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Dynatrace leva monitoramento full stack para Microsoft Azure Marketplace

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Performance Digital, anuncia a disponibilidade de suas soluções no Microsoft Azure Marketplace. O anúncio permite levar o monitoramento integrado full stack da Dynatrace para aplicações web, serviços em Cloud e máquinas virtuais do Azure, atendendo, assim, necessidades de computação em Nuvem dos negócios atuais. Os clientes da Microsoft agora poderão implantar a solução da Dynatrace para Azure Marketplace para monitorar todos os ambientes e obter uma visão detalhada sobre a performance de aplicações modernas.

“A disponibilidade de nossa solução no Microsoft Azure Marketplace nos preparou para novos padrões de compra e preços flexíveis, possibilitando que nossos clientes implantem as ferramentas com facilidade. Sem qualquer interferência, a integração traz agora funcionalidades de gerenciamento e monitoramento de aplicações orientadas por Inteligência Artificial (IA) para os ambientes Azure e aplicações .NET Core”, afirma Steve Tack, Vice-Presidente Sênior de Gestão de Produtos da Dynatrace.

“A equipe da Dynatrace trabalha de forma bastante alinhada com os engenheiros do Azure para garantir que a empresa suporte as tecnologias mais recentes do .NET Core e Azure Service Fabric para o Azure App Services. Os clientes que dependem do Microsoft Azure como parte integral de suas iniciativas de transformação digital podem esperar da Dynatrace a segurança de que suas aplicações funcionem como deveriam. Isso é o que as empresas inovadoras estão procurando: a capacidade de usar as tecnologias mais recentes juntamente com a confiança de que elas funcionarão”, diz Tack.

“Temos o prazer de receber a Dynatrace no Microsoft Azure Marketplace. A empresa se baseia na produtividade, inteligência e funcionalidades híbridas, apoiando clientes com monitoramento de performance de aplicações e contêineres aprimorado em toda a organização”, afirma Eduardo Kassner, CTIO (Chief Technology & Innovation Officer), Worldwide Channels & Programs, One Commercial Partner da Microsoft Corp.

A visualização do Smartscape da Dynatrace permite um retrato em tempo real de topologias completas do ambiente, tornando-se uma solução ideal para gerenciar a performance das aplicações em Nuvens Públicas e Privadas.

A First Tech Federal Credit Union, uma empresa de serviços financeiros que é classificada como uma das cooperativas de crédito mais seguras dos Estados Unidos, selecionou a Dynatrace por sua parceria estratégica em Nuvem e funcionalidades de integração.

“A Dynatrace tem as mais fortes capacidades de integração em Nuvem do mercado. Uma das principais razões pelas quais a escolhemos foi porque ela oferece uma integração inédita com o Microsoft Azure. Não encontramos nenhuma outra solução de monitoramento que se compare a essa, ou à sua plataforma de IA, que nos permite ver todas as camadas com tal clareza. Podemos identificar as principais causas de potenciais problemas diretamente nas linhas de código, não importando onde elas estejam”, afirma Sam Poozhikala, Diretor Sênior de TI da First Tech Federal Credit Union.

Embora o crescimento de microsserviços, conteinerização e ambientes em Nuvem tenha permitido que as empresas inovem e respondam às influências dos consumidores e do mercado mais rapidamente, a complexidade do stack de TI aumentou consideravelmente. Como resultado, a necessidade de monitoramento de desempenho de aplicações que utiliza inteligência artificial para entender as complexidades de performance em ambientes de Nuvem hiperdinâmicos é uma exigência absoluta para todos os negócios digitais. A Dynatrace identifica automaticamente os problemas de aplicações e infraestruturas, fornecendo parâmetro automatizado, correlação de problemas e detecção de principais causas, em implantações de Nuvens Públicas ou Híbridas ou durante o processo de migração para a Nuvem.

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Scrum & Gamification – O Poder da Associação

Por Yuri Escariao, Project Manager e Luiz Sérgio Batista Das Neves, Delivery Manager – Cognizant Brasil

Sabemos que nosso cérebro tem uma fantástica habilidade para associar coisas e isso é, de fato, um poderoso processo de aprendizado. Conseguimos aprender e reter informações diariamente, ao associar fatos, conceitos e imagens para criar pensamentos complexos e imagens mentais. Para gerentes de projetos e de programas, esse poder é útil, na medida em que lidam com os chamados três P’s: Pessoas, Processos e Produtos.

Esse poder de associação na gestão de projetos pode ser usado com o framework Scrum e a Gamificação. Mas o que significam estes dois conceitos?

Scrum: no livro “A Arte de Fazer o Dobro de Trabalho na Metade do Tempo”, de Jeff Sutherland, o termo Scrum está associado à forma dinâmica como uma equipe trabalha em conjunto para atingir um objetivo, assim como um jogo de rugby. A partir deste novo modelo de colaboração, a comunidade de gerenciamento de projetos aclamou a obra como um marco definitivo em relação às práticas de gerenciamento de projetos.

Ao reunir a coleção das ideias do livro e associando a estas práticas, o framework Scrum nos leva a lidar com a incerteza e a criatividade de maneira lúdica. Estas duas palavras-chave conduzem a associação do Scrum com Gamificação.

Gamificação: Em 2012, K. Huotari e J. Hamari propuseram, na 16ª Conferência Internacional Mindtrek Acadêmica (Finlândia), uma definição para gamificação: “A aplicação de elementos e princípios de design de games em contextos não relacionados a games”. Isso é exatamente a essência da associação em questão – Scrum tem tudo a ver com dar poder aos times para alcançar um objetivo comum. Portanto, por que não aumentar a colaboração dentro da equipe, introduzindo o conceito de gamificação nas células Scrum?

Todos sabemos que existem jogos sem nenhuma expectativa de ganhos intelectuais ou materiais, onde o foco é apenas se divertir! Porém, estamos procurando associar a diversão com a colaboração no contexto do Scrum e, portanto, reforçar a sensação de ser parte de um time que é motivado a tomar decisões, sempre em busca da melhor solução para o cliente. Assim, surge o pensamento mais complexo envolvendo “Scrum” com “Fun”[1].

