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Gartner alerta para áreas de Segurança em Nuvem que as empresas devem focar

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta as empresas para a segurança de aplicações armazenadas em ambientes Cloud (em Nuvem). Enquanto muitos profissionais de tecnologia ainda estão desenhando suas estratégias de Cloud, hesitando em adotar ou definindo seus fornecedores, os funcionários das organizações já estão amplamente utilizando centenas de aplicações Cloud, em especial Software como Serviço (do inglês, Software as a Service – SaaS). Esse tema será amplamente debatido na Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos, que acontece nos dias 2 e 3 de agosto no Sheraton São Paulo WTC Hotel (SP).

Segundo o Gartner, a computação em Nuvem cria muitos desafios para todas as empresas. Geralmente, nenhuma política corporativa de Cloud ou projeto de segurança é abrangente o suficiente. Do ponto de vista da Segurança e da Gestão de Riscos, a ambiguidade é especialmente difícil de lidar. Um dos principais dilemas com relação à introdução de políticas de computação em Nuvem é que ninguém consegue realmente definir o que ela é. “Enquanto os CISOs (do inglês, Chief Information Security Officers) veem a Nuvem como um estilo de computação, outras partes da empresa enxergam apenas como ‘coisas acessadas pela Internet’”, afirma Jay Heiser, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner.

Independentemente de como os grupos definem a computação em Nuvem, os analistas do Gartner indicam que é essencial ter uma estratégia bem definida, assim como políticas para o seu uso. As empresas devem focar em três áreas principais de segurança na Nuvem: multilocação, virtualização e software como serviço.

A multilocação proporciona flexibilidade limitada nos serviços para empresas dividem espaço com outros clientes. Com os dados fora do controle físico da companhia, a segurança acaba se tornando um problema. De fato, 38% das organizações que não planejam utilizar a Nuvem Pública apontaram a segurança e a privacidade como os principais motivos de risco. No entanto, as empresas podem estar usando a segurança e a privacidade como “desculpa”, tanto pelo medo de abdicar do controle sobre os dados quanto pela grande mudança no status quo do modo como estão acostumadas a trabalhar. “Não há correlação entre falha de segurança e o grau de multilocação. Às vezes, tornar-se híbrida pode ser a melhor forma para que algumas empresas ganhem confiança no modelo de Nuvem Pública”, explica Heiser.

A virtualização requer uma gestão de vulnerabilidade e processos de comparação distintos para o ambiente de Nuvem. As empresas podem usar ferramentas diferentes para gerenciar máquinas virtuais, uma vez que sua natureza complexa, dinâmica e distribuída não permite a indicação física de segurança como as “luzes piscantes” dos modelos tradicionais.

Os aplicativos de SaaS (Software como Serviço) oferecem um nível cada vez maior de segurança, com inúmeras funcionalidades de controle. No entanto, as aplicações de SaaS estão, no geral, sob o comando dos usuários finais, oferecendo uma transparência mínima e sem possibilidades de personalização para as demandas das empresas. Para aumentar a complexidade, muitas empresas chegam a ter 1.000 aplicativos SaaS em uso.

Priorize suas escolhas de SaaS

Os profissionais de segurança (CISOs) precisam definir suas prioridades e definir o tempo e os melhores recursos para lidar com o contexto de risco no uso de SaaS. Dessa forma, é necessário dividir os aplicativos de SaaS (Software como Serviço) em três níveis:

Nível 1: Realisticamente, cerca de 80% do mercado está centrado em 100 serviços de Cloud. Os principais fornecedores têm opções comprovadas, mas as organizações precisam se debruçar sobre o tema e verificar se realmente elas estão fora de risco para usar as soluções de forma segura.

Nível 2: Estas empresas, tipicamente grandes marcas que estão experimentando Cloud Services, não tinham oferecido antes como ofertas principais por mais de cinco anos. Geralmente com uma estratégia vertical de oferta de aplicativos, eles bloquearam avaialçies de terceiros. É neles que os CISOs devem focar suas avaliações e seus recursos.

Nível 3: Os milhares de aplicativos de computação em Nuvem classificados como nível 3 são praticamente irrelevantes, segundo Heiser. Não se pode assumir que um pequeno provedor de serviço em Nuvem (CSP) seja seguro ou financeiramente estável. Apesar de ser um risco aceitável, estes aplicativos devem ser utilizados com cuidado.

Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016
Data: 2 e 3 de agosto de 2016 (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559
Site: Gartner.com/br/security.

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Honeywell compra fornecedora de sistemas de automação por US$ 1,5 bilhão

A Honeywell (NYSE: HON) assinou acordo para a aquisição da empresa de sistemas de automação para cadeia de fornecimento e logística de armazéns Intelligrated por US$ 1,5 bilhão. O preço de compra representa aproximadamente 12 vezes a estimativa de lucro líquido antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, da sigla em inglês). As vendas da companhia para 2016 estão estimadas em aproximadamente US$ 900 milhões.

A transação deve ser concluída no fim do terceiro trimestre e está sujeita às tradicionais condições de aquisição, incluindo revisões regulatórias. Com a negociação, a Intelligrated passará a fazer parte da divisão Sensing and Productivity Solutions (S&PS), pertencente aos negócios da Honeywell para soluções de automação e controle.

A Intelligrated projeta, fabrica, integra e instala soluções completas de automação de armazéns e oferece software e serviços que geram operações e distribuição de forma inteligente. Suas soluções para a cadeia de suprimento e armazenamento garantem produtividade aprimorada e custos menores para revendas, fabricantes e provedores de serviços de logística em todo o mundo.

A empresa tem ampliado seu negócio a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR, da sigla em inglês) de aproximadamente 13% nos últimos três anos, índice maior do que o registrado na indústria em que atua. A Intelligrated conta com uma ampla e crescente base de clientes de mais de US$ 5 bilhões, incluindo revendas, fabricantes e provedores líderes da lista Fortune 500.

“O comércio eletrônico continua a crescer em um ritmo sem precedente. A demanda dos consumidores por serviços com entrega mais rápida criou a necessidade de soluções de armazenamento, logística e atendimento que aumentam a produtividade e reduzem os custos de nossos clientes”, afirma Alex Ismail, presidente e CEO da Honeywell Automation and Control Solutions.

A Intelligrated tem sede em Mason, Ohio (EUA), e emprega mais de 3.100 pessoas nas áreas de produção e em seus escritórios regionais, localizados nos Estados Unidos, Canadá, México, Brasil e China.

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ACE abre inscrições para nova turma de aceleração de startups

A ACE, eleita pelo terceiro ano consecutivo como Melhor Aceleradora da América Latina pelo LatAm Founders, está com inscrições abertas para mais uma turma de startups.

O processo seletivo está aberto até o final de julho, e tem como meta escolher os melhores empreendedores para dois programas de aceleração: ACE Growth, voltado para startups em momento de crescimento, e ACE Start, para empresas em validação.

As startups irão acelerar nos hubs de São Paulo, Curitiba ou Goiânia. Pela primeira vez os empreendedores poderão escolher para qual programa e região desejam aplicar suas startups. Dependendo do momento da empresa, ela pode receber investimento de até R$ 150 mil.

Como se inscrever

Todas as inscrições são feitas pelo Fundacity (http://www.fundacity.com/goace), plataforma feita especialmente para a seleção de startups. Com mais de 600 startups inscritas no último semestre, a ACE espera chegar a 1.000 inscrições para a próxima turma.

“Temos mais oportunidades para empresas em validação, além de um novo foco para startups regionais”, afirma Carol Piguin, Startup Hunter responsável por toda seleção da aceleradora.

