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Três segredos do movimento do Vale do Silício para o Brasil

No Brasil, o cenário de crise impulsionou iniciativas envolvendo novos negócios, sejam apenas ideias, criação de novas startups, aceleradoras ou, ainda, investidores de olho nas pequenas pelo potencial de criarem projetos inovadores e se tornarem grandes conglomerados, impulsionando o chamado Corporate Venture.

Segundo Allan Pires, CEO da consultoria PA Latinoamericana e da multinacional dinamarquesa Targit, os Estados de Goiás, São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais são exemplos de que o Brasil está próximo de algo semelhante ao movimento do Vale do Silício por conta de três fatores decisivos:

1. Conhecimento acadêmico – A região do Vale do Silício possui diversas excelentes Universidades, como é o caso da Stanford University, uma das instituições de pesquisa de ensino mais prestigiadas globalmente. O local é cercado por alunos e docentes, que impulsionam a troca de conhecimento constante, gerando grandes ideias. A busca por apoio de uma base forte acadêmica/ conhecimento é tão importante para uma empresa tradicional quanto para as que estão começando agora. Exemplo clássico desse movimento foi a aproximação entre a comunidade de TI e o governo estadual de Goiânia, auxiliando no desenvolvimento de startups, principalmente em termos de financiamento e pesquisa. Outros exemplos de regiões: Santa Rita do Sapucaí e Santa Catarina;

2. Investidores dispostos a correr o risco – As empresas compradoras de tecnologia estão cada vez mais próximas das startups. Exemplo disso é o movimento do Corporate Venture, que traz a proposta de investimento das grandes corporações em negócios nascentes e isolados e que, futuramente, podem ser incorporados aos próprios negócios do grupo empresarial, visando o lucro futuro. No Brasil, já é possível identificar a criação de novas unidades de negócio em empresas já existentes;

3. Alianças corporativas – Apesar de a cultura ser recente em relação à criação de uma rede de alianças, é essencial possuir uma base apoiadora, seja ela da área acadêmica ou mercadológica. Saber identificar potenciais investidores e ofertar a estas pessoas participação societária como forma de inventivo é uma forma de crescer. Atualmente, startups bem-sucedidas ou em crescente expansão possuem aliados.

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Grupo PSA adquire participação na TravelerCar, uma startup que oferece novas soluções de estacionamento e locação de veículos

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O investimento na TravelerCar representa uma nova etapa para o Grupo PSA. O Grupo dá seguimento à implementação do seu plano estratégico para 2016-2021, o “Push to Pass”, para tornar-se um fornecedor de serviços de mobilidade mundialmente reconhecido pelos clientes. Para isso, no último mês de abril, o Grupo PSA anunciou que vai aplicar a quantia de 100 milhões de euros em capital de risco para investir em empresas da área da mobilidade.

Para atender as novas expectativas de consumo

O carro é um meio de mobilidade; a sua imobilização prolongada deve ser evitada e a frota existente deve ser utilizada. A TravelerCar propõe três tipos de serviços disponíveis nos aeroportos, estações ferroviárias e no centro das cidades para facilitar o dia a dia dos proprietários e locatários de veículos:

• Uma oferta de estacionamento gratuito para os proprietários que disponibilizarem seus veículos para a locação. Além disso, se o veículo for alugado, os proprietários são remunerados. O carro é protegido por um seguro total e a TravelerCar administra o processo de A a Z.

• Uma oferta de estacionamento com preço preferencial para os proprietários que não desejarem compartilhar seus veículos.

• Uma oferta de locação de veículos entre pessoas com preços reduzidos. Este serviço é prestado pelas agências da TravelerCar, que garantem a ligação entre os locatários e os proprietários.

A TravelerCar propõe um serviço vantajoso para todos e encarrega-se de tudo. Ela oferece um modelo híbrido entre os serviços de uma agência de locação convencional e uma plataforma de contatos entre as pessoas, proporcionando aos usuários o benefício de um serviço de qualidade, ao mesmo tempo em que adota uma atitude ecologicamente responsável.

A start-up, criada em 2012, conta atualmente com 80 agências e mais de 100 mil usuários em 6 países: França + DOMTOM (departamentos e territórios ultramarinos da França), Espanha, Países Baixos, Alemanha, Suíça e Bélgica.

Brigitte Courtehoux, Diretora da Business Unit “Serviços Conectados e Novas Mobilidades” do Grupo PSA, afirmou: “Uma das respostas aos novos modos de consumo do automóvel é oferecida pelas soluções imaginadas pela TravelerCar. Trata-se de uma nova experiência de mobilidade, à qual o Grupo PSA se associa. Graças a esta parceria com a TravelerCar, o Grupo PSA dá seguimento à implementação da estratégia que adotou para ser um importante player nesse novo ecossistema”.

Para Ahmed Mhiri, fundador da TravelerCar: “Estamos à escuta de nossos usuários e oferecemos serviços adaptados às suas expectativas. O carro é um recurso que pode ser lucrativo para o seu proprietário quando não está sendo utilizado. Não se trata unicamente de compartilhamento do veículo, pois nós também propomos uma solução às pessoas que não desejam alugar os seus carros. Graças a esta parceria com o Grupo PSA, a TravelerCar poderá atingir mais rapidamente a sua próxima etapa de desenvolvimento e implantar sua oferta de serviços em outros países europeus”.

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IBGC está com inscrições abertas para o 17º Congresso de Governança Corporativa

Com o tema “Governança Corporativa: Essência e Aparência”, o IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa abre as inscrições para o 17º Congresso Internacional de Governança Corporativa, que ocorrerá nos dias 17 e 18 de outubro, em São Paulo.

Assim como nas edições anteriores, os inscritos participarão de palestras ministradas por especialistas brasileiros e internacionais, que vão abordar a necessidade das empresas adotarem as melhores práticas em sua estrutura corporativa desde a base das operações, evitando que as ações sejam feitas apenas para cumprimento de regras. Os debates ocorrerão em sessões gerais e temáticas.

Nesta edição, o IBGC trará mais uma vez a Feira de Governança, que apresenta as inovações sobre ferramentas de Governança Corporativa nas organizações. Considerado o maior evento de Governança no Brasil, no ano passado, o Congresso reuniu cerca de 700 pessoas e estima-se que, neste ano, o número de participantes seja ainda maior. Para se inscrever, clique aqui.

17º Congresso Internacional de Governança Corporativa

Data: 17 e 18 de outubro (segunda e terça-feira)
Horário: a definir
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 12.551, Brooklin – São Paulo

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Wimbledon e GoPro sacarão juntas no torneio de 2016

Rodeada de tradições, Wimbledon se tornou o evento de maior prestígio no mundo do Tênis e reúne os melhores atletas da atualidade. Por duas semanas anualmente, todos os olhares se voltam para as quadras do clube Inglês All England, o que atrai a atenção até mesmo a Rainha Elizabeth II, que tem uma área privativa – o Royal Box – na quadra central para assistir aos jogos. O torneio conta com o talento atlético de homens e mulheres em jogos super disputados de cinco sets. Sem mencionar a assinatura do torneio de que todos os jogadores precisam usar branco.

Embora costumes e tradições sejam aspectos importantes para um campeonato, o evento continua a se inovar ano após ano para melhorar a experiência dos espectadores. Um bom exemplo disso é a nova parceria com a GoPro, que aproximará os amantes do esporte da ação oferecendo pontos de vista únicos. Para os fãs, assistir a uma partida de tênis não mudou muito desde que os jogos começaram a ser televisionados. A GoPro e a organização de Wimbledon querem mudar isso.

