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Huawei e Telefonica Educacion Digital assinam parceria estratégica para desenvolvimento de talentos

Huawei Signing Ceremony

O Sr. Xu Chengxin, presidente da Huawei Learning Services, e a Srta. Carolina Jeux, CEO da Telefonica Educacion Digital, assinaram um contrato de cooperação estratégica sobre desenvolvimento de talento no Fórum de Desenvolvimento de Talentos de Operadora Global 2016 (Global Carrier Talent Development Forum 2016). O contrato entre a Telefonica e a Huawei amplia sua cooperação prévia, focada no negócio de rede e serviços, agora incluindo as áreas de aprendizado e desenvolvimento de talento.

O primeiro contrato entre as duas empresas, na área dos serviços de aprendizado, é mundial e um marco para os dois lados. Como parte do acordo, a Telefonica Educacion Digital leva sua importante experiência prática e serviços de treinamento de operadora para os clientes da Huawei. Ambas as empresas estão confiantes de que, no futuro, o acerto será frutífero e lucrativo e poderá ser ampliado para cooperações nas áreas de aprendizado em nuvem e do desenvolvimento de talentos de transformação digital.

“Para nós, a Huawei Learning Services é um investimento estratégico, que fortalece nossa posição como parceira estratégica para operadoras”, disse o Sr. Xu Chengxin. “Esta cooperação para o desenvolvimento de talentos é boa para as duas empresas e vai reforçar mais ainda a parceria de serviços de treinamento da Huawei e da Telefonica.” Adicionalmente, ela vai ajudar ambas as empresas a enriquecerem o treinamento de produtos e serviços, e a expandirem o portfólio de novas oportunidades de negócios no setor mundial da educação e aprendizado.

“A revolução digital tem impacto enorme em todos os setores, exigindo novas habilidades digitais de nossos trabalhadores. Nós precisamos dar-lhes ferramentas e moderno conteúdo de educação digital e expertise, de modo a ajudá-los em seu processo de aprendizado de uma vida inteira, e desenvolver o talento de nossa organização. A cooperação entre nossas organizações é uma excelente maneira de promover sinergias e melhores práticas. Ela é também uma grande oportunidade de alargar nossas oportunidades de negócios, desenvolvendo o talento da força de trabalho”, disse a Srta. Carolina Jeux.

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Cybersecurity: as camadas eficientes da proteção – Por Luis Casuscelli

Dados de mercado apontam que, enquanto no Brasil o valor de cada dado roubado pode chegar a U$ 78, na Europa o número chega a U$ 217. Somente no setor de Pharma, por exemplo, o custo médio global pode chegar a U$ 365. Diante deste cenário, cada empresa busca proteger a informação de maneira distinta. Quanto vale a imagem da sua organização? Quanto custa recuperar a confiança dos consumidores? Se você se questiona sobre esses pontos, é claro que está buscando proteger sua empresa.

Geralmente, a proteção da informação deve ser pensada para todo o seu ciclo de vida: na sua criação, em trânsito, em processamento, em repouso e no seu descarte. Na etapa de sua criação, deve-se atentar para a definição dos usuários autorizados ao acesso desta informação. Podemos entender a informação em trânsito como aquela que está sendo transmitida durante um diálogo, transferência de arquivos ou distribuição física. Em repouso, é a informação latente, não manipulada, como arquivos físicos ou bancos de dados. A informação em processamento é aquela que está sendo manipulada para convertê-la, como quando os aplicativos acessam os dados para obter resultados. Neste estado, a informação original deve ser protegida. Por último, o descarte da informação deve ser realizado de forma a evitar a recuperação não autorizada.

A proteção da informação não é um processo meramente tecnológico, deve-se também considerar a conscientização dos usuários das informações para tratar conteúdo confidencial (informação de clientes, inteligência competitiva, know how operacional) de acordo com as normas e políticas corporativas. Para garantir a segurança das informações sensíveis nas empresas, os gestores de tecnologia, riscos e de negócios devem pensar em múltiplos processos de controle, desde proteção lógica da transmissão de dados, passando pela criptografia dos bancos de dados, até a proteção ao acesso à memória durante o processamento dos dados.

Para um conjunto de controles mais eficiente, sugiro aplicar o conceito de defesa em profundidade (defense-in-depth), adequando o grau de proteção à classificação de cada informação corporativa. Pense nisso como os anéis do tronco de uma árvore, no qual a informação a ser protegida encontra-se no círculo mais interno. Cada um deles é uma camada de segurança, complementar e modular. Por isso mesmo, deve-se identificar aonde os investimentos devem ser mais ou menos depositados, de acordo com a criticidade da informação em análise.

Se pensarmos do ponto de vista arcaico da segurança física, onde você colocaria as jóias da coroa? Obviamente na torre mais alta, com guardas, ponte levadiça e crocodilos protegendo todo o castelo. Considerando o lado da tecnologia, algumas soluções compatíveis seriam segurança perimetral (firewall), IPS/IDS, controle de aceso, criptografia etc. – em alguns casos, estes investimentos sairiam mais caros que o custo da própria informação.

Por outro lado, se a empresa classificar adequadamente as informações, entre não críticas e críticas ou confidenciais, os investimentos em controles de segurança tornam-se mais eficientes (menos complexos, mais assertivos e mais baratos), protegendo de fato a propriedade intelectual da organização.

Quebra de segurança

Há problemas gerados a partir do ambiente externo à organização. Não somente por usuários mal-intencionados, mas também pelos que não possuem a devida consciência do problema. Para evitarmos isso é preciso:

a) Garantir que quem acessa a informação seja quem deva acessá-la: Neste caso, devemos privilegiar as soluções de controle de autenticação e o provisionamento dos acessos. Devemos levar ao usuário soluções que lhe proporcione a usabilidade e segurança (porque esses conceitos não são necessariamente antagônicos);

b) Garantir que quem acessa o conteúdo esteja ciente do seu valor: aqui devemos investir na conscientização e nos programas internos de treinamento.

c) Garantir que as informações confidenciais não serão enviadas para o ambiente externo de forma sem autorização e monitoramento.

