Page

Author admin

Oracle anuncia expansão do programa de aceleração de startups para promover inovação global na nuvem

A Oracle anuncia hoje a ampliação do programa Oracle Startup Cloud Accelerator. A iniciativa tem o objetivo de impulsionar a inovação e novas soluções na nuvem ao redor do mundo. Com isso, a Oracle vai levar o programa a sete novas cidades: Bristol, Deli, Mumbai, Paris, São Paulo, Cingapura e Tel Aviv.

Criado por membros da equipe de Pesquisa e Desenvolvimento da Oracle, o programa oferece seis meses de orientação de especialistas técnicos e de negócios, tecnologias avançadas, um espaço de coworking, acesso a clientes, parceiros e investidores além de créditos livres para as soluções de Oracle Cloud. A ação também oferece uma rede global em expansão composta por outras startups.

Com base nas próprias atividades iniciais de um novo negócio, a Oracle acredita que apoiar o empreendedorismo e a criatividade entre empresas emergentes é fundamental para a promoção da inovação tecnológica no mundo.

“Depois do sucesso do lançamento desse programa em Bangalore, na Índia, estamos empenhados em desenvolver um ecossistema de apoio às startups em todo o mundo”, afirma Thomas Kurian, presidente da área de Desenvolvimento de Produtos da Oracle. “A nuvem está abrindo espaço para inovações incríveis em todos os aspectos dos negócios e em todos os setores. Queremos apoiar essa nova revolução tecnológica impulsionada pela nuvem.”

Com sua moderna plataforma de nuvem, otimizada para garantir alto desempenho, capacidade, disponibilidade e diversos serviços, a Oracle democratizou essa tecnologia de nível empresarial com foco nas startups. O conjunto completo de recursos de nuvem da Oracle traz aos desenvolvedores de startups os recursos necessários para começar imediatamente e crescer à medida que os negócios se expandem e mudam, sejam em três camadas ou nativos na nuvem, ampliando-se vertical ou horizontalmente (scale-up ou scale-out). Com uma presença global, a Oracle presta mais de 50 serviços de nuvem integrados para dar suporte a empresas de todos os tamanhos.

A iniciativa, que teve seu programa-piloto lançado na Índia em abril de 2016, atraiu centenas de startups candidatas e muitos participantes já tiveram sucesso.

“O Oracle Startup Cloud Accelerator foi sem dúvida uma grande plataforma de para alavancar nosso negócio”, avalia Aardra Kannan Ambili, cofundador e diretor de Tecnologia da Riot Solutions, startup da área de IoT para o setor de saúde que participou do programa piloto. “Graças à Oracle, somos agora uma startup de rápido crescimento com capital de giro.”

Reggie Bradford, vice-presidente sênior de Desenvolvimento de Produtos da Oracle, será o líder para expandir o programa ao lado de Sanket Atal, vice-presidente do grupo de Desenvolvimento da Oracle, responsável pelo programa-piloto na Índia.

“Os próximos cinco a dez anos prometem em termos de inovações e crescimento que vão levar a novas ideias de negócio viabilizadas pela nuvem”, destaca Bradford. “A Oracle entende que as startups estão no centro de inovação e, por meio desse programa, pretendemos dar a elas acesso à vastos recursos e suporte para alavancar os negócios.”

O Oracle Startup Cloud Accelerator é aberto a startups de tecnologia ou baseadas em tecnologia em fase inicial. As empresas interessadas poderão se candidatar ao decorrer de 2017 de acordo com o cronograma de cada uma das novas cidades. Mais informações e inscrições pelo site: www.oracle.com/startup.

Tags, , ,

Embratel anuncia solução de Cloud Server para E-Open

A Embratel anuncia a conquista de novos clientes. A E-Open, empresa líder no desenvolvimento de aplicações, está utilizando a solução de Cloud Server da Embratel para armazenar seus dados e aplicações de seu negócio. Com um vasto portfólio de soluções integradas de Telecomunicações e TI, a Embratel oferece para a E-Open Infraestrutura como Serviço (IaaS) armazenada em Nuvem, com a vantagem de pagamento conforme o uso, dispensando eventuais custos com compra de equipamentos e de sistemas. A E-Open está hospedando no Cloud Server da Embratel uma série de aplicações que são acessadas diariamente por milhares de pessoas, como cursos de educação à distância de importantes universidades e hospitais do País.

Com foco no planejamento e execução de projetos consistentes e sustentáveis na área de software, a E-Open oferece serviços de programação de computadores e precisava de uma plataforma de alto desempenho e confiabilidade para desenvolver aplicações para seus clientes. Com a solução da Embratel, a E-Open passa a ter à disposição uma plataforma com recursos completos e customizáveis, atendendo perfeitamente suas necessidades.

“A solução da Embratel permite que a E-Open combine elasticidade, poder computacional aliados a maior capacidade de conexão de rede do País, sem a necessidade de franquias mínimas. A cobrança é realizada por hora, conforme os recursos utilizados”, afirma Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções de Soluções Digitais da Embratel. O executivo destaca que a Embratel já está consolidada como provedora de serviços de Cloud Computing para o mercado corporativo e continua expandindo cada vez mais sua presença.

“Com a Embratel, conseguimos ter uma estrutura completa que nos permite liberdade para ampliar o uso de serviços de Cloud Server conforme nossa demanda. Estamos muito felizes com o serviço e com a agilidade que temos com o portal da Embratel, que permite ajustes em nosso plano, de forma automática e sem dificuldades. Esse benefício é muito difícil de encontrar no mercado”, diz André Escudero, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da E-Open.

Segundo Escudeiro, outra vantagem é o fato de o Data Center da Embratel estar localizado no Brasil, com suporte local em português (24×7) e fatura em reais. “A Embratel é a melhor opção de fornecimento de soluções de Cloud”.

A solução Cloud Server Embratel é indicada para empresas que precisam de uma infraestrutura de alta performance sob medida, com total autonomia para administrar e criar servidores em poucos minutos. A oferta não demanda franquias mínimas e é cobrada por hora de uso, de acordo com o consumo dos recursos computacionais. Com preços fixos em reais, elimina o risco financeiro proveniente de alterações na cotação do dólar. É ideal para empresas que trabalham com tecnologia como desenvolvedores de software, sites, sistemas web, e-commerce e aplicativos móveis, além de companhias com demandas sazonais de serviços de tecnologia em Nuvem.

Para saber mais sobre o serviço de Cloud Server da Embratel, acesse o site: www.embratel.com.br/cloudserver.

Tags, , , , , ,

Por que as startups precisam de um ecossistema fortalecido? – Por Rafael Ribeiro

Criar uma startup no Brasil cinco anos atrás era uma verdadeiro desafio. Para começar, poucos entendiam o que significava o termo “startup”. Mesmo os primeiros entusiastas também sofriam para divulgar seu negócio, conquistar os primeiros clientes, captar investimento, aprender mais sobre inovação e outras tarefas essenciais para qualquer empreendedor. Tudo isso demandava tempo e dinheiro, dois elementos que são escassos no ciclo de qualquer startup. Quem sobreviveu àquela época, hoje provavelmente é grande referência em seu setor de atuação.

Anos depois, a tecnologia avançou, novas oportunidades surgiram e o ambiente é muito mais propício para a fundação de novos empreendimentos. Não estou dizendo que ser empreendedor agora é fácil, mas te garanto que é menos complicado do que já foi no passado. Isso se explica porque hoje, em 2017, o Brasil possui um ecossistema de startups muito mais maduro.

