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Brasil é o quarto país em ataques baseados em Internet das Coisas (IoT)

A F5, líder em soluções de ADN (Application Delivery Networking) – tecnologia que garante a entrega de aplicações rodando em ambiente Web – anuncia os resultados do Hunt for IoT report, terceira edição de levantamento realizado pelos cinco SOCs (Security Operation Center) da F5. O relatório mostra que, hoje, o Brasil é o quarto país a partir do qual são disparados mais ataques massivos baseados em infraestrutura IoT (Internet das Coisas). “São Paulo e Rio de Janeiro, em especial, são pontos de grande atividade de hackers; essas cidades colocam o Brasil atrás apenas da UK, Itália e Turquia no mapa do crime digital baseado em IoT”, destaca Michel Araújo, gerente da vertical Telecom e Service Providers da F5 Brasil.

O levantamento da F5 mapeia tanto a infraestrutura IoT transformada em ThingBots pelos hackers como, também, a presença de servidores C&C (Command & Control) no Brasil. Esses servidores ativamente identificam e subjugam dispositivos IoT, transformando câmeras de vídeo, roteadores Wi-Fi, dispositivos de acesso à TV a cabo, Smart TVs, etc. em zumbis a serviço do crime. Os servidores C&C podem ser desde sistemas residentes em clouds até máquinas de empresas PME, com menor cultura de segurança, sequestradas pelos hackers e transformadas em rede a serviço do crime.

“O crescimento de servidores C&C em operação no Brasil mostra que hackers locais estão mais capacitados, passando a emitir comandos para criação de botnets baseados na infraestrutura IoT local ou global”, ressalta Araújo. Essa profissionalização dos hackers locais faz com que os ataques digitais sejam, acima de tudo, um negócio, e um negócio com custos, lucros, serviços, etc. “Quanto maior o número de servidores C&C de uma gangue digital, mais impactante será a botnet criada e a possibilidade de pedir todos os tipos de vantagens (inclusive políticas) em razão do poder dos hackers de imobilizar negócios, governos, etc.”

Pesquisas mostram que o crescimento da “infraestrutura hacker” aumenta a eficácia dos criminosos digitais. Essa complexidade torna mais difícil tirar o servidor do ar e, mesmo se uma máquina cair, outras entrarão em seu lugar, dando seguimento a ação criminosa. Recentemente descobriu-se, por exemplo, que o Trojan Zeus era controlado por cerca de 12 gangues globais, que operavam mais de 160 C&C servers.

A pesquisa Hunt for IoT report foi realizada em junho deste ano, quando os SOC da F5 estavam rastreando a ação da ThingBot Persirai – o mapa da pesquisa indica os pontos onde há servidores C&C/Persirai. A ThingBot Persirai, originada principalmente de uma nova e potente câmera de vídeo chinesa do mesmo nome, infectou, em 30 de junho de 2017, 600 mil dispositivos digitais IoT. “O levantamento feito por nossos SOC mostra que São Paulo e Rio de Janeiro se destacaram no mapa, o que indica atividades criminosas ligadas à Persirai acontecendo nessas cidades”, explica Araújo.

A pesquisa “Hunt for IoT” é baseada na análise de dados produzidos pelos SOCs da F5 ao redor do mundo. Hoje são cinco SOCs, trabalhando 24x7x365 para proteger as redes de centenas das maiores empresas globais. No Brasil, grandes bancos, grandes provedores de serviços digitais e gigantes do e-Commerce são usuários dos SOCs da F5. Ferramentas de BigData/Analytics foram usados para analisar o quadro de ameaças baseados em ThingBots. “A sofisticação dos nossos SOC é tal que identificamos instantaneamente a origem geográfica dos ataques, os protocolos usados nos ataques, etc.; essa clareza aumenta, também, a eficácia dos nossos serviços de segurança digital”, ressalta Araújo.

Esta é a terceira edição desta pesquisa. Em 2016, a mesma pesquisa mostrou que a infraestrutura IoT presente no Brasil era a quarta mais usada por hackers para montar botnets para ataques DDoS. A grande novidade da pesquisa deste ano é o uso crescente de servidores C&C no Brasil, mais especificamente, em São Paulo e Rio de Janeiro. “Isso comprova que hackers estão comandando mais ataques a partir do nosso país; a ação desses hackers por meio de seus servidores C&C tanto pode ser sobre dispositivos IoT instalados no Brasil como em qualquer lugar do mundo”, resume Araújo.