Caso o problema seja externo, devemos contar com soluções que nos permitam garantias de disponibilidade dos sistemas, como as soluções de Anti-DDoS (Anti Distributed Denial of Service). Segurança não é uma simples questão de fechar acessos, mas sim de avaliarmos quem pode entrar e quem pode sair nos sistemas em um cenário em que o avanço da tecnologia é fundamental na gestão dos negócios.

*Luis Casuscelli é diretor de Big Data e Security da Atos América do Sul. Possui mais de 25 anos atuando na área de integração de produtos e serviços de infraestrutura de TI. Implementou um Centro de Competências, referência na Atos Brasil. Com os recursos desse Centro, desenvolve grandes projetos de infraestrutura, entre os quais vale citar como referência, o maior supercomputador de América Latina (High Performance Computing) ou a infraestrutura de processamento que suporta o real time billing da maior operadora de Telecom regional suportando mais de 100 milhões de clientes.

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Arion adota CPqD Billing na tarifação de serviços de telecom em três aeroportos brasileiros

A operação e o gerenciamento da infraestrutura de telecomunicações em aeroportos é um desafio, uma vez que envolve a oferta de uma ampla variedade de serviços para um universo de clientes bastante diversificado. Por isso, a operadora Arion Services buscou a ajuda da solução CPqD Billing para enfrentar esse desafio em uma área fundamental para sua atividade: a tarifação e faturamento dos serviços de telecom prestados aos clientes instalados em três importantes aeroportos internacionais nos quais atua.

Implantada desde 2014 nos aeroportos de São Paulo (GRU Airport), em Guarulhos, e de Belo Horizonte (Confins), a solução do CPqD entrou em operação, em abril deste ano, também no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. “Uma das vantagens do CPqD Billing é a agilidade na ativação de novas operações”, ressalta Carlos Marum, sócio-diretor do Grupo Arion, que está completando 10 anos de atuação no mercado brasileiro. “No aeroporto de Viracopos, por exemplo, em apenas um mês, começamos a faturar usando essa solução”, acrescenta.

Marum também destaca a robustez e a flexibilidade do CPqD Billing para acompanhar as mudanças de portfólio da Arion e do próprio mercado. “Temos um volume de dados considerável, um portfólio de serviços extenso e em constante mudança e um universo de clientes com perfis diferentes e particularidades distintas. Por isso, é importante contar com um sistema robusto e flexível”, explica.

Atualmente, somando os três aeroportos em que opera, a Arion tem cerca de 600 clientes de vários segmentos – companhias aéreas, restaurantes, lanchonetes, lojas, bancos, hotéis, locadoras de veículos, cooperativas de táxi, etc. -, que utilizam seus serviços de telefonia (convencional e IP), de radiocomunicação, de comunicação de dados e de banda larga, entre outros. Cada cliente tem necessidades específicas envolvendo, além do portfólio básico, pacotes de serviços e projetos customizados. E a fatura precisa refletir essas particularidades e o que foi estabelecido em cada contrato.

“Outro ponto forte do CPqD Billing é o baixíssimo índice de erros e cancelamentos de fatura”, afirma o diretor da Arion. “Nos últimos três meses, nossa taxa de erros foi zero”, acrescenta.

Fornecida como serviço (na modalidade de Software as a Service), a solução CPqD Billing foi concebida para dar suporte a processos críticos de tarifação, faturamento, arrecadação, cobrança e contestação de faturas. Sua flexibilidade permite a adaptação do sistema a vários segmentos e empresas, para atender necessidades de naturezas distintas. “Essa flexibilidade facilitou a customização da solução para o segmento de aeroportos, que vem sendo atendido pela Arion”, afirma Sandra Lis Granado, da Diretoria de Negócios e Soluções de Mercado do CPqD.

Configurável, com interface totalmente web e arquitetura escalável, o CPqD Billing pode ser integrado facilmente a outros sistemas utilizados pelas empresas prestadoras de serviços a usuários, interagindo com aplicações de mediação, workflow, ERP, CRM, etc. No caso da Arion, por exemplo, a solução do CPqD foi incorporada ao portal de relacionamento com clientes (CRM), que abrange as áreas de operação, comercial e help desk da empresa.

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Zenvia anuncia nova gerente de Marketing

Liliane Nogueira, gerente de marketing

A Zenvia, líder brasileira no mercado de serviços móveis, anuncia a contratação de Liliane Nogueira como nova gerente de Marketing. A executiva, que possui mais de 10 anos de experiência no mercado, chega à empresa com o desafio de fortalecer ainda mais o posicionamento da marca na entrega de valor aos seus clientes. Além disso, será responsável pelo desenvolvimento de novas estratégias de Marketing mais persuasivas alinhadas com o negócio da companhia para gerar resultados.

“É motivo de satisfação pessoal e profissional ingressar neste momento tão relevante e estratégico de diversificação do portfólio da Zenvia, quando a empresa amplia sua atuação no mercado em serviços móveis”, diz a gerente. “Minha missão é contribuir diretamente com o crescimento para novas frentes, posicionando a marca com um plano de Comunicação e Marketing inovador e consistente.” O objetivo da empresa com a estratégia adotada de expansão dos negócios é atingir um aumento de 30% no faturamento para 2016 em relação a 2015, quando a receita registrada foi de R$ 270 milhões.

Liliane tem ampla experiência tanto no segmento de Tecnologia quanto de Varejo. É formada pela Universidade Paulista (UNIP), pós-graduada em Gerência em Gestão de Negócios com ênfase em Marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e fez curso de Gestão de Varejo pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Em seu histórico profissional constam empresas como Bematech, onde atuou como gerente de Marketing; além de Lojas Marisa e Accor Hotels.

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Como o freelancing pode atuar como um antídoto frente à crise

Por Tomás O’Farrell

O cenário econômico brasileiro vive um momento de instabilidade, com a desvalorização da moeda, aumento da inflação e, também, alto índice de desemprego. De acordo com os últimos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego atingiu 11,2% no país, com mais de 11 milhões de desempregados, a maior taxa dos últimos quatro anos. Diante dessa realidade, o freelancing abriu um leque de oportunidades.

