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Conheça as oito startups selecionadas pelo BTG Pactual para o novo Batch #8 do boostLAB

Foram escolhidos negócios que possam ter sinergia com o roadmap de produtos do banco

O boostLAB, hub de negócios para empresas tech do BTG Pactual (BPAC11), apresenta as startups escolhidas para participarem da oitava edição de seu programa de potencialização, que conta com a parceria da ACE Startups. Com volume recorde de inscrições, o banco selecionou oito scale-ups. São elas: Dattos, Diretrix, Galax Pay, Iu Pay, Jota, Kor Solutions, Linker e Parcelex (leia ao final do comunicado um resumo sobre as startups).

Com 471 inscritas neste Batch, o programa já potencializou 53 startups, sendo que 70% delas já fizeram negócios com o Grupo. “O nosso objetivo é sermos o Banco do ecossistema Tech na América Latina. Entendemos as dores do mercado e estamos criando soluções para atender cada vez mais essas demandas”, destaca Frederico Pompeu, head do boostLAB. Dentre as verticais, o banco oferece diversos produtos financeiros como linhas de crédito, investimento, auxílio para fundraising, entre outros.

Em 2021, o boostLAB foi premiado pelo terceiro ano consecutivo como um dos melhores centros de inovação financeira do mundo (Best Financial Innovation Labs) pela revista Global Finance. O prêmio, que está em sua nona edição, busca reconhecer entidades que regularmente identificam novos caminhos e projetam novas ferramentas para o mercado financeiro. Esse foi o terceiro ano em que o prêmio elegeu os melhores laboratórios de inovação financeira do mundo, sendo o boostLAB o único centro do Brasil a figurar na lista ao longo dos 3 anos.

Conheça as oito scale-ups escolhidas pelo boostLAB:

Dattos – Automatizamos processos de batimentos de dados de qualquer área da empresa (contábil, fiscal, custódia, backoffice, tesouraria, RH). Lidamos com altos volumes de dados.

Diretrix – A Diretrix é uma empresa de Big Data Analytics com foco em Risco (subscrição de Risco) e Crédito (motores de crédito). Desenvolvemos produtos e disponibilizamos serviços que atendam às necessidades dos mais diversos segmentos de mercado.

Galax Pay – O Galax Pay é uma plataforma especializada em gestão de pagamentos recorrentes que oferece soluções de cobrança via cartão de crédito, boleto bancário e Pix.

iU Pay – Fundada por um grupo com larga experiência no mercado de tecnologia financeira e de pagamentos móveis,a iU Pay é uma empresa de inovação e tecnologia para o setor de meio de pagamento.

Jota – O JOTA oferece inteligência e dados para um público profissional que precisa tomar decisões estratégicas constantemente com base nas movimentações dos três poderes.

Kor Solutions – A solução da KOR é capaz de negociar incontáveis processos jurídicos ao mesmo tempo, na forma que for mais conveniente à parte contrária, seja por e-mail, SMS, WhatsApp ou através do nosso próprio sistema.

Linker – O Linker é um banco digital focado em ajudar os pequenos e médios negócios através da oferta de produtos financeiros transacionais, como cartões físicos e virtuais, transferências, pagamentos de contas, serviços de cobrança, etc.

Parcelex – A Parcelex é um credor financeiro de empréstimos a prestações para os consumidores utilizarem no ponto de venda para financiar uma compra. Seu primeiro produto é uma solução de pay-over-time-through- “boletos-OR-pix” para e-commerces.

Para conhecer mais sobre o boostLAB e acompanhar os lançamentos acesse o site https://www.boostlab.com.br/ e siga as redes sociais do banco.

PMEs: 5 passos para acessar o mercado de capitais

Antes aparentemente restrito a grandes corporações, o mercado de capitais se torna cada vez mais acessível às PMEs, que vêem nas ofertas de debêntures, empréstimos diretamente de investidores com taxas mais baixas que dos bancos, e FDICs, fundos que aplicam em títulos de créditos formados por contas a receber de empresas, alternativas para aumentar o capital de giro. Esse foi o caso da startup de HaaS – Hardware as a Service Plugify, especializada em simplificar o onboarding de novos funcionários e a gestão da infraestrutura de TI para empresas de todos os portes, que foi uma das primeiras startups do Brasil a entrar neste mercado captando R$ 32,6 milhões em debêntures para investir na ampliação dos parques de TI neste ano após já ter captado outros R$ 10 milhões no ano passado.

O cofundador Alexandre Gotthilf afirma que teve muita dificuldade ao entrar no mercado de capitais. “Parecia ser algo muito complexo e que envolvia apenas grandes players e centenas de milhões de reais por operação. Mas após pesquisar e conhecer alguns investidores, fui aprendendo na prática”, afirma.

Paula Mendes Caldeira, cofundadora da Plugify, reuniu os principais aprendizados na captação de mais de R$ 40 milhões em debêntures nos últimos 12 meses e listou os cinco passos iniciais para a PME que deseja acessar esse mercado pela primeira vez. Confira:

1 – Monte um bom time de assessores
De acordo com Paula, uma estratégia para a PME que deseja acessar o mercado de capitais é montar um bom time de assessores que darão suporte para a captação. Esse time deve ser formado por um coordenador da oferta, um assessor jurídico, um agente fiduciário, um auditor e um escriturador mandatário. É importante escolher assessores diligentes, experientes e, se possível, com marcas fortes. Sempre pedir o trackrecord dos assessores e ver se já assessoraram captações de empresas com perfil parecido com a sua PME.

“Bons assessores facilitam a captação pois devido a experiência e renome já terão livre acesso a investidores. Além disso, emissão de dívida é sobre confiança – quanto melhores os assessores, menor o risco percebido e potencialmente mais baixo juros requerido pelos investidores (ou seja, menor o custo para a PME emissora)”, aponta.

Um porém aqui, é que às vezes um assessor muito bom é mais caro – fica a dica de negociar um preço mais barato nessa emissão em troca do compromisso de contratar o assessor a preço de mercado nas próximas emissões. O importante é não cair na armadilha de escolher um assessor só porque é mais barato – essa escolha é um exemplo clássico do barato que pode sair muito caro.

2- Identifique perfis de investidores mais aderentes ao seu negócio
A executiva afirma que depois de escolher os assessores e antes de começar a levantar dinheiro, é preciso que o coordenador da oferta, identifique junto com a PME quais são os perfis de investidores mais aderentes ao seu modelo de negócio, setor e tamanho do negócio. O empreendedor também precisa saber qual o tamanho do cheque mínimo que o investidor costuma fazer – se a dívida é de R$ 10 milhões, mas o investidor só desembolsa no mínimo R$ 20 milhões, não adianta perder tempo falando com esse player.

Um “nice to have” é sempre falar com investidores estratégicos – players que podem agregar algo estrategicamente no negócio (contatos comerciais, experiência com business parecido, etc.). No caso da Plugify, acabamos escolhendo fundos de crédito e multi-family offices, que tem apetite para dívida de empresas high-growth e com perfil de receita recorrente. Também optamos por casas com experiência em startups e que gostam de bater bola sobre nossos planos e dia-a-dia.