Acima de tudo, a edição 2017 da pesquisa “The Hunt for IoT” mostra que a vulnerabilidade das redes IoT continua a mesma – segundo o Gartner, 63% de todos os dispositivos IoT do mundo são consumer, com poucos recursos de proteção. Esse universo continua sendo escravizado por hackers, formando ThingBots para suportar massivos ataques DDoS, entre outros.

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BMW Serviços Financeiros lança site para simular financiamento para seminovos no Brasil

O BMW Group Serviços Financeiros acaba de disponibilizar na internet um website exclusivo para o Easy Plan, o plano de financiamento para veículos seminovos das marcas BMW, MINI e BMW Motorrad ou de outras fabricantes, com até três anos de uso comercializados nas concessionárias autorizadas do BMW Group. As simulações poderão ser feitas no http://www.easyplanseminovos.com.br/

Além de trazer informações sobre o Easy Plan e um buscador online de concessionárias que oferecem o plano em todo território nacional, a página eletrônica conta com um vídeo ilustrativo sobre o plano e um simulador de financiamento. Por meio dele, o usuário fica sabendo quanto terá de investir mês a mês, bastando informar o valor do bem (carro ou motocicleta), o valor da entrada pretendido e o prazo do financiamento escolhido (24 ou 36 meses).

Nesta modalidade de financiamento, a entrada é flexível, podendo variar de 0% (zero) a 60% do valor do veículo, sendo que a parcela final deve ser o equivalente a 40% do valor do bem. Graças à esta possibilidade, o custo das parcelas pode ser até 45% menor quando comparado a outros planos de financiamento.

“O Easy Plan é uma ferramenta que vai ao encontro das necessidades do consumidor brasileiro, cada vez mais ávido por novidades e facilidades. E o padrão de atendimento do BMW Serviços Financeiros agrega a confiabilidade e a qualidade já presentes em outros serviços do BMW Group”, ressalta o CEO do BMW Group Serviços Financeiros, Eduardo Varella. “Com a simulação on-line, o cliente poderá explorar mais suas necessidades antes de contar com nosso apoio”, reforça.

Para mais informações sobre a BMW Group Serviços Financeiros acesse:
www.bmwsf.com.br

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Fintech oferece crédito a PMEs em até duas horas e sem burocracia

Em uma época de crise econômica, antecipar os recebíveis pode ser uma ótima solução para as pequenas e médias empresas que pretendem honrar compromissos como o pagamento do 13º salário e, ao mesmo tempo, fechar o ano no azul. E é, justamente, com esse objetivo que a TrustHub chega ao mercado no início de novembro, para oferecer crédito a PMEs em até duas horas, de maneira completamente digital e sem a burocracia dos bancos.

Sob a chancela da SRM – multinacional gestora e administradora de fundos de investimento com 20 escritórios espalhados por Brasil, Chile e Peru – a fintech aposta na tecnologia e no know-how de sua provedora para conquistar o mercado brasileiro. “A TrustHub conta com o mesmo sistema operacional da SRM, que oferta antecipação de recebíveis a clientes de médio e grande porte, com um volume de 10 mil transações diárias e mais de R$ 6 bilhões movimentados anualmente. A diferença, porém, é que oferece esse serviço digitalmente às pequenas e médias empresas”, pontua Alexandre Góes, Diretor de Meios de Pagamentos da TrustHub.

O executivo explica que o know-how de uma marca tão respeitada no setor financeiro como a SRM faz toda a diferença e que, aliado a modernos softwares de análise comportamental, garante que o serviço seja seguro, ágil e bem estruturado. “Nós operamos de maneira muito simples e eficiente: após um rápido cadastro, o cliente passa a ter uma conta de pagamento digital em nossa plataforma e logo pode solicitar a antecipação de recebíveis com o envio de duplicatas. Não há burocracia em nenhum momento do processo, outro problema enfrentado por muitos que tentam liberar crédito em bancos”, comenta.

Com os serviços da TrustHub, uma fábrica de roupas, por exemplo, que fez uma venda de R$ 50 mil com pagamentos parcelados em dez vezes, pode receber a quantia imediatamente ao fornecer a nota fiscal. “Ao antecipar o que receberiam a prazo, as empresas evitam dívidas e pagam apenas uma taxa de desconto por operação. A praticidade e o baixo risco, certamente, tornam esse serviço muito atrativo para o empresariado”, detalha Góes.

Antecipação de recebíveis no contexto econômico do país

Mesmo perante um cenário geral de contenção de crédito, a modalidade de antecipação de recebíveis por meio de desconto de duplicatas vem crescendo no Brasil: segundo dados do Banco Central, o volume movimentado pelo serviço em maio de 2017 foi de R$ 16,7 bilhões – 61,7% maior que o registrado no mesmo mês do ano passado.

