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Worldpay inicia parceria com companhia aérea brasileira Azul

A maior companhia aérea do Brasil em número de cidades atendidas, a Azul, selecionou a Worldpay como seu provedor exclusivo de pagamentos globais, permitindo que a empresa ofereça mais opções de recebimentos para as reservas de voos internacionais.

A Azul escolheu a Worldpay mirando em sua expansão global na América do Norte e na Europa. A companhia aérea está usando os pagamentos on-line e serviços de tesouraria da Worldpay em todos os mercados e já constata aumentos significativos de consumidores em Portugal e nos Estados Unidos, principalmente. A parceria permitiu também que Worldpay atue como um único ponto de contato para pagamentos em todos os países.

Ao acumular 25 anos de experiência na indústria, a Worldpay se tornou a líder global em adquirência para companhias aéreas, trabalhando com cerca de 80 dos mais importantes players da aviação. Ao operar com apenas um parceiro, a Azul pôde evitar a complexidade e custos de lidar com múltiplos processadores em uma série de mercados. Com a Worldpay, a Azul se beneficiou com despesas mais baixas de integração e entrada mais em novos mercados e continuará expandindo sua operação global.

Marcelo Bento, Diretor de Alianças da Azul Viagens comentou: “Trabalhar ao lado da Worldpay nos deu grande vantagem competitiva no mercado, como podemos ver pelo número de novos países em que estamos operando. Ao ter a habilidade de economizar tempo, dinheiro e recursos utilizando apenas um único provedor, esperamos consolidar a expansão global da Azul, oferecendo serviços frequentes e de preço acessível para regiões desatendidas dentro do próprio Brasil e em outros países”.

Juan D’Antiochia, General Manager de Global e-Commerce para América Latina na Worldpay afirmou: “Consolidar uma parceria com a Worldpay permite que o processo de expansão no exterior seja mais simples, fazendo com que a implementação de serviços e acesso aos consumidores em novos mercados sejam mais rápidos e mais fáceis. Ter um provedor de pagamentos com atuação global significa que as companhias aéreas ganham acesso consistente a serviços em todos os mercados e dados de vendas agregadas para cada região em que operam, sem precisar lidar com vários fornecedores. Ao fazê-lo, isso permite às companhias aéreas economizar tempo e dinheiro e, em última instância, melhorar a receita, como vimos com a Azul. “

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Infracommerce inicia operação de e-commerce do grupo 3Corações

A Infracommerce, empresa líder em Full Service para e-commerce na América Latina, iniciou a operação do canal de vendas online do Grupo 3corações, líder nacional no segmento de café torrado e moído. Com o acordo, a empresa passa a ser a responsável pela plataforma, operação, logística e SAC do canal.

Neste primeiro momento, a empresa ficará à frente da página de TRES (http://loja.escolhatres.com.br/), marca do Grupo 3corações para máquinas de cafés espresso e multibebidas. A expectativa é melhorar a capilaridade de vendas de cápsulas e acessórios, colocando à disposição dos clientes uma vitrine completa de produtos da marca. A vantagem do e-commerce é que o consumidor pode ter acesso a todos os itens, desde acessórios até os mais variados sabores de cápsulas, assim como a linha completa de máquinas multibebidas, em um só lugar.

Comprando pelo site, o cliente ainda pode ver as promoções e descontos exclusivos em máquinas e combos especiais, assim como lançamentos de linhas de cafés. Além disso, a loja dispõe de um programa de fidelidade, o Clube TRES, que oferece aos participantes descontos progressivos nas compras de cápsulas e vantagens personalizadas, com valores diferenciados para os sabores preferidos do consumidor ou no mês de seu aniversário.

Segundo Thiago Alves, head de e-commerce do Grupo 3corações, a disponibilidade de produtos e o encantamento do cliente são as principais preocupações da operação do site. Dessa forma, além das vantagens oferecidas pelo canal, a empresa ainda investe constantemente em testes de usabilidade e ferramentas de comunicação para que a experiência de compra do usuário seja sempre a melhor possível. “A integração do canal com a solução full service da Infracommerce nos auxilia bastante no cumprimento dessa meta”, explica.

Hoje, a TRES conta com cinco modelos de máquinas (Mimo, Modo, Versa, Gesto e Serv) e 20 sabores de bebidas já consolidados no mercado, que incluem cafés espressos, filtrados, cappuccinos, chás e outras bebidas quentes, como chocolatto caramello e chai latte. A loja online ainda oferece acessórios como xícaras e porta-cápsulas.

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Ascenty anuncia construção de Data Center no Rio de Janeiro

A Ascenty, empresa líder de Data Centers do Brasil, anuncia a construção de sua oitava unidade própria para suprir a demanda crescente na região do Rio de Janeiro. O início das operações da nova infraestrutura está previsto para o quarto trimestre de 2017.

“Dentro dos planos de expansão da Ascenty, o mercado do Rio de Janeiro é extremamente estratégico. Grandes companhias atuam na região e algumas já são nossas parceiras em outras unidades da empresa. Estamos na fase inicial da construção e uma parte significativa já foi comercializada, o que indica que estamos no caminho correto”, afirma Roberto Rio Branco, diretor comercial, marketing e institucional da Ascenty.

Com seis anos de mercado, a empresa oferece serviços de colocation de alta densidade, hosting, cloud computing, segurança, serviços gerenciados e conectividade. As soluções oferecidas pela companhia visam aumentar a eficiência de seus clientes em seus respectivos core business e ainda promovem a diminuição de custos.

Os diferenciais das soluções da Ascenty são a qualidade da infraestrutura e do atendimento, as certificações internacionais e a agilidade na prestação de serviços. Todos as unidades da empresa possuem padrão Tier III do Uptime Institute, o mais relevante reconhecimento do setor, além das principais certificações de qualidade e segurança.

A integral disponibilidade da equipe e o alto nível técnico de suporte fazem da empresa a mais capacitada do mercado. “Priorizamos o atendimento ao cliente com excelência e agilidade, por isso, nossos colaboradores possuem uma apurada visão analítica do negócio, o que proporciona atendimento cordial, resolutividade e celeridade nas questões do dia-a-dia”, explica Roberto Rio Branco.

Ficha Técnica

Energia

Planejado para uma potência total de 15 MW.
Sistema de redundância Tri-bus (três linhas de energia estáveis atendendo cada módulo).
Sistema de geração a diesel numa configuração N+1.
Três tanques de diesel que permitem aos geradores uma autonomia de 48 horas sem reabastecimento.
PUE (Power Usage Effectiveness) de 1,7.
UPS rotativa a diesel em configuração (N+1), com 9 unidades de 2.000 KV cada.

Refrigeração

Expansão direta com condensadores acima do telhado para melhor performance na troca de calor.
Sistema provido de evaporadores em corredores técnicos PUE laterais operando em N+2.
Insuflamento por piso elevado de 1 metro.
Capacidade de refrigeração de 570 TR, com expansão direta e redundância N+2 para cada módulo.
Sistema de resfriamento interno operando nos corredores técnicos laterais com redundância N+2.