O campeonato conta com números incríveis como a partida mais longa já jogada (11 horas e 5 minutos) em 2010 e também foi o primeiro torneio do Grand Slam. A GoPro ficou lado a lado com dois grandes atletas da modalidade de duplas, os irmãos gêmeos Bob e Mike Bryan, os irmãos Bryan e em homenagem aos 10 anos de conquista do primeiro título da dupla em Wimbledon, capturou momentos únicos, por ângulos nunca antes imaginados, dos atletas se preparando para a disputa desse ano. Utilizando as Soluções Customizáveis da empresa, contribuindo para o time de produtores a colocarem câmeras nos jogadores, raquetes, rede e até mesmo nas bolas de tênis.

Além disso, a GoPro lançará semana que vem um vídeo incrível e nunca antes feito em VR (realidade virtual) dos jogadores em quadra., proporcionando uma experiência definitiva de Wimbledon.

Pegue um Champagne, relaxe em sua cadeira e aproveite essa jogada!

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O ano já acabou para o Varejo? – Por Fábio Lopez

O impacto da instabilidade econômica de 2015 afetou os mais diversos setores, refletido em um ano complicado para o mercado. O varejo, que vinha até 2014 com um recorde de 10 anos seguidos de crescimento, também sentiu a força da recessão, fechando o ano com números abaixo do esperado. Em 2015, o setor alimentício fechou o ano com queda de 4,3% e o varejo ampliado, que inclui venda de veículos e materiais de construção, com baixa de 8,6%, segundo o IBGE. De uma forma geral, o varejo funciona como um termômetro do mercado: é um dos últimos a sentir a recessão, mas também é o primeiro a reagir. E o setor já vem apresentando novas maneiras para retomar o caminho do crescimento em 2016, aliando otimização de gestão a novas estratégias de negócio.

Em períodos de economia instável, é essencial para varejistas “olharem para dentro”, buscando soluções que otimizem as operações, diminuam desperdícios e perdas e garantam margens mais controladas. Porém, para que o varejo volte a crescer em 2016, é necessário aliar uma gestão mais eficaz a satisfação de cliente, trabalhando de forma mais eficiente para fazer com que ele compre mais e volte com uma regularidade maior para as lojas, além de atrair novos consumidores. Uma estratégia que se acentuou para um atendimento diferenciado aos clientes é a aposta em novos formatos de loja: supermercados de bairro e o atacarejo. +

Supermercados de Bairro

Uma das tendências das grandes redes que vem se acentuando é reduzir a abertura de hipermercados e passar a abrir lojas menores, que atendam um público de bairro. Os novos estabelecimentos, apesar de não contar com a mesma variedade de produtos de uma unidade maior, atendem bem ao consumo de uma região. A aposta aqui é em oferecer aos clientes uma experiência de compra rápida, em que ele encontre os produtos básicos do dia a dia que procura e não enfrente filas para concluir a compra.

Satisfação do cliente é um dos principais focos dos mercados de bairro, que devem adotar soluções de tecnologia como forma de aliar melhor experiência de compra a ganhos de produtividade e redução de custos. Automatizar totalmente as operações é chave e, devido ao tamanho reduzido da loja e a menor variedade de produtos, aplicações mais simples, que não exigem um investimento tão alto, podem ser adotadas tanto por unidades de grandes redes como por lojas familiares. Leitores verticais para códigos de barras e coletores de dados mais enxutos são soluções de tecnologia recomendadas e acessíveis, além de softwares com aplicações de gestão muito menos complexas que as usadas em grandes lojas.

Atacarejo

Modelo de loja que já vinha conquistando espaço, mas que com a instabilidade econômica ganhou ainda mais força no mercado, o atacarejo, como diz o nome, atende tanto o atacado como a pessoa física (varejo). Com preços competitivos, vendendo no varejo com valores de atacado, o formato vem conquistando aumentos na porcentagem de vendas e clientes de pessoa física, que buscam por alternativas mais econômicas e melhores preços, o que demanda dos varejistas mais atenção a esse público crescente.

De lojas amplas e grande variedade de produtos e ofertas, o atacarejo precisa de soluções mais robustas de gestão e, principalmente, um processo bem desenhado de automação. Ter um deposito automatizado, mas um controle de disponibilidade de produto mal organizado atrapalha funcionamento e resultados. Toda a informação deve ser tratada e revertida em ações, aumentando a produtividade e melhorando a relação com o cliente, ainda mais importante agora com o aumento da parcela de pessoas física no atacarejo. Aliar uma gestão bem estruturada a soluções que gerem contato mais próximo com o consumidor, como papa-filas e auto-compra, é a melhor maneira de fortalecer o formato.

Fábio Lopez é diretor de vendas da Datalogic ADC para Brasil e Sul da América Latina

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Mobile: do empirismo aos dados – Por Alberto Pardo

Os smartphones estão nas mãos das pessoas seja enquanto caminham pelas ruas, no local de trabalho, em casa e até mesmo no carro ao dirigir. Sempre conectados. Este olhar empírico já revela o quanto os dispositivos móveis se tornaram parte das nossas vidas. Para aqueles que trabalham no segmento de publicidade mobile não há dúvida sobre o quanto esta relação quase íntima com os aparelhos celulares representa em oportunidade para a comunicação das marcas. Ainda que os profissionais de marketing tenham a mesma percepção, alguns questionamentos persistem. Quão efetivo é a publicidade mobile? Como é o seu desempenho em comparação à outras mídias? Quais são as evidências de que investir em mobile gera retorno financeiro?

A busca por respostas a essas perguntas motivou a MMA – Mobile Marketing Association – a realizar o estudo SMoX.me (Smart Mobile Cross Marketing Effectiveness). O material tem alta relevância por trazer à tona, de forma inédita, os dados da performance de campanhas reais de marcas como Coca-Cola, MasterCard, AT&T, Walmart e Unilever.

Tive a oportunidade de analisar o estudo e, como disse o executivo Fabiano Destri Lobo, Managing Director Latam da MMA, pela primeira vez, o valor da publicidade mobile foi mensurado de forma clara, evidenciando o seu papel como gerador de vendas, bem como a relação do retorno versus investimento ser mais favorável do que em relação à outras mídias. Há ainda insights valiosos para guiar os gerentes de marcas sobre como otimizar o budget com a alocação ideal de cada mídia dentro do mix publicitário. A conclusão que merece ser dita aos quatro ventos é de que a mídia mobile é duas vezes mais eficiente do que os outros meios na análise do funil de vendas. Desta forma coloca-se um ponto final na hipótese de que mobile não seria capaz gerar retorno financeiro para as marcas

Outra percepção confirmada diz respeito ao natural conservadorismo envolvido em mobile, por ser uma mídia relativamente nova. Muitas marcas ainda estão em período de experiência no que tange os investimentos em publicidade mobile. O estudo demonstra, no entanto, que já é tempo de apostas mais agressivas, sem risco e com garantia de bons frutos. De acordo com o SMoX, a média de alocação dos investimentos em mobile dentro do mix é de 3 a 5%. O valor apontado como ideal para se obter os melhores números possíveis seria entre 12 a 20%. Este incremento impactaria em uma melhora de awareness (18%), imagem (17%) e vendas (14%).

Em termos práticos, o estudo detalha uma das campanhas da Coca-Cola, no Brasil. Com foco no público entre 12 e 49 anos, a ação em mobile foi dividida entre os formatos display, vídeo e social. Todo o esforço nesta mídia representou desempenho superior como gerador de resultados, tanto em intenção de compra como em vendas, em comparação a todos os outros meios, como OOH (Out Of Home), TV e cinema.