Mas o que isso significa na prática? Primeiramente, nossa infraestrutura evoluiu muito. Temos inúmeras aceleradoras, fundos de investimentos, organizações de apoio ao empreendedorismo e diversos serviços personalizados para atender startups (como assessoria jurídica ou de comunicação, por exemplo).

No entanto, um dos maiores benefícios para quem empreende em 2017 é o excesso de informações. Ao contrário dos primeiros anos da década, hoje temos muito mais empreendedores no país, o que proporciona um compartilhamento de conhecimento que é extremamente rico. Temos ainda universidades com cursos e metodologias voltadas às startups e diversos eventos com conteúdo qualificado.

Para fomentar essa troca de ideias entre diferentes agentes do mercado, formam-se comunidades regionais dentro do Brasil, como exemplo, temos o Sururu Valley (em Alagoas), San Pedro Valley (em Minas Gerais), StartupSC (em Santa Catarina), entre outros ecossistemas.

Essa união é fundamental para todos que estão inseridos nessas comunidades. Elas dão a oportunidade de debater sobre temas em comuns, aprender ou ensinar algo e possivelmente até fechar negócios e conquistar um investimento. Um empreendedor nunca alcança o sucesso sozinho, por isso é muito importante ter essa proatividade para fazer novos relacionamentos e trocar informações.

De acordo com os dados da ABStartups, estados como São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Pernambuco se destacam com um grande número de empreendimentos inovadores. Não é coincidência que essas regiões possuem um ecossistema fortalecido, com muito compartilhamento de ideias. Nossa expectativa é que comunidades como essas se espalhem por todo Brasil ao longo dos próximos anos.

Rafael Ribeiro, diretor executivo da ABStartups. Formado em ciências da computação e com especialização em marketing, Rafael foi co-fundador da Weblinia e da Monster Joy.

Tags, , , , , ,

Uso de drones na agricultura otimiza processos e diminui problemas ambientais

FRANCE-WINE-SCIENCE-TECHNOLOGY

Se você ainda não viu, certamente não demorará muito para encontrar um objeto voador que não identificará de primeira. São os drones, aviões não tripulados que são usados em meios civil e militar para vários objetivos. Os drones, que em português significa zangão ou zumbido, realizam funções que antes dependiam de aviões e helicópteros tripulados, buscando maior eficácia e alcance, redução de custo e mais segurança para quem pilota.

Apesar da grande polêmica acerca do uso militar, é o uso civil dos drones que pode modificar inúmeros serviços. Com formatos e tamanhos variados, a quantidade de máquinas voadoras controladas remotamente deve crescer em ritmo acelerado nos próximos anos no país e no mundo, devido à facilidade de voo, ao baixo custo e às inovações tecnológicas preparadas para cada modelo, como uso de câmeras, filmadores e sensores de raio-x.

Atualmente, longe das fábricas, estudantes e curiosos por tecnologia desenvolvem drones artesanais, aproveitando processadores, baterias e componentes retirados de smartphones e outros equipamentos eletrônicos. Há até quem fale em “revolução dos drones”, calculando milhões de drones no céu usados para diversos fins.

E, talvez, essa revolução já tenha chegado. É o caso da Amazon, que em dezembro do ano passado realizou sua primeira entrega usando uma aeronave não tripulada controlada remotamente. A ideia de entregar produtos usando drones faz parte do programa Amazon Prime Air, que tem o objetivo de fazer entregas em até 30 minutos.

A Prefeitura de Santos também inovou e está utilizando um drone para sobrevoar locais inacessíveis aos agentes da dengue, em busca de possíveis criadouros do mosquito aedes aegypti. O equipamento facilita o direcionamento das ações da Secretaria de Saúde no combate à doença e tem disso inspiração para outras cidades brasileiras.

Na zona rural, os drones e os vants têm aberto mais espaço a cada dia. Por meio de imagens, os equipamentos podem detectar falhas nas plantações, áreas com falta ou excesso de água e onde é preciso utilizar agrotóxicos ou qualquer outro suplemento agrícola.

Para Julian Brandalise e o irmão Jerim Brandalise os drones/VANTs de uso agrícola estão surgindo explosivamente no mercado. Os irmãos Brandalise trabalham na empresa INOTEC Store , responsável pela venda de drones e VANTS para uso agrícola, como os pulverizadores e mapeadores, VANTs militares e de filmagem profissional, drones de corrida, entre outros.

“Os drones agrícolas aumentam exponencialmente a eficácia do trabalho nos campos. A tecnologia pode fazer uma pulverização cirúrgica, de grande precisão, que pode reduzir em até 60% a quantidade de defensivos”, explica Julian, “alguns pulverizadores carregam até 10 litros de defensivos e podem voar até 500 metros de altura”, completa o irmão Jerim Brandalise.

De uma forma geral, os agricultores usam aviões não tripulados com câmeras para mapear e identificar doenças e anomalias nas plantações. Depois, esses dados são repassados para o GPS de equipamentos terrestres que são enviados para a aplicação dos produtos.

Fazendo uma analogia, o drone é como um raio-x para um médico. Ao identificar os problemas, quais as suas dimensões e qual a sua localização no campo, o responsável pode ir até as áreas que estão com problema para tomar as ações necessárias.

“A utilização de drones ou VANT’S otimiza esse processo de pulverização e também permite levar o defensivo até áreas onde aviões tripulados não conseguem chegar, como perto de árvores ou da rede elétrica. Além de tudo, como o equipamento chega muito perto da área a ser protegida, os riscos de contaminação de locais indevidos”, completa Julian.

Reafirmando a revolução dos drones, a venda de aeronaves não tripuladas controladas remotamente tem tomado o mercado brasileiro. Em 2016 a estimativa é de que o setor tenha movimentado cerca de R$ 200 milhões de reais no Brasil. Estimativa confirmada pelos irmãos Brandalise, que começaram o ano de 2017 abrindo uma nova loja INOTEC.

Tags, , , ,

Quatro previsões de BI e Analytics para 2017

Allan Pires, CEO da multinacional dinamarquesa Targit para a América Latina e Texas, revela as principais estratégias de TI que definirão o futuro

Aumento da liderança via Self-Service BI

Self-service é a prática de se obter um benefício sem a necessidade do intermediário, tendo em vista a redução de custo e de espera na hora de executar uma atividade. No mundo dos negócios, não poderia ser diferente. Podemos fazer alusão ao conceito chamado Customer Self-Service (CSS), que funciona da mesma forma que um autoatendimento, mas dentro das corporações. Como facilitador, a ferramenta oferece acesso imediato às informações e processos de negócios, sem a necessidade de uma equipe de TI especializada presente para a análise dos dados da empresa. O Self-Service BI é a modernização da conhecida ferramenta de Business Intelligence, podendo ser manejada oportunamente por um executivo ou profissional não especializado e, com isso, é possível descentralizar o processo de análise por meio de uma interface de fácil manuseio. As vantagens com a adoção de um modelo self-service são inúmeras como disponibilidade 24/7, redução de custo na criação e manutenção das análises e processos, além do alto grau de confiabilidade. Estas novas ferramentas tecnológicas também estão prontas para uso e disponíveis em Market Places Digitais e dispositivos móveis.

