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Datalogic e Fast Gôndolas anunciam solução de checkout automatizado até cinco vezes mais rápida do que caixas tradicionais

A Datalogic, líder mundial nos mercados de Captura Automática de Dados e Automação Industrial e fabricante de classe mundial de leitores de códigos de barras, computadores móveis, sensores, sistemas de visão e equipamentos de marcação a laser, anuncia o lançamento do scanner JadeTM, equipamento de leitura automatizada de códigos de barras que permite implementar solução de checkout automático para compras em grandes volumes em supermercados e atacarejos.

Os itens são colocados sobre a esteira em qualquer posição e, à medida que passam pelo scanner tipo portal (Jade) os códigos de barras são lidos e mesmo produtos sem códigos de barras são reconhecidos por meio de imagens detalhadas de cada mercadoria geradas durante a leitura. Com esse sistema automatizado, o Jade garante atendimento mais rápido e diminui o tempo de filas ao realizar leituras com alta performance.

“Um bom operador de caixa no Brasil consegue ler até 20 itens por minuto. Com a solução Jade, é possível ler até 100 mercadorias por minuto, garantindo um atendimento de 3 a 5 vezes mais rápido que o tradicional” afirmou Fabio Lopez, diretor de vendas da Datalogic para Brasil e Sul da América Latina. “O aumento na agilidade do atendimento se reflete na redução do tempo de fila, já que a solução é voltada para clientes com grandes volumes de compras, melhorando a experiência do cliente e evitando que o mesmo deixe de comprar alguns produtos enquanto espera para ser atendido na fila, aumentando o número de vendas e reduzindo perdas”, completou.

O lançamento do Jade no Brasil conta com parceria com a Fast Gôndolas, empresa responsável pelo desenvolvimento do checkout exclusivo para a nova solução Datalogic. “Com produtividade equivalente ao trabalho de cerca de 6 a 8 checkouts tradicionais, o Jade consegue aliar a agilidade de atendimento a disponibilidade de funcionários para relacionamento com o cliente”, disse Valdevir Guerra, Diretor Comercial e Marketing da Fast Gôndolas. “Devido à sazonalidade de movimento nas lojas, os checkouts precisam ser abertos para atender a alta de demandas em alguns períodos, mas ficam fechados nos momentos de menor movimento. Com o Jade, a loja tem uso total dos ativos durante a operação, e consegue maior contato com o cliente ao deixar os funcionários mais livres para interagir e realizar um melhor atendimento, e não limitados a fazer a leitura de produtos”.

Além do checkout, que conta com design flexível, podendo ter de uma a quatro saídas e variedade de tamanhos, também foi desenvolvido no Brasil um middleware, que permite que todos os recursos do Jade estejam disponíveis para qualquer sistema de ponto de venda. “Aumentando o rendimento e o volume de vendas enquanto reduz perdas e retrabalhos, e com integração disponível para qualquer software de gestão de caixa, o Jade vai ao encontro das necessidades do mercado varejista, que busca soluções para semanter forte durante o momento econômico delicado que o país enfrenta”, afirmou Lopez.

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Startup Studios: uma forma de acelerar a criação de novos negócios

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Transformar a ideia em um negócio: esse é o papel das Startup Studios, que nascem a partir do crescimento do número de startups no mundo. Só no Brasil, de acordo com a ABStartups – Associação Brasileira de Startups, uma entidade sem fins lucrativos que aposta nesse ramo desde 2011, existem mais de 4.100 startups.

As Startup Studios surgem no momento em que se percebe que apesar da maioria dessas empresas serem formadas por pessoas jovens, ligadas à tecnologia e com noções de empreendedorismo e programação, existe um grupo de pessoas que têm uma ideia para um negócio digital, mas não possuem todas as habilidades necessárias para tirá-la do papel. Elas são capazes de aprimorar a ideia original para o mercado digital, desenvolver um produto inicial e colocar a empresa no mercado em poucos meses, tudo a partir da ideia inicial do empreendedor.

Estas fábricas de projetos já são mais comuns nos Estados Unidos e Europa, mas vêm ganhando força no Brasil também. Uma das pioneiras no país é a Ultrahaus, que surgiu como uma produtora web há 13 anos e de 2012 pra cá percebeu a necessidade de não só produzir sites, softwares e aplicativos, como também prestar consultoria aos empreendedores. A empresa já desenvolveu projetos para mais de 200 marcas. Hoje, a Ultrahaus atua no desenvolvimento de estratégias, planejamento e gestão baseadas na ideia do empreendedor. Tudo isso é feito em parceria com o cliente, idealizador que constrói a própria empresa com o apoio de uma equipe experiente em negócios digitais.

As empresas que já adotaram esse modelo e surgiram em parceria com a Ultrahaus atuam em diferentes áreas e oferecem soluções como um site que reserva vagas de estacionamento com antecedência, um aplicativo que permite ler centenas de quadrinhos num dispositivo móvel pagando apenas uma mensalidade, e uma plataforma que intermedia a quitação de débitos entre os devedores e credores. “Ajudamos também os empreendedores no relacionamento com possíveis investidores, apresentando contatos, apoiando na defesa do projeto e participando ativamente desse processo de levantamento de capital”, diz Rafael Miranda, fundador da empresa e responsável pela etapa de consultoria dos projetos.

Estima-se que os projetos que a empresa ajudou a lançar já somam um valuation próximo de 30 milhões de reais com uma média de geração de 5 vagas de empregos por negócio criado. Com o aumento do número de startups no país, cada vez mais pessoas estão se interessando pelo desenvolvimento de um negócio digital e as Startup Studios estão preparadas para tornar uma simples ideia em algo real.

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Congresso da Micro e Pequena Indústria da Fiesp e do Ciesp debate novos cenários

Sua empresa sabe lidar com mudanças? O cliente e o mercado estão no foco da sua estratégia? Que rumo está tomando seu negócio? Essas e outras questões serão debatidas no dia 23 de maio, durante a 11ª edição do Congresso da Micro e Pequena Indústria, realizado pela Fiesp e pelo Ciesp.

O evento, que acontece das 8h30 às 18h, no Hotel Renaissance, na capital paulista, apresenta novos rumos e oportunidades para o crescimento das empresas, analisando temas de grande importância no cenário atual, tais como: modelos alternativos de negócio, economia colaborativa, internacionalização, novas formas de relacionamento com fornecedores e clientes, mídias digitais, entre outros.

“É fundamental que as empresas entendam as mudanças e se adaptem ao mercado para alcançar bons resultados. O Congresso é uma excelente alternativa para ampliar essa visão e praticar novas tendências de negócios “, afirma o diretor do Departamento da Micro, Pequena e Média Empresa da Fiesp (Dempi), Milton Bogus.

Com uma vasta programação, o Congresso terá abertura às 8h. Na sequência será realizada a palestra inicial, com a contextualização do tema: “Descobrindo Rumos para seu Negócio”, que será proferida pelo diretor de Conteúdo da Academia da Estratégia, empresa especializada em educação corporativa, Alessandro Saade.