Venha e jogue conosco

O framework Scrum fornece ferramentas e procedimentos ao longo dos ciclos de inspeção e adaptação, que chamamos de sprints. No início, temos uma sprint chamada grooming, na qual encontramos todos os envolvidos para começar o projeto. Nesta sprint inicial vamos começar a colaborar no entendimento e refino das necessidades dos usuários, a partir dos épicos e estórias que, em última análise, são os objetivos que a equipe deve alcançar ao longo das sprints. Para cada estoria de usuário, a equipe avalia o esforço de desenvolvimento correspondente, cuja medida é dada em story points. Em nossa experiência implementando células Scrum, também propusemos que os business points (definidos pelo PO) formassem uma pontuação baseada na importância das estórias para o negócio, sendo usados para calibrar as prioridades entre os story points.

Neste momento, podemos naturalmente perceber a possibilidade associar os pontos mencionados com qualquer jogo que você conheça. Essa associação permite o aumento da colaboração no projeto através de jogos, nos quais o time ganha pontos no progresso de seu trabalho.

Em um exemplo prático de um projeto, criamos um ranking baseado na saga STAR WARS. Conforme o time como um todo ia entregando as estórias e, consequentemente, ganhando story points, iam também evoluindo dentro desse universo, começando como YOUNGLING, avançando como PADAWAN e podendo chegar até mesmo a Grão-Mestre JEDI. Os pontos ganhos também puderam ser usados como créditos para ser trocados por armas como sabres de luz, bônus de ataque, defesas e uso da “Força” em um RPG que era jogado pela equipe uma vez por semana, tendo o Scrum Master no papel do Game Master. Por outro lado, estes pontos não poderiam ser ganhos em detrimento da qualidade e, por isso, os pontos correspondentes eram descontados em relação às estórias com erros reportados.

A implementação da gamificação no Scrum foi uma experiência muito gratificante e satisfatória, tanto na dimensão profissional como pessoal. Todo o processo tornou-se mais leve, mais divertido e mantendo a eficiência do time, em linha com os princípios do Scrum. A equipe aumentou sua coesão, trabalhando de forma colaborativa em “missões galácticas” e desafiadoras, ganhando mais pontos para seus membros. Além disso, o Scrum teve plena adesão dos colaboradores, gerou união e aumentou a produtividade, com pessoas comprometidas com os ganhos e a qualidade. Não houve concorrência para ver quem era o melhor mas, sim, para ver como o time faria para vencer o Game Master. A equipe lutou junta para que todos fossem Jedis. Foram adquiridos bottons com as insígnias JEDI para a equipe, e foi ótimo vê-los serem orgulhosamente fixados em suas mochilas.

[1] Mantidas as palavras do texto original para reforçar a associação com a rima das palavras, em linha com a versão em Inglês.

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RoboFEI é campeão latino-americano e brasileiro de robótica

A equipe RoboFEI do Centro Universitário FEI participou da Competição Latino-Americana e Brasileira de Robótica, em Curitiba, no Paraná. O projeto foi campeão em duas categorias: o futebol de robôs humanoides e @Home, com a robô Judith. Com este título, Judith tornou-se bicampeã latino-americana e brasileira de robótica. Atualmente, o RoboFEI possui um dos melhores desenvolvimentos em robótica móvel e inteligente do País.

RoboFEI

O projeto RoboFEI existe desde 2003, quando começou a projetar, desenvolver e aprimorar projetos de robótica para competir nas categorias de futebol de robôs da IEEE e RoboCup. Desde então, o projeto cresceu e foi muito além de simplesmente criar um time de robôs que disputa uma partida de futebol. Sua intenção é, e sempre foi contribuir para o avanço científico e tecnológico dos alunos de graduação e pós-graduação do Centro Universitário FEI.

Juntamente com os programas de mestrado e doutorado em Inteligência Artificial Aplicada a Automação (IAAA), o projeto RoboFEI hoje agrupa alunos de graduação dos cursos de Ciência da Computação, Engenharia de Automação e Controle, Engenharia Mecânica, além de alunos de mestrado e doutorado em Engenharia Elétrica, aproximando-os dos avanços mais modernos e atuais em inteligência artificial e robótica.

O aprendizado de quem participa do RoboFEI é enorme e vai muito além do aprendido em sala de aula. Além disso, o contato dos alunos de graduação com os de mestrado e doutorado, e vice-versa, cria um ambiente favorável ao desenvolvimento científico e tecnológico que perdura e gera resultados ao longo de anos. Não à toa que hoje a FEI possui um dos melhores desenvolvimentos em robótica móvel e inteligente do País, e este avanço é cada vez maior a cada ano que passa.

O RoboFEI participa da Competição Brasileira de Robótica (CBR) desde a sua primeira edição, em 2003. Atualmente, as equipes competem nas categorias que demandam os mais avançados robôs, sendo uma das maiores vencedoras das competições que participam.

Judith @Home

Judith foi desenvolvida em 2015 como uma iniciativa da área de Interação Humano-Robô nos projetos de robótica da FEI. O objetivo do projeto é oferecer suporte às pessoas em residências, como por exemplo, ajudar nas tarefas de pessoas com baixa mobilidade. Sendo assim, Judith possui um conjunto de sensores como laser, ultrassons, infravermelhos e câmeras que permitem identificar em qual ambiente ela se encontra, reconhecer pessoas e objetos. Além disso, também é capaz de abrir portas, pegar utensílios e realizar demais movimentos no processo interativo com o ambiente e com as pessoas. Coordenado pelo Prof. Plínio T. Aquino Jr., o projeto conta com o trabalho e pesquisa de alunos de graduação dos cursos de Ciência da Computação, Engenharia Mecânica, Elétrica, Automação e Controle, alunos e professores do mestrado e doutorado em Engenharia Elétrica. Ano passado, a Judith ganhou o primeiro lugar na Competição Latino- Americana e Brasileira de Robótica.