E não apenas no Brasil. O trabalho freelance está crescendo constantemente em vários países Latino-Americanos. A desvalorização da moeda também na Argentina e Colômbia, além de outros países, potencializou os benefícios do freelancing, dando uma oportunidade única para encontrar não só a liberdade e autonomia que este tipo de trabalho oferece, mas também uma maior estabilidade econômica que se traduz também em uma estabilidade emocional.

Em primeiro lugar, ser freelance em países como o Brasil e a Argentina, onde a moeda tem se desvalorizado constantemente nos últimos anos, oferece ao profissional a oportunidade de trabalhar, também, com clientes de outros países. Através de plataformas de contratação de freelancers, é possível ter acesso a projetos de diversas localidades, o que é a melhor opção para conseguir uma maior estabilidade profissional, ganhando autonomia, liberdade e qualidade de vida. Hoje, o profissional pode trabalhar de onde quiser, com clientes de qualquer parte do mundo, sem depender diretamente da economia do seu país.

As oportunidades que se abrem para os freelancers estão apoiadas no que esta crise gera para os empreendedores, que buscam nessas plataformas novas oportunidades para encarar o seu negócio, reduzindo custos e montando equipes eficientes de trabalho remoto, sem ter que depender da proximidade física, e o acompanhamento de questões incontroláveis para qualquer empreendedor.

Atualmente, por exemplo, um empreendedor colombiano pode montar o seu negócio através da Workana, contratando os melhores programadores, designers e redatores, sem se importar com o país em que vivem, pagando na moeda que quiser. Assim, pode criar o seu negócio sem precisar alugar um escritório e economizando todo tipo de custos que tornaria um empreendimento inviável. Pode contratar por projetos ou de forma fixa, dependendo de suas próprias necessidades.

A possibilidade de trabalhar remotamente com segurança abriu as fronteiras para empreendedores e freelancers de forma extraordinária na América Latina. O freelancing se converteu na melhor arma contra a crise, as desvalorizações e as recessões. Para muitos, já não é necessário sair do lugar para encontrar as oportunidades, já que estas se encontram no trabalho remoto.

*Tomás O’Farrell é CEO da Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina.

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GTI IT Solutions participa de programa de inovação nos Estados Unidos

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O projeto APP – Apontamento de Chão de Fábrica, da GTI IT Solutions, foi selecionada para o programa de inovação LA IDEA ADVANCE MANUFACTURING. A iniciativa é do governo dos Estados Unidos, que fornece bolsas de estudo para empreendedores da América Latina, visando programas de treinamento em incubadoras e aceleradoras no país. O Sebrae foi convidado pela embaixada dos EUA a participar do Programa.

A GTI contou com o apoio do Sebrae para ser uma das empresas selecionadas para o programa de manufatura e teve acesso às tecnologias de ponta, capital de risco e mentores. O projeto APP consiste em uma inovação de aplicativo móvel para as indústrias na automação do controle da manufatura.

Durante o programa, foi apresentado o conceito de Indústria Maquiladora, que se aproveita de alguns acordos entre os governos americano e mexicano. Esses acordos estabelecem uma relação de isenção de impostos para troca temporária de produtos semiacabados e peças, o que, muitas vezes, reduz o custo efetivo do produto e o tempo de acesso ao cliente final. Assim, é possível quebrar o processo industrial em duas categorias ou etapas:

1- Intensivas em mão de obra;

2- Intensivas em consumo energético.

As etapas intensivas em mão de obra ficam do lado do México e as etapas intensivas em consumo energético ficam do lado dos Estados unidos onde a energia elétrica, petróleo e derivados são mais baratos. Além de se aproveitar do melhor de 2 mundos, as Industrias Maquiladoras levam vantagem de localização em relação a indústrias do sudeste asiático.

Júlio César Luppi Doebeli, Gerente de Projetos de Inovação da GTI, afirma que ” a imersão em uma cultura industrial extremamente inovadora, permite trazer novas técnicas e procedimentos. As experiências internacionais são grandes oportunidades de ampliar conhecimentos, estabelecer novos contatos e proporcionar uma visão mais abrangente do mundo dos negócios internacionais”. Júlio também salienta que observou uma grande diferença em relação aos incentivos governamentais para empreendedores, além das recompensas fiscais que estão diretamente ligadas ao número de empregos gerados.

“Outro destaque que pude observar é a eficiência na parceria existente entre universidades e o centro de indústrias. Esta parceria auxilia na instalação de novas empresas, além de facilitar o acesso a mão de obra qualificada, e dar suporte às pesquisas relacionadas ao segmento, completou Júlio César Luppi Doebeli.

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O papel do executivo na disputa Sorte X Plano – Por Eduardo Borba

A malemolência dos brasileiros e nosso característico charme e jeitinho nos brindam com uma flexibilidade invejada na arena internacional do mundo dos negócios. Parece que nossa herança genética brinda um DNA que nos beneficia com a audácia necessária para correr riscos e resolver os mais intrincados problemas na base do improviso e heroísmo. Que atire a primeira pedra o brasileiro que nunca respondeu – sequer em pensamento – “deixa que amanhã eu dou um jeitinho”, para complexas situações de seu cotidiano, sem ter a menor ideia de como resolver o problema na manhã seguinte.

Contudo, dar um jeitinho significa não ter um plano. Indica que não há previsibilidade de solução, muito menos da forma como será resolvida. É como se fosse dito aos stakeholders: confie em mim, eu acharei uma solução! Apesar de aparentemente gloriosa, a frase não serve como base sustentável de credibilidade. Pelo contrário. Explicita a falta de controle sobre as variáveis da dinâmica dos negócios e classifica as ações como sorte de um jogador.

