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Arrow ECS tem planos de expansão em 2017

A Arrow ECS (Enterprise Computing Solutions), distribuidora que comercializa soluções corporativas de TI, desafiou e superou os grandes obstáculos de 2016, crescendo com um programa de canais focado no relacionamento e construção de planos de negócios. Com a estratégia de amplificar no Brasil o modelo de negócios global que transformou a empresa em um dos maiores distribuidores do mundo, a Arrow fechou 14 parcerias somente em 2016, agregando ao seu portfólio fabricantes como Oracle, RedHat, A10, Lenovo e Alcatel-Lucent.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados de 2016, as metas foram alcançadas e o período de transição já passou. Estamos muito bem estabelecidos no país”, afirma Ronaldo Miranda, vice-presidente para América Latina e gerente geral da Arrow ECS no Brasil. “Nosso portfólio de fabricantes permite aos canais a oferta de soluções completas aos clientes finais, com a grande vantagem de ter o apoio de valor agregado da Arrow”.

O ano de 2016 foi um marco para as conquistas da Arrow ECS no Brasil. A inauguração do novo escritório em São Paulo com uma estrutura completa para atender os parceiros e suportar o crescimento da empresa nos próximos anos, seguindo a estratégia Global “5 Years Out”, como explica Miranda, “a Arrow é uma gigante global com mais de 100 mil clientes entre fabricantes e revendas porque pensa sempre à frente, criando uma comunidade sólida de desenvolvimento continuado com nossos parceiros. Isso é 5 Years Out, estimular os parceiros a pensar cinco anos a frente para criar soluções integradas para o mercado”.

Adilson Mulha, diretor Comercial da Arrow ECS, enfatiza que a empresa vai consolidar no Brasil sua habilidade e liderança mundial em Megatendências. Durante o Arrow-Roadshow 2016, que passou por várias cidades do país, o foco foi em como trabalhar a estratégia “5 Years Out” para colaborar com as revendas no movimento de transformação do mundo atual com soluções em Segurança, Cloud, Datacenter/Hiperconvergência, Big Data/Social Media e Internet das Coisas (IoT).

Além do novo escritório, a Arrow modernizou sua operação logística, por meio de investimentos e da mudança de seus warehouses de Itatiaia (RJ) e Miami (EUA). Também foi criado um novo warehouse em Cajamar (SP) para suportar o crescimento acelerado do portfólio dos fabricantes parceiros.

“2017 será fundamental para as revendas se desenvolverem nestas tendências e investirem na capacitação para oferecer ao cliente final soluções completas. Neste contexto entra a Arrow e seu portfólio cross solutions para ajudar os parceiros não apenas com benefícios de financiamento e compra, mas também com suporte em treinamentos, demonstração de novas soluções, consultorias e todo o nosso expertise e contato direto com fabricantes”, comenta Ronaldo Miranda.

Governo

Para os canais que focam seus negócios no setor público, foi criada em 2016 a diretoria de Governo, composta por especialistas em pregões, licitações, editais e processos regulatórios. Este é um diferencial de mercado da distribuidora para atender a grande demanda das revendas.

A Diretoria de Governo da Arrow oferece um suporte administrativo, jurídico e comercial para as revendas atuarem no setor público e participarem de processos de venda utilizando a estrutura da Arrow. Lisia Souza, diretora para Governo da Arrow ECS destaca, “desde sua criação, a diretoria aumentou em mais de 100% o faturamento nesta modalidade de negócios. Hoje, temos diversas Atas de Registro de Preços de vários fabricantes e uma abrangência comercial em todas as regiões do país para dar suporte às suas revendas”.

Com um portfólio de 33 fabricantes, oferecendo soluções de ponta a ponta, a Arrow ECS Brasil possui sede em São Paulo e times regionais no Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Norte. Neste ano deverão ser anunciados mais quatro fabricantes ainda no primeiro trimestre.

Ronaldo Miranda finaliza: “estamos prontos para mais um ano de crescimento com foco no relacionamento e negócios crescentes com as revendas e com os fabricantes do nosso portfólio”.

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Para pequenas empresas, o ano não pode começar só depois do Carnaval – Por Cristiano Mendes

No Brasil, existe um ditado que diz que o ano só começa depois do Carnaval, pois o ritmo do mercado é mais lento nos dois primeiros meses do ano. Por isso, o mês de Janeiro e parte de Fevereiro são subestimados por serem um período de mercado devagar, entre as festas de final de ano e o Carnaval. Porém, este é o momento para as pequenas empresas colocarem essa ideia de lado. Inclusive, os negócios se deram melhor em 2014, ano em que o Carnaval atrasou para Março, o faturamento das micro e pequenas empresas de São Paulo em Fevereiro aumentou 9,7%, se comparado ao mesmo mês no ano anterior, segundo levantamento do SEBRAE-SP. Isso prova que os consumidores estão dispostos e interessados no mercado antes do Carnaval, por isso os pequenos negócios devem estar preparados para atendê-los.

O atraso do feriado em 2014 proporcionou mais tempo para as pequenas empresas que demonstraram bom desempenho e lucro. Naquele ano, já que esperar o Carnaval passar não era uma opção, pois significaria começar com força total apenas na metade para o final de Março, quase 3 meses depois do início do ano.

O começo do ano pode ser muito produtivo para um pequeno empreendedor, que pode, por exemplo, aproveitar para organizar a situação financeira e a declaração de imposto de renda do negócio, evitando potenciais processos burocráticos no período de pico de vendas. Pode também criar ou aprimorar a presença online, o que não necessita de altos investimentos. Mesmo se precisar construir sua identidade digital, aproveite para adquirir um domínio, um e-mail profissional e um site para promover seus serviços e produtos online para potenciais clientes pelo Brasil e pelo mundo. Até mesmo se você já possui uma página na web, foque em atualizar seu site, montar uma estratégia de mídias sociais e marketing digital que te aproxime dos seus clientes. Assim, com uma presença online consistente e pronta para atender os consumidores no momento certo, quando o mercado volta à ativa.

Portanto, os dois primeiros meses do ano podem ser um diferencial para ajudar o seu pequeno negócio a sair na frente da concorrência, porque você já pode iniciar a produção nesse momento de baixa de mercado, aproveitando o ritmo mais lento para focar em atividades estratégicas e de planejamento para sua empresa. Assim, quando o mercado voltar em força total, você já vai estar pronto, afinal, a melhor onda é de quem chega primeiro na praia.

Cristiano Mendes, Diretor de Produtos da GoDaddy para América Latina

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Ingram Micro contrata Celso Fulan e fortalece a área de Advanced Solutions

unnamed (2) A Ingram Micro Brasil, subsidiária brasileira da maior distribuidora global de tecnologia, continua investindo no crescimento da área de Advanced Solutions, promovendo seus talentos internos e repatriando bons profissionais que já passaram pela casa. Agora, por exemplo, para reforçar ainda mais a equipe dedicada a oferecer suporte na arquitetura de soluções para seus parceiros, a distribuidora anuncia Celso Fulan como head de Canais, Indústrias e Soluções.

