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Ebit estima vendas de R$8,7 bi no e-commerce para o Natal, alta de 13%

O e-commerce deverá faturar R$8,7 bilhões no Natal de 2017, crescimento nominal de 13% ante ao mesmo período do ano anterior, aponta a Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro. O número de pedidos deve crescer 11%, de 16,6 milhões para 18,4 milhões, enquanto o tíquete médio apresentará uma tímida elevação de 2%, de R$463 para R$471.

Para este levantamento a Ebit considera as vendas estimadas para o e-commerce no período de 15 de novembro a 24 de dezembro, incluindo o período da Black Friday. “O faturamento da Black Friday deverá corresponder a quase 1/4 do total estimado para o Natal neste ano. A Black Friday vem se consolidando no calendário do varejo ano a pós ano e, com isso, ganha cada vez mais relevância dentro da estratégia das empresas para o Natal”, afirma Pedro Guasti, CEO da Ebit.

A tímida expansão do tíquete médio, de acordo com Guasti, é um reflexo dos descontos praticados durante a Black Friday e da queda de preços na cesta de produtos do comércio eletrônico, medida pelo Índice FIPE Buscapé. “Os preços do e-commerce estão registrando deflação há 12 meses consecutivos. Mantida esta tendência em dezembro, o índice deverá fechar 2017 com retração de 2,5%. Para o e-commerce, esse é um dado muito relevante, pois mostra que a alta no faturamento está apoiada no volume de pedidos. O consumidor está vindo cada vez mais para o e-commerce e comprando com mais recorrência”, explica.

O crescimento estimado para o período do Natal está em linha com o previsto pela Ebit para o segundo semestre de 2017. “No Webshoppers 36 apontamos uma alta de 12% a 15% para o segundo semestre, capitaneado pelas três grandes datas do calendário do varejo, Dia das Crianças, Black Friday e Natal. Se o Natal for bom como o mercado está esperando, nosso crescimento deverá voltar a ser de dois dígitos”, disse.

Confira as subcategorias e produtos que devem ser as mais vendidos (em volume de pedidos) neste ano:

1. Bonecas
2. Cafeteira
3. Camisa Esportiva
4. Camiseta Masculina
5. Celular e Smartphone
6. Cobre-Leito
7. Fogão
8. Jogo de Cama
9. Jogo de Panelas
10. Jogos de Vídeo Game
11. Livros
12. Perfume
13. Pneu de Carro
14. Relógio de Pulso
15. Sandálias Femininas

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Digio adquire plataforma Poup e passa a ter cashback

O Digio – plataforma digital de meios de pagamento do Banco CBSS – anuncia a aquisição da plataforma Poup. Com a transação, os clientes do Digio passarão a contar com o benefício do cashback, acesso a cupons de desconto e ofertas online. Grandes nomes do e-commerce como Americanas, Casas Bahia, Dafiti, Extra, Fnac, Livaria Cultura, Magazine Luiza, Netshoes, Ponto Frio, Ricardo Eletro, Saraiva, Shoptime, Submarino e Walmart fazem parte da base do Poup e estarão disponíveis para compras dos clientes Digio com vantagens adicionais.

“A aquisição da plataforma Poup é parte de um plano de ações com foco total em concessão de benefícios para os nossos clientes. Trazer o Poup para perto nos proporciona combinar experiências positivas e convertê-las de forma prática e inovadora ao cliente. A Plataforma Poup é uma startup brasileira acelerada de forma consistente, já integrada com mais de 80% dos e-commerces relevantes, tecnologia segura e uma relação bastante positiva com seus clientes, como por exemplo o aviso do Poup Alerta”, conta Carlos Giovane, CEO do Banco CBSS. O executivo adianta que a ideia, em um segundo momento, é expandir as possibilidades do cashback para as compras no mundo físico também.

A aquisição da plataforma Poup pelo Digio prevê também investimentos em curto prazo para melhorias na experiência do usuário por meio das duas plataformas.

Como funciona o cashback

A ideia, como o próprio nome diz, é ter dinheiro de volta. O consumidor receberá uma porcentagem do valor gasto com uma compra online, de acordo com os percentuais anunciados no portal de cashback. No caso do Poup, por exemplo, o usuário acessa a plataforma e clica na oferta desejada para ser redirecionado para a loja online. Ao concluir a compra no ambiente do e-commerce parceiro, ele é bonificado. Isso acontece porque a loja identifica que esse cliente chegou até lá via Poup e paga uma comissão para a start-up. Essa comissão é compartilhada com o consumidor final.