Quão seguro você se sentiria ao investir seu capital numa roleta do cassino? Um apostador gosta do risco por esporte. Parte do prazer do jogo está em aguardar a resolução do imprevisível, temperado pela possibilidade de perder. Contudo, se serve para jogadores, está longe de satisfazer os investidores. Esse segundo grupo precisa entender os planos e vislumbrar o sucesso através das ações delineadas pelos executivos. Não há espaço para o inusitado, sendo que a sorte figura apenas como um suplemento às ações detalhadamente planejadas e perfeitamente executadas.

Quem quiser conquistar investidores deve priorizar o planejamento e a previsibilidade. Mostrar que a dinâmica do mercado está mapeada e que as ações da empresa estão coerentes com a demanda é no mínimo sinal de que o gestor está preparado para ocupar a cadeira de comando. Trata-se de oferecer a correta satisfação aos acionistas e, ou conselho de administração, evidenciando que a lição de casa foi feita. Dessa forma se garante o mínimo de sucesso.

Parece básico? Sim, é muito básico, mas, nós, brasileiros, temos a infeliz mania de achar que estamos acima do trivial – só que não! De nada adianta nossa flexibilidade e rapidez de adaptação se não formos capazes de entregar os itens básicos da expectativa do comprador ou acionista. O básico da relação empresarial é a fundação sobre a qual se constrói uma relação duradoura. Somente sobre a estabilidade do cumprimento das necessidades básicas se pode dar oportunidade ao improviso e ao inusitado para maximizar os resultados.

Fica fácil notar que a emoção da aposta, idealmente, deveria estar restrita aos cassinos e aos apostadores. No mundo dos negócios, a preparação e planejamento ocupam lugar de destaque, seguidos por eximia execução.

* Eduardo Borba é presidente da Sonda IT, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação

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Aplicativo da Emprego Ligado é eleito o melhor da América Latina pelo Programa FbStart do Facebook

A Emprego Ligado foi eleita uma das cinco melhores startups com aplicativos da América Latina pelo programa FbStart do Facebook. A plataforma de georecrutamento concorreu entre mais de 1.000 competidores de 89 países. Desenvolvido para buscar vagas operacionais via geolocalização, o software ajuda o candidato a localizar as oportunidades que estejam mais próximas de sua residência.

Realizado há três anos, o programa FbStart tem o objetivo de ajudar startups a obter sucesso fornecendo ferramentas gratuitas, serviços, benefícios de parceiros e orientação. Neste ano, os princípios julgados para a eleição dos aplicativos foram: crescimento e engajamento, experiência e design, eficiência em escala e aproveitamento da plataforma do Facebook. As categorias da premiação também incluem os melhores aplicativos por região e os que mais contribuem para o bem social.

O grande vencedor da competição geral foi o app Voice Tube, de Taiwan, que ensina inglês por meio de vídeos. Os demais vencedores foram Musixmatch (App do Ano na Europa, Oriente Médio e África), RadPad (App do Ano na América do Norte) e MedShr (App de Bem Social). Os aplicativos foram julgados por uma equipe de especialistas em tecnologia de empresas como Andreessen Horowitz, ChangeCorp, DeskConnect, GitHub, Saavn e do próprio Facebook.

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InovAtiva Brasil abre inscrições para segundo Ciclo de Aceleração de startups no ano

Empresas inovadoras iniciantes de qualquer setor podem concorrem a uma das 300 vagas no maior programa público de aceleração do mundo

Começaram as inscrições para o maior e mais completo programa de aceleração do país, o InovAtiva Brasil. Startups de todo o país e de qualquer setor da economia podem concorrer a uma das 300 vagas para o programa que proporciona capacitação, mentoria e conexão aos selecionados. Os interessados têm até o dia 27 de junho para submeter inscrições, somente pelo site do programa.

Criado em 2013 pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o InovAtiva Brasil é um programa que auxilia e orienta empreendedores iniciantes com uma boa tecnologia mas pouco conhecimento de negócio, oferecendo capacitação e mentoria para o estabelecimento de novos negócios inovadores. O InovAtiva é executado pela Fundação CERTI e tem como parceiros estratégicos o SEBRAE e o SENAI.

De acordo com o Ministro Marcos Pereira, o InovAtiva Brasil é uma política pública robusta que tem potencial para elevar consideravelmente o número de empresas brasileiras inovadoras e competitivas no mercado global no longo prazo. “Esse é o quarto ano do programa e já são diversos os casos de sucesso das startups participantes, inclusive com algumas abrindo mercado no exterior”, afirmou.
Esta é a primeira vez que o InovAtiva abre um segundo Ciclo de Aceleração em um mesmo ano. A primeira edição de 2016, que vai até 29 de agosto, selecionou 300 startups de 21 estados, entre os 1.372 projetos submetidos. Segundo Secretário de Inovação e Novos Negócios do ministério, Marcos Vinícius de Souza, não há notícia no mundo de outro programa público que ofereça um ciclo completo de aceleração, com capacitação, mentoria e conexão para startups, na escala de 600 empresas por ano como o InovAtiva fará a partir de 2016.

Para Souza, atingir essa meta demonstra a maturidade alcançada pelo InovAtiva como um programa de aceleração verdadeiramente de larga escala e abrangência nacional. “O apoio do SEBRAE e de outros parceiros é fundamental para alcançarmos esse objetivo, pois só com eles o programa tem força e capilaridade para chegar a um número tão grande empresas sem perder qualidade”, afirmou.

Podem submeter projetos startups que tenham negócios inovadores com faturamento anual máximo de R$ 3,6 milhões e que não tenha recebido investimento em participação de terceiros (investidor anjo, fundo de investimento) acima de R$ 500 mil.

O programa oferece capacitação de nível mundial em empreendedorismo inovador, por meio de cursos gratuitos e outras atividades; acesso a mentores nacionais e internacionais; conexão com possíveis parceiros, investidores e grandes empresas; suporte para internacionalização; e vantagens adicionais para startups em outros programas públicos e privados parceiros.

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WAE faz gestão da área de Suporte Técnico com solução de BI

A WAE – empresa brasileira com 19 anos de mercado e especializada em solução de gestão para instituições de ensino – aposta na solução de Business Intelligence TDA para realizar a gestão de setores em tempo real. A parceria com a W5 Solutions – empresa desenvolvedora do TDA, especializada em soluções de BI e aplicativos para Educação e Comunicação Corporativa – permitiu a customização de 20 visões diferentes com acesso imediato a informações e gráficos constantemente atualizados.

