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Relacionamento: os principais desafios e tendências para 2017 – Por Ricardo Heidorn

Se em 2016 o relacionamento mostrou-se cada vez mais importante para a realização de bons negócios, 2017 seguirá no mesmo tom. Afinal, relacionar-se é a base fundamental na construção do processo de fidelização de marca. Portanto, entre os desafios de 2017, aprimorar as estratégias de marketing de relacionamento do seu negócio seguirá sendo o principal ponto.

É por meio de um bom marketing de relacionamento que se faz possível a construção de um envolvimento e de uma lealdade em longo prazo com seu cliente, em vez de vendas rápidas e de curto prazo. Por meio de conversas e relações significativas, é possível criar clientes leais e promotores que contribuam com a divulgação e o crescimento do seu negócio.

2017: ano (ainda mais) focado no relacionamento com o cliente

A importância do investimento em plataformas de relacionamento com o consumidor é tão significativa como tendência que um estudo feito pela Gartner Group, empresa mundial do ramo, aponta que os investimentos nesse mercado alcançarão a marca de 36 bilhões de dólares. Isso significa que o mercado, que nos últimos anos veio se preparando de forma intensa para bem atender seus clientes por meio das melhoras no SAC 2.0 e 3.0, agora busca ir ainda além e relacionar-se de forma mais efetiva com seu público, buscando cada vez mais a fidelização.

De forma resumida, o investimento em plataformas se faz cada vez mais essencial. Mas, mais do que adquirir um CRM para o seu negócio, você precisa em 2017 investir em uma ferramenta que atenda as exigências do mercado. Seu CRM precisa se adaptar às necessidades da empresa e integrar-se com outros sistemas. Além disso, é fundamental que seu negócio esteja consciente das tendências de mercado para que não caia em modismos que não suprem demandas reais.

Se você já conta com uma plataforma, ou busca entender os motivos para esse tipo de investimento no próximo ano, confira as principais tendências do setor:

Aposte na geração Y

Os nascidos na geração Y, também conhecida como Millenials, atualmente com idade entre 16 e 36, ocupam a maioria da cadeia de mercado atualmente, configurando-se assim em potenciais formadores e tomadores de decisões em uma empresa. Essa é a geração da ruptura de um modelo de trabalho, passando de um formato mais físico e braçal para um momento em que tudo está conectado e pode ser gerenciado e discutido de forma online, sem prejuízo algum.

Por ser uma geração acostumada a executar múltiplas tarefas ao mesmo tempo – além de ser hiperconectada e valorizar ferramentas que possibilitem esse modelo de trabalho –, é esse o perfil de consumidor que vai dar valor para um SAC 3.0 de qualidade e ser fidelizado facilmente com um CRM alinhado a suas necessidades.

Por serem maioria, devem ser levados em conta na hora do planejamento de marketing de qualquer empresa. Lembre-se: estar afinado com os Millenials é ter perspectivas on-line e sistemas efetivos e hiperconectados.

Entenda o processo de Big Data

Um assunto recente, mas que adquiriu uma força meteórica é o consumo do Big Data. De forma simplificada, Big Data é o termo utilizado para descrever o imenso volume de dados – estruturados e não estruturados – que impactam os negócios no dia a dia. No entanto, quantidade não é mais importante do que a qualidade da informação que as empresas extraem dos dados que realmente importam. Levando isso em conta, pode-se afirmar que a análise do Big Data gera insights que levam a melhores decisões e direções estratégicas de negócio.

Apesar de a maioria das empresas ainda desconhecer as informações produzidas por elas próprias, a importância dessas informações vem sendo amplamente discutida no ambiente corporativo. Utilizar o Big Data em favor do CRM é uma tendência e ao mesmo tempo um desafio para 2017. Sua importância se justifica na ampliação do espectro de feedbacks que o big data pode trazer. Quanto mais informações, mais soluções eficientes para o cliente e relacionamento mais sólido.

Trabalhe de forma integrada

Um grande desafio do relacionamento para 2017 está em trabalhar cada vez mais integrado, visto que a hiperconectividade pede esse tipo de funcionalidade. Para conseguir informação em um formato mais centralizado, se faz fundamental contratar uma ferramenta de CRM: somente com uma plataforma será possível fazer essa integração sem trabalhar com vários sistemas e, consequentemente, obter o máximo de informações necessárias de forma automática e em tempo real.

Um sistema integrado não apenas facilita o processo, como também traz economia para os setores que façam uso desse tipo de plataforma.

O desafio dos Workflows

Apesar de muitas evoluções ao longo dos anos, um dos principais sonhos de consumo de um SAC de qualidade é a first call resolution que consiste, como o próprio nome diz, na resolução do problema já na primeira chamada. Para auxiliar nesse processo, espera-se de 2017 ferramentas de relacionamento que disponham de workflows que permeiem pelas diversas áreas da organização em questão a fim de serem poderosas o suficiente para atender às diversas situações de negócio. Em contraponto, espera-se essa efetividade de processo com uma funcionalidade que não exija o trabalho de um profissional técnico com conhecimentos específicos na área de programação (o que pode inviabilizar financeiramente o uso do CRM).

Invista em um relacionamento (ainda mais) social

Já era tendência nos últimos dois anos e ganha cada vez mais força e consolidação: a atuação forte nas redes sociais. O relacionamento das empresas em 2017 precisa dar condições para que se abram canais de comunicação nas diversas mídias sociais. Ignorar esses canais fará apenas com que haja menos controle sobre a percepção negativa do cliente. É importante entender ainda que quando o cliente se sente acolhido e tem sua indagação resolvida, ele tende a ser fidelizado e passa a advogar em favor da marca – revertendo algum problema de comunicação. Se sua empresa ainda não entrou nessa tendência, já está mais do que na hora.

Portanto, prepare-se – e a sua equipe – para construir relacionamentos cada vez mais sólidos com os clientes em 2017.

Ricardo Heidorn, CEO da Seekr, empresa brasileira de soluções em relacionamento digital.

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HID Global adquire Bluvision para expandir oferta bluetooth para o mercado de Internet das Coisas

A HID Global®, líder mundial em soluções confiáveis de identidade, anunciou que adquiriu a Bluvision, um dos principais provedores de baixa energia bluetooth (Bluetooth Low Energy – BLE) no mercado corporativo de Internet das Coisas.

