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Nasce a V.tal, empresa de rede neutra com a maior infraestrutura de fibra ótica do Brasil

V.tal é a marca da primeira empresa de rede neutra de conectividade fim a fim do mercado brasileiro. A companhia, criada a partir da separação estrutural dos ativos de infraestrutura de fibra da Oi, lançou hoje oficialmente seu posicionamento de marca, com campanha de mídia voltada para empresas de telecomunicações, oferecendo soluções de rede neutra FTTH fim a fim e serviços de atacado. O posicionamento institucional define a V.tal como viabilizadora de uma rede de alta velocidade para operadoras e provedores de internet, permitindo a otimização dos investimentos, a expansão dos negócios com rápida entrada no mercado e evitando a redundância de construção de infraestrutura, que tipicamente ocorre no segmento de telecomunicações.  

A companhia já nasce provendo infraestrutura para as principais operadoras de telecomunicações do Brasil, grandes conglomerados internacionais e mais de 260 provedores regionais de todo país. A V.tal tem investimentos previstos de mais de R$ 30 bilhões até 2025, que serão garantidos por uma nova estrutura de controle. Com a maior infraestrutura de fibra ótica do país, cerca de 400 mil km, será a primeira empresa de rede efetivamente neutra com conectividade fim a fim e se diferenciará por ter uma rede capilar, robusta e com atuação nacional. “A V.tal será uma empresa de referência no mercado nacional e tem ambição de contribuir para o ecossistema que vai inserir o Brasil no mapa dos países mais digitalizados do mundo”disse o Chief Commercial Officer da nova operação, Pedro Luiz Arakawa, acrescentando ainda que a companhia será também um player importante para a rápida expansão do 5G no Brasil, trazendo mais investimentos e mais desenvolvimento regional“Nossa proposta é atender as mais diversas empresas de telecomunicações, das operadoras aos provedores regionais, ajudando a expandir a oferta de banda larga de altíssima velocidade em todo o Brasil”, explicou Arakawa.

A V.tal será futuramente controlada por fundos de investimento do Banco BTG Pactual, após a conclusão do processo de transferência de participação de controle, atualmente com a Oi, que envolve as devidas aprovações do CADE, ANATEL e outras aplicáveis. Esse processo foi iniciado a partir da homologação do BTG como vencedor do processo competitivo conduzido pela Oi para a venda do controle de sua operação de infraestrutura de fibra. De maneira a garantir a neutralidade para todos os seus clientes mesmo antes da conclusão desse processo, a empresa já conta com operação comercial, governança e administração apartadas das demais operações da Oi (“Chinese Wall”), assegurando sua atuação em conformidade com a regulamentação e normas do mercado. Após o fechamento da operação de alienação de controle, os fundos de investimento do BTG assumirão a responsabilidade pela gestão da companhia, e a Oi permanecerá como acionista minoritária e importante cliente da empresa. A previsão é de que a operação esteja concluída até o fim de 2021.

Para Rodrigo Abreu, CEO da Oi, o processo de mudança de controle da companhia possibilitará a expansão acelerada da fibra óptica no Brasil. “A criação da V.tal como operação neutra materializa a visão de separação estrutural proposta em nosso plano de transformação e permite o início de um novo ciclo de crescimento da infraestrutura de telecomunicações no país”, acrescentou.

A campanha da V.tal, que será veiculada em mídia impressa e plataformas voltadas ao segmento de telecomunicações, traz o posicionamento de uma empresa viabilizadora de um mundo cada vez mais digital. Foi desenvolvida pela agência de publicidade Artplan São Paulo e reforça os atributos de robustez, qualidade e capilaridade da nova companhia, além da neutralidade da rede. A marca representa esse conceito: o “V” caracteriza a velocidade, a via, o caminho por onde passam as conexões; o “i” invisível, mas sonoro, remete aos atributos da fibra, presente no dia a dia das pessoas muitas vezes de forma imperceptível, mas que é absolutamente fundamental. E a sílaba “tal” traduz o digital e o virtual, as conexões essenciais no mundo contemporâneo. A V.tal quer ser reconhecida por sua evolução tecnológica constante, capaz de atender as diferentes demandas do mercado com visão de longo prazo, em uma relação de parceria e confiança com seus stakeholders.

Apesar de ainda representar um segmento novo no Brasil, as redes neutras já são realidade no setor de telecomunicações no mundo. Adotado em vários países, como Itália, Espanha, Reino Unido, Suíça e Austrália, este modelo permite que as operadoras e provedores expandam suas operações sem a necessidade de investimentos intensivos em infraestrutura e foquem na excelência do atendimento e no lançamento de soluções inovadoras para o consumidor final, que inclusive facilita a entrada de novos players. “Fora do Brasil, por exemplo, vimos empresas de energia elétrica incluindo ofertas de banda larga via fibra para seus clientes por meio do uso de redes neutras”, lembrou Arakawa.

“A V.tal tem a infraestrutura digital nas suas veias e se destacará por ter processos de integração ágeis com as operadoras e provedores, foco na satisfação dos seus clientes, um amplo portfólio que irá muito além da fibra e acima de tudo, por ter um time apaixonado e extremamente comprometido em levar ultra banda larga para as mais diversas cidades do Brasil”, concluiu.

DHL Express adquire 12 aviões elétricos

A DHL Express, líder em armazenagem, distribuição e serviços expressos, firmou parceria com a Eviation, fabricante global de aeronaves totalmente elétricas com sede na área de Seattle, para a aquisição de 12 aviões Alice e-Cargo totalmente elétricos. Com isso, parte da frota da DHL operará com zero emissão de carbono. A Eviation espera entregar as aeronaves elétricas à DHL Express em 2024.

“Acreditamos firmemente em um futuro com logística de emissão zero”, disse John Pearson, CEO da DHL Express. “Por isso, nossos investimentos sempre seguem o objetivo de melhorar nosso compromisso com o meio ambiente. Em nosso caminho para operações logísticas limpas, a eletrificação de cada modo de transporte desempenha um papel crucial e contribuirá significativamente para nossa meta geral zero emissões até 2050. Fundada em 1969, a DHL Express é conhecida como pioneira na indústria da aviação há décadas. Encontramos o parceiro perfeito na Eviation, pois eles compartilham nosso propósito e, juntos, decolaremos para uma nova era da aviação sustentável. ”

O Alice é tripulado por um único piloto e possui capacidade para transportar até 1.250 kg, com alcance máximo de até 815 quilômetros. A nova aeronave irá operar em todos os locais atualmente atendidos por aviões a pistão e turbina. Os motores elétricos avançados do Alice têm menos peças móveis para aumentar a confiabilidade e reduzir os custos de manutenção. Seu software operacional monitora constantemente o desempenho do voo para garantir a eficiência ideal.

“Desde o primeiro dia, estabelecemos uma meta audaciosa de transformar a indústria da aviação e criar uma nova era com aeronaves elétricas”, disse o CEO da Eviation, Omer Bar-Yohay. “A parceria com empresas como a DHL, que são líderes em transporte sustentável, é uma prova de que a era da eletricidade está chegando. Este anúncio é um marco significativo em nossa busca para transformar o futuro dos voos em todo o mundo. ”

A aeronave é ideal para rotas de fornecimento e requer menos investimento em infraestrutura de estação. O Alice pode ser abastecido por meio de sua fonte de energia, durante as operações de carregamento e descarregamento, garantindo tempos de resposta rápidos e entregas eficientes. A DHL Express, planeja construir várias redes de abastecimento para o Alice com emissão zero nos EUA, tendo a Califórnia como provável ponto de início das rotas.

