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Gastos e investimentos em TI crescem menos em 2015 que nos anos anteriores, diz estudo da FGV/EAESP

As empresas estão investindo em Tecnologia da Informação nesse momento econômico pouco favorável para o País? Sim, estão, mas menos do que nos anos anteriores. Estudo do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP) mostra que as empresas aumentaram os gastos e investimentos em TI em 2015, mas num nível bem inferior aos dois anos anteriores. No ano passado, o crescimento médio foi de 3,01%, contra 4,48% em 2014 e 5,97% em 2013. O estudo aponta ainda que esses gastos e investimentos tiveram como foco a redução de custos e o aumento da produtividade.

Coordenado pelo professor Alberto Luiz Albertin, o “Estudo sobre o Efeito da Crise Econômica nos Gastos e Investimentos em Tecnologia de Informação” analisou como as empresas direcionam seus gastos e investimentos em TI considerando a situação atual e tendências do mercado; suas próprias características, estratégias e situações; perfil e demandas dos indivíduos internos e externos; e disponibilidade, assimilação e tendências da própria tecnologia.

“A crise econômica influencia estes direcionadores, em especial o mercado e a própria organização, incluindo neles os indivíduos como colaboradores e como clientes. Esta influência se dá no nível de gasto e investimento realizado, e no benefício esperado pelo uso de Tecnologia de Informação”, explica Albertin.

Entre os resultados obtidos, destacam-se:

Gastos e Investimento em Tecnologia de Informação: as empresas aumentaram seus gastos e investimento em Tecnologia de Informação no ano de 2015, porém num nível bem inferior ao período anterior. O crescimento médio foi de 3,01%, contra 4,48% em 2014 e 5,97% em 2013. O índice de 2015 foi um pouco menor do que em 2019, quando tivemos outra crise econômica.

Benefícios do Uso de Tecnologia de Informação para os Negócios: As empresas focaram o uso de Tecnologia de Informação principalmente em redução de custo e aumento de produtividade, em 2015.

Crise ou Recuperação em 2016 – Gastos e Investimentos em Tecnologia de Informação: A evolução da crise econômica em 2016 vai afetar o nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação. No cenário de continuidade ou agravamento da crise, o crescimento do nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação vai diminuir ainda mais. Se houver algum nível de recuperação, o crescimento deve ser similar ao de 2015.

Crise ou Recuperação em 2016 – Benefícios do uso de Tecnologia de Informação: A evolução da crise econômica em 2016 vai afetar o benefício buscado com uso de Tecnologia de Informação. No cenário de continuidade ou agravamento da crise, o foco do uso de Tecnologia de Informação vai se intensificar em redução de custo e aumento da produtividade. Se houver algum nível de recuperação, os benefícios de qualidade e inovação passam a ser buscados com o uso de Tecnologia de Informação.

Veja a íntegra do estudo.

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C4C: melhore o relacionamento com seus clientes

Qual empresa não quer ter mais informações sobre os seus clientes? Em busca de oportunidades de negócio, especialmente em um ano de crise, as organizações estão investindo em ferramentas que tragam mais conhecimento acerca dos clientes, a fim de estreitar a relação.

O SAP Cloud for Customers (C4C), solução de CRM da SAP, certamente é uma ferramenta que veio para ficar. Segundo o Diretor de Operações da FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, Wilmar Lima, o C4C, além de criar um canal de relacionamento com o cliente, contribui para o aumento das vendas e gerenciamento da equipe, isso sem falar na agilidade e ganhos imediatos de informações para as empresas. “Por exemplo, ao invés de no final do dia o vendedor registrar os pedidos e oportunidades em um sistema ou repassar para uma central de vendas, ele consegue fazer tudo sozinho automaticamente pelo celular, tablet ou laptop”, diz.

A FH, parceira SAP desde 2007, além de realizar a venda da solução, também faz a sua implementação. A solução fica em nuvem, o que elimina os investimentos em hardware. “Essa é uma solução robusta e altamente funcional para a gestão de vendas, clientes, marketing e serviços. Companhias que possuem equipes de vendas têm procurado o C4C para que os dados das comercializações fiquem disponíveis em dispositivos móveis e em nuvem privada.”

Outras funcionalidades do SAP C4C reforçadas pelo Diretor de Operações da FH são: visão 360º do cliente, por meio do registro de todas as interações realizadas com a empresa (visitas, propostas, pedidos, solicitações de serviço, reclamações, e-mails, etc); gestão do funil de vendas; engajamento de clientes por meio das mídias sociais e campanhas de marketing direcionadas especialmente para o público-alvo (por e-mail, SMS, telefone); mobilidade, além de um serviço de atendimento multicanal que permite registro e categorização de chamados abertos por SMS, e-mail, telefone ou redes sociais.

“A solução permite a definição de territórios, gestão de visitas, definição de objetivos de vendas, possibilita a gestão completa do processo de conversão de leads em clientes e oportunidades em pedidos integrando ao ERP, além de um eficiente mecanismo de gestão de pesquisas que poderá ser utilizado para medir a satisfação dos clientes em relação aos produtos ou serviços prestados”, finaliza.

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Oracle Marketing Cloud chega ao mercado brasileiro

Plataforma da Oracle para profissionais de marketing concentra soluções para criar experiências relevantes, conectar dados dos clientes e otimizar interações on-line

A Oracle anuncia a chegada oficial do Oracle Marketing Cloud no Brasil, uma divisão totalmente voltada para ajudar CMOs em suas estratégias de Marketing digital ao oferecer tecnologia de Marketing de última geração. A plataforma dá mais competência estratégica ao marketing ao habilitar inteligência de dados com mais agilidade, segurança e confiabilidade. A Oracle Marketing Cloud integra as diferentes fontes de dados que os profissionais usam com insights e contextualização das informações. Além disso, a plataforma integra diferentes canais e gerencia toda a comunicação da empresa com seus clientes de forma eficiente.

“Os clientes esperam uma experiência sob medida e as empresas precisam entender o novo consumidor do mundo digital para não ficar por fora”, disse Andrea Ward, vice-presidente de marketing da Oracle Marketing Cloud, em passagem pelo Brasil para o lançamento. “O marketing moderno passa necessariamente pela capacidade de coletar e analisar os dados dos clientes para guiar a tomada de decisão e entregar experiências mais completas.”

Novos desafios – Com o mercado em mudança, os consumidores estão cada vez mais conectados e digitais, obtendo informações e dados em diversos canais e dispositivo, exigindo experiências diferenciadas e exclusivas. Por isso, os desafios dos profissionais de Marketing também estão aumentando. A plataforma de marketing digital da Oracle simplifica a vida do profissional de marketing fornecendo um lugar para conectar dados, orquestrar experiências e otimizar as interações para cada cliente de forma personalizada. Construído sobre uma plataforma aberta e na nuvem, a Oracle Marketing Cloud se conecta com centenas de aplicativos, dados e provedores de mídia que as marcas utilizam hoje.

