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Startup de saúde cria a primeira enfermeira digital do Brasil

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Segundo levantamento do Ministério da Saúde, mais de 40% da população adulta brasileira, o equivalente a mais de 58 milhões de pessoas, possui pelo menos uma doença crônica não transmissível. Estas doenças são responsáveis por mais de 72% das causas de morte no Brasil.

As pessoas estão vivendo mais e melhor, porém, ligado ao aumento da expectativa de vida está o crescimento das doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e infarto, por exemplo.

Havendo uma doença, para evitar complicações de saúde, é comum que os pacientes recebam tratamentos médicos, normalmente à base de medicamentos, para estabilizar a condição e permitir que os mesmos tenham mais qualidade de vida. Porém a grande verdade é que: É chato e é difícil gerenciar um tratamento e, por conta disso, menos de 50% dos pacientes seguem o tratamento como deveriam. Um bom exemplo de dificuldades é da avó de um dos sócios do CUCO, que toma mais de 10 diferentes medicamentos durante a semana. Já imaginou como é difícil saber qual medicamento deve ser tomado em qual horário? E como a família pode administrar o controle da medicação e saber se ela está tomando na hora certa? O ideal seria que alguém auxiliasse em tempo integral estes pacientes. Foi justamente para mudar esse cenário que surgiu o CUCO.

Como um assistente de saúde digital, carinhosamente chamado de “Enfermeira Digital”, por conta do papel da área de enfermagem de cuidar da vida, o aplicativo é uma oportunidade de oferecer o auxílio em tempo integral, acompanhando o tratamento de saúde dos pacientes, lembrando-os da hora certa de tomar seus medicamentos, educando-os com conteúdos de saúde de acordo com suas doenças e tratamentos, e informando familiares e amigos quando o paciente esqueceu de tomar o remédio na hora certa, para que estes possam tomar uma atitude e contribuir no cuidado.

Por meio de conceitos de games, a nova versão do aplicativo foi lançada esta semana e permite que o paciente acompanhe seu histórico de saúde e seja estimulado a seguir o tratamento corretamente até o final, evitando que o mesmo desista no meio do caminho.

“Lembrar o paciente na hora certa de tomar seu medicamento aumenta consideravelmente os níveis de adesão ao tratamento, o que pode ser comprovado pelos números de adesão dos mais de 6.000 usuários diários do CUCO em sua primeira versão”, aponta Gustavo Comitre, diretor de produto da empresa.

O aplicativo, que é gratuito para pacientes, possui diversas funcionalidades que ajudam pacientes e familiares em seus desafios de saúde, confira algumas delas:

• Lembre-se de tomar seus medicamentos com o CUCO (despertador de remédios);

• Lista de Medicamentos da Anvisa;

• Histórico do seu Tratamento sempre em mãos;

• Mensagens e dicas sobre tratamentos e doenças;

• Crie seu time de saúde no aplicativo e receba alertas quando alguém do seu time esquecer de tomar o remédio;

• Uma incrível Enfermeira Digital para pacientes de operadoras de saúde e hospitais parceiros do CUCO, o qual utiliza tecnologias do IBM Watson;


Além do CUCO para pacientes, a empresa CUCO Health possui também diversas soluções que atendem Operadoras de Saúde, Hospitais e Prefeituras, permitindo acompanhar e melhorar a adesão ao tratamento de seus pacientes, reduzindo custos e trazendo mais saúde, informação e qualidade de vida a seus beneficiários.
Quer ajuda com seu tratamento ou tem alguém da sua família que precisa ser monitorado? Então baixe agora mesmo a nova versão do aplicativo CUCO para celulares Android clicando aqui. Em março a nova versão para iOS (iPhone) também estará disponível, mas por enquanto você pode baixar a versão antiga aqui.

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Pesquisa MindMiners/PayPal: carteiras digitais já fazem parte das opções de pagamento de 17% dos brasileiros que viajam ao exterior

Cartão de crédito ainda é a forma de pagamento mais usada lá fora (73%), seguido pela moeda local (69%) e pelo cartão de débito (45%). Em viagens domésticas, 39% dos entrevistados já se mostram dispostos a utilizar e-wallets

Em plena época de férias escolares (e, muitas vezes, familiares), a MindMiners, empresa especializada em big data, tabulou pesquisa sob encomenda do PayPal Brasil. Missão? Fazer uma ampla radiografia de preferências, costumes e preocupações dos brasileiros com relação aos serviços usados quando viajam pelo País e também internacionalmente.

E alguns dados chamam a atenção: apesar do momento econômico ainda complexo, 79% dos entrevistados garantem que têm a intenção de viajar para fora do País em 2017 – sendo Europa e EUA os destinos mais citados. E 92% garantem que vão tentar viajar domesticamente ainda este ano – sendo as praias do Rio de Janeiro e do Nordeste os destinos mais citados.

Além disso, 17% já adicionaram às opções de pagamento convencionais as chamadas carteiras digitais (e-wallets) para comprar serviços relacionados a turismo – da passagem aérea à hospedagem e também passeios e alimentação no exterior.

Quando questionados sobre se estariam dispostos a incluir as carteiras digitais também em suas opções de pagamento por serviços turísticos domésticos, 39% dos entrevistados se disseram bastante inclinados a fazê-lo – principalmente pela questão da praticidade. Um ponto fundamental para que o cartão de crédito continue sendo o preferido de quem viaja (tanto no Brasil quanto para fora do País) é a possibilidade de parcelamento. O quanto os entrevistados consideram atrativo o parcelamento? Para 47% dos turistas internacionais, trata-se de uma modalidade “muito atrativa”; somente 5% acham “nada atrativa”. Já entre os viajantes domésticos, os índices são de 46% e 11%, respectivamente.

O estudo foi realizado entre os dias 12 e 18 de janeiro e ouviu turistas brasileiros das classes ABC e de todas as regiões do País. Os highlights você confere abaixo:

Novidades

Pergunta feita pela MindMiners e cujas respostas sugerem uma mudança de paradigma quanto ao pagamento de serviços turísticos foi “Quais formas de pagamento você levou para sua última viagem a lazer internacional?”. O cartão de crédito foi o mais citado (73%), seguido pela moeda local (69%), pelo cartão de débito (45%) e pelos cartões pré-pagos (23%). A surpresa ficou por conta das carteiras digitais (e-wallets), citadas por 17% dos entrevistados. Os traveler’s checks foram opção para somente 5% dos brasileiros.

• Quando questionada sobre o principal meio de transporte usado durante a última viagem internacional a lazer que fizeram, a maioria respondeu avião (65%). Muita gente também usou carro (23%) para se deslocar; e apenas 11% marcaram a opção ônibus. Já quando a pergunta se refere à última viagem nacional a lazer, a vitória passa a ser do carro, com 45% das respostas. Ônibus e avião foram os meios de transporte mais usados por 27% dos pesquisados (cada um).

• A respeito do meio de pagamento usado para comprar a passagem aérea – no caso de viagem internacional -, a maioria (58%) marcou cartão de crédito; outros 19% pagaram em dinheiro; 11%, com cartão de débito; e 7% usaram um mix de dinheiro e milhas acumuladas. No caso de viagens de avião domésticas, o cartão de crédito ampliou a vantagem: 60% dos entrevistados optaram por essa modalidade. Dinheiro foi citado por 23%; e as milhas e/ou pontos foram a preferência de 8%.

• Cerca de 38% dos pesquisados informaram ter comprado as passagens aéreas internacionais diretamente no site da cia. aérea; e 32% usaram os serviços de operadoras de turismo. Quando a medição foi feita com as passagens nacionais, 58% disseram ter comprado os tíquetes diretamente nos sites das empresas aéreas; e somente 23% usaram os serviços de alguma operadora turística.

