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Level 3 Publica o Primeiro Índice de Segurança da Informação no Brasil

download (2) A Level 3 Communications, está compartilhando o Level 3 Security Index, estudo realizado pela IDC, líder de inteligência de mercado, para identificar a maturidade da segurança da informação e da infraestrutura corporativa de TI das organizações brasileiras. O Brasil recebeu uma pontuação geral de 64,9 pontos em um total possível de 100 pontos.

Descobertas Relevantes:

– Na média, empresas no Brasil têm dois profissionais dedicados à segurança da informação.
– Cerca de 57 por cento das organizações entrevistadas já utiliza Serviços Gerenciados de Segurança (Managed Security Services – MSS) como resposta à falta de profissionais qualificados.
– Aproximadamente 25 por cento das empresas não conseguem medir os impactos resultantes dos incidentes relacionados à segurança da informação.
– Apenas 42 por cento das organizações alega praticar e gerar métricas sobre o cumprimento de suas políticas de segurança da informação.

O relatório pesquisou quarto tópicos: Conscientização, Ferramental, Prevenção, Mitigação.

Conscientização:

– O estudo mostrou que as grandes empresas têm maior dificuldade com a visibilidade dos problemas de segurança.
– Esta falta de visibilidade está relacionada à complexidade de seus ambientes e sistemas.
– Em relação à conscientização na quantificação de ataques sofridos ou mitigados, 34 por cento têm visibilidade completa; as outras 66 por cento têm visibilidade parcial ou nenhuma.
– Quando perguntadas sobre a mensuração do impacto de incidentes de segurança, 25,5 por cento não sabem e 32 por cento sabem apenas superficialmente, enquanto 42,2 por cento podem detalhar o impacto em cada sistema ou nos sistemas críticos.

Ferramentas:

– O estudo mostrou que ferramentas internas de tecnologia são a área de maior desafio para a segurança.
– Isto deve-se ao fato de que a aquisição de ferramentas de tecnologia voltadas para segurança, em certa medida, estão ligadas à capacidade de investimento das empresas.
– De acordo com a pesquisa, mais de 61 por cento das empresas acredita que apenas poucos profissionais estão plenamente qualificados ou que o nível de treinamento de suas equipes está abaixo do ideal para a utilização das ferramentas disponíveis.

Prevenção:

– As grandes empresas são ativas na prevenção, estabelecendo e monitorando controles com maior atenção, possibilitando um nível melhor de desempenho.
– Quando perguntadas sobre políticas e padrões de segurança da informação estabelecidos e documentados, 28 por cento não possuem um cronograma definido para revisar e atualizá-los, enquanto 33 por cento os revisam e atualizam apenas uma vez ao ano

Mitigação:

– O estudo mostra que as habilidades de comunicação e estrutura de ativação são, em muitos casos, informais e não estão bem documentadas.
– 46 por cento das empresas não mantêm uma frequência na revisão de procedimentos de contingência e segurança.
– Quando perguntadas sobre o grau de alinhamento em segurança da informação, no item “controles internos para detecção e prevenção de fraude são validados periodicamente”, 41 por cento consideram que isso é realidade em suas empresas, enquanto 59 por cento dos participantes ainda consideram isso distante.

Próximos Passos:

Para aprimorar a maturidade geral da segurança da informação em empresas brasileiras, o estudo recomenda:

– Pensar em contratar serviços terceirizados e gerenciados.
– Investir em ferramentas que possibilitem melhor controle, visibilidade e automação para maximizar a eficiência da equipe de segurança da informação.
– Priorizar investimentos de acordo com a prioridade de cada ambiente, avaliação de riscos e impactos.
– Mostrar os benefícios da segurança da informação utilizando métricas bem definidas.
– Conduzir testes de segurança com mais frequência e com maior abrangência.

Perspectiva para 2017:

– O estudo mostrou uma perspectiva mais proativa para a segurança da informação em 2017.
– Mais de 42 por cento das empresas pesquisadas pretende aumentar seu orçamento de TI em 2017, em comparação a 2016.
– O modelo de Infraestrutura como um Serviço (IaaS) está ganhando tração não só em computação, mas também em armazenamento – um fator que aumenta as preocupações em relação à segurança e governança de informação.

“O índice mostra que o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer no amadurecimento da área de segurança. As empresas precisam entender a importância de cada uma das áreas analisadas no índice e equilibrar seus investimentos baseadas nele. Para avançar a partir do nível atual, existem ações que precisam ser empreendidas em relação à especialização das equipes, revisão de processos e adoção de ferramentas de última geração. A evolução da Segurança da Informação é um tema que precisa ser abordado continuamente”, diz Luciano Ramos, Coordenador de Pesquisa de Software, IDC Brasil

“Com o rápido crescimento de ameaças de cibersegurança no Brasil, que está acima da média mundial, percebemos a necessidade de desenvolver um estudo que revelasse o atual grau de maturidade das práticas de segurança em corporações brasileiras. A partir deste índice, podemos colaborar com o mercado brasileiro para focarmos nas principais oportunidades de evolução da cibersegurança para seus negócios e clientes”, afirma André Magno, Diretor de Data Center e Segurança, Level 3 Brasil

Metodologia:

Para atingir este resultado, a IDC entrevistou 100 empresas baseadas no Brasil com mais de 250 funcionários (a maioria com mais de 1.000 funcionários), observando as quatro dimensões do estudo: conscientização, ferramentas, prevenção e mitigação. Durante as entrevistas com líderes de Segurança da Informação, os pesquisadores avaliaram seu grau de conhecimento sobre o impacto da segurança no negócio, habilidades de detecção e capacidade para medir ameaças a seus sistemas, entre outros tópicos. Também analisaram dados disponíveis na IDC global e Brasil, e o mercado para obter mais informação qualitativa. O índice final é a ponderação matemática dos quatro temas propostos nas entrevistas.

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Chatbot exclusivo para restaurantes chega ao mercado

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A inteligência artificial está revolucionando o jeito como as marcas se comunicam com consumidores, simplificando, até mesmo, hábitos como pedir uma pizza. Com o lançamento do Gigio, nome dado ao chatbot pronto para receber encomendas de comidas, desenvolvido pela Hive Marketing Technology, solicitar uma refeição se tornou algo tão simples quanto enviar mensagem para um amigo. A ferramenta, de interface simples e intuitiva, já está sendo usada por restaurantes no Brasil e nos Estados Unidos.

O Gigio funciona integrado ao Facebook Messenger sendo uma alternativa aos aplicativos em geral, cada vez menos baixados nos dispositivos móveis. “Não há mais necessidade de baixar um app e passar por várias telas para pedir uma refeição. Basta, simplesmente, abrir o contato do restaurante preferido, no Facebook Messenger, e fazer o pedido”, explica Mitikazu Lisboa, CEO da Hive.