3 – Garanta a qualidade da sua apresentação e de relatórios financeiros
Oferecer um reporting bem estruturado pode ser decisivo na hora da captação. Segundo Paula, é preciso dedicar de três a seis meses na preparação da casa e elabore um bom reporting de modo que demonstre organização e domínio sobre as informações financeiras, visão de negócio e até projeções.

É muito importante ter um pitch deck com time, problema e solução, explicação das linhas de receita, dados de crescimento de receita e inadimplência, estrutura de garantias e projeções de BP, DRE e fluxo de caixa da empresa para os próximos anos com a dívida. Também é importante antes do processo ter em mãos todas as demonstrações financeiras históricas (de preferência, auditadas), estatuto social, acordo de acionistas, contratos assinados com clientes e uma planilha com as projeções financeiras para os próximos anos considerando a dívida.

No caso da Plugify, foi criado um data room no Docsend, onde foram colocadas todas essas informações e foi gerado um link de acesso para cada investidor. Haverão muitos e-mails com perguntas e respostas para investidores, e dessa forma o envio de informações fica mais organizado e leva menos tempo para os dois lados. Além disso, esse site mostra quais investidores estão acessando as informações e quando, o que aumenta a visibilidade do empreendedor sobre o engajamento do investidor, além de facilitar o follow up.

4 – Invista no relacionamento com potenciais investidores
Com o perfil dos investidores em mãos, é hora de traçar estratégias para chegar até eles. Primeiramente, Paula sugere listar os investidores numa planilha e os pontos de contato em cada investidor (nome, cargo e e-mail).

O objetivo é marcar uma primeira conversa para se conhecerem, pois o investidor precisa sentir conforto com a empresa e o inverso também é muito importante. O empresário deve apresentar a história e o propósito da empresa, o time (muito importante mostrar a qualidade e comprometimento do time), a visão do negócio, os números atuais e desafios e projeções dos próximos 1-5 anos. Lembre-se que a chave é passar segurança e criar um relacionamento de confiança.

Depois disso, organização é chave para fazer a captação dentro de um prazo que preserve o caixa da empresa. Usamos o Trello para criar um card para cada investidor onde colocamos a data da primeira reunião, os feedbacks e preocupações de cada um e todos os pedidos de envio de materiais. É muito importante sempre mandar as informações pedidas e fazer follow-ups rápido para manter o interesse do investidor.

Finalizada a captação, o cuidado no relacionamento deve ser mantido. É importante apresentar com periodicidade os KPIs projetados versus realizados e ter muita transparência nos dados da empresa. Consistência, transparência e comunicação com os investidores desde cedo vão fortalecer a relação com o mercado e garantirão captação de dívidas cada mais eficientes – mais baratas e mais longas, que tendem a ser melhor para a PME.

5 – Tome as rédeas do processo
Para a cofundadora da Plugify, no começo, é natural não entender tanto sobre o mercado de capitais, mas é preciso estudar e perguntar aos assessores até ter um grande conhecimento ao ponto de se sentir confortável para discutir com investidores mesmo quando os assessores não estiverem presentes, porque isso vai acontecer. Portanto, mesmo com os assessores corretos contratados, não seja coadjuvante, tome as rédeas do processo. A dívida é da empresa, que deve ditar as regras, isto é, levar para o mercado a tese da forma considerada justa e escutar do mercado se tem interesse comercial. Se houver negativa, alguns conceitos precisam ser ajustados para retomar as negociações. Ao tomar as rédeas e apresentar a tese para os potenciais investidores diretamente, com apoio dos assessores, é possível encurtar o tempo do processo e se certificar de estar promovendo as melhores condições para o negócio. É fundamental ser sempre transparente com o mercado e escutar os feedbacks das conversas informais com os investidores.

Atualmente a Plugify atende empresas de todos os perfis e tamanhos com milhares de desktops, notebooks, tablets e smartphones alocados. O objetivo é auxiliar empresas na implementação da infraestrutura de TI necessária para garantir a produtividade dos negócios. Por meio de assinaturas, oferece equipamentos com tecnologia de última geração, que já incluem ferramentas de dashboards, controle e planejamento para dar mais suporte ao desenvolvimento dos trabalhos.

FGV: Pesquisa mostra que 66% das MPEs têm baixa maturidade digital

Pesquisa produzida pela FGV Projetos em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) sobre a maturidade digital das micro e pequenas empresas (MPEs) revelou que dois terços das empresas (66%) situam-se entre os dois níveis iniciais de maturidade digital. As analógicas somam 18%; e outras 48% são emergentes, ou seja, promovem esforços para se digitalizar, mas ainda possuem estrutura e modelos de negócios tradicionais. Nos níveis mais avançados da escala estão as empresas consideradas intermediárias (30%) e as líderes digitais (4%).

O relatório da pesquisa demonstra que as práticas e estratégias de transformação digital ainda são pouco consolidadas entre as MPEs. O cenário de crise, provocado pela pandemia da COVID-19, empurrou para o universo digital empresas que pouco atuavam neste ambiente e que foram obrigadas a se adaptar. A mudança não representou, necessariamente, a aceleração da maturidade digital das empresas, que se viram forçadas a competir em outra arena de negócios sem as ferramentas necessárias para tal. Além de ser um requisito indispensável à sobrevivência das empresas e à geração de receitas, o aumento da maturidade digital das MPEs – que respondem por 30% do PIB, mais de 90% dos empreendimentos e mais de 50% dos postos de trabalho – pode melhorar os níveis de produtividade e de competitividade brasileiros.

A média de desenvolvimento tecnológico e digital das MPEs é de 40,77 pontos, em uma escala de 0 a 100, segundo mostra a pesquisa. O setor de serviços tem pontuação mais alta, com média de 43,73 pontos, seguido do industrial, com 40,49 pontos; e do comércio, com 36,75 pontos. A pontuação média das empresas na escala de maturidade digital considerou cinco objetivos para os quais foram calculadas as devidas pontuações. São eles: conectar e engajar clientes (44,41 pontos); gerar mais valor para os clientes (37,53); construir uma organização orientada a dados (39,20); estabelecer novas bases de competição, no qual as empresas obtiveram a pontuação mais baixa (35,01), traduzindo a dificuldade em se adaptar ao universo on-line e em criar modelos de negócios mais inovadores e digitais. Por fim, inovar mais rápido e colaborativamente, com a maior pontuação (47,72), o que demonstra que as empresas estão se abrindo a novas possibilidades e adotando práticas de inovação mais ágeis e colaborativas;

A pesquisa concluiu que, para 38% das empresas, o maior entrave para a transformação digital é a falta de recursos; a dificuldade em conseguir acessar pessoas/fornecedores com capacidade de ajudar na transformação digital é o principal obstáculo para 14% dos entrevistados. Apenas 6% apontam resistências a mudanças por parte de diretores e gerentes. A pesquisa também identificou que 68% dos empresários estão abertos a participação em programas de aceleração da maturidade digital para transformar seus negócios.

