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Primeiro Crowdworking do Brasil já tem startups selecionadas

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Sessenta e três jovens empreendedores são os pioneiros do Crowdworking Vale da Eletrônica, programa de incentivo ao empreendedorismo e inovação da Telefónica Open Future, Ericsson e Inatel, que funciona no campus do Instituto em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais. O anúncio dos 20 projetos selecionados foi realizado nesta sexta-feira em uma “cerimônia surpresa”, que emocionou os classificados. “Ter o nosso projeto selecionado era o que faltava para dar andamento no nosso produto e desenvolver o empreendedorismo em nossas carreiras”, disse a estudante Isabela Coelho, do 3º período de Engenharia Biomédica do Inatel.

O Crowdworking Vale da Eletrônica foi criado no início do ano e começou com 90 projetos inscritos. Quarenta e dois foram pré-selecionados para apresentações de pitchs e tiveram a avaliação de representantes das duas multinacionais e do Núcleo de Empreendedorismo do Inatel. “São projetos muito interessantes, com iniciativas realmente inovadoras. Na avaliação, levamos em consideração a evolução das equipes, a capacidade de realização e a aderência da ideia com a realidade de mercado, disse Alexandre Moreira, consultor de Tecnologias da Ericsson, que participou da seleção, juntamente com Tales Waisberg, consultor de Negócios da Ericsson, Vanderson da Silva, especialista na divisão de Tecnologia da Telefónica, Pedro Rivieri, diretor da Telefónica, Carlos Cerqueira, coordenador da Pré-Incubadora do Inatel e Raphael Pereira, gestor de Tecnologia e Inovação do Inatel.

Os 20 projetos selecionados são de alunos e ex-alunos do Inatel e atendem segmentos considerados estratégicos na área da Tecnologia da Informação e Comunicação, como Internet of Things (IoT), além de soluções que podem ser aplicadas em pequenas ou grandes empresas. “Criamos o projeto para participar do programa. Sermos selecionados é uma excelente oportunidade para criar uma startup madura. Poderemos validar nossas ideias com profissionais com grande experiência e assim deixar nosso projeto pronto para atender as necessidades do mercado”, disse Caio Pereira, ex-aluno do Inatel, que atua no laboratório de hardware da área de serviços do Instituto, e que junto com outros três ex-alunos criou o BVIoT, soluções de infraestrutura de IoT para Smart Cities.

Nas próximas semanas, os empreendedores selecionados já iniciam os trabalhos no espaço compartilhado criado especialmente para eles, além de toda a estrutura da Incubadora e do Laboratório de Criatividade, Ideação e Inovação do Inatel. As equipes vão receber suporte técnico, capacitações e mentorias dos profissionais, executivos e parceiros envolvidos no programa, além da oportunidade de receber apoio de futuros investidores e aceleradoras, como a Academia Wayra, que também integra as iniciativas do Telefónica Open Future e vai acompanhar as startups. “São projetos muito sólidos, muito bem estruturados, com potencial de aceleração e que podem, em um momento posterior, ser um produto ou serviço de interesse da Telefónica/Vivo”, disse o diretor da Telefónica, Pedro Rivieri.

Durante o anúncio dos selecionados, o diretor do Inatel, professor Marcelo de Oliveira Marques, falou sobre a importância do programa não só para o desenvolvimento dos jovens selecionados. “Eles vão passar por um processo diferenciado voltado ao empreendedorismo, à inovação, à geração e distribuição de valor que vão transformá-los. E temos certeza que, ao final, teremos profissionais ainda mais diferenciados e novas empresas que contribuirão para o desenvolvimento econômico e tecnológico do país”. Também foram exibidos depoimentos dos integrantes da banca avaliadora, da diretoria e presidência da Ericsson, incluindo os ex-alunos do Inatel, Eduardo Ricotta, vice-presidente da Ericsson América Latina, e Sergio Quiroga, presidente da Ericsson América Latina, que parabenizou os jovens. “Aproveitem essa oportunidade e tudo o que o programa entre Ericsson, Telefónica e Inatel oferece”.

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Brasoftware e Citrix promovem evento em Brasília sobre tecnologias para trabalho remoto

A Brasoftware, uma das principais provedoras de soluções de tecnologia do Brasil, e a Citrix, líder em virtualização, redes e infraestrutura de nuvem que permitem novas maneiras para as pessoas trabalharem melhor, promovem um encontro em Brasília, no dia 7 de junho, para debater novas tendências na implementação de ferramentas de trabalho remoto.

Será realizado um jantar especial no Restaurante Baby Beef Rubaiyat, localizado no Trecho 11, na Asa Sul de Brasília, a partir das 19h. O evento tem vagas limitadas, é gratuito e as inscrições podem ser realizadas até 6 de junho por meio do link.

O evento é uma oportunidade para gestores e executivos da área de TI descobrirem como deixar suas equipes trabalhando em sintonia, de qualquer lugar, com qualquer dispositivo. O objetivo é adequar as empresas à realidade atual de remodelação do local de trabalho e prepará-las para os desafios de disponibilidade e gestão.

A Brasoftware mostrará aos participantes como as Soluções Citrix podem preparar os negócios para vencer esses novos obstáculos. Os principais temas serão: o aumento de produtividade de equipe; a implementação de dispositivos BYOD (Bring Your Own Device) sem comprometer a segurança; e a redução de custos do gerenciamento dos aplicativos.

Jantar Especial – Brasoftware e Citrix

Data: 07/06/2016

Horário: a partir das 19h

Local: Restaurante Baby Beef Rubaiyat – Trecho 11, Asa Sul – Brasília/DF

Inscrições: até 06/06/2016 pelo site.

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O varejo online e alguns de seus imperativos estratégicos – Por Daniel Domeneghetti

Mesmo com o contínuo crescimento do volume de internautas no Brasil, que somam 119 milhões de pessoas, as transações no comércio eletrônico deverão cair neste ano. Estudos apontam uma retração pela primeira vez em 12 anos, o qual deve registrar em 2016 um volume de R$ 62,4 bilhões, observando uma queda de 2,35% em relação ao ano passado Com isso, abre-se espaço para os empreendedores da era varejista digital criarem estratégias a fim de encantar o novo comprador, cada vez mais conectado e ciente do seu poder de compra.

Diferente do comércio físico, as vendas na internet tem a vantagem das empresas materializarem com mais facilidade e dinamismo soluções e táticas que visam o encantamento a longo prazo do e-consumidor, o que muitas vezes reverte em vendas. A transação eletrônica tem uma seara de informações em ações corriqueiras de uma operação online a seu favor. Seja uma pesquisa web de marketing focada em determinado produto, na forma de pagamento ou no e-commerce de nicho, o e-commerce é total beneficiário destas informações, pois a partir dessa ação é possível gerar oportunidades, assim como entender quais são os desafios diante da crise, além de ter a capacidade de remodelar a sua postura perante o público alvo.

Esta situação abre precedentes da loja virtual oferecer um modelo de compra mais personalizado e analítico, ajustado de acordo com a necessidade ou vontade do usuário. Bingo! Ponto para o comércio varejista online.