Segurança

Localizado em um condomínio fechado, no Rio de Janeiro, proporciona um nível elevado de segurança física.
Monitoração 24×7 por câmeras de CFTV com detecção automática de movimento em alta definição, gravação digital e imagens armazenadas por mais de 90 dias.
Autenticação dupla para controle de acesso, sendo biometria mais cartão magnético.
Equipe própria de segurança e monitoramento no site 24×7.
Equipados com sistema de detecção de incêndio, com acionamento precoce de incêndio VESDA (Very Early Smoke Detection Apparatus).
Combate a incêndio com gás ecológico Ecaro 25.

Conectividade

Excelente conectividade via fibra óptica com as principais operadoras de telecom.
Entrada redundante subterrânea de fibras ópticas.
Duas salas de telecom (MMR – Meet Me Rooms).
Conexão direta com o PTT (Internet Exchange Point)

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Advento dos micropagamentos possibilita cobranças de maneira simples e alternativa aos modelos atuais – Por Roberto Barberino

unnamed (1) O amadurecimento do uso da internet móvel e o início efetivo de infraestrutura que viabiliza pagamentos móveis estão levando o mercado financeiro e de telecomunicações, em primeira instância, a dar um enfoque reforçado nas operações conhecidas como micropagamentos. Estes processos possibilitam o pagamento de pequenos valores com maior dinamismo, utilizando meios móveis ou ambientes nativos da internet para a sua execução.

Os grupos de compra via web, que vivem um boom, são um exemplo claro disto, uma vez que empregam o conceito da venda em quantidade para proporcionar melhores preços aos usuários. Neste momento, são predominantes os serviços de baixo ou médio custo, como refeições, tratamentos estéticos e outros, que se aproveitam da decisão impulsiva de compra. Já os sites de compras coletivas são atores neste cenário no qual, o que importa, é o grande volume de transações de ticket médio a pequeno.

Fatores importantes no amadurecimento da internet comercial estão diretamente ligados à infraestrutura de telecom. O surgimento de serviços mais ágeis, com acesso de alta velocidade e sem fio à internet por meio de dispositivos portáteis móveis como os smartphones, pode estender estas oportunidades tanto a produtos pós como pré-pagos a preços mais acessíveis a fim de popularizar ainda mais a navegação fora do PC/notebook. Estatísticas apontam um crescimento excepcional de mais de 300% em 3 anos, no número de pontos de acesso fixo e móvel.

O sistema bancário, sempre a frente no critério inovação, tem abordado este tema com muita ênfase em busca da evolução dos atuais ambientes e serviços através de novas interfaces para toda a cadeia do internet banking, mobile payment, entre outros.

Novas redes de adquirentes também têm procurado aproveitar-se deste bom momento buscando massificar baseadas no uso de tecnologias de pagamento como contact less ou aproximação como NFC – Near Field Communication, RFID – Radio-frequency identification, entre outros.

Novos modelos surgem a todo instante e a necessidade de se adaptar a eles é imperativa. É preciso estar alinhado às novas diretrizes do mercado e as soluções de “mobile payment” com foco em micropagamentos são peça fundamental dessa evolução, pois são capazes de integrar e melhorar esses novos ambientes convergentes, promovendo uma experiência única, personalizada, sustentável e com maior valor agregado.

Roberto Barberino, Diretor Executivo Administrativo Financeiro da Provider IT, uma das consultorias e provedoras de serviços de TI que mais cresce e inova no país.

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Comércio eletrônico: mais de 45 mil lojas virtuais foram criadas em 2016 só no estado de São Paulo

Número de pedidos online mais que dobrou e chegou a quase 1 milhão no ano passado em SP, segundo levantamento

Para quem quer investir na área, no dia 16 de fevereiro acontece em São Paulo o Ciclo MPE.net, evento gratuito realizado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico para capacitar micros e pequenos empreendedores

Em 2016, o número de pessoas que abriram uma loja virtual no estado de São Paulo cresceu quase 30% comparado com 2015. Segundo levantamento feito pela Loja Integrada – plataforma para a criação de lojas virtuais mais popular do país com mais de 400 mil lojas hospedadas –, só em 2016 foram criadas 45.362 lojas online. O número de pedidos na internet também deu um salto: de 388.852 em 2015 para 911.298 no ano passado, quase o triplo.

O levantamento mostrou ainda que o segmento que mais se destacou em São Paulo durante o ano passado foi o de cosméticos, perfumaria e cuidados pessoais. Em 2016, esse nicho faturou quase 30 milhões de reais só na plataforma. Outros segmentos que também apresentaram bons resultados foram Moda e Acessórios, com crescimento de 14,67% e Casa e Decoração com um faturamento 10,37% maior que em 2015.

“O e-commerce vive um bom momento no país porque cada vez mais as pessoas compram pela internet. A economia e a praticidade são algumas das vantagens para quem compra. Para quem vende, o investimento inicial e o risco são muito baixos. Abrir uma loja virtual é simples e prático”, conta Adriano Caetano, especialista em comércio eletrônico e diretor da Loja Integrada.
Quem achou no comércio eletrônico uma “grande saída” foi a lojista Sibelle Alves de Assis, da Sibelle Modas. A empresária está há 19 anos no mercado, mas só há três abriu a loja virtual. “Eu vendia de porta em porta e não tinha um retorno tão bom. Com as vendas pela internet, o negócio prosperou de um jeito que eu tive que, além de alugar uma sala para perto das confecções para o estoque, também tive que contratar mais duas pessoas para me ajudar”, conta.

Para quem pretende investir no e-commerce em 2017, acontece em São Paulo, no próximo dia 16 de fevereiro, o Ciclo MPE.net. Durante todo o evento, serão ministrados seminários gratuitos para capacitar micros e pequenos empreendedores interessados em abrir uma loja na internet ou aprimorar o seu negócio.

Entre as palestras, o especialista em comércio eletrônico Adriano Caetano vai falar de como escolher a plataforma ideal para o seu e-commerce. O Ciclo MPE é iniciativa da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e as inscrições podem ser feitas gratuitamente pela internet.

Ciclo MPE SP

Onde:?São Paulo
Quando: 16 de fevereiro às 8h
Campus do Mercado Livre – Melicidade
Av. das Nações Unidas, 3003, Bonfim, São Paulo/SP
Inscrições: http://www.ciclo-mpe.net/web/inscricao/index?eventid=142

Palestra: Como escolher a plataforma ideal para o seu e-commerce

Palestrante:?Adriano Caetano, especialista em comércio eletrônico e diretor da Loja Integrada
Horário:10h50 às 11h35
Local: ?Auditório

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Pesquisa AMCHAM: 95% das empresas acreditam em melhora dos resultados comerciais já em 2017

A grande maioria (95%) dos executivos acreditam em resultados comerciais mais positivos já em 2017. É o que aponta pesquisa inédita da Câmara Americana de Comércio (Amcham) com a participação de 326 lideranças de companhias de vários portes e setores da economia. A enquete foi aplicada nesta quarta-feira (8/2), em São Paulo, durante o Seminário Perspectivas Comerciais, Econômicas e Políticas promovido pela Amcham.