Das 10h20 ao meio-dia serão discutidos, no primeiro painel, os “Modelos de Negócios: Inovando e Engajando as Pessoas”, com temas como: conceito de modelo de negócio; processo de desenvolvimento; formas de aplicações; como gerar novas ideias; modelos de negócios inovadores e design Think e Re Think.

No período da tarde, o segundo painel terá como tema: “Comércio Exterior, Acessando o Mercado Externo”, no qual serão apresentados caminhos e exemplos práticos de como buscar ferramentas para atingir novos mercados. Já o terceiro painel terá como tema “Comunicação: Potencialize esta Ferramenta nos seus Negócios”, que irá discutir como as ferramentas digitais podem fortalecer os negócios e potencializar as estratégias de comunicação interna e externa.

Encerrando o Congresso, o filósofo e escritor Mario Sergio Cortella fará palestra com o tema “Da Oportunidade ao Êxito: Mudar é Complicado? Acomodar é Perecer”.

O Congresso é anual, realizado no Mês da Indústria, em maio, e dirigido a empresários de diversos segmentos. É uma grande oportunidade para networking, troca de experiências entre profissionais e contato com diversas instituições parceiras do Dempi.

Atividades paralelas

Em paralelo aos painéis, o Congresso contará também com outras atividades, como a Sala de Crédito, um ambiente para o empresário se relacionar com diversas instituições financeiras parceiras, e o Modelo de Negócios, ação realizada em parceria com o Sebrae-SP e com o Senai-SP que apresenta a ferramenta Canvas, que permite esboçar e desenvolver um negócio com base em proposta de valor, segmentos de clientes, canais, relacionamento, fontes de receitas, recursos principais, atividades, parcerias-chave e estrutura de custos.

Já o MPI Exportador concentra, no mesmo espaço, a possibilidade de atendimento por diversas empresas e instituições essenciais nesse processo de acessar o mercado externo.

Os congressistas poderão participar também a Sala de Experiências Digitais, um espaço voltado a orientar as micro e pequenas empresas na utilização dos veículos de comunicação digital para agregar valor aos seus negócios.

Histórico do Congresso

Desde 2006, a Fiesp realiza o Congresso da Micro e Pequena Indústria, inicialmente em outubro, mês da micro e pequena empresa. Ele sempre teve o objetivo de apresentar temas e ferramentas que apoiem a gestão e a melhoria dos negócios das empresas deste segmento.

Ao longo destes 10 anos de realização, o Congresso MPI recebeu mais de 14 mil participantes debatendo diversos temas relevantes para gestão das micro e pequenas indústrias, tais como alternativas de crédito, legislação tributária e trabalhista, inovação, mídias digitais, gestão de pessoas, produtividade, internacionalização, acesso a mercados, entre outros.

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Seis profissões que estão superando a crise

Page Personnel lista posições com grandes chances de recolocação no mercado
Resultados de curto prazo, eficiência e dupla função ainda são a tônica de atuação dos executivos no mercado de trabalho brasileiro. A Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup, acaba de realizar levantamento sobre os profissionais que ainda conseguem, em pouco tempo, uma oportunidade de trabalho no mercado. A consultoria identificou seis cargos onde a demanda segue em alta, apesar do momento econômico do País.

“O candidato a uma vaga precisa compreender o contexto macroeconômico que impacta os negócios da companhia e se colocar à disposição para ajudar neste momento de crise. Os profissionais híbridos, que conseguem desempenhar duas funções, com orientação aos resultados, de curto e médio prazo, ainda estão valorizados pelas empresas”, analisa Ricardo Haag, diretor da Page Personnel.

Confira abaixo as seis posições listadas pela Page Personnel por área, cargo, setor de atuação e motivos pela procura por esses cargos:

Marketing e Vendas

1 – Analista de Marketing Digital

Áreas de atuação: empresa de tecnologia, bens de consumo e varejo.

Percentual de aumento: 50%

O que faz: Responsável pela estratégia, controle e operação de todo o canal digital da companhia.

Motivo: A necessidade das empresas em acompanhar a evolução da comunicação digital, a mudança do perfil do consumidor, a importância da internet e a influência das mídias sociais na decisão de compra, faz com que as empresas passem e se preocupar cada vez mais com suas estratégias digitais.

Remuneração: R$ 3.500 a R$ 7.000

2 – Analista de Planejamento de Vendas

Áreas de atuação: empresas de bens de consumo, serviços e varejo

Percentual de aumento: 30%

O que faz: Responsável por analisar resultados e indicadores, além de auxiliar na estratégia das áreas de vendas.

Motivos para o aumento: Devido ao momento da economia e as dificuldades em manter o volume de vendas, as empresas têm buscado profissionais que possam auxiliar a área comercial com informações relacionadas a inteligência de mercado e do negócio, gerando ideias para novas oportunidades.

Remuneração: R$ 4.000 a R$ 7.800

Finanças

3 – Analista de Sales Finance (vendas financeiras)

Áreas de atuação: financeira em indústria, bens de consumo, comércio

Percentual de aumento: 15%

O que faz: Tem como principal responsabilidade o processo orçamentário, o acompanhamento dos resultados de áreas específicas do negócio – principalmente Vendas.

Motivos para o aumento: Não está fácil vender e as empresas precisam trabalhar “mais com menos”. Com isso, esse profissional tem a oportunidade de trazer uma visão de performance financeira para uma área tipicamente direcionada a resultados e impulsos humanos. Com isso, ele auxilia a área na tomada de decisões estratégicas incluindo preço, margem, volume, descontos, rentabilidade dos produtos e vendedores.

Remuneração: R$ 4.500 a R$ 7.000

Tributário

4 – Analista de Planejamento Tributário

Áreas de atuação: fiscal ou jurídica

Percentual de aumento: 10%

O que faz: Responsável por auxiliar a desenhar novas estratégias e políticas tributárias no funcionamento da empresa.

Motivos para o aumento: Segue como uma área de alta demanda devido à complexidade de nossa legislação tributária. Esse profissional era até alguns anos o responsável por apurar perdas e custos para empresa. Atualmente, é visto como alguém que pode determinar a rentabilidade de uma área ou da corporação. Sua atuação auxilia a determinar preço dos produtos e serviços, montante de imposto a ser pago ao governo, e até mesmo no processo de decisão de abertura de novas plantas para empresa

Remuneração: R$ 5.000 a R$ 8.000

Tecnologia

5 – Desenvolvedor fullstack (conhecimento em Python/Ruby/PHP/Javascript)

Áreas de atuação: consultorias, startup, e-commerce

O que faz: Desenvolvimento de sistemas no front e backend

Percentual de aumento: 30%

Motivos do aumento: A procura crescente por profissionais desse perfil no mercado, deve-se o interesse das empresas em ter cada vez mais profissionais mais completos e que consigam ter a visão do desenvolvimento da plataforma como um todo.