No Brasil, temos estas constatações, mas a realidade na prática é outra. A taxa de penetração do varejo digital não chega a roubar o montante do varejo tradicional. Historicamente, as transações eletrônicas representam 5% do varejo tradicional há 15 anos. As vantagens citadas acima não tiram a dependência do mercado virtual para o físico. O próprio cenário brasileiro revela que a maioria das lojas virtuais daqui é oriunda do comércio olho no olho, salvo as raras exceções da Netshoes e da Dafiti, que já nasceram com cerne digital.

Diante deste cenário pouco independente do mercado virtual de compra, a pergunta é: mas então como encontrar o ponto de equilíbrio entre o físico e o digital?

Pensando nisso, 3 dos importantes axiomas que condicionam o melhor do desempenho do varejista neste ambiente de forte crise econômica têm se sobressaído ultimamente, quando se trata da relação físico/digital:

1. Arquitetura corporativa deve ter foco no cliente

Tecnologias como o CRM, BI e Analytics vêm pagando o preço da arquitetura corporativa das empresas não serem orientadas ao Cliente no Brasil. De nada adianta mudar de dentro para fora, se não se conhece o “fora”. Conhecer o consumidor é a base de tudo. Por isso, para que a gestão da empresa possa tirar proveito das plataformas digitais, é necessário partir do pressuposto de que a experiência do consumidor final é o foco principal de qualquer iniciativa ou implementação. Isso quer dizer integrar ao comércio eletrônico um conjunto de serviços, conteúdos, comunicações, canais e novas tecnologias relevantes, a fim de que o relacionamento próximo, além da simples transação, se torne o foco da empresa.

2. Busca on-line pode gerar mais vendas offline

Primeiramente é preciso saber as motivações e o perfil do consumidor para quem se pretende vender. Trata-se de um processo de inteligência que envolve, dentre outra, questões como geolocalização, analytics e user experience, além de inteligências etimológicas e contextuais. Nesta equação, entretanto, a inteligência de contexto é a mais fraca, já que significa a compreensão de que os parâmetros utilizados para determinada busca não são estanques, ou seja, existem em função de uma finalidade única e clara.

3. Digital acelera o físico

O marketing digital aumenta sensivelmente a capacidade de fazer vendas no mundo físico, mas a recíproca, no Brasil, não tem sido verdadeira, como no Japão, nos países Nórdicos e nos Estados Unidos, dentre outros. Enquanto nesses outros países o mundo físico ajuda a acelerar as vendas no mundo digital, como os quiosques que permitem fazer e fechar a compra virtual in loco em shopping centers, aqui no Brasil ainda se exige somente que o digital acelere o físico. Vale realçar, contudo, que não é de hoje que o varejo físico se beneficia do digital. E isso, em um mundo cross-canal e multiplataforma (incluindo aí obviamente as mobile, social e convergentes, mas não somente) é fundamental para o sucesso da marca, independente de seu ambiente principal de transação (se físico, digital ou ambos).

Tendo essas três premissas, dentre tantas outras, na cabeça e as executando da maneira mais aderente ao seu escopo de atuação, a balança do equilíbrio entre físico e digital tem tudo para pender para o lado virtual, mesmo que seja de médio a longo prazo.

Daniel Domeneghetti é especialista em estratégia corporativa e CEO do Grupo ECC, holding formada por empresas de consultoria, tecnologia, pesquisa e capacitação.

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Inovação e tecnologia marcam Congresso de Cardiologia em São Paulo

Congresso da SOCESP 2016 contará com a simulação de prática clínica no ambiente virtual, treinamento de ressuscitação cardiopulmonar e participação de palestrantes internacionais, além de workshops, palestras, colóquios e fóruns

O 37º Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) será realizado entre os dias 26 e 28 de maio, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. Com o tema central A Cardiologia Atual e Futura, o tradicional evento terá diversas novidades e inovações e algumas iniciativas de sucesso promovidas na edição de 2015.

O evento contará com o Treinamento de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), para os alunos da rede pública de São Paulo e público em geral, que aprenderão a fazer a massagem cardíaca, que aumenta quatro vezes a chance de salvar uma vida. A ação, que também foi realizada ano passado, teve a participação de 2.204 pessoas, batendo o recorde registrado pelo Rank Brasil. A expectativa da entidade é que este ano o número de participantes aumente, chegando à casa dos 4 mil presentes, estabelecendo-se um novo recorde.

A programação científica terá como destaque uma mesa que debaterá o efeito das drogas lícitas e ilícitas no coração (como anabolizantes, energéticos, álcool, cocaína e anfetamina); outra que debaterá o perigo das arritmias cardíacas no motorista particular e profissional; também abordagens das peculiaridades das doenças do coração nas mulheres, crianças e idosos; novas evidências no estudo de doenças como infarto agudo do miocárdio, insuficiência cardíaca e outras patologias; implicações das dietas vegetarianas e Dukan na saúde cardiovascular; discussão da prática do impacto da espiritualidade no desenvolvimento de doenças do coração; uma sessão voltada ao debate das arritmias, com origem no ventrículo direito; e, como o Brasil está prestes a sediar as Olimpíada, haverá sessões específicas a respeito das doenças cardiovasculares em atletas, com foco na Cardiologia Esportiva. Ainda durante o evento, serão apresentados estudos e casos clínicos reais, além da realização de colóquios, fóruns, oficinas, mesas-redondas e workshops.

Segundo Ibraim Masciarelli Pinto, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), o congresso deste ano apresentará inovações, tanto no conteúdo, quanto na abordagem.

“A discussão será verticalizada, levando o assunto ao que há de mais recente. Primaremos pela informação no diagnóstico e no manejo dos pacientes. Tanto os colóquios, quanto as mesas redondas raramente irão abordar um tema visto pela mesma ótica ou por um único especialista. Buscaremos integrar os profissionais e fazer com que todos possam contribuir para a relevância do que está sendo discutido. A forma de discutir as doenças do coração durante o congresso deve acompanhar a evolução da prática cardiológica, entrando em sintonia com os novos tempos”.

O Congresso da SOCESP de 2016, como no último ano, contará com a parceira da American College of Cardiology Foundation e receberá diversos profissionais renomados do Brasil e de distintas nações, com destaque para os médicos Carl Michael Valentine, Peter Libby, Carlos Morillo e Robert C. Hendel.

De acordo com o presidente da entidade, a oportunidade é ímpar, pois viabilizará a troca de conhecimento e comparação de práticas profissionais. “É oportunidade interessante de trocar informação e comparar nossa prática com as existentes em outros países. É totalmente enriquecedor. Além do que, são autores que participam da produção de conhecimento, e ter contato com esses profissionais é benéfico para o nosso cardiologista” – afirma.

