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Máxima Sistemas foca em inovação para a cadeia de abastecimento com soluções de mobilidade

Cada vez mais os novos hábitos do consumidor brasileiro, ávidos por novidades, versatilidade e qualidade, faz com que a indústria, distribuidores e varejistas se unam em prol da melhor experiência de compra ao cliente. Para sustentar este tripé, a Máxima Sistemas desenvolveu tecnologias que agilizam a gestão comercial e logística das empresas da cadeia de abastecimento.

“Obter bons resultados de vendas não é preocupação exclusiva do varejo. Hoje, a indústria e seus distribuidores acompanham de perto a chegada dos produtos no ponto de venda e monitoram todas as etapas da cadeia de abastecimento”, explica Wagner Patrus, presidente da Máxima Sistemas.

A proposta da companhia, especializada em tecnologias para a gestão de força de vendas em soluções de mobilidade e logística, é fomentar a inovação, ainda incipiente no setor de abastecimento, por meio de ferramentas que propiciam às organizações automação dos processos comerciais, uso correto da nuvem, eficiência logística e redução de custos.

Como parte da iniciativa, a Máxima desenvolveu novas funcionalidades em suas soluções com o intuito proporcionar às empresas fluidez nas rotinas diárias e maior performance e produtividade nas demandas.

Na nova versão da ferramenta Pedido de Vendas, tecnologia carro-chefe da companhia, por exemplo, o usuário tem a chance de realizar vendas consignadas, programar entregas futuras no estoque com o faturamento a ser realizado, além de autorizar transações que dão maior poder de negociação ao representante no momento da venda. A Geolocalização também ganha visibilidade na estratégia de evolução como uma ferramenta de gestão de equipes de força de vendas. A solução Portal Executivo, dentre os inúmeros benefícios, possibilita a identificação de horários de chegada e de saída do produto, calculando o prazo estimado das entregas.

Reconhecida como uma ferramenta de gestão para os supervisores, o Portal Executivo vai além reforçando o conceito de georreferenciamento, uma vez que o software maxMove Entrega possibilita o controle, em tempo real de todas as etapas logísticas de entrega. A solução monitora os motoristas e suas rotas, o que possibilita definir estratégias voltadas ao aumento de produtividade e redução dos custos de transporte.

Encerrando o leque de ofertas, a companhia fomenta a solução maxPromotor, cujo benefício está em gerenciar remotamente, via dispositivos móveis, as equipes de promotores nos Pontos de Vendas (PDVs), foco das atenções para o incremento de vendas e fomento de campanhas promocionais.

“Sentimos a necessidade de exaltar a inovação na cadeia de abastecimento após detectar que o tema ainda é pouco difundido neste mercado. O foco é levar a tecnologia para estreitar laços com os consumidores, desde a saída do produto até a chegada à prateleira”, explica Patrus, presidente da Máxima, que atualmente tem em sua carteira gigantes como Pepsico Mabel, Creme Mel, dentre outras indústrias referências do setor alimentício.

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Número de lojas virtuais criadas no estado de São Paulo cresceu 89% em 2015

Segmento que mais se destacou durante o ano passado foi o de artigos para bebê, faturando cerca de R$ 1.2 milhão só na plataforma da Loja Integrada.

Investimento inicial e riscos baixos motivaram as pessoas a investirem no e-commerce

Para quem quer investir na área, no dia 4 de maio acontece em São Paulo o Ciclo MPE.net, evento gratuito realizado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico para capacitar micros e pequenos empreendedores

Em 2015, o número de pessoas que abriram uma loja virtual no estado de São Paulo cresceu 89%, comparado com o ano de 2014. Segundo levantamento realizado em março deste ano, foram 13.146 novas lojas abertas só na Loja Integrada, (www.lojaintegrada.com.br), plataforma de e-commerce mais popular do Brasil, com 280 mil lojas criadas.

O levantamento mostrou ainda que o segmento que mais se destacou em São Paulo durante o ano passado foi o de artigos para bebê, ficando pela primeira vez entre os 5 que mais venderam no ano. Em 2015, esse nicho faturou cerca de R$ 1.2 milhão só na plataforma da Loja Integrada. Outros segmentos que também apresentaram bons resultados foram: Moda e Acessórios, com crescimento de 17%, e Perfumaria e Cosmético, com 16%.

“O consumidor está em busca de economia e comprar do pequeno lojista virtual é uma opção mais vantajosa para produtos de nichos, como artigos para bebês, por exemplo”, diz Adriano Caetano, especialista em comércio eletrônico e Diretor da Loja Integrada.

A Lojista Daniela Cabrera, da loja Letiti identificou um nicho de mercado que ainda não existia no Brasil. Começou a produzir um acessório para bebês conhecido como “meias sapatinhos” e vender pela internet. “Abri minha loja virtual de roupas personalizadas para bebês em junho de 2015. Com o e-commerce, consegui trabalhar de casa e ficar perto da minha filha. Mesmo com a crise, após 9 meses de loja virtual consegui capital para montar meu quiosque e expor minhas peças. Hoje atendemos o Brasil todo e temos pedidos até internacionais. Estamos crescendo” conta Daniela.

Para quem pretende investir no e-commerce em 2016, acontece em São Paulo, no próximo dia 4 de maio, (quarta-feira) o Ciclo MPE.net. Durante todo o evento, serão ministrados seminários gratuitos para capacitar micro e pequenos empreendedores interessados em abrir uma loja na internet ou aprimorar o seu negócio.

Entre as palestras, o especialista em comércio eletrônico Adriano Caetano apresenta as principais dicas para quer abrir um e-commerce mas não entende da tecnologia. O Ciclo MPE é iniciativa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e as inscrições podem ser feitas gratuitamente pela internet.

Ciclo MPE SP

Endereço:
Quando: 4 de maio às 8h
Auditório da escola de negócios do Sebrae-SP
Alameda Nothmann, 598, Campos Elíseos, São Paulo/SP, CEP: 01216-000

Palestra: Escolhendo a sua plataforma de e-commerce
Palestrante: Adriano Caetano – Diretor da Loja Integrada

Horário: 10h50 às 11h35
Local: Auditório
Ciclo MPE é iniciativa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net)

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Cloud e Indústria 4.0: como trabalhar em conjunto?

*Por Bruno Faustino

O termo Indústria 4.0 originou-se de um projeto estratégico de alta tecnologia do governo alemão, sendo mencionado pela primeira vez na feira Hannover Messe, em 2012. Considerada a 4° revolução industrial, o conceito engloba as principais inovações tecnológicas dos campos de automação, controle de dados e tecnologia da informação, aplicadas a processos de manufatura, além de considerar que as fábricas serão gerenciadas por sistemas cyber-físico no futuro.