“Meus cumprimentos à Eviation pelo desenvolvimento inovador da aeronave Alice totalmente elétrica”, disse Travis Cobb, EVP Global Network Operations and Aviation da DHL Express. “Com o alcance e a capacidade do Alice, temos uma solução fantástica e sustentável para nossa rede global que será direcionada para operações na costa sudeste e oeste dos Estados Unidos. Nossa aspiração é fazer uma contribuição substancial na redução de emissões de carbono e esses avanços em frota e tecnologia irão nos ajudar a  alcançar essas metas. Para nós e nossos clientes, este é um passo muito importante em nossa jornada de descarbonização e um avanço significativo para a indústria de aviação como um todo.”

Com inovação, desempenho e sustentabilidade como seus norteadores, a Eviation está criando uma nova era na aviação com a aeronave totalmente elétrica. Alice foi projetado especificamente para que possa ser configurado para carga ou passageiros e está a caminho de seu primeiro voo ainda em 2021. 

“Na próxima vez que você solicitar um pacote sob demanda, verifique se ele foi entregue com uma aeronave de emissão zero como a DHL fará”, disse o presidente executivo da Eviation, Roei Ganzarski. “O Alice está permitindo que a DHL estabeleça uma operação limpa, silenciosa e de baixo custo que abrirá maiores oportunidades para mais comunidades começando aqui mesmo nos Estados Unidos.”

A descarbonização de suas operações é um dos principais pilares do novo roteiro de sustentabilidade do Grupo Deutsche Post DHL, anunciado no primeiro trimestre de 2021. O Grupo está investindo um total de 7 bilhões de euros (Opex e Capex) até 2030 em medidas para reduzir suas emissões de CO2. Os recursos irão, em particular, para a eletrificação da frota de entrega de última milha, combustível de aviação sustentável e edifícios neutros para o clima. No caminho para a meta de emissões zero até 2050, que já existe há quatro anos, a empresa está se comprometendo com novas e ambiciosas metas intermediárias. Por exemplo, como parte da renomada Science Based Target Initiative (SBTi), o Deutsche Post DHL Group está comprometido em reduzir suas emissões de gases de efeito estufa até 2030, de acordo com o Acordo Climático de Paris.

FlexPag abre vagas de emprego em Recife

Fintech cresceu 400% em transações em 2020 e expande atuação nacional

Em um Brasil que bateu o recorde de desemprego devido à pandemia da Covid-19, a FlexPag, fintech de meios de pagamentos, segue na contramão deste cenário e anuncia a abertura de vagas de emprego em Recife. As oportunidades são para as funções de Desenvolvedor JAVA e Gerente DEV. Os interessados devem enviar currículo com o nome da vaga no título do e-mail para o endereço recrutamento@flexpag.com .

Para a função de Desenvolvedor Java, é necessário o conhecimento para Java 11, Spring boot, Angular e Postgresql. Já para a função de Gerente DEV, é exigido o conhecimento em gestão de equipes, Java 11, Spring boot, Angular e Postgresql.

Todas as vagas oferecem salário atrativo, além de pacote de benefícios com Vale Alimentação, Plano de Saúde, Plano Odontológico, Auxílio Educação, Auxílio Creche, Gympass, PLR e Reembolso Lentes.

Fintechs em alta

A crise econômica causada pela pandemia da Covid-19 não abalou o setor de fintechs, que em 2020 viveu o melhor ano da história em termos de investimento. Juntas, as startups financeiras brasileiras captaram 1,9 bilhão de dólares ao longo do ano, conforme dados do levantamento mensal Inside Fintech Report, realizado pelo Distrito Dataminer. O valor superou os resultados de 2019, que foi de 1,1 bilhão.

Segundo dados do FinTech Report 2020, do DISTRITO, existem hoje 742 startups financeiras no Brasil: um aumento de 34% em relação à 2019.

Esse crescimento é uma consequência de diversos fatores, sendo os dois principais: lacunas em nichos do mercado e o boom da digitalização no País. Praticamente 100% das soluções fornecidas pelas fintechs são digitais, tornando o negócio totalmente escalável.

Pesquisa aponta que desenvolvedores brasileiros querem continuar trabalhando remotamente

Com a pandemia de Covid-19, muitos profissionais passaram a trabalhar de forma remota. Na área de TI, essa movimentação foi ainda mais intensa. Passado mais de um ano de isolamento social, uma pesquisa com profissionais de tecnologia aponta que 86,58% dos desenvolvedores preferem trabalhar de forma remota, 6,88% no modelo híbrido e 6,54% de forma presencial. Além disso, mais de 60% preferem o modelo de contratação CLT e cerca de 20% freelancer. O levantamento foi realizado pela Vulpi, plataforma de soluções de HR Tech, com mais de 30 mil desenvolvedores de todo o país.

A pesquisa teve como objetivo compreender melhor o mercado de desenvolvedores, o que incluiu traçar o perfil profissional e entender as suas preferências, levantando informações como estado, idade, gênero, estado, grau de escolaridade e senioridade, além de faixas salariais. “É essencial ter esse conhecimento, principalmente porque a demanda por profissionais da área é muito maior do que há disponível. A empresa que foca só no lado salário, sem fortalecer a cultura da organização, vai continuar sofrendo com o rouba-monte dos profissionais”, comenta Fellipe Couto, CEO e fundador da Vulpi.

De acordo com o levantamento, a maioria dos profissionais de TI da base está concentrada nos estados de São Paulo (35,40%), Minas Gerais (21,21%) e Rio de Janeiro (8,93%). Em relação à formação, 35,15% possuem graduação completa, 25,46% não completaram a graduação, 15,40% estão cursando a graduação, e 14,16% possuem pós-graduação.

Quanto à senioridade, 36,30% são juniores, com salário de R$ 2.520,72; 22,65% são estagiários, com remuneração de R$ 1.656,20; 21,54% são plenos, com ganhos de R$ 4.804,76; 15,38% são seniors, com salário de R$ 9.624,06; e 4,13% são especialistas, com remuneração de R$ 11.215,89. Outro ponto identificado no levantamento foi o aumento no número de mulheres na área, que passou de 10,59%, em 2019, para 16,57%, em 2021.

A pesquisa também perguntou sobre a empresa do sonho para se trabalhar. As dez primeiras colocadas foram: Google, Nubank, Microsoft, Facebook, IBM, Amazon, Apple, Inter, iFood e Totvs. “Com esses dados, é possível desenvolver e aplicar metodologias que sejam mais adequadas à realidade do perfil dos desenvolvedores, atraindo e retendo esses profissionais, com fit cultural e técnico com as empresas”, completa Couto.

Segundo dados do Relatório Setorial de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), produzido pela Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais), até o ano de 2024, a demanda de profissionais de tecnologia no país será de 70 mil e, atualmente, por ano, o Brasil forma 46 mil profissionais com perfil tecnológico.

5 lições que a pandemia trouxe para o empreendedorismo feminino

O Brasil soma mais de 30 milhões de mulheres empreendedoras até o momento, segundo dados do Global Entrepreneurship Monitor. Esse total corresponde a quase metade do mercado empreendedor (48,7%), e cresceu 40% só em 2020, conforme dados da Rede Mulher Empreendedora.

“Sem dúvida, esses dados são positivos a partir de um ponto de vista mais geral, afinal apontam para um crucial avanço da mulher como protagonista de suas histórias e de seus próprios negócios. Porém, é muito importante olhar mais atentamente ao que está por trás disso, justamente para construirmos um futuro melhor para a força feminina empreendedora no Brasil”, pontua Alessandra Andrade, vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo e idealizadora e gestora do FAAP Business HUB.