Especializada em ERP’s para escolas e universidades, a WAE passou a utilizar a solução internamente incorporado ao seu software. Inicialmente o TDA está sendo adotado na área de Suporte Técnico, responsável por atender cerca de 216 chamados por mês dos 80 clientes que a empresa tem em todo o Brasil.

“Estamos muito satisfeitos com a praticidade do TDA”, explica o diretor Comercial da WAE, César Ricardo Corrêa. “Com ele conseguimos ver com facilidade e em tempo real dados como quantas chamada são realizadas, quais são as áreas com mais problemas, quais módulos geram mais dúvidas, etc.” O diretor explica ainda que com esta nova forma de gerenciar a área de suporte é possível identificar quais são seus profissionais que desempenham mais ou menos funções, possibilitando assim um remanejamento de tarefas e mais produtividade no setor. Atualmente nove profissionais utilizam a solução.

A WAE começou a utilizar o TDA em abril, mas já planeja adotar a solução também nas suas áreas de Marketing, Financeiro e Comercial. Foram desenvolvidas 20 visões no TDA. “Nosso objetivo é implantar a solução customizada dentro dos nossos clientes. Por ser muito intuitiva, flexível e de fácil utilização, acreditamos que será a ferramenta perfeita para gerar produtividade e economia para as escolas e universidades com as quais trabalhamos. Estamos testando internamente mas temos como meta ter a solução implementada em pelo menos seis clientes até o final do ano”, explica o diretor.

Outra facilidade do TDA que vale ressaltar é que a solução é responsiva para smartphones e tablets, permitindo o acesso e utilização da ferramenta em qualquer lugar e em qualquer tempo.

Sobre o TDA

O TDA é uma ferramenta para construção de Dashboards de BI permitindo a criação de painéis que envolvam Gráficos de diversos tipos. Tudo isso numa mesma interface simples e intuitiva, juntamente com um sistema de segurança para garantir o acesso correto as informações.

O TDA é fácil de usar, instalar, criar, além de oferecer um portal moderno com sistema de segurança integrado. Permite a integração com diversas bases de dados, facilidade de colocar KPI’s e a personalização de dashboards conforme a necessidade de sua empresa.

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Catho fecha parceria para ampliar oferta de vagas de estágio

A Catho, site líder de empregos do país, e a Across, especializada em atração, seleção e desenvolvimento de talentos, fecharam uma parceria para a criação de uma nova plataforma de atração e seleção de estagiários. Chamada “Estágio 3.0”, a ferramenta poderá ser acessada gratuitamente a partir do site da Catho.

As vagas disponíveis no Estágio 3.0 serão de Programas de Estágio, que, em geral, duram entre um e dois anos e incluem um plano de desenvolvimento que ajude a formar o profissional. Para os candidatos, a gratuidade do serviço e a possibilidade de participar de diversos processos por meio de um único cadastro são as principais vantagens oferecidas pela plataforma.

Com apenas um cadastro, os estudantes já estarão aptos a participar de processos seletivos de estágio de diversas empresas. Já do ponto de vista das companhias, a principal vantagem do Estágio 3.0 é o acesso a um grande banco de talentos que pode ser utilizado à medida que surjam novas oportunidades, diminuindo o investimento das empresas e o esforço de recrutadores na captação de candidatos.

O Estágio 3.0 também tem o objetivo de tornar mais rápidas as seletivas para Programas de Estágio, fazendo com o que o tempo médio dos processos caia de 90 para cerca de 30 dias por meio da eliminação de etapas presenciais. Para isso, a plataforma dará aos recrutadores ferramentas online que possam ser utilizadas nas fases iniciais do processo, como vídeo-entrevistas e provas via internet. O link para que empresas possam acessar o Estágio 3.0 é www.catho.com.br/empresas/estagio

“O atual momento econômico tem reavivado o interesse de diversas empresas pela contratação de estagiários e queremos apoiá-las do início ao fim da busca por talentos que possam contribuir para o desenvolvimento dos negócios”, afirma Caio Infante, diretor de expansão da Catho. “Com isso, também estaremos cada vez mais próximos do início da vida profissional do brasileiro, auxiliando-o em todos as etapas da carreira”.

“Para nós, é uma grande satisfação lançar um produto único no mercado de atração e seleção de jovens talentos. O Estágio 3.0 une a expertise e tradição da Across em selecionar os melhores talentos com a competência e grandeza de volume de banco de dados de um dos maiores sites de empregos do mundo, a Catho”, afirma Kiko Campos, CEO da Across.

A união de Catho e Across nesse projeto atende à crescente demanda por qualidade, excelência e agilidade na atração e seleção de jovens talentos. “A morosidade nos processos de seleção é algo que prejudica tanto empresas quanto candidatos e queremos acabar com esse problema”, afirma Infante.

O nome Estágio 3.0 foi escolhido em alusão tanto à tecnologia da terceira geração da internet – o processo da plataforma é altamente tecnológico e digital – quanto ao prazo médio de 30 dias para a seleção do melhor candidato para as organizações que contratam o serviço.

Como funciona

– O candidato acessa o site da Catho, cadastra seu currículo e faz uma entrevista online (por vídeo)

– O candidato é avaliado pela equipe de consultores estratégicos da Across, que o colocará em um determinado perfil.

– As empresas solicitam candidatos e Across e Catho avaliam os inscritos que possuem o perfil desejado.

– Identificado o candidato com o melhor perfil para a vaga, ele é convidado para participar da penúltima etapa do processo seletivo, que é uma segunda entrevista online (por vídeo).

– Na última etapa, o candidato é convidado para uma entrevista final presencial na empresa.

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Inovação e segurança em uma só direção – Por Rodrigo Santos

Houve um tempo em que inovação e segurança eram temas distintos, tratados de formas diferentes por equipes diferentes dentro das empresas. De um lado, um time era responsável por inovar, por oferecer à empresa novas formas de se diferenciar no mercado, e isso poderia envolver ou não tecnologia. De outro, havia outro time, responsável por garantir a segurança dos processos e das informações da empresa, e isso também poderia envolver tecnologia, ou não.