Pedir uma pizza no Gigio, por exemplo, leva menos de um minuto, incluindo tarefas desde a escolha do sabor até a forma de pagamento. Enquanto a solicitação está sendo feita, o restaurante acompanha todo o processo por um administrador ou email e autoriza o pedido. Já nos próximos contatos, o chatbot saberá exatamente quem é o cliente e seu endereço. Além disso, apresenta os produtos do cardápio e preços sem que o cliente precise perguntar a um atendente ou visitar um site.

“As diferenças na eficiência entre um atendimento via telefone e um feito pelo Gigio são inúmeras. Quando o consumidor escreve ‘oi’, o chatbot já sabe quem é e quais foram seus últimos pedidos. O atendente humano ainda tem que anotar detalhes dos pedidos e dados de localização e telefone do cliente, além de, muitas vezes, ter que atender mais de uma ligação por vez”, explica Lisboa.

A tecnologia funciona por meio de assinatura e foi construída para ser usada por centenas de estabelecimentos, de forma totalmente individualizada. Ela pode ainda ser moldada de acordo com a demanda de cada empresa. Segundo Lisboa, a plataforma pronta reduz o seu custo de aquisição. “O cliente não paga pelo desenvolvimento da tecnologia do zero. O investimento seria muito alto e acabaria inviabilizando o negócio”, destaca.

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Axis cria solução 3D para contagem de pessoas

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A Axis Communications, fabricante sueca da área de videomonitoramento, criou um dispositivo para captura de imagens tridimensionais capaz de fazer a contagem precisa do fluxo de pessoas em lojas, supermercados, bancos e aeroportos. Ao ser instalado no teto, o novo kit de sensores estéreo AXIS P8804 cria mapas que levam em consideração a altura dos objetos a serem contados, o que evita a contagem de itens irrelevantes, como carrinhos de compras.

Ao ser combinado com o software TrueView 3D People Counter, da Cognimatics, empresa adquirida pela Axis Communications em 2016, a solução gera uma análise funcional precisa. Os relatórios são emitidos de forma automática em diversos formatos, como arquivos Excel.

A solução de kit de sensores Axis com software da Cognimatics também permite superar situações que antes afetavam a contagem precisa, como sombras, luz solar intensa ou um grande fluxo de pessoas se dirigindo para um mesmo local. A tecnologia 3D ainda evita a remoção de merchandising, displays ou prateleiras na zona de contagem.

Outro ganho está na instalação do equipamento, que pode ser alocado discretamente em ambientes com pé-direito de 2,40m, enquanto a solução anterior (2D) exigia uma altura mínima de 2,70m. Para eliminar a necessidade de um computador, o software da Cognimatics é processado inteiramente no hardware do kit, dentro do conceito de analítico embarcado na câmera.

Por utilizar uma plataforma aberta, o kit AXIS P8804 poderá contar no futuro com outros softwares de parceiros da Axis. O AXIS P8804 já está disponível na rede de canais da companhia. O preço sugerido no Brasil (MSRP) é de R$ 3.361, mais impostos estaduais.

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Empresas optam por juniorização como estratégia na crise

Segundo dados da consultoria britânica de recursos humanos Hays em parceria com a ESPM, 20% dos gerentes, analistas e presidentes de empresas instaladas no Brasil chegaram ao final de 2015 desempregados. Em busca de profissionais com mais energia e que demandem menor salário, as corporações estão renovando os cargos de chefia e gerência para profissionais mais jovens. Este processo, conhecido como Juniorização de Empresas, é uma solução prática para reduzir gastos, porém pode ter custos altos quanto se trata de produtividade e qualidade, de acordo com a consultora Carla Beck, diretora da Infinita Engenharia do Potencial Humano.

A juniorização é uma tendência no Brasil e no mundo. No entanto, ao se notar a necessidade de contenção de gastos, não basta renovar o quadro de funcionários, substituindo uma mão de obra cara porém eficiente por um novo colaborador, ágil porém despreparado. Qualquer mudança na empresa deve ser analisada com cautela. Ao se deparar com essa situação, deve-se fazer um levantamento de processos que possam estar impedindo o bom andamento da companhia.

Em algumas empresas, esta análise profunda pode alertar a necessidade de uma atualização dos processos internos, ou até problemas logísticos. Entretanto, se o caso for o quadro de funcionários, deve-se analisar a produtividade de cada colaborador: quanto ele custa e quanto ele agrega valor? \”Em certos casos, não é necessário demitir, e sim reavaliar as funções desempenhadas, levando em consideração uma possibilidade de trocar o profissional de área\”, afirma Carla Beck.

Na situação, porém, da necessidade da renovação de parte do quadro de funcionários, a consultora alerta: a mudança deve ser feita de forma gradual e estratégica. Os novos profissionais, principalmente que assumirão cargos de liderança, devem ser inseridos na organização com acompanhamento e cuidado. Eles chegarão com novo ânimo, novos conhecimentos teóricos e novas ideias, mas devem ser inseridos no fluxo da organização de modo que não comprometam negativamente sua produtividade e qualidade.

Felipe Roca, gerente do Premium Hotel em Campinas, recentemente necessitou reavaliar os processos e funcionários de seu estabelecimento para melhorar a performance, devido ao crescimento de suas vendas e de sua infraestrutura. Para isso, reuniu um comitê estratégico que discutiu e deliberou as mudanças, garantindo um consenso de liderança e direção. No entanto, clareza nos objetivos não é suficiente para mudar. É necessário engajar todo o time. \”Às vezes não sabia o que fazer com determinadas situações, ou seja, precisava de ajuda, por isto optei pela contratação da consultoria, hoje tenho mais sustentação nas tomadas de decisões pois são em conjunto, consequentemente houve melhorias nas habilidades gerenciais, principalmente a confiança e uma visão positiva de futuro para nosso hotel\”, comenta.

“A Infinita é importante no processo pois fornece experiência, conhecimento e direção para a gestão e todo o corpo de liderança. A participação da Carla Beck e Mauro Caramori nos comitês foi fundamental para encorajamento diante das necessidades de mudanças, dúvidas e todo tipo de adversidade que o hotel enfrenta no seu dia a dia. Outro ponto a destacar é o comprometimento com o resultado pois se empenham para que as coisas aconteçam”, completa Roca.

Reestruturar uma empresa em momentos de baixa produtividade não é tarefa fácil, e envolve análise profunda de cada processo, costume ou colaborador. Entretanto, com a atenção e cuidado necessários, pode definir entre o fundo do poço ou um novo começo para a empresa.

