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EY lança campanha digital para Programa de Trainees

Neste ano, a abertura das inscrições para o programa de Trainee da EY será realizada com uma campanha digital. Com o objetivo de mostrar aos candidatos o mundo EY, que envolve um ambiente multicultural e dinâmico, as peças serão protagonizadas pelos próprios talentos da empresa e apresentadas com novo conceito de linguagem e identidade visual, direcionado ao jovem.

O programa é destinado a estudantes universitários e recém-formados (até dois anos) de Ciências Contábeis (a partir do segundo ano), Administração de Empresas, Ciências Atuarias, Direito, Economia, Engenharia, Estatística, Física, cursos de TI, Matemática e Relações Internacionais (a partir do penúltimo ano de graduação). Também é desejável que os candidatos possuam nível intermediário de conhecimento na língua inglesa. Para participar, os interessados devem acessar o site desenvolvido especificamente para a ação: www.beyellow.com.br.

As vagas disponíveis são nas áreas de Auditoria, Consultoria, Impostos e Transações Corporativas, o programa oferece 30 oportunidades em Belo Horizonte (MG), 10 em Blumenau (SC), 10 em Brasília (DF), 45 em Campinas (SP), 40 em Curitiba (PR), 15 em Fortaleza (CE), 15 em Goiânia (GO), 35 em Porto Alegre (RS), 15 em Recife (PE), 150 em Rio de Janeiro (RJ), 15 em Salvador (BA) e 320 vagas em São Paulo (SP).

O Programa de Trainees da EY tem duração de 10 a 15 meses e, posteriormente, os participantes têm chances de serem promovidos a auditores, consultores ou assessores, entrando no plano de carreira da empresa para se tornarem sócios. “O plano de desenvolvimento inclui treinamentos comportamentais e técnicos, coaching com profissionais seniores, experiências práticas em projetos de clientes e outros programas de desenvolvimento educacional por meio da EY University (EYU), além de possibilitar experiências multiculturais por meio da interação com profissionais de diversos países”, afirma Elisa G. Carra, diretora de Recursos Humanos da EY para Brasil e América do Sul.

Todo o processo seletivo começa em janeiro e se estende até outubro, quando as últimas admissões são realizadas. As datas de admissão e de cada etapa do processo variam conforme a área de atuação e a localidade escolhida.

O processo seletivo começa com a avaliação curricular dos candidatos. A fase seguinte consiste em uma apresentação institucional no escritório da EY e a produção de uma redação. Na etapa posterior, são realizados testes online de Português, Lógica, Inglês (eliminatórios) e Contabilidade Básica (classificatório), além da escolha da área de interesse (online). Durante a penúltima etapa, é realizada a dinâmica de grupo, que definirá os selecionados para a entrevista final.

O desenvolvimento dos trainees tem o apoio da EYU, considerada a melhor universidade corporativa pelo Cubic Awards, prêmio internacional promovido pela Corporate Learning Networking nos Estados Unidos. Em 2016, a EY foi considerada a Empresa Mais Atraente do Mundo em Serviços Profissionais para estudantes dos cursos de negócios, de acordo com a pesquisa “World’s Most Attractive Employer 2016”, realizada pela Universum. Ficou ainda em terceiro lugar no ranking geral de todas as empresas que estão no levantamento.

Serviço
Inscrições: www.beyellow.com.br
Período: de janeiro a outubro

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Estratégia de Dados e Big Data são as principais tendências em TI para 2017 – Por Marcelo Sales

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Aproveitar dados, fazer uso deles e conseguir novas formas de aumentar receitas e reduzir custos. A Estratégia de Dados deve ser a principal tendência para os CIOs trabalharem em 2017. A consolidação do Cloud Computing e o trabalho integrado entre tecnologia e a área financeira, responsável por agregar mais valor ao negócio, também exigirão atenção em 2017.

2016 foi um ano de intensa aprendizagem em relação ao uso do Cloud Computing. Certamente teremos o controle de alguns dados dentro da empresa, enquanto outros estarão fora. É recomendável que, nos próximos anos, tenhamos como foco encontrar o equilíbrio entre as informações internas e os dados da nuvem. Com isso, vamos entender qual o nível de mobilidade que precisamos desses dados.

Outros temas muito fortes em 2016 foram: o armazenamento em flash, devido principalmente ao seu custo reduzido, e também a necessidade de adicionar valor ao negócio de TI. Graças à pressão das companhias para concretizar a Transformação Digital nas empresas, as áreas de negócios estão mais adiantadas que as de tecnologia. Isso exige que a TI tenha uma postura dedicada ao negócio tradicional, mas que também tenha foco em inovação.

Sabe-se que 82% de todos os recursos da TI são para manter os sistemas existentes. Precisamos pôr mais energia em inovar, por isso o papel do CIO deve mudar para que ele valorize ainda mais o negócio. Esse valor, muitas vezes, virá dos dados disponíveis, isto é, da capacidade das empresas de pegar dados estruturados e não estruturados, que venham de máquinas ou de pessoas, para integrá-los, analisá-los e, com isso, encontrar informação valiosa. Trata-se de uma análise que efetivamente permita gerar ações de negócios.

Hoje a maioria das empresas já possui os dados que necessitavam para trabalhar. O desafio agora é gerar real valor dessa informação. Temos estatísticas que apontam que só 3% dos dados de uma empresa são usados para análise, o que é muito pouco. Ainda temos muito a fazer.

Um dos principais desafios para os CIOs em 2017 será, certamente, implementar uma Estratégia de Dados efetiva, que vai do armazenamento, passa pelo gerenciamento de dados e garante a mobilidade e reuso dessas informações. No modelo tradicional, muitas vezes o CIO apenas armazena e cuida dos dados, mas não tira real proveito deles. A verdade é que a análise de dados vai muito além de gráficos e telas bonitas. É preciso coletar os dados, armazená-los, garantir sua segurança, dar acesso a eles, mobilidade e ainda promover o reuso. Poucas empresas são capazes de realizar todo este processo, e a Hitachi é uma delas.

Outro fator que merece destaque é que já a partir de 2017 a maior parte dos dados será gerada pelas máquinas, e não por pessoas. Serão os sensores, as câmeras de segurança, os aparelhos de saúde, entre outros, as principais fontes de informação. O verdadeiro Big Data vem das máquinas e o armazenamento dessas informações transforma a tecnologia da informação em verdadeiras empresas de inovação social, que busca soluções para beneficiar os negócios e fazer o melhor para a sociedade.

A TI deve ainda prestar atenção aos avanços do setor financeiro, que teve uma grande evolução tecnológica no último ano. Na América Latina, é preciso ficar atento também ao setor de agronegócio, pois ele está envolvido diretamente com os principais problemas que podemos ter no futuro: o fornecimento de água, alimentos e energia.

Ainda em 2017, os CIOs passarão a trabalhar com vários parceiros estratégicos, especialistas que irão assumir diferentes partes da operação. Essa é uma forma de delegar funções e, com isso, conseguir se concentrar na inovação.

Marcelo Sales, CTO Latam da Hitachi Data Systems.

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HID Global e HST Software firmam parceria no mercado de cartões personalizados e de crédito na América Latina

A HID Global, líder mundial em soluções confiáveis de identidade, acaba de anunciar uma parceria com a HST Software Solutions, especializada na oferta de softwares para a indústria financeira, para atender ao mercado latino americano de cartões personalizados e de crédito. Com a parceria, os sistemas da HST e as impressoras de cartões personalizados de identidade da linha FARGO® da HID Global oferecem às empresas dos setores de Finanças e Varejo uma solução completa de emissão segura.

Com a parceria entre HID Global e HST, agências bancárias e lojas contam agora com uma solução capaz de fazer a emissão de cartões instantaneamente e com total segurança, reduzindo o custo de envio de cartões por correio, evitando fraudes geradas por extravio de cartões e possibilitando ao cliente a compra imediata de produtos e serviços oferecidos por essas empresas, por meio da função crédito. Além disso, essa parceria trará mais agilidade nos processos necessários à certificação dos produtos, suporte local em português e espanhol e atendimento completo às demandas de implementação nas empresas.