Remuneração: R$ 8.000 a R$ 12.000

6 – Analista de Processos

Áreas de atuação: consultorias, empresas de médio/grande porte

O que faz: Levanta processos de diversas atividades e áreas da empresa, com o objetivo de encontrar possibilidades de melhorias através da tecnologia (por redução de custo, aumento de eficiência, automatização, entre outros).

Percentual de aumento: 20%

Motivos para o aumento: A procura crescente por profissionais desse perfil no mercado explica-se pela intenção da empresa reduzir custos e a tecnologia pode auxilia-los nisso. Pode ser automatizando, parte de atendimento de call center, ou projetos de melhoria de sistemas que impacta diretamente a área que a utiliza, entre outros.

Remuneração: R$ 6.000 a R$ 8.000

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80% dos empresários apontam que o Brasil deveria negociar internacionalmente independente do Mercosul; aponta enquete Amcham

Na visão do empresariado, o governo brasileiro deveria negociar internacionalmente de forma independente do Mercosul, em detrimento a decisão 32/00 que obriga os países membros do bloco a negociar conjuntamente. A conclusão é de sondagem realizada pela Amcham, no último dia 9/5, com 90 empresários, em São Paulo. Para 80% dos presidentes e diretores consultados, o Brasil deve buscar mais tratados internacionais de forma unilateral, mesmo à revelia do Mercosul.

Da parte da iniciativa privada, a expectativa é alta para esta maior adesão brasileira a outros países e mercados. Prova disso é que 79% dos consultados afirmaram hoje já está buscando investir fortemente para aprimorar sua gestão e torna-se mais produtivo e competitivo globalmente diante da possibilidade de novos acordos. Só 17% deles informou investir de forma modesta para a concorrência mais globalizada.

Prioridade deve ser acordo Brasil-EUA

Outra conclusão do estudo é que a assinatura de um acordo comercial Brasil-EUA seria relevante para os negócios das empresas brasileiras. Para 60% dos presidentes e diretores consultados, a parceria com os norte-americanos é vista como mais vantajosa e relevante, enquanto 34% avaliou o bloco europeu como prioritário.

Em relação à agenda positiva dos acordos, os empresários apontaram três grandes prioridades: convergência regulatória de medidas técnicas, sanitárias e fitossanitárias (30%); cooperação de investimentos (28%); e facilitação de procedimentos burocráticos no processo de comércio exterior (26%).

Outro ponto de desejo do empresariado diz a respeito à realização de um programa planejado de integração com as cadeias europeia e americana, importando mercadorias intermediárias a serem reexportadas para esses mercados. Para 55%, a medida teria efeito positivo no curto e longo prazo. Uma minoria de 20% prevê perdas no primeiro ano, porém com ganhos nos anos seguintes.

Impactos de outros acordos

Apesar do baixo número de tratados preferenciais já estabelecidos, 57% dos empresários ouvidos informaram já se beneficiar dos acordos comerciais que o Brasil faz parte, mostrando a sua importância na inserção do País na corrente de comércio do mundo.
Os empresários (71%) enxergam também com otimismo os Acordos de Cooperação e Facilitação de investimentos (ACFIs) usados recentemente para acessar mercados, especialmente África e Ásia. Uma fatia de 19% informou já ter se beneficiado.

Outra avaliação positiva do empresariado diz a respeito à importância dos recentes acordos assinados envolvendo México, Chile, Peru e Colômbia. A maioria aponta como muito importante ou importante (74%) para estimular negócios bilaterais e proporcionar mais segurança ao investimento privado.
Hoje, 75% dessas organizações afirmou ter investimentos/negócios nesses países.

A PESQUISA e o +COMPETITIVIDADE BR

A Amcham ouviu 90 empresários de grande e médio porte de todos, sendo 85% deles de empresas brasileiras. Os empresários foram ouvidos em pesquisa em tempo real em evento da Amcham sobre Acordos Comerciais na sede da entidade, em São Paulo, no último dia 9/5.
A pesquisa integra a agenda do Mais Competitividade Brasil, programa lançado pela Amcham envolvendo cinco mil empresas, em 14 cidades, com o objetivo de construir uma agenda privada em prol da maior competitividade e produtividade brasileira.

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Arbor Networks, especializada em cibersegurança, reúne parceiros latino-americanos

Partner Summit se realizará de 23 a 25 de maio em Fort Lauderdale, Flórida

Distribuidores e revendedores das soluções de segurança da Arbor Networks na América Latina têm um encontro marcado na próxima semana na Flórida, EUA. O primeiro LATAM Partner Summit reunirá distribuidores e revendedores dos produtos e serviços Arbor em um encontro que discutirá a estratégia da empresa e incluirá sessões voltadas para cibersegurança, melhores práticas e tendências de TI na América Latina.

A reunião se dará em Fort Lauderdale, Flórida, entre os dias 23 e 25 de maio. Estarão presentes parceiros de toda a América Latina, que além da interação com executivos e técnicos da Arbor Networks, terão a oportunidade de conhecer e trocar informações com distribuidores e revendedores de diferentes países.

Para Federico Chaniz, diretor da Arbor Networks responsável por canais de venda na América Latina, “esse encontro se reveste de especial importância no momento em que a Arbor Networks amplia sua linha de produtos e seu mercado na região – com produtos e serviços capazes de atender grandes e pequenas operadoras de serviços de telecomunicações até segmento empresarial, desde corporações multinacionais até as pequenas e médias empresas”.

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Cresce a demanda por CEOs para trabalharem em startups no Brasil

A procura por CEOs para startups cresceu consideravelmente no Brasil, em especial no estado de São Paulo, que lidera com o maior número de empreendimentos. De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o número de empresas deste porte chegou a 4.151 em dezembro de 2015, um crescimento de 18,5% em apenas seis meses.

Diante deste cenário, “as empresas de Executive Search locais são importantes para identificar os players, as fontes das buscas e também para entender os soft skills mais adequados para o cargo em referência”, comenta Áurea Imai, sócia da Boyden, empresa global de head hunting há mais de 40 anos no Brasil.

De acordo com Áurea, “o papel de um executivo ‘número 1’ local é necessário por conta de um background específico, como conhecimento de mercado local, principais práticas de mercado, players, canais e aspectos financeiros”. Além disso, ter um CEO na liderança ajuda a empresa a se adaptar mais rapidamente ao país. No Brasil, diferentemente de outros lugares, o entendimento cultural tem mais relevância no negócio e se sobrepõe ao que é puramente técnico.

A Boyden teve uma grande procura por startups de diversos segmentos, como o tecnológico, farmacêutico, consumo, químicos e eletrônicos, mas também de áreas de serviços, que vieram ao Brasil estabelecer uma estrutura local. De acordo com Áurea, muitas destas empresas já tinham presença no Brasil, mas atuavam através de distribuidores e representantes. Em outros casos, empresas multinacionais adquirem uma indústria ou estrutura local e, assim, solicitam aos headhunters um CEO para a operação.

