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Chega hoje ao Brasil maior delegação de empresários franceses do MEDEF

Mais de 50 líderes de empresas de diversos tamanhos e setores, como transporte e infraestrutura, saúde, energia, agronegócio, finanças, entre outros, estarão reunidos no Brasil, entre hoje (4/12) e quarta-feira (6/12), em uma missão liderada por Alexis Duval, presidente do Conselho Empresarial França-Brasil do MEDEF Internacional e CEO do grupo Tereos. É a maior delegação a visitar o país desde a criação do MEDEF, em 1989.

A delegação da França é aguardada com grande expectativa, já que o país é o quarto maior investidor no Brasil, que também é o principal parceiro francês na América Latina. Hoje, já são quase 900 empresas francesas instaladas aqui, confirmando o interesse do empresariado pela riqueza de oportunidades que o País oferece.

A viagem da delegação será uma ocasião para aproximação dos líderes empresariais com autoridades brasileiras e outros representantes de nível local e federal, como Marcos Pereira, ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços; Moreira Franco, ministro da Secretaria Geral da Presidência da República; Geraldo Alckmin, governador do Estado de São Paulo; assim como os presidentes do BNDES, CNI, FIESP e FIRJAN, além de empresários e consultorias brasileiras.

O objetivo dessas reuniões, organizadas em conjunto com a Embaixada da França no Brasil, é fazer um balanço sobre os projetos de empresas francesas, a estratégia de retorno do crescimento do País, os programas públicos de investimento e os desafios administrativos para impulsionar os negócios.

O programa de financiamento será um dos principais assuntos tratados durante o encontro. Para isso, estão previstas reuniões com diferentes financiadores baseados no Brasil, especialmente com a PROPARCO, subsidiária da AFD, dedicada ao desenvolvimento do setor privado, e um dos principais parceiros deste encontro. Em Brasília, também será realizado o V Fórum Econômico Brasil-França, em conjunto com a CNI, que reúne os mais importantes representantes dos setores público e privado dos dois países e é realizado anualmente.

O MEDEF Internacional representa o MEDEF (Movimento das Empresas da França) e suas 750 mil empresas em todo o mundo em relações comerciais e é a maior rede de negócios francesa. Mais informações no site: www.medefinternational.fr.

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Oi inaugura hub de inovação e divulga startups selecionadas para última etapa

A Oi inaugura nesta quinta-feira o Oito, hub de empreendedorismo e inovação que vai funcionar em parceria com empresas de tecnologia e centros de pesquisa. O objetivo do novo espaço (localizado em Ipanema, no Rio de Janeiro) é se tornar um centro de referência em inovação, contribuindo para a geração de novos negócios, desenvolvimento de soluções tecnológicas e digitais, aceleração de startups e suporte a negócios sociais. A companhia divulga também os 18 projetos selecionados para passar por um curto período de avaliação, já trabalhando no espaço Oito sob a supervisão do Instituto Gênesis e do time Oi. Os seis que forem melhor avaliados nesse período receberão aporte de R$ 150 mil cada para se instalar no Oito e desenvolver seu negócio ao longo de 2018.

“A Oi é uma empresa que sempre se caracterizou pelas transformações que promove no mercado. Com o Oito, demos um passo adiante e criamos com parceiros estratégicos um espaço dedicado à inovação. Será um ambiente totalmente voltado para inovação, suporte ao empreendedorismo e também economia criativa, que é uma das vocações do Rio de Janeiro”, afirma o presidente da Oi, Eurico Teles.

Pelo interesse que a iniciativa despertou nas startups na fase de inscrição de projetos, não faltarão boas ideias no Oito. O edital para seleção dos participantes recebeu inscrições de mais de 500 projetos de 23 estados. Entre os inscritos, houve projetos também de outros países – Estados Unidos, França e Chile. O processo seletivo incluiu uma banca composta por executivos da Oi e parceiros.

“Os principais critérios usados na escolha dos projetos selecionados para o Oito foram o grau de inovação, a qualificação da equipe, além do potencial de contribuir para o atendimento das novas demandas dos clientes ou gerar economia de custos e aumento de produtividade para a companhia”, acrescenta o executivo. Dos 18 escolhidos para o período de pré-incubação em dezembro, metade é do Rio de Janeiro. Os demais são de São Paulo (3), Minas Gerais (2), Distrito federal (1), Paraná (1), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1). Eles inscreveram projetos para desenvolver soluções em áreas como Internet das Coisas, Smart Cities, Serviços de Saúde, Serviços Educacionais, Digital Advertising e Soluções de Eficiência e Produtividade.

Parcerias com multinacionais, instituições e centros de pesquisa

A Oi é a fundadora do Oito, mas o espaço vai funcionar no modelo de parceria e construção de rede com outras empresas e instituições. Entre os parceiros estão Nokia, IBM, Oracle, Amazon Web Services, CPqD, Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), Senai, escritório Montaury Pimenta, Machado & Vieira Mello, Oi Futuro e Yunus Negócios Sociais Brasil. As soluções e produtos desenvolvidos no Oito terão o suporte da área de Inovação da Oi para serem testados e potencialmente adotados pela companhia, tanto para uso interno quanto para se tornarem parte do portfólio de soluções da empresa oferecido ao mercado.

O Oito será financiado pela Oi e desenvolvido em parceria com o Instituto Gênesis, instituto de empreendedorismo da PUC-Rio, que fará a coordenação técnica do projeto com a consultoria do empreendedor carioca Rafael Duton, sócio e fundador da aceleradora 21212. O modelo será inovador: além de mentorias e de espaço de trabalho, as startups terão apoio nas áreas gerencial, jurídica, financeira e de comunicação para estruturar o crescimento de seus negócios. O Oito atua em três frentes, o que representa um diferencial no mercado de inovação por tornar a iniciativa completa: aporte e apoio para o desenvolvimento de startups em estágio inicial; seleção de startups mais maduras para aceleração, com acesso à área de coworking e aos parceiros do Oito; e o IoT Lab, laboratório para desenvolvimento e teste de soluções de Internet das Coisas em parceria com a Nokia. Essas frentes terão o suporte de um espaço totalmente dedicado ao ecossistema, voltado para eventos e programação cultural, para inspirar ideias e criar conexões entre pessoas e empresas.