“O cotidiano da emissão de cartões em instituições bancárias e varejistas é um fator que pode alavancar a produtividade das operações. Com essa nova aliança, o mercado de cartões tem um ganho expressivo, considerando que a HST Software e HID Global são players líderes em seus segmentos”, diz Fernando Giroto, diretor de Secure Issuance (Emissão Segura) da HID Global para o Brasil e Cone Sul. “O software da HST compõe uma solução madura e consolidada no mercado, totalmente customizável de acordo com as necessidades dos clientes. As impressoras HID serão instaladas nas agências bancárias e lojas, já alimentadas com os cartões pré-impressos com a arte dos clientes, oferecendo um ganho real de tempo no processo de ativação dos cartões.”

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Proteção de Dados Pessoais e o Papel do Governo – Por Francisco Camargo

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Em 6 de janeiro de 1978 – uma data histórica para o mercado de tecnologia – a França se tornou o primeiro país do mundo a criar uma lei relativa à informática, arquivos e liberdades, segundo a nomenclatura da época.

Naquela ocasião, a preocupação era que, com a capacidade da tecnologia da informação, o governo francês conseguisse cruzar todas as bases de dados dos cidadãos e acabasse com a privacidade dos franceses. Essa lei deveria estabelecer limites para isso.

De lá para cá, os governos conseguem cruzar todos os dados sobre a nossa vida pessoal, sabem quanto gastamos durante o ano nos cartões de crédito, qual foi a nossa movimentação financeira, quantas multas levamos e, portanto, onde estivemos, os hotéis em que nos hospedamos, sabem o que acessamos na internet, etc.

Vamos supor que os governos agem de boa fé. Portanto, quem não deve não teme. O problema é que o governo é capaz de fazer tudo isso, mas organizações criminosas também o são, consequentemente, é necessário se levar isso em conta em qualquer política nacional de segurança da informação e privacidade dos dados.

Desde maio de 2016, discute-se o Projeto de Lei 5276/2016 que trata da Proteção de Dados Pessoais, assunto delicado, pois de um lado se quer ter o máximo de privacidade pessoal, com o máximo de conforto e sem atrapalhar o desenvolvimento do país, numa era em que a economia mundial se transforma em uma economia movida a dados.

De uma análise do projeto, chama a atenção o artigo 2º, item III:

A disciplina da proteção de dados pessoais tem como fundamento o respeito à privacidade e:

I- A autodeterminação informática;

II- A liberdade de expressão, de comunicação e de opinião;

III- A inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem;

IV- O desenvolvimento econômico e tecnológico; e

V- A livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor.

Bem como o artigo 5º, que descreve, no seu item I o seguinte:

I- Dados pessoais: dado relacionado à pessoa natural identificada ou identificável, inclusive números identificativos, dados locacionais ou identificadores eletrônicos quando estes estiverem relacionados a uma pessoa;

De fato, por privacidade, entende-se que ninguém vai irromper em sua casa ou trabalho para ameaçá-lo, roubá-lo, ou que ninguém vai usar o seu nome, roubar a sua identidade.

As três histórias a seguir, que vêm acontecendo constantemente, ilustram concretamente o item III do parágrafo 1º do PL 5276/16.

A aposentada:

O telefone toca, a aposentada atende e quem se apresenta diz que faz parte da Central de Bancos (?):

CB – Bom dia! Gostaria de falar com a Sra. Letícia.

Le – É ela.

CB – Bom dia, Dona Letícia. Aqui é o Alfredo, da Auditoria da Central de Bancos, e gostaria de confirmar se a senhora quer mesmo um Cartão MCard Black para aposentados, sem taxa de anuidade para o resto da vida e com limite de crédito de 20 mil reais?

Le – Bem, não tem custo mesmo?

CB – Absolutamente e a taxa de juros é a menor do mercado, 1,99% ao mês contra 14% dos outros cartões.

CB – Preciso confirmar alguns dados que já tenho com a senhora, pois necessito identificação positiva de que a senhora é mesmo a Dona Letícia. Eu falo e a senhora só confirma:

CB – Seu CPF é 202.728.497-08? A senhora reside à Rua Santa Antonia, 45 ? Sua mãe é a Senhora Judith? Sua conta no Banco Federal é na agencia 3045, conta 27889-5?

Le – Sim.

CB – Muito bom. A sua identificação está confirmada.

CB – Para finalizar e a senhora receber o seu MCard Black sem anuidade pelo resto da sua vida, precisamos de cópia da sua carteira de identidade, do seu CPF e de prova de residência, que pode ser a conta de luz.

CB – Como se trata de um Cartão MCard Black, enviaremos um mensageiro à sua casa para coletar os documentos. O cartão e a senha a senhora receberá pelo correio em envelopes separados.

Ela liga para o filho, pouco antes de entregar os documentos para o portador e ele consegue convencê-la que tudo não passa de um golpe, de mais um roubo de identidade.

Aparentemente, o único lugar em que os criminosos poderiam acessar todos esses dados é no cadastro do INSS. Será que os dados do cadastro foram hackeados?

A multa:

José recebe uma multa de trânsito por não respeitar o rodízio, em São Paulo: R$ 130,16. Verifica a foto e a placa. Tudo confere. Como é desconfiado, verifica o RENAVAN, que também confere.

Não lembra de andar com o carro na quinta-feira, mas pensa “pagamento dentro de 30 dias com desconto de 20%. Melhor paga logo em banco para se livrar do problema e economizar R$ 26,00”.

No licenciamento, meses depois, verifica que aquela multa nunca existiu.

Criminosos tiram fotos aleatórias, montam a multa, com um código de barras que leva à conta corrente bancária de algum “laranja”. Conseguiram todos os dados do José em algum lugar, a partir da placa chegaram ao RENAVAM, do RENAVAM ao seu endereço e enviaram a falsa multa.

Será que o cadastro do Detran ou do Contran foi hackeado?

A revista:

Maria recebe propaganda da Revista no seu e-mail, mas em nome do seu falecido pai. Estranho, porque ele nunca teve e-mail na vida. Maria reflete sobre o problema e lembra que o único lugar em que informou o seu e-mail como sendo o do pai foi no Imposto de Renda.

Como a Revista teve acesso aos registros do seu pai na Receita Federal?

Como agora o debate sobre privacidade e proteção de dados permeia a sociedade, o Congresso, Executivo e Judiciário, está na hora de voltar às origens do problema e discutir, claramente, o que são dados pessoais, metadados e o que de fato se entende por privacidade e o real papel do Governo.

Ninguém quer que seus dados pessoais sirvam para criminosos roubarem a sua identidade, nem invadirem a sua casa quando saem de férias, sequestrarem os seus filhos na escola, e mesmo divulgarem a sua intimidade.

O artigo 5º do PL 5276/16, item I lembra que são dados pessoais: inclusive números identificativos.

O mais importante dado pessoal que cada um tem no Brasil, seu único número identificativo é o número do seu CPF e, por incrível que pareça, esse é um dado público.

Faça uma pesquisa do Google colocando no campo de busca o seu nome seguido pelo seu CPF e você, certamente, encontrará o seu CPF.

Outro dado pessoal muito importante é a sua residência. Use o mesmo site de busca e você encontrará facilmente o seu endereço.

Os mais importantes dados pessoais (CPF e Residência) estão em Bancos de Dados Públicos, que não são criptografados ou não têm acesso controlado. Qualquer funcionário com as credenciais adequadas pode acessá-lo e ninguém controla a necessidade desse acesso.

Qualquer ação na Justiça que você faça parte tem o seu CPF disponível para quem quiser ver.

Existe mesmo a lenda de que é possivel comprar o cadastro de contribuintes e do INSS na Rua Santa Efigênia, em São Paulo, com os dados cadastrais e mesmo de renda de qualquer um.

Evidentemente, que a Justiça tem que ser transparente, mas, com a tecnologia de hoje é possível criptografar os dados e, na hora da apresentação, usar a tecnologia Format Preserved Encription, e os dados aparecem com o formato preservado, como já fazem os cartões de crédito:

José Antonio Silva, CPF 201.XX9.XX7-49, residente e domiciliado à ALXMXXA XOX NXXBIQXXS n. 0X7X, e-mail JXXXXO.XXXA@UOL.COM.BR.

Esses dados seriam suficientes para identificar o Sr. Silva, mas não o suficiente para roubar a sua identidade.