Por conta do grande volume de inscrições e do alto grau de exigência da ACE, o questionário também passou por modificações. “Ampliamos o formulário para conseguirmos avaliar as empresas com mais propriedade. Uma seleção rigorosa é o primeiro passo para conseguirmos as melhores startups para cada um dos programas”, diz Carol.

Investimento e regiões

ACE Growth (http://goace.vc/growth) é uma continuação do trabalho da antiga Aceleratech, que já acelerou mais de 70 empresas com grande sucesso. Esse programa oferece R$ 150 mil de investimento por 10% de participação na empresa e é destinado para startups em estágio de crescimento.

Já o recém-criado ACE Start (http://goace.vc/start) seleciona startups em estágio de validação, e acelera as empresas sem investimento, sem custo nem participação acionária. O maior trabalho é confirmar as hipóteses das startups e prepará-las para o crescimento.

As inscrições para os “hubs” de Curitiba e Goiânia também estão abertas: startups das regiões Sul e Centro-Oeste terão preferência nestes locais, em uma iniciativa para fomentar os ecossistemas empreendedores locais. Neste caso, a negociação envolve um aporte de R$ 100 mil por 10% da companhia.

E startups com negócios voltado para Internet das Coisas, plataformas de atendimento a clientes e soluções em Tecnologia de Informação e Comunicação para micro e pequenas empresas ainda podem se inscrever em um programa de aceleração corporativa, fruto de uma parceria entre a ACE e a Algar Telecom.

O processo seletivo está aberto até o final de julho, mas as startups que se inscreverem antes serão avaliadas também com antecedência. Cadastrando-se no site da ACE (http://info.goace.vc/inscricoes), o empreendedor recebe informações e as melhores práticas de como inscrever sua startup. A ACE publicou recentemente um vídeo com seis dicas para se inscrever para uma aceleradora:

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Capgemini faz parceria internacional para oferecer solução de blockchain para o setor de serviços financeiros

A Capgemini, um dos lideres globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, firmou aliança com a ascribe GmbH para solução de blockchain, baseada no BigchainDB, para um sistema de recompensa e fidelidade que monitora em tempo real as transações processadas. Com o banco de dados blockchain, as instituições financeiras poderão oferecer aos seus clientes a possibilidade de combinar os pontos de vários programas de fidelidade e resgatá-los em tempo real.

Como parte da parceria, a Capgemini unirá sua experiência em serviços financeiros, de consultoria e tecnologia digital, com o BigchainDB, para criar e desenvolver um sistema de fidelidade e recompensa. A solução ajudará os bancos a obterem flexibilidade para oferecer um sistema de recompensa robusto, econômico e seguro, possibilitando também o resgate dos pontos pelos clientes em vários estabelecimentos.

“O mundo deseja protótipos e casos de sucesso do uso das tecnologias blockchain”, diz o CEO da divisão de BigChainDB da ascribe, Bruce Pon. “Trabalhando com a Capgemini, desenvolveremos várias provas de conceito que poderão ser aplicadas imediatamente no mundo real”.

A aliança foi firmada depois da recente expansão da divisão de blockchain da Capgemini, cujo objetivo é desenvolver frameworks e protótipos digitais inovadores, além de criar um ecossistema de blockchain de classe mundial. A empresa está trabalhando em conjunto com algumas das maiores organizações do mundo para ajudá-las a adotar a tecnologia blockchain. Por meio da parceria com a ascribe, a Capgemini faz demonstrações aos seus clientes do setor bancário e coloca em prática este conceito.

“O potencial da tecnologia blockchain para melhorar a experiência do cliente é considerável. A Capgemini e a ascribe estão ansiosas para fazer parte dessa transformação”, afirma o vice-presidente da divisão de serviços financeiros da Capgemini, Sankar Krishnan. “A solução de blockchain aplicada em programas de fidelidade possibilita uma visão centralizada em tempo real tanto dos dados dos estabelecimentos como dos clientes, gerando oportunidades para a criação de novos programas de recompensa, além de melhorar a gestão dos ativos e recursos por parte dos estabelecimentos”.

Para saber mais sobre a divisão e competências de blockchain da Capgemini, acesse:
www.capgemini.com/blockchain.

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China Eastern Airlines escolhe a Worldpay para entrega de pagamentos globais

A quarta maior companhia aérea do mundo*, China Eastern Airlines (CEA), selecionou a Worldpay como seu principal provedor de pagamentos internacionais. Com o acordo, as taxas de aceitação de pagamento na lista crescente de sites da empresa subiu para mais de 90% nas semanas seguintes após implementação.

Atendendo a mais de 80 milhões de viajantes por ano, a CEA precisava de uma plataforma de pagamentos para ajudá-la a aumentar seus negócios internacionais e de longa distância, nos principais mercados mundiais, como os EUA, Ásia, Austrália e Europa. Como uma adquirente líder e com uma cobertura verdadeiramente global, a Worldpay foi idealmente posicionada para oferecer uma infraestrutura de pagamentos completa em 17 sites locais da companhia aérea. A estabilidade do sistema de pagamentos da Worldpay também trouxe benefícios imediatos para os negócios da CEA, que viu as taxas de aceitação de pagamento nos sites incluídos na primeira fase da implementação subir para mais de 90% pela primeira vez.

Após a conexão bem-sucedida da plataforma de pagamentos da Worldpay para os seus sites dos EUA, Canadá e Singapura, a CEA optou por antecipar a próxima fase de implementação em Hong Kong e nas Filipinas. Também nesses mercados, foi registrada uma alta de mais de 90% nas taxas de aceitação de pagamento. A solução da Worldpay está atualmente em 14 de websites locais da CEA. Atualmente, o processo de implementação na Coreia, Taiwan e Japão está na fase final, completando projeto este mês.

A Worldpay também oferece mais eficiência para que a CEA concorra com outras companhias aéreas globais, ao proporcionar dados valiosos de transações. Análise de dados da Worldpay na forma de taxas de aprovação de pagamento e métodos de pagamento preferidos dos clientes estão desempenhando um papel central em ajudar a CEA a melhorar o serviço que oferece aos viajantes, obtendo uma visão melhor da sua jornada de pagamento. O alcance global da Worldpay e o trabalho realizado com múltiplas moedas também mostra que a CEA está bem preparada para oferecer uma experiência de pagamento excelente para os passageiros em novos território on-line, usando uma solução que vai permitir que os passageiros comprem passagens usando seus métodos de pagamento locais preferidos, tais como Alipay ou PayPal.

“Na China Eastern Airlines, a nossa visão global é oferecer ao crescente número de viajantes de todo o mundo, um serviço excepcional, que começa no momento em que o consumidor entra no nosso site até o momento em que a viagem é finalizada. A experiência de pagamento on-line que oferecemos é uma parte crítica de fornecer as boas-vindas e garantir a confiança que nossos clientes exigem antes de voar. Estamos muito satisfeitos que nossa parceria com a Worldpay tenha sido tão bem sucedida até agora e estamos ansiosos para trabalhar ainda mais com eles, à medida em que o nosso negócio cresce”, disse um dos porta vozes da CEA.

Juan D’Antiochia, gerente geral da Worldpay para a América Latina concluiu: “O crescente poder econômico da Ásia, juntamente com o aumento das viagens na região, significa que operadoras como a China Eastern Airlines estão em um ótimo patamar para se juntar ao clube global de companhias aéreas reconhecidas. Ao ajudar a proporcionar grandes experiências de eCommerce, aliadas aos dados e conhecimentos que necessitam para melhorar continuamente os seus serviços, estamos ajudando a China Eastern Airlines a utilizar sua plataforma de pagamentos como uma fundação para cumprir suas ambições globais.”

