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Startup do Cietec fornece proteínas para viabilizar teste rápido de Covid-19

Para facilitar a testagem da Covid-19 no Brasil, a Biolinker, startup de biotecnologia residente na Incubadora USP/IPEN-Cietec, forneceu a proteína sintetizada do coronavírus para pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da Universidade de São Paulo (USP), com o objetivo de ajudar na viabilização da aplicação em massa do teste rápido da doença.

A tecnologia também será capaz de revelar se a pessoa que tomou uma determinada dose de vacina já produziu anticorpos, podendo auxiliar o médico a identificar a necessidade de acompanhamento do paciente no processo de imunização. Além disso, o dispositivo permitirá ainda o rastreamento de imunidade de variantes do vírus.

Como funciona

O dispositivo analisa uma gota de sangue retirada do paciente em busca de anticorpos que permitam detectar a doença. Para baratear sua produção, os pesquisadores utilizaram a estratégia de otimizar a quantidade de insumos do material e utilizar nanopartículas para a localização dos anticorpos.

As nanopartículas são imprescindíveis na reação que indica a presença dos anticorpos na corrente sanguínea do paciente. A molécula que contém a proteína do coronavírus foi sintetizada no laboratório da Biolinker, na Incubadora USP/IPEN- Cietec.

Os pesquisadores utilizam a informação genética do vírus e inserem em bactérias que se multiplicam e produzem a proteína em larga escala, em seguida, ela é purificada. Esta técnica difere bastante das que costumam ser usadas nos testes importados. “A produção em bactérias é muito mais barata e escalável do que a produção em células humanas, e isso reduz muito o custo”, afirma Mona Oliveira, CEO da Biolinker.

Além da USP, outras universidades brasileiras estão usando as proteínas da Biolinker para projetos de P&D na área do Covid-19.

O estudo

A pesquisa foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

O estudo foi coordenado pelo professor do IQSC, Frank Crespilho. Além do docente e sua equipe, a Biolinker e a doutoranda do IQSC, Karla Castro, pesquisadora da rede MeDiCo, também participaram da pesquisa e desenvolveram o teste no tempo recorde de cerca de quatro meses.

O grupo do Prof. Frank Crespilho é referência internacional em desenvolvimento de biossensores e nosso colaborador em projetos de pesquisa aplicada e inovação. Com a pandemia, vimos uma excelente oportunidade em participar do desenvolvimento dos bioligantes (moléculas sondas) para detecção de anticorpos do coronavírus”, informa Mona.

Próxima etapa

O teste já está pronto para produção em larga escala e passará, em breve, pela regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

A empresa prevê que o custo para o consumidor seja de R$30,00, praticamente cinco vezes menos do que os testes disponíveis hoje no mercado, vendidos por cerca de R$ 140,00. “Para que o produto possa ser escalonado, é preciso buscar parcerias com grandes indústrias”, ressalta a CEO da Biolinker.

Para Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec, é preciso que o Brasil aumente significativamente seu investimento em ciência e inovação e fortaleça a chamada Tríplice Hélice, que conecta empresas, universidades e governo, permitindo a geração e a transferência de conhecimento científico para atender as demandas da sociedade. “Claro que essa necessidade depende da realidade que vivemos, da situação orçamentária federal e estadual, mas acreditamos que este cenário atual de pandemia aumentará a união da triple-hélice, bem como os investimentos em pesquisas científicas”, finaliza Risola.

O trabalho remoto na low touch economy

Por Daniel Schwebel, Country Manager da Workana no Brasil

Devido às restrições para evitar a disseminação do coronavírus, deixamos os escritórios às pressas para trabalhar de casa. Essa nova realidade agradou 94,2% dos profissionais com carteira assinada que disseram querer continuar trabalhando remotamente após a pandemia, como revelou o relatório anual da Workana , maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina. Com isso, considerando a redução das interações pessoais, pude notar que, no vácuo dessa transformação remota, cresceu a economia de pouco contato, na qual as negociações e relações de trabalho se dão sem a necessidade de presença física – low touch economy -, que eu acredito ter vindo para ficar.

É fato que, por uma questão de responsabilidade social, muitas pessoas continuam seguindo os protocolos de saúde. Mas os profissionais se adaptaram tão bem aos novos hábitos, e ficou tão claro às empresas que não é necessário estar em um espaço físico para manter suas equipes produtivas – além do tempo que todos ganham por não precisarem se deslocar até o local de trabalho -, que ainda de acordo com o relatório 23,8% dos líderes apostam no fim ou redução dos escritórios, e 63,2% deles disseram ter notado que a produtividade dos funcionários aumentou ou permaneceu a mesma. Entre a maioria dos profissionais, o sentimento também foi de um melhor desempenho no home office. 81,9% acreditam que a produtividade foi excelente ou muito boa .