Com relação a como os CEOs vêem a atuação em empreendimentos como startups, Áurea avalia que muitos profissionais se interessam por estas posições “pela possibilidade de uma atuação mais abrangente e com maior autonomia”. O perfil deste profissional deve ser “mão na massa”, pois ele terá que abrir mão de grandes equipes subordinadas e facilidades.

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Brasil, País Digital – Por Fábio Rua

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Encontrar os melhores hotéis de acordo com a sua preferência e tamanho do bolso. Ter acesso às passagens aéreas mais baratas do mercado. Pegar um táxi e não se preocupar com o pagamento, que é automaticamente debitado no seu cartão de crédito. Poder se planejar com uma previsão do tempo cada vez mais precisa. Fazer compras pelo celular, de onde você estiver. Ter sua saúde avaliada em tempo real. Poder se comunicar absolutamente sem fronteiras, com qualquer pessoa do mundo, por voz, texto ou imagem.

Nenhuma novidade até aqui, não é? Por mais que esses serviços sejam relativamente novos, eles já estão tão incorporados ao nosso dia a dia que mal conseguimos imaginar a nossa vida sem eles. E essa não é a afirmação de um jovem da geração milênio, mas de alguém que nasceu na época em que os hábitos e comportamentos das gerações, eram separados e rotulados pelas últimas letras do alfabeto.

O fato – e agora, eu terei de entrar em um tema um pouco mais pesado – é que todas essas facilidades só são entregues ao custo de uma quantidade enorme dos nossos dados. Para pegarmos um taxi ou fugirmos do trânsito, o aplicativo precisa de informações como o nosso local, conta de rede social e número de cartão de crédito (para o exemplo do taxi). Se quisermos ter os nossos passos, pressão e batimentos cardíacos monitorados, precisamos criar uma conta, gerar uma senha e permitir que o aplicativo, grudado no nosso corpo, colete e faça todas as análises necessárias para nos recomendar metas, treinos e até nos comparar a outras pessoas com características similares às nossas.

Outra informação de domínio público é a de que, ao trafegarmos pela rede, muitas vezes, sem o nosso consentimento, nossos dados acabam sendo comercializados, publicados ou utilizados de forma abusiva. Por outro lado, como já mostrei acima, sem eles, serviços básicos podem ficar inoperantes, sem conseguir atender às crescentes demandas de uma sociedade cada vez mais conectada.

Achar um ponto de equilíbrio entre privacidade e acesso a informações é um dos maiores desafios de empresas e governos em todo o mundo. Atualmente, mais de 100 países possuem regulações consolidadas sobre o assunto. E o Brasil não é um deles. O que não quer dizer que o nosso governo não esteja engajado na discussão. Muito pelo contrário. E é aí que mora o perigo, já que a atenção que o governo vem dando a este tema é desproporcional ao interesse que a sociedade civil tem demonstrado em acompanhar o assunto.

E este não é um tema exclusivo da indústria de tecnologia. Todo e qualquer cidadão, empresário ou representante de órgão público pode ser afetado por uma eventual lei que restrinja o uso de dados. Para evitarmos que isso aconteça, é importante que o debate ganhe nova dimensão e engajamento.

Para contribuir com a alteração deste quadro, gostaria de convidá-lo a acessar e a seguir o site Brasil, País Digital (www.brasilpaisdigital.com.br).

Desenvolvido pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) e uma série de parceiros institucionais, sua proposta é a de que a página seja um ponto de encontro para que a sociedade civil se engaje na discussão e tenha acesso a informações qualificadas sobre o tema, em um formato leve, moderno e dinâmico.

Por meio dele, pretende-se esclarecer sobre a real necessidade do uso de dados na economia digital. E a partir daí, estimular a participação efetiva nas discussões legislativas sobre o tema, que avançam rapidamente.

Concordo totalmente que o Brasil tenha uma lei de proteção de dados. Até porque, estamos bem atrasados na regulamentação deste tema. Na América Latina, por exemplo, Argentina, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Chile já aprovaram leis específicas para garantir a privacidade dos usuários.

O único cuidado que precisamos tomar é o de que a legislação a ser aprovada não afete a inovação e a evolução de novos modelos de negócios como os cognitivos, a computação em nuvem e a internet das coisas.

Nesse contexto, o papel dos reguladores deve ser o de estender os benefícios da internet para ainda mais empresas, governos e indivíduos, estabelecendo confiança nas tecnologias, garantindo a privacidade, a segurança dos dados e incentivando ainda mais a participação popular em um debate vital para o futuro do nosso país.

O Brasil que eu gostaria que os meus filhos crescessem é transparente, acessível, estável, seguro e livre. Igualzinho aos direitos que eu gostaria que os governos assegurassem para mim e para os meus filhos neste mundo hiperconectado e cheio de oportunidades que é a internet.

Bora se engajar?

www.brasilpaisdigital.com.br

* Fábio Rua é Coordenador do Comitê Regulatório da ABES e Diretor de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da IBM América Latina. Graduado em Relações Internacionais (FAAP), possui pós-graduação em Diplomacia Econômica (UNICAMP) e mestrado em Gestão de Negócios Internacionais (FGV/RJ). É coautor dos livros Manual de Diplomacia Corporativa (Editora Atlas – 2007), Brasil e os Grandes Temas do Comércio Internacional (Editora Aduaneiras – 2005) e Alca: Riscos e Oportunidades (Editora Manole – 2003).

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Startups têm mais duas semanas para se inscrever no CODE_n16

Prêmio no valor de 30 mil euros será entregue a uma startup finalista concorrendo em um dos quatro temas da competição: FinTech Aplicada, Connected Mobility, HealthTech e Fotônica 4.0

Depois de quatro anos e mais de 1.500 inscritos de 60 países, pioneiros digitais ainda podem se candidatar à quinta edição do GFT CODE_n para concorrer ao GFT CODE_n Award e a um prêmio de 30 mil euros. O prazo de inscrição é 31 de maio de 2016. O concurso deste ano vai abordar quatro temas centrais: Applied FinTechs, Connected Mobility, Healthtech e Fotônica 4.0. Startups do mundo inteiro podem se inscrever através do www.connect.code-n.org

Até agora, startups de 21 países já aproveitaram a chance de participar no concurso. Um júri de especialistas irá selecionar as 50 melhores finalistas, que terão a oportunidade de apresentar seus modelos de negócios no CODE_n new.New Festival, de 20 a 22 de setembro de 2016, no Centro de Arte e Mídia (ZKM – Zentrum für Kunst und Medientechnologie) da cidade de Karlsruhe, na Alemanha

Por que as startups devem participar do CODE_n CONTEST?