A Bluvision é um provedor completo de ecossistemas IoT, oferecendo tecnologia de sistema de localização em tempo real, capacidade de localização baseado em presença e proximidade e soluções de monitoramento de condições, bem como infraestrutura de nuvem, gateways, balizas e software como um serviço (SaaS). A empresa se enquadra perfeitamente ao portfólio da HID Global e irá:

– Expandir os recursos de rastreamento de ativos em tempo real;

– Aumentar a capacidade de suprir o mercado de IoT com ofertas Bluetooth;

– Ampliar os serviços em nuvem da HID para controle de acesso e aplicativos relacionados.

“A Bluvision irá expandir as ofertas da HID Global com produtos BLE e nos ajudará a nos diferenciarmos ainda mais da concorrência”, disse Stefan Widing, presidente e CEO da HID Global. “Estamos ampliando nossa liderança em soluções IoT baseadas em BLE que criamos quando lançamos nossa solução de acesso móvel há dois anos. Com nossas soluções e tecnologias combinadas, a capacidade de nossos clientes de gerenciar ativos e pessoas dentro de edifícios aumentará significativamente.”

“Ao se tornar parte da HID Global, a Bluvision terá o apoio e a experiência para continuar conduzindo a tecnologia para o próximo nível da Internet das Coisas por muitos anos e acelerar nossos ciclos de inovação”, disse Jimmy Buchheim, diretor da Bluvision. “Compartilhamos uma visão comum com a HID Global para oferecer uma combinação inigualável de precisão, conveniência, segurança e escalabilidade que permite aos nossos clientes determinar a localização e a condição específica de ativos e pessoas em tempo real de maneira que anteriormente não era possível.”

A equipe da Bluvision se reportará a Marc Bielmann, VP & MD do negócio de Divisão de Tecnologias de Identificação dentro da HID Global. A adição de produtos da Bluvision expande o portfólio da HID Global de componentes RFID high-end e passivos (LF / HF / UHF) para BLE ativo. Além disso, a Bluzone da Bluvision oferece serviços em nuvem que estão bem alinhados com a estratégia de serviços de dados da HID Global. Bluvision continuará a manter suas operações em Fort Lauderdale, na Flórida.

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Stefanini e Kitado oferecem plataforma digital de cobrança de dívidas

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, e o Kitado, plataforma on-line e gratuita para negociação de dívidas, apostam em uma solução que proporciona um ambiente gratuito, didático e seguro para zerar os débitos com as principais instituições financeiras do país.

O Kitado tem como objetivo modificar a abordagem na cobrança de débitos, proporcionando um ambiente que ajude os brasileiros a saírem das dívidas de forma mais transparente, humana e conveniente. “O diferencial da plataforma está na combinação de tecnologia, dados e estratégia de comunicação que ofereçam uma experiência ao usuário nunca antes vista na indústria de cobranças, desconstruindo o modelo tradicional de ligações telefônicas, que, por vezes, pode constranger o cliente”, afirma Breno Barros, Head of Solution Center & Innovation da Stefanini. A parceria estratégica com o Kitado surgiu da segunda rodada do programa OpenStartups, com o propósito de levar inovação para os diferentes setores da economia.

O processo para liquidar as dívidas pela plataforma é simples: basta o cliente acessar o site do Kitado, selecionar com qual instituição financeira deseja negociar e, após um breve cadastro, o consumidor é direcionado para um canal de atendimento gratuito e on-line, no qual ele poderá escolher as melhores condições para quitar os débitos. São utilizadas avançadas técnicas de CRM e as melhores soluções de interação com clientes no ambiente digital.

Além de um aumento expressivo na recuperação de dívidas, a plataforma é customizada de acordo com o perfil de atuação da empresa. Desse modo, é possível atrair clientes que a empresa não consegue contato pelo modo tradicional – por telefone – e obter não apenas a redução significativa de reclamações, que muitas vezes, se sentem incomodados com cobranças em momentos inoportunos, mas também potencializar elogios e lealdade por parte dos consumidores, que se surpreendem com a sutileza e transparência neste novo processo de negociação.

De acordo com Paulo de Tarso, CEO do Kitado, a plataforma já atende importantes instituições financeiras do País, acumulando mais de 250 mil acordos e um total aproximado de R$ 270 milhões recuperados. Segundo o executivo, com essa nova abordagem é possível recuperar cerca de 10% a 20% dos créditos em um prazo de três meses. “Queremos que o consumidor se sinta à vontade para quitar o débito, recuperar o crédito e voltar a consumir de forma mais consciente, mantendo uma boa relação com os credores”, conclui Tarso.

Na prática:

• Empresa – realiza o upload da lista de devedores na plataforma Kitado.

• Stefanini e Kitado – fazem o uso intenso de ferramentas digitais para encontrar, atrair atenção dos clientes e engajá-los na jornada de reestruturação de suas dívidas.

• Cliente – dá preferência por negociar on-line por meio de interações personalizadas, acessa a página de negociação, especifica a empresa e informa como pretende quitar a dívida.

• Resultados – a negociação é acompanhada on-line e, quando finalizada, os resultados são instantaneamente transmitidos à empresa credora.

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Inovação: a melhor solução para inspirar seu time – Por Orlando Cintra

Entro e vejo todo o time aguardando o início da reunião. Missão: inspirar todos na sala para que tenham a motivação, energia e foco para atingir os resultados. Como? Explico por 25 minutos nossa estratégia, dados históricos, dados de mercado, como atingiremos nossas metas. Finalizo com um “teamwork é importante e nós venceremos”. Ufa, missão cumprida. Hum…será?

Pela linguagem corporal leio que o ponto alto de “inspiração” foi quando o café chegou na sala…nada positivo.

Mas o que saiu errado? Isto sempre funcionou! Sim, 10 anos atrás produzir um bom powerpoint com algum conteúdo já era uma inovação.

Agora, pare um momento. Vamos voltar e tentar novamente.

Entro e vejo todo o time. Começo explicando o motivo de estarmos ali, abro uma caixa e mostro nosso produto, “carro chefe” de vendas, colocando-o gentilmente em uma lata de lixo que possui uma placa “expira em 12 meses”. Motivo? Com a transformação digital, modelos disruptivos e startups surgindo todos os dias, nosso produto – motivo de orgulho e metas batidas todos os trimestres – vai simplesmente tornar-se obsoleto.

Bom, agora que tenho atenção de todos, precisamos inovar, e criar o novo produto “carro chefe” da era digital. Abro a segunda caixa, onde temos uma ideia do que será esta inovação. Demonstramos, real-time, o novo produto obtendo dados da internet, utilizando dados do nosso sistema de gestão interno e, como exemplo, fazemos com que 3 ou 4 smartphones de pessoas presentes na sala, de forma aleatória, receba insights sobre novos negócios que podem desenvolver com seus clientes, usando esta nova solução (afinal não teremos foco no produto, mas sim na experiência do cliente).