Diga adeus ao limite de exploração dos dados

Ao longo dos últimos anos, acompanhamos de perto a questão da consumerização da TI, termo utilizado para explicar a entrada de dispositivos pessoais no ambiente de trabalho, seja celular, notebook ou tablet. Muitas das análises realizadas pelos dispositivos móveis – criadas em ferramentas como o Excel – eram limitadas quanto ao volume de dados e não permitiam combinações de diversas informações ao mesmo tempo. Agora, com a introdução de novas funcionalidades em soluções já existentes no mercado, e Targit é um exemplo dessa realidade, a captura de dados em diferentes formatos se tornou possível, atendendo demanda projetada para TI Bimodal e para modernas plataformas de Business Intelligence. O InMemory Engine e o Data Discovery Unlimited proporcionam alta performance e flexibilidade, além de combinar dados (mash-up) e criar rápidas e novas análises.

Uma crescente dependência de serviços na nuvem

Os serviços na nuvem ainda cumprem o seu papel de grande importância dentro de projetos das pequenas, médias e grandes corporações. E no mundo do Business Intelligence, não poderia ser diferente – tanto como fonte de dados quanto como plataforma de entrega de BI. Um número crescente de usuários de BI precisa ser capaz de se conectar facilmente, integrar e analisar dados de fontes fora do armazém de dados existente. Não só é importante ser capaz de extrair dados de arquivos do Excel e CSV, mas também de aplicativos baseados em nuvem, como Google Docs, Google Analytics, Salesforce, Quandl, entre outras inúmeras fontes de dados baseadas em nuvem ou na Web. Este serviço desempenha um papel extremamente analítico e oferece uma visão abrangente de KPIs da empresa em relação à concorrência. Ferramentas de análise baseadas em nuvem e híbridas introduzem um novo tipo de flexibilidade em comparação a estrutura tradicional de um armazém de dados. Este é um grande benefício para as empresas que optam por aproveitar, uma vez que a liberdade da infraestrutura tradicional de BI pode reduzir drasticamente o custo total de propriedade do BI.

Internet das Coisas: o aumento do valor dos projetos de análise preditiva

O futuro é claro. Com o aproveitamento de grandes quantidades de dados acionáveis da Internet das Coisas, a análise preditiva tem sido, em grande parte, uma fantasia futurista para a maioria das empresas. Contudo, em 2017 teremos um aumento na disseminação de sensores, algoritmos e tecnologias que ajudarão as empresas a capturar e prever eventos futuros, incluindo o aproveitamento da Internet das Coisas (IoT). Mas como analisar dados real-time e ter uma visão holística do negócio? Esta é a proposta das novas versões de ferramentas de BI & Analytics. Como já sabemos, a curva de crescimento da geração atual de dados nada mais é do que uma progressão geométrica. Considerando a geração de dados das “coisas”, teremos um novo fator de aceleração. Precisamos ser capazes e competentes para analisar o fluxo crescente de dados e encontrar novos padrões de crescimento e ruptura, pontos de correção de curso, etc. Assim como a Internet das Coisas está literalmente ligada à saúde e bem estar dos usuários, o Analytics está ligado diretamente à capacidade de analisar dados de qualquer coisa e converter em mensuração assertiva para a saúde dos negócios.

Tags, ,

Furukawa oferece solução de cabeamento voltada para ambientes industriais

Poeira, umidade, produtos químicos, altas temperaturas, vibração, impacto e interferências eletromagnéticas são características comuns em ambientes industriais. Com a intensificação do uso de automação e de Tecnologia da Informação no chão de fábrica – dentro do conceito de indústria 4.0 -, essas características podem acarretar problemas às redes de comunicação instaladas nesses ambientes, prejudicando a transmissão de dados.

Com o objetivo de evitar esses problemas, a Furukawa desenvolveu uma linha de produtos específica para ambientes industriais que atende à instalação de pontos de redes sob condições adversas. “Os produtos da Solução Industrial Furukawa possuem características técnicas diferenciadas que os torna indicados para aplicações em diversas áreas, como siderurgia, óleo e gás, metrô, entre outras”, afirma a engenheira de Aplicações Mariana Pauli Balan. “A instalação de um cabeamento adequado a esse tipo de ambiente crítico permite eliminar problemas como oxidação, fadiga e vibração, que são causados por poeira, umidade e danos aos contatos, por exemplo, tornando a solução 100% confiável e segura”, explica.

Mariana destaca que a Solução Industrial Furukawa já está de acordo com os requisitos estabelecidos na nova norma ABNT 16521, publicada recentemente pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) – que trata especificamente de cabeamento estruturado para ambientes industriais. Os produtos dessa linha apresentam, entre outros diferenciais, índice de proteção até o grau IP67, o que significa que oferecem proteção total contra poeira, jatos fortes de água e imersão temporária (até 30 minutos). Os cabos metálicos possuem capas com características destinadas a suportar aplicações em ambientes com alta abrasividade, elevadas temperaturas e presença de óleos e graxas, por exemplo.

Além disso, a Solução Industrial Furukawa inclui produtos ópticos – como DIOs, cordões IP67 e outros acessórios – e produtos blindados – como patch panel, patch cords e outros -, recomendados para ambientes sujeitos a interferências eletromagnéticas. “As interferências causadas por máquinas industriais com fontes indutivas, lâmpadas fluorescentes ou fontes com elevadas tensões podem prejudicar a transmissão de dados sobre cabos de cobre. Nesses casos, recomenda-se o uso de produtos ópticos, pois são imunes a interferência eletromagnética, ou produtos blindados, com uma infraestrutura de instalação adequada”, acrescenta Mariana.

Tags,

Tecnologia para Contabilidade Fiscal: Questor amplia presença no Brasil para triplicar receita até 2020

oão Carlos Pellegrini, CEO da Questor

oão Carlos Pellegrini, CEO da Questor

Para aumentar a capilaridade e fortalecer seus negócios em todo o território nacional, a Questor Sistemas Inteligentes, uma das principais provedoras de soluções tecnológicas voltadas à área de contabilidade fiscal do país, anuncia uma nova estratégia de expansão para impulsionar seu crescimento. A iniciativa contempla a abertura de um escritório em São Paulo, nomeação de dez novas revendas, além de novas contratações nas áreas técnica e de vendas. Com isso, a Questor estima um incremento de 30% nos negócios em 2017 e alcançar um faturamento de R$ 135 milhões até 2020.

De acordo com João Carlos Pellegrini, CEO, a Questor está entre as líderes no mercado do Sul do país, onde nasceu. Porém, a empresa, cujas soluções atendem a legislação fiscal de todos os estados brasileiros, quer expandir sua atuação, sobretudo na região Sudeste por sua elevada demanda de negócios. “Estamos abrindo um escritório na capital paulista de onde poderemos apoiar mais nossos parceiros comerciais e viabilizar uma presença mais consistente nesta região. Pretendemos também aumentar a capilaridade no Centro-Oeste e Nordeste, mercados que demandam muito por soluções de contabilidade fiscal. Para isso, estamos nomeando mais dez revendas, sendo cinco delas localizadas no interior de São Paulo, além do Rio de Janeiro”, revela o executivo.

A Questor consolidou-se uma das principais provedoras de software para a área de contábil e fiscal do país, com um ecossistema de soluções e serviços que movimenta cerca de R$ 45 milhões. A companhia vem ganhando destaque no mercado por oferecer uma tecnologia que promove agilidade e eficiência, aumento da produtividade e redução de custos de até 30% para as empresas.

Para alcançar suas ambiciosas metas a Questor aposta na diversidade de seu portfólio, que atende desde escritórios de contabilidade, até provedoras de serviços em regime BPO (sigla em inglês, para terceirização de processos de negócios), pequenas e médias empresas e grandes departamentos contábeis corporativos. Atualmente a tecnologia Questor processa 1,5 milhão de folhas de pagamento ao mês e seus clientes publicam mais de 7 milhões de documentos eletrônicos em nuvem por ano. Além disso, atende 350.900 empresas e possui 73.500 usuários ativos, com uma taxa de 97% de satisfação entre seus clientes.