A movimentação marca a continuidade de investimentos e o regresso de Fulan à Ingram Micro. Segundo o diretor da área, Luis Lourenço, “o time tem a missão de fortalecer e estreitar o relacionamento da Ingram Micro com revendedores de todo o país por meio de programas diferenciados que serão reforçados ao longo deste ano, apoiar o desenvolvimento dos parceiros e gerar demanda com clientes finais”.

“Estou muito feliz com a oportunidade de contribuir para o crescimento contínuo das operações de canais da Ingram Micro no país”, diz Fulan, que é graduado em engenharia mecânica e possui MBA executivo, com foco em TI, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Com 16 anos de experiência na área de vendas, desenvolvimento de canais e relacionamento com fabricantes, Fulan trabalhou na Ingram Micro entre os anos de 2000 e 2010, exercendo os cargos de gerente de pré-venda da IBM Servidores, Storage e Software e gerente de Unidade de Negócio da HP Servidores e Storage. Antes passou por empresas como General Electric (GE) e Network1.
A área de Advanced Solutions da Ingram Micro existe desde 2010, com portfolio de grandes marcas como Cisco, Emerson, IBM, Juniper, Oracle e Vmware, entre outras. Além disso, oferece suporte na arquitetura de soluções para acelerar a concretização de projetos e negócios de seus revendedores parceiros, tanto no mercado privado como na esfera de governo, em conjunto com os escritórios e atendimentos regionais.

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Cia Hering junta-se a startup brasileira de chat inteligente para mensurar resultados de treinamento do time comercial

Emmanuel Denaui

Durante o lançamento da coleção Inverno 2017 das marcas da Cia Hering, colaboradores de todo o Brasil tiraram seus smartphones dos bolsos para acelerar seu entendimento sobre os novos produtos que em breve vão estar à venda nas 824 lojas físicas (franquias e lojas próprias) e em mais de 11.000 lojas multimarcas e e-commerce. O time comercial contou com a plataforma Indica, da Hondana, usada para avaliar a compreensão dos colaboradores e garantir que todos estejam devidamente preparados para vender as novas peças.

Os resultados de vendas de uma empresa como a Cia Hering estão diretamente atrelados à capacitação dos seus colaboradores e à visibilidade do entendimento de toda a equipe. A plataforma Indica levou informações sobre as novas campanhas e validou os resultados de maneira igualmente rápida, em tempo real, alcançando uma resposta positiva dos colaboradores de 98% graças ao formato inovador da plataforma, parecido com uma conversa de Whatsapp.

“Foi um prazer ajudar a Cia Hering atingir toda a equipe, não importa onde esteja, e conquistar tamanha adesão voluntária a um projeto como este”, comenta Greg Bateman, Diretor Executivo da Hondana. “Esta tendência de capacitação através de “chat” que trouxemos dos EUA permitiu que a Cia Hering tivesse uma participação e engajamento 450% maior por se tornar um hábito tão comum para os colaboradores quanto checar o celular.”

Previamente um programa fechado para empresas globais, a Hondana abriu sua carteira em 2017 para receber novos clientes. Saiba mais no site www.hondana.com.br.

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Apenas um em cada cinco bancos e seguradoras acredita ser capaz de detectar uma violação de segurança cibernética

Os bancos e as seguradoras têm um nível significativamente elevado de confiança dos consumidores em relação à segurança cibernética de seus sistemas (83%) do que qualquer outro setor (com 28% no caso de empresas de comércio eletrônico e 13% em relação às de telecomunicações e varejo). No entanto, o setor de serviços financeiros não partilha do mesmo sentimento. Apenas um em cada cinco executivos bancários (21%) está altamente confiante de sua capacidade de detectar uma violação – mas nem todos saberão se defender dela. Esta é a constatação de um estudo publicado pela Capgemini, intitulado ‘The Currency of Trust: Why Banks and Insurers Must Make Customer Data Safer and More Secure’.

“Os bancos estão evoluindo suas capacidades para combater a ameaça sofisticada que os cibercriminosos representam, mas a compreensão pública das ameaças e desafios permanece baixa”, explica Maliha Rashid, líder de Cibersegurança da Capgemini.

O estudo conduzido com 7,6 mil consumidores e mais de 180 profissionais de privacidade e segurança de dados de bancos e de seguradoras de oito países (Alemanha, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Reino Unido e Suécia) destaca o nível de confiança creditada aos bancos pelos clientes.

Consumidores veem confiança nos bancos e seguradoras como vital

A maioria dos consumidores considera a privacidade e a segurança de dados como um fator extremamente importante na escolha de seu banco (65%). A lacuna entre a percepção dos consumidores e a realidade talvez possa ser explicada pelo fato de que, apesar de uma em cada quatro instituições financeiras já ter sido vítima de ataque, apenas 3% dos correntistas sabem que seu próprio banco foi violado.

Instituições de serviços financeiros são desafiadas a proteger dados

Enquanto as instituições financeiras, especialmente os bancos, estão investindo uma quantia surpreendente de dinheiro para assegurar seus sistemas, o número e a frequência de violações de dados ainda está subindo. A natureza evolutiva da ameaça e a falta de clareza entre os líderes talvez explique porque, apesar dos altos níveis de investimento, 71% das organizações não têm uma estratégia de segurança equilibrada e nem práticas consolidadas de privacidade de dados.

Nova regulamentação europeia deve aumentar sensibilização do público sobre eventuais violações

O Regulamento Geral de Proteção de Dados (da sigla em inglês GDPR – General Data Protection Regulation), legislação europeia que entrará em vigor em maio de 2018, forçará as organizações a divulgarem violações de dados dentro de 72 horas – ou sofrerão penalidades. Embora seja uma lei relativa à União Europeia, ela se aplicará a qualquer empresa que detenha dados sobre um cidadão europeu ou que opere neste mercado, o que também deverá afetar bancos e seguradoras de outros países. Embora o cumprimento seja mandatória e falte pouco mais de um ano para seu lançamento, entre os executivos pesquisados, apenas um terço (32%) respondeu que sua organização tenha feito os avanços para a implementação das diretrizes iniciais.

Caso a confiança nas instituições financeiras seja abalada, os consumidores a deixarão

Embora muitos confiem nos bancos e seguradoras quanto à segurança dos seus dados, uma vez que essa confiança for quebrada, correntistas e segurados estarão suscetíveis a agir. Três quartos dos consumidores (74%) mudariam de instituição em caso de violação de dados. Entre aqueles que permaneceriam com seu banco ou seguradora caso suas informações fossem comprometidas, mais de um quarto passaria a ser mais cauteloso sobre investimentos adicionais.