As primeiras 50 finalistas têm a oportunidade de: ganhar o CODE_n Award, no valor de 30 mil euros, apresentar a sua empresa e seu modelo de negócio durante os três dias de festival, conquistar potenciais clientes, parceiros de negócios, investidores e a mídia, iniciar atividades em colaboração com marcas globais e estabelecer contatos internacionai, se beneficiar das oportunidades de networking como um membro do CODE_n Alumni e CODE_n Community e, por fim, participar ativamente em conversas, pitch sessions ou workshops com outros parceiros CODE_n

Termos e condições de participação para startups

Empresas fundadas em 2011 ou após este ano, que tenham um modelo de negócio digital que se enquadre em um dos quatro temas da competição e com um time de visionários que esteja expandindo as fronteiras da transformação digital.

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Startup mineira quer revolucionar mercado de classificados

SempreDaNegocio

Lançada em 2016 e com a missão de ser diferente dos grandes players do mercado, o portal de classificados SempreDaNegocio promete revolucionar o setor de classificados. Com mais de 320.000 anúncios de imóveis e 240.000 de veículos, o site oferece anúncios gratuitos e planos onde o anunciante pode obter seu próprio site, interação com plataformas mobile, integração com mídias sociais e alcançar maior exposição dos anúncios.

Segundo o fundador do site, Mauricio Zanatta, “Criamos uma plataforma diferente, com base em uma pesquisa que realizamos com mais de 1.300 pessoas em 12 estados brasileiros, além de analisarmos o mercado em países como Estados Unidos, Argentina e México. Esse levantamento foi essencial para criar um portal totalmente usual, priorizando a necessidade do usuário”.

A plataforma aposta em 4 diferentes ramos de atuação: imóveis, veículos, eletrônicos e equipamentos. “Realizamos um projeto piloto na cidade de Uberaba (MG) e a aceitação foi ótima, agora preparamos nosso portal para suportar a demanda de todo o Brasil”, afirma Mauricio. Em abril, o portal registrou 92% de aceitação entre seus usuários e crescimento de 130% ao mês. A startup também pretende ser uma opção para estrangeiros que buscam hospedagem nos jogos olímpicos, através de seus anúncios.

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MGTI e Centro de Desenvolvimento Profissional de Stanford reeditam Programa de Inovação e Empreendedorismo

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A Fumsoft, no âmbito do programa MGTI, e a Universidade de Stanford, através do Centro de Desenvolvimento Profissional, SCPD em inglês, trazem ao Brasil, por Minas Gerais, uma nova edição do Programa de Inovação e Empreendedorismo. Trabalho de extremo sucesso, que teve seu primeiro momento em 2014, atendendo a 25 empresas mineiras. É uma oportunidade imperdível, que se renova, para os empreendedores que desejam incorporar a inovação à estratégia de crescimento de suas empresas.

Agora em 2016 o Programa de Stanford capacitará mais 25 empresas, com dois participantes de cada uma delas. Empresas de base tecnológica de todo país podem se inscrever e participar. O coordenador Wilson Caldeira, que responde pelo Programa de Inovação e Empreendedorismo em terras brasileiras, é enfático ao dizer por que as empresas devem participar, “porque esse é o melhor programa de inovação e empreendedorismo do mundo, comprovado pelas 25 empresas da turma de 2014”. Em relação ao foco que terá a edição de 2016, Caldeira afirma, “continuaremos contribuindo para o aumento da competitividade das empresas brasileiras de base tecnológica para competirem em nível mundial”.

A nova edição

Neste ano o programa terá webinars ao vivo em 28/09, 11/10 e 26/10; curso online entre 29/09 e 28/10; e atividades presenciais, no campus de Stanford, entre os dias 31/10 e 04/11. Questionado sobre destaques do Programa de Stanford, Wilson Caldeira lembra que, “essa capacitação não é apenas um curso, mas um programa que começa em Stanford e termina com o sucesso empresarial, conforme pode ser atestado pelas empresas que participaram da primeira turma”. Citando apenas dois casos desse sucesso, temos a Solides, indicada por um dos juízes, que avaliam os pitchs das empresas no programa, para conversar com o LinkedIn e avaliar a sinergia do software apresentado em Stanford com a plataforma da rede de relacionamento profissional; e também o caso da Siteware, que após o programa recebeu um financiamento considerável pelo Criatec e abriu um escritório comercial em São Paulo.

Inspire-se

Acrescentando outros estímulos para que novas empresas participem do Programa de Stanford, Wilson Caldeira afirma que, “os resultados obtidos pelas 25 empresas que participaram em 2014, em termos de receita, lançamentos de novos produtos, investimentos recebidos e projeção internacional, segundo seus fundadores, são sem precedentes em relação a investimento e retorno. Agora em 2016, um novo grupo de empresas de base tecnológica, de todas as partes do Brasil, terá a oportunidade de participar de uma nova turma. São diversas formas de aprendizado, incluindo atividades presenciais no campus da Universidade de Stanford, webinars ao vivo com professores do programa e módulos de Ensino a Distância. Esse é o melhor caminho para transformar a visão de inovação da sua empresa em um negócio de sucesso”!

Confirmando as informações de Caldeira, recorremos ao que Marcello Ladeira disse a respeito da participação no programa, ainda em 2014, “o impacto do que vimos e aprendemos é histórico. Não estamos criando startups, mas empresas de tecnologia de classe mundial”; temos ainda o depoimento de Mônica Hauck, à mesma época, “foi uma experiência muito intensa, prática e rica. Nós aprendemos muito sobre objetividade e foco no cliente. Estas são coisas que, se não pararmos e participarmos de um programa que nos coloca em contato com diferentes culturas, principalmente com o Vale do Silício, nós não aprendemos. Precisamos viver e participar, realmente vale a pena”!

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Infor Healthcare inicia interoperabilidade clínica na América Latina

A Infor, provedora de aplicações específicas por mercado e desenvolvidas para a nuvem, anuncia hoje na Feira Hospitalar Brasil, seu compromisso em ajudar as empresas da área de saúde do Brasil e América Latina a alcançar seus objetivos de interoperabilidade clínica, por meio do investimento na solução Cloverleaf Suite, uma tecnologia líder de mercado, com um mecanismo de integração empresarial que acelera, de forma segura, a inclusão de dados dos pacientes em diferentes sistemas dentro ou fora do ambiente de healthcare da empresa.

O Cloverleaf é uma tecnologia crítica para hospitais modernos que querem operar um ambiente baseado em dados e atender os padrões internacionais HL7 como FHIR (Interoperabilidade rápida de recursos da saúde, em inglês), que padroniza a troca de informações eletrônicas no setor.

Hoje, 72% dos hospitais com 150 leitos nos Estados Unidos usam as soluções da Infor, junto com aproximadamente 5 mil clientes de 30 países. Isso inclui 300 hospitais na Alemanha, 82% hospitais públicos na Holanda, e mais de 200 no Canadá.

“Os hospitais na América Latina chegaram a um ponto crítico com o número e a complexidade dos sistemas clínicos, que têm crescido rapidamente; e é difícil manter os dados sincronizados”, afirmou Joel Rydbeck, diretor da Infor Healthcare Latam.