• Os motivos que levaram os entrevistados a escolherem uma cia. aérea em detrimento de outra? Nos voos internacionais, 42% foram levados pelo preço (“passagens mais baratas”); 41%, pela boa oferta de voos; 31%, pelos descontos oferecidos; outros 31%, pela facilidade de pagamento; e 16%, por causa do programa de fidelidade. Já entre os turistas domésticos, 68% disseram ter escolhido a cia. aérea por causa dos preços baixos; 43% citaram a boa oferta de voos; 15%, o programa de fidelidade; outros 15%, a facilidade de pagamento; e mais 15%, os descontos oferecidos.

• Tablets, PCs, smartphones e notebooks foram os mais usados pelos pesquisados na hora de adquirir os bilhetes aéreos internacionais nos sites das companhias aéreas: 69%. Cerca de 25% fizeram a compra pessoalmente, em uma loja; e 6% usaram apps via smartphone e/ou tablet. Em relação à compra de passagens nacionais, os tablets, PCs, smartphones e notebooks bateram a casa dos 75% de preferência (compras no site). Outros 20% disseram ter comprado os bilhetes diretamente em uma loja; e 5% optaram pelos apps via smartphone e/ou tablet.

• Uma diferença entre viagens internacionais e domésticas chamou a atenção. Quando perguntados sobre onde se hospedaram na última viagem de lazer fora do País, 69% disseram ter ficado em hotéis; 12%, em casa de parentes e/ou amigos; e 9% em hostels. Já a maioria dos viajantes nacionais ficou na casa de amigos e/ou parentes (34%); 32% escolheram hotéis; 25%, pousadas; e 4%, hostels.
• Fora do Brasil, o meio de pagamento mais usado para hospedagem foi o cartão de crédito (59%); outros 24% pagaram com dinheiro vivo; 12%, com cartão de débito; e 4%, via carteiras digitais. Já entre os turistas domésticos, o dinheiro vivo foi usado por 49% dos entrevistados; 36% preferiram os cartões de crédito; e 10%, os cartões de débito.

• As e-wallets também foram citadas por 4% dos entrevistados quando a pergunta foi sobre o meio de pagamento de pacotes de passeios no exterior. O líder nessa modalidade foi o cartão de crédito, com 47%, seguido por dinheiro em espécie (27%) e pelo cartão de débito (19%).

• O que mais encanta o viajante brasileiro no exterior? Os pontos turísticos históricos (78%); centros de compras, como shoppings e ruas comerciais famosas (71%); parques (69%); museus (47%); exposições (29%); e as praias (27%). No turismo doméstico, os líderes são os pontos turísticos históricos (64%), seguidos pelas praias (61%); pelos parques (45%); centros de compras (43%); exposições (19%); e museus (15%).

• Em relação à organização da viagem, 55% dos turistas internacionais garantem que fizeram tudo sozinhos; e 32% escolheram pacotes fechados, contratados antes da viagem. Já no caso dos turistas domésticos, 79% preferiram organizar tudo sozinhos; e apenas 13% contrataram pacotes fechados.

• Uma vez no destino, que tipos de transporte os turistas usam com mais frequência? Internacionalmente, o taxi foi citado por 51% dos entrevistados, seguido pelos ônibus públicos e pelo metrô (ambos com 38%); e pelo carro alugado (37%). Já nas viagens domésticas, os ônibus públicos foram citados por 32% dos turistas, seguidos por carros alugados (22%); e táxis (21%).

• Outra pergunta que chamou a atenção dos entrevistadores da MindMiners versou sobre se os brasileiros contratavam algum tipo de seguro para a viagem. Cerca de 44% dos que viajaram para fora do País o fizeram (sendo que 85% deles contrataram seguro de saúde/acidente; e 62%, de extravio de bagagem). Já os turistas domésticos ignoram essa necessidade: 95% responderam que não haviam contratado qualquer tipo de seguro.

“A pesquisa da MindMiners é mais uma prova de que o mercado de pagamentos eletrônicos está se tornando importante no Brasil – e de que as carteiras digitais têm tudo para se tornarem a maior amiga do turista, tanto em viagens internacionais quanto em suas aventuras domésticas. Até porque, se os cartões de crédito são lembrados pelo fato de que seus usuários podem parcelar as compras, isso também é possível com PayPal, por exemplo. Por isso nos dedicamos tanto às parcerias e focamos sempre em praticidade, mobilidade e segurança. Sabemos que nossos clientes querem investir tempo na hora de comprar produtos e serviços”, afirma Sheynna Hakim Rossignol, diretora Comercial do PayPal Brasil.

“Alguns pontos de nosso estudo chamaram muito a atenção dos entrevistadores. Não imaginávamos, por exemplo, que as carteiras digitais já fizessem parte das opções de pagamento de tantos brasileiros. Há um mercado gigantesco em perspectiva para quem enxergar a mudança de paradigma que já estamos vivenciando”, diz Katya Mora, gerente de Atendimento MindMiners.

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Indústria de materiais de construção vê perspectiva de melhora no setor

O fechamento das vendas de materiais de construção em fevereiro deve ter bom desempenho, segundo Termômetro da ABRAMAT – Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção, que representa cerca de 70% das indústrias de materiais de construção do país.

A margem de vendas ao mercado interno, para fevereiro, é de 18,5% (bom), mantendo mesmo nível referente a janeiro deste ano. Para fevereiro de 2017, o pessimismo do empresariado é de 3,7% (muito ruim) e 14,8% (ruim). Se comparado a janeiro do mesmo ano, o pessimismo da indústria de material de construção sofreu redução significativa.

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As vendas para o mercado externo, em fevereiro, também tem boas perspectivas, segundo levantamento da ABRAMAT. Ao todo, 6,3% consideram o desempenho muito bom e 31,2% bom para o segundo mês do ano.

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“A indústria de materiais apresenta uma pequena melhora nas expectativas de vendas para o mês de fevereiro, mas ainda predominando a opinião sobre vendas apenas regulares. O empresário também indica uma melhora na expectativa de ações governamentais, embora ainda predomine uma visão de indiferença nesse tópico. As pretensões de investimento continuam num patamar baixo, na medida que somente 48% das empresas apontam intenção de investir, predominantemente em modernização dos meios de produção. Nesse inicio de ano a perspectiva é de um ano de demanda enfraquecida, principalmente em função da continuidade do desemprego, a escassez de crédito combinada com juros elevados e a desaceleração de programas de infraestutura, ressalta Walter Cover, presidente da ABRAMAT.

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Cisco anuncia novos líderes em Transformação Digital e Centro de Inovação

Rodrigo Uchoa

Rodrigo Uchoa

Com o objetivo de acelerar e contribuir com a transformação digital e inovação no Brasil, a Cisco anuncia Rodrigo Uchoa como novo Diretor de Negócios para Transformação Digital. O executivo vai trabalhar em colaboração com os segmentos de vendas, negócios, o Centro de Inovação e o ecossistema de parceiros Cisco, na definição e coordenação das iniciativas estratégicas de digitalização para os principais segmentos de mercado no Brasil.

Em sua nova posição, Uchoa será responsável por impulsionar o crescimento e inovação da Cisco e dos clientes estratégicos e entidades do Governo. O especialista também vai integrar e orientar as iniciativas com o Centro de Inovação da Cisco, localizado no Rio de Janeiro e continuará a se reportar ao presidente da empresa no país, Laercio Albuquerque.