Os dados da pesquisa foram extraídos a partir de 2.572 respostas de empresas nacionais (65% delas são microempresas e o restante é do segmento de pequeno porte) no período de março a maio de 2021. A amostra possui representatividade nacional e setorial, com um total de respondentes de 1.176 do setor de serviços, 804 do setor de comércio e 537 do setor industrial. Todos os respondentes considerados nesta pesquisa são do setor privado.

Covid-19: logística e segurança são cruciais para distribuição de vacinas

Mais de 4 bilhões de doses de vacinas contra a covid-19 foram administradas globalmente até o final de julho, e menos de 30% da população mundial recebeu, pelo menos, uma dose da vacina. Apenas 14,4% está totalmente vacinada, segundo levantamento do Our World in Data.

Para garantir que as vacinas e todos os suprimentos médicos necessários sejam distribuídos corretamente, a Maersk, empresa líder global em logística integrada de contêineres e membro do Grupo A.P. Moller, está desempenhando um papel importante em todo o mundo.

A empresa apoia a iniciativa Global Vaccine Logistics Distribution, com priorização em soluções para distribuição internacional de vacinas e suprimentos relacionados em nome da Covax Facility, uma iniciativa mundial que visa o acesso equitativo às vacinas contra a Covid-19 dirigidas por Gavi, Vaccine Alliance, Coalition for Epidemic Preparedness Innovations (CEPI) e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

De acordo com Hristo Petkov, chefe global de Pharma & Healthcare Vertical da Maersk, a distribuição de vacinas Covid-19 está ganhando velocidade em todo o mundo. Enquanto a Maersk no setor de logística está apoiando a implementação, é essencial observar algumas limitações, como a pressão sobre o transporte aéreo e o transporte marítimo logístico. O transporte terrestre vem desempenhando um papel importante, conforme esperado desde o início do planejamento da distribuição da vacina.

Ao mesmo tempo, os colaboradores apoiam a iniciativa Global Vaccine Logistics Distribution para covid-19, visando a distribuição internacional e nacional de vacinas e suprimentos relacionados à Covax Facility.

Além disso, é necessário garantir o fornecimento de itens de prevenção e controle de infecções (IPC) e equipamentos de proteção individual (EPI), bem como suprimentos de laboratório e diagnóstico, oxigênio, equipamentos médicos e medicamentos. A partir disso, a Maersk desempenha um papel vital no transporte de EPIs em todo o mundo.

Como a pandemia ainda está evoluindo em algumas regiões do mundo, cepas novas e mais contagiosas pioraram a situação consideravelmente, levando a bloqueios prolongados e ampliados. “Sabemos que as cadeias de frio farmacêuticas são altamente complexas e precisam mitigar o risco a todo custo para manter a integridade dos produtos. Os clientes querem controle, flexibilidade e transparência. Eles exigem a capacidade de mudar o modo de transporte em caso de desvios ou interrupções, para garantir a distribuição segura e oportuna de seus produtos”, diz Petkov.

“Mesmo que a capacidade global de frete tenha aumentado e atualmente seja superior aos níveis de 2020, a capacidade geral de frete aéreo continua a ser impactada e está abaixo dos níveis registrados para o mesmo período em 2020, confirmando o impacto contínuo no frete aéreo. As taxas aumentaram em qualquer lugar entre o dobro e o quíntuplo. Algumas rotas foram gravemente atingidas e, embora algumas companhias aéreas estejam começando a retomar os serviços parciais, a capacidade ainda é limitada”, explica.

Segundo ele, mais da metade de todas as vacinas serão produzidas ao nível regional. Consequentemente, haverá uma grande demanda por transporte terrestre. Há um volume extremamente alto de caminhões com temperatura controlada transportando as vacinas Covid-19, geralmente fornecidos por especialistas locais ou organizados ao nível governamental, com alto uso de caixas com temperatura controlada.

Existem restrições em cada etapa da cadeia de abastecimento, e uma das etapas mais cruciais diz respeito à escassez de contêineres marítimos. Além disso, existem desafios para a dinâmica e atrasos portuários devido à falta de pessoal, inspeções alfandegárias, déficit de navios adicionais, taxas crescentes e restrições de distribuição interna — fatores que adicionam complexidade ao transporte marítimo.

Os problemas existentes da cadeia de suprimentos estão relacionados a um problema impactado por muitas variáveis, resultando em uma queda na confiabilidade dos cronogramas globais. Essa situação não afeta a distribuição de vacinas contra a covid-19 diretamente, mas cria desafios para a distribuição de suprimentos médicos.

Ameaças de cibersegurança

Existem riscos crescentes em relação à segurança da cadeia de suprimentos e ameaças à segurança cibernética contra empresas envolvidas na produção e distribuição da vacina contra a covid-19. As cadeias de suprimentos farmacêuticas já estão entre as mais regulamentadas, seguras e protegidas de qualquer setor. Um registro de temperatura ausente pode resultar na quarentena da carga.

“Garantir o transporte, armazenamento e entrega seguros de cada remessa de produtos farmacêuticos é fundamental para garantir a integridade do produto e a segurança do paciente. É importante evitar qualquer interrupção no processo de entrega e proteger a integridade das vacinas em seu caminho para os pacientes”, afirma Petkov.

“Nós, da Maersk, levamos todas essas questões a sério em nossos esforços para garantir que todos os suprimentos da Covid-19 cheguem com segurança às unidades de saúde, médicos e pacientes em todo o mundo”, conclui.

Ethereum passa por atualização que tornará moeda deflacionária

Nesta quinta (5), a Ethereum passa por uma atualização que tornará a moeda deflacionária. A proposta de melhoria 1559 (EIP-1559), também chamada de “hard fork London”, deve também reduzir taxas para os investidores.

A moeda começa a ter agora um princípio de ativo deflacionário, o que é característica do bitcoin, e que vai colaborar para a Ethereum subir tanto em valor de mercado como em capitalização”, afirma Tasso Lagoespecialista em criptomoedas e fundador da Financial Move .

Por volta das 8h desta quinta, o ETH avançava 5,47%, cotado a US$ 2.637,68, acumulando alta semanal de 13,84%.

As criptomoedas já são uma realidade dentro do mercado financeiro e muitos investidores tradicionais estão cada vez mais atentos aos movimentos deste universo que envolve ativos digitais.

Quando se fala em criptoativos, o grande destaque é o bitcoin, pioneiro neste ramo por ter conquistado aceitação tanto do varejo como também adoção institucional sob a forma de reserva de valor em carteira de investimentos e também por sua empregabilidade como meio de pagamento.

A entrada do bitcoin no mercado financeiro gerou oportunidades também para a expansão de novos projetos de criptomoedas como é o caso do Ethereum, considerado a “prata” do mercado e que está conquistando ganhos expressivos desde a sua introdução em 2015.

Sob a sigla ETH, o Ethereum obteve uma valorização em sua cotação de mais de 300% neste ano de 2021. O protocolo Ethereum também se utiliza da tecnologia blockchain para validar as transações, garantir a segurança e evitar fraudes, assim como ocorre no bitcoin.