Uma parcela 88% deles consideram que o ano será de cenário de recuperação, e outros 7% apostam em novo contexto de crescimento expressivo em relação a 2016. Já a fatia minoritária dos 5% restante acredita em números comerciais ainda negativos e sem sinais de recuperação neste ano.

Sobre a recente afirmação do Ministro Henrique Meirelles que “o país sairá da recessão ainda no primeiro trimestre do ano”, 64% dos executivos informaram já constatar algum nível de melhora no humor econômico do país. Sendo 53% com resultados comerciais levemente positivos nesses primeiros 40 dias do ano; e 11% já percebendo uma melhora significativa nos indicadores no comparativo com o mesmo trimestre do ano passado. Outros 36% ainda vivenciam resultados negativos.

A recuperação depende de três principais fatores, de acordo com os entrevistados pela Amcham. A maioria (54%) citou como aspecto prioritário o aumento da competitividade da economia, exigindo firmeza na condução das reformas estruturais. Os outros dois pontos citados foram: aumento do consumo, com estímulos ao crédito e retomada da confiança do consumido, sendo mencionado por 32%; e o crescimento das exportações, exigindo uma taxa de câmbio relativamente estável e competitiva para o setor industrial; sendo citado por 14%.

No varejo, 69% acreditam também em retomada ainda neste ano. Para 49%, a recuperação acontecerá no segundo semestre, e outros 20% apostam na concretização ainda no primeiro semestre. Outros 27% enxergam recuperação só em 2018.

Levando em consideração o cenário de recuperação, três pontos serão prioritários quando se fala em investimentos comerciais da própria companhia: produtividade em processo, produção e equipe (54%); inovação do portfólio de produtos e serviços (26%); e treinamento e capacitação da força de vendas (11%).

Incertezas políticas e econômicas devem cair

Os empresários e executivos brasileiros estão mais otimistas em relação ao cenário de instabilidade do país e mais confiantes com o novo ano. Para 84% deles, as incertezas políticas e econômicas estarão em quadro mais estável em 2017.

Para os consultados, apesar da aposta em melhora em relação a 2016, duas grandes incertezas ainda devem ditar a velocidade da recuperação da economia brasileira: a operação Lava Jato e seus desdobramentos (33%) e o quadro fiscal preocupante e ainda dependente de reformas/medidas (28%). Outros fatores citados foram: a crise política e antecipações da corrida presidencial de 2018 (18%); a confiança do consumidor e investidor em níveis piores e crise de segurança mais acentuada em alguns estados (17%); e o cenário externo em virtude da troca de presidência nos EUA e tratativas do Brexit na União Europeia (4%).

Indicadores mais positivos em 2017

Avaliação do Governo Temer e reforma trabalhista

Decorridos quase nove meses do Governo Temer, 51% dos empresários avaliam como “neutro”, ainda exigindo uma maior capacidade da condução das transformações e reformas. Outra parcela de 28% considerou “positivo” os três trimestres da nova presidência e 21% avaliam como “negativo”, considerando que a equipe não vem demostrando capacidade de liderar as reformas necessárias.

A reforma trabalhista é o aspecto que traz otimismo nos investimentos para 66% dos empresários. Segundo 49%, a modernização da legislação trará impacto em médio prazo, tanto em retomada dos investimentos como também no volume de postos de trabalho. E 17% deles enxergam impactos positivos já no curto prazo, enquanto 34% não enxergam aspectos positivos tanto no curto e médio prazo.

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Yara lança aplicativo de realidade virtual para café na edição 2017 da Femagri

Com o intuito de acompanhar as mudanças e o desenvolvimento do mercado, com inovação, tecnologia e pesquisa, a Yara lança o aplicativo Yara Farm 360º, durante a primeira feira focada na cultura de café do ano, a Femagri, que ocorre de 8 a 10 de fevereiro, em Guaxupé (MG). A ferramenta de realidade virtual tem como proposta aproximar a tecnologia do campo, facilitar a demonstração de resultados a partir do uso de soluções nutricionais e simular os ciclos do café. O aplicativo, que já está disponível para download nos sistemas operacionais iOS e Android, pretende demonstrar de maneira inovadora os resultados no campo, permitindo que os usuários visitem lavouras pelo celular, com vídeos em 360º.

“As filmagens produzidas para a ferramenta foram feitas em lavouras que adotaram nossas soluções. O maior objetivo é trazer os clientes para dentro da realidade Yara, da nossa tecnologia, para que ele sinta que pode produzir mais e com cada vez mais qualidade”, explica Thiago Reis, especialista agronômico da Yara. Os usuários poderão utilizar o Yara Farm 360º de duas formas: apenas por meio do aplicativo instalado no celular ou com a adição de um cardboard (óculos que possibilita a formação das imagens tridimensionais) ao aparelho.

A empresa já trabalha, também, em versões do aplicativo para outras culturas. Com a realidade virtual, o usuário pode ter a experiência de visita a uma lavoura cafeeira, comparando plantações com aplicação de fertilizantes Yara a lavouras convencionais. Além disso, ele poderá acompanhar depoimentos de clientes, destacando como os nossos produtos trazem benefícios produtivos e de qualidade para a cultura.

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A nuvem no atacado distribuidor: um aliado aos seus negócios – Por Leonardo Barros

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Muitos anos já se passaram desde que o conceito de computação em nuvem começou a marcar presença no mercado brasileiro. O tema, apesar da avalanche de informações supracitadas e de tantos casos práticos de uso já divulgados, ainda assusta as empresas nacionais. De antemão, eu digo: não há o que temer.

A computação em nuvem provocará nos próximos anos, nem tão remotos, efeitos na sociedade em geral e nos negócios, principalmente. Hoje convivemos naturalmente com o comércio eletrônico e toda a facilidade do internet banking, que, diga-se de passagem, já ficou para trás, dando vazão ao Mobile Banking, que caminha a passos largos quando constatamos o número de 260 milhões de smartphones no Brasil, enquanto somos 200 milhões de pessoas.

Lembro da resistência do consumidor no início dos anos 2000, época que eclodiu a era da bolha.com, que ao usar a modalidade de comércio eletrônico nos sentíamos inseguros de ter que enviar dados dos cartões de crédito via Internet. Até mesmo acessar a conta corrente do banco pela web era como viver perigosamente. Mas as coisas mudaram.

E mudam. O cloud computing revoluciona o mundo corporativo e pode revolucionar o segmento atacado distribuidor. Munidos de grandes armazéns que alocam até dez mil mercadorias, volumosas frotas e infinitas emissões diárias de nota fiscais, os movimentos mercantis e administrativos do setor atacado distribuidor é dinâmico e desempenha funções que estão em conformidade com a premissa do conceito cloud computing, que é agilidade acoplada à redução de custos.

Funções como venda, promoção, compra, formação de sortimentos, quebra de lote, armazenamento, logística, financiamento, riscos, informações de mercado e prestação de serviços de administração e consultoria são algumas das atividades que podem ser armazenadas na nuvem. Com isso, há mais colaboração da equipe usando chats, compartilhando documentos, updates de status ou outros mecanismos, aumentando, dessa forma, a fluidez na comunicação e na tomada de decisão. Temerosos e incipientes em sua maioria, o atacadista distribuidor ainda não se deu conta dos ganhos em eficiência nos negócios trazidos com o uso da nuvem.