“Quando a nova regulamentação estiver vigente as respectivas violações divulgadas, muitas pessoas ficarão surpresas. Será uma excelente oportunidade para a transformação de negócios de bancos e seguradoras, permitindo que se tornem verdadeiras fortalezas digitais”, afirma Zhiwei Jiang, líder global de serviços financeiros, Insights e Dados da Capgemini.

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A importância do mobile para os negócios – Por Marcílio Junior

Atualmente, os smartphones fazem mais parte da vida das pessoas do que seus computadores. De acordo com uma pesquisa feita pelo IBGE, desde 2014, o celular é o principal meio de acesso à internet da população brasileira. Portanto, é muito importante para qualquer negócio estar também nos smartphones de seus clientes. Além de todas as vantagens que um aplicativo pode trazer para os usuários, investir em mobile também pode significar boas reduções de custos. Muitos enxergam esse investimento como uma excelente saída para os tempos de crise que temos vivido em nosso país.

Porém, muito deve ser considerado ao tomar a decisão de investir em aplicativos. Não é algo que você irá fazer da noite para o dia. É de extrema importância conhecer bem seus usuários, mercado e traçar de forma correta seus objetivos, já que seguir caminhos errados em fases iniciais de estudos podem comprometer toda sua ideia e o sucesso do seu projeto. O ideal é ponderar bem sobre seus objetivos gerais, priorizar e atacar um a um de forma organizada e simples. Não adianta ter em mãos um aplicativo que você acha que irá resolver todos os problemas de uma única maneira.

Lançar seus apps sempre começando com MVPs (Produto Mínimo Viável), também é uma ótima ideia para conhecer bem seus consumidores e aprender durante o processo de desenvolvimento da sua ideia. Muitas vezes o foco inicial de um produto é alterado depois de fases iniciais de testes com os usuários reais.

Por isso, a UX (User Experience) tem um papel de extrema importância no sucesso ou fracasso de um aplicativo. Usuários não buscam apenas aplicativos com um apelo visual grande ou somente uma interface bonita. A experiência proporcionada no uso do mesmo é tão importante quanto sua funcionalidade.

Quem quer criar um app não pode pensar em apenas resolver um problema, isso muitos já fazem. É necessário ter uma experiência mais fluída possível, fazendo que com que o usuário utilize o aplicativo na forma mais fácil e rápida, já que com os dias corridos que temos atualmente, ninguém quer passar tempo demais procurando menus escondidos ou pulando de tela em tela para fazer uma simples tarefa. Então, pode-se dizer com certeza que quanto melhor a experiência do seu app, maior será sua possibilidade de sucesso.

Por fim, você pode estar pensando, mas afinal, qual é o momento certo de investir no mobile? A resposta é simples: A-G-O-R-A! Se você ainda não começou a planejar a criação de um aplicativo para melhorar a experiência dos seus clientes, você está ficando para trás. Pense nisso!

Marcílio Júnior, desenvolvedor mobile na HE:labs. Mineiro, graduado em Ciência da Computação e especialista em Estratégias em Arquitetura de Software, atua com desenvolvimento desde 2007 e com iOS desde 2012. Com experiência em clientes de diversos tipos e tamanhos, descobriu o como é bom trabalhar ao entrar na HE e viver uma experiência de trabalho inovadora!

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IBM Delivers Watson for Cyber Security to Power Cognitive Security Operations Centers

IBM X-Force Command Centers

IBM Security (NYSE: IBM) today announced the availability of Watson for Cyber Security, the industry’s first augmented intelligence technology designed to power cognitive security operations centers (SOCs). Over the past year, Watson has been trained on the language of cybersecurity, ingesting over 1 million security documents. Watson can now help security analysts parse thousands of natural language research reports that have never before been accessible to modern security tools.

According to IBM research, security teams sift through more than 200,000 security events per day on average, leading to over 20,000 hours per year wasted chasing false positives.1 The need to introduce cognitive technologies into security operations centers will be critical to keep up with the anticipated doubling of security incidents over the next five years and increased regulation globally.2

Watson for Cyber Security will be integrated into IBM’s new Cognitive SOC platform, bringing together advanced cognitive technologies with security operations and providing the ability to respond to threats across endpoints, networks, users and cloud. The centerpiece of this platform is IBM QRadar Advisor with Watson, the first tool that taps into Watson’s corpus of cybersecurity insights. This new app is already being used by Avnet, University of New Brunswick, Sopra Steria and 40 other customers globally to augment security analysts’ investigations into security incidents.

IBM has also invested in research to bring cognitive tools into its global X-Force Command Center network, including a Watson-powered chatbot currently being used to interact with IBM Managed Security Services customers. IBM also revealed a new research project, code-named Havyn, pioneering a voice-powered security assistant that leverages Watson conversation technology to respond to verbal commands and natural language from security analysts.

“Today’s sophisticated cybersecurity threats attack on multiple fronts to conceal their activities, and our security analysts face the difficult task of pinpointing these attacks amongst a massive sea of security-related data,” said Sean Valcamp, Chief Information Security Officer at Avnet. “Watson makes concealment efforts more difficult by quickly analyzing multiple streams of data and comparing them with the latest security attack intelligence to provide a more complete picture of the threat. Watson also generates reports on these threats in a matter of minutes, which greatly speeds the time between detecting a potential event and my security team’s ability to respond accordingly.”

The IBM Cognitive SOC
As security teams evolve their strategies and tactics to thwart cybercriminals, the introduction of cognitive technologies into today’s security operations centers will be critical to keep pace. A recent IBM study found that only 7 percent of security professionals are using cognitive tools today, but that usage is expected to triple over the next 2-3 years.3

The IBM Cognitive SOC platform puts cognitive technologies into security analysts’ hands, enhancing their ability to fill gaps in intelligence and act with speed and accuracy. The IBM QRadar Advisor with Watson app brings cognitive capabilities to aid security analysts in their investigations and remediation through IBM’s QRadar security intelligence platform. The solution assists in the investigation of potential threats by correlating Watson’s natural language processing capabilities across security blogs, websites, research papers along with other sources, with threat intel and security incident data from QRadar, which can shorten cyber security investigations from weeks and days, to minutes.

“The Cognitive SOC is now a reality for clients looking to find an advantage against the growing legions of cybercriminals and next generation threats,” said Denis Kennelly, Vice President of Development and Technology, IBM Security. “Our investments in Watson for Cyber Security have given birth to several innovations in just under a year. Combining the unique abilities of man and machine intelligence will be critical to the next stage in the fight against advanced cybercrime.”

To extend the ability of the Cognitive SOC to endpoints, IBM Security also is announcing a new endpoint detection and response (EDR) solution called IBM BigFix Detect. The solution helps organizations gain full visibility into the constantly changing endpoint threat landscape while bridging the gap between malicious behavior detection and remediation. BigFix Detect is making EDR accessible and actionable, providing security analysts with the ability to see, understand and act on threats across their endpoints through a single platform, and delivers targeted remediation on impacted endpoints enterprise-wide in minutes.