Incomoda-me receber e-mails não desejados, pois o emissor não está respeitando o Código de Ética, mas incomoda-me muito mais ter a minha identidade roubada, cartões de crédito emitidos em meu nome e uma dívida desconhecida aparecer no fim do mês.

A tecnologia não pode nem deve atropelar a privacidade individual, mas ao contrário. No Brasil de hoje, certamente, com mais tecnologia, mais criptografia e apresentação mascarada de dados com o formato preservado ajudariam de fato a defender a nossa privacidade.

O ataque à privacidade não vem só dos sites de auxílio à navegação, nem dos de ofertas de sapatos, mas vem, principalmente, da falta de tecnologia e segurança dos bancos de dados dos governos, nos três níveis.

A proteção dos dados começa com a segurança dos dados em poder dos governos.

Embora o Governo Federal tenha avançado na gestão e na segurança da informação, com o lançamento de uma política e de uma estratégia nacional de governança da informação, em 2016, há muito a fazer nessa área, tanto no governo federal como nos governos estaduais e municipais.

Falta uma norma nacional para todos os níveis de governo, algo com a PCI, que é a norma internacional para cartões de crédito (Payment Card Industry Data Security Standard), que defina os padrões mínimos para o armazenamento e exposição dos dados privados em poder dos Governos. Sem isso, a privacidade não estará garantida.

Francisco Camargo, Presidente da ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software

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TI Híbrida está no Topo da Agenda de Redes das Empresas em 2017

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O estudo foi baseado nas respostas de 150 profissionais de tecnologia sobre como os tomadores de decisão estão utilizando e planejando utilizar suas redes de forma mais estratégica e efetiva sob uma estrutura de TI híbrida.

Principais Conclusões:

TI Híbrida é muito ou razoavelmente familiar à vasta maioria do público de TI e redes, tendo como principais benefícios agilidade (59 por cento), alinhamento entre TI e objetivos de negócio (53 por cento), disponibilidade/desempenho de aplicativos (42 por cento) e segurança (37 por cento).

Quase metade dos participantes da pesquisa está usando serviços de nuvem para as cargas de trabalho mais importantes, um forte indicador de que a computação em nuvem está no centro dos esforços de transformação digital de muitas organizações.

Segurança, tempos de atividade confiáveis, capacidades de banda e baixa latência são os atributos principais que os participantes buscam nas redes de suas empresas ao acessar serviços em nuvem.

Na maioria, as empresas estão razoavelmente satisfeitas com a forma com que suas redes correspondem às exigências de rede mais mencionadas, apesar de relativamente poucas admitirem estar muito satisfeitas. A Level 3 pediu aos participantes para classificar a importância de uma variedade de atributos, assim como sua satisfação com o desempenho destes atributos pelos provedores de serviço, e encontrou na média um índice de satisfação 11 por cento mais baixo do que o índice de importância.

As empresas ainda não transformaram dramaticamente suas conectividades de rede para a nuvem e TI híbrida, mas esperam fazer melhoras significativas em suas conectividades de rede nos próximos 12 meses.

Para Paul Savill, vice-presidente sênior, Global Core Product Management para a Level 3, “TI Híbrida é a fundação para uma transformação digital de sucesso. Para reforçar seus programas de TI híbrida, as empresas precisam alavancar as novas tecnologias disponíveis para aprimorar sua infraestrutura de rede e obter maior segurança, flexibilidade e automação”.

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Tecnologia inteligente é o futuro da indústria que atende o comércio internacional

O investimento cada vez maior em tecnologia é visto por muitos especialistas como tendência nos setores de comércio exterior, logística e transporte de cargas. Integrando a chamada “Indústria 4.0” ou “Quarta Revolução Industrial”, que prevê a evolução e a transformação dos mercados no âmbito de novas soluções e de tecnologias inteligentes, grandes empresas apostam no desenvolvimento de softwares e serviços automatizados e integrados para reduzir custos, aumentar a eficiência, a produtividade e a competitividade.

Uma delas é a Bysoft/NSI. De acordo com a CEO da empresa, Edneia Moura Chebabi, a Bysoft não desenvolve apenas sistemas que visam a gestão dos processos relacionados ao comércio exterior, mas soluções cognitivas, com foco na produtividade e na redução de custos de todos os intervenientes da cadeia: agentes de carga, exportadores, importadores e despachantes aduaneiros. “Todas as nossas soluções são integradas, de maneira inteligente, provendo informações online e em tempo real que são distribuídas pela cadeia e permitem a rápida tomada de decisões tanto pela indústria quanto pelo prestador de serviços”, afirma.

A executiva acrescenta ainda que, controlar os prazos de cada fase do processo de desembaraço aduaneiro é a expertise da companhia e cita alguns exemplos dos serviços oferecidos. “Os processos da indústria farmacêutica são um exemplo, pois envolvem o controle por parte da Anvisa. Contribuímos para que o prazo de liberação dos produtos seja infinitamente menor, proporcionando o peticionamento de forma automatizada. Outro exemplo são as contenções de multas, em processos que envolvem o Siscarga (sistema de controle de cargas da Receita Federal), no qual ofertamos uma ferramenta de integração em tempo real, com alertas automáticos”, ressalta a CEO da Bysoft, que será uma das expositoras da Intermodal South America, de 4 a 6 de abril, em São Paulo (SP).

Por outro lado, quando o assunto é a tecnologia aplicada ao segmento portuário, a T2S Tecnologia aposta no desenvolvimento de softwares customizados para os principais portos e terminais do país. Segundo o diretor comercial da empresa, Ricardo Pupo Larguesa, o ano de 2016, na contramão da crise econômica, foi muito bom para a T2S. “Expandimos nossa atuação para diversos outros estados. Em um comparativo de 2015 para 2016, esse foi um dos fatores que fez com que registrássemos um crescimento de mais de 60% em nosso faturamento”, comemora.

Larguesa destaca também alguns cases que contribuíram para que a empresa pudesse alcançar este resultado. “Fizemos algumas grandes implementações no último ano, como a troca do sistema de controle operacional do terminal de contêineres do porto de Paranaguá, no Paraná, por um software norte-americano, o Navis, do qual somos parceiros. Paralelamente, realizamos também a substituição do sistema operacional do terminal de contêineres do porto de Suape, em Pernambuco, que entrará em produção agora em fevereiro”.

“Outras implementações que estão em andamento são as dos novos sistemas de operações dos terminais da Wilson Sons em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, e em Salvador, Bahia, com conclusões previstas para o final do primeiro semestre e para o fim do segundo semestre deste ano, respectivamente”, completa o diretor comercial da T2S Tecnologia, que também irá apresentar suas novidades na Intermodal.

“A inserção dos conceitos de Sistemas Ciber-Físicos, Internet das Coisas e Computação em Nuvem não só nos portos, mas em todas as vertentes dos setores de transportes de carga, logística e comércio exterior é, felizmente, um caminho sem volta. A iniciativa privada vem estudando e implementando muitas possibilidades. Só na Intermodal temos mais de 12empresas de tecnologia expondo soluções. O setor acadêmico também contribui. Vale lembrar que, já em 2008, a Escola Politécnica (Poli) da USP começava a desenvolver, por exemplo, uma tecnologia de rastreamento da cadeia logística da carne bovina, que agiliza o processo de exportação, e que hoje é o sistema oficial utilizado pelo Ministério da Agricultura”, reforça Ricardo Barbosa, gerente do evento.

Tendências – De olho no futuro da inovação no transporte, armazenagem e distribuição de cargas, a 23ª edição da Intermodal promoverá o evento “Tendências Tecnológicas na Logística”, em um encontro que reunirá especialistas, executivos e representantes do setor, onde serão apresentadas e discutidas as últimas tendências e estratégias em conceitos, modelos, processos e tecnologias inteligentes.

Com início às 08h30 do dia 6 de abril, o evento contará com uma repleta grade de programação. Às 09h, a gerente de logística da Ajinomoto, Maristella Andrade, palestrará sobre a aplicação do footprint como solução integrada para otimizar a cadeia de suprimentos. Às 09h40, o diretor industrial da Lóreal, Antônio Grandini, e o professor de logística e orientador de gestão empresarial da consultoria Premiatta, Paulo Bertaglia, dissertarão sobre “a quarta revolução industrial” e a “logística 4.0”.