Humanoide

Esta linha de pesquisa foca no desenvolvimento de robôs humanoides, com estudo e desenvolvimento de otimização de passos, métodos de estabilização, visão e localização, raciocínio de alto nível, entre outros. Os humanoides também participam da RoboCup e jogam futebol, além de servirem como excelente plataforma de pesquisas avançadas e de ponta em nível mundial. A equipe RoboFEI é bicampeã latino-americana e brasileira nesta categoria, e figurou entre as melhores equipes de robôs humanoides do mundo, em 2016.

Small Size League

O objetivo principal desta categoria é desenvolver a colaboração entre robôs autônomos e inteligentes. O ambiente aplicado é um jogo de futebol entre robôs. Seu foco é fazer com que os robôs joguem em conjunto executando e desenvolvendo passes e dribles, sistemas de ataque e defesa, estratégias de acordo com os movimentos do oponente. A equipe do RoboFEI, nesta categoria, é hexacampeã brasileira, tetracampeã latino-americana e já figurou entre as oito melhores equipes do mundo na RoboCup internacional, junto com equipes do Japão, Alemanha, EUA, entre outros.

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43% dos consumidores pretendem comprar na Black Friday se os preços e descontos valerem a pena, mostra SPC Brasil

Ainda assim, 39% pretendem gastar menos com os produtos em relação ao ano passado. Valor médio das compras deve ter queda de R$ 378 em relação ao ano passado. 63% esperam descontos acima de 40% – smartphones e roupas devem ser os produtos mais comprados

A Black Friday é relativamente nova no Brasil, mas não passa despercebida pelos consumidores brasileiros e ganha cada vez mais força no calendário do varejo. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que 39% dos consumidores têm a intenção de fazer compras na Black Friday de 2017, que será no dia 24 de novembro, e 43% também pretendem comprar, dependendo dos preços e descontos ofertados.

Entre os que pretendem comprar este ano, 72% consideram a data um momento oportuno para adquirir algo que estejam precisando com preços baixos. Já entre os que não pretendem comprar no evento, os principais motivos são falta de dinheiro (23%), considerar que o momento econômico não é favorável para compras (18%) e a crença de que a promoção anunciada não seja real (16%).

Em 2016, 39% fizeram compras na Black Friday. Em relação ao ano passado, 31% pretendem comprar mais produtos no evento deste ano e 27% comprar menos. Já 24% pretendem gastar mais e 39% gastar menos.

Entre os que pretendem gastar mais, os principais motivos são ter mais produtos para comprar (37%), acreditar que os produtos estarão com um preço bom e que vale a pena aproveitar a promoção (32%) e ter economizado ao longo do ano para poder gastar (27%). Entre os que pretendem gastar menos, os principais motivos são o orçamento apertado (23%), ter outras prioridades (16%) e a vontade de economizar (16%).

Em média, os consumidores pretendem comprar três produtos e gastar cerca de R$ 1.047,80 – uma queda de R$ 378,32 em relação a 2016, mas 56% ainda não definiram quantos produtos. Seis em cada dez consumidores (63%) esperam descontos acima de 40%, sendo a média geral de 47% de desconto.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, se a compra é necessária e o consumidor tem perspectiva de conseguir um bom desconto, vale a pena esperar. “É bom que os consumidores saibam aproveitar verdadeiras oportunidades e busquem pelo preço mais baixo. O tamanho do desconto, no entanto, depende de que se faça pesquisa desde já, anotando e comparando os resultados da busca. É um exercício que exige paciência e certa disciplina”, afirma.

Smartphones e roupas serão os produtos mais comprados

A pesquisa identificou que as os celulares e smartphones (29%), roupas (28%) e os eletrodomésticos (25%) serão os produtos mais comprados na Black Friday deste ano. Comparando com a intenção de compras de 2016, as roupas perderam espaço (37% no ano passado).

A forma de pagamento mais utilizada será o cartão de crédito parcelado (42%) e o dinheiro (26%). Entre os pagamentos parcelados, a média de parcelas será de seis prestações. A economista, no entanto, faz ressalvas importantes aos compradores. “De parte do consumidor, a oportunidade do desconto deve ser usada com sabedoria, para que não se caia na armadilha das promoções. Caso não haja um bom controle do orçamento, é alto o risco de a pessoa gerar uma bola de neve de dívidas”, afirma.

Prova disso é que 16% dos consumidores que têm a intenção de comprar na Black Friday admitiram gastar mais do que pode nas compras durante as promoções, já que não resistem às oportunidades e 7% pretendem deixar de pagar alguma conta para poder comprar na Black Friday. Cerca de 26% estão atualmente com alguma conta em atraso, sendo que desses, 73% estão com o nome sujo no momento.

Sites lideram entre os locais de compra

A pesquisa também investigou quais são os principais locais que os brasileiros farão as compras e os mais mencionados são os sites de lojas nacionais (56%) e o shopping center (23%) e entre os principais fatores de influência na compra estão os preços (51%), o frete grátis (34%) e a qualidade dos produtos (27%).

De acordo com o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, promover ofertas reais pode fazer a diferença na hora das vendas nessa época do ano. “As lojas que praticarem descontos verdadeiros acabarão se destacando diante da concorrência”, afirma. “Não apenas nas lojas virtuais, que já estão consolidadas neste evento, mas promoções nos shoppings também ganharam seu espaço e os lojistas que quiserem aumentar o público devem pensar em estratégias de marketing não apenas online.”

Em relação aos que compram na internet, 46% dão preferência a sites de lojas e marcas conhecidas e 31% aos sites que disponibilizam frete grátis. A grande maioria (94%) afirma fazer pesquisa de preço antes das compras e, destes, 41% pretendem utilizar sites e aplicativos de comparação de preço e 41% buscam visitar os sites de lojas que tem o costume de comprar. A maioria dos entrevistados (88%) também afirma ter o costume de buscar informações e dicas de como fazer boas compras para aproveitar as promoções, principalmente pela internet (81%).