Aceleração e Coworking

O Oito também terá espaço para empresas residentes, que dividirão o espaço de coworking com as selecionadas. Serão startups mais maduras, que vão se beneficiar da troca de experiências proporcionada pelo Oito e alugarão as posições de trabalho a valores subsidiados, abaixo da média do mercado. Elas também serão selecionadas a partir de propostas enviadas pelo site www.oito.net.br. A área de coworking do Oito abrigará um andar com 78 posições de trabalho: 68 para empresas selecionadas, residentes e negócios sociais e mais dez assentos para convidados, que poderão ser ocupados de forma rotativa. O objetivo é criar um ambiente estimulante para as empresas, com a infraestrutura necessária para as startups. O Oito investirá ainda em aceleração tecnológica, por meio do laboratório de testes e soluções de Internet das Coisas, criado pela Oi em parceria com a Nokia. Toda essa estrutura, localizada no Leme, no Rio de Janeiro, poderá ser usada por desenvolvedores das empresas selecionadas além de também estar aberto ao mercado.

Iniciativas de negócios sociais e programação cultural

Outro diferencial do Oito será a presença do Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi, por meio do Labora, laboratório de inovação social, e do Labsônica, laboratório de experimentação sonora. Projetos de novos negócios sociais acelerados pelo Labora, através de parceria com a Yunus Negócios Sociais Brasil, terão até dez posições de trabalho no Oito, garantindo interação com as startups incubadas. Dois projetos do Labora já serão instalados no Oito: 818 Energia Solar e Diáspora Black. Já o Labsônica, iniciativa também do Oi Futuro, vai liderar a curadoria da programação cultural com experimentações artísticas na área multiuso, fomentando a circulação de pessoas e ideias criativas no Oito. A área multiuso vai receber atividades diversas tais como cursos, seminários, hackatons, demo days, lançamentos e meetups. Os eventos poderão ser organizados pela Oi e também pelos parceiros.

Projetos selecionados para avaliação ao longo de dezembro

1. Allugator (MG): Plataforma de aluguel de produtos diversos.
2. Banco Maré (RJ). Solução de pagamento para o público não bancarizado.
3. Cíngulo (RS): Aplicativo de suporte/desenvolvimento emocional e agendamento de consultas psicológicas.
4. Easyglic (DF): Relógio de monitoramento de hipoglicemia.
5. Energy2go (RJ): Solução de aluguel de baterias portáteis para recarga de celulares.
6. Entropia (RJ): Plataforma de soluções de saúde para pré-diagnóstico, indicação de médicos usando blockchain e inteligência artificial.
7. ePHealth (SC): Aplicativo de suporte ao trabalho dos Agentes de Saúde Comunitários.
8. Everywhere Analitics (PR): Solução de contagem de tráfego de pessoas via Wi-Fi.
9. Farmaki (RJ): Comparador de preços de medicamentos.
10. Field Control (SP): Solução de controle de força de campo.
11. Gamer Trials (RJ): Plataforma de testes de games.
12. Genesis Training (RJ): Plataforma de padronização de treinamentos para franquias de futebol.
13. DEMONL (RJ): Solução de proteção de ativos com “barreira elétrica” inovadora.
14. JUSTTO (SP): Solução de mediação de acordos judiciais.
15. Legal Cloud (RJ): Solução de controle de prazos legais.
16. NEARBEE (MG): Botão de pânico via bluetooth aliado à rede de pronto atendimento colaborativo e relógio de rastreamento infantil.
17. Power Drones (SP): Solução de video-inspeção automatizado feito através de drones.
18. Top2You (RJ): Plataforma de coaching com executivos de mercado.

Negócios sociais selecionados pelo Labora (Oi Futuro)

19. 818 Energia Solar (RJ): Democratização do acesso à energia solar.
20. Diáspora Black (RJ): Empreendimento que busca articular uma rede social de viagens para usuários afrodescendentes que compartilhem interesses e referências culturais comuns.

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Blockbit lança plataforma corporativa de ensino a distância voltada a soluções de cibersegurança

A BLOCKBIT, empresa global de produtos de cibersegurança, lança hoje a BLOCKBIT University, sua plataforma de e-learning que oferecerá uma série de treinamentos voltados para a capacitação e certificação de parceiros, colaboradores e clientes nas soluções da empresa.

“A BLOCKBIT University vem estreitar o relacionamento com os nossos públicos, por meio da difusão de conhecimentos técnicos e comerciais sobre nosso portfólio e o mercado de cibersegurança, desde os conceitos fundamentais até os mais avançados”, comenta Paola Scampini, VP de Marketing, Canais e Alianças da BLOCKBIT. “Além de dar agilidade ao processo de capacitação, a plataforma promove uma visão holística e mais analítica da área de cibersegurança, além de apresentar as funcionalidades e inovações das nossas soluções”, completa.

Para o lançamento da plataforma online, a BLOCKBIT desenvolveu uma capacitação de gestão avançada de vulnerabilidades, baseada no BLOCKBIT VCM (Vulnerability and Compliance Management). O produto endereça uma tendência crescente da indústria de cibersegurança, que é a capacidade de prever e reagir a potenciais vulnerabilidades, sejam internas ou externas, que possam colocar em risco informações e dados corporativos. “A gestão de vulnerabilidades é uma grande tendência e vem apoiar as organizações que precisam de agilidade na detecção de vulnerabilidades, prevenir ameaças, proteger seus ativos e garantir estar em acordo com regulamentações específicas”, adiciona Scampini.

O curso em Gestão de Vulnerabilidades contará com dois tipos de capacitação: técnica e comercial. Na trilha técnica, o curso é dividido em duas etapas, com 18 módulos. Na primeira etapa, à medida que avança, o aluno entrará em contato com os principais fundamentos da Segurança da Informação, vulnerabilidades, ameaças e riscos, como aspectos legais e de conformidade.

