery para uma maior escala de atendimento, porém sem perder a qualidade pela qual já são reconhecidos. Essa expansão surge para atender o aumento dos negócios da companhia, em especial a alta demanda de projetos digitais para o setor financeiro. “Temos que crescer e manter o mesmo espírito de colaboração e comprometimento com a qualidade e com as expectativas dos clientes”, acrescenta Kazuo.

Para este desafio, o executivo quer explorar o diferencial da GFT na entrega de projetos, que reside na qualidade de seu capital humano. Os profissionais, segundo ele, são engajados com os objetivos da empresa, o que se traduz em um modelo de carreira amplamente seguido dentro da companhia.

“Nossos profissionais têm uma excelência técnica e especializações que garantem que as entregas, mesmo as mais complexas, sejam feitas com segurança e qualidade, resultando na satisfação de nossos clientes, e como consequência, se transformam em parcerias de longo prazo. Numa empresa de serviços como a nossa avaliamos isso como uma grande vantagem competitiva”, ressalta o executivo, acrescentando que para 2017 o plano será revisar alguns processos que vão ajudar a escalar o crescimento previsto.

Formado em engenharia da produção pela UNESP, com especialização na FEA/USP como Operador de Mercado Financeiro, Kazuo vem da Everis Brasil, onde, após 15 anos de atuação, ocupou o cargo de diretor de projetos nos últimos cinco anos, liderando projetos de integrações sistêmicas entre bancos, renovações tecnológicas, projetos de consultoria de negócios e revisão de processos, além de desenvolvimentos complexos em modelos de fábrica de software em diversas metodologias e tecnologias.

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AccorHotels investe em tecnologia e inteligência fiscal e garante maior controle sobre pagamento de impostos

A complexidade tributária brasileira não é novidade no cenário econômico atual. Mesmo com as várias automatizações promovidas pelo SPED fiscal,pagar impostos em nosso país continua um processo complicado, em que pequenos erros podem gerar muitos prejuízos. De olho nesse problema nacional, a Accorhotels, rede de hotéis de origem francesa, busca minimizar os impactos da nossa legislação em suas atividades comtecnologia e inteligência fiscal. Há cerca de um ano, a rede de hotéis contratou asolução SYNCHRO Governança, software responsável por proversuporte aos gestores fiscais da Accorhotels, o que assegura maior controle, pontualidade e segurança na gestãofiscal da empresa.

Para Rodrigo Carvalho, Gerente Tributário da Accorhotels, “a solução SYNCHRO Governança garante maior controle de nossos impostos. Hoje processamos mais de 1.600 obrigações fiscais por mês, envolvendo várias federações brasileiras, tornando impossível a gestão manual desses pagamentos. Após a adoção da ferramenta temos maior controle da gestão fiscal, por meio de um framework moderno e de fácil visualização, queasseguramedidas rápidas e assertivas”. Para Rodrigo, a possibilidade de acompanhar as atualizações fiscais e pagamentos em tempo real facilita a gestão de seu time fiscal, desta forma o Gerente Tributário da Accorhotels pode trabalhar de forma preventiva, cobrando cada demanda de seu responsável, sempre de uma forma organizada e eficiente.

Além da questão operacional, Rodrigo afirma que “após a adoção da solução SYNCHRO Governança atingimos um patamar de assertividade muito grande, para trás ficaram problemas e multas por entregas fora do prazo”.

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Faculdadde substitui monografia por criação de startups em trabalho de conclusão de curso

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Na faculdade de tecnologia FIAP, as monografias esquecidas nas prateleiras das bibliotecas já ficaram no passado. A instituição aposta na criação de startups para a conclusão dos cursos de graduação e MBA. Os estudantes desenvolvem um plano de negócio para a startup que criam durante as aulas, com mentoria dos professores, e os melhores projetos são apresentados a investidores e aceleradoras. A ideia é colocar em prática várias soluções para problemas reais, aplicando o conhecimento técnico de cada curso. Os vencedores ainda ganham um curso intensivo na Babson College, considerada uma das melhores escolas de empreendedorismo do mundo, em Massachuetts (EUA).

Muitas pessoas estão querendo tirar do papel a sua ideia, com vontade de ser empreendedor e colocar na prática. Só que a verdade é que muitos não têm tempo e suporte profissional. O que a FIAP está disponibilizando para eles não é só o tempo, mas também um suporte técnico. Temos uma equipe de empreendedorismo, professores com experiência neste assunto que os apoiam para transformar os projetos de startups em uma coisa real” explicou o diretor acadêmico da pós-graduação da FIAP, Eduardo Endo.

Depois de ser avaliados por uma banca formada por empresários, investidores, parceiros e convidados, dez grupos finalistas apresentam pitchs no evento de encerramento. Em 15 de dezembro, aconteceu a cerimônia dos grupos de MBA, no Museu de Arte Moderna (MAM). Os estudantes tiveram 2 minutos para apresentar seus pitchs aos convidados. No final, foram anunciados os três grupos vencedores. Conheça os projetos:

LeBraile

O Lebraile é um equipamento móvel desenvolvido para deficientes visuais criado pelos alunos Cristiano de Moraes e Paulo Eduardo Santos Porto, do curso de MBA em Desenvolvimento de Aplicações JAVA-SOA. Através de pequenos itens que sobem e descem, o dispositivo permite ao deficiente visual sentir a letra braile por meio do tato. “O tato do deficiente visual é muito sensível, então o equipamento não precisa ser muito grande. Hoje, os dispositivos que existem não são móveis, são grandes e pesados. Então, o deficiente visual não pode contar com ele no transporte público, por exemplo, ou em uma clínica médica” explica o integrante do grupo Paulo Eduardo. Um portal na web vai estar conectado ao aparelho e tudo o que estiver assinado nele será traduzido automaticamente, como textos e legendas de filmes. “Vai poder ser utilizado em cinemas e em qualquer lugar que existir um deficiente visual com a necessidade de leitura” conclui Cristiano. O dispositivo utiliza componentes de IOT e o projeto foi desenvolvido dentro do Maker Lab da FIAP – laboratório de tecnologia. A startup já possui protótipo funcionando.