Quatro em cada dez consumidores (40%) pretendem fazer suas compras apenas no dia da Black Friday, 26% comprarão ao longo do mês de novembro, 7% planejam madrugar na porta das lojas físicas para garantir as compras, enquanto 33% pretendem passar a madrugada na internet para garantir a compra dos itens desejados. E um alerta às empresas: 61% pretendem ficar conectados no período de trabalho para aproveitar as melhores ofertas.

33% compraram mais do que o previsto em 2016

Perguntados sobre as compras na Black Friday de 2016, apenas 11% tiveram algum tipo de problema com as compras, sendo o mais citado a entrega fora do prazo (5%). Entre estes, a maioria (51%) conseguiu solucionar o problema, principalmente por meio da troca do produto (12%).

Em uma escala de 1 a 10, a nota média de satisfação com a Black Friday do ano passado foi de 7,37 – abaixo do 8,5 de 2015. 85% consideram que valeu a pena a compra na Black Friday de 2016 e 74% consideram que o percentual de desconto anunciado foi real no momento da compra.

Sete em cada dez consumidores (67%) afirmam ter planejado as compras realizadas no ano passado, mas 33% compraram mais do que o previsto e 5% ficaram com o nome sujo por causa de compras feitas.

Metodologia

O SPC Brasil entrevistou 1.616 consumidores de ambos os sexos, acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras para identificar o percentual de pessoas que pretendem comprar na Black Friday. Em um segundo momento, a partir de uma amostra de 642 casos, foi investigado de forma detalhada o comportamento do consumo, gerando um intervalo de confiança de 95%.

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MoneyMan usa tecnologia de big data e amplia oferta de crédito a consumidores inexplorados pelos bancos

FinTech de origem europeia planeja conceder, com segurança, mais de R$ 18 milhões em pequenos empréstimos online até dezembro; o uso de tecnologia intensiva permite traçar o potencial financeiro de nomes negativados em até cinco minutos

Apenas 15 segundos são necessários para o site MoneyMan determinar se uma pessoa do outro lado da internet é quem diz ser. Da mesma forma, em até cinco minutos, é capaz de avaliar seu potencial financeiro, concedendo-lhe crédito de R$ 200 a R$ 3.000, a serem pagos em até doze meses, sem a apresentação de garantias. A facilidade, aliada à agilidade da operação tem levado a empresa a receber, em média, 700 pedidos de crédito todos os dias.

O modelo de negócios por trás desta FinTech europeia, que chegou ao mercado brasileiro em novembro de 2016, baseia-se em dois pilares. De um lado, a prospecção de um imenso mercado desprezado pelos bancos varejistas tradicionais. Ou seja, os cidadãos brasileiros que possuem uma conta bancária, mas que tiveram o seu nome negativado em um prazo recente, ou cujos rendimentos, em boa parte, provêm na economia informal. De outro, ancora-se em decisões de crédito feitas com base em big data, tecnologia que vasculha oceanos de dados dispersos na internet e em outras bases, cruzando informações das economias formal e informal para compor o perfil financeiro de cada cliente em potencial muito mais rico e detalhado.

A ID Finance, a quem pertence o serviço de empréstimo online pelo site do MoneyMan, chegou ao Brasil com a meta de fechar, até dezembro deste ano, 80 mil operações de crédito online que deverão totalizar R$ 18 milhões. Depois de experiências bem sucedidas na Espanha, Rússia, Cazaquistão, Polônia, Georgia e México, a fintech aposta no mercado local, onde Antonio Brito, country manager do MoneyMan, calcula que o potencial de empréstimos online seja de 90 bilhões anuais.

Risco minimizado
Para o executivo, o segredo de seu negócio está em precificar corretamente o risco. “Queremos democratizar o crédito, mas garantindo a segurança ao negócio”, resume. Na visão de Brito, ao contrário do mercado tradicional, onde os bancos simplesmente não emprestam para segmentos considerados de alto risco, o objetivo do MoneyMan é aprimorar a interpretação do perfil do cliente.

Para o executivo, o seu tipo de produto financeiro envolve sempre algum nível de fraude. No entanto, entre os vários recursos usados para minimizá-lo, Brito conta que, desde o início da operação no País, usa os serviços da BigData Corp, empresa líder em big data na América Latina. “Foi o que nos possibilitou dispormos de fontes alternativas de dados para segmentar os consumidores de forma muito mais eficiente, avaliando o risco no detalhe”, resume o executivo. Além de outras ferramentas, o perfil financeiro do cliente é checado em função de seu comportamento na internet. “A BigData Corp tem uma base de dados que gera grande relevância estatística, permitindo uma análise preditiva muito mais eficiente que outros sistemas e minimizando a incidência de fraudes”, garante.

20 milhões de sites monitorados semanalmente
Essa eficiência só é possível ante o volume de dados coletados periodicamente. A BigData Corp monitora os cerca de 20 milhões de sites disponíveis no Brasil usando para isso um “exército” de 10 mil servidores semanalmente. “Com a base de informação de que dispõem, é possível fazer tanto a validação do internauta que está pedindo crédito, para saber se é efetivamente quem ele diz ser, como também levantar os dados que alimentam minha análise de crédito”, resume.

Apesar de toda a tecnologia envolvida, para o usuário final, o sistema é muito simples. Com o sistema da BigData Corp, todos os que pleiteiam um empréstimo são submetidos a um questionário de múltipla escolha de apenas três perguntas. Além de pedir informações sobre dados cadastrais de praxe, como o nome da mãe ou a data de nascimento, o questionário trata de detalhes do comportamento na internet que só a própria pessoa poderia saber. Entre elas, qual o signo da mãe do usuário e qual é o site entre os apresentados do qual é dono. As informações pessoais dos usuários são colhidas automaticamente em sites públicos e abertos na internet e servem de base para o questionário.

Todo o processo é rápido e online, bem diferente de sistemas tradicionais de validação de clientes, os quais lançam mão de telefonemas dados por call centers, e nos quais o consumidor é instado a dar seus dados pessoais a um desconhecido do outro lado da linha telefônica.