“Estamos em um momento crucial da economia, no qual o crédito é fundamental para que o Brasil possa retomar o ciclo de crescimento. Com a antecipação de recebíveis, os micro, pequenos e médios empreendedores podem conseguir crédito imediato, sem riscos, para investir em máquinas, estrutura e nas pessoas”, acrescenta o executivo. “Na contramão dos bancos, que deixaram de oferecer crédito, a TrustHub surge para garantir que as PMEs tenham o capital de giro necessário para investir no próprio negócio e, assim, colaborar com o desenvolvimento do país”, finaliza.

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OLX anuncia Phillip Klien como diretor de crescimento

A OLX, líder no mercado de compra e venda online no Brasil, anuncia o novo diretor de crescimento (CGO), Phillip Klien. O executivo, ex-Uber, Predicta e Twitter, tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento estratégico da OLX no Brasil.

Formado em Marketing e Finanças pela Tulane University (New Orleans, EUA), Phillip possui grande experiência em empresas internacionais. Antes da OLX, o executivo foi gerente geral da Uber São Paulo, diretor de crescimento do Twitter Brasil e co-fundador da Predicta. Na OLX, seu objetivo é propagar a cultura do “desapega” no País. “A OLX já é a referência de economia compartilhada no Brasil. Agora o desafio é fomentar essa realidade para os 84% da população que ainda não usaram a OLX para vender algo online. Também existe grande oportunidade de aproximação por meio de relacionamentos com outras marcas”, afirma o CGO.

A OLX estimula uma cultura de consumo consciente, conectando pessoas para que possam comprar e vender de forma fácil e rápida. Maior marketplace do Brasil, a empresa é uma das que mais se desenvolve tecnologicamente no País, e a contratação colabora com esse crescimento. “Klien teve a oportunidade de trabalhar com as gigantes do Vale do Silício e, quando chegou na OLX, logo identificou a tecnologia empregada e visualizou a oportunidade de ajudar a colocar o País no mapa como um grande desenvolvedor de ponta”, reforça Andries Oudshoorn, CEO da OLX Brasil.

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Cisco Brasil: Ricardo Mucci é o novo diretor para o Setor Público

A Cisco Brasil anuncia que Ricardo Mucci é o novo diretor da empresa para o Setor Público. Com mais de 20 anos de experiência no setor de tecnologia e comunicação (TIC), o executivo junta-se ao time da Cisco para reforçar a estratégia da companhia no processo de transformação digital de cidades e Governo.

Mucci acumula longa experiência no desenvolvimento de projetos transformacionais. Nos últimos 15 anos desenvolveu soluções para Governo, liderando grandes projetos nas áreas de Gestão de Saúde Pública, Segurança Pública, Educação, Fazenda, entre outros. Nos últimos anos, o executivo era diretor de vendas para Setor Público na Oracle, onde trabalhou por cinco anos. Ele também atuou em empresas como IBM e Telefônica.

Além de atuar com clientes da esfera municipal, estadual e federal, Mucci será responsável pelo segmento de Energia e Oil & Gas. O executivo vai se reportar ao presidente da Cisco no Brasil e ficará baseado no escritório da Cisco em Brasília.

“Ao longo de sua trajetória, a Cisco tem participado de importantes transformações tecnológicas e também estamos assumindo um papel fundamental na transformação de cidades digitais e inteligentes. Estamos muito felizes com a chegada do Ricardo Mucci à Cisco para contribuir com nossa estratégia para ajudar o setor público em sua jornada digital”, afirma Laercio Albuquerque, presidente da Cisco Brasil.

Ricardo Mucci é graduado em Análise de Sistemas pela Universidade Paulista, possui MBA pela Fundação Dom Cabral e Pós MBA na Kellogg School of Business, além de outras formações pela Fundação Getúlio Vargas com foco em Gestão de Políticas Públicas, Telecomunicações e Banking.

Black Friday: Saiba como as lojas virtuais podem otimizar acessos e prevenir ataques

Por Bruno Prado

Tradição no varejo norte-americano há décadas, a Black Friday chegou ao Brasil em 2010 e em poucos anos já se tornou a principal data do e-commerce nacional, com uma expectativa de movimentação acima dos R$ 2 bilhões em vendas e mais de 3 milhões de pedidos, de acordo com o órgão e-bit.

Diante do enorme volume de transações, são frequentes as reclamações sobre problemas técnicos que impossibilitam o acesso às páginas das lojas, a visualização de ofertas ou até a conclusão da compra em suas últimas etapas, frustrando consumidores e lojistas diante da perda de uma grande oportunidade. Há, ainda, o registro de ocorrências de diferentes tipos de ataques virtuais que sobrecarregam e até derrubam os sites, ocasionando um prejuízo significativo aos comerciantes.