Olho agora para toda a sala, e vejo rostos imaginando este novo futuro, perguntando “mas por que não incluir também esta possibilidade nesta nova solução, afinal o cliente se surpreenderá com isto”. Ouço comentários como “Puxa, meu cliente vai se surpreender com isto”. Vejo pessoas realmente engajadas neste novo futuro que estamos criando, um futuro de Inovação, de um modelo de negócio disruptivo, um futuro que caminhe para a Transformação Digital.

E finalmente sinto que o time está realmente inspirado e junto comigo nos primeiros passos deste “novo futuro digital”.

Na era da digitalização, da Internet, do mundo online, não existe mais espaço para explicar uma idéia, um produto ou solução. O que o novo mundo anseia é por EXPERIMENTAR.

Quer testar este modelo? Use o UBER. Como foi a sua primeira experiência? Arrisco dizer que você não conhecia bem até experimentar. Outro teste? Deguste uma pizza feita em uma impressora 3D (uma pizza com sabores e formato definidos por você, na hora).

Recomendo que busque a inspiração do seu time usando a inovação para despertar esta experimentação e curiosidade. Criar um protótipo nunca foi tão fácil, rápido e barato. Experimentar uma ideia em 5 minutos vai criar um efeito inesquecível, muito diferente de uma apresentação de 40 minutos em powerpoint, além de acelerar o aprendizado e despertar interesse. Fazer seu time experimentar esta ideia provocará emoções, insights e eventualmente novas inovações em cima da ideia original. Tenha um propósito de negócio para a sua inovação. Inovação por inovação é só custo e perda de tempo, não faz sentido. Deve existir um propósito de negócio claro com ganhos – tangíveis ou intangíveis – para sua empresa ou instituição.

Não vista a carapuça de que sua empresa é conservadora, com um modelo de negócios que não vai mudar, com cabeças “antigas” demais.

Como verdadeiros líderes, vamos Inspirar através da Inovação. Promover experiências com um propósito de negócio. E com isto seremos agentes de inovação, começando uma faísca de algo que pode ser tornar muito maior dentro da sua empresa. Quem sabe, ser a principal fonte de receita dela nos próximos anos (ou meses?).

Pronto para inspirar?

Orlando Cintra, Vice Presidente Senior para Inovação e Plataforma Digital da SAP Brasil

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Scrum ou PMBOK, qual o melhor para minha empresa?

Os projetos podem ser definidos como um conjunto de ações temporárias com o objetivo de criar um produto, serviço ou algum tipo de resultado único. Ele é tido como temporário, pois tem um início e fim definidos. Além disso, é considerado único já que não se trata de uma operação de rotina, mas um conjunto específico de operações destinadas a atingir um objetivo específico.

Como tudo na vida, um projeto precisa de organização e parâmetros. Por isso, existem algumas práticas que definem a melhor forma de conduzir um trabalho, ou seja, o projeto. Duas dessas formas são o SCRUM e o PMBOK. Vamos ao conceito de cada um.

SCRUM

O Scrum é uma metodologia ágil usada para a gestão dinâmica de projetos. Ele é uma ferramenta que permite controlar as atividades, potencializando as equipes que trabalham em prol de um objetivo em comum. Nessa metodologia, os projetos são divididos em ciclos (Sprints). Esse último representa um Time Box dentro do qual um conjunto de atividade deve ser executado. As metodologias ágeis de desenvolvimento dividem o trabalho em iterações, que são chamadas de Sprints no caso do Scrum. Esta metodologia é essencial para muitas empresas atualmente, porque não apenas facilita a definição de objetivos, como também ajuda a cumprir os prazos estabelecidos.

PMBOK

O guia para o conjunto de conhecimentos de gerenciamento de projetos (PMBOK) pode ser considerada como um divisor de águas na história da gestão de projetos. De autoria do Project Management Institute (PMI) tem por objetivo abranger os principais aspectos contidos no gerenciamento de um projeto. O PMBOK faz uma padronização que identifica e conceitua processos, áreas de conhecimento, ferramentas e técnicas. Não é considerado uma metodologia, mas como já dito, um guia com as melhores práticas para atingir o bom desenvolvimento de um projeto.

Mas quando e qual a melhor forma de utilizar cada um no meu projeto?

Isso vai depender do escopo e do tamanho do seu projeto. Mas, antes de responder essa pergunta, vamos falar um pouco sobre o conceito de escopo.

O escopo descreve todos os seus produtos de um projeto, bem como, os serviços necessários para realizá-los e os resultados finais esperados. Além disso, o escopo descreve o que é preciso fazer para que alcance os objetivos. O escopo de um projeto divide-se em escopo do produto (descreve as características do produto final) e escopo do projeto (descreve o trabalho necessário para que seja entregue com as características especificadas). Em outras palavras, o escopo possui a abrangência das atividades do projeto e lista dos produtos ou entregas a serem fornecidos.

A administração do Escopo compreende o planejamento, a execução e o controle dos produtos ou entregáveis do projeto, ou seja, a administração do escopo define até onde o trabalho vai. O processo de planejar o escopo é feito em duas etapas: declaração (enunciado sucinto dos produtos que serão fornecidos) e detalhamento (relação minuciosa dos produtos que serão fornecidos).

Agora que já temos um embasamento sobre escopo, podemos responder quando utilizar o SCRUM ou o PMBOK de acordo com o tamanho e o tipo de escopo que tem o seu projeto.

Quando se fala em gestão de projetos , a referência não se atém apenas ao controle das ações e gerenciamento das equipes dentro de uma empresa, mas vai além, pois consiste em planejar, definir metas, acompanhar, dar suporte a equipe, mapear performances e identificar quais são os pontos que podem melhorar durante a execução do processo. A boa gestão de projetos depende da implantação de uma metodologia consistente de gerenciamento, metodologia essa que pode influenciar positivamente todos os setores da empresa, gerando resultados satisfatórios em todos os níveis organizacionais.

Mas, qual a melhor ferramenta de gestão para eu aplicar em minha empresa? Isso vai depender da sua realidade, do seu ramo de negócio e de vários outros aspectos. Sendo assim, quem pode responder qual a melhor ferramenta de gestão de projetos é o próprio gestor. A empresa deve definir sua metodologia, independente da escola (SCRUM ou PMBOK) e adotar as ferramentas que julgar importantes.