As equipes de marketing que usam o Oracle Marketing Cloud não precisam escolher entre simplicidade e sofisticação. Com interface intuitiva para conexão de dados, orquestração das interações, criação de conteúdo e otimização de experiências, as equipes de marketing podem facilmente executar campanhas inovadoras guiadas por dados concretos sobre os clientes.

“Ao reduzir a complexidade do ecossistema digital para as suas equipes, os líderes de marketing podem se concentrar em transformar a experiência do cliente com a inovação, economizando tempo, dinheiro e recursos na integração”, adiciona Bernardo Brandão, diretor de Marketing de Oracle Marketing Cloud, Oracle América Latina.

Oracle Marketing Cloud orquestra bilhões de experiências de clientes em todo o mundo e oferece soluções para cada etapa do ciclo de vida do cliente fornecendo segurança e desempenho.

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Hilgo Gonçalves é o novo presidente da ACREFI

Hilgo Gonçalves, com mais de 40 anos de experiência no mercado financeiro (23 no Unibanco, 17 no HSBC e nove na Losango, sendo os últimos sete como CEO) assume, nesta quarta-feira (27/04), a presidência da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (ACREFI).

Eleito pela diretoria, durante reunião na instituição, Hilgo Gonçalves sucede Érico Ferreira – presidente da OMNI Crédito, Financiamento e Investimento S/A, que esteve à frente da entidade nos últimos anos.

Durante sua carreira, Hilgo Gonçalves conquistou inúmeros prêmios. Uma das principais bandeiras, em sua nova gestão, será trabalhar a sustentabilidade do crédito como pilar fundamental de desenvolvimento. “Como entidade, temos o dever institucional de fomentar o crédito como ferramenta de desenvolvimento econômico. A partir do seu bom uso, por parte das empresas e do consumidor, construiremos valor para a sociedade. Vamos defender iniciativas de disseminação do conhecimento sobre a prática de utilização do crédito”, ressaltou Gonçalves.

A escolha do novo presidente também está voltada para uma ‘gestão profissional’, uma vez que ocupará o cargo como executivo e seu nome não está ligado ao quadro de nenhuma instituição financeira. “Vamos representar o setor, trabalhar uma agenda junto aos órgãos reguladores, e entidades, além de buscar o aumento de participação na ACREFI”, destacou o novo presidente.

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TransUnion apresenta nova visão sobre decisões na concessão de crédito com dados alternativos

A TransUnion (NYSE: TRU), líder global em soluções de risco e informações para empresas e consumidores, segue firme no investimento local para atender necessidades específicas de cada mercado em que atua. O uso de dados alternativos está no cerne de um novo momento para a empresa, em prática mundial.

Sua suíte de serviços permite o fornecimento de dados multidimensionais, inclusive com tendências e fontes de informação alternativas, e a identificação de padrões que antes não eram possíveis, preenchendo pontos cegos para contar às companhias uma história mais completa e fidedigna sobre os consumidores.

“Podemos afirmar que a TransUnion é capaz de entregar mais cobertura, com melhores decisões. Este é um dos nossos grandes diferenciais, pois possibilitamos aos nossos clientes insumos suficientes para a melhor tomada de decisão”, explica Juarez Zortea, presidente da TransUnion no Brasil.

Em uma avaliação sobre a carteira de clientes de um banco brasileiro, a TransUnion foi capaz de validar o perfil de 99% das pessoas. Se contasse apenas com os dados de bureaus de crédito, 12,2% dos potenciais clientes não poderiam ser avaliados, o que deixaria a instituição financeira sem apoio para tomada de decisões. Já com as soluções da marca, 10% desse mesmo público poderia ser requalificado como de baixo risco.

Para as companhias, a TransUnion permite a tomada de decisões mais bem fundamentadas e baseadas em um cenário mais completo, além de facilitar a concessão de crédito e serviços. Para os consumidores, permite a obtenção do crédito que eles merecem, pois dá às instituições financeiras uma visão mais ampla. Isso significa que mais consumidores, como estudantes e ingressos recentes à classe C, também são contemplados na análise e podem ter acesso a linhas de financiamento. Normalmente há escassez de informação de crédito sobre essa população. Já com esse novo cenário, uma gama inédita de produtos e serviços torna-se viável e incentiva o desenvolvimento econômico.

As soluções de dados alternativos da TransUnion também podem ser consideradas um meio eficaz para instituições que planejam atingir determinados públicos por meio de ações de marketing. Utilizando-se de pré-seleção (pre screening), é possível direcionar a comunicação para alcançar, de forma mais precisa, clientes interessados na utilização de seus produtos e serviços até com aprovação. Com isso, as empresas podem criar pacotes personalizados mais assertivos para atender necessidades específicas de cada faixa de público.

”A abordagem consultiva da TransUnion gera valor aos clientes, atendendo às suas necessidades mais específicas e ajudando-os a tomar decisões de risco de crédito com base em fontes fidedignas de informação, que seguem os mais altos padrões éticos. É possível dizer que as soluções da marca possuem plena capacidade analítica de dados e, por meio de fontes alternativas, balizam melhor as decisões”, diz Juarez Zortea.

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6 dicas para turbinar suas vendas online em tempos de crise – Por Gabriela Szprinc*

Se o comércio dito tradicional vive tempos conturbados, o eletrônico está em expansão. Segundo pesquisa da BigData Corp. encomendada pelo PayPal Brasil e publicada no final de março, o e-commerce cresceu mais de 21% no Brasil, entre fevereiro de 2015 e fevereiro de 2016 – o País conta, atualmente, com mais de 550 mil sites que vendem algum tipo de item ao consumidor.

Ou seja, a competição está se acirrando. E, para garantir que seu site vai se dar bem nesse mercado, é fundamental ir além do simples “oferecer produtos e serviços de qualidade”.
Para facilitar a vida de quem se aventura no mundo virtual (principalmente em tempos de crise, quando fica mais difícil convencer o internauta a clicar no botão de compra), aí vão seis dicas fáceis de se colocar em prática, que podem atrair a atenção dos consumidores e lhe ajudar a construir uma carteira de clientes fiéis.

1. Invista em segurança. De acordo com recente pesquisa Ipsos/PayPal sobre comércio cross-border, 36% dos internautas temem por seus dados pessoais e bancários quando compram online. E 51% afirmam que o quesito segurança pode levá-los a comprar em sites fora do País. Por isso, tenha em vista, desde já, o certificado SSL para seu site – além de segurança, ele significa melhor posicionamento em buscas no Google. Para se tornar um portal sólido, lembre-se de que é preciso proporcionar segurança durante todo o processo de compra.

2. Otimize o checkout. Segundo recente estudo do Baymard Institute, as taxas de abandono de carrinho no mundo virtual podem chegar até os 68% – dependendo dos percalços que o cliente enfrenta entre a escolha do produto e o clique final de compra. Para diminuir esse risco, existem maneiras fáceis de agilizar seu processo de checkout. Uma delas é reduzir etapas na hora da compra – quanto menos cliques, melhor. Outras? Oferecer múltiplas opções de pagamento e não obrigar seus clientes a preencherem cadastros exaustivos.