XXXVII Congresso da SOCESP (Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo)

Data: 26 a 28 de maio

Local: Transamerica Expo Center

Endereço: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – CEP 04757-020

Acesso pela Av. das Nações Unidas (Marginal Pinheiros), Ponte Transamérica

Informações: http://www.socesp2016.com.br/

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Indústria 4.0 demanda mais segurança

A automatização e interligação em rede da produção industrial podem trazer enormes benefícios para as empresas, mas também trazem enormes desafios para a segurança de TI. Esta é uma das conclusões do white paper “Security for the Industrial Internet of Things”, divulgado pela Deutsche Telekom durante a Hannover Messe 2016.

Com 28 páginas, o documento informa a líderes de indústria, especialistas e formadores de opinião sobre os riscos e as potenciais estratégias de segurança a serem adotadas para garantir a utilização segura da conectividade e dos serviços em nuvem.

Um estudo realizado pela BITKOM e pelo Fraunhofer Instituto de Engenharia Industrial, aponta que a adoção do conceito de Indústria 4.0 deve liberar mais de € 78 bilhões em criação de valor para as empresas até 2025, incluindo aqui setores como engenharia, eletrônicos, automotivo, químico, agricultura e TI. No entanto, as empresas que esperam lucrar com estes desenvolvimentos não podem ignorar a questão da segurança.

Crescimento do risco de ciberataques

Atualmente, cerca de um terço das empresas recebem algum tipo de ciberataque várias vezes por semana. No entanto, apenas metade destas empresas implementaram medidas especiais de segurança.

Alcançar o melhor nível de segurança muitas vezes enfrenta obstáculos, como a quantidade de componentes envolvidos em uma solução industrial de IoT; ou ainda a necessidade de abrir redes e sistemas para clientes, fornecedores e parceiros. Obviamente a segurança absoluta é tão irreal quanto o desejo de implementar medidas de proteção e depois esquece-las. Para estarem bem preparadas, é importante que as empresas comecem com uma análise de risco que possa ser utilizada para desenvolver um conceito de segurança global.

Seguro desde o início

Um gerenciamento de segurança eficiente começa com a seleção de equipamentos, aparelhos, sistemas e componentes de rede. As empresas devem estar certas de que seus fornecedores embutiram regras de segurança em seus produtos, o que também se aplica a serviços de conectividade e de nuvem. Fornecedores confiáveis testam e certificam com frequência os seus padrões de segurança.

Para uma proteção ainda maior, é recomendável que as empresas desenvolvam um abrangente conceito de segurança, utilizando a abordagem de defesa em profundidade. Esta abordagem divide a arquitetura de TI em várias camadas, cada uma delas recebendo medidas de segurança próprias. Isso garante que, a cada camada invadida, os atacantes encontrarão uma outra porta fechada.

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SAP traz para o Brasil programa global de treinamento para jovens talentos

A SAP traz para o Brasil o programa Young Professional, voltado para a formação e capacitação gratuita de jovens talentos. Coordenado pelo SAP Training and Development Institute (SAP TDI), uma organização da SAP que nasceu há quatro anos, em Dubai, o programa já qualificou mais de 760 jovens graduados no Oriente Médio e no norte da África. A iniciativa também oferece suporte para que os jovens desenvolvam seu potencial como empreendedores.

No Brasil, o programa ocorre em São Paulo e haverá duas turmas. A primeira terá início em julho e a outra em setembro/outubro. Poderão se inscrever apenas estudantes brasileiros com graduação completa (até três anos de formados) e que não estejam empregados. O número de vagas é limitado (25 por turma) e as aulas são gratuitas.

“Queremos proporcionar aos jovens profissionais, com curso superior, treinamentos especiais que vão auxiliá-los a se destacarem no mercado e capacitá-los para que apoiem a Economia Digital no Brasil”, afirma Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil.

O conteúdo do Young Professional abrange a capacitação em habilidades pessoais e de negócios, além de prover conhecimento sobre tecnologias SAP como Analytics, SAP HANA e aplicações em nuvem. A agenda inclui oficinas de desenvolvimento de competências, como Design Thinking, além de ensinar técnicas de vendas, negociação e habilidades de apresentação e comunicação. A programação também conta com a apresentação de experiências práticas através de exercícios simulados sobre o ciclo de vida de um projeto.

Ao término do curso, os participantes poderão obter certificação em um conjunto de soluções da SAP, e estarão formados como Consultores SAP Associados, o que lhes dará uma vantagem competitiva junto a clientes e parceiros da empresa. Os alunos formados, portanto, estarão preparados para ingressar nessas companhias que são parte do ecossistema da SAP, ou mesmo para empreenderem.
“Estamos empenhadas em trabalhar ao lado de instituições públicas e do setor privado para desenvolver a geração Millennials, que vai conduzir a economia da região. Acreditamos que a tecnologia pode transformar a vida de muitas pessoas no Brasil”, salienta Marita Mitschein, diretora executiva do SAP Training and Development Institute.

O processo seletivo será aberto em breve. O alvo são estudantes graduados em áreas como administração, engenharia e tecnologia.

Qualificar agora para crescer no futuro

Atualmente, uma em cada duas pessoas no planeta tem menos de 30 anos. A primeira geração “sempre conectada”, a Millennials, é que a tem a melhor formação educacional da história, mas ainda sofre com altas taxas de desemprego, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Cerca de 20% dos jovens no Brasil, com idades entre 15 a 29 anos, não está na escola, no emprego, nem em treinamento. Algumas das principais dificuldades de emprego que os jovens enfrentam são a educação limitada e a falta de competências necessárias.

Em paralelo, todas as organizações estão se tornando cada vez mais dependentes de habilidades técnicas avançadas na emergente Economia Digital. Até 2020, os países enfrentarão a escassez de talentos qualificados e, segundo a McKinsey, será necessário um total de 40 milhões de profissionais altamente capacitados, especialmente em ciências, tecnologia, engenharia e matemática.

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Datalogic e Fast Gôndolas anunciam solução de checkout automatizado até cinco vezes mais rápida do que caixas tradicionais

A Datalogic, líder mundial nos mercados de Captura Automática de Dados e Automação Industrial e fabricante de classe mundial de leitores de códigos de barras, computadores móveis, sensores, sistemas de visão e equipamentos de marcação a laser, anuncia o lançamento do scanner JadeTM, equipamento de leitura automatizada de códigos de barras que permite implementar solução de checkout automático para compras em grandes volumes em supermercados e atacarejos.

Os itens são colocados sobre a esteira em qualquer posição e, à medida que passam pelo scanner tipo portal (Jade) os códigos de barras são lidos e mesmo produtos sem códigos de barras são reconhecidos por meio de imagens detalhadas de cada mercadoria geradas durante a leitura. Com esse sistema automatizado, o Jade garante atendimento mais rápido e diminui o tempo de filas ao realizar leituras com alta performance.

“Um bom operador de caixa no Brasil consegue ler até 20 itens por minuto. Com a solução Jade, é possível ler até 100 mercadorias por minuto, garantindo um atendimento de 3 a 5 vezes mais rápido que o tradicional” afirmou Fabio Lopez, diretor de vendas da Datalogic para Brasil e Sul da América Latina. “O aumento na agilidade do atendimento se reflete na redução do tempo de fila, já que a solução é voltada para clientes com grandes volumes de compras, melhorando a experiência do cliente e evitando que o mesmo deixe de comprar alguns produtos enquanto espera para ser atendido na fila, aumentando o número de vendas e reduzindo perdas”, completou.