“A indústria de Healthcare continua avançada, e essa transformação tem levado a necessidade de otimizar a performance e gerar valor. Como líder do mercado de saúde em TI, a Infor está bem posicionada para prover soluções avançadas para a indústria de saúde da América Latina”,.

“Para acelerar essa oportunidade na América Latina, a companhia está participando da Feira Hospitalar, apresentando soluções focadas no setor de Healthcare”, afirmou Paulo Padrão, VP da Infor Brasil. A Infor está comprometida em agilizar o fluxo de dados e apoiar as organizações da área de saúde focadas no cuidado contínuo dos pacientes.”

“A parceria com a Infor nos torna capazes de atender melhor os clientes, principalmente nossos pacientes e médicos. A tecnologia nos permitiu mudar a forma como nossos dados estão estruturados e padronizados, e também ajuda nossa empresa a preparar-se para o padrão FHIR, de troca de informações eletrônicas para a área da saúde”, afirmou Shafiq Rab, médico, vice-presidente e CIO da Hackensack University Medical Center, o quarto maior hospital dos Estados Unidos em termos de admissões.

Na MedStar Mobile Healthcare, a Infor foi capaz de ajudar a organizar e integrar diferentes dados e sistemas de informações, independente do sistema de origem, formato da mensagem ou transmissão de protocolo. “Trabalhar com a Infor nos torna eficientes para compartilhar informações com menos incidência de erros. Isso ajuda clínicos da emergência com rápido acesso a informações sobre tratamentos dos pacientes, mantendo a conformidade do padrão HIPAA (de dados eletrônicos da saúde) e melhora o cuidado do paciente”, afirmou Doug Hooten, diretor executivo do MedStar Mobile Healthcare. “A Infor é um parceiro que compartilha a visão para prover um serviço eficiente, confiável e de baixo custo para emergência médica e para a comunidade”.

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Projeto brasileiro que acelera diagnóstico de câncer concorre a US$ 1 milhão em competição de startups

Uma startup pernambucana é a única representante brasileira em uma disputa internacional que vai premiar projetos de empreendedorismo social com até US$ 1 milhão. A Epitrack, empresa que desenvolve plataformas online para detecção digital de doenças, foi a vencedora na etapa brasileira do The Venture e parte para a final mundial do evento, que acontece no dia 14 de julho em Nova Iorque. A empresa concorre com propostas de responsabilidade social de outros 26 países dos cinco continentes.

A representante brasileira apresenta um projeto que une a tecnologia e os biossensores de reconhecimento de células cancerígenas no sangue antes mesmo da formação do tumor. Esses casos serão identificados e mapeados em nível global, facilitando o entendimento desta que é uma das doenças mais enigmáticas da atualidade. O projeto, que tem parceria com o Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami (Lika) da UFPE, tem como objetivo principal detectar antecipadamente indícios de alguns tipos de câncer. “Quanto mais cedo o câncer é identificado, mais fácil ele será curado. Vamos utilizar a tecnologia a favor dessa antecipação”, explica Juliana Perazzo Ferreira, Fisioterapeuta epidemiologista e sócia da Epitrack.

INSPIRE O PÚBLICO – Uma das etapas do prêmio consiste numa votação popular na internet entre os concorrentes. O The Venture destinará uma cota do prêmio no valor de US$ 250 mil (um quarto do total) durante cinco semanas, entre os meses de maio e junho, para que pessoas do mundo inteiro votem online no projeto mais inspirador. Essa etapa tem início no dia 9 de maio e vai até 13 de junho. A votação é semanal; ou seja, a campanha precisa incentivar o público a votar toda semana. Como único projeto brasileiro na disputa, a Epitrack pretende mobilizar os internautas do quinto país do mundo em número de usuários da rede (98 milhões, segundo estudo do Banco Mundial).

“A internet tem proporcionado o engajamento das pessoas em várias causas nobres. Essa é mais uma em que um simples voto pode fazer toda a diferença. Nossa expectativa em relação a final do The Venture é alta: acreditamos no impacto que nosso projeto pode ter na sociedade. Reconhecemos a qualidade dos concorrentes, mas, a saúde, como bem mais preciosos que temos, merece uma atenção especial”, explica Onício Leal, biomédico epidemiologista e sócio da Epitrack.

THE VENTURE – Sob o mote “Vença do jeito certo”, o The Venture busca encorajar os empreendedores sociais mais promissores do mundo, que têm como objetivo novas formas de desenvolver o bem-estar coletivo. O prêmio consiste num fundo de US$ 1 milhão para startups que usam seus negócios para criar mudanças positivas e tem a missão de inspirar pensadores empresariais para a transformação da realidade mundial. O fundo é financiado pela marca Chivas Reagal.

ETAPA BRASILEIRA – A Epitrack foi escolhida na edição nacional do The Venture por um júri especializado, composto de nomes como Lucas Foster, Guilherme Lichand e Maria Prata. Na final em dezembro de 2015, a empresa venceu outras três finalistas com o projeto de para expandir as plataformas de detecção digital de doenças e integrá-las a biossensores com base em abordagem molecular. A iniciativa busca a identificação de células cancerígenas no sangue para a prevenção e tratamento precoce da doença.

A STARTUP – A pernambucana Epitrack foi criada por Onício Leal, biomédico, epidemiologista e mestre em Saúde Pública, e Jones Albuquerque, PhD em Ciência da Computação. Atualmente conta ainda com Juliana Perazzo Ferreira, fisioterapeuta, epidemiologista, com especialização e mestrado em Saúde Pública e doutoranda em Ciência da Computação. A Epitrack atua no que o mercado chama de “eHealth”: aplicativos e solução de Internet em conjunto com outras tecnologias de informação, focada na melhoraria do acesso, da eficiência, da efetividade e da qualidade dos processos clínicos e assistenciais necessários a toda a cadeia de prestação de serviços de saúde.

A empresa surgiu com a ideia de criar mecanismos para facilitar a coleta colaborativa de dados de ocorrências epidêmicas e mapeamento de surtos de doenças infecciosas. É responsável por aplicativos como “Saúde na Copa (2014)” e “Guardiões da Saúde (2015/2016)” (Brasil), “Flu Near You” (EUA e Canadá), “Salud Boricua” (Porto Rico), utilizados para identificar cenários de epidemias de síndromes respiratórias (Influenza), diarreica ou exantemática (inclusive por arbovírus como Dengue, Chikungunya e Zika).

A ideia é encorajar os usuários a compartilhar e descrever os sintomas, coletando os dados colaborativos que geram mapas interativos e mostram os locais afetados em diferentes áreas. O objetivo das plataformas, sites e aplicativos, é identificar rapidamente o risco de surtos e epidemias de doenças infecciosas para gerenciar a resposta efetivamente. Esses dados transmitidos em tempo real permitem que autoridades de saúde analisem cenários de risco. Quando é identificado um grupo de usuários com mesmos sintomas, no mesmo espaço e tempo, pode ser um indicativo de surto. Então as equipes de vigilância epidemiológica podem atuar na investigação e interrupção oportuna de ocorrência, agindo de forma mais rápida. Todas essas plataformas se encaixam na área que é conhecida como Detecção Digital de Doenças (DDD).