Estamos em meio a segunda década do século XXI e estamos assistindo a uma mudança nesse paradigma. As ações de inovação caminham para uma proliferação cada vez maior da TI, tendo a mobilidade e a internet das coisas como plataformas do futuro e como vetores de novos desafios para a segurança.

Acha que não? Só o Brasil tem hoje 82 milhões de internautas com mais de dez anos de idade. Isso representa um contingente enorme de potenciais usuários de equipamentos móveis, aplicativos e de cloud computing. É possível imaginar os impactos que isso deve ter na segurança das empresas.

Quando falamos em corporações, não se discute mais a segurança física – aquela que podia utilizar a tecnologia, ou não – mas a segurança 360 graus, que deve ser uma premissa básica de toda a empresa. O ponto é que isso só se consegue com uma forte parceria entre todas as áreas, de negócios e de TI, o que exige ganhar sinergia em toda a cadeia colaborativa. Só assim será possível levar a segurança para todos os níveis da companhia.

Do lado da TI, além da aproximação com as áreas de negócio, um dos grandes focos da segurança daqui para frente serão os ambientes em nuvem. Se mal administrados, eles podem sim implicar em brechas de segurança da informação, trazendo riscos associados ao compartilhamento de recursos computacionais, sendo isso válido tanto para ambientes de nuvem privados quanto públicos.

Daí a necessidade de se realizar investimentos na proteção e manutenção de isolamento das informações entre clientes, em todas as camadas de infraestrutura, com especial atenção ao processamento e armazenamento de informações. Mais que isso, a forma de olhar a segurança em ambientes de data centers deve obrigatoriamente passar por segurança física, pessoas, plataformas e processos.

Em segurança física, são necessários perímetros bem definidos que delimitem o acesso às instalações, de forma a permitir somente acessos necessários e quando necessários. Todo os controles devem ser auditados regularmente e deve haver monitoração de todos os perímetros em tempo real.

Com relação a pessoas e processos, é preciso treinamentos, políticas e auditorias regulares que direcionem e controlem todas as ações de funcionários, políticas de acessos físicos e lógicos, controles de segurança etc. Cada funcionário deve contar com permissão lógica e física restrita apenas para a execução de suas atividades, e, em casos específicos, pode haver ainda dupla custódia no fornecimento dos acessos, que seriam concedidos de forma temporária e somente com autorização prévia e revogados após o término da execução. Sobre plataformas, as empresas devem contar com todos os elementos de segurança necessários para proteção lógica em todas as camadas.

Isso tudo é necessário porque, quando falamos em computação em nuvem, é preciso adotar padrões para sistemas operacionais, bancos de dados, redes e firewalls, entre outros elementos. Isso faz com que eventuais vulnerabilidades nestes sistemas tragam riscos. Daí a necessidade de contar com soluções que garantam a segurança em todas as camadas, para que estas vulnerabilidades sejam bloqueadas e não possam ser utilizadas para acessos indevidos.

Além disso, outras ameaças estão relacionadas a perda ou vazamento de informações. Este é um aspecto pouco explorado ainda pelos clientes, mas é fundamental a escolha de um provedor que tenha o devido foco não somente no tratamento das informações, mas que também tenha regras rígidas relacionadas a privacidade destas. Só assim processos e estrutura terão a segurança mínima necessária para que a empresa possa inovar e se diferenciar no mercado.

*Rodrigo Santos é head de Computing Services & Solutions (CSS) da T-Systems Brasil.

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Keyrus recebe o título de Latin America Solution Provider of the Year 2015 pela plataforma Qlik

O Grupo Keyrus, multinacional francesa presente em 15 países, focado em soluções digitais recebe o título da Qlik de ‘Latin America Solution Provider of the Year 2016´. A empresa que coleciona prêmios foi contemplada com a premiação no evento Qonnections 2016, realizada em Orlando, na Flórida.

O Qonnections (um evento de Business Intelligence global que reúne consumidores e parceiros e apresenta os produtos mais inovadores do mercado) tem como objetivo compartilhar histórias de sucesso, ideias e expandir o conhecimento entre profissionais do setor de BI. O evento acontece durante quatro dias e conta com participações ilustres como a do capitão Scott Kelly (astronauta e aviador naval dos Estados Unidos, veterano de quatro missões espaciais), entre outros.

O título de ‘Melhor Solution Provider’ recompensa o parceiro que demonstra tanto o melhor desempenho comercial, quanto uma forte capacidade de inovar em torno de soluções da plataforma.

“Estamos recebendo mais uma vez uma premiação [empresa vem recebendo à anos consecutivos] o que confirma a eficácia e a dinâmica constante da parceria. Este prêmio reconhece a Keyrus por sua expertise e capacidade única de inovar. Através do nosso centro de inovação e desenvolvimento, além de seus colaboradores, que são especialistas Qlik”, destaca o diretor de vendas da Keyrus Brasil, William Nakasone.

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SUCESU-RS recebe CIOs em primeiro Seminário Executivo do ano

A SUCESU-RS promove no dia 9 de junho o primeiro Seminário Executivo do ano, que reunirá CIOs de mais de 50 empresas no Vila Ventura Resort, em Viamão, na região Metropolitana de Porto Alegre. O tema central dos eventos da entidade nesse ano é Computação Positiva – Tecnologia a favor do potencial humano, assunto inovador e desafiador, alinhado a uma tendência mundial de dar um foco mais humano para a tecnologia.

Entre as novidades do seminário para este ano está o espaço para a pesquisa de Universidades, em que representantes do VizLab: Laboratório de Visualização Avançada, da Unisinos vão apresentar ao CIOs pesquisas relevantes para a área. O Painel sobre Tecnologia Positiva vai receber os Presidentes de Grupos de Usuários de CIOs do RS, Fernando Ferreira, CIO da Toniolo, Busello; Presidente do GUCIO-RS, Claudio Luis Franz (IMED); Presidente do GTISul, Daniel Westerlund, CIO da Farina e Presidente do GTISerra, mediados por Alexandre Blauth, do Gartner.