Apenas para dimensionar o tamanho das perdas, uma pesquisa do Google Brasil realizada em 2015 estima que uma loja perca mais de 300 mil acessos a cada hora em que fica fora do ar durante a Black Friday, número que pode representar um prejuízo de até R$ 1,5 milhão para um grande varejista. Logo, passa a ser fundamental o investimento em soluções tecnológicas que aumentem a disponibilidade, garantindo a operação em todas as etapas, a fim de que cada oportunidade seja convertida em uma venda.

Uma das ferramentas essenciais é a Rede de Distribuição de Conteúdo, mais conhecida pela sigla CDN – Content Distribution Network, em inglês. Trata-se de uma infraestrutura interligada que hospeda alguns elementos das páginas em diferentes servidores espalhados pelo país (ou pelo mundo), com o objetivo de diminuir o tempo de carregamento do site ao direcionar o acesso ao servidor geograficamente mais próximo. Isso evita que o consumidor desista de uma compra quando uma página demora para carregar devido ao grande fluxo de usuários, por exemplo.

A CDN permite ainda que um consumidor de Manaus tenha mais facilidade em carregar a página de uma loja virtual de Porto Alegre que tenha seus dados hospedados em um servidor em Goiânia. Ela também facilita as compras de um consumidor brasileiro que garimpa em portais de grandes varejistas chinesas, os quais hospedam dados em servidores no nosso país.

Outra tecnologia indispensável que visa garantir a segurança do e-commerce é a de monitoramento de trânsito IP. Os ataques de negação de serviço, conhecidos pela sigla DDoS (Distribution Denial of Service, em inglês), estão mais frequentes e massivos a cada ano. Eles acontecem quando milhares – ou até milhões – de dispositivos infectados conectados à Internet são direcionados para acessar um mesmo site simultaneamente, sobrecarregando-o até a interrupção dos serviços. Na Black Friday, essa prática tem ficado cada vez mais comum, portanto a loja virtual deve reforçar sua infraestrutura de proteção para se prevenir contra esse tipo de crime, bloqueando as solicitações ilegítimas tão logo um tráfego suspeito seja iniciado.

O e-commerce tem sido um dos mercados mais saudáveis da nossa economia, mesmo no pior momento da crise, e por esse motivo tem atraído olhares de empreendedores e consumidores, e um dos principais motivos é a comodidade proporcionada pela tecnologia. Portanto, o investimento no desenvolvimento das lojas virtuais deve acompanhar esse crescimento, incrementando soluções em todos os níveis, a fim de manter a prosperidade do segmento.

Bruno Prado é CEO da UPX Technologies, empresa especializada em performance e segurança digital

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Evento reunirá grandes executivos para discutir mercado de vídeos online

Há alguns anos, eram poucos os que acreditavam que os vídeos online se tornariam um dos maiores canais de comunicação e de conteúdo na internet. Mas, se hoje eles já representam uma parte considerável do consumo de banda da internet, as apostas são de que essa parcela aumente ainda mais. De acordo com uma pesquisa divulgada pela Cisco, empresa especializada em analisar como as pessoas se conectam, os vídeos corresponderão a 80% da rede até 2020.

Com o intuito de discutir todas as mudanças do cenário de vídeos online e explorar as oportunidades deste mercado, a Samba Tech, empresa líder em distribuição de vídeos na América Latina, realizará o Connect Samba, evento sobre vídeos online mais completo do Brasil. De acordo com Gustavo Caetano, CEO da Samba Tech, esse momento é o ideal para discutir esse universo. “O segmento de vídeos online nunca esteve tão aberto a novos negócios e é a hora de explorá-lo cada vez mais. No Connect, as pessoas poderão aprender a partir das experiências de grandes nomes e ficarão por dentro de todas as tendências do mercado”, acrescenta.

A programação do evento conta com grandes nomes que irão discutir sobre temas diversos, entre eles o empreendedor e apresentador Luciano Huck, que falará sobre vídeos online no entretenimento. Paula Bellizia (CEO da Microsoft Brasil), Gustavo Caetano (CEO da Samba Tech) e Luis Justo (CEO do Rock in Rio) irão falar sobre inovação, enquanto Marcelo Souza (Globo Play) discutirá o futuro da TV com os vídeos online.