A segunda parte da trilha técnica consiste na visão completa do BLOCKBIT VCM, explorando todas as suas características – arquitetura do produto, instalação, ambientes de redes, Assets, Scan, Dashboard, Action Plan, relatórios analíticos e análise das vulnerabilidades. Concluindo a capacitação técnica, o usuário poderá aplicar para a certificação BLOCKBIT Vulnerability Management Specialist.

Já a trilha comercial conta com 6 módulos e foi desenvolvida para atender as demandas das equipes de vendas, abordando desde os conceitos e as técnicas de vendas até as formas de licenciamento do BLOCKBIT VCM. Assim como na trilha técnica, o especialista poderá aplicar para a certificação comercial, BLOCKBIT Vulnerability Management Certified Sales.

Ambas as trilhas contam com avaliações de desempenho do aluno durante os módulos, para reforçar os conhecimentos adquiridos e incentivar os participantes a interagir de maneira mais otimizada com a plataforma.

De acordo com Paola Scampini, o projeto BLOCKBIT University nasceu em resposta a uma crescente demanda dos próprios clientes e canais da empresa por capacitação de mão de obra. “Pensamos na plataforma online visando atender os anseios do mercado, que vem demandando mais qualificação para seus técnicos, de forma eficiente e ágil. Com uma visão gerencial dos resultados e gamificação. Além de reduzir os custos com treinamentos, a plataforma democratiza o conhecimento, pois flexibiliza e respeita a agenda, o ritmo e interesses de cada profissional”, explica.

Além dos cursos online, a BLOCKBIT University é complementada com uma agenda intensiva de Webinars para a geração e compartilhamento de conhecimento técnico do uso das soluções da empresa. De janeiro a setembro de 2017, mais de 1.000 profissionais participaram dessa modalidade de treinamentos semanais.

Além de capacitar clientes e parceiros, a BLOCKBIT University fará parte da estratégia de capacitação de colaboradores da empresa e será integrada ao processo admissional. “Esperamos certificar 100% dos nossos colaboradores como técnicos especialistas em gerenciamento de vulnerabilidades”, finaliza Scampini.

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Estudo da Capgemini aponta avanços em e-Government

A Europa continua a amadurecer nas práticas de “governo eletrônico”: os serviços públicos migrados para os dispositivos móveis estão aumentando, e a prestação de serviços públicos pela Internet segue avançando. São algumas das principais conclusões do estudo 14th Benchmark Measurement of European eGovernment Services (14ª Medida de Referência dos Serviços Europeus de Governo Eletrônico). A Comissão Europeia publicou o documento, criado pela Capgemini e por outros parceiros líderes do consórcio de inovação digital, que prega o foco na ampliação da transparência e no investimento em facilitadores digitais-chave – tais como a identificação eletrônica –, que são agora cruciais para o fortalecimento do eGovernment e para a criação de um Digital Single Market (ou Mercado Digital Único) nos próximos anos.

O relatório 2017 Benchmark eGovernment lança luz sobre o status atual da transformação digital das administrações públicas europeias e questiona até onde elas realmente estão “no caminho certo”, no que diz respeito à realização desses objetivos. O relatório deste ano, que pesquisou mais de 10 mil websites nos países que compõem a EU28+ (conjunto de portais que agregam informações de todos os 28 países europeus associados), avaliou a quantidade e a qualidade dos serviços digitais com base em quatro importantes eventos da vida: começar um negócio, perder e encontrar um emprego, estudar e vida familiar.

O relatório mostra que o setor público europeu continua a oferecer mais serviços pela Internet. Se por um lado os países aumentaram quantitativamente a disponibilidade online de seus serviços públicos, por outro ainda são necessárias medidas qualitativas, como, por exemplo, procedimentos de entrega mais transparentes e formulários online pré-preenchidos com dados pessoais, para melhorar a experiência geral do serviço digital.

Amplo espaço para incrementar a transparência e promover viabilizadores digitais

Em geral, o desempenho do eGovernment na Europa está indo na direção certa. Por exemplo, um bom progresso foi feito na dimensão da “friendly mobility”, com mais da metade dos serviços (54%) já sendo amigáveis para os dispositivos móveis – contra 27% em 2015. Já o foco no usuário dos serviços públicos europeus atingiu a média de 85%, o que indica um nível maduro de disponibilidade online dos serviços, de interação e das possibilidades de resposta entre cidadãos e administrações públicas. No entanto, a mobilidade cross-border aumentou modestamente. A implementação ampliada da Diretiva eIDAS[1] provavelmente aumentará ainda mais a disponibilidade de informações e serviços para os cidadãos da União Europeia quando abrirem uma empresa ou decidirem estudar no exterior.

Para o próximo passo, as medidas de transparência e os investimentos em facilitadores digitais-chave, tais como a identificação eletrônica (eID) e autenticação das fontes para reutilizar dados são prioridades. Em termos de transparência, as autoridades públicas precisam recuperar o atraso na divulgação de informações sobre o processo de entrega de serviços, suas próprias responsabilidades e desempenho, bem como sobre o uso de dados pessoais. Além da transparência, o uso de pré-condições tecnológicas (facilitadores-chave) como eID e autenticação das fontes ainda tem espaço para acelerar. Melhorias foram observadas em 2016 em relação à disponibilidade de cada um deles. No entanto, o progresso ainda é modesto, dado o prazo de 2 anos entre as medidas. Como exemplos, o uso da identificação eletrônica só foi possível em um entre cada dois serviços públicos europeus (52%), assim como o preenchimento prévio de formulários online com dados que o governo já detém sobre o usuário está em 47%.

Niels van der Linden, consultor e líder de projetos da Capgemini, afirmou: “A pesquisa 2017 eGovernment Benchmark mostra sinais positivos e a recente Declaração Ministerial de Tallinn[2] é um testemunho de que o setor público leva a sério a transformação digital. Os governos, agora, precisam desafiar a forma como são organizados, aprimorar os conhecimentos de seus funcionários públicos e, em geral, aumentar sua abertura, para que realmente se beneficiem do valor público que pode ser criado por meio dos serviços digitais”.

O Mercado Digital Único se avizinha?