Tags, , ,

Stefanini anuncia investimentos nos Estados Unidos e Ásia

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, anuncia novos investimentos na América do Norte a Ásia-Pacífico com o objetivo de crescer 25% até 2020 nas regiões. Para alcancar essa meta, a empresa está focando em uma oferta inovadora e reforçando sua atuação no processo de transformação digital nas empresas.

Atualmente, a companhia conta com uma estrutura robusta para implementar mudanças importantes para que os clientes se preparem para a era da Internet das Coisas e da Indústria 4.0. A base tecnológica desta revolução é a utilização dos sistemas ciberfísicos, internet das coisas e computação em nuvem, além de uma rede de informações em tempo real, para que os processos de produção se tornem cada vez mais eficientes, autônomos e customizáveis.

“Hoje, conseguimos montar um banco 100% digital para qualquer instituição, promover o engajamento dos clientes com campanhas de fidelização, oferecer uma assistente virtual capaz de compreender e processar solicitações via texto e voz de maneira rápida, eficiente e intuitiva, além de garantir mais eficiência operacional para as estruturas de backoffice”, destaca Marco Stefanini, CEO global do Grupo Stefanini.

Estratégias para América do Norte e Ásia-Pacífico

Com mudanças no direcionamento das operações na América do Norte e Ásia, vários escritórios também passarão por mudanças físicas em 2017, incluindo o headquarter para as duas regiões, localizado na área de Detroit.

No novo escritório, a Stefanini vai inaugurar o primeiro Global Innovation Center nos Estados Unidos, reforçando a cultura da inovação e trazendo muitos benefícios para funcionários, parceiros e a comunidade.

“A América do Norte é um dos maiores consumidorass de tecnologia e uma das maiores promotoras da inovação. Uma vez que estamos presentes nos Estados Unidos desde 2001, chegou a hora de atingirmos voos mais altos e ambiciosos na nossa operação no país, incluindo a possibilidade de aquisição de uma empresa que esteja alinhada com a nossa estratégia de fortalecermos a presença na área de Digital Solutions”, finaliza Stefanini.

A Stefanini está presente nos Estados Unidos há 15 anos, iniciando sua operação em Fort Lauderdale, Flórida. Hoje, a empresa também conta com escritórios em Southfield (Michigan), Atlanta (Georgia), Chicago (Illinois), Nova York (New York), Houston (Texas), Philadelphia (Pennsylvania), Richmond (Virginia) e Davenport (Iowa).

Tags, , , , ,

Grupo Malca traz ao mercado a nova linha de multifuncionais da Toshiba

O Grupo Malca, responsável pela distribuição de multifuncionais da Toshiba no Brasil, apresenta 23 novos produtos distribuídos em duas linhas de impressoras multifuncionais: a monocromática e a colorida. Os novos modelos da e-STUDIO combinam um conjunto de funções para atender às necessidades de impressão, gerenciamento de documentos e fluxo de trabalho das aplicações de negócio.

Todas as funções dos novos equipamentos, inclusive, foram desenvolvidas para tornar as operações das organizações mais eficientes e econômicas, melhorando o fluxo de trabalho. Com a inclusão do multicore processador Intel® Atom , por exemplo, a execução de tarefas complexas, tais como aplicações simultâneas e integradas de reconhecimento óptico de caracteres (OCR), fica simplificada.

Já a plataforma de aplicativos integrada permite o uso de aplicações integradas ou de terceiros, além de enviar trabalhos para a nuvem, o que permite aos usuários móveis trabalhar a partir de qualquer lugar.

A experiência mais intuitiva do usuário também é garantida com o controlador e-BRIDGE tipo tablet de nove polegadas, que possibilita trabalhar com a interface, proporcionando uma maior flexibilidade para atender necessidades de determinado fluxo de trabalho, como a criação de perfis de cores para ajustar a diferentes tipos de materiais, iluminações ou cores Pantone específicas.

Por sua capacidade de fornecer até 240 imagens por minuto e armazenar até 300 folhas de cada vez, a digitalização dupla alimentador de documentos (DSDF), ajuda os usuários finais para uniformizar os seus projetos mais difíceis.

Os novos modelos avançados e-STUDIO tem um hardware mais durável e confiável, o que maximiza o período de utilização das multifuncionais e reduz o seu custo total de propriedade. O design inovador dos novos produtos é completado com uma aparência sofisticada em fosco e na cor preta, que se adapta aos ambientes de negócios mais modernos.

Muito mais que inovação e design, a Toshiba também se preocupa com um planeta mais sustentável. Para isso, os novos produtos cumprem todos os critérios rigorosos de grandes programas e normas ambientais, tais como a EPEAT® ouro, a RoHS e a ENERGY STAR® .

“As novas linhas e-STUDIO reúnem os produtos multifuncionais mais inovadores e intuitivos do mercado. A Toshiba entende que cada empresa tem necessidades únicas, por isso a integração foi o foco para desenvolver produtos personalizáveis, que atendam às complexas necessidades dos usuários de negócios de hoje”, finaliza o gerente de canais do Grupo Malca, Luiz Alberto Ribeiro.

Tags, , ,

Evnts oferece descontos em hospedagem para Campus Party 2017

A Evnts, plataforma tecnológica de reserva de hotéis online, anuncia a 4a edição consecutiva de parceria com a Campus Party. A startup criou uma página personalizada para o evento que agrega diversas opções de hospedagem com descontos especiais exclusivos ao público do evento.

“Sabemos que a Campus Party é um evento que atrai milhares de pessoas de todos os locais do país. Muitos desses participantes preferem uma hospedagem com maior conforto. Pensando nesses campuseiros, criamos uma página personalizada que traz as melhores opções de hospedagem para quem vai ao evento. Proporcionamos até 20% de desconto e garantimos que as tarifas disponibilizadas na plataforma são as menores da internet”, afirma Alexandre Rodrigues, CEO da Evnts.

As opções disponibilizadas foram escolhidas com base no público e no local do evento. Dessa forma, os participantes podem se hospedar no lugar mais adequado às suas preferências e com o menor custo possível.

Tags, , ,

Segurança máxima: Como a tecnologia pode apoiar a gestão de presídios

unnamed (3)

As tecnologias mais avançadas disponíveis hoje para reforçar a segurança em presídios incluem a capacidade de detectar automaticamente quando alguém se aproxima do muro do presídio, câmeras de aço inoxidável resistentes a golpes de uma tonelada e com design anti-agarramento, analíticos de vídeo capazes de detectar princípios de tumulto a partir do barulho e equipamentos de áudio que facilitam a comunicação dos gestores com os detentos em áreas internas e externas.

Essas tecnologias, oferecidas pela fabricante sueca Axis Communications, já estão disponíveis no Brasil, e algumas já são utilizadas em presídios no Brasil e no exterior. Uma delas é o Axis Perimeter Defender, que faz uma análise contínua da movimentação no perímetro do presídio. Através de uma combinação de câmeras, software e alto-falantes IP, o sistema detecta quando alguém se aproxima do muro, tanto do lado de dentro, numa possível tentativa de fuga, quanto do lado de fora, numa potencial tentativa de jogar produtos para dentro. Ao detectar essa presença, o sistema alerta automaticamente os operadores na central de monitoramento, e pode acionar de imediato uma sirene ou emitir uma mensagem dissuasiva.