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Alexandria: Inteligência e Big Data para atender um mundo exclusivo

De olho no crescimento do mercado consumidor e na retomada da economia brasileira, a Arkad Finance adquiriu a plataforma tecnológica Alexandria, ferramenta com mais de 172 milhões de consumidores mapeados e um painel de crowdsourcing com cerca de 600 mil pessoas para em tempo real transformar dados e experiências em informações para a indústria.

Esse exército de pessoas que analisam experiências, produtos e atividades possibilita à Alexandria responder às mais diversas perguntas do segmento, combinando Inteligência Artificial e Big Data. O objetivo é justamente garantir que os consumidores, cada vez mais exigentes e rigorosos, tenham experiências únicas fugindo da padronização diante de um mundo cada vez mais abundante em opções.

“Acreditamos que a Inteligência Artificial e o Big Data combinados serão as bases para entender o comportamento social e de consumo. Neste novo ambiente, passaremos a reduzir a quantidade perguntas feitas hoje em dia por análise comportamental dos dados residuais que deixamos principalmente no ambiente Digital”, afirmou o CEO da Alexandria, Federico Sader, que liderou o investimento da Arkad Finance para comprar a tecnologia, produtos e carteira de clientes do seguimento privado da Ideia e da Pinion.

“Com a tecnologia de ponta, é factível entender melhor o apetite por novidade, eliminan-do o ruído entre o que quer o consumidor e o que a indústria tem a oferecer”, afirmou Sader.

A Alexandria terá foco no seguimento de B2B, ajudando seus clientes do setor privado em melhorar o entendimento sobre seus consumidores e audiência, através de pesquisas em tempo real e ações de marketing direto. A missão da nova plataforma é transformar em tempo real dados e experiências em inteligência, proporcionando intervenções rápidas e seguras.

Sader explica que decidiu investir na plataforma por sua escalabilidade e por estar bem posicionada para capitalizar a retomada do crescimento do mercado consumidor brasileiro, que deve ter neste ano o melhor desempenho em três anos, na projeção de analistas do setor.

“Neste cenário, identificamos que a plataforma Alexandria estava muito bem posicionada para crescer neste ambiente de rápida evolução tecnologia. Além de já ter sido testada fora do Brasil. Uma das prioridades para 2018 será a expansão internacional. O mercado da Índia é nosso próximo objetivo”, afirmou. “Não somos uma empresa de pesquisa que usa tecnologia, mas sim uma empresa de tecnologia que também faz pesquisa”, acrescentou.

O CEO da Alexandria tem no currículo mais de uma década trabalhando na indústria de pesquisa de marketing e media Digital liderando relacionando de companhias de bens de consumo, como Ambev, UL, PepsiCo, J&J, P&G.

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Professor da FGV aponta desequilíbrio sistêmico com o “fim da neutralidade de rede” nos EUA

O professor e coordenador do MBA em Marketing Digital da FGV, André Miceli, definiu a decisão da Comissão Federal das Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) de deixar de classificar a internet banda larga como serviço de utilidade pública no país como um “desequilíbrio sistêmico”. De acordo com ele, o resultado pode ser péssimo para o ambiente digital porque recentemente, pela primeira vez nos últimos anos, houve um desaquecimento nos investimentos de infraestrutura de acesso à internet.

“Nesse formato, teremos menos concorrência e menos possibilidade de evolução. A tendência é que os serviços piorem para os consumidores, e os distribuidores de conteúdo vão perder em performance”, ressalta André Miceli.

O professor da FGV explica que, com os servidores de internet ainda considerados de utilidade pública, não podia acontecer priorização desses pacotes. “Agora vai poder. Isso significa que, se você enviar dados no mesmo momento ou em uma rede que está lotada e tiver concorrendo com a Netflix, por exemplo, esta terá prioridade sobre o seu pacote porque ela deve ter um acordo diferenciado com esses provedores”, relata o especialista.

André Miceli aponta ainda que nesse novo formato, teremos menos concorrência e menos possibilidade de evolução. “A tendência é que os serviços piorem para os consumidores, e os distribuidores de conteúdo vão perder em performance”, analisa e completa: “Isso pode ser um tiro no pé dos próprios desenvolvedores de conteúdo. É um desequilíbrio sistêmico bastante significativo.”