O financiamento do The Venture capacitaria o finalista brasileiro a dar andamento a um projeto para expandir as plataformas de detecção digital de doenças e integrá-las a biossensores com base em abordagem molecular. Desde 2015, a Epitrack realiza uma parceria com o LIKA-UFPE, laboratório que desenvolve pesquisas há 30 anos e desde 2005 utiliza a abordagem de biossensores, dispositivos que coletam pequenas quantidade de sangue e que são capazes de gerar diagnóstico para diversas doenças, incluindo não-transmissíveis, como o câncer. A parceria Epitrack-Lika gerou a oportunidade de desenvolvimento conjunto de uma solução baseada em biossensores e detecção digital de doenças para entender como o câncer tem se distribuído nas populações, favorecendo a compreensão epidemiológica da doença que representa um dos grandes problemas de saúde no mundo.

Seria possível, por exemplo, construir cenários epidemiológicos para câncer de mama, próstata e colo do útero, ampliando o número de exames realizados em todo o continente americano. Os recursos do prêmio seriam utilizados para expandir a área de atuação da startup e melhorar o laboratório de pesquisas, ampliando ainda contratações no campo de biologia molecular e de engenheiros de hardware.

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A cada minuto são registrados mais de R$ 3,6 mil em tentativas de fraude no e-commerce

A ClearSale, empresa especializada em soluções antifraude para transações comerciais de diversos segmentos do mercado, anuncia os dados do Mapa da Fraude 2016. Os números revelam que, em 2015, a cada minuto, R$ 3.610,20 foram registrados em tentativas de fraude nas compras feitas pela internet. Isso representa 4,40% de todas as transações em lojas virtuais no Brasil, número este que supera do ano anterior, onde chegou a 4,10%. A pesquisa foi realizada entre janeiro e dezembro a partir do cálculo do percentual de tentativas de fraude e valores movimentados no e-commerce.

O Sudeste continua como uma das regiões com menor crescimento. Em 2014, a região alcançou a marca de 3,57% de tentativas de fraude contra 3,90% em 2015. São Paulo foi o estado com menor acréscimo, passando de 3,89% para 4,07%. Enquanto isso, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro passaram de 2,93%, 2,99% e 3,32% para 3,70%, 3,40% e 3,80%, respectivamente.

Em relação aos segmentos mais procurados pelos fraudadores na região Sudeste, o setor de aparelhos e jogos de videogame continua em primeiro lugar, com 11,3%, seguido de telefonia celular (9,3%) e artigos esportivos (5,6%). Acessórios (5,4%) e eletrônicos (5,3%) ficam em quarto e quinto lugar.

Já em nível nacional, as categorias também são ocupadas por videogames e telefonia celular na primeira e segunda posição, com 11% e 10,1%, respectivamente. O terceiro lugar fica com acessórios (6,2%), seguido de artigos esportivos (5,7%) e eletrônicos (5,5%).

Para Omar Jarouche, gerente de Inteligência Estatística da ClearSale, apesardos índices de tentativas de fraude, os consumidores não devem temer as compras no e-commerce. ”Atualmente, existem soluções eficientes no mercado para barrar as ações dos fraudadores e grande parte das lojas virtuais já adota sistemas de prevenção”, informa o executivo.

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Pela primeira vez registrada no estudo, a tentativa de fraude por dispositivos móveis já representa 5,6% do total no Brasil. De acordo com o Mapa da Fraude 2016, a região Norte teve a maior incidência, com 8,6% e o Sul teve a menor taxa de tentativa de fraude, com 3,1%.

Os segmentos mais procurados pelos fraudadores via mobile no Brasil foram: games (11,5%), celular (9,6%), eletrônicos (7,3%), informática (4,9%) e acessórios (4%).

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Victor L. Lund é o novo presidente e CEO da Teradata

A Teradata (NYSE:TDC) anunciou que seu conselho administrativo elegeu Victor L. Lund como novo CEO da companhia. Lund é membro do conselho administrativo da empresa desde 2008 e irá substituir Mike Koehler, que deixou a presidência da Teradata, assim como o cargo de CEO e seu lugar no conselho da companhia.

Lund tem como marca registrada de sua carreira supervisionar e executar transformações, agregando crescimento e desenvolvimento em todos os setores que atuou. O novo CEO da Teradata irá agregar valores operacionais e de liderança, tendo conhecimento de gestão financeira e perspectiva de negócios globais.

“Vic é um importante membro no Conselho Teradata, além de ser peça fundamental na supervisão das recentes transformações da companhia”, disse Jim Ringler, presidente do Conselho Administrativo da Teradata. “Ele tem uma compreensão profunda dos nossos negócios, operações e estratégias implementadas. Na Teradata, estamos realizando uma transformação abrangente, incluindo nossas tecnologias e estratégia de mercado. Estamos confiantes de que, sob o comando de Vic, a Teradata irá estar preparada para aproveitar os benefícios dessas mudanças, construídas sobre os pontos fortes da empresa, impulsionando o crescimento no longo prazo e consequentemente aumentando o valor da companhia para os acionistas. Como CEO, Vic irá estar focado em planejamento de desenvolvimento e sucessão organizacional, implementando a liderança necessária nessa nova fase da empresa.”

“Em nome do Conselho Administrativo e da Teradata, eu quero agradecer Mike por suas muitas contribuições à companhia. Durante seu mandato como CEO da Teradata, Mike colocou a empresa como líder de mercado sem perder o reconhecimento dos principais analistas da indústria de inovação tecnológica. Mike será sempre conhecido por seu compromisso permanente para com o sucesso dos clientes”, acrescentou Ringler.

“Tem sido um privilégio liderar funcionários tão talentosos nos últimos 14 anos, estou extremamente orgulhoso das muitas realizações que a equipe Teradata alcançou durante o meu mandato. Eu acredito que agora é o momento certo para uma nova liderança que irá levar a empresa adiante” disse Mike Koehler.

“É uma honra ser nomeado Presidente e CEO da Teradata”, disse Lund. “Durante o meu tempo no Conselho Teradata, pude saber exatamente onde estamos, mas, mais importante do que isso, consegui aprender para onde precisamos ir. Eu tenho uma paixão pela Teradata e pela nossa transformação, tendo a intenção de supervisionar pessoalmente algumas mudanças necessárias. Com o apoio da talentosa equipe da Teradata, vamos otimizar nossa estratégia de mercado, desenvolver novas soluções baseadas em nuvem e oferecer a flexibilidade que nossos clientes precisam, revigorando nossa organização e liderança de mercado, entregando bons resultados a nossos acionistas” completou o novo comandante da companhia.