* De acordo com o ranking companhia aérea CAPA (Centro de Aviação), pelo número de assentos em 2015.

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Nova era de scanners com conexões Wireless é novidade da Kodak Alaris

Soluções da Kodak Alaris marcam nova era e vão além dos tradicionais equipamentos para máquinas que realizam captura de até 210 páginas por minuto. A empresa apresenta também scanner mobile com o software de captura WEB, Info Input Solution 4.0

Na Feira Ciab FEBRABAN 2016, maior evento de tecnologia para o setor financeiro da América Latina, a Kodak Alaris, empresa líder no Brasil no desenvolvimento de scanners e softwares de captura, apresentou uma nova era de soluções voltadas para a captura de imagem na área corporativa. Foram cerca de seis novos equipamentos dentro de uma proposta de conectividade e mobilidade, que intercalam design compacto a scanners maiores direcionados para a alta produção e com maior poder de processamento.

Entre os lançamentos, o destaque ficou para o scanner i1150 WN, que extrai dados de forma rápida e eficiente e possui sistema Wireless / Ethernet, possibilitando o manuseio do produto por PC’s, tablets e Smartphones, voltados para escritórios que necessitam de praticidade para atender com frequência volumes de trabalhos demandados no dia a dia, de forma compartilhada e simples.

Outro lançamento criado para atender necessidades do setor é o i5650, com alto poder de processamento para grandes volumes de documentações e tecnologia própria, que elimina possíveis interferências em certificações com códigos de barras. Com design sofisticado, o scanner atende com excelência as necessidades de alta escala em ritmo de captura, que impressiona pela velocidade que opera. A solução chega a escanear até 180 páginas por minuto, o equivalente a 360 imagens/minuto. O equipamento foi desenvolvido este ano, após análises operacionais do setor financeiro.

Além do i5650, a Kodak Alaris é a idealizadora do scanner i5850 da série i5000, que chega a digitalizar até 210 folhas por minuto, criado para o mercado de alta captura de imagens, como birô de serviços de digitalização, centros de processamento e correções de provas.

Lançado na FEBRABAN do último ano, outro modelo considerado o “queridinho” do mercado financeiro, o i940 foi desenvolvido para fazer a correta captura de documentos e cartões de banco e é ideal para processos de abertura de contas. Com design compacto e sistema prático, ele facilita a digitalização ao possibilitar que o próprio atendente realize o processo de forma rápida e prática, sem ter que se descolar da mesa e tirar documentos do campo de visão do clientes para digitalizar os documentos.

O equipamento é o mais procurado pelo setor devido às tecnologias apropriadas para a captura de documentos e a praticidade de ter o design portátil. Atualmente conta com 30 mil unidades instaladas em instituições financeiras em todo o País.

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Além da nova remessa de scanners, a Kodak Alaris também desenvolveu softwares para a captura de imagens que facilitam o dia a dia das empresas. Todos os scanners da marca tem um software que acompanha os equipamentos para auxiliar no manuseio e formatação da imagem, além disso, o portfólio de soluções de sotfware está crescendo.

Contudo, o Info Input Solution 4.0, consegue fazer com excelência a captura do dado, através da WEB, sem a necessidade de um equipamento físico conectado ao dispositivo de captura, além do envio automático no ato da captura do dado para vários caminhos distintos (e-mail, pasta, nuvem, aplicação, FAX, impressão) e de forma simultânea através de trabalhos pré-configurados. Segundo o gerente de produtos e soluções para América Latina, Paulo Fernandes, a solução é a maior inovação no setor de soluções de captura no País e foi criada para dar agilidade à coleta de documentos de forma local ou remota, como perícias externas, atividade bastante executada por seguradoras e mercado financeiro.

“A solução marca a maior inovação no setor de soluções de captura no País. Foi pensada para agilizar o processo de perícias e coletas de documentos externos que ficavam represadas até que o funcionário retornasse ao escritório. Muitas pessoas questionam qual é a diferença entre um documento capturado pelo scanner mobile e uma foto tirada pelo celular. A inovação está em capturar a imagem e estabelecer um formato padrão, escanear o documento respeitando as características técnicas, o que deixa a imagem com o maior nível de excelência e envio automático para distintos caminhos, de acordo com a necessidade da empresa ou da aplicação, garantindo rapidez e assertividade em todo o processo”, conclui Fernandes.

Com clientes em todo o mundo, a fábrica da Kodak Alaris está implantada na China, país considerado um forte polo de tecnologia. Hoje a marca está presente nos EUA, Europa, Ásia e América Latina, e o Brasil é o país que apresenta o maior índice de crescimento de negócios. A companhia faturou US$ 1.2 bilhões no último ano e conta atualmente com 3.500 colaboradores mundialmente.

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Monsanto investe em fundo de startups brasileiras para acelerar inovação na agricultura

A Monsanto anuncia sua entrada no fundo Brasil Aceleradora de Startups – BR Startups, um Fundo de Investimentos em Participações (FIP) focado em startups brasileiras. Com o aporte da Monsanto, o fundo BR Startups passará a investir em startups que estejam criando inovação tecnológica para o agronegócio.

A seleção para a nova rodada de investimentos, de R$ 250 mil a R$ 1,5 milhão por startup, começa nesta terça-feira (5/7) e vai até o dia 7 de agosto de 2016. Para participar, as Agritechs com pelo menos dois sócios e faturamento anual entre R$ 300 mil e R$ 10 milhões devem se inscrever pelo link: http://www.fundacity.com/fundo-br-startups/apply/990.

O objetivo da Monsanto é acelerar a inovação na agricultura brasileira e dentro da própria empresa, por meio do investimento e da interação com os empreendedores brasileiros mais inovadores. Além de contribuir com seu investimento no fundo, a Monsanto dividirá com as startups de agricultura o conhecimento e experiência no agronegócio brasileiro.

“Acreditamos que a colaboração é uma ferramenta fundamental para que o mundo consiga alimentar 9,7 bilhões de pessoas em 2050, e este é um passo nessa direção”, disse o presidente da Monsanto para a América do Sul, Rodrigo Santos, durante o Global Agribusiness Forum. Em sua apresentação durante o evento, Santos destacou que a inovação tecnológica é ainda mais crucial para a agricultura neste momento de revolução digital.

O fundo BR Startups foi criado pela Microsoft Participações, holding de investimentos lançada em 2012 para realizar investimentos estratégicos relacionados ao fomento à inovação e ao empreendedorismo, em conjunto com a Qualcomm Ventures, a ES Ventures (Portugal) e a Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro (AgeRio). O foco do fundo é em empresas que já passaram por um processo de aceleraç&atil de;o, mas que ainda não têm porte suficiente para acessar o mercado de venture capital série A. “A união de forças entre a Monsanto e o Fundo BR Startups dará aos empreendedores mais inovadores do país uma oportunidade única de usar toda a tecnologia disponível para transformar a agricultura nacional”, diz Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil.

O fundo é gerido pela MSW Capital, gestora com experiência na orientação de empreendedores e histórico em fusões e aquisições. “Ao integrar a Monsanto ao seu time de cotistas corporativos, o fundo BR Startups se fortalece como principal veículo estratégico de corporate venture no Brasil e ganha o conhecimento e a parceria da líder mundial em tecnologia agrícola, impulsionando um setor c have da economia brasileira”, afirmou o gestor do fundo, Moises Swirski.