Este novo movimento da indústria tem seis princípios básicos nas quais precisam e devem estar na agenda de prioridades do CIO. São elas:

Capacidade de operação em tempo real – Consiste na aquisição e tratamento de dados de forma instantânea, permitindo a tomada de decisões em tempo real.

Virtualização – Propõe a existência de uma cópia virtual das fabricas inteligentes. Permitindo a rastreabilidade e monitoramento remoto de todos os processos por meio dos inúmeros sensores espalhados ao longo da planta.

Descentralização – A tomada de decisões poderá ser feita pelo sistema cyber-físico de acordo com as necessidades da produção em tempo real. Além disso, as máquinas não apenas receberão comandos, mas poderão fornecer informações sobre seu ciclo de trabalho.

Orientação a serviços – Utilização de arquiteturas de software orientadas a serviços aliado ao conceito de Internet of Services.

Modularidade – Produção de acordo com a demanda, acoplamento e desacoplamento de módulos na produção. O que oferece flexibilidade para alterar as tarefas das máquinas facilmente.

Interoperabilidade – Capacidade dos sistemas cyber-físicos (suportes de peças, postos de reunião e produtos), humanos e fábricas inteligentes comunicar-se uns com os outros através da Internet das Coisas e da Internet.

A despeito do que é falado no mercado, que Internet das Coisas, Big Data e Segurança são os três pilares necessários que suportam esta nova corrente, na verdade, as tecnologias de Cloud Computing estão por trás destas sustentações e é uma parte fundamental para as indústrias a caminho do conceito 4.0.

Se olharmos as principais vantagens para o negócio na adoção do modelo na nuvem, que são agilidade, flexibilidade e colaboração – vemos como a modalidade se torna um complemento aos princípios da Indústria 4.0. É muito importante que o CIO , CTO e todo os C-level possíveis estejam alinhados com a estratégia e, sobretudo, saber qual tecnologia é mais favorável ao seu modelo de negócio.

Trazendo a tendência para o mercado de Cloud Públicas, temos atualmente dois dos principais líderes de mercado, leia-se AWS e Microsoft Azure, focados em diversas ofertas nos modelos IaaS, PaaS e SaaS com o intuito de atender os princípios da Indústria 4.0. Por exemplo, para implementar a capacidade de operação em tempo real pode-se usar na Azure o Machine Learning, um serviço no qual permite facilmente construir, implementar e compartilhar soluções de análise preditiva.

Há também a opção do Stream Analytics que pode desenvolver e implementar rapidamente soluções de baixo custo com o intuito de obter insights em tempo real a partir de dispositivos, sensores, infra-estrutura e aplicações. O principio de Descentralização pode-se usar o Data Factory, módulo focado na movimentação e integração de dados de múltiplas fontes.

Analisando as ofertas da AWS podemos atender Orientação a serviços com toda sua gama de serviços EC2(Compute), S3(Storage) e RDS(Database) em conjunto com seu modelo de pagamento On-Demand ou Upfront. Para Interoperabilidade, o AWS IoT, plataforma que permite conectar os dispositivos com facilidade e segurança em caminhões, lâmpadas e esteiras, além de poder interagir com aplicativos em nuvens.

Em resumo, como temos uma variedade de ofertas e modelos, é muito importante que as áreas de negócio da indústria, tais como produção, logística, marketing, vendas e outras, consigam demonstrar claramente seus desafios com a indústria 4.0. Dessa forma, a área de TI consegue definir em conjunto os melhores fornecedores e serviços a fim de atender esta neo revolução industrial, fazendo o seu real papel, o de agente transformador da mudança.

Bruno Faustino é diretor de tecnologia e novos negócios da Sonda IT, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação.

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Interpretação do Marco Civil para bloqueio do Whatsapp está equivocada, diz camara-e.net

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Aconteceu de novo. Como em dezembro de 2015, uma medida cautelar determinou o bloqueio do Whatsapp por 72 horas em todo o território nacional. O motivo também não é novo: o Facebook, responsável pelo Whatsapp, não cumpriu decisão judicial de compartilhar informações para uma investigação criminal. E um juiz da Comarca de Lagarto, Sergipe, que já havia mandado prender o vice-presidente do Facebook para a América Latina em março, usou o Marco Civil da Internet para justificar o bloqueio.

O artigo 12 do Marco Civil prevê como sanção a suspensão temporária das atividades de provedores de conexão e aplicativos que não forneçam as informações necessárias para o cumprimento da lei.

“Novamente houve uma interpretação equivocada do artigo 12 do Marco Civil e uma violação do artigo 9 da mesma lei, que estabelece o princípio e as regras gerais sobre a neutralidade da rede, em que os pacotes de dados devem ser transferidos na internet de forma isonômica”, diz Leonardo Palhares, vice-presidente de Estratégias da camara-e.net e coordenador do comitê jurídico da entidade.

“A camara-e.net respeita as decisões judiciais, mas observa que é preciso manter a devida proporcionalidade na aplicação de penalidades. O Whatsapp é utilizado por quase uma centena de milhões de brasileiros todos os dias e um tema individual tocando a alguns interesses não poderia prejudicar dezenas de milhões de pessoas”, afirma ele.

Para Palhares, medidas desproporcionais como estas afetam muito a imagem do Brasil no exterior, afugentando investidores que temem que seus projetos poderão ser prejudicados por, segundo Palhares, decisões monocráticas em casos pontuais. “Existem outras maneiras legais (aplicação de multa ou prisão por descumprimento de ordem judicial, por exemplo) de a Justiça obter as informações necessárias relativas a um determinado usuário sem prejudicar a sociedade e a economia digital como um todo”, afirma.

Para Ludovino Lopes, presidente da entidade, a Justiça brasileira mais uma vez pensou nas questões legais e normativas sem pesar o impacto que essa medida teria na economia digital e na sociedade. “Os prejuízos potenciais para os negócios e todos os 99 milhões de usuários ativos que utilizam o serviço no país deveriam ter sido pesados”. Em dezembro, o desbloqueio foi derrubado por liminar menos de 24 horas depois de a determinação entrar em vigor.

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Teradata apresenta novos conceitos de Big Data e Analytics em evento do Gartner

A Teradata, (NYSE: TDC), empresa de big data, análise de dados e aplicações de marketing, irá apresentar o que há de mais novo no mercado de Big Data, Analytics e Data Warehousing na Conferência Gartner 2016. O evento organizado e realizado pelo Gartner® irá debater as principais tecnologias, soluções e práticas do setor. O objetivo da conferência é capacitar líderes de empresas que possam trabalhar com análises de dados, gerenciamento de informações e business inteligence em todos os campos e áreas da companhia, permitindo assim tomada de decisões rápidas e assertivas.