Conversão de clientes
Na validação do usuário, tudo é medido. O tempo de resposta às perguntas, o índice de acerto de quem responde e uma série de outros fatores são avaliados, filtrando de forma automática os perfis válidos, separando-os dos “sob suspeita”. “A intenção, desde o início, era que essa validação fosse automatizada”, conta o executivo. “O cliente já vem por meio da internet e faz sentido que sua validação também se dê na internet”, comenta. “Melhor: a rapidez com que sua identidade é checada – ou seja 15 segundos – ajuda na sua conversão”, explica Brito. Segundo ele, se o MoneyMan não possuísse o sistema, sua equipe de validação obrigatoriamente seria, no mínimo, o dobro da atual.

Brito conta que a integração da BigData Corp com os sistemas corporativos do MoneyMan deu-se em apenas 15 dias. Já a configuração dos processos de validação é feita via painel de controle ou online. Para o executivo, o sucesso do seu negócio vai muito além das ferramentas de big data. No entanto, admite, hoje elas são parte essencial da sua eficiência.

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Live pelo Facebook atrai quase meio milhão de estudantes

Foto: Rodrigo Pinto / VDO

Com mais de 6 milhões de candidatos inscritos para participar do Enem 2017, a Editora Positivo, uma das principais produtoras de material didático e sistemas de ensino para escolas públicas e privadas no país, decidiu conversar com os estudantes que realizaram as provas, utilizando, para isso, as redes sociais. Nos dois domingos de prova do Enem (5 e 12 de novembro), mais de 40 especialistas da Editora, responsáveis por produzir os materiais didáticos do Sistema Positivo de Ensino, participaram de transmissões ao vivo, analisando as provas e comentando as questões. As lives foram realizadas na página da Editora Positivo no Facebook.

A estratégia chamou a atenção de estudantes de todo o país. Os candidatos interagiram enviando perguntas e comentários durante as duas horas de transmissão iniciadas sempre depois do término das provas. No último domingo, a transmissão alcançou quase 2 milhões e meio de pessoas e registrou 416 mil visualizações – número superior a todas as mídias oferecidas à Editora com o mesmo objetivo. Mais de 60% do público atingido foram mulheres, entre 18 e 24 anos. O maior público foi proveniente de São Paulo e Minas Gerais. O gerente de marketing da Editora Positivo, Fabricio Almada, avalia a ação como uma excelente estratégia de comunicação. “Como o gabarito oficial leva alguns dias para ser divulgado, o objetivo era ajudar esses estudantes a aliviar um pouco a ansiedade sobre o desempenho individual e também fortalecer a nossa marca como produtora de conteúdo de qualidade”, destaca.

Para garantir que a estratégia fosse bem sucedida, sem correr o risco de expor a marca nas redes sociais, a Editora Positivo contratou um parceiro com expertise em transmissões ao vivo pela internet, que garantiu a estrutura necessária. O diretor da VDO Live Broadcast, Jean Kuss, explica que, em situações assim, é muito importante planejar a ação com antecedência para evitar que a estratégia acabe se transformando num tiro no pé. “Pensamos em cada detalhe, do microfone e ponto eletrônico nos apresentadores até o product placement dos livros da Editora no cenário. Trabalhamos muitos formatos de interatividade – e acreditamos ser o motor principal de um engajamento ao vivo. Tudo para empoderar o espectador, fazê-lo se sentir parte do evento que estamos comunicando, e estabelecer uma relação autêntica com o nosso público”, afirma Jean. A expertise com transmissões ao vivo permitiu à VDO adaptar-se à demanda dos internautas no decorrer da transmissão, sem deixar cair a qualidade. “Com o tema da redação voltado à inclusão dos deficientes auditivos, muitos internautas nos pediram tradução em Libras – o que foi rapidamente solucionado, por exemplo”, finaliza Kuss.

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Você sabe o que é CCaaS? – Por Alexandre Dias

Contact center as a service é muito mais que baixo custo. Chamado de operações ágeis, traz flexibilidade e escalabilidade para as centrais de atendimento.

Recente pesquisa da Forrester mostra o crescimento da adoção da nuvem pelos contact centers e como essas empresas estão se beneficiando da mudança para esta plataforma. O relatório prevê que o mercado mundial de nuvem atingirá US $ 236 bilhões em 2020. As vantagens dos contact centers em nuvem são mais do que apenas o custo. Muitos dos inúmeros benefícios se enquadram no que a Forrester chama de operações ágeis: flexibilidade, escalabilidade, facilidade de uso e implantação, confiabilidade e muito mais.

Assim, as soluções em nuvem passam a ser a escolha ideal para empresas que procuram otimizar suas práticas de atendimento ao cliente com a máxima eficiência. Selecionei aqui oito principais benefícios de um contact center na nuvem:

1- Econômico
Com a computação em nuvem, o mercado não está mais ligado ao hardware do mundo real. No contact center, essa infraestrutura local pode ser esmagadora: servidores (múltiplos, redundantes para confiabilidade e backup), switches, telefones e muito mais. Com a central de atendimento na nuvem, a empresa fica liberada das despesas em hardware em favor de um modelo baseado em assinatura, que é mais fácil e acessível.

2- Ágil
As organizações são atraídas pela agilidade oferecidas pelos modelos na nuvem e pela capacidade de obter acesso às últimas inovações sem grandes gastos de capital inicial como no software on-premise. O acesso à inovação contínua permite que as organizações se mantenham melhor alinhadas com a mudança das expectativas dos clientes.

3- Escalável
A nuvem é ideal para empresas em crescimento ou com crescimento sazonal. Isto é especialmente verdadeiro nas centrais de atendimento, onde o tráfego tem fluxo constante. Não há necessidade de planejar infraestrutura para lidar com as demandas sazonais, nem hardware ocioso em torno da espera desse estouro de tráfego de entrada. A empresa pode fazer a escala para cima ou para baixo conforme necessário e pagará apenas pelo que usar.

4- Enxuto
As soluções em nuvem são altamente econômicas, como o hardware é off-site e gerenciado pelo fornecedor de computação em nuvem, a estrutura de TI é drasticamente reduzida. Agora, os executivos de TI podem ficar ocupados com a atividade-fim do contact center, em vez de escopo, aquisição e planejamento de manutenção para infraestrutura.