Sobre Victor L. Lund

Lund foi presidente do Comitê de Auditoria no Conselho Administrativo da Teradata. Ele era o presidente não-executivo do conselho da DemandTec, Inc., uma empresa de capital aberto que atuava na área de aplicações on-demand entre 2006 e 2012. Anteriormente, Lund foi presidente não-executivo do conselho da Mariner Health Care, Inc., uma empresa de health care, ocupando esta posição entre os anos de 2002 a 2004, trabalhando também como vice-presidente da Albertson Inc., entre 1999 a 2002. Além de todas essas posições, Lund foi presidente do Conselho da American Stores Company de 1995 a 1999 e chefe diretor executivo da entidade de 1992 até 1999. Durante sua carreira de 22 anos, Lund ocupou vários cargos executivos operacionais. Victor Lund também atuou como diretor de Service Corporation Internacional em uma série de conselhos de empresas de capital aberto, incluindo Del Monte Foods Company e Delta Airlines.

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Pontofrio começa vendas de computadores da 6ª geração Intel

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Até o dia 15 de junho, o Pontofrio, em parceria com a Intel, realiza a campanha da nova 6.ª geração dos processadores Intel® Core. A ação acontece em todas as lojas da varejista no Brasil, e disponibilizará aos clientes a possibilidade de parcelamento no cartão Ponto Frio em até 18 vezes sem juros, além de condições especiais para notebooks somente nesse período.

Considerado o melhor processador Intel Core de todos os tempos, a 6.ª geração melhora o desempenho dos notebooks oferecendo uma nova experiência de uso. Na comparação com outras gerações, os novos modelos têm até 2,5 vezes mais velocidade de navegação, 3x mais duração de bateria, e imagens gráficas HD até 30x melhores do que um PC de cinco anos atrás. Com isso o usuário poderá assistir filmes em alta resolução, jogar os games mais modernos do mercado e ainda trabalhar, comprar e se divertir com mais tempo de bateria.

“É importante tanto para o varejo quanto para a indústria parcerias como a que estamos promovendo entre Pontofrio e Intel, pois dá aos consumidores a oportunidade de adquirir produtos de ponta com condições de pagamento adequadas aos mais diversos perfis de clientes”, analisa Henrique Vendramini, diretor Executivo Comercial da Via Varejo, empresa que administra as marcas Pontofrio e Via Varejo.

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Executivo da Fiat Chrysler Finanças é o novo presidente da ANEF

Gilson de Oliveira Carvalho foi eleito para o mandato de três anos como presidente da entidade
A ANEF (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) elegeu o seu novo presidente, que vai representar os bancos ligados às fabricantes de veículos e motocicletas, a partir deste mês, no triênio 2016-2019. O cargo será exercido pelo CEO da Fiat Chrysler Finanças, vice-presidente do Banco Fidis e responsável pela gestão de tesouraria e serviços financeiros do Grupo FCA na América Latina, Gilson de Oliveira Carvalho, que até este ano era vice-presidente da entidade.

Carvalho substitui a Décio Carbonari – atual presidente do Banco Volkswagen, da Volkswagen Corretora de Seguros e do Consórcio Nacional Volkswagen – que presidia a ANEF desde maio de 2010.

“É uma honra e um desafio representar o setor de crédito para aquisição de veículos, assim como todos os meus colegas que estão à frente dos bancos de montadora, mantendo os pleitos da ANEF e a credibilidade conquistada pela entidade nos últimos anos”, afirma. O novo presidente ainda destaca o trabalho realizado por Décio Carbonari nos seis anos em que presidiu a associação. “Décio deixa um legado importante que queremos manter e expandir com a ajuda dos nossos vice-presidentes e diretoria executiva”.

Aos 48 anos, Gilson Carvalho é formado em Direito, Ciências Contábeis e Administração de Empresas, além de possuir título de mestre em Economia de empresas pela FEAD, MBA Executivo Internacional com ênfase em Marketing pela FGV e MBA Mercado de Capitais pela FEA/USP. Atualmente, cursa doutorado em Administração na Universidade FUMEC.

Gilson Carvalho tem cerca de 30 anos de atuação no mercado. Iniciou sua carreira no Banco Real, com passagens pelos bancos Agrimisa, Safra, CNH Capital e Banco Fidis (atual denominação do Banco Fiat), onde ocupa atualmente os postos de conselheiro e diretor vice-presidente. Em fevereiro de 2010, ingressou na Fiat Chrysler Finanças para assumir o cargo de CEO. Na ANEF, o executivo é membro da diretoria desde 2004, ocupando a posição de vice-presidente durante os últimos seis anos.

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Startup de Recursos Humanos recebe investimento de R$ 600 mil

A Pin People , startup paulistana de People Intelligence, acaba de levantar sua primeira rodada de investimento-anjo, no valor de R$ 600 mil. Ao todo, são quatro investidores-anjo, que foram escolhidos em função de expertises complementares de mercado, consideradas fundamentais para o crescimento da startup: um ex-empreendedor de sucesso na área de internet; um grande executivo que foi diretor de Recursos Humanos de uma multinacional; uma consultora de grandes empresas especialista em cultura organizacional; e uma executiva da área de software e analytics.

Para chegar aos quatro investidores-anjo, os sócios de Pin People – Isabella Botelho, Verônica Mussi e Frederico Lacerda – montaram um conselho consultivo com os potenciais candidatos no ano passado. Assim, foi possível avaliar o real interesse no negócio para, em 2016, receber o efetivo aporte de capital. “Acreditamos no smart money, pois o aprendizado com nossos mentores sempre foi e continua sendo o fator-chave para o sucesso de nosso negócio. Afinal, criamos a Pin People com objetivo de transformar o segmento de Recursos Humanos por meio do Big Data, de modo a melhorar a forma como as empresas conhecem e gerem suas pessoas, tendo em vista o recrutamento, o acompanhamento e a retenção de talentos”, explica Isabella Botelho.

Fundada há dois anos e meio, a Pin People foi criada em resposta à crescente preocupação das empresas com o engajamento e a retenção de seus colaboradores, o que gera altos custos por baixa produtividade e turnover. A solução é uma plataforma inovadora baseada em inteligência artificial, por meio da qual captura, analisa e cruza dados relativos às características culturais e comportamentais de candidatos e de colaboradores para combiná-los ao ambiente de trabalho das empresas.

Para tanto, já captura dados ‘não óbvios’ sobre as pessoas, por meio do questionário ‘Jeito de Ser’, entregando informações estruturadas – como o fit cultural com candidatos – para aumentar a agilidade e assertividade da tomada de decisão de gestores e do RH. “Com isso, os gestores terão um panorama das suas pessoas, em tempo real, e poderão tomar decisões com base em indicadores de clima organizacional e possíveis tendências de comportamento. Isso ocorrerá por intermédio de um dashboard de pessoas, que está, atualmente, em fase de desenvolvimento e teste com algumas empresas de grande porte”, finaliza Botelho.

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