3. Torne seu site responsivo. Esta talvez a mais importante das dicas aqui listadas. O comércio via tablet e smartphone cresce a cada dia – de acordo com pesquisa Ipsos/PayPal, cerca de 13% das compras online já são feitas via dispositivos móveis. Por isso, seu site tem de se adaptar a qualquer tela, do desktop ao celular. Isso aumentará muito suas chances de vender pela internet.

4. Atraia clientes com remarketing. Se alguma vez você já procurou produtos online e, mais tarde, viu propagandas daquele mesmo produto ou empresa em outro website, você já foi impactado por uma ação de remarketing. Existem vários tipos de remarketing à disposição no mercado. Então, invista nele, pois é uma forma fácil de reconquistar a atenção de clientes que demonstraram interesse em seu estabelecimento na web.

5. Internacionalize suas vendas. Mais e mais consumidores fazem compras em sites fora de seu próprio país. Por isso, descubra quais produtos brasileiros são mais vendidos para clientes externos e tente comercializar itens semelhantes para esses mercados em seu site. De acordo com pesquisa Ipsos/PayPal, o principal mercado para e-commerces nacionais é o México, seguido pela Índia.

6. Ofereça frete grátis. De acordo com recente estudo do WebShoppers, por causa da crise, o número de lojas que oferecem frete grátis no Brasil diminuiu drasticamente entre 2015 e 2016. E deve diminuir ainda mais. Ou seja, pode ser uma boa hora para investir nesse quesito como parte de sua campanha de marketing. Segundo pesquisa Ipsos/PayPal, 56% dos internautas se sentem mais encorajados a comprar em sites estrangeiros se a entrega for gratuita. E 28% simplesmente abandonam o carrinho ao deparar com custos de frete inesperados, de acordo com estudo realizado pela VWO eCommerce Survey. Uma boa prática é incentivar o cliente por meio de cotas de compras (por exemplo, “frete grátis em compras acima de R$ 50”).

Em um mercado que cresce a cada estação, se tornar aliado de seus clientes – oferecendo-lhes praticidade, segurança, bons serviços e rapidez na hora de fechar negócio – é receita de boas vendas na internet.

(*) Gabriela Szprinc é head de Pequenas e Médias Empresas (SMB)
o PayPal Brasil

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Hannover Messe: Deutsche Telekom apresenta plataforma de IoT

A Deutsche Telekom está anunciando novas plataformas, parceiros e produtos durante a Hannover Messe. A maior e mais importante feira industrial do mundo abriu suas portas na última segunda-feira, 25. Em sua terceira participação no evento, a Deutsche Telekom demonstra como é simples iniciar um projeto de Internet das Coisas (IoT) e Internet Industrial. Como no Cebit, o slogan da companhia é: “Digitization. Simply. Make it happen.”

Para levar pequenas e médias empresas para a era da Internet Industrial, a Deutsche Telekom vai trabalhar com um mix formado por 80% de pacotes padronizados e 20% de soluções customizadas. “Nosso conhecimento em diversas áreas, da conectividade de redes a análise de dados, passando pela integração de sistemas, faz com a IoT seja um território familiar”, diz Anette Bronder, diretora da T-Systems e, há nove meses, a responsável pela Divisão Digital do grupo. “O mercado agora está começando a se interessar, com clientes realizando testes parta entender o que é possível. Projetos pilotos rapidamente se tornarão amostras de soluções para o setor industrial e, depois, em produtos padronizados. Só é preciso começar”.

Para ajudar os clientes a começarem rapidamente seus projetos de Internet Industrial, a Deutsche Telekom está apresentando o “Cloud of Things Starter Kit” na feira de Hannover. O kit contém software, sensores que reúnem dados e um SIM card para transmissão de dados e acesso à plataforma de cloud da DT para o processamento destes dados.

O kit pode ser utilizado, por exemplo, para monitorar a temperatura de uma máquina ou os movimentos de um equipamento de construção, tudo em tempo real. Os clientes podem facilmente utilizar e instalar o serviço, cuja estruturas de preço consiste basicamente de um valor base, acrescido de uma taxa por utilização.

Os clientes que quiserem ir além do simples monitoramento e quiserem controlar seus equipamentos remotamente, receberão da Deutesche Telekom o “Predictive Maintenance Kit” por um preço fixo. A oferta completa oferece suporte a automação de processos de manutenção, da análise de danos e desgaste da máquina até a conclusão de um pedido de serviço. A análise de dados também pode ressaltar pontos específicos, permitindo aos usuários prever danos potenciais antes que ocorram. De acordo com a companhia, a manutenção preditiva tem o potencial de reduzir os custos de manutenção em até 30%.

Para criar uma plataforma de IoT confiável, o grupo está reforçando o conceito de neutralidade de fabricantes, como fez com cloud computing, e formando parcerias com líderes de mercado como Microsoft, Cisco, Huawei e SAP. Destas parcerias surgirão novas ofertas, como a Predix, uma plataforma em nuvem para dados industriais e análise de dados criada pela GE Digital.

Com o conhecimento industrial da GE e as funcionalidades de conectividade, operação de TI e segurança da Deutsche Telekom, os dois parceiros poderão oferecer ao mercado uma solução one-stop para inovação digital em segmentos como manufatura, transportes, energia e saúde.

“A tarefa agora e mover os serviços de digitalização dos laboratórios para a vida real”, afirma Bronder. Para a executiva, a complexidade da digitalização ainda assusta muitas empresas: de um lado, o número de fornecedores vem crescendo rapidamente, dificultando a tomada de decisões. De outro, a conexão de indústrias vai além da cadeia de valor de cada empresa, obrigando que, antes de mais nada, estas companhias construam relações de confiança entre si.

É aqui que a Deutsche Telekom afirma ter uma proposta única de valor. “Ninguém é capaz de implementar o conceito de Internet das Coisas por conta própria. É por isso que estamos investindo em um ecossistema de plataformas, parceiros e produtos que nos permita oferecer aos nossos clientes uma solução completa, fim a fim, de modo simples”, explica Bronder.

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Self-service sem sair da mesa – Por Allan Pires

Self-service, autosserviço ou autoatendimento é a prática de se obter um benefício de uma atividade sem a necessidade de um intermediário. Muito comum em países como Estados Unidos e Europa, no Brasil o autosserviço está crescendo e já pode ser visto em algumas lojas e supermercados, onde o cliente escolhe e paga pela compra, na hora que quiser, sem precisar da presença física de um funcionário da loja. Devido ao número limitado de funcionários, muitas vezes enfrentamos longas filas.

E qual o principal benefício? Acredito que seja a redução do tempo de espera e da execução para a atividade de pagamento. Outro bom exemplo de autoatendimento é a parceria entre a Shell e o Sem Parar. Quem ganha é o cliente, que pode abastecer em qualquer rede credenciada e pagar pelo serviço na próxima fatura, sem precisar interagir com ninguém.

Agora, estamos ampliando esse conceito para executivos. No mundo dos negócios, podemos fazer alusão ao conceito chamado Customer Self-Service (CSS), que funciona da mesma forma que um autoatendimento, mas dentro das corporações. O CSS é um facilitador, onde os usuários têm acesso imediato às informações e processos de negócios, sem a necessidade de ter uma equipe de TI especializada para a análise dos dados da empresa.