NXT – Baladas e Bares

A startup desenvolvida por Guilherme Rocha Nazaré da Silva, do curso de MBA em Arquitetura de Soluções, conecta estabelecimentos aos usuários com interesses semelhantes. “É um aplicativo para baladas e bares, que une as pessoas com os mesmos interesses e possibilita a reserva de camarotes, compra de ingressos e conhecer pessoas diferentes. O nosso objetivo é cuidar de toda a sua vida noturna no aplicativo. O NXT já este no ar, pronto para ser baixado nas lojas para Android ou IOS” explica Guilherme. O estudante também ressalta como é a experiência de criar uma startup “Empreender tem sido algo muito gratificante, unir as coisas que gosto de fazer no trabalho é muito bom e desafiador. Estamos só começando”.

Imagine

O Imagine é um aplicativo educativo criado pelos alunos de MBA em Big Data, Kauê Pinheiro, Murilo de Oliveira, Rodrigo de Oliveira e Wellington Hideki, que permite que crianças criem suas próprias histórias. “Para crianças já alfabetizadas e com amplo vocabulário, as mesmas vão escrever a história e o aplicativo criará imagens a partir de suas palavras. Ela também será guiada com dicas para criar uma narrativa. Já as crianças não alfabetizadas vão escolher o rumo da história a partir de imagens. Elas definem o enredo e final da história” explica o integrante do grupo, Wellington Hideki. Os pais terão um feedback do comportamento dos filhos no aplicativo que será analisado por um psicopedagogo. “O objetivo da análise é identificar se a criança sofre algum tipo de bullying, dentre outros problemas e psicológicos, e avaliar o desenvolvimento intelectual das mesmas” conclui Wellington.

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O que falta para máquinas e assistentes pessoais se tornarem realmente inteligentes?

Por Gustavo Reder Cazangi e Marcelo Abreu

Novos conceitos permitem unir aprendizado de máquina, interfaces naturais e sistemas de conversação para tornar a Inteligência Artificial capaz de interagir de forma mais precisa com os usuários

Você sabe a diferença entre as palavras smart e clever? Se não, dê um Google e já retornaremos a esse assunto. Já tentou conversar com a Siri, a Cortana ou outros assistentes pessoais como o do Google? Pior ainda, já tentou falar com a sua Smart TV ou com aqueles atendentes automáticos das centrais de TV por assinatura ou bancos? Eles lhe pareceram smart? Talvez, te incomode a voz robótica ou então a necessidade de ser bastante claro ao dizer o que está pesquisando ou para quem deseja ligar. Apesar de rotulados smart machines, eles estão mais para clever machines, são apenas “espertinhos”, conseguem realizar bem apenas algumas tarefas pré-determinadas e a partir de comandos ainda bastante formais.

O próximo desafio da Inteligência Artificial (IA), que é a “mente brilhante” por trás das smart machines, é resolver tarefas que são consideradas fáceis para as pessoas, mas são difíceis para serem interpretadas e descritas de maneira formal, em bits e bytes. São pontos e ações que envolvem interpretação, abstração e senso comum, tarefas essas que nós fazemos sem nos dar conta, como por exemplo, reconhecer expressões idiomáticas ou identificar o contexto de uma conversa levando em conta a entonação, os gestos e até a expressão facial dos interlocutores.

Para quebrar o gelo entre o ser humano e a máquina, o conceito de Natural User Interface (NUI) vem sendo explorado com maior frequência recentemente. Originalmente, a interação homem-máquina era feita através de elementos intermediários ou periféricos, como os já tradicionais mouse e teclado. A NUI propõe uma forma mais direta e natural de interação entre homem e máquina, sem intermediários. Um exemplo já difundido de NUI são as telas sensíveis ao toque dos smartphones e tablets. Outros são comandos de voz e gestos, que proporcionam uma interação bem mais fluída e familiar do que as disponíveis nos computadores, mas que ainda precisam ser aperfeiçoados. Quem sabe, com o avanço da neurociência, seremos até capazes de controlar tudo só pelo pensamento?

Entretanto, para que as máquinas se tornem realmente inteligentes, só interação não basta, é preciso que as máquinas sejam capazes de ouvir nossas conversas, interpretem as entrelinhas, percebam nossos gestos e expressões para então tomar decisões baseadas no contexto em que se inserem. Imagine, por exemplo, um retrato falado. Se um computador pudesse entender o contexto e reconhecer as características de um rosto humano a partir do discurso da vítima, poderia fazer um retrato falado com um nível de precisão, detalhe e velocidade absurdamente maiores do que uma pessoa.

Nossa, os autores parecem estar empolgados… estão carregando nas tintas! (Parabéns, você acabou de interpretar uma expressão que a máquina ainda não consegue!). Não seria ótimo ter um assistente que já tivesse lido esse texto todo pra você e só te enviasse a essência das ideias aqui descritas? Para se chegar a esse nível, será preciso aumentar a qualidade do Natural Language Processing (NLP) feito pelas smart machines. Estamos falando de algoritmos que utilizam Deep Learning, entre outras técnicas de aprendizado de máquina para fazer inferência e extrair informações contextuais a partir de textos ou áudios.