A análise minuciosa dos dados comparativos, revelam que o investimento adequado em mobile deveria ter sido de 19% para gerar 47% do total de vendas promovidos pela campanha, ou traduzindo, um incremento de 40% no lucro. Já no caso da campanha da marca Magnum, com target focado em mulheres entre 25 e 54 anos e peças em TV, impresso e digital, apenas a realocação do budget, chegando ao nível de 15% do total destinado à mobile, garantiria lucro 9% superior, podendo chegar a 13% com o melhor aproveitamento criativo. Novamente, são provas concretas de que o tempo do conservadorismo em mobile deve ficar no passado. Os números mostram claramente que é possível, e até recomendado, ampliar o share de investimentos nesta mídia dentro mix.

Ao analisar os formatos mobile de forma individualizada, o estudo apresenta, no caso da campanha de Coca-Cola, os vídeos com desempenho seis vezes superior às outras telas (TV e vídeo em desktop). Novamente, a sensação dá lugar aos dados. Para aqueles que acreditam estar investindo o bastante em vídeos, a dica é reavaliar a estratégia. Nesta ação especificamente, por exemplo, dada a eficácia deste formato, o investimento em vídeo de 34% do total deveria passar para em torno de 42%. Outro fator que contribuiria para melhorar o resultado dos vídeos seria o target para mulheres mais jovens, entre 18 e 24 anos, pois foi exatamente esse perfil que melhor respondeu a esta solução.

A mesma constatação vale para a campanha da marca Magnum. A performance dos vídeos em mobile (seja em redes sociais ou não) foi altamente superior aos meios TV e desktop. O resultado poderia ser 25% maior, caso o alvo fosse o público entre 45 e 54 anos e sem filhos. Um detalhe relevante apontado na campanha da Unilever é de que os vídeos de 15 segundos foram mais eficientes em gerar intenção de compra do que aqueles de 30 segundos. A pista é de que a comunicação em mobile deve capturar a atenção dos usuários logo nos primeiros segundos e ser a mais direta e breve possível. Um desafio e tanto.

A análise da campanha de Magnum traz outros importantes insights do ponto de vista da estratégia a ser adotada em mobile. Os banners em mobile utilizados com base no targeting por condição climática obtiveram melhor ROI que os demais e geraram melhor awareness (25 pessoas a mais atingidas por dólar investido). Da mesma forma, o recurso de Rich Media possibilitou impactar 300 usuários a mais por dólar investido, além de melhor ROI.

Estes insumos referentes aos detalhes estratégicos da campanha são fundamentais para que as marcas entendam que a mídia mobile é a que possibilita a entrega da mensagem no contexto adequado, utilizando recursos de segmentação e geolocalização. Definitivamente a era do empirismo mobile está chegando ao fim e o SMoX.me é o “empurrão” final que faltava para que os profissionais de marketing tenham evidências sobre o valor do mobile adversting no funil de vendas, além de parâmetros claros sobre como equalizar melhor o budget, ao otimizar os investimentos e garantir o melhor retorno possível.

Alberto Pardo é CEO e fundador da Adsmovil

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O Brasil está digitalmente preparado para as Olimpíadas de 2016?

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Desempenho Digital, está analisando como será a experiência dos usuários com aplicações móveis e web no Brasil durante as Olimpíadas de 2016. Com a chegada de turistas e atletas, haverá um grande aumento no uso das conexões de Internet. A empresa está utilizando seus dados referenciais locais, informações de usuários reais, de Rede de Entrega de Conteúdo (CDNs) e de outros provedores para avaliar a eficiência digital do Brasil no período dos Jogos.

Os dados sobre tendências de longo prazo dos Referenciais da Dynatrace vêm de testes de dezenas de empresas brasileiras varejistas e financeiras em São Paulo e no Rio de Janeiro. Eles representam centenas de milhares de solicitações à web ao longo de um período de 10 meses. A primeira medição analisada foi o Sistema de Nomes de Domínio (DNS). Embora os tempos de resposta do DNS sejam normalmente medidos em milissegundos, consideramos aqui o tempo total gasto para resolver o DNS para todas as solicitações de carregamento de páginas. Uma vez que os sites testados utilizam entre 20 e 120 domínios diferentes toda vez que são carregados, o bom funcionamento do DNS pode ser um problema.

Em seguida, foi avaliada a quantidade de tempo para estabelecimento da conexão para que os navegadores ou telefones móveis possam começar a baixar um conteúdo. O aumento geral da complexidade das aplicações e websites também é um fator que pode afetar os usuários finais no Brasil. Conforme as organizações tomam maior consciência da segurança, podemos ver o impacto de se implementar HTTPS e SSL na experiência do usuário final.

Além dos dados no nível da rede, a Dynatrace utiliza a inteligência coletiva obtida com a solução Dynatrace Synthetic Network para rastrear CDNs, provedores de anúncios, conteúdo de mídias sociais, ferramentas analíticas, entre outros. O Dynatrace Outage Analyzer relatou mais de 300 quedas de conexão em um período de 24 horas. Para websites que usam muitos fornecedores externos, isso pode ser problemático.

A equipe da Dynatrace também está analisando os dados de alguns de seus clientes reais baseados no Brasil. O website de uma grande rede de hotéis teve 45.000 visitas em um período de uma semana. Durante esse tempo, mais da metade dos usuários finais teve uma experiência frustrante ou tolerável, conforme definida pelo Índice Dynatrace de Experiência do Usuário. Os tempos médios de resposta foram de mais de 8 segundos e, assim, mais de 60% dos visitantes abandonaram o site. Destes, 56,3% utilizavam dispositivos móveis.

Foi testado ainda o desempenho de conexão com os principais sites de mídias sociais, que receberão o maior número de acessos de atletas e turistas para compartilhamento de atualizações e experiências. Neste ponto, os visitantes da América do Norte ou da Europa que acessarem essas mídias terão uma experiência muito mais lenta do que estão acostumados.

Ao nos aproximarmos dos Jogos Olímpicos de 2016, vemos que o Brasil pode ter alguns desafios digitais pela frente. Do ponto de vista do usuário final, é preciso estar atento aos longos tempos de resposta e erros de terceiros, que aumentarão a frustração do internauta. Essa frustração diminui as chances de conversão de negócios e pode ser ainda mais prejudicial quando expressa nas redes sociais.

Já as empresas e organizações lutam contra a falta de visibilidade causada pela dificuldade em acessar os sites, gerando investimentos excessivos ou insuficientes em tecnologia, menor conversão de negócios e, por consequência, gastos com canais de interação com o usuário mais onerosos, além de um retorno negativo.

As organizações precisam garantir que estarão devidamente preparadas antes que os Jogos Olímpicos comecem. Para isso, a Dynatrace indica quatro melhores práticas que farão a diferença no desempenho digital das empresas:

Otimize o desempenho da sua entrega

Provedores precisam entender como entregar suas aplicações. Isso pode ser alcançado reduzindo o peso da página, o número de objetos e de conexões feitas durante cada sessão, além do número de fornecedores externos. Otimizar a entrega de um site de varejo é o início desse processo, mas os provedores devem olhar mais adiante para ver como a página é entregue também no lado do servidor. Ter o foco apenas na visão do cliente (navegador) ou do servidor é uma receita para o desastre.