“Estamos com uma grande expectativa para este seminário executivo. Estamos trazendo algumas inovações importantes que se forem bem aceitas passaremos a adotar nos nossos eventos. Uma delas é o espaço para as áreas de pesquisa das universidades. Quem sabe neste evento não surgem parcerias importantes que alavanquem mais ainda a TI do RS”, destaca Daniel Scherer, Presidente da SUCESU-RS.

São patrocinadores desta edição: Ativas; BCF; BlueCoat; BMC; Brastorage/Purestorage; Csampaio; Digital Business; Embratel/Claro; FirstDecision; Fritisch Consulting; Gruppen; iMaps/Teradata; Infodive; InfraTI; ITFacil; Positivo; Rimini; Selbetti; Seprorgs; Soluzzione; Tdec/Citrix; TechDec e ViaFlow.

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5 dicas para a construção de negócios digitais eficientes

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As coincidências dos negócios digitais e as ações necessárias aos empreendedores para chegar ao sucesso traduzido em US$ 19 trilhões em oportunidades de negócios ao redor do mundo têm sido alvos de observação e estudos de Julian Philips, vice-presidente da Whitlock e um evangelista especializado em Economia Digital nos últimos tempos.

Em palestra paralela ao Infocomm Brasil 2016, Phillips apresentou a empresários do setor de áudio e vídeo suas descobertas sobre o comportamento dos negócios bem sucedidos na Economia Digital, traduzidas em Cinco Dicas para a Construção de Negócios Digitais. “Esta visão é muito importante, ´principalmente neste momento em que estamos pensando o futuro dos nossos negócios”, diz Hans Ulmer, CEO da absolut technologies, integradora especializada em sistemas e serviços de videoconferência, parceira da Global Presence Alliance (GPA) e organizadora do evento para o qual Julian Phillips foi convidado.

Segundo Phillips, Uber, Facebook, Alibaba, entre outros novos negócios, têm coincidências que podem ser replicadas e levar outras iniciativas ao sucesso. “A maioria das empresas ainda não têm claro o caminho que devem percorrer para participar efetivamente da Economia Digital”, destacou durante a palestra.

O executivo traçou cinco mudanças comportamentais das empresas, baseadas em tecnologias colaborativas, que podem levá-las ao sucesso digital. São elas:

1. Espírito de equipe, não de presença. “Pautas curtas e previamente debatidas melhoram os resultados de reuniões de negócios e fazem as pessoas se concentrar na no objetivo, na solução de problemas, não na discussão”;

2. Infraestrutura focada em usuários, não em salas. Segundo Philip, até aqui as tecnologias foram desenvolvidas para serem usadas dentro de salas. “Temos que pensar no usuário independentemente do ambiente em que ele esteja. O usuário sempre quer uma boa experiência”;

3. Simplicidade. “Temos que evitar tecnologias e processos complexos”, indica;

4. Cloud Computing. Mesmo com os questionamentos sobre a segurança, a tendência é que tudo vá para a nuvem, de acordo com Philip. “Serviços como Google, Alibaba e Facebook estão na nuvem e é este ambiente que vai dirigir os negócios da economia digital. Este é o único caminho para a sobrevivência dos negócios”, comenta;

5. Reuniões a qualquer hora e de qualquer lugar. “As pessoas precisam ser colaborativas, independentemente de onde estejam”.

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Celesc adota consultoria estratégica da Sonda IT

A Celesc Distribuição, responsável pela distribuição de energia para 2,6 milhões de clientes no Estado de Santa Catarina, fechou um contrato com a Sonda IT, maior companhia latino-americana de soluções de TI, para aprimorar seus processos de negócios e as atividades desempenhadas ligadas às demandas regulatórias de atendimento ao consumidor.

Com a utilização de boas práticas de gestão e uma abordagem focada em eficiência, produtividade e compliance regulatória, o objetivo da Sonda é identificar ações com foco em gestão do conhecimento, antecipação da receita, redução da inadimplência, agilidade operacional, gestão dos processos e controle dos principais processos de trabalho numa ação que será feita a quatro mãos com o time de consultores da integradora somado ao apoio das equipes das áreas de TI e comercial da Celesc.

“A experiência tem sido muito positiva e permite que, com um olhar externo da fornecedora, pudéssemos avançar de forma consistente em diversos pontos de melhoria no atendimento e relacionamento com os clientes”, explica Eduardo Cesconeto, diretor comercial e de clientes da Celesc.

Para Giuliano Domingues, consultor da divisão de Utilities da Sonda IT, este modelo de consultoria permite uma relação de ganho mútuo entre as empresas, na qual a Celesc obtém a recomendação e aderência dos processos de trabalho que estão alinhadas às práticas de gestão mundialmente reconhecidas.

“O papel da Sonda é identificar situações para o aprimoramento e desenvolvimento de novas ferramentas focadas na usabilidade, produtividade e agilidade operacional do cliente final”, pontua o Domingues.

A palavra desafio tem se tornado uma rotina do setor elétrico nos últimos anos. Além das mudanças ocorridas no modelo regulatório com a edição da Medida Provisória nº 579, a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) tem dedicado uma parte considerável de suas ações à modicidade tarifária como aperfeiçoamento dos mecanismos para a revisão tarifária e o fator de produtividade utilizado nos reajustes tarifários.

Como consequência destes aperfeiçoamentos conduzidos pela agência, a eficiência e produtividade ganham contornos cada vez mais decisivos no contexto e nos planos estratégicos das distribuidoras de energia elétrica. A Sonda, ciente deste cenário, se adequa cada vez mais neste novo contexto.