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As qualidades essenciais de um profissional de TI moderno – Por Leon Adato

Apesar de ainda ser reconhecido por profissionais atuantes na área há dez anos, o papel do profissional de TI mudou. À medida que as funções de TI tradicionais e baseadas em silos (como administradores de rede, armazenamento, sistemas, bancos de dados e outros) assumem novas responsabilidades, os profissionais de TI não podem mais ser meros especialistas. A capacidade de aprender rapidamente novos conceitos e habilidades de TI continua sendo mais importante do que ser especialista em qualquer tecnologia específica. Agora, espera-se que os profissionais de TI implementem novas tecnologias e tendências (como contêineres, arquiteturas sem servidor e IoT), enquanto trabalham com provedores de serviço da nuvem e atuam como contatos para líderes empresariais. Além de tudo isso, os profissionais de TI ainda gerenciam tecnologias e infraestruturas tradicionais, como servidores locais, redes, bancos de dados e virtualização que, mesmo com todas essas mudanças, ainda têm o seu lugar.

Isso sem falar das evoluções contínuas em segurança, com a constante ameaça de ataques e violações de dados. Atualmente, os profissionais de TI devem redobrar a atenção, já que tudo (desde redes locais a provedores de nuvem) pode ser explorado quando os protocolos de segurança não estão funcionando corretamente.

Por causa disso, os profissionais de TI modernos devem ter uma noção de todas as suas redes e sistemas, seja no local ou na nuvem, além de compreensão integral da pilha de aplicativos, a fim de tomar decisões rápidas e bem-informadas para garantir o desempenho ideal.

Veja a seguir os principais fatores para se tornar um profissional de TI bem-sucedido:

Evolução constante

À medida que o DevOps se integra à empresa, trazendo com ele mudanças de cultura, habilidades e fluxo de trabalho, cabe aos profissionais de TI acompanhar essa tendência. A colaboração é o elemento central de uma cultura e mentalidade de DevOps bem-sucedida, e como o objetivo final é fornecer ao usuário final o melhor desempenho em aplicativos, a abordagem de silos não funciona. Em outras palavras, não há mais uma equipe de banco de dados. Não há mais uma equipe de rede. Não há mais uma equipe de armazenamento. Temos somente a equipe de TI que, no fim das contas, é a responsável pelo desempenho dos aplicativos – essa é a parte complicada para qualquer empresa moderna. Isso exige transparência, visibilidade, um conjunto consistente de ferramentas de monitoramento e trabalho em equipe. Dividir silos entre equipes tradicionais de data center e alinhá-los a metas de desempenho de usuários finais ajudará as organizações a se prepararem para integrar e gerenciar equipes de desenvolvimento e operações durante o processo.

Apesar de o DevOps não ser mais algo tão recente, sua adoção ainda não é certa para a maioria. Além da adoção continuada de uma cultura de DevOps, a introdução de novas tecnologias baseadas em máquinas exigirá que os profissionais de TI continuem se concentrando em desenvolver novos conjuntos de habilidades e certificações para operar e gerenciar data centers de última geração. Os profissionais de TI modernos devem determinar não só qual equipe ou administrador precisará ser responsável pela implantação e manutenção dessa tecnologia, mas também que padrões de monitoramento devem ser aplicados, quais protocolos de segurança devem ser seguidos e assim por diante.

Para a empresa, o mais importante é que os aplicativos funcionem bem o tempo todo, pois cada uma delas, bem como seus componentes, depende dos aplicativos. Quando há uma queda no desempenho do aplicativo ou uma interrupção, a empresa se atrasa ou para de operar totalmente. O profissional de TI moderno deve ser capaz de escolher tecnologias que realmente melhorem os negócios e adotá-las completamente com as habilidades adequadas quando atingirem o nível adequado de maturidade.

Segurança nunca é demais

As ameaças de segurança cibernética e seus resultados mais comuns, as violações de dados, devem ser sempre uma prioridade para o profissional de TI. A cada ano que passa, a ameaça de violações corporativas só faz aumentar, e essas grandes perdas de dados das empresas acabam virando notícia. Pode parecer um conselho batido, mas é essencial tomar todas as precauções e medidas de segurança disponíveis. Além do mais, os dados das organizações nunca foram tão valiosos quanto agora.

Como resultado, muitos especialistas em segurança preveem aumentos exponenciais no volume, na gravidade e na visibilidade das violações de dados, particularmente para grandes corporações, a partir de 2017. A menos que algo mude.

Parte dessa transformação exige que a segurança seja realmente responsabilidade de todos. Isso não quer dizer que a empresa não deve contratar especialistas em segurança, mas que cada profissional de TI deve se responsabilizar por garantir a segurança dos dados e da infraestrutura da organização e tornar isso uma prioridade.

Aceitar a TI híbrida como a nova realidade

A TI híbrida— a manutenção de alguns aplicativos e infraestruturas no local ao aproveitar serviços baseados em nuvem para outros —está em constante evolução. Para a maioria das empresas, ela já uma realidade que não pode mais ser evitada, como há alguns anos. Na verdade, de acordo com o Relatório de tendências em TI da SolarWinds para 2016, 98% dos profissionais de TI brasileiros disseram que adotar tecnologias de nuvem é importante para o sucesso de suas organizações, mas 64% afirmaram que é improvável que toda a infraestrutura das organizações seja migrada para a nuvem.

Os profissionais de TI devem aceitar e se preparar para o sucesso nesta nova realidade. Isso começa ao estabelecer o foco no usuário final e na orientação para serviços. O objetivo principal da TI moderna é oferecer uma qualidade de serviço superior aos usuários finais, a fim de garantir a produtividade dos negócios. Com esse propósito, a minimização dos atritos entre silos departamentais acelera atualizações, mudanças e implantações, bem como o tempo de resolução de problemas, o que proporciona uma experiência melhor ao usuário final.

Em seguida, se faz necessário otimizar a visibilidade e ter uma fonte única da verdade em todo o ambiente de TI, incluindo tanto elementos locais quanto os da nuvem. A normalização de métricas, alertas e outros dados coletados de aplicativos e de cargas de trabalho, independentemente do local, permitirá uma abordagem mais eficaz para a correção, solução de problemas e otimização.

Em terceiro lugar, aplicar o monitoramento como disciplina. No mundo da TI híbrida, repleto de novas complexidades, o monitoramento não pode mais ser algo secundário. Ao estabelecer o monitoramento como uma função de TI essencial (ou, em outras palavras, o monitoramento como uma disciplina), as organizações podem se beneficiar de uma estratégia de TI preventiva, ao mesmo tempo em que aperfeiçoam o desempenho, os custos e a segurança da infraestrutura.

Por fim, enfatizar o desenvolvimento ou o aprimoramento de competências e conhecimentos técnicos fundamentais. Para serem bem-sucedidos no mundo da TI híbrida, os profissionais de TI da atualidade precisam ir além dos papéis tradicionais e se tornar especialistas em múltiplas áreas, transitando por diversos domínios. As mais importantes competências e conhecimentos que os profissionais de TI precisam desenvolver ou aprimorar para serem bem-sucedidos no gerenciamento de ambientes de TI híbrida incluem: arquiteturas orientadas a serviços, automação, gerenciamento de fornecedores, migração de aplicativos, arquiteturas distribuídas, ferramentas e métricas de gerenciamento e monitoramento de TI híbrida e API.