O alto-falante de rede AXIS C3003-E, estilo corneta, é um dispositivo IoT (Internet of Things) que projeta um som com alcance de 100 metros. Com um único cabo de rede, o alto-falante recebe energia e se conecta diretamente a um sistema de gerenciamento de vídeo ou a um sistema de telefonia Voz sobre IP (VoIP), já que suporta o protocolo SIP. Ao associar um número de telefone ao aparelho, basta o usuário ligar para o número e falar normalmente ao telefone para ter a fala amplificada.

O áudio também pode ser uma ferramenta importante na identificação de ocorrências. A câmera de rede AXIS Q8414-LVS, feita de aço inoxidável e resistente a atos de vandalismo, possui um microfone interno que capta o áudio e pode ajudar a identificar situações urgentes como barulho de uma luta corporal, gritos e pedidos de ajuda. A câmera ainda grava imagens mesmo em ambientes em total escuridão, com o LED infravermelho, e tem um design que deixa a câmera no canto da parede, sem que o preso tenha meios de se segurar na câmera para arrancá-la.

Uso em presídios

Existem tecnologias inovadoras já em uso em prisões brasileiras e estrangeiras. No Centro de Correção do Condado de Worcester, em Massachussets, nos Estados Unidos, são mais de 100 câmeras de alta resolução da Axis espalhadas pelos 12 pavilhões. A resolução Full HD permite aos operadores monitorarem de perto as expressões faciais dos presos, e entender possíveis tentativas de rebelião numa fase inicial.

Em um dos casos, os vídeos ajudaram os investigadores na identificação de membros de facções rivais em meio a uma briga que terminou com um esfaqueamento. Como resultado, os participantes foram acusados formalmente perante a justiça e receberam uma sentença adicional.

No Brasil, a Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado do Ceará (Sejus-Ce), criou uma central de vídeo monitoramento IP em Fortaleza para poder monitorar, à distância, grande parte do sistema prisional do estado. Foram 566 câmeras AXIS instaladas em todo o entorno das unidades prisionais, nas áreas externas, de acesso e também na área administrativa de cada uma.

Tags, , , , ,

Interação 360° com o cliente – Por Sofia Alpendre Baldessar

Sofia Baldessar

A maioria das empresas investe em ferramentas digitais para atrair, converter e reter clientes, mas nem sempre essas soluções garantem uma experiência de compras agradável e o motivo é simples: falta conhecimento sobre eles. Qual o seu perfil? O que essa pessoa costuma comprar? O que ela precisa? Quais os seus desejos de consumo?

O fato é que a limitação de acesso às informações dos clientes pode trazer inúmeros prejuízos às organizações que, cada vez mais, precisam de insights sobre os desejos dos clientes durante a jornada de compras. É aí que área de Marketing entra em cena, uma vez que capacita as organizações para captarem tais percepções sobre as intenções dos consumidores, por meio de experiências individuais e em tempo real, até porque o dinamismo do mercado exige agilidade nas ações e na tomada de decisões.

O marketing contextual, por exemplo, que é a evolução do marketing personalizado, reúne informações dos clientes de vários canais como: interações anteriores, isto é, histórico de transações (pedidos, compras, pagamentos); antecipação de comportamentos e intenções atuais.

A partir daí, a experiência do cliente passa a ser personalizada, contextualizada e relevante. Há soluções de marketing e comércio que proporcionam engajamento com os clientes, ou seja, antecipam as necessidades e interesses do público-alvo. É o caso da plataforma SAP Hybris que, por meio da combinação dos seus módulos de Commerce, Service, Sales e Marketing, oportuniza experiências exclusivas durante toda a jornada de compras, desde o despertar do interesse, pesquisa, a compra em si até o pós-venda. Nesse caso, todo o relacionamento é focado no engajamento e na satisfação dos clientes B2B e B2C.

É uma poderosa plataforma de relacionamento omni-channel que garante possibilidades diferenciadas de interação com foco na venda. A comunicação ocorre por múltiplos canais de contato, com isso há um melhor engajamento entre os clientes, além da oferta da inteligência digital para a força de vendas e da possibilidade do Marketing desenvolver campanhas segmentadas e inteligentes, desde materiais impressos até as mídias sociais.

Quando se trata do comércio multicanal é imprescindível a criação, o gerenciamento e a publicação de informações relevantes em todos os canais de vendas e serviços. Então, para as empresas que buscam a gestão de conteúdo de produtos, gestão de conteúdo da Web, mobilidade, pesquisa e recursos de comercialização integrados, esta solução é uma alternativa mais que indicada, ou melhor, é indispensável.

Outra possibilidade para gerar engajamento com os clientes são as ferramentas que permitem os insights das intenções dos consumidores em tempo real e, consequentemente, experiências contextuais e agilidade frente ao concorrente.

Integrada a suíte Commerce, essa solução também oferece recursos como recomendações de produtos, microssegmentação, direcionamento e conversão de carrinhos abandonados com o remarketing, análise preditiva, medição de sentimento dos consumidores, ROI de campanhas em tempo real, integração com mídias sociais, criação de perfis únicos e completos dos seus clientes, além do auxílio à conversão dos acessos anônimos de seu website em clientes satisfeitos e fidelizados.

A verdadeira visão de 360° das interações com os clientes – em todos os canais – cria uma percepção única de informações relevantes de consumidores em um só local, fator que possibilita a identificação do público-alvo para campanhas omni-channel.

O resultado é certo: aumento das conversões de clientes, consolidação e recomendação da marca. O que mais a sua empresa deseja?

Sofia Alpendre Baldessar, Gerente de Marketing da FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software.

Tags,

Cinco diferenciais de um chatbot avançado

A Plusoft, desenvolvedora brasileira de soluções multicanais para o relacionamento com clientes, elaborou uma lista com as cinco características que são consideradas os grandes diferenciais de um chatbot avançado, ferramenta de inteligência artificial que tem ganhado cada vez mais espaço entre os canais de comunicação instantânea, principalmente redes sociais e portais das maiores empresas do mundo.

Para oferecer interações de maior qualidade com os usuários, a companhia indica os caminhos para que os assistentes virtuais entreguem diálogos humanizados, com grande variedade de assuntos e atendimento personalizado. Veja, a seguir, o que propõem cada um deles.

1 – Repertório vasto

A gestão da base de conhecimento de um bot (abreviatura de robot) é um dos principais segredos dessa solução de ponta, indo muito além da configuração de palavras-chave e conjuntos de regras que obedecem a um fluxo de navegação bem definido. O primeiro passo para garantir um repertório vasto contempla a possibilidade de coletar e armazenar informações.

“É como se fosse um funcionário novo que entra em uma companhia. Você vai ensinando aos poucos e passando as informações sobre os processos da organização. O chatbot aprende com cada nova interação e tem a vantagem de que nunca irá se esquecer ou se cansar”, explica Marildo Matta, diretor de inteligência artificial da Virtual Interactions, empresa do grupo Plusoft.

A segunda fase para ter um amplo banco de dados é a organização desse conhecimento, com a estruturação do conteúdo em um formato adaptado para o chat virtual. “O recomendável é que a programação seja retroalimentada semanalmente”, diz o executivo.

2 – Linguagem natural

Muitas conversas envolvendo chatbots que existem nas redes sociais e centrais de atendimento se parecem mais com uma busca na Internet que oferece respostas automáticas do que com uma troca de mensagens natural. Isso porque muitas tecnologias não têm um mecanismo de processamento de linguagem que reconhece a intenção do usuário. Assim, o diálogo acaba ficando limitado.