Tenha um plano

Todo mundo precisa de um projeto para seguir. Os provedores devem garantir que têm um plano preparado para quando as coisas falharem, e esse plano não pode ser apenas uma iniciativa reativa de recuperação de erros. Em vez disso, é necessária uma abordagem proativa que enxergue além e garanta que os sites e aplicações sejam completamente testados antes de um grande evento global como os Jogos Olímpicos. Os planos devem incluir todas as partes da organização, não sendo limitados apenas a operações, e devem conter ainda as áreas de Testes, Desenvolvimento e os responsáveis por negócios digitais.

Tenha a plataforma de desempenho digital certa

Um site fora do ar durante os Jogos Olímpicos é uma experiência traumática para um provedor. Não basta ter um plano, você precisa ter também a plataforma certa preparada. Quando as coisas dão errado para um varejista, normalmente ele entra em uma situação de “sala de guerra”. Os provedores precisam enxergar além das ferramentas e utilizar plataformas de gestão do desempenho digital que todos da organização possam usar, incluindo as áreas de Operações, Desenvolvimento, Testes e os responsáveis por negócios digitais.

Entenda os dados

Ter a plataforma pronta é um passo na direção certa, mas você também precisa da especialização para entender o que os dados estão lhe dizendo. A maioria dos provedores tem equipes de indivíduos que entendem suas partes da aplicação e alguns experts que têm a grande visão geral de como tudo funciona. Aplicações modernas são incrivelmente complexas, com centenas – às vezes milhares – de dependências. Vasculhar os arquivos de log (que é o que vemos com mais frequência) é o modo antigo e oneroso de se resolver um problema. Os provedores precisam ter um entendimento da relação entre os componentes da aplicação e os fatores externos da Internet. Embora a maioria tenha alguns experts, é mais importante ter uma plataforma da próxima geração para notificar automaticamente que o evento está ocorrendo, analisar as dependências e descobrir a causa-raiz do problema.

A Dynatrace continuará a monitorar a preparação digital do Brasil até o início e durante os Jogos Olímpicos de 2016.

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MATERA Systems lança sistema inédito para pagamento móvel que permite pagamentos com celular 100% offline

A MATERA Systems, empresa brasileira de tecnologia reconhecida por ter a suíte mais abrangente voltada ao mercado financeiro e de pagamentos, aposta no potencial de expansão do setor de meios de pagamento. No CIAB FEBRABAN 2016, em São Paulo, a empresa lançou o primeiro Sistema para Pagamento Móvel que permite transações com celular offline, sem uso de 3G, Wi-Fi ou Bluetooth.

“Um sistema de pagamentos que depende de conectividade do usuário não vai ser bem aceito, pois muitos usuários podem estar com pacote pré-pago 100% usado, o sinal na região pode estar fraco e outras alternativas acabariam por gerar fila e tirar vendas (tempo para conectar no Wi-Fi do estabelecimento, etc)”, explica Carlos Augusto Leite Netto, CEO da MATERA Systems.

A ferramenta está sendo patenteada e deve facilitar o uso do pagamento móvel, pois ao não depender de conectividade, seu uso é sempre rápido e disponível, o que é fundamental para um comerciante. Outra vantagem é que o sistema permite ser configurado para ter formas sofisticadas de restrições de uso, como só para alimentação, só na cantina do filho, só numa dada região, etc. “Em um ambiente cotidiano, é como se um pai enviasse dinheiro para seu filho, e esse recurso só pudesse ser utilizado na cantina da escola, por exemplo”, conta Netto.

Toda essa revolução na forma de nos relacionarmos com o dinheiro é possível pelas novas regulamentações, que permitem às empresas criarem soluções com tecnologias cada vez mais acessíveis, aliadas à facilidade de desenvolvimento dos aplicativos. “O momento é de uma ruptura com a estrutura bancária que conhecíamos até então. Chegamos ao momento em que a Internet das Coisas, aliada à digitalização dos bancos, permite que qualquer equipamento faça uma transação bancária, sem a necessidade de validação por um humano”, reforça o CEO.

A MATERA Systems já desponta como líder no fornecimento de sistemas para meios de pagamento, atendendo clientes como o BePay, Brasil Pré-Pagos, Moip, Nubank, Nutricash, Sem Parar, Sodexo e Stelo. “Estamos preparados para ajudarmos as instituições financeiras e de pagamentos a criarem formas inovadoras de relacionamento com seus clientes”, completa.

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5 tendências comportamentais que influenciarão o consumo brasileiro nos próximos anos, segundo Bain & Company

O desempenho econômico do País deve se dar em ritmo modesto nos próximos anos: segundo levantamento realizado pela Bain & Company, a expectativa é que, após uma queda estimada de 4,1% em 2016, a retomada de crescimento do PIB se inicie em 2017, com 2% e se mantenha praticamente estável em 2018, com crescimento de 1,8%. Ainda segundo a consultoria, a tendência é que o performance do varejo nacional acompanhe de perto essa movimentação, retomando seu crescimento a partir do próximo ano. Pensando nisso, a consultoria lançou o estudo Macrotendências do Comportamento do Consumidor, em que analisa alguns comportamentos que merecem destaque no contexto do consumo nacional. São eles:

Conectividade e velocidade : com o acesso à informação em tempo real, em múltiplos canais, os consumidores têm acesso às redes sociais em qualquer ambiente, de maneira que o compartilhamento das experiências de compra tem crescido exponencialmente. Assim, por exemplo, um cliente insatisfeito ao esperar em uma fila longa pode reclamar do atendimento em seus perfis no Twitter e no Facebook sem nem ter saído da loja, ou mesmo não recomendar determinada loja virtual em função de um atraso na entrega. Tais possibilidades devem ser levados em conta por varejistas de todos os segmentos;

Saúde e bem-estar: há demanda crescente por produtos que proporcionem saúde e bem-estar, bem como aqueles que proporcionem conforto. Um indicador de tal tendência pode ser percebido, por exemplo, no mercado de roupas sociais, que vem perdendo terreno para o de roupas casuais e de esporte.

Consumo Sustentável: a procura por produtos com embalagens recicláveis ou mesmo que sejam eles mesmos criados com materiais provenientes de reciclagem é notória em países desenvolvidos e crescente no Brasil, de forma que os consumidores têm demonstrado preocupação crescente em analisar o impacto sócio ambiental das empresas e de seus produtos ao escolher o que colocarão em suas cestas de compras.

Relevância da Experiência: é crescente à contraposição entre a chamada cultura da posse e a cultura da experiência – mais do que adquirir um produto de qualidade, os consumidores têm optado por empresas capazes de fornecer experiências de compra diferenciadas.

Customização do atendimento: a ampliação da gama de canais de atendimento traz a demanda por contatos personalizados – um exemplo disso consiste no uso de programas de fidelidade que dão descontos específicos com base nos produtos mais consumidos por cada cliente, ou mesmo no envio, por e-mail de uma seleção de produtos que podem agradar os consumidores com base na última compra.

“Essas tendências têm em comum a demanda por alguns imperativos estratégicos que, se adotados rapidamente, assumirão papel crucial para o bom desempenho dos varejistas, que são a necessidade de integração de plataformas físicas e digitais e a adoção do conceito de Value for Money, que consiste no fornecimento de produtos e serviços com o maior valor agregado sem perder de vista a questão do custo benefício.” Analisa Alfredo Pinto, sócio da Bain responsável pela elaboração do estudo.

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Rakuten é premiada como melhor plataforma de e-commerce do varejo brasileiro

A Rakuten Digital Commerce foi premiada como a melhor plataforma de e-commerce do varejo nacional. A empresa ganhou o Prêmio BR Week, o mais importante reconhecimento do setor no país e que foi entregue durante o Brazilian Retail Week, realizado pelo Grupo Padrão no Hotel Transamérica, em São Paulo (SP).

