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5 atitudes de sucesso do profissional moderno

Saiba quais são as características mais procuradas pelo RH das Empresas

O Mercado de Trabalho vem sendo muito cruel e exigente com os profissionais. Ser graduadoestá longe de ser uma vantagem. As empresas pedem especializações, Pós Graduação, MBA, Idiomas, etc. Segundo explica Samuel Lopes, consultor e sócio da TIEX, empresa de gestão e consultoria corporativa, as empresas buscam cada vez mais o perfil do profissional moderno. “são aqueles funcionários que vestem a camisa da empresa com atitudes primordiais especialmente em situação economia desfavorável”diz. Confira abaixo quais as 5 características mais apreciadas pelas empresas:

1 – PROATIVO

“já fiz o suficiente pelo que me pagam” ficou no passado

Busque sempre ir além, aquele pensamento “já fiz o suficiente pelo que me pagam” ficou no passado. Os profissionais precisam querer entender mais sobre a sua área de atuação, sobre a área dos seus colegas, sobre a empresa em que trabalham e também sobre o mercado! Você pode não estar sendo pago para ajudar seu colega de setor, ou para participar de projetos além de suas atividades diárias,mas desta maneira você estará colaborando para o crescimento da companhia.Lembre-se: empresas que não crescem dificilmente geram oportunidades, pessoas que não se destacam têm menor chance de promoção. Além disso, como já dizia o ditado: “conhecimento não ocupa espaço”, ou seja, o aprendizado que terá sendo proativo, ninguém vai tirar de você.

2 – APRENDA A DIZER NÃO E OFEREÇA NOVAS PERSPECTIVAS

Não aceite de prontidão uma ideia do seu líder que você não se sinta confortável em executar ou que não acredite que seja a melhor solução

Você precisa ter personalidade, se posicionar. Não aceite de prontidão uma ideia do seu líder que você não se sinta confortável em executar ou que acredite não ser a melhor solução. Converse, exponha seu ponto de vista, tente fazer com que tudo seja repensado. Os líderes precisam de pessoas que pensem que questionem que não tenham medo de falar quando não concordam com alguma coisa! Se sua perspectiva for sugerida de maneira construtiva e respeitosa, mesmo sendo contraria a ideia inicial do seu líder, ao final ele te agradecerá pelo input.

3 –SAIA DA SUA ZONA DE CONFORTO

Olhar o todo da empresa e tentar de alguma forma ajudar outras áreas

Hoje, o profissional precisa ter uma visão sistêmica, analisar onde sua área impacta na do outro e tentar de alguma forma ajudar outras áreas a serem mais eficientes. Deve-se sempre pensar no futuro, verificando onde todos podem ter problemas, e assim promover discussões no sentido de se antecipar a esses problemas tomando medidas para evitá-los! Isso émais um motivo para entendermos da nossa área, da dos pares, da empresa como um todo e do mercado.

4 –ESPÍRITO DE EQUIPE

Heterogeneidade e diversidade trazem maior performance

Trabalhar com pessoas que pensam como nós, que tem nosso ritmo, cultura parecida é fácil. Mas como pensar diferente, “sair da caixinha”? Tenha uma equipe que possua diferentes pontos de vista, mas que se respeitem e que trabalhem por um objetivo único. Desta forma, com certeza obterá resultados muito mais eficientes, além deconquistar um mar de possibilidades e aprendizados. Ou seja, heterogeneidade e diversidade trazem maior performance.

5– INOVAÇÃO

Coragem para abandonar práticas que um dia já tiveram sucesso!

Fale o que pensa, compartilhe suas ideias criativas earrisque-se! Faça acontecer, proponha mudanças, assuma a responsabilidade de colocá-las em prática, não tenha medo de ser diferente.Tenha coragem para abandonar práticas que um dia já tiveram sucesso e fuja do pensamento “concordar para evitar conflitos”. As empresas modernas e principalmente hoje, em tempos de crise,procuram profissionais com este perfil. Aplicando essas atitudes em seu dia a dia, você terá um enorme diferencial para oferecer àempresa que trabalha e certamente alavancará sua carreira.

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Como o mercado de seguros ganha com a robotização do atendimento?

Por Daniel Moretto

As seguradoras e a indústria de serviços financeiros estão inseridas em um ambiente complexo de sistemas legados, que além de poderem se tornar um grande risco para as empresas, também são um tópico cada vez mais presente na agenda dos CIO’s: como navegar ou substituir sistemas que carregam consigo uma diversidade enorme de informações sobre clientes, mercados, perfis de consumo e informações históricas?

Quando este cenário é projetado em um ambiente onde as pessoas – que utilizam e manipulam dados dentro destes sistemas – se encontram preenchendo lacunas entre sistemas legados, processos de negócios e legislação, a complexidade e a percepção de que o serviço pode ter falhas, é ainda maior. Por isso, é muito comum hoje perceber que dentro da indústria de seguros, muitas vezes, os serviços possuem um prazo muito longo, justamente pela amplitude de sistemas, telas, comandos e consultas, que devem ser decifrados pelos analistas. E ainda quando novas versões de sistemas são colocadas no ar, acontece toda uma movimentação das áreas de TI e gestão de mudança, e uma exposição à riscos financeiros não controlados.

Desta forma, a velocidade com que os executivos de seguradoras desejam que os processos de negócio atendam às necessidades do mundo de seguros nem sempre é acompanhada na prática, dada à complexidade deste emaranhado de sistemas, processos de negócio, e pessoas.

Então, como encontrar o equilíbrio em uma equação difícil como esta, e adaptar os elementos de negócio, considerando a sensibilidade, o risco financeiro e diversidade das informações dentro destes sistemas? A resposta é que uma nova abordagem – conceitual e prática – precisa ser adotada.

É o que acontece com o uso da solução de Automação Robótica de Processo (RPA), que troca os esforços manuais por um atendimento robotizado. O conceito é utilizar a programação para serviços básicos, e, para os mais complexos, continuar com o atendimento efetuado por pessoas. Isso ajuda a substituir áreas e departamentos de esforços repetitivos e manuais, que consomem tempo e recursos, deixando de agregar valor ao negócio.

No universo das seguradoras, por exemplo, existe uma grande demanda de atendimento em casos de segunda via de boletos, carnês e extratos, assim como, em períodos sazonais de declaração de imposto de renda, picos de chamadas para resolução de casos de informe de rendimentos. O atendimento de todos estes setores envolve a manipulação de diversos sistemas e muitas etapas manuais, que podem alcançar patamares equivalentes a 30% ou 40% do volume total de acionamentos. Desta forma, o processo acaba requerendo muitos agentes tratando um volume alto de casos, que ocupam tempo e impactam a capacidade do agente em dar uma melhor experiência ao cliente do outro lado da linha, afetando a percepção dos consumidores sobre a qualidade do serviço prestado.

Diante desse cenário, a robotização do atendimento é uma saída para as empresas do mercado de seguros que buscam melhorar seus processos. Na Concentrix, por exemplo, realizamos um papel consultivo, mapeando os principais gargalos nesses processos com o propósito de desenvolver um serviço de automação “end to end”, no qual robôs executam todo o processo, tal qual um humano faria. Assim, é possível eliminar o esforço humano desnecessário em tarefas repetitivas, empregando a robotização e o conceito da força de trabalho virtual para atingir altos níveis de produtividade e escala.

Desenvolvemos esse trabalho em uma das maiores companhias de seguros privados do País e, como resultado, tivemos, em um período de um mês, uma melhoria de aproximadamente 40% de eficiência no TMA (Tempo Médio de Atendimento), comparado aos períodos anteriores, e a força de trabalho total conseguiu ser economizada em cerca de 20%. A capacidade desta operação em absorver futuras demandas e picos sazonais também aumentou consideravelmente sem a necessidade de grandes contratações, proporcionando mais tempo disponível para novos atendimentos que demandavam mais complexidade dos atendentes. De modo geral, a implantação desta nova ferramenta de atendimento reduz de 70% a 80% o custo fixo desta unidade de negócio, assegurando um retorno sobre o investimento perene em aproximadamente 4 meses.

Já sendo uma realidade, a automação robótica promete grandes mudanças para o setor de contact center, que está se adaptando e readequando seu formato, sem perder a essência. É fato que muitas pessoas ainda preferem o contato humano na hora do atendimento, mas otimizar processos que demandam menos complexidade é um ganho para ambos os lados. Além disso, com estas inovações, teremos uma nova demanda de profissionais – aqueles responsáveis pela programação dos robôs. O importante é lembrar que, com estes novos processos robotizados, o ideal é sempre atingir o equilíbrio entre humanos e máquinas, tornando o negócio robusto, eficaz e adequado aos dias de hoje.

Daniel Moretto é presidente da Concentrix, multinacional especializada em soluções de outsourcing.

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FGV EAESP faz debate sobre perspectivas e desafios do Brasil

A Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP) realizará na quinta-feira (30), a partir das 8h30, uma palestra gratuita sobre os desafios e perspectivas para o país. O evento celebra os 15 anos de sucesso do programa OneMBA, classificado pelo Financial Times como o melhor Executive MBA da América Latina.

Entre os palestrantes: Ben Schneider, Diretor do programa MIT-Brazil (Massachusetts Institute of Technology); Gesner Oliveira, professor de Economia da FGV; Li Yinsheng, CEO da CTG Brasil (China Three Gorges); José Ronaldo de Castro Souza Júnior, diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do IPEA; Mansueto Almeida, secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda; Marcelo Silva, vice-presidente do conselho do Magazine Luiza; Marco Stefanini, CEO Global e Fundador, Stefanini IT Solutions; Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio da FGV e Fernando Carneiro, membro do Board internacional da Spencer Stuart e Líder da prática de CEOs e Boards da América Latina. A coordenação do debate fica por conta do professor e coordenador do OneMba, Jorge Carneiro.

Inscrições: http://www.fgv.br/mailing/2017/eaesp/onemba/15_anos/convite.html

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Dell EMC apresenta Programa de Fidelidade para soluções de Storage

A Dell EMC – fornecedora que reúne a oferta mais abrangente e inovadora de soluções corporativas de TI da indústria – apresenta o programa de fidelidade para soluções de armazenamento mais robusto da indústria, que contempla garantia de satisfação de três anos, proteção de investimento de hardware, software completo, garantias de eficiência de armazenamento e suporte para migração de dados. Clientes novos da plataforma Unity contam com Virtustream Storage Cloud gratuito, por um ano. O programa já está disponível a partir da compra dos novos arrays de armazenamento da Série SC Dell EMC SC5020F e Dell EMC SC7020F ou do Dell EMC Unity, diretamente pela Dell EMC ou com um dos parceiros de canal certificados.

A empresa também anuncia a expansão do seu portfólio de armazenamento midrange, líder do setor1, com dois novos arrays de armazenamento de dados All Flash da série SC e com uma importante atualização de software para o Dell EMC Unity, que amplia a eficiência e a economia de cargas de trabalho mistas e de arquivos em blocos.

“A Dell EMC está redefinindo a forma como parceiros e clientes programam a oferta e aquisição de soluções de armazenamento, ao proporcionar um programa de fidelidade que oferece, entre seus benefícios: software completo, proteção de investimento de hardware e uma garantia de satisfação de três anos, que é a mais longa e completa da indústria”, reforça Luis Gonçalves, Vice-Presidente Sênior de Vendas da Dell EMC Brasil Commercial.

O novo programa de fidelidade oferece aos clientes de soluções de armazenamento da Dell EMC garantias e valor em toda a vida útil dos seus arrays e inclui:

· Garantia de satisfação de três anos – os produtos Dell EMC funcionarão como anunciados para clientes, com satisfação garantida.

· Garantia de eficiência de armazenamento All-Flash 4:1 – oferecido sem pré-avaliações e restrições complexas.

· Migrações de dados sem preocupações – os clientes podem fazer upgrade facilmente para o novo armazenamento Dell EMC com migrações de dados integradas que estão sempre on-line e não causam interrupções.

· Proteção de investimento de hardware – os clientes obtêm crédito flexível para upgrades de controladora de armazenamento ou crédito de troca para compra de qualquer produto novo do portfólio da Dell EMC.

· Software completo – os produtos de armazenamento midrange da Dell EMC são enviados com todo o necessário para armazenar, gerenciar e proteger os dados, sem licenças adicionais para compra ou manutenção. Essa oferta contempla novos arrays Dell EMC SC5020F e Dell EMC SC7020F e Dell EMC Unity.

· Virtustream Storage Cloud integrado (somente para Dell EMC Unity) – os clientes podem classificar arquivos automaticamente e armazenar snapshots na nuvem, sem custos, por um ano.

Atualizações facilitam modernização do data center

Os novos arrays All Flash SC, disponíveis em dezembro de 2017, são projetados para ajudar os clientes a modernizarem seus datacenters. Dessa forma, é possível ganhar mais velocidade, eficiência e economia, a partir de aplicativos existentes, ao mesmo tempo que abrem novas possibilidades para a empresa dar suporte a novos casos de uso e cargas de trabalho habilitados para flash.

O Dell EMC SC5020F e o Dell EMC SC7020F são oferecidos como aplicações de 3U que apresentam controladoras duplas ativo/ativo, com processadores Intel Xeon® de 8 núcleos com até 256 GB de memória e suporte multiprotocolo para 10GB iSCSI e conexões de rede 16/32GB FC. Os produtos também apresentam:

· Desempenho All Flash – até 399.000 IOPS por array e 3,9 milhões de IOPS agregados por cluster de vários arrays.

· Mobilidade de dados agregados, escala e proteção – envia clusters de vários arrays agregados para balanceamento, migração fácil e sem interrupções de cargas de trabalho, incluindo o recurso de failover automático para continuidade integrada dos negócios.

· Eficiência auto-otimizadora – desduplicação e compactação inteligente de dados, classificação por níveis RAID e provisionamento abrangente ajudam a automatizar a economia de custos

· Software completo – todos os recursos avançados da Série SC estão incluídos sem licenças adicionais de software para compra ou manutenção

Já o Dell EMC Unity, projetado para simplificar, com desempenho totalmente flash e ambientes SAS-NAS unificados, ajuda as organizações a acelerar a implantação, simplificar o gerenciamento e facilitar a classificação de armazenamento na nuvem. O novo Unity v4.3 OS fornece várias atualizações-chave, incluindo desduplicação para ajudar a reduzir custos, juntamente com novas tecnologias para facilitar upgrades do sistema, sem interrupções e habilitar a sincronização de arquivos. O Unity OS v4.3 estará disponível em janeiro de 2018 para os clientes do Dell EMC Unity com um contrato de suporte válido.
“Para ajudar nossos clientes com a modernização do data center, oferecemos recursos e desempenho inovadores no novo array totalmente flash da linha SC e também impulsionamos ainda mais eficiência na linha Dell EMC Unity a partir da atualização mais recente do Unity OS”, completa Luiz Schmitt, líder de vendas da área de Storage da Dell EMC Brasil.

1 Fonte: IDC Enterprise Storage Systems Quarterly Tracker, setembro de 2017. Midrange é definido como sistemas de armazenamento externo com preços entre US$ 25 mil e 250 mil

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TI Híbrida e a ascensão dos negócios digitais

Por Fabiano Ribeiro, Gerente de Produtos da Sonda Ativas

As infraestruturas de TI já são reconhecidas como um dos principais pilares de qualquer empresa que queira crescer no mercado. As transformações ao longo dos anos mostram a influência que esse segmento tem de alavancar completamente os negócios de uma organização, melhorando a eficiência e a eficácia dos processos da companhia. Além disso, em diversos e recorrentes casos, as soluções e plataformas digitais relacionadas à infraestrutura de TI promovem a descoberta de novos nichos e viabilizam modelos de operação mais modernos nas empresas.

Entre os principais avanços recentes em infraestrutura de tecnologia, está a TI Híbrida e, em especial a Cloud Híbrida. As organizações estão sendo obrigadas a adotar novas estruturas e abordagens de TI a fim de operarem e gerenciarem seus sistemas legados junto a todos os demais sistemas associados.

A TI Híbrida inicialmente concentrava-se em sistemas operacionais e linguagens de desenvolvimento de aplicações. O próprio termo há alguns anos não era quase difundido e estava relacionado à uma combinação de interoperabilidade (comunicação entre sistemas de forma transparente) e integração, exatamente o oposto do que é considerado hoje. Todo sistema diferente exercia uma função exclusiva no ambiente de computação e a integração era apenas uma necessidade para a troca de dados.

Hoje, a TI Híbrida atingiu todos os aspectos da tecnologia, desde servidores e infraestrutura até aplicativos e dispositivos. O objetivo de seu uso está relacionado à otimização para obter o máximo de benefícios de cada elemento de infraestruturas altamente digitalizadas.

Em relação a Data Centers, por exemplo, a abordagem híbrida traz a capacidade de consolidar e correlacionar dados em Nuvem e proporcionar mais amplitude, profundidade e visibilidade. Ela faz com que os profissionais de TI tenham mais segurança e rapidez na gestão de suas informações, aplicações e dados. O conceito híbrido vai também além da Nuvem Híbrida e integra itens como experiência do usuário, aplicações, dispositivos, estrutura de dados, modelos de segurança, entre outros. Ela oferece uma variedade de opções de tecnologia para otimizar a forma como o trabalho é executado.

Estudos apontam que empresas que adotam modelos híbridos de infraestrutura têm três vezes mais chances de alcançar seus objetivos de negócios, revelando que a transformação digital e o uso da TI Híbrida são essenciais para o sucesso competitivo das organizações.

Combinar eficiência, automação, economia de tempo e de custo, simplicidade, conveniência e a melhor experiência para usuários finais são alguns dos objetivos comuns de empresas brasileiras. Com a transformação digital, elas conseguem aplicar esses itens, seja na maneira como os colaboradores trabalham, seja como são executados os processos e a gestão de dados e aplicativos da empresa.

As empresas dos mais variados setores vivem hoje uma grande pressão do mercado, que exige mudança e atualização como uma questão de sobrevivência. A TI híbrida é mais uma frente importante nesse processo de evolução para um modelo de negócios verdadeiramente digital.

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Como a TI pode apoiar a Consumerização da Medicina?

Por Keith Bromley, Gerente Sênior de Soluções de Marketing da Ixia

A consumerização da medicina está se tornando fundamental para as instituições de cuidados de saúde e tem sido adotada tanto pela indústria de cuidados de saúde quanto pelos pacientes. Segundo a operadora de planos de saúde Anthem, 76% dos pacientes acredita que a tecnologia tem o potencial de ajudá-los a melhorar a sua saúde. Ao mesmo tempo, essa tendência de consumerização vem criando um ônus para a indústria de TI durante o processo de transição e implantação desses novos serviços.

O que é a consumerização da medicina? Embora este tema possua várias vertentes, as três principais áreas responsáveis pela transformação da indústria de cuidados de saúde são:

• A expansão das redes de Wi-Fi para dar suporte às novas tendências para dispositivos pessoais e distribuídos (IoT e BYOD).
• A modernização dos sistemas de pagamentos médicos (sistemas de cobrança online em portais de pacientes, pontos de venda e Apple pay).
• A explosão dos serviços de Telemedicina e Telesaúde.

A fim de serem considerados “de vanguarda”, muitos hospitais adotaram a tecnologia Wi-Fi (tanto para os profissionais de cuidados de saúde quanto para os pacientes) e implantaram IoT para os seus equipamentos médicos (como dosadores de remédio eletrônicos e monitores de estatísticas vitais dos pacientes). No entanto, uma das desvantagens dessa consumerização é que a expansão do uso de redes de Wi-Fi dentro das instalações de cuidados de saúde está causando o consumo desenfreado de banda larga. Como nem todo consumo é igual ou linear, a TI precisa estar preparada para gerenciar esse recurso.

Um exemplo disso é a adoção da BYOD pelos hospitais para os profissionais de cuidados de saúde e a implantação de Wi-Fi para os pacientes. Alguns exemplos dessa tendência incluem: sistemas de comunicação médica baseados em Voice over IP (VoIP) para médicos e enfermeiros (tais como o Vocera badge); o download de dados para os laptops e notepads de instituições de cuidados de saúde; e o acesso dos pacientes à visualização de dados e de vídeos. Enquanto tudo isso está acontecendo, a TI precisa dispor de banda larga suficiente e priorizar tipos de dados que garantam que as transações médicas em tempo real passem pela rede sem atrasos. Por isso, a TI precisa saber com precisão quem está utilizando a banda larga e quem está abusando dela. Por exemplo, quem está de fato utilizando a banda larga dos hospitais? Os Vocera Wi-Fi badges para a comunicação entre os funcionários ou os pacientes assistindo à Netflix?

Nos últimos anos, houve uma explosão de dispositivos médicos que utilizam IoT. Alguns exemplos disso são as bombas de infusão que administram remédios sem a necessidade de um enfermeiro presente e os monitores de paciente eletrônicos. Estes dispositivos fazem mais do que enviar dados periodicamente para a enfermaria, enquanto que as bombas de infusão precisam baixar bibliotecas inteiras de remédios e os transmissores de telemetria que utilizam a WLAN (rede de área local sem fio) enviam alarmes e dados em configuração de onda para uma estação central.

A consumerização também está impulsionando outras formas de comunicação IP, tais como cobrança online, pontos de venda (PDV) e sistemas de pagamento móvel, já que os consumidores querem ter acesso a uma variedade de opções de pagamento que atendam as suas necessidades. No entanto, isso significa que além do processo de cobrança eletrônica padrão, a indústria de TI precisa dar apoio a ferramentas de e-commerce, de processamento de cartão de crédito e a sistemas de cobrança BYOD. Além de lidar com a complexa integração desses quatro tipos de sistemas de pagamento, é necessário aderir aos padrões de conformidade regulatória (HIPAA, PCI-DSS, SOX, etc.).

A telemedicina (e a telesaúde) também requerem o uso de tecnologia. A telemedicina consiste em consultas médicas através de ferramentas eletrônicas (computadores, tablets, dispositivos móveis, etc). Segundo a Anthem, essa prática pode gerar uma economia anual de 6 bilhões de dólares aos consumidores norte-americanos, e esse mercado global deve exceder 34 bilhões de dólares até 2020. A telemedicina é conveniente e acessível para consumidores que vivem em regiões remotas ou que estão muito ocupados, pois oferece acesso imediato e 24 horas por dia a médicos (tais como Teladoc, Doctor on Demand e LiveHealth Online), com custos baixos e sem a necessidade de deslocamento até o consultório. Esta é uma excelente opção para gripes e erupções cutâneas. Segundo 67% dos pacientes, a telemedicina aumentou a sua satisfação com os cuidados médicos. Devido ao aumento no uso de registros médicos eletrônicos (RME) promovido pelo Affordable Care Act (lei de proteção do paciente e dos serviços de saúde acessíveis), as informações coletadas através da telemedicina podem ser usadas para atualizar os registros dos pacientes e assim, facilitar o trabalho dos médicos. Segundo a Anthem, 51% dos médicos acessam de maneira eletrônica as informações de pacientes de outros médicos, enquanto que mais de 91% dos hospitais já adotaram os registros eletrônicos.

Há também um volume enorme de informações que estão sendo acessadas e disponibilizadas em dispositivos móveis e com acesso à internet. Cinquenta e dois por cento dos usuários de smartphones acessam informações sobre saúde através de aplicativos móveis, enquanto que. 93% dos médicos acreditam que os aplicativos móveis podem ajudar a melhorar a saúde dos pacientes. Além disso, 70 milhões de pessoas nos EUA utilizam dispositivos de monitoramento vestíveis. Alguns desses dispositivos podem transmitir dados para os consultórios dos médicos, que podem ser incluídos nos RME dos pacientes e assim, manter os seus registros médicos atualizados. Por exemplo, rastreadores de atividade, marca-passos e bombas de insulina podem enviar dados de saúde para os médicos. Estima-se que essa tecnologia vestível deverá reduzir os custos hospitalares em até 16% nos próximos cinco anos e 86% dos médicos afirmam que esses dispositivos vestíveis deixam os pacientes mais envolvidos com a própria saúde.

Sendo assim, como a TI poderá superar todos esses desafios? Em primeiro lugar, tanto a tecnologia de suporte quanto a de interface com o usuário precisam estar preparadas para garantir o funcionamento desses serviços. Além da implantação de uma infraestrutura básica, é necessário fazer testes de rotina no sistema de Wi-Fi e na rede com fio. As redes sem fio podem oferecer uma série de deficiências devido a vários fatores: questões de planejamento de frequência, obstáculos à construção, a presença de paredes revestidas de chumbo em salas de radiologia e banheiros revestidos de azulejo, a proliferação de dispositivos BYOD portados por funcionários e pacientes, desempenho individual das rádios (já que nem todas as rádios são feitas da mesma forma) e questões relacionadas ao roaming entre pontos de acesso. Devido à intensidade de tráfego em conexões LAN sem fio, a TI precisa fazer os seguintes testes na rede LAN: detecção de interferência na frequência, geração de tráfego para cargas, casos de testes automatizados e análises de desempenho através da quantificação do desempenho do aplicativo e da perspectiva do usuário.

Após determinar a adequação da rede às operações, uma solução de visibilidade de rede (NPB) com inteligência para aplicativos pode ajudar a identificar quais aplicativos estão sendo utilizados na rede e quem está abusando da banda larga de rede (por exemplo: se há muita gente assistindo à Netflix). Subsequentemente, outro tipo de tecnologia pode ser utilizada para regular o uso da rede, de forma que a telemedicina e os dispositivos IoT disponham de banda larga suficiente.

Graças à IoT, hoje em dia há literalmente milhares de dispositivos dentro de um hospital e para facilitar o entendimento da TI sobre o que está ocorrendo dentro da rede, é comum separar os diferentes tipos de dispositivos (dispositivos de infusão, de monitoramento de pacientes, VoIP) com base nas redes VLAN e SSID. Como parte da estratégia de monitoramento dos aplicativos e da rede (para garantir a qualidade da experiência e a validação do serviço), esses tipos de dados podem ser segmentados através de um NPB (com base nas informações da rede VLAN) e os dados necessários podem ser enviados para as ferramentas de monitoramento de aplicativo adequadas. Soluções de monitoramento proativo também podem ser utilizadas para observar o desempenho da rede em tempo real.

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Peixe Urbano e Groupon anunciam fusão

As duas maiores plataformas de ofertas locais do Brasil, Peixe Urbano e Groupon Brasil, anunciam hoje a fusão de suas operações. Com a fusão, quem ganha é o usuário, que vai contar com a união dos esforços das equipes em busca dos melhores parceiros e ofertas. As operações não serão modificadas e ambas as plataformas continuarão ativas e vendendo seu inventário de ofertas. O objetivo é que, gradualmente, os usuários das duas marcas tenham o mesmo cardápio de ofertas.

“É uma soma de fortalezas. Juntamos a liderança do Groupon Brasil na cobertura do mercado de Beleza e Viagens Locais à expertise do Peixe Urbano em Gastronomia e Entretenimento. Ao fim das contas, quem se beneficia é usuário, que vai ter o melhor dos dois mundos”, afirma Félix Lulion, CEO do Groupon Brasil.

“Outra vantagem é que a tecnologia do aplicativo móvel do Peixe Urbano, com a funcionalidade “Use Agora”, também estará disponível para a base de usuários do Groupon Brasil. Para se ter uma ideia, a modalidade “Use Agora”, na qual o usuário pode comprar e usar de imediato o voucher, corresponde a 90% das ofertas de restaurantes de toda plataforma Peixe Urbano”, explica Alex Tabor, cofundador e CEO do Peixe Urbano.

A nova operação também fortalece o mercado de O2O (online-to-offline) do país, um mercado que conecta os 100 milhões de internautas brasileiros ao comércio de serviços locais, o que movimenta mais de $1 trilhão por ano. “O cenário já é positivo e, ainda assim, esperamos superá-lo em pelo menos 20%, não só pela fusão, mas também pela expansão que registramos a partir da estratégia de negócio que adotamos no último ano”, projeta Tabor.

O processo foi capitaneado pelo fundo de investimento latino-americano Mountain Nazca que, em fevereiro, adquiriu a operação do Groupon América Latina – que compreende os negócios no Chile, Argentina, Peru, México, Colômbia e Brasil – e que agora fará a fusão entre Peixe Urbano e Groupon Brasil.

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Você realmente faz backup de todos os dispositivos críticos?

Por Fabio Maeji Amaro

A preocupação com os ataques cibernéticos tem se tornado cada vez mais presente nas empresas, seja por meio da implementação de novas estruturas e soluções nos ambientes digitais ou realização de backups dos principais dados da corporação. Isso porque, segundo estudos, a estimativa é que o cibercrime cause um prejuízo de trilhões de reais às empresas até 2019.

Neste cenário, é fundamental debater sobre dispositivos críticos que, muitas vezes, não recebem a mesma atenção de servidores e aplicações na hora de fazer cópias de segurança. Vamos lá, responda rápido: você realiza backup de todos os dispositivos possíveis que estão conectados à rede? Os dispositivos de rede e segurança, como Switches, Roteadores, Balanceadores de link, Firewalls, IPS, entre tantos outros, são tão importantes quanto qualquer servidor e merecem atenção.

Em meados de outubro passado, o especialista em segurança Mathy Vanhoef, da Universidade KU Leuven, na Bélgica, identificou uma série de vulnerabilidades nas criptografias WPA e WPA2 do WiFi, em que os hackers poderiam se aproveitar para interceptar o tráfego e fazer uso de informações confidenciais.

O mais alarmante é que muitas empresas configuram apenas rotinas básicas de backup, fornecidas pelos próprios dispositivos, e, em seguida, transferem os arquivos para um repositório na rede, como um servidor de arquivos ou FTP. No entanto, são raros os casos que estes arquivos são testados quanto a sua integridade, conteúdo e capacidade de restauração. Muitas vezes, existe a sensação de segurança pela quantidade de backups armazenados e não pela qualidade deles.

Até pouco tempo atrás, parecia improvável instalar softwares de backup tradicionais nestes dispositivos e trazê-los para a rotina de backup já existente na empresa. Atualmente, é possível encontrar soluções desse tipo no mercado, que reúnem as informações de diversos de dispositivos de maneira segura e integrada.

Essas ferramentas possuem mecanismos para identificar possíveis falhas de segurança e enviar um e-mail de notificação, além de disponibilizar a opção de restaurar as configurações do equipamento afetado de maneira imediata e intuitiva.

Esse tipo de inovação na área de segurança dos ambientes corporativos é fundamental em um cenário intenso por parte de criminosos, que gera insegurança em diferentes ataques como o Petya e o WannaCry. O Índice de Cyber Ataques da Security4IT aponta que 1,64 milhão de arquivos maliciosos foram detectados nos últimos 12 meses.

Além disso, outros levantamentos colocam o Brasil como quarto país com mais registros de incidentes no mundo. Esses dados demonstram que os brasileiros entraram no radar dos criminosos e que as empresas precisam redobrar suas ações de segurança para proteger seus dados.

Fabio Maeji Amaro é Sócio e Diretor Comercial da Security4IT

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A cada 10 segundos nasce uma nova ameaça para Android

A G Data, fornecedora de soluções antivírus, distribuídas no Brasil pela FirstSecurity, apurou que uma nova ameaça para a plataforma Android é criada a cada 10 segundos. Somente no terceiro trimestre deste ano o laboratório de segurança contabilizou mais de 810 mil novas amostras de malwares, 17% a mais que no trimestre anterior. De janeiro até agora foram criadas pelos criminosos cibernéticos mais de 2,25 milhões de códigos maliciosos, o que sinaliza 2018 fechando com mais de 3,5 milhões de novos exemplares.

As últimas vulnerabilidades que afetam as redes Wi-Fi (ataque cibernético KRACK), bluetooth (Blueborne) ou diretamente para o Android, como o Gooligan, mantêm o sistema operacional móvel na preferência do cyber crime. O Google tem reagido rapidamente para corrigir as vulnerabilidades e liberar atualizações de segurança, mas, por outro lado, elas geralmente só chegam rapidamente aos seus próprios dispositivos (Nexus), segundo apurou os especialistas da G Data. Fica faltando a mesma velocidade dos demais fabricantes no trato com seus dispositvos.

De acordo com as estatísticas do Google, apenas 18% dos usuários possuem Android 7.0, uma versão do sistema que existe há mais de um ano no mercado. No entanto, as violações de segurança ocorrem regularmente ao longo do tempo, uma circunstância que deve obrigar os fabricantes de telefones celulares a reconsiderar a situação em que seus clientes são colocados porque muitas vezes essas atualizações precisam se adaptar às mudanças do sistema operacional que cada fabricante instalou em seus respectivos terminais. Não está claro, também, se uma atualização para um dispositivo específico ficará disponível no tempo necessário ou se levará semanas ou mesmo meses para ser publicada.

Como a vidas das pessoas está cada vez mais digital, estando os dispositivos móveis cada vez mais participando dela, a navegação em sites e redes sociais está cada vez mais perigosa. Portanto, é necessário tomar medidas de proteção e os fabricantes devem cumprir as obrigações de segurança para garantir que seus clientes possam manter seus aparelhos e computadores livres das ameaças.

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Bcredi firma parceria com portal de imóveis Viva Real

Juntas as empresas vão oferecer mais facilidade para quem busca imóveis nos estados de São Paulo e Paraná

A Bcredi, fintech que fornece crédito imobiliário em um processo 100% online, firmou parceria com o Viva Real, portal do maior grupo imobiliário do Brasil. Com isso, nos meses de novembro e dezembro, todos os consumidores que buscarem no portal imóveis para venda em Paraná e São Paulo, contarão com um simulador de financiamento imobiliário da Bcredi. Com apenas algumas informações, os consumidores terão acesso as taxas e valores para o financiamento do bem desejado.

O intuito dessa parceria é descomplicar a vida de quem procura imóveis, facilitando a simulação e contratação de crédito para a compra do imóvel. “Estamos investindo em um público extremamente qualificado, que acessa o portal e está buscando um imóvel. Queremos mostrar com a nossa ferramenta as opções de crédito imobiliário para esse consumidor, que pode ter acesso a um processo de financiamento flexível, rápido e eficaz”, comenta Maria Teresa Fornea, co-founder da Bcredi.

A Bcredi tem como objetivo facilitar o processo de contratação do crédito imobiliário no País, através do financiamento e do crédito com garantia de imóvel. Essa parceria é uma importante ferramenta nesse sentindo, principalmente para expandir e divulgar ainda mais seus serviços.

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Governo lança programa de internacionalização de startups

As startups brasileiras terão, a partir desta sexta-feira, mais um incentivo para se internacionalizar. Foi lançado, em São Paulo, o StartOut Brasil, novo programa do governo federal que levará, por ano, 60 empresas para participar de semanas de imersão nos mais variados ecossistemas de inovação do mundo. O governo investirá R$ 3 milhões por ano no projeto.

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) é um dos realizadores do StartOut Brasil. Como explicou o secretário de Inovação e Novos Negócios do MDIC, Marcos Vinícius de Souza, a expectativa do governo é que as empresas tenham um maior volume de negócios no exterior e tragam boas práticas de gestão dos mercados de inovação mais maduros.

Para isso, as empresas selecionadas para participar do programa receberão apoio em todas etapas do processo de internacionalização. “O MDIC, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores, Apex-Brasil, Sebrae e Anprotec, estará ao lado das startups do momento de planejamento ao softlanding, que é quando elas chegam no mercado de destino para se instalarem. Nós temos certeza que as empresas irão conquistar o mundo com o StartOut Brasil”, declarou Souza no lançamento do evento.

Primeira missão

A primeira missão será realizada de 3 a 8 de dezembro, em Paris. Uma das empresas selecionadas foi o Portal Telemedicina, uma plataforma que utiliza inteligência artificial para processamento de exames e informações médicas. Para Rafael Figueroa, CEO da empresa, a viagem a Paris será uma oportunidade para ampliar a rede de contatos no exterior.

“É muito importante as startups brasileiras já nascerem com mentalidade global. Isso nos torna mais competitivos lá fora. E, com certeza, participando de uma missão organizada pelo governo brasileiro, teremos acesso facilitado a especialistas, investidores e empreendedores franceses, o que será muito importante para nosso processo de internacionalização”, disse.

Além da Portal Telemedicina, outras 13 startups irão participar da missão em Paris. Confira a lista: Molegolar, Sellead, N2N Virtual, Asel Tech, Aya Tech, Simbio
Checkmob, Synappse Assist, Birdmind, Biosolvit, Ergon Projetos, Noeh e Filho sem fila.

StartOut Brasil

O StartOut Brasil selecionará, por ciclo de imersão, até 15 startups com potencial de internacionalização para participar de missões no exterior. As empresas terão acesso à consultoria especializada em internacionalização, mentoria com especialistas no mercado de destino e treinamento de pitch. Além disso, durante a missão, cumprem agenda de trabalho montada para promover a prospecção de clientes e investidores e a conexão a ambientes de inovação, com visita a aceleradoras e incubadoras. Também são realizados seminários de oportunidades e reuniões com prestadores de serviço. No último dia da missão, é realizado um demoday para investidores.

Quando retornam ao Brasil, as empresas terão apoio para definir sua estratégia de internacionalização e realizar a efetiva instalação no mercado-alvo (softlanding).

Próximos destinos

Em outubro, 13 startups participaram da missão piloto do StartOut Brasil, em Buenos Aires, na Argentina. A iniciativa fez parte de uma ação conjunta entre os governos do Brasil e da Argentina para aproximar os ecossistemas de inovação dos dois países.

Confira a programação completa da missão em Buenos Aires

No ano que vem, serão realizadas quatro missões de internacionalização. Em maio, as startups brasileiras terão a oportunidade de conhecer o ambiente de inovação de Berlim. No segundo semestre, as empresas serão irão a Miami e Lisboa, em agosto e novembro.

Fonte: Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

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Unisys anuncia Luis Carlos Rego como VP e Líder de Serviços Financeiros para América Latina

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia ao mercado a contratação de Luis Carlos Rego como Vice-presidente e Líder da Vertical de Serviços Financeiros para América Latina. Nesta função, ele será responsável por alavancar os negócios da companhia nesta vertical, que atualmente representa 23% das receitas globais com base nos resultados do terceiro trimestre fiscal. Luis está baseado em São Paulo e reporta-se a Eduardo Almeida, VP de Enterprise Solutions e Gerente Geral da Unisys para a América Latina.

A Unisys tem uma forte atuação no segmento financeiro na América Latina, com uma base sólida de clientes e um amplo portfólio de soluções que otimizam e protegem as operações dessas organizações, que vão desde plataformas omnichannel para bancos digitais, sistemas de core bancário, aplicações de crédito imobiliário, serviços gerenciados de segurança, além de todo o suporte e gestão de equipamentos e sistemas de back-office. No mundo, 600 instituições financeiras confiam nas soluções da Unisys, entre as quais estão mais da metade dos 50 maiores bancos globais.

O executivo tem mais de 23 anos de experiência nas indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações no Brasil e na América Latina. Em sua carreira, acumula passagem de destaque pela Cisco, onde exerceu funções de gerência e direção nos setores de vendas, marketing e inovação para toda a região. Atuou ainda em empresas de tecnologia e solucoes como StrataCom, AT&T, Telematics e CPM/Capgemini.

Luis é graduado em Engenharia Eletrônica pela Universidade Mackenzie, possui pós-graduação em Administração, com especialização em Finanças, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Especialização de Desenvolvimento Executivo pela Kellogg School of Management (Northwestern University).

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