Para Tasso Lago, especialista em criptomoedas e fundador da Financial Move, o Ethereum possui a rede mais descentralizada no mercado, o que garante maior segurança em todo o processo. “Há diversos projetos que se hospedaram na blockchain do Ethereum, como o Augur (rede de apostas sem dono), Maker Dai (moeda que visa manter seu valor o mais próximo possível de um dólar), Uniswap (corretora descentralizada), entre outros“, complementa o especialista.

Hilab e Pantest anunciam parceria internacional

Com o propósito de reinventar a tecnologia médica, criando soluções que ajudam a democratizar o acesso à saúde em todo o mundo, a Hilab , healthtech especialista em exames laboratoriais remotos, anuncia sua chegada em Portugal por meio da parceria com o laboratório Pantest , fabricante especializada em testes rápidos.

A Pantest é o primeiro parceiro internacional da startup na Europa, onde atuará como distribuidor Hilab e depois como fabricante dos testes da Hilab na Europa, com foco principalmente em farmácias e clínicas, além de dar suporte em temas regulatórios. A startup já conseguiu a marca CE para o teste de Covid-19 Antígeno, que trata-se do registro essencial para acesso a este mercado e em breve contará com a aprovação de outros exames e também do aparelho Hilab para ser utilizado em Portugal.

Entre os exames de seu portfólio que a Hilab irá comercializar e fabricar em parceria com a Pantest estão o de identificação do Coronavírus: Covid-19 IgG/IgM, Covid-19 Ag e Covid-19 LAMP. Além disso, existe o objetivo de comercializar outros exames como: Vitamina D, Perfil Lipídico, Glicemia, Beta hcG, Influenza A e B, Sífilis, Hemoglobina Glicada e Função Renal. Todo o site da Hilab, vídeos e materiais de treinamento, laudos, bulas, materiais técnicos serão traduzidos para o idioma local.

O dispositivo Hilab pode funcionar em qualquer lugar do mundo já que usa IoT, inteligência artificial e conectividade com a internet para a realização dos exames. Após a coleta do material que será examinado, a amostra é colocada em contato com os reagentes dentro de uma pequena cápsula, que é depositada dentro do dispositivo que cabe na palma da mão. O dispositivo, então, cria uma “versão digital” da amostra que é transmitida instantaneamente via internet para a equipe de biomédicos em um laboratório físico, onde especialistas, que contam o auxílio de algoritmos de Inteligência Artificial (IA) própria, vão emitir um laudo em questão de minutos. O paciente recebe o resultado no smartphone via SMS ou no app Hilab. Em Portugal, as amostras recolhidas através do Hilab, serão analisadas e laudadas por uma equipe de biomédicos portugueses, coordenados pela professora Susana Almeida, investigadora do Instituto de Ciências Biomédicas, Dr. Abel Salazar no porto.

“É muito gratificante levar a nossa tecnologia, que ajuda milhares de pessoas no Brasil e que agora estará em Portugal. Este é o nosso primeiro passo na internacionalização da Hilab e estamos felizes em poder alcançar novas pessoas, democratizando o acesso à saúde em todo o mundo”, explica Marcus Figueredo, CEO da Hilab.

“É bastante gratificante para a Pantest ser reconhecida por uma empresa como a Hilab como um parceiro estratégico, não só na distribuição como no fabrico dos seus produtos a serem distribuídos na Europa. Esta parceria permite reforçar o que tem vindo a ser a estratégia de internacionalização da Pantest”, comenta Catarina de Almeida, diretora da Pantest.

EDP lança desafio a startups que visem transformar o setor elétrico

Gerar conexões imediatas e relevantes, desenvolver entregas de valor de forma rápida e co-criar novos negócios para o setor elétrico. É com esse objetivo que a EDP, companhia que atua em toda a cadeia de valor do setor elétrico, lança o Desafio EDP TransformAção, iniciativa de inovação aberta da companhia. A execução da chamada será feita em parceria com a Liga Ventures, que apoiara no desafio de buscar startups com soluções que possam agregar, promovendo novas formas de pensar e fazer para o setor de energia no Brasil.

No primeiro Desafio EDP TransformAção, a companhia procura empresas relacionadas ou não ao segmento de eletricidade, mas que apresentem propostas que possam auxiliar na Unidade de Distribuição da EDP, com foco majoritariamente no consumidor final. O projeto visa melhorar ainda mais a oferta de soluções e a experiência dos clientes, e por isso vai investir em tecnologias que tragam eficiência, redução de custos e melhorias tanto na operação, como no atendimento, criando um ecossistema de soluções completas e de ponta a ponta.

Entre os temas buscados para o primeiro desafio estão Inovação para Processos Internos; Arrecadação e Inadimplência; Digitalização para Atendimento; Apoio às Equipes de Campo; e Apoio à Infraestrutura. As startups selecionadas terão a oportunidade de realizar um piloto com a sua tecnologia já desenvolvida e validada no mercado, em ambiente controlado para que assim seja validada a aderência do projeto às necessidades da EDP. Ao final, caso o piloto seja bem-sucedido, as startups poderão ser contratadas como parceiras ou fornecedoras da companhia, e ainda serem avaliadas pela EDP Ventures, fundo de investimento da empresa em startups.

“A EDP sempre está buscando soluções inovadoras para continuar liderando a transição energética. O setor de energia vive em constante transformação e por isto queremos conhecer e buscar startups, soluções e tecnologias de qualquer segmento que possam ser aplicadas ao nosso negócio, podem ser soluções que hoje estão no segmento de varejo, banco ou outros, desde que agreguem à cadeia de valor e principalmente no contato com os clientes da distribuição”, diz Andrea Salinas, diretora de Inovação e Ventures da EDP.

78% dos microempreendedores brasileiros não possuem site próprio, aponta pesquisa do UOL

A modalidade de “Microempreendedor Individual” (MEI) foi criada em 2009 para abranger profissionais autônomos e pequenos empresários que, muitas vezes, trabalhavam de maneira informal. Após mais de dez anos de implantação, 78% dos microempreendedores brasileiros não têm site para divulgação dos próprios serviços ou produtos. É o que releva a pesquisa “MEI’s – Microempreendedores Individuais”, realizada pela unidade de pesquisa da área de publicidade do UOL.

O levantamento também aponta que 55% dos empreendedores que participaram do estudo decidiram ser MEI’s para regularizar o trabalho de acordo com as leis do país e receber benefícios previdenciários, 34% estão em busca de realizar o próprio sonho enquanto microempreendedor, ao passo que 33% têm MEI para prestar serviços a outras empresas.

Além disso, os MEI’s utilizam as redes sociais como o principal meio de divulgação gratuita dos seus serviços, com o WhatsApp (88%) em destaque, seguido pelo Facebook (70%), Instagram (69%) e TikTok (20%).

“O levantamento pode mostrar que ter o próprio negócio é um caminho repleto de desafios, principalmente quando a maioria, além de administrar o empreendimento, também precisa entender quais são as leis e seguros disponíveis. Nós compreendemos esses dilemas e, por isso, oferecemos o suporte do UOL Meu Negócio para apoiar o micro e pequeno empreendedor nesta jornada”, ressalta Ricardo Leite, Diretor de Produtos Digitais do UOL.