O prêmio avalia mais de 30 indicadores de desempenho das empresas, analisando fatores como rentabilidade, estratégia, eficiência da estrutura de TI, entre outros.

“Ser escolhida a melhor plataforma de e-commerce do país é motivo de orgulho para nós. Ainda mais sabendo que, para a avaliação, o prêmio BR Week analisa se a oferta de serviços e produtos é adequada, assim como se a empresa tem capacidade de compreender as necessidades e expectativas dos varejistas. É justamente o que sempre buscamos”, explica René Abe, COO da Rakuten no Brasil.

A Rakuten é uma das maiores empresas de Internet Services do mundo e no Brasil atua fornecendo plataformas de e-commerce e no marketplace. O ecossistema da marca atende desde a plataforma, pagamentos, até a gestão da logística da loja online, de maneira personalizada e a um custo muito menor que a média do mercado.

Estes são alguns motivos pelos quais a empresa acabou sendo a vencedora do prêmio do Brazilian Retail Week, que busca contribuir com o crescimento, fortalecimento e desenvolvimento das redes varejistas, assim como fazer com que os fornecedores e parceiros de negócios ofereçam sistemas cada vez mais adequados ao varejo.

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Uso de bloqueadores de publicidade online chega a 15% da audiência no Brasil e preocupa marcas e anunciantes

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Os principais anunciantes e veículos digitais em todo o mundo estão muito preocupados com os ad blockers, aplicativos que bloqueiam a visualização dos anúncios na internet. E com razão. Apenas no Brasil, de acordo com o levantamento realizado pelo IVC (Instituto Verificador de Comunicação), cerca de 15% da audiência no Brasil já se utiliza deste tipo de software para driblar a publicidade online. E este número tende a crescer: pesquisa divulgada ano passado pela Page Fair em conjunto com a Adobe apontou um crescimento de 41% no uso global de ad blockers entre 2014 e 2015.

Em resposta a esta forte perda de receita, alguns veículos já começaram a utilizar bloqueadores dos bloqueadores. Na prática, eles impedem o acesso ao seu conteúdo por pessoas que estejam usando ad blockers e não sejam assinantes pagos. “Estamos vivendo um verdadeiro ‘braço de ferro’ entre a liberdade de acesso ao conteúdo dos usuários e o direito dos veículos de obterem receita pela produção de seu material”, explica Celso Ribeiro, fundador e diretor comercial da BR Media Group. Ribeiro defende algo que parece óbvio, mas não tem sido posto em prático: é preciso entender o que o consumidor busca para se dirigir e comunicar com ele, seja ao transmitir informações ou publicidade.

Consumidor: o que ele quer dizer com o uso de ad blockers?

O que hoje já se sabe é que a reação do consumidor que busca bloquear a publicidade on-line não deve ser menosprezada. Mais do que falta de paciência, ela revela uma desconexão entre as mensagens e formatos com o público que estes anúncios deveriam conquistar. Mais uma vez, se opta pela antiga prática de tentar colocar a publicidade ‘goela abaixo’ do consumidor.

“Enquanto é absolutamente lícito que os veículos busquem garantir, por meio da publicidade, a sustentabilidade econômica de seus negócios, os anunciantes precisam entender que é hora de tornar suas mensagens o menos invasivas possível”, explica Celso Ribeiro.

Publicidade invasiva x marketing de conteúdo

Como resposta a este tipo de publicidade invasiva vem à tona o marketing de conteúdo, ou seja, a inserção das marcas e suas mensagens no próprio conteúdo passa a ser uma opção cada vez mais relevante para garantir sua audiência. O que antes era feito através do merchandising hoje se desenvolveu em uma série de novos modelos e formatos com o crescimento das mídias digitais.

Não é a toa que este novo mercado de ativação nas redes sociais de influenciadores apresenta um crescimento anual de cerca de 60% desde 2013, curva que deve se acelerar ainda mais com a disseminação dos ad blockers.

Nas redes sociais, por exemplo, a presença das marcas em vídeos, clipes musicais, fotos e posts de influenciadores cresceu de forma impressionante. Isso vale tanto para o Instagram e Facebook, quanto para o Snapchat, Facebook Mentions, Twitter e, de forma acentuada, para o YouTube.

Novas formas de marketing de conteúdo: product placement e brand interaction

Atualmente é possível se fazer relevante sem ‘brigar’ com seu público-alvo ou ‘empurrar goela abaixo’ sua mensagem publicitária. Muitas marcas já perceberam que a modalidade pre-roll (comerciais antes dos vídeos) além de serem um dos alvos preferenciais dos ad blockers, têm uma grande rejeição por parte dos usuários, que em grande maioria aguardam o tempo mínimo para sair deste material e ver o que realmente os levou àquele link.

Recentemente, por exemplo, a fabricante de celulares Asus mostrou ao mercado e ao público como fazer isso. A empresa apostou numa ação de product placement (merchandising) de seu Zenfone no clipe da música ‘Romântico Anônimo’ da dupla Marcus e Belutti. “Com mais de 27 milhões de visualizações, a ação teve um custo para o cliente de apenas R$ 0,002 por view, totalizando um valor de mídia muito abaixo do praticado pelo mercado e com forte engajamento dos usuários por estar de uma forma contextualizada com o roteiro do vídeo clipe. Além de tudo, este tipo de ação é totalmente livre do bloqueio dos ad blockers”, comemora Celso Ribeiro, diretor da BR Media Group, responsável pela ativação.

Mais do que simplesmente evitar a ação dos bloqueadores, a presença das marcas dentro do conteúdo dos influenciadores (brand interaction) torna a mensagem muito mais amigável. O consumidor busca a informação ou entretenimento que deseja, e a marca aparece dentro de um contexto que combina suas mensagens com o estilo e propósito daquele canal. “Cada vez mais os próprios influenciadores atuam, em conjunto com as agências especializadas, para garantir que a ação comercial esteja alinhada, não correndo o risco de agredir sua audiência”, conta Ribeiro.

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Governo Federal deve anunciar medidas para melhorar ânimo dos consumidoes de TI – Por Mariano Gordinho

O Brasil vem apresentando um desequilíbrio econômico e político há cerca de um ano e meio, o que provocou incertezas em todos os segmentos de mercado. A crise gerada culminou no afastamento da presidente Dilma Rousseff e na posse interina do vice Michel Temer, até que o caso seja julgado pelo Senado.

O cenário desolador que assolou nosso país foi algo inédito, no qual importantes políticos e empresários foram citados em denúncias de corrupção, indiciados e presos. A situação pegou muitos consumidores de surpresa, que colocaram em cheque a confiabilidade do nosso mercado e paralisaram a injeção de recursos.

Convicções políticas à parte, o fato é que o mercado de produtos e serviços de Tecnologia da Informação tem nos clientes corporativos uma importante parcela da sua clientela. As multinacionais estão diretamente ligadas ao consumo de softwares e hardwares e, por consequência, à implementação de complexos projetos de infraestrutura em suas unidades. Conservadores, esse grandes conglomerados desaceleraram em 2015 os investimentos por tempo indeterminado, impactando fortemente na queda de 8% na receita dos produtos de TI em 2015.

A crise chegou a impulsionar as vendas em alguns nichos dentro do mercado de TI, como o de componentes, especialmente processadores, placas de memória e de vídeo, unidades de armazenamento SSD (Solid State Drive), além de itens de segurança. Entretanto, pesou mais o achatamento na renda do consumidor geral, e o abismo econômico gerou o grande sentimento de insatisfação.