Conclusão

Os profissionais de TI nunca foram tão importantes para o sucesso comercial como agora. Mas, para que possam realmente aderir a essa nova função, eles devem entender tudo o que pode contribuir para o sucesso hoje e no futuro: ser capazes de evoluir (conforme demonstrado pelo movimento de DevOps), aceitar a segurança como elemento fundamental do trabalho (independente das responsabilidades que eles possuem no momento) e adquirir as habilidades e conhecimentos necessários para gerenciar a nova realidade de infraestrutura: a TI hibrida.

Leon Adato, gerente técnico da SolarWinds

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Gartner indica como empresas podem promover a transformação digital

A transformação digital é a nova exigência para a infraestrutura de TI, Operações e Data Center. Pensando nisso, o Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia a realização da Conferência de Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017 no Brasil. O evento acontecerá nos dias 25 e 26 de abril (terça e quarta-feira), no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

“Vamos apresentar tendências para ajudar executivos a promoverem inovação em suas empresas com a adoção correta de novas tecnologias”, afirma Henrique Cecci, Diretor de Pesquisas do Gartner e Chairman da Conferência.

Segundo o analista, entre as diversas projeções a serem anunciadas no evento está a de que, até 2019, 40% das empresas de médio porte substituirão todos os servidores de Data Center e Storage por sistemas integrados. “Assim, os CIOs deverão reinventar seus negócios, desenhando serviços de Nuvem privada com uma interoperabilidade híbrida em mente, preparando-se para a integração no futuro”.

O Gartner irá disponibilizar durante a Conferência de Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017 conteúdos exclusivos para ajudar as empresas a reduzirem custos, melhorarem a qualidade dos serviços, avançarem na implementação da estratégia de Cloud, promoverem o crescimento de novos negócios, conhecerem tecnologias emergentes e otimizarem o valor da TI modernizando suas ferramentas. Além de agendar reuniões com analistas do Gartner para obter informações que podem servir como base para uma discussão ou para iniciativas estratégicas e projetos-chave, os participantes poderão marcar encontros com provedores de soluções para debater projetos futuros durante o evento.

Analistas brasileiros e internacionais participarão de diversas sessões divididas nas seguintes vertentes do conhecimento: “Data Center: no core da sua transformação digital”; “Agilidade da Infraestrutura: impactando resultados de negócios – mais rápido”; “Operações de TI: gerenciando serviços de TI na sua realidade digital”; e “Cloud: entregando uma estratégia de Cloud efetiva”.

Até dia 24 de março, a conferência está com desconto especial de R$ 500,00. As inscrições podem ser feitas pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-77414, ou pelo site: http://www.gartner.com/events/pt/la/data-center.

A Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017 ajudará os líderes estratégicos de TI na busca pela excelência operacional com a oferta de serviços confiáveis, melhorando os níveis de produtividade e inovação. O evento vai abordar onde Cloud se encaixa na estratégia de Data Center, implicações da agenda do CIO nas áreas de Infraestrutura e Operações, o cenário de armazenamento para os próximos cinco anos, desafios e oportunidades no mercado de TI no Brasil e como alavancar os serviços de Cloud e Data Center para transformar as empresas em um negócio digital. Acesse: http://www.gartner.com/events/pt/la/data-center.

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Confira os destaques da John Deere na Campus Party!

1. Hackathon: começa nesta quinta o hackathon John Deere – maratona de programação de software, desafiando os participantes a desenvolverem um aplicativo. A equipe vencedora vai ganhar uma viagem para os Estados Unidos, para visitar a sede da John Deere Intelligent Solutions Group, em Urbandale.

2. Simulador de colheitadeira de grãos: o visitante pode experimentar o quão tecnológico e desafiador é operar uma colhedora de cana, ao contrário da imagem que muitos ainda tem com relação ao operador de máquina agrícola. A ideia é que os jovens se divirtam e se surpreendam.

3. Quiz interativo: o campuseiro que for ao estande pode participar de um rápido jogo eletrônico, exibido num telão de LED, no qual ele conhece um pouco mais de como a tecnologia se aplica às principais etapas de produção agrícola – preparo de solo, plantio, tratos culturais, colheita e gestão. Ele vai conhecer, por exemplo, como funciona a plantação de milho. Ao fim do jogo, ganha um saquinho de pipoca.

4. Entretenimento: o Monster Tractor, o maior trator de controle remoto da John Deere, também está na Campus Party para quem quiser brincar.

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ABStartups participa da Campus Party 2017 e discute políticas públicas

A Associação Brasileira de Startups, entidade que representa e promove o ecossistema de startups no país, participa do talk “Fomentando o ecossistema brasileiro de inovação”, na 10ª edição da Campus Party Brasil, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do país. A palestra acontece no palco “Startup & Makers”, nesta quinta-feira (2), às 17h15.

A associação será representada por Thiago Melo, Community Manager da ABStartups. Formado em administração, Thiago esteve, nos últimos anos, à frente de projetos de alto impacto, como empreendedorismo para jovens universitários e a criação de uma rede de desenvolvedores para fomentar o aprendizado de novas tecnologias. Também participa da atividade Tony Celestino, diretor da Techstars no Brasil; Rodrigo Afonso, diretor executivo da ONG Ação da Cidadania e Luis Felipe Baptista Luz, fundador do Baptista Luz Advogados, especializado em direito societário, fusões e aquisições e direito tributário.

O objetivo da palestra é entender como as políticas públicas e o fomento à cultura de inovação podem beneficiar o ecossistema de empreendedorismo no país, transformando o Brasil em uma potência mundial no ramo de startups. Mais informações sobre a palestra podem ser acessadas neste link. Todas as atividades do palco Startup & Makers são abertas ao público.

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H&R Block with IBM Watson Reinventing Tax Preparation

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H&R Block, Inc. (NYSE: HRB) is reinventing the category it founded more than 60 years ago by introducing a new, exclusive, consumer-facing experience that incorporates IBM Watson (NYSE: IBM). The technology will be used by H&R Block’s tax professionals this tax season to help deliver the best outcome for each unique tax situation, while helping clients better understand how different filing options can impact their tax outcome.

The collaboration between H&R Block and IBM represents the first time Watson will be applied to tax preparation, enabling millions of filers to benefit from the industry-leading expertise of H&R Block’s tax professionals, who will now partner with Watson to improve the client experience and aid in identifying credits and deductions.