Os resultados do estudo foram obtidos por meio de um questionário online pela plataforma MindMiners, com a participação de 200 MEI’s de todo o Brasil, provenientes de todas as classes sociais, entre os dias 10 e 16 de maio deste ano. Também foi possível apontar que o perfil microempresarial brasileiro é composto por 52% de pessoas do gênero feminino. Dentre todos os respondentes, a faixa etária mais representativa (28,5%) é entre os 25 e 34 anos.

Para auxiliar o micro e pequeno empreendedor, o UOL Meu Negócio disponibiliza produtos que atendem às necessidades específicas deste público, como registro de domínios, criador de sites, e-mail profissional, além da Loja VirtUOL, a plataforma ideal para quem quer começar a vender pela internet. A marca também oferece ferramentas de gestão do negócio, além de soluções de marketing digital.

ACI Worldwide fortalece aliança estratégica com a Microsoft para entregar plataforma de pagamentos na nuvem

A ACI Worldwide , fornecedora mundial líder em soluções de software de pagamento em tempo real e pagamento digital , anunciou hoje uma aliança estratégica com a Microsoft para fornecer soluções de pagamento na nuvem. A aliança irá acelerar e expandir as ofertas de pagamentos na nuvem da ACI no Microsoft Azure à medida que mais instituições financeiras (IFs) abracem a transformação digital.

Com a crescente demanda global por ofertas de pagamento baseadas em SaaS, a ACI e a Microsoft colaborarão estreitamente em inovações que capacitem as instituições financeiras a lançar novas soluções, adicionar novos serviços a suas plataformas e entregar essas novas capacidades mais rapidamente e com maior agilidade. Elas também fornecerão às IFs maior eficiência nas operações, escalabilidade, proteção e soberania de dados e uma melhor experiência de usuário – criando assim novos fluxos de receita.

A ACI e a Microsoft têm uma trajetória de sucesso em ajudar de forma conjunta clientes que crescem rapidamente e se expandem para novos mercados, incluindo um dos top 20 bancos globais, um banco digital líder nos EUA com mais de 30 milhões de clientes e a principal plataforma de software de emissão de cartões e de “banco como serviço” na América Latina. Estas organizações exigiam soluções habilitadas para a nuvem capazes de cumprir as metas de tempo de comercialização do mercado e de crescimento e escolheram as ofertas de pagamentos em nuvem da ACI implantadas no Azure. Isso permitiu-lhes oferecer serviços de pagamento inovadores, líderes de mercado e prontos para o amanhã, a seus clientes atuais e futuros.

“Esta aliança entre a ACI e a Microsoft pode fornecer apoio a bancos em sua busca de modernização dos sistemas de pagamentos. Pesquisas recentes do Aite Group entre 21 dos 100 maiores bancos de varejo indicaram que a modernização dos pagamentos está no topo da agenda estratégica de investimentos, a fim de atender à crescente concorrência na cadeia de valor dos pagamentos. Com base na pesquisa, o Aite Group estima a receita em risco para os bancos de varejo de 10% a 15% da receita de pagamentos dos mesmos”, disse Ron van Wezel, analista sênior do Aite Group. “Os bancos veem a tecnologia em nuvem como um elemento importante das iniciativas de modernização dos pagamentos. A tecnologia em nuvem permite que os bancos executem um modelo operacional mais eficiente em termos de custo e, simultaneamente, proporciona a agilidade e a modernidade que os modelos on-premise carecem. A velocidade para o mercado e a economia nos custos são mencionadas com mais frequência como vantagens que os bancos em nuvem podem trazer para uma organização”.

“Cada vez mais de nossos clientes estão se voltando para a nuvem para modernizar seus sistemas críticos de pagamento, movidos pela necessidade de operar com mais eficiência, bem como por uma necessidade crescente de rapidez, agilidade e inovação em trazer novas ofertas de pagamento ao mercado”, disse Jeremy Wilmot, diretor de produtos da ACI Worldwide. “A modernização em nuvem é uma prioridade estratégica máxima na ACI e estamos entusiasmados com esta aliança ampliada com a Microsoft – fornecendo e operando uma plataforma de pagamentos inigualável e, por fim, ajudando nossos clientes a expandir seus negócios, focando na diferenciação”.

“Durante toda a pandemia, a ACI Worldwide tem sido líder em manter o bom desempenho do setor bancário mundial e acelerar a curva de crescimento de transição para a nuvem para impulsionar inovação, economia de custos, resiliência e novas experiências para os clientes”, disse Bill Borden, vice-presidente corporativo de Serviços Financeiros Mundiais da Microsoft. “A poderosa combinação das ofertas de pagamentos baseados em SaaS da ACI e do Microsoft Azure permite que as instituições financeiras sirvam seus clientes de forma mais eficaz, e esperamos expandir nossos esforços conjuntos nos próximos meses”.

Crehana recebe maior aporte da América Latina para tecnologia educacional em rodada de financiamento série B

A Crehana, plataforma líder na América Latina de tecnologia educacional para empresas e pessoas físicas com foco em qualificação e requalificação, anunciou hoje que levantou 70 milhões de dólares em rodada liderada pela General Atlantic. Este é o maior financiamento em uma rodada Série B para uma empresa de tecnologia educacional na América Latina e ocorreu poucos meses depois da Crehana arrecadar 13 milhões de dólares em uma rodada de extensão da Série A. A Crehana vai usar o financiamento para expandir sua solução corporativa, iniciar operações no Brasil e investir em novos produtos e tecnologias.

Fundada em 2015 por Diego Olcese e Rodolfo Dañino, CEO e COO respectivamente, a Crehana tem principal foco na qualidade e entrega de seus cursos, controlando toda sua cadeia de valor, desde a contratação de instrutores até a produção, distribuição e consumo de conteúdo. São mais de 400 especialistas para oferecer mais de 700 cursos, que ensinam mais de 100 mil técnicas e competências.

A companhia tem ainda grande preocupação em adaptar seus cursos conforme a demanda e oferecer uma combinação de aprendizagem assíncrona e síncrona, além de maximizar o engajamento entre instrutores, mentores e alunos. Os cursos culminam em um projeto pessoal final que valida o aprendizado e fornece aos empregadores e alunos um feedback concreto sobre as oportunidades de desenvolvimento.

“A nossa missão é tornar o desenvolvimento de carreiras acessível e capacitar as empresas da América Latina para construir suas equipes de forma eficaz, independentemente do cenário global de constante mudança”, afirma Diego Olcese.

O crescimento de três dígitos da Crehana em 2020 é uma clara indicação de que a América Latina está passando por uma transformação digital significativa e, com isso, as empresas têm uma necessidade crescente em qualificar e requalificar seus funcionários. Neste ano, a empresa planeja continuar acelerando seu crescimento, concentrando-se na expansão agressiva em toda a América Latina da Crehana for Business, seu ecossistema de aprendizado corporativo, sendo o Brasil um mercado prioritário.

“Nos últimos 18 meses, tivemos um crescimento recorde e vimos o mercado acelerar. Hoje, mais de 50% das nossas receitas vêm da Crehana for Business. Com este novo capital, pretendemos dobrar nossas competências e ecossistema de aprendizado para empresas. Nosso objetivo é fornecer aos gerentes de talento aprendizado de máquina automatizado e ferramentas baseadas em IA que permitem uma compreensão eficaz das necessidades das suas equipes e fornecem o suporte de valor agregado necessário para resolvê-las.”

