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iFood tem mais de 100 vagas abertas

Autonomia, oportunidade real de crescimento, espírito empreendedor, locais para descanso, com videogames, e espaços integrados, que favorecem o compartilhamento de conhecimento, além de bebidas e comidas à vontade são algumas das características do iFood. A empresa brasileira de seis anos é bem avaliada na plataforma Love Mondays pelos colaboradores e acaba de ganhar dois prêmios Great Place To Work. Com mais de 600 colaboradores e registrando um crescimento médio de 120% ao ano, o iFood mantém essa cultura de startup e não para de contratar. Mais de 100 vagas estão abertas e as candidaturas podem ser feitas pela aba Carreiras no site institucional iFood e pela página do iFood no Linkedin.

O iFood busca por talentos que compartilham dos mesmos valores da empresa, que são empreendedorismo, simplicidade, resultado e cliente e que se sintam confortáveis em trabalhar num ambiente em que a mudança é uma certeza. As posições abertas são para diversos níveis, desde jovens talentos até líderes, nas áreas de Tecnologia, Comercial, Finanças, Operações, RH, Jurídico e Marketing.

Na empresa, o contato inicial já é diferente. Por que não trocar a tensão de uma entrevista de emprego por um bate-papo informal? No iFood, o candidato é um convidado, então nada melhor do que oferecer a atmosfera do ambiente mais leve para o primeira entrevista presencial. A informalidade e o senso de colaboração são marcas registradas da empresa. Independentemente do momento de vida e dos cargos, todos têm a oportunidade de conversar de igual para igual; trocar experiências e conhecimento.

A integração no iFood é feita por colaboradores de todas as áreas da empresa e tem duração de quatro meses. Nesse tempo, os novos integrantes do time passam por diferentes sessões, chamadas de Delivery de Conhecimento, onde vão conhecendo mais da empresa, do negócio, das pessoas e vão compartilhando dúvidas e sugestões até se encerrar com o bate-papo com o CEO. É um processo muito rico em que todos aprendem e ensinam.

O desenvolvimento dos colaboradores é o principal foco do iFood. A proposta é que eles terminem o processo sempre melhores do que entraram, independentemente da contratação. Isso faz parte do jeito iFood de ser, ou seja, a empresa estimula a inovação e o empreendedorismo no dia-a-dia.

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Systemic Bilingual investe R$ 4 milhões em plataforma digital

Sempre em busca de inovação e técnicas modernas de aprendizagem, o Systemic – primeiro programa de educação bilíngue do país, acaba de investir R$ 4 milhões no desenvolvimento de uma plataforma digital. Em parceria com o governo de Alagoas, a empresa direcionou o investimento para a contratação de sete desenvolvedores de TI, além de equipamentos de ponta e outros materiais. Os novos recursos tecnológicos, além de complementarem de forma motivadora e lúdica o processo de aquisição da língua inglesa, também apoiarão o desenvolvimento pedagógico dos professores. A expectativa é de que a plataforma esteja totalmente disponível aos alunos a partir do segundo semestre de 2018.

De acordo com a diretora do Systemic, Vanessa Tenório, o uso da tecnologia é imperativo nos dias atuais e auxilia todo o ecossistema educacional. “Nosso grande objetivo é aprimorar as iniciativas pedagógicas e promover a inclusão digital. As funcionalidades da plataforma foram desenvolvidas para atender às necessidades de alunos e professores promovendo um aprendizado individualizado e colaborativo, além de um suporte personalizado”, ressalta.

Plataforma digital para alunos e professores

A nova plataforma digital traz benefícios diretos para os alunos por meio do conceito de “gameficação”. “Ao entrar na plataforma, que terá uma interface de jogo, o aluno poderá navegar e expandir seu vocabulário, por meio do conteúdo disponível em inglês. Dividido em fases, o jogo terá temas como o corpo humano, sistema solar, entre outros”, explica Fátima Tenório, diretora do Systemic.

Os alunos ganham uma ferramenta na qual podem realizar diversas atividades interativas, o que aumenta a motivação e o engajamento, e amplia o potencial de colaboração entre os próprios estudantes, permitindo a imersão em um ambiente muito mais lúdico e interessante, fora do contexto de sala de aula. Isso porque a plataforma possibilita que o aluno também jogue em casa, troque experiências com outros jogadores e, consequentemente, aumente a interação com a língua e o tempo de prática, fazendo com que aprenda mais rapidamente.