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BLOCKBIT anuncia novo diretor de P&D

A BLOCKBIT, empresa global de produtos de cibersegurança, anuncia Marcel Mathias como seu novo diretor de Pesquisa & Desenvolvimento. O executivo assume o cargo com a missão de expandir e consolidar o portfólio de produtos da empresa.

Marcel Mathias construiu seus 17 anos de experiência na área de cibersegurança como parte do time de especialistas da BRconnection, empresa que deu origem à BLOCKBIT. Em 2016, assumiu a Gerencia de Desenvolvimento de Sistemas, dedicado a linha de desenvolvimento dos produtos de Network Security (segurança de redes).

O executivo será responsável pela gestão das equipes de Pesquisa & Desenvolvimento – que também desenvolvem produtos de Vulnerability & Threat Analysis (análise de vulnerabilidade e ameaças) e Endpoint Protection (proteção de dispositivos) – além do BLOCKBIT Labs, laboratório de inteligência de cibersegurança.

“Nosso desafio é apresentar produtos e produzir inteligência cada vez mais avançados para ajudar as empresas a se protegerem de diversos tipos de ameaças. Para isso, reunimos um time coeso de especialistas, dedicados ao estudo de técnicas de ponta para uma abordagem completa de cibersegurança. Ou seja, para previsão, prevenção, detecção e resposta a incidentes e falhas, seja no perímetro de rede, sejam nos perímetros expandidos, especialmente com a nuvem e a mobilidade”, comenta o novo diretor de P&D.

Graduado em Ciências da Computação, Mathias possui especialização técnica em Processamento de Dados e MBA em Arquitetura de Soluções pela Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP).

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Leonardo Palhares é reeleito presidente da camara-e.net

O advogado Leonardo Palhares, do Almeida Advogados, foi reeleito para a presidência da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), em assembleia geral de associados da entidade, nesta quarta-feira (14). Flavio Jansen, da Locaweb, segue como vice-presidente de Estratégia e Paulo Kulikovsky, da Acesso Card, substitui Marcelo Coelho na vice-presidência de Finanças e Controle.

Palhares, que está no cargo desde agosto de 2016, diz que seu primeiro ano de gestão foi de consolidação do papel importante que a entidade exerce na Economia Digital do país e de, ao mesmo tempo, que segue com o papel de reinvenção do setor em que atua. “Para 2018, a Câmara continuará a readequar a entidade e suas ações a um setor que está em constante movimento, procurando solidificar sua atuação dentro das searas regulatórias e assessorar mais os associados e o setor na garantia de que as regulações que existem hoje permitam o desenvolvimento do mercado, a geração de divisas e empregos”, afirma ele.

“Para nós ficou muito claro nesse último ano que, em épocas de retração da economia e altas taxas de desemprego, a Economia Digital mantém o seu crescimento, mais de 10% em um ano em que todos os demais indicadores econômicos ficaram negativos”. O presidente cita ainda o papel importante do comércio eletrônico para pessoas que passaram a contar com ele, dado seu caráter democrático, para o seu sustento, em substituição em emprego formal perdido como complementação da renda familiar.

Segundo Palhares, a camara-e.net vai intensificar seu papel de capacitação dos micro e pequenos empresários, que hoje somam mais de 200 mil operações no país. A entidade também vai intensificar o desenvolvimento do crossborder na América Latina, uma frente que ainda é muito pouco utilizada pelo empresário brasileiro. “É papel da camara-e.net ajudar esses empresários a romper as dificuldades linguísticas, legais e culturais nas transações transfronteiriças com os demais países latino-americanos”.

Fazem parte do novo conselho administrativo da camara-e.net os seguintes associados:

Presidente – Leonardo A. F. Palhares (Almeida Advogados)

Vice-Presidente de Estratégia – Flávio Jansen (Locaweb)

Vice-Presidente de Finanças e Controle – Paulo Kulikovsky (Acesso Card)

Vice-Presidentes: Anahi Llop (OLX), Antônio José Ludovino Lopes (Ludovino Lopes Advogados), François Martins (Mercado Livre), Gastão Cezar de Mattos Jr (Braspag), Gustavo Zobaran (Youse), João Paulo Foini (Imprensa Oficial) e Leonardo Elias Moreno da Silva (Rede ICP Seguros).

Suplentes: Flávio Franco (Netshoes), Sérgio Herz (Livraria Cultura) e Stephane Engelhard (Carrefour).

Secretário Executivo – ex officio – Fernando Ricci (camara-e.net) .