Arnon de Mello (VP da NBA) e Fábio Machado (Co-fundador do Esporte Interativo) levarão a discussão para o âmbito dos esportes ao falarem sobre a tendência do crossmídia. Para abordar a monetização e a distribuição de vídeos online, o evento irá trazer referências no mercado, como Fátima Pissarra (Diretora Geral da VEVO no Brasil), Pyr Marcondes (Diretor do Meio e Mensagem), Gian Martinez (CEO da Winnin) e Rafael Rez (Nova Escola de Marketing).

Para apresentar as tendências da educação, a programação conta com um painel dedicado ao Ensino a Distância (EAD) com diversos especialistas do segmento, como Paulo Jubilut (Professor e CEO do Biologia Total), Alberto Santana (Kroton) e Daniel Pedrino (VP de Customer Success do Descomplica).

Para deixar o evento ainda mais completo, Vitor Knijnik (CEO da Rede Snack) irá mediar um painel com Jonh Leitão (Youtuber), Fred Rocha (especialista em Varejo) e Rodrigo Molina (The 360), para mostrar como explorar conteúdo para o mercado de vídeo business e gerar receita.

O evento, que acontecerá em novembro em São Paulo, reunirá participantes de diversos perfis, divididos entre quem já trabalha com vídeos e quem tem interesse em apostar nesse mercado, imersos nas dez horas de conteúdo exclusivo ministrados por mais de 15 palestrantes. Além disso, os participantes também terão a oportunidade de conhecer outros empreendedores do ecossistema, trocar experiências e iniciar parcerias a partir de uma feira de negócios, com expositores de diversos segmentos. A programação completa está disponível no site do evento e os ingressos são limitados.

Connect Samba
Local: Centro de Convenções Rebouças em São Paulo
Data e Hora: 07/11/2017 às 9h

Ingressos: www.connectsamba.com

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Segunda edição do WeMuv Summit abordará futuro da mobilidade corporativa

No dia 28 de novembro, acontecerá a segunda edição de um dos maiores eventos de mobilidade corporativa de São Paulo, o WeMuv Summit. O principal objetivo será discutir o futuro da mobilidade e como as empresas estão auxiliando nessas mudanças atualmente. Serão dez horas de conteúdos exclusivos sobre locomoção corporativa e tendências tecnológicas no Instituto Tomie Ohtake.

Estudos apontam que os aplicativos de compartilhamento de carros e caronas, delivery, organização de rotas, entre outros, estão causando grande impacto na escolha das pessoas na hora de se locomover. Segundo a Kantar TNS, uma multinacional de pesquisa responsável por estudos automotivo e de mobilidade urbana, 75% das pessoas nas cidades estão usando apps para organizar ou orientar seu trajeto. Em São Paulo, o número de motoristas caiu 37% em comparação há seis meses. No Rio de Janeiro, diminuiu em 36%.

A União Internacional dos Transportes Públicos (UITP) realizou simulações nas capitais de países europeus que mostraram que a combinação de transporte público de alta capacidade e o compartilhamento de carros e caronas poderia remover até 65 de cada 100 carros nos horários de pico. Para falar sobre esse futuro cada vez mais próximo, o evento reunirá grandes nomes do setor, como Fábio Rabelo, head de digital e novos modelos da Volkswagen. Além das palestras, também acontecerá uma feira de negócios com stands das empresas, como Movida e Easy Carros, oferecendo experiências de mobilidade para o público que poderão ser vivenciadas durante o evento.

“Acreditamos que empresas e pessoas podem criar um futuro sem trânsito. Essa mudança já vem acontecendo gradativamente, por isso os eventos sobre mobilidade são importantes e precisam ser realizados. O WeMuv Summit vai reunir as empresas que definirão o futuro da mobilidade para debater todos os pontos dessa nova realidade”, disse Fernando Saddi, CEO da Easy Carros, uma das empresas apoiadoras do evento.

Algumas plataformas como de serviços de transporte, delivery, aluguel de carros e helicópteros, e compra de veículos estarão presentes para comentar sobre temas de inovação e mobilidade, como Flávio Tavares (Instituto PARAR), Fernando Saddi (Easy Carros), Carolline Volpato (WeMuv), Fernando Miranda (Webmotors), Maximiliano Fernandes (Ticket Log), Mariana Avezum (WARR Hyperloop), Sylvio de Barros (iCarros), Diego van Dyk (Voom), Marcos Valillo (Pointer), Renato Franklin (Movida), Felix Cardamone (ConectCar), entre outros.

Agenda do evento:

8h – Credenciamento & Welcome Coffee

9h – Abertura: O agora, o amanhã e o futuro da mobilidade!