Inovação na Monsanto

A Monsanto também está investindo no pré-lançamento do primeiro produto da sua afiliada de agricultura digital The Climate Corporation no Brasil. O FieldViewTM Plus será utilizado por cerca de 100 produtores brasileiros de soja e milho nesta safra e o lançamento está previsto para os próximos dois anos. “O Brasil é um dos primeiros países onde demos esse passo, depois dos Estados Unidos”, afirmou Mateus Barros, líder comercial da The Climate Corporation para a América do Sul.

Nos Estados Unidos, a Monsanto mantém o fundo de investimentos Monsanto Growth Ventures (MGV), o braço de venture capital da empresa, que anunciou seu primeiro portfólio de investimento em janeiro e já permitiu o avanço de startups em áreas chave da produtividade agrícola, agricultura digital e produtos biológicos. “A inovação é o modelo de negócio da Monsanto e por isso precisamos buscar parcerias com startups, que trazem agilidade e novos olhares para resolver problemas antigos”, disse Santos.

Esses investimentos estratégicos de colaboração somam-se ao constante investimento da Monsanto em inovação. Anualmente, cerca de 10% do faturamento é investido em Pesquisa e Desenvolvimento. No ano fiscal de 2015, esse investimento foi de US$ 1,5 bilhão. Desse esforço surgem produtos como a soja Intacta RR2 PRO®, a primeira biotecnologia agrícola desenvolvida por uma multinacional para as necessidades da América do Sul. Em junho de 2016, a Monsanto foi reconhecida como uma das 50 empresas mais inteligentes pela revista americana MIT Technology Review.

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Twitter adota licença paternidade de 20 semanas para seus funcionários no Brasil

O Twitter anuncia nesta segunda-feira (4) a adoção da licença paternidade de 20 semanas para os seus funcionários no Brasil. A partir de agora, os pais terão o mesmo período de afastamento do trabalho ao qual as mães que trabalham no Twitter têm direito após o nascimento de seus filhos. A iniciativa, válida também para casos de adoção, faz parte de uma série de ações da empresa voltadas à qualidade de vida e à equidade de gênero.

O programa, que teve início nos EUA em maio deste ano, está sendo adotado internacionalmente em todos os escritórios do Twitter e passa a valer também para os funcionários que trabalham no Brasil, divididos entre Rio de Janeiro e São Paulo. A ideia é que os pais possam participar, assim como as mães, dos primeiros meses de vida de seus filhos, reforçando laços afetivos e atuando em seu processo de criação.

“O benefício está em linha com a cultura de trabalho no Twitter, que valoriza a flexibilidade e o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. Isso facilita a priorização da família neste momento importante e a participação igualitária de pais e mães na vida dos filhos, colaborando também para a reintegração das mulheres no retorno ao trabalho e para sua carreira no futuro”, afirma Mariabrisa Olivares, Diretora de Recursos Humanos do Twitter para a América Latina. Com a política, a empresa luta contra esteriótipos de gênero e dos papéis tradicionais dos pais na família, além de promover uma visão sem preconceitos sobre a paternidade, não importa de que forma ela ocorra. Esta é uma abordagem mais inclusiva ao envolver tanto as mães quanto os pais no benefício da licença.

O Twitter oferece ainda outras iniciativas aos seus funcionários, como grupos de discussões para pais, em que são abordados assuntos relevantes para aqueles que têm filhos, e o Boa Hora, de orientação e acompanhamento que fica à disposição da gestante durante toda a gravidez, sem custos. O programa acontece por meio de encontros entre as funcionárias gestantes e uma enfermeira obstetra, que aborda temas como atividade física, alimentação, sintomas de trabalho de parto, cuidados com o recém-nascido, entre outros.

Além disso, durante todo o período de amamentação, as funcionárias do Twitter que precisarem viajar a trabalho terão todas as despesas pagas caso desejem fazer o envio de leite materno aos filhos. Nos escritórios da companhia, o Twitter coloca à disposição uma sala exclusiva onde as mães podem amamentar e extrair leite.

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Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo chega à marca de R$ 1 trilhão nesta terça às 13h30

Pela 1ª vez, valor é registrado com atraso sobre o ano anterior: em 2015, valor foi alcançado dia 29 de junho

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atinge, nesta terça-feira (5/7), às 13h30, a impressionante marca de R$ 1 trilhão. O valor abrange o total de impostos, taxas e contribuições pagas pela população brasileira nos três níveis de governo (municipal, estadual e federal) desde 1º de janeiro de 2016.

Em 2015, o Impostômetro registrou esse mesmo montante seis dias antes, em 29 de junho. A demora em 2016 representa uma efetiva queda na arrecadação, decorrente da crise que atinge o País e enfraquece a atividade econômica.

Mesmo com esse enfraquecimento, o painel chega ao vultoso valor de R$ 1 trilhão em função do avanço da inflação: com preços mais altos, o consumidor desembolsa, também, maiores valores em impostos, já que esses são calculados sobre o preço final das mercadorias e serviços.

O atraso no registro de R$ 1 trilhão é inédito – até então, as marcas foram alcançadas antes do que no ano anterior, mostrando que o painel girava mais rapidamente. A primeira vez que o Impostômetro chegou a R$ 1 trilhão foi no dia 18 de dezembro de 2007 – o painel foi implantado em 2005.

“O atual governo precisa focar no controle dos gastos de médio prazo e deixar a economia se recuperar. Embora o PIB não vá crescer neste ano, já há fortes indícios de que o segundo semestre será melhor para todos os setores da atividade econômica”, diz o presidente da ACSP, Alencar Burti.

“Defendemos que não deve haver aumento de impostos, porque isso só pioraria a situação. Apesar dos aumentos realizados pela administração anterior, vimos que a arrecadação não melhorou em nada. Ou seja, não surtiu nenhum efeito nos cofres do governo. E a carga tributária já está no limite”, reforça Burti, que também preside a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

O painel

O Impostômetro foi concebido pela ACSP para conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos de qualidade. Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios se espelharam na iniciativa e instalaram seus próprios painéis, como Florianópolis, Guarulhos, Manaus, Rio de Janeiro e Brasília.

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Samsung e Anprotec anunciam a Segunda Fase do Programa de Aceleração e lançam nova chamada para as Startups Brasileiras

A Anprotec e a Samsung avançam na parceria de estímulo aos empreendedores nacionais e anunciam a chamada para selecionar as empresas que participarão da segunda rodada do Programa de Aceleração de Startups, resultado da colaboração entre a Associação, a Multinacional e o Centro Coreano de Economia Criativa e Inovação (CCEI) e apoio do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC). Esta nova etapa do Programa está repleta de novidades em relação à primeira.

“O número de vagas do programa foi ampliado para 10 startups. Além disso, o valor do apoio financeiro foi substancialmente ampliado, podendo agora chegar até 250 mil reais por empreendimento. Outra novidade desta rodada é que, não será mais exigido o tempo mínimo de operação das empresas candidatas. Isto é uma grande oportunidade também para os projetos mais jovens”, explica Antonio Marcon, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung no Brasil e responsável pelo programa.

Ao ingressarem no Programa, as empresas receberão apoio financeiro e acesso a um amplo pacote de serviços que visam o aprimoramento tecnológico e mercadológico de seus produtos e serviços. Entre essas atividades destacam-se acesso a tecnologias, treinamentos, assessoria, mentoria, networking e suporte às atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação.

“Os participantes desta segunda etapa irão se beneficiar dos aperfeiçoamentos realizados na metodologia e nas práticas de aceleração desde a primeira etapa, como a ampliação da rede de 5 para 12 incubadoras credenciadas em todo o território nacional. Outro fator a destacar é que as melhores startups serão ainda recomendadas para o programa de intercâmbio internacional na Coreia do Sul, criando oportunidades para que desenvolvam suas competências de exportação e possam acessar potenciais clientes e investidores no mercado global” afirma Sheila Oliveira Pires, Diretora Executiva da Anprotec.