“Um assistente virtual avançado deve detectar inicialmente a forma de comunicação do usuário, mesmo que seja uma interação informal, por meio de abreviações e símbolos. Isso é feito por meio da combinação de algoritmos de inteligência artificial que, associados à base de conhecimento da solução, conseguem responder dúvidas e oferecer informações de maneira humanizada, como em uma conversa entre duas pessoas”, informa Matta.

3 – Atendimento personalizado

A evolução do chatbot tradicional para uma tecnologia mais avançada relaciona-se diretamente à customização das respostas no lugar da padronização dos diálogos. Por meio da integração dos bots com os sistemas das empresas e a análise do perfil de cada usuário, é possível personalizar o conteúdo das respostas, que passam a considerar variáveis como sexo, idade e histórico de compras e diálogos anteriores de quem está interagindo com a ferramenta.

4 – Transações complexas

Contratar um serviço personalizado com muitos detalhes ou realizar uma venda completa sem envolver um agente humano são transações que podem ser realizadas por meio de um assistente virtual avançado. Os chatbots tradicionais baseados em regras conseguem alterar uma data de vencimento ou cancelar uma compra, mas não possuem capacidade para operações mais complexas. “A ferramenta avançada ainda tem como vantagem em relação ao atendimento humano estar disponível 24h por dia em qualquer dia da semana”, lembra o especialista do grupo Plusoft.

5 – Transferência para um agente humano

Um assistente virtual tem que fornecer as informações de forma precisa e rápida. No entanto, caso o chatbot não consiga solucionar a demanda do usuário, a tecnologia deve ser capaz de realizar a transferência do bate-papo com todo o histórico para o atendimento humano por telefone ou mesmo por chat. “O procedimento pode ser feito automaticamente utilizando técnicas de inteligência artificial para detectar um sentimento negativo, repetições de perguntas e avaliações ruins”, completa Matta.

Tags, , , ,

Vivo emprega analytics para conhecer melhor os clientes e realizar campanhas de marketing assertivas

Incrementar as suas campanhas de marketing era a premissa principal da área de BI & Big Data da Vivo ao desenvolver o projeto Dashboards Online de CRM. Para sua concepção, a companhia apostou na combinação da capacidade do analytics e/ou BI (Business Intelligence) de lidar e tornar útil o enorme volume de informações, disperso em inúmeras bases e proveniente de “n” fontes, aliada a uma governança de CRM (Customer Relationship Management). O que faz toda a diferença no planejamento de ações de vendas e de comunicação. Os resultados, que foram sentidos em termos de ganhos financeiros, melhores índices de satisfação dos steakholders, como também nas contestações dos clientes, não poderiam ser mais vantajosos: mais conhecimento e informações sendo transformados em insights valiosos.

Desenvolvido com base na plataforma analítica da MicroStrategy, líder mundial no fornecimento de plataformas de software empresarial, o projeto permitiu consolidar todas as informações, viabilizar melhores decisões, prover insights para novos estímulos e acompanhar todas as campanhas BTL. E, ainda, disponibilizar essas informações em diversas plataformas – desktops, tablets, smartphones – para os principais steakholders da empresa, público para o qual o conhecimento precisava ser compartilhado, visando não só garantir a manutenção dos dashboards que seriam construídos, mas também estimular a construção de novos modelos.

“Reunir, organizar, analisar dados e gerar informações valiosas tornaram-se cruciais para a sobrevivência de qualquer organização. Além disso, os consumidores estão cada vez mais exigentes, aumentando ainda mais a necessidade de conhecimento. Não basta ter a oferta, é preciso saber o perfil do cliente, entender e se antecipar aos seus desejos, necessidades e expectativas”, enfatiza Acácio Pedro, da área de projetos e campanhas de CRM da Vivo.

Embora os resultados tenham sido sentidos de diversas formas pela Vivo, de acordo com Acácio, sem nenhuma dúvida, o principal impacto foi no SLA (Time to Market) das campanhas BTL. Ou seja, a melhoria foi percebida na porcentagem de entrega de cada campanha, conforme o prazo estipulado pela área solicitante, associada ao ganho de escala e produtividade, aspectos que são críticos em todo este processo de campanhas. Em janeiro de 2016, o SLA era de 24% para um volume de cerca de duas mil campanhas por mês. E oito meses depois (setembro 2016), este mesmo indicador já era de 94%, ou seja, um aumento de 291%, para um volume ainda maior, correspondente a mais quatro mil campanhas por mês.

“Claro que para chegar até isso, os desafios eram inúmeros. Incluindo, ajustar as diversas fontes de dados e diferentes métodos de consolidações das informações; alinhar os KPIs entre os usuários; e aproveitar o potencial máximo das principais funcionalidades da plataforma analítica da MicroStrategy. Para superá-los e viabilizar o projeto, foi preciso revisar 100% do processo de consolidação das informações e definir uma fonte única, bem como estabelecer um padrão para as inserções de todos os pedidos de geração das campanhas”, explica.

Também foi preciso definir os principais indicadores e alinhar os conceitos de cada um deles às expectativas dos steakholders em relação a como eles gostariam de consultar as informações. Após esta etapa, com base nas capacidades disponíveis da ferramenta, foram elaborados os dashboards de CRM. Sempre com a premissa de ser o mais intuitivo possível, e claro, disseminar o conhecimento para toda a empresa.

Tags, , ,

Boleto registrado: os impactos no comércio eletrônico e as oportunidades Por Luiz Antonio Sacco

unnamed (1)

Nos últimos dias, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) publicou as novas datas de implantação de sua nova plataforma de cobrança bancária para que as empresas se adequem às regras que determinam a necessidade de registro de informações sobre o cedente no documento fiscal – boleto registrado. É importante entender o que de fato muda neste cenário.

Os comércios terão um pouco mais de tempo para ajustarem-se, mas as mudanças virão, trazendo reflexos, nem sempre positivos, para as lojas online, como custo adicionais para os lojistas, especialmente os de pequeno e médio portes.

Se por um lado a nova plataforma de boletos com cobrança registrada tem o intuito de unificar, modernizar e tornar mais seguro o pagamento impresso, por outro é importante alertar que boletos não pagos pelo consumidor até o dia do vencimento ou alterações de dados no documento poderão ocasionar uma cobrança do banco emissor por esse título.

Como essa não era a prática até então, a loja deve levar em consideração esses e outros custos, principalmente se lembrarmos que a conversão de boletos no Brasil, quanto às vendas realizadas pela internet, não é superior a 50%, e ainda pode ser bem inferior a depender das categorias de produtos comercializadas.

Em um momento no qual o mercado debate os impactos dessa mudança no dia a dia das empresas, vale a pena refletir sobre os demais custos envolvidos no uso dos boletos, que são talvez até mais relevantes do que aqueles trazidos pela implantação do título registrado.

Quais são os custos

Tangíveis e intangíveis. Além dos valores adicionais que serão cobrados na nova modalidade de boleto registrado, cujo preço varia de acordo com a instituição financeira e do relacionamento do correntista. Não podemos esquecer também dos custos de alocação de estoque pelos dias de espera na informação de pagamento dos boletos pagos (ou não pagos). Além disso, a alocação de mercadoria que não será vendida traz o impedimento de se atender outro consumidor, trazendo frustração ao cliente e danos de imagem ao lojista. E, nesta questão logística, a solução passa sempre pela gestão eficiente de estoques a fim de não se comprometerem as margens operacionais já bastante comprimidas.