9h20 – Palestra: Como a inovação em mobilidade transformou minha empresa”

10h10 – Coffee Break & Network

10h40 – Painel: Novos negócios de mobilidade – o que as empresas estão fazendo hoje

11h25 – Palestra: Mobilidade, tecnologia e propósito – qual será o futuro?

12h – Almoço

14h – Painel: O que as empresas estão planejando para os próximos 5 anos

14h45 – Palestra: Carros autônomos: como e quando irão mudar a indústria

15h45 – Painel: Como preparar minha empresa para o futuro da mobilidade

16h30 – Coffee Break & Network

17h – Palestra: Ecossistema WeMuv

17h20 – TEDx: 2040 por millennials – como será o futuro da mobilidade?

17h50 – Palestra: Reflexão sobre o consumidor digital de uma indústria em transformação: mobilidade x prazer de dirigir

18h – Happy Hour & Network

Local: Instituto Tomie Ohtake – Av. Brg. Faria Lima, 201 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05426-100

Mais informações e ingressos, podem ser encontrados aqui.

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Infinera estabelece dois marcos inéditos do setor para tecnologias de transporte óptico

A Infinera, líder em fornecimento de redes de transporte inteligentes, alcançou dois marcos inéditos do setor para tecnologias avançadas e coerentes, que aumentam a capacidade e o alcance das redes de transporte óptico para um nível superior. O primeiro marco opera as tecnologias de transmissão óptica para 100 gigabaud (Gbaud) e o segundo marco aprimora a tecnologia de modulação para 1024QAM (modulação de amplitude em quadratura). Essas novas tecnologias foram projetadas para oferecer a maior capacidade possível em um único comprimento de onda para distâncias variadas, ajudando às operadoras a obter o melhor desempenho de suas redes ópticas de transporte.

“A Infinera utiliza exclusivamente a integração óptica vertical para maximizar o desempenho da rede de transporte óptico”, disse Andrew Schmitt, Analista Líder da Cignal AI. “Os novos níveis de desempenho em taxa de transmissão e esquemas de modulação para os comprimentos de onda de terabit apresentados na ECOC (Conferência Europeia sobre Comunicação Óptica) são bons exemplos de como essa abordagem pode eventualmente resultar em soluções de produção com capacidade e alcance maiores”.

As redes de transporte óptico representam um componente fundamental da infra-estrutura global de comunicações, permitindo que os serviços baseados em nuvem atinjam usuários em todo o mundo e contam com três eixos para aumentar o desempenho da transmissão:

Taxa de transmissão: a taxa na qual os símbolos de modulação são transmitidos. A taxa de transmissão de dados típica implantada é de 32 GBaud com a modulação de chaveamento de fase em quadratura transportando 4 bits por baud, resultando em 100 gigabits por segundo de transmissão. Enquanto a indústria de tecnologia no ramo de optoeletrônica está avançando para demonstrações de desenvolvimento de 66 GBaud, a Infinera é a primeira a exibir 100 GBaud usando 32QAM para alcançar uma taxa de transmissão de dados de 1 terabit por segundo (Tb/s) em um único comprimento de onda utilizando circuitos integrados fotônicos à base de fosfato de índio (PICs) integrado com o controlador eletrônico e os circuitos integrados específicos do aplicativo amplificador. Este resultado foi apresentado na Conferência Europeia sobre Comunicação Óptica de 2017 (ECOC).

Esquema de modulação: converte os bits em símbolos. Na ECOC, a Infinera apresentou o esquema de modulação de ordem superior de 1024QAM, usando algoritmos de modelagem de constelação avançados e subportadoras de Nyquist, permitindo que os comprimentos de onda sejam espaçados um do outro para maximizar a taxa de dados para um certo alcance. A plataforma de teste da Infinera usou 66 GBaud em 1024QAM para alcançar 1,32 Tb/s, proporcionando uma eficiência espectral de 9,35 bits por segundo por hertz ao longo de 400 (km), um pioneirismo no setor.

Contagem de canais: implementa múltiplos comprimentos de onda paralelos em um único módulo para criar um supercanal coerente. À medida que as taxas de transmissão de dados aumentam, ao se colocar componentes ópticos mais próximos em um chip integrado, acaba se reduzindo o tamanho e a energia do componente ao mesmo tempo em que se aumenta a confiabilidade.

A taxa de transmissão de dados e o esquema de modulação foram abordados pelo setor por um certo período de tempo. A abordagem atual da Infinera estabelece agora novos marcos para cada um deles. A tecnologia PIC da Infinera habilita de forma exclusiva supercanais coerentes de alto número de canais. Essas tecnologias inovadoras indicam o próximo nível de capacidade e de resultado, que podem ser alcançados nos próximos anos.