Fonte: netproject

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Twitter e Periscope lançam recurso para transmissão ao vivo de vídeos em 360º

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O Twitter e o Periscope anunciam uma nova maneira para que as pessoas descubram o que está acontecendo no mundo por meio das duas plataformas: os vídeos ao vivo em 360º. A partir desta quarta-feira, já será possível assistir às transmissões de alguns criadores e acompanhar os seus diferentes pontos de vista em tempo real, numa experiência muito mais imersiva. A Globo será a primeira parceria do Twitter na América Latina a experimentar a novidade, no ensaio para a final do The Voice Brasil.

Embora qualquer pessoa possa assistir aos vídeos ao vivo em 360º pelo Twitter e Periscope, a capacidade de transmiti-los estará inicialmente disponível apenas para um seleto grupo de parceiros, como celebridades e atletas. No decorrer dos próximos meses, o recurso estará acessível para qualquer usuário das duas plataformas em todo o mundo.

As transmissões ao vivo em 360º serão identificadas com um selo vermelho que traz a inscrição “LIVE 360”. Ao assistir, será possível movimentar ou tocar a tela do celular para alterar o campo de visão – tudo enquanto se vê o vídeo em tempo real.

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Empresas e governos: como sobreviver em 2017?

2017 chegou e as empresas encerraram o ano com a expectativa de uma recuperação econômico próxima. Depois da recessão prolongada e da dificuldade em retomar o crescimento, a retomada da força de serviços e produtos é esperança de estabilidade.

Independente do ramo de atuação de uma empresa, alguns investimentos são essenciais para começar o ano com o pé direito. Além de uma gestão cada vez mais eficiente, as organizações que tiverem um Plano de Continuidade de Negócios, o que envolve diretamente a área de Tecnologia da Informação, darão um passo à frente nos próximos meses.

Quem explica é o diretor da LTA-RH INFORMÁTICA, Alexander Barcelos, que alerta para as interrupções ou situações adversas que dificultam as operações das empresas e organizações públicas e privadas por um tempo muito além do que o previsto.

“Empresas privadas têm muito com que se preocupar neste sentido. Operações paradas são igual a prejuízo. Da mesma forma ocorre para as organizações públicas, agravando-se, ainda, com o fato de que o prejuízo destas não fica só na instância interna, mas atinge cidadãos, servidores, beneficiários. Afinal, se os sistemas do governo pararem ou forem atacados, informações de toda uma população estarão susceptíveis, serviços a muitas pessoas estarão indisponíveis”, revela o diretor.

Para ressaltar, ele lembra o caso do governo norte-americano quando do 11 de Setembro. Na época, muitos dados e sistemas foram destruídos, afetando serviços como os de previdência, água, esgoto e muitos outros. Tanto que há pouco tempo os EUA lançaram a Estratégia Nacional de Segurança do Espaço Cibernético (National Strategy to Secure Cyberspace, NSSC), visando a melhorar os planos de resposta a ameaças de Tecnologia.

Mas nem só de eventos trágicos se alimentam as interrupções de negócio.

“As paralisações podem acontecer por uma série de fatores como fraudes, falhas nos sistemas, desastres naturais e invasões maliciosas. Até mesmo uma falta de energia elétrica pode significar paradas, caso a empresa não esteja preparada. Na atual conjuntura, a organização que não possui um conjunto de ações preventivas e estratégias ágeis de contra-ataque permanecerá em crescimento lento ou quase nulo”, comenta Barcelos.

Barcelos explica que o PCN deve ser feito por uma empresa especializada, pois se modifica de acordo com a natureza do negócio. Muito embora possua conceitos únicos, as ações e estratégias se modificam conforme a necessidade de cada instituição.

“Quando montamos um plano dessa complexidade, devemos analisar, antes de qualquer coisa, o risco e as principais intercorrências que a empresa pode sofrer ao longo do tempo. Na infraestrutura de TI, por exemplo, é fundamental ter planos de contingência, garantir a redundância das estruturas de armazenamento e processamento. Desta forma, nenhuma organização, pública ou privada, ficará desassistida em caso de interrupção’, comenta o diretor.

A estrutura do Plano de Continuidade envolve um Plano de Contingência, um Plano de Administração ou Gerenciamento de Crises (PAC), um Plano de Recuperação de Desastres (PRD) e um Plano de Continuidade Operacional (PCO). Quanto mais eficazes esses tópicos estiverem, maior será a probabilidade de aumentar a produtividade e otimizar o tempo.

“É por isso que indicamos atenção e cuidado na hora de montar e organizar esse gerenciamento. Manter o serviço funcionando mais e melhor é uma forma inteligente de seguir ativo no mercado. A gravidade das consequências que as empresas sofrem com algumas paradas não é reconhecida até que elas causem um dano irreparável na organização podendo até decretar o fim dos negócios”, acrescenta.

Sendo assim, podemos afirmar que o PCN é um fator estratégico e indispensável para qualquer empresa, de qualquer tamanho e segmento. 2017 é um ano importante para que o Brasil recupere a força perdida e as empresas retomem o crescimento estagnado. Para ter sucesso nessa caminhada que vem pela frente (e que não será fácil), é necessário começar agora a investir naquilo que vai impulsionar o negócio.

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Unisys apresenta novo Vice-Presidente para o Setor Público na América Latina

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A Unisys Corporation(NYSE: UIS) anuncia a nomeação de Alejandro González Estrada como Vice-Presidente para o Setor Público na América Latina de Enterprise Solutions.

Alejandro fica baseado na Cidade do México e sob sua responsabilidade está a liderança da estratégia de crescimento para o setor de governo em toda a região. Além disso, na função de líder do país, Alejandro será responsável por conduzir as operações e dar suporte aos clientes existentes no México e apoiar a geração de novos negócios.

“Chego à Unisys em um momento muito importante, onde estamos renovando a nossa marca e fazendo investimentos em novos serviços e soluções em diferentes verticais de negócios, em busca de um crescimento sustentável na região. Para o setor público existe um grande desafio de transformação digital em vários países e estou certo de que vamos contribuir para que as entidades públicas possam cada vez mais mover-se em direção ao conceito de governo digital, para fornecer serviços mais eficientes aos cidadãos”, afirma González.

Alejandro tem mais de 20 anos de experiência na indústria de tecnologia, atuando em posições de destaque em empresas como IBM, Microsoft, Lenovo e SAP. Sua experiência de trabalho mais recente foi como Partner na empresa HOLIS – Soluções de TIC. O executivo é graduado em Administração de Empresas pela Universidade de Tecnologia do México (UNITEC) e tem especialização em Finanças pela mesma universidade.

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Volvo Cars inclui nos novos carros da Série 90 Skype for Business da Microsoft

Join Skype for Business meeting in a Volvo car

A Volvo anunciou que apresentará o Skype for Business, o aplicativo líder de produtividade colaborativa da Microsoft, para os novos carros da Série 90. A montadora sueca é a primeira empresa a lançar uma ferramenta de produtividade em veículos.