O aumento expressivo do número de empreendedoras desde o início da pandemia se deu, principalmente, por necessidade. Recebendo salários menores ou mesmo perdendo seus postos por conta da crise, muitas mulheres acharam no empreendedorismo a possibilidade de obter renda e garantir o sustento da casa e da família.

Transformação e potencialização

“Vale ressaltar que as empreendedoras, em sua maioria, são mulheres comuns, que lutam e batalham todos os dias pelo nosso Brasil”, pontua Alessandra. “Elas também lutam pelos seus sonhos e pela possibilidade de transformá-los em potentes realidades, mesmo tendo que lidar com inúmeras dificuldades.”

Diante das profundas, inesperadas e rápidas mudanças que a pandemia trouxe, quais lições podem ser tiradas para a construção, concretização e sucesso de mais negócios liderados por mulheres?

1) Adaptação

Segundo pesquisa do Sebrae realizada em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV) em agosto de 2020, em análise de pequenos negócios fundados por homens e mulheres, as empreendedoras demonstraram capacidade de se adaptar mais rapidamente diante das medidas de isolamento social: passaram a utilizar mais as vendas online e ofertaram mais produtos e serviços que os empreendedores.

2) Inovação

De acordo com o mesmo estudo, as empreendedoras demonstraram mais agilidade na adoção de estratégias de inovação nos negócios durante a pandemia. 11% das empreendedoras entrevistadas afirmaram ter inovado em seus negócios durante a crise, enquanto 7% dos homens declararam ter feito alguma mudança voltada à inovação.

3) Conectividade

O estudo também levantou outro diferencial entre os negócios analisados: 71% das mulheres usaram e ainda usam redes sociais, aplicativos e a internet para comercializar seus produtos e serviços, enquanto 63% dos homens usaram e usam essas ferramentas.

4) Resiliência

As mulheres empreendedoras são mais resilientes e têm visão mais humanizada do negócio. Essa é uma constatação do estudo “Empreendedoras e seus negócios 2020: recorte dos impactos da pandemia”, da Rede Mulher Empreendedora.

5) Criatividade

O estudo da RME também apontou que, durante a pandemia, elas optaram pela mudança de estratégias ao invés de cortar custos. Dessa forma, os empreendimentos se mantiveram abertos, inclusive com planos de crescimento.

“Quando um empreendimento feminino, seja qual for seu tamanho, resiste às crises e se mantém em pé, com boas perspectivas para o futuro, isso é algo a ser profundamente celebrado e valorizado pela sociedade”, finaliza Alessandra.

Com foco em ESG, jornada de coinovação do SAP Labs tem duas empresas brasileiras

Duas empresas brasileiras estão entre as participantes da edição 2021 da SAP Innoweeks, evento anual de coinovação realizado pelo SAP Labs Latin America para desenvolver soluções tecnológicas inteligentes para desafios de negócios reais de empresas da região. Além das brasileiras São Martinho e Suzano, participam do desafio o Instituto de Tecnologia de Monterrey, do México, Universidade de Antioquia, da Colômbia, e as produtoras de alimentos San Miguel, da Argentina, e Laive, do Peru. Com temática dedicada à agenda ESG (ambiental, social e governança), as soluções vencedoras serão reveladas no dia 12 de agosto.

Cada empresa participante apresentou um desafio para ser avaliado e solucionado a partir de tecnologias emergentes disponíveis no universo SAP, como big data, analytics, internet das coisas (IoT) e inteligência artificial. Para chegar às soluções propostas na maratona de coinovação, as equipes participantes recebem o apoio de especialistas do SAP Labs. Os desafios vão do engajamento de comunidades e melhoria de governança em temas socioambientais a otimização da estrutura de suporte à mobilidade e acesso à informação adaptada em instituições universitárias, entre outros.

“Nesta edição, optamos por trazer o sucesso recorrente da SAP Innoweeks para os desafios de sustentabilidade do mundo real, quebrando barreiras e mostrando como a agenda ESG está intimamente conectada à vida das pessoas. Em parceria com nossos clientes, fomentamos a criação de soluções inovadoras capazes de otimizar as operações das empresas e, consequentemente, elevarem sua produtividade com base na sustentabilidade”, afirma Matheus Souza, Chief Digital Transformation Officer do SAP Labs Latin America.

BossaBox apresenta Jessica Muniz como nova sócia

A BossaBox, primeira empresa a operar por squad-as-a-service no Brasil, apresenta Jessica Muniz como nova sócia. Na empresa há mais de dois anos, a executiva chega com o desafio de continuar procurando as melhores pessoas para compor o time da startup, aumentar a diversidade e garantir que elas estejam no lugar ideal para alcançar sua performance.

Jessica Muniz é formada em Administração de Empresas pela FGV com passagem pela universidade HEC Paris, uma das mais importantes escolas de administração do país. A profissional entrou na BossaBox na fundação da empresa, como estagiária, e ajudou a consolidar a estratégia de crescimento até chegar na liderança de operação, como Head of Operations. Com experiência nas áreas de consultoria, financeiro e indústria de consumo e serviços, Muniz espera apoiar o progresso da startup e aumentar o impacto que a BossaBox tem na experiência dos clientes.

“Nesta nova fase, espero conseguir, através da liderança, promover o ‘sentimento de dono’ na equipe e apoiar o desenvolvimento individual de cada um para continuarmos crescendo na velocidade que precisamos e promovendo o impacto para as três vertentes que atendemos: clientes, prolancers e pessoas colaboradoras”, destaca Jéssica.

A BossaBox, tem como principal fundamento a cultura de inovação e visa disseminar conceitos como Economia da Paixão e Futuro do Trabalho. A empresa acredita que o poder de transformar o mundo está nas mãos das pessoas e, por isso, tem como missão o empoderamento de profissionais, como foi com a Jéssica, que começou estagiária e se tornou sócia. “Acreditamos na cultura e na qualidade da experiência do talento como base para o sucesso. A inovação é o futuro e investir nas pessoas é a forma mais eficiente de entregar projetos direcionados à necessidade do cliente e desenvolver times de alta performance”, finaliza André Abreu, CEO da BossaBox.

Mercer cria programa de consultoria para gestão de talentos em startups

O setor de startups fechou 2020 com investimentos de cerca de R﹩ 20 bilhões, mostrando resiliência em um ano bastante desafiador para a economia em geral, de acordo com dados da empresa de inovação aberta Distrito. Na verdade, a pandemia obrigou muitas empresas a adotarem a digitalização de processos e as startups acabaram tendo papel crucial nessa adaptação. Para ajudar o segmento nessa fase de crescimento acelerado, a Mercer, líder global de consultoria em carreira, saúde, previdência e investimentos, lança uma série de ofertas voltadas exclusivamente para as startups.

Desenvolvidos com metodologia ágil, os serviços incluem o desenho de planos de cargos e salários, estratégias de curto e longo prazo, planos de incentivo para a força de vendas e outras estratégias de premiação que fazem parte do pacote de remuneração dos funcionários de startups. Para Joaquim Patto, diretor da Mercer Brasil, a disputa pelos melhores talentos e o interesse em captar investimentos ou abrir o capital fazem com que as startups procurem a expertise de consultorias como a Mercer para promover a profissionalização da gestão de seus recursos humanos.