O Digital Single Market pode contribuir com 415 bilhões de euros ao ano para a economia europeia, criando empregos e melhorando significativamente os serviços públicos. As descobertas do eGov Benchmark deste ano revelam que a visão do Digital Single Market está tomando forma. O abismo entre a prestação de serviços para usuários nacionais e estrangeiros está se tornando cada vez menor, já que 60% ou três entre cinco serviços online estão, agora, disponíveis em todas as fronteiras do país. A facilidade de utilização dos serviços cross-border também melhorou (em 78%). Isso mostra que tanto os cidadãos quanto as empresas dispõem de acesso a funcionalidades avançadas de ajuda, suporte e reclamações online. A continuidade no compartilhamento das melhores práticas permite que as autoridades públicas em toda a Europa continuem aprimorando seus serviços online. A persistente inovação do eGov comprovará os benefícios do Digital Single Market e mudará para melhor a relação entre as organizações públicas e os cidadãos.

Dinand Tinholt, vice-presidente e diretor global de conta da União Europeia da Capgemini, afirmou: “A tecnologia oferece as administrações públicas grandes oportunidades para criar valor público. É mais do que o eGovernment – trata-se de uma estratégia digital para atender essas oportunidades. Uma estratégia que também pode atingir a integração de novas tecnologias, como a Inteligência Artificial, na prestação de serviços públicos”.

Para obter mais informações ou para baixar o relatório, entre aqui.

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Como os shoppers são a ponte entre o negócio e o cliente?

Por Marco Zolet

Receber as compras de supermercado em casa, com produtos frescos e bem selecionados, sem encarar o trânsito e filas. Esse era o sonho de muitos, inclusive de nós da Supermercado Now, e tornamos realidade por meio de uma figura essencial para que possamos existir no mercado: os shoppers. Pessoas reais, não robôs, que vão ao supermercado e fazem compras que estão numa lista. A diferença é que eles não as levam para suas casas e sim para as casas de outras pessoas.

Os requisitos básicos que determinamos para os shoppers são: serem maiores de 18 anos, terem CNH válida, possuírem smartphone com plano de dados e carro. No entanto, estes são apenas os pilares para termos uma operação logística organizada. O shopper precisa ser extremamente atencioso e saber que ele compra para outra pessoa, outra família, outro lar. Entender o valor humano do processo faz toda a diferença na performance.

Tive contato com profissionais dos mais variados perfis. Desde jovens universitários a trabalhadores aposentados. A maioria deles possui o trabalho de shopper como principal atividade remunerada, mas alguns conciliam as entregas com outras fontes de renda. Muitos trabalham apenas durante a noite ou aos finais de semana. Em resumo, são muitos estilos de vida que cabem nessa “sacola” que é ser um shopper. A característica comum que todos devem ter: atenção aos detalhes, agilidade, energia e alegria em atender bem o cliente.

Para os interessados nesta “profissão”, eu digo que é uma atividade extremamente gratificante. Vejo pessoas que se encontraram neste meio e fazem da flexibilidade de horários que a função permite uma grande vantagem em suas rotinas. Em tempos de economia incerta, vejo a “profissão” de shopper como algo que pode fazer a “roda” girar ainda melhor. O cliente ganha, pois recebe seus itens pedidos com carinho e atenção, os lojistas ganham, pois podem continuar focados no negócio principal e contarem com plataformas como estas para ajudá-los no aumento das vendas, e o shopper também ganha, não apenas economicamente, mas em qualidade de trabalho e vida.

Por fim, acredito que o mercado está evoluindo e muitas pessoas já entenderam que há diversas formas para conseguir complementar a renda, seja trabalhando como um shopper ou motorista de aplicativos, por exemplo. A verdade é que em um mercado tão competitivo, aqueles que não souberem inovar, ficarão para trás.

Marco Zolet é CEO e fundador da Supermercado Now, plataforma de supermercado online referência no setor que surgiu para facilitar a compra de bens básicos e recorrentes, com comodidade, rapidez e com melhor custo benefício.

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Ingram Micro anuncia novo diretor de Cloud e Soluções Digitais

Há pouco mais de dois anos, a Ingram Micro Brasil, subsidiária do maior distribuidor mundial de tecnologia, contratou José Furst para dirigir a divisão de Cloud e tornar a distribuidora um provedor master de soluções em nuvem no país. O objetivo foi alcançado, principalmente com o lançamento da plataforma Ingram Micro Cloud Marketplace que em um ano conquistou mais de 900 revendas e responde por mais de 85% dos negócios em nuvem da companhia.

Agora, em sintonia com o êxito da iniciativa e com a estratégia de expansão, a Ingram Micro anuncia Flávio Moraes Jr. como diretor de Cloud e Soluções Digitais, para liderar a divisão de Cloud e a unidade de software, em substituição a José Furst, que foi promovido a diretor da divisão de Cloud na América Latina.

Cabe ao novo contratado colocar cloud com algumas linhas de software e oferecer soluções híbridas de nuvem com on premise. “Dar continuidade ao trabalho feito até aqui e que trouxe excelentes resultados para os negócios em nuvem da Ingram Micro é um grande desafio”, diz Moraes Junior, que pretende levar às revendas soluções que possibilitem a oferta de arquiteturas em cloud mais completas e que atendam às diferentes demandas do mercado. “A integração da área de Soluções Digitais com a de Advanced Solutions reforça a proposta de valor para a nossa oferta de cloud e software”, explica Moraes Junior, completando que irá focar principalmente em fabricantes de software, que sabem o quanto é importante explorar as oportunidades de migração para cloud.

Formado em engenharia pelo Centro Universitário FEI e com MBA em negócios pela Fundação Getúlio Vargas, Moraes Jr. foi diretor de Desenvolvimento de Negócios e Soluções Digitais da Claro, respondendo pelo desenvolvimento e gestão de produtos cloud, data center e segurança gerenciada e marketing online, entre outras atividades.