Os executivos podem aderir às plataformas de gerenciamento e análise dos processos e informações, ganhando inúmeros benefícios, dentre eles, agilidade e a não dependência na tomada de decisão. Estas novas ferramentas tecnológicas, que permitem o self-service, estão evoluindo em sua forma de interação e usabilidade, funcionalidade, regras de governança corporativa, segurança, replicação de casos de sucesso, conteúdo, etc.

Participando de diversas reuniões com executivos percebo que, por vezes, os participantes têm poucos dados nas mãos, ou quando possuem os dados eles normalmente já estão previamente trabalhados e estáticos, o que não permite a realização de novas análises oportunas perante novos questionamentos ou insights, dificultando ou retardando a tomada de decisão imediata. Entretanto, com plataformas self-service que permitem acesso e transformação dos dados, as decisões ficam fáceis e produtivas.

Um exemplo é a utilização do Self-Service BI, que são as conhecidas ferramentas de Business Intelligence, podendo ser manejadas oportunamente por um executivo ou profissional não especializado em TI. Com a plataforma, é possível descentralizar o processo de análise por meio de uma interface de fácil manuseio e até com ferramentas que sugerem automaticamente novas análises ou destacam resultados fora de padrão.

Dessa forma, com um simples clique o usuário também pode se beneficiar destas plataformas tecnológicas e também de um modelo self-service – sem precisar sair da mesa. Além disso, já está disponível no mercado soluções para automação de processos, desenvolvimento rápido de soluções mobile, pesquisas instantâneas, compartilhamento de informações, promoção de produtos, instrumentos de comunicação entre áreas e/ou clientes.

Os benefícios com a adoção de um modelo self-service são inúmeros, como disponibilidade 24/7, redução de custo na criação e manutenção das análises e processos, além do alto grau de confiabilidade. Estas novas ferramentas tecnológicas também estão prontas para uso e disponíveis em Market Places Digitais.

Assim como a Apple Store, nestes Market Places os usuários, sejam eles profissionais de tecnologia ou fornecedores, disponibilizarão (com custo ou não) soluções para os mais variados nichos, atendendo pequenas ou grandes necessidades, de maneira que com um simples clique o usuário também possa se beneficiar destas ofertas. Alguns dos nossos clientes já criam Market Places corporativos, onde o que é desenvolvido por um executivo pode ser compartilhado com outros.

Então, assim como o self-service é bom para as ações pequenas dentro do dia a dia de uma pessoa física, por que não trazer esse modelo para as pessoas jurídicas? Esta inovação tecnológica pode transformar a forma como obtemos os dados e analisamos as informações dentro de uma empresa. Com o CSS podemos evitar filas e gargalos, seja no pagamento de uma compra no supermercado ou na tomada de decisão dentro de uma grande corporação.

*Allan Pires é CEO para a América Latina e Texas da multinacional dinamarquesa Targit, especializada em Business Intelligence

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Scania traz tecnologia mundial para o Brasil

A Scania inaugura nesta terça-feira (26), o laboratório que será responsável por desenvolver, testar e certificar motores. A nova área de pesquisa, que demandou investimento de R$ 40 milhões, é a primeira da empresa fora da Suécia. “Com essa iniciativa inserimos o Brasil no contexto da mais alta tecnologia do setor automotivo, refletindo, ao mesmo tempo, nosso compromisso com o País e com um sistema de transporte sustentável”, diz Per Olov Svedlund, presidente e CEO da Scania Latin America.

Composto por duas células, o laboratório está equipado para realizar testes que vão auxiliar a empresa a construir e homologar motores mais eficientes em termos de utilização de combustíveis alternativos, durabilidade de componentes e consumo eficiente.

“Com essa estrutura respondemos, por um lado, a uma demanda global em ascensão por testes de motores, impulsionada não apenas pela melhoria no rendimento, mas em busca de tecnologias mais sustentáveis. Por outro, reforçamos o posicionamento da Scania como empresa orientada pela inovação e pela engenharia, líder na utilização de combustíveis alternativos e no desenvolvimento de novos produtos”, explica Henrik Alfredsson, vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da fabricante sueca para América Latina.

Trazer esse laboratório para o Brasil representa também, na prática, acelerar o processo de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias em conjunto com a matriz sueca da fabricante. “Trouxemos para São Bernardo o estado da arte em tecnologia. Contar com esse tipo de equipamento nos ajuda a acelerar as pesquisas, consequentemente o desenvolvimento de novas soluções em transporte, traduzidas em menor consumo de combustível e em efetiva contribuição para um sistema de transporte sustentável”, afirma Rogério Rezende, diretor de Assuntos Institucionais e Governamentais da Scania Latin America.

O laboratório está equipado para realizar testes e monitoramento em até dois motores testados por vez, permitindo que a equipe de engenheiros tenha informações sobre desempenho dos componentes e de resultados gerados “em tempo real” a partir da queima do combustível e emissões de poluentes. As informações captadas a partir das análises podem servir como base para projetos de novos motores ou melhorias nos que já equipam os veículos da marca.

“A Scania sempre foca suas atividades de desenvolvimento em soluções que tenham baixo impacto no meio ambiente”, afirma Per-Olov Svedlund. “Esse investimento traz mais tecnologia para nossa planta, reafirma a qualidade de nossos produtos e incrementa a capacitação de nossos engenheiros.”

O laboratório está preparado para testar qualquer tipo de motor a combustão, incluindo os propulsores Scania V8 e o novo modelo Euro 6, que ainda não tem legislação vigente na América Latina, mas a Scania começará a exportar partir do segundo semestre deste ano para mercados da Europa.

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Apenas uma em cinco empresas está preparada para gerenciar identidades com segurança

Uma pesquisa realizada pela Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, e RSA, divisão de segurança da EMC (NYSE:EMC), revelou que, à medida que as organizações buscam capitalizar as oportunidades digitais por meio do rápido desenvolvimento e da hospedagem de novos serviços online, frequentemente investem pouco em medidas de segurança cibernética. Assim, criam grandes riscos, principalmente em relação ao acesso do usuário.

“Identity Crisis: How to Balance Digital Transformation and User Security?”, uma pesquisa realizada com mais de 800 executivos do alto escalão de empresas dos Estados Unidos, Alemanha e França, mostra que 62% deles acredita ser muito importante ou essencial que suas organizações possibilitem ou estendam o acesso dos clientes aos serviços digitais de forma segura, mas que apenas 26% possuem a tecnologia para isso. No entanto, os resultados deixaram claro que as empresas sabem que precisam fazer mais para melhorar a experiência do usuário, sendo que 85% delas reconhecem a necessidade de métodos de identificação e autenticação mais flexíveis e adaptáveis, inclusive do login em redes sociais.