E essa é realmente uma necessidade urgente, já que há uma tendência se consolidando na interação com as máquinas: os sistemas de conversação (do inglês, conversational systems). Esses sistemas fazem uso tanto de NUI como de NLP para tentar interagir de forma fluída e coerente com o usuário. São bots ou assistentes pessoais, sistemas hoje quase onipresentes em aplicativos de reserva de passagens ou hotéis, aplicativos bancários (o gerente vai ser substituído por um bot, já que hoje mais de 60% das transações bancárias são feitas por meios digitais no Brasil), centrais de atendimento ao usuário, mensagens instantâneas e nos smartphones. Estamos diante de um novo horizonte cheio de desafios e oportunidades.

Por exemplo, se eu dissesse agora ao assistente pessoal do Google: reserve um carro barato para São Paulo amanhã, o assistente simplesmente abriria a página de busca com sites de locadoras de veículos. Porém, um assistente pessoal que pudesse entender todo o contexto desta frase, buscaria em minha agenda para saber a que horas é meu compromisso, e valendo-se de Big Data, alugaria o veículo com melhor custo dentre as locadoras que costumo utilizar assegurando-se de que a placa do carro respeite o rodízio de veículos em São Paulo.

Há ainda outros desafios que se relacionam, por exemplo, ao aprendizado de forma não supervisionada, ou seja, sem que haja interferência humana. Faça um teste, diga para seu assistente pessoal, “ligue para minha gata” ou “meu gato”, o que ele fará? Talvez você quisesse apenas que ele ligasse para sua namorada ou namorado, mas, provavelmente o assistente vai só encontrar letras de músicas e fotos de gatinhos…! Repita quantas vezes quiser, o seu assistente clever não ficará smart sozinho, será preciso que você o ensine explicitamente, que gata (ou gato) refere-se a uma pessoa bonita.

O caminho ainda pode ser longo, mas já está começando a ser percorrido, um jogo onde a máquina tenta adivinhar o que você está desenhando foi disponibilizado recentemente pelo Google em aiexperiments.withgoogle.com, onde também é possível ver o que uma rede neural “enxerga” a partir de uma imagem de webcam, além de outros experimentos.

Prepare-se, uma máquina realmente smart, no futuro, passará a executar suas próprias cadeias de ações, realizar mudanças baseadas nas experiências e sentimentos dos usuários produzindo resultados além dos esperados. Tendências como Deep Learning, NLP, Big Data e NUI estão contribuindo cada vez mais para isso. São técnicas que já existem há algum tempo, mas somente agora, com alta capacidade de processamento e um volume gigantesco de informações disponíveis, estão trazendo resultados mais palpáveis e surpreendentes.

Gustavo Reder Cazangi, líder de inovação em Entretenimento e Marcelo Abreu, gerente de inovação e novos negócios, ambos do Venturus – Inovação & Tecnologia

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A AIT vai adquirir a KUKA Systems Aerospace North America

A Advanced Integration Technology (AIT) anunciou hoje que concordou em adquirir a KUKA Systems Aerospace North America (KUKA Aero), conforme recentemente reorganizada, numa transação tipo carve-out (alienação) realizada pela KUKA Systems North America LLC.

Sediada em Clinton Township, MI, EUA, a KUKA Aero é o integrador líder de mercado de novas tecnologias robóticas usadas em montagens aeroespaciais e provedor de engenharia e soluções de automação flexíveis para o setor aeroespacial. A equipe executiva principal da KUKA Aero permanecerá inalterada, liderada pelo vice-presidente do grupo, Robert Reno.

“Bob e sua equipe têm ajudado a definir o nível tecnológicos mais avançado em automação aeroespacial e construíram uma empresa incrível do nada há dez anos, levando as soluções pioneiras de automação da KUKA para o setor aeroespacial”, disse o presidente e diretor executivo da AIT, Ed Chalupa. “Sua experiência em soluções robóticas é incomparável e não vemos a hora de trabalhar com eles para construir uma plataforma de automação ainda mais forte para atender nossos clientes nos setores comercial e de defesa aeroespacial”.

“Estamos empolgados por fazer parte da família AIT e por aprofundar nossas raízes nos Estados Unidos. Eu sei que nossos clientes valorizarão a capacidade de acessar esta combinação de talentos e tecnologia num único local”, disse Reno.

Os termos financeiros da transação não foram divulgados.

Fonte: http://www.businesswire.com/news/home/20161219006295/pt/

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Metade dos executivos espera por uma vasta transformação digital nos próximos dois anos, mostra novo estudo

De acordo com um novo relatório divulgado pela Forbes Insights, em conjunto com a Hitachi Data Systems, intitulado “How to Win at Digital Transformation: Insights from a Global Survey of Top Executives” (“Como Ganhar com a Transformação Digital: Percepções a partir de um Estudo Global Realizado com Executivos de Alto Nível”), a transformação digital está no topo da agenda estratégica das companhias. Metade dos executivos participantes da pesquisa acredita que os próximos dois anos serão fundamentais para suas organizações, a fim de efetuar esta transição e se preparar para futuras oportunidades.

O estudo global — com base em uma pesquisa realizada com 573 executivos seniores em todo o mundo, assim como em conversas individuais com executivos de alto nível — revela que agora, mais do que nunca, todas as indústrias e companhias se deparam com a pressão de se transformarem, antes que seja tarde demais. Quando requerido pela pressão competitiva, a transformação digital é a chave para transformar o crescimento marginal em crescimento exponencial. Ela é considerada o acelerador para “dobrar a curva” na produtividade, no tempo de disponibilização para o mercado, na implementação de novos modelos corporativos e na geração de renda.

A pesquisa define a transformação digital como uma avaliação dos processos corporativos. Desse modo, os resultados mostram que a verdadeira transformação corporativa, possibilitada pela transformação digital, somente será possível quando as organizações perceberem a interconexão entre as pessoas, os processos e a tecnologia. Estes três aspectos devem estar sincronizados para que ocorra uma significativa transformação corporativa. Conforme revelado no relatório, apenas um terço das empresas se considera líder em experiência com os clientes, sugerindo que o potencial dos dados e das análises para ajudar com este processo tem sido subutilizado.