Claro que, para viabilizar isso, é vital fornecer aos trabalhadores todas as ferramentas tecnológicas possíveis, como equipamentos, softwares de trabalho colaborativo , e abrir canais online de acesso direto ao consumidor, combinando modelos que eram tipicamente B2B com estratégias B2C. Mas há muitos outros desafios, pontos que merecem atenção em tempos de low touch economy, para que o desenvolvimento se dê de forma sustentável. A começar pela saúde mental, que foi algo que pesou para 43,7% dos profissionais que sentiram que esse novo modelo de trabalho comprometeu seu psicológico.

Daí a importância de repensarmos nossa rotina de modo a equilibrar vida pessoal e profissional, melhorarmos nosso ambiente de trabalho em casa para manter a boa produtividade e, no caso dos gestores, posicionar sempre os colaboradores como centro de tudo, o que chamo de professional centric, que é voltar o olhar às necessidades e anseios dos profissionais, atendê-los para, como consequência disso, obter bons resultados, e não focar nos resultados esquecendo aqueles que os tornam possíveis.

91% dos trabalhadores CLT acreditam não precisar trabalhar exatamente 8 horas por dia, todos os dias, em um escritório, para obter bons resultados. Acredito ser um ótimo momento para os líderes ouvirem mais as demandas dos funcionários e buscarem maneiras de proporcionar mais qualidade de vida a eles.

Não é porque a digitalização se tornou obrigatória e a interação presencial inviável, que a comunicação deve diminuir e todos os processos se tornarem quase que robóticos. Trabalhar em casa significa desconstruir a barreira do privado, para sermos capazes de gerar mais empatia. Em tempos de low touch economy, fazer networking, exercer sua profissão e fechar negócios online precisa ser solução, e não problema.

Posicionamento da Anjos do Brasil sobre o texto do Marco Legal das Startups em tramitação no Senado Federal

O Marco Legal de Startups, aprovado em votação pela Câmara dos Deputados e agora em discussão no Senado Federal, tem uma enorme importância para o desenvolvimento do ecossistema de startups Brasileiro. Estas empresas inovadoras apresentam modelos de negócios, estruturas de investimento e relações de trabalho que são específicas e necessárias para o crescimento do negócio.

Dentro da proposta percebemos ter avanços significativos, mas não podemos deixar de mencionar que a redação final do texto deixa de lado quatro pontos essenciais para que o Marco Legal das Startups tenha um real impacto positivo para o ecossistema empreendedor inovador:

Ponto 1 – Inclusão da Possibilidade de Startups organizadas na forma de Sociedades Anônimas aderirem ao Simples Nacional

Ponto 2 – Equiparação tributária dos investimentos em Startups aos investimentos em imóveis ou no agronegócio (LCI/LCA)

Ponto 3 – Garantir o caráter mercantil das opções de compra distribuídas em Planos de Opções de Ações (Stock Option Plans) distribuídas a colaboradores, prestadores de serviço ou outros

Ponto 4 – Garantir a dispensa das publicações legais, ou a publicação exclusivamente no site da empresa, e os livros digitais para as Startups constituídas na forma de Sociedades Anônimas, sem limite de sócios

Cassio Spina, presidente e fundador da Anjos do Brasil, afirma que estes pontos já haviam sido discutidos durante toda elaboração deste Projeto de Lei. “A aprovação deste PLP sem os mesmos implicará que o mesmo terá pouca relevância para estimular o desenvolvimento do empreendedorismo inovador brasileiro.”

Saiba mais na Nota técnica para o Senado, assinada por 37 organizações do ecossistemahttp://bit.ly/NotaTecnicaPLP146-MLS

Tmov, marketplace de cargas da Sotran, recebe investimento de R$100 milhões do Arlon e Grupo Fitpart

Aporte irá viabilizar o crescimento do principal marketplace de logística do agronegócio no Brasil, além de impulsionar em 70% o número de contratações para a área de tecnologia da empresa

A Sotran, logtech líder do setor de transporte rodoviário de cargas para o agronegócio, anuncia investimento de R$ 100 milhões liderado pelo Arlon Group, fundo de private equity norte-americano, e pelo grupo FitPart, investidor de longo prazo. Este é o segundo investimento que a companhia recebe.   