When paired with the orchestration and automation capabilities of IBM Resilient’s Incident Response Platform (IRP), clients can turn cognitive SOC insight into action across enrichment, remediation, and mitigation functions. The IBM Cognitive SOC also brings together other technologies from IBM Security including i2 for cyber threat hunting and IBM X-Force Exchange.

Cognitive Security Services and Innovations
IBM will also help clients design, build and manage cognitive security operations centers globally through IBM Managed Security Services. Over the past five years, IBM has built over 300 security operations centers for clients in dozens of industries, including consumer packaged goods, retail, banking and education. Clients can choose to have IBM build their cognitive SOC on-premise or manage it virtually via the IBM Cloud as part of the IBM X-Force Command Center network.

IBM’s global network of X-Force Command Centers are using IBM’s cognitive capabilities like QRadar Advisor with Watson to enhance the investigation of security events. Another promising use case is a new research project code-named Havyn, which brings a voice to the cognitive SOC. The goal of Havyn is to create a voice-powered security assistant that can interact with security analysts on topics such as real-time threat updates and information on an organization’s security posture.

The Havyn project uses Watson APIs, BlueMix and IBM Cloud to provide real-time response to verbal requests and commands, accessing data from open source security intelligence, including IBM X-Force Exchange, as well as client-specific historic data and their security tools. For example, Havyn can provide security analysts with updates on new threats that have appeared and recommended remediation steps. Havyn is currently being tested by select researchers and analysts within IBM Managed Security Services.

Watson is also currently engaging with clients daily via a new chatbot tool deployed in IBM’s X-Force Command Center network, which manages over 1 trillion security events per month. Clients can choose to ask Watson questions via instant messaging about their security posture or network configurations. For example, clients can ask Watson questions about a device or ticket status. The tool is also capable of executing commands from IBM MSS customers, such as reassigning a ticket to a new owner.

For more information on Watson for Cyber Security and the IBM Cognitive SOC, visit: http://www-03.ibm.com/security/cognitive/

 



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Aplicativo brasileiro permite a gestão de frotas públicas

Em parceria com a Telit, líder global em Internet das Coisas, a Mobiware anuncia o lançamento do Helios Mobile, aplicativo brasileiro que permite a gestão de frotas públicas. Ligado à Internet das Coisas, o app conversa diretamente com o MDVR + kit de câmeras que captam a imagem e o som de qualquer veículo em tempo real.

Menor que um aparelho celular convencional, o dispositivo é extremamente compacto (12cm x 9cm x 2cm 0,57kgs) e traz grandes vantagens para veículos que transportam materiais de valor, químicos ou de risco. Em caso de acidente, por exemplo, a empresa conseguirá acompanhar imagens e sons transmitidos em tempo real. “Adicionalmente, o Helios Mobile traz benefícios para carros de utilidade pública como polícia, bombeiro, ambulância, bem como soluções de rastreamento de caminhões pesados e transportes de valores”, conta João Francisco da Costa, CEO da Mobiware.

Além disso, o modelo de negócio oferecido pela Mobiware propõe que o próprio usuário opere e mantenha a estrutura em seus dispositivos com pouco ou nenhum envolvimento de empresas de monitoramento. Com um login e uma senha de segurança, é possível ter acesso ao Helios e iniciar o controle e a comunicação com a frota cadastrada. O aplicativo também oferece suporte em casos como freada brusca, sensores de porta e temperatura, além da opção de envio de comandos para o bloqueio do veículo, acionamento da sirene e luzes de alerta.

“Oferecemos a opção de monitoramento em tempo real, atribuição automática de endereços para reais posições geográficas, histórico da viagem com animação exibido diretamente nos mapas e sem nenhuma despesa relativa à instalação ou acesso ao sistema. A nossa tecnologia é completa e pode ser utilizada em qualquer lugar do mundo, com conectividade à internet de ponta”, finaliza João.

O projeto contou com o fornecimento do módulo de comunicação 3G ou 4G da Telit. A solução é composta por um kit de até quatro câmeras de áudio e escuta, disponível para venda no próprio site da marca (http://www.mobiware.com.br/ ).

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Diebold Nixdorf e Air Bank fazem a ponte do físico ao digital para acesso a dinheiro em espécie com nova solução sem contato

O Air Bank, instituição financeira emergente da República Tcheca, estabeleceu uma parceria com a Diebold Nixdorf (NYSE: DBD), líder mundial na promoção do comércio conectado, com base na sua capacidade de inovar e fornecer experiências aprimoradas para os consumidores com o caixa eletrônico CS 2020, software e serviços. Os caixas eletrônicos oferecem uma grande variedade de funções digitais avançadas de software, entre elas a possibilidade de autenticar e efetuar transações sem o uso da tradicional leitora de cartões ou do terminal para inserção do PIN (número de identificação pessoal).

O Air Bank está testando a nova máquina sem contato que permite que os consumidores retirem dinheiro sem inserir o cartão na leitora. Para identificar o usuário, pode-se utilizar um cartão habilitado para NFC (Near Field Communication, ou campo de proximidade), um NFC-Stik ou um adesivo NFC, que podem ser colados a um smartphone, por exemplo, para se conectar com a leitora e digitar o PIN em uma tela de toque encriptada. A simplificação da interface com o usuário permite que os consumidores se beneficiem de um processamento de transações rápido, conveniente e que cria uma experiência aprimorada para o consumidor. A incorporação da leitora sem contato e de uma tela de toque encriptada para entrada do PIN aprimora ainda mais a experiência do consumidor ao eliminar os riscos de que o cartão fique preso e de ataques de “skimming”.

Pela primeira vez – e menos de seis meses depois de se transformar em uma empresa combinada –, a Diebold Nixdorf configurou e implementou rapidamente uma solução completa para o Air Bank da República Tcheca com tecnologia de hardware de ponta que utiliza um software avançado e oferece suporte a serviços de classe mundial.

Ganhador do prêmio Red Dot Design Award em 2016, o CS 2020 possui um design minimalista e oferece uma experiência inovadora para o consumidor, além de respaldar a filosofia do Air Bank de fornecer serviços de utilização fácil. “A simplicidade é um dos valores fundamentais do nosso banco”, disse Jaromir Vostry, gerente de produto para cartões do Air Bank. “Com recursos aprimorados, os novos caixas eletrônicos sem contato permitem que os clientes retirem dinheiro em espécie com o mesmo conforto e segurança que teriam se usassem pagamentos sem contato em lojas e em outros lugares.”