Uchoa tem mais de 25 anos de experiência no setor de Tecnologia e Comunicações (TIC), sendo 17 deles na Cisco Brasil. Nos últimos quatro anos foi responsável pela coordenação geral do patrocínio da Cisco aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, incluindo o projeto de tecnologia, ativações de marketing e das iniciativas de desenvolvimento de negócios e projetos de legado dos Jogos. Antes da Cisco, o novo diretor de negócios passou por grandes empresas de tecnologia e telecomunicação, desenvolvendo atividades na área de planejamento e engenharia de redes de comunicação, Internet e serviços avançados. Rodrigo Uchoa é graduado em Engenharia da Computação pela Universidade Federal de Goiás, com mestrado em Telecomunicações e Sistemas Distribuídos pela PUC Rio de Janeiro.

Leandro Barbeita

Leandro Barbeita

Um recurso importante da Cisco no processo de transformação digital do País e da América Latina, o Centro de Inovação também conta com um novo líder: Leandro Barbeita, que será responsável por impulsionar a co-inovação dos clientes, trabalhando em colaboração com as equipes de vendas, desenvolvimento de negócios, engenharia e canais de toda América Latina.

Graduado em Sistemas de Informação com especialização em Negociação e MBA em Gestão Estratégica de Negócios, ambos pela FGV, Barbeita tem mais de 16 anos de experiência no setor de Tecnologia e está na Cisco há cinco anos, trabalhando desde o início do projeto do Centro de Inovação. O especialista era responsável pelos programas e iniciativas de inovação do Centro no Brasil e na América Latina, focado na transformação dos negócios dos clientes através de soluções inovadoras desenvolvidas com startups, fundos de venture capital, institutos de P&D, entre outros parceiros de inovação. O executivo substitui Nina Lualdi que assumirá novas funções na Cisco, nos Estados Unidos.

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O que mudou na DIRF 2017? – Por Fábio Negrini

Quem lida com o mercado contábil fiscal sabe que todos os anos o Fisco aumenta a complexidade e o volume de obrigações fiscais a serem entregues. Este ano não será diferente, a DIRF 2017 chegou com duas novidades: um novo prazo e uma nova obrigatoriedade.

Dentre os impostos, todas as pessoas físicas e jurídicas que pagam ou creditam rendimentos com retenção de IR e as empresas que contratam serviços com retenção de PIS, COFINS, e CSLL entregam um demonstrativo para a Receita Federal Brasileira que inclui: a relação de todos os salários pagos aos colaboradores, impostos de renda retidos na fonte, situações sem retenção na fonte, valor distribuído aos sócios da empresa – tanto a título de pró-labore quanto de distribuição de lucro – e pagamentos para serviços de terceiros sem vínculo empregatício com nota fiscal.

A DIRF 2016 contou com a inclusão de pagamentos realizados às operadoras de planos de saúde na modalidade coletivo-empresarial. Agora, a DIRF 2017 obriga a identificação de todos os sócios das Sociedades em Conta de Participação.

Tendo em vista que o detalhamento das informações exigidas pelo Fisco reflete em todas as etapas para a entrega da DIRF 2017, a chegada do SPED EFD Reinf desafiará as empresas no controle de suas operações.

Para garantir a entrega segura dessas informações, o segredo é automatizar as apurações por meio de uma solução fiscal flexível que reúna todas as retenções, calcule os vencimentos, rastreie as informações por meio de relatórios analíticos e gere guias de recolhimento com memórias de cálculo.

O gerenciamento periódico das memórias dessas informações fará com que a geração da DIRF 2017 ocorra de maneira rápida e livre de divergências entre o que está sendo declarado e o que ocorreu dentro da organização. Deste modo, os gastos com retrabalho e multas serão descartados.

O prazo da entrega da DIRF 2017 encerra no dia 27 de fevereiro. A entrega deve ser feita via internet, pelo Programa Gerador de Declarações DIRF 2017, contendo as informações do ano-calendário de 2016. Quem não entregar no prazo, está sujeito a pagar multa de 2% ao mês-calendário ou fração, independente se o montante de tributos e contribuições já tenha sido pago.

Fábio Negrini, Gerente de Novos Desenvolvimentos da Solução Fiscal GUEPARDO da FH, empresa de tecnologia especializada em negócios e soluções em TI.

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Level 3 Publica o Primeiro Índice de Segurança da Informação no Brasil

download (2) A Level 3 Communications, está compartilhando o Level 3 Security Index, estudo realizado pela IDC, líder de inteligência de mercado, para identificar a maturidade da segurança da informação e da infraestrutura corporativa de TI das organizações brasileiras. O Brasil recebeu uma pontuação geral de 64,9 pontos em um total possível de 100 pontos.

Descobertas Relevantes:

– Na média, empresas no Brasil têm dois profissionais dedicados à segurança da informação.
– Cerca de 57 por cento das organizações entrevistadas já utiliza Serviços Gerenciados de Segurança (Managed Security Services – MSS) como resposta à falta de profissionais qualificados.
– Aproximadamente 25 por cento das empresas não conseguem medir os impactos resultantes dos incidentes relacionados à segurança da informação.
– Apenas 42 por cento das organizações alega praticar e gerar métricas sobre o cumprimento de suas políticas de segurança da informação.

O relatório pesquisou quarto tópicos: Conscientização, Ferramental, Prevenção, Mitigação.

Conscientização:

– O estudo mostrou que as grandes empresas têm maior dificuldade com a visibilidade dos problemas de segurança.
– Esta falta de visibilidade está relacionada à complexidade de seus ambientes e sistemas.
– Em relação à conscientização na quantificação de ataques sofridos ou mitigados, 34 por cento têm visibilidade completa; as outras 66 por cento têm visibilidade parcial ou nenhuma.
– Quando perguntadas sobre a mensuração do impacto de incidentes de segurança, 25,5 por cento não sabem e 32 por cento sabem apenas superficialmente, enquanto 42,2 por cento podem detalhar o impacto em cada sistema ou nos sistemas críticos.

Ferramentas:

– O estudo mostrou que ferramentas internas de tecnologia são a área de maior desafio para a segurança.
– Isto deve-se ao fato de que a aquisição de ferramentas de tecnologia voltadas para segurança, em certa medida, estão ligadas à capacidade de investimento das empresas.
– De acordo com a pesquisa, mais de 61 por cento das empresas acredita que apenas poucos profissionais estão plenamente qualificados ou que o nível de treinamento de suas equipes está abaixo do ideal para a utilização das ferramentas disponíveis.

Prevenção:

– As grandes empresas são ativas na prevenção, estabelecendo e monitorando controles com maior atenção, possibilitando um nível melhor de desempenho.
– Quando perguntadas sobre políticas e padrões de segurança da informação estabelecidos e documentados, 28 por cento não possuem um cronograma definido para revisar e atualizá-los, enquanto 33 por cento os revisam e atualizam apenas uma vez ao ano

Mitigação:

– O estudo mostra que as habilidades de comunicação e estrutura de ativação são, em muitos casos, informais e não estão bem documentadas.
– 46 por cento das empresas não mantêm uma frequência na revisão de procedimentos de contingência e segurança.
– Quando perguntadas sobre o grau de alinhamento em segurança da informação, no item “controles internos para detecção e prevenção de fraude são validados periodicamente”, 41 por cento consideram que isso é realidade em suas empresas, enquanto 59 por cento dos participantes ainda consideram isso distante.

Próximos Passos:

Para aprimorar a maturidade geral da segurança da informação em empresas brasileiras, o estudo recomenda:

– Pensar em contratar serviços terceirizados e gerenciados.
– Investir em ferramentas que possibilitem melhor controle, visibilidade e automação para maximizar a eficiência da equipe de segurança da informação.
– Priorizar investimentos de acordo com a prioridade de cada ambiente, avaliação de riscos e impactos.
– Mostrar os benefícios da segurança da informação utilizando métricas bem definidas.
– Conduzir testes de segurança com mais frequência e com maior abrangência.