Como resolver esse problema

É preciso ampliar os canais de recebimento e principalmente fomentar os pagamentos eletrônicos que proporcionam confirmações em tempo real. Além disso, em momentos onde o capital de giro é apertado, é fundamental buscar mais opções de pagamento à vista, afinal essa é a preferência de mais de 25% dos consumidores que compram on-line. No mercado, existem diversas Fintechs que otimizam esse processo, entre o banco e o e-commerce. Lembre-se que a tecnologia bancária no Brasil evoluiu fortemente e é uma das mais avançadas do mundo. Segundo a Febraban, 54% de todas as transações bancárias de 2015 foram realizadas via internet ou mobile banking.

É relevante notar também que os meios eletrônicos de pagamentos também são acessíveis à uma parte expressiva da população economicamente ativa, os que querem comprar no comércio eletrônico, mas não tem conta em banco, grupo que contempla um total de mais de 50 milhões de pessoas. É nesse cenário que as novas soluções chegam como alternativa também ao boleto impresso, já que permitem que os consumidores possam pagar em dinheiro e à vista, seja em casas lotéricas, agências bancárias ou em lojas de conveniência, e assim finalizar sua compra realizada na internet (de livros a passagens aéreas) com a confirmação de pagamento ao lojista em tempo real.

Portanto, diante dos desafios que se impõem aos empresários por conta da implantação do boleto registrado, abrem-se oportunidades de questionamento do uso deste modelo. Afinal, são incomparáveis os benefícios e conveniências trazidos pelos meios eletrônicos de pagamentos frente ao boleto que, independentemente de mudanças, ainda é uma plataforma de mais de 25 anos de existência, criada em um contexto econômico e de sociedade muito diferentes.

Luiz Antonio Sacco, Diretor-Presidente da SafetyPay para a América Latina, uma empresa de tecnologia voltada aos serviços financeiros (Fintech)

Tags, ,

Hug Pay firma parceria com CorpFlex para hospedar sua plataforma tecnológica em Nuvem

A CorpFlex, empresa especializada em cloud corporativa e outsourcing de TI, foi a empresa escolhida pela Hug Pay para hospedar sua plataforma tecnológica em Cloud Privada.

A Hug Pay foi criada em 2015 pelo empresário Thiago Moura que decidiu empreender depois de conhecer alguns modelos de negócios nos Estados Unidos de soluções para pessoas não bancarizadas e que teriam forte apelo em todo o Brasil. “Com a tecnologia que a Hug Pay já possuía, estávamos procurando um modelo de negócio onde tivéssemos cobertura nacional com um parceiro forte para atender a demanda da nossa plataforma”, explica Thiago Moura, CEO da Hug Pay.

De acordo com Moura, o app da Hug Pay trará a praticidade de uma plataforma de serviços financeiros na palma da mão do usuário com produtos inovadores, tais como cartão digital de débito (dispensando o uso do cartão de plástico), saque e depósito em dinheiro em qualquer lotérica do Brasil. Além disso, o aplicativo Hug Pay ainda possibilita emitir extrato da conta, pagamento de contas, recarga de celular pré-pago, entre outros produtos que já estão em desenvolvimento e trarão maior comodidade para o usuário Hug Pay.

O app HugPay permite também receber um saldo em conta e transferir para outro usuário Hug Pay para que ele também possa fazer o saque ou utilizar os recursos em outras funcionalidades do aplicativo. “Nossa proposta de serviços é inovadora; as lotéricas trazem capilaridade e facilidade aos usuários da Hug Pay para carregar sua conta para uso do Cartão Digital ou demais funcionalidades do app. Somos pioneiros nesse segmento e vamos quebrar paradigmas na prestação de serviços com uso da tecnologia e a CorpFlex foi o parceiro de TI ideal para viabilizar nossa solução em Nuvem, reduzindo nossos custos de infraestrutura e agregando segurança em nosso aplicativo”, comenta o CEO da Hug Pay.

O objetivo da parceria, acrescenta Thiago Moura, é beneficiar o desenvolvimento da central de produtos financeiros seguindo a tendência de serviços financeiros digitais. “Com a CorpFlex no projeto, a Hug Pay ganhou credibilidade, segurança e uma infraestrutura de TI avançada que agregou estabilidade e alta performance para a solução”, afirma.

“Apostamos no projeto da startup porque acreditamos no potencial de mercado da solução, pois se trata de uma ideia inovadora. Poder ter a liberdade de movimentar o seu próprio dinheiro sem a necessidade de ter um vínculo obrigatório com um banco dá ao cliente uma autonomia e praticidade enormes. Esse é o futuro”, diz Marcos Andrade, CMO da CorpFlex.

O aplicativo Hug Pay está em fase final de integração com os bancos, e a previsão é de que esteja operando normalmente no começo de 2017. Para saber mais, acesse: http://hugpay.com.br/

Tags, , , , ,

Conheça os 7 erros mais comuns ao fazer uma videoconferência

O uso de videoconferência se tornou uma das maiores revelações do século 21. Afinal, é muito mais fácil para empresas e colegas de trabalho compartilharem ideias e discutir projetos de forma virtual do que se deslocarem para uma tradicional reunião presencial.

O join.me, ferramenta de reuniões online da LogMeIn, realizou uma pesquisa que afirma que 60% dos usuários que optam por uma videoconferência acham que o resultado é mais eficaz do que o uso do e-mail, telefone ou mesmo conversar no escritório.

Segundo a pesquisa, que ouviu 2 mil entrevistados com idade acima de 22 anos, 76% usam vídeo conferência para tratar de negócios, enquanto 96% afirmam que a videoconferência agrega valor às reuniões. Um dado curioso é que 93% dos usuários que fizeram reuniões online pela primeira vez vislumbraram diversas oportunidades para incorporar a prática de conferências on-line no futuro.

Com base nos dados da pesquisa, separamos os 7 principais erros que devem ser evitados por quem opta por reuniões online via vídeo:
? Nada de nudez: Use roupas. Todas as peças! Não apenas camisa bonita por cima com pijamas por baixo. 14% dos entrevistados afirmaram usar roupas inadequadas.

– A câmera não é um espelho: Não use a câmera de vídeo como se fosse um espelho. Você não está olhando apenas para você. 15% adoram usar a câmera como espelho.

– Não cutuque o nariz: Deixe seu rosto e seu corpo quietos. 9% acabam esquecendo que estão sendo vistos e mexem no nariz.

– Evite ruídos humanos: Por favor, não emita nenhum som estranho ou inapropriado. 10% acabam fazendo algum ruído durante a conferência.

– Saia da cama: Não faça reunião estando na cama. Use um escritório ou um ambiente mais profissional. 7% usam a cama como cadeira.

– Saia do banheiro: Parece óbvio, mas não é. 7% podem estar usando banheiro durante a reunião.

– Sem interrupções caninas ou felinas: Evite ter animais passando e fazendo ruídos na hora da reunião online. 12% deixam animais circulando na frente câmera.

Essas dicas podem parecer óbvias, mas estes são erros comuns que acontecem no dia-a-dia de quem participa de reuniões online! A tecnologia está revolucionando a forma como as pessoas interagem umas com as outras e aumentando a produtividade dos profissionais conectados.

As soluções de conferência online estão cada vez mais populares, sendo inclusive muitas delas gratuitas como o próprio join.me. Use e aproveite ao máximo as reuniões virtuais, mas lembre-se que, apesar da comodidade e facilidade, a maioria das conferências acontecem com intuito profissional!