“Neste momento, a transformação digital é essencial para a sobrevivência corporativa”, definiu Bruce Rogers, diretor de Insights na Forbes Media. “E está mais relacionada às pessoas e à cultura — à gestão de mudanças — juntamente com o investimento em tecnologia”.

“No centro desta transformação, estão os dados, considerados os criadores e aceleradores, que comprovaram ser a moeda das organizações de TI. Se não conseguirem aproveitar o potencial dos dados, as organizações irão falhar em realizar sua própria transformação”, comentou Asim Zaheer, diretor de marketing, na Hitachi Data Systems. “A Hitachi está no centro desta transformação dos clientes e é líder em estratégia de dados, criando oportunidades incríveis para as organizações administrarem, governarem, mobilizarem, aprenderem e, por fim, transformarem percepções em ações corporativas”.

Embora a pesquisa sugira que a maioria das companhias está no caminho certo, a transição para a maturidade digital aponta cinco etapas principais:

• Fazer da transformação a principal prioridade estratégica. O estudo da The Forbes Insights- Hitachi confirma que a transformação digital é a mais importante prioridade estratégica (50%). A ênfase estratégica na transformação digital é reforçada pelo foco em investimentos, por parte dos executivos. Investir em novas tecnologias para possibilitar a digitalização é a principal prioridade de investimento para os próximos dois anos (51%), juntamente com o aumento da capacidade analítica e de dados (51%).

• Os resultados corporativos precisam direcionar a transformação digital (DX). Novos modelos de negócios são o principal motivador da DX (41%), seguidos por novas tecnologias (40%). É um sinal de maturidade o fato de que a capacidade de inovar seja a principal medida pela qual o sucesso da DX é avaliado (46%), juntamente com o aumento dos rendimentos (46%), seguido pela redução de custos (43%).

Ao mesmo tempo, existem questões com as quais as companhias se defrontam e que devem resolver:

• Potencial de dados e análise não aproveitado. Embora menos da metade das companhias (44%) se considere avançada ou líder no setor de dados e análise, uma vasta maioria (91%) já percebe aumentos de rendimento devido ao uso de dados e análises. Somente um terço das companhias se identifica como líder em experiência do cliente com base em sua transformação digital, o que indica um potencial subutilizado.

• É preciso adotar uma abordagem corporativa da DX. Atualmente, equipes multifuncionais não estão suficientemente envolvidas no desenvolvimento (40%) ou na implementação (35%) de estratégias, e a maior parte deste trabalho é realizada pela TI (50% e 54%, respectivamente). A TI é a função considerada mais preparada para a transformação digital (53%), ao passo que outras funções estão atrasadas, e pouco mais de um terço dos entrevistados se considera pronto.

• As companhias precisam aprender como associar melhor a tecnologia aos recursos humanos. A tecnologia é interpretada de duas maneiras. É vista como o principal desafio (29%) e como a maior colaboradora para uma transformação digital bem-sucedida (56%). As pessoas estão no topo da lista quando se trata de lidar com os desafios da DX. Novas contratações estão em primeiro lugar (57%), seguidas pelo treinamento interno (54%). Para que a tecnologia contribua, as pessoas (definidas como talentos e capacidades) precisam ser vistas como colaboradoras para o sucesso.

Sobre a pesquisa

As descobertas desta pesquisa têm como base as respostas de 573 executivos de nível C, na América do Norte, América Latina, Europa e região da Ásia-Pacífico. Eles representam organizações com rendimento superior a US$ 500 milhões, sendo que 62% das companhias têm rendimento de mais de $1 bilhão, e 19% apresentam rendimentos de $10 bilhões ou mais.

A maioria dos respondentes é composta de diretores executivos (23%), diretores de tecnologia (20%), diretores de informações (15%) e diretores financeiros (7%), e todos estão envolvidos no planejamento ou na implementação da transformação digital em suas organizações. Os respondentes representaram uma ampla variedade de indústrias, incluindo as de tecnologia e serviços (20%), telecomunicações (10%), serviços financeiros (14%) e atendimento à saúde
(10%).

O relatório também inclui pesquisa econométrica, conduzida pelo Departamento de Tecnologia Corporativa, na University of Miami, em conjunto com a Forbes Insights. Esta pesquisa examinou a relação entre o aumento dos gastos em tecnologia durante a última recessão (de 2007 a 2009) e uma maior taxa de crescimento anual composta (CAGR, na sigla em inglês), ao longo do período de recuperação econômica (de 2010 a 2015). A pesquisa foi fundamentada na análise de 99 das maiores companhias do mundo.

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10 dicas para reduzir a taxa de rejeição no seu e-commerce – Por Thiago Mazeto

De que adianta seu site ser líder em visitas se isso não se traduz em vendas para você? Tão importante quanto a visibilidade, a taxa de rejeição é um índice primordial quando você precisa avaliar o desempenho do seu e-commerce. Contudo, pode não ser tão simples medir este indicativo, já que os motivos que levam um potencial cliente a abandonar seu site são os mais variados possíveis.