As inscrições podem ser feitas até 20 de agosto, neste link, por empresas de todo o Brasil. Para se candidatarem, as startups devem apresentar suas propostas de projetos de produtos ou serviços em umas ou mais áreas de interesse do Programa, que são: (1) saúde digital, bem-estar e fitness; (2) educação digital; (3) segurança, privacidade & furto; (4) soluções de convergência e conectividade; (5) finanças digitais; (6) operadoras de telefonia móvel e consumidores; (7) gestão de baterias; e (8) novas experiências em redes sociais. As propostas submetidas serão avaliadas por uma banca especializada formada pela Samsung, Anprotec e as incubadoras selecionadas.

Incubadoras

As empresas selecionadas nesta rodada serão convidadas a incubar seus projetos durante a vigência do Programa, em uma das 12 incubadoras pré-selecionadas em todo o território nacional. Os empreendimentos oriundos de regiões e municípios diferentes das regiões das incubadoras também podem concorrer e, caso sejam selecionados, serão transferidos para uma incubadora recomendada pelo comitê gestor do programa durante o período de incubação. O programa terá duração de nove meses.

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Brasoftware e Microsoft promovem workshop online gratuito para pequenas empresas e startups

A Brasoftware, uma das principais provedoras de soluções de tecnologia do Brasil e maior parceira da Microsoft no Brasil, promove um workshop online no dia 6 de julho para debater como soluções como Office 365, Microsoft Azure, soluções de e-mail, portal e mobilidade (Skype for Business) entre outros, podem ajudar empresas PMEs e startups a aumentarem seus resultados.

As soluções em nuvem, quando adotadas de forma correta, geram redução de custos, aumento de produtividade e diminuem consistentemente os problemas relacionados à TI.

A Brasoftware, em parceria com a Microsoft, criou uma série de ofertas que podem ser contratadas mensalmente, pagando somente pelo que o cliente usar, apoiando a melhora dos ambientes sem gerar aumento expressivos nas despesas operacionais.

No workshop, os inscritos terão a oportunidade de conhecer mais sobre como a tecnologia de nuvem e como elas podem contribuir para o desenvolvimento dos negócios. O evento é gratuito e as inscrições podem ser realizadas até 5 de julho por meio do link.

Workshop online Brasoftware Cloud

Data: 06/07/2016

Horário: a partir das 15h

Inscrições: até 06/07/2016 pelo site.

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Fintech recupera R$ 1 milhão em pagamentos em junho

A fintech Vindi (www.vindi.com.br), plataforma de pagamentos recorrentes como assinaturas e mensalidades, recuperou R$ 1 milhão para seus clientes apenas durante o mês de junho por meio de sua ferramenta de recuperação de inadimplência, que utiliza algoritmos inteligentes para evitar que os usuários de redes de academias, clubes de assinaturas e startups de serviços fiquem inadimplentes e, caso fiquem, facilita que se recuperem. Um recorde. Sem a ferramenta, este valor seria perdido devido a pequenos prolemas de transação do dia a dia. Lançada em julho de 2015, o primeiro montante recuperado foi de pouco mais de R$ 98 mil e já cresceu 920% no período com perspectivas positivas para o segundo semestre. Atualmente a Vindi oferece a ferramenta a mais de mil empresas. A solução é conectada às principais instituições financeiras do país e integrada a bandeiras de vários cartões. Entre os destaques, permite atualização automática dos dados do cartão de crédito e promove retentativas inteligentes de cobrança.

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Porto Alegre sedia principal encontro brasileiro sobre governança da Internet

A 6ª edição do Fórum da Internet no Brasil (Pré-IGF Brasileiro) reunirá de 11 a 13 de julho, no Centro de Eventos FIERGS, renomados especialistas no debate sobre os desafios atuais e futuros da Internet no Brasil e no mundo. Temas de grande repercussão atualmente, como tolerância e diversidade na Internet, planos franqueados e zero rating, big data e privacidade integram a programação, que será dividida por trilhas, seminários, workshops e desconferências, e contará ainda com a exibição de documentários.

Os debates terão a participação de representantes dos setores governamental, empresarial, da comunidade científica e tecnológica, organizações da sociedade civil, técnicos, estudantes e usuários em geral de Internet. Entre os membros do CGI.br que confirmaram presença e estarão disponíveis para entrevista, estão:

– Maximiliano Martinhão – secretário de Política de Informática do MCTIC e coordenador do CGI.br;
– Demi Getschko – diretor-presidente do NIC.br e membro do CGI.br (notório saber);
– Lisandro Granville – professor da UFRGS e membro do CGI.br (setor acadêmico);
Carlos A. Afonso – diretor do Instituto Nupef e membro do CGI.br (terceiro setor);
– Flávia Lefèvre – conselheira da Proteste (Associação de Consumidores) e membro do CGI.br (terceiro setor);
– Thiago Tavares – presidente da Safernet e membro do CGI.br (terceiro setor);
– Eduardo Parajo – presidente da Abranet e membro do CGI.br (setor empresarial);
– Percival Henriques – presidente da ANID e membro do CGI.br (terceiro setor);
– Marcos Dantas – professor titular da UFRJ e membro do CGI.br (setor acadêmico);
– Henrique Faulhaber – diretor do TI Rio (Sindicato de Empresas de Informática do RJ) e membro do CGI.br (setor empresarial);

O Fórum contará com outros palestrantes de peso, entre eles, Liane Tarouco, professora titular da UFRGS e ex-conselheira do CGI.br; Bruno Magrani, do Facebook Brasil; Manuela d’Ávila, jornalista e deputada estadual (RS); Alexandre Pacheco, professor da FGV; e Leonardo Sakamoto, jornalista e doutor em Ciência Política que, durante o encontro, fará o lançamento do livro “O Que Aprendi Sendo Xingado na Internet”.

O evento também reserva espaço para os documentários “The Computers”, que será exibido pela primeira vez no Brasil, e “Freenet?” – ambos sucedidos por mesas de debates – e contará com o seminário “Internet onde não tem Internet”, coordenado pela InternetSul. Acesse a programação completa: http://forumdainternet.cgi.br/#programacao.

VI Fórum da Internet no Brasil

11 a 13 de julho
Horário: 9h às 19h30
Local: Centro de Eventos FIERGS
Av. Assis Brasil, 8787 – Bairro Sarandi, Porto Alegre − RS
Inscrições gratuitas: http://forumdainternet.cgi.br/
Programação: http://forumdainternet.cgi.br/#programacao

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Startups do Brasil na mira de investidores estrangeiros

De olho nas startups brasileiras, o gigante clube de negócios internacional, GWC Inc., que reúne os maiores players da indústria mobile do mundo promoverá, pela primeira vez no Brasil, uma das mais importantes competições entre startups do mundo, o G-Startup Worldwide, que será disputada no dia 24 de agosto, em São Paulo (SP), durante o Global Mobile Internet Conference (GMIC). A startup ganhadora receberá um aporte de 50 mil dólares, três de três dias de imersão no Google’s headquarters, e uma vaga na disputa internacional do G-Startup WorldWide, que reúne os finalistas de outras sete cidades pelo mundo no dia 29 de Setembro, no Vale do Silício. A ganhadora da fase final fatura 300 mil dólares em investimento. As startups podem se inscrever até o dia 11 de julho pelo site do evento: http://saopaulo.thegmic.com

O Global Mobile Internet Conference será realizado no dia 24 de agosto, no WTC Events Center em São Paulo (SP), e reserva programação com palestras de importantes executivos, entre eles Guilherme Ribenboim, VP Latam no Twitter; E Hao, CEO GWC Global Inc.; Yan Di, Country Manager Baidu Brasil; Fabricio Bloisi – Fundador e CEO Movile e Regina Chamma, Chefe de Desenvolvimento de Negócios – Google Play Latam.