Tags, ,

O futuro do varejo é o foco do NRF Retail BigShow 2017, em Nova York – Por Paulo Henrique Pichini

IMG_0003

Entre os dias 15 e 17 de janeiro, em New York, o mundo teve contato com o que de há mais avançado para a indústria de varejo. Tudo o que foi mostrado no NRF Retail BigShow 2017 – o maior evento de tecnologia para varejo do mundo –, desde o mais conceitual ao mais concreto, tinha um único objetivo: melhorar a experiência do usuário de modo a aumentar o volume de vendas e diminuir a desistência do cliente e a perda de oportunidades de negócios.

Para atingir essa meta, o mercado vem, há anos, passando por transformações profundas em seu modelo de atendimento ao cliente, sempre buscando formas de melhorar a experiência do consumidor, administrar o inventário, melhorar e facilitar a vida dos atendentes na loja.

Durante a NRF 2017, pudemos ver soluções tecnológicas que viabilizam estas transformações – ofertas prontas e com cases de sucesso pelo mundo, mas ainda imaturas no mercado brasileiro. Por esta razão, muitos dos fabricantes e integradores que atuam no Brasil estão criando áreas especificas para atendimento desta vertical que vem liderando em termos de importância.

A busca pela nova experiência no varejo é tal que, na exposição deste ano, o grande destaque ficou por conta de soluções espetaculares e geniais para o varejo. Neste ano, o show teve foco exclusivo em tecnologia e inovação. Nada de expositores mostrando ideias mais tradicionais como arquitetura de lojas, desenhos de torres de serviços, etc.

Como todos os principais players falaram sobre tecnologia, encontramos as maiores multinacionais de TI presentes ao evento, porem com discursos e soluções disruptivas para o momento atual de mercado no Brasil.

Neste cenário, uma classificação das principais inovações para varejo mostradas no NRF 2017 passaria por cinco categorias diferentes:

1 – Infraestrutura: A categoria inclui Wi-Fi, Beacon (Bluetooth) e câmeras para captação de vídeo usadas em aplicações de segurança, mapeamento de tráfego e reconhecimento facial. As soluções de infraestrutura mostradas no NFR 2017 listam, ainda, tecnologias de sensoriamento RFDI, QR Code, NFC. Outra área bem explorada cobre as redes de baixo custo, baixa velocidade e longo alcance LPwan, ideais para suportar dispositivos IoT.

2 – Soluções de engajamento do client/prospect: sempre desenvolvidas sobre a infraestrutura descrita acima, tratam-se de ofertas de provadores inteligentes com recurso de prova virtual de roupas a partir do uso de tecnologia de realidade aumentada. O resultado é que o consumidor experimenta virtualmente trajes diferentes. Os corredores do NRF 2017 traziam, também, soluções de interação com cliente que oferecem a ele, eletronicamente, roupas em tamanhos e cores diferenciadas. Há, ainda, soluções que reconhecem a chegada do cliente na loja e imediatamente começam a interagir com ele, oferecendo produtos de acordo com seu perfil, idade, preferências, etc.

Extremamente rica, essa categoria trouxe, também, soluções de checkout rápido e eficiente. Outra ênfase foi em ambientes interativos dentro dos provedores da loja.

Uma das novidades mais atraentes: quando o consumidor toca em um produto dentro da loja, ele passa a visualizar, via digital signage, mesas digitais ou por meio de seu smartphone, todas as informações sobre aquele objeto (preço, tamanhos disponíveis, cores).

Já existem no mercado, também, ofertas que permitem a unificação da experiência de compra que, agora, pode ser iniciada em um ambiente físico (loja) e continuar em meio digital (uma página de e-Commerce, por exemplo) e vice-versa.

3 – Soluções que dão poder aos vendedores da loja: Essa categoria inclui ofertas de inventário automático para controle de prateleiras. Ou seja: se um produto sai da prateleira, automaticamente chega outro para substituí-lo. É possível contar, também, com ferramentas para saber quem está loja, por onde está andando, onde está parado mais tempo e ainda qual sua idade média, gênero e até mesmo traços de seu estado de humor frente aquele produto (a solução indica se a pessoa está feliz, triste, surpresa)

A NRF 2017 mostrou, ainda, ferramenta de interação com cliente para informá-lo sobre numeração, cores e ainda alternativas a um produto – isso vale mesmo quando o consumidor ainda está dentro do provador.

4 – Soluções de controle de inventário: Categoria baseada no uso de IoT com diversas alternativas de sensores. A NRF 2017 trouxe preços do RFID muito menores, por volta de 0,10 cents cada etiqueta, além do uso de QR Code para identificação de produtos.

Uma vez tendo produtos sensorizados com possibilidades de leitura, é fácil juntar a essa plataforma soluções que inventariam o armazém. Isso pode ser feito por meio de torres móveis de leitura, capazes de analisar por sensor ou por vídeo a disponibilidade de produtos em cada prateleira da warehouse. A mesma operação pode ser realizada com a ajuda de um drone, algo que faz sentido especialmente no caso de armazéns com pé direito muito alto.

5 – Soluções de gestão estratégica com foco no Board da empresa de varejo: O conhecido NOC (Network Operation Center) conta agora mais um enorme número de ferramentas de software que permite a criação de um Board Room capaz de avaliar cada loja, seus resultados e vendas, estoque e comportamento de clientes. Essa análise pode ser feita a partir de “n” variáveis, em acessos totalmente online. Para isso, o uso de ferramentas de Analytics é fundamental. Durante a NRF 2017, ficou claro que essas ferramentas estão na mão dos grandes fabricantes globais.

A IBM, por exemplo, mostrou a eficiência do uso do Watson para planejamentos de marketing. É um novo motor de pesquisa voltado para construção de campanhas de marketing que, cedo ou tarde, irá concorrer com o Google.

O motor de busca do Watson pode melhorar previsões inclusive climáticas, aumentando a precisão das promoções sazonais (por exemplo, roupas de verão, roupas de inverno) do varejo. Isso pode aumentar a eficiência da operação.

Nos três dias do NRF 2017, ficou claro que a soma do BigData com Analytics com recursos de vídeo é o tipo de solução com maior maturidade e maior disponibilidade no mercado, principalmente no portfólio dos grandes fabricantes.

A hora e a vez do Onmi Channel

Em resumo, estamos no caminho do varejo omni channel. Isso está acontecendo, porém, com uma multiplicidade de alternativas e de custos extremamente grande.

Diante deste quadro, cada empresa deve planejar e determinar o plano de ataque para que a transformação digital aconteça de forma suave, transparente e com baixo impacto sobre a plataforma de negócios atual. É essencial olhar este mundo de soluções com o apoio de empresas de inovação e tecnologia com comprovada capacidade de entender o grau de maturidade destas tecnologias dentro do mercado brasileiro. Isso significa checar a adaptabilidade e a integração dessas inovações do varejo com os diversos ambientes e públicos que existem hoje no Brasil.

Esses são pontos críticos de sucesso.

As novas soluções de varejo devem ser tropicalizadas ao Brasil. O País é grande e diverso, com mercados e perfis de consumidores muito originais.

O processo de renovação tem como ponto crítico o desenho das fases de implementação e exige harmonia e sincronicidade entre o Board e as áreas comercial, de marketing e de TI. É bom lembrar que modelos financeiros baseados em OPEX vêm cada vez mais viabilizando as propostas e os planos de transformação digital. Esse é o momento para a mudança bem pensada e bem implementada. O resultado é, seguramente, o aumento da eficiência e das vendas, além do surgimento de novos serviços que podem ser implantados dentro da loja, fazendo toda a diferença.

Paulo Henrique Pichini, CEO & President da Go2neXt Cloud Computing Builder & Integrator

Tags, , ,