Em conversas recentes com empresários e até gestores de TI do nicho atacadista distribuidor, percebo que a preocupação mora na condição de ter informações confidencias – consideradas o pulmão da empresa – fora de seus domínios, de certa forma. Entretanto, é possível afirmar que a segurança de dados aumenta ao usar soluções na nuvem. Isso acontece porque provedores de cloud computing seguem padrões internacionais de segurança, como ISO, SSL, criptografia avançada, dentre outras metodologias.

Ademais, ao perder um notebook ou mesmo um celular, informações confidenciais não vão embora junto com o aparelho. Elas ficam armazenadas na nuvem e se mantêm protegidas e disponíveis nela. Tal qual o email que pode ser acessado por qualquer dispositivo, independente da localidade.

Outro fator importante para a segurança, que a computação em nuvem torna mais simples, é o backup. Sistemas tradicionais demandam tempo para que o backup de dados seja realizado. Há situações em que é preciso condicionar uma equipe inteira para sanar o backup. Em sistemas rodados na nuvem, o espelhamento de servidores e as normas de gestão de dados fazem a cópia de segurança em tempo real e permitem que, caso algum problema aconteça, cópias criptografadas das informações sejam recuperadas automaticamente, excluindo a necessidade de recorrer a arcaicos discos físicos ou servidores não conectados.

Sob o aspecto da redução de custo operacional, desenvolver e manter o sistema via web, por meio de terceiros, pesa menos no bolso do empresário por não necessitarem de gastos elevados com servidores e licenças de softwares de bancos de dados. Hoje já é possível pagar apenas pelo que foi utilizado pela empresa, de forma flexível e personalizada, diminuindo gastos. Também há como dobrar ou triplicar a estrutura disponível em armazenamento e processamento de dados com um investimento pequeno e usar de acordo com a demanda, de maneira elástica.

A possibilidade de ajustar o que é pago ao que é demandado, além de reduzir custos, facilita no momento de adequar o sistema às necessidades da empresa. Em eventos sazonais, como o Natal, por exemplo, quando há um maior número de compras e vendas no atacado distribuidor, é possível mudar determinado sistema com um clique, agilizando o servidor com foco na eficiência dos negócios.

Ser competitivo no mercado atual é também dispor das melhores e mais modernas possibilidades para gerir o seu negócio. A computação na nuvem é uma grande oportunidade disponível para o atacadista distribuidor alcançar o sucesso, com segurança. Acredito que em cinco anos não delimitaremos o cloud computing puramente como um recurso tecnológico, mas sim como um modelo mental básico de pensarmos e usarmos a TI a favor do core business.

É um caminho sem volta que basta você, atacadista distribuidor, decidir se o trilhará, ou não, com maestria.

Leonardo Barros, diretor executivo da Reposit, provedora de soluções completas em gerenciamento de dados, especializada no atacado distribuidor e varejo.

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Sophos adquire Invincea por US$ 100 milhões

A Sophos, fabricante especializada em segurança de rede e endpoint, anuncia a aquisição da Invincea, empresa focada em proteção contra malware de próxima geração. O portfólio de segurança de endpoint da Invincea foi criado para detectar e prevenir malware desconhecido e ataques sofisticados através de seus algoritmos patenteados de redes neurais de aprendizagem profunda. Foi classificada como uma das tecnologias mais avançadas de última geração para endpoint sem necessidade de assinatura em testes de terceiros e altamente qualificada tanto para taxas elevadas de detecção quanto para baixas taxas de falso positivo.

Com sede em Fairfax, Virgínia, a Invincea foi fundada pelo diretor executivo Anup Ghosh para lidar com a crescente ameaça de segurança de dia zero, cibercriminosos e agentes maliciosos. O produto principal da Invincea, o X, utiliza redes neurais de aprendizagem e monitoramento comportamental para detectar um malware anteriormente invisível e bloquear ataques antes que ocorra qualquer dano. Com foco nos setores de governo, saúde e serviços financeiros, a Invincea foi implantada em algumas das redes mais direcionadas do mundo.

“Ao adicionar a Invincea ao nosso portfólio global, a Sophos está colocando em prática sua visão de montar as tecnologias mais poderosas para oferecer as melhores e mais avançadas defesas para nossos clientes”, afirma Kris Hagerman, diretor executivo da Sophos. “A Invincea lidera o mercado de detecção de ameaças com base na aprendizagem de máquinas com a combinação de taxas de detecção superiores e mínimos falsos positivos. A aquisição reforçará a segurança de endpoint de última geração da Sophos com defensas complementares que acreditamos que se tornarão cada vez mais importantes para o futuro da proteção desses dispositivos e nos permitirão aproveitar ao máximo essa nova e significativa oportunidade de crescimento. Estamos orgulhosos de dar as boas-vindas à equipe da Invincea na Sophos e esperamos apresentar os benefícios desta tecnologia aos nossos clientes e parceiros em todo o mundo “, complementa o executivo.

A Sophos é reconhecida mundialmente por seu portfolio que inclui proteção de endpoint e um conjunto de tecnologias de próxima geração como a tecnologia anti-malware, anti-exploit e anti-ransomware sem assinatura no Intercept X e a análise baseada em comportamento, Detecção de Tráfego Malicioso e Reputação de Aplicações incluídas no Sophos Endpoint Protection. A tecnologia de aprendizado de máquina para detecção e prevenção de malware da Invincea será totalmente integrada ao portfólio de proteção de endpoint da Sophos, fortalecendo ainda mais a presença da empresa neste mercado em rápido crescimento. A disponibilidade desta tecnologia na Sophos Central irá melhorar ainda mais a gama disponível de segurança sincronizada e o compartilhamento de informações em tempo real.

“A Invincea começou com o objetivo de aplicar tecnologias sem necessidade de assinaturas, incluindo a aprendizagem automática, e formas inovadoras para proteger as organizações contra os ciberataques mais avançados”, afirma Anup Ghosh, fundador e diretor executivo da Invincea. “Nossa solução X representa uma nova geração de tecnologia antivírus baseada em aprendizagem profunda e monitoramento comportamental. A união de forças com a Sophos é a oportunidade perfeita para levar a nossa tecnologia para o mundo e torná-la parte de um sistema abrangente de segurança sincronizada. A Sophos é focada em entregar ao mercado uma segurança completa, avançada e integrada, e estamos muito satisfeitos em nos juntarmos à equipe e ajudar a fazer isso acontecer “.

O suporte e venda do portfólio de segurança de endpoint da Invincea, incluindo a solução X, continuará sendo feito pela Invincea e estará disponível através da rede de parceiros registrados da empresa adquirida pela Sophos.

A Sophos adquiriu a Invincea por 100 milhões de dólares com um earn-out de 20 milhões de dólares e informa que o escritório em Fairfax será mantido. O CEO da Invincea, Anup Ghosh e o COO Norm Laudermilch, irão se juntar à Sophos em posições de liderança. A Invincea Labs, uma divisão da Invincea que foi administrada e operada separadamente desde 2012, foi separada antes da aquisição e não faz parte desta transação.