Acreditando no valor e potencial que a cultura de análise traz para o mercado, a Teradata irá apresentar suas principais ferramentas e serviços voltados a análises de dados empresariais, data warehousing corporativo e arquitetura de análise de dados. O conjunto dessas práticas dá origem a um novo tipo de empresa, classificada pela Teradata como “Sentient Enterprise” ou “Empresas Conscientes”. Para explicar melhor esse conceito, a Teradata irá apresentar uma palestra para os participantes do evento. O palestrante Mauricio de Paula, Senior Industry Consultant da Teradata, explica que “a visão da Teradata para o futuro das análises de dados se traduz através das “Empresas conscientes” ou Sentient Enterprise, capazes de detectar micro tendências nos dados, fazer análises automatizadas, além de tomar decisões autônomas com pouca ou nenhuma intervenção humana. Muito mais do que tecnologia, esse conceito permite ter capacidade e visão para lidar com desafios individuais, ajudando a fazer mais com menos e de maneira mais rápida através de tecnologias emergentes”.

Além da palestra, a equipe Teradata Brasil estará presente nos dois dias do evento, respondendo dúvidas, apresentando práticas, ferramentas e novas soluções em seu stand para profissionais que queiram transformar sua empresa em uma “Sentient Enterprise”.

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Aplicativo garante autenticidade de fotos de celular

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A manipulação de imagens tornou-se uma atividade simples que leva apenas alguns toques em um display para acontecer. Para prevenir que fotos fantasiosas e falsas se passem por autênticas, a empresa amazonense PicTrust criou um aplicativo para garantir que o clique seja o mais verdadeiro possível.

A equipe se formou há cerca de um ano. Cinco jovens – três desenvolvedores, um designer e um diretor – trabalham na startup. O aplicativo procura alcançar empresas como seguradoras, bancos, cartórios, órgãos de fiscalização entre outros.

O gerente de produto da empresa, Vitor Vieira, explicou que o aplicativo construído garante segurança total da autenticidade da imagem do início ao fim do processo.

“Qualquer pessoa pode tirar uma foto com ele e nós asseguramos que a foto não foi manipulada. No momento do clique, coletamos algumas informações, como data, horário, local e autor, que comprovam que a imagem não foi manipulada de forma alguma”, explicou. Além disso, o aplicativo gera um selo de segurança criado para cada foto clicada por meio da ferramenta.

A empresa está associada à aceleradora de Startups FabriQ. Segundo Vieira, a parceria é essencial para que o projeto continue no caminho que gerará lucro em breve. “Uma das várias vantagens é que contamos com assessoria jurídica e isso facilita muito a abertura de empresa e outras burocracias”, contou.

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80% das organizações devem passar por mudanças radicais até 2020

A Atos, líder internacional em serviços digitais, apresenta a sexta edição de seu relatório independente de tendências. O ‘Ascent Look Out’ reúne a inteligência de mais de 200 profissionais de várias regiões e setores sobre a evolução futura do mundo digital. O relatório oferece uma análise profunda das tendências emergentes e os setores envolvidos, as necessidades empresariais e as tecnologias que estarão liderando a transformação digital durante os próximos anos.

Afinal, muitas das grandes mudanças previstas para os próximos anos serão desenvolvidas por empresas ‘tradicionais’ que precisam se adaptar à Indústria 4.0, cidades inteligentes, lojas conectadas e serviços públicos inteligentes. As inovações e as megatendências mais espetaculares do futuro já estão tomando forma.

O Ascent Look Out inicia sua análise com a pesquisa de megatendências. O levantamento aponta as mudanças sociais, econômicas e políticas que terão impacto sobre nossas vidas pessoais e profissionais. Até 2020, 80% das organizações devem passar por mudanças radicais. Portanto, é importante que as corporações tenham uma visão que incorpore mais do que seu próprio setor e explore outros mercados porque é lá que as novidades devem surgir.

“O futuro pode ser incerto, mas uma questão é inegável: as análises, tecnologias de inteligência e a robótica serão a principais ferramentas, mudando o atual cenário, de acordo com a nossa Agenda CxO e análise Tech Trends. A nossa intenção foi a de desenvolver um relatório de tendências que ajude nossos clientes a tomarem decisões estratégicas e manterem sua competitividade”, afirma Philippe Vannier, vice-presidente executivo sênior e diretor de Tecnologia da Atos.

O relatório inclui uma pesquisa rigorosa de 20 mercados e revela centenas de tendências, entre elas:

Como carros conectados estão transformando não somente as montadoras, locadoras e táxis, mas também a gestão do trânsito e de estacionamento em nossas cidades, além dos modelos de seguro automotivo.

Como empresas de saúde estão usando sistemas de computação de alto desempenho para prever doenças e oferecer posologias customizadas que garantam tratamentos mais efetivos e eficientes.

Como a impressão 3D deve reformular a cadeia de suprimentos, desmaterializando produtos concretos e permitindo a impressão domiciliar dentro de alguns anos.

Reinventando a inovação

A Atos já constatou a presença de tecnologias digitais que estão trazendo mudanças profundas nos modelos de negócios de várias companhias. Essas tecnologias oferecem novas fontes de receita e criam oportunidades de agregar valor. O Ascent Look Out revela as cinco regras de ouro para reinventar seu negócio e crescer na era digital.

“O mundo B2C iniciou a interação com o consumidor final, mas essa interação também chegou ao mundo B2B e deve redefinir os relacionamentos desse mercado. Estamos detectando um círculo virtuoso pelo qual a transformação digital é convergente nesses dois mundos, com repercussões em setores adjacentes. A nossa análise profunda é uma forma de ajudar nossos clientes e garantir que 80% das organizações possam migrar, com sucesso, para novos modelos de negócios até 2020”, afirma Patrick Adiba, vice-presidente executivo do Grupo e diretor Comercial, Olimpíadas e Grandes Eventos da Atos.

Sobre o Ascent – O Programa de Liderança de Pensamento da Atos

Além de acompanhar os seus clientes em suas jornadas digitais, a Atos também ajuda cada cliente a manter sua vantagem competitiva. Por meio de suas iniciativas Ascent, a Atos compartilha sua visão e pensamentos inovadores sobre as tendências e tecnologias emergentes que terão um impacto sobre os negócios do futuro.

Para conhecer melhor a visão do Ascent, baixar publicações do Ascent ou comentar sobre os últimos posts do blog do Ascent, visite ascent.atos.net.

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Satélite Eutelsat 65 West, que cobre o Brasil, já está em funcionamento

A Eutelsat Communications (Paris:ETL) informa que o satélite EUTELSAT 65 West A, lançado em 9 de março, já está em operação e pronto para servir todo o Brasil e a América Latina. O satélite inaugura a presença da Eutelsat na posição 65 ° Oeste, que é considerada uma das melhores para transmissão e recepção de sinais de TV pelas emissoras.