Perspectiva para 2017:

– O estudo mostrou uma perspectiva mais proativa para a segurança da informação em 2017.
– Mais de 42 por cento das empresas pesquisadas pretende aumentar seu orçamento de TI em 2017, em comparação a 2016.
– O modelo de Infraestrutura como um Serviço (IaaS) está ganhando tração não só em computação, mas também em armazenamento – um fator que aumenta as preocupações em relação à segurança e governança de informação.

“O índice mostra que o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer no amadurecimento da área de segurança. As empresas precisam entender a importância de cada uma das áreas analisadas no índice e equilibrar seus investimentos baseadas nele. Para avançar a partir do nível atual, existem ações que precisam ser empreendidas em relação à especialização das equipes, revisão de processos e adoção de ferramentas de última geração. A evolução da Segurança da Informação é um tema que precisa ser abordado continuamente”, diz Luciano Ramos, Coordenador de Pesquisa de Software, IDC Brasil

“Com o rápido crescimento de ameaças de cibersegurança no Brasil, que está acima da média mundial, percebemos a necessidade de desenvolver um estudo que revelasse o atual grau de maturidade das práticas de segurança em corporações brasileiras. A partir deste índice, podemos colaborar com o mercado brasileiro para focarmos nas principais oportunidades de evolução da cibersegurança para seus negócios e clientes”, afirma André Magno, Diretor de Data Center e Segurança, Level 3 Brasil

Metodologia:

Para atingir este resultado, a IDC entrevistou 100 empresas baseadas no Brasil com mais de 250 funcionários (a maioria com mais de 1.000 funcionários), observando as quatro dimensões do estudo: conscientização, ferramentas, prevenção e mitigação. Durante as entrevistas com líderes de Segurança da Informação, os pesquisadores avaliaram seu grau de conhecimento sobre o impacto da segurança no negócio, habilidades de detecção e capacidade para medir ameaças a seus sistemas, entre outros tópicos. Também analisaram dados disponíveis na IDC global e Brasil, e o mercado para obter mais informação qualitativa. O índice final é a ponderação matemática dos quatro temas propostos nas entrevistas.

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Chatbot exclusivo para restaurantes chega ao mercado

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A inteligência artificial está revolucionando o jeito como as marcas se comunicam com consumidores, simplificando, até mesmo, hábitos como pedir uma pizza. Com o lançamento do Gigio, nome dado ao chatbot pronto para receber encomendas de comidas, desenvolvido pela Hive Marketing Technology, solicitar uma refeição se tornou algo tão simples quanto enviar mensagem para um amigo. A ferramenta, de interface simples e intuitiva, já está sendo usada por restaurantes no Brasil e nos Estados Unidos.

O Gigio funciona integrado ao Facebook Messenger sendo uma alternativa aos aplicativos em geral, cada vez menos baixados nos dispositivos móveis. “Não há mais necessidade de baixar um app e passar por várias telas para pedir uma refeição. Basta, simplesmente, abrir o contato do restaurante preferido, no Facebook Messenger, e fazer o pedido”, explica Mitikazu Lisboa, CEO da Hive.

Pedir uma pizza no Gigio, por exemplo, leva menos de um minuto, incluindo tarefas desde a escolha do sabor até a forma de pagamento. Enquanto a solicitação está sendo feita, o restaurante acompanha todo o processo por um administrador ou email e autoriza o pedido. Já nos próximos contatos, o chatbot saberá exatamente quem é o cliente e seu endereço. Além disso, apresenta os produtos do cardápio e preços sem que o cliente precise perguntar a um atendente ou visitar um site.

“As diferenças na eficiência entre um atendimento via telefone e um feito pelo Gigio são inúmeras. Quando o consumidor escreve ‘oi’, o chatbot já sabe quem é e quais foram seus últimos pedidos. O atendente humano ainda tem que anotar detalhes dos pedidos e dados de localização e telefone do cliente, além de, muitas vezes, ter que atender mais de uma ligação por vez”, explica Lisboa.

A tecnologia funciona por meio de assinatura e foi construída para ser usada por centenas de estabelecimentos, de forma totalmente individualizada. Ela pode ainda ser moldada de acordo com a demanda de cada empresa. Segundo Lisboa, a plataforma pronta reduz o seu custo de aquisição. “O cliente não paga pelo desenvolvimento da tecnologia do zero. O investimento seria muito alto e acabaria inviabilizando o negócio”, destaca.

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Axis cria solução 3D para contagem de pessoas

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A Axis Communications, fabricante sueca da área de videomonitoramento, criou um dispositivo para captura de imagens tridimensionais capaz de fazer a contagem precisa do fluxo de pessoas em lojas, supermercados, bancos e aeroportos. Ao ser instalado no teto, o novo kit de sensores estéreo AXIS P8804 cria mapas que levam em consideração a altura dos objetos a serem contados, o que evita a contagem de itens irrelevantes, como carrinhos de compras.

Ao ser combinado com o software TrueView 3D People Counter, da Cognimatics, empresa adquirida pela Axis Communications em 2016, a solução gera uma análise funcional precisa. Os relatórios são emitidos de forma automática em diversos formatos, como arquivos Excel.

A solução de kit de sensores Axis com software da Cognimatics também permite superar situações que antes afetavam a contagem precisa, como sombras, luz solar intensa ou um grande fluxo de pessoas se dirigindo para um mesmo local. A tecnologia 3D ainda evita a remoção de merchandising, displays ou prateleiras na zona de contagem.

Outro ganho está na instalação do equipamento, que pode ser alocado discretamente em ambientes com pé-direito de 2,40m, enquanto a solução anterior (2D) exigia uma altura mínima de 2,70m. Para eliminar a necessidade de um computador, o software da Cognimatics é processado inteiramente no hardware do kit, dentro do conceito de analítico embarcado na câmera.

Por utilizar uma plataforma aberta, o kit AXIS P8804 poderá contar no futuro com outros softwares de parceiros da Axis. O AXIS P8804 já está disponível na rede de canais da companhia. O preço sugerido no Brasil (MSRP) é de R$ 3.361, mais impostos estaduais.

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Empresas optam por juniorização como estratégia na crise

Segundo dados da consultoria britânica de recursos humanos Hays em parceria com a ESPM, 20% dos gerentes, analistas e presidentes de empresas instaladas no Brasil chegaram ao final de 2015 desempregados. Em busca de profissionais com mais energia e que demandem menor salário, as corporações estão renovando os cargos de chefia e gerência para profissionais mais jovens. Este processo, conhecido como Juniorização de Empresas, é uma solução prática para reduzir gastos, porém pode ter custos altos quanto se trata de produtividade e qualidade, de acordo com a consultora Carla Beck, diretora da Infinita Engenharia do Potencial Humano.

A juniorização é uma tendência no Brasil e no mundo. No entanto, ao se notar a necessidade de contenção de gastos, não basta renovar o quadro de funcionários, substituindo uma mão de obra cara porém eficiente por um novo colaborador, ágil porém despreparado. Qualquer mudança na empresa deve ser analisada com cautela. Ao se deparar com essa situação, deve-se fazer um levantamento de processos que possam estar impedindo o bom andamento da companhia.

Em algumas empresas, esta análise profunda pode alertar a necessidade de uma atualização dos processos internos, ou até problemas logísticos. Entretanto, se o caso for o quadro de funcionários, deve-se analisar a produtividade de cada colaborador: quanto ele custa e quanto ele agrega valor? \”Em certos casos, não é necessário demitir, e sim reavaliar as funções desempenhadas, levando em consideração uma possibilidade de trocar o profissional de área\”, afirma Carla Beck.