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Vai contratar um freelancer pela primeira vez? Veja o que levar em consideração

Para muitos donos de negócios, contratar um freelancer vem acompanhado de uma série de incertezas, principalmente por ser uma modalidade de trabalho ainda nova em algumas áreas, o que acaba gerando diversas dúvidas do que deve ser levado em conta no momento da contratação. Diante disso, a Workana, plataforma de trabalho freelance com atuação em toda a América Latina, levantou algumas orientações.

Detalhe a sua necessidade

Procure deixar bastante claro na proposta o que você está buscando, quais tarefas deverão ser desenvolvidas e, se possível, dê exemplos do que está imaginando em seu projeto. Assim, você já oferece todas as informações necessárias para o profissional fazer o orçamento, economizando tempo, e ainda já recebe propostas mais direcionadas, de profissionais mais adequados ao que você precisa.

Revise as propostas recebidas com atenção

Após o recebimento das propostas, é a hora de avaliá-las e selecionar quais se ajustam mais ao orçamento e, também, ao tempo que possui disponível para conclusão do projeto. Além disso, esse é um bom momento de analisar o perfil do profissional, suas principais habilidades e referências profissionais. A análise em conjunto desses itens ajudam bastante na seleção das melhores propostas para seu projeto.

Não tenha medo

As novas plataformas freelance como a Workana oferecem um meio de pagamento seguro, por meio de uma proteção chamada Escrow, que retém o dinheiro na plataforma e só o libera após o cliente sinalizar que o trabalho foi concluído. Dessa forma, não é preciso de preocupar com possíveis “sumiços” dos freelancers.

Aprenda novas habilidades

Além de chefe, você terá que ser: entrevistador, líder de equipe e parceiro. O profissional freelance não será mais um funcionário da sua empresa, e sim um parceiro do seu negócio. Se você conseguir vê-lo desta maneira, terá um ótimo profissional cheio de autonomia e boas ideias, disposto a contribuir positivamente com o crescimento do seu negócio.

Não confie demais

Por mais que as novas plataformas de trabalho freelance da internet ofereçam segurança, se um profissional pedir um pagamento adiantado de maneira a infringir as políticas do site através do qual vocês estão trabalhando, tome cuidado! Você não trabalhará com nenhuma garantia, e poderá acabar sendo vítima de um usuário de má fé.

Analise a habilidade de comunicação dos profissionais

Selecionar um profissional com uma metodologia clara de trabalho e que ofereça feedbacks diários sobre o trabalho em desenvolvimento é muito importante e fará toda a diferença no resultado final do projeto. Além disso, o tempo de resposta dos freelas também é um fator que influencia nessa escolha. Um profissional que responde rápido seus contatos e está sempre disposto a conversar sobre sua proposta, tirar dúvidas e fazer ajustes passa mais confiança e, geralmente, não trará problemas em relação a falta de comunicação no desenvolvimento do projeto.

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Sontra Cargo entra no 4º ano de atuação e bate marca de R$5 bilhões transacionados

Durante muitos anos o mercado de transporte no Brasil se manteve atrelado com o modo de atuação tradicional, ou seja, com processos manuais e pouca utilização da internet, mas com o crescimento da tecnologia mobile e o desenvolvimento da internet em nosso cotidiano, algumas soluções surgiram com o objetivo de otimizar o mercado. Uma das principais foi a Sontra – a primeira plataforma focada em conectar caminhoneiros e cargas – que nasceu com o foco de impactar o segmento e quatro anos de atuação depois atinge a marca expressiva de R$ 5 bilhões transacionados.

A plataforma possui um crescimento médio de 460% durante todo tempo de atuação, isso fez com que atingisse 250 mil caminhoneiros cadastrados e 100 mil cargas publicadas ao mês. Durante toda sua atuação a empresa ampliou a conexão entre caminhoneiros e embarcadores com uma plataforma simples e instintiva, onde as duas pontas conseguem se comunicar de forma rápida e ágil, como se tivessem negociando pessoalmente. “Nós criamos uma imensa solução para caminhoneiros e empresas, um intermediador que confere as informações das duas pontas e possibilita segurança para todos” detalha Bruno Torres, diretor de marketing da Sontra.

Dentro da plataforma, os embarcadores indicam o local de retirada da mercadoria, modelo de caminhão e carroceria, além do valor que desejam pagar pelo serviço, por meio do GPS do smarthphone, os motoristas próximos ao local recebem a notificação sobre esse frete e neste momento iniciam a negociação, podendo receber um valor mais alto ou alguma outra condição acordada.

Com a plataforma, os motoristas podem incrementar seu orçamento em até 55% e as empresas diminuem o prazo para encontrar um profissional em até 52%. Para os contratantes também existe uma economia no custo do frete, cerca de 30%, pois muitos caminhoneiros utilizam o aplicativo para preencher possíveis ociosidades de sua capacidade, negociando valores mais baixos. Esse movimento otimiza o mercado de transporte de forma bastante impactante, um exemplo disso é que nesses quatro anos já foram 3,5 milhões fretes realizados.

Para o futuro, o diretor cita que o leque de opções dentro da plataforma deve ampliar, permitindo assim uma solução mais completa para as duas pontas. “Hoje já possuímos check-in, compartilhamento de localização via e-mail, buscas bem refinadas e outras funcionalidades importantes para os profissionais, desejamos atingir um nível de excelência que permitirá um mercado ainda mais estruturado” finaliza.

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Fortinet nomeia Marc Asturias como novo diretor senior de Marketing para América Latina

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A Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em soluções de alto desempenho em segurança cibernética, nomeou Marc Asturias como novo diretor sênior de marketing para América Latina e Caribe com objetivo de alavancar os resultados de vendas e projetar os negócios neste novo ano. Asturias é um executivo sênior de marketing com mais de duas décadas de experiência representando marcas de alta tecnologia incluindo Apple, Cisco Systems, Veritas / Symantec e General Dynamics Advanced Information Systems. Ele compartilha o compromisso da Fortinet de oferecer o melhor serviço ao cliente, soluções de segurança cibernética e educação avançada para clientes e parceiros, ao mesmo tempo em que aumenta a conscientização sobre as mais recentes ameaças à segurança cibernética.

“A Fortinet é o principal fornecedor de segurança em termos de unidades de dispositivos comercializados no mundo, assim como na América Latina. A empresa tem uma presença impressionante na região e frequentemente lidera os rankings em países chave como México e Brasil. Estou ansioso para definir as novas estratégias de marketing que possam levar a Fortinet ao próximo nível”, afirma Astúrias. “Também vou trabalhar e aprender com os melhores especialistas em segurança cibernética da indústria”.

A Fortinet continua investindo em marketing como uma de suas principais iniciativas estratégicas. Astúrias lidera a equipe internacional de marketing, comunicação e relações públicas, que tem como missão impulsionar os principais programas na América Latina e no Caribe, conduzir iniciativas de educação no mercado sobre a importância da cibersegurança e demonstrar a liderança da companhia.