“We are introducing something this tax season that is totally new, and is in fact, a first in the tax preparation category,” said Bill Cobb, H&R Block’s president and chief executive officer. “By combining the human expertise, knowledge and judgment of our tax professionals with the cutting-edge cognitive computing power of Watson, we are creating a future where our clients will benefit from an enhanced experience and our tax pros will have the latest technology to help them ensure every deduction and credit is found. This partnership with Watson means we can leverage the best technology available to help our clients get their taxes won.”

The field of tax preparation involves massive volumes of data, including a federal tax code with more than 74,000 pages and thousands of yearly tax law changes, all of which impacts a client’s tax outcome. As part of the first phase of the collaboration, H&R Block and IBM development teams trained Watson in the language of tax, first applying the technology to the thousands of questions and topics discussed during the return filing process.

The result is a new cognitive experience for filers offered for the first time this tax season at H&R Block retail locations. The solution uses cloud-based Watson services to understand context, interpret intent and draw connections between clients’ statements and relevant areas of their return.

H&R Block tax professionals can then identify additional areas of possible tax implications in order to maximize client refunds or reduce their tax liabilities. The client can follow along with the tax professional on a dedicated client companion screen that brings to life key focus areas for deductions, making the preparation process more engaging and transparent.

“IBM has shown how complex, data-rich industries such as healthcare, retail and education are being transformed through the use of Watson. Now with H&R Block, we’re applying the power of cognitive computing in an entirely new way that everyone can relate to and benefit from – the tax prep process,” said David Kenny, senior vice president, IBM Watson and Cloud Platform. “We’re excited to see H&R Block’s tax professionals, leaders in their field, join their expertise with Watson to enhance the client experience and help millions of individuals file their returns during tax season.”

The partnership with H&R Block in a new industry domain for IBM puts Watson on track to reach more than a billion people around the world by the end of 2017 as the technology is increasingly used to help professionals derive insights and support human decision-making. Organizations are using their data to set themselves apart from competitors. For example, in applying Watson to tax, H&R Block is not just tapping into leading technology, it’s also maximizing its competitiveness – its own company insights, amassed over 60-plus years of preparing hundreds of millions of returns combined with new insights gained by using Watson. As Watson learns more about navigating the tax code from H&R Block tax professionals, those learnings will stay with H&R Block and improve the value it delivers to tax filers. Watson’s initial training was validated by H&R Block tax experts and the init ial corpus will expand over time through each subsequent tax season. During the next phase, H&R Block tax professionals will work with IBM to continue teaching Watson all about tax and apply the technology to innovate in other areas of their business.

Since 1955 H&R Block has filed more than 720 million returns, amassing deep insights that inform their recommendations to filers. H&R Block’s approach to tax preparation is rooted in a commitment to securing the maximum refund each client can earn. Doing so means avoiding a check-the-box approach, which can often lead to missed deductions or filing an inaccurate return.

H&R Block with Watson commercial to run during 1st Quarter of Super Bowl

H&R Block will highlight this new offering with the company’s first Super Bowl commercial since 2009.

“This partnership with IBM to apply Watson represents a huge innovation in the tax preparation industry,” said Kathy Collins, H&R Block’s chief marketing and strategy officer. “We are launching it on the biggest stage – the Super Bowl – to ask consumers to rethink their current tax preparation method, and question whether they got back everything they deserved. We know there is nothing more important than optimizing their outcome – or, in other words – getting their taxes won.”

H&R Block’s new proprietary client experience with Watson is available only at H&R Block retail locations beginning Sunday, February 5.

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Turner International investe na empresa Bigballs Media

Aksel van der Wal, vice-presidente de Iniciativas Digitais & Inovações da Turner International

Aksel van der Wal, vice-presidente de Iniciativas Digitais & Inovações da Turner International

O Grupo de Iniciativas Digitais & Inovações da Turner International anunciou hoje um investimento de capital na empresa esportiva de mídia digital Bigballs Media (BBM) – empresa dona de uma das plataformas de vídeos digitais para conteúdos de futebol que mais cresce, o Copa90.

O investimento será usado para financiar a expansão internacional, a produção de conteúdos e a distribuição da BBM, e aumentará a capacidade de dados durante sua trajetória de crescimento. Também tem o objetivo de estabelecer o Copa90 como uma marca de mídia absoluta entre os jovens fãs do futebol.

O Grupo de Iniciativas Digitais & Inovações da Turner foi formado recentemente para atender às oportunidades de inovação, desenvolvimento e aquisição. O investimento na BBM surge durante o primeiro mês de atividade do grupo e sinaliza o compromisso da empresa de aumentar sua presença nos espaços esportivos digitais. A Turner foi a maior provedora de recursos para a última rodada de investimentos e a principal investidora estratégica.

Paralelamente, a Turner e a BBM assinaram um acordo comercial que abrange múltiplas oportunidades para que as duas empresas alavanquem suas respectivas distribuições e expertise na produção de conteúdo. A parceria vem de um relacionamento comercial já existente com a marca esportiva referência nas plataformas dígitais, Bleacher Report, uma divisão da Turner nos Estados Unidos e Europa.

O acordo comercial que une as plataformas, inclui produção conjunta das duas marcas, desenvolvimento de conteúdos com parceria de terceiros, além de oportunidades de patrocínio e criação para os canais da Turner. Ele também facilita a colaboração da BBM com o vasto portfólio da Turner, incluindo Esporte Interativo, Turner Sports e CNN. Aksel van der Wal, vice-presidente de Iniciativas Digitais & Inovações da Turner International, passa a ocupar uma vaga no conselho de diretores da BBM, e Alex Vargas, COO da Bleacher Report, será um observador do conselho.

“Fazer parcerias com marcas relevantes é uma parte essencial da nossa estratégia de competir e sair na frente no cenário digital atual”, declarou Aksel van der Wal.

“Enxergamos oportunidades realmente animadoras de trabalhar com a BBM no desenvolvimento de formas criativas para atrair novos públicos – particularmente para expandir nossos crescentes pontos de contato com os millennials enquanto também oferecemos novas plataformas inovadoras para os anunciantes. É exatamente o tipo de parceria visionária que esperamos estabelecer”.

Tom Thirlwall, CEO da BBM, declarou: “Nosso objetivo é ser a empresa de mídia de futebol mais influente do mundo até o início da Copa do Mundo de 2018. Esse investimento e a parceria com a Turner são um passo decisivo em direção à realização disso. Vimos um interesse significativo em nossa negociação, mas a Turner foi, de longe, a mais persuasiva, por conta da sua equipe, sua visão e pelas oportunidades estratégicas para as duas empresas. O acordo nos permitirá também expandir nossas equipes comerciais na Europa e nos EUA, além de, claro, continuar gerando o melhor conteúdo de futebol para os fãs”.