“A Infinera está fornecendo mecanismos ópticos com mais frequência a fim de ajudar os operadores a alcançar uma capacidade excepcional e atingir o desempenho em suas infra-estruturas de rede de transporte”, disse o Dr. Dave Welch, co-fundador e presidente da Infinera. “À medida que os serviços de 5G sem fio e de vídeo por cabo decolam, a Infinera é de um valor significativo para os operadores de rede de transporte, criando as primeiras soluções do setor”.

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BID aprova US$ 1,5 bi para Brasil investir em inovação

Empréstimo do BID apoiará a FINEP para fortalecer a inovação em setores estratégicos, potencializar a modernização de MPMEs e aumentar o crescimento de empreendimentos tecnológicos.

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) aprovou uma linha de crédito condicional para projetos de investimento (CCLIP na sigla em inglês) de US$ 1,5 bilhão para o Brasil, destinada a aumentar a produtividade das empresas brasileiras por meio de mais investimentos privados em inovação e maior dinamização do sistema nacional de inovação do país.

Essa aprovação inclui uma primeira operação de US$ 703,6 milhões para o programa “Inovar para Crescer”, que será executado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Do montante total da operação inicial, o BID financiará US$ 600 milhões e a Finep entrará com US$ 103,6 milhões.

O BID pretende acompanhar o governo do Brasil na construção de um caminho sólido para níveis de desenvolvimento sustentáveis e inclusivos no longo prazo. O programa “Inovar para Crescer” chega em um momento crítico para a economia brasileira e aposta em uma estratégia de crescimento baseada na inovação que ajude a reverter a deterioração econômica dos últimos anos.

O programa procura enfrentar desafios importantes como a escassez de investimentos privados em inovação, a baixa complexidade da estrutura produtiva e a insuficiência de dinamismo empreendedor. Além disso, pretende ampliar o financiamento para a inovação em setores estratégicos priorizados pela Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

O programa inclui quatro componentes principais. O primeiro é o apoio à inovação em sete setores estratégicos prioritários: indústria química, mineração e transformação mineral, biocombustíveis avançados, agroindústria, alimentos e bebidas, tecnologias de informação e comunicação, saúde e metalurgia. Serão financiados projetos de inovação por meio de recursos reembolsáveis e não reembolsáveis para empresas e recursos não reembolsáveis para instituições científicas e tecnológicas.

A segunda linha de apoio busca promover a modernização de micro, pequenas e médias empresas com potencial inovador pela adoção de tecnologias. Os projetos serão apresentados em um sistema de “janela aberta” e serão financiados pela Finep de forma indireta através de bancos de desenvolvimento e agências autorizadas em nível regional e estadual.

O terceiro componente vai apoiar o crescimento de empreendimentos inovadores de base tecnológica, financiando suas necessidades em etapas precoces para ajudá-los a cruzar o conhecido “vale da morte” e avançar para as fases finais de desenvolvimento de produtos, de introdução no mercado e/ou de ampliação da escala produtiva. Por fim, o quarto componente financiará iniciativas experimentais de inovação aberta e estudos de prospecção e roadmapping tecnológicos em setores prioritários, bem como o fortalecimento das capacidades institucionais da Finep para a difusão do conhecimento e a avaliação do impacto de suas intervenções.

O programa apoiará a Finep para consolidar seu papel como a principal agência pública de fomento à ciência, tecnologia e inovação no Brasil. Desde sua criação em 1967, ela tem como missão implementar as atividades do governo federal direcionadas a promover o desenvolvimento de tecnologias de vanguarda que melhorem a competitividade do país em nível mundial e servir como catalisador do progresso social e econômico. A Finep financia iniciativas em todo o espectro da cadeia de inovação tecnológica, pesquisa básica, pesquisa aplicada e desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores.

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CenturyLink conclui a aquisição da Level 3

Panorama da empresa (PRNewsfoto/CenturyLink, Inc.)

A CenturyLink, Inc. (NYSE: CTL) completou sua aquisição da Level 3 Communications, Inc. A combinação da CenturyLink com a Level 3 cria uma empresa líder em serviços globais de rede, capaz de fornecer aos clientes uma vasta gama de soluções de tecnologia de alta qualidade, sobre uma rede de fibra confiável e segura.