Segundo a Associação Brasileira das Startups, o número de novos negócios promissores no Brasil em maio do ano passado era de 3432, atualmente são 4179 startups no País. Um incremento de 21,7% no período de um ano. São Paulo é o estado que possui o maior número de startups, com 1295. Entre os mercados mais promissores são o de SaaS – Software as Service; Educação e Internet.

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Empreendedora fatura R$ 500 mil em marketplace para freelancers e empresas

Em momentos de crise financeira, uma das melhores iniciativas para driblar a recessão é apostar na capacidade e no talento profissional individual. E trabalhar como freelancer sempre foi uma das aptidões de Monique Medeiros Costa de 31 anos, brasileira e residente na Inglaterra, que transformou suas habilidades em um negócio bastante lucrativo. Em novembro de 2015, ela lançou a Vinteconto (https://vinteconto.com.br/), um marketplace onde é possível pagar um preço fixo de R$ 20 por quase qualquer serviço ou produto.

Ao se mudar para a Finlândia em 2007, Monique enfrentou dificuldades de adaptação em sua nova vida no exterior, como a barreira linguística, preconceito e o frio extremo na cidade de Helsinki, onde morava (as temperaturas beiravam os 30 graus negativos). “Era muito difícil conseguir qualquer emprego por causa da falta de fluência no idioma, pelo fato de ser brasileira e além do frio que era assustador, mas eu queria continuar no País pela experiência, já que tinha amigos e queria continuar aprendendo inglês. Por isso, mantinha anúncios para cuidar de crianças em sites na Internet”, conta.

Até que certo dia Monique recebeu uma ligação de um senhor, muito educado, para a oportunidade de babá. Ele morava em uma mansão e colecionava vários troféus e roupas de piloto de Fórmula 1. “Eu mal sabia de que se tratava do Mika Salo, o famoso piloto. Consegui trabalhar com a família dele porque eles queriam que suas crianças se comunicassem em inglês desde pequenos”, relembra.

Monique morou no país nórdico por seis anos e chegou a trabalhar como vendedora em feiras roupas. Esse emprego foi tão lucrativo que ela conseguiu abrir sua própria loja de roupas no centro da cidade de Helsinki. Mas o destino guardava um episódio dramático para a família Medeiros. Isso porque, após vários exames, seu marido foi diagnosticado com um tipo raro de tumor no joelho e que o deixou em uma condição incapaz de executar qualquer atividade, por um longo período de tempo. “Quase morri de depressão, pois naquele momento, além de cuidar das tarefas de mãe ¬- seu bebê tinha apenas alguns meses – tive que fechar a loja, porque não dava mais para trabalhar fora com toda a situação “, comenta.

Por conta disso e da barreira linguística, Monique e sua família se mudaram para a Inglaterra, já que todos eles eram fluentes em inglês. Lá, Monique começou a procurar por opções para trabalhar em casa enquanto não conseguia montar um outro negócio. “Eu já tinha fluência em inglês e procurava por uma oportunidade que me desse a liberdade para trabalhar em qualquer lugar, além de poder estar nos eventos da escola do meu filho e acompanhar o seu crescimento”.

A ideia

A empreendedora é adepta do modelo de trabalho “home based”, onde o profissional tem a possibilidade de trabalhar em casa, como se estivesse na empresa. “Não acho produtiva a ideia de ter que me prender a um escritório e cumprir com o mesmo horário todos os dias. Prefiro a liberdade, pois acredito que a falta dela mata a criatividade e a inspiração”, explica.

Inspirada, Monique aperfeiçoou seus talentos e fez de traduções a ações de marketing para empresas na Inglaterra que atuavam no Brasil. Isso fez com que ela se apaixonasse ainda mais pela ideia de unir a liberdade de poder trabalhar em casa, com aquilo que amava. “Na época eu trabalhava bastante e ganhava um bom dinheiro. Fui ficando cada vez mais apaixonada pela vida de freelancer”, recorda.

Foi então que Monique tomou uma decisão que iria mudar o rumo da sua vida e da sua família: montar o próprio negócio. Avaliando a crise no Brasil, já que trabalhava também com pesquisa de mercado, a empreendedora resolveu apostar tudo o que tinha em seu marketplace, serviço muito popular no exterior. “Eu pensei também em ajudar os milhares de desempregados no Brasil a terem uma renda extra, oferecendo a mesma solução que eu encontrei quando o destino me obrigou a trabalhar em casa, ou até dar um empurrãozinho para começarem seu próprio negócio, assim como eu fiz, mesmo com pouco capital de investimento”, explica.

Foi daí que surgiu a ideia da Vinteconto, um local onde todos poderiam comprar e vender serviços e criar a própria história, fazendo aquilo que amavam. “Apostei tudo na Vinteconto porque, no fundo, sabia que poderia ser uma oportunidade de as pessoas poderem mudar o destino de suas vidas, assim como mudei o meu. Existem muitos freelancers que levam o trabalho a sério e esses têm uma chance enorme de sucesso”, diz.

O diferencial

“Faltava um marketplace onde os clientes pudessem encontrar algo a mais do que serviços gráficos, tradução ou marketing. Na Vinteconto, reunimos profissionais das mais diferentes áreas, estudantes e donas de casa que ajudam nas tarefas do dia a dia para àqueles que não têm tempo de fazer, assim todo mundo ganha”, explica. Para a empresária as outras plataformas são muito focadas na criação de gráficos, marketing e tradução, enquanto que na Vinteconto, estudantes podem ajudar como assistente virtual e as “senhorinhas” podem vender seus artesanatos. “É acessar a plataforma e ver como você pode facilitar o seu dia a dia, empregando um pessoal que está a fim de trabalhar e que vai dar o maior valor pela liberdade em trabalhar em casa e ganhar por isso”, destaca.

No entanto, o processo de desenvolvimento da plataforma não foi nada fácil. Para começar a Vinteconto, Monique investiu um total de R$ 57 mil de suas economias. A empreendedora começou com um site bem simples que vendia pequenos serviços e tarefas simples do dia a dia. Aos poucos, ela foi adaptando o conceito de marketplace de compra e venda de serviços e produtos ao melhor sistema de gerenciamento de dados, para criar uma plataforma que pudesse oferecer maior agilidade e praticidade para o freelancer poder vender e o cliente comprar o serviço com tranquilidade. “Foram muitos erros, acertos e diversas adaptações para que chegássemos ao Vinteconto no modelo de hoje, uma plataforma que agiliza a vida do cliente e do freelancer “, finaliza.

A todo o vapor

Recentemente, a empreendedora lançou a nova função “carreira”, destinada a profissionais de todas as áreas que poderão oferecer desde cursos prontos, treinamentos, e-books e até aulas virtuais ao vivo. Com isso, Monique pretende abrir um leque ainda maior de oportunidades para que os freelancers possam monetizar seus trabalhos.

A plataforma já dispõe de uma diversificada e qualificada comunidade, com mais de 1 mil serviços cadastrados. Trata-se de milhares de profissionais que optaram pelo trabalho de freelancer, garantindo a execução de seus serviços e tarefas com altíssima qualidade.