“O Bleacher Report e o Copa90 compartilham a paixão global dos fãs do futebol. Estamos muito animados com o investimento e dando mais um passo no aumento em relacionamento. A enorme participação e colaboração no nosso Snapchat estabeleceu um ótimo parâmetro para o tipo de oportunidade que esperamos desenvolver juntos”, declarou Alex Vargas, COO da Bleacher Report.

O investimento na BBM é o mais recente de uma série de outros já realizados pela Turner no universo digital e o primeiro numa empresa sediada fora dos EUA. Ele surge após investimentos similares em 2016, na Refinery29 e na Mashable. A empresa também adquiriu uma participação majoritária na iStreamPlanet, em 2015. Recentemente, a Turner expandiu o Bleacher Report e injetou capital na CNN Digital. Como parte do foco acelerado da empresa de desenvolver os interesses e capacidades da sua área digital, internacionalmente, a empresa lançou um conjunto de novos destinos digital-first e aplicativos, a fim de expandir o engajamento dos fãs em torno de propriedades importantes como a CNN, Cartoon Network, Boomerang e Adult Swim.

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FOXBIT participa de palestra sobre o que é Bitcoin na Campus Party Brasil

A FOXBIT, maior corretora de bitcoins do Brasil, participa do painel “Bitcoin e Blockchain – O que é Bitcoin?”, na 10ª edição da Campus Party Brasil, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do país. A palestra acontece no espaço Campuseiro Curador II, nessa sexta-feira (03), às 11h.

A FOXBIT será representada por João Paulo Oliveira, CBO (Chief Blockchain Officer) da startup, que terá como objetivo falar sobre o que é a criptomoeda, que reproduz em pagamentos eletrônicos a eficiência e baixo custo dos pagamentos com cédulas. Além disso, abordará também como funciona e qual o futuro deste sistema de pagamento, que possibilita que as pessoas continuem a realizar transações financeiras e investimentos de forma segura.

Além da discussão, a FOXBIT também possui um stand interativo que funcionará nos dias 02 e 03 de fevereiro, das 10h às 20h, entregando brindes aos participantes. Durante todo o evento, o CEO da startup João Canhada, também estará presente para tirar dúvidas, explicar o que são os bitcoins e como funciona a empresa. Mais informações sobre a palestra podem ser acessadas aqui.

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NCR é classificada como nº 1 em software para PDV

A NCR Corporation, líder global em soluções omnichannel, é a principal fornecedora de software para ponto de venda (PDV) no setor de varejo e hospitalidade, de acordo com o estudo publicado pela RBR, empresa de pesquisas estratégicas e consultoria.

O estudo intitulado “Global POS Software 2016” é o primeiro estudo internacional mais aprofundado sobre esse mercado, com análise de cerca de 1.000 projetos realizados por mais de 40 fornecedores. O relatório mostra que há mais de 6,6 milhões de instalações de PDV nas indústrias de varejo e hospitalidade em todo o mundo, sendo a NCR líder de mercado com 18% de participação.

“As marcas de varejo e hospitalidade estão evoluindo para tornarem seus negócios digitalmente integrados. Atualmente, algo essencial para o sucesso das empresas é ter um software que seja capaz de integrar perfeitamente canais físicos e digitais, ao mesmo tempo em que agrega, integra e apresenta dados corporativos”, explica Mark Benjamin, presidente e COO da NCR Corporation. “Nosso software para PDV tornou-se uma plataforma de venda que permite aos nossos clientes adotar capacidades móveis e em nuvem, transformar suas operações e redefinir a experiência do cliente”.

A NCR está conduzindo grandes mudanças em todo o ecossistema de varejo por meio de sua plataforma de software omnichannel, integração e transformação de canais e capacitação digital.

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Open Innovation Week reúne 150 startups e 100 grandes empresas

O principal evento de empreendedorismo e inovação aberta entre startups e grandes empresas, a Open Innovation Week, vai reunir no mesmo ambiente empreendedores, executivos e pesquisadores da comunidade científica, com o intuito de engajar e propor novas práticas e metodologias de modelos de negócios para a inovação.

Com o tema central “Novos modelos de negócios para inovação”, a 9ª edição da Open Innovation Week acontece entre os dias 21 e 22 de fevereiro, em São Paulo, e mostrará ao ecossistema a importância da inserção de empresas de base científica e tecnológica, em conjunto com as digitais, para a colaboração aberta com companhias de diferentes setores da indústria.

Neste ano, foram selecionadas mais de 150 startups e 100 grandes empresas, entre elas: IBM, 3M, Accenture, HP, Microsoft, Cemig, Atlas Schindler, Johnson&Johnson, Grupo Algar, AES Brasil, Votorantim, Whirpool, BRF, Roche, Senai, Catho, Natura e Grupo Oncoclínicas. Com isso, a Oiweek se consolida como o principal palco mundial de conexão e geração de negócios de inovação aberta entre pequenas e grandes companhias.

“Em 2016, a 8ª Oiweek proporcionou mais de 1.000 reuniões entre as top startups e as grandes empresas. De lá, mais de 100 contratos e parcerias foram firmadas. Por isso, nosso objetivo principal é mostrar que é possível conectar modelos e portes de negócios tão distintos para gerarem negócios que impactam diretamente em diversas áreas da sociedade, como saúde e bem-estar, educação, energia, finanças, construção e cidades inovadoras”, explica Bruno Rondani, Cofundador da Open Innovation Week.

Isabela Botelho, Cofundadora da Pin People, plataforma de recrutamento e seleção de pessoas, conta que durante os dois dias da 8ª Oiweek conversou com pelo menos 20 grandes empresas. ”Provavelmente demoraríamos um ano para ter acesso aos executivos dessas companhias, se não estivéssemos neste evento”. A empreendedora afirma que quase dez projetos pilotos devem surgir dessas reuniões.

Participante das 7ª e 8ª edições da Oiweek, a Lean Survey liderou a lista das startups mais inovadoras de 2016. Criado em 2014 pelos empreendedores Alessandro Andrade e Fernando Salarori, o aplicativo permite que empresas utilizem a tecnologia mobile e o crowdsourcing para realizarem pesquisas de mercado presenciais. Entre as companhias que já contrataram a Lean Survey estão a Dell e a Ambev. ”É um orgulho fazer parte de um movimento que conecta grandes empresas e startups criando juntas o futuro do nosso país”, afirma Andrade.

Movimento 100 Open Startups

Durante a 9ª edição da Oiweek ocorre a etapa final do movimento que chega com recorde de avaliações. No último semestre, mais 2.100 avaliadores representaram 317 grandes empresas que classificaram online (4.356 avaliações) e presencialmente (2.287 avaliações) cerca de 2.700 projetos de startups. As etapas incluíram reuniões e demo days em diversas cidades do Brasil –Campinas, Curitiba, Rio de Janeiro, São José dos Campos, Recife, Porto Alegre, São Paulo, Florianópolis e Belo Horizonte– e do exterior – Bangalore (Índia) e Pittsburgh (Estados Unidos). As 150 startups selecionadas para o evento passarão por novas reuniões, avaliações e pitches com investidores e executivos. As que tiverem melhor desempenho na Open Innovation Week irão compor o ranking do Movimento 100 Open Startups 2017.