“Diversas pessoas já tentarem participar de conferências dentro do carro e, ao sentarem, se atrapalharam ao mexer no celular ou até mesmo deixaram cair, não é nada prático. Além disso, celular e direção não combinam. Com a adição do Skype for Business, todas essas questões irão melhorar”, disse Anders Tylman-Mikiewicz, vice-presidente de Serviços de Conectividade do Grupo Volvo Cars.

O Skype for Business é utilizado por milhões de pessoas no mundo. Nos novos carros da série 90 da Volvo, as pessoas serão capazes de ver as próximas reuniões, acessar os detalhes dos participantes e poderão entrar nas reuniões com apenas um clique, por meio da tela central.

“O Skype for Business representa um grande avanço para a nossa proposta de conectividade e comunicação dentro dos carros. Com o lançamento de veículos autônomos, a Volvo permitirá que as pessoas reduzam o tempo de suas jornadas no trabalho. Esta inovação irá nos permitir enxergar uma nova maneira de passar o tempo dentro dos carros “, disse Anders Tylman-Mikiewicz.

As diversas inovações da Volvo baseiam-se no desejo da montadora de facilitar e assegurar a vida dos seus clientes utilizando a mais recente tecnologia de forma inteligente.

Com a parceria da Microsoft, incluindo também a exploração do sistema Cortana, o assistente pessoal e inteligente da Microsoft, a empresa tem a intenção de agregar reconhecimento de voz e insights contextuais para apoiar a vida das pessoas ao prever ativamente suas necessidades.

“A Volvo Cars está liderando o caminho, pois reconhece que a natureza do trabalho é cada vez mais móvel. As pessoas precisam ser produtivas de qualquer lugar – incluindo seus carros “, disse Ben Canning, diretor de gerenciamento de produtos da Skype para a Microsoft. “Estamos animados ao proporcionar reuniões mais modernas para os clientes da Volvo.”

Trabalhar em conjunto com a Microsoft e a Ericsson, que fornecem soluções baseadas na nuvem para a Volvo Cars, faz com que a empresa sueca continue a desenvolver e fornecer serviços e recursos visionários para sua crescente base de clientes.

“O conceito de carro conectado é algo com que trabalhamos há anos na Volvo. Desde os aparelhos internos da década de 1980 e início da década de 1990, até a nossa funcionalidade de mãos livres com o Bluetooth®, compreendemos a importância de tornar a vida mais fácil para as pessoas que estão em movimento, mantendo um foco na segurança e minimizando a distração dos condutores ” Acrescentou Anders Tylman-Mikiewicz.

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Startup possibilita que estabelecimento tenha seu próprio aplicativo de delivery

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Startup lança aplicativo completo e acessível para bares, pizzarias, restaurantes, farmácias, distribuidoras de água , gás e outros negócios que oferecem serviço de delivery, o Delivery2me, onde é possível que o cliente realize pedidos através da plataforma.

O Delivery2me, diferente dos aplicativos já existentes no mercado que trabalham com o formato multiloja, tem como foco e diferencial fornecer um app exclusivo para cada restaurante somente com o pagamento de uma taxa de assinatura única e de manutenção mensal, com valores fixos e acessíveis, diferente dos aplicativos multiloja, que, além da taxa de assinatura e manutenção, cobram comissões sobre os pedidos realizados através de suas plataformas.

Lançado inicialmente em Fortaleza-CE, porém com clientes em São Paulo-SP e outros estados, a empresa inicia em 2017 seu plano de expansão nacional e internacional. A ideia do Delivery2me é que o estabelecimento tenha o app não só como um canal de vendas, mas como uma possibilidade de aumentar seus lucros e criar um canal de relacionamento com o cliente, através de atendimento personalizado, envio ilimitado de mensagens push e programas de fidelidade.

Com foco na usabilidade do cliente final, a Startup investiu em um layout moderno, privilegiando o destaque aos pratos e a facilidade no processo do pedido, aumentando a taxa de conversão do estabelecimento.

Outro diferencial do aplicativo, é que ele oferece módulos extras que otimizam e facilitam a administração dos pedidos, como o acompanhamento em tempo real da localização do entregador através do mapa.

Para mais informações, acesse o site da empresa: www.delivery2me.com.br e baixe o aplicativo de demonstração: http://onelink.to/d2medemo

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Recovery fecha parceria com Mercado Pago e é a primeira empresa do setor a aceitar pagamento eletrônico

A Recovery, empresa líder em gestão e administração de créditos em atraso, fez uma parceria com o Mercado Pago e passa a aceitar pagamentos eletrônicos nas renegociações de dívidas feitas pelo seu site. É a primeira empresa da área a aceitar pagamento por meios digitais.

Dentro da premissa de reinserção social e financeira dos clientes, a Recovery oferece soluções e formas de pagamento que caibam no orçamento para que o cliente consiga regularizar suas dívidas. “Trabalhamos para criar oportunidades para os consumidores que tiveram, em algum momento, a situação financeira comprometida, regularizar as pendências e voltar ao mercado financeiro. Negociação personalizada com valores que cabem no bolso já faz parte do nosso DNA, agora, facilitamos ainda mais com essa solução digital de pagamento”, explica André Calabró, diretor de Cobrança da Recovery.

Para Calabró, a parceria com o Mercado Pago favorece todos os usuários dessa solução de pagamento e abre mais uma oportunidade aos consumidores da Recovery, que investe sempre na comodidade dos clientes. Levantamentos do Mercado Pago indicam que o uso de pagamentos eletrônicos tem conquistado a preferência dos usuários em todas as classes sociais e faixas etárias.

“A empresa investe para que o nosso cliente possa escolher quando e como quer pagar e por qual canal quer negociar, seja pelo site, celular, aplicativo, telefone, chat ou presencialmente. Prezamos sempre pela comodidade, facilidade e relacionamento excelente com nossos clientes e desta forma queremos sempre inovar e garantir que todas as opções disponíveis no mercado estejam à disposição de nossos clientes em todos nossos canais”, acrescentou André Calabró. Para Celina Ma, gerente de Marketing do Mercado Pago, “o setor de créditos em atraso vem se aperfeiçoando nos últimos anos e a Recovery inovou ao adotar a solução de pagamentos do Mercado Pago, dando agilidade e facilidade para os clientes”.