Com o aporte, a Sotran tem planos de escalar ainda mais o seu marketplace de logística do agronegócio, o Tmov, ampliar e fidelizar a base de motoristas e lançar novos produtos digitais focados em caminheiros, embarcadores e transportadoras. Para isso, os planos são audaciosos e os números confirmam. A Sotran atingiu 1.3 bilhão de faturamento, em 2020, e a estimativa é crescer 40% em receita ainda este ano. A receita da empresa ligada à sua plataforma digital Tmov cresceu 201% de 2019 para 2020, tendo em vista a atuação da empresa com foco na digitalização da jornada da sua base de mais de 180 mil caminheiros.

Ao olharmos para o mercado mundial de logística e seus principais players, iremos perceber que existem dois modelos que competem. De um lado, as transportadoras digitais, e de outro, as empresas que oferecem um conceito de arquitetura aberta para anúncio online de cargas. A Sotran, com toda a sua expertise e tecnologia de ponta, entra nessa guerra ideológica com soluções para os dois públicos, oferecendo a solução de uma transportadora digital e acesso a uma plataforma de marketplace de logística para embarcadores e transportadoras que desejam digitalizar as suas operações. 

“A visão da Sotran é abrir o caminho digital para um futuro melhor dos caminheiros. Nos últimos anos, tivemos muito sucesso em alavancar tecnologia para aumentar a receita e o lucro dos milhares dos motoristas que utilizam a nossa plataforma a cada mês. E no processo, reinventamos a jornada trazendo maior visibilidade e transparência na cadeia para os nossos clientes embarcadores. Com este aporte, vamos ter recursos para expandir a nossa base e investir ainda mais no nosso principal produto, o Tmov, agora em soluções de marketplace para embarcadores e transportadoras. Também ampliaremos o time de tecnologia em mais de 70%”, afirma Charlie Conner, CEO da Sotran Logística.

No portfólio da Sotran estão mais de 900 clientes, como Seara, Cargill, Coamo, Coopersucar, Yara e BRF. O agronegócio é o carro-chefe, tendo como maior demanda da empresa o transporte de soja, açúcar e milho, mas a Sotran opera com o transporte de cargas em outros segmentos também, a exemplo de fertilizantes.

A maré está para as logtechs

O setor de logística tem sido alvo de forte disrupção nos últimos anos, no mundo inteiro, dada a importância para as economias, as ineficiências das cadeias em muitos países e a capacidade da tecnologia de melhorar a experiência do usuário e aumentar a eficiência. No Brasil, a Sotran é uma das principais protagonistas da transformação digital neste segmento. A plataforma Tmov é um exemplo de marketplace que oferece uma das poucas soluções integradas, de ponta a ponta.

O app conecta motoristas e cargas disponíveis, em tempo real e em todo o território nacional, em poucos cliques e de forma automatizada, permitindo velocidade e precisão nas entregas. Além disso, oferece aos caminhoneiros e gestores de frota uma gestão logística completa, incluindo gerenciamento de risco inteligente, serviços financeiros e uma carteira digital em que os motoristas podem receber pelo frete, fazer saques, fazer uma gestão financeira e reduzir o custo do diesel.

Empresas já conhecidas, como Uber Freight, Convoy, Full Truck Alliance e Blackbuck, são exemplos bem-sucedidos nos mercados dos EUA, China e Índia.

Atualmente, o Tmov já soma mais de 100 mil downloads, 60 mil usuários mensalmente ativos e mais de 75 mil contas no cartão de débito da plataforma. A Sotran tem em seus planos continuar investindo em produtos digitais e na expansão da base de caminheiros para o transporte rodoviário de cargas, que representa mais de R$ 400 bilhões no País e só o setor de agro rodoviário corresponde a R$ 40 bilhões.

“Acreditamos no potencial do Tmov para elevar o nível de inovação na logística. O mercado pode esperar novidades em termos de produtos digitais para motoristas, frotistas, embarcadores e grandes empresas que precisam transportar sua matéria prima, principalmente, com as últimas safras recordes que o Brasil teve e as próximas que já são esperadas”, aponta Bruno Martins Silva, Managing Principal da Arlon.

O Lazard atuou como assessor financeiro exclusivo da Sotran para a operação.

Final Level anuncia aporte de R$ 8.5 milhões

A Final Level, maior plataforma de entretenimento gamer do Brasil, anuncia aporte de R$ 8.5 milhões co-liderado por sócios da Atmos Capital, Outfield Capital, a inglesa 1st11, além de family offices, como a Kaducaio Holding, do gestor Kadu Cunha, sócio do Grupo Mantiqueira. Após se firmar com a proposta única de valor de ser o ponto de encontro de todas as comunidades gamers e principal parceiro de negócios do mercado para criadores de conteúdo nos segmentos de games e esports, a Final Level tem como objetivo se aproximar ainda mais do consumidor final e fortalecer o desenvolvimento da cultura gamer e o gaming lifestyle por meio da tecnologia.