“As empresas estão adotando a nuvem para tirar proveito da sua eficiência e produtividade. Porém, em muitos casos, a segurança está sendo deixada de lado, de forma não intencional. Conciliar a necessidade do rápido desenvolvimento com a segurança absoluta de uma solução comprovada de gestão da identidade e do acesso (IAM, na sigla em inglês), que atenda ao propósito e seja duradoura, tem sido uma luta”, comenta o vice-presidente de engenharia e gestão de produtos da RSA, Jim Ducharme.

Foi constatado que as empresas estão buscando eliminar essa lacuna e melhorar as práticas existentes. Com o aumento das violações notórias e extremamente danosas ocorridas no ambiente online, o investimento em IAM tem aumentado. Quase sete em dez empresas (68%) registraram um aumento em seus orçamentos voltados à IAM, sendo que 28% observaram um ‘grande’ acréscimo.

A pesquisa também revelou uma mudança na forma como IAM é vista e implementada, impulsionada por tecnologias maduras e emergentes e pela demanda antecipada do consumidor. Os resultados sugerem que conceder permissão para que os usuários tragam sua própria identidade, fazendo o login com as credenciais usadas nas mídias sociais, é visto como o objetivo final da maioria das empresas, desde que isso possa ser implementado de forma segura. O mais interessante é que, aparentemente, essa ambição está sendo abalada pela incerteza quanto à privacidade dos dados, regulamentos de segurança e transparência sobre onde os serviços são hospedados.

O relatório destaca que:

· A autenticação adaptativa¹ foi criada para definir o futuro do acesso a dispositivos e serviços pelos usuários. 84% das empresas consideram que a capacidade de empregar esse tipo de autenticação e oferecer acesso por meio de um número cada vez maior de métodos e dispositivos, como em redes sociais, é uma prioridade alta ou muito alta;

· Para a maioria das empresas (85%), é importante ou muito importante incluir novos serviços baseados nas tecnologias de nuvem – que devem crescer cada vez mais – de forma rápida e eficiente, desde que essas tecnologias contem com o suporte da gestão de identidade e acesso;

· Para as empresas dos Estados Unidos e da Europa é muito importante saber onde os serviços de segurança estão hospedados, sendo que 90% dos respondentes preferem (ou exigem) que os centros de dados que forneçam serviços de gestão da identidade estejam localizados em sua região ou país.

“Ficou óbvio que o login feito no sistema de uma empresa, usando um nome de usuário e senha específicos, está com os dias contados. Eles desejam poder se logar de qualquer lugar e de diversas formas, inclusive com seus perfis de mídias sociais e contas de e-mail”, diz o diretor operacional global de segurança cibernética do Grupo Capgemini, Mike Turner. “As identidades online deixam de ser propriedade das empresas e passam para serviços de segurança mais seguros e flexíveis, mantidos pelo usuário e atendendo à necessidade de gestão do acesso. Apesar de ser bastante positivo observar o aumento do reconhecimento e investimento da diretoria, ainda há uma lacuna considerável entre a tarefa que se tem em mãos e a capacidade de muitas empresas. A dimensão desse desafio de segurança não pode ser subestimada”.

Os resultados do relatório “Identity Crisis: How to Balance Digital Transformation and User Security?” são baseados em uma pesquisa com 831 tomadores de decisão do alto escalão de várias empresas, principalmente do departamento de TI e de outras áreas, como Vendas, Marketing, Recursos Humanos e Financeiro. Realizada pela KuppingerCole, em nome da RSA e da Capgemini, a pesquisa reuniu participantes dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e França, representando organizações com mais de 500 identidades gerenciadas, tanto de funcionários quanto de clientes. Um terço das empresas cobertas possui entre 5 mil e 50 mil identidades gerenciadas, 40% administram mais de 50 mil e 7% administram mais de 1 milhão de usuários.
Para mais informações sobre a pesquisa, os resultados e a solução ‘Identity as a Service’ (IDaaS), da Capgemini, acesse www.capgemini.com/identitysurvey.

App do YouTube está de cara nova

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A partir de hoje, ao abrir o aplicativo do YouTube no seu iPhone ou Android você verá uma página inicial completamente modificada, com um formato simples e intuitivo, que convida a descobrir mais e aproveitar melhor a experiência em dispositivos móveis.

Dessa forma, sempre que entrar no aplicativo do YouTube de seu smartphone ou tablet você será recebido com vídeos dos canais que mais gosta. Todo o conteúdo que você adora estará à mão logo na página inicial.

Imagens em alta resolução facilitam a identificação de vídeos que você quer ver; um ícone destaca as novidades do criador em cada vídeo

Mais do que uma simples reformulação, nós incluímos no novo design recomendações personalizadas que facilitam a descoberta de novos vídeos. Esse novo sistema é baseado na tecnologia “Deep Neural Network”, que encontra padrões automaticamente e melhora o desempenho de acordo com o uso contínuo da ferramenta. Todos os dias, recomendamos milhões de vídeos diferentes na página inicial, bilhões de vezes, em 76 línguas.

Uma das melhorias mais significativas está em como o sistema sugere vídeos recentes de criadores que você ama. Pessoas que usam o novo sistema passam mais tempo assistindo conteúdo novo de suas inscrições.

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A atmosfera atual da política brasileira pode causar estresse emocional

estilop_strip_48225_0_full Por Hilda Medeiros

Estamos vivendo um momento histórico no Brasil, onde se percebe um conflito profundo entre correntes de pensamento e uma atmosfera em que parece que as pessoas são obrigadas a tomar um partido. Por conta desse sentimento, tenho visto amizades de longa data ruir-se e famílias se desestruturando.

Há uma premissa de Milton Erickson, considerado um dos pais da psicoterapia moderna baseada no inconsciente que diz: somos muito mais do que acreditamos. Desse pensamento surgiu o Coaching Generativo, que visa criar algo novo, além das soluções já conhecidas. Isso se dá tanto na vida pessoal, profissional, ou mesmo na mudança de direção de um país.

Criamos o mundo a partir de nossos modelos mentais. Nossos estados emocional e físico funcionam como filtros da realidade. Esses filtros determinam o modo que percebemos a realidade e nos mostramos para o mundo.

As respostas que damos aos estímulos que recebemos dos ambientes estão diretamente ligadas aos modelos mentais que conseguimos acessar a cada momento.

Quando nos encontramos em estado “Crash”, sob tensão, acessamos territórios emocionais que nos limitam, como ódios, rancores e medos. É possível afirmar que a raiva, o medo e a desconexão de nós mesmos são verdadeiros venenos para um sistema integrado. Nesse estado de tensão os filtros da percepção congelam e passamos a reproduzir experiências passadas, como máquinas desconectadas de nossa essência humana. Contraímo-nos e nos tornamos reativos, fechamos as portas que ampliam novas possibilidades e deixamos de perceber as alternativas.

No estado “Crash” nos fechamos em nossos próprios medos e o que chamamos de outro se torna espelho do sentimento que estamos vibrando. As outras pessoas se tornam extensão de nossas próprias inseguranças. Espelhamos nos outros nossas próprias frustrações. Com nossos filtros congelados, nos tornamos distantes de nós mesmos porque a energia deixa de fluir e consequentemente não encontramos respostas além da agressividade, para lidar com as diferenças.