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DocYouSign lista quatro motivos para empresas realizarem a transformação digital

A DocYouSign, empresa global líder em assinatura eletrônica de documentos, está ajudando milhares de empresas ao redor do mundo no processo de transformação digital, uma mudança de processos internos e externos que envolve muito mais do que apenas o departamento de tecnologia da informação (TI).

A adoção da transformação digital por uma empresa impacta positivamente no desempenho, na agilidade da tomada de decisões e na satisfação de funcionários e clientes. Mais de 250 mil empresas e 100 milhões de usuários em 188 países estão mudando a forma de fazer negócios com a DocYouSign ao enviar, assinar e gerenciar documentos e pagamentos – de forma 100% digital – a qualquer hora, de qualquer lugar e em qualquer dispositivo com confiança e segurança.

Entre os motivos que têm levado as empresas a buscar o processo de transformação digital estão:

1) Melhoria do fluxo de trabalho

Por meio de Big Data ou Business Intelligence, a coleta de dados relevantes pelas empresas e sua interpretação têm se tornado mais fácil e eficaz. Com isso, os negócios têm encontrado formas de otimizar seus fluxos de trabalho, além de estarem mais aptos a entender melhor as demandas dos clientes.

O grande volume de dados permite, ainda, comparar os rumos da empresa com as ações tomadas por seus concorrentes. Dessa forma, as tomadas de decisões são feitas de maneira mais clara e objetiva. Alguns dos recursos da transformação digital que permitem mais assertividade nas decisões passam por softwares de gestão e serviços cloud based.

2) Otimização da comunicação interna

Um dos motivos que justificam a otimização dos fluxos de trabalho das empresas que passam pela transformação digital é a melhoria da comunicação interna. Com o uso de serviços de armazenamento de dados e documentos na nuvem, os empregados podem acessar essas informações a qualquer momento, de qualquer lugar e simultaneamente.

Com a maior interação entre funcionários e colaboradores, as empresas ganham agilidade em suas transações e melhoram a forma como atenderão seus clientes, aumentando o nível de satisfação com os serviços prestados.

3) Ter mais transparência nas negociações

Além de mais ágeis, as transações têm se tornado mais transparentes. Ainda que estejam distantes, os protagonistas de uma negociação podem aproveitar os recursos tecnológicos para fechar acordos sem a dependência dos tradicionais processos burocráticos.

A assinatura eletrônica permite que documentos sejam enviados e assinados em questão de minutos, com a garantia de segurança e validade jurídica. Isso pode ser feito com os negociadores dentro da empresa, em casa ou mesmo em trânsito.

4) Atender melhor os clientes

Além de obter dados mais relevantes para entender os desejos do cliente, as empresas que se adaptam à transformação digital interagem melhor com seus consumidores e, consequentemente, oferecem melhores experiências do que seus concorrentes.

Com muitas ofertas e mais acostumados ao uso de dispositivos digitais, os consumidores esperam por serviços acessíveis em poucos segundos de busca. Seja com chats online ou por meio de aplicativos, as organizações melhoram a forma de atendimento, estreitam os laços com clientes e têm mais oportunidades de negócios.

“A transformação digital é o caminho para alcançar metas e resultados nos negócios, uma vez que esse processo é o resultado de ações contínuas e torna as empresas mais produtivas e competitivas em seus mercados”, explica Marco Américo, vice-presidente de Operações da DocYouSign para a América Latina.

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Cinco erros mais comuns na hora de reformular um site

Por Rafael Damasceno

A decisão de uma empresa em reformular o seu site, seja ele um e-commerce, um guia de notícias ou apenas um portal para apresentar uma prestação de serviços, deve partir de um objetivo principal que é o de gerar vendas e contratações. Objetivo esse que muitas vezes se perde no caminho, seja por falta de atenção ao que realmente importa, por focar os esforços de equipe e verba em alterações que pouco afetarão a decisão de compra do cliente ou até mesmo de não testar as alterações que podem dar muito errado.

Diante disso, listei os cinco erros mais comuns que encontro na hora de reformular um site:

1 – Otimizar visando o aumento de tráfego e se esquecer da conversão: visita é custo. E um dos erros mais comuns são de empresas que utilizam todo o seu esforço, tanto de colaboradores, quanto de verba, apenas para conseguir mais tráfego. É preciso pensar no que vem depois que o cliente é atraído, pois se o possível cliente não tiver uma boa experiência, não há marketing que faça ele voltar. Neste caso, é essencial pensar e planejar todo o site e o caminho em que ele irá percorrer. Não caia na vaidade de focar apenas nas métricas de engajamento, nem sempre ter mais visitantes resulta em um maior faturamento;

2 – Publicar alterações sem testes: imagine uma empresa que anuncia a reestruturação do seu site e após alguns dias, descobre que o antigo gerava melhores taxas de conversão. Enquanto assiste as vendas caírem, essa empresa percebe que o novo site, mais bonito, não é funcional. Sim, isso existe e é muito comum. É importante fazer e rodar todos os testes possíveis. Testes A/B, em que o modelo atual e o alterado do site são exibidos cada um para uma parcela de quem o acessa, podem dar uma visão inteligente de todas as correções que devem ser feitas antes do lançamento;

3 – Copiar o concorrente sem saber se ele entende o que está fazendo: olhar e monitorar seus concorrentes pode te dar sinais de caminhos e movimentos de mercado. Porém, na hora de cuidar do seu site, saiba que cada um deles possui sua personalidade e, principalmente, seu contexto próprio. Evite copiar seus concorrentes, é como colar em uma prova sem saber se o seu colega estudou;

4 – Cuidado com o efeito do hall de cinema: pesquisadores descobriram que, independente das ações promocionais que os donos de cinema implementavam em seus halls para influenciar as pessoas a assistirem um determinado filme, nada disso conseguia influenciar seus frequentadores na escolha. A razão para isso é o fato de que a maioria das pessoas escolhe qual filme assistir antes mesmo de chegar ao cinema. Ou seja: decorar o hall do cinema é uma ação de marketing pouco útil. Algo semelhante acontece em vários sites quando os responsáveis por eles acreditam, sem embasamento confiável, que se uma determinada área for “melhorada”, suas conversões irão aumentar. Entretanto, é muito comum descobrir, tarde demais, que tal área exercia pouca ou nenhuma influência no processo de decisão do cliente. Consequentemente, independente da melhoria feita ali, praticamente nenhum resultado será notado nas conversões do site. Ou seja: perda de tempo e dinheiro;

5 – Quem acessa via mobile pode ter um objetivo diferente: muitos sites recebem a maior parte de seus acessos de usuários utilizando aparelhos celulares. Porém, o que mais vejo por aí, são sites que cometem o grave erro de apenas se adaptarem para navegação mobile através dos layouts chamados “responsivos”. Sites que conseguem ter uma alta performance em mobile, costumam ter um site próprio modelado exclusivamente para celulares, totalmente independente de sua versão “normal” para desktops. Portanto, entenda e ofereça a melhor experiência para aquilo que o seu usuário procura independente de qual plataforma ele utiliza.