“Como líderes em inovação tecnológica, com o CS 2020 criamos um sistema que reúne as necessidades de hoje com a visão de amanhã para o acesso a dinheiro em espécie para todos os usuários. E estamos oferecendo a familiaridade, segurança e funcionalidade que os consumidores esperam em todos os ambientes omni-channel”, disse Ulrich Näher, vice-presidente sênior de sistemas da Diebold Nixdorf. “Como parceiros de tecnologia integral, estamos entusiasmados para trabalhar com o Air Bank para fornecer suporte a seu bem-sucedido produto para comércio conectado.”

O CS 2020 também pode ser configurado para identificar usuários sem cartão fazendo-se uma pré-autenticação com transação realizada no smartphone do consumidor. Depois que a transação é realizada, o usuário recebe um código QR (do inglês, Quick Response, em português, código de resposta rápida) seguro ou um PIN para ser utilizado apenas uma vez. Depois que o código QR é escaneado ou que o PIN é digitado no caixa eletrônico, este entrega o dinheiro rapidamente.

O Air Bank colabora com a Diebold Nixdorf desde sua fundação, em 2011. Desde então, o Air Bank tem investido bastante na expansão do seu canal de autosserviço e pretende expandir sua rede atual de 160 terminais com tecnologia de leitora de cartão tradicional e sem contato ao longo de 2017.

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Tecnologia e lnovação transformam ônibus em lanchonete

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Um novo conceito para a gastronomia chega às ruas de São Bernardo do Campo com uma proposta totalmente inovadora. Trata-se do “Busger”, um ônibus de dois andares completamente repaginado e adaptado com tecnologia da NCR Corporation, líder global em soluções omnichannel, para oferecer uma experiência diferenciada ao consumidor.

O ônibus tem dois andares, sendo o de cima para os clientes e o debaixo para a cozinha, além da área externa que acomoda mesas e cadeiras. Totalmente moderno, o Busger possui televisão e som ambiente para os clientes, e capacidade para estocar muitos produtos, como 2 mil hambúrgueres, 300 litros de chopp, cerca de mil refrigerantes, entre outros itens.

Além de ser um projeto diferenciado pela proposta e pelo design, o Busger está equipado com uma série de soluções omnichannel da NCR, como o pagamento via celular, para oferecer uma experiência única ao consumidor.

“Encontramos uma oportunidade no mercado e decidimos inovar. Oferecer um ambiente totalmente inovador aos nossos clientes é um grande diferencial para atraí-los e fidelizá-los”, explicam Rodrigo Arjonas e Luciano Oberle, proprietários do ônibus gastronômico. Além disso, eles contam que “a tecnologia da NCR foi fundamental para a gestão e controle de todos os processos de venda, além de abrir espaço para implementarmos uma nova modalidade de pagamento que já agrada muitos de nossos clientes”.

Com um menu variado de sanduíches, finger foods, aperitivos e chopps gelados, o Busger londrino atende em um ponto permanente em São Bernardo do Campo, município do estado de São Paulo. O estabelecimento recebe de 100 a 150 pessoas por dia.

O Busger londrino é o segundo projeto idealizado pelos proprietários que já mantem um ônibus escolar americano com o mesmo conceito no bairro do Ipiranga, na capital paulista.

Tecnologia para o consumidor

Com o NCR Colibri 8, software para a gestão de venda nos estabelecimentos do segmento de food service, o Busger tem o total controle dos pedidos, do fluxo de venda dos produtos e mensuração do consumo. Além disso, a produção é muito mais rápida, pois os pedidos são enviados diretamente para a cozinha, dispensando os processos manuais.

Para maior comodidade dos clientes, o software NCR Colibri 8 está integrado ao aplicativo VocêQPad. Com ele, o consumidor do Busger pode solicitar o pedido pelo próprio celular. Basta fazer a leitura do QRCode disponível em sua mesa, fazer o pedido (com acesso ao cardápio e campo para opções personalizadas), efetuar o pagamento e aguardar ser chamado por uma senha.

“Com soluções seguras, práticas e intuitivas, a NCR fornece todas as ferramentas para transformar o estabelecimento e atender às expectativas do consumidor que, por sua vez, tem a opção de interagir com a marca ou empresa da maneira que achar melhor, no ambiente físico ou virtual”, explica Luiz Bento, diretor geral para o mercado de Hospitality da NCR no Brasil.

Segurança nas operações de venda

O Busger também utiliza o NCR Back Office, software para o monitoramento remoto de todas as funções financeiras e administrativas de uma cadeia de restaurantes por meio de uma central. As soluções da NCR foram incorporadas pela Delta K Automação, revendedora autorizada que acompanha o projeto.

“Um dos principais benefícios da automação do Busger é a possibilidade de gerenciar e acompanhar as vendas dos dois estabelecimentos por meio de um único sistema. Ou seja, do ônibus londrino os proprietários acompanham as atividades do ônibus americano, e vice-versa”, diz Eduardo Carnicelli Marçal, da Delta K.

Para os próximos passos, Rodrigo Arjonas e Luciano Oberle estudam franquear o negócio. O processo está em andamento e a ideia é que as futuras unidades tenham os mesmos padrões já utilizados pelos ônibus.

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Infobip apresenta sua plataforma omnichannel no Mobile World Congress 2017

A Infobip, empresa de plataformas próprias de mensagens e comunicação via redes móveis, vai participar da Mobile World 2017, em Barcelona. Em seu estande, a companhia vai apresentar soluções, com a presença de seus principais executivos, entre eles, Silvio Kutic, CEO e fundador. Na ocasião, a multinacional vai destacar seus programas omnichannel, soluções que integram os canais de comunicação de uma empresa em uma plataforma única e coesa.

“Acreditamos que o omnichannel está cada vez mais presente, quando se fala de comunicação corporativa, pois permite a interação única de todos os canais da empresa. A Infobip está pronta para atender o mercado e alavancar o alcance dos nossos clientes, por meio de mais de 300 conexões com operadoras em 190 países. Por meio do nosso sistema, é possível conectar as informações de histórico de e-mails, ligações e chats on-line em uma única plataforma. Como resultado, o atendimento aos clientes se torna mais rápido e eficiente”, afirma Yuri Fiaschi, country manager da Infobip no Brasil. “Nossa plataforma garante uma ampla cobertura de ponta a ponta, pois impulsiona os dois lados do ecossistema móvel: empresas e operadoras.”

Desde 2002, a missão da Infobip tem sido criar interações móveis perfeitas entre pessoas e empresas. Hoje, mais de 200 mil clientes e 300 operadoras de telefonia móvel confiam na empresa para proporcionar experiências móveis efetivas a seus negócios. Como parte integrante da evolução da indústria de SMS, a empresa está comprometida com a construção de soluções móveis que funcionem.