Na situação, porém, da necessidade da renovação de parte do quadro de funcionários, a consultora alerta: a mudança deve ser feita de forma gradual e estratégica. Os novos profissionais, principalmente que assumirão cargos de liderança, devem ser inseridos na organização com acompanhamento e cuidado. Eles chegarão com novo ânimo, novos conhecimentos teóricos e novas ideias, mas devem ser inseridos no fluxo da organização de modo que não comprometam negativamente sua produtividade e qualidade.

Felipe Roca, gerente do Premium Hotel em Campinas, recentemente necessitou reavaliar os processos e funcionários de seu estabelecimento para melhorar a performance, devido ao crescimento de suas vendas e de sua infraestrutura. Para isso, reuniu um comitê estratégico que discutiu e deliberou as mudanças, garantindo um consenso de liderança e direção. No entanto, clareza nos objetivos não é suficiente para mudar. É necessário engajar todo o time. \”Às vezes não sabia o que fazer com determinadas situações, ou seja, precisava de ajuda, por isto optei pela contratação da consultoria, hoje tenho mais sustentação nas tomadas de decisões pois são em conjunto, consequentemente houve melhorias nas habilidades gerenciais, principalmente a confiança e uma visão positiva de futuro para nosso hotel\”, comenta.

“A Infinita é importante no processo pois fornece experiência, conhecimento e direção para a gestão e todo o corpo de liderança. A participação da Carla Beck e Mauro Caramori nos comitês foi fundamental para encorajamento diante das necessidades de mudanças, dúvidas e todo tipo de adversidade que o hotel enfrenta no seu dia a dia. Outro ponto a destacar é o comprometimento com o resultado pois se empenham para que as coisas aconteçam”, completa Roca.

Reestruturar uma empresa em momentos de baixa produtividade não é tarefa fácil, e envolve análise profunda de cada processo, costume ou colaborador. Entretanto, com a atenção e cuidado necessários, pode definir entre o fundo do poço ou um novo começo para a empresa.

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As qualidades essenciais de um profissional de TI moderno – Por Leon Adato

Apesar de ainda ser reconhecido por profissionais atuantes na área há dez anos, o papel do profissional de TI mudou. À medida que as funções de TI tradicionais e baseadas em silos (como administradores de rede, armazenamento, sistemas, bancos de dados e outros) assumem novas responsabilidades, os profissionais de TI não podem mais ser meros especialistas. A capacidade de aprender rapidamente novos conceitos e habilidades de TI continua sendo mais importante do que ser especialista em qualquer tecnologia específica. Agora, espera-se que os profissionais de TI implementem novas tecnologias e tendências (como contêineres, arquiteturas sem servidor e IoT), enquanto trabalham com provedores de serviço da nuvem e atuam como contatos para líderes empresariais. Além de tudo isso, os profissionais de TI ainda gerenciam tecnologias e infraestruturas tradicionais, como servidores locais, redes, bancos de dados e virtualização que, mesmo com todas essas mudanças, ainda têm o seu lugar.

Isso sem falar das evoluções contínuas em segurança, com a constante ameaça de ataques e violações de dados. Atualmente, os profissionais de TI devem redobrar a atenção, já que tudo (desde redes locais a provedores de nuvem) pode ser explorado quando os protocolos de segurança não estão funcionando corretamente.

Por causa disso, os profissionais de TI modernos devem ter uma noção de todas as suas redes e sistemas, seja no local ou na nuvem, além de compreensão integral da pilha de aplicativos, a fim de tomar decisões rápidas e bem-informadas para garantir o desempenho ideal.

Veja a seguir os principais fatores para se tornar um profissional de TI bem-sucedido:

Evolução constante

À medida que o DevOps se integra à empresa, trazendo com ele mudanças de cultura, habilidades e fluxo de trabalho, cabe aos profissionais de TI acompanhar essa tendência. A colaboração é o elemento central de uma cultura e mentalidade de DevOps bem-sucedida, e como o objetivo final é fornecer ao usuário final o melhor desempenho em aplicativos, a abordagem de silos não funciona. Em outras palavras, não há mais uma equipe de banco de dados. Não há mais uma equipe de rede. Não há mais uma equipe de armazenamento. Temos somente a equipe de TI que, no fim das contas, é a responsável pelo desempenho dos aplicativos – essa é a parte complicada para qualquer empresa moderna. Isso exige transparência, visibilidade, um conjunto consistente de ferramentas de monitoramento e trabalho em equipe. Dividir silos entre equipes tradicionais de data center e alinhá-los a metas de desempenho de usuários finais ajudará as organizações a se prepararem para integrar e gerenciar equipes de desenvolvimento e operações durante o processo.

Apesar de o DevOps não ser mais algo tão recente, sua adoção ainda não é certa para a maioria. Além da adoção continuada de uma cultura de DevOps, a introdução de novas tecnologias baseadas em máquinas exigirá que os profissionais de TI continuem se concentrando em desenvolver novos conjuntos de habilidades e certificações para operar e gerenciar data centers de última geração. Os profissionais de TI modernos devem determinar não só qual equipe ou administrador precisará ser responsável pela implantação e manutenção dessa tecnologia, mas também que padrões de monitoramento devem ser aplicados, quais protocolos de segurança devem ser seguidos e assim por diante.

Para a empresa, o mais importante é que os aplicativos funcionem bem o tempo todo, pois cada uma delas, bem como seus componentes, depende dos aplicativos. Quando há uma queda no desempenho do aplicativo ou uma interrupção, a empresa se atrasa ou para de operar totalmente. O profissional de TI moderno deve ser capaz de escolher tecnologias que realmente melhorem os negócios e adotá-las completamente com as habilidades adequadas quando atingirem o nível adequado de maturidade.

Segurança nunca é demais

As ameaças de segurança cibernética e seus resultados mais comuns, as violações de dados, devem ser sempre uma prioridade para o profissional de TI. A cada ano que passa, a ameaça de violações corporativas só faz aumentar, e essas grandes perdas de dados das empresas acabam virando notícia. Pode parecer um conselho batido, mas é essencial tomar todas as precauções e medidas de segurança disponíveis. Além do mais, os dados das organizações nunca foram tão valiosos quanto agora.

Como resultado, muitos especialistas em segurança preveem aumentos exponenciais no volume, na gravidade e na visibilidade das violações de dados, particularmente para grandes corporações, a partir de 2017. A menos que algo mude.

Parte dessa transformação exige que a segurança seja realmente responsabilidade de todos. Isso não quer dizer que a empresa não deve contratar especialistas em segurança, mas que cada profissional de TI deve se responsabilizar por garantir a segurança dos dados e da infraestrutura da organização e tornar isso uma prioridade.

Aceitar a TI híbrida como a nova realidade

A TI híbrida— a manutenção de alguns aplicativos e infraestruturas no local ao aproveitar serviços baseados em nuvem para outros —está em constante evolução. Para a maioria das empresas, ela já uma realidade que não pode mais ser evitada, como há alguns anos. Na verdade, de acordo com o Relatório de tendências em TI da SolarWinds para 2016, 98% dos profissionais de TI brasileiros disseram que adotar tecnologias de nuvem é importante para o sucesso de suas organizações, mas 64% afirmaram que é improvável que toda a infraestrutura das organizações seja migrada para a nuvem.

Os profissionais de TI devem aceitar e se preparar para o sucesso nesta nova realidade. Isso começa ao estabelecer o foco no usuário final e na orientação para serviços. O objetivo principal da TI moderna é oferecer uma qualidade de serviço superior aos usuários finais, a fim de garantir a produtividade dos negócios. Com esse propósito, a minimização dos atritos entre silos departamentais acelera atualizações, mudanças e implantações, bem como o tempo de resolução de problemas, o que proporciona uma experiência melhor ao usuário final.