“Estamos animados em trazer Marc à nossa forte equipe e esperamos uma grande contribuição de sua parte, incluindo novas oportunidades de crescimento”, disse Pedro Paixao, gerente geral e vice-presidente da Fortinet para a América Latina. “Neste novo ano, a Fortinet continuará com uma aproximação única de maneira proativa e positiva para a conversa sobre a segurança cibernética e nossa equipe espera impactar significativamente a luta contra ameaças em desenvolvimento”.

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Conheça sete dicas para atrair investimentos com segurança jurídica em startups

Na comédia ‘Quero Matar meu Chefe 2’ (2014), os amigos (Nick Bateman), Dale (Charlie Day) e Kurt (Jason Sudeikis) resolvem abrir um negócio próprio com uma tecnologia inovadora para duchas de banho. O problema é que eles apresentam a ideia para um investidor mal intencionado e, sem segurança jurídica, tomam um golpe, perdendo os direitos do negócio e tendo que arcar com todos os passivos adquiridos para a abertura da empresa. Apesar de ser uma ficção, trata-se de um caso provável no mundo das startups, onde geralmente há pessoas com ideias brilhantes mas sem meios legais para protegê-las.

Confira sete dicas para evitar esse tipo de complicação na hora de procurar investimentos. Quem dá recomendações é Luiz di Sessa, associado da área de Tecnologia & Propriedade Intelectual do Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados.

1) Avaliar a necessidade real de um investidor

Os empreendedores devem estar preparados para mudanças estruturais que tornem a administração da sociedade mais complexa e podem reduzir o poder inicialmente exercido pelos empreendedores, o que ocorre com frequência no âmbito da convivência com novos investidores. Por isso, a decisão de aceitar investimentos deve ser estudada previamente. Caso positivo, a busca pelo investimento invariavelmente passa pela justificativa dos motivos pelos quais determinado valor é desejado, o que preferencialmente é acompanhado de um plano de ações objetivo.

2) Conhecer o mercado de atuação e se antecipar a possíveis questionamentos de investidores

Os investimentos são, via de regra, condicionados a uma auditoria legal na startup. Se por um lado os possíveis investidores estão acostumados a encontrar um certo grau de informalidade e de falta de procedimentos em empresas emergentes, é importante que o empreendedor demonstre conhecimento e domínio destes fatos frente às obrigações impostas por lei e saiba se antecipar a possíveis questionamentos acerca da legalidade de seu modelo de negócio, forma de contratação de funcionários, regime tributário adotado, forma de coleta e tratamento de dados de usuários de seus serviços, etc.

3) Definir o papel a ser exercido por cada participante do projeto na sociedade

A definição de cargos, direitos, obrigações, riscos, remuneração, incentivos e poder decisório de cada pessoa envolvida no projeto é imprescindível, tendo em vista a dificuldade em prever o período necessário para que uma startup comece a gerar resultados pretendidos e as altas expectativas dos empreendedores e investidores deste mercado. Tal definição possibilita a administração de conflitos e ansiedade de todos os envolvidos.

4) Atentar para a segurança jurídica nas operações de investimento

Os investidores neste mercado geralmente têm muito mais experiência em negociações do que os empreendedores; por outro lado, também interessa aos investidores que os empreendedores contem com assessoria jurídica adequada na negociação dos instrumentos jurídicos que regularão a relação entre as partes, mitigando o risco de entendimentos diferentes sobre os direitos de cada acionista e possibilitando que a condução do negócio foque exclusivamente no seu objeto social – mais do que garantir sua fatia no equity de empresas, os investidores muitas vezes precisam manter os empreendedores estimulados, pois são estes quem têm a completa visão do negócio e as melhores chances de desenvolvê-los. Vale dizer que muitos dos termos e das estruturas adotadas neste mercado encontram inspiração no direito estrangeiro, sendo imprescindível que os assessores legais observem as particularidades do Brasil na execução dos documentos.

5) Verificar a razoabilidade do custo para manutenção da startup frente à necessidade de aportes financeiros e incerteza da obtenção de recursos

O endividamento de uma sociedade é comum neste estágio, mas os seus sócios devem estudar as melhores formas de se obter recursos, quando necessário, estabelecendo limites aceitáveis e zelando por suas obrigações legais à frente da sociedade.

6) Conhecer as possíveis formas de proteção das vantagens competitivas da sociedade

Por vezes, os direitos de propriedade intelectual, tais como marcas, patentes, segredos de negócio, desenhos industriais, softwares, nomes de domínio e direitos autorais são o verdadeiro coração do negócio. Sendo assim, é recomendável que o inventor (ou o titular da invenção) garanta seus direitos de exclusividade sobre estas criações, sem esquecer de avaliar se vale a pena ter referida exclusividade também no exterior (muitos dos direitos de propriedade intelectual seguem o princípio da territorialidade, ou seja, a proteção é limitada ao território no qual encontram-se registrados). Além de aumentar a atratividade perante investidores, a precaução com este assunto pode evitar o desperdício de dinheiro com questões que poderiam ser facilmente resolvidas no início da operação – não é raro uma startup se ver diante de uma discussão sobre a possibilidade de uso de determinada marca após já ter investido tempo, esforço e dinheiro em ações de marketing e material publicitário.

7) Cuidar da divulgação das informações confidenciais da sociedade

Além das criações registráveis acima mencionadas, as startups contém muitas informações protegidas pelo instituto conhecido como segredo de negócio. Sendo assim, é imprescindível que todo o fluxo de informação sensível circulado entre sócios, funcionários e colaboradores e terceiros seja regulado por acordos de confidencialidade.

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Como transformar novos consumidores em clientes assíduos – Por Claudio Felisoni de Angelo

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Certamente, mais difícil do que atrair um cliente, é mantê-lo ativo como consumidor. Ele pode ter a sua atenção capturada por mera obra do acaso. Uma situação ou um fato (e até mesmo algo muitas vezes sequer planejado) pode fazer com que um indivíduo entre em uma loja, seja ela física ou virtual.

Porém, não se pode dizer o mesmo da fidelidade desse comprador. Esta tem que ser construída a partir da experiência por ele vivenciada. É o percurso definido por todas as etapas do processo de aquisição que vai sedimentar a sua percepção a respeito da operação, dos produtos ou dos serviços oferecidos.

Muitos são os atributos avaliados explícita ou tacitamente. O preço é, sem dúvida, um aspecto essencial. Entretanto, por ser óbvio, não é o único. Ao adquirir um item, o consumidor faz uma avaliação, ainda que subjetiva, dos benefícios e dos custos incorridos. E quando o primeiro excede o segundo (e em certa proporção que o indivíduo considere apropriada), a tendência é que se fortaleça a possibilidade da recorrência da compra.

Ocorre que os atributos mais visíveis, tais como o preço, são facilmente monitorados e seguidos pela concorrência. Assim sendo, a existência de diferenciais em relação a esses aspectos facilmente emulados não se constituem em fatores determinantes para a recorrência das compras. Ou seja: não se estabelecem como elementos sustentadores da fidelidade no ato da aquisição.