Satélite “tri-band” com múltiplas funções

O EUTELSAT 65 West é um satélite “tri-band” desenvolvido para atender mercados de rápido crescimento em toda a América Latina através de uma combinação única de bandas C, Ku e Ka. A alta potência na banda Ku foi otimizada para a recepção de DTH e prover conectividade ao mercado corporativo brasileiro, bem como na América Central, no Caribe e na região andina. O satélite também dispõe de uma cobertura em banda C transatlântica que ajudará na tarefa de distribuir vídeo (canais de TV) entre continentes. Além de possuir múltiplos feixes (spotbeams) em banda Ka. A Hughes do Brasil (Hughes) fechou um acordo de 15 anos para o uso de toda a capacidade de cobertura de banda Ka para o Brasil para dar suporte ao lançamento de seu serviço de internet banda larga via satélite, o HughesNet®. O serviço vai atender consumidores finais e empresas em áreas que não são atendidas, ou que são servidas de maneira insuficiente pelas redes terrestres. A Stargroup é outro provedor de banda larga por satélite que utilizará capacidade de banda Ka para oferecer os mesmos serviços para o México, Colômbia e Peru.

Lançamento de um NOC (Network Operations Center) no Brasil

Para oferecer todo o apoio necessário aos clientes nas Américas, a Eutelsat montou um Centro de Operações de Rede (NOC), localizado em Santana do Parnaíba, no estado de São Paulo. O teleporto que hospeda o NOC também é equipado com amplos recursos de telemetria, comando e controle de alcance (TCR) do EUTELSAT 65 West A, e terá sistemas de monitoramento de radiofrequência e de vídeos para garantir a qualidade dos serviços em bandas C, Ku e Ka fornecidos por meio de sete satélites da frota da Eutelsat com cobertura para as Américas.

Programa de apoio técnico ao Mercado de TV aberta e TV paga

Com o lançamento EUTELSAT 65 West A, a Eutelsat iniciou um programa de apoio técnico ao mercado de TV aberta e dos operadores de TV paga, incluído os headends das operações de TV a cabo, que visa a troca ou adaptação dos kits de antenas parabólicas para a recepção dos sinais do novo satélite. Quando esta operação estiver concluída, o satélite estará apto a servir 100% das operações que atendem os assinantes de TV paga no Brasil.

Sobre a Eutelsat Communications

Estabelecida em 1977, a Eutelsat Communications (Euronext Paris: ETL, código ISIN: FR0010221234) é uma das maiores operadoras de satélites de comunicação do mundo. A empresa mantém uma frota de 40 satélites e atende clientes que incluem radiodifusores (TV aberta), operadoras de TV paga, provedores de serviços de Internet, dados e vídeos, empresas e agências governamentais. Os satélites da Eutelsat têm cobertura total na Europa, Oriente Médio, África, Ásia e Pacífico e nas Américas, permitindo que comunicações de vídeo, dados, banda larga e de governos sejam realizadas de modo independente por seus próprios usuários. Sediada em Paris, com escritórios e centrais de telecomunicação ao redor do mundo, a Eutelsat tem uma força de trabalho formada por mais de 1.000 pessoas de 37 países que são especialistas em suas áreas e que trabalham com seus clientes para fornecer a mais alta qualidade de serviço.

Para mais informações sobre a Eutelsat, visite www.eutelsat.com

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ISH Tecnologia lança software de autenticação de rede sem fio

A ISH Tecnologia, empresa capixaba que oferece soluções integradas de segurança e infraestrutura cibernéticas, acaba de lançar o ISH Pass, software de autenticação de rede sem fio de forma autônoma, ou seja, sem a intervenção do cliente. Integrante da ISH Labs, nova unidade de negócio voltada para a área de inovação, e com fabricação 100% nacional, o produto tem como objetivo atender ao mercado brasileiro no que tange às regulamentações do Marco Civil da Internet.

Segundo o consultor de Segurança da Informação e coordenador do projeto, Ulysses Monteiro, o Marco Civil (lei 12.965), instituído em 2014, regula o uso da internet no Brasil por meio de uma série de princípios, direitos e deveres para os usuários. Entre eles, está o dever de manter os registros de conexão sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança, pelo prazo mínimo de um ano, o que nem sempre é cumprido pelos administradores das redes.

“Na maioria dos casos, quem disponibiliza uma rede sem fio não consegue garantir a autenticidade do cidadão que utiliza o serviço, abrindo brecha para crimes virtuais como injuria, difamação, fraude, calúnia, roubo e pedofilia. Isso ocorre principalmente com empresas de pequeno e médio porte. O ISH Pass tem como objetivo agilizar esse acesso e garantir a máxima autenticidade do utilizador, para que a empresa consiga identificar quem fez e quando foi feito o acesso, precavendo-se caso tenha que informar à justiça, como ocorreu recentemente com o WhatsApp em uma investigação de infração penal”, explica

Além de estar em conformidade com a legislação brasileira, o ISH Pass transforma o hotspot – local onde a rede sem fio está disponível – em uma rede inteligente de potenciais clientes, possibilitando uma experiência rápida e autônoma aos usuários. “Além disso, o serviço é fornecido na nuvem “as a service”, permitindo maior versatilidade às empresas que precisam economizar em infraestrutura e queiram fornecer este tipo de solução” complementa Ulyssses.

Quem utiliza o produto, tem ainda a opção de realizar o acesso rápido via mensagem de texto (SMS) ou redes sociais, o que possibilita também a coleta de informações essenciais para a análise do público como perfil de gênero, localidade, pontos mais acessados, e-mail, telefones, endereço físico, endereço IP, frequência de acesso e retorno etc. Após o período de testes, o produto entrou efetivamente em funcionamento em empresas de São Paulo (SP), Vitória (ES), Porto Alegre (RS) e Brasília (DF).

Benefícios

– Rapidez no acesso à internet por usuários visitantes;
– Economia de tempo no gerenciamento de acessos;
– Ausência da necessidade de infraestrutura, pois todo o serviço está na nuvem;
– Registo de informações de autenticação em conformidade com o Marco Civil da Internet;
– Fornece inteligência comercial e de marketing por meio de relatórios de acesso, informando o perfil dos visitantes.

ISH PASS from Eustáquio Dias Martins on Vimeo.

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SMS em eventos: interação com resultado

Por Marcio Capassi Guolo, Diretor de Soluções da Zenvia

Na contramão da atual situação econômica do Brasil, o setor de feiras e eventos vem apresentando um período de crescimento. Em 2014 este mercado movimentou US$ 205 milhões, segundo pesquisa da PricewaterhouseCoopers (PwC), registrando um aumento de quase 30% na receita do setor nos últimos cinco anos. Em 2019, a expectativa é que essa receita chegue a US$ 280 milhões. Dados da União Brasileira dos Promotores de Feiras (Ubrafe) confirmam este cenário: o Brasil tem mais de 2.200 feiras e eventos acontecendo por ano, uma média de seis por dia, com mais de 49 mil empresas expositoras.