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Smarkets é reconhecida como melhor BPO de Compras pelo Instituto Brasileiro de Supply Chain

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A Smarkets, central de compras especializada em negociação de produtos, serviços e MRO (Manutenção Reparo e Operação), acaba de ser premiada como o melhor BPO (Business Process Outsourcing) de compras eletrônicas e gestão de relacionamento com fornecedores (SRM) pelo INBRASC – Instituto Brasileiro de Supply Chain. O Prêmio INBRASC de Supply Chain 2016 foi entregue em 24 de maio, em uma cerimônia com a participação de executivos gestores de SCM/SRM de grandes empresas e especialistas setoriais.

“Esse prêmio é um importante reconhecimento sobre as nossas competências. O INBRASC é um instituto renomado do setor e essa premiação demonstra que estamos no caminho certo”, comenta Mônica Granzo, sócia e diretora-executiva da Smarkets. A premiação reconhece os principais líderes no mercado de Supply Chain, Logística e Compras, projetos inovadores que mais geraram resultados nas organizações, e fornecedores com as soluções que mais se destacaram perante seus clientes durante o ano de 2015.

A companhia participou do 12º Fórum de Compras INBRASC, em outubro de 2015, apresentando um case sobre o desenvolvimento de uma operação de BPO (outsourcing de compras hospitalares e MRO), estruturada, em 2014, a partir da tecnologia Paradigma WBC for SRM – (Supplier Relationship Management – Gestão da Relação com os Fornecedores) e da Rede de Fornecedores Clicbusiness, atendido pelo Grupo Paradigma Business Solutions S.A., no modelo SaaS (Software as a Service – Software como Serviço).

“Essa apresentação nos deu notoriedade mostrando a experiência da equipe da Smarkets que já atuava no segmento de BPO e a robustez da tecnologia adotada que viabilizou o rápido início das operações e a conquista de dezenas de clientes nos dois primeiros anos. A oportunidade de ser indicada a essa premiação ao lado de grandes empresas de referência setorial no país confirma o reconhecimento pelo modelo e serviços de BPO que diferenciam a Smarkets”, comenta a executiva. A escolha dos vencedores do prêmio INBRASC se deu por meio de votação entre 400 executivos da área de Compras e Supply Chain do país.

A Paradigma Business Solutions e sua controlada Clicbusiness proveem a plataforma tecnológica e serviços de sourcing e Rede de Fornecedores utilizados pela Smarkets para gestão de SRM entre os Hubs atendidos pela operação de BPO e suas comunidades de fornecedores. “Estamos satisfeitos em saber que nossas soluções têm ajudado nossos clientes a conquistar prêmios de referência como esse da INBRASC. Esperamos poder continuar desenvolvendo soluções e serviços cada vez mais eficazes e competitivos para a Smarkets poder crescer a partir de uma tecnologia de vanguarda”, afirma Gérson Schmitt, presidente do Conselho da Administração da Paradigma Business Solutions e da Clicbusiness.

Hoje, o trabalho da Smarkets está baseado em um processo de compras conjuntas ou descentralizadas, com consolidação de demanda em contratos de atendimento, catálogo de autoatendimento ou processos de compras spot. Os serviços da Smarkets incluem ainda, consultoria especializada em saneamento de cadastro de itens, spend analysis, controle de faturamento e entregas de pedidos, captura, validação e conciliação de NFe e homologação de cadastro e gestão da validade de documentos dos fornecedores.

A Smarkets atende, atualmente, 38 categorias com 14 mil itens, aderentes ao atendimento para os segmentos de saúde, educação, hotelaria e MRO para outros segmentos de serviço e indústria.

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TreeCompliance: gerenciamento de riscos em tempo real para instituições financeiras

Acompanhando a tendência mundial contra crimes financeiros, o Brasil entra em uma nova era de maturidade de negócios. Lei de Lavagem de Dinheiro, Lei Anticorrupção, medidas regulatórias e políticas de controle e segurança fazem com que o compliance seja cada vez mais alvo crítico e de atenção das instituições financeiras.

Nesse cenário, a tecnologia entra como fator chave para que as instituições tenham a capacidade de gerenciar ameaças como crimes financeiros e riscos de negócios. De fato, segundo estudo da Accenture, realizado com mais de 150 executivos de compliance de empresas de serviços bancários, a melhoria dos sistemas e a adoção de novas ferramentas de tecnologia serão as mudanças mais importantes que a função de compliance terá de enfrentar nos próximos anos, se quiser gerenciar os riscos de forma eficaz.

E para atender a esses desafios, a Tree Solution apresenta ao mercado o TreeCompliance, uma solução completa para gerir as políticas de compliance internas e externas das instituições financeiras, além das determinações dos órgãos reguladores nacionais e internacionais.

Baseada nos preceitos de ‘Know Your Customer’ (KYC), ‘Know Your Employees’ (KYE), Know Your Providers (KYP) e Know Your Transactions (KYT), a solução contém todas as parametrizações de regras relacionadas ao controle de compliance, bem como PLD (prevenção à lavagem de dinheiro) e CFT (combate ao financiamento do terrorismo) para identificar, apontar e tratar os indícios de operações suspeitas, tudo em tempo real e em ambiente web.

De acordo com Odilon Costa, CEO e Presidente da Tree Solution, o TreeCompliance é uma solução ativa, e não reativa como muitas existentes no mercado. “A maior parte das soluções detectam as ameaças depois que as transações ocorreram. Já no TreeCompliance, os eventos são gerados em tempo real, o que permite identificar os indícios de irregularidades no momento da operação, com alto grau de precisão e segurança, propiciando a redução de falsos positivos e mitigando o risco das operações”, diz o executivo.

Principais características e vantagens

– Monitoramento em tempo real, via web;

– Aprovação ou rejeição das operações por diferentes níveis de alçadas;

– Controle de SLA do compliance officer por criticidade do negócio;

– Acompanhamento online e automático de clientes permanentes e eventuais, com visão única e atendendo aos preceitos de KYC, KYE, KYP e KYT;

– Suporte e integração automática das principais listas restritivas públicas e privadas à solução, assim como qualquer lista criada pela instituição;

– Ambiente amigável para utilização pela área de negócios e compliance officer;

– Facilidade na criação de regras de conformidade pelo usuário final;

– Identificação de desvio de comportamento nas operações.

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