O lançamento do Jade no Brasil conta com parceria com a Fast Gôndolas, empresa responsável pelo desenvolvimento do checkout exclusivo para a nova solução Datalogic. “Com produtividade equivalente ao trabalho de cerca de 6 a 8 checkouts tradicionais, o Jade consegue aliar a agilidade de atendimento a disponibilidade de funcionários para relacionamento com o cliente”, disse Valdevir Guerra, Diretor Comercial e Marketing da Fast Gôndolas. “Devido à sazonalidade de movimento nas lojas, os checkouts precisam ser abertos para atender a alta de demandas em alguns períodos, mas ficam fechados nos momentos de menor movimento. Com o Jade, a loja tem uso total dos ativos durante a operação, e consegue maior contato com o cliente ao deixar os funcionários mais livres para interagir e realizar um melhor atendimento, e não limitados a fazer a leitura de produtos”.

Além do checkout, que conta com design flexível, podendo ter de uma a quatro saídas e variedade de tamanhos, também foi desenvolvido no Brasil um middleware, que permite que todos os recursos do Jade estejam disponíveis para qualquer sistema de ponto de venda. “Aumentando o rendimento e o volume de vendas enquanto reduz perdas e retrabalhos, e com integração disponível para qualquer software de gestão de caixa, o Jade vai ao encontro das necessidades do mercado varejista, que busca soluções para semanter forte durante o momento econômico delicado que o país enfrenta”, afirmou Lopez.

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Startup Studios: uma forma de acelerar a criação de novos negócios

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Transformar a ideia em um negócio: esse é o papel das Startup Studios, que nascem a partir do crescimento do número de startups no mundo. Só no Brasil, de acordo com a ABStartups – Associação Brasileira de Startups, uma entidade sem fins lucrativos que aposta nesse ramo desde 2011, existem mais de 4.100 startups.

As Startup Studios surgem no momento em que se percebe que apesar da maioria dessas empresas serem formadas por pessoas jovens, ligadas à tecnologia e com noções de empreendedorismo e programação, existe um grupo de pessoas que têm uma ideia para um negócio digital, mas não possuem todas as habilidades necessárias para tirá-la do papel. Elas são capazes de aprimorar a ideia original para o mercado digital, desenvolver um produto inicial e colocar a empresa no mercado em poucos meses, tudo a partir da ideia inicial do empreendedor.

Estas fábricas de projetos já são mais comuns nos Estados Unidos e Europa, mas vêm ganhando força no Brasil também. Uma das pioneiras no país é a Ultrahaus, que surgiu como uma produtora web há 13 anos e de 2012 pra cá percebeu a necessidade de não só produzir sites, softwares e aplicativos, como também prestar consultoria aos empreendedores. A empresa já desenvolveu projetos para mais de 200 marcas. Hoje, a Ultrahaus atua no desenvolvimento de estratégias, planejamento e gestão baseadas na ideia do empreendedor. Tudo isso é feito em parceria com o cliente, idealizador que constrói a própria empresa com o apoio de uma equipe experiente em negócios digitais.

As empresas que já adotaram esse modelo e surgiram em parceria com a Ultrahaus atuam em diferentes áreas e oferecem soluções como um site que reserva vagas de estacionamento com antecedência, um aplicativo que permite ler centenas de quadrinhos num dispositivo móvel pagando apenas uma mensalidade, e uma plataforma que intermedia a quitação de débitos entre os devedores e credores. “Ajudamos também os empreendedores no relacionamento com possíveis investidores, apresentando contatos, apoiando na defesa do projeto e participando ativamente desse processo de levantamento de capital”, diz Rafael Miranda, fundador da empresa e responsável pela etapa de consultoria dos projetos.

Estima-se que os projetos que a empresa ajudou a lançar já somam um valuation próximo de 30 milhões de reais com uma média de geração de 5 vagas de empregos por negócio criado. Com o aumento do número de startups no país, cada vez mais pessoas estão se interessando pelo desenvolvimento de um negócio digital e as Startup Studios estão preparadas para tornar uma simples ideia em algo real.

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Congresso da Micro e Pequena Indústria da Fiesp e do Ciesp debate novos cenários

Sua empresa sabe lidar com mudanças? O cliente e o mercado estão no foco da sua estratégia? Que rumo está tomando seu negócio? Essas e outras questões serão debatidas no dia 23 de maio, durante a 11ª edição do Congresso da Micro e Pequena Indústria, realizado pela Fiesp e pelo Ciesp.

O evento, que acontece das 8h30 às 18h, no Hotel Renaissance, na capital paulista, apresenta novos rumos e oportunidades para o crescimento das empresas, analisando temas de grande importância no cenário atual, tais como: modelos alternativos de negócio, economia colaborativa, internacionalização, novas formas de relacionamento com fornecedores e clientes, mídias digitais, entre outros.

“É fundamental que as empresas entendam as mudanças e se adaptem ao mercado para alcançar bons resultados. O Congresso é uma excelente alternativa para ampliar essa visão e praticar novas tendências de negócios “, afirma o diretor do Departamento da Micro, Pequena e Média Empresa da Fiesp (Dempi), Milton Bogus.

Com uma vasta programação, o Congresso terá abertura às 8h. Na sequência será realizada a palestra inicial, com a contextualização do tema: “Descobrindo Rumos para seu Negócio”, que será proferida pelo diretor de Conteúdo da Academia da Estratégia, empresa especializada em educação corporativa, Alessandro Saade.

Das 10h20 ao meio-dia serão discutidos, no primeiro painel, os “Modelos de Negócios: Inovando e Engajando as Pessoas”, com temas como: conceito de modelo de negócio; processo de desenvolvimento; formas de aplicações; como gerar novas ideias; modelos de negócios inovadores e design Think e Re Think.

No período da tarde, o segundo painel terá como tema: “Comércio Exterior, Acessando o Mercado Externo”, no qual serão apresentados caminhos e exemplos práticos de como buscar ferramentas para atingir novos mercados. Já o terceiro painel terá como tema “Comunicação: Potencialize esta Ferramenta nos seus Negócios”, que irá discutir como as ferramentas digitais podem fortalecer os negócios e potencializar as estratégias de comunicação interna e externa.

Encerrando o Congresso, o filósofo e escritor Mario Sergio Cortella fará palestra com o tema “Da Oportunidade ao Êxito: Mudar é Complicado? Acomodar é Perecer”.

O Congresso é anual, realizado no Mês da Indústria, em maio, e dirigido a empresários de diversos segmentos. É uma grande oportunidade para networking, troca de experiências entre profissionais e contato com diversas instituições parceiras do Dempi.