O evento também receberá a 5ª edição do Encontro Acadêmico em Inovação Colaborativa, que reúne pesquisadores, professores doutores e doutorandos que estudam empreendedorismo corporativo e redes de inovação. Os participantes poderão conhecer o “Observatório de Startups”, iniciativa que compila e disponibiliza dados sobre inovação e empreendedorismo para fins acadêmicos e fazer uma “visita guiada” à metodologia de categorização/classificação de startups.

“Com o amadurecimento da adoção de práticas de inovação aberta no país e o processo de transformação digital, as últimas edições do evento incluíram na pauta a conexão com startups digitais. Em 2017, com a consolidação do Movimento 100 Open Startups, a Oiweek tem como foco trazer de volta a geração de negócios e parcerias entre grandes e médias empresas, comunidade científica, startups digitais e empresas de base tecnológica”, diz Rondani.

Serviço: 9ª edição da Open Innovation Week

Dias: 21 e 22 de fevereiro – das 8:00 às 19:00
Local: Centro de Convenções Rebouças: Av. Rebouças, 600 – São Paulo

Saiba mais: www.oiweek.com.br/2017/

Conheça o Movimento “100 Open Startups”: http://www.openstartups.org.br/

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Profissões do futuro em debate na Campus Party Brasil 2017

A Gama Academy, escola que seleciona e capacita talentos para trabalhar em startups, participa do talk “As habilidades do futuro: educação, inovação e empreendedorismo na era digital”, na 10ª edição da Campus Party Brasil, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do país. A palestra acontece no palco Empreendedores, nesta quinta-feira (2), às 14h15.

Guilherme Junqueira é CEO da Gama Academy e foi eleito um dos 10 empreendedores que mais contribuíram com o ecossistema brasileiro de startups. Durante a palestra, especialistas discutirão as novas habilidades para profissionais que buscam inovar e ter uma carreira brilhante nos próximos anos, além de mostrar os modelos alternativos de educação que estão surgindo para atender a esta demanda, no Brasil e no mundo.

No sábado (4), Junqueira também ministrará o workshop “Procura-se funcionários – Como ser contratado por uma startup”, no palco Startups & Makers, onde irá debater quais são os principais quesitos para se trabalhar nesse tipo de empresa.

Mais informações sobre a palestra e o Workshop podem ser acessadas nos links abaixo:

http://campuse.ro/events/campus-party-brasil-2017/talk/as-habilidades-do-futuro-educacao-inovacao-e-empreendedorismo-na-era-digital-cpbr10/

http://campuse.ro/events/campus-party-brasil-2017/workshop/procura-se-funcionarios-como-ser-contratado-por-uma-startup/

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UOLDIVEO conquista competência Gold Cloud Platform Partner da Microsoft

O UOLDIVEO, empresa do Grupo UOL que possui soluções completas de cloud computing, infraestrutura, serviços e segurança para apoiar e suportar a jornada dos clientes para o digital, celebra a conquista da competência Gold Cloud Platform concedida pela Microsoft.

O reconhecimento, que outorga ao UOLDIVEO o mais alto nível de graduação concedido pela Microsoft, vem de encontro com a estratégia de atuação Multicloud, que consiste em ofertar aos clientes a melhor integração de clouds privadas, híbridas e públicas visando proporcionar a melhor solução, tanto em sua necessidade de aplicação, como na implementação e gestão de projeto.

Para receber a competência Gold Cloud Platform Partner, o UOLDIVEO atendeu aos critérios referidos dentro do processo de avaliação de desempenho: o volume do consumo de nuvem nos últimos 12 meses; a validação e referência por clientes da empresa que utilizam nuvem Microsoft e a certificação de profissionais nas avaliações realizadas pela Microsoft.

O UOLDIVEO alcançou o número de 102 colaboradores certificados e treinados com base nos requisitos relacionados nos roteiros de capacitação Partner University, da Microsoft. “Investir na formação de equipe é uma das premissas do UOLDIVEO. Ao atingir essa marca, nos tornamos a empresa com maior número de especialistas capacitados e avaliados de acordo com os procedimentos exigidos pela Microsoft”, explica Luiz Vianna, Diretor de Alianças Estratégicas do UOLDIVEO.

Para Marcos Peigo, COO do UOLDIVEO, a obtenção da competência Gold Cloud Platform Partner ressalta a aliança estratégica no mercado brasileiro com a Microsoft Azure, além de reafirmar a estratégia Multicloud do UOLDIVEO. “Contar com a parceria e o reconhecimento da Microsoft nos permite oferecer aos clientes uma solução competitiva que não se trata apenas da combinação de nuvens, mas sim de extrair de cada uma delas a melhor característica e performance para atender a necessidade de cada negócio”.

“O UOLDIVEO demonstrou o mais alto e consistente nível de capacidade e compromisso com a tecnologia Microsoft” afirma Paula Bellizia, presidente da Microsoft no Brasil. “Parceiros com esta competência possuem um profundo expertise e seu conhecimento ajudará clientes a impulsionar soluções inovadoras”.

Contato:

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Terminam em 10/02 as inscrições para as Iniciativas Empresariais da FGV

As inscrições para o Iniciativas Empresariais (IE) de 2017, do Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), serão encerradas no próximo dia 12/02.

São cinco iniciativas que formam o programa IE: TeSE (Tendências em Serviços Ecossistêmicos), EPC (Empresas Pelo Clima), IDLocal (Desenvolvimento Local & Grandes Empreendimentos), ISCV (Inovação e Sustentabilidade na Cadeia de Valor) e CiViA (Ciclo de Vida Aplicado). As cinco iniciativas atuam juntas na agenda integrada de recursos hídricos, aportando conhecimento, abordagens e métodos para a gestão empresarial eficiente e para a atuação da empresa em instâncias de governança.

As IE são abertas a gestores de todo o Brasil que trabalham em empresas e indústrias dos mais diversos segmentos econômicos – principalmente do setor têxtil, varejo de moda, mineração, siderurgia e metalurgia, produtoras de matéria-prima, energia, cosméticos, alimentos (agronegócio) e biocombustíveis.

Os encontros acontecerão ao longo do ano, em São Paulo, com início neste mês. Além de oficinas, as atividades incluem grupos de trabalho, apoio a projetos e jornada a campo para prover gestores e equipes de informação e conhecimento aprofundado que os levem a avançar em estratégias de negócios, planos e ações. Eles também estudarão questões críticas relacionadas a mudança do clima, cadeias de valor, serviços ecossistêmicos, desenvolvimento local e gestão e governança de recursos hídricos.