Cabe ao novo governo, interino ou definitivo, anunciar medidas que tragam de volta confiança suficiente para a injeção de ânimo e de dinheiro por parte das grandes empresas e indústrias, que devem voltar a oferecer postos de trabalho, e também dos bancos, com a retomada da concessão de crédito. As peças do dominó precisam ser levantadas de trás para frente, e, nesse momento, combater o desemprego e injetar dinheiro novo no mercado são os primeiros passos para movimentar a economia.

Outra medida importante é a reaproximação comercial com os Estados Unidos e os países da Europa. A relação com a China gerou uma dependência ao país, que poderia render um colapso econômico fatal, diante de um eventual desacordo. Já ações como a “MP do Bem”, que retirou tributos e melhorou o preço dos eletrônicos na ponta do consumidor seriam bem-vindas, porém difíceis, diante da necessidade de arrecadação do Governo para superar o enorme déficit orçamentário.

Ainda deve demorar alguns meses para que os primeiros resultados apareçam, 2016 não deve apresentar números muito animadores. Mas fica a esperança de que o diálogo e as intervenções sejam suficientemente acertadas a ponto de recolocar a economia do Brasil nos trilhos, para, quem sabe, colhermos bons frutos já em 2017.

Mariano Gordinho é diretor executivo da Associação Brasileira dos Distribuidores de Tecnologia da Informação (Abradisti).

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Virtualização de workstations auxiliam exploração de óleo e gás

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Tendência cada vez mais em alta no ambiente corporativo mundial, a virtualização de workstations com processadores gráficos da NVIDIA tem conquistado muitos adeptos de diferentes setores da indústria e de serviços no Brasil.

Um exemplo de sucesso no uso dessa tecnologia está na exploração de óleo e gás, uma tarefa complexa que exige a participação integrada de diversas workstations e de diferentes profissionais, como, por exemplo, geólogos, geofísicos, cartógrafos e engenheiros. Entretanto, este processo demanda uma alta quantidade de recursos por conta dos altos requisitos de hardware exigidos pelos softwares da indústria.

Visando à modernização de sua área de Exploração e Produção (E&P), a Ouro Preto Óleo e Gás investiu na virtualização de dez workstations utilizando soluções gráficas NVIDIA GRID K2, que impactaram positivamente no trabalho de dez usuários da plataforma.

Com a virtualização, a Ouro Preto possibilita que seus usuários acessem suas workstations, independentemente de onde eles estejam ou de qual dispositivo estejam utilizando. “Isto permite, por exemplo, que nossos geólogos e geofísicos usem softwares que exijam grande capacidade de hardware por meio de seus computadores pessoais, tablets ou até mesmo celulares. Já temos empregados manipulando dados sísmicos remotamente pelos seus tablets”, explica Eduardo Cunha, responsável pela área de Tecnologia da Informação da Ouro Preto Óleo e Gás.

O Country Manager da NVIDIA Brasil, Richard Cameron, aponta outro ponto importante: o investimento em melhorias após a implementação do projeto oferece benefícios para todos os usuários simultaneamente, otimizando o investimento. “Quando a estrutura crescer, basta a Ouro Preto investir nos servidores e todos os usuários terão ganhos de performance, enquanto que em uma estrutura tradicional seria necessário investir em todas as workstations separadamente, gerando ainda mais custos”, explica.

Segundo dados da consultoria Gartner, o custo total de propriedade de uma arquitetura centralizada em servidores, com thin clients como estações-cliente, fica entre 12% e 48% menor do que a opção pelos ambientes com PCs nas mesas dos usuários, dependendo da aplicação e, principalmente, do nível de gerenciamento. “No nosso caso, estamos tratando de workstations, que são máquinas com custo mais elevado que os tradicionais PCs. Ao utilizar essa tecnologia em nossa área de Geologia e Geofísica, conseguimos racionalizar a disponibilização desses recursos de acordo com a demanda efetiva dos profissionais envolvidos em diversos projetos da companhia”, explica Cunha.

O futuro virtualizado pela GPU

O projeto conduzido pela SPE Data Informática, que atuou como parceira no desenho e implantação da virtualização das workstations das áreas de Geologia e Geofísica da Ouro Preto, utilizou placas gráficas NVIDIA GRID K2 como solução para aplicativos com uso intenso de gráficos em estações locais e remotas, proporcionando, assim, gráficos 2D e 3D de alta qualidade e excepcional performance. Esta tecnologia fornece excelência de processamento a desktops virtuais, que equivale a de workstations locais ao compartilhar uma GPU com diversos usuários.

“As soluções de virtualização de desktops e aplicativos fornecem ao setor de Tecnologia da Informação uma nova abordagem simplificada para oferecer, proteger e gerenciar desktops e aplicativos Windows, reduzindo os custos e garantindo que os usuários finais possam trabalhar a qualquer momento, de qualquer lugar no mundo, por meio de qualquer dispositivo, como celulares, tablets e notebooks”, complementa Cunha. O que começou como teste conceitual para avaliar os benefícios da plataforma virtualizada deu tão certo que a Ouro Preto já se prepara para aperfeiçoar suas estações de trabalho.

“Durante o início dos testes que realizamos no período conceitual, virtualizamos apenas três workstations. Precisávamos testar a plataforma que utilizamos, uma vez que soluções de VDI (infraestrutura de dados virtualizados) são pouco difundidas na indústria de E&P. O conceito com as GPUs da NVIDIA foi um sucesso e resolvemos dar mais um passo em direção a esse processo”, explica Cunha.

“Já virtualizamos toda nossa área técnica, que hoje conta com dez workstations (utilizadas por geólogos, geofísicos, engenheiros de perfuração, engenheiros cartógrafos etc). O pedido dos equipamentos envolvidos na solução (hardware e software) já foi efetuado e estamos apenas aguardando a entrega dos mesmos para criar o ambiente definitivo”, finaliza.

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O código não tem que ser secreto – Por: Marcio Sanchiro

Há três anos, a possibilidade de que a EMC um dia ofereceria um código aberto livremente para o mundo seria considerada uma heresia. Até então, a ideia era a de que apenas compartilharíamos nosso próprio código fonte sobre nosso cadáver. Reconhecemos, naquela época, que para ganharmos no mundo da nuvem nativa era preciso fazer uma mudança radical de atitude em relação a código aberto. Por quê?

Em primeiro lugar, porque o sucesso como fornecedor neste mercado tem a ver com ter o apoio da comunidade sobre aquilo que você faz. Segundo porque o código aberto nos permite avançar mais rápido no desenvolvimento feito por comunidades de desenvolvedores. E em terceiro lugar, queremos eliminar as preocupações em torno de lock-in (obrigaçãoem alterar o preço de um produto de acordo com diferentes clientes).

Esta mudança de paradigma levou alguns anos para se manifestar, mas recentemente aceleramos o passo. Ao fazer essas contribuições, aprendemos detalhes importantes sobre a participação no mundo do Open Source que valem a pena compartilhar:

1. Quando você sente que está quase pronto para compartilhar seu código, você já está

Tradicionalmente, quando imaginamos o lançamento de um produto, pensamos: “Temos que deixá-lo perfeito e resolver tudo antes de colocá-lo no mercado”. Mas quando o assunto é código aberto é muito menos importante obter coisas perfeitas inicialmente e mais importante lançá-lo como domínio público para que a comunidade possa trabalhar, crescer junto com ele e, aí sim, deixá-lo perfeito.