“Nosso propósito desde o início foi reunir tudo o que o fã de games busca e deseja. A ‘porta de entrada’ num ambiente extremamente pulverizado e dinâmico, com oferta infinita de conteúdo em diversas plataformas. A empresa, que nasceu com forte vocação publicitária e inovou com a criação de pacotes de conteúdo anuais, atraiu marcas como Oi, Ame Digital, Coca Cola, além das mais diversas publishers”, afirma Fernanda Lobão, cofundadora e CEO da Final Level. “A próxima fase toma partido de todas as forças que construímos de branding, hub de criadores de conteúdo, comunidade e engajamento para estabelecer uma relação direta com a comunidade gamer e expandir o ecossistema Final level com novos produtos e serviços que ampliam a experiência do fã nesse ambiente de pura paixão”.


Criada em 2018, a Final Level formou um hub com os melhores creators de games do mercado, pioneiro no mundo, que já soma mais de 60 milhões de inscritos nas redes sociais e quase 500 milhões de views mensais apenas no YouTube. São números expressivos que mostram a dimensão de um mercado que movimentou US$ 180 bilhões globalmente no ano passado, mais do que as indústrias do cinema e da música juntas. Os dados são da consultoria IDC. Estima-se ainda que, em todo mundo, mais de 2,7 bilhões de pessoas joguem algum game, seja no PC, no celular ou em consoles.


Os chamados eSports, por sua vez, atraem quase meio bilhão de espectadores e o ano de 2021 marca o fortalecimento da divisão de eSports da Final Level, com time próprio, os Gamelanders, para disputar competições, line up feminino e a organização de campeonatos

em parceria com grandes marcas, como a gigante dos shopping centers brMalls, e alguns dos mais relevantes influenciadores gamers, como Rakin e Baiano, referências nos cenários de Valorant e League of Legends, respectivamente. Por aqui, o mercado de games movimentou US$ 1,5 bilhão no ano passado, cerca de R$ 5,6 bilhões, segundo dados da Newzoo, e conta com aproximadamente 75,7 milhões de players. Mais de 90% deles assistem a vídeos de games na internet. Não por acaso, o dream team de influenciadores da Final Level atua na co-criação de conteúdo autêntico, inédito e diário para múltiplas plataformas, como YouTube, Instagram, TikTok, Spotify, Facebook, Twitter e Telegram, engajando assim toda a comunidade de maneira disruptiva.


“A Final Level é um exemplo perfeito do novo modelo de mídia e de construção de comunidades. Acreditamos muito no potencial de crescimento do negócio, por conta da visão inovadora sobre como interagir com a comunidade gamer, sempre criando conteúdos de qualidade e retratando como ninguém esse lifestyle. Os games são a principal plataforma de entretenimento do mundo e a Final Level está muito bem posicionada para ser uma das protagonistas desse mercado”, afirma Pedro Oliveira, cofundador da OutField Capital. O fundador e chefe de operações da 1st11 no Brasil, Flávio Maria, reforça esse pensamento. “Fazer um investimento no Final Level é uma declaração considerável e um incentivo importante para nossos planos nos próximos 5 anos”, comenta.


Os novos investidores se unem assim aos outros sócios de peso da Final Level, como Felipe Neto, maior youtuber do Brasil e segundo mais assistido do mundo em 2019, João Pedro Paes Leme, ex-diretor executivo de esportes da Rede Globo, o técnico e empresário Bernardinho, bicampeão olímpico, e Marcos Vinicius Freire, ex-diretor executivo do COB.


O bem sucedido modelo da Final Level vem chamando a atenção de players de diversos países e a primeira parada da marca fora do Brasil será na Espanha. Recentemente, a Final Level anunciou uma parceria com a produtora de conteúdo Grupo Xanela Producciones, responsável pela plataforma na capital da Espanha. O plano é “exportar” o modelo, a exemplo do que fez a Endemol, produtora holandesa por trás do Big Brother e Masterchef. A expectativa é que a estreia na Espanha ocorra no segundo semestre deste ano. Como se vê, o jogo da Final Level está apenas começando.

Descomplica recebe aporte de R﹩ 450 milhões, maior rodada de investimento de uma EdTech na América Latina

O Descomplica, primeira EdTech brasileira a ingressar no mercado de ensino superior, fechou nova rodada de R﹩450 milhões, co-liderada pelos fundos de investimento Invus Opportunities e SoftBank, com participação do fundo Valor Capital Group, da Península Participações, a Chan Zuckerberg Initiative (CZI) e Amadeus Capital Partners. The Edge, guitarrista da banda irlandesa de rock U2, também participou da rodada.