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Algar Tech apresenta Duda, agente virtual com inteligência cognitiva

A Algar Tech, multinacional brasileira que integra soluções de Gestão de Relacionamento com Clientes, de Ambiente de Tecnologia e de Serviços de Telecom, lançou sua primeira agente digital com inteligência cognitiva. Batizada de Duda, a tecnologia começou a ser utilizada em atendimento via aplicativos de mensageria, no processo de renegociação de dívidas que passou a ser 100% autônomo, sem interferência humana.

A atendente virtual Duda – apelido do nome Maria Eduarda, que significa guardiã da riqueza -, foi desenvolvida a partir da integração de várias soluções de tecnologia, dentre elas o Watson, da IBM. Segundo Marco Aurélio Matos, diretor de Transformação Digital da Algar Tech, além desse ecossistema de parceiros, a Algar Tech utilizou toda a sua base de conhecimento na indústria. “Esse é nosso grande diferencial. Aliamos nossa experiência em atendimento, melhores práticas de cobrança e renegociação no mercado financeiro, e criamos uma solução capaz de trazer mais produtividade e redução de custos para nossos clientes”, enfatiza.

Para viabilizar a automação do processo de renegociação de ponta a ponta, uma equipe de curadores trabalhou para dar mais assertividade à agente virtual, considerando especificidades da linguagem do mercado financeiro e as regionalidades do idioma. A transferência para o atendimento humano só acontece em situações que a Duda não tiver a resposta. “Quando isso ocorre, nós ‘educamos’ a Duda com a resposta correta para que ela possa utilizá-la nos próximos atendimentos”, explicou Matos.

Benefícios

Além de aprender com os próprios erros, a plataforma é multilíngue e a capacidade de atendimento simultâneo é ilimitada. Outra vantagem é o tempo: a Duda consegue elaborar uma proposta à vista em menos de 20 segundos. A modernização também beneficia consumidores, que passam a utilizar aplicativos de mensageria para um autosserviço rápido, simples e eficaz.

Inicialmente, a tecnologia foi implantada na operação de uma empresa do segmento financeiro para renegociar dívidas com consumidores que utilizam cartão de crédito e estão com fatura em atraso. A intenção, porém, é que seu uso seja ampliado para outras operações. “Estamos empenhados em promover a transformação digital dos nossos clientes e promover modelos de negócios cada vez mais voltados para resultados e com foco no relacionamento. A Duda nasceu para fortalecer e acelerar esse movimento”, concluiu Matos.

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Como proteger a rede da empresa sem interferir na mobilidade dos colaboradores?

Por Bill Hogan, vice-presidente da Fortinet

Os profissionais de segurança de TI de grandes empresas em todas as indústrias enfrentam a tarefa diária de ter que proteger uma superfície de ataque em expansão. Os pontos vulneráveis de entrada costumavam estar dentro dos muros da organização, onde firewalls e ferramentas de segurança on-line podiam protegê-los, mas as redes agora se tornaram um ambiente sem fronteiras, em constante evolução, graças ao uso de nuvem, a Internet das coisas (IoT) e uma força de trabalho cada vez mais móvel.

Os avanços tecnológicos, combinados com uma onda de funcionários digitalmente inteligentes inundando o local de trabalho, levaram mais pessoas a trabalhar de suas casas ou outros locais fora do escritório. Além disso, trabalhar em uma variedade cada vez mais diversificada de dispositivos. E, embora possa ser uma surpresa, esse aumento na força de trabalho móvel tornou-se comum mesmo nas indústrias mais altamente regulamentadas.

De acordo com um estudo recente, 65% das organizações permitem a conexão de dispositivos pessoais às redes corporativas. Na América Latina e no Caribe, estima-se que o número de empregos móveis foi de 740.000 em 2016, com outros 980 mil empregos indiretamente suportados por tecnologias móveis.

Em todos os setores, as empresas estão adotando os esquemas de trabalho móvel devido aos seus vários benefícios de redução de custos, aumento da produtividade e eficiência dos funcionários e maior retenção de colaboradores. Mas estes esquemas também envolvem riscos ao permitir que dispositivos e aplicativos não gerenciados pelas organizações, acessem suas redes corporativas e seus recursos digitais.

A segurança da rede continua sendo uma prioridade. 95% dos CIOs relatam sua preocupação com os e-mails armazenados em dispositivos pessoais e 94% deles se preocupam com informações corporativas armazenadas em aplicativos móveis. O objetivo das empresas é encontrar um equilíbrio entre o benefício do BYOD e BYOA e a mitigação dos fatores de risco à cibersegurança.