“Estamos muito confiantes de que Flávio Moraes Jr. dará continuidade a todo o esforço que foi dedicado na área de Cloud nos últimos anos, agregando ainda mais revendas ao nosso marketplace e trabalhando forte também na unidade de software, oferecendo soluções completas e customizadas de acordo com as necessidades de nossos parceiros. Além disso, o novo diretor deve unir algumas ofertas de cloud e de software, com soluções híbridas”, afirma Diego Utge, VP & Brazil Chief Executive da Ingram Micro.

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Mastercard anuncia resultados de estudo sobre millennials na América Latina

Durante a 6ª. edição do Fórum de Inovação da Mastercard para a América Latina e o Caribe, a Mastercard divulgou um estudo encomendado à Harris Research sobre o comportamento de consumo dos millennials na América Latina. O objetivo é descobrir o que motiva millennials no Brasil, México e Colômbia para construir laços duradouros junto a essa geração.

O estudo revelou que 64% dos millennials latino-americanos adotam novos comportamentos que constantemente desafiam o “status quo”. Essa geração não quer esperar por soluções para os problemas que enfrentam, e 77% dos entrevistados concordam que precisam construir seu próprio caminho para o sucesso, sem depender de terceiros, enquanto 75% querem abrir seu próprio negócio.

“A importância da tecnologia para os millennials e a confiança que possuem em seu potencial para resolver problemas (do mundo) faz da tecnologia digital o principal meio pelo qual as instituições financeiras podem relacionar-se com esse público e ter um impacto positivo em suas vidas”, explica Ana Ferrell, Vice-presidente sênior, Marketing e Comunicações, da Mastercard América Latina e Caribe.

Os millennials acreditam que a educação e as experiências de vida são as duas principais características que compõem sua identidade. O estudo revelou que a independência financeira é a prioridade desta geração. Isso talvez seja explicado pelo fato de que 67% dos millennials latino-americanos estão passando por instabilidades financeiras.

Como um grupo, os millennials querem construir uma sociedade mais robusta. O estudo destacou que 44% dos entrevistados sentem que sua geração está mais envolvida em suas comunidades quando comparada com gerações anteriores. Para 71% dos entrevistados, o trabalho deve envolver algo que tenha significado em suas vidas. No Brasil, por exemplo, 1 em cada 3 entrevistados declarou dedicar tempo a uma atividade social ou a uma causa.

Embora o que os millenials desejam seja, acima de tudo, a possibilidade de viajar, é possível notar a importância da tecnologia na vida dos jovens latino-americanos. E fica evidente que a tecnologia faz parte de sua identidade como uma geração: 85% das mulheres entrevistadas acreditam que não teriam o mesmo nível de educação sem acesso à tecnologia digital[1]. Em geral, 52% acreditam que a tecnologia digital tem o poder de resolver muitos dos problemas que a sociedade enfrenta.

Esta geração transcendental está sempre à procura de novas inovações tecnológicas, e um em cada três millennials latino-americanos consideram-se ‘pioneiros’ na adoção de novas tecnologias. Os dispositivos móveis são o principal meio de capacitação, e os millenials da América Latina passam uma média de 18 horas por dia consumindo conteúdo multimídia, compartilhado, principalmente, por seus amigos[2].

Analisando o comportamento de consumo da geração Y:

65% pesquisam produtos online antes de finalizar uma compra.
62% estão sempre à procura do melhor preço ou alguma oferta.
49% não estão satisfeitos com as opções de pagamento disponíveis, e 46% emprestariam seu cartão de crédito a amigos.
45% querem a oportunidade de usar opções de pagamento digitais com mais frequência, embora muitas lojas não as aceitem.
35% portam dinheiro apenas porque existem lojas que somente aceitam esse meio de pagamento.
2 entre 5 millennials somente compram produtos alinhados aos seus valores.
54% dos millennials preferem comprar produtos de empresas socialmente responsáveis.

Instituições financeiras podem impactar a vida de millennials latino-americanos de diversas maneiras. O estudo revelou que a geração Y quer mais facilidade para:

– Reduzir dívidas (65%)
– Gastar seu dinheiro com mais inteligência (64%)
– Monitorar despesas mais eficientemente (62%)
– Planejar um orçamento (61%)
– Investir seu dinheiro (58%)
– Investir em negócios inovadores (57%)

Os millennials são responsáveis pelo grande boom de inovação ao redor do mundo. Enquanto os millenials continuarem sua luta pela independência financeira, as empresas do setor financeiro terão uma grande oportunidade de se apresentar como aliadas desta geração durante a busca por estes objetivos.

Particularidades de cada mercado:

Brasil:
– Para 32% dos millennials brasileiros, dedicar seu tempo a uma causa social no qual acreditam é uma prioridade.
– 74% pesquisam produtos online antes de finalizar uma compra.
– Em termos de online banking, metade dos millennials brasileiros dizem que seu banco não está atendendo às suas expectativas.
– 21% vivem de salário a salário.

México:
– 63% dos millennials mexicanos são apaixonados por seu emprego.
– Um terço diz que a saúde está entre as três prioridades de suas vidas.
– 73% estão dispostos a tomar grandes riscos para alcançar seus objetivos.
– 1 em cada 3 mexicanos acredita que precisa manter sua identidade cultural para melhorar seu país.

Colômbia:
– 56% dos colombianos consideram cartões de crédito fundamentais para viagens internacionais.
– 40% gostariam de fazer uso de pagamentos digitais, porém muitas lojas não os aceitam.

Infografía - POR-v04

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Thomson Reuters realiza parceria inédita com a CoderDojo no Brasil para incentivar jovens na área de tecnologia

A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, anuncia parceria inédita com a CoderDojo em Campinas, São Paulo. A CoderDojo é uma comunidade global de clubes de programação gratuitos dirigidos por voluntários, cujo principal intuito é oferecer aos jovens e crianças em todo o mundo acesso à tecnologia. O projeto incentiva e capacita jovens a serem criadores e inovadores digitais do futuro e já foi realizado em diversos países no mundo por meio da parceria global com a Thomson Reuters.