A Crehana for Business permite que as empresas tenham acesso a uma série de ferramentas que auxiliam em toda a jornada de aprendizado e desenvolvimento do funcionário, incluindo uma avaliação de habilidades necessárias, recomendações de plano de aprendizado e rastreamento do progresso, entre outras soluções. Operando em um modelo SaaS flexível e baseado na nuvem, são oferecidos vários módulos de aprendizado que podem ser agrupados em pacotes, com preço definido de acordo com as necessidades dos seus clientes. Os usuários individuais também podem comprar assinaturas diretamente da plataforma, a partir de 100 dólares por ano.

A empresa planeja aumentar suas vendas, tecnologias e equipes de suporte na América Latina e lançar operações no Brasil.

“A Crehana se encaixa bem em nosso tema de investimento de transformação do setor educacional tradicional. Estamos vendo mais pessoas trocando a educação tradicional por cursos voltados para o mercado de trabalho e de curta duração; enquanto isso, as empresas buscam com mais urgência qualificar e requalificar sua força de trabalho”, disse Luis Cervantes, managing director e Head do escritório da General Atlantic na Cidade do México. “Acreditamos que a educação digital aumentará o acesso a oportunidades que mudarão a vida das populações de baixa renda em toda a América Latina, então estamos orgulhosos com essa parceria com a Crehana para expandir o acesso à sua plataforma inovadora.”

Como parte da transação, farão parte do Conselho de Administração da Crehana o Luis Cervantes e Zeev Thepris, vice-presidente da General Atlantic. A Crehana é o sexto investimento da General Atlantic no México desde 2014, quando começou a operar no país. Desde então, a General Atlantic investiu quase 1 bilhão de dólares em empresas mexicanas de alto crescimento.

Esta rodada totaliza o capital levantado pela Crehana em 95 milhões de dólares. Os outros investidores incluem Mountain Nazca, Salesforce Ventures, Rethink Education, ALIVE Ventures, IFC e Dila Capital.

Vagas para Startups Connected permanecem abertas até este domingo

Iniciativa da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo chega a sua sexta edição e a expectativa é de que ao menos 200 startups se inscrevam

Por conta da alta procura, o Startups Connected, programa da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo (AHK São Paulo), que tem como principal objetivo promover a conexão entre startups e empresas já estabelecidas, prorrogou as inscrições da iniciativa, que irão permanecer abertas até este domingo (08/08).

Em sua sexta edição, o programa terá sete desafios, cada um deles liderado por uma empresa ou instituição âncora: BASF, Bayer, Centro Alemão de Ciência e Inovação (DWIH) de São Paulo, GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit), Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Siemens e Voith. A expectativa é que cerca de 200 startups se inscrevam, tendo em média 30 por desafio. Haverá, ainda, um desafio para startups situadas na Alemanha.

As inscrições devem ser realizadas por meio do site da iniciativa e as startups selecionadas para o top 5 de cada desafio apresentarão seus projetos para a banca da empresa. A avaliação para escolha das campeãs levará em conta critérios como o grau de aderência, inovação, valor da proposta, potencial de mercado, análise de maturidade, modelo de negócio, estrutura comercial e de vendas, além dos aspectos jurídicos, financeiros e contábeis. O anúncio das sete vencedoras será feito no dia 01 de setembro, por meio das redes sociais da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo.

Depois de escolhidas, as startups irão se reunir com as empresas-âncoras em uma imersão, guiada pela Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo, em parceria com uma consultoria especializada, para conceber e desenhar o plano de projeto que será realizado ao longo dos próximos seis meses. Ao final do programa, em fevereiro de 2022, ocorrerá o Demo Day, encontro de encerramento no qual empresas e startups apresentarão seus projetos e resultados.

De acordo com Bruno Vath Zarpellon, Diretor de Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade da AHK São Paulo, o mais interessante do programa é como as startups e as grandes empresas conseguem se complementar. “As startups têm ineditismo, velocidade, flexibilidade, criatividade e a cultura empreendedora, enquanto as empresas e instituições âncoras têm uma forte estrutura, relevância para o mercado, recursos financeiros, rede de contatos, vasto portfólio de clientes e estrutura administrativa. Isso é uma parceria que dá muito certo”.

Após o encerramento do programa, será realizada uma análise da experiência entre as startups e empresas, que ajudará ambas as partes a definirem os próximos passos da parceria, pós-aceleração. As startups participantes terão acesso a diversos benefícios, como intermediação de contatos, participação em workshops exclusivos, assessoria em diversas áreas, ajuda de custo para compra de materiais e contratação de serviços, associação à AHK São Paulo por um ano e possibilidade de obter recursos do Edital SENAI de Inovação.

O Startups Connected acontece desde 2015 e já realizou mais de 1 mil conexões, acelerou cerca de 100 projetos, lançou mais de 50 desafios de inovação e gerou dezenas de negócios. Além disso, por dois anos consecutivos, em 2019 e 2020, esteve no top 10 do ranking 100 Open Startups entre os ecossistemas de startups mais importantes do Brasil.

Para participar dos desafios, a startup deve estar situada no Brasil ou na Alemanha e ter uma equipe de, no mínimo, três pessoas, com mais de 18 anos. As inscrições podem ser feitas pelo site www.startupsconnected.com.br.

Conheça os desafios de 2021:

• BASF: Economia Circular – SUP (Plástico de Uso Único)

• BAYER: Self Care

• Siemens: Eficiência Energética na Indústria

• Hospital Alemão Oswaldo Cruz: Saúde Digital e Experiência do Paciente

• GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit): Eficiência Energética em Edificações

• GT de Sustentabilidade AHK (BASF, Evonik e Siemens): Ecossistema Circular 4.0

• Voith: Logística 4.0
Desafio para startups situadas na Alemanha:

DWIH São Paulo: Healthier Life – Solutions for people, environment, and society.
Startups Connected 2021
Período de Inscrição: até 08 de agosto
Link para inscrição: https://startupsconnected.com.br/

Atos anuncia aquisição do Ideal GRP e amplia atuação no segmento de manufatura

A Atos, líder global em transformação digital, anuncia a aquisição do Ideal GRP, grupo integrador de sistemas Product Lifecycle Management (PLM) e parceiro de solução de nível platina da Siemens Digital Industries Software, com sede na Finlândia. O Ideal GRP oferece serviços de consultoria, integração, software e manutenção para empresas do setor de manufatura. A aquisição vai somar uma equipe de aproximadamente cem especialistas à Atos com status de platina dupla.

Os últimos meses expuseram a fragilidade das cadeias modernas de suprimentos, levando as organizações de manufatura a acelerar sua transformação digital em busca de maior resiliência e excelência operacional. O PLM fornece uma base de informações do produto, integrando dados, processos e sistemas de negócios.