Benefícios para o freelancer que oferece o serviço na Vinteconto

O freelancer não precisar visitar o site diariamente para enviar propostas e competir com dezenas de outros freelancers. Ele simplesmente posta todos os seus serviços com portfólio, uma única vez, e o cliente vem até ele já conhecendo o tipo de trabalho que ele executa, prazo de entrega e preço.

Não há a necessidade do freelancer competir o preço para cada proposta. Ele terá mais chances do seu trabalho ser visto pelo cliente, que poderá comparar o motivo da distinção de preços e fazer uma decisão de compra sabendo exatamente o que esperar de um vendedor e do outro.

Não há taxa para se registrar na plataforma e o freelancer pode anunciar quantos serviços quiser. A Vinteconto se reserva a recolher 12% do valor executado pelo freelancer por cada serviço.

Vantagens para quem compra

A praticidade de escolher e comprar o serviço principal e os serviços extras oferecidos na página do freelancer com apenas alguns cliques. A facilidade em usar a ferramenta de busca ou navegar pela categoria de serviço que esteja procurando e ter disponível o portfólio do freelancer, o preço do serviço, prazo de entrega e a avaliação deixada por outros clientes. Outro diferencial é o preço, uma verdadeira pechincha. A maioria dos freelancers prefere ganhar no volume de vendas por um preço mais baixo, especialmente, se para ele o serviço é algo simples e que tenha muita praticidade em fazer. A Vinteconto dispõe de centenas de serviços a partir de R$ 20, que custariam centenas de reais em outros lugares.

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Estudo aponta influência do código de barras e da tecnologia na decisão de compra do consumidor e na estratégia do varejo

A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, organização sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global, revela o resultado da terceira edição de sua série de estudos intitulada “Consumidores e Empresas: Tendências e comportamento no mercado nacional”. Já no terceiro semestre seguido, o estudo aponta o posicionamento de mercado e os hábitos de comportamento do consumidor e dos gestores das empresas brasileiras levando em conta a aplicação do código de barras para identificação dos produtos.

O público consumidor entrevistado foi de 425 pessoas acima de 18 anos de idade e 550 empresas, sendo 41% do segmento de alimentos, 37% de indústrias e 22% do setor de saúde. As entrevistas foram aplicadas em todo o Brasil. De acordo com João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, “o estudo já se tornou referência para a indústria, distribuição e comércio, já que aponta os níveis de automação e o desejo dos consumidores de forma inédita”. Para Oliveira, o trabalho tem duas principais vertentes. A primeira é acompanhar o consumidor brasileiro para compreender seu comportamento de compra e sua percepção de uso do código de barras hoje e no futuro. Já a segunda vertente, trata de como as empresas estão adotando as tecnologias p ara identificação de produtos, principalmente o código de barras, e como estão reagindo para atender o novo perfil de consumidor, muito mais ávido por informações.
Do ponto de vista do consumidor, é fato conhecido que a tecnologia alterou a forma como ele busca informações sobre produtos e os meios de compras. Dos entrevistados, 83% afirmam que a internet é o seu meio de se informar. 41% deles preferem ir às lojas pessoalmente, 22% buscam sugestões de amigos e familiares e 21% usam aplicativos de smartphones. Anúncios de televisão, jornais e revistas e contato com fabricantes são as opções menos escolhidas.

No gráfico abaixo, o que mais o consumidor consulta sobre produtos de seu interesse, tipo de informação:

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Outra constatação é a presença do dispositivo móvel incorporado à decisão de compra. O consumidor quer o usar o celular para tudo, incluindo acompanhar no futuro a data de validade dos produtos que consome. Sempre há um aplicativo que o atende, desde a consulta de preços à comparação da qualidade dos produtos.

Segurança do consumidor – No desejo de obter qualidade, o consumidor percebe que há diversas ofertas de produtos falsificados. Ele tem essa percepção e se preocupa com a quantidade das ofertas disponíveis. Países como o Brasil – com grande diferença de rendimentos entre a população – têm problemas crônicos de falsificação de produtos. Portanto, 44% do público entrevistado entendem que o código de barras pode ajudar no combate à falsificação e proporcionar rastreabilidade, identificação e autenticidade do produto ao usar a numeração do código nas suas pesquisas. O consumidor entende que esses são os principais motivos pelos quais o código de barras o auxilia na proteção por produtos originais. Porém, 43% dos entrevistados a inda desconhecem a capacidade de armazenamento de dados dos códigos de barras presentes no sistema GS1 e não aproveitam esse recurso para identificar os produtos que mais atenderão suas necessidades.

Desejo do consumidor – Embora dividido em relação ao conhecimento dos recursos do código de barras, o público demonstra perceber que ele pode ser uma fonte de entrada de informação no smartphone. No futuro, na visão dos brasileiros, o código pode se tornar uma referência para informações gravadas nos dispositivos móveis, já que é o principal recurso dos sistemas de armazenamento de dados atualmente para a indústria, distribuição e varejo. A GS1 Brasil coloca à disposição de empresas e do público o padrão GS1 DataBar, para segurança do alimento; o GS1 DataMatrix, para segurança do paciente, e outras soluções capazes de armazenar diversos itens e atributos dos produtos, possibilitando maior rastreabilidade do mesmo e aumentando o contato do consumid or com as marcas.

Veja abaixo como o consumidor pretende usar o código de barras:

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Acesso a produtos é uma das utilidades do código de barras. Rastreabilidade de alimentos e segurança do paciente são outros exemplos claros que foram identificados pelos entrevistados no estudo, como demonstra o quadro abaixo:

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Percepção do futuro – E o que deve mudar em relação às compras? O brasileiro acredita que novas tecnologias surgirão e mudarão a forma como ele visita o varejo. Ainda não sabe se é por meio de aplicativos, inteligência artificial ou código de barras. Mas acredita que a tecnologia vai revolucionar sua forma de ir às compras. Por isso, entende que terá cada vez mais comodidade e poderá comprar sem sair de casa e com mais segurança. A experiência de compra também será impactada pela tecnologia, e deseja até mesmo comprar via realidade aumentada. A GS1 Brasil já expõe em seu Centro de Inovação e Tecnologia algumas das tecnologias que o consumidor visa para o futuro. Elas já são realidade e estão sendo adotadas pela indústria e empresas de log&ia cute;stica e varejos para integrar todos os pontos da cadeia de suprimentos. Desde o produtor até o consumidor final, passando pela distribuição e o varejo.

Empresas e consumidor – Esta edição do estudo contempla resultados divididos pelos segmentos de mercado Alimentos, Indústria e Saúde. As empresas têm consciência da busca por informações pelos consumidores. Identificam que qualidade é o item mais exigido para o seu produto, o que coincide com a visão do consumidor por busca de qualidade naquilo que consome. As empresas do setor de saúde são as que têm a maior percepção dos seus consumidores por qualidade dos produtos. Talvez seja esse um dos motivos que levam 78% delas a responder que o rótulo é onde os seus consumidores buscam informações dos produtos hoje. 75% das empresas entrevistadas, no entanto, percebem que seu web site é a origem de informação para o consumidor. As redes sociais desempenham um papel relevante, pois 68 % das empresas usam esse recurso para informar o público.

No futuro, todos os pontos de contato com consumidor deverão crescer em representatividade na busca por mais informação na percepção das empresas. Destaque para o crescimento dos aplicativos, que na visão das empresas deverão se multiplicar significativamente, além das redes sociais e sites. O código de barras continua a predominar como principal forma de identificação de produtos pela indústria, distribuição e varejo. De todos os produtos vendidos ao consumidor final, 86,93% são identificados pelo código de barras. Na indústria (higiene e limpeza, cosméticos, química, têxtil, couro e calçados) 92,03% dos produtos possuem código de barras. No setor de alimentos são 81,67%. Já no setor de saúde, que compreende indústria de medicamentos, equipamentos e produtos dest inados à saúde da população, 88% dos itens têm código de barras.