Maior rodada de investimentos de uma EdTech na América Latina, os recursos serão direcionados para a Faculdade Descomplica, além de aquisições, crescimento de portfólio e desenvolvimento de produto. “Queremos construir a maior faculdade do Brasil, chegando rapidamente a um milhão de alunos no modelo 100% digital. Oferecemos modelos inovadores e capazes de inserir o aluno diretamente no mercado de trabalho”, diz Marco Fisbhen, CEO do Descomplica. “Nossa pedagogia digital é totalmente habilitada por tecnologia. Durante todas as aulas, nossos estudantes reagem em tempo real ao conteúdo e recebem materiais apropriados, de acordo com os seus sentimentos e nível de compreensão da matéria. Essa é apenas a ponta do iceberg e, ao operar na fronteira entre tecnologia, educação e mídia, somos muito orgulhosos do nosso propósito, de que aprender é realmente pra todo mundo, independente das realidades socioeconômicas de cada um”.

“O Descomplica é um salto enorme na educação do Brasil, com potencial para ajudar milhões de pessoas a entrarem no mercado de trabalho e mudando efetivamente a vida delas para uma realidade que antes julgavam inacessível”, comenta David Kahane, Sócio da Invus Opportunities.

“Estamos entusiasmados em apoiar o Descomplica, que leva educação de qualidade para o mercado de massa, movido por tecnologia, a milhões de brasileiros”, diz Paulo Passoni, Managing Investment Partner do SoftBank.

“O Descomplica há anos vem mudando o panorama da educação no Brasil e estamos muito comprometidos com seu crescimento nos próximos anos. Acreditamos numa estratégia de investimento de ciclo de vida completo e apoiamos a empresa desde o início”, comenta Antoine Colaço, Sócio-Diretor do Valor Capital Group.

Crescimento

Com 5 milhões de alunos por mês em todas as suas frentes educacionais, o Descomplica atua de maneira 100% online. “Consolidamos definitivamente um novo modelo de Faculdade, diferenciando-o do ensino a distância atual, aliando professores de qualidade, entretenimento e tecnologia de ponta”, comenta o Presidente da Faculdade Descomplica, Daniel Pedrino. “Ao lançar a Faculdade Descomplica no ano passado, estreamos com a nota máxima concedida pelo MEC, enquanto nossa pós-graduação também se firmou: cresceu mais de 10 vezes e hoje conta com 30 mil alunos. Toda a inovação em educação e tecnologia que estamos levando ao mercado nos permite vislumbrar a entrega de um ensino inovador a milhões de estudantes”.

Ao longo do ano, o Descomplica dobrou o número de funcionários e hoje já chega a quase 600 colaboradores – além de contar com 100 vagas abertas no momento. A EdTech está presente em múltiplas vertentes de ensino, entre elas: Enem e Vestibulares, graduação e pós-graduação. Com a rodada, o Descomplica busca acelerar ainda mais a sua atuação no ensino superior, prevendo a expansão acelerada de cursos de graduação e pós-graduação, crescendo organicamente e também por meio de aquisições de tecnologias e faculdades.

ABES Academy abre vagas para primeira turma de 2021 do curso de LGPD

A ABES ACADEMY, setor de educação e formação continuada da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software, está com inscrições abertas para a primeira turma de 2021 do curso Lei Geral de Proteção de Dados: fundamentos e implementação. Com modalidade 100% online, o curso será ministrado por profissionais altamente qualificados que trazem conhecimento e experiência jurídica, técnica e prática em relação à proteção de dados, privacidade e segurança da informação. Serão 8 aulas, das 16 às 19 horas, de 22/02 a 04/03, com carga horária total de 24 horas. As vagas são limitadas e as inscrições estão disponíveis no site: https://www.sympla.com.br/curso-lgpd—lei-geral-de-protecao-de-dados-fundamentos-e-implementacao__1105713

De acordo com Thomaz Côrte Real, consultor jurídico da associação e um dos palestrantes do curso, é importante fomentar o interesse das empresas no assunto para orientá-las sobre como cumprir a lei. “Esse curso é um dos poucos que contempla tanto as questões que envolvem a implementação jurídica quanto a técnica, então é uma ferramenta completa para quem precisa aprender e ficar em conformidade. Não há mais tempo a perder, as organizações precisam se adequar o mais rápido possível”, afirma.