Rafael Damasceno, CEO da Supersonic, empresa 100% focada no aumento das taxas de conversões de sites

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Atento anuncia pagamento antecipado de US$ 30 milhões em debêntures brasileiras

A Atento S.A (NYSE: ATTO), a empresa líder em serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócio (CRM/BPO) na América Latina e um dos três maiores provedores a nível mundial, anunciou que realizou uma amortização antecipada de US$ 30 milhões (R$ 100 milhões) de suas debêntures brasileiras, em 26 de dezembro de 2016. Essa iniciativa reduz o saldo de principal das debêntures brasileiras para US$ 155 milhões (R$ 513 milhões), em 26 de dezembro de 2016.

Maurício Montilha, CFO da Atento, comentou que, como destacado em novembro, durante a call de resultados da companhia, a empresa previu pagar antecipadamente US$ 30 milhões de suas debentures brasileiras, além do pagamento programado de US$ 32 milhões, durante o quarto trimestre fiscal. “Essa redução da dívida é mais um passo positivo na estratégia para melhorar o balanço e o custo do capital, de maneira gradual, e para aumentar a flexibilidade financeira da Atento. Com esta amortização antecipada das debêntures, nós reduziremos nossa despesa de juros, no exercício fiscal de 2017, em US$ 5,8 milhões antes de impostos, ou US$ 0,05 por ação em base ajustada. Esta antecipação foi possível graças ao nosso compromisso com a alocação disciplinada de capital e rigorosa gestão do capital de giro, visando melhorar o fluxo de caixa livre antes dos juros”, afirmou o executivo.

“Além disso, estamos satisfeitos pelo fato de a Fitch Ratings ter reafirmado recentemente seus ratings para a Atento Luxco (´BB’/Stable) e Atento Brasil (‘AA- (bra)’/Stable), reconhecendo a geração positiva de caixa da Atento e a redução da alavancagem no médio prazo”, complementa Montilha.

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Por que é importante realizar testes com usuários?

Por Tatiane Lima

Atualmente, proporcionar a melhor experiência aos clientes é uma prioridade para as empresas. Afinal, uma sensação positiva ao utilizar os produtos de uma marca, sem dúvida funciona como uma ferramenta de fidelização e no mundo digital não seria diferente. Criar um aplicativo ou plataforma que chame a atenção do usuário e se torne fundamental em seu dia a dia são os principais desafios para as grandes marcas e seus desenvolvedores, designers e gestores de projetos.

Mas, como podemos saber se as nossas soluções fazem sentido, se não validarmos isso diretamente com o usuário que de fato vai usar o produto? Por isso, a realização de testes é muito importante para entender, o mais rápido possível, se a ferramenta desenvolvida está indo na direção certa ou não.

Existem diversos métodos quantitativos e qualitativos para se obter feedbacks dos usuários. Um deles é o teste de usabilidade, onde se observa o comportamento das pessoas enquanto utilizam um determinado aplicativo ou plataforma. A escolha do grupo é feita de acordo com o perfil do público alvo da marca.

Entre os benefícios de adotar esta prática se destaca a aquisição de um conhecimento mais específico para o time de designers e desenvolvedores em relação ao público alvo da marca, ou seja, os futuros usuários do novo produto digital, o que ajuda nas tomadas de decisão porque considera os contextos de uso. Dessa forma, tempo e esforço são otimizados para a atualização de versões que proporcionem melhor experiência ao seu público.

Outra vantagem é que o produto que sua empresa desenvolve terá melhores chances de ser aceito pelos clientes, o que aumenta as oportunidades de sucesso do negócio. Além disso, a prática constante de testes com os usuários beneficia também os profissionais dos times envolvidos, que passam a ter experiência com os mais diferentes tipos de projetos, ideias de mudança e evolução nas soluções de design e desenvolvimento.

Ao abraçar esta técnica, empresas, marcas e gestores estarão convidando os usuários, seus clientes, a co-produzirem suas soluções digitais. Conhecerão suas dores, seus anseios e sua forma de enxergar as coisas. Em outras palavras, irão exercitar a empatia o que garante melhores chances de sucesso para a solução digital.

Tatiane Lima, UX designer na HE:labs, empresa especialista em inserir grandes marcas na nova era digital.

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Ebit: Vendas de Natal somam R$ 7,7 bilhões em 2016, alta de 3,8% em relação ao ano anterior

As vendas de Natal totalizaram R$ 7,7 bilhões no e-commerce em 2016, representando crescimento nominal de 3,8% ante o mesmo período do ano passado, aponta o monitoramento da Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico nacional. O tíquete médio também foi maior, fechando em R$ 463, alta de 10,3% na comparação com o mesmo período de 2015. O volume total de pedidos ficou abaixo do apurado no ano anterior (-5,9%), com 16,6 milhões de encomendas, o que não chegou a impactar no faturamento total.

Para este levantamento, a Ebit considerou as vendas de bens de consumo realizadas em lojas virtuais no período de 15 de novembro a 24 de dezembro. As vendas da Black Friday, realizada em 25 de novembro, que totalizaram R$ 1,9 bilhão, estão, portanto, incluídas e correspondem a 25% do faturamento total.

“As expectativas que se confirmaram positivas com relação à Black Friday não se estenderam para todo o período do Natal. As vendas natalinas foram mais concentradas nos dias da Black Friday e consequentemente esfriaram nas semanas seguintes. Outra questão relevante foram os indicadores macroeconômicos que apresentaram redução da confiança do consumidor nos últimos dois meses e, em contrapartida, o aumento da incerteza com relação à economia brasileira. Isso refletiu diretamente nas vendas do varejo restrito, incluindo o e-commerce”, disse Pedro Guasti, CEO da Ebit.

O Natal é o principal período do ano para o varejo eletrônico. O crescimento da Black Friday, especialmente nos últimos três anos, também consolidou a data como a mais importante do calendário brasileiro para compras. As vendas da Black Friday corresponderam a 30% do total de novembro e foram 16 vezes maiores do que a média diária de 01 a 20 de novembro.