O que aprendemos com os lançamentos recentes é que você tem mais credibilidade lançando o software e assumindo esta condição de aperfeiçoamento ao invés de vez de fingir que tudo está impecável e tratar o lançamento como um produto acabado.

2. Você não precisa da comunidade para começar o projeto, mas precisa do seu comprometimento para finalizá-lo

Você pode pensar que ao liberar o código aberto de algum projeto, será necessário ter mais 50 parcerias engatilhadas para compensá-lo. Na verdade você não precisa. A chave para a condução de uma iniciativa colaborativa está em apenas ter comprometimento em desenvolver um trabalho de qualidade. Se ele tiver de fato valor, a própria comunidade vai sustentar seu desenvolvimento.

3. Sua comunidade é auto seletiva

Você não consegue sempre escolher seus parceiros – a comunidade sim, os seleciona. A Intel é um dos nossos grandes parceiros, mas não antecipamos as principais contribuições que, em conjunto, fizemos com a Oregon State University. A universidade já usa um código aberto iniciado pela EMC e Intel para desenvolver um novo plug-in.

E por quê a universidade se envolveu numa iniciativa dessas? A participação em projetos de código aberto são uma ótima maneira para os alunos projetarem seus talentos e nomes na sociedade e no meio científico.

4. Nem todas as licenças de código aberto são iguais

Existem muito tipos de licenças diferentes para códigos abertos. As diferenças entre as licenças são extremamente importantes para entender como elas podem afetar a contribuição da comunidade. Considerando-se que é possível garantir que todo o código desenvolvido como resultado do projeto continua a ser um “open source”, os outros desenvolvedores podem ter ainda mais interesse com diferentes projetos. Nosso próximo lançamento sairá inicialmente sob uma licença pública do Mozilla e, em seguida, migrará para o Apache License 2.0, beneficiando a comunidade de maneira única.

E quais os próximos passos? Achamos que muito do desenvolvimento de software e da nossa própria natureza vai trilhar pelo caminho do open source. Isso é comprovado de diversas formas e acontece cada vez mais. Parte de nossos códigossão inclusive compartilhados publicamente em nosso site, na comunidade de desenvolvedores: EMC{code} community.

Conheça os nossos códigos, nos diga o que pensa e contribua em sua programação. Seus comentários vão nos ajudar a nos tornar melhores membros da comunidade do código aberto e a sua contribuição vai fazer um melhor software para todos.

*Marcio Sanchiro, Especialista Sênior em Cloud e Storage no Brasil e Cone Sul da EMC

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BB vai ampliar uso do BB no Internet Banking para seis milhões de clientes

O Banco do Brasil iniciou no último mês de maio uma estratégia para a oferta massificada da tecnologia conhecida como BB Code, para a autenticação de transações via internet. A meta do BB é levar a solução para novos seis milhões de usuários. A adesão à ferramenta, que pode ser baixada em smartphones, é rápida e inteiramente gratuita. Numa etapa inicial, o BB Code será oferecido para 2,4 milhões de clientes do Banco, usuários frequentes do autoatendimento na internet e pelo mobile.

Com cerca de 500 mil adesões até aqui, o BB Code foi desenvolvido por funcionários cadastrados no Programa de Bolsas de Mestrado e Doutorado da Universidade Corporativa do Banco do Brasil (UniBB) e usa como base a tecnologia conhecida como QR-Code (código de barras bidimensional) e criptografia. Desde a criação da ferramenta, em 2012, não há registro de fraudes no seu uso: ela mantém a expressiva marca de 100% de aproveitamento em segurança contra fraudes eletrônicas.

Além da segurança adicional, o BB Code proporciona vários benefícios aos clientes, que podem ampliar em até três vezes o limite diário de suas transações – além de não precisar mais cadastrar seus computadores para acesso à conta. Outra vantagem é a extensão do horário para pagamentos até as 23h45, além do não bloqueio de senhas quando do uso de computadores infectados.

O processo de habilitação foi simplificado e se dá por meio da aceitação pelo cliente da oferta no Internet Banking, sem a necessidade de comparecimento as agências do BB, transação de confirmação em terminal eletrônico ou envio de formulários aos sistemas do Banco.

Os clientes selecionados para a oferta, ao acessarem sua conta pela internet, vão receber uma mensagem com um QR Code, informando que ele está apto a instalar o BB Code em uma única etapa, a partir da captura da imagem e confirmação no smartphone. Mais informações podem ser obtidas no site www.bbcode.com.br.

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PROTESTE pede à Microsoft para suspender imposição de atualização para o Windows 10

A PROTESTE Associação de Consumidores notificou a Microsoft para suspender a imposição da atualização do sistema operacional para o Windows 10. Usuários relataram terem recebido diversas notificações em forma de pop-ups para fazer a atualização e outros foram surpreendidos com o início do processo. Outros disseram não conseguir nem mais utilizar o equipamento se não fizessem a atualização.

Na avaliação da PROTESTE, a atualização deve ser escolhida de forma consciente pelo consumidor, não devendo ser imposta como está ocorrendo. Houve casos em que por algum motivo a atualização danificou o programa responsável pelo suporte básico de acesso de entrada e saída do sistema operacional.

Quando do lançamento do Windows 10, alguns usuários do Windows 7, 8 e 8.1, foram informados pela Microsoft que este novo sistema operacional poderia ser obtido gratuitamente até 29 de julho próximo.

Mas ocorre que o sistema lança avisos com a data marcada, que é possível adiar, mas que reaparecem posteriormente. Os usuários que não veem estes avisos podem ser pegos de surpresa por um novo sistema operativo ao iniciar o computador.

Na notificação, foi pedida para a Microsoft reparar imediatamente os danos ocorridos em alguns programas dos consumidores e adotar providências para que pare de impor a atualização do sistema operacional.

A conduta da empresa Microsoft configura prática abusiva nos termos do artigo 39, incisos I, III e VI do Código de Defesa do Consumidor, que ocorre nos casos em que o fornecedor condiciona produtos ou serviços ao fornecimento de outros produtos ou serviços, também quando há a entrega ou execução de produto/serviço sem solicitação prévia do consumidor.

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Conheça as 8 ferramentas mais populares para cobrar por suas vendas online de forma segura

Por José Abuchaem Diretor de Marketing da Nuvem Shop

O comércio eletrônico revolucionou o mercado. A cada dia, ganha mais adeptos interessados em comprar no conforto do lar, com a facilidade de interfaces intuitivas e elaboradas. Uma única questão, contudo, ainda gera certa insegurança nas pessoas: o pagamento.
Afinal, como cada ferramenta funciona? Como administrador de um negócio online, você precisa estar por dentro desse tema e oferecer a opção mais segura e prática ao cliente e ao seu caixa.
Muitas das plataformas que dão suporte as lojas virtuais, oferecem integração com varias ferramentas ao mesmo tempo. Esse é o caso da Nuvem Shop por exemplo.
Neste artigo, trazemos algumas informações para que você entenda melhor os serviços e faça sua escolha com mais tranquilidade.

Algumas das ferramentas mais utilizadas no Brasil

Cielo

Considerada uma adquirente por fazer a conexão diretamente com as bandeiras de cartão, a Cielo é uma das plataformas mais populares do Brasil e oferece planos a partir de R$ 59,90 mensais.
O dinheiro das vendas feitas no débito é contabilizado em até um dia útil (com taxa de 2%), enquanto o das vendas em crédito leva até 31 dias corridos (com taxa de 2,5%).
O serviço não tem limite de vendas ou valores e conta com um monitoramento constante para evitar fraudes.