É preciso lembrar que a vida é criada por opostos, tristeza e alegria, raiva e paz, medo e confiança, desconexão e centramento, e que o oposto do estado “Crash” é o estado “Coach”.

Pessoas consideradas gênios em suas profissões, como por exemplo, o jogador Neymar, atingem o máximo num corpo e mente em estado “Coach”. Nos momentos em que atuamos no ápice de nossas potencialidades estamos conectados com nosso melhor estado, abertos, centrados e criativos, com os filtros da percepção fluindo em nós mesmos e em nossa volta.

No estado denominado por Dilts e Gilligan de Coach Generativo atuamos com três tipos de filtros em perfeita harmonia: Cognitivo, somático e o campo. Cognitivo é a mente lógica, na qual estamos bastante familiarizados. Somático é a memória corporal, são os registros que arquivamos em nosso corpo e o Campo, seria uma inteligência maior, recursos que estão a nossa volta que quando estamos abertos e centrados somos capazes de perceber e interagir.

A grande diferença entre o estado “Crash” e o estado “Coach” é que no primeiro agimos por nossos instintos mais baixos, falta a humanidade, mesmo que não tenhamos consciência disso. Em contra partida no estado “Coach” somos capazes de centrar, de aquietar a nossa mente e respirar, permitindo que a energia transite pelo corpo. Em contato com nossa essência somos capazes de acolher os obstáculos e transformar em recursos.

A partir do centramento e conexão com algo maior (campo), o outro não é um inimigo, é apenas alguém que provavelmente em última instância quer algo parecido com aquilo que eu quero. O outro é meu vizinho, meu amigo, minha família, que quer honestidade, educação, cultura, justiça, saúde e bem estar.

O filósofo Sócrates nos ensinou a arte de fazer perguntas: ao invés de tomar partido apaixonadamente, envolvido apenas por emoções, em sua sabedoria, se dissociava do problema e refutava seu interlocutor os prós e contras da questão proposta. O objetivo era encontrar a verdade na sua mais autentica forma.

Se ficarmos centrados, com atenção plena, conectados com os arquétipos da ternura, da generosidade e do bom humor saberemos fazer as perguntas necessárias sobre o que queremos como futuro de nação. As respostas serão cristalinas em direção a um bem maior.

Precisamos de líderes generativos que sejam capazes de acolher as diferenças. Líderes éticos e comprometidos com o campo da criatividade, capazes de propor caminhos para um crescimento econômico e humano. Mas acima de tudo, precisamos nos tornar líderes de nós mesmos, presentes, conscientes e conectados ao campo de todas as nossas potencialidades.

Artigo de:

Hilda Medeiros atua há quinze anos em consultório particular (http://www.taoconsultoria.com.br/index.php) como Coach e Psicoterapeuta de profissionais liberais, empresários e executivos de empresas de diferentes portes.

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A (r)evolução dos aplicativos que não acaba – Por Caio Bretones

Caio Bretones, CEO da Mobile2you

O consumidor já está mais do que habituado a acessar a internet em seu smartphone para se comunicar, pedir um táxi, comida, pagar contas, fazer compras…e é neste cenário que o mercado de apps espera prosperar. Os varejistas já enxergam a necessidade urgente de se “reinventarem” para acompanhar a mudança dos hábitos de consumo dos brasileiros, sendo uma área que tem visto a necessidade de investir em inovações e ações cada vez mais assertivas.

De acordo com o relatório da consultoria App Anie, o Brasil é apontado como um dos mercados mais promissores nos próximos cinco anos. Para 2016, a previsão é de que o mercado no país apresente um crescimento de 40%.

Apps que trazem inovações para o PDV, com o uso de beacons, RFID e geolocalização devem prosperar este ano. É a revolução do varejo, que vem tentando se moldar digitalmente para conseguir impactar e conversar com seus clientes, frente ao crescimento constante do e-commerce. E com a maior confiançado consumidor em realizar transações financeiras via smartphone, a tendência é de que os bancos sejam os próximos alvos, abre-se caminho para os FINApps (aplicativos de transação financeira).

De acordo com um relatório lançado recentemente pelo Citi, os investimentos em tecnologia financeira cresceram de US$ 1,8 bilhões em 2010 para US$ 19 bilhões em 2015. 70% disso tem foco na experiência do consumidor final, ramo mais fácil de penetrar do que o corporativo.

Ao permitir a realização de todas as operações diretamente do celular, desde cadastro, consulta, recebimento de faturas e mesmo o pagamento destas, estes tipos de serviços podem cortar custos que seriam acrescentados às taxas dos clientes, além de otimizarem o tempo tanto do consumidor quanto do prestador de serviço, tornando tudo mais prático em um momento em que tanto se valoriza o “tempo”. É possível sermos a última geração a usar cartões de crédito e débito, tudo provavelmente será colocado em um dispositivo móvel.

A experiência do usuário (UX) é um fator fundamental e as pessoas estão cada vez mais exigentes em relação à tecnologia. Se ao tentar pagar uma conta, por exemplo, a transação falhar por erros técnicos, provavelmente este será um usuário perdido. Garantir a segurança do cliente e atender todas expectativas é essencial. Prósperos são e continuarão sendo os aplicativos que otimizam processos, a exemplo do Uber, em que você o usuário cadastra seu cartão e não precisa se preocupar com o pagamento ao final de uma corrida.

Com mais de 76 milhões de smartphones no país (Nielsen Ibope) e o número de acessos em banda larga móvel 4G batendo os 25,4 milhões em todo o Brasil, igualando-se ao número de acessos em banda larga fixa (Associação Brasileira de Telecomunicações), é praticamente um obrigação das empresas que pretendem permanecer no mercado marcarem presença no ambiente mobile.

Estar atento às tendências é essencial para continuar no mercado, que é cada vez mais desafiador, incluindo um cenário econômico adverso, forte concorrência e consumidores cada vez mais antenado.

*Caio Bretones, CEO da Mobile2you Tecnologia, é administrador formado pela Universidade Mackenzie, com passagens em diversas empresas de importação e exportação, como Fedex (Federal Express), onde adquiriu experiência no atendimento e tratamento personalizado dos clientes.

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Fiesp destaca projetos citados no relatório final da CPI dos crimes cibernéticos que devem seguir para o Legislativo

Após a votação do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara dos Deputados que investiga crimes cibernéticos, prevista esta quarta-feira (27/4), o Departamento de Segurança (Deseg) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) deve analisar os projetos de lei que serão encaminhados pelos deputados ao Legislativo. Dentre as medidas propostas está a criação de novos tipos penais; facilitação de retirada de conteúdo por meio de ordem judicial; bloqueio de aplicações, de acordo com o princípio da proporcionalidade; educação digital, dentre outras.

De acordo com o advogado Rony Vainzof, diretor do Deseg da Fiesp e responsável pelo Grupo de Trabalho de Segurança Cibernética do Deseg, o principal objetivo dos projetos é dar celeridade às investigações e punições aos crimes cometidos na internet. “É preciso, no entanto, que as leis continuem preservando a privacidade e a liberdade dos internautas, porque a grande maioria dos usuários utiliza a internet para atividades lícitas e não para a prática de crimes. Portanto, eventuais novas medidas devem punir criminosos sem prejudicar os demais internautas”, explica.