Já às 10h50 será a vez do professor e coordenador do laboratório em logística e transporte da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas (FEC/UNICAMP), Orlando Fontes Lima, que apresentará o raio x da logística do futuro e as macro tendências tecnológicas que podem transformar o cenário logístico atual. Por fim, às 11h40, o diretor de logística e transporte da Pirelli na América Latina, Rodolfo Giotto, debaterá sobre o que as empresas estão fazendo para inovar em momentos de crise.

Para mais informações sobre essa e outras conferências da Intermodal 2017, acesse – http://www.intermodal.com.br/pt/conferencia-2/primeiro-dia

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Teradata é lider em Big Data e Analytics

A Teradata (NYSE: TDC), empresa líder em soluções analíticas, teve sua posição de liderança reconhecida no mais recente relatório, entitulado “Big Data Warehouse Landscape”, um estudo elaborado anualmente pela The Information Difference, empresa internacional de análise de gerenciamento de dados. A Teradata foi considerada a empresa número um em tecnologia e satisfação do cliente. A empresa também ficou entre os quatro maiores players em presença de mercado. A pesquisa tem como base a avaliação dos 25 maiores fornecedores globais de data warehouse. O relatório da pesquisa mostra provedores de data warehouse posicionados em um diagrama de eixos em duas categorias: Tecnologia e Força de Mercado.

“Nossas avaliações descobriram que a tecnologia da Teradata lidera o mercado global de dados nas categorias: satisfação do cliente, maturidade e funcionalidade”, disse Andy Hayler, diretor executivo e co-fundador da The Information Difference. “A força de mercado da Teradata também continua a ser sólida no começo de 2017, já que a empresa marca presença em todos os líderes de mercado de varejo, finanças, ecommerce, manufatura e outras verticais em todo o mundo”.

Hayler observou que os clientes consultados nesse relatório afirmam que estão mais do que satisfeitos com a tecnologia, serviços e expertise de implantação da Teradata. Hayler felicitou a Teradata no relatório por ter “os clientes mais felizes” entre os 25 maiores fornecedores de Analytics do mundo.

“A Teradata está animada por ter sido nomeada líder tecnológica entre tantos provedores nesse mercado. A análise de dados é a nossa paixão e estamos extremamente focados na inovação, desenvolvendo novas tecnologias que permitam aos nossos clientes gerar resultados extraordinários”, disse Oliver Ratzesberger, Vice-Presidente Executivo e Chief Product Officer da Teradata. “Estamos ainda mais satisfeitos com a liderança na pesquisa da The Information Difference, já que o levantamento teve como base critérios que analisaram a funcionalidade e maturidade das aplicações. Estes são atributos importantes em um momento em que a onda de inovações no mercado pode obscurecer o valor do conhecimento que é gerado pela análise de dados, prejudicando o retorno sobre o investimento que beneficiam os clientes de Teradata. ”

De olho nas inovações de mercado a Teradata lançou em 2016 o Teradata Everywhere , o banco de dados analítico de processamento paralelo mais completo do mundo, atendendo várias nuvens públicas, nuvem gerenciada e ambientes locais, incluindo o Amazon Web Services, o Microsoft Azure, o Teradata Managed Cloud, software de virtualização VMware® e a plataforma Teradata IntelliFlex . Outra novidade é a capacidade de processamento do Teradata “Borderless Analytics” (ou Análise sem Fronteiras), que teve muitos ganhos com as últimas versões do software Teradata QueryGrid para análise em data warehouses heterogêneos que contam com vários sistemas em sua composição. Outra novidade apresentada em 2016 foi o software Teradata Unity para orquestração automatizada e sem interrupções de um ambiente Teradata de nuvem híbrida.

Nesse novo relatório da The Information Difference o posicionamento de cada fornecedor é derivado de um conjunto ponderado de pontuações com base nos seguintes fatores: a satisfação do cliente medida por meio de um levantamento de “clientes referência”, opinião de analistas da tecnologia, maturidade da tecnologia e amplitude tecnológica em termos de sua cobertura se comparada ao modelo de funcionalidade da Information Difference.

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Business Intelligence ganha espaço no setor imobiliário

Menor número de lançamentos, estoque de empregos baixo e pouca confiança dos empresários. Esses são os reflexos da crise econômica no Brasil, sentidos principalmente pelo setor imobiliário, que nos últimos anos buscou novas ferramentas para se manter lucrativo. É o caso da incorporadora EBM, que decidiu investir na solução de Business Intelligence da Targit para impulsionar o seu negócio.

Em síntese, a partir da integração realizada em fevereiro de 2016 e com as análises do BI, a EBM conseguiu se estruturar em meio às incertezas econômicas e planeja crescer. A visão holística dos negócios trouxe a oportunidade de investimento em novos projetos como a diversificação de seu portfólio e na interiorização de seus empreendimentos. Para 2017, a incorporadora estima faturar R$ 400 milhões, além de já ter acumulado R$ 1 bilhão em Valor Geral de Vendas (VGV) de terrenos comprados em todo território brasileiro para lançamentos previstos para sair do papel nos próximos três anos.

“Enfrentamos o período de crise com muita cautela e uma das dificuldades que tínhamos era o gerenciamento e consolidação das informações de toda a holding para a análise e gestão da diretoria. São milhares de dados espalhados em infindas planilhas e conseguir ser assertivo na tomada de decisão não era tarefa fácil. Foi quando nos surgiu a ideia de fazer uma gestão por meio do Business Intelligence”, explica Bruno Thomaz, Gerente Financeiro e de Controladoria da EBM.

Após a procura por diversas opções de tecnologia para otimizar os processos internos e tornar a administração dos conglomerados mais dinâmica, a incorporadora decidiu adquirir o recurso de Inteligência de Negócios da multinacional dinamarquesa Targit. A ideia era integrar uma tecnologia que conseguisse cruzar as informações de todas as áreas – desde as despesas administrativas até o faturamento final.

O executivo explica que os ganhos foram inúmeros após a implantação, por exemplo, redução de tempo, fechamento contábil trimestral (antes era realizado anualmente) e cruzamento de despesas administrativas versus faturamento. “Foi possível reduzir custos inerentes ao tempo, além de melhorar a produtividade da incorporadora em todos os âmbitos. Hoje, nós temos um conjunto de dados mais precisos, onde o acompanhamento de todos os projetos é realizado diariamente dentro do projeto macro, que é o de Business Intelligence. A princípio, a ferramenta foi aplicada nas áreas financeira e comercial. Hoje, todas as áreas foram integradas ao BI”, avalia.

Com a sede matriz em Goiânia, atualmente a EBM configura-se como uma empresa de real state. Atua como incorporadora e construtora, além de possuir unidades de negócios focadas nas incorporações, propriedades, urbanismo, loteamento e imóveis destinados à venda. “Atuamos desde 2009 mais fortemente em Goiânia e Brasília. Agora, estamos com projetos para o interior de São Paulo em cidades como São Carlos, Araraquara e Campinas”, finaliza Thomaz.

Profissionalizar foi um desafio

Para que o ganho fosse efetivo, capacitar os profissionais internos era um dos desafios da empresa, que optou por treinamentos direcionados aos profissionais de TI e Controladoria, com a intenção de deixa-los a cargo dos “cubos” – nome dado à criação dos projetos dentro da ferramenta de BI da Targit. A implantação foi iniciada em fevereiro de 2016, com a capacitação da equipe junto aos seus respectivos gestores, entre eles os Analistas e Especialistas no desenvolvimento dos Cubos, Rodolfo Miranda e Felipe Assis, e o Analista e Especialista em Infraestrutura de TI, Fabio Alencar. A estratégia adotada foi de caráter experiencial e a principal ação era a montagem de análises, onde eram necessárias a utilização de planilhas bastante complexas de DRE (Demonstração de Resultado do Exercício).

“Esses tipos de planilhas são difíceis de serem manuseadas porque a nossa empresa é bastante completa em termos de software. Temos vários sistemas que coletam informações de viés financeiro, comercial, contábil, além de folha de pagamento e vendas. E como fazer para que todos esses sistemas se comuniquem de forma a levantar as informações para a planilha de DRE? Como gerar gráficos e informações gerenciais? A resposta foi bem fácil. Em termos de custo-benefício, a ferramenta de BI foi capaz de integrar todos os nossos sistemas para que se tornassem um só”, diz Kaio Sousa, Coordenador de TI da EBM.