Curso: “Lei Geral de Proteção de Dados: Fundamentos e Implementação”

Data: 22/02 a 04/03

Hora: 16h às 19h

Inscrições: https://www.sympla.com.br/curso-lgpd—lei-geral-de-protecao-de-dados-fundamentos-e-implementacao__1105713

COMBA lança solução para mitigar a interferência da
tecnologia 5G nos sistemas satelitais que utilizam a banda C

A tecnologia 5G que aos poucos tem se instalado pelo mundo, e que em breve se instalará pelo Brasil, vêm para melhorar diversos pontos na conexão atual, dentre eles o ganho de velocidade de transmissão ou as taxas de download / uploas, diminuição no delay de sinal de telefonia móvel e consequentemente a experiência geral do cliente ao utilizar seus devices conectados à internet. Porém, através de uma série de estudos realizados na China e no Brasil (neste realizado pela ANATEL), a tecnologia 5G (IMT-2020), em 3,5 GHz pode causar interferência no FSS – Serviço Fixo Satelital, na Banda C e nos equipamentos de recepção de televisão por antenas parabólicas.

Assim, em virtude de sua expertise no segmento e do crescimento que tem demonstrado esse mercado, a COMBA tomou a iniciativa de desenvolver uma solução que vai de encontro com os estudos divulgados pelo Comitê de Uso do Espectro e de Órbita da Anatel (o “CEO”) que é capaz de mitigar essa interferência e assim garantir que a convivência entre os sistemas IMT 3.5 GHz e a Banda C (Sistema Profissional – FSS) seja factível e eficiente.

A solução desenvolvida pela COMBA é composta por filtros que atendem as faixas de frequências de 3700-4200MHz e que quando instalados corretamente nos sistemas satelitais eliminam a interferência e melhoram o sinal de recepção no sistema de televisão TVRO  (Television Receive-Only).

Um dos modelos de filtro desenvolvidos inclusive já é integrado com um LNB (Low Noise Block) que tem como objetivo amplificar e converter uma larga banda de frequências compensando assim a perda de sinal associada ao cabo coaxial, típico em frequências relativamente altas.

Com isso, a COMBA reafirma seus esforços no desenvolvimento de soluções inteligentes que melhorem cada vez mais o sistema de telefonia móvel no Brasil e no mundo para que seus usuários possam disfrutar de serviços cada vez melhores.

Mercado de healthtechs inicia ano aquecido com mais de US$ 52,3 milhões captados

O ano começou aquecido para as startups de saúde. Por meio de nove rodadas de investimento, mais de US$ 52,3 milhões foram investidos nas chamadas healthtechs até a data de hoje. O montante já corresponde a 49,3% do total investido em 2020, quando o setor captou mais de US$ 106 milhões. Os dados são do Inside Healthtech Report, levantamento mensal realizado pelo Distrito Dataminer, braço de inteligência de mercado da empresa de inovação aberta Distrito.

O destaque no período ficou por conta da startup Alice, que atua como plano de saúde individual que mescla atendimento digital com presencial. A empresa atraiu US$ 33 milhões em sua rodada Series B. Outras duas healthtechs voltadas para telemedicina também chamaram a atenção. São elas ViBe e Zenklub, que captaram US$ 9,8 milhões e US$ 8,4 milhões, respectivamente — ambas em rodadas Series A.

“Este já é o segundo trimestre consecutivo em que as healthtechs receberam mais de US$ 30 milhões de financiamento. Temos um ótimo indicativo de que o mercado está amadurecendo”, afirma Tiago Ávila, líder do Distrito Dataminer. De acordo com projeções da empresa, o ano deve ser encerrado com mais de US$ 200 milhões investidos, distribuídos em mais de 50 rodadas de investimento.

Raio-X

O País possui atualmente 719 healthtechs, segundo o levantamento do Distrito, divididas em nove categorias distintas. A maior parte dessas startups volta-se para soluções relacionadas à Gestão e Prontuários Eletrônicos (25%). Em seguida, estão as que atuam com Acesso da Informação (16,7%) e como Marketplace (12,6%). As healthtechs de Telemedicina (11,8%) e aquelas que se voltam a Farmacêuticas e Diagnóstico (10%) também possuem fatias importantes deste mercado.

Quanto à distribuição por Estados, a maior concentração está no Sudeste, liderado por São Paulo com 44% das healthtechs, Minas Gerais, com 10,4% e Rio de Janeiro, com 9,1%. Rio Grande do Sul aparecem logo em seguida, com 8,9%. A região Norte do País, especificamente Manaus, abriga apenas 0,4% do total.

Saúde mental

Categoria que ganhou holofotes durante a pandemia, as startups que se voltam para a saúde mental têm atraído cada vez mais capital. De acordo com um levantamento da CB Insights, em 2020, o segmento atraiu em 2020 mais de US﹩ 2 bilhões por todo o mundo — praticamente o dobro do volume de US﹩ 1,12 bilhão captado em 2019.