5- Versátil
As soluções em nuvem são fáceis de configurar e usar. Uma vez que tudo o que você precisa é um computador com acesso à internet e um navegador da Web para acessar e operar o software na nuvem, sua força de trabalho pode ser distribuída entre vários locais, incluindo diferentes países, além de home office e coworking e, portanto, conseguirão oferecer atendimento ao cliente 24 horas por dia, 7 dias por semana.

6- Seguro
As soluções em nuvem oferecem o tremendo benefício da segurança aprimorada. Além disso, normalmente oferecem funções de recuperação de desastres mais fortes do que as soluções baseadas no local. Quando as interrupções ocorrem devido a desastres naturais ou a qualquer outro evento disruptivo, as soluções no local geralmente não estão bem equipadas e o fluxo de trabalho comercial é afetado.

7- Centralizado
Uma das grandes vantagens da plataforma cloud computing para centrais de atendimento com múltiplos sites é a centralização e integração do gerenciamento da operação como um todo. As maiores operações de atendimento a clientes abrangem diferentes regiões geográficas e a gestão de sistemas locais individuais apresenta grande complexidade do balanceamento entre esses sites, além de relatórios parciais. Mover para um único sistema baseado na nuvem não só simplifica a tecnologia, mas também fornece um impulso de eficiência adicional combinando melhor o volume de trabalho em um grupo virtual de agentes.

8- Ecológico
Os motivos para ir para a nuvem vão além de financeiros e tecnológicos, o meio ambiente também é favorecido. Uma vez que seus recursos de computação estão compartilhados, e apenas o que você precisa é provisionado, isso significa que nenhum recurso está ocioso, o que não gera perda de energia.

Alexandre Dias é CEO da Talktelecom, multinacional brasileira e uma das mais importantes fornecedoras de soluções ao mercado de Contact Center.

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Ingresso Rápido fecha parceria com o WhatsApp e inova sua comunicação com os clientes

A Ingresso Rápido, maior marketplace de ingressos em entretenimento ao vivo no Brasil, inova na forma de se comunicar com os clientes, adicionando o WhatsApp como meio de notificação de compra. Em parceria com a Movile, a Ingresso Rápido tornou-se o primeiro marketplace de ingressos da América Latina a testar a solução empresarial do WhatsApp como plataforma de comunicação com seus consumidores. Esta possibilidade resulta de uma integração com o ChatClub, plataforma de mensagens do grupo Movile que está diretamente integrada com o WhatsApp, atualmente em fase experimental. Agora, toda a compra efetuada pelos canais de venda da Ingresso Rápido tem sua notificação, que originalmente era feita por e-mail, também realizada por WhatsApp.

“É de conhecimento geral que o WhatsApp é um dos aplicativos mais populares do Brasil e tem tido seu uso reinventado por empresas de vários setores de mercado. Os aplicativos de mensagens estão sendo preferíveis a outros meios de comunicação, principalmente pela agilidade, por estarem sempre à mão do consumidor, o que torna tudo mais fácil. Dentro deste contexto, as empresas precisam reavaliar suas estratégias de comunicação e tirar proveito do poderoso fenômeno de troca de mensagens por celulares”, afirma Luiz Tordin, CTO da Ingresso Rápido.

Tendo a inovação como um dos pilares de desenvolvimento de negócios, a Ingresso Rápido investe constantemente em serviços que proporcionam diferenciais no atendimento de seu público. “Nossa moderna e recém adotada plataforma de vendas nos permitiu incluir rapidamente essa nova dinâmica de comunicação com o cliente”, explica o executivo, que acrescenta: “Este é apenas o começo. Queremos melhorar o nosso sistema de comunicação por meio do WhatsApp, com operações tais como enviar um ingresso, fazer alterações em agendas e alavancar a inteligência artificial de respostas automatizadas em questões do serviço ao cliente”, finaliza.

“Considerando o sucesso do aplicativo WhatsApp, ao integrá-lo à nossa plataforma de comunicação omnichannel abrimos mais uma possibilidade de otimizar o diálogo entre as empresas e seus consumidores. Fizemos a implementação não apenas na nossa parceira Ingresso Rápido, mas também em outras empresas do grupo Movile. Como temos nossa plataforma de comunicação integrada e desenvolvida para diversos canais, aprender com o WhatsApp neste processo foi importantíssimo”, explica Marcelo Gobbi, Diretor de Negócios da Movile.

Abaixo, um exemplo das notificações de compra da Ingresso Rápido usando o WhatsApp:

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Symantec é reconhecida como Líder no IDC MarketScape for Mobile Threat Management

A Symantec Corp. (NASDAQ: SYMC), companhia líder no mundo em segurança cibernética anunciou hoje que o Symantec Endpoint Protection Mobile (antigo Skycure) foi reconhecido como “´Líder” no “IDC MarketScape: Worldwide Mobile Threat Management Security Software 2017 Vendor Assessment.” Abordando o momento atual do mercado de proteção contra ameaças mobile, o relatório avaliou nove diferentes fornecedores em nove critérios e colocou a Symatenc na Categoria de Líderes.

De acordo com o relatório, o Symantec Endpoint Protection Mobile aproveita os serviços de nuvem e a inteligência contra ameaças da Symantec, assim como a base já existente de consumidores e estrutura de vendas. Clientes que procurem por uma solução completa que lhes permita integrar os seus sistemas já existentes se beneficiarão ao adicionar o produto SEP Mobile’s MTM.

Dispositivos gerenciados ou não gerenciados, como tablets ou smartphones, estão crescendo em preferência e ganhando os espaços de trabalho, trazendo novos riscos e vulnerabilidades, o que aumenta os desafios à segurança que as empresas enfrentam. No último ano, os pesquisadores da Symantec descobriram mais de 600 novas vulnerabilidades no iOS e no Android e as detecções de malware dobraram para um total de 18,4 milhões.