Allan Pires, CEO da multinacional dinamarquesa Targit para a América Latina & Texas, comenta que um dos ganhos com o Business Intelligence está na construção e/ou migração das informações – de maneira fácil e rápida – de outros softwares para dentro da plataforma da Targit, ou seja, a solução de BI possibilita a não dependência de outros sistemas para a construção das análises micro e macroeconômicas. A migração é instantânea.

Agora, tanto a diretoria quanto os gestores de cada área podem visualizar e realizar as mudanças em tempo real de um projeto como a mudança nas datas de lançamento de um empreendimento. Além disso, a EBM possui um comitê responsável pela formatação e escolha dos layouts dos gráficos, entre outras ações exercidas dentro da ferramenta.

Allan ressalta que o mercado está cada vez mais receptivo para ferramentas de exploração de dados. “Com o BI, as empresas não precisam mais olhar o futuro pelo retrovisor. É possível trazer áreas extremamente complexas para o mundo dos gráficos e dos números gerenciais e este processo só tende a melhorar com o tempo. Os novos formatos oferecem mais subsídios para os empresários, tendo em vista as suas capacidades competitivas”.

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Dados revelam que o Brasil não pode mais ser apenas um produtor de commodities, afirma ABDI

Guto Ferreira, presidente da ABDI

Guto Ferreira, presidente da ABDI

“A queda de 6,6% na produção industrial em 2016 e o crescimento de 2,3% em dezembro são dados que deixam muito claro o que está acontecendo com o setor. O número positivo no mês passado não terá sustentação no longo prazo se não repensarmos a indústria brasileira. O sucateamento é algo claro, mas este não é o principal problema. Além do país precisar investir muito em tecnologia e inovação, através de políticas públicas, é preciso ampliar a visão do que é prioridade para o crescimento do Brasil e consequentemente para a geração de empregos. A produção e exportação de commodities já conseguiu o seu espaço na economia e hoje estamos entre os maiores do ranking global. Entretanto, exportamos produtos de baixo valor agregado e importamos produtos com alto valor. Como exemplo, cito que enviamos para fora do país o melhor café do mundo e importamos cápsulas do mesmo produto por um preço muito superior. Este processo vai contra a lógica de mercado. A ABDI tem com meta fomentar uma mudança drástica no setor, com a inclusão das “startups” dentro das indústrias. Precisamos pensar 20 anos para frente, para começar a recuperar os 20 anos que estamos para trás em relação ao resto do mundo”, comenta Guto Ferreira, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

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Com medo da entrevista de emprego? Saiba como o aplicativo #BeFearless da Samsung pode ajudar

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É difícil encontrar uma pessoa que não tenha ficado com vergonha, tímida ou com medo de falar em uma entrevista de emprego. É comum que, nessas situações, a falta de confiança atrapalhe na conquista da tão sonhada vaga. Pensando em ajudar a superar fobias como a de falar em público, a Samsung lançou no país o programa #BeFearless, parte da campanha global Launching People, para ajudar pessoas a utilizarem a tecnologia como acelerador do potencial humano.

O aplicativo #BeFearless – módulo Medo de Falar em Público está disponível em três versões – uma delas conta com exercícios desenvolvidos para o universo profissional, que inclui entrevistas de emprego. Este programa de treinamento, que se utiliza da realidade virtual através do Gear VR, visa diminuir a ansiedade enquanto a pessoa estiver interagindo com uma audiência mais ampla.

A linguagem corporal e a autoconfiança são alguns dos focos trabalhados para que a pessoa transmita mais credibilidade nestas situações. Há grande interação durante o treinamento, já que é possível responder perguntas e receber feedback do entrevistador com base no tom de voz e no batimento cardíaco. Tudo isso é possível com o uso da realidade virtual. Se ele estiver distraído ou responder negativamente, quer dizer que a pessoa está com alto nível de tensão, precisa treinar mais e repetir a fase.

Além disso, dá para conferir o resultado depois de cada sessão realizada. Os índices de desempenho são personalizados, baseados no contato visual, volume da voz, frequência cardíaca e autoavaliação.

Como fazer?

Para começar esse programa de treinamento, o consumidor precisará de um smartphone Galaxy*, os óculos Gear VR e um fone de ouvido com microfone. Dá até para conectar o smartwatch Samsung Gear S para medir frequência cardíaca durante todo o processo e o Gear IconX, fone de ouvido totalmente sem fio, que tornará o som ainda mais próximo à realidade.

“O #BeFearless foi criado para incentivar as pessoas a desafiarem barreiras com a ajuda da tecnologia. É importante ressaltar que a realidade virtual é uma ferramenta de apoio, um complemento ao tratamento para superação de medos e fobias. O acompanhamento médico e terapêutico é fundamental na resolução de qualquer questão relacionada à saúde”, reforça Andrea Mello, Diretora de Marketing Corporativo e Consumer Electronics da Samsung Brasil.

Sobre o projeto

O programa #BeFearless, lançado no país no final de 2016, faz parte da campanha global Launching People, criada pela Samsung em 2013 para ajudar pessoas a utilizarem a tecnologia como um acelerador do seu potencial. Com o mote “#BeFearless: o medo acaba quando a coragem começa”, o projeto visa incentivar as pessoas a superarem o medo de altura e o medo de falar em público por meio da realidade virtual e das ferramentas que a tecnologia disponibiliza.

A nova campanha Launching People #BeFearless, que contará com três fases, ficará no ar até março de 2017.

Para outras informações acesse o site http://www.samsung.com/br/launchingpeople/

*O Samsung Gear VR é compatível com os smartphones Galaxy S7, Galaxy S7 edge, Galaxy S7 Edição Limitada Jogos Olímpicos, Galaxy Note5, Galaxy S6 edge+, S6 e S6 edge.

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Broadsoft mira o Brasil com soluções UCaaS

A BroadSoft, líder mundial em serviços de comunicações unificadas (UCaaS) na nuvem – com 41% do mercado, segundo a Global 100 da Total Telecom – investe em sua operação no Brasil com o objetivo de liderar o nicho no País. Globalmente, a empresa está presente em mais de 80 países e tem como clientes 26 das 30 maiores operadoras de telecomunicações (telcos) do mundo. No País, 75% das principais telcos brasileiras já são clientes da BroadSoft.

A companhia possui mais de 500 milhões de licenças vendidas, sendo mais de 15 milhões somente no segmento B2B, o que tem gerado anualmente mais de US$ 7 bilhões em receita pela revenda de seus serviços pelas telcos para seus clientes, de acordo com a Frost&Sullivan. Classificada como “empresa visionária” pelo Gartner (24 Outubro, 2016 – Magic Quadrant for Contact Center as a Service, North America), com ações em constante trajetória de alta na NASDAQ (NASDAQ: BSFT), a empresa foi fundada em 1998 e tem registrado um crescimento anual em sua receita de aproximadamente 25%.

“Nos países da América Latina, temos tido um crescimento anual considerável. No Brasil, enxergamos um futuro muito positivo para o mercado das Comunicações Unificadas. Nossa expectativa de crescimento é acelerada, acima dos patamares da região devido à recuperação político-econômica do País e também ao tamanho do mercado brasileiro – o maior da América Latina”, afirma o Vice-Presidente de Vendas da Regional CALA (Caribbean and Latin America), Hector Sanchez.

A BroadSoft oferece soluções de (UCaaS). Por meio de um único aplicativo, como o BroadSoft UC One, instalado no PC e no celular ou tablet, usuários podem usufruir de uma experiência de voz totalmente integrada entre estes dispositivos e também entre seu ramal PABX e suas ferramentas de colaboração do trabalho (chat corporativo, áudio e videoconferência, compartilhamento de arquivos e de tela etc.).

“Dispor do seu ramal do PABX do trabalho tocando no seu telefone celular em horários determinados por você, e ferramentas de colaboração corporativa como chat, áudio e videoconferência também disponíveis no celular, permitem ao usuário uma experiência de mobilidade e flexibilidade inédita no mercado brasileiro”, explica Tábata Romero, Diretora de Go-To-Market da BroadSoft para Brasil e América Latina.