Atividades paralelas

Em paralelo aos painéis, o Congresso contará também com outras atividades, como a Sala de Crédito, um ambiente para o empresário se relacionar com diversas instituições financeiras parceiras, e o Modelo de Negócios, ação realizada em parceria com o Sebrae-SP e com o Senai-SP que apresenta a ferramenta Canvas, que permite esboçar e desenvolver um negócio com base em proposta de valor, segmentos de clientes, canais, relacionamento, fontes de receitas, recursos principais, atividades, parcerias-chave e estrutura de custos.

Já o MPI Exportador concentra, no mesmo espaço, a possibilidade de atendimento por diversas empresas e instituições essenciais nesse processo de acessar o mercado externo.

Os congressistas poderão participar também a Sala de Experiências Digitais, um espaço voltado a orientar as micro e pequenas empresas na utilização dos veículos de comunicação digital para agregar valor aos seus negócios.

Histórico do Congresso

Desde 2006, a Fiesp realiza o Congresso da Micro e Pequena Indústria, inicialmente em outubro, mês da micro e pequena empresa. Ele sempre teve o objetivo de apresentar temas e ferramentas que apoiem a gestão e a melhoria dos negócios das empresas deste segmento.

Ao longo destes 10 anos de realização, o Congresso MPI recebeu mais de 14 mil participantes debatendo diversos temas relevantes para gestão das micro e pequenas indústrias, tais como alternativas de crédito, legislação tributária e trabalhista, inovação, mídias digitais, gestão de pessoas, produtividade, internacionalização, acesso a mercados, entre outros.

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Seis profissões que estão superando a crise

Page Personnel lista posições com grandes chances de recolocação no mercado
Resultados de curto prazo, eficiência e dupla função ainda são a tônica de atuação dos executivos no mercado de trabalho brasileiro. A Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup, acaba de realizar levantamento sobre os profissionais que ainda conseguem, em pouco tempo, uma oportunidade de trabalho no mercado. A consultoria identificou seis cargos onde a demanda segue em alta, apesar do momento econômico do País.

“O candidato a uma vaga precisa compreender o contexto macroeconômico que impacta os negócios da companhia e se colocar à disposição para ajudar neste momento de crise. Os profissionais híbridos, que conseguem desempenhar duas funções, com orientação aos resultados, de curto e médio prazo, ainda estão valorizados pelas empresas”, analisa Ricardo Haag, diretor da Page Personnel.

Confira abaixo as seis posições listadas pela Page Personnel por área, cargo, setor de atuação e motivos pela procura por esses cargos:

Marketing e Vendas

1 – Analista de Marketing Digital

Áreas de atuação: empresa de tecnologia, bens de consumo e varejo.

Percentual de aumento: 50%

O que faz: Responsável pela estratégia, controle e operação de todo o canal digital da companhia.

Motivo: A necessidade das empresas em acompanhar a evolução da comunicação digital, a mudança do perfil do consumidor, a importância da internet e a influência das mídias sociais na decisão de compra, faz com que as empresas passem e se preocupar cada vez mais com suas estratégias digitais.

Remuneração: R$ 3.500 a R$ 7.000

2 – Analista de Planejamento de Vendas

Áreas de atuação: empresas de bens de consumo, serviços e varejo

Percentual de aumento: 30%

O que faz: Responsável por analisar resultados e indicadores, além de auxiliar na estratégia das áreas de vendas.

Motivos para o aumento: Devido ao momento da economia e as dificuldades em manter o volume de vendas, as empresas têm buscado profissionais que possam auxiliar a área comercial com informações relacionadas a inteligência de mercado e do negócio, gerando ideias para novas oportunidades.

Remuneração: R$ 4.000 a R$ 7.800

Finanças

3 – Analista de Sales Finance (vendas financeiras)

Áreas de atuação: financeira em indústria, bens de consumo, comércio

Percentual de aumento: 15%

O que faz: Tem como principal responsabilidade o processo orçamentário, o acompanhamento dos resultados de áreas específicas do negócio – principalmente Vendas.

Motivos para o aumento: Não está fácil vender e as empresas precisam trabalhar “mais com menos”. Com isso, esse profissional tem a oportunidade de trazer uma visão de performance financeira para uma área tipicamente direcionada a resultados e impulsos humanos. Com isso, ele auxilia a área na tomada de decisões estratégicas incluindo preço, margem, volume, descontos, rentabilidade dos produtos e vendedores.

Remuneração: R$ 4.500 a R$ 7.000

Tributário

4 – Analista de Planejamento Tributário

Áreas de atuação: fiscal ou jurídica

Percentual de aumento: 10%

O que faz: Responsável por auxiliar a desenhar novas estratégias e políticas tributárias no funcionamento da empresa.

Motivos para o aumento: Segue como uma área de alta demanda devido à complexidade de nossa legislação tributária. Esse profissional era até alguns anos o responsável por apurar perdas e custos para empresa. Atualmente, é visto como alguém que pode determinar a rentabilidade de uma área ou da corporação. Sua atuação auxilia a determinar preço dos produtos e serviços, montante de imposto a ser pago ao governo, e até mesmo no processo de decisão de abertura de novas plantas para empresa

Remuneração: R$ 5.000 a R$ 8.000

Tecnologia

5 – Desenvolvedor fullstack (conhecimento em Python/Ruby/PHP/Javascript)

Áreas de atuação: consultorias, startup, e-commerce

O que faz: Desenvolvimento de sistemas no front e backend

Percentual de aumento: 30%

Motivos do aumento: A procura crescente por profissionais desse perfil no mercado, deve-se o interesse das empresas em ter cada vez mais profissionais mais completos e que consigam ter a visão do desenvolvimento da plataforma como um todo.

Remuneração: R$ 8.000 a R$ 12.000

6 – Analista de Processos

Áreas de atuação: consultorias, empresas de médio/grande porte

O que faz: Levanta processos de diversas atividades e áreas da empresa, com o objetivo de encontrar possibilidades de melhorias através da tecnologia (por redução de custo, aumento de eficiência, automatização, entre outros).

Percentual de aumento: 20%

Motivos para o aumento: A procura crescente por profissionais desse perfil no mercado explica-se pela intenção da empresa reduzir custos e a tecnologia pode auxilia-los nisso. Pode ser automatizando, parte de atendimento de call center, ou projetos de melhoria de sistemas que impacta diretamente a área que a utiliza, entre outros.

Remuneração: R$ 6.000 a R$ 8.000

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80% dos empresários apontam que o Brasil deveria negociar internacionalmente independente do Mercosul; aponta enquete Amcham

Na visão do empresariado, o governo brasileiro deveria negociar internacionalmente de forma independente do Mercosul, em detrimento a decisão 32/00 que obriga os países membros do bloco a negociar conjuntamente. A conclusão é de sondagem realizada pela Amcham, no último dia 9/5, com 90 empresários, em São Paulo. Para 80% dos presidentes e diretores consultados, o Brasil deve buscar mais tratados internacionais de forma unilateral, mesmo à revelia do Mercosul.