A empresa combinada, com receita proforma estimada de US $ 24 bilhões para os doze meses encerrados em 30 de junho de 2017 (excluindo as receitas relacionadas à venda de serviços de colocation de 1 de maio de 2017 da CenturyLink e incluindo eliminações estimadas entre empresas e ajustes contábeis de compra) prevê que aproximadamente 75 por cento de sua receita core virá de clientes corporativos e cerca de dois terços de sua receita core virão de serviços estratégicos. A rede da CenturyLink conecta agora mais de 350 áreas metropolitanas com mais de 100.000 edifícios on-net, habilitados para fibra, incluindo 10.000 edifícios na EMEA e na América Latina.

Visite www.level3isnowcenturylink.com para saber mais sobre a nova CenturyLink.

“A CenturyLink agora está posicionada para oferecer um portfólio robusto e expandido de soluções de comunicações, focado nas necessidades de rede e serviços de TI de nossos clientes”, disse Glen F. Post III, chief executive officer da CenturyLink. “Nossos clientes, de consumidores individuais a empresas globais, se beneficiarão de nossas soluções expandidas e inovadoras de rede, de nossos serviços gerenciados complementares e de nossa força de trabalho altamente talentosa”.

A CenturyLink está agora melhor posicionada para:

– Oferecer um portfólio de produtos inovador e mais abrangente, com soluções de rede e serviços avançados de TI, desenhados para atender às necessidades por tecnologias complexas e por proteção contra ameaças;

– Entregar essas soluções e serviços a clientes que são empresas, governo, atacado e consumidores, sobre uma rede global de fibra, de grande escala;

– Continuar a investir no alcance e velocidades de sua infraestrutura de banda larga para pequenas empresas e consumidores.

“Nosso objetivo é o de sermos o melhor provedor de redes do mundo e temos a capacidade de atingi-lo como uma empresa única”, disse Jeff Storey, presidente e chief operating officer da CenturyLink. “A CenturyLink está focada em fornecer uma experiência diferenciada a nossos clientes, enquanto conduz um crescimento rentável e aumenta o fluxo de caixa livre por ação. Nossa escala e experiência nos permitirão entregar isso em nome de nossos clientes, funcionários e acionistas”.

Detalhes da Transação

Portadores de ações ordinárias da Level 3 no momento imediatamente anterior ao fechamento estão habilitados a receber US$ 26.50 por ação em espécie (sem juros) e 1.4286 ações da CenturyLink por cada ação da Level 3 que possuíam. Os acionistas da CenturyLink agora possuem aproximadamente 51 por cento e os antigos acionistas da Level 3 possuem aproximadamente 49 por cento da empresa combinada. A CenturyLink mantém sua sede em Monroe, Louisiana, com uma presença operacional importante no Colorado e na área metropolitana de Denver.

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O Velho Mundo e o Novo Mundo na transformação digital das empresas

Por Alexandro Barsi

Ano após ano a tecnologia evolui e aumenta o leque de oportunidades para as empresas, que, por sua vez, devem inovar para não ficar para trás no universo digital. Porém, segundo pesquisa da Enterprise Strategy Group (ESG), apesar de 71% das organizações no mundo concordarem que para manter a competitividade é preciso se transformar digitalmente, apenas 5% delas já estão com esse processo em andamento.

Ser digital já é obrigação no panorama corporativo. É uma visão diferenciada de onde o negócio está e onde quer chegar. Se fosse para fazer uma alusão, seria a transição do Velho Mundo para o Novo Mundo. Quebrar os paradigmas e o tradicionalismo é necessário para que se dê início à conversão, mudando os aspectos da cultura das empresas, a começar pelas pessoas. Só assim o caminho à modernidade será alcançado sem radicalidade e rupturas.

As empresas devem realizar uma análise de todo o cenário atual, possibilitando a definição de estratégias e ações capazes de facilitar essa mudança. Ferramentas que possibilitem que os gestores enxerguem os caminhos a serem seguidos proporcionam maior efetividade e assertividade na tomada de decisões. Além disso, a digitalização faz com os resultados possam ser mensurados por meio de novos indicadores, que ajudam a mostrar qual a melhor trajetória a ser percorrida.

Com ativos que facilitem os processos das companhias, a experiência digital não deve ser algo apenas “da porta para fora”, mas também no ambiente interno, para aumentar a efetividade ao possibilitar uma visão diferenciada tanto por parte dos clientes quanto dos colaboradores, melhorando a experiência dos usuários.

Soluções que classifiquem o digital como parte de um ecossistema que integra gente, tecnologia, inovação e método promovem a transformação digital de ponta a ponta de um negócio, conectando o consumidor com a companhia, potencializando seus resultados e, consequentemente, aumentando a percepção de valor que o cliente tem sobre a empresa.

Alexandro Barsi é sócio-fundador e CEO da Verity, especializada em consultoria para transformação digital e gestão de ponta a ponta.

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