Com desenvolvedores dedicados, a Infobip constrói alicerces que atendem às necessidades do cliente e estimulam a inovação. Com mais de 200 milhões de transações diárias, a plataforma da empresa pode atender a todas as necessidades relacionadas ao sistema de mensageria, com roteamento inteligente e alta produtividade, para garantir que o tráfego seja tratado de forma eficiente. Para se manter ativa 99,99% do tempo, a companhia conta com seis data centers globais em locais estratégicos, para garantir máxima redundância e latência limitada. Além disso, os engenheiros de suporte da Infobip são altamente treinados e estão disponíveis 24 x 7. O suporte premium é padrão para todos os clientes, ou seja, sempre com acesso a pessoas reais, que garantem o melhor tempo de resposta da indústria.

“A Infobip participa da Mobile World Congress desde 2009. Consideramos esse o evento mais importante do ano para nossos negócios, pois temos a oportunidade de apresentar nossas soluções para potenciais clientes. Percebemos que a tendência é de que as empresas integrem cada vez mais seus canais de comunicação e queremos oferecer isso ao mercado”, explica Fiaschi.

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Avanade Technology Vision 2017: empresas devem investir em Inteligência Artificial

Organizações têm uma pequena janela para fazerem testes e se tornarem familiarizadas com as estratégias e tecnologias, e assim se prepararem para um mundo em que a Inteligência Artificial será prioridade. Essa foi a principal descoberta de um novo relatório da Avanade, provedora líder de soluções digitais e cloud.

O relatório Avanade Technology Vision 2017 observou as tendências para os próximos três anos e concluiu que estamos no limiar de uma nova década de disrupção digital, impulsionada por inteligência artificial e automação. Ele indica que essa era, em que IA será prioridade, trará poderosas oportunidades e novas capacidades para as organizações, de forma similar ao que aconteceu na revolução dos computadores pessoais da década de 90 – mas a transformação deve começar agora.

O documento destaca que essa nova era já está criando novas formas para as organizações interagirem, servirem e empoderarem seus clientes e funcionários. Por exemplo: ao utilizar IA em automação inteligente, Robotic Process Automation (RPA) e automação física, empresas permitirão que seus times conquistem mais e mais rápido, com iniciativas inteligentes e resultados aprimorados.

Além disso, conforme cloud, big data e mobile continuem em seus processos de convergência, o relatório prevê que as interfaces baseadas em IA levarão a interações mais profundas e significativas, uma “centralização situacional”, feita sob medida não apenas para cada funcionário ou cliente, mas também única para a situação em que se encontram.

Outro tema central é a necessidade das organizações agirem de forma responsável e adotarem uma ética digital, uma vez que cada ação digital pode ter consequências não intencionais. Fica claro que IA está alterando a forma como vivemos, trabalhamos e entendemos o mundo, e essa “digitalização de tudo” requer um novo parâmetro para responsabilidade corporativa.

“Não apenas IA está recriando a experiência digital dos consumidores, mas está prestes a se tornar o conjunto de tecnologias mais importante que você pode dar à sua força de trabalho,“ afirmou Chris Miller, Chief Technology Innovation Officer na Avanade. “Conforme atividades mais simples e repetitivas são automatizadas, veremos um acréscimo no tempo disponível para pessoas e em suas capacidades cognitivas, para se concentrarem em coisas de importância para elas mesmas e para as organizações para as quais trabalham.”

O Avanade Technology Vision 2017 identificou cinco medidas que as empresas podem tomar para sobreviver e crescer nessa nova era de IA:

1. Incorpore IA como uma nova camada para a experiência do usuário: Clientes não estarão apenas em aplicativos ou na internet. Eles esperarão assistentes equipados com IA e interfaces invisíveis, assim como experiências diferenciadas como voz, realidade mista e tátil.

2. Aprimore suas equipes: os ganhos obtidos por inovar a produtividade no local de trabalho alcançaram um platô, mas IA ajudará as organizações a alcançar novos níveis de eficiência e eficácia. Uma força de trabalho aprimorada por meio de IA também ajudará as empresas a reter uma nova geração de funcionários.

3. Se conecte à economia das plataformas: Organizações devem estar preparadas para criar e se unir às plataformas baseadas em IA em suas respectivas indústrias e outras, para que possam alcançar os consumidores em qualquer lugar.

4. Adote uma abordagem DesignOps em todos os lugares: Combinar design thinking e princípios da engenharia moderna será uma necessidade para a transformação digital de uma empresa para uma entidade centrada no usuário. Organizações devem começar imediatamente a construir uma cultura, mindset e modelo de negócios preparados para a revolução DesignOps – na qual todos estão focados no usuário.

5. Aja com responsabilidade e tenha um plano para consequências secundárias: A ascensão da IA está alterando fundamentalmente tudo sobre como vivemos, trabalhamos e compreendemos nosso mundo. Organizações devem desenvolver um framework de ética digital que aborde questões como segurança de dados, confiança e privacidade, e que dê orientações sobre como os dados devem ser obtidos e utilizados.

Miller comentou: “Inteligência artificial se tornou uma realidade. Organizações que se movimentarem para se aproveitar dela alcançarão novos níveis de produtividade, assim como níveis altos de engajamento e satisfação de equipes.”

“No Brasil, em um momento onde as empresas buscam inovar sem aumentar seus orçamentos, a adoção de técnicas de Inteligência artificial e a automação estão acelerados, pois permitem reduzir investimentos em atividades repetitivas e assim liberam investimentos para inovações que realmente trazem valor. É uma nova revolução industrial, inclusive na área de serviços” comenta Marcelo Serigo, Digital Advisory and Innovation Lead da Avanade.

Para ter mais informações sobre o Avanade Technology Vision 2017, visite: www.avanade.com/en/thinking/research-and-insights/tech-vision

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T-Systems desenvolve plataforma específica para desenvolvedores de software

A T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de disponibilizar uma nova modalidade de sua ferramenta digital para desenvolvedores de software, a AppAgile. Trata-se de uma plataforma de desenvolvimento pronta para aplicações de negócio e data analytics baseada em nuvem, que agora será oferecida por meio da Microsoft Azure.

A AppAgile Azure Hybrid está disponível na Alemanha a partir da nuvem da Microsoft e, globalmente, como plataforma como serviço (PaaS) modular, oferecida a partir da plataforma Red Hat Open Shift.

A partir de sua nuvem na Alemanha, a Microsoft oferece serviços Azure para data centers daquele país, garantindo que os dados de clientes são processados e armazenados localmente. Nestes casos, o acesso aos dados é administrado pela T-Systems, de modo que o acesso externo aos dados só pode ser autorizado por ela ou pelos clientes.

A abordagem oferecida pela AppAgile Hybrid permite aos clientes combinar aplicações críticas com ofertas públicas em nuvem, sem abrir mão do controle total de seus dados. Para isso, tanto a AppAgile Azure Hybrid como a plataforma de serviços são oferecidos em um pacote de serviços gerenciados fim a fim, com um único acordo de nível de serviço (SLA).