Em seguida, se faz necessário otimizar a visibilidade e ter uma fonte única da verdade em todo o ambiente de TI, incluindo tanto elementos locais quanto os da nuvem. A normalização de métricas, alertas e outros dados coletados de aplicativos e de cargas de trabalho, independentemente do local, permitirá uma abordagem mais eficaz para a correção, solução de problemas e otimização.

Em terceiro lugar, aplicar o monitoramento como disciplina. No mundo da TI híbrida, repleto de novas complexidades, o monitoramento não pode mais ser algo secundário. Ao estabelecer o monitoramento como uma função de TI essencial (ou, em outras palavras, o monitoramento como uma disciplina), as organizações podem se beneficiar de uma estratégia de TI preventiva, ao mesmo tempo em que aperfeiçoam o desempenho, os custos e a segurança da infraestrutura.

Por fim, enfatizar o desenvolvimento ou o aprimoramento de competências e conhecimentos técnicos fundamentais. Para serem bem-sucedidos no mundo da TI híbrida, os profissionais de TI da atualidade precisam ir além dos papéis tradicionais e se tornar especialistas em múltiplas áreas, transitando por diversos domínios. As mais importantes competências e conhecimentos que os profissionais de TI precisam desenvolver ou aprimorar para serem bem-sucedidos no gerenciamento de ambientes de TI híbrida incluem: arquiteturas orientadas a serviços, automação, gerenciamento de fornecedores, migração de aplicativos, arquiteturas distribuídas, ferramentas e métricas de gerenciamento e monitoramento de TI híbrida e API.

Conclusão

Os profissionais de TI nunca foram tão importantes para o sucesso comercial como agora. Mas, para que possam realmente aderir a essa nova função, eles devem entender tudo o que pode contribuir para o sucesso hoje e no futuro: ser capazes de evoluir (conforme demonstrado pelo movimento de DevOps), aceitar a segurança como elemento fundamental do trabalho (independente das responsabilidades que eles possuem no momento) e adquirir as habilidades e conhecimentos necessários para gerenciar a nova realidade de infraestrutura: a TI hibrida.

Leon Adato, gerente técnico da SolarWinds

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Gartner indica como empresas podem promover a transformação digital

A transformação digital é a nova exigência para a infraestrutura de TI, Operações e Data Center. Pensando nisso, o Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia a realização da Conferência de Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017 no Brasil. O evento acontecerá nos dias 25 e 26 de abril (terça e quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

“Vamos apresentar tendências para ajudar executivos a promoverem inovação em suas empresas com a adoção correta de novas tecnologias”, afirma Henrique Cecci, Diretor de Pesquisas do Gartner e Chairman da Conferência.

Segundo o analista, entre as diversas projeções a serem anunciadas no evento está a de que, até 2019, 40% das empresas de médio porte substituirão todos os servidores de Data Center e Storage por sistemas integrados. “Assim, os CIOs deverão reinventar seus negócios, desenhando serviços de Nuvem privada com uma interoperabilidade híbrida em mente, preparando-se para a integração no futuro”.

O Gartner irá disponibilizar durante a Conferência de Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017 conteúdos exclusivos para ajudar as empresas a reduzirem custos, melhorarem a qualidade dos serviços, avançarem na implementação da estratégia de Cloud, promoverem o crescimento de novos negócios, conhecerem tecnologias emergentes e otimizarem o valor da TI modernizando suas ferramentas. Além de agendar reuniões com analistas do Gartner para obter informações que podem servir como base para uma discussão ou para iniciativas estratégicas e projetos-chave, os participantes poderão marcar encontros com provedores de soluções para debater projetos futuros durante o evento.

Analistas brasileiros e internacionais participarão de diversas sessões divididas nas seguintes vertentes do conhecimento: “Data Center: no core da sua transformação digital”; “Agilidade da Infraestrutura: impactando resultados de negócios – mais rápido”; “Operações de TI: gerenciando serviços de TI na sua realidade digital”; e “Cloud: entregando uma estratégia de Cloud efetiva”.

Até dia 24 de março, a conferência está com desconto especial de R$ 500,00. As inscrições podem ser feitas pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-77414, ou pelo site: http://www.gartner.com/events/pt/la/data-center.

A Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017 ajudará os líderes estratégicos de TI na busca pela excelência operacional com a oferta de serviços confiáveis, melhorando os níveis de produtividade e inovação. O evento vai abordar onde Cloud se encaixa na estratégia de Data Center, implicações da agenda do CIO nas áreas de Infraestrutura e Operações, o cenário de armazenamento para os próximos cinco anos, desafios e oportunidades no mercado de TI no Brasil e como alavancar os serviços de Cloud e Data Center para transformar as empresas em um negócio digital. Acesse: http://www.gartner.com/events/pt/la/data-center.

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Confira os destaques da John Deere na Campus Party!

1. Hackathon: começa nesta quinta o hackathon John Deere – maratona de programação de software, desafiando os participantes a desenvolverem um aplicativo. A equipe vencedora vai ganhar uma viagem para os Estados Unidos, para visitar a sede da John Deere Intelligent Solutions Group, em Urbandale.

2. Simulador de colheitadeira de grãos: o visitante pode experimentar o quão tecnológico e desafiador é operar uma colhedora de cana, ao contrário da imagem que muitos ainda tem com relação ao operador de máquina agrícola. A ideia é que os jovens se divirtam e se surpreendam.

3. Quiz interativo: o campuseiro que for ao estande pode participar de um rápido jogo eletrônico, exibido num telão de LED, no qual ele conhece um pouco mais de como a tecnologia se aplica às principais etapas de produção agrícola – preparo de solo, plantio, tratos culturais, colheita e gestão. Ele vai conhecer, por exemplo, como funciona a plantação de milho. Ao fim do jogo, ganha um saquinho de pipoca.

4. Entretenimento: o Monster Tractor, o maior trator de controle remoto da John Deere, também está na Campus Party para quem quiser brincar.

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ABStartups participa da Campus Party 2017 e discute políticas públicas

A Associação Brasileira de Startups, entidade que representa e promove o ecossistema de startups no país, participa do talk “Fomentando o ecossistema brasileiro de inovação”, na 10ª edição da Campus Party Brasil, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do país. A palestra acontece no palco “Startup & Makers”, nesta quinta-feira (2), às 17h15.

A associação será representada por Thiago Melo, Community Manager da ABStartups. Formado em administração, Thiago esteve, nos últimos anos, à frente de projetos de alto impacto, como empreendedorismo para jovens universitários e a criação de uma rede de desenvolvedores para fomentar o aprendizado de novas tecnologias. Também participa da atividade Tony Celestino, diretor da Techstars no Brasil; Rodrigo Afonso, diretor executivo da ONG Ação da Cidadania e Luis Felipe Baptista Luz, fundador do Baptista Luz Advogados, especializado em direito societário, fusões e aquisições e direito tributário.

O objetivo da palestra é entender como as políticas públicas e o fomento à cultura de inovação podem beneficiar o ecossistema de empreendedorismo no país, transformando o Brasil em uma potência mundial no ramo de startups. Mais informações sobre a palestra podem ser acessadas neste link. Todas as atividades do palco Startup & Makers são abertas ao público.

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H&R Block with IBM Watson Reinventing Tax Preparation

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H&R Block, Inc. (NYSE: HRB) is reinventing the category it founded more than 60 years ago by introducing a new, exclusive, consumer-facing experience that incorporates IBM Watson (NYSE: IBM). The technology will be used by H&R Block’s tax professionals this tax season to help deliver the best outcome for each unique tax situation, while helping clients better understand how different filing options can impact their tax outcome.