Problemas de segurança em ambientes móveis

Para se beneficiar das capacidades do trabalho móvel sem comprometer a segurança da rede ou perder a visibilidade do uso de dados classificados, as organizações devem considerar três aspectos principais:

Shadow IT

Políticas rigorosas sobre aplicativos e serviços que os funcionários estão autorizados a usar em seus dispositivos podem fazer com que os funcionários contornem este protocolo de segurança para adquirir soluções que os ajudarão a tornar seu trabalho mais eficiente. Isso pode ser um grande risco à segurança, já que as equipes de TI não conseguem proteger dados em aplicativos que não conhecem, e nem podem garantir que esses aplicativos serão atualizados com as correções mais recentes. E se esses dados forem violados, é improvável que as equipes de TI percebam isso e consigam implementar protocolos adequados de resposta a incidentes.

Vazamento de dados

O vazamento de dados se refere ao fluxo não autorizado de dados corporativos do datacenter seguro para um dispositivo ou local não autorizado. Isso geralmente ocorre quando os funcionários transferem arquivos entre dispositivos corporativos e pessoais ou quando funcionários não relacionados têm acesso a dados privilegiados. Com o uso cada vez mais comum de ambientes na nuvem e de aplicativos SaaS, e o número maior de dispositivos de usuários conectados, as equipes de TI geralmente perdem visibilidade do uso e fluxo dos dados.

Segurança de aplicativos

Com a mobilidade laboral, surge um número cada vez maior de aplicativos, independentemente de estarem sendo usados nos negócios ou não. Em média, as organizações têm 216 aplicativos executados em sua organização, sem falar nos aplicativos pessoais armazenados nos dispositivos dos funcionários. Quando esses dispositivos de usuários e aplicativos se conectam à rede, é necessária uma segurança forte para o aplicativo. Isto é válido principalmente para aplicativos na nuvem, onde pode ser difícil para as equipes de TI aplicar as políticas de segurança padrão de suas organizações.

Em resumo

Para aproveitar ao máximo os benefícios da força de trabalho móvel que faz uso de seus dispositivos pessoais, as organizações precisam implementar controles de segurança adicionais que protejam e monitorem os dados sem serem muito rigorosos, pois isso pode inibir a mobilidade. As equipes de TI devem adotar uma abordagem em camadas para a segurança, fornecendo visibilidade do fluxo dos dados em toda a rede. Especificamente, este protocolo de segurança deve oferecer segurança de aplicativos, segurança de dispositivos de usuários, segmentação de rede e segurança dos ambientes na nuvem, além de defesas no perímetro da rede padrão. Tudo isso em um quadro de segurança integrado e abrangente, poderoso e automatizado para poder responder às ameaças atuais e futuras.

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Hilmar Becker é o novo country manager da F5 Brasil

A F5, líder em soluções que garantem a segurança e a entrega de aplicações corporativas, anuncia que Hilmar Becker é o novo country manager da F5 Brasil. Profissional com mais de 25 anos de experiência no mercado de TIC, Becker passa a liderar a subsidiária da empresa global que faturou, no ano fiscal 2017 (terminado no dia 30 de setembro), US$ 2,1 bilhões. “Hilmar Becker é um executivo muito experiente, que faz a diferença. Seu conhecimento sobre a indústria, seu reconhecimento pelo mercado e seu networking irão levar a F5 Brasil a uma nova era”, afirma Roberto Ricossa, Vice-presidente de vendas da F5 América Latina & Caribe. Antes de atuar na F5 Brasil, Becker foi country manager da HPE Aruba. Becker trabalhou, também, na Cisco Systems, Extreme Networks, Aperto Networks e 3Com.

Desafios do mercado em 2018

Sob a liderança de Becker, a F5 Brasil seguirá atendendo as maiores empresas dos principais setores (finanças, Telecom, governo, indústrias, etc.). Becker acredita que, em 2018, os principais desafios vividos pelo mercado estarão ligados à migração para a nuvem híbrida. “A gestão da segurança em ambientes híbridos é complexa, pois o controle de acesso e as proteções oferecidas variam muito de provedor a provedor”, observa. “A falta de uma política de segurança unificada e a presença de usuários com múltiplos logins ameaça a integridade da informação e os processos de negócios das empresas”.