Da parte da iniciativa privada, a expectativa é alta para esta maior adesão brasileira a outros países e mercados. Prova disso é que 79% dos consultados afirmaram hoje já está buscando investir fortemente para aprimorar sua gestão e torna-se mais produtivo e competitivo globalmente diante da possibilidade de novos acordos. Só 17% deles informou investir de forma modesta para a concorrência mais globalizada.

Prioridade deve ser acordo Brasil-EUA

Outra conclusão do estudo é que a assinatura de um acordo comercial Brasil-EUA seria relevante para os negócios das empresas brasileiras. Para 60% dos presidentes e diretores consultados, a parceria com os norte-americanos é vista como mais vantajosa e relevante, enquanto 34% avaliou o bloco europeu como prioritário.

Em relação à agenda positiva dos acordos, os empresários apontaram três grandes prioridades: convergência regulatória de medidas técnicas, sanitárias e fitossanitárias (30%); cooperação de investimentos (28%); e facilitação de procedimentos burocráticos no processo de comércio exterior (26%).

Outro ponto de desejo do empresariado diz a respeito à realização de um programa planejado de integração com as cadeias europeia e americana, importando mercadorias intermediárias a serem reexportadas para esses mercados. Para 55%, a medida teria efeito positivo no curto e longo prazo. Uma minoria de 20% prevê perdas no primeiro ano, porém com ganhos nos anos seguintes.

Impactos de outros acordos

Apesar do baixo número de tratados preferenciais já estabelecidos, 57% dos empresários ouvidos informaram já se beneficiar dos acordos comerciais que o Brasil faz parte, mostrando a sua importância na inserção do País na corrente de comércio do mundo.
Os empresários (71%) enxergam também com otimismo os Acordos de Cooperação e Facilitação de investimentos (ACFIs) usados recentemente para acessar mercados, especialmente África e Ásia. Uma fatia de 19% informou já ter se beneficiado.

Outra avaliação positiva do empresariado diz a respeito à importância dos recentes acordos assinados envolvendo México, Chile, Peru e Colômbia. A maioria aponta como muito importante ou importante (74%) para estimular negócios bilaterais e proporcionar mais segurança ao investimento privado.
Hoje, 75% dessas organizações afirmou ter investimentos/negócios nesses países.

A PESQUISA e o +COMPETITIVIDADE BR

A Amcham ouviu 90 empresários de grande e médio porte de todos, sendo 85% deles de empresas brasileiras. Os empresários foram ouvidos em pesquisa em tempo real em evento da Amcham sobre Acordos Comerciais na sede da entidade, em São Paulo, no último dia 9/5.
A pesquisa integra a agenda do Mais Competitividade Brasil, programa lançado pela Amcham envolvendo cinco mil empresas, em 14 cidades, com o objetivo de construir uma agenda privada em prol da maior competitividade e produtividade brasileira.

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Arbor Networks, especializada em cibersegurança, reúne parceiros latino-americanos

Partner Summit se realizará de 23 a 25 de maio em Fort Lauderdale, Flórida

Distribuidores e revendedores das soluções de segurança da Arbor Networks na América Latina têm um encontro marcado na próxima semana na Flórida, EUA. O primeiro LATAM Partner Summit reunirá distribuidores e revendedores dos produtos e serviços Arbor em um encontro que discutirá a estratégia da empresa e incluirá sessões voltadas para cibersegurança, melhores práticas e tendências de TI na América Latina.

A reunião se dará em Fort Lauderdale, Flórida, entre os dias 23 e 25 de maio. Estarão presentes parceiros de toda a América Latina, que além da interação com executivos e técnicos da Arbor Networks, terão a oportunidade de conhecer e trocar informações com distribuidores e revendedores de diferentes países.

Para Federico Chaniz, diretor da Arbor Networks responsável por canais de venda na América Latina, “esse encontro se reveste de especial importância no momento em que a Arbor Networks amplia sua linha de produtos e seu mercado na região – com produtos e serviços capazes de atender grandes e pequenas operadoras de serviços de telecomunicações até segmento empresarial, desde corporações multinacionais até as pequenas e médias empresas”.

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Cresce a demanda por CEOs para trabalharem em startups no Brasil

A procura por CEOs para startups cresceu consideravelmente no Brasil, em especial no estado de São Paulo, que lidera com o maior número de empreendimentos. De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o número de empresas deste porte chegou a 4.151 em dezembro de 2015, um crescimento de 18,5% em apenas seis meses.

Diante deste cenário, “as empresas de Executive Search locais são importantes para identificar os players, as fontes das buscas e também para entender os soft skills mais adequados para o cargo em referência”, comenta Áurea Imai, sócia da Boyden, empresa global de head hunting há mais de 40 anos no Brasil.

De acordo com Áurea, “o papel de um executivo ‘número 1’ local é necessário por conta de um background específico, como conhecimento de mercado local, principais práticas de mercado, players, canais e aspectos financeiros”. Além disso, ter um CEO na liderança ajuda a empresa a se adaptar mais rapidamente ao país. No Brasil, diferentemente de outros lugares, o entendimento cultural tem mais relevância no negócio e se sobrepõe ao que é puramente técnico.

A Boyden teve uma grande procura por startups de diversos segmentos, como o tecnológico, farmacêutico, consumo, químicos e eletrônicos, mas também de áreas de serviços, que vieram ao Brasil estabelecer uma estrutura local. De acordo com Áurea, muitas destas empresas já tinham presença no Brasil, mas atuavam através de distribuidores e representantes. Em outros casos, empresas multinacionais adquirem uma indústria ou estrutura local e, assim, solicitam aos headhunters um CEO para a operação.

Com relação a como os CEOs vêem a atuação em empreendimentos como startups, Áurea avalia que muitos profissionais se interessam por estas posições “pela possibilidade de uma atuação mais abrangente e com maior autonomia”. O perfil deste profissional deve ser “mão na massa”, pois ele terá que abrir mão de grandes equipes subordinadas e facilidades.

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Brasil, País Digital – Por Fábio Rua

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Encontrar os melhores hotéis de acordo com a sua preferência e tamanho do bolso. Ter acesso às passagens aéreas mais baratas do mercado. Pegar um táxi e não se preocupar com o pagamento, que é automaticamente debitado no seu cartão de crédito. Poder se planejar com uma previsão do tempo cada vez mais precisa. Fazer compras pelo celular, de onde você estiver. Ter sua saúde avaliada em tempo real. Poder se comunicar absolutamente sem fronteiras, com qualquer pessoa do mundo, por voz, texto ou imagem.

Nenhuma novidade até aqui, não é? Por mais que esses serviços sejam relativamente novos, eles já estão tão incorporados ao nosso dia a dia que mal conseguimos imaginar a nossa vida sem eles. E essa não é a afirmação de um jovem da geração milênio, mas de alguém que nasceu na época em que os hábitos e comportamentos das gerações, eram separados e rotulados pelas últimas letras do alfabeto.