Para informações e inscrições, entre em contato pelo tel. (11) 3799-4150, e-mail i.empresariais@fgv.br ou site do GVces.

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Herman Miller passa a fabricar no Brasil o sistema Layout Studio para escritórios

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A Herman Miller, mundialmente reconhecida por seu mobiliário inovador e serviços estratégicos para ambientes coorporativos, traz ao mercado a linha Layout Studio, um sistema de escritório adaptável e versátil, que auxilia no aproveitamento de espaços e se adequa a diferentes estilos e realidades de empresas.

Os mobiliários desta linha começam a ser fabricados no Brasil e de acordo com a multinacional, a nacionalização desta produção manterá a identidade global com o uso de acabamentos e materiais de alto padrão, unidos à elegância e cuidado em cada detalhe.

Além disso, o Layout Studio passa a ter tanto seu preço quanto prazo de entrega, mais alinhados as necessidades do mercado brasileiro. Referente à entrega, a linha que antes demorava cerca de 80 a 90 dias para chegar ao Brasil, poderá ser entregue em até 45 dias aos consumidores. Outro ponto importante é a agilidade na complementação dos itens da linha.

Os preços da linha Layout Studio variam de acordo com a configuração especificada pelo consumidor, mas está mais competitivo e teve uma queda em cerca de 50% do valor se comparado ao produto internacional.

“Independente do cenário atual do Brasil, a Herman Miller segue com planos ambiciosos para este mercado, e para apoiar este crescimento um dos investimentos mais importantes é produção local, para sermos mais competitivos e termos um melhor prazo, consequentemente melhorando nossa oferta ao mercado”, garante a Diretora de Marketing da Herman Miller na América Latina, Carla Barbosa.

O Layout Studio foi desenvolvido pela área de Pesquisa & Desenvolvimento Internacional, especificamente pelas equipes da Europa e Ásia. A linha foi pensada para que pudesse ser usada em todo mundo e assim, atenda um ambiente corporativo cada vez mais globalizado e os novos cenários das organizações.

Diversos estudos apontam mudanças significativas nos ambientes de trabalho. Empresas passaram a planejar seus espaços focando no uso mais inteligente dos recursos, porém ainda se preocupam em fornecer ambientes de trabalho inspiradores. Assim, o Layout Studio se diferencia por atender os mais diversos formatos de organizações. O seu diferencial é a integração das ferramentas de trabalho personalizadas e armazenamento, que podem assumir diversas formas, desde espaços de trabalho individuais até mesas para projetos em equipe.

“O design minimalista do Layout Studio utiliza poucos componentes e é fácil de instalar, reconfigurar e reposicionar. O resultado é uma solução que reduz o tempo de construção, os materiais e os custos. Uma linha assim só foi possível ser desenvolvida, por conta do know-how da Herman Miller em mobiliário corporativo”, afirma Cris Batt, Gerente Sênior de Produto da marca no Reino Unido.

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10 fatos que vão agitar o mundo tributário em 2017 – Por Marco Aurélio Pitta

Marco Aurélio Pitta é gerente de contabilidade e tributos do Grupo Positivo  Foto: Divulgação

Marco Aurélio Pitta é gerente de contabilidade e tributos do Grupo Positivo
Foto: Divulgação

Com a crise econômica no país, o governo vem sofrendo com queda na arrecadação, aumento da inflação e déficit orçamentários. Por isso, a sede por aumento de tributos é muito grande. O aumento de fiscalizações vem por aí. Mas, além disso, o que deve movimentar o ambiente tributário em 2017? A seguir, destaco dez fatos que irão agitar essa área ao longo do ano:

1) Minirreforma tributária: o governo Temer lançou, no final de 2016, um movimento para simplificação dos tributos e obrigações acessórias fiscais. Agora, é acompanhar o que pode ocorrer neste ano.

2) Unificação do PIS e Cofins: essa proposta em andamento pode simplificar as apurações de PIS e Cofins, mas podem aumentar a carga tributária em algumas situações, como o setor de serviços.

3) Mudanças no Carf: após escândalos da operação Zelotes e a mudança da estrutura do Carf, essa última instância de defesa administrativa dos tributos federais, muitos entendimentos se alteraram. Inclusive, com efeito desfavorável ao contribuinte.

4) Novo Refis: o Programa de Recuperação Tributária (PRT), lançado no início do ano, não trouxe grandes benefícios como os antigos Refis, que tinham anistia de juros e multas. Empresas de grande porte podem se beneficiar caso tenham prejuízos fiscais acumulados. É preciso avaliar muito bem as condições propostas.

5) Mudança no ganho de capital: houve um aumento da tributação sobre ganho de capital, afetando diretamente as pessoas físicas. Antes, a alíquota era única de 15% de imposto de renda. Agora, a alíquota é progressiva, podendo chegar até a 22,5%.

6) Bloco K: as indústrias e atacadistas iniciaram 2017 com aumento de detalhes nas entregas de arquivos para o Fisco por meio do Bloco K. Dependendo do segmento, essas informações deverão ser entregues somente em 2022.

7) E-social e Reinf: este ano deve ser de preparação para últimos ajustes para o que deve ser uma das mais complexas obrigações tributárias entregues pelas empresas: o E-social. O mesmo vale para o Reinf, obrigação esta que demonstra as retenções de tributos federais nas operações de compra e venda.

8) Antecipação da Dirf: este ano, o fisco antecipou em 15 dias essa obrigação. Geralmente, nesse período, as empresas ainda estão realizando o fechamento do ano anterior e atendendo empresas de auditoria independente. Para complicar tudo, a Receita Federal só disponibilizou o layout do programa no final de janeiro. Entidades do setor buscam junto a Receita Federal a volta ao prazo normal.

9) Difal ICMS: o diferencial de ICMS para vendas interestaduais ao consumidor final iniciou em 2016, mas até 2019 os valores de participação entre os estados sofrerão mudanças. Por isso, é preciso acompanhar essas modificações para parametrizar os sistemas de emissão de notas fiscais, a fim de que não haja erros nos recolhimentos.

10) Mudanças na legislação de ISS: o governo federal sancionou a reforma da Lei do ISS (Imposto Sobre Serviços). A principal mudança é que, a partir deste ano, os municípios ficam impedidos de realizar benefícios fiscais para seus contribuintes cuja alíquota efetiva seja menor que 2%. Anteriormente, brechas na legislação permitiam a chamada “guerra fiscal” entre os municípios.

Marco Aurélio Pitta, gerente de contabilidade e tributos do Grupo Positivo, coordenador e professor de programas de MBA da Universidade Positivo nas áreas Tributária, Contabilidade e Controladoria.

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