Dentro deste contexto, Becker aponta, ainda, que em 2018 haverá uma incidência de três tipos de ataques cibernéticos: ataques criptografados, ameaças combinadas, com mais de um tipo de vetor e, finalmente, ações criminosas baseadas em Botnets de dispositivos IoT (Internet das Coisas). “A F5 tem a resposta para esses desafios”, afirma Becker. “Para garantir a segurança das aplicações corporativas – o elemento mais crítico da transformação digital –, a F5 oferece soluções on premise, em forma de serviços e na nuvem que atuam desde o controle de acesso até a luta contra massivos ataques DDos”. Isso inclui soluções de WAF (Web Applicaton Firewall), visibilidade SSL e o serviço F5 Silverline de enfrentamento a ataques DDoS e DNS.

Becker ressalta, ainda, que 100% das vendas da F5 Brasil acontece por meio do canal. “Contamos com parceiros plenamente capacitados; são empresas que constroem soluções que extraem o máximo valor da tecnologia F5”. O ecossistema de canais da F5 Brasil contribui para que a empresa ganhe capilaridade no atendimento a seus clientes, contando com profissionais treinados e certificados nas cinco regiões do Brasil.

Hilmar Becker é graduado em Design Automotivo pela Escola Franz Obethuer em Wuesburg, Alemanha. Ele fala fluentemente Português, Inglês e Alemão. Em seu tempo livre, o executivo dedica-se ao mergulho em cavernas e a dirigir veículos 4×4 em trilhas off-road.

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Sua PME teve lucro? Pois invista… na empresa

Por Gabriela Szprinc

Não existe caminho fácil para fazer sua empresa crescer. Aliás, não existe caminho fácil para nada. Assim é na vida e também no mundo das PMEs. Acredite: muitas vezes, o vislumbre do lucro inédito após meses e meses de trabalho duro pode transformar sua aventura como empreendedor no começo do fim.

Sei que isso soa um tanto negativo, mas é a pura verdade. Por mais dor no coração que esse mantra possa lhe provocar, “no começo, todo lucro precisa ser reinvestido na própria empresa”. E por várias razões, que tentarei listar a seguir.

O grande problema enfrentado por todos que têm um negócio próprio é que, no começo de qualquer empreitada, é muito difícil atingir o ponto de equilíbrio. Ou seja, o lucro demora a aparecer. Pois é exatamente durante essa etapa de expectativa (que pode durar até mesmo alguns anos) que o empreendedor precisa se convencer da necessidade de não se deixar levar pelo “direito” de tornar o primeiro e aguardado lucro em objeto de suas despesas pessoais. Você não deve guardar todo esse dinheiro no banco, mas aplicar uma boa porcentagem dele em sua própria empresa.

De acordo com recente pesquisa da MindMiners, feita sob encomenda do PayPal Brasil, a maioria dos entrevistados que pretendem empreender o fará porque quer ter mais liberdade e autonomia. São palavras poderosas, com certeza, mas que embutem algumas armadilhas. Só quem já se aventurou no mercado e abriu negócio próprio sabe que a liberdade, muitas vezes, é um mito. E a tal autonomia também está demorando um pouco para aparecer. Faz parte do processo. Afinal, no pain no gain.

Por isso, listei algumas dicas que podem fazer sua empresa navegar com mais segurança no começo da jornada – e que lhe deixarão mais ciente das reais necessidades de um empreendimento. Anote-as e siga-as para fazer seu lucro render bons frutos.

É lucro de verdade ou só aumento sazonal no fluxo de caixa?
Antes de mais nada, tenha certeza de que o que você tem em mãos é mesmo lucro e não resultado de um bom momento de mercado pelo qual a empresa está passando – cuja natureza é afeita a altos e baixos. Jamais confunda lucro com uma alteração positiva fugaz de seu fluxo de caixa. Uma dica que considero saudável é abrir uma conta no banco apenas para depositar seu lucro. Pode parecer uma burocracia tola, mas, psicologicamente, faz sentido. Isso porque, quando esse dinheiro fica na conta da própria empresa ou vai para sua conta pessoal, a tendência natural é que ele “desapareça” sem que possa ser usado de forma inteligente e eficaz. Um famoso samba de Paulinho da Viola ensina: “Dinheiro na mão é vendaval…”.