Entender a taxa de rejeição provê informações valiosas sobre seu público-alvo, a qualidade do seu conteúdo e que estratégias de marketing adotar para ter o melhor resultado possível. Desta maneira, preparamos 10 dicas de boas práticas que podem impulsionar seu negócio e reduzir a taxa de rejeição. Confira:

1) Capriche no conteúdo

Procure sempre ter conteúdos de valor para seu público-alvo, seja na sua landing page, blogs ou perfis nas redes sociais. Também é importante manter as informações atualizadas, mostrando aos mecanismos de busca e clientes que você acompanha o mercado e as suas novidades;

2) Preste atenção no layout

Não adianta ter o melhor e mais atual conteúdo na sua página se você entrega isso de uma forma esteticamente negativa. O layout deve sempre ser limpo e agradável, sem usar cores muito chamativas – reserve-as para os botões de Call To Action e outros elementos de destaques. Prefira também fontes sem serifas e que facilitem a leitura;

3) Navegabilidade é preciso

Menus escondidos, imagens e páginas que demoram muito para carregar. Os fatores que podem afetar a navegabilidade se apresentam de inúmeras formas e evita-los é de suma importância para reduzir a taxa de rejeição do seu e-commerce. Prefira plataformas leves e intuitivas para capturar a atenção do seu público;

4) Utilize práticas de SEO

O Search Engine Optimization (SEO) é uma poderosa ferramenta que pode colocá-lo à frente dos seus concorrentes. Sempre crie conteúdos otimizados para aumentar as chances da sua página aparecer em primeiro lugar nos sites de busca e capturar a atenção de clientes em potencial;

5) Mantenha o tráfego internamente

Sempre que possível, faça links internos que direcionam o internauta a outras páginas e conteúdos dentro do seu site. Desta forma, você mantém os visitantes por mais tempo dentro do seu e-commerce, aumentando as chances de convertê-los em clientes.

6) Evite links externos

Complementando a dica anterior, fuja ao máximo dos links que redirecionam para páginas externas. Obviamente, há momentos em que é necessário citar alguma informação de fonte externa, apenas se certifique de que o link seja aberto em uma nova aba.

7) Sugira produtos e faça comparativos

Outra forma de manter o visitante na sua página é oferecer recomendações e comparativos. Mostrar produtos semelhantes buscados por outros clientes é um método popular de sugerir um novo item e pode agradar quem está em busca de informações antes de efetuar uma compra.

8) Seja criativo com seus CTAs

Os Call To Action (CTA) são as chamadas que induzem o visitante a tomar alguma ação. Neste momento, ser criativo ajuda a fisgar a atenção do internauta. Use cores chamativas, botões flutuantes que acompanhem a rolagem da página e abuse dos mapas de calor para descobrir quais partes da sua página são mais visualizadas e saber onde posicionar seus CTAs.

9) Mapeie para facilitar

Seu site pode ter exatamente o que o visitante quer comprar, mas se ele não conseguir chegar até o produto, você perderá a venda. Por este motivo, é importante ter um mapa do site, que aponte exatamente onde está a informação ou item que ele deseja encontrar. Indexar seu mapa também é uma boa prática para aumentar a visibilidade nos sites de busca.

10) Fique sempre alerta

Mesmo tomando todas as precauções e seguindo essas dicas, influenciar a taxa de rejeição não é um trabalho do dia para a noite. É necessário estar sempre monitorando suas métricas para perceber em quais áreas é preciso focar mais seus esforços e quais ações surtiram efeito positivo.

Thiago Mazeto, Gerente de Marketing da Tray, unidade de e-commerce da Locaweb

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Cinco startups para facilitar a vida de PMEs

Hoje, muitas startups oferecem serviços focados em pequenas empresas. De acordo com o Sebrae, as micro e pequenas empresas respondem por 27% do PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país, e por 57% dos empregos formais. Os dados revelam que há um mercado consumidor de produtos para PMEs bastante promissor às empresas que se interessam a atuar neste universo.

Conheça 5 startups que estão ganhando espaço no mercado com soluções voltadas para PMEs:

Eu Entrego

Com a missão de revolucionar o sistema de entregas brasileiro nasceu o Eu Entrego, um aplicativo que conecta pessoas e empresas à comunidade de entregadores independentes, oferece uma alternativa fácil, flexível e de baixo custo para levar ou trazer qualquer coisa de qualquer lugar 24 horas por dia, sete dias por semana. Ele é ideal para empresas que precisam realizar pequenas entregas durante o dia. “Somos uma solução para questões logísticas, facilitando a realização de entregas durante o dia-a-dia”, explica João Paulo Camargo, CEO e cofundador do Eu Entrego.

Equals – Gestão Financeira Inteligente

Sabendo que fluxo de caixa saudável representa negócios mais saudáveis a Equals, especializada em gestão e conciliação de vendas com cartões de crédito e débito, possui um app de sua plataforma para controle das transações realizadas. Com ele, o executivo tem total controle dos recebíveis, possibilitando um aumento considerável na produtividade e uma grande redução de perdas. Além disso, funciona em tempo real, permitindo visualizar e resolver problemas no mesmo instante em que eles aparecem – sem comprometer o controle do fluxo de caixa. “Oferecemos aos nossos clientes um entendimento maior de tudo o que se passa com as finanças de sua empresa, levando a informação onde o gerente financeiro estiver – dentro ou fora do escritório”, comenta Fabrício Costa, CEO da Equals.

F(x)

A F(x) – lê-se “efe de xis” – surgiu com objetivo de aproximar empresas que precisam de financiamento dos bancos e fundos que desejam conceder crédito. As companhias precisam informar dados simples do negócio, como faturamento e segmento, enquanto os investidores criam um perfil de crédito com as condições do financiamento, como prazos e garantias. Um algoritmo dentro da plataforma da empresa realiza o match ao localizar interesses em comum e faz a primeira aproximação entre as partes para começar a negociação. “Facilitamos a busca das companhias por crédito e aproximá-los de melhores condições de financiamento. Conosco, isso acontece rapidamente para as duas partes envolvidas”, comenta Dan Cohen, financista e cofundador da F(x).