Por aqui, das mais de 700 startups de saúde do país, 30 são focadas no cuidado mental. Ao longo do último anos, estas healthtechs arrecadaram um total de US﹩ 4,7 milhões, mais do que o dobro do ano passado (US﹩ 1,85 milhões) e 10 vezes o valor de 2018 (US﹩ 430 mil).

No que diz respeito ao surgimento de novas startups deste segmento, os anos de 2016 e 2017 foram particularmente especiais para as healthtechs que trabalham com saúde mental. Percebe-se um boom de fundações nesses anos, em um total de 14 startups. Hoje, algumas delas são as maiores e mais conhecidas do setor, como Zenklub, Psicologia Viva e Vittude. Trata-se de startups que tiveram crescimento acelerado e boa aceitação por parte do público.

Em 2020, o Distrito mapeou duas novas healthtechs deste segmento. “Acreditamos que veremos mais dados futuramente por conta da visibilidade que o tema tomou, impulsionado, principalmente, pela pandemia”, pontua Ávila.

Fusões e aquisições

Esse início de 2021 registrou apenas uma aquisição: a HygiaBank, empresa de soluções tecnológicas para relacionamento com clientes, adquiriu a Dr.Mob, plataforma de players do mercado de gestão para clínicas e centros médicos. “Acreditamos que este número deve aumentar consideravelmente e chegar até o mesmo patamar de 2020 (com 7 operações de fusões e aquisições)”, afirma Ávila.

Healthtech Digital Hub

O Distrito lançou este ano o Healthtech Digital Hub, plataforma digital de inovação aberta voltada para corporações da área da saúde. O programa permite a executivos de todo o país o acesso direto ao ecossistema que circunda o Distrito.

Além do apoio de um profissional dedicado a auxiliar as empresas em sua jornada de inovação junto ao Distrito e toda sua rede, o Healthtech Digital Hub possibilita a cada uma delas contato direto com as startups da vertical. Pela plataforma, as empresas poderão, por exemplo, criar desafios corporativos para que as startups se candidatem e as auxiliem a resolver determinada questão que enfrentam na operação; contatar um dos parceiros globais do Distrito diretamente ou, ainda, acessar o Distrito Dataminer, a mais completa plataforma de dados do universo de startups brasileiro com mais de 13 mil delas mapeadas, buscando ali informações sobre as jovens empresas deste mercado.

Styme participa do Shark Tank Brasil e os tubarões Camila Farani e Caio Castro se tornam sócios da empresa

Frederico Tonietto (CEO) e Luiz Fernando Leite Ribeiro (COO). Crédito: Sony Channel/ Divulgação

A Styme, que nasceu com o objetivo de melhorar a experiência de comer fora de casa, participou da nova temporada do Shark Tank Brasil, que foi ao ar no dia 12 de fevereiro. Na ocasião Frederico Tonietto (CEO) e Luiz Fernando Leite Ribeiro (COO) encantaram os tubarões Camila Farani e o convidado especial da edição, Caio Castro, com as soluções desenvolvidas pela Styme, que têm como principais pilares o empoderamento do consumidor e a otimização das operações dos restaurantes.

Camila Farani e Caio Castro são os novos sócios da Styme. A executiva fará um investimento de R$ 300 mil reais por 5% da empresa, que estima faturar R$ 1,2 milhões em 2021. Camila, que é investidora e fomentadora do empreendedorismo e presidente da G2 Capital, uma boutique de investimento em startups, irá contribuir com sua bagagem no ramo de tecnologia e food service, e também na parte estratégica, enquanto Caio Castro colocará seus esforços sobretudo no marketing da marca, também por 5%.

Vale destacar que o ator e piloto Caio Castro não investe somente na carreira artística, mas também em outras áreas, sendo dono da agência de publicidade C3 Group, da hamburgueria Black Beef, e também é sócio da marca de acessórios masculinos Key Design, entre outros negócios.

Programa de trainee Locaweb 2021 abre inscrições a partir do dia 12 de fevereiro

Você tem o sonho de trabalhar em uma grande empresa de tecnologia? Então aproveite que a Locaweb está em busca de jovens talentos para integrar nosso time como trainee.

A Locaweb nasceu em 1998 com o propósito de ajudar e oferecer soluções tecnológicas para empreendedores que possam prosperar na internet. Atualmente, a empresa conta com uma equipe formada por quase 2 mil colaboradores e atende mais de 400 mil clientes em todo o país. Além disso, conta com mais de 10 empresas criadas e adquiridas ao longo de toda a história da companhia.

Como funciona o programa de trainee Locaweb?

As inscrições e etapas para o programa de trainee Locaweb começam no dia 12 de fevereiro e encerram no dia 4 de abril. O processo de seleção será 100% online e dividido em oito etapas: inscrição, teste de lógica, game de competência, speak up, dinâmica de grupo e por fim, painel e entrevistas com RH e gestores. O programa tem duração de 18 meses e serão contratados 10 profissionais para atuar na Locaweb e suas unidades de negócio.