E não se sustentam, simplesmente, é porque não são elementos que colocam a empresa de modo permanente em um segmento razoavelmente protegido do mercado. A fidelidade depende, principalmente, dos fatores que produzem diferenças não facilmente mimetizadas. A maior fonte das possibilidades de obtenção dessas diferenças não repousa em um atributo específico, mas sim na combinação de um conjunto amplo de características.

A discussão sobre como transformar consumidores novos em clientes assíduos é, portanto, muito enriquecedora. Esse tema é particularmente instigante, principalmente ao considerar que as crianças nascidas nas últimas duas décadas são completamente diferentes das que vieram ao mundo antes da revolução digital. E a fidelização é justamente um dos grandes desafios do setor varejista na atualidade. Então, mãos à obra porque ainda há muito que se fazer neste sentido.

Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR)

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Sua empresa está preparada para o modelo multisourcing? – Por Ivan Preti

Um dos principais desafios de uma grande empresa está na relação com seus fornecedores, já que normalmente leva-se anos para construir uma rede de parceiros confiáveis. E mesmo após alcançar esse feito, não há garantia de que os produtos e serviços contratados serão sempre os melhores, nem que o custo será o mais adequado às necessidades da companhia, por melhor que seja o trabalho do departamento de compras.

Para enfrentar esse problema, as organizações costumam ter um conjunto abrangente de ferramentas de governança e suporte. No modelo tradicional, essa administração fica dentro da empresa, focada na figura do gestor de contratos –um funcionário dedicado exclusivamente a monitorar as entregas e avaliar o desempenho dos fornecedores. Mas num ambiente de negócios cada vez mais dinâmico e competitivo, nem sempre a gestão tradicional é capaz de lidar de forma eficiente quando atuamos num cenário de múltiplos contratos, que muitas vezes são interdependentes e têm características, prazos e valores distintos ou conflitantes.

No setor de TI, esse desafio é ainda mais evidente. Em um mesmo projeto, é comum haver contratos com empresas concorrentes para o fornecimento de serviços de nuvem, servidores, end-user computing e aplicações, por exemplo. Como administrar essas relações de forma a manter a qualidade da prestação de serviços, evitando o jogo de “empurra-empurra” quando surge um problema?

Uma alternativa que vem se mostrando cada vez mais eficiente é centralizar a gestão dos fornecedores em uma única organização, que passa a ser responsável por monitorar e garantir o nível das entregas fim a fim, suportando serviços de mesa, integrando todas as torres de entrega e ofertando a capacidade de ter ferramentas de gerenciamento de serviços e boas práticas para obter o máximo de valor.

O sucesso na integração de operações, por meio do chamado SIAM (Service Integration and Management), baseia-se em processos, pessoas, organizações e ferramentas. Para ganhar relevância, as ofertas precisam melhorar a experiência do cliente. O objetivo principal deste modelo é de que todos passem a operar utilizando os mesmos processos de forma efetiva, com o máximo de aproveitamento e independentemente de qual fornecedor a empresa possui.

O modelo garante, ainda, que a empresa possua sempre os melhores fornecedores do mercado, porque realiza constantemente uma avaliação e análise de resultados entre as companhias e estabelece um processo claro de Onboarding e Offboarding que facilita a substituição caso seja necessário. Inclusive, uma recente aquisição global da Atos, da Engaged ESM, contribui para o processo, já que incorpora à Atos ainda mais competência em gerenciamento de serviços de TI, fundamental para a entrega de serviços gerenciados abordando temas como gestão de ambiente multi-provedores além de análises, automação e otimização de processos.

Abaixo estão oito passos para integrar os sistemas de TI de forma eficiente dentro de uma companhia:

1. Defina estratégias e identifique objetivos futuros para alcançar fatores críticos de sucesso

2. Decida de que forma quer gerenciar seus serviços: um contrato único de fornecimento (full/sole-outsourcing) ou um contrato multi-provedor alinhado à entrega de cada pilar da companhia?

3. Verifique qual é a demanda específica e a necessidade de TI em cada unidade do negócio

4. Promova um clima de boas relações e colaborações, aplicando práticas de gerenciamento de relacionamento, informação e comunicação entre a companhia e os fornecedores

5. Tenha um forte projeto de governança, com propósitos, funções e responsabilidades claras em relação aos negócios, além de demandas regulatórias previamente mapeadas

6. Cultive uma cultura de melhoria contínua, como, por exemplo, definindo um processo de gerenciamento de serviços homogêneo entre os fornecedores

7. Introduza ferramentas apropriadas para proteger os investimentos feitos pela companhia e alavanca-los como parte dos serviços oferecidos.

8. Garanta que os fornecedores tenham métricas contratuais e também acordos de nível de serviço (SLA), que auxilie no resultado direto do ecossistema multi-plataforma do fornecedor

O maior exemplo de sucesso e experiência em um projeto de integração de sistemas é o que a Atos vem fazendo com os Jogos Olímpicos desde 1992. O contrato de fornecimento desse serviço com o COI (Comitê Olímpico Internacional) vai até 2024. Com esse modelo, a empresa consegue realizar uma entrega efetiva, junto com os melhores parceiros e fornecedores de tecnologia, em qualquer lugar do mundo onde os Jogos ocorram.

Por realizar essa entrega durante tanto tempo, a companhia é capaz de prever eventuais problemas e elaborar um calendário efetivo de ações quatro anos antes de cada edição dos Jogos, com equipe totalmente dedicada e especializada para o serviço. Na prática, isso garante que as Olimpíadas ocorram sem nenhum incidente de TI, com máximo aproveitamento da tecnologia e compartilhamento de informações em tempo real.

Ivan Preti é graduado em Engenharia da Computação pela Universidade Federal de Itajubá, pós-graduado em Gestão Estratégica da Tecnologia da Informação pela FGV São Paulo e com MBA Executivo em Gestão de Negócios e Estratégia pela HEC Paris. Atua há mais de 10 anos na área de Serviços de Tecnologia da Informação, sendo os últimos quatro na empresa Atos Brasil. Atuou como IT Business Partner na empresa Siemens Brasil, sendo responsável pelo rollout local de diversos projetos globais e aquisições realizadas pela empresa no país. Dentro do grupo atuou como Consultor de Estratégia de TI e Transformação Digital por três anos, liderando projetos e equipes no Brasil, atuando com clientes em praticamente todos os segmentos de mercado, com maior foco em Manufatura e Telecom. Hoje atua na área de Strategic Sales da Atos sendo responsável pelas operações de vendas e gerenciamento de novas oportunidades em todo o portfólio de serviços da empresa.

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VivaReal participa de programa de mentoria para startups da Prefeitura de São Paulo

O VivaReal estará presente no SP Stars 2017. Diego Simon (Co-fundador do VivaReal e CEO do Viva Decora), Lucas Vargas (CEO do VivaReal) e Gabriel Porto (Vice-presidente de marketing do VivaReal) integram a rede de profissionais que prestará mentoria para 50 empreendedores. A partir de fevereiro, as startups receberão acompanhamento de sua evolução em seis edições mensais ao longo de 2017.