NFe Cloud

Após o pagamento de uma pesada multa por não arquivar corretamente as Notas Fiscais eletrônicas de sua companhia, Alison Flores, empresário do ramo de confecção decidiu criar a NFe Cloud, tecnologia para armazenamento de NFes em nuvem. A aplicação realiza de forma simples a consulta, gestão, localização e download de NFes na nuvem, e é integrada aos ERPs (sistemas para gestão empresarial) e aos sistemas das Secretarias Estaduais da Fazenda – SEFAZ, para monitoramento dos status em tempo real. “Temos clientes em diversos segmentos; de postos de gasolina a papelarias, de siderúrgicas a lojas de games. Independentemente do setor, toda empresa tem a obrigação de arquivar suas notas de entrada e saída. Porém, as pequenas empresas muitas vezes não fazem esse controle, seja por desconhecimento ou por falta de estrutura interna para fazer à gestão de Notas Fiscais. Nossa tecnologia é acessível e recomendada a todas”, explica Alison.

Tecvidya

Criada em 2012, ela aposta no potencial do mercado de web vídeos para criar produtos e serviços. A menina dos olhos da empresa é o aplicativo Lynx, que foi criado a partir de um vasto estudo de mercado e público, que as PMEs podem fazer uso como um canal de comunicação em vídeo de baixo custo, ou mesmo como um sistema de monitoramento 100% conectado à web. “Temos funcionalidades que faltam nos concorrentes, como a possibilidade de embed code em websites e o envio de notificações para outras plataformas além do Facebook e do Twitter, como, por exemplo, o WhatsApp e o LinkedIn”, ressalta Rafael Multedo, CEO da Tecvidya. Segundo ele, o app faz transmissão em vídeo ao vivo, e é pioneiro do tipo em plataformas mobile no Brasil, com mais de 15 mil usuários ativos, propondo-se a criar uma “rede social” de WebTVs.

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Banco BMG usará assistente virtual da Plusoft para atender clientes online

A Plusoft, empresa brasileira pioneira e líder no desenvolvimento de soluções multicanais para o relacionamento com clientes, anuncia sua parceria com o Banco BMG para ampliar a oferta de canais digitais da instituição financeira. Por meio da implementação do Assistente Virtual Inteligente (AVI), o banco irá reduzir o número de chamadas por telefone e oferecer mais opções de atendimento para os seus usuários na Internet.

O AVI é uma plataforma de chat robotizado projetada para interagir com clientes por meio de um avatar. Desenvolvida pela Virtual Interactions, empresa do Grupo Plusoft, a ferramenta é capaz de atender os consumidores sem a necessidade de um agente humano de relacionamento. “Queremos oferecer uma opção de atendimento 24h que permita que o usuário sane suas dúvidas e faça solicitações. Escolhemos a plataforma da Plusoft porque ela também se conecta com os sistemas legados do banco, o que garante uma interação com o cliente personalizada com base na análise de dados de cada pessoa”, explica Flávio Oliveira, Gerente de Atendimento ao Consumidor do Banco BMG.

Segundo o executivo, atualmente, cerca de 1,4 milhão de atendimentos é realizado por telefone por mês, sendo que 65% são efetuados pela Unidade de Resposta Audível (URA), ferramenta telefônica em que o consumidor utiliza o autosserviço por meio da discagem de números. “Com a implementação do AVI, a meta é que mais de 80% das solicitações dos clientes sejam resolvidas sem a necessidade de contato com um atendente”, informa Oliveira.

De acordo com Guilherme Porto, CEO da Plusoft, com o Assistente Virtual Inteligente, ficará ainda mais fácil para o usuário do BMG solucionar suas demandas pela Internet. “Além de reduzir custos, nossa tecnologia trará ganho na satisfação dos clientes, já que todas as dúvidas serão respondidas com mais agilidade”, diz.

O Banco BMG é cliente de outros serviços do Grupo Plusoft há quinze anos. A instituição utiliza desde 2001 a solução Plusoft CRM, tecnologia para gestão de relacionamento com clientes, seja por e-mail, telefone, chat ou outros canais. O banco ainda implementou, há três anos, a iCustomer, solução da Plusoft para monitoramento, análise e interação nas redes sociais.

“Sem essas tecnologias, não conseguiríamos fazer o gerenciamento de toda a atividade de interação que temos com os nossos clientes. Esse processo de relacionamento com o consumidor cresceu muito no banco nos últimos quinze anos e a ferramenta da Plusoft foi decisiva para que essa ampliação ocorresse de maneira consistente. Hoje, somos posicionados como uma das empresas que mais respeita o consumidor no Brasil, conforme apontou a última pesquisa da Shopper Experience promovida pelo Grupo Padrão”, ressalta o Gerente do BMG.

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A logística pode determinar o sucesso de vendas do seu e-commerce durante o Natal

Com a aproximação do Natal, uma das datas mais importantes para o comércio, onde as pessoas são incentivadas a comprar itens para uso pessoal ou para presentear, é importante que as empresas tenham a atenção necessária durante todo o processo logístico para que os seus consumidores fiquem satisfeitos após as compras. Grande parte das pessoas que não aproveitaram os descontos da Black Friday certamente utilizarão o Natal para adquirir produtos que desejam, ainda mais com o 13º salário já disponível para os trabalhadores brasileiros, deixando-os mais dispostos para saírem em busca dos produtos que tanto desejam.

A melhor data para o varejo deve ser, também, a melhor época de vendas para as lojas virtuais. Segundo o site E-bit/Buscapé, o e-commerce faturou no Natal do ano passado R$ 7,40 bilhões, com um tíquete médio de R$ 420 por consumidor. Para esta temporada de compras, as expectativas também são otimistas, apesar do cenário econômico atual do país. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 32% dos consumidores realizarão as compras de Natal via e-commerce, apresentando um leve aumento em relação ao ano passado (30,3%).