“Estamos comprometidos em ajudar os nossos clientes a se protegerem das ameaças avançadas, conforme sua força de trabalho da ‘Geração em Nuvem’ se torna mais mobile,” disse Mike Fey, presidente e diretor operacional da Symantec. “Nossa aquisição do Skycure permite à Symantec oferecer uma solução integrada de defesa cibernética mobile que protegerá os dispositivos mobile e redes dos clientes no iOS, Android e no Windows. Nós reconhecemos a importância de oferecer essa proteção dentro das diretrizes públicas de aplicativos estabelecidas pelo Google e pela Apple para garantir atualizações futuras e a adoção pelos colaboradores. A Symantec se orgulha de ser uma das únicas companhias a oferecer essa solução usando nosso método patenteados”, finaliza o executivo.

“Estamos satisfeitos por sermos reconhecidos pela IDC MarketScape como uma Liderança no mercado de Mobile Threat Management. É muito gratificante receber esse prêmio e esse reconhecimento, mas é ainda mais gratificante podermos resolver os problemas reais que nossos clientes enfrentam hoje”, disse Adi Sharabani, vice-presidente sênior da área de Modern OS Security na Symantec e antigo CEO da Skycure. “Estamos ansiosos para desenvolver inovações mobile na Plataforma Integrada de Defesa Cibernética da Symantec e trazer os sistemas operacionais de seguranças modernos a um novo mercado”, completa Sharabani.

Para mais informações sobre Symantec Endpoint Protection Mobile, visite o site: www.symantec.com/products/endpoint-protection-mobile

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Montblanc lança e-commerce desenvolvido pela Infracommerce

A Infracommerce, empresa líder na prestação de serviços digitais na América Latina, acaba de lançar o e-commerce da Montblanc, uma das maiores marcas de luxo do mundo. A empresa será responsável pelas áreas de TI, operações e gestão da loja virtual da Maison que passa a ofertar mais de 2.000 produtos por meio de um canal próprio para Brasil.

Para Alain dos Santos, managing director da Montblanc no Brasil, mais que um e-commerce, era preciso oferecer aos consumidores a mesma excelência que eles encontram em suas lojas mundo afora. “A Montblanc é uma marca consolidada no mercado de luxo em todo mundo e nós não poderíamos colocar em risco a nossa reputação no e-commerce. Por isso, contar com uma empresa como a Infracommerce, que tem experiência nesse segmento para gerenciar essa operação, é essencial”, explica.

O processo será customizado e contará com máquinas para gravação metálica e em couro para personalização de instrumentos de escrita e carteiras. O transporte e armazenamento também foram adaptados para receber a Maison, e a operação conta com transportadoras especializadas em produtos de alto valor agregado, além de cofres, câmeras e armazenamento de embalagens especiais.

Para Kai Schoppen, CEO da Infracommerce, fazer parte desse novo momento da marca e proporcionar a experiência que o cliente Montblanc exige, é um passo importante para a consolidação da qualidade Infracommerce. “Estamos há cinco anos no mercado e desde então temos conquistado empresas dos mais diversos segmentos que confiam a nós toda a operação de suas lojas online. A qualidade dos nossos processos, que vão desde a criação da loja até a entrega do produto e atendimento ao consumidor, é o que facilita o dia a dia do nosso cliente e estamos felizes em fazer parte dessa história com a Montblanc”, explica Schoppen.

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O mundo virtual é tão perigoso quanto o real – os brasileiros precisam se conscientizar sobre segurança digital

Por Francisco Camargo, presidente da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software)

Brasileiro adora novidade, estamos entre os países que adotam mais rapidamente novas tendências, principalmente tecnológicas. Se por algum tempo houve temor e resistência em aderir a novos dispositivos ou aplicativos, a realidade hoje é muito diferente – estamos abertos a mudar nossos hábitos com a utilização de tecnologias inovadoras, principalmente na Internet.

Essa postura moderna, no entanto, camufla a deficiência da população em entender os perigos e os riscos do mundo virtual. Estamos mais do que nunca expostos a ataques cibernéticos, já que o nosso interesse por novidades tecnológicas não é acompanhado pela preocupação com os riscos e a segurança digital.

A falta de conscientização no país para compreender as ameaças presentes no mundo virtual (web, redes sociais) faz-nos expormos nossas vidas, dados pessoais e privacidade, pois avaliamos muito superficialmente as informações que recebemos e não nos preocupamos em clicar sem saber a procedência de um link.

Preferimos gastar na compra de um novo smartphone a investir em antivírus e quando lemos notícias sobre um ciberataque global – como o Bad Rabbit, sobre Sequestro de Dados (Ransomware), responsável por invadir milhares de computadores nas últimas semanas – achamos que é algo muito distante da nossa realidade.

Infelizmente, qualquer um de nós pode ser vítima de criminosos virtuais, mesmo que não tenhamos bitcoins em nosso nome ou acesso a redes visadas (como o sistema de grandes empresas). Afinal, quem nunca recebeu um SMS ou e-mail com uma mensagem do tipo: “parabéns! Você foi premiado com um iPhone”, “atualize sua senha ou seu internet banking será bloqueado”, “veja fotos do vencedor do Big Brother Brasil com a nova namorada”, entre tantas outras. Parece óbvio que esses comunicados são maliciosos e não devem ser clicados, mas esteja certo de que muitas pessoas desatentas irão faze-los e tornar a internet ainda mais perigosa.

Uma maneira eficaz de alertar sobre esses golpes é explicar a sua finalidade. Por que um vírus é criado? Também chamados de malwares, eles têm o objetivo de tomar o controle de uma rede, invadindo um computador conectado nela, com o intuito de se instalar nos servidores e executar uma missão – que pode ser, por exemplo, criptografar todos os arquivos e depois exigir um resgate para recuperá-los (crime conhecido como Ramsonware ou sequestro de dados), transferir dados para fora da organização (como números de cartão de crédito, que podem ser vendidos no mercado negro) ou infectar máquinas com um arquivo malicioso que vai hibernar até ser acordado por um comando externo. Outro ataque muito comum é aquele que passa a enviar e-mails Spams maciçamente a partir de um endereço de IP fora da lista negra dos sistemas AntiSpam.