Sanchez explica que a empresa está investindo no Brasil e como objetiva ocupar a liderança do mercado. “Nosso modelo de negócio de venda de software como serviço (SaaS – Software as a Service), favorece as empresas que precisam modernizar suas soluções de comunicação, porém sem realizar grandes investimentos em bens de capital”, explica Hector.

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Com o aplicativo Free2Move, o Grupo PSA lança sua plataforma de serviços de mobilidade

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O aplicativo Free2Move foi pensado para facilitar a experiência de mobilidade dos usuários. Ele possibilita um acesso centralizado aos serviços de diversos operadores de compartilhamento de veículos através de um único aplicativo e reúne assim vários tipos de soluções de transporte. O usuário pode, desse modo, visualizar em uma única tela todos os veículos disponíveis nas proximidades, para se locomover de carro, de scooter ou de bicicleta. Ele pode comparar os preços, a localização e as características dos meios de transporte disponíveis para compartilhamento (marca, número de lugares, tipo de energia), para uma utilização imediata ou para fazer uma reserva.

O aplicativo para smartphone é acessível em diversas cidades da Alemanha, Itália, Áustria, Suécia e Reino Unido. Em breve, estará disponível na França, Espanha e Países Baixos.

Ele é gratuito e pode ser baixado na App Store, Play Store e Windows Phone.

Este lançamento concretiza a ambição do Grupo de ser um dos principais players em serviços de mobilidade em escala mundial, apoiado em sua marca Free2Move. Segundo análises feitas pela Frost & Sullivan1, o número de usuários de serviços de compartilhamento de veículos no mundo deve se multiplicar por 4,5 em 10 anos, passando de 8 a 36 milhões de pessoas entre 2015 e 2025.

Para marcar este momento, Grégoire Olivier, Diretor dos Serviços de Mobilidade do Grupo PSA, declarou: “O aplicativo Free2Move simplifica a experiência de mobilidade de nossos clientes ao oferecer uma escolha de soluções por meio de uma plataforma intuitiva. Isto é possível graças, essencialmente, a todos os nossos parceiros que promovem novas mobilidades. O Free2Move App oferece uma verdadeira liberdade de movimentos em um clique!”.

1 Frost & Sullivan, “Future of Carsharing Market to 2025”, Agosto de 2016.

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Eventbrite é terceira plataforma de tickets da Europa com a compra da Ticketscript

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A Eventbrite, plataforma líder mundial em tecnologia para eventos e venda de ingressos e inscrições, que dá suporte para mais de dois milhões de eventos por ano, adquiriu a Ticketscript, um dos maiores provedores de serviços de venda de ingressos self-service da Europa. A aquisição posiciona a Eventbrite como a terceira maior plataforma de emissão de tickets da Europa e amplia a importância global da empresa como líder em tecnologia para eventos de música ao vivo.

Só em 2016, as operações europeias da Ticketscript e da Eventbrite juntas processaram mais de 35 milhões de ingressos equivalentes a mais de 500 milhões de euros para quase um milhão de eventos. Após a aquisição, cerca de um quarto (23%) dos funcionários globais da Eventbrite trabalharão na Europa.

A Ticketscript, fundada em 2006, tem sede em Amsterdã e atua em cinco países europeus: Reino Unido, Alemanha, Holanda, Espanha e Bélgica.

Frans Jonker, CEO da Ticketscript, que se juntará à Eventbrite como diretor geral para a Europa continental, disse: “Temos construído presença significativa no mercado europeu há dez anos, com foco em tickets de autosserviço para eventos musicais. Nós compartilhamos a paixão da Eventbrite em permitir que os organizadores de eventos controlem seu marketing, gerenciamento de eventos e emissão de ingressos. Juntando forças com a Eventbrite, líder global em inovação em tecnologia para eventos, sem dúvida ajudará a acelerar ainda mais a transformação digital da indústria europeia de experiências ao vivo “.

A Eventbrite processou 150 milhões de ingressos para mais de 600.000 organizadores de eventos em 180 países no ano passado. Fundada em São Francisco em 2006, a empresa abriu seu primeiro escritório internacional em Londres em 2011 e mantém escritórios em oito países. As outras operações europeias da empresa se encontram na Irlanda, Alemanha e, mais recentemente, nos Países Baixos.

Julia Hartz, CEO e cofundadora da Eventbrite, disse: “Esta aquisição eleva a presença da Eventbrite na Europa e adiciona dez anos de experiência no mercado europeu da música para o nosso negócio. Esta aquisição está perfeitamente alinhada com a nossa visão estratégica para se tornar líder do mercado mundial de experiências ao vivo, e adiciona ativos significativos e poder técnico à nossa plataforma. Estamos ansiosos para esta nova parceria que combina as melhores soluções de ambas as empresas, e levá-los aos nossos clientes em todo o mundo. ”

Para o country manager da Eventbrite Brasil, Hugo Bernardo, a novidade não afeta apenas o mercado de eventos europeu e sim as operações de todo mundo, inclusive do Brasil, uma vez que a empresa está bastante focada em sua expansão no mercado de música no país. “Muitas marcas internacionais estão apostando em nosso mercado e muitos produtores brasileiros também estão trazendo novos conceitos para os eventos de música no país. Com a aquisição teremos ainda mais poder técnico e inovação para oferecer aos nossos clientes, parceiros e a todos os organizadores e produtores de eventos do Brasil”, finalizou.

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Startup de saúde cria a primeira enfermeira digital do Brasil

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Segundo levantamento do Ministério da Saúde, mais de 40% da população adulta brasileira, o equivalente a mais de 58 milhões de pessoas, possui pelo menos uma doença crônica não transmissível. Estas doenças são responsáveis por mais de 72% das causas de morte no Brasil.

As pessoas estão vivendo mais e melhor, porém, ligado ao aumento da expectativa de vida está o crescimento das doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e infarto, por exemplo.

Havendo uma doença, para evitar complicações de saúde, é comum que os pacientes recebam tratamentos médicos, normalmente à base de medicamentos, para estabilizar a condição e permitir que os mesmos tenham mais qualidade de vida. Porém a grande verdade é que: É chato e é difícil gerenciar um tratamento e, por conta disso, menos de 50% dos pacientes seguem o tratamento como deveriam. Um bom exemplo de dificuldades é da avó de um dos sócios do CUCO, que toma mais de 10 diferentes medicamentos durante a semana. Já imaginou como é difícil saber qual medicamento deve ser tomado em qual horário? E como a família pode administrar o controle da medicação e saber se ela está tomando na hora certa? O ideal seria que alguém auxiliasse em tempo integral estes pacientes. Foi justamente para mudar esse cenário que surgiu o CUCO.

Como um assistente de saúde digital, carinhosamente chamado de “Enfermeira Digital”, por conta do papel da área de enfermagem de cuidar da vida, o aplicativo é uma oportunidade de oferecer o auxílio em tempo integral, acompanhando o tratamento de saúde dos pacientes, lembrando-os da hora certa de tomar seus medicamentos, educando-os com conteúdos de saúde de acordo com suas doenças e tratamentos, e informando familiares e amigos quando o paciente esqueceu de tomar o remédio na hora certa, para que estes possam tomar uma atitude e contribuir no cuidado.

Por meio de conceitos de games, a nova versão do aplicativo foi lançada esta semana e permite que o paciente acompanhe seu histórico de saúde e seja estimulado a seguir o tratamento corretamente até o final, evitando que o mesmo desista no meio do caminho.

“Lembrar o paciente na hora certa de tomar seu medicamento aumenta consideravelmente os níveis de adesão ao tratamento, o que pode ser comprovado pelos números de adesão dos mais de 6.000 usuários diários do CUCO em sua primeira versão”, aponta Gustavo Comitre, diretor de produto da empresa.