Tanto em eventos voltados ao público final (B2C) quantos voltados ao universo corporativo (B2B), as ferramentas de comunicação estão evoluindo. O próprio dinamismo do setor exige recursos para envio de informação ágeis, eficazes e, ao mesmo tempo, que não onerem o evento.

A tecnologia SMS é uma ferramenta versátil, que está sendo utilizada nesse setor para melhorar a organização e a execução das atividades antes e durante o evento. Também tem demonstrado utilidade na fidelização dos participantes dos eventos, com resultados mais satisfatórios em comparação com o contato via telefone, e-mail marketing ou correio.

Pesquisas feitas pela Zenvia junto à Quanti Pesquisa de Mercado concluíram que os consumidores gostam de receber informações sobre eventos por SMS. Das 2.100 pessoas entrevistadas em todo o Brasil, receber informações sobre eventos foi o quarto tema mais relevante citado pelas pessoas consultadas, atingindo a preferência de 37% dos entrevistados.

A adoção desse tipo de tecnologia permite, por exemplo, a interação entre organizadores e participantes, potencializando a comunicação e ampliando o engajamento e a personalização das mensagens. Também permite o envio de código de barras para pagamento, informações sobre a programação dos eventos e possíveis mudanças nas atrações, e condução de pesquisas de satisfação realizadas pelos organizadores de eventos.

Como o Brasil tem mais de 250 milhões aparelhos celulares habilitados, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), mas nem todos os participantes de um evento têm Internet móvel, o SMS torna-se a mídia mais eficiente, totalmente mensurável em termos de entrega e interação e compatível com 100% dos aparelhos.

Considerando o atual cenário de crescimento do setor de eventos e feiras no Brasil, as empresas da área precisam investir em estratégias de relacionamento para aprimorar processos com ações de comunicação de alto impacto, baixo custo e rápido retorno. A comunicação instantânea, principalmente via SMS, integrada às soluções e aos processos de negócio das empresas, vem apoiando de forma efetiva no relacionamento com o seu público e contribuindo no crescimento desse setor.

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Vem aí o 11º Congresso da Micro e Pequena Indústria

Com o objetivo de apresentar estratégias e perspectivas para o setor, o Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria (Dempi) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), promove o 11º Congresso da Micro e Pequena Indústria 2016, no dia 23 de maio, no Hotel Renaissance, em São Paulo.

A agenda de debates será das 8h às 18h e abordará temas como: “Modelos de Negócios: inovando e engajando as pessoas”; “Comércio Exterior: acessando o mercado externo”; “Comunicação: potencialize esta ferramenta nos seus negócios”; “Da oportunidade ao êxito: mudar é complicado? Acordar é perecer!”.

O Congresso anual – realizado no mês da Indústria, em maio – é dirigido a empresários de diversos segmentos, além de proporcionar um espaço para networking, troca de experiências entre profissionais e contato com diversas instituições parceiras do Dempi.

O evento também terá diversas atividades paralelas, focados no tema da programação do evento, com atendimentos personalizados e individualizados as empresas participantes dentre Sala de Experiências Digitais, Modelos de Negócios, Exportação e o Programa Sala de Crédito.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo http://www.fiesp.com.br/agenda/xi-congresso-da-micro-e-pequena-industria/, que traz a programação completa do evento.

SERVIÇO:

11º Congresso da Micro e Pequena Indústria 2015

Data: 23 de maio

Horário: das 8h às 18h

Local: Hotel Renaissance, na Alameda Jaú, 1620

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T-Systems Showcase será um dos destaques do SAPPHIRE 2016

A solução T-Systems Showcase, desenvolvida pela T-Systems Brasil, provedora alemã de soluções e serviços de TI, será um dos destaques do SAPPHIRE 2016, maior evento global de negócios e tecnologia. Organizado pela SAP e pela ASUG (Associação de Usuários SAP), o evento será realizado entre os dias 17 e 19 de maio, em Orlando (EUA).

A T-Systems Showcase, uma solução completa de mobilidade e monitoramento de produção baseada em aplicativos SAP, foi apresentada ao mercado no último SAP Forum, realizado em São Paulo. A facilidade de uso e a efetividade da integração de diferentes soluções SAP, levou ao convite para que os desenvolvedores da solução a apresentassem no evento global.

Combinando mobilidade e processamento in-memory, a solução será oferecida como serviço a partir da nuvem da T-Systems. De acordo com Luis Fernando Tadei, responsável pela Unidade de Negócios SAP da T-Systems Brasil, a solução roda em tablets e smartphones equipados com os sistemas operacionais iOS e Android. “Nós combinamos as melhores características das soluções SAP HANA, SAP Fiori, SAP MII, IoT e do SAP ECC 6.0, tudo rodando em nossa nuvem”, explica.

Fernando Vidoi, gestor da área de inovações em SAP da T-Systems, explica que a solução de workflow é utilizada em toda a cadeia do processo de aprovação. Em seguida, o SAP MII faz todo o acompanhamento da produção, incluindo o gerenciamento das máquinas utilizadas no processo. “Conseguimos mostrar graficamente o funcionamento das máquinas, incluindo um mapa do que foi planejado e do que está sendo realizado”, afirma.

A interação com o usuário final é garantida pelo SAP Fiori, que torna o processo mais interativo e simples, reduzindo muito a necessidade de treinamento dos usuários. Por fim, a solução permite que todas as vendas sejam acompanhadas em tempo real por região, permitindo o planejamento de estoque, entrega dos produtos e o direcionamento de campanhas específicas de marketing de acordo com o resultado de cada região.

O SAP HANA também permite a realização de análises de mercado, sendo possível identificar o motivo que um determinado produto é mais aceito em uma região do que em outras. “Tudo isso na palma da mão dos tomadores de decisão da companhia, que poderão definir estratégias com dados obtidos em tempo real”, afirma Luis Fernando Tadei, Gerente da Unidade de Negócios SAP da T-Systems Brasil.

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Carro elétrico: empresa lança Renault Twizy no Canadá e vai implantar 8.000 novos pontos de recarga

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Nós próximos 18 meses, a AZRA investirá 40 milhões de dólares para instalar 2.000 novos terminais de recarga elétricos e lançar o Twizy, o primeiro veículo 100% elétrico da Renault no Canadá.

“A AZRA tem a missão de provocar mudanças, focada na diminuição das emissões de gazes de efeito estufa. Temos orgulho de investir na mobilidade elétrica porque este é o caminho para diminuir nossa pegada ecológica”, destacou o presidente e CEO da AZRA, Jean-François Carrière.

“Utilizando transportes movidos a eletricidade, melhoramos nosso meio ambiente e ao mesmo tempo aumentamos nossa prosperidade econômica. Por isso, fico feliz em anunciar hoje os investimentos feitos pela AZRA. O fato de a Renault ter escolhido uma empresa do Quebec para comercializar seu veículo elétrico no Canadá diz muito sobre nossa liderança no assunto”, declarou o ministro dos Transportes, Mobilidade Sustentável e Eletrificação dos Transportes,

A AZRA aproveitou a oportunidade para lançar o modelo Twizy da Renault em solo canadense. O evento contou com a presença de Guillaume Berthier, diretor comercial de veículos elétricos da Renault.