De acordo com o monitoramento Ebit, as categorias mais vendidas em volume de pedidos na época do Natal foram:

1. Eletrodomésticos
2. Moda e Acessórios
3. Telefonia / Celulares
4. Cosméticos e Perfumaria / Cuidados Pessoais / Saúde
5. Casa e Decoração

Monitaramento Ebit – Natal 2015 2016 Crescimento nominal (%)
Faturamento R$ 7,4 bilhões R$ 7,7 bilhões 3,8%
Pedidos 17,6 milhões 16,6 milhões -5,9%
Tíquete Médio R$ 417 R$ 463 11,0%

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Centro de Pesquisas da GE no Brasil exporta solução de Internet Industrial

Parte importante da transformação da GE na maior empresa digital industrial do mundo, o Centro de Pesquisas Global da companhia no Brasil se dedica a desenvolver soluções que otimizem a comunicação entre máquinas e pessoas para eliminar novos e antigos obstáculos e identificar oportunidades. O resultado desse trabalho é a primeira exportação de tecnologia desenvolvida pela unidade, que levará o conceito de fábricas inteligentes para Aberdeen, na Escócia.

“O time de pesquisadores da GE no Brasil explora o conceito de Big Data na automação da indústria, otimizando resultados de diferentes segmentos. Desde o ano passado, trabalhamos em um sistema capaz de rastrear e localizar ativos em tempo real em uma fábrica. O projeto piloto rodou em uma unidade da GE no interior de São Paulo e agora estamos exportando o mesmo conceito tecnológico para duas plantas da GE Oil & Gas, na Escócia”, explica Marcelo Blois, líder da área de Software & Analytics do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil.

O software irá monitorar e localizar as ferramentas que circulam entre as fábricas de Aberdeen e Montrose – cidades que ficam a cerca de uma hora de distância –, o que pode causar desde perdas até tempo ocioso de equipamentos na linha de produção à espera desses ativos. A expectativa é que, a partir de 2017, a nova tecnologia traga um benefício de £ 1,2 milhão por ano para as duas unidades juntas. “A solução da GE é o primeiro passo para que a cadeia de produção trabalhe de forma completamente conectada, possibilitando que a indústria atinja um novo patamar por meio da Internet Industrial”, afirma Blois.

Os primeiros testes foram iniciados em outubro deste ano na área de Test & Assembly da planta de Aberdeen, que produz equipamentos subsea como árvores de natal e cabeças de poço. A previsão é que a tecnologia seja completamente implementada no início do próximo ano e passe a funcionar em todos os departamentos das duas fábricas.

Aplicabilidade no Brasil

No Brasil, a tecnologia vem sendo utilizada para monitorar em tempo real os materiais em processo da unidade da GE Oil & Gas em Jandira (SP), proporcionando um controle de inventário muito mais ágil. “Cada ordem de produção aberta na fábrica significa ter quantidades diferentes de 20 a 30 componentes sendo processados dentro da planta. Antes do software, o inventário dos materiais em processo (WIP) era feito fisicamente, ou seja, contados de um a um, parando a unidade por três dias todos os anos”, esclarece Wilson Pedroni, gerente da planta de Jandira da GE Oil & Gas.

A planta do interior de São Paulo, que rastreia cerca de 4 mil ativos, agora é capaz de reduzir o tempo de inventário dos materiais em processo para um único dia, economizando aproximadamente US$ 300 mil por ano. Além disso, a análise do posicionamento e tempo de permanência das peças nos diferentes lugares da fábrica podem indicar gargalos nos processos fabris e apontar oportunidades de melhorias.

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É possível construir um “negócio da China” aqui no Brasil?

Por Zhen Zhang

Enquanto a China é o segundo país com maior quantidade de empresas unicórnio – aquelas de capital privado e que valem mais de 1 bilhão de dólares -, outros países, como o Brasil, lutam diariamente para serem os próximos a despontar e crescer nesse ranking, atraindo capital e desenvolvimento para a região. Talvez por isso o termo “negócio da China” seja tão utilizado por aqui como sinônimo de sucesso.

Desde que cheguei ao Brasil, em 2012, foram inúmeras as vezes que me perguntaram se estou aqui para fazer um “negócio da China”, e minha resposta é sempre a mesma: O mercado brasileiro, apesar de ter cerca de 7 vezes menos pessoas que meu país de origem, tem potencial para acolher dezenas de unicórnios que venham a surgir e nos mais diversos segmentos. Sendo assim, quem souber empreender no país oferecendo soluções que esse público precisa vai conseguir criar um negócio bilionário, seja ele da China, do Brasil, da Índia ou qualquer outra nacionalidade.

Na verdade podemos dizer que o que mais contribui hoje para o sucesso de um empreendedor, além de seu esforço e dedicação diários, é a experiência que traz em sua bagagem de vida pessoal e profissional e a facilidade de se adaptar com agilidade a diversas situações, algo muito valorizado por investidores asiáticos. Até meus 18 anos vivi em uma pequena cidade na China, mas assim que pude eu saí para conhecer o mundo e afirmo que essa experiência de conviver com diferentes culturas e aprender a pensar fora da caixa contribui muito para o sucesso do empreendedor.

Por ser espacialmente e culturalmente tão distante da China, a América Latina sempre foi uma região que me atraiu. Quando tive a oportunidade de fazer um intercâmbio internacional a partir da faculdade que eu cursava na Itália, o Brasil foi minha primeira opção, diferente do restante da turma de classe que preferiu instituições europeias ou nos Estados Unidos. Quando acabei meus estudos, decidi ficar aqui. Além de ter sido conquistado pela cultura e pelo povo, eu via muitas oportunidades de negócio no mercado brasileiro e desde então tenho desenvolvido soluções que facilitem o cotidiano do usuário de tecnologia.

Mesmo que atualmente o país esteja com sua economia estagnada e tenha uma população inferior à da China ou da Índia, o Brasil se apresenta como um local propício para o surgimento de empresas gigantes de tecnologia. Isso porque a renda per capita nacional é mais alta do que os países citados e o povo brasileiro realiza muitas transações online e via cartão de crédito. Já em outros países às vezes é necessário educar o consumidor e criar a cultura de compra online.

Esse comportamento do brasileiro cria o cenário ideal para o crescimento de novos negócios digitais e é nisso que me baseei para criar a Mobocity. Muitas startups brasileiras têm surgido nos últimos anos e o nível de profissionalismo só tem crescido, assim como o mercado B2B tem se preparado para elas. Já temos associações, coworkings e mídias especializadas nesse segmento, o que ajuda a criar uma base de sustentação para os empreendedores. Portanto afirmo que é só questão de tempo até começarem a surgir os primeiros unicórnios.

Zhen Zhang, empreendedor chinês, CEO da Mobocity, startup criada no Brasil e com equipe nos dois continentes.

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