Para os professores, a plataforma proporcionará uma abordagem ativa e dinâmica para estimular ainda mais a criatividade em comparação aos modelos pedagógicos convencionais. Ao combinar o uso da educação tecnológica com as interações presenciais, os professores conseguem aplicar o conceito de aprendizagem híbrida, integrando as tecnologias digitais ao dia a dia da sala de aula. O Systemic desenvolveu um sistema de monitoramento das aulas para auxiliar o desenvolvimento do professor, corrigindo rotas e orientando-os pedagogicamente. Por meio da plataforma, os especialistas do Systemic conseguem assistir às aulas ministradas, pausar a cena desejada, acrescentar comentários e orientações, capacitando o professor de maneira rápida e eficiente.

A nova ferramenta possui diversas técnicas inteligentes, que ajudam o professor a compreender o perfil de cada aluno, aprimorando a tomada de decisão pedagógica. Vanessa exemplifica: “a plataforma detecta, por exemplo, que uma habilidade de determinado aluno precisa ser aprimorada, para que o professor redirecione os esforços para melhorar aquela situação”. Outro benefício é o fato da plataforma permitir que o aluno ou professor reutilize conteúdos de altíssima qualidade de professores de todo o país. O docente tem acesso aos vídeos de suas aulas, para que possa refletir e aprimorar sua própria prática pedagógica. Além de conter conteúdo padrão do próprio Systemic na plataforma, o professor pode adicionar materiais próprios ou de terceiros. Neste caso, esses conteúdos externos serão de sua responsabilidade e previamente validados pela equipe do Systemic.

Prof. Dr. Ig Ilbert – líder de inovação e pesquisador-chefe do Systemic e um dos responsáveis pelo projeto – ressalta que o objetivo é potencializar a reconhecida metodologia do Systemic por meio da tecnologia. “Além de promover uma aprendizagem de qualidade em grande escala, a plataforma ainda permite utilizar recursos de inteligência artificial para compreender melhor o perfil dos alunos e, consequentemente, aprimorar a própria metodologia”, destaca.

Fátima ressalta que a plataforma digital é fundamental para o desenvolvimento da educação bilíngue. “Sem esse tipo de recurso, o processo de aprendizagem fica exclusivamente restrito à prática durante o período em que o aluno está na escola. A plataforma estimula, inclusive, uma prática colaborativa fora da escola, por meio de projetos em equipe, por exemplo”, diz.

Gameficação é a grande aposta da plataforma do Systemic

O conceito básico da gameficação é utilizar elementos de jogos em contexto de não jogos. No caso de uma plataforma educacional como a do Systemic, o aluno interage com o jogo e, na medida em que evolui, ganha prêmios como armaduras, moedas, entre outras recompensas que o fazem avançar para novos níveis do jogo. Inclusive, é possível que os alunos negociem e troquem seus prêmios no jogo com outros estudantes dentro da plataforma digital. O professor pode criar uma atividade ou qualquer tipo de planejamento, que gera pontos e premiações ao serem finalizados pelo aluno, recursos que ele pode usar no jogo/aprendizado, tudo isso de maneira integrada e atrativa.

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Riverbed e Zscaler lançam solução unificada de rede e segurança em nuvem

A Riverbed Technology anunciou o lançamento de uma solução conjunta com a Zscaler, líder em segurança na nuvem, para garantir que as organizações migrem de forma segura para a nuvem. A integração da rede de nuvem Riverbed com solução SD-WAN SteelConnect aliada à plataforma de segurança da nuvem Zscaler™, permite que as empresas acelerem sua migração para a nuvem de todos os pontos da corporação, incluindo escritórios remotos, sem comprometer a segurança da rede.

A solução unificada oferece uma combinação poderosa que garante mais agilidade comercial, melhor experiência para o usuário e custos mais baixos – tudo ao mesmo tempo com proteção avançada para redes e usuários finais.

As empresas estão se movimentando rapidamente para a nuvem, com o propósito de aproveitar os benefícios da transformação digital. No entanto, as infraestruturas de rede e as abordagens de segurança estão se tornando cada vez mais desafiadoras em nuvem. Além disso, as plataformas legadas são complexas e exigem mão de obra intensiva para gerenciar e difíceis de manter, enquanto as abordagens de segurança que monitoram o tráfego vinculado à Internet comprometem o desempenho e a experiência do usuário final.

Para enfrentar esses desafios, as empresas estão migrando do hardware legado para uma nova abordagem de rede definida pelo software e centrado na nuvem, a fim de obter mais agilidade, ritmo de inovação mais rápido e custos mais baixos. Cada vez mais, as empresas têm sucesso ou falham com base nos seus resultados da área de TI.

A segurança conjunta Riverbed SteelConnect SD-WAN e Zscaler permite que as empresas conectem de forma segura o usuário ao aplicativo certo em qualquer dispositivo, em qualquer local. A solução escolhe dinamicamente o Centro de Dados Zscaler ideal, com mais de 100 em todo o mundo, para usar em cada site na rede SteelConnect, oferecendo simplicidade e poder para expandir o uso de serviços baseados em nuvem e Internet em sua WAN híbrida.

“As empresas estão no meio de uma grande transição de legado – abordagens baseadas em hardware para redes definidas por software, para acompanhar as novas necessidades de negócios no mundo da nuvem. Como o panorama de TI híbrido de hoje é muito mais disperso, gerenciar e proteger as redes criou novos desafios”, afirma Jerry M. Kennelly, presidente e CEO da Riverbed Technology. “Com a integração nativa da segurança Zscaler com o Riverbed SteelConnect, as empresas podem aproveitar a simplicidade da orquestração de rede baseada em políticas com o poder e alcance da segurança baseada em nuvem para negócios remotos”.

“O surgimento de tecnologias móveis e nuvem desafiou as empresas a desenvolver redes de tipo perimetral e as abordagens de segurança que já não as atendem”, disse Jay Chaudhry, CEO e fundador da Zscaler. “A integração perfeita da plataforma de segurança em nuvem da Zscaler com a solução SD-WAN da Riverbed permite que as empresas adotem de forma segura uma estratégia de primeira nuvem, simplificando as operações das filiais ao mesmo tempo em que garantem desempenho, agilidade e controle incomparáveis”.

Principais benefícios da solução conjunta SteelConnect SD-WAN e Zscaler Cloud Security:

• Permite operações de filiais e agilidade comercial com gerenciamento centralizado e baseado em nuvem, com funções de rede e segurança. Com alguns cliques, as empresas podem implementar de forma transparente recursos SD-WAN e segurança, permitindo que novos sites sejam trazidos on-line em minutos ou horas, eliminando a necessidade de implantar e gerenciar localmente dispositivos de segurança em todos as filiais;

• Oferece conectividade rápida para aplicativos e dados, independentemente do tipo de rede ou da localização do usuário, ao permitir a interrupção local da Internet. O Zscaler provê uma proteção perfeita com a maior plataforma de segurança da nuvem. A SteelConnect é a única solução SD-WAN que fornece conectividade unificada e orquestração que abrange WAN, WLAN, nuvem e data centers, oferecendo às empresas a capacidade de dimensionar elasticamente e permitir a rápida implantação de alterações e atualizações de políticas, sem impactar o desempenho;

• Garante a proteção universal dos usuários, independentemente de como se conectam à rede, aplicando controles avançados de prevenção, proteção de dados e acesso, sem comprometer o desempenho. SteelConnect SD-WAN e Zscaler Cloud Security funcionam perfeitamente juntos. O tráfego na web e em nuvem é roteado para o Zscaler Data Center ideal, com base em aplicativos e políticas definidas pelo usuário, para garantir que nada de ruim entre e nada de bom escape pela rede.

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SONDA E SAP ensinam como reduzir a perda de clientes

Integradora e gigante alemã apresentam o funcionamento da ferramenta SAP Predictive Analytics alinhada à redução de churn para obter o crescimento sustentável das empresas
Grande parte dos empreendedores, varejistas e startups se mostram apreensivos diante do atual fenômeno recorrente de Churn Rate ou Redução de Churn, que representa a taxa de rotatividade ou evasão de clientes.

De olho neste cenário, a SONDA, maior integradora latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, em parceria com a SAP, promoverá um webinar para ajudar as organizações a entenderem e reduzirem esse índice com foco no crescimento sustentável.

A apresentação, que ocorrerá no próximo dia 30 de novembro às 10h, mostrará como promover, por meio de análise de algoritmos preditivos e machine learning, a retenção de clientes utilizando os mecanismos da transformação digital.

“Entender porque os clientes abandonam um produto ou serviço é vital para conquista do crescimento da empresa, ou seja, através da mensuração de comportamentos e análise de indicadores dos clientes, você conseguirá planejar ações de retenção mais assertivas e propensas ao sucesso”, finaliza Vander Silva, gerente de negócios do Innovation Solution Center da SONDA.

Webinar: “Perdendo Clientes? Saiba como promover a redução de Churn da sua empresa”

Data: 30 de novembro de 2017

Horário: 10h (horário de Brasília – Brasil)

Inscrições pelo site: http://2507320.hs-sites.com/reducaodechurn

Local: Em um computador com áudio e acesso à internet (as informações de conexão serão enviadas aos participantes no ato da inscrição).

Palestrantes: Vander Silva, gerente de negócios do Innovation Solution Center da SONDA, e Ricardo Carlotto, gerente SAP Predictive Analytics América Latina

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Inteligência Artificial pode acabar de vez com as fraudes na Black Friday

A Inteligência Artificial é uma das tecnologias que andam em alta. Negar seu apelo também é difícil: utilizada em carros autônomos, motores de busca e até em assistentes pessoais, ela já faz parte da nossa realidade e seu potencial para prevenir fraudes online é enorme.

Tanto é verdade que, no final do ano passado, a Mastercard anunciou o Decision Intelligence, uma Inteligência Artificial vai aprender e entender os gastos de cada usuário da bandeira para aprimorar a experiência de pagamentos a nível global. Na prática, a tecnologia pretende evitar um fenômeno que assombra tanto lojistas, quanto consumidores: os pagamentos cancelados erroneamente.

Datas e ações comerciais como a Black Friday são campeãs nesse tipo de comportamento, justamente por questões de segurança. Atualmente, pagamentos que saem fora do padrão gasto pelo consumidor podem levar à não aprovação, já que tanto a loja quanto a operadora do cartão consideram o comportamento suspeito. No entanto, em datas como estas e também em outras grandes promoções, o hábito de compras do consumidor muda drasticamente e ele pode fazer compras até 6 vezes maiores do que as habituais, por exemplo.

Com a Inteligência Artificial, essa análise de segurança pode ser feita com muito mais assertividade, identificando irregularidades somente quando elas existem de fato, diminuindo a dor de cabeça que o consumidor enfrenta ao perder uma oferta e também não traz prejuízo à quem vende. No mundo todo, estima-se que são perdidos cerca de US$118 bilhões somente em compras canceladas erroneamente.

Quem atua no e-commerce também vê com bons olhos a chegada dessa tecnologia. Até mesmo antes da realização dos pagamentos, a IA pode auxiliar na detecção de comportamentos anormais no carrinho de compras e também práticas já conhecidas no mercado para derrubar sites de concorrentes durante grandes ações como a Black Friday.

“O que temos notado no mercado digital é a necessidade crescente de tecnologias antifraude que beneficiam tanto o empresário quanto o consumidor. A Inteligência Artificial é uma das apostas mais sólidas nesse sentido e temos investido forte em soluções que utilizam todo o poder da IA e do machine learning para livrar nossos clientes e suas estratégias de marketing digital desse problema”, afirma André Palis, sócio-fundador e diretor comercial da Raccoon Marketing Digital, eleita pelo Google a melhor da América Latina em setembro.

Além de todos esses benefícios, uso de IA também pode auxiliar os e-commerces de uma maneira mais inusitada: com a queda nos problemas de pagamento e também no site, as reclamações vão diminuir ainda mais (ano passado já havia registrado um número 33% menor) e a reputação da loja subir.

Independentemente da frente, a IA parece estar fazendo cada vez mais parte do nosso presente e não do futuro. Com isso, ganha quem compra, mas também ganha quem vende.

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Lojas devem se preparar para imprevistos na Black Friday, avalia especialista

Já não é novidade que o consumidor usará a Black Friday como a principal data do ano para fazer compras – até mesmo antecipando o Natal. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, 30% dos compradores já adiantarão os presentes natalinos. Para muitos especialistas, a edição de 2017 da Black Friday será o principal evento do calendário varejista.

Na outra ponta, os lojistas também devem aproveitar para faturar mais. Porém, é preciso adotar alguns cuidados, de acordo com Fabio Mori, diretor de Marketing da Tatix, empresa especializada em gestão completa (full service) de comércio eletrônico. “Como qualquer evento de grande porte, o período é também acompanhado por alguns percalços inesperados que precisam ser sanados de imediato”, avalia.

De acordo com Mori, três são os pontos principais que os gestores, sobretudo do comércio eletrônico, devem se ater. Segundo ele, são:

Entrega
Para as vendas realizadas durante a Black Friday, é essencial que os lojistas estipulem prazos de entrega levando em consideração o alto volume de vendas e as dificuldades enfrentadas pelas transportadores, como o trânsito e a grande quantia de pedidos seguidos, aponta Mori. “Assim, trabalhar com prazos bem elaborados passa a ser primordial para evitar reclamações posteriores, tendo em vista que o próprio cliente já espera por um período maior de entrega nessa data”, aconselha.

Informação
Atuar não só com o descritivo dos anúncios dos itens, mas com todas as informações relacionadas às compras, é essencial, avalia o especialista. Assim, de acordo com Mori, é possível automatizar o disparo de e-mails ou outros tipos de notificações, como push, para avisar os consumidores sobre a situação do pedido, indo além das informações tradicionais, como aprovação de pagamento, emissão de nota fiscal, preparo e envio, e aviso caso ocorra algum atraso e o motivo. “Assim, o público se sente importante perante o estabelecimento, relevando os problemas ocorridos”, complementa.

Atendimento pós-venda e evento
Um dos principais pontos que os gestores não dão a devida importância é no atendimento que deve ser realizado após a Black Friday, avalia Mori. “Independentemente de qual for a situação enfrentada pelo consumidor, a tendência é que ele entre em contato por meio dos canais disponibilizados pelo estabelecimento, como redes sociais, telefone, e-mail ou chat”, afirma. De qualquer forma, ressalta o executivo da Tatix, o usuário deve ser bem informado sobre a posição de sua aquisição, como faturamento, código de rastreio e status da entrega. “Todos esses dados devem ser de fácil acesso para os responsáveis pelo atendimento, possibilitando a resolução de problemas”, complementa.

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eBay disponibiliza descontos para brasileiros na Black Friday

O eBay, líder mundial no comércio transfronteiriço, oferece 20% de desconto em diferentes itens durante a Black Friday, de 24 a 26 de novembro, além de até 70% de desconto em produtos selecionados. São mais de 500 milhões de itens disponíveis para a América Latina na plataforma em 190 países, cumprindo a sua missão de viabilizar aos consumidores o presente perfeito em qualquer canto do mundo.

De um relógio smart dos Estados Unidos, passando por smartphones e drones na Europa, tesouros exóticos da Índia ou uma essência de colágeno na Malásia, se está no mundo, os consumidores podem encontrá-lo no eBay.

É possível ainda tirar proveito das melhores ofertas que o eBay preparou com o desconto adicional: Compra mínima de US$ 20 e desconto máximo de US$50.

O Brasileiro tem buscado uma lista de itens tecnológicas para esse fim de ano. Lançamentos de smartphones, como o iPhone X, estão entre os mais pesquisados e, seguindo a linha tecnológica, um interesse crescente na câmera GoPro Hero 5 e Drones de diferentes marcas. Quanto à moda, as principais buscas têm focado em tênis, especialmente Nike e Adidas, seguidos por bolsas femininas e uma verdadeira necessidade para este verão: óculos de sol.

Também é possível encontrar muitos itens que oferecem frete grátis para o Brasil.

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Palestra gratuita da Sage auxilia empresas a se adequar ao eSocial

Em 2018, o eSocial irá causar inúmeras mudanças nas rotinas contábeis e administrativas nas empresas do Brasil.

Esta alteração no processamento de informações tem como objetivo a eliminação de redudância informativa, padronização da forma de envio e qualificação dos dados submetidos.

Estimativa da Receita Federal indica que a mudança deverá afetar 14 mil companhias já na primeira etapa da obrigatoriedade.

Apesar da relevância, pesquisa realizada pela Sage com 487 empresas, aponta que 39% dos empreendimentos entrevistados estão inseguros sobre o cumprimento do prazo final para esta adequação. Ainda, apenas 7% destes estão preparados para as mudanças que terão de ser feitas para se adotar o eSocial.

A fim de auxiliar as empresas a se adequar ao novo sistema, a Sage realiza na próxima sexta-feira, 24 de novembro, às 14h30, um webinar gratuito com o tema eSocial – Uma nova forma de registro de eventos trabalhistas.

O evento online e gratuito tem como palestrante José Alberto Maia, representante do Ministério do Trabalho no Comitê Gestor do eSocial, um dos idealizadores e coordenadores do projeto de implementação da plataforma.

“O início da utilização obrigatória do novo sistema começa em 1° de janeiro de 2018 para empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões anuais. A partir de 1° de julho de2018, o eSocial torna-se obrigatório para todos os demais empregadores do país. Portanto, é preciso não deixar a adequação para a última hora”, aponta Milena Santos, gerente editorial da Sage IOB, especialista em eSocial e mediadora do evento.

Para se cadastrar e assistir o webinar é simples, basta acessar o link, clicar em “inscreva-se” e preencher as informações.

Webinar: eSocial – Uma nova forma de registro de eventos trabalhistas
Data: 24/11
Horário: 14h30
Página de Inscrição: https://tinyurl.com/yajxg7xj

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Porto Digital apresenta o REC’n’Play

Imagine uma grande vila de inovação. Onde conhecimento, criatividade e talento se encontram ao mesmo tempo. É assim que o Recife Antigo ficará de 30 de novembro a 3 de dezembro durante o primeiro festival de experiências digitais, Rec’n’Play. Realizado pelo Porto Digital, Ampla Comunicação e o Grupo Duca, o evento contará com sete temas centrais (trilhas): tecnologia da informação, internet das coisas, design, games, fotografia, eSports e música que contarão com eventos simultâneos e sequenciais, entre palestras, oficinas, apresentações e mostra de cases de sucesso. O modelo da programação em vários palcos foi pensado para gerar novos vínculos entre os participantes e a cidade. O festival conta com patrocínio da Prefeitura da Cidade do Recife e Governo de Pernambuco (Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer – Seturel e Empetur) e apoio é do Sebrae em Pernambuco.

O termo trilha traz uma dimensão conceitual para o festival, implicando na interação entre atividades no campo da educação, que podem se desdobrar em puro entretenimento e que podem, mais adiante, se converter em negócios. Cada trilha está sob responsabilidade de um curador. Os curadores compõem um time formado por pessoas que estão no mercado, na esfera pública ou privada, desenvolvendo serviços de grande impacto em seu segmento.

O Rec’n’Play terá como foco a criação de um ambiente para negócios. Na trilha de tecnologia da informação, por exemplo, as startups serão o foco de discussões acerca de propriedade digital, administração de pequenos negócios, além dos benefícios da tecnologia nesse tipo de negócio. Já a o segmento de internet das coisas (IoT) discutirá seus benefícios e potencial dentro da economia brasileira.

O universo de games também tem espaço garantido dentro do festival. Serão duas trilhas destinadas exclusivamente a discutir o assunto e o mercado brasileiro e internacional dos jogos eletrônicos, além de uma parte especifica para os eSports, especial de profissionalização dos campeonatos de games, que vem ganhando cada vez mais espaço no mundo dos negócios. Na trilha de música, que contará com diversas apresentações, entre elas Tagore na abertura do evento, os games voltam como nicho de mercado na criação de trilhas para os jogos.

A ideia do Porto Digital em promover o Rec’n’Play foi dar ao ecossistema local e ao Recife um evento de grande porte que dialogue com a cidade, em um ambiente onde a inovação e o empreendedorismo andam juntos com a arte, a cultura, a ciência e a tecnologia. “Não temos a ambição de formular sozinhos todas as questões abordadas pelo festival. Por essa razão, identificamos e mobilizamos parceiros para que eles atuem como curadores do Rec’n’Play”, explica Francisco Saboya, presidente do Porto Digital. “Assim, vamos trabalhar as mais diversas áreas, entre elas, games, cidades sustentáveis e inteligentes, robótica e internet das coisas. Todas divididas em trilhas”, completa.

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Catarinense AMcom investe para expandir sua operação em São Paulo

A AMcom, empresa catarinense com sede em Blumenau especializada em sustentação e desenvolvimento customizado de sistemas, anuncia o investimento da ordem de R$1,5 milhão para a ampliação da sua operação paulista, que hoje representa 40% do total de vendas da companhia.

Presente em São Paulo desde 2013, quando instalou uma operação comercial na capital, a AMcom desenvolveu, nestes cinco anos de atuação, uma vasta carteira de clientes locais, somando 50 empresas, que agora contarão com um serviço mais ágil, já que a unidade passa também a contar com uma operação de serviços.

“Neste período, desenvolvemos a nossa atuação no mercado paulista conquistando grandes clientes, que eram atendidos remotamente por meio da nossa sede, localizada em Blumenau. Mas, com o crescimento da demanda é primordial concentrarmos o atendimento onde está o cliente, o que proporciona rapidez e redução de custo”, explica a diretora executiva da AMcom, Andréia Rengel.

Segundo a executiva, assim como no resto do País, as principais demandas das empresas presentes na capital e interior, se referem ao momento econômico, que são projetos de TI que resolvem processos de negócio, trazendo redução de custo imediata, como no segmento de agribusiness, por exemplo, que é uma das especialidades da AMcom.
“A tendência não é mais a TI ser técnica, mas sim estratégica, atendendo as necessidades do negócio e, portanto, as operações buscam por soluções e não mais produtos. Por isso, as empresas estão investindo mais na automatização de suas operações e isso inclui desde um desenvolvimento pontual até a terceirização de processos burocráticos, deixando a equipe de TI interna focada no negócio”, revela Andréia.

Pelo investimento, a expectativa é obter um crescimento de 30% em um ano. Para isso, a empresa tem como meta replicar seu modelo de serviços personalizados desenvolvidos no Sul, que é composto por consultoria, fábrica de projetos e de software, sustentação e alocação. “Temos uma estrutura de atendimento compatível com os grandes players de TI, porém oferecemos flexibilidade de custos, e garantia de 18 meses na fábrica de projetos. Esse se torna o nosso diferencial frente a um mercado que necessita de atendimento com qualidade, agilidade e garantias. ”, finaliza Andréia.

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Evento debate a transformação da indústria e dos novos modelos de negócios

A Festo, multinacional líder em automação industrial, estará no evento da ABIMAQ Inova – A indústria em transformação – Novos modelos de negócios, no dia 28 de novembro. A ideia da iniciativa é promover uma discussão sobre uso de tecnologias de cloud computing, redes sociais, mobilidade, inteligência artificial e sensores.

A Festo Brasil participará das discussões sobre o desenvolvimento industrial no Brasil, sendo representada pelo Gerente de Customer Solutions, José Folha, que abordará sobre a digitalização da pneumática. Além disso, vai participar de um talk show para debater sobre a transformação da indústria.

O grande objetivo do evento é proporcionar maior gama de conhecimento sobre as transformações que tangem a indústria no Brasil e o que tem movido esse setor, fazendo com que ele se torne mais competitivo e mais presente no mercado. Haverá também discussão sobre os Cases da Cabify e Movida, os mais recentes modelos de negócios potencializados pelo avanço da Tecnologia e Internet das Coisas.

Para se inscrever, acesse: goo.gl/gTZrb6. Veja a programação completa em: goo.gl/yULsP3
Local: Av. Jabaquara, 2925 – Mirandópolis, São Paulo
Data: 28/11/2017
Horário: 13h30 às 17h40
Evento gratuito

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Setor de TI pode perder mais de 83 mil postos de trabalho com o fim da desoneração da folha

Tema volta a ser debatido em Comissão Especial da Câmara dos Deputados, que avalia o Projeto de Lei 8.456/2017, que tem teor semelhante à MP 774

Embora o Governo Federal defenda o fim da desoneração da folha de pagamento como forma de aumentar a receita e reduzir o déficit público, a Brasscom, Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação, está concentrando esforços para tentar esclarecer ao Executivo e ao Legislativo sobre a importância da manutenção de diversos setores – incluindo empresas de software e serviços em TI – na desoneração instituída pela Lei 12.546/11.

Para isto, a associação reuniu dados que mostram que a desoneração foi estruturante para o setor de TI. A Lei 12.546/11 favoreceu o aumento do faturamento das empresas e a arrecadação para o Governo, além de garantir ao profissional de TI uma remuneração média 2,3 vezes maior que a remuneração média nacional.

Segundo Sergio Paulo Gallindo, presidente executivo da Brasscom, o setor cresceu vigorosamente durante a desoneração com a criação de 95 mil postos de trabalho entre 2010 e 2015. “O segmento recuperou a baixa arrecadatória de 2012 no ano seguinte e produziu uma arrecadação cumulativa incremental de R$ 4,2 bilhões até 2016, crescendo 9,9% ao ano, acima, portanto, da inflação medida pelo IPCA”, ressalta.

O assunto, que teve uma grande repercussão com a MP 774/2017 – que terminou sendo revogada – voltou à tona com o envio do Projeto de Lei 8.456/2017, de inciativa do Poder Executivo e teor semelhante ao da medida provisória, que está tramitando na Câmara dos Deputados em Comissão Especial. Se a mudança proposta no Projeto de Lei for aprovada as empresas voltarão a contribuir para Previdência com alíquota de 20% sobre a folha de pagamento, ao invés dos atuais 4,5% sobre a receita bruta. Tal mudança representa um expressivo aumento de carga tributária para as empresas que mais empregam.

A Brasscom estima que a manutenção da tributação nos moldes atuais impulsionará, no período até 2019, o crescimento das empresas e a geração de 21 mil postos de trabalho. Por outro lado, a reoneração da folha deve provocar a redução de 83 mil profissionais de TI, cerca de 15% do total da força de trabalho atual, produzindo uma arrecadação R$ 1,2 bilhão inferior à auferida com a manutenção da desoneração.

O Projeto de Lei 8.456/2017, ao determinar o fim da tributação substitutiva, levará o setor a retroagir dez anos. “Se o setor de TIC permanecer com a folha desonerada, vislumbra-se um cenário de crescimento, com a expansão de novas tecnologias e serviços. Se houver a reoneração da folha, o Brasil perderá competividade para atrair novos postos de trabalho a serem preenchidos com profissionais especializados nas competências tecnológicas da transformação digital. Seria um contrassenso ante as políticas públicas de inovação, tais como a Estratégia Brasileira de Transformação Digital e o Plano Nacional de Internet das Coisas recém anunciadas pelo Governo Federal, bem como o futuro Plano Nacional de Indústria 4.0, em fase concepção”, pondera Sergio Paulo.

Em audiência pública realizada em Brasília nesta quarta-feira (22/11) para discutir a matéria com setores de serviço, o deputado Odorico Monteiro (PSB-CE) declarou que TI fez o seu dever de casa na política de desoneração e reforçou que o setor é estratégico para o Brasil. “Há a necessidade de entender que TI é impulsionador da economia e suporte para os demais setores”, ressalta.

De acordo com Sérgio Sério, diretor de Relações Institucionais e Oportunidade Social da TOTVS, que também participou da audiência pública, a continuidade da desoneração em TIC representa na manutenção de uma política pública estruturante iniciada em 2011 voltada a potencializar a empregabilidade. Destacou, ainda, que a estabilidade de regras robustece a segurança jurídica, sendo fator importante para o planejamento das empresas, especialmente das que investem pesadamente em pesquisa, desenvolvimento e inovação.

O relator do PL 8456/17, Deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), destacou que tentará encontrar um ponto de equilíbrio nos diversos pontos apresentados. “Nosso desafio é tributar sobre a receita bruta, não sobre a folha de pagamento”, afirmou.

Para a Brasscom e principais empresas brasileiras de TI, a manutenção da contribuição de 4,5% preserva as condições atuais de custos e competitividade, possibilitando um crescimento setorial compatível com a esperada recuperação do mercado de trabalho.

Com a economia ainda em recuperação, o aumento de impostos determinará um choque de custos e repasse nos preços do mercado. Consequentemente, a demanda será impactada, acarretando uma queda da taxa de crescimento a partir de 2018. “Neste cenário, as empresas serão obrigadas a fazer uma reestruturação, reduzindo quadros e a remuneração”, alerta o presidente executivo da Brasscom.

Segundo o fundador e CEO global da Stefanini, Marco Stefanini, o setor de tecnologia é um dos que mais empregam no País. “Não é justo que o segmento seja penalizado, mesmo tendo cumprido toda sua parte na formalização e geração de empregos. Precisamos conscientizar o Executivo e o Legislativo de que qualquer tipo de oneração será prejudicial não apenas ao setor, mas ao crescimento do Brasil como um todo”.

De 2010 a 2015 a remuneração cresceu 14,3% ao ano, e a receita bruta1 experimentou um crescimento anual de 12%. De acordo com a Brasscom a política de desoneração permitiu que muitos trabalhadores contratados como pessoas jurídicas fossem formalizados com carteira assinada.

“É preciso dar continuidade ao que já foi debatido ao longo da tramitação da MP 774. O assunto tem impacto significativo e recebeu contribuição de diversos agentes da sociedade, como empresas, sindicatos, associações e parlamentares. Nossa sugestão é de que esse novo projeto de lei evolua a partir do produtivo diálogo já realizado. Acreditamos também que a discussão sobre a contribuição previdenciária traz uma oportunidade para o Brasil desenvolver uma legislação mais compatível com as tendências globais. O país sairá na frente e tornará o mercado brasileiro de TI mais competitivo e atrativo se entender que tributar sobre o consumo, e não sobre a força de trabalho, é mais benéfico para todos. Dessa forma, garante-se a receita do governo no cenário de robotização e conexão/mecanização das coisas”, defende Laércio Cosentino, CEO da TOTVS.

“Com a oneração da folha, regrediremos os avanços conquistados ao longo destes anos, fazendo o setor voltar para clandestinidade e informalidade, perdendo os investimentos no setor e reduzindo a arrecadação”, enfatiza Benjamin Quadros, CEO e fundador da BRQ.

“O mercado de TI cresce anualmente em faturamento, número de empregos e empresas, promovendo inovação e transformação digital em todas as verticais da economia. O Brasil precisa que esse setor se mantenha competitivo em relação aos concorrentes de outros países. Dessa forma, é fundamental que os altos impostos sejam revistos para continuar contribuindo com o futuro do País. A desoneração auxilia no crescimento sustentável e, principalmente, na geração de empregos fundamentais para o sucesso do Brasil”, diz Paulo Marcelo, CEO da Resource.

De acordo com Sergio Paulo, da Brasscom, a contribuição de 20% sobre a folha, conforme previsto pelo PL 8.456/2017, reduzirá de maneira significativa o crescimento do setor de TIC e, consequentemente, a arrecadação do Governo com o segmento, além de destruir empregos e aumentar a informalidade. “Deixar TI de fora da desoneração comprometerá o desenvolvimento econômico e a capacidade de o Brasil se tornar um dos protagonistas da Nova Revolução Industrial”, finaliza.

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