“O Grupo Renault tem orgulho de escolher uma empresa dinâmica e engajada como a AZRA para comercializar o Twizy no Canadá. O veículo elétrico e, principalmente o Twizy, permite que a Renault acelere seu desenvolvimento internacional, contribuindo com o desenvolvimento de novas formas de vender carros, como esta proposta combinada da AZRA, cujo modelo de negócio está focado principalmente no ambiente digital”, destacou Guillaume Berthier.

Concebido pela equipe da Renault Sport, o pequeno veículo urbano 100% elétrico é equipado com um cabo de recarga do tipo 1 e refletores laterais. Homologado desde 1º de março de 2016 pelo Ministério dos Transportes do Canadá, sua velocidade é limitada a 40 km/h, para satisfazer a regulamentação da categoria dos veículos de baixa velocidade.

O Twizy estará disponível para locação por um custo mensal de 99 dólares canadenses, incluindo os custos de licenciamento e seguro. A empresa Uni-Select foi escolhida para a manutenção e gestão da frota de veículos.

8.000 novos pontos de recarga

Para contribuir para a expansão da rede e a acessibilidade dos postos de recarga para os usuários canadenses, a AZRA vai instalar 2.000 terminais de recarga nos próximos 18 meses. Totalmente feitos de alumínio, os terminais terão carregadores com potência de 7 a 50 kW, podendo atender até quatro usuários, totalizando 8.000 novos pontos de recarga. Eles serão instalados gratuitamente em locais privados, graças a parcerias firmadas com proprietários de edifícios comerciais, shopping centers e outros.

A parceria AZRA-Renault permitirá que os usuários canadenses possam contar com uma rede elétrica abrangente e eficaz.

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Uso de tecnologias móveis para a oferta de informações e serviços ainda é um desafio para setor público brasileiro, aponta Cetic.br

Apenas 21% dos órgãos públicos federais e estaduais e 4% das prefeituras brasileiras ofereceram aplicativos para dispositivos móveis, revela a segunda edição da pesquisa TIC Governo Eletrônico, lançada nesta quinta-feira (28) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

Realizada entre julho e outubro de 2015, a pesquisa TIC Governo Eletrônico 2015 investiga o uso das tecnologias de informação e comunicação (TIC) em dois perfis de organizações: órgãos públicos federais e estaduais de todos os poderes (Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público) e também nas prefeituras (Executivo Municipal). Entre os aspectos analisados, estão a infraestrutura e ferramentas de gestão de TI nas organizações públicas, a presença na Internet por meio de websites e redes sociais, a disponibilização para a sociedade de serviços públicos, informações e mecanismos de interação on-line pelos órgãos pesquisados, entre outros indicadores.

Em 2015 foram entrevistadas 996 prefeituras e 620 órgãos públicos federais e estaduais. A amostra inicial de prefeituras foi ampliada em relação à primeira edição da pesquisa realizada em 2013 e os resultados foram divulgados por um número maior de faixas de porte populacional dos municípios e por todas as regiões do País. “Com isso, conseguimos aprofundar o entendimento sobre as desigualdades entre as prefeituras no acesso e uso de TIC, insumos fundamentais para a implementação de políticas públicas destinadas a minimizar as desigualdades entre as organizações públicas brasileiras e melhorar suas atividades, sobretudo, nas dimensões de qualidade e eficiência do serviço público”, avalia Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

Uso de dispositivos móveis

Dentre os recursos medidos pela pesquisa, o mais citado pelas prefeituras brasileiras foi a existência de website adaptado para dispositivos móveis (24%), seguido de transações e pagamentos (8%), envio de SMS para o cidadão (7%), recebimento de SMS enviado pelo cidadão (7%), aplicativos criados por empresas ou cidadãos a partir de dados disponibilizados pela prefeitura (6%) e aplicativos criados pela prefeitura (4%).

Metade dos órgãos públicos federais e 42% dos estaduais disponibilizaram websites adaptados para dispositivos móveis. Aplicativos criados pelo órgão público foram citados por 33% dos órgãos federais e 20% dos estaduais, sendo o Judiciário (39%) e o Legislativo (34%) os poderes que mais citaram esse tipo de iniciativa. Outros tópicos investigados pela pesquisa foram menos citados: aplicativos criados por empresas ou cidadãos a partir de dados disponibilizados pelo órgão público (19% dos federais e 11% dos estaduais) e envio de SMS para o cidadão (11% dos federais e 10% dos estaduais).

Os resultados indicam que o uso das tecnologias móveis para a oferta de serviços e informações à sociedade ainda é um desafio para o setor público, tendo em vista que quase metade dos brasileiros usavam a Internet pelo celular em 2014 de acordo com dados do CGI.br. “No Brasil, 81,5 milhões de pessoas utilizam a Internet pelo celular e 84% delas acessam a rede diariamente por estes dispositivos. Apesar disso, as organizações públicas no País ainda não oferecem muitos recursos para dispositivos móveis. A ampliação desse tipo de iniciativa pode facilitar o acesso a informações e serviços públicos pelos cidadãos”, considera Barbosa.

Websites e redes sociais

No que diz respeito à presença na Internet, a pesquisa TIC Governo Eletrônico 2015 mostra as disparidades por região do País. A proporção de prefeituras que possuem website é praticamente universalizada nas regiões Sul (99%), Centro-Oeste (98%) e Sudeste (92%), enquanto a proporção é menor na região Norte (78%) e Nordeste (76%). Por outro lado, o indicador que mede a presença das prefeituras nas redes sociais apresenta resultados menos discrepantes entre as regiões. A existência de perfil ou conta própria em redes sociais foi citada por 67% das prefeituras do Norte, 66% dos municípios do Nordeste, Sul e Centro-Oeste, e 64% do Sudeste.

Entre as esferas de governo, o Executivo (91%) apresentou o menor percentual de presença na Internet por meio de um website. A pesquisa mostra que 92% dos órgãos públicos federais e 74% dos estaduais possuem perfil ou conta própria em redes sociais. No Judiciário, 99% dos órgãos possuem website e 94% perfil em alguma rede social on-line.

Atividades nas redes sociais

As prefeituras declararam que atualizam ou postam frequentemente nas redes sociais nas quais possuem perfil ou conta própria – 84% postam todos os dias ou pelo menos uma vez por semana. Entre as atividades identificadas na pesquisa estão: postar notícias sobre a prefeitura (95%), divulgar serviços ou campanhas (90%), e responder a dúvidas e comentários dos cidadãos (77%).