Moip

O Moip, por sua vez, atua como um facilitador de pagamento: coordena todas as transações de forma integrada e com checkout transparente, o que impacta diretamente na conversão dos visitantes.
Para compras no cartão de crédito, são cobrados uma taxa de 5,49% e R$ 0,69 por transação (ou 4,59% + R$ 0,69 se você usa a Nuvem Shop). Para boleto e débito online, os valores mudam: taxa de 3,49% e R$ 0,69 por transação (ou 2,39% + R$0,69 para os nossos lojistas). Compras parceladas têm proporções diferentes, que você pode conferir aqui.
Os prazos para recebimento do dinheiro também variam em cada caso e, com vendas e valores ilimitados, a plataforma ainda oferece o Programa Venda Protegida de cobertura antifraude.

PagSeguro

O PagSeguro é outra alternativa facilitadora de pagamento que tem um público significativamente grande. Além de cartões de crédito, débito e boleto bancário, também aceita vendas pagas através de depósito em conta e carteira eletrônica.
Um de seus diferenciais é a variedade de checkouts; você pode escolher entre três padrões diferentes de acordo com a necessidade de seu e-commerce: Padrão, Lightbox (janela interna) e Transparente (integrado).
O prazo para recebimento do dinheiro é de 30 dias, o valor fixo por transação é de R$ 0,40 e a taxa é de 3,99% em compras à vista ou parceladas.

PayPal

Outro intermediador de pagamento bastante popular e eficiente é o PayPal. Trabalha exclusivamente com cartões de crédito e débito em conta de bancos específicos, mas compensa essa “limitação” com a possibilidade de vendas internacionais, pouco comum entre os concorrentes.
Para transações à vista no Brasil, as taxas são de 4,99% mais R$ 0,60 (ou 3,99% + R$0,40 para quem usa a Nuvem Shop). Já as vendas a prazo contam com 2,39% em cada parcela. Em negociações para o exterior, há uma tarifa fixa de acordo com cada moeda e uma porcentagem de 5,99%.
O dinheiro é disponibilizado em sua conta PayPal dentro de 24 horas, ou em sua conta bancária em até três dias úteis. Se quiser, você ainda pode usar esse saldo para comprar produtos através da própria plataforma.

MercadoPago

O MercadoLivre é um excelente serviço de vendas, e integrá-lo à sua loja virtual traz diversos benefícios. Seu facilitador de pagamento próprio, o MercadoPago, também se mostra bastante eficiente.
Com taxas de 4,99% sobre cada transação, você permite que seus clientes parcelem as compras em até 24 vezes. Em até 14 dias após a comprovação do pagamento, o dinheiro é depositado em sua conta.
Para quem também usa o marketplace, contudo, não há custos e o saldo se atualiza apenas quando o consumidor e o lojista (você) qualificam a compra. O serviço conta ainda com um sistema completo de segurança, que garante acompanhamento 24 horas por dia e oferece o Programa de Proteção ao Vendedor.

DinheiroMail ou PayU

A PayU (antigamente conhecida como DinheiroMail) é outra boa opção facilitadora de pagamento. Seus principais destaques são a disponibilidade para sete países diferentes da América Latina e o Módulo Antifraude, que previne golpes e furtos.
Possui dois planos: o para lojistas de e-commerce iniciantes (com taxas de 3.99% mais R$ 0,39 por transação) e o avançado, com pagamento em um clique e outros recursos adicionais. O dinheiro das vendas é creditado em até 48 horas úteis.
Não há limite de transações, mas aquelas feitas através de boleto bancário devem ter valor entre R$ 10 e R$ 5000.

BCash

Outro facilitador de pagamentos eficiente e popular é o Bcash. Permitindo apenas vendas em território nacional, o serviço conta com taxas a partir de 4,95% para as mais diversas formas de pagamento e também possibilita o parcelamento em até 24 vezes.
O dinheiro pode ser retirado depois de 14 dias úteis e o primeiro saque de cada mês é gratuito, enquanto os outros custam R$ 2,50. Contas verificadas não têm limite de vendas ou valores, mas as não validadas permitem até R$ 1000 (versão pessoal) ou R$ 2000 (versão empresarial).
Você ainda conta com a ferramenta antifraude Fcontrol e pode escolher o plano mais adequado para a realidade do seu negócio.

Itaú Shopline

O Itaú, sendo um dos principais bancos do Brasil, também desenvolveu seu próprio facilitador de pagamento: Itaú Shopline. As vantagens de ter uma conta corrente e utilizar esse serviço em seu e-commerce é o controle através do Itaú Bankline Empresa, com funcionalidades e informações bastante úteis.
Além disso, você facilita a compra para seus clientes que usam o banco, permitindo que paguem pelas compras à vista por transferência ou através de boleto bancário, cartão de crédito Itaucard e financiamento por crediário automático.
As taxas e prazos variam de acordo com o seu contrato, portanto, vale a pena conversar com o seu gerente.

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Huawei, Prefeitura de Curitiba e Instituto Smart City Business formalizam cooperação institucional

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A Prefeitura de Curitiba, a empresa Huawei e o Instituto Smart City Business firmaram uma carta de intenções de cooperação institucional para promoção do conceito de cidades inteligentes (smart cities). Pelo acordo, a Huawei apresentará produtos e ideias já implementadas em outras cidades no mundo que são referência internacional em qualidade de vida, desenvolvimento e respeito ao cidadão, bem como a demonstrar o conhecimento relacionado a projetos de cidades inteligentes existentes no mundo.

“Buscamos parcerias com diferentes instituições, sempre focados na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. Neste sentido, a prefeitura tem desenvolvido projetos em conjunto com universidades, instituições de pesquisa e governos. A Huawei é uma empresa com atuação destacada nesta área e temos interesse em conhecer os projetos, ideias e experiências da empresa em outras cidades do mundo”, observa Paulo Miranda, secretário de Informação e Tecnologia.

A carta de intenções foi assinada na última semana em cerimônia que contou com a presença do Prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, o CEO da Huawei do Brasil, Jason Zhao, e o Presidente do Instituto Smart City Business, Leopoldo de Albuquerque, também parceiro nesta cooperação.

“Estamos muito entusiasmados em colaborar com o Município de Curitiba para o desenvolvimento e aplicação do conceito de cidades inteligentes. A Huawei acredita que a inovação tecnológica dedicada a tornar as cidades mais inteligentes resulta em cidadãos mais seguros, saudáveis, felizes e capazes de aproveitar suas vida de forma plena. O conceito de cidades inteligentes também irá promover a conexão entre prefeituras e cidadãos, tornando essa relação mais rápida e eficiente”, diz Jason Zhao, CEO da Huawei do Brasil.

Presente em mais de 170 países e territórios, a Huawei participou em dezenas de projetos de cidades inteligentes e seguras em todo o mundo, inclusive no Brasil, onde a empresa participa de iniciativas em Águas de São Pedro, em São Paulo, e Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. A Huawei também investe em pesquisa e desenvolvimento no campo das cidades inteligentes e seguras por meio de parcerias com universidades brasileiras, como a Universidade de São Paulo e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

Para o presidente do Instituto Smart City Business, esta iniciativa prática mostra o real objetivo da entidade que realizou seu congresso na capital paranaense em de março deste ano, e manteve aquecido o diálogo entre a Prefeitura e os chineses. “Promovemos uma agenda de debates para aproximar a iniciativa privada da gestão pública, esta parceria é um dos resultados práticos do nosso último evento e tenho certeza que a Huawei fará aqui será uma vitrine para outras cidades brasileiras e da América Latina”, destaca Albuquerque.

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