A Atos fornecerá recursos, experiência e confiança para permitir que o Ideal GRP se concentre inteiramente na entrega de produtos e serviços necessários para empresas de médio e grande porte para implementar com sucesso iniciativas transformacionais da Indústria 4.0.

Fundado em 1992 e sediada em Vantaa, Finlândia, o Ideal GRP tem uma parceria forte e de longa data com a Siemens, construída em cerca de 30 anos de cooperação. É um player líder no mercado nórdico, com escritórios na Finlândia, Suécia, Noruega, Dinamarca e Estônia.

“Os fabricantes produzem quantidades infinitas de dados em todos os estágios do ciclo de vida de um produto, o que é um ativo inestimável, mas se torna um verdadeiro desafio quando se trata de usar todos esses dados para fazer produtos melhores. É aqui que os sistemas PLM vêm como auxiliadores e provam ser um capacitador-chave para a Indústria 4.0”, diz Pierre Barnabé, chefe da Indústria de Manufatura da Atos.

“Nos últimos anos, os clientes do Ideal GRP viram a mudança significativa do PLM se tornando mais estratégico e integrado, atingindo toda a cadeia de valor da manufatura. Com a Atos, agora estamos totalmente equipados para fornecer serviços verdadeiramente globais e escaláveis, enquanto mantemos o relacionamento próximo e a agilidade local com nossos clientes nos países nórdicos e bálticos”, afirma Jaakko Hartikainen, CEO do Ideal GRP. 

O executivo diz acreditar que a transformação será acelerada e revela estar entusiasmado com a oportunidade de trabalhar com a Atos para ajudar os clientes a criar “uma vantagem digital no centro dessa evolução dinâmica”. Hartikainen completa: “A parceria estratégica e duradoura entre a Atos e a Siemens combinada com a amplitude e escala do portfólio de ofertas da Atos torna esta uma oportunidade empolgante para os clientes Ideal GRP e o nosso pessoal”.


Além do Ideal GRP, a Atos adquiriu, em junho, a Processia, especialista em PLM. A operação está alinhada com a estratégia específica da empresa na área de indústria e reforça sua franquia de PLM e Soluções de Engenharia, enquanto também expande a presença do grupo no norte da Europa.

Continental anuncia meta para zerar emissões até 2040

A fim de sensibilizar o nicho industrial para o uso responsável dos recursos naturais, a Continental, empresa que desenvolve tecnologias e serviços pioneiros em mobilidade sustentável, anunciou seu novo plano de sustentabilidade para 2050. Alinhada com as diretrizes do Acordo de Paris, tratado ambiental chancelado pela Organização das Nações Unidas, as metas estipuladas pela multinacional alemã visam tornar os negócios ecoeficientes ​​em todos os níveis da cadeia de valor.

A neutralidade climática total é diretriz para as novas ações da organização em prol da preservação do meio ambiente. Isso significa que, até 2040, a Continental pretende contribuir para neutralizar 100% da emissão de carbono gerada pelas suas atividades. Para além da neutralização do dióxido de carbono, a multinacional também se comprometeu a reduzir 20% do consumo de energia até 2030, gerando uma economia de, pelo menos, 1TWh. O plano de sustentabilidade também prevê que cada componente dos produtos Continental deverá ser 100% reciclável ou composto por biomassa até 2050, enquanto a expectativa é de que o índice interno de reciclagem chegue a 95% 20 anos antes, em 2030.

Atualmente, a Continental já consome 55% menos água e 17% menos energia do que a média das demais indústrias por tonelada métrica – unidade de medida equivalente a 1000 kg – de pneus produzidos. Os valores-chave da organização, juntamente com as novas medidas anunciadas, mensuram de forma concreta a dedicação com a causa ambiental. A Continental reconhece que é urgente para o futuro das próximas gerações que haja um comprometimento com o desenvolvimento sustentável aliando também esforços nos âmbitos social e econômico a fim de garantir qualidade de vida para todos.

Com a iniciativa, a marca também prevê o fortalecimento do senso de coletividade e conta com a colaboração assídua de seus colaboradores e stakeholders para tais transformações. “Estamos chegando à beira da emergência climática, por isso nos comprometemos a desenvolver sistemas de gestão ambiental eficientes. Por meio de projetos conjuntos e treinamentos, contamos com o engajamento de nossos colaboradores, fornecedores e parceiros. É preciso que todos assumam o protagonismo da causa e nós daremos todo o suporte necessário para que isso aconteça”, afirma Arnd Simonetti, diretor de Compras para a América do Sul e Coordenador de Sustentabilidade da Continental no Brasil.

Serviço Geológico e Universidade de Brasília assinarão acordo para ampliar projetos de PD﹠I

O Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM) segue com a sua missão de gerar e disseminar conhecimento geocientífico no país e avançará em um novo projeto. Representantes da instituição vão assinar nesta quinta-feira, dia 05 de agosto, um acordo de cooperação técnica-científica com a Universidade de Brasília (UnB) para o uso compartilhado de laboratórios e desenvolvimento conjunto de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) nas áreas de energia, água, geologia marinha, sustentabilidade, entre outros. A assinatura do acordo acontecerá durante a solenidade on-line com início às 14h30 de amanhã, com transmissão ao vivo por meio do canal TV CPRM no YouTube.

A cooperação entre as duas instituições visa desenvolver um robusto portfólio de projetos de P,D&I em várias áreas das geociências que devem preferencialmente ser financiados pelo setor produtivo. Os temas que serão pesquisados por meio do acordo são relevantes para a sociedade, a exemplo do aquecimento global, energia limpa e bioeconomia marinha. O acordo também deverá propiciar o desenvolvimento de uma maior quantidade e qualidade de projetos de P,D&I na área de óleo e gás, assunto em que a UnB já é referência nacional. Os projetos executivos relacionados à infraestrutura laboratorial do Centro de Referência em Geociências (CGA) do SGB/CPRM, Litoteca do Pré-sal, do Museu de Ciências da Terra (MCTer) e laboratórios associados estão em pleno desenvolvimento. Neste sentido, o acordo potencializará os benefícios que estes projetos têm com a Petrobras na medida que o compartilhamento de equipamentos permitirá ao país ter um dos mais completos laboratórios de isotopia e geocronologia da América Latina.

Segundo ressalta o diretor-presidente do SGB/CPRM, Esteves Colnago, o grande impulso para este trabalho é a integração entre o governo e a área acadêmica, que poderão fornecer subsídios e ampliar a disponibilização de informações ao setor mineral que permitam o desenvolvimento socioeconômico a partir das áreas que serão objeto de estudo dos pesquisadores. Neste sentido, Colnago também destaca que a participação do SGB/CPRM no acordo se fortalece em virtude de ser, desde 2017, uma instituição científica, tecnológica e de inovação pública (ICT), contribuindo com a pesquisa e ampliando o conhecimento sobre as geociências no país.

“A integração entre o governo e as áreas acadêmica e mercadológica do setor mineral é fundamental para que possamos avançar em projetos importantes para o Brasil, seguindo o nosso objetivo de contribuir com o desenvolvimento a partir da pesquisa científica. Este acordo será grandioso, visto que une instituições que são referência e têm corpo técnico de alta competência. Acreditamos nesta parceria e os resultados deverão ser promissores considerando as áreas que serão estudadas por nossos pesquisadores”, afirma Colnago.