“À medida que crescem e ganham maturidade, as startups precisam de suporte para atrair e reter os profissionais mais inovadores e qualificados. Para isso, é necessário que as recompensas – principalmente os incentivos de longo prazo – estimulem a construção de uma parceria entre os profissionais e a startup, visando seu crescimento futuro”, explica o consultor.

Metodologias e valores personalizados

Os serviços ofertados pela Mercer para atender ao mercado de startups foram concebidos levando em conta as particularidades dessas empresas jovens, inovadoras e com modelos de negócios não tradicionais. “Desenvolvemos novas metodologias para esse contexto. Processos que normalmente levariam de três a seis meses em grandes multinacionais agora podem ser realizados em duas semanas”, afirma Patto. “Os custos são adequados à realidade das startups, pois demandam menos horas de trabalho, já que é possível reunir ao redor de uma mesa todos os que têm poder de decisão”.

Uma das primeiras startups a utilizar o novo serviço da Mercer foi a Semantix. Já subiu de patamar e hoje é uma das referências no país em Big Data, Analytics e Inteligência Artificial. “Somos uma empresa de alta tecnologia e nosso principal desafio no início era atrair e manter talentos. Contar com o apoio da Mercer, no desenvolvimento de um projeto que contemplasse a atração, desenvolvimento de pessoas e plano de retenção foi fundamental nessa jornada. Esse suporte tem sido fundamental para o sucesso da empresa. Temos orgulho de ser uma das primeiras companhias do programa”, conta Leonardo Santos, CEO e fundador da empresa.

Segundo Santos, essa jornada na atração e gestão de pessoas é mais simples para empresas conhecidas e tradicionais do mercado, mas acaba não sendo uma realidade para empresas recém-estabelecidas. “Contar com a experiência da Mercer faz diferença para se estabelecer, desenvolver e seguir um bom caminho para companhias que buscam crescer, atrair investidores, abrir capital e, quem sabe, virar unicórnios”, conclui.

Além de implementar novos processos e formatos de trabalho, a Mercer utiliza seu profundo conhecimento sobre as melhores práticas de RH e as estratégias de remuneração em vigor no mercado para recomendar aquelas que fazem mais sentido para a realidade do negócio de cada startup.

“A profissionalização da gestão de pessoas e o desenvolvimento de uma estrutura de governança sólida é fundamental para essas jovens e promissoras empresas que desejam receber aportes e ganhar projeção internacional”, finaliza Patto.

Entre as 150 maiores de TI do Brasil, Connectcom torna-se CTC e adota conselho consultivo

A Connectcom, uma das 150 maiores empresas de TI do país, anuncia a mudança de sua marca para CTC e a adoção de um conselho consultivo. As decisões refletem a valorização da governança corporativa pela companhia, bem como a expansão dos negócios de serviços com automação, processos com RPA e Inteligência Artificial.

Com 27 anos de atuação e faturamento de R$ 150 milhões por ano, o objetivo da CTC é apoiar cada vez mais empresas no processo de transformação digital, de ponta a ponta. “Hoje, temos cerca de 1.300 colaboradores e uma carteira de mais de 100 clientes de grande porte, como Claro, PagSeguro, L’Óreal, Porto Seguro, Latam, Hospital Oswaldo Cruz, entre outros. Estamos em um processo de transformação acelerada e a função do conselho será a de apontar os melhores caminhos”, afirma Valter Lima, CEO da CTC.

O novo conselho consultivo é composto por Cláudia Cohn (CEO do Dasa), Fábio Rios (sócio da Knewin), Sergio Marques (ex-diretor executivo da Globo Ventures) e José Moura (sócio-fundador da Connectcom).

CTC

A marca CTC retoma a história da Connectcom, que tem uma forte atuação em TI e desenvolvimento de soluções desde o início do mercado no Brasil, e aponta para o futuro próximo, de automação de processos por inteligência artificial. A sigla representa o DNA da empresa, que é respirar tecnologia: Connectcom Technology Company.

Aquisições

De olho no mercado de healthcare, a CTC adquiriu, no ano passado, a Interaktiv, especialista no desenvolvimento de soluções eficientes para web e mobile com foco em hospitais, laboratórios e planos de saúde, reforçando sua atuação no segmento de saúde.

Neste ano, a empresa também anunciou a compra da Klink, startup especialista em processos inteligentes, em um negócio de R$ 19 milhões. Com isso, ampliou sua atuação em AI, machine learning e robotização.

A CTC também tem forte atuação em instituições públicas, a exemplo de Caixa Econômica Federal, Ministério Público Federal, Polícia Federal, Petrobras e BNDES.

Conheça as oito startups selecionadas pelo BTG Pactual para o novo Batch #8 do boostLAB

Foram escolhidos negócios que possam ter sinergia com o roadmap de produtos do banco

O boostLAB, hub de negócios para empresas tech do BTG Pactual (BPAC11), apresenta as startups escolhidas para participarem da oitava edição de seu programa de potencialização, que conta com a parceria da ACE Startups. Com volume recorde de inscrições, o banco selecionou oito scale-ups. São elas: Dattos, Diretrix, Galax Pay, Iu Pay, Jota, Kor Solutions, Linker e Parcelex (leia ao final do comunicado um resumo sobre as startups).

Com 471 inscritas neste Batch, o programa já potencializou 53 startups, sendo que 70% delas já fizeram negócios com o Grupo. “O nosso objetivo é sermos o Banco do ecossistema Tech na América Latina. Entendemos as dores do mercado e estamos criando soluções para atender cada vez mais essas demandas”, destaca Frederico Pompeu, head do boostLAB. Dentre as verticais, o banco oferece diversos produtos financeiros como linhas de crédito, investimento, auxílio para fundraising, entre outros.

Em 2021, o boostLAB foi premiado pelo terceiro ano consecutivo como um dos melhores centros de inovação financeira do mundo (Best Financial Innovation Labs) pela revista Global Finance. O prêmio, que está em sua nona edição, busca reconhecer entidades que regularmente identificam novos caminhos e projetam novas ferramentas para o mercado financeiro. Esse foi o terceiro ano em que o prêmio elegeu os melhores laboratórios de inovação financeira do mundo, sendo o boostLAB o único centro do Brasil a figurar na lista ao longo dos 3 anos.

Conheça as oito scale-ups escolhidas pelo boostLAB:

Dattos – Automatizamos processos de batimentos de dados de qualquer área da empresa (contábil, fiscal, custódia, backoffice, tesouraria, RH). Lidamos com altos volumes de dados.

Diretrix – A Diretrix é uma empresa de Big Data Analytics com foco em Risco (subscrição de Risco) e Crédito (motores de crédito). Desenvolvemos produtos e disponibilizamos serviços que atendam às necessidades dos mais diversos segmentos de mercado.

Galax Pay – O Galax Pay é uma plataforma especializada em gestão de pagamentos recorrentes que oferece soluções de cobrança via cartão de crédito, boleto bancário e Pix.

iU Pay – Fundada por um grupo com larga experiência no mercado de tecnologia financeira e de pagamentos móveis,a iU Pay é uma empresa de inovação e tecnologia para o setor de meio de pagamento.

Jota – O JOTA oferece inteligência e dados para um público profissional que precisa tomar decisões estratégicas constantemente com base nas movimentações dos três poderes.

Kor Solutions – A solução da KOR é capaz de negociar incontáveis processos jurídicos ao mesmo tempo, na forma que for mais conveniente à parte contrária, seja por e-mail, SMS, WhatsApp ou através do nosso próprio sistema.