A CPI cita dados sobre o aumento de crimes cibernéticos no país. Segundo o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil o número de fraudes na Internet no país registrou aumento de 6.513% entre 2004 e 2009. A Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos recebe uma média de 2.500 denúncias por dia envolvendo páginas na Internet contendo evidências dos crimes de pornografia infantil ou pedofilia, racismo, neonazismo, intolerância Religiosa, apologia e Incitação a crimes contra a vida, homofobia e maus tratos contra os animais.

O diretor lista e resume os principais pontos dos projetos:

Novos tipos penais

Diante da ineficácia prática da Lei de Crimes Informáticos, conhecida como Lei Carolina Dieckmann, a proposta cria o tipo penal de acesso indevido a sistema informatizado, quando da exposição de dados a risco de divulgação ou de utilização indevida. Se o acesso indevido resultar em prejuízo econômico ou em obtenção de comunicação privada, segredos comerciais ou industriais, arquivos, senhas, informações ou outros documentos e dados privados, também será considerado crime. Pena maior ficará para quem divulgar, comercializar ou transmitir a terceiro, a qualquer título, dados, arquivos, senhas ou as informações obtidas ou quando houver violação de mecanismo de segurança para acesso aos dados.

Atuação da Polícia Federal

Inclui no rol das infrações de repercussão interestadual ou internacional que exigem repressão uniforme, os crimes praticados contra ou mediante computador conectado ou não à rede, dispositivo de comunicação, sistema informatizado ou de telecomunicação, quando houver indícios da atuação de associação criminosa em mais de um estado ou no exterior.

Remoção de conteúdo

Acrescenta ao Marco Civil da Internet dispositivo específico que dispensa emissão de nova ordem judicial a provedores de aplicações, para indisponibilidade de conteúdo idêntico ao original ou que contenha parte majoritária do original, com a mesma característica infringente.

Responsabilidade de grupos econômicos com representação no Brasil

Deixa mais claro – item também incluso no Marco Civil da Internet – que em operações de tratamento de dados realizados no exterior relativos a serviços que também são prestados no Brasil, a filial, sucursal, escritório ou estabelecimento da empresa no país se tornem responsáveis solidários por eventuais processos.

Fornecimento de Protocolos de Internet em ordem judicial

Visando dar maior celeridade às investigações criminais, autoridade policial ou Ministério Público poderão, sem autorização judicial, requisitar ao provedor de conexão ou de aplicação de internet – independente de autorização judicial – o endereço IP utilizado para a geração de conteúdo específico objeto de investigação criminal.

Por outro lado, diante da sensibilidade dos dados em questão, é definida como conduta criminosa o fato de se apossar, propalar, divulgar ou fazer uso dos dados cadastrais de que trata a Lei de Organizações Criminosas, ou do endereço IP de que trata o Marco Civil da Internet.

Bloqueio de aplicações e proporcionalidade

Cria dispositivo para esclarecer que devem ser exploradas todas as alternativas legais possíveis de punição para interromper a conduta criminal, antes de que o juiz mande bloquear o acesso ou suspender a prestação de serviço da aplicação. Neste caso, considerando a gravidade do crime e o alcance da medida, além da agilidade necessária para cessar a conduta.

Educação Digital e Varas Especializadas

Sugere a oferta obrigatória de noções de educação digital nas escolas públicas e privadas de ensino Fundamental e Médio, assim como a criação de Varas Especializadas em Crimes Cibernéticos nos Tribunais brasileiros.

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EY tem novo CEO para o Brasil

view.aspx A EY (Ernst & Young) anuncia Luiz Sérgio Vieira como novo CEO para o Brasil. Após um processo de transição iniciado há três anos, o executivo, que ocupava o cargo de vice presidente de Mercados, sucede Jorge Menegassi. Vieira, que entrou na EY como trainee há 24 anos, se torna o mais jovem CEO à frente de uma Big4, grupo das quatro maiores consultorias e auditorias do mundo. Ele assume oficialmente o cargo em 1º de julho, quando a empresa inicia seu ano fiscal.

Na EY desde 1992, Luiz Sergio atuou por três anos na área de auditoria. Mas sua trajetória na empresa foi principalmente no segmento de impostos, com especialização em tributação internacional, expertise que o levou a passar três anos no escritório da EY em de Nova York.
Conhecido por sua capacidade de inovar e desenvolver talentos, Luiz Sérgio tem como desafio dar continuidade ao bom desempenho apresentado pela companhia nos últimos anos e impulsionar o processo constante de inovação nos negócios. O executivo é o responsável pela estruturação do Centro de Inovação da empresa. “Temos observado o impacto que a revolução digital em curso tem causado no mercado. Trabalhamos continuamente para acompanhar essas mudanças e oferecer soluções integradas e inovadoras para nossos clientes”, afirma Luiz Sérgio Vieira.

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TCS anuncia Tushar Parikh como Country Head para o Brasil

view.aspx A corporação teve receita global de US$16,54 bilhões no último ano fiscal e aponta América Latina como líder entre seus mercados emergentes. Região apresenta crescimento anual de dois dígitos nos últimos quatro anos, tendo Brasil como destaque e com enorme potencial de crescimento.

A Tata Consultancy Services (TCS), empresa líder em serviços de tecnologia da informação (TI), consultoria e soluções de negócios, anuncia mudanças em sua estrutura no mercado brasileiro. Tushar Parikh assume como Country Head, passando a dirigir a empresa no país, e sendo o principal representante frente ao mercado local e autoridades governamentais.
Entre suas missões à frente da empresa estão manter o crescimento ascendente alcançado pela TCS Brasil nos últimos anos, consolidar a estratégia da companhia no país, estreitar o já existente relacionamento com as áreas de negócios e TI; assim como assegurar que as atividades de responsabilidade social corporativa sejam conduzidas nas comunidades locais onde a TCS mantém negócios.

Além disso, Tushar continuará liderando como Segment Head para a unidade de negócios Global Accounts (Clientes Globais) para América Latina e Setor de Seguros & Governo no Brasil. Nesta função, o executivo responde por oito países, com destaque para Brasil, México, Chile, Colômbia e Argentina.
O executivo reforça a importância de temas como ‘Mobilidade e Pervasive Computing’, ‘Cloud’, ‘Big Data’, ‘Inteligência Artificial & Robótica’, e ‘Mídias Sociais’. Foco de atuação da TCS, estas cinco principais forças na área digital direcionam a forma como a empresa evolui, opera e interage com seus clientes. Tushar enfatiza ainda o grande conhecimento da TCS em Indústrias como Seguros, Manufatura, Automotiva, Serviços Financeiros e Varejo como o diferencial em relação a outras companhias que operam no mercado.
Natural da Índia e com vasta experiência no segmento de TI aplicada a negócios, Tushar está na TCS desde 2004. A partir da Índia trabalhou com clientes nos Estados Unidos, Cingapura, e Europa. Em meados de 2005, o executivo deixou seu país natal e se estabeleceu na América Latina, onde trabalhou por cerca de cinco anos no México e cerca de dois anos como Cluster Delivery Head para Argentina, Colômbia e Uruguai, antes de chegar ao Brasil, em 2012. Durante estes anos, Tushar desempenhou papel estratégico nas operações da TCS em iniciativas que incluem Gestão de Relacionamento com clientes, Estratégia & Transformação do Negócio, Serviços, Outsourcing de TI e Processos em nível Global.