Investir em tecnologia – Apesar do cenário econômico atual, 87% das empresas entrevistadas têm a intenção de investir em inovação tecnológica no próximo ano. Sendo que pelo menos 60% delas pretendem investir até 3% de seu faturamento – bem positivo para o momento atual. Destas empresas que querem investir em inovação tecnológica, quando questionadas se acreditam que os padrões GS1 podem contribuir para o processo de inovação, 79% delas entendem que sim e citam o uso das diversas tecnologias que a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil oferece.

Veja como as empresas pretendem investir em inovação:

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UOLDIVEO reforça sua estratégia Multicloud e lança a maior nuvem pública em OpenStack do Brasil

Uma nova forma de se trabalhar com cloud computing está chegando ao Brasil. A nova proposta é uma das grandes apostas do UOLDIVEO, empresa do Grupo UOL, que possui soluções completas de cloud computing, infraestrutura, serviços e segurança. Com mais de 2.300 clientes, o UOLDIVEO está ampliando a oferta em nuvem e inovando na linguagem de códigos que dão suporte à rede e lança agora a maior nuvem pública de alta performance em OpenStack do país. “Nosso objetivo é dar suporte na jornada de nossos clientes para o digital. Ao lançarmos a nossa nuvem pública OpenStack, ampliamos o leque de opções que disponibilizamos, aumentando as chances de sucesso e diminuindo o tempo desta transformação, sempre colaborando para uma maior competitividade de nossos clientes em suas áreas de atuação”, enfatiza Gil Torquato, CEO da companhia.

Com a aquisição da Dualtec, empresa com experiência na construção de nuvens desde 2011, o UOLDIVEO incorporou toda a expertise e ainda se tornou Corporate Sponsor da Fundação OpenStack, auxiliando na missão de capacitar, promover o software e oferecer soluções em código aberto padronizado e compartilhado a esta comunidade. “A aquisição da Dualtec Cloud Builders foi o ponto de partida para o UOLDIVEO lançar a maior núvem pública em OpenStack do Brasil”, afirma Marcos Peigo COO do UOLDIVEO. “Temos a maior equipe capacitada para construir nuvens OpenStack e estamos liderando no Brasil um modelo de distribuição contínua que entrega muito mais flexibilidade e elasticidade aos clientes. Além da nuvem pública, essa expertise também pode ser aplicada na preservação de investimentos existentes, com nuvens privadas construídas em cima da mesma tecnologia”, completa Peigo.

O lançamento da nuvem pública OpenStack complementa a oferta do UOLDIVEO de infraestrutura como serviço (IaaS) para atender as mais exigentes aplicações de seus clientes e mercado, como e-commerce, aplicativos sociais, aplicativos móveis, implantações de SaaS / PaaS e Big Data com infraestrutura elástica, escalável e alto SLA.

A oferta de nuvem pública em OpenStack integra a estratégia Multicloud do UOLDIVEO, que traz ainda soluções em nuvens privadas, híbridas e também públicas, em parceria com os maiores players de mercado, como Amazon Web Services (AWS), Microsoft, Virtustream e VMware. Além disso tudo, o UOLDIVEO é a única empresa a possuir Data Centers próprios e oferecer serviços de suporte, gestão, segurança e conectividade, todos absolutamente integrados às ofertas em nuvem. “Essa é a materialização do conceito de Multicloud e vai muito além de um painel ou de um serviço de brokerage como tantos que encontramos por aí”, reforça Peigo.

“Neste formato de ofertas multicloud, conseguimos proporcionar aos nossos clientes a melhor alternativa para cada necessidade, dando o apoio necessário desde o momento da escolha da nuvem que melhor se encaixa na maturidade de suas aplicações à implementação e gestão da solução”, destaca Gil Torquato, CEO do UOLDIVEO.

O UOLDIVEO conta com a experiência de quem atende mais de 2.300 clientes corporativos e possui mais de 1.600 profissionais especializados em gestão de ambientes multiplataforma. O fato de possuir quatro Data Centers próprios permite aos clientes que necessitam trabalhar com soluções híbridas, a interoperabilidade com ambientes legados, todos hospedados, conectados e geridos por uma única empresa que conta com elevados padrões de governança e segurança, atestados pelas certificações ISO20000, ISO27000 e PCI, e também pela alta disponibilidade constatada nos mais de 45.000 servidores e 26.000m2 de Data Center da empresa.

Recentemente, o UOL HOST, unidade de hospedagem, serviços web e cloud computing do UOL, também anunciou que ampliou o seu portfólio de Cloud Computing e passou a oferecer o serviço de nuvem com plataforma OpenStack para pequenas e medias empresas, sendo pioneiro no mercado nacional a oferecer nuvem pública para o varejo no modelo self-service.

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C4C: Tenha uma visão 360° do seu cliente – Por Wilmar Lima

Ao final de um dia cheio de visitas a clientes, captação de vendas e oportunidades, seus vendedores ainda são obrigados a registrar os pedidos manualmente em um sistema ou repassar para uma central de vendas? Depois disso, ainda deve ligar ao seu gestor para informar onde esteve durante o dia, o que fez, quanto vendeu e, por fim, precisa planejar como será o dia seguinte. E se tudo fosse feito automaticamente pelo celular, tablet ou laptop? Isso já é realidade em algumas empresas como a Dpaschoal, por exemplo, que atua na área automotiva e conta com 180 lojas físicas.

Ao ver a necessidade de acompanhar o mercado e os avanços tecnológicos, a Dpaschoal reestruturou o seu site, deu início a operação de e-commerce e substituiu a sua plataforma de CRM, ou seja, mudou a forma de “falar” e de se relacionar com o cliente.

Para viabilizar esta mudança, a empresa investiu na implementação do SAP Cloud for Customers (C4C), a solução de CRM da SAP que, certamente, veio para ficar, uma vez que possibilita a criação de um canal de relacionamento com o cliente e contribui para o aumento das vendas e gerenciamento da equipe, isso sem falar na agilidade e nos ganhos imediatos de informações para as empresas. Por ser 100% Cloud, a solução elimina qualquer necessidade de investimento em hardware.

A solução é robusta e altamente funcional para a gestão de vendas, clientes, marketing e serviços. Ou seja, facilita a vida dos vendedores e agiliza o relacionamento com a marca, pois permite a definição de territórios, gestão de visitas e definição de objetivos de vendas. O C4C viabiliza a gestão completa do processo de conversão de leads em clientes e oportunidades em pedidos (integrados ao ERP), além de um eficiente mecanismo de gestão de pesquisas para medir a satisfação dos clientes em relação aos produtos ou serviços prestados.

A gestão do funil de vendas; o engajamento de clientes por meio das mídias sociais e campanhas de marketing direcionadas especialmente para o público-alvo; a mobilidade e um serviço de atendimento multicanal, que permite registro e categorização de chamados abertos por SMS, e-mail, telefone ou redes sociais também estão entre os diferenciais da solução.

E quem não quer ter uma visão 360º do cliente? O C4C viabiliza o registro de todas as interações que o consumidor realiza com a empresa, como visitas, propostas, pedidos, solicitações de serviço, reclamações e e-mails.

A sua empresa está preparada para suportar essa transformação digital?

Wilmar Lima, é Diretor de Operações da FH.

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