Linker – O Linker é um banco digital focado em ajudar os pequenos e médios negócios através da oferta de produtos financeiros transacionais, como cartões físicos e virtuais, transferências, pagamentos de contas, serviços de cobrança, etc.

Parcelex – A Parcelex é um credor financeiro de empréstimos a prestações para os consumidores utilizarem no ponto de venda para financiar uma compra. Seu primeiro produto é uma solução de pay-over-time-through- “boletos-OR-pix” para e-commerces.

Para conhecer mais sobre o boostLAB e acompanhar os lançamentos acesse o site https://www.boostlab.com.br/ e siga as redes sociais do banco.

PMEs: 5 passos para acessar o mercado de capitais

Antes aparentemente restrito a grandes corporações, o mercado de capitais se torna cada vez mais acessível às PMEs, que vêem nas ofertas de debêntures, empréstimos diretamente de investidores com taxas mais baixas que dos bancos, e FDICs, fundos que aplicam em títulos de créditos formados por contas a receber de empresas, alternativas para aumentar o capital de giro. Esse foi o caso da startup de HaaS – Hardware as a Service Plugify, especializada em simplificar o onboarding de novos funcionários e a gestão da infraestrutura de TI para empresas de todos os portes, que foi uma das primeiras startups do Brasil a entrar neste mercado captando R$ 32,6 milhões em debêntures para investir na ampliação dos parques de TI neste ano após já ter captado outros R$ 10 milhões no ano passado.

O cofundador Alexandre Gotthilf afirma que teve muita dificuldade ao entrar no mercado de capitais. “Parecia ser algo muito complexo e que envolvia apenas grandes players e centenas de milhões de reais por operação. Mas após pesquisar e conhecer alguns investidores, fui aprendendo na prática”, afirma.

Paula Mendes Caldeira, cofundadora da Plugify, reuniu os principais aprendizados na captação de mais de R$ 40 milhões em debêntures nos últimos 12 meses e listou os cinco passos iniciais para a PME que deseja acessar esse mercado pela primeira vez. Confira:

1 – Monte um bom time de assessores
De acordo com Paula, uma estratégia para a PME que deseja acessar o mercado de capitais é montar um bom time de assessores que darão suporte para a captação. Esse time deve ser formado por um coordenador da oferta, um assessor jurídico, um agente fiduciário, um auditor e um escriturador mandatário. É importante escolher assessores diligentes, experientes e, se possível, com marcas fortes. Sempre pedir o trackrecord dos assessores e ver se já assessoraram captações de empresas com perfil parecido com a sua PME.

“Bons assessores facilitam a captação pois devido a experiência e renome já terão livre acesso a investidores. Além disso, emissão de dívida é sobre confiança – quanto melhores os assessores, menor o risco percebido e potencialmente mais baixo juros requerido pelos investidores (ou seja, menor o custo para a PME emissora)”, aponta.

Um porém aqui, é que às vezes um assessor muito bom é mais caro – fica a dica de negociar um preço mais barato nessa emissão em troca do compromisso de contratar o assessor a preço de mercado nas próximas emissões. O importante é não cair na armadilha de escolher um assessor só porque é mais barato – essa escolha é um exemplo clássico do barato que pode sair muito caro.

2- Identifique perfis de investidores mais aderentes ao seu negócio
A executiva afirma que depois de escolher os assessores e antes de começar a levantar dinheiro, é preciso que o coordenador da oferta, identifique junto com a PME quais são os perfis de investidores mais aderentes ao seu modelo de negócio, setor e tamanho do negócio. O empreendedor também precisa saber qual o tamanho do cheque mínimo que o investidor costuma fazer – se a dívida é de R$ 10 milhões, mas o investidor só desembolsa no mínimo R$ 20 milhões, não adianta perder tempo falando com esse player.

Um “nice to have” é sempre falar com investidores estratégicos – players que podem agregar algo estrategicamente no negócio (contatos comerciais, experiência com business parecido, etc.). No caso da Plugify, acabamos escolhendo fundos de crédito e multi-family offices, que tem apetite para dívida de empresas high-growth e com perfil de receita recorrente. Também optamos por casas com experiência em startups e que gostam de bater bola sobre nossos planos e dia-a-dia.

3 – Garanta a qualidade da sua apresentação e de relatórios financeiros
Oferecer um reporting bem estruturado pode ser decisivo na hora da captação. Segundo Paula, é preciso dedicar de três a seis meses na preparação da casa e elabore um bom reporting de modo que demonstre organização e domínio sobre as informações financeiras, visão de negócio e até projeções.

É muito importante ter um pitch deck com time, problema e solução, explicação das linhas de receita, dados de crescimento de receita e inadimplência, estrutura de garantias e projeções de BP, DRE e fluxo de caixa da empresa para os próximos anos com a dívida. Também é importante antes do processo ter em mãos todas as demonstrações financeiras históricas (de preferência, auditadas), estatuto social, acordo de acionistas, contratos assinados com clientes e uma planilha com as projeções financeiras para os próximos anos considerando a dívida.

No caso da Plugify, foi criado um data room no Docsend, onde foram colocadas todas essas informações e foi gerado um link de acesso para cada investidor. Haverão muitos e-mails com perguntas e respostas para investidores, e dessa forma o envio de informações fica mais organizado e leva menos tempo para os dois lados. Além disso, esse site mostra quais investidores estão acessando as informações e quando, o que aumenta a visibilidade do empreendedor sobre o engajamento do investidor, além de facilitar o follow up.

4 – Invista no relacionamento com potenciais investidores
Com o perfil dos investidores em mãos, é hora de traçar estratégias para chegar até eles. Primeiramente, Paula sugere listar os investidores numa planilha e os pontos de contato em cada investidor (nome, cargo e e-mail).

O objetivo é marcar uma primeira conversa para se conhecerem, pois o investidor precisa sentir conforto com a empresa e o inverso também é muito importante. O empresário deve apresentar a história e o propósito da empresa, o time (muito importante mostrar a qualidade e comprometimento do time), a visão do negócio, os números atuais e desafios e projeções dos próximos 1-5 anos. Lembre-se que a chave é passar segurança e criar um relacionamento de confiança.

Depois disso, organização é chave para fazer a captação dentro de um prazo que preserve o caixa da empresa. Usamos o Trello para criar um card para cada investidor onde colocamos a data da primeira reunião, os feedbacks e preocupações de cada um e todos os pedidos de envio de materiais. É muito importante sempre mandar as informações pedidas e fazer follow-ups rápido para manter o interesse do investidor.

Finalizada a captação, o cuidado no relacionamento deve ser mantido. É importante apresentar com periodicidade os KPIs projetados versus realizados e ter muita transparência nos dados da empresa. Consistência, transparência e comunicação com os investidores desde cedo vão fortalecer a relação com o mercado e garantirão captação de dívidas cada mais eficientes – mais baratas e mais longas, que tendem a ser melhor para a PME.

5 – Tome as rédeas do processo
Para a cofundadora da Plugify, no começo, é natural não entender tanto sobre o mercado de capitais, mas é preciso estudar e perguntar aos assessores até ter um grande conhecimento ao ponto de se sentir confortável para discutir com investidores mesmo quando os assessores não estiverem presentes, porque isso vai acontecer. Portanto, mesmo com os assessores corretos contratados, não seja coadjuvante, tome as rédeas do processo. A dívida é da empresa, que deve ditar as regras, isto é, levar para o mercado a tese da forma considerada justa e escutar do mercado se tem interesse comercial. Se houver negativa, alguns conceitos precisam ser ajustados para retomar as negociações. Ao tomar as rédeas e apresentar a tese para os potenciais investidores diretamente, com apoio dos assessores, é possível encurtar o tempo do processo e se certificar de estar promovendo as melhores condições para o negócio. É fundamental ser sempre transparente com o mercado e escutar os feedbacks das conversas informais com os investidores.