Reúna o suficiente para pagar as dívidas de sua PME
Ou, pelo menos, para tirar da frente aquelas cujos juros são mais altos. OK, não era exatamente isso que você imaginava fazer com o lucro tão desejado e que foi se acumulando na conta corrente. É compreensível… Mas pode apostar: não ter dívidas (ou ter apenas débitos saudáveis, que não comprometem o dia a dia de sua empresa) é o primeiro passo para que o reinvestimento do lucro gere mais e melhores resultados. Fica mais fácil navegar pelas águas agitadas do mercado se você não tiver âncoras te prendendo ao fundo.

Lembre-se de seu capital de giro, ele é seu melhor amigo
Como dissemos lá em cima, você não deve guardar todo o dinheiro proveniente do lucro de sua PME, mas uma porcentagem precisa, sim, retornar à conta bancária em que descansa o seu capital de giro – e ela deve contar com um gestor que conheça muito bem o mundo das aplicações financeiras rentáveis e, ao mesmo tempo, com alta liquidez. Para empresas novas, que sofrem mais com a sazonalidade, costuma-se dizer que vale a pena guardar certo capital de giro pelo menos até que seus proprietários compreendam o mercado e conheçam seus altos e baixos.

Que porcentagem do lucro deve ser guardada?
Aí quem manda é o tipo de negócio que você tem em mãos. Se ele depende de maquinário sempre renovado ou com alto grau de manutenção, tente guardar, pelo menos, entre 10% e 15% do lucro mensal. Mas, se sua PME faz revenda pura e simples de produtos via e-commerce, por exemplo, pode pensar em aumentar esse índice para até 50%. Mas, claro, tudo dependerá das necessidades imediatas de sua empresa.

Empresa moderna gera mais lucro e conquista mais clientes
Jamais perca tempo quando o assunto for modernização, principalmente quanto às suas necessidades de logística. No mundo atual, em que multiplicam-se os players de mercado, ter uma logística confiável e rápida pode fazer todo o sentido na hora de conquistar clientela. Assim como é preciso investir, sempre que possível, na melhoria de seu maquinário, para produzir mais e melhor em menos tempo. E também em um SAC que trabalhe de forma pró-ativa, antecipando gargalos de entrega de produtos e as carências dos consumidores. Neste caso específico, vale, sim, a pena investir na terceirização, com um profissional 100% dedicado e dando muita atenção às redes sociais – aliás, as redes sociais são um destino fundamental para reinvestir o lucro da sua empresa. Empresa atenta a Facebook, Instagram, Twitter, Google+ etc. tem mais chances de ampliar o faturamento. Entretanto, se você ainda não tem caixa para investir em funcionários, garanta uma organização no seu dia a dia que lhe permita equilibrar todos os pratos e garantir a satisfação de seus clientes.

Até onde devo investir em marketing?
Até onde for possível! Para um negócio que está em crescimento – ou que chegou a um limite em seu tamanho atual e precisa expandir -, reinvestir na marca é, sem sombra de dúvida, um passo fundamental. Mas esse investimento depende dos outros a que já me referi – é a velha história do “carro na frente dos bois”. Não caia na tentação de investir em MKT antes de ter certeza sobre sua capacidade real de entregar o que vende e de atender à demanda que certamente virá. Se sua base instalada estiver em dia, então direcione parte do lucro para marketing (inclusive marketing digital). Trata-se da maneira mais correta de trabalhar, pois você estará crescendo com investimentos próprios e atingindo novos públicos de forma saudável, sem colocar em risco a reputação de sua PME.

A palavra de ordem para qualquer pessoa que queira, mesmo, empreender – em qualquer setor – é planejamento. Dá trabalho, gera ansiedade e precisa de atenção total em regime 24/7. Mas quem foi que lhe disse que a independência financeira seria um caminho fácil?

Gabriela Szprinc é Head de Pequenas e Médias Empresas (SMBs) do PayPal Brasil

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GE Aviação e Teradata formam parceria estratégica

A divisão de aviação da GE e a Teradata (NYSE:TDC), empresa líder na área de análise de dados, anunciaram uma parceria estratégica com o intuito de gerar resultados de negócios com uso de analytics na companhia líder em linhas aéreas.

Com a parceria, a GE e a Teradata desenvolverão produtos e serviços para o mercado de aviação comercial para atender áreas de negócios, como marketing, vendas, serviços e suporte. O objetivo é contar com uma solução completa e pronta para o mercado – que já está disponível para ser implementada.