O aplicativo, que é gratuito para pacientes, possui diversas funcionalidades que ajudam pacientes e familiares em seus desafios de saúde, confira algumas delas:

• Lembre-se de tomar seus medicamentos com o CUCO (despertador de remédios);

• Lista de Medicamentos da Anvisa;

• Histórico do seu Tratamento sempre em mãos;

• Mensagens e dicas sobre tratamentos e doenças;

• Crie seu time de saúde no aplicativo e receba alertas quando alguém do seu time esquecer de tomar o remédio;

• Uma incrível Enfermeira Digital para pacientes de operadoras de saúde e hospitais parceiros do CUCO, o qual utiliza tecnologias do IBM Watson;


Além do CUCO para pacientes, a empresa CUCO Health possui também diversas soluções que atendem Operadoras de Saúde, Hospitais e Prefeituras, permitindo acompanhar e melhorar a adesão ao tratamento de seus pacientes, reduzindo custos e trazendo mais saúde, informação e qualidade de vida a seus beneficiários.
Quer ajuda com seu tratamento ou tem alguém da sua família que precisa ser monitorado? Então baixe agora mesmo a nova versão do aplicativo CUCO para celulares Android clicando aqui. Em março a nova versão para iOS (iPhone) também estará disponível, mas por enquanto você pode baixar a versão antiga aqui.

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Pesquisa MindMiners/PayPal: carteiras digitais já fazem parte das opções de pagamento de 17% dos brasileiros que viajam ao exterior

Cartão de crédito ainda é a forma de pagamento mais usada lá fora (73%), seguido pela moeda local (69%) e pelo cartão de débito (45%). Em viagens domésticas, 39% dos entrevistados já se mostram dispostos a utilizar e-wallets

Em plena época de férias escolares (e, muitas vezes, familiares), a MindMiners, empresa especializada em big data, tabulou pesquisa sob encomenda do PayPal Brasil. Missão? Fazer uma ampla radiografia de preferências, costumes e preocupações dos brasileiros com relação aos serviços usados quando viajam pelo País e também internacionalmente.

E alguns dados chamam a atenção: apesar do momento econômico ainda complexo, 79% dos entrevistados garantem que têm a intenção de viajar para fora do País em 2017 – sendo Europa e EUA os destinos mais citados. E 92% garantem que vão tentar viajar domesticamente ainda este ano – sendo as praias do Rio de Janeiro e do Nordeste os destinos mais citados.

Além disso, 17% já adicionaram às opções de pagamento convencionais as chamadas carteiras digitais (e-wallets) para comprar serviços relacionados a turismo – da passagem aérea à hospedagem e também passeios e alimentação no exterior.

Quando questionados sobre se estariam dispostos a incluir as carteiras digitais também em suas opções de pagamento por serviços turísticos domésticos, 39% dos entrevistados se disseram bastante inclinados a fazê-lo – principalmente pela questão da praticidade. Um ponto fundamental para que o cartão de crédito continue sendo o preferido de quem viaja (tanto no Brasil quanto para fora do País) é a possibilidade de parcelamento. O quanto os entrevistados consideram atrativo o parcelamento? Para 47% dos turistas internacionais, trata-se de uma modalidade “muito atrativa”; somente 5% acham “nada atrativa”. Já entre os viajantes domésticos, os índices são de 46% e 11%, respectivamente.

O estudo foi realizado entre os dias 12 e 18 de janeiro e ouviu turistas brasileiros das classes ABC e de todas as regiões do País. Os highlights você confere abaixo:

Novidades

Pergunta feita pela MindMiners e cujas respostas sugerem uma mudança de paradigma quanto ao pagamento de serviços turísticos foi “Quais formas de pagamento você levou para sua última viagem a lazer internacional?”. O cartão de crédito foi o mais citado (73%), seguido pela moeda local (69%), pelo cartão de débito (45%) e pelos cartões pré-pagos (23%). A surpresa ficou por conta das carteiras digitais (e-wallets), citadas por 17% dos entrevistados. Os traveler’s checks foram opção para somente 5% dos brasileiros.

• Quando questionada sobre o principal meio de transporte usado durante a última viagem internacional a lazer que fizeram, a maioria respondeu avião (65%). Muita gente também usou carro (23%) para se deslocar; e apenas 11% marcaram a opção ônibus. Já quando a pergunta se refere à última viagem nacional a lazer, a vitória passa a ser do carro, com 45% das respostas. Ônibus e avião foram os meios de transporte mais usados por 27% dos pesquisados (cada um).

• A respeito do meio de pagamento usado para comprar a passagem aérea – no caso de viagem internacional -, a maioria (58%) marcou cartão de crédito; outros 19% pagaram em dinheiro; 11%, com cartão de débito; e 7% usaram um mix de dinheiro e milhas acumuladas. No caso de viagens de avião domésticas, o cartão de crédito ampliou a vantagem: 60% dos entrevistados optaram por essa modalidade. Dinheiro foi citado por 23%; e as milhas e/ou pontos foram a preferência de 8%.

• Cerca de 38% dos pesquisados informaram ter comprado as passagens aéreas internacionais diretamente no site da cia. aérea; e 32% usaram os serviços de operadoras de turismo. Quando a medição foi feita com as passagens nacionais, 58% disseram ter comprado os tíquetes diretamente nos sites das empresas aéreas; e somente 23% usaram os serviços de alguma operadora turística.

• Os motivos que levaram os entrevistados a escolherem uma cia. aérea em detrimento de outra? Nos voos internacionais, 42% foram levados pelo preço (“passagens mais baratas”); 41%, pela boa oferta de voos; 31%, pelos descontos oferecidos; outros 31%, pela facilidade de pagamento; e 16%, por causa do programa de fidelidade. Já entre os turistas domésticos, 68% disseram ter escolhido a cia. aérea por causa dos preços baixos; 43% citaram a boa oferta de voos; 15%, o programa de fidelidade; outros 15%, a facilidade de pagamento; e mais 15%, os descontos oferecidos.

• Tablets, PCs, smartphones e notebooks foram os mais usados pelos pesquisados na hora de adquirir os bilhetes aéreos internacionais nos sites das companhias aéreas: 69%. Cerca de 25% fizeram a compra pessoalmente, em uma loja; e 6% usaram apps via smartphone e/ou tablet. Em relação à compra de passagens nacionais, os tablets, PCs, smartphones e notebooks bateram a casa dos 75% de preferência (compras no site). Outros 20% disseram ter comprado os bilhetes diretamente em uma loja; e 5% optaram pelos apps via smartphone e/ou tablet.

• Uma diferença entre viagens internacionais e domésticas chamou a atenção. Quando perguntados sobre onde se hospedaram na última viagem de lazer fora do País, 69% disseram ter ficado em hotéis; 12%, em casa de parentes e/ou amigos; e 9% em hostels. Já a maioria dos viajantes nacionais ficou na casa de amigos e/ou parentes (34%); 32% escolheram hotéis; 25%, pousadas; e 4%, hostels.
• Fora do Brasil, o meio de pagamento mais usado para hospedagem foi o cartão de crédito (59%); outros 24% pagaram com dinheiro vivo; 12%, com cartão de débito; e 4%, via carteiras digitais. Já entre os turistas domésticos, o dinheiro vivo foi usado por 49% dos entrevistados; 36% preferiram os cartões de crédito; e 10%, os cartões de débito.

• As e-wallets também foram citadas por 4% dos entrevistados quando a pergunta foi sobre o meio de pagamento de pacotes de passeios no exterior. O líder nessa modalidade foi o cartão de crédito, com 47%, seguido por dinheiro em espécie (27%) e pelo cartão de débito (19%).

• O que mais encanta o viajante brasileiro no exterior? Os pontos turísticos históricos (78%); centros de compras, como shoppings e ruas comerciais famosas (71%); parques (69%); museus (47%); exposições (29%); e as praias (27%). No turismo doméstico, os líderes são os pontos turísticos históricos (64%), seguidos pelas praias (61%); pelos parques (45%); centros de compras (43%); exposições (19%); e museus (15%).

• Em relação à organização da viagem, 55% dos turistas internacionais garantem que fizeram tudo sozinhos; e 32% escolheram pacotes fechados, contratados antes da viagem. Já no caso dos turistas domésticos, 79% preferiram organizar tudo sozinhos; e apenas 13% contrataram pacotes fechados.

• Uma vez no destino, que tipos de transporte os turistas usam com mais frequência? Internacionalmente, o taxi foi citado por 51% dos entrevistados, seguido pelos ônibus públicos e pelo metrô (ambos com 38%); e pelo carro alugado (37%). Já nas viagens domésticas, os ônibus públicos foram citados por 32% dos turistas, seguidos por carros alugados (22%); e táxis (21%).