Atualmente a Plugify atende empresas de todos os perfis e tamanhos com milhares de desktops, notebooks, tablets e smartphones alocados. O objetivo é auxiliar empresas na implementação da infraestrutura de TI necessária para garantir a produtividade dos negócios. Por meio de assinaturas, oferece equipamentos com tecnologia de última geração, que já incluem ferramentas de dashboards, controle e planejamento para dar mais suporte ao desenvolvimento dos trabalhos.

FGV: Pesquisa mostra que 66% das MPEs têm baixa maturidade digital

Pesquisa produzida pela FGV Projetos em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) sobre a maturidade digital das micro e pequenas empresas (MPEs) revelou que dois terços das empresas (66%) situam-se entre os dois níveis iniciais de maturidade digital. As analógicas somam 18%; e outras 48% são emergentes, ou seja, promovem esforços para se digitalizar, mas ainda possuem estrutura e modelos de negócios tradicionais. Nos níveis mais avançados da escala estão as empresas consideradas intermediárias (30%) e as líderes digitais (4%).

O relatório da pesquisa demonstra que as práticas e estratégias de transformação digital ainda são pouco consolidadas entre as MPEs. O cenário de crise, provocado pela pandemia da COVID-19, empurrou para o universo digital empresas que pouco atuavam neste ambiente e que foram obrigadas a se adaptar. A mudança não representou, necessariamente, a aceleração da maturidade digital das empresas, que se viram forçadas a competir em outra arena de negócios sem as ferramentas necessárias para tal. Além de ser um requisito indispensável à sobrevivência das empresas e à geração de receitas, o aumento da maturidade digital das MPEs – que respondem por 30% do PIB, mais de 90% dos empreendimentos e mais de 50% dos postos de trabalho – pode melhorar os níveis de produtividade e de competitividade brasileiros.

A média de desenvolvimento tecnológico e digital das MPEs é de 40,77 pontos, em uma escala de 0 a 100, segundo mostra a pesquisa. O setor de serviços tem pontuação mais alta, com média de 43,73 pontos, seguido do industrial, com 40,49 pontos; e do comércio, com 36,75 pontos. A pontuação média das empresas na escala de maturidade digital considerou cinco objetivos para os quais foram calculadas as devidas pontuações. São eles: conectar e engajar clientes (44,41 pontos); gerar mais valor para os clientes (37,53); construir uma organização orientada a dados (39,20); estabelecer novas bases de competição, no qual as empresas obtiveram a pontuação mais baixa (35,01), traduzindo a dificuldade em se adaptar ao universo on-line e em criar modelos de negócios mais inovadores e digitais. Por fim, inovar mais rápido e colaborativamente, com a maior pontuação (47,72), o que demonstra que as empresas estão se abrindo a novas possibilidades e adotando práticas de inovação mais ágeis e colaborativas;

A pesquisa concluiu que, para 38% das empresas, o maior entrave para a transformação digital é a falta de recursos; a dificuldade em conseguir acessar pessoas/fornecedores com capacidade de ajudar na transformação digital é o principal obstáculo para 14% dos entrevistados. Apenas 6% apontam resistências a mudanças por parte de diretores e gerentes. A pesquisa também identificou que 68% dos empresários estão abertos a participação em programas de aceleração da maturidade digital para transformar seus negócios.

Os dados da pesquisa foram extraídos a partir de 2.572 respostas de empresas nacionais (65% delas são microempresas e o restante é do segmento de pequeno porte) no período de março a maio de 2021. A amostra possui representatividade nacional e setorial, com um total de respondentes de 1.176 do setor de serviços, 804 do setor de comércio e 537 do setor industrial. Todos os respondentes considerados nesta pesquisa são do setor privado.

Covid-19: logística e segurança são cruciais para distribuição de vacinas

Mais de 4 bilhões de doses de vacinas contra a covid-19 foram administradas globalmente até o final de julho, e menos de 30% da população mundial recebeu, pelo menos, uma dose da vacina. Apenas 14,4% está totalmente vacinada, segundo levantamento do Our World in Data.

Para garantir que as vacinas e todos os suprimentos médicos necessários sejam distribuídos corretamente, a Maersk, empresa líder global em logística integrada de contêineres e membro do Grupo A.P. Moller, está desempenhando um papel importante em todo o mundo.

A empresa apoia a iniciativa Global Vaccine Logistics Distribution, com priorização em soluções para distribuição internacional de vacinas e suprimentos relacionados em nome da Covax Facility, uma iniciativa mundial que visa o acesso equitativo às vacinas contra a Covid-19 dirigidas por Gavi, Vaccine Alliance, Coalition for Epidemic Preparedness Innovations (CEPI) e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

De acordo com Hristo Petkov, chefe global de Pharma & Healthcare Vertical da Maersk, a distribuição de vacinas Covid-19 está ganhando velocidade em todo o mundo. Enquanto a Maersk no setor de logística está apoiando a implementação, é essencial observar algumas limitações, como a pressão sobre o transporte aéreo e o transporte marítimo logístico. O transporte terrestre vem desempenhando um papel importante, conforme esperado desde o início do planejamento da distribuição da vacina.

Ao mesmo tempo, os colaboradores apoiam a iniciativa Global Vaccine Logistics Distribution para covid-19, visando a distribuição internacional e nacional de vacinas e suprimentos relacionados à Covax Facility.

Além disso, é necessário garantir o fornecimento de itens de prevenção e controle de infecções (IPC) e equipamentos de proteção individual (EPI), bem como suprimentos de laboratório e diagnóstico, oxigênio, equipamentos médicos e medicamentos. A partir disso, a Maersk desempenha um papel vital no transporte de EPIs em todo o mundo.

Como a pandemia ainda está evoluindo em algumas regiões do mundo, cepas novas e mais contagiosas pioraram a situação consideravelmente, levando a bloqueios prolongados e ampliados. “Sabemos que as cadeias de frio farmacêuticas são altamente complexas e precisam mitigar o risco a todo custo para manter a integridade dos produtos. Os clientes querem controle, flexibilidade e transparência. Eles exigem a capacidade de mudar o modo de transporte em caso de desvios ou interrupções, para garantir a distribuição segura e oportuna de seus produtos”, diz Petkov.

“Mesmo que a capacidade global de frete tenha aumentado e atualmente seja superior aos níveis de 2020, a capacidade geral de frete aéreo continua a ser impactada e está abaixo dos níveis registrados para o mesmo período em 2020, confirmando o impacto contínuo no frete aéreo. As taxas aumentaram em qualquer lugar entre o dobro e o quíntuplo. Algumas rotas foram gravemente atingidas e, embora algumas companhias aéreas estejam começando a retomar os serviços parciais, a capacidade ainda é limitada”, explica.

Segundo ele, mais da metade de todas as vacinas serão produzidas ao nível regional. Consequentemente, haverá uma grande demanda por transporte terrestre. Há um volume extremamente alto de caminhões com temperatura controlada transportando as vacinas Covid-19, geralmente fornecidos por especialistas locais ou organizados ao nível governamental, com alto uso de caixas com temperatura controlada.

Existem restrições em cada etapa da cadeia de abastecimento, e uma das etapas mais cruciais diz respeito à escassez de contêineres marítimos. Além disso, existem desafios para a dinâmica e atrasos portuários devido à falta de pessoal, inspeções alfandegárias, déficit de navios adicionais, taxas crescentes e restrições de distribuição interna — fatores que adicionam complexidade ao transporte marítimo.