No SP Stars 2017, cada startup receberá até 24 mentorias presenciais e individuais junto a diferentes executivos do ecossistema de startups de São Paulo, dentre investidores, aceleradoras, fundadores de startups e especialistas em marketing digital e vendas. Fundado em 2009, o VivaReal se tornou líder do segmento em oferta e demanda de imóveis, com mais de 15 milhões de visitas por mês e mais de 5 milhões de anúncios para compra e locação em todo o Brasil. Desde sua fundação, a empresa brasileira recebeu mais de R$ 170 milhões de investimentos dos fundos Monashees Capital, Kaszek Ventures, Valiant Capital, Dragoneer Investment Group e Spark Capital. “O VivaReal possui um mindset de startup, apesar de ter mais de 500 colaboradores. Atraímos investimentos, escalamos nossa operação e temos 15 escritórios. Superamos diversos desafios, que são similares para muitas empresas iniciantes. Desejamos auxiliar o ecossistema de startups e beneficiar São Paulo e todo o País”, explica Diego Simon, co-fundador do VivaReal e CEO do Viva Decora, portal de conteúdo com as melhores ideias e referências em decoração.

A rede de mentores do SP Stars conta com mais de 200 especialistas voluntários, dos quais já participaram executivos do Spotify, Amazon, Google, Twitter, Movile, Nubank, Buscapé, GetNinjas, VivaReal, BankFácil, Kekanto, Easy Taxi, Loggi, IBM, Guia Bolso, dentre outros.

Os empreendedores participarão ainda de workshops temáticos do SP Stars Academy, além de sessões de mentoria coletiva facilitadas por parceiros do ecossistema, divulgação das soluções, acesso à Rede SP Stars, descontos e benefícios oferecidos por parceiros do Programa. Desde seu lançamento em 2015, o SP Stars recebeu cerca de mil inscrições e atendeu mais de 350 startups, ultrapassando mil sessões de mentoria realizadas.

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Produtividade via WiFi – Por Daylon de Fontes

É fato que o WiFi é uma das tecnologias mais importantes do século. O dispositivo de rede sem fio viabiliza operações complexas como a Internet das Coisas até tarefas mais simples, como conexão para um celular por exemplo. Se a importância desse tipo de conexão é reconhecida no mercado, por que empresas e indústrias ainda enfrentam tantos problemas com o WiFi?

A simplicidade e democratização do WiFi podem ser considerados como fatores que atrapalham a utilização corporativa e industrial desse tipo de tecnologia. Demandando um bom grau de cobertura, segurança, alta disponibilidade e alta velocidade de conexão, redes WiFi corporativas e industriais demandam maior performance do que as residenciais, exigindo serviço especializado na instalação e configuração.

As principais dificuldades em redes não planejadas são: falta de cobertura, baixo tráfego de dados e problemas com atualização/reparos na rede. Esses obstáculos de segurança e disponibilidade podem ter impacto direto na operação de qualquer empresa/indústria, independentemente da sua vertical, já que o WiFi está diretamente ligado a atividades diárias dos colaboradores, além de garantir o perfeito funcionamento dos aparatos tecnológicos.

Com tantos prejuízos que a falta de conexão pode trazer, como transformar minha rede WiFi em um ambiente planejado? Primeiramente você deve deixar o conceito de que qualquer tipo de infra WiFi é igual, sem diferença. Hoje players especializados no desenvolvimento de ambientes de redes de alto desempenho utilizam softwares específicos para essa ação, apontando falhas na cobertura, melhores canais de conexão e instalação de Pontos de Acesso em locais corretos, por exemplo. Com essas ações planejadas e aferidas via software, todos os problemas já citados podem ser evitados, garantindo produtividade máxima para colaboradores e ferramentas que dependam da utilização do WiFi.

Outra vantagem operacional é a adoção em uma gerência centralizada, que permite a visualização de todos os Pontos de Acesso de maneira única, visibilidade de todo uso e tráfico da rede por região/usuário, tudo isso em tempo real. A escolha de um bom Ponto de Acesso também é um diferencial de mercado, já que os equipamentos mais atualizados podem ter ações autônomas, garantindo a qualidade da conexão e serviço sem depender de ações da central de controle ou influência humana.

Além dos problemas técnicos e estruturais, o avanço das tecnologias de WiFi e planejamento de rede estão quebrando outro paradigma, a “sensação de falta de segurança”. Se antes grandes empresas e usuários mais desconfiados preferiam o uso do cabo, sentindo-se mais confortável, hoje os ambientes WiFi têm uma série de certificados e ferramentas que garantem um acesso seguro e confiável, conquistando pessoas que não viam o WiFi com bons olhos. Serviços e produtos como esses, hoje são ofertados por empresas especializadas e a boa notícia é que nem sempre os custos são inviáveis, pelo contrário, a relação custo-benefício tem ficado cada vez melhor.

Daylon de Fontes, Engenheiro de Aplicações da Seal

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Diretora da ABES fala sobre Fomento à Inovação em Recife

No dia 10 de fevereiro, a diretora de Inovação da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), Jamile Sabatini Marques, realizará a palestra “Financiamento para a Inovação”, em Recife (PE), como parte da programação da 9ª edição do Recife Summer School – RSS, promovida pelo Parque Tecnológico Porto Digital.

Jamile aproveitará a oportunidade para compartilhar com o público o resultado da Pesquisa ABES de Acesso ao Financiamento, realizada entre os meses de setembro e outubro de 2016, que teve por objetivo entender como as empresas do setor tecnológico têm buscado seus financiamentos e quais os fatores críticos que têm impactado o fomento à inovação no setor de software. Além disso, falará sobre as atuais fontes de fomento públicas disponíveis, ajudando a derrubar alguns mitos sobre o assunto. “Esse estudo traz uma percepção do perfil das empresas de tecnologia do Brasil e seus resultados podem nortear políticas públicas de fomento à inovação”, comenta Jamile.

Desde 2016, a ABES tem um convênio com o Porto Digital com o objetivo de fomentar o empreendedorismo e a inovação no setor de TIC. Essa parceria faz parte do programa de apoio às incubadoras e startups da ABES, que procura se aproximar dessas novas empresas e oferecer suporte para o desenvolvimento e aceleração dos negócios.

O Recife Summer School, realizado em parceria com empresas e instituições do ecossistema do Parque Tecnológico Porto Digital, tem contribuído para fornecer conhecimento, promover a troca de ideias e fomentar o networking. As atividades que integram a programação vão até o dia 24 de fevereiro de 2017 e incluem temas como economia criativa, empreendedorismo, tecnologia da informação e sustentabilidade. Mais informações no site: http://rss.portodigital.org/

A palestra “Financiamento para a Inovação” ocorrerá no dia 10 de fevereiro e começará às 9 horas. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail: clara.arruda@portodigital.org

Recife Summer School

Palestra “Financiamento para a Inovação” – Jamile Sabatini Marques, diretora de Inovação da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software)
Data: 10 de fevereiro de 2017
Horário: 9:00 – 10:00
Local: Porto Digital 235
Rua do Apolo, 235, Recife Antigo – Recife, PE

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