The collaboration between H&R Block and IBM represents the first time Watson will be applied to tax preparation, enabling millions of filers to benefit from the industry-leading expertise of H&R Block’s tax professionals, who will now partner with Watson to improve the client experience and aid in identifying credits and deductions.

“We are introducing something this tax season that is totally new, and is in fact, a first in the tax preparation category,” said Bill Cobb, H&R Block’s president and chief executive officer. “By combining the human expertise, knowledge and judgment of our tax professionals with the cutting-edge cognitive computing power of Watson, we are creating a future where our clients will benefit from an enhanced experience and our tax pros will have the latest technology to help them ensure every deduction and credit is found. This partnership with Watson means we can leverage the best technology available to help our clients get their taxes won.”

The field of tax preparation involves massive volumes of data, including a federal tax code with more than 74,000 pages and thousands of yearly tax law changes, all of which impacts a client’s tax outcome. As part of the first phase of the collaboration, H&R Block and IBM development teams trained Watson in the language of tax, first applying the technology to the thousands of questions and topics discussed during the return filing process.

The result is a new cognitive experience for filers offered for the first time this tax season at H&R Block retail locations. The solution uses cloud-based Watson services to understand context, interpret intent and draw connections between clients’ statements and relevant areas of their return.

H&R Block tax professionals can then identify additional areas of possible tax implications in order to maximize client refunds or reduce their tax liabilities. The client can follow along with the tax professional on a dedicated client companion screen that brings to life key focus areas for deductions, making the preparation process more engaging and transparent.

“IBM has shown how complex, data-rich industries such as healthcare, retail and education are being transformed through the use of Watson. Now with H&R Block, we’re applying the power of cognitive computing in an entirely new way that everyone can relate to and benefit from – the tax prep process,” said David Kenny, senior vice president, IBM Watson and Cloud Platform. “We’re excited to see H&R Block’s tax professionals, leaders in their field, join their expertise with Watson to enhance the client experience and help millions of individuals file their returns during tax season.”

The partnership with H&R Block in a new industry domain for IBM puts Watson on track to reach more than a billion people around the world by the end of 2017 as the technology is increasingly used to help professionals derive insights and support human decision-making. Organizations are using their data to set themselves apart from competitors. For example, in applying Watson to tax, H&R Block is not just tapping into leading technology, it’s also maximizing its competitiveness – its own company insights, amassed over 60-plus years of preparing hundreds of millions of returns combined with new insights gained by using Watson. As Watson learns more about navigating the tax code from H&R Block tax professionals, those learnings will stay with H&R Block and improve the value it delivers to tax filers. Watson’s initial training was validated by H&R Block tax experts and the init ial corpus will expand over time through each subsequent tax season. During the next phase, H&R Block tax professionals will work with IBM to continue teaching Watson all about tax and apply the technology to innovate in other areas of their business.

Since 1955 H&R Block has filed more than 720 million returns, amassing deep insights that inform their recommendations to filers. H&R Block’s approach to tax preparation is rooted in a commitment to securing the maximum refund each client can earn. Doing so means avoiding a check-the-box approach, which can often lead to missed deductions or filing an inaccurate return.

H&R Block with Watson commercial to run during 1st Quarter of Super Bowl

H&R Block will highlight this new offering with the company’s first Super Bowl commercial since 2009.

“This partnership with IBM to apply Watson represents a huge innovation in the tax preparation industry,” said Kathy Collins, H&R Block’s chief marketing and strategy officer. “We are launching it on the biggest stage – the Super Bowl – to ask consumers to rethink their current tax preparation method, and question whether they got back everything they deserved. We know there is nothing more important than optimizing their outcome – or, in other words – getting their taxes won.”

H&R Block’s new proprietary client experience with Watson is available only at H&R Block retail locations beginning Sunday, February 5.

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Turner International investe na empresa Bigballs Media

Aksel van der Wal, vice-presidente de Iniciativas Digitais & Inovações da Turner International

Aksel van der Wal, vice-presidente de Iniciativas Digitais & Inovações da Turner International

O Grupo de Iniciativas Digitais & Inovações da Turner International anunciou hoje um investimento de capital na empresa esportiva de mídia digital Bigballs Media (BBM) – empresa dona de uma das plataformas de vídeos digitais para conteúdos de futebol que mais cresce, o Copa90.

O investimento será usado para financiar a expansão internacional, a produção de conteúdos e a distribuição da BBM, e aumentará a capacidade de dados durante sua trajetória de crescimento. Também tem o objetivo de estabelecer o Copa90 como uma marca de mídia absoluta entre os jovens fãs do futebol.

O Grupo de Iniciativas Digitais & Inovações da Turner foi formado recentemente para atender às oportunidades de inovação, desenvolvimento e aquisição. O investimento na BBM surge durante o primeiro mês de atividade do grupo e sinaliza o compromisso da empresa de aumentar sua presença nos espaços esportivos digitais. A Turner foi a maior provedora de recursos para a última rodada de investimentos e a principal investidora estratégica.

Paralelamente, a Turner e a BBM assinaram um acordo comercial que abrange múltiplas oportunidades para que as duas empresas alavanquem suas respectivas distribuições e expertise na produção de conteúdo. A parceria vem de um relacionamento comercial já existente com a marca esportiva referência nas plataformas dígitais, Bleacher Report, uma divisão da Turner nos Estados Unidos e Europa.

O acordo comercial que une as plataformas, inclui produção conjunta das duas marcas, desenvolvimento de conteúdos com parceria de terceiros, além de oportunidades de patrocínio e criação para os canais da Turner. Ele também facilita a colaboração da BBM com o vasto portfólio da Turner, incluindo Esporte Interativo, Turner Sports e CNN. Aksel van der Wal, vice-presidente de Iniciativas Digitais & Inovações da Turner International, passa a ocupar uma vaga no conselho de diretores da BBM, e Alex Vargas, COO da Bleacher Report, será um observador do conselho.

“Fazer parcerias com marcas relevantes é uma parte essencial da nossa estratégia de competir e sair na frente no cenário digital atual”, declarou Aksel van der Wal.

“Enxergamos oportunidades realmente animadoras de trabalhar com a BBM no desenvolvimento de formas criativas para atrair novos públicos – particularmente para expandir nossos crescentes pontos de contato com os millennials enquanto também oferecemos novas plataformas inovadoras para os anunciantes. É exatamente o tipo de parceria visionária que esperamos estabelecer”.

Tom Thirlwall, CEO da BBM, declarou: “Nosso objetivo é ser a empresa de mídia de futebol mais influente do mundo até o início da Copa do Mundo de 2018. Esse investimento e a parceria com a Turner são um passo decisivo em direção à realização disso. Vimos um interesse significativo em nossa negociação, mas a Turner foi, de longe, a mais persuasiva, por conta da sua equipe, sua visão e pelas oportunidades estratégicas para as duas empresas. O acordo nos permitirá também expandir nossas equipes comerciais na Europa e nos EUA, além de, claro, continuar gerando o melhor conteúdo de futebol para os fãs”.

“O Bleacher Report e o Copa90 compartilham a paixão global dos fãs do futebol. Estamos muito animados com o investimento e dando mais um passo no aumento em relacionamento. A enorme participação e colaboração no nosso Snapchat estabeleceu um ótimo parâmetro para o tipo de oportunidade que esperamos desenvolver juntos”, declarou Alex Vargas, COO da Bleacher Report.