Os problemas existentes da cadeia de suprimentos estão relacionados a um problema impactado por muitas variáveis, resultando em uma queda na confiabilidade dos cronogramas globais. Essa situação não afeta a distribuição de vacinas contra a covid-19 diretamente, mas cria desafios para a distribuição de suprimentos médicos.

Ameaças de cibersegurança

Existem riscos crescentes em relação à segurança da cadeia de suprimentos e ameaças à segurança cibernética contra empresas envolvidas na produção e distribuição da vacina contra a covid-19. As cadeias de suprimentos farmacêuticas já estão entre as mais regulamentadas, seguras e protegidas de qualquer setor. Um registro de temperatura ausente pode resultar na quarentena da carga.

“Garantir o transporte, armazenamento e entrega seguros de cada remessa de produtos farmacêuticos é fundamental para garantir a integridade do produto e a segurança do paciente. É importante evitar qualquer interrupção no processo de entrega e proteger a integridade das vacinas em seu caminho para os pacientes”, afirma Petkov.

“Nós, da Maersk, levamos todas essas questões a sério em nossos esforços para garantir que todos os suprimentos da Covid-19 cheguem com segurança às unidades de saúde, médicos e pacientes em todo o mundo”, conclui.

Ethereum passa por atualização que tornará moeda deflacionária

Nesta quinta (5), a Ethereum passa por uma atualização que tornará a moeda deflacionária. A proposta de melhoria 1559 (EIP-1559), também chamada de “hard fork London”, deve também reduzir taxas para os investidores.

A moeda começa a ter agora um princípio de ativo deflacionário, o que é característica do bitcoin, e que vai colaborar para a Ethereum subir tanto em valor de mercado como em capitalização”, afirma Tasso Lagoespecialista em criptomoedas e fundador da Financial Move .

Por volta das 8h desta quinta, o ETH avançava 5,47%, cotado a US$ 2.637,68, acumulando alta semanal de 13,84%.

As criptomoedas já são uma realidade dentro do mercado financeiro e muitos investidores tradicionais estão cada vez mais atentos aos movimentos deste universo que envolve ativos digitais.

Quando se fala em criptoativos, o grande destaque é o bitcoin, pioneiro neste ramo por ter conquistado aceitação tanto do varejo como também adoção institucional sob a forma de reserva de valor em carteira de investimentos e também por sua empregabilidade como meio de pagamento.

A entrada do bitcoin no mercado financeiro gerou oportunidades também para a expansão de novos projetos de criptomoedas como é o caso do Ethereum, considerado a “prata” do mercado e que está conquistando ganhos expressivos desde a sua introdução em 2015.

Sob a sigla ETH, o Ethereum obteve uma valorização em sua cotação de mais de 300% neste ano de 2021. O protocolo Ethereum também se utiliza da tecnologia blockchain para validar as transações, garantir a segurança e evitar fraudes, assim como ocorre no bitcoin.

Para Tasso Lago, especialista em criptomoedas e fundador da Financial Move, o Ethereum possui a rede mais descentralizada no mercado, o que garante maior segurança em todo o processo. “Há diversos projetos que se hospedaram na blockchain do Ethereum, como o Augur (rede de apostas sem dono), Maker Dai (moeda que visa manter seu valor o mais próximo possível de um dólar), Uniswap (corretora descentralizada), entre outros“, complementa o especialista.

Hilab e Pantest anunciam parceria internacional

Com o propósito de reinventar a tecnologia médica, criando soluções que ajudam a democratizar o acesso à saúde em todo o mundo, a Hilab , healthtech especialista em exames laboratoriais remotos, anuncia sua chegada em Portugal por meio da parceria com o laboratório Pantest , fabricante especializada em testes rápidos.

A Pantest é o primeiro parceiro internacional da startup na Europa, onde atuará como distribuidor Hilab e depois como fabricante dos testes da Hilab na Europa, com foco principalmente em farmácias e clínicas, além de dar suporte em temas regulatórios. A startup já conseguiu a marca CE para o teste de Covid-19 Antígeno, que trata-se do registro essencial para acesso a este mercado e em breve contará com a aprovação de outros exames e também do aparelho Hilab para ser utilizado em Portugal.

Entre os exames de seu portfólio que a Hilab irá comercializar e fabricar em parceria com a Pantest estão o de identificação do Coronavírus: Covid-19 IgG/IgM, Covid-19 Ag e Covid-19 LAMP. Além disso, existe o objetivo de comercializar outros exames como: Vitamina D, Perfil Lipídico, Glicemia, Beta hcG, Influenza A e B, Sífilis, Hemoglobina Glicada e Função Renal. Todo o site da Hilab, vídeos e materiais de treinamento, laudos, bulas, materiais técnicos serão traduzidos para o idioma local.

O dispositivo Hilab pode funcionar em qualquer lugar do mundo já que usa IoT, inteligência artificial e conectividade com a internet para a realização dos exames. Após a coleta do material que será examinado, a amostra é colocada em contato com os reagentes dentro de uma pequena cápsula, que é depositada dentro do dispositivo que cabe na palma da mão. O dispositivo, então, cria uma “versão digital” da amostra que é transmitida instantaneamente via internet para a equipe de biomédicos em um laboratório físico, onde especialistas, que contam o auxílio de algoritmos de Inteligência Artificial (IA) própria, vão emitir um laudo em questão de minutos. O paciente recebe o resultado no smartphone via SMS ou no app Hilab. Em Portugal, as amostras recolhidas através do Hilab, serão analisadas e laudadas por uma equipe de biomédicos portugueses, coordenados pela professora Susana Almeida, investigadora do Instituto de Ciências Biomédicas, Dr. Abel Salazar no porto.

“É muito gratificante levar a nossa tecnologia, que ajuda milhares de pessoas no Brasil e que agora estará em Portugal. Este é o nosso primeiro passo na internacionalização da Hilab e estamos felizes em poder alcançar novas pessoas, democratizando o acesso à saúde em todo o mundo”, explica Marcus Figueredo, CEO da Hilab.

“É bastante gratificante para a Pantest ser reconhecida por uma empresa como a Hilab como um parceiro estratégico, não só na distribuição como no fabrico dos seus produtos a serem distribuídos na Europa. Esta parceria permite reforçar o que tem vindo a ser a estratégia de internacionalização da Pantest”, comenta Catarina de Almeida, diretora da Pantest.

EDP lança desafio a startups que visem transformar o setor elétrico

Gerar conexões imediatas e relevantes, desenvolver entregas de valor de forma rápida e co-criar novos negócios para o setor elétrico. É com esse objetivo que a EDP, companhia que atua em toda a cadeia de valor do setor elétrico, lança o Desafio EDP TransformAção, iniciativa de inovação aberta da companhia. A execução da chamada será feita em parceria com a Liga Ventures, que apoiara no desafio de buscar startups com soluções que possam agregar, promovendo novas formas de pensar e fazer para o setor de energia no Brasil.

No primeiro Desafio EDP TransformAção, a companhia procura empresas relacionadas ou não ao segmento de eletricidade, mas que apresentem propostas que possam auxiliar na Unidade de Distribuição da EDP, com foco majoritariamente no consumidor final. O projeto visa melhorar ainda mais a oferta de soluções e a experiência dos clientes, e por isso vai investir em tecnologias que tragam eficiência, redução de custos e melhorias tanto na operação, como no atendimento, criando um ecossistema de soluções completas e de ponta a ponta.