O projeto, inédito no Brasil, aconteceu em novembro deste ano na unidade de Campinas (SP), da Thomson Reuters, em parceria com a instituição Direito do Ser (associação beneficente que desenvolve e implementa programas socioeducativos), e reuniu crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos para que eles pudessem explorar a tecnologia e aprender a codificar, desenvolver sites, aplicativos e jogos. Os jovens tiveram introdução à programação utilizando a ferramenta Scratch, em que puderam criar seus próprios jogos de forma criativa e simples.

“Foi emocionante para todos nós, principalmente quando as crianças apresentaram com orgulho suas criações. Além de podermos compartilhar um pouco do nosso conhecimento, também aprendemos muito com eles. Praticar o voluntariado é uma forma de compartilhar, ajudar e, principalmente, aprender com o outro”, comenta Flávia Roberta Di Favari, Coordenadora de Análise de Sistema da Thomson Reuters. Através das experiências realizadas em outras unidades da Thomson Reuters pelo mundo, Flávia, que também é membro do comitê de diversidade e inclusão da Thomson Reuters no Brasil, discutiu com grupos de outros países para trazer o projeto ao Brasil.

Segundo Andréa Ziravello Elias, Vice-Presidente de Recursos Humanos da Thomson Reuters, a companhia planeja dar continuidade à parceria, ampliando as sessões de CoderDojo em outras localidades. “Com o sucesso do primeiro projeto, planejamos realizar novas sessões em Campinas e em outras unidades da companhia no Brasil em 2018 para que possamos converter todo o nosso conhecimento e experiência em um futuro melhor para esses jovens e para nossa sociedade”.

A Thomson Reuters possui uma rede global de voluntários, liderados por colaboradores da companhia que impulsionam atividades e projetos locais, e já resultou em mais de 137 mil horas para organizações e causas de caridade em todo o mundo.

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FecomercioSP e Brasscom debatem a transformação digital no varejo brasileiro

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) realizou nesta quarta-feira, 29, o evento “A transformação digital e o impacto no comércio de bens e serviços”, promovido pela Entidade em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). O encontro reuniu especialistas, empresários do varejo e fornecedores de serviços digitais para discutir como o segmento de comércio e serviços se transforma diante das mudanças impostas pela tecnologia.

“O objetivo da Brasscom é trazer à tona essa discussão sobre tecnologias de transformação digital e fazer com que esse debate entre na sociedade com base nos agentes econômicos”, disse o presidente-executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo. “Inovação é aquilo que destrói o concorrente – no fundo, todos nós estamos correndo o risco de nos tornarmos obsoletos. Com o avanço tecnológico, o que era impossível passou a ser possível.”

Estar presente em apenas um local – como site ou aplicativo – já não é uma opção, concordaram os palestrantes. Para conquistar o consumidor, é preciso entender seu comportamento e oferecer serviços personalizados, assertivos, imediatos e que integrem plataformas on e offline. Da formação de preços, passando pelo atendimento, até o cálculo do estoque ideal, o empresário deve acompanhar as tendências para não perder mercado e construir sua marca aos olhos do público. “Se 27% dos brasileiros consomem conteúdo da televisão e da internet, simultaneamente precisamos nos perguntar: o que isso muda para o varejo?”, provocou o presidente do Conselho do Comércio Eletrônico da FecomercioSP e CEO da Ebit, Pedro Guasti.

Ainda segundo Guasti, 47% das vendas que ocorrem no ambiente offline têm origem em plataformas online, por meio de pesquisas ou buscas feitas pelos consumidores. Enquanto 40% das pessoas tiram fotos dos produtos quando estão em uma loja, apenas 9% realmente efetivam a compra imediatamente em lojas físicas. O 36º relatório Webshoppers, da Ebit, divulgado em agosto, mostrou que o e-commerce segue se tornando cada vez mais relevante no Brasil: apenas no primeiro semestre deste ano, faturou R$ 21 bilhões, crescimento nominal de 7,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando as vendas somaram R$ 19,6 bilhões.

Os caminhos para fazer negócios estratégicos com base nas mudanças de comportamento dos clientes na economia digital (que deve atingir US$ 2,5 trilhões de dólares ainda neste ano) envolvem, em geral, aproveitar os dados que a tecnologia é capaz de fornecer sobre cada um para criar experiências de venda.

“Nesses modelos disruptivos, quem manda é o consumidor final”, enfatizou a CEO da Stefanini Brasil, Mônica Herrero. “O futuro é hoje, não dá para adiar. O e-commerce tem de estar acessível 24 horas, a qualquer tempo, em qualquer lugar, de qualquer forma e em apenas um toque. A loja física não vai desaparecer, mas deve ter um papel diferente do de hoje ao se integrar à jornada do cliente”, completou a executiva.

Experiência do consumidor

As pesquisas sobre o comportamento de quem compra ajudam as empresas a criar uma experiência de consumo que favoreça o aumento das vendas. “Mais de 50% dos usuários de smartphone abandonaram o site depois de esperar três segundos para que uma página carregue”, contou o gerente de Marketing e Produtos de Soluções Digitais da Embratel, Augusto Bezerra. “A experiência do consumidor via smartphone é importante, e para suportar essa demanda, será necessária uma tecnologia robusta de processamento e estratégia”. De acordo com o Relatório Webshoppers, o faturamento das vendas por dispositivos móveis cresceu 56,2%, no primeiro semestre de 2017, e o tíquete médio dessas compras foi 14,9% maior que no ano passado.

Ainda segundo Bezerra, as mudanças disruptivas (termo que descreve a inovação tecnológica que utiliza quebra de paradigmas para superar uma tecnologia dominante no mercado) incluem também mudar o modelo de negócio das empresas. “Devemos passar do commodity para produto de valor agregado e de valor estratégico. A informação é o bem mais valioso para uma organização, e o compartilhamento é um modelo para otimização de recursos”, explicou.

Marketing

O uso da tecnologia nas estratégias de marketing também foi tema de discussão no evento. “Os clientes querem ser conhecidos como únicos. Por isso, o mundo digital nunca foi tão fácil e tão difícil de compreender”, explicou o representante da Stefanini, Victor Hugo Cardoso Alves. “Temos de entender o consumidor e captar o que é importante no meio de uma explosão de dados para, assim, gerar valor agregado. Quem não entender a jornada que seu cliente faz, por meio de cliques em sites e entradas na loja física, vai ter dificuldades em vender”, completou Alves. Segundo ele, 85% das interações entre clientes e empresas vão ser digitais até 2020.