Organização é a principal aliada durante a expedição dos produtos

Hoje em dia, o Natal tem um volume de compras muito similar com a Black Friday e os cuidados que o empresário deve ter são os mesmos, principalmente por se tratar de uma data emotiva, onde as pessoas aguardam os presentes. Se algum processo falhar e o produto não chegar a tempo, com certeza a empresa ficará com uma imagem negativa. De acordo com o CEO da SHL Logística, Roberto Hoffmann, as lojas virtuais devem ter uma atenção maior durante esse momento onde as vendas crescem consideravelmente. “O volume de vendas nesta época do ano é grande, mas não é concentrado em apenas uma data específica. Existe um aumento do dia 10 ao dia 20 de dezembro e a organização é a palavra-chave. Todo e-commerce, independente do porte, deve ter um estoque controlado, sabendo exatamente os produtos que estão disponíveis. Também é fundamental ter uma noção exata de suas capacidades, como os prazos de expedição dos produtos, pois não adianta oferecer prazos, sendo que não conseguirão cumprir. Todas as lojas devem saber qual a real capacidade de atendimento e expedição. ”

É muito comum as faltas de organização em algumas lojas virtuais, principalmente nas pequenas, pois muitas vezes não realizam o processo com início, meio e fim, o que ocasionará atrasos que poderão comprometer a entrega do produto dentro prazo. Quando existe uma metodologia para guiar o processo, fica mais difícil ocorrer um erro. “Todos devem ter em mente que precisam organizar uma fila para saber onde devem começar e quais os produtos são prioridades. Por exemplo, se a entrega é feita via Sedex, o comerciante sabe que o prazo é de dois dias para entrega e, por esse motivo, esses produtos devem ser operados primeiro. O que acontece normalmente nos e-commerce menores é justamente a falta de visão do início ao fim, sem planejamento, fazendo com que o produto não seja enviado no dia combinado. Essa situação resultará em um ciclo de fatores externos que irão interferir na operação. Com uma gestão de estoque, é possível ter a certeza que não acontecerá nenhum problema operacional, executando uma boa prática em todo o processo, seguindo as etapas corretamente”, ressalta Roberto.

Os consumidores estão mais exigentes e conhecem os seus direitos

O Natal de 2016 tende a ser diferente dos anos anteriores em termos comerciais, principalmente quando nos referimos às informações que os consumidores buscam a cada compra eletrônica. Hoje em dia, todos têm acesso aos dados de pagamento, envio e entrega, seja pelo computador, tablet ou celular. Por essa razão, as informações devem estar presentes para todos os envolvidos no processo de separação, expedição e, claro, para o cliente. Não adianta manter os dados retidos somente em uma ponta. É de extrema importância possuir um fluxo de informação.

Quem quer vender no Natal mas não possui um nível de informação suficiente, terá dificuldade. A pressão por parte dos clientes sobre as informações é muito grande atualmente, já que eles estão cada dia mais exigentes e têm amplo conhecimento sobre os seus direitos. “Hoje as pessoas que compram sabem até onde podem ir para conseguir as informações necessárias para que seus direitos de consumidores sejam garantidos. É preciso que toda a equipe da empresa de vendas esteja atenta aos detalhes logísticos, com completo conhecimento sobre o produto que está vendendo. Dessa forma, evitará o stress caso ocorra alguma falha no processo, ocasionando reclamações que podem prejudicar a empresa, tanto financeiramente como em relação à sua imagem no mercado”, finaliza o CEO.

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Stefanini completa 20 anos de operação na Argentina e cresce 40% em 2016

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, comemora 20 anos de atuação na Argentina, sendo a primeira filial da companhia fora do Brasil. Apesar das taxas de inflação acima de 25% ao ano e da retração do câmbio, a Stefanini manteve sua visão de longo prazo e continuou investindo na região, o que permitiu crescer 40% em 2016.

Atualmente, a subsidiária argentina conta com 300 funcionários e 44 clientes ativos, que são atendidos pelos escritórios de Buenos Aires e Córdoba. “A Stefanini Argentina tornou-se um fornecedor bem-sucedido nas operações de TI e nos processos de negócios com clientes internacionais, mantendo o mesmo nível de qualidade e atendimento, independente do tamanho da empresa”, afirma Marcelo Ciasca, CEO da Stefanini na América Latina.

Para o próximo ano, a Stefanini Argentina espera manter seu crescimento de forma sustentável. “Nossa expectativa é positiva porque o país atingiu um padrão elevado na oferta de soluções de infraestrutura, internet de alta velocidade, penetração dos smartphones e utilização das redes sociais, beneficiando a indústria da terceirização”, comenta Ciasca.

De acordo com Damian Mendez, diretor geral da operação na Argentina, a Stefanini possui vasta experiência no fornecimento de soluções neashoring, alavancando operações maduras de prestação de serviços em todo o continente americano. “O fuso horário da Argentina tem pequena diferença do fuso de Nova York, o que facilita ajustes de turnos para coincidir com a carga horária de trabalho dos clientes”, ressalta.

“Queremos que o cliente tenha a mesma experiência, independente de onde o contrato foi fechado. Nossa meta é que ele nos reconheça, cada vez mais, como um parceiro estratégico, capaz de oferecer soluções inovadoras que poderão transformar seus negócios, garantindo maior eficiência operacional, menos custos e uma experiência diferenciada em todos os países em que atuamos”, enfatiza Marco Stefanini, CEO Global do Grupo Stefanini.

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Só no futebol? – Por Reinaldo Yocida

Na América Latina, notícias sobre a adoção de soluções tecnológicas em clubes de futebol despertam o interesse de torcedores e do mercado. Grandes times, como o River Plate, na Argentina; o Palmeiras, no Brasil, ou mesmo clubes de menor porte, como o do Botafogo de Ribeirão Preto (SP), já aderiram, usufruindo resultados positivos em sua gestão e análise do esporte.