Entre os temas buscados para o primeiro desafio estão Inovação para Processos Internos; Arrecadação e Inadimplência; Digitalização para Atendimento; Apoio às Equipes de Campo; e Apoio à Infraestrutura. As startups selecionadas terão a oportunidade de realizar um piloto com a sua tecnologia já desenvolvida e validada no mercado, em ambiente controlado para que assim seja validada a aderência do projeto às necessidades da EDP. Ao final, caso o piloto seja bem-sucedido, as startups poderão ser contratadas como parceiras ou fornecedoras da companhia, e ainda serem avaliadas pela EDP Ventures, fundo de investimento da empresa em startups.

“A EDP sempre está buscando soluções inovadoras para continuar liderando a transição energética. O setor de energia vive em constante transformação e por isto queremos conhecer e buscar startups, soluções e tecnologias de qualquer segmento que possam ser aplicadas ao nosso negócio, podem ser soluções que hoje estão no segmento de varejo, banco ou outros, desde que agreguem à cadeia de valor e principalmente no contato com os clientes da distribuição”, diz Andrea Salinas, diretora de Inovação e Ventures da EDP.

78% dos microempreendedores brasileiros não possuem site próprio, aponta pesquisa do UOL

A modalidade de “Microempreendedor Individual” (MEI) foi criada em 2009 para abranger profissionais autônomos e pequenos empresários que, muitas vezes, trabalhavam de maneira informal. Após mais de dez anos de implantação, 78% dos microempreendedores brasileiros não têm site para divulgação dos próprios serviços ou produtos. É o que releva a pesquisa “MEI’s – Microempreendedores Individuais”, realizada pela unidade de pesquisa da área de publicidade do UOL.

O levantamento também aponta que 55% dos empreendedores que participaram do estudo decidiram ser MEI’s para regularizar o trabalho de acordo com as leis do país e receber benefícios previdenciários, 34% estão em busca de realizar o próprio sonho enquanto microempreendedor, ao passo que 33% têm MEI para prestar serviços a outras empresas.

Além disso, os MEI’s utilizam as redes sociais como o principal meio de divulgação gratuita dos seus serviços, com o WhatsApp (88%) em destaque, seguido pelo Facebook (70%), Instagram (69%) e TikTok (20%).

“O levantamento pode mostrar que ter o próprio negócio é um caminho repleto de desafios, principalmente quando a maioria, além de administrar o empreendimento, também precisa entender quais são as leis e seguros disponíveis. Nós compreendemos esses dilemas e, por isso, oferecemos o suporte do UOL Meu Negócio para apoiar o micro e pequeno empreendedor nesta jornada”, ressalta Ricardo Leite, Diretor de Produtos Digitais do UOL.

Os resultados do estudo foram obtidos por meio de um questionário online pela plataforma MindMiners, com a participação de 200 MEI’s de todo o Brasil, provenientes de todas as classes sociais, entre os dias 10 e 16 de maio deste ano. Também foi possível apontar que o perfil microempresarial brasileiro é composto por 52% de pessoas do gênero feminino. Dentre todos os respondentes, a faixa etária mais representativa (28,5%) é entre os 25 e 34 anos.

Para auxiliar o micro e pequeno empreendedor, o UOL Meu Negócio disponibiliza produtos que atendem às necessidades específicas deste público, como registro de domínios, criador de sites, e-mail profissional, além da Loja VirtUOL, a plataforma ideal para quem quer começar a vender pela internet. A marca também oferece ferramentas de gestão do negócio, além de soluções de marketing digital.

ACI Worldwide fortalece aliança estratégica com a Microsoft para entregar plataforma de pagamentos na nuvem

A ACI Worldwide , fornecedora mundial líder em soluções de software de pagamento em tempo real e pagamento digital , anunciou hoje uma aliança estratégica com a Microsoft para fornecer soluções de pagamento na nuvem. A aliança irá acelerar e expandir as ofertas de pagamentos na nuvem da ACI no Microsoft Azure à medida que mais instituições financeiras (IFs) abracem a transformação digital.

Com a crescente demanda global por ofertas de pagamento baseadas em SaaS, a ACI e a Microsoft colaborarão estreitamente em inovações que capacitem as instituições financeiras a lançar novas soluções, adicionar novos serviços a suas plataformas e entregar essas novas capacidades mais rapidamente e com maior agilidade. Elas também fornecerão às IFs maior eficiência nas operações, escalabilidade, proteção e soberania de dados e uma melhor experiência de usuário – criando assim novos fluxos de receita.

A ACI e a Microsoft têm uma trajetória de sucesso em ajudar de forma conjunta clientes que crescem rapidamente e se expandem para novos mercados, incluindo um dos top 20 bancos globais, um banco digital líder nos EUA com mais de 30 milhões de clientes e a principal plataforma de software de emissão de cartões e de “banco como serviço” na América Latina. Estas organizações exigiam soluções habilitadas para a nuvem capazes de cumprir as metas de tempo de comercialização do mercado e de crescimento e escolheram as ofertas de pagamentos em nuvem da ACI implantadas no Azure. Isso permitiu-lhes oferecer serviços de pagamento inovadores, líderes de mercado e prontos para o amanhã, a seus clientes atuais e futuros.

“Esta aliança entre a ACI e a Microsoft pode fornecer apoio a bancos em sua busca de modernização dos sistemas de pagamentos. Pesquisas recentes do Aite Group entre 21 dos 100 maiores bancos de varejo indicaram que a modernização dos pagamentos está no topo da agenda estratégica de investimentos, a fim de atender à crescente concorrência na cadeia de valor dos pagamentos. Com base na pesquisa, o Aite Group estima a receita em risco para os bancos de varejo de 10% a 15% da receita de pagamentos dos mesmos”, disse Ron van Wezel, analista sênior do Aite Group. “Os bancos veem a tecnologia em nuvem como um elemento importante das iniciativas de modernização dos pagamentos. A tecnologia em nuvem permite que os bancos executem um modelo operacional mais eficiente em termos de custo e, simultaneamente, proporciona a agilidade e a modernidade que os modelos on-premise carecem. A velocidade para o mercado e a economia nos custos são mencionadas com mais frequência como vantagens que os bancos em nuvem podem trazer para uma organização”.

“Cada vez mais de nossos clientes estão se voltando para a nuvem para modernizar seus sistemas críticos de pagamento, movidos pela necessidade de operar com mais eficiência, bem como por uma necessidade crescente de rapidez, agilidade e inovação em trazer novas ofertas de pagamento ao mercado”, disse Jeremy Wilmot, diretor de produtos da ACI Worldwide. “A modernização em nuvem é uma prioridade estratégica máxima na ACI e estamos entusiasmados com esta aliança ampliada com a Microsoft – fornecendo e operando uma plataforma de pagamentos inigualável e, por fim, ajudando nossos clientes a expandir seus negócios, focando na diferenciação”.

“Durante toda a pandemia, a ACI Worldwide tem sido líder em manter o bom desempenho do setor bancário mundial e acelerar a curva de crescimento de transição para a nuvem para impulsionar inovação, economia de custos, resiliência e novas experiências para os clientes”, disse Bill Borden, vice-presidente corporativo de Serviços Financeiros Mundiais da Microsoft. “A poderosa combinação das ofertas de pagamentos baseados em SaaS da ACI e do Microsoft Azure permite que as instituições financeiras sirvam seus clientes de forma mais eficaz, e esperamos expandir nossos esforços conjuntos nos próximos meses”.