Para o industry advisor da DXC Technology, Marcelo Raducziner, há uma mudança radical em como as situações se dão. “As pessoas seguiam processos no seu dia a dia e eram suportadas pela tecnologia. Agora a tecnologia passa a seguir processos definidos e orientados por pessoas”, disse, durante sua apresentação.

Da mesma maneira, o e-mail marketing precisa estar alinhado à experiência de compra que as firmas buscam proporcionar. “O e-mail marketing representa 30% da receita dos grandes varejistas, mas um e-mail marketing equivocado faz o cliente sentir que a empresa não o conhece”, afirmou o gerente de marketing da Locaweb, Welington Souza. “Precisamos agir de forma transacional e multicanal, identificar comportamentos como abandono de carrinho e de navegação; e ter a informação do cliente centralizada, para começar a impactá-lo em qualquer canal”.

Plataformas digitais, integração e Internet das Coisas

De nada adianta ter canais de atendimento que funcionem bem se a experiência final do cliente não for efetivamente prazerosa, dizem os especialistas. “A experiência omnichannel deve ser intuitiva, personalizada, mas é preciso também que ela efetivamente resolva a questão proposta pelo cliente, disse o diretor de pré-vendas de Soluções Digitais da Embratel, Paulo Venâncio Marcelino.

A Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) e sua presença no País também foi destacada pelos palestrantes presentes. Até 2020, 20 bilhões de “coisas” estarão conectadas no planeta – número muito superior ao de pessoas. “Para que a Internet das Coisas seja um elemento, de fato, de transformação, uma solução IoT precisa de coisas conectadas (sensor de temperatura e sensor de quantidade de pessoas, por exemplo) que estarão ligadas a um gateway, uma plataforma que organiza tudo para que os negócios possam se aproveitar dessas decisões. Assim, seu negócio soluciona um problema específico e você gera um novo valor”, comentou o vice-presidente de Negócios para o segmento de microempresas da Totvs, Eros Jantsch.

No Brasil, 37% dos entrevistados em pesquisa conduzida pela Localis em 2017 afirmaram que IoT é importante nos seus negócios. Além disso, 18% dos pesquisados já adotaram e 19% estão adotando processos da Internet das Coisas. “O agronegócio é um dos setores que mais usam esse tipo de tecnologia e 14% dos empresários do comércio afirmam que adotam IoT. O comércio tem muito a se beneficiar do uso da Internet das Coisas, mas ele precisa começar a de fato fazer”, observou o diretor de Tecnologia da Logicalis, Lucas Pinz.

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Duratex anuncia investimento na plataforma Viva Decora

A Duratex anuncia hoje assinatura de contrato de investimento de R$ 6,2 milhões na Viva Decora, principal plataforma de conteúdo, inspiração, produtos e serviços relacionada a arquitetura, design e decoração do Brasil. O portal também oferece interação entre os públicos, permitindo que potenciais clientes possam buscar profissionais de arquitetura, decoração e reforma para seus projetos.

“A evolução das relações humanas e o uso da tecnologia em todas as frentes é uma realidade. Atenta ao cenário e alinhada ao propósito de oferecer ‘Soluções para Melhor Viver’, a Duratex viu na Viva Decora uma oportunidade de diversificar sua atuação e, também, suas formas de comunicar e estar ainda mais próxima de seus públicos de interesse”, afirma o Presidente da Duratex, Antonio Joaquim de Oliveira.

O executivo também pontua que a transação está em linha com uma das quatro avenidas de crescimento da companhia, que prevê a transformação digital, em formatos ainda mais intensos e inovadores, para atender ao novo perfil de profissionais e consumidores
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Com o anúncio de hoje, a Duratex terá 28,57% das ações da empresa, e o investimento realizado será utilizado para crescimento da equipe, para entrada como marketplace de venda de produtos e para melhorar cada vez mais a experiência dos consumidores e dos profissionais no uso do site, que é líder no mercado brasileiro. A Viva Decora, mesmo após o investimento realizado, seguirá com gestão totalmente independente.

Fundada em 2014, a Viva Decora já possui mais de 37 mil profissionais cadastrados, mais de 132.000 fotos categorizadas em 40 ambientes e mais de 2 milhões de visitas orgânicas por mês, tendo se estabelecido nos últimos anos como o maior portal de conteúdo para decoração, arquitetura e reforma do Brasil. O portal tem como fundador e CEO Diego Simon (co-fundador da Viva Real) e como co-fundadores Lucas Aragão (ex-McKinsey e Peixe Urbano), Michel Wajs (fundador do ClickArq) e Pedro Renan (fundador da Logovia).

O marketplace recém-lançado já possui mais de 570 mil produtos cadastrados em centenas de categorias. Com isso, o portal fornece ao consumidor uma solução completa para inspirar a casa dos sonhos, contratar o profissional adequado e também comprar os produtos necessários pelo melhor preço do mercado. Todo o conteúdo publicado tem como objetivo ajudar o consumidor em sua jornada, começando com fotos para inspiração, uma revista para informação e produtos para pesquisa e compra. Além de apontar tendências e fornecer informações do mercado, o portal também é vitrine para os mais diversos especialistas do setor de construção que desejam ampliar sua rede de relacionamento e estabelecer novas oportunidades de negócios.

“A Viva Decora foi criada com o propósito de ajudar as pessoas a criarem a casa dos sonhos, por meio de uma plataforma que conecta consumidores, profissionais e empresas. Enxergamos na Duratex uma parceira estratégica com grande potencial de sinergia com a Viva Decora: aportamos nossos conhecimentos de tecnologia e marketing digital, além da cultura de startup, e nos beneficiamos da estrutura e expertise de mercado do grupo”, afirma Diego Simon.