O fato – e agora, eu terei de entrar em um tema um pouco mais pesado – é que todas essas facilidades só são entregues ao custo de uma quantidade enorme dos nossos dados. Para pegarmos um taxi ou fugirmos do trânsito, o aplicativo precisa de informações como o nosso local, conta de rede social e número de cartão de crédito (para o exemplo do taxi). Se quisermos ter os nossos passos, pressão e batimentos cardíacos monitorados, precisamos criar uma conta, gerar uma senha e permitir que o aplicativo, grudado no nosso corpo, colete e faça todas as análises necessárias para nos recomendar metas, treinos e até nos comparar a outras pessoas com características similares às nossas.

Outra informação de domínio público é a de que, ao trafegarmos pela rede, muitas vezes, sem o nosso consentimento, nossos dados acabam sendo comercializados, publicados ou utilizados de forma abusiva. Por outro lado, como já mostrei acima, sem eles, serviços básicos podem ficar inoperantes, sem conseguir atender às crescentes demandas de uma sociedade cada vez mais conectada.

Achar um ponto de equilíbrio entre privacidade e acesso a informações é um dos maiores desafios de empresas e governos em todo o mundo. Atualmente, mais de 100 países possuem regulações consolidadas sobre o assunto. E o Brasil não é um deles. O que não quer dizer que o nosso governo não esteja engajado na discussão. Muito pelo contrário. E é aí que mora o perigo, já que a atenção que o governo vem dando a este tema é desproporcional ao interesse que a sociedade civil tem demonstrado em acompanhar o assunto.

E este não é um tema exclusivo da indústria de tecnologia. Todo e qualquer cidadão, empresário ou representante de órgão público pode ser afetado por uma eventual lei que restrinja o uso de dados. Para evitarmos que isso aconteça, é importante que o debate ganhe nova dimensão e engajamento.

Para contribuir com a alteração deste quadro, gostaria de convidá-lo a acessar e a seguir o site Brasil, País Digital (www.brasilpaisdigital.com.br).

Desenvolvido pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) e uma série de parceiros institucionais, sua proposta é a de que a página seja um ponto de encontro para que a sociedade civil se engaje na discussão e tenha acesso a informações qualificadas sobre o tema, em um formato leve, moderno e dinâmico.

Por meio dele, pretende-se esclarecer sobre a real necessidade do uso de dados na economia digital. E a partir daí, estimular a participação efetiva nas discussões legislativas sobre o tema, que avançam rapidamente.

Concordo totalmente que o Brasil tenha uma lei de proteção de dados. Até porque, estamos bem atrasados na regulamentação deste tema. Na América Latina, por exemplo, Argentina, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Chile já aprovaram leis específicas para garantir a privacidade dos usuários.

O único cuidado que precisamos tomar é o de que a legislação a ser aprovada não afete a inovação e a evolução de novos modelos de negócios como os cognitivos, a computação em nuvem e a internet das coisas.

Nesse contexto, o papel dos reguladores deve ser o de estender os benefícios da internet para ainda mais empresas, governos e indivíduos, estabelecendo confiança nas tecnologias, garantindo a privacidade, a segurança dos dados e incentivando ainda mais a participação popular em um debate vital para o futuro do nosso país.

O Brasil que eu gostaria que os meus filhos crescessem é transparente, acessível, estável, seguro e livre. Igualzinho aos direitos que eu gostaria que os governos assegurassem para mim e para os meus filhos neste mundo hiperconectado e cheio de oportunidades que é a internet.

Bora se engajar?

www.brasilpaisdigital.com.br

* Fábio Rua é Coordenador do Comitê Regulatório da ABES e Diretor de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da IBM América Latina. Graduado em Relações Internacionais (FAAP), possui pós-graduação em Diplomacia Econômica (UNICAMP) e mestrado em Gestão de Negócios Internacionais (FGV/RJ). É coautor dos livros Manual de Diplomacia Corporativa (Editora Atlas – 2007), Brasil e os Grandes Temas do Comércio Internacional (Editora Aduaneiras – 2005) e Alca: Riscos e Oportunidades (Editora Manole – 2003).

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Startups têm mais duas semanas para se inscrever no CODE_n16

Prêmio no valor de 30 mil euros será entregue a uma startup finalista concorrendo em um dos quatro temas da competição: FinTech Aplicada, Connected Mobility, HealthTech e Fotônica 4.0

Depois de quatro anos e mais de 1.500 inscritos de 60 países, pioneiros digitais ainda podem se candidatar à quinta edição do GFT CODE_n para concorrer ao GFT CODE_n Award e a um prêmio de 30 mil euros. O prazo de inscrição é 31 de maio de 2016. O concurso deste ano vai abordar quatro temas centrais: Applied FinTechs, Connected Mobility, Healthtech e Fotônica 4.0. Startups do mundo inteiro podem se inscrever através do www.connect.code-n.org

Até agora, startups de 21 países já aproveitaram a chance de participar no concurso. Um júri de especialistas irá selecionar as 50 melhores finalistas, que terão a oportunidade de apresentar seus modelos de negócios no CODE_n new.New Festival, de 20 a 22 de setembro de 2016, no Centro de Arte e Mídia (ZKM – Zentrum für Kunst und Medientechnologie) da cidade de Karlsruhe, na Alemanha

Por que as startups devem participar do CODE_n CONTEST?

As primeiras 50 finalistas têm a oportunidade de: ganhar o CODE_n Award, no valor de 30 mil euros, apresentar a sua empresa e seu modelo de negócio durante os três dias de festival, conquistar potenciais clientes, parceiros de negócios, investidores e a mídia, iniciar atividades em colaboração com marcas globais e estabelecer contatos internacionai, se beneficiar das oportunidades de networking como um membro do CODE_n Alumni e CODE_n Community e, por fim, participar ativamente em conversas, pitch sessions ou workshops com outros parceiros CODE_n

Termos e condições de participação para startups

Empresas fundadas em 2011 ou após este ano, que tenham um modelo de negócio digital que se enquadre em um dos quatro temas da competição e com um time de visionários que esteja expandindo as fronteiras da transformação digital.

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Startup mineira quer revolucionar mercado de classificados

SempreDaNegocio

Lançada em 2016 e com a missão de ser diferente dos grandes players do mercado, o portal de classificados SempreDaNegocio promete revolucionar o setor de classificados. Com mais de 320.000 anúncios de imóveis e 240.000 de veículos, o site oferece anúncios gratuitos e planos onde o anunciante pode obter seu próprio site, interação com plataformas mobile, integração com mídias sociais e alcançar maior exposição dos anúncios.

Segundo o fundador do site, Mauricio Zanatta, “Criamos uma plataforma diferente, com base em uma pesquisa que realizamos com mais de 1.300 pessoas em 12 estados brasileiros, além de analisarmos o mercado em países como Estados Unidos, Argentina e México. Esse levantamento foi essencial para criar um portal totalmente usual, priorizando a necessidade do usuário”.

A plataforma aposta em 4 diferentes ramos de atuação: imóveis, veículos, eletrônicos e equipamentos. “Realizamos um projeto piloto na cidade de Uberaba (MG) e a aceitação foi ótima, agora preparamos nosso portal para suportar a demanda de todo o Brasil”, afirma Mauricio. Em abril, o portal registrou 92% de aceitação entre seus usuários e crescimento de 130% ao mês. A startup também pretende ser uma opção para estrangeiros que buscam hospedagem nos jogos olímpicos, através de seus anúncios.