Quinze anos atrás, o cenário era bem diferente. O uso de análises no Esporte ainda era algo estranho para o mercado. Até que os times começaram a vencer com a adoção do Big Data. Treinadores, jornalistas, empresas esportivas e profissionais de todas as áreas ligadas ao esporte acordaram para a nova estratégia. Hoje, estádios em todo o mundo usufruem de soluções tecnológicas complexas, mas de simples adoção e uso, que tornam não apenas o jogo mais competitivo mas também mais atraente para os torcedores, com informações online e muita interatividade. E proporcionam rentabilidade com soluções de e-commerce e ofertas personalizadas.

O que poucos ainda percebem, no Brasil, é que o futebol não é o único Esporte que pode usufruir desse versátil “120 jogador” em seus times. A tecnologia pode otimizar o desempenho de várias outras modalidades, melhorando a gestão de equipes, planejamento de treinamentos, gestão da condição física dos jogadores e a própria visão do desempenho.

Soluções de análise de dados proporcionam inúmeros benefícios, sob várias perspectivas. Os treinadores ganham em assertividade no preparo de treinos (customizados) para os atletas, avaliação de desempenho, desenvolvimento de programa de prevenção de lesões, gestão logística e engajamento das equipes, entre outras vantagens. Aplicativos também podem estimular o compartilhamento de interesses relacionados ao Esporte nas mídias sociais, permitindo que os torcedores acompanhem os jogos de onde estiverem, a partir de qualquer dispositivo, recebendo informações online e real time.

Basquete, Tênis, Vela, Hockey, são apenas algumas das modalidades para as quais já existem ferramentas de alta tecnologia – e simples aplicação – para otimização de seus resultados, o que aumenta o interesse de seus torcedores e estreita o relacionamento com os fãs. Novos sites, com informações detalhadas (associando vídeos e estatísticas) sobre as equipes e jogadores favoritos fazem sucesso em organizações como a NBA, que aumentou seu número de pageviews em 63% já na temporada 2014-2015. Na WTA (Associação de Tênis Feminino), desde 2014, softwares que proporcionam análises de desempenho de tenistas tanto em tempo real quanto após as partidas e aplicativos móveis engajam os torcedores oferecendo tudo que eles precisam saber sobre os eventos e conteúdos exclusivos.

Esportes marítimos também podem ganhar com a tecnologia. A seleção alemã de Vela adotou uma solução que permite aos velejadores analisar com precisão seu desempenho na água para se prepararem melhor. Os espectadores das regatas, por sua vez, acompanham as disputas em mar aberto em imagens 2D e 3D em tempo real, o que dá ainda mais vida aos comentários da TV além de poderem assistir ao evento online on-line, em dispositivos móveis ou em telões no local.

Para os que ainda acreditam que a tecnologia representa apenas gastos com investimentos sem retorno, o aplicativo lançado no início deste ano pela equipe alemã de Hockey, Adler Mannheim, demonstra que ela pode ser uma grande aliada para geração de novos fluxos de receita. A solução oferece vendas on-line de ingressos, merchandising, consumo de alimentos e bebidas e dados contextuais em tempo real, recompensando os torcedores com pontos de fidelidade para cada compra, além de fornecer informações, estatísticas, live ticker e posts de mídias sociais.

O cardápio de Esportes é imenso. E soluções de análise de dados e aplicações em nuvem podem dar mais sabor a esse universo. O futuro, com certeza, é dos atletas, equipes e instituições esportivas digitais.

Reinaldo Yocida, vice-presidente de vendas de soluções analíticas da SAP Brasil

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ngena recebe parceiro latino-americano

Criada em fevereiro de 2016, durante o Mobile World Congress, a ngena (Next Generation Enterprise Network Alliance) está ampliando suas parcerias, chegando agora à América do Sul. A aliança acaba de confirmar a adesão da Neutrona Networks, companhia de telecomunicações sediada em Miami, que está se tornando um parceiro oficial da aliança.

A ngena nasceu da união de companhias líderes globais de telecomunicações, cada uma muito bem posicionada em sua região e com vaste experiência no mercado corporativo. O objetivo da aliança é fornecer aos seus clientes uma rede global que seja, além de segura, flexível e fácil de customizar e gerenciar.

A iniciativa partiu de quatro grandes players globais: CenturyLynk, o maior operador de fibra dos Estados Unidos; Reliance Jio, que está construindo uma rede que vai integrar 18 mil cidades na Índia; SK Telecom, a maior operadora de telecomunicações da Coreia do Sul; e a Deutsche Telekom, maior provedor europeu de serviços de telecomunicações.

“Durante nossa busca por um parceiro que pudesse atender o mercado latino-americano com uma solução one-stop, queríamos a melhor e mais eficiente operadora nessa área. Encontramos a Neutrona Networks como a melhor escolha para a ngena e seus parceiros por conta de sua extensa cobertura, alta qualidade e desempenho”, afirma Marcus Hacke, diretor geral da ngena. O novo parceiro foi recebeu recentemente o Capacity Media Awards como “Melhor Operadora da América Latina”.

“O foco da Neutrona em prover uma experiência superior aos seus clientes e ao nosso ecossistema de redes integradas na região latino-americana traz funcionalidades únicas para a ngena”, diz Mateo Ward, CEO da operadora. “Nós trazemos a confiabilidade que os parceiros da aliança demandam para atender o mercado formado por grandes corporações. É a perfeita combinação de cobertura, qualidade, agilidade e inovação demandadas para a criação de soluções globais”.

Desde sua criação, a ngena vem negociando a adesão de 20 novos parceiros em todo o mundo, complementando seus planos de entrar em operação no primeiro trimestre de 2017. Recentemente, a aliança anunciou também a entrada da PCCW Global, companhia de telecomunicações sediada em Hong-Kong, ampliando sua atuação também para o mercado asiático.

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