O investimento na BBM é o mais recente de uma série de outros já realizados pela Turner no universo digital e o primeiro numa empresa sediada fora dos EUA. Ele surge após investimentos similares em 2016, na Refinery29 e na Mashable. A empresa também adquiriu uma participação majoritária na iStreamPlanet, em 2015. Recentemente, a Turner expandiu o Bleacher Report e injetou capital na CNN Digital. Como parte do foco acelerado da empresa de desenvolver os interesses e capacidades da sua área digital, internacionalmente, a empresa lançou um conjunto de novos destinos digital-first e aplicativos, a fim de expandir o engajamento dos fãs em torno de propriedades importantes como a CNN, Cartoon Network, Boomerang e Adult Swim.

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FOXBIT participa de palestra sobre o que é Bitcoin na Campus Party Brasil

A FOXBIT, maior corretora de bitcoins do Brasil, participa do painel “Bitcoin e Blockchain – O que é Bitcoin?”, na 10ª edição da Campus Party Brasil, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do país. A palestra acontece no espaço Campuseiro Curador II, nessa sexta-feira (03), às 11h.

A FOXBIT será representada por João Paulo Oliveira, CBO (Chief Blockchain Officer) da startup, que terá como objetivo falar sobre o que é a criptomoeda, que reproduz em pagamentos eletrônicos a eficiência e baixo custo dos pagamentos com cédulas. Além disso, abordará também como funciona e qual o futuro deste sistema de pagamento, que possibilita que as pessoas continuem a realizar transações financeiras e investimentos de forma segura.

Além da discussão, a FOXBIT também possui um stand interativo que funcionará nos dias 02 e 03 de fevereiro, das 10h às 20h, entregando brindes aos participantes. Durante todo o evento, o CEO da startup João Canhada, também estará presente para tirar dúvidas, explicar o que são os bitcoins e como funciona a empresa. Mais informações sobre a palestra podem ser acessadas aqui.

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NCR é classificada como nº 1 em software para PDV

A NCR Corporation, líder global em soluções omnichannel, é a principal fornecedora de software para ponto de venda (PDV) no setor de varejo e hospitalidade, de acordo com o estudo publicado pela RBR, empresa de pesquisas estratégicas e consultoria.

O estudo intitulado “Global POS Software 2016” é o primeiro estudo internacional mais aprofundado sobre esse mercado, com análise de cerca de 1.000 projetos realizados por mais de 40 fornecedores. O relatório mostra que há mais de 6,6 milhões de instalações de PDV nas indústrias de varejo e hospitalidade em todo o mundo, sendo a NCR líder de mercado com 18% de participação.

“As marcas de varejo e hospitalidade estão evoluindo para tornarem seus negócios digitalmente integrados. Atualmente, algo essencial para o sucesso das empresas é ter um software que seja capaz de integrar perfeitamente canais físicos e digitais, ao mesmo tempo em que agrega, integra e apresenta dados corporativos”, explica Mark Benjamin, presidente e COO da NCR Corporation. “Nosso software para PDV tornou-se uma plataforma de venda que permite aos nossos clientes adotar capacidades móveis e em nuvem, transformar suas operações e redefinir a experiência do cliente”.

A NCR está conduzindo grandes mudanças em todo o ecossistema de varejo por meio de sua plataforma de software omnichannel, integração e transformação de canais e capacitação digital.

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Open Innovation Week reúne 150 startups e 100 grandes empresas

O principal evento de empreendedorismo e inovação aberta entre startups e grandes empresas, a Open Innovation Week, vai reunir no mesmo ambiente empreendedores, executivos e pesquisadores da comunidade científica, com o intuito de engajar e propor novas práticas e metodologias de modelos de negócios para a inovação.

Com o tema central “Novos modelos de negócios para inovação”, a 9ª edição da Open Innovation Week acontece entre os dias 21 e 22 de fevereiro, em São Paulo, e mostrará ao ecossistema a importância da inserção de empresas de base científica e tecnológica, em conjunto com as digitais, para a colaboração aberta com companhias de diferentes setores da indústria.

Neste ano, foram selecionadas mais de 150 startups e 100 grandes empresas, entre elas: IBM, 3M, Accenture, HP, Microsoft, Cemig, Atlas Schindler, Johnson&Johnson, Grupo Algar, AES Brasil, Votorantim, Whirpool, BRF, Roche, Senai, Catho, Natura e Grupo Oncoclínicas. Com isso, a Oiweek se consolida como o principal palco mundial de conexão e geração de negócios de inovação aberta entre pequenas e grandes companhias.

“Em 2016, a 8ª Oiweek proporcionou mais de 1.000 reuniões entre as top startups e as grandes empresas. De lá, mais de 100 contratos e parcerias foram firmadas. Por isso, nosso objetivo principal é mostrar que é possível conectar modelos e portes de negócios tão distintos para gerarem negócios que impactam diretamente em diversas áreas da sociedade, como saúde e bem-estar, educação, energia, finanças, construção e cidades inovadoras”, explica Bruno Rondani, Cofundador da Open Innovation Week.

Isabela Botelho, Cofundadora da Pin People, plataforma de recrutamento e seleção de pessoas, conta que durante os dois dias da 8ª Oiweek conversou com pelo menos 20 grandes empresas. ”Provavelmente demoraríamos um ano para ter acesso aos executivos dessas companhias, se não estivéssemos neste evento”. A empreendedora afirma que quase dez projetos pilotos devem surgir dessas reuniões.

Participante das 7ª e 8ª edições da Oiweek, a Lean Survey liderou a lista das startups mais inovadoras de 2016. Criado em 2014 pelos empreendedores Alessandro Andrade e Fernando Salarori, o aplicativo permite que empresas utilizem a tecnologia mobile e o crowdsourcing para realizarem pesquisas de mercado presenciais. Entre as companhias que já contrataram a Lean Survey estão a Dell e a Ambev. ”É um orgulho fazer parte de um movimento que conecta grandes empresas e startups criando juntas o futuro do nosso país”, afirma Andrade.

Movimento 100 Open Startups

Durante a 9ª edição da Oiweek ocorre a etapa final do movimento que chega com recorde de avaliações. No último semestre, mais 2.100 avaliadores representaram 317 grandes empresas que classificaram online (4.356 avaliações) e presencialmente (2.287 avaliações) cerca de 2.700 projetos de startups. As etapas incluíram reuniões e demo days em diversas cidades do Brasil –Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro, São José dos Campos, Recife, Porto Alegre, São Paulo, Florianópolis e Belo Horizonte– e do exterior – Bangalore (Índia) e Pittsburgh (Estados Unidos). As 150 startups selecionadas para o evento passarão por novas reuniões, avaliações e pitches com investidores e executivos. As que tiverem melhor desempenho na Open Innovation Week irão compor o ranking do Movimento 100 Open Startups 2017.

O evento também receberá a 5ª edição do Encontro Acadêmico em Inovação Colaborativa, que reúne pesquisadores, professores doutores e doutorandos que estudam empreendedorismo corporativo e redes de inovação. Os participantes poderão conhecer o “Observatório de Startups”, iniciativa que compila e disponibiliza dados sobre inovação e empreendedorismo para fins acadêmicos e fazer uma “visita guiada” à metodologia de categorização/classificação de startups.

“Com o amadurecimento da adoção de práticas de inovação aberta no país e o processo de transformação digital, as últimas edições do evento incluíram na pauta a conexão com startups digitais. Em 2017, com a consolidação do Movimento 100 Open Startups, a Oiweek tem como foco trazer de volta a geração de negócios e parcerias entre grandes e médias empresas, comunidade científica, startups digitais e empresas de base tecnológica”, diz Rondani.

Serviço: 9ª edição da Open Innovation Week

Dias: 21 e 22 de fevereiro – das 8:00 às 19:00
Local: Centro de Convenções Rebouças: Av. Rebouças, 600 – São Paulo

Saiba mais: www.oiweek.com.br/2017/

Conheça o Movimento “100 Open Startups”: http://www.openstartups.org.br/

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