O diretor de Infraestrutura Geocientífica do SGB/CPRM, Paulo Romano, também signatário do acordo, ressalta a abrangência e o perfil estruturante da cooperação. “Isso nos permite vislumbrar um futuro promissor desse trabalho integrado que fortalecerá o já elevado padrão científico e de respeitabilidade das duas instituições. O mecanismo mobilizará competências e recursos internos das duas instituições, da academia e do mercado, contribuindo para o desenvolvimento sustentável”, diz o gestor.

Chefe do CGA e responsável técnico do SGB/CPRM pelo acordo com a UnB, o geólogo Noevaldo Teixeira reitera que o acordo constitui um marco no relacionamento entre uma ICT, academia e os setores produtivos relacionados à mineração e energia.

“Não podemos esperar apenas os orçamentos provenientes do Tesouro para podermos desenvolver nossas pesquisas científicas. Precisamos interagir com redes de conhecimento, compartilhar laboratórios, modernizar o gerenciamento dos mesmos e principalmente desenvolver projetos que tenham impacto econômico e social”, destaca Teixeira.

A solenidade de assinatura do acordo contará com a participação do presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Evaldo Vilela, que ministrará uma palestra sobre “Interação: Universidade e Serviço Geológico do Brasil e o futuro das pesquisas”.

ACSP: Aumento da Selic em 1% mostra que conter a alta da inflação é prioridade do BC em relação ao consumo

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou na noite desta quarta-feira (dia 4) a elevação da taxa básica de juros de 4,25% para 5,25% ao ano. O aumento já era esperado pelo mercado financeiro. O Boletim Focus, pesquisa divulgada toda semana pelo BC, já sinalizava que haveria um reajuste deste porte.

Segundo Marcel Domingos Solimeo, economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a decisão do Copom de elevar a Selic significa que aumentou a preocupação com a alta persistente da inflação.

“Essa atitude é justificável mesmo que a atividade econômica ainda não esteja acelerada”, disse. “Com essa decisão, o Copom também sinaliza ao mercado que está atento ao comportamento da inflação, o que pode levar a anúncios de novos aumentos da taxa de juros nas próximas reuniões”, emendou.

Fiesp: Banco Central coloca em risco a frágil recuperação da atividade econômica ao acelerar a subida da Selic

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) aumentou nesta quarta-feira (04/08) a taxa básica de juros, a Selic, em 1,0 p.p, para o patamar de 5,25% a.a.

Embora vários segmentos econômicos estejam com desempenho positivo, o mercado de trabalho continua com 14,8 milhões de desempregados e 4,6 milhões de pessoas que, apesar de estarem na força de trabalho antes da pandemia, não estão buscando emprego no momento devido às restrições. Esse contingente manterá a taxa de desemprego num patamar alto ainda por algum tempo.

Além disso, o PIB no 2º trimestre deve ter ficado próximo da estabilidade e as expectativas de crescimento para 2022 são de apenas 2,1% segundo o último boletim Focus.

Por tudo isso, pode-se dizer que é um equívoco do Banco Central não apenas elevar a taxa básica de juros, mas acelerar o ritmo de alta, colocando em risco a frágil recuperação da economia brasileira.

Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp

World Summit Awards, maior premiação de inovação digital, edição 2021, prorroga inscrições até dia 16 de agosto

Projetos inovadores, com impacto social e soluções ligadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável podem participar

O World Summit Awards (WSA) Brasil, edição 2021, está com inscrições abertas até dia 16 de agosto. Empresas com projetos inovadores que tem impacto na sociedade podem e devem participar. Trata-se de um verdadeiro festival tecnológico de diversidade, inovação, acessibilidade e inclusão. Muito mais do que premiar um trabalho de vanguarda, o WSA nasceu com o objetivo de reforçar a mensagem de que as tecnologias da informação e comunicação são indispensáveis para o desenvolvimento, seja no plano pessoal, nacional ou global.

No Brasil, o Prêmio seleciona, promove e divulga anualmente os projetos mais inovadores, criativos, inclusivos e com maior impacto social que ofereçam soluções para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Nos 18 anos de existência do WSA, já foram premiados mais de 700 projetos, vindos do mundo todo.

“Faremos da edição 2021, a maior na história no Brasil! Contamos com a parceria e o apoio de empresas e instituições ligadas à tecnologia e publicidade, cientes e conscientes da importância que o prêmio representa e no valor que ele agrega aos vencedores globais.” – afirma Cid Torquato, embaixador do Prêmio no Brasil.

Apoiam o prêmio grandes instituições como: ICOM Libras, Digitalks, Ouvi, Associação Amigos Metroviários dos Excepcionais (AME), Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP), Associação Brasileira de Marketing de Dados (ABEMD), Associação Brasileira dos Agentes Digitais (ABRADI), Associação dos Profissionais de Propaganda no Brasil (APP Brasil) e Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais (BRASSCOM).

As inscrições estão abertas e foram prorrogadas até o dia 16 de agosto, acessando o site www.premiowsa.com.br. Os vencedores da etapa brasileira serão conhecidos em evento virtual que será realizado no dia 31 de agosto. Depois serão encaminhados para concorrer a etapa global do WSA em setembro, seguindo o calendário Global – portal https://wsa-global.org

Mitsubishi Electric anuncia Kei Uruma como novo Presidente ﹠ CEO Global

A Mitsubishi Electric Corporation (TOKYO: 6503), líder mundial na fabricação, comercialização e venda de equipamentos elétricos e eletrônicos, anuncia que, desde o dia 28 de julho de 2021, Kei Uruma é o novo Presidente & CEO Global da organização, substituindo Takeshi Sugiyama, que ocupava o cargo desde 2018.

Formado na Faculdade de Comércio da Universidade de Waseda, Uruma, de 62 anos, faz parte do conglomerado desde 1982, construindo a sua carreira como Gerente-Geral Sênior de Planejamento e Administração da Divisão de Sistemas de Automação Industrial, Presidente da Mitsubishi Electric Europe B.V., entre outros diversos cargos.

Sua última posição na organização abrangia as funções de Diretor, Representative Executive Officer, Vice-presidente Sênior, Controle de Exportações e Planejamento Corporativo Estratégico e Operacional das empresas associadas.

Urumi assume com a missão de ampliar os bons resultados financeiros globais divulgados do último ano fiscal, que se encerrou em março de 2021. Apesar das adversidades causadas pela pandemia e uma redução nos resultados anuais, a receita global foi superior a 4.191 bilhões de ienes, o equivalente a pouco mais de 38 bilhões de dólares, de abril de 2020 a março de 2021. Vale destacar que, até dezembro de 2020, esse número era de 2.940 bilhões de ienes, o que representa um crescimento de mais de 42% no último trimestre.

Para o próximo ano fiscal, que se encerra em março de 2022, a Mitsubishi Electric Corporation projeta um aumento global na receita de 7% em relação ao ano fiscal de 2021, em parte devido ao progresso na recuperação geral dos países afetados pela crise, especialmente Estados Unidos e China.