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MGTI e Centro de Desenvolvimento Profissional de Stanford reeditam Programa de Inovação e Empreendedorismo

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A Fumsoft, no âmbito do programa MGTI, e a Universidade de Stanford, através do Centro de Desenvolvimento Profissional, SCPD em inglês, trazem ao Brasil, por Minas Gerais, uma nova edição do Programa de Inovação e Empreendedorismo. Trabalho de extremo sucesso, que teve seu primeiro momento em 2014, atendendo a 25 empresas mineiras. É uma oportunidade imperdível, que se renova, para os empreendedores que desejam incorporar a inovação à estratégia de crescimento de suas empresas.

Agora em 2016 o Programa de Stanford capacitará mais 25 empresas, com dois participantes de cada uma delas. Empresas de base tecnológica de todo país podem se inscrever e participar. O coordenador Wilson Caldeira, que responde pelo Programa de Inovação e Empreendedorismo em terras brasileiras, é enfático ao dizer por que as empresas devem participar, “porque esse é o melhor programa de inovação e empreendedorismo do mundo, comprovado pelas 25 empresas da turma de 2014”. Em relação ao foco que terá a edição de 2016, Caldeira afirma, “continuaremos contribuindo para o aumento da competitividade das empresas brasileiras de base tecnológica para competirem em nível mundial”.

A nova edição

Neste ano o programa terá webinars ao vivo em 28/09, 11/10 e 26/10; curso online entre 29/09 e 28/10; e atividades presenciais, no campus de Stanford, entre os dias 31/10 e 04/11. Questionado sobre destaques do Programa de Stanford, Wilson Caldeira lembra que, “essa capacitação não é apenas um curso, mas um programa que começa em Stanford e termina com o sucesso empresarial, conforme pode ser atestado pelas empresas que participaram da primeira turma”. Citando apenas dois casos desse sucesso, temos a Solides, indicada por um dos juízes, que avaliam os pitchs das empresas no programa, para conversar com o LinkedIn e avaliar a sinergia do software apresentado em Stanford com a plataforma da rede de relacionamento profissional; e também o caso da Siteware, que após o programa recebeu um financiamento considerável pelo Criatec e abriu um escritório comercial em São Paulo.

Inspire-se

Acrescentando outros estímulos para que novas empresas participem do Programa de Stanford, Wilson Caldeira afirma que, “os resultados obtidos pelas 25 empresas que participaram em 2014, em termos de receita, lançamentos de novos produtos, investimentos recebidos e projeção internacional, segundo seus fundadores, são sem precedentes em relação a investimento e retorno. Agora em 2016, um novo grupo de empresas de base tecnológica, de todas as partes do Brasil, terá a oportunidade de participar de uma nova turma. São diversas formas de aprendizado, incluindo atividades presenciais no campus da Universidade de Stanford, webinars ao vivo com professores do programa e módulos de Ensino a Distância. Esse é o melhor caminho para transformar a visão de inovação da sua empresa em um negócio de sucesso”!

Confirmando as informações de Caldeira, recorremos ao que Marcello Ladeira disse a respeito da participação no programa, ainda em 2014, “o impacto do que vimos e aprendemos é histórico. Não estamos criando startups, mas empresas de tecnologia de classe mundial”; temos ainda o depoimento de Mônica Hauck, à mesma época, “foi uma experiência muito intensa, prática e rica. Nós aprendemos muito sobre objetividade e foco no cliente. Estas são coisas que, se não pararmos e participarmos de um programa que nos coloca em contato com diferentes culturas, principalmente com o Vale do Silício, nós não aprendemos. Precisamos viver e participar, realmente vale a pena”!

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Infor Healthcare inicia interoperabilidade clínica na América Latina

A Infor, provedora de aplicações específicas por mercado e desenvolvidas para a nuvem, anuncia hoje na Feira Hospitalar Brasil, seu compromisso em ajudar as empresas da área de saúde do Brasil e América Latina a alcançar seus objetivos de interoperabilidade clínica, por meio do investimento na solução Cloverleaf Suite, uma tecnologia líder de mercado, com um mecanismo de integração empresarial que acelera, de forma segura, a inclusão de dados dos pacientes em diferentes sistemas dentro ou fora do ambiente de healthcare da empresa.

O Cloverleaf é uma tecnologia crítica para hospitais modernos que querem operar um ambiente baseado em dados e atender os padrões internacionais HL7 como FHIR (Interoperabilidade rápida de recursos da saúde, em inglês), que padroniza a troca de informações eletrônicas no setor.

Hoje, 72% dos hospitais com 150 leitos nos Estados Unidos usam as soluções da Infor, junto com aproximadamente 5 mil clientes de 30 países. Isso inclui 300 hospitais na Alemanha, 82% hospitais públicos na Holanda, e mais de 200 no Canadá.

“Os hospitais na América Latina chegaram a um ponto crítico com o número e a complexidade dos sistemas clínicos, que têm crescido rapidamente; e é difícil manter os dados sincronizados”, afirmou Joel Rydbeck, diretor da Infor Healthcare Latam.

“A indústria de Healthcare continua avançada, e essa transformação tem levado a necessidade de otimizar a performance e gerar valor. Como líder do mercado de saúde em TI, a Infor está bem posicionada para prover soluções avançadas para a indústria de saúde da América Latina”,.

“Para acelerar essa oportunidade na América Latina, a companhia está participando da Feira Hospitalar, apresentando soluções focadas no setor de Healthcare”, afirmou Paulo Padrão, VP da Infor Brasil. A Infor está comprometida em agilizar o fluxo de dados e apoiar as organizações da área de saúde focadas no cuidado contínuo dos pacientes.”

“A parceria com a Infor nos torna capazes de atender melhor os clientes, principalmente nossos pacientes e médicos. A tecnologia nos permitiu mudar a forma como nossos dados estão estruturados e padronizados, e também ajuda nossa empresa a preparar-se para o padrão FHIR, de troca de informações eletrônicas para a área da saúde”, afirmou Shafiq Rab, médico, vice-presidente e CIO da Hackensack University Medical Center, o quarto maior hospital dos Estados Unidos em termos de admissões.

Na MedStar Mobile Healthcare, a Infor foi capaz de ajudar a organizar e integrar diferentes dados e sistemas de informações, independente do sistema de origem, formato da mensagem ou transmissão de protocolo. “Trabalhar com a Infor nos torna eficientes para compartilhar informações com menos incidência de erros. Isso ajuda clínicos da emergência com rápido acesso a informações sobre tratamentos dos pacientes, mantendo a conformidade do padrão HIPAA (de dados eletrônicos da saúde) e melhora o cuidado do paciente”, afirmou Doug Hooten, diretor executivo do MedStar Mobile Healthcare. “A Infor é um parceiro que compartilha a visão para prover um serviço eficiente, confiável e de baixo custo para emergência médica e para a comunidade”.

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