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7 orientações para se tornar um líder em 2018 – Por Celso Bazzola

O líder dentro de uma organização torna-se o ponto de equilíbrio e peça-chave para fazer a diferença e buscar resultados. Esse deve, mais que todos, acreditar no potencial da empresa e de sua equipe. Contudo, infelizmente podemos notar nas empresas muito bons profissionais que são alçados ao papel de líderes, mas, por inabilidade ou despreparo não conseguem desenvolver esse papel adequadamente, o que causa muitos problemas em relação a clima e resultados.

Mas, nem toda pessoa nasce um líder e existem características de lideranças que devem ser identificadas e potencializadas. Desenvolver essas competências torna-se fundamental para o sucesso de um líder, resultado da empresa e aumento de sua capacidade de empregabilidade. Podemos destacar alguns pontos fundamentais para atingir este objetivo:

1• O primeiro diferencial é que o líder deve ser um apaixonado pelo que faz, se isso não ocorre não haverá inspiração e entusiasmo, assim se quer se tornar um líder, tenha em mente que fazer o que ama e amar o que faz;

2• Um líder deve ser um profissional em que as pessoas confiem, por isso deve ser sincero e ter engajamento. Também é importante que demonstre maturidade com base em experiências passadas e teóricas, pois tem que estar em busca pela melhoria contínua a reciclagem;

3• O conhecimento do que faz e a curiosidade de estar buscando coisas novas é fundamental, assim, o líder deve ser a base de informações e alternativas, ele deve estar sempre se aprimorando, senão pode virar a liderança que não é muito respeitas;

4• Saber arriscar é imprescindível, por isso é fundamental que se tenha audácia quando necessário e posicionar sua opinião, também é necessário que se assuma as responsabilidade e culpas;

5• Autoconhecimento e autocontrole são fundamentais, pois só olhando para dentro de si, que o líder saberá como agir com os parceiros e os seus limites.

6• Ter resiliência é fundamental, pois é necessário estar pronto para mudar de rota sem perder a serenidade e foco, conduzindo sua equipe nas mudanças que o mercado impõe.

7• Comunicar bem é fundamental, hoje um dos grandes erros de uma líder é não saber deixar claro para equipe os caminhos tomados e os motivos, é preciso saber falar, fazer reuniões e convencer.

Enfim, muito se confunde o líder com o “chefe”, mas ser líder não é apenas coordenam os trabalhos, é preciso aprofundamento sobre o tema, onde o líder é inspirador, motivador de equipes, demonstrando o caminho a ser seguido. Com isto, tendem à serem mais respeitados, atingindo a eficiência e resultados necessários para a produtividade e lucratividade da empresa.

Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH.

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Android é foco dos ataques a dispositivos móveis no Brasil

A Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em soluções de segurança cibernética de alta performance, apresenta um levantamento sobre as principais ameaças no Brasil em parceria com o FortiGuard Labs. De acordo com a pesquisa, o Android é o sistema operacional mais atacado por malwares destinados a dispositivos móveis no Brasil. O estudo foi realizado no período de janeiro a agosto de 2017 e confirma uma tendência do cenário de ameaças à cibersegurança.

Em junho, o Brasil já era recordista em números totais de malware para plataforma móvel, aparecendo em 5º lugar, atrás de países como Japão e Estados Unidos e com o equivalente a 10% de tentativas de infecções a dispositivos móveis em relação ao total de ameaças detectadas. Já no último relatório (janeiro a agosto), a Fortinet identificou que 18% das mais de 72 mil ameaças identificadas foram direcionadas para este tipo de dispositivo.

O Android é o sistema para dispositivos mobile mais utilizado no país e o mais vulnerável a ciberameaças, com 99,9% das tentativas de ataque, número muito superior ao observado em outras regiões. Do total de malwares em dispositivos móveis detectados na América Latina e no Caribe no primeiro trimestre de 2017, 28% deles eram malwares para dispositivos Android.

Botnet aumenta no Brasil

O tráfico de Botnet vem aumentando no Brasil, sendo 50% maior que no começo do ano. O botnet Andromeda é a principal ameaça do tipo, com cerca de 255 mil hosts infectados, 27% do total detectado no Brasil, um crescimento de 300% desde o início do ano. Porém, pelas projeções, pode não repetir o feito do passado, quando foi responsável por 1,1 milhão de ameaças.

Os dispositivos de Internet das Coisas (IoT) estão se tornando grandes oportunidades para hackers, já que sua grande maioria não foi desenvolvida com grande foco em cibersegurança. Em 2017, os botnets de IoT Miraj e Hajime foram responsáveis por 20% de todo o tráfego de Botnet no Brasil. Até agosto do ano passado, este tráfego era praticamente inexistente. Especialistas estimam que 25% os ciberataques serão direcionados à IoT em 2020.

Ransomware cresce no Brasil

O malware do tipo ransom, responsável pelos últimos grandes ataques de alcance global, continuam a crescer no Brasil e no mundo. De um ano para cá, 50% de todos os malwares no Top 20 são do tipo ransomware.

Quando olhamos pelo viés da propagação, o JS/KYptik ainda segue como campeão, sendo identificado por mais de 10% de todos os sensores no Brasil. O malware baixa e executa a família Cerber, vírus que criptografa arquivos de usuários.

Sistema de Prevenção de intrusão

De janeiro a agosto, foram mais de 113 milhões de tentativas de exploração de vulnerabilidades detectadas. A Fortinet identificou em seu relatório que 50% dos ataques do tipo IPS tentaram explorar vulnerabilidades web.

A ameaça TCP.Out.Of.Range.Timestamp é responsável por 30% do tráfego total dentro das TOP 20 ameaças do tipo. Sua abrangência aumentou de 1 milhão em janeiro para seis milhões em abril.

O relatório também destaca a presença de malwares derivados do Apache Struts, software de código aberto utilizado por diversas empresas e que se tornou tema de uma investigação este ano, após um dos três maiores de serviço de proteção ao crédito dos EUA, a Equifax, ter sido invadida por não ter atualizado uma vulnerabilidade do mesmo, o que causou o vazamento de dados pessoais de mais de 143 milhões de usuários no mundo. Malwares ligados ao software aparecem em cinco posições do Top 20 de ameaças.

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