Para ser bem-sucedida, a invasão precisa de uma cooperação involuntária da vítima. O vetor mais utilizado hoje em dia ainda é o e-mail, com um arquivo executável anexo, ou um link que leva a um site no qual o vírus espera pacientemente até ser clicado.

Essa prática é conhecida como “Phishing” – do verbo inglês “to fish” (pescar) -, metaforicamente um anzol com uma isca atirado para fisgar um “peixe” descuidado. É relativamente simples produzir um arquivo malicioso, dispará-lo para muitas pessoas e depois colher resultados. Para atrair os alvos, são utilizadas técnicas de engenharia social com estímulo para sentimentos e emoções básicas, curiosidade, ambição ou medo. Um outro exemplo clássico: “se você não se cadastrar nesse link, seu Facebook passará a ser pago”.

Longe do acesso da grande maioria de usuários de tecnologia, existe o “mercado negro virtual”, como a Dark Web – uma parte da Deep Web, invisível para os browsers comuns e para o Google, cuidadosamente protegida por diversas camadas (por exemplo, o prosaico internet banking ou o webmail). Nesses ambientes, quase secretos, é possível comprar e vender produtos e serviços ilegais, como vírus, malwares, ataques específicos, vulnerabilidades recentemente descobertas até cartões de crédito, CPFs, Endereços, entre outras informações.

Segundo Roberto Gallo, PhD, coordenador do Comitê de Risco e Segurança Cibernéticos da ABES, bastam duas informações pessoais, o CPF e o e-Mail de uma pessoa para se conseguir muita informação “útil” sobre ela. A melhor forma de se proteger é procurar se informar, buscar por bons antivírus e ser muito seletivo no comportamento on-line, principalmente em Redes Sociais.

O Brasil tem avançado muito nas discussões sobre o Mundo Virtual, como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, a Estratégia de Transformação Digital e o Plano Nacional para Internet das Coisas, mas nenhuma dessas ações será plenamente aproveitada se não conscientizarmos a população sobre os cuidados essenciais.

A Segurança no mundo Virtual é como vacina, quanto mais pessoas forem vacinadas, isto é conscientizada, educadas, menor a probabilidade de que uma epidemia virtual faça vítimas no Brasil.Iniciativas como o projeto “Brasil, País Digital”, desenvolvido pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) e parceiros para que a sociedade civil se engaje na discussão de segurança digital são um passo importante para mudar essa realidade, mas só haverá sucesso caso tenhamos ações constantes, em frequência e sequência.

Fique alerta! Desconfiar sempre é uma boa regra.

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SAP inicia operação de um novo datacenter no Brasil

A SAP anuncia a abertura de seu primeiro Datacenter na América Latina para a plataforma de serviços SAP Cloud Platform. A iniciativa atende à demanda do mercado por serviços inovadores, seguros e ágeis para as aplicações SAP na nuvem, que desde o ano passado têm registrado crescimento expressivo de três dígitos no Brasil.

“Nosso País se consolidou entre os mais importantes mercados da SAP Cloud Platform em todo o mundo. O data center responde ao grande interesse das empresas pelas soluções na nuvem e mostra o comprometimento da SAP com o suporte aos nossos clientes da região, comprovando o interesse da empresa em ser a parceira de negócios e suportar suas jornadas de transformação digital”, destaca Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil.

A executiva destaca que além de impulsionar a utilização de todas as possibilidades inovadoras do portfólio Leonardo, a inauguração do Datacenter abre um grande leque de oportunidades para diversos segmentos, como governo, bancos, seguradoras, e empresas de economia mista, que podem sofrer restrições na colocação de seus dados fora do País.

A solução SAP Cloud Platform é importante para a estratégia da SAP, que trabalha para impulsionar a necessária transformação digital das empresas. Ela é a base para a adoção de inovações, como as que podem ser proporcionadas pelo portfólio SAP Leonardo, que reúne tecnologias como Internet das Coisas, Blockchain, Aprendizado de Máquina (Machine Learning) e Inteligência Artificial, entre outras.

O novo Datacenter está operando desde o final de outubro e funciona em alocado no espaço do parceiro global Equinix, em São Paulo. Além do novo Datacenter em São Paulo, a SAP mantém Cloud Data Centers nos EUA, Alemanha, Austrália, Japão, Rússia e Canadá.

A SAP possui no Brasil outras duas operações de processamento de dados operando em data centers de parceiros. Um deles atende os clientes da solução SuccessFactors de Gestão de Capital Humano, e o outro dá suporte aos clientes que utilizam a plataforma de processamento de dados em tempo real SAP HANA em ambiente de nuvem.

Família de soluções fiscais ganha versão cloud

A SAP também anuncia que já está disponível no mercado o seu primeiro produto de uma nova Família Fiscal na Nuvem, a NFE Cloud. A solução foi especialmente desenvolvida pela SAP Labs Latin America para facilitar, com agilidade, segurança e conformidade com as legislações fiscais, a emissão de notas fiscais e materiais para todo o País.

A NFE cloud também já pode ser utilizada para emissão de notas de serviços para a cidade do Rio de Janeiro e em breve para São Paulo. A nova Família Fiscal Cloud atende ao grande número de empresas que estão migrando seus processos para a nuvem, proporcionando economia de gastos com infraestrutura, manutenção e suporte 24X7, além de escalabilidade e atualizações permanentes. As soluções fiscais da SAP já existentes no modelo on premise continuarão disponíveis no mercado.

Concur amplia portfólio no Brasil

A Concur, também empresa SAP, e líder mundial em soluções de controle de viagens, despesas e faturas, que iniciou suas operações no Brasil em março deste ano, disponibilizou mais uma solução para o mercado de viagens corporativas – o Concur Expense.

A solução permite solicitações automatizadas de reembolso, rápidas e precisas, bastando fotografá-las e enviá-las digitalmente para que sejam provisionadas e lançadas nos arquivos. Um dos primeiros clientes a aprovar e adotar a nova solução Concur Expense foi a companhia Votorantim.

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