“A TCS é uma empresa mundialmente conhecida e estou muito contente por ter sido convidado a dirigir um importante mercado como o Brasil, que cresceu tremendamente nos últimos anos – na ordem de dois dígitos – acompanhando a América Latina”, acrescenta Tushar. “Tenho planos audaciosos para expandir ainda mais a atuação da companhia na região, sempre visando oferecer o melhor serviço aos nossos clientes, garantindo qualidade, agilidade e entrega de valor à solução final”, completa o executivo.
Bacharel em Ciências, Tushar tem mestrado em Computação e Engenharia de Software, participou do programa “Leading Professional Service Firms”, da Universidade de Harvard, e do programa “TATA Group Executive Leadership”, da Ross School, em Michigan (EUA).
No último ano, a TCS foi eleita pela Forbes como uma das mais inovadoras empresas do mundo e foi reconhecida como a marca mais poderosa do mundo em Serviços de TI pela Brand Finance, principal empresa de avaliação de marcas no mundo. Além disso, recebeu a certificação de “Top Employers América Latina 2016”, concedida pelo Top Employers Institute.

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Cabify recebe aporte de US$ 120 milhões

A Cabify, empresa de mobilidade urbana, anunciou recentemente uma nova rodada de investimento recebida e liderada pela Rakuten, Inc., para novas operações de escala em toda a América Latina e Europa. A Cabify é uma plataforma online de serviços de veículos comerciais e particulares, para consumidores e empresas, e tem registrado crescimento sem precedentes por parte de sua tecnologia de ponta e serviço de primeira classe. A empresa tem planos de utilizar parte do valor para o início de sua operação no Brasil.

Desde o seu último investimento em Julho de 2015, a Cabify continua expandindo rapidamente e se consolidando com uma forte posição de lideraça em 14 cidades pela Espanha, Mexico, Peru, Chile e Colômbia. Esses US$ 120 millhões do no novo fundo irá permitir que a Cabify acelere o crescimento em mercados que já tem atuação e expandir para alcançar novos mercados.

“Nós estamos animados para estreitar nosso relacionamento com a Rakuten, grande parceiro que entende a nossa meta de longo prazo de desconstruir o modelo de propriedade de veículo”, disse Juan de Antonio, CEO da Cabify. “Até agora, a Cabify se destacou por fornecer um serviço de alta qualidade para uma clientela fiel. Pretendemos continuar a replicar esse modelo em toda a América Latina e Europa para consolidar nossa posição de liderança”.

Comentando o que conduz a mais recente rodada de investimentos, Oskar Mielczarek de la Miel Managing Partner do Fundo FinTech Rakuten disse: “a Cabify está rapidamente consolidando a sua posição com uma abordagem muito sistemática e disruptiva. A Rakuten é apaixonada por capacitação de liderança em inovação. A Cabify tem uma equipe excelente de gestão liderada por Juan de Antonio, cuja visão coloca exclusivamente a Cabify em uma posição para entrar no próximo nível da competição tecnológica”.

De acordo com Beatriz González, Conselheira e sócia da Seaya Ventures, a Cabify tem profundo conhecimento das diversas condições dos diferentes mercados, incluindo complacência com as regulamentações locais. Como parte de sua solução completa de mobilidade, Cabify já está adicionando opções como táxis regulares e pagamento em dinheiro em países como Peru, Colômbia, Brasil e Espanha.

“Queremos ser mais do que apenas um serviço de motorista particular”, diz Juan de Antonio. “A Cabify será uma plataforma de transporte para todos serviços de valor agregado para vários tipos de clientes.”

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CA anuncia novo presidente no Brasil

view.aspx A CA Technologies, uma das maiores empresas de software para segurança, desenvolvimento e gestão de TI do mundo, anuncia hoje Marcel Bakker como o novo presidente da companhia no Brasil.

O executivo ingressou na CA em 2014 como vice-presidente de Soluções de Segurança para a América Latina, tendo ocupado também o posto de Diretor de Platinum Division na empresa – destinado ao atendimento de grandes contas. Formado em Direito pela Universidade Mackenzie, cursou MBA em Tecnologia e Negócios Eletrônicos pela Universidade de São Paulo (Fundace-USP). Antes de trabalhar na CA Technologies, Marcel Bakker atuou como diretor regional da RSA para o Brasil e Cone Sul da América Latina.

Bakker reporta-se a Claudia Vasquez, nova presidente para a América Latina da CA (veja detalhes abaixo). Juntos, eles vão conduzir na região uma estratégia de crescimento focada em dois eixos: a ampliação da carteira de clientes da companhia para novos segmentos, como Varejo, Manufatura, Governo, Saúde e Educação; e a entrada da CA no ramo de consultoria em tecnologia. Esse segundo movimento se dará sobretudo para clientes de soluções para metodologias ágeis, como as da Rally, empresa adquirida no ano passado pela CA.

“As empresas têm diante de si o desafio da Transformação Digital. É uma demanda dos consumidores, que são cada vez mais ávidos por uma boa experiência. A CA está ao lado dessas empresas para fazê-las cada dia mais inovadoras e, para isso, consideramos fundamental termos uma estrutura para dar consultoria em tecnologia para nossos clientes”, diz Marcel Bakker.

Para o posto que vinha sendo ocupado por Bakker na Diretoria de Vendas – Platinum Division, a CA anuncia Marcel Lima. Ele atuou anteriormente como account director para soluções Agile, DevOps e Segurança na CA Brasil. Com foco no crescimento e desenvolvimento dos negócios. A CA anuncia também as novas lideranças para as soluções DevOps, cuja vice-presidência será chefiada por João Fábio Valentin, antes responsável pela área de Enterprise Management e pela área de Agile Management, que passa a ser liderada por Francisco Dal Fabbro, que anteriormente respondia por IT Business Management.

América Latina

O anúncio do novo presidente da unidade brasileira da CA Technologies é mais um passo no sentido de uma movimentação regional da companhia, iniciada com a escolha de Claudia Vasquez (foto ao lado) como presidente da CA para a América Latina. “Por meio de nossa nova estrutura, planejamos acelerar o crescimento da CA Technologies na região, que tem ocupado papel de destaque nos negócios globais da companhia”, explica Claudia.

Com mais de 20 anos de experiência internacional na indústria de tecnologia, a executiva atua na CA desde 2011, tendo ocupado o cargo de vice-presidente regional de Vendas. A presidente traz em seu currículo experiência em companhias como SAP, IBM e PwC. Claudia é formada em Engenharia de Produção pela Universidade de La Sabana, em Bogotá, na Colômbia.

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