O intuito do programa é acelerar a carreira e contribuir com o crescimento profissional dos talentos, além de desenvolver competências fundamentais para a construção de sua jornada na empresa. Para isso, o programa será dividido em etapas. Os profissionais passarão por uma integração inicial para conhecer a cultura do grupo Locaweb e imersão na área de contração, e depois seguirão para uma jornada de job rotation, retornando para a área de contratação apenas nos meses finais do programa.

Os trainees contarão com uma grade completa de desenvolvimento de soft e hard skills. Ainda com foco no desenvolvimento, passarão por constantes feedbacks e 1:1s ao longo do programa, além de terem o apoio de um mentor técnico e um diretor como sponsor, que irá realizar acompanhamentos mensais, com o objetivo de melhorar a performance dos trainees. Por fim, terão o desafio de desenvolver e apresentar um projeto individual. Vale lembrar que a Locaweb está buscando por diversidade e que existe a possibilidade do trabalho ser 100% remoto.

Benefícios

Quem trabalha na Locaweb como trainee conta com diversos benefícios. A empresa assegura salário compatível com o mercado, participação nos lucros, vale refeição, plano de saúde, plano odontológico, seguro de vida, ou vale-transporte, entre outros

Quem pode participar?

Para se tornar um trainee da Locaweb é necessário se enquadrar nos pré-requisitos. São eles:

• Ensino superior completo – Bacharelado (concluído entre junho de 2019 e julho de 2021);

• Formação em um dos seguintes cursos: Engenharia (todos), Administração, Economia, Marketing e outras graduações afins;

Inscrições

Os jovens profissionais, interessados em fazer parte do time da Locaweb, podem se inscrever no processo seletivo do dia 12 de fevereiro até o dia 04 de abril de 2021. Para realizar a candidatura, basta acessar o site https://www.traineelocaweb.com.br.

Dock abre mais de 150 vagas de trabalho no modelo Anywhere Office

A Dock, startup de tecnologia que ajuda outras empresas a construírem e escalarem soluções financeiras para seus clientes, anuncia a abertura de 150 vagas ao longo de 2021 em diversas áreas e níveis hierárquicos.

A cultura da empresa preza por um ambiente de liberdade na tomada de decisão durante o dia-dia e sem hierarquias organizacionais, criando um clima criativo e de intraempreendedorismo. “Nosso time está constantemente evoluindo e, consequentemente, elevando o nível de suas entregas. Na Dock, acreditamos que tudo pode ser aprimorado: desde os nossos produtos e serviços até mesmo, nesse sentido, o próprio Docker (colaborador da Dock) que está em constante transformação”, afirma Camila Shimada, Head de People da startup.

Os “Dockers” – como são chamados os colaboradores – possuem muita autonomia no dia a dia de trabalho, tanto quanto para trazer ideias e executar seus projetos, construindo laços de confiança em um ambiente que proporciona o aprendizado contínuo e muitas oportunidades de crescimento profissional e pessoal.

Em março de 2020, como reflexo da pandemia, a startup adotou o modelo de trabalho remoto para 100% do seu time e, desde então, após ouvir os colaboradores através de pesquisas internas, implementou de forma definitiva o Anywhere Office como parte de sua cultura. Há quase 1 ano, os funcionários trabalham de qualquer lugar do País (ou do mundo) com total flexibilidade e assincronia de temas internos.

Desde sua fundação, em 2018, a Dock vem apresentando um crescimento acelerado, passando de 5 para mais de 240 colaboradores em pouco mais de 2 anos. “Apesar da rápida expansão, colocamos sempre nossa cultura em primeiro lugar, sempre valorizando a transparência nas nossas ações e comunicações com o time. Priorizamos o desenvolvimento interno da equipe para assumir as novas posições de liderança”, comenta Camila.

As vagas estão disponíveis no link: dock. tech / careers onde também o profissional pode visualizar um pouco mais sobre a cultura da startup e o perfil desejado para as posições. A contratação é regime CLT e conta com diversos benefícios como: vale-alimentação ou refeição, auxílio mensal para cobrir as despesas de internet banda larga e energia elétrica, assistência médica e odontológica, previdência privada, sessões de terapia online gratuitas, auxílio mensal para cultura e lazer, sessões para consulta de ergonomia online, rede de coworking credenciada para uso, auxílio educacional através do reembolso de cursos, livros e certificações técnicas, além de ferramentas e plataformas que possibilitam uma dinâmica de trabalho remoto ágil, segura e inclusiva entre todas as áreas.