Ao combinar operações, ativos e redes da GE Aviação com a informação do cliente, vendas, marketing, e suporte de back office, as empresas criaram um ecossistema de fácil desenvolvimento, escala e uso. Com a solução, interrupções de vôo, por exemplo, podem ser administradas pela GE, enquanto a experiência do cliente, pela Teradata. A combinação das soluções permite que a gestão de interrupções se torne um processo completo, por que é capaz de adicionar informaçõs sobre gestão de inventários, logística, agendamento, e mão de obra. Do ponto de vista do negócio, a combinação melhora as operações de vôos, e inclusive, permite a manutenção preditiva, otimizando a eficiência operacional e melhorando a satisfação dos clientes.

“Está claro que a Teradata se destaca na área de dados e análises pelo tamanho e escala exigida por uma companhia de aviação global”, afirmou Andrew Coleman, diretor comercial da GE Aviação Soluções de Negócios Digitais. “Ao unir nossa experiência na gestão de performance de ativos e otimização de operações com a da Teradata, em gerar insigths dos clientes com uma grande quantidade de dados e múltiplas abordagens analíticas, o mercado de aviação ganhará uma solução que entrega conhecimentos compreensivos e aplicáveis”.

“A Teradata e a GE Aviação estão colaborando e ajudando clientes a usar abordagens analíticas para solucionar problemas complexos, de forma rápida, com insights acionáveis que são críticos para decisões de negócios”, afirmou Oliver Ratzesberger, vice-presidente executivo e diretor de produtos da Teradata. “A plataforma GE Predix é bem conhecida e respeitada na indústria de aviação, e estamos felizes em trabalhar em parceria com a GE Aviation Digital Solutions para ampliar esse ecosistema com as tecnologias da Teradata”.

Com a liderança global na indústria de aviação, a expectativa de resultados com a oferta conjunta é de um impacto positivo imediato para os clientes da indústria de aviação global.

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Startup Mecasei.com recebe investimento de R$ 800 mil

O Mecasei.com foi criado em 2014 com o objetivo de facilitar e deixar mais fluído o caminho até o altar. Com mais de 270 mil usuários e movimentação crescente, deve fechar 2017 o valor transacionado na plataforma em R$ 20 milhões, 65% a mais que em 2016, o site acaba de receber o primeiro “round” de investimento com aporte no valor de R$ 800 mil em uma rodada liderada pelos investidores anjo Eduardo Smith e Marco Poli.

O Mecasei.com foi fundado por dois amigos, Márcio Acorci e Daniel Tamiosso, que encontraram dificuldades ao planejarem e organizarem seus próprios casamentos e, por este motivo, decidiram criar um serviço único, onde seria possível centralizar todas as etapas sem dificuldades e stress. “O pensamento era tornar tudo mais simples, social e divertido na jornada de qualquer casal de noivos, possibilitando a descoberta, o planejamento e a organização do casamento através da internet”, revela Acorci.

“Estamos construindo inteligência de mercado baseada em dados para entregar aos noivos sugestões personalizadas para cada casal organizar o seu casamento dos sonhos”, destaca Acorci.

O mercado de casamentos vive um momento de constantes mudanças. A internet torna cada vez mais fácil a descoberta, a escolha e a contratação de qualquer serviço. Toda execução do dia-a-dia (offline) têm o potencial de ser organizado online.

O comportamento da geração “millennials” tem a tendência de valorizar a experiência em detrimento da posse e do luxo específicos é a maior prova das transformações no mercado. “96% dos Millennials nos EUA já confiam na internet como ponto de partida para o processo de preparação de seus casamentos”, comemora Acorci.

Com uma plataforma tecnológica moderna e uma experiência pessoal e humana o site auxilia os noivos a planejar, organizar e compartilhar as emoções do casamento: desde o primeiro encontro até o grande dia. Mecasei.com é um site de casamento contemporâneo, que sintoniza os sentimentos dos noivos com os seus diversos convidados e familiares.

O site é construído não apenas por tecnologias que estão em voga no mercado de inovação, mas também por um time com experiência em startups com o conhecimento do Vale do Silício.

Combinamos expertise técnica com soluções de aprendizado de máquina, análise preditiva, processamento natural de linguagem e um big data com mais de 200 mil casamentos vivenciados.

“Atendemos noivos em todas as regiões do Brasil. Normalmente são pessoas com o dia-a-dia agitado, que necessitam dar os primeiros passos na organização do seu casamento e precisam de muita ajuda para definir cada etapa. Com o Mecasei, eles têm à disposição 970 fornecedores cadastrados e uma equipe altamente especializada para atender todas as suas autênticas demandas”, finaliza Acorci.

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