• Outra pergunta que chamou a atenção dos entrevistadores da MindMiners versou sobre se os brasileiros contratavam algum tipo de seguro para a viagem. Cerca de 44% dos que viajaram para fora do País o fizeram (sendo que 85% deles contrataram seguro de saúde/acidente; e 62%, de extravio de bagagem). Já os turistas domésticos ignoram essa necessidade: 95% responderam que não haviam contratado qualquer tipo de seguro.

“A pesquisa da MindMiners é mais uma prova de que o mercado de pagamentos eletrônicos está se tornando importante no Brasil – e de que as carteiras digitais têm tudo para se tornarem a maior amiga do turista, tanto em viagens internacionais quanto em suas aventuras domésticas. Até porque, se os cartões de crédito são lembrados pelo fato de que seus usuários podem parcelar as compras, isso também é possível com PayPal, por exemplo. Por isso nos dedicamos tanto às parcerias e focamos sempre em praticidade, mobilidade e segurança. Sabemos que nossos clientes querem investir tempo na hora de comprar produtos e serviços”, afirma Sheynna Hakim Rossignol, diretora Comercial do PayPal Brasil.

“Alguns pontos de nosso estudo chamaram muito a atenção dos entrevistadores. Não imaginávamos, por exemplo, que as carteiras digitais já fizessem parte das opções de pagamento de tantos brasileiros. Há um mercado gigantesco em perspectiva para quem enxergar a mudança de paradigma que já estamos vivenciando”, diz Katya Mora, gerente de Atendimento MindMiners.

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Indústria de materiais de construção vê perspectiva de melhora no setor

O fechamento das vendas de materiais de construção em fevereiro deve ter bom desempenho, segundo Termômetro da ABRAMAT – Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção, que representa cerca de 70% das indústrias de materiais de construção do país.

A margem de vendas ao mercado interno, para fevereiro, é de 18,5% (bom), mantendo mesmo nível referente a janeiro deste ano. Para fevereiro de 2017, o pessimismo do empresariado é de 3,7% (muito ruim) e 14,8% (ruim). Se comparado a janeiro do mesmo ano, o pessimismo da indústria de material de construção sofreu redução significativa.

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As vendas para o mercado externo, em fevereiro, também tem boas perspectivas, segundo levantamento da ABRAMAT. Ao todo, 6,3% consideram o desempenho muito bom e 31,2% bom para o segundo mês do ano.

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“A indústria de materiais apresenta uma pequena melhora nas expectativas de vendas para o mês de fevereiro, mas ainda predominando a opinião sobre vendas apenas regulares. O empresário também indica uma melhora na expectativa de ações governamentais, embora ainda predomine uma visão de indiferença nesse tópico. As pretensões de investimento continuam num patamar baixo, na medida que somente 48% das empresas apontam intenção de investir, predominantemente em modernização dos meios de produção. Nesse inicio de ano a perspectiva é de um ano de demanda enfraquecida, principalmente em função da continuidade do desemprego, a escassez de crédito combinada com juros elevados e a desaceleração de programas de infraestutura, ressalta Walter Cover, presidente da ABRAMAT.

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Cisco anuncia novos líderes em Transformação Digital e Centro de Inovação

Rodrigo Uchoa

Rodrigo Uchoa

Com o objetivo de acelerar e contribuir com a transformação digital e inovação no Brasil, a Cisco anuncia Rodrigo Uchoa como novo Diretor de Negócios para Transformação Digital. O executivo vai trabalhar em colaboração com os segmentos de vendas, negócios, o Centro de Inovação e o ecossistema de parceiros Cisco, na definição e coordenação das iniciativas estratégicas de digitalização para os principais segmentos de mercado no Brasil.

Em sua nova posição, Uchoa será responsável por impulsionar o crescimento e inovação da Cisco e dos clientes estratégicos e entidades do Governo. O especialista também vai integrar e orientar as iniciativas com o Centro de Inovação da Cisco, localizado no Rio de Janeiro e continuará a se reportar ao presidente da empresa no país, Laercio Albuquerque.

Uchoa tem mais de 25 anos de experiência no setor de Tecnologia e Comunicações (TIC), sendo 17 deles na Cisco Brasil. Nos últimos quatro anos foi responsável pela coordenação geral do patrocínio da Cisco aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, incluindo o projeto de tecnologia, ativações de marketing e das iniciativas de desenvolvimento de negócios e projetos de legado dos Jogos. Antes da Cisco, o novo diretor de negócios passou por grandes empresas de tecnologia e telecomunicação, desenvolvendo atividades na área de planejamento e engenharia de redes de comunicação, Internet e serviços avançados. Rodrigo Uchoa é graduado em Engenharia da Computação pela Universidade Federal de Goiás, com mestrado em Telecomunicações e Sistemas Distribuídos pela PUC Rio de Janeiro.

Leandro Barbeita

Leandro Barbeita

Um recurso importante da Cisco no processo de transformação digital do País e da América Latina, o Centro de Inovação também conta com um novo líder: Leandro Barbeita, que será responsável por impulsionar a co-inovação dos clientes, trabalhando em colaboração com as equipes de vendas, desenvolvimento de negócios, engenharia e canais de toda América Latina.

Graduado em Sistemas de Informação com especialização em Negociação e MBA em Gestão Estratégica de Negócios, ambos pela FGV, Barbeita tem mais de 16 anos de experiência no setor de Tecnologia e está na Cisco há cinco anos, trabalhando desde o início do projeto do Centro de Inovação. O especialista era responsável pelos programas e iniciativas de inovação do Centro no Brasil e na América Latina, focado na transformação dos negócios dos clientes através de soluções inovadoras desenvolvidas com startups, fundos de venture capital, institutos de P&D, entre outros parceiros de inovação. O executivo substitui Nina Lualdi que assumirá novas funções na Cisco, nos Estados Unidos.

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O que mudou na DIRF 2017? – Por Fábio Negrini

Quem lida com o mercado contábil fiscal sabe que todos os anos o Fisco aumenta a complexidade e o volume de obrigações fiscais a serem entregues. Este ano não será diferente, a DIRF 2017 chegou com duas novidades: um novo prazo e uma nova obrigatoriedade.

Dentre os impostos, todas as pessoas físicas e jurídicas que pagam ou creditam rendimentos com retenção de IR e as empresas que contratam serviços com retenção de PIS, COFINS, e CSLL entregam um demonstrativo para a Receita Federal Brasileira que inclui: a relação de todos os salários pagos aos colaboradores, impostos de renda retidos na fonte, situações sem retenção na fonte, valor distribuído aos sócios da empresa – tanto a título de pró-labore quanto de distribuição de lucro – e pagamentos para serviços de terceiros sem vínculo empregatício com nota fiscal.

A DIRF 2016 contou com a inclusão de pagamentos realizados às operadoras de planos de saúde na modalidade coletivo-empresarial. Agora, a DIRF 2017 obriga a identificação de todos os sócios das Sociedades em Conta de Participação.

Tendo em vista que o detalhamento das informações exigidas pelo Fisco reflete em todas as etapas para a entrega da DIRF 2017, a chegada do SPED EFD Reinf desafiará as empresas no controle de suas operações.

Para garantir a entrega segura dessas informações, o segredo é automatizar as apurações por meio de uma solução fiscal flexível que reúna todas as retenções, calcule os vencimentos, rastreie as informações por meio de relatórios analíticos e gere guias de recolhimento com memórias de cálculo.

O gerenciamento periódico das memórias dessas informações fará com que a geração da DIRF 2017 ocorra de maneira rápida e livre de divergências entre o que está sendo declarado e o que ocorreu dentro da organização. Deste modo, os gastos com retrabalho e multas serão descartados.

O prazo da entrega da DIRF 2017 encerra no dia 27 de fevereiro. A entrega deve ser feita via internet, pelo Programa Gerador de Declarações DIRF 2017, contendo as informações do ano-calendário de 2016. Quem não entregar no prazo, está sujeito a pagar multa de 2% ao mês-calendário ou fração, independente se o montante de tributos e contribuições já tenha sido pago.

Fábio Negrini, Gerente de Novos Desenvolvimentos da Solução Fiscal GUEPARDO da FH, empresa de tecnologia especializada em negócios e soluções em TI.

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