Quanto à atualização de seus perfis ou contas, 86% dos órgãos públicos federais e estaduais postam em suas redes todos os dias ou pelo menos uma vez por semana. Sobre as principais atividades que desempenham nas redes sociais estão postar notícias sobre os órgãos públicos federais e estaduais (93%), divulgar serviços ou campanhas (90%), e responder a dúvidas e comentários dos cidadãos (82%).

Para acessar a TIC Governo Eletrônico 2015 na íntegra, assim como rever a primeira edição da pesquisa, visite http://cetic.br/pesquisa/governo-eletronico/.

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Oito dicas para melhorar a colaboração nas empresas – Por Marcos Reitano

Desconforto! É isto que gera a tal Tensão Criativa que nos fala Peter Senge. Quando a realidade é diferente daquilo que desejamos, e se realmente queremos transformá-la, ficamos tensionados para fazer algo diferente, para criar. O primeiro estágio para mudar é o desconforto.

Uma das realidades organizacionais que mais me impressiona é a quase absoluta falta de cooperação entre áreas, a falta da chamada colaboração cruzada. Invariavelmente as empresas mencionam, entre os aspectos da realidade que gostariam de transformar, o fato de que funcionam em silos, que há baixo foco na agenda institucional, que há muitos conflitos interdepartamentais e que individualismo, ego e competição entre as pessoas estão demasiadamente intensos.

A baixa colaboração cruzada decorre do modelo de gestão que focaliza a empresa principalmente na vertical. Metas e métricas são definidas e cobradas essencialmente no âmbito de gestão das áreas. A pressão por resultados acontece dentro das áreas. As consequências boas ou ruins são determinadas pelo que é feito e produzido nas áreas. Promoções são, na esmagadora maioria, no eixo vertical.

Posturas competitivas e individualistas são incentivadas por modelos de avaliação de desempenho com base em ranking. Modelos mentais profundamente arraigados do tipo “o mundo é dos mais fortes”, “cada um cuida do seu pedaço”, “faço a minha parte, faça a sua” ou “quem colabora muito não sabe dizer não”, são acolhidos sem muito questionamento.

É fácil entender porque as empresas querem (e precisam) mudar. Estes padrões de funcionamento não atendem aos desafios de dar respostas cada vez mais rápidas à questões cada vez mais complexas. A interdependência entre áreas e pessoas nunca foi tão necessária para que os processos essenciais da empresa, que ocorrem na horizontal, sejam bem realizados.

É necessário explorar mais a sabedoria coletiva, a pluralidade de perspectivas, o trabalho integrado e sinérgico entre as pessoas, a responsabilização pelo todo.

Um bom ponto de partida é reconhecer que as pessoas agem como agem não apenas por força de seu perfil, mas também em função de como percebem o ambiente. Para conseguir mudar é necessário não só agir no âmbito das pessoas, ajudando-as a desenvolver nova perspectiva sobre o trabalho, mas também e principalmente mexer nas variáveis do ambiente que determinam os comportamentos que devem ser modificados.

Nesse ponto reside a importância de fazer algo diferente, colocando o foco da gestão também no eixo horizontal. Algumas ideias para isso:

1- Antes de tudo, dar clareza do que se espera das pessoas, não só em resultados mas também em comportamentos. E isto precisa vir recheado de significado sobre a importância e os benefícios de mudar.

2- É necessário ter metas compartilhadas entre pessoas que trabalham em áreas diferentes, com peso relevante no processo de avaliação para que sejam priorizadas no dia a dia.

3- Metas compartilhadas devem representar resultados próximos ao nível de atuação das pessoas. Isto porque as pessoas precisam ver seu trabalho diretamente refletido nas metas compartilhadas, sem o que a responsabilidade e a responsabilização mútua ficam muito difusas.

4- Identificar, reconhecer e dar destaque aos exemplos de postura colaborativa, que podem vir de grupos ou de indivíduos. Por outro lado, assegurar que os casos de comportamento contrário sejam coibidos.

5- Além de bom histórico de resultados, incluir a postura institucional, comportamento colaborativo e o protagonismo como pré-requisitos para promoções ao nível de liderança.

6- Dar mais espaço às avaliações cruzadas entre as áreas; não apenas avaliar as pessoas, mas também o trabalho realizado pelas áreas interconectas.

7- Proporcionar experiências práticas em áreas correlatas, favorecendo uma perspectiva mais abrangente e sistêmica do trabalho. Mecanismos como job rotation e equipes de projeto ampliam a visão sistêmica das pessoas.

8- Desafiar mais os processos de carreira, que privilegiam os movimentos verticais de ascensão profissional.

Os melhores caminhos para conseguir que pessoas e áreas passem a funcionar de forma mais sinérgica são próprios de cada organização. Mas o exemplo é tudo. Se a alta liderança não agir de acordo com o que espera, não terá força nem credibilidade para sustentar a mudança.

Marcos Reitano é sócio da Ockam Consulting.

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15% das compras online no Brasil já são realizadas por dispositivos móveis

O mais recente MPI – Índice Trimestral de Pagamentos Móveis da Adyen, empresa global de tecnologia de pagamentos, destaca o atual cenário deste mercado no Brasil e mostra que 15% das transações já são realizadas em dispositivos móveis – em sua maioria, smartphones. Em um país com mais de 200 milhões de habitantes, 61% da população adulta utiliza smartphones, segundo a Nielsen Ibope. E a previsão é que este número chegue a 57,8 milhões de usuários neste ano, de acordo com a Statista.

Os indicadores mostram que o volume de compras efetuadas por meio de dispositivos móveis cresce na medida em que o comércio eletrônico investe na otimização da experiência por este canal. Clientes da Adyen como Netshoes, Dafiti, Hering e Amaro tem registrado maior engajamento de seus consumidores em seus canais móveis de vendas.

“Ter uma estratégia móvel tornou-se crucial para as empresas de varejo. O mobile representa mais de 50% do tráfego para o nosso site e 30% de conversão. Diante deste cenário, investir em inovação em tecnologia de pagamento é fundamental”, declara Leonardo Dib, CFO da Netshoes.

Além disso, a tendência do consumidor em utilizar cada vez mais tecnologia mobile, disponibilizada por empresas como 99Taxis e EasyTaxi, evidencia um aumento na confiança dos brasileiros em comprar produtos por meio de seus aparelhos móveis.

“Disponibilizar tecnologias capazes de simplificar ao máximo a experiência de pagamento faz com que as empresas se tornem ainda mais preparadas para acelerar negócios por meio de seus canais mobile”, diz Jean Christian Mies, vice-presidente Sênior da Adyen para a América Latina.

Tendências de mobile commerce no Brasil from Adyen on Vimeo.

Mobile é o próximo passo para o setor de viagens

Pela primeira vez, o MPI focou na indústria de viagens, que registrou no primeiro trimestre de 2016 um total de 15,5% das transações dos e-commerces realizadas por aparelhos mobile. Quando comparado à média de 32% das transações globais, os resultados representam enormes oportunidades de crescimento para as empresas de viagens dispostas a investir na experiência do cliente por dispositivos móveis.

Além disso, o Índice considera que, em termos de Tíquete Médio de Transação, o iPad lidera entre os diferentes tipos de aparelhos, com mais de US$ 365 para serviços de hospedagem e US$ 325 para as companhias aéreas. Seguindo o iPad, estão os tablets com sistema operacional Android, que registraram US$ 290 e US$ 266, respectivamente.

A nova geração de serviços de hospedagem está liderando o setor mobile

De acordo com dados do MPI da Adyen, os serviços de hospedagem tiveram 17% das transações realizadas em dispositivos móveis. Muitas das empresas de serviços de hospedagem que mais crescem, como o HotelTonight, estão conquistando uma considerável fatia deste mercado com a possibilidade de realizar pagamentos in-app e experiência otimizada para navegadores móveis. Grandes players já estabelecidos, como redes de hotéis, deverão diferenciar os seus serviços com o fornecimento de uma experiência móvel sem atrito.

“Os dispositivos móveis são totalmente pessoais, sendo importante que as funções dos aplicativos das empresas respondam às necessidades do consumidor em tempo real”, comenta Sam Shank, CEO do HotelTonight.

Companhias aéreas podem ir mais longe com o mobile commerce

A pesquisa da Adyen mostra ainda que 13% das transações das companhias aéreas são feitas por meio de dispositivos móveis. Este número pode ser ainda maior quando as empresas investem em mobile. Como os passageiros estão acostumados a usar seus telefones para interagir com as companhias aéreas, ofertas de outros tipos de serviços, como check-in no smartphone e atendimento ao cliente em redes sociais, podem aumentar significativamente o volume de negócios. A Transavia, por exemplo, constatou que 20% das suas transações são mobile, 65% superior à média do setor.

“Estamos caminhando para um futuro onde muitos clientes fiéis da indústria de turismo organizarão toda a sua viagem por meio de ferramentas in-app, desde a reserva até o checkout, e os métodos de pagamento são um passo fundamental para essa experiência”, explica Roelant Prins, Chief Commerce Officer da Adyen. “Além de in-app, as empresas de viagens que também investem em experiências otimizadas para navegadores web já estão observando um aumento do volume de transações mobile de forma significativa”, finaliza o executivo.

Sobre o Índice de Pagamentos Móveis da Adyen

Desde junho de 2013, o Índice de Pagamentos Móveis da Adyen rastreia a rápida evolução da qualidade dos canais móveis de pagamento e oferece informações de tendências de pagamentos móveis para diferentes dispositivos e setores do mercado, em diferentes países e métodos de pagamento. O Índice de Pagamentos Móveis se baseia nos dados globais da Adyen de transação realizadas em navegadores e não rastreia pagamentos móveis em aplicativos.

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Prefeito do Centro Financeiro de Londres vem ao Brasil para promover elos econômicos

833324_1 Entre os dias 01 e 05 de maio, o Lord Mayor Jeffrey Mountevans, o chefe da City of London Corporation (que gerencia/controla o distrito financeiro de Londres), estará no Brasil liderando uma delegação de empresas britânicas para refoçar a cooperação bilateral entre o Reino Unido e o Brasil.

Sobre a visita ao país, Jeffrey Mountevans disse: “Brasil e Reino Unido têm uma parceria forte e colaborativa – nosso relacionamento comercial existe há mais de duzentos anos e temos trabalhado juntos tanto em momentos bons quanto naqueles que apresentam um maior desafio”.

Na capital paulista, ele visitará a Investe São Paulo para conhecer mais sobre as oportunidades presentes no Estado e promovê-las em Londres. Também terá reuniões para discutir gestões de ativos e promover a expertise britânica nesta área. “O Reino Unido é o maior centro europeu de gestão de investimentos, gerenciando cerca de £2,2 trilhões (aproximadamente 12 trilhões de reais) em nome de clientes estrangeiros. É um destino extremamente atraente para fundos institucionais, bem como para famílias e indivíduos que procuram um ambiente de investimento seguro e estável”, disse Mountevans.

Ainda na cidade de São Paulo, ele presidirá discussões sobre Fintechs. “Temos uma oportunidade incrível para o Reino Unido e o Brasil trabalharem juntos – como Londres tem um fácil acesso a talentos mundiais e uma cultura de inovação e o Brasil tem um interesse cada vez maior nesta área, os dois países são parceiros naturais. O Reino Unido é considerado uma capital global na área de Fintech, só no ano passado gerou uma receita de £ 6,6 bilhões (cerca de 36 bilhões de reais) nesta área”, disse.

No Rio, ele visita a SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência aberta, capitalização e resseguro, e em Belo Horizonte se reunirá com empresas para discutir o mercado de seguro e resseguro nas áreas de mineração, energia e agricultura. Ele também vai abordar as oportunidades em Minas Gerais para o setor de mineração nos mercados de capitais, e como resultado do Diálogo Econômico-Financeiro realizado em Londres em 2015, haverá também uma discussão para alinhar os próximos passos da força tarefa UK-Brazil na área de seguros.

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Startup do Porto Digital conecta usuários com informações sobre pets

Amantes de cachorros ganharam um aplicativo para Android que pretende reunir dados sobre animais e serviços relacionados a eles. O Cãopido é uma solução que incentiva a interação entre os donos, além de ter um sistema de recompensas para seus usuários. A empresa é uma das incubadas do Porto Digital, parque tecnológico do Recife, considerado um dos mais importantes habitats de inovação do Brasil.

A Cãopido foi criada pelo veterinário e empreendedor Aldo Ferreira, que inicialmente pensou em um app para facilitar o relacionamento entre cães para passear, reproduzir e brincar, mas na incubação ele percebeu que poderia expandir os serviços oferecidos. Além de promover o match entre os cães, o serviço também agrega busca de pet shops, clínicas e hospitais veterinários, utilizando geolocalização. Com o detalhamento das informações sobre o cachorro, é possível encontrar promoções e produtos específicos para raça, idade, sexo e tamanho do animal.

Para premiar os proprietários de cães mais assíduos no app, o Cãopido oferece uma moeda virtual a CoinPido. Cada atividade dentro do sistema permite uma pontuação, que pode ser trocada por descontos e brindes em estabelecimentos conveniados. As interações com outros usuários garantem maior distribuição dos prêmios, tanto que há intenção de que em uma próxima atualização seja inserido um chat.

Francisco Saboya, presidente do Porto Digital, destaque que o Cãopido foi uma das startups finalistas do Inovativa Brasil, em 2015. “O programa permite que empresas inovadoras na área de TI participem de cursos e ciclos de aceleração. Sem dúvida isso impulsiona as atividades da empresa, que têm contato com mentores nacionais e internacionais”, completa.

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