A T-Systems desenvovleu a solução em parceria com a Red Hat e com a Microsoft. Esta combinação garante a criação de uma oferta global com máxima escalabilidade e disponibilidade. O foco da oferta é o mercado corporartivo, mais especificamwente as empresas que tenham desenvolvimento intenso de tecnologias disruptivas, como nuvem móvel, análise de dados ou internet das coisas. Nestes casos, as companhias podem utilizar as tecnologias em nuvem com segurança, combinando-as com seus próprioas processos de negócios.

AppAgile

A AppAgile é uma oferta de plataforma como serviço modular que combina platadformas de desenvolvimento técnico com aplicações de negócios na nuvem. Com a AppAgile, a T-Systems oferece serviços de middleware pré-configurados, como servidores de dados, servidores de aplicações e servidores web.

Estes recursos podems er acessados, utilizados e escalados em segundos. A plataforma coordena a operação de workloads Java e de bancos de dados e provê contâineres para o desenvolvimento de aplicações in-house e Ana;ytuics como serviço.

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Kickante levanta mais de R$ 40 milhões em apenas 3 anos

Com o balanço do ano de 2016, a Kickante se consolida como a maior plataforma de crowdfunding (financiamento coletivo) do Brasil

Em seu terceiro ano de vida, em 2016, a Kickante voou em céu de brigadeiro: foram R$ 18,4 milhões financiados para viabilizar um total de 24,7 mil projetos, entre ações sociais, culturais e de empreendedorismo. No total de seu histórico, os números são ainda mais agressivos: 51,1 mil projetos viabilizados, com mais de R$ 40 milhões levantados.

“Estamos muito orgulhosos desse resultado, pois reflete não só a nossa eficiência operacional e comprometimento com nossos valores mas, ao contrário do que muitos pregam, a grande generosidade do povo brasileiro”, comenta Candice Pascoal, fundadora e CEO da companhia.

O fato é que na última Pesquisa Doação Brasil publicada pelo IDIS (Instituto pelo Desenvolvimento do Investimento Social), 77% dos brasileiros fizeram algum tipo de doação ao longo de um ano.

Além do volume grande de projetos pequenos e médios, o ano de 2016 também fechou com destaques importantes, como a campanha Gotas no Oceano – Construindo um Mundo Melhor. “Esse foi um dos inúmeros projetos que superou a meta em 49%, visto que o objetivo era arrecadar 300 mil reais, mas com a contribuição de 2,3 mil pessoas chegamos a 449 mil reais”, comemora Candice. E finaliza: “Para 2017 pretendemos continuar muito fortes nas ações sociais e continuar crescendo com as ações culturais e de empreendedorismo.

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71% dos internautas brasileiros já reclamaram de produtos ou serviços

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Você já se queixou de um produto ou serviço em algum canal de reclamação? Se a sua resposta é sim, você está na mesma situação que 71% dos internautas brasileiros. Os dados são do CONECTAí Express, pesquisa nacional online realizada pelo CONECTA.

O atendimento online é o canal mais procurado: dentre os internautas que já fizeram reclamações, 50% utilizaram esse canal. Na sequência estão atendimento telefônico, o site Reclame Aqui, usado principalmente pela classe A (65%), e a ouvidoria da própria empresa que oferece o produto/serviço.

Consumidor digital-O CONECTA, referência no comportamento do consumidor digital, também realizou outras pesquisas para descobrir as preferências do internauta brasileiro em:

Clubes de assinatura

Compras online

Consumo de mídia

Downloads de filmes, séries e shows

Transportes mais usados para ir ao trabalho

Favorabilidade ao Uber

E-commerce preferido

Lanchonetes “fast food” mais frequentadas

Games eletrônicos

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas em dezembro de 2016 por meio do CONECTAi Express, pesquisa trimestral, online, multiclientes, com cobertura nacional, que permite responder a qualquer tipo de pergunta de forma exclusiva, rápida e econômica.

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RTM lança programa para selecionar startups com foco no mercado financeiro

A RTM – Rede de Telecomunicações para o Mercado, maior provedora de serviços para integração do mercado financeiro brasileiro, lançará, no dia 13 de fevereiro, o programa Desafio RTM, com apoio do Fintechlab, cujo objetivo é descobrir startups que tenham soluções aplicáveis ou adaptáveis para o mercado financeiro, que possam ser disponibilizadas em sua rede ou cloud privada com toda segurança e alta taxa de disponibilidade exigida pelos serviços de missão crítica.

Para participar, a startup precisa integrar as verticais de negócios de Fintech, Telecomunicações, Tecnologia da Informação e Conectividade e estar em estágio de teste comercial, operacional, crescimento (base de cliente/volume) ou expansão (novos produtos/mercados).

Desde o processo de seleção, os empreendedores são incentivados a pensar um pouco mais sobre seu negócio para o mercado financeiro. Ao passar de fase, eles têm mais contato com os executivos da RTM para discutir se suas propostas fazem realmente sentido. Ao se classificar para a final, o empreendedor passa a se relacionar com todos os departamentos. Nessa etapa, a solução será colocada à prova para descobrir se atende aos requisitos de negócio.

Na primeira etapa, a RTM selecionará as startups por meio de avaliação de um questionário. Essas empresas serão avaliadas por um grupo de executivos nos seguintes quesitos: qualificação da equipe, potencial de geração de valor, capacidade de entrega, grau de inovação e viabilidade técnica para ganho de escala. Na sequência, as mais qualificadas terão a oportunidade de se apresentar para uma seção de pitch e entrevistas. Ao final, até dez startups seguirão para a fase de concepção do projeto, recebendo apoio de mentores da RTM no desenvolvimento da solução e sendo auxiliado na resolução dos maiores desafios. As startups que tiverem uma experimentação bem-sucedida terão a oportunidade de ter a RTM como parceira ou investidora estratégica.

Para o diretor geral da RTM, André Mello, o mercado de startups no Brasil está aquecido. “Estamos otimistas de que vamos receber muitas ideias positivas. O empreendedorismo brasileiro é muito criativo. O potencial que esses jovens têm de gerar soluções é gigantesco. Por isso, queremos aproveitar esse relacionamento para conseguir entregar inovação cada vez mais rápido e de boa qualidade para os nossos clientes. Além disso, é uma relação de troca muito saudável. A experiência faz com que o empreendedor saia do programa com uma visão de mercado madura e aprimorada. Por outro lado, aprendemos muito também nesse meio. Fico pessoalmente empolgado em estar em um ambiente com startups, é algo inovador, criativo e contagiante. Essa integração nos obriga a pensar fora da caixa e nos impulsiona a buscar cada vez mais a inovação que produz transformações”, conclui Mello.

O Desafio é mais uma iniciativa do Conecta RTM, programa de inovação aberta, que tem por objetivo integrar o ecossistema tecnológico para promover a inovação nos negócios, antecipar tendências e mudanças no mercado, identificar oportunidades de novos produtos e serviços, gerando valor agregado para os clientes.

As empresas poderão se inscrever no site do programa até o dia 13 de março. O resultado será divulgado no início de maio.

Mais informações sobre o Desafio RTM, etapas de seleção, regulamento e dúvidas mais frequentes, podem ser acessadas pelo site www.rtm.net.br/desafio

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Gartner: mais de 40% das tarefas da Ciência de Dados serão automatizadas até 2020

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, afirma que mais de 40% das tarefas da Ciência de Dados serão automatizadas até 2020, resultando em um aumento de produtividade e maior uso de Dados e Analytics por citizen data scientists.

Esse tipo de profissional é definido pelo Gartner como a pessoa que cria ou gera modelos que usam Analytics avançado de diagnóstico ou capacidades preditivas e prescritivas, mas que tem função principal de trabalho fora do campo da estatística e da análise de dados.

De acordo com o Gartner, os citizen data scientists podem encurtar as distâncias entre o Analytics de autosserviço tradicional usado por usuários de negócios e as técnicas de Analytics avançado de cientistas de dados. Eles são capazes de realizar análises sofisticadas que anteriormente demandariam mais conhecimento, fornecendo Analytics avançado sem ter as habilidades que caracterizam os cientistas de dados.

Com a Ciência de Dados emergindo como um significativo diferenciador nas indústrias, a maior parte dos fornecedores de plataformas de software de Dados e Analytics agora está concentrada em fazer da simplificação seu principal objetivo por meio da automação de várias tarefas, tais como integração de dados e construção de modelos.

“Tornar os produtos da Ciência de Dados mais fáceis para o uso pelos citizen data scientists aumentará o alcance dos fornecedores na empresa e ajudará a superar as falhas nas competências. O segredo para a simplicidade são a automação de tarefas que são repetitivas, a intensidade manual e não exigir conhecimento profundo dessa ciência “, explica Alexander Linden, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Linden afirma que o aumento da automação também proporcionará melhorias significativas na produtividade para cientistas de dados. Poucos profissionais serão necessários para fazer a mesma quantidade de trabalho, mas cada projeto avançado da Ciência de Dados ainda precisará de pelo menos um ou dois cientistas.

O Gartner também prevê que os citizen data scientists ultrapassarão os cientistas de dados na quantidade de análises avançadas produzidas até 2019. Muitos materiais produzidos pelos citizen data scientists alimentarão e impactarão os negócios, criando um ambiente conduzido por Analytics mais abrangente, enquanto, ao mesmo tempo, suportarão os profissionais tradicionais que podem mudar seu foco para uma análise mais complexa.

“A maioria das organizações não tem cientistas de dados suficientes que estejam consistentemente disponíveis no negócio, mas elas possuem muitos analistas de informações qualificados que poderiam se tornar citizen data scientists”, afirma Joao Tapadinhas, Diretor de Pesquisas do Gartner. “Equipados com ferramentas apropriadas, eles podem realizar análises diagnósticas complexas e criar modelos que alavanquem o Analytics preditivo ou prescritivo. Isso permite a eles ir além do alcance da análise de dados comum de negócios para processos com maior profundidade e amplitude.”

De acordo com o Gartner, o resultado será o acesso a mais fontes de dados, incluindo tipos mais complexos, uma variedade de capacidades analíticas mais amplas e sofisticadas e o empoderamento de um grande público de analistas em toda a organização, com uma forma simplificada da Ciência de Dados.

“Atualmente, o acesso à Ciência de Dados é desigual devido à falta de recursos e à complexidade. Nem todas as empresas poderão alavancá-la. Para algumas organizações, a citizen data science será, portanto, uma solução mais simples e rápida. O melhor caminho para o Analytics avançado”, completa Tapadinhas.

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Huawei e Oracle assinam memorando de entendimento para ecossistema IoT

Huawei e Oracle assinaram o Memorando de Entendimento (MoU, na sigla em inglês) “Parceria Para Equipar o Ecossistema IoT”, que abrange uma cooperação das atividades da Huawei AMI Solution com a Oracle Utilities Meter Data Management (MDM), a Oracle Utilities Smart Grid Gateway (SGG) e produtos Oracle Utilities.

A Huawei e Oracle continuarão cooperando em torno dos requisitos dos clientes, com as partes podendo utilizar os produtos e soluções líderes de TIC da Huawei, juntamente com a forte capacidade de P&D e serviços de implantação e terceirização da Oracle para a indústria de serviços públicos. Esta colaboração habilitará uma solução AMI fim a fim, ajudando empresas de energia e rede a melhorarem tanto a experiência do cliente como a eficiência da operação, além de economizarem energia e reduzirem as emissões de gases.

A Huawei, um membro Platinum da Oracle PartnerNetwork, fornece um pacote de serviços com a sua solução AMI. A solução pode gerenciar medidores inteligentes, redes de comunicação e sistema de head-end usando o Oracle Utilities MDM, o Oracle Utilities SGG e o Oracle Utilities Customer Care and Billing (CC&B) para suportar o MDAS e sistemas de clientes. Anteriormente, Huawei e Oracle concluíram os testes de integração para o Huawei AMI Solution Head End System, o Oracle Utilities MDM e o Oracle Utilities SGG. As duas empresas usaram tecnologia TI padrão com arquitetura aberta para atingir a interoperabilidade.

O Oracle Utilities MDM fornece um gerenciamento de comandos dos medidores para ligação remota, acesso a dados e eventos e ping do medidor. Com essas funções, o Oracle Utilities MDM e o Huawei HES trabalham juntos para otimizar os cenário AMI, tais como implantação de medidores inteligentes, controle remoto, análise de energia e análise da qualidade da energia. Com base no sucesso do teste de integração e no seminário de tecnologia, a Huawei e Oracle concordaram em continuar a cooperação, que deverá ajudar a melhorar a construção da rede global e ampliar o conhecimento global em torno da maturidade e direção dos serviços públicos.

“A Huawei está satisfeita por estabelecer um relacionamento favorável de cooperação com a Oracle no segmento de grid inteligente conectado. Planejamos ampliar o investimento estratégico em projetos de construção de soluções, expansão de mercado e marketing conjunto, conduzir a cooperação de forma profunda e consistente e, finalmente, alcançar uma situação de negócios favorável para ambas as partes”, disse o diretor geral de soluções de energia da Huawei, Cong Peijin.

“A Oracle espera trabalhar ao lado da Huawei em marketing, vendas e tecnologia para levar a solução AMI para os segmentos alvo. A Huawei, aproveitando a experiência da Oracle em clientes e serviços públicos, abordará oportunidades para os clientes e alcançará uma boa situação de negócios para ambas as partes”, disse o diretor regional sênior de